[Música] Olá bem-vindo à aula 4 e a gente vai falar na sala um pouquinho sobre avaliação então só para relembrar um pouquinho nas outras aulas anteriores no primeira aula a gente falou o desenvolvimento uterino colocou como que que é o desenvolvimento embrionário do feto do bebê até quando ele nasce né e o desenvolvimento da mãe também em conjunto as fases né mês a mês semana a segunda aula a gente falou de desenvolvimento motor né infantil Então como que o bebê se desenvolve como que ele como ele vai passando por essas adaptações na terceira aula a
gente falou sobre as alterações né e as má formações e nessa aula eu quis trazer um pouquinho sobre avaliação O que que a gente pode observar e o que que a gente pode avaliar a partir do momento que ou a criança ou quando a mãe vem então eu tentei trazer avaliação um pouco mais Global então talvez falte aí algumas informações específicas que a gente pode ir colocando ao longo né que eu vou colocando ao longo da dos Tópicos que eu vou falando mas eu quis deixar um pouco mais aberta mais geral justamente para a gente
pensar em como montar a nossa avaliação né então primeiro de tudo quando a gente vai pensar em avaliação a gente precisa sempre pensar o Quem que tá chegando para gente qual o tipo de patente que chega para gente se é que se a criança que chegou a partir de um momento que teve alguma alteração alguma formação ou foi a mãe né durante a gestação ela veio procurar o serviço ou ela veio procurar e depois trouxe a criança para você avaliar Ou de repente ela até pediu você chegou no momento que ela tá ali em trabalho
de parto e ela já tá ali em evolução de de parto e ela precisa de ajuda ali para desenrolar o parto Então depende da hora que você recebe essa pessoa né então eu vou trazer alguns tópicos um pouquinho de cada coisa para a gente ir montando juntos porque é uma avaliação que eu não consigo deixar mais específica Justamente que é que nem essa ideia mas é de trazer uma avaliação um pouco mais aberta do que a gente pode perguntar e colocando mais informações né não precisa ser tabeladinha porque toda avaliação que a gente faz a
gente precisa lógico tem algumas perguntas que são básicas que são Chaves né que eu acabei já dando em outros cursos anteriores porém então necessárias perguntas específicas de acordo com o assunto que vai ser abordado de acordo com o público que você vai avaliar então para a gente começar eu quis trazer quando a mãe vem procurar a fisioterapia né para falar sobre sobre a gestação tirar as dúvidas e ver o que que ela pode fazer então ela ainda está grávida Ou acabou de descobrir que está grávida ou já está no final da gestação ou no meio
da gestação e aí é muito importante né a gente ter esse conhecimento sobre a fisioterapia euroginecológica né para que possa entender melhor essa Mãe essa família então o que que é importante a gente saber dentro dessa abordagem o porquê que essa essa mãe tá vindo até você então ela já tem alguma disfunção né então ela já perdi a urina ou já perdi as fezes alguma fraqueza que ela já tinha ou não ela engravidou e ela quer de repente fazer os exercícios para preparar ela para um parto normal ou na verdade ela nem quer partitura ela
nem pensa em parto normal mas ela procurou a fisioterapia pélvica justamente para fortalecer para não sentir dor para ganhar um pouco mais de mobilidade de movimento então assim conhecer primeiro o objetivo da mãe e do porque que ela tá ali te procurando e o porquê que ela precisa do seu serviço então acolher sempre acolher o paciente é a melhor forma da gente começar uma avaliação então mostrar que você tá ali não só como profissional mas que você tem uma empatia por aquela história que você contada que você tá preparada para escutar e para acolher e
para ajudar né então são os pontos que são importantes dentro de uma avaliação que essa que essa família ou que essa pessoa se sinta acolhida né você se sinta o mais à vontade possível para ela conseguir passar essas informações para você de uma forma fluida e tranquila e sem que ela tenha vergonha ou tem que ela fique constrangida né então os Pontos importantes a serem perguntados para mãe é até a primeira gestação então às vezes é primeira gestação às vezes não às vezes da segunda Já é a terceira mas Lembrando que cada gestação é diferente
uma da outra então às vezes na primeira e na segunda mãe não veio né não quis fazer nada foi de forma né não planejada foi mas a terceira gestação foi totalmente de forma planejada ela sonha com um parto normal um parto natural então é importante a gente saber o número de gestações né E aí se ela já teve aborto espontâneo ou induzido então espontâneo é sempre quando a gente pensa né Ah estou lá de três meses né então o bebê tá se formando já tá multiplicando as células já tá ali formando embrião já grudou na
parede uterina e de repente algo aconteceu dentro do meu útero por conta de alguma má formação às vezes ali daquele certo e ele acabou de se desprendendo e ocasionando um aborto espontâneo né E aí eu tenho que evoluir para uma raspagem às vezes para uma limpeza ou tomar alguma alguma medicação E aí acaba né tendo os destes sensitivos da pessoa que passou por isso então a pessoa fica um pouco mais traumatizada então por isso que é importante a gente perguntar para mãe porque se é uma segunda gestação seguida de um aborto Então quer dizer que
ela já tá se planejando há muito tempo né que ela já tentou por diversas vezes já consegui uma vez e não fixou e não deu certo então o que que eu preciso saber por que que eu preciso saber dessa informação Porque eu sei que é uma família um pouco mais abalada então talvez eu precise tomar um certo cuidado comentar algumas coisas ou levar informações de um jeito mais leve né e para você mãe que tá assistindo é importante que você fale que não tenha vergonha justamente porque a gente vai conseguir te ajudar a passar por
essa nova fase né agora quando é induzido também não tem vergonha de falar ou te perguntar se a mãe tentou induzir ou não porque tem mãe que não tá não tá preparada então não tô planejando uma gravidez tô eu curtindo a minha vida tô fazendo as minhas coisas e de repente engravido de uma pessoa que não é meu parceiro que de repente né não dá o suporte necessário E aí eu não quero ter esse filho né então eu não quero agora não é o meu momento agora né E vou tirar e às vezes acaba tomando
as medicações acaba né ou até indo até algum lugar mais clandestino então o aborto ele não é às vezes fácil de ser realizado porque Clínica clandestina porque não é aceito então a mulher acaba passando por situações que geram desconforto geram questões psicológicas E por que que eu não quero essa criança porque eu já tenho uma vida e talvez no segundo momento ela tente de novo quando ela tiver um parceiro ou então é uma gravidez de tentativa de aborto e só que não consegue abortar e a criança Continua em desenvolvimento só que pode ter ocasionado alguma
lesão nessa criança porque é bem na época do principal da principal etapa de desenvolvimento né que é do primeiro mês ao terceiro então primeiro trimestre é o mais importante E aí que eu descubro gravidez e acabo tentando tirar então é um fator muito importante a gente perguntar se a mãe tempo que ela tá tentando engravidar ou não porque então se é uma mãe que faz tempo que está tentando engravidar então provavelmente essa mãe ela tá ela já fez de tudo né ela já já foi no médico ela já colheu os exames lá já viu que
tá tudo bem ela já viu que o marido também já tá tudo bem e aí a ansiedade começa a tomar conta e aí Sou Um dos fatores que fazem com que essa mãe tem um pouco mais dificuldade de engravidar então é ou a hora que ela vem para você na velha seu grávida e ela tentou por muito tempo ela vem mais vulnerável né então ela já vem já sabendo de muita coisa e ao mesmo tempo sabendo de nada porque aquela mãe que queria muito queria queria queria muito e ela quer a todo custo conseguir né
então é importante para a gente fazer um acolhimento com essa mãe e fazer um orientações específicas né se foi uma gravidez planejada ou não então eu estou tentando né se eu venho para uma fisioterapia pélvica e foi planejado eu pensei muito antes e me planejei e me né e fiz os meus os meus cálculos os meus planos eu tenho uma família eu tenho um parceiro e tudo mais Eu também lido com uma mãe que ela quer que ela idealiza muitas coisas né Não só ali na fisioterapia mas ela idealiza muitas coisas durante a gestação durante
os preparativos do quarto das coisas da Criança e até o parto então eu sei que ela já planejou tanta coisa que até o quarto já tá planejado isso ela tendo com dois três meses de gestação se foi uma gestação de forma natural ou de inseminação então tem mães que engravidam de forma natural a maioria das pessoas né não tem dificuldade de engravidar outras precisam de algum tipo de tratamento medicamentoso de acompanhamento de ambulatório ou ainda tem as que fazem fertilização né inseminação que é um tipo de tratamento que a mãe vai até um laboratório né
a mãe o pai né o parceiro e faz esse procedimento e que é um procedimento que não é tão acessível a todas as pessoas porém é às vezes é a forma que que a pessoa tem de conseguir esse sonho que ela tem de ser mãe né ou ser pai então se a mãe gostaria de fazer fisioterapia pélvica ou se ela quer só alguma orientação se ela tem interesse e tem compromisso de fazer toda semana ou duas vezes por semana as intenções sobre o parto então é importante a gente conversar com a com essa gestante Qual
é a intenção dela para parto Então se é de repente o parto normal parte cesária ou parto naturalista então esses que a mãe fica lá dentro da banheira fica dentro de casa ou com doula ou com uma enfermeira e só vai para o hospital a hora que realmente está nascendo que já nasceu ou às vezes nem vai para o hospital acaba atendendo em casa mesmo como antigamente então é importante a gente a gente saber o porquê que o tipo de parto que esse tamanho gostaria né E aí quais são os medos e inseguranças dela então
dentro aqui desses meses em segurança eu vou estar aqui embaixo por exemplo se tem medo de perda do filho porque de repente ela já teve uma perda medo de não saber o que fazer opa esqueci E aí a gente entra numa questão desse não saber né o que fazer é que às vezes a mãe ela tem aquele instinto Mas é uma pessoa tão ansiosa uma família tão ansiosa que ela quer planejar o que ela precisa fazer né então ela já precisa ter um cronograma na cabeça dela do que ela vai fazer do que ela vai
do que ela precisa Então gera uma insegurança para ela né então se a mãe já era ativa antes de engravidar isso é muito importante porque se é uma mãe que ela já era tinha uma atividade um pouco mais ativa um pouco mais com mais atividades laborais ela querendo ou não ela vai ter mais facilidade para lidar durante durante a gestação de continuar as atividades físicas de continuar a se exercitar né Então isso é muito importante né então a mãe saber que a mãe já fazia alguma atividade física é só dar continuidade a gente não precisa
trocar né a gente vê hoje em dia muita gente né que acaba acaba fazendo de fazer CrossFit por exemplo e continua a fazer CrossFit e continua a fazer os as atividades que já fazia Sem problema nenhum desde que o médico libere né se tem algum desconforto ou dor então é um processo que realmente é difícil porque a mulher ela muda o corpo Então ela às vezes ela engorda bastante muda a estrutura da pelve já já tá sentindo dores mais na perna porque a barriga pesa e ela já tá mais inchada já tá com retenção de
líquido ou de repente não tem nada disso ela só quer fazer mesmo para se prevenir de ter de ter esses conforto essas essas dores e se ela tem dúvidas né então acho que isso é muito importante para a gente perguntar Porque se ela tiver alguma dúvida alguma coisa a gente consegue durante as sessões de fisioterapia se foram interesse dela consegui alinhar e falando para ela né o que que pode acontecer ou não E aí Nesta parte com a mãe a gente vai ver quais são as intenções dela a partir disso a gente vai elaborar um
plano de tratamento para essa mãe e vai começar a atendê-la uma vez por semana ou duas vezes por semana quando for o caso né E aí até o final da gestação né E aí a gente vai para um segundo momento que seria uma avaliação com a família né da criança né então família responsável escola da criança Por que que é importante também então vamos pensar que essa família veio para gente depois que essa criança nasceu então a mãe não foi procurar fisiopel fica antes ela não quis fazer a família também não não se atentou né
o pai também não deu uma cutucada só que porém depois que ela nasceu né então ela teve algum problema ali de dificuldade motora durante ali os primeiros meses e veio para gente né O que que a gente precisa fazer e a gente precisa começar a avaliar com os dados da criança então nome idade data de nascimento peso altura e aí a gente tem que pensar em colocar os dados dos Pais ou do responsável né De onde veio esse encaminhamento então de repente veio do ortopedista veio do neuropediatra veio do pediatra o histórico familiares que tem
alguma condição igual ou parecida que essa criança faça particularmente só aquilo então a gente precisa observar esse histórico familiar né então está todo mundo numa rede de apoio pensando fazendo e a história né da moléstia pregressa e atual que é um pouquinho falando sobre como foi a gravidez sobre a concepção então aí foi né foi fertilização foi na de forma natural histórico de aborto né então fica aqui a historinha se ela realizou pré-natal usou medicação algum outro tipo de doença Então dentro dessa história a gente vai colher um pouquinho da história da mãe e também
falar um pouquinho sobre a história da criança né que já começa entre a ultra E aí depois a gente vai observar o trabalho de paz então vamos pensar que toda toda a primeira parte que a gente fez com a mãe nesse segundo serviço a gente é como se a gente não soubesse Então a gente vai perguntar como que foi a gestação se ela teve algum aborto se ela teve se ela teve alguma contra-indicação se ela teve alguma intercorrência se ela teve infecção de urina Então tudo isso a gente vai perguntar para ela sobre o trabalho
de parto em relação a criança quantos quilos quantas semanas né então lápider que ela notinha da respiração e ver se a criança tem apresenta algum desconforto tá bom Então dependendo da idade que a criança vem para a gente gente já tem que perguntar se ela teve alguma internação qual foi o motivo se ela já tem algum problema respiratório ou alguma outra alguma outra má formação ou deformidade que ela já teve doenças infantis e ela faz uso de alguma medicação não tem crise convulsiva ou não teve os exames então só voltar um pouquinho da medicação barra
exame vou colocar Que tipos de exame para gente lembrar tá bom as medicações né então entra ali um pouquinho também desse acompanhamento de exame então das medicações qual tipo se ela teve alguma medicação que ela já tomou e já parou de tomar Então os exames né do pezinho Do olhinho do ouvido que são feitos já na maternidade ou algum outro exame né algum outro tipo de exame tipo ressonância radiografia tomografia Então se ela fez algum outro tipo ou se tem algum alguma orientação né sobre esses exames que ela não fez nesse momento mas que foi
pedido para fazer logo mais à frente então vamos pensar que lá da crise externose né que é o fechamento prematuro né da moleira né das moleiras se eu tenho um fechamento muito precoce aí de repente o médico vai pedir algum exame Mas às vezes não pede para aquele momento pede um pouquinho mais para frente você faz algum acompanhamento com alguma terapeuta o médico Tanto a mãe quanto a criança Então mãe ou criança né a gente tava aliando os dois alimentação porque que é tão importante a gente perguntar alimentação até porque para ela para saber o
nível de independência se ela come sozinha se ela tem alguma dificuldade se ela engasga sim é Mais Parte da fono mas a gente pergunta porque às vezes vamos supor que você trabalha numa clínica e sempre tem festinhas anuais de festa junina de festa de aniversário e de repente você precisa saber se essa criança come se ela não tem alergia não tem nada específico Que altere é essa alimentação então é importante a gente saber sobre o sono se dorme sozinho você dorme com os pais então é muito importante até assim para a gente conseguiu orientar essa
família quanto lembra a segurança né o desenvolvimento cognitivo então se eu tenho uma criança que lógico né gente a gente não vai tentar colocar essa criança para e logo sozinha né A princípio Hoje a gente vai dar esse suporte né A mãe vai dar esse suporte de nos primeiros meses dormir com a mãe até porque para conhecer para entender e depois vai para o quartinho então quando a gente passa esse sono para o quarto deles eles se torna um pouco mais Independentes né Então tira essa dependência de eu preciso dormir com a minha mãe eu
preciso dormir com meu pai e eu ganho um espaço na casa para mim né o comportamento Se Faz birra choroso você agressivo o porquê que isso é importante dependendo da idade que a criança vem então vamos pensar que geralmente por esse desenvolvimento neuropsicomotor eles costumam vir dentro do primeiro ano de vida né A não ser que eles não tenham nenhum atraso e acabam desenvolvendo depois mas será que ele faz birra quando é contrariado ou quando eu não tenho alguma coisa ali para oferecer para essa criança durante a terapia ou até em casa né como que
é e a comunicação né se ele ele é verbal com alguma outra atividade específica então a comunicação se ele se ele é verbal ou como se ele se comunica com Pets né com plaquinhas ou alguma outra alguma outra placa de comunicação justamente para a gente saber como que a gente vai conversar com essa criança como que a gente vai interagir com essa criança os exames de imagem então por exemplo lá da crise estenose ou do torcicolor da simetria nem craniana a gente precisa saber se ele fez algum exame de imagem né então uma tomografia uma
radiografia do quadril ou até do ombro né que eu acabei esquecendo de colocar aqui vamos colocar ombros para a gente saber se tem lesão complexo Qual o nível de lesão né então se é mais leve ou não né de tornozelo de repente um fator congênito né então uma coluna se tem ou não então é importante a gente saber e mais para frente mas fica na alegria Por exemplo quando é maiorzinho para a gente ver se tem alguma diferença de membro por exemplo a partir do momento que desenvolver um aparelho cerebral né avaliação da Marcha gente
eu coloquei bem funcional pensando na criança grande né então a criança a partir daí de um ano e meio para dois [Música] então de um ano e meio para dois essa avaliação de marcha a gente consegue observar um pouco melhor né Como que essa criança anda porém a gente já não conseguiria fazer esses testes né porque a criança de um a dois você consegue dar uma função para ela andar até um certo até determinado espaço né mas a gente não consegue aplicar fidedignamente o exame né que são as caminhadas com o tempo porém a gente
faz uma simulação Então olha anda daqui até ali para te ver como que você tá andando porque realmente às vezes se tem alguma deformidade alguma informação é importante para a gente saber se falta equilíbrio ali se Falta força muscular em alguma das duas partes do corpo tá avaliação funcional da Marcha então a gente fala sempre do pé caído do ponto de pé Então se é uma criança e lembrando que as crianças de desenvolvimento típico anda um pouco na ponta do pé sim quando elas aprendem andar porque lembra daquele reflexo plantar que eu falei lá na
segunda aula que quando a gente aperta na ponta dos dedos eles eles fazem uma conchinha e prende o dedo no nosso dedo no meio então essa flexão plantar essa essa garrinha que ele faz ele vai começar a andar na pontinha do pé para conseguir se locomover e se adaptando essa nova postura de pé isso ali a partir de um ano de idade mas isso depois depois melhora porque o equilíbrio fica melhor E aí eu consigo apoiar muito mais do pé no chão né E aí eu não faço uma ponta de pé mais se essa criança
já tem prescrição de órteses andador muleta ou se é uma criança que não precisa Isso é muito importante se essa criança tem uma força muscular muito boa então às vezes é uma criança que que ela chega para gente com uma lesão de pleites braquial por exemplo mas a força dela é boa né então ela tem função e o músculo outro que ela já não tem tanta função então por isso que a gente avaliar essa força é muito importante Lógico que essa força muscular a gente precisa levar em consideração que não dá para fazer igual um
adolescente adulto né que a gente coloca por exemplo a mão eu quero ver flexão de ombro Então vou colocar uma resistência que faz flexão faz flexão reflexão como as crianças não dá para a gente fazer esse tipo de teste né então a gente usa de forma mais lúdica por exemplo aí vamos pensar no braço braquial eu consigo lançar a bola com as duas mãos né então eu consigo fazer um alcance lá acima da minha cabeça atrás da minha cabeça eu já tenho esse movimento de subir movimento de descer relaxar o movimento de rodar então é
muito importante e a força muscular e a mobilidade articular elas andam meio juntas né então a mobilidade se eu tenho uma força muscular Mas eu não tenho uma habilidade né articular né uma mobilidade articular muito boa é a falta dela vai me prejudicar na minha força então se eu tenho uma força lá grau 5 de membros superior eu faço a pessoa resiste uma criança resiste e Mas ó aí para alcançar um pouquinho mais na frente de mobilidade articulada já não tenho né escápula e aí o que eu faço né então os dois andam bem juntinhos
né se ela tem preferência de rolar de um lado mais do que o outro então isso é muito importante porque querendo não tem a gente tem preferência né de um dos lados lembra Doutor psicólogo que eu falei ou da simetria a gente acaba desenvolvendo uma simetria e um torcicolo congênito né Então a partir desse momento um pouquinho do que do que a gente precisa observar Como que essa criança veio até você o porquê que essa criança veio até você o porquê que essa mãe veio buscar você o porquê que ela quis o seu serviço então
esse tipo de avaliação a gente vai trazer um pouquinho eu trouxe um pouquinho na verdade de do que dá para a gente perguntar para essa família para acolher essa criança Lógico que essa criança veio no seu exame físico e de observação a gente precisa saber de todos os Marcos do desenvolvimento então a gente precisa saber Sabe aquela aula 2 então a gente precisa saber tudo o que que acontece com a criança Por que que ela tem esse certo tipo de reflexo porque que ela ela faz determinada postura se tá certo não né então nessa aula
eu trouxe essa imagem aqui de observação de novo porque aqui a gente tem por idade né O que que a criança tá fazendo Porque é importante eu saber e eu não sei o desenvolvimento típico da criança eu não consigo ajudar de forma ativa né então assim ela vem ali com algum atraso Vamos pensar que a criança Geralmente vem para a gente quando é encaminhado muito cedo dois para três com lesão de plexo né ou com uma assimetria craniana ou com torcicolo e ela chega bem novinha e eu já sei que tá tem lá o diagnóstico
porque que ela foi encaminhada mas aí eu já sei que na minha avaliação eu preciso ter um pouquinho mais de cuidado e mais atenção em algumas partes né então se ela vem com uma lesão de plexo ou uma simetria craniana eu tenho tempo para intervir né porque a criança ela cresce a criança ela vai se desenvolvendo e nesse primeiro ano de vida ela faz tanta conexão ela aprende tanto se ela tem uma dificuldade de braços esquerdo por exemplo de alcançar de estender e eu consigo com a direita vou criando habilidades muito mais rápidas somente com
a direita eu sei que essa criança tem essa dificuldade e eu preciso dar um pouquinho mais de atenção porque se eu ah mas ela tem dificuldade mas eu vou usar eu vou trabalhar o corpo como todo eu vou mas não vou dar uma ênfase uma atenção maior do porque que ela veio né então é muito importante para a gente não perder tempo a mesma coisa da simetria craniana então a gente sabe que a gente tem um tempo ali para tentar fazer esse tipo de tratamento de fisioterapia mas se eu deixar passar muito perco essa idade
de por exemplo Às vezes a criança vai precisar de um capacete por exemplo então é muito importante a gente saber as fases da do desenvolvimento então aqui só para a gente lembrar no primeiro mês de vida né no mês zero que é quando ele acaba de nascer ele tá lá tudo em padrão flexor toda modinha com a cabeça lá na frente não consegue estender não consegue rodar direito bem no comecinho os braços e as pernas flexionadas né aí já no primeiro mês já consegue apoiar as mãozinhas levantar um pouquinho a cabeça é o segundo mês
ele já consegue afastar mais do queixo da do tronco e consegue estender um pouco mais no terceiro ele já faz uma extensão com as mãos de barriga para cima um sexto mês ele já começa a ficar sentado com apoio ainda né Mas de repente uma beiradinha do sofá no quinto mês né ele consegue já ficar sentado ainda com um pouquinho de apoio mas já consegue brincar lá na frente no sexto mês né alcança objetos lá em cima Então essa fase é bem legal da gente pegar justamente porque é a fase que eles querem escalar mais
é a fase que eles querem olhar mais para cima então levar os bracinhos mais para cima então com a parte mais ou menos do sexto mês no sétimo né a partir do sexto para o sétimo já consegue sentar sem apoio já consegue ficar mais tempo sozinha no chão no oitavo já se mantém em pé no nono já começa a pegar nas coisas e andar de lado no décimo mesmo já engatinha então como eu falei na aula anterior a gente até precisa observar esse engatinhar se ele criou habilidade de transferência no meio do caminho com 11
meses se ele anda com apoio com 12 ele já anda na lateral mas com apoio ainda e já se levanta sozinho já faz essa transferência sozinho com 13 meses ele sobe escala né escadas ou sofás isso na verdade começa bem antes mas na décima terceira ele já consegue subir uma escada sozinho com 14 se mantém em pé né sem apoio e no décimo quinto também acaba andando já tem apoio mas com a base menos alargada com os braços menos esticados e dobrados Então o que eu quis trazer para vocês nessa aula de avaliação é justamente
ver as possibilidades então ver as O que que a gente consegue fazer para essa para essa família para essa criança acolher ela ela de forma que ela se sinta bem que ela se sente em casa e que ela consiga saber que ela pode contar com você seja ela que vai receber o tratamento ou a criança né no caso Toda Toda gestante deveria de passar por uma avaliação pélvica justamente para a gente saber indicar e orientar nessa família né orientar essa mãe que sim ela precisa fazer exercício físico não só porque ela quer um tipo de
parto normal né ela quer fazer essa atividade física porque ela precisa porque ela ela não quer ficar com dor porque ela quer ter uma qualidade de vida melhor E aí se a gente pensar que às vezes as mães só vem por conta do parto normal né ela vai perder essa essa oportunidade se ela tiver com dor é de começar um pilates de repente ou vir para Fisio mesmo né então eu acho que é importante essa orientação esse acolhimento dessa mãe que vem e quando vem criança com algum desses atrasos de desenvolvimento ou alguma anormalidade anomalia
congênita buscar da melhor forma o quanto a gente consegue acolher essa família mesmo né então atender essa criança e atender tentar atender o máximo de quantidade de demanda que essa criança tenha né então a aula de avaliação ficou um pouco mais aberta justamente para a gente conseguir não não se prender mais em um certo diagnóstico então a gente pode ter vários diagnósticos ou não às vezes nasceu muito prematurinho não tem nenhum atraso nenhum diagnóstico mas também é importante a gente avaliar essa criança independente do porquê que vem essa criança né então se ela vem com
algum atraso ou com algum diagnóstico é importante a gente avaliar e observar o que que essa criança precisa naquele momento Então se é a cabecinha se é por conta de alguma elevação que não tá fluindo bem então todas todas as anormalidades que que eu passei lá no comecinho elas muitas são reversíveis e só precisam de acompanhamento então é importante a gente saber acolher essa família entender Por que que ela tá vindo procurar a gente às vezes só para prevenção então só só porque essa criança ela precisa de uma de observação de acompanhamento porque aconteceu algo
ali no parto e agora precisa só de uma intervenção só por um mês então por que que essa criança veio sempre saber da queixa da mãe e da criança né então sempre é a mãe que vai falar ou o pai sobre a queixa né da criança ou algum responsável específico e essa mãe também né o porquê que essa mãe veio te procurar Será que realmente é para dar continuidade ou não né então eu quis trazer um pouquinho de cada coisa aí da avaliação tem muito mais coisas que dá para a gente colocar assim dá para
colocar mais minuciosamente então questões de plexo como que eu avalio força né de repente da torcicolo o que que eu preciso realmente fazer para avaliar mas eu não quis deixar nada específico né então da prática Clínica só para a gente finalizando essa aula o que que geralmente aparece mais para gente avaliar dessas questões de anomalias que a gente falou na de anomalia né de alterações a gente falou na aula anteriores questões duplexo então quando a gente tem uma questão de complexo braquial O que que a gente faz a gente precisa ver questão da mobilidade articular
da força e seu paciente sente dor alguns conforto né Na hora de poupar a criança não vai conseguir te falar mas você já vai perceber que o olhar da criança já tá mais nível de dor né Ou de repente quando vem algum torcicolo alguma simetria craniana é que lado que é mais acometido então tem algo encurtamento faz quanto tempo já foi no hospital já foi no neurologista já foi na ortopedista viu Já que não tem nenhum encurtamento não tem nada então eu preciso fazer uma intervenção ali para liberar articulação então desde quando que tá com
torcicolo já procurou antes então avaliar a mobilidade articular então aonde que é o torcicolo fazer liberação desse pescoço né ou fazer posicionamento da cabecinha e orientando esses pais né e para as mães né O importante também fazer essa avaliação justamente para que ela tenha um parto mais mais próximo do desejado e o mais próximo de um parto né natural e seguro né para essa família porque é o que a maioria das mulheres hoje em dia querem né Espero que vocês tenham gostado dessa aula então essa aula ficou um pouco mais aberta justamente para abrir a
mente de vocês para que vocês não fiquem presos somente em um ponto específico da avaliação e sim consegui elaborar o porquê que essa criança veio e o que que eu tenho que avaliar para condizer com essa criança então para não se tornar padrão de avaliação tá bom Espero que vocês tenham gostado até a próxima aula