E às vezes a gente tem esse medo na igreja de profissionalizar, achar que vai deixar de ser espiritual. Meio-dia você com fome, sem ninguém na sala. Que que eu falei para mim? Falei: "Mano, não tô tocando para ninguém aqui. Sala vazia, velho. Que que eu tô fazendo aqui? Se categorizam que worship é o uso só de delay, reverb, então não é. Entendi. Mas eu acho que a gente, eu vou ser sincero, eu acho até uma discussão besta, porque você não tem essa discussão nos outros estilos. para quem a gente tá fazendo não tem diferença. Então,
deveria ter a mesma qualidade que o domingo, certo? Se não independe, né, se eu tô fazendo para o Senhor. Então ali eu entendi, eu, cara, então eu preciso mudar o meu coração desse [Música] lugar. Fala, Mateus Starig na área para mais um Starning Cast. Se você caiu de para-quedas aqui, nunca assistiu o Starcast antes, esse aqui é um podcast onde o músico conversa com outro músico. Então, se você é músico, amador, profissional, você vai tirar muito proveito aqui. Mas se você também não é e gosta desses bastidores, fica aqui que você vai tirar muito proveito
também. E hoje eu tô com um cara que, pô, super bacana, já acompanha há muitos e muitos anos, desde a época das revistas, né? Mas ele jovem, tá? Pai de cinco filhos, rapaz. Esse cara é animado, né? Eu tenho três. Eu já me acho um cara muito animado, mas ele ainda está no meio do Caminho ainda, ou seja, muitos ainda virão. É isso aí, né, cara? Você ouviu bem ali a voz de Deus falando: "Ide por toda a terra e multiplicai-vos, né?" Ó, gente, ele é guitarrista, ele é produtor, ele é professor, é o sobrindo
do Chip Felipe Elbank. Obrigado, irmão. Cara, pô, que alegria estar aqui com você. O chubrinho do do Chip não tá valendo não. Ah. Pode ser. Vai, pode ser também. Aceito. É porque já chamaram o falaram que o Duda é pai do Chip, que o Del é filho do Chip. Eu falei sobrinho agora. Aí pode ser todo mundo é amigo, né? Tá na família. Tá na família. Mas enfim, né? E a gente tá falando do worship aqui porque você também ficou muito vinculado essa sonoridade em função do ministério que você faz parte, que é o Floripa
House of Prayer, né? Que é f hop, não é FOP não, tá galera? É F hop Hop, né? Não é isso? Esse é o certo. F hop. Esse é o certo. Mas quem determinou que esse é o certo? F. Cada um falou do seu jeito. Tá bom. Vai. Cada um fala do seu jeito. Fop. Fop. Ó, daqui a pouquinho também eu vou pedir para trazer os equipos pra gente mostrar um pouco o que que você usa aqui, né? A tua guitarra. Eh, você só trouxe o quad Cortex aqui? Só. Só não trouxe pedal nenhum. Não
precisa nem trazer o quad cortex. A coluna agradece. Mas a guitarra a gente mostra o modelo aqui também dela que é o quê? Certo? A Jet Blues. Ah, legal. que tá linda, cara. Eh, enfim, galera, então segura aí porque hoje vai ser quente. Eu perguntei, a gente pode abrir a caixa preta? Ele falou: "Pode abrir a caixa preta". Aí, então vou cutucar, não vou Aliviar aqui porque Felipe é amigo. Vou provocar, vou tirar dele o leite de pedra aqui. Não, não vai ter polêmica. Não, não. Eu sei conduzir de uma maneira que você nem vai
perceber. Brincadeira. Não, mas aqui, gente, é, é uma coisa que eu brinco muito é que a gente não tem polêmica de vida pessoal, coisas políticas. né? A gente quer falar das coisas do nosso meio. Uhum. E tem alguns assuntos que às vezes são espinhosos, que podem ser polêmicos, mas são assuntos que são necessários e que movimentam, cara. Sim, claro. Eu acho que é tão ruim quando ninguém tá falando da guitarra, é quando não tem nenhuma polêmica, nada. Quer dizer que a gente tá fazendo um trabalho mal feito, cara. É verdade. Entendeu? Então assim, quando alguns
assuntos aquecem, criam polêmicas, é bom, porque a guitarra, muita gente volta a tocar guitarra para dar uma polêmica, cara. Às vezes são polêmicas que são saudáveis também, né? Sim, sim. Mas eu tô provocando aqui, gente. É, ó. Ó, galera, vou agradecer imensamente o carinho de vocês. Hoje eu tô falante que eu tomei dois cafés aqui, eu tomei um energético com a minha esposa e um café de manhã. Tô tô bem falante hoje aqui. Isso é bom, né? Eh, obrigado pelo carinho de vocês. Vocês estão fazendo aqui o Starcast por 3 anos. 200 e blau episódios.
206 por aí, né? 207. Olha só. cara, né? Nem eu acredito. Nem eu acredito. Eh, 208. 208. Então, a gente só tá aqui 208 porque vocês estão assistindo que parar de assistir a gente vai parar de fazer. Não faz sentido fazer para ninguém. E cada mês, cara, a gente se surpreende que a gente o Podcast continua alcançando mais pessoas, continua sendo mais visualizado. Então, compartilhem, comentem, dê o like que isso fortalece. E cara, a gente também agrade patrocinador e tem uma história curiosa, porque quando a gente começou aqui com a com a UVP Capital, que
é a maior escola de investimento do Brasil, eu achei que eu ia falar com os convidados sobre investimento, ia todo mundo ficar com a cara boiando. E eu fiquei surpreso, né, Mit? Aqui, cara, que vários músicos investem e eu falei: "Pô, será que Felipe investe?" Perguntei: "Felipe não invisto também, bicho. Tem minha carteira". Então, cara, que legal que isso mudou. Uhum. Porque antigamente o música era completamente alheio a isso, né? E hoje em dia a gente já tá vendo uma galera que mais nova, né? Uma galera abaixo de 40 anos, mas que já é super
consciente em relação a isso. É, precisa estudar, né? Senão, exatamente, senão não rende. Senão não rende. Senão, cara, é aquele negócio, vai viver vida inteira só pro dia de amanhã, né? Não dá. Tem que começar a pensar já no futuro. Então, galera, a UVP Capital, como eu falei, é a maior escola de investimento do Brasil. Você aprende ali desde as coisas mais básicas, como educação financeira, que infelizmente que a gente não recebe em casa, não recebe na escola. Então você vai aprender do super básico, desde controle de planilha familiar, eh começar, cara, a pensar em
renda extra, guardar um pouco, botar em renda fixa, que é a coisa mais segura que tem depois começar a investir em ações, em fundos imobiliários, tá? com todo o suporte deles. E tem uma coisa muito legal da UVP Capital, cara, que lá você tem é uma Área do investidor e você pode pedir um cartão black. Você sabia disso, cara? Que legal, né? Você usa cartão black, né? E, cara, cartão black te dá vários benefícios, cashback, pô, você viajar, entrar numa sala VIP de aeroporto, esperar, né, um pouco, né? Ó, se você é músico, é um
lugar que você precisa estudar, porque isso salva aeroporto, alimentação. Daqui a pouco você recebe aquele o o cachê que já vem de alimentação, às vezes você nem usa porque você tem um cartão black, te dá acesso à sala. Pois é. Tá vendo? É. Então, galera, é importante, tá gente? Então, aqui tem o QR code da UVP Capital para vocês entrarem, conhecerem mais o produto e tem um formulário lá que é importante vocês entrarem e preencherem, vocês vão entender mais o momento de vocês, tá? Inclusive, eu tava fazendo o curso esses dias ali, tem as provinhas
para você subir de eh mudar de módulo. Muito legal. Eh, por trás, quem tá ali, né, cara, que é a mente que planejou todo sucurso, é o Reno, investidor sardinha. Então, o cara altamente confiável que já tá na internet há muitos anos ensinando, tá? OK, galera. Então, tá aí a UVP Capital. Vamos nessa. Vamos começar. Bora, bora. Preparei minha colinha, óbvio, né? Porque eu gosto de ter uma colinha, porque a gente não a gente pode sair, né? Normalmente quando eu faço a colinha eu lembro mais das perguntas e às vezes eu nem olho mais pra
colinha. Tá certo. Você colou muito na escola? Cara, eu vou te dizer que eu não colei tanto, mas eu me lembro que um dia, uma vez eu fui colar, eu eu olhei pra menina assim que Era nota 10 na escola e ela a resposta dela tava diferente da minha. Falei: "Meu irmão, não é possível. Eu tenho certeza que essa aqui, mas a menina tava na outra". Eu fui apaguei a minha, botei da menina e a da menina tava errada, eu tava certo nunca mais. [ __ ] na faculdade. Depois você põe na faculdade, de ascolada
lá de direito. Mas que meus filhos não sabem não. Eu falo para meus filhos que is é errado não deve fazer não. Vamos lá cara. Eh, para quem não conhece o Felipe, cara, você é produtor da Floripa House of Prayer. Florianópolis House of Prayer. Floripa pros íntimos, né, cara, que é um ministério que ganhou muita atração aí nos últimos seis ou 7 anos. Ah, eu eu diria que nos últimos do tr anos, talvez, assim, chegou mais, a gente já faz muita coisa esse período aí, 7 anos, 8 anos, mas que deu uma bombada mesmo. Qual
foram as músicas que que deram realmente aquela bombada magnífica assim? Ó, a primeira que que foi viral foi no TikTok, que foi a Colossenses e suas linhas de amor. Inclusive, eu jamais imaginaria viver isso, mas eu recebo direto gente, molecada falando assim: "Cara, esse foi o primeiro solo que eu tirei". Pô, é é estranho até ouvir isso, mas é legal. Então assim, foi a primeira música viral, foi Colossenses, suas linhas de amor. Foi um projeto que a gente fez em collab com o Marco Teles, foi f Hop Music e Marco Teles. Marco Teles é um
cantor do Nordeste que tem um projeto chama Candieiro e a linguagem toda é nordestina mesmo. Então tem até uma música que ele compôs, chama Único e a música fala: "Eita, tudo se rendeu". Aqui já é abrindo a a um pouco da caixa preta. Eu lembro que eu juntei com o pessoal, né, produtor, falei assim: "Cara, quem que vai cantar eita?" Ninguém canta eita. Todo mundo fala e alguma coisa. Hum. Pelo menos pro sul, né? Mas no Nordeste é culturalmente o pessoal fala: "Eita, para expressar várias coisas", né? Até chamei ele, falei assim: "Ô, Marco, vamos
tentar mexer nisso aqui, vamos mudar, vamos colocar nossa, algum mudar alguma palavra". Aí ele a o projeto era unir a linguagem nordestina, né, com a musicalidade worship, pop, né? Então, unir esses dois mundos. E aí a gente fez, gravou essa uma música autoral que era nova, essa essa Colossenses, a único e Colossenses e mais duas músicas nossas. Então, foram quatro músicas, um EP, fechamos o EP e de repente a gente começou a veralizando no TikTok. Não, a Colossenses e logo em seguida a Único também. Mas qual que tem? Eita. É único. É a música único.
E aí começou a pegar esse negócio de eita, eita, eita. Algumas igrejas no início até achavam estranho. Teve, eu conheci pessoas de perto falar assim, por que não lembro essa dessa música como que é? Fala aí do nada assim. Eu cantor sou horrível. Se refrão. Eita, tudo se rendeu. Ah, entendi. Bom, eu nem lembro das letras. Olha só. É coisa de, mas é tipo assim, eita, eita, tudo se rendeu, né? Então é uma música muito boa, muito bonita. E e é interessante você ter falado isso, né? Porque você olhando com uma outra ótica ia dar
uma podada numa parada que foi importante pra música. Exatamente. Foi, não, ele bateu o pé e assistiu. É, não, ele ele explicou. Poxa, eu acho que a ideia do projeto é a gente ter essa linguagem e tal. Aí a gente ficou: "Ah, vai então então vamos vamos postar, né, nisso aí". E e sim, deu certo. É surpreendente ver às vezes uma Batista, alguma igreja assim cantando e que normalmente a gente não viria, né? Assim, não é não é comum você ter nas letras que toca geralmente dentro do culto, né? Essas duas músicas já deram certo,
essas duas. Isso. Isso aí a gente gravou e não lembro quando, cara. Acho que foi 2022, tá? É. E aí ela começou a subir, começou a subir. E é assim, quando a gente lança um projeto, na verdade a gente já tem dois gravado. Por exemplo, agora, esse ano a gente já tem três projetos gravados já para serem lançados. Projetos você diz é o quê? Já um EP ou um álbum. Então, mas a gente já lançou em janeiro, por exemplo. Em janeiro a gente lançou um novo álbum que chama Meiano-noite e mês passado, retrasado, a gente
já lançou um EP com três faixas. Tá, mas vamos, então a gente sempre tem conteúdo, então ele vai sempre alavancando, né, um outro projeto. Então vamos voltar aqui então. Eh, então essas duas músicas já foram vinculadas ao F Hop. Sim, sim, sim. E mas aí, cara, vieram com as músicas do próprio Ministério Sozinho. Sim. Que quais são essas músicas? Vamos lá. Que depois a gente lançou o álbum que foi o A Boa Parte. A Boa Parte, que essa tem uma música com esse nome, né? Inclusive, a gente toca lá na igreja, cara. É, tem a
a o que dá o o nome do álbum, né, a Boa parte, que é a música da Maria. E tem a Tués, né, que Tués, que é uma música hoje que é engraçado porque essa música e para quem não sabe, eu faço parte da nova igreja. O nosso pastor lá é o Duda Andrade, pastor dos jovens, né, que inclusive batizou os meus dois meus meus todos os meus filhos. Foi o foi o Duda que batizou. E, cara, lá é uma igreja muito alinhada com essa visão do worship, né? Quando eu vi essa música, falei: "Pô,
essa música é diferente, velho. Eu achei a música bonita. Eu achei que a música tinha não somente uma melodia bonita, mas uma mensagem diferente. Não fazia ideia que era de vocês. Eu só fui ligar quando eu comecei a pesquisar. Vamos lá, cara. Pesquisar aqui. Eu falei: "Caramba, bicho, essa música aqui é aquela música". Aí também fiquei na dúvida, será que é uma música lá da Hilson, da Betel, que o pessoal traduz tudo, né? É, e é uma música 100% autoral de vocês, né? É, inclusive esse álbum só tem música autoral. Então, essa foi a primeira
que bombou dessa aí, desse álbum. Desse álbum foi foi começou a subir, né? Tu és. E o engraçado é quando eu tava produzindo, né? E a gente tem uns ensaios, né? A, o meu nível de produção é, eu penso no geral, penso num, num arranjo, sim, mas e e alguns pontos dos instrumentos, alguma linha, Sim, mas eu também deixo pro músico colocar um pouco, né, da interpretação dele para somar na produção musical, né, no arranjo do todo, né, e aí eh tinha essa tués, né, tu e uma uma linha que eu tenho de produção é
sempre ter trabalhar com hcks, com ganchos. né, que te deixa pendurado ali dentro da música, né? E eu gosto de reforçar, é uma linha de produção minha, de sempre reforçar a melodia da da música cantada em algum instrumento. Toda música que eu produzi, ela tem um pouco dessa linha. Então, eu peguei o o couro da música, né? Tu és aí, quem a minha alma? E aí eu reforcei isso na guitarra. Quando eu tava no estúdio produzindo, eu falei assim: "Cara, eu acho que eu vou botar isso no baixo". Você você nunca vê coisa de baixo,
né? Você hoje em dia, né? Dentro do nosso nicho assim, você não não vê muito baixo em ênfase, alguma coisa assim. Aí eu falei assim: "Cara, vou dobrar essa essa essa melodia no baixo." Aí criei esse arransei pro baixista, baixista pegou, fez tal e a gente começou a ver essa música saindo. E mais interessante ainda é que quando a gente tava na pré-produção, essa música não seria dessa forma. Ela ia ser com cantoras só femininas e ela começa com um homem cantando, ia ser uma mulher cantando. E eu ia, eu fiz o arranjo no teclado
em outro tempo. Na verdade, o que acontece no, no na reintro era a introdução da música, tipo [Música] tío. Po tal sempre não conta tã. Era, eu eu criei assim no teclado, falei, vai ser assim, uns cinco dias antes, mais ou menos quro dias antes, a Em, nossa pastora lá e líder do Fop Music, ela falou assim: "Fê, eu acho que vamos trocar, vamos colocar o Hamilton para começar cantando essa música". Aí o Hamilton toca violão. Aí eu falei assim: "Pô, não vou começar uma música no teclado com Hamilton, com violão lá". Então eu pensei
pro cantor também tocando a música. Então falei assim: "Cara, eu parei assim um dia, cinco dias para gravar. Mudei todo o arranjo. Aí eu falei assim: "Cara, vai ser no violão". Aí eu, aí eu pensei de muita, eu não pensei muito, na verdade. Eu falei assim: "Ah, vai ser simples, vou fazer bem simples, violãozinho, como se fosse o cara tocando." E você pode ver essa música, na verdade, o projeto todo não tem pad. Aí pra galera aí que que sempre, né? Fala do pad aí foi um álbum que eu eu realmente falei assim: "Cara, não
vai ter pad" e vocês podem podem ver, mas só nessa música não. Em todo álbum não tem pad. Você não começa com aquele t foi proposital mesmo. Mas aí você tem que devolver o título de subind. Aí cara não dá bicho. Você não tem um padzinho, pô. Como assim? É, foi proposital mesmo, porque a gente já tinha muito. Então eu eu falei assim, vou experimentar isso aqui de não ter. Então essa música, por exemplo, começa violão no seco, só o violão. E na gravação, eh, a gente começou, a gente trocava de cantores, o Hamilton entrou
e eu já contei três, quatro e ele entrou com um clique errado. E aí, fora do tempo, e foi o primeiro projeto nosso que a gente fez, tudo tudo time code, a iluminação, telão. Então assim, se começou errado, não dava para seguir. Só que aqui, cara, continua, finge que você tá ensinando a música, continua, continua, continua, vai. Aí meio que cantou e era nova, ninguém conhecia, era uma música totalmente nova. Aí quando cantou, foi até o refrão, eu, caramba, cara, ali eu já falei assim, cara, essa música vai pegar. Tanto é que no estúdio os
meninos perguntaram para mim o o da banda, né, cara, qual música aí que você acha que Aí eu falei, tu és. Falei: "Cara, tu és. A gente também troca lá". E ela entrou assim, foi uma das últimas a entrar assim, diferente tudo. Mas me responde o seguinte, na hora de fazer lá no show, você soltou o VS, como que ficou para encontrar de novo? Não, então tinha esse risco que o pessoal tava assim, cara, não vai dar, não vai dar o meu o meu ouvido, cara, o diretor musical, porque eu também além de estar produzindo,
mas você foi ao vivo no a gente gravou ao vivo. Por que vocês não pararam, velho? Não, não. Aí eu mantive porque para não quebrar o clima. Eu só eu só pedi, só pedi para parar. Aí eu aí o pessoal já sabia que não tava carado. Eu eu falei: "Ó, não, não tá. O Amil tá sem o clique, vai, vai". Só que eu falei para ele, continua, ensina. Aí eu falei assim, ó: "Na hora que terminar, dá o play". Aí ele terminou. Meu Salvador solta três, quatro. Aí ele entrou no tempo certinho. Ah, tá. Com
assim. Aí foi. Tá vendo, gente? Isso aí é direção musical. É. É. É, esse foi o projeto mais difícil para nós. A boa parte foi e é é pra gente é um uma surpresa assim, sabe? Ver aonde Deus levou esse álbum, porque é o Senhor que sopra, porque foi muito difícil para nós. Foi um dos projetos internos, eh, que a gente viveu muitas, muitas coisas intensas como equipe, sabe? Em todo sentido. Primeiro projeto desafiador gravando em Time Code. A gente nunca tinha gravado. Não tinha ninguém com essa expertiza, não. Não tinha. E era nós ali.
A gente falou assim: "Cara, vamos fazer assim, vamos". E aí, vocês desenvolveram também uma, aprenderam uma expertise que fica na casa. Sim. É, isso é uma coisa que a gente sempre trabalhar assim, né? O o nosso pastor Vini lá, ele a gente passou a confiar assim, mano, vamos construir isso em casa, então a gente vai errar. A gente errou bastante, vixe, a gente errou bastante para chegar e até esse esse essa gravação, nossa, a gente achou que tava certo. Pensa até de você programar todas as coisas, falou assim: "Cara, vê o microfone, tudo certo, deixa
carregando, tal, na hora de a gente subiu, a gente subiu no palco a abertura já gravando e tinha uma introdução e aí solta com telão tal, de repente o pessoal no meu ouvido, cadê o microfone das meninas? cadê o microfone das meninas? Enfim, tinham deixado o carregador de um lado que não tava. Um achou que tava carregando, que tirou que tava achando que tava descarregado. Enfim. Aí o pessoal, o pessoal no meu ouvido para Felipe, para, para. E eu falei assim: "Não, eu não vou parar, eu não vou parar". A Bruninha, que é a nossa
diretora executiva lá, ela não me ouv gritando para Felipe, para. Eu não, não, não vou parar. Continua aqui. Vamos aqui todo mundo comigo. Eu tô contando três, qu não tinha clique, não tinha nada. Três, quatro. Tum. Dá um rezão aqui. Continua, continua. Vamos criando aqui. Vai crescendo. D t. Aí eu vai me falando quando que tá pronto. Aí pessoal, o microfone tá tá no jeito. Eu falei assim, ó, eu vou soltar, vamos terminar aqui. Suel entrega. Vum, solta. Aí t que é bendito. É o rei que abre o abre não, abriu a conferência que a
gente tava gravando, mas no álbum é a segunda faixa. É. E o cara vendo vídeo assim, nossa, você tava uma atmosfera tão angelical, você lá, o cara tava lá quase tendo infarto, né? Não, Mateus, eu falo que se você, se a galera pegar, porque foi gravado, né, a voz DM, se vocês escutarem a voz DM minha desse dia, você fala assim: "Cara, como esse cara saiu vivo?" Sabe aquele carro que você vê assim todo amassado, fal não tem ninguém, não saiu ninguém vivo desse carro aí. Mas tem, tem algum vídeo da sua cara nessas horas
assim ou não? Não, não, não tem, pô. Ia ser maneiro, hein, não tem. Mas, ó, foi uma coisa que eu aprendi a transparecer. Eu, todo mundo, assim sempre comenta até nos vídeos do FP assim: "Esse cara tem algum problema? Que que ele tá sorrindo?" Eu sempre, esses dias, esses dias eu recebi um áudio de um de um líder de louvor, ele falando assim: "Cara, me explica o sorriso dessa música, um desse último álbum nosso que chama Apoder." A música fala assim: "A Poder no seu nome." E é uma música Emotiva, tal. e a câmera pega
em mim, eu tô sorrindo pra câmera. Ele me explica porque que você tá rindo. Aí eu expliquei para ele, não, porque eu tô olhando pra minha equipe lá atrás que deu certo que a gente tava querendo fazer. E eu olho para eles, eu sou, mas não faz sentido com a música. Mas eu eu aprendi a sempre estar tocando, cara, sorrindo, não transparecer que tem algum problema, porque se você me vê de cara fechada, é assim, é porque daí tá muito ruim. Então, geralmente você não vai me ver de cara fechado. Vou tentar sempre transparecer que
tentar sa porque assim as pessoas que estão lá elas meio que vão vão receber daquilo que você tá também passando ali. Então se você toca assim carrancudo, a gente falava pro nosso baxista, né, o Lucas, Lucas, tu tem que tocar sorrindo, cara. Toca com cara fechada, velho. Parece você tá bravo, né? Então assim, eu passei a exercitar isso e eu acho que diretor musical é isso. Ele tá ali para resolver o pepino. Se acontecer, já ensaiou antes, já trabalhou antes. Então você não tem o microfone ali para ficar narrando, né? Não, não. E é interessante
porque a gente já teve essa discussão aqui, direção musical outras vezes, até o Cacau teve um corte dele que viralizou. E direção musical não é ordem, não é ode. Ode cacau. Eh, aí ele fala que tem gente que fica oprimindo o músico, né? Levanta a mão, entra agora que se que lá. Mas no caso aqui você falou: "Pô, já foi tudo ensaiado." Só que cara é um projeto grande nesse. Mas nesse caso a gente Tinha um problema. Então ali você tinha que improvisar. Tem um líder do negócio, alguém vai ter que resolver. É você aí.
É nessa hora que você entra em ação. Mas eu eu concordo com cacau. Direção musical não é para você ficar narrando, cara. Você não tem um microfone ali. Quando você faz isso de ficar falando assim, agora são contextos. Se você tá numa igreja local que tem pessoas aprendendo, vai ser necessário você ter que você ter que falar. Inclusive eu fui um cara que comentei no meus stories na época que rolou esse corte. Ah, é? Comentei, comentei, comentei sobre falando isso que eu falei assim, eu concordo com o cacau em algumas partes, porém num contexto de
igreja, né, que você tá, você tem pessoas novas, eh, médio, né, avançadas, mas que você sempre tá todo mundo tocando junto. Então, é necessário às vezes você ter que narrar, ó, vamos crescer agora, porque é uma pessoa que não tem experiência. Vamos ser sincero, no time ali do Cacau, pessoal do time dele Soares, ninguém não tem necessidade de você falar. No meu time mesmo, quando a gente tá na estrada, eu não uso microfone para falar nada, só tipo assim, próximo. Não, e também, vamos lá, tem dois pontos aqui. Um é o ponto do cara, ah,
pô, você deixa o músico preguiçoso que não vai tirar o repertório. Isso é uma coisa que tem que ser trabalhado, né? Nada vai afastar. Hã, feedback, feedback daí, né? Ah, é, tem que ter repertório, tem que tirar em casa, chegar pro ensaio com a música tirada. Isso é uma coisa. Outra coisa é, ah, antigamente não era assim, mas antigamente ninguém errava para caraca. Antigamente as pessoas não tinham, pô, cada um tava tocando às vezes num clima diferente, não tinha a questão da dinâmica, dependendo da banda, obviamente. Então, um diretor musical muitas vezes pode ensinar ali
tempo real a galera sobre isso, ó, galera, vamos manter a dinâmica baixa, tal, isso, e a galera vai aprendendo, daqui a pouco, não precisa mais falar. É, eu acho, tem os dois lados, né? Eu acho que na igreja hoje é essencial eh você ter diretor musical na sua igreja. Todas as igrejas hoje deveria ter diretor musical porque vai ajudar a sua equipe a organizar em tudo. Se você tem direção musical, o que se espera desse diretor musical é que ele chega e fala assim: "Gente, horário?" Pô, sempre às vezes ministro nas igrejas treinamento, tem um
treinamento que chama imersão de direção musical na igreja. Uma pergunta que eu faço assim: "Vocês atrasam aqui?" Pô, eu acho que, cara, ainda é uma cultura que a galera chega atrasado. Aí eu falo assim: "Vê se no trabalho se atrasar você não vai levar alguma coisa, alguma advertência?" E às vezes a gente tem esse medo na igreja de profissionalizar, achar que vai deixar de ser espiritual e também porque é voluntário. Então você vai ficar exigindo das pessoas, tem negóci, pô, meu irmão, tô ganando para est aqui, pô, mas tu resolveu tá aqui, né? Eh, eu
sempre falo, ninguém ninguém chegou em você e colocou uma arma na cabeça, vai servir no louvor. Você disse sim. E aí eu acho que é uma coisa que a gente precisa entender, que biblicamente algumas coisas, por Exemplo, até para comida, quer bebais, quer com mais, façais tudo para a glória de Deus. E e também você vê Paulo ensinando ali na carta de Colossenses, né, e versículo capítulo 3 ali, versículo 23, ensinando que através do trabalho podemos glorificar a Deus. Então ele eleva o nível de que, tipo assim, tudo que eu tô fazendo, tudo que você
fizer, façais de corações, de coração como para o Senhor e não aos homens. Então, falando agora de servir, ele leva o nível para um lugar que não que você não faz algo esperando remuneração, você faz algo excelente porque você tá fazendo para o Senhor. Então aqui é aí é aí é outro papo, né? Sim. Eh, e só para fechar esse assunto de direção também, é que na verdade o que acontece é que tem muita gente novinha que eu vejo que tem garotos que acharam bonito esse negócio de fazer direção musical e fica gravando todo o
culto e falando o tempo inteiro. Sim. Sim. às vezes uma galera nova também que não entendeu o que que tá por trás quando a pessoa fala muito, que às vezes o cara tá falando que tá salvando a situação ali, mas o é aí o garoto ele fica olhando aqui e falou assim: "Pô, direção musical é isso, falar o tempo inteiro, pô, tô aparecendo, tô tirando onda e fica um negócio chato." É. E não é e não é só serve se for realmente você tá ali ensinando. Agora aí é o problema. Se você tem na sua
equipe que você vê a necessidade de sempre ficar lembrando parte da música, você tá ajudando ali momentaneamente, mas também você está gerando problema, porque você está Fazendo com que é como se você fosse um uma amuleta. Isso exatamente. Então você tem que falar pra galera: "Ó, pessoal, eu ajudei vocês hoje aqui, mas ó, no próximo ensaio isso não vai acontecer. Você vai, eu não vou falar, tu vai errar." E aí às vezes é necessário deixar isso acontecer, né? É. Então, eh, mas a gente acabou não terminando a a as músicas, né? Na verdade, foi boa
a uma parte, né? É, tu és a boa parte. E na verdade esse foi um álbum que a gente tem duas músicas rápidas, eh, mas que também funcionaram bem, pô. Muito. Deixa eu ver aqui as os plays que é um é um demonstrativo. Bendito é o rei. Você acredita que nessa música tem tapping no Já te vi fazendo esse taping aí na na guitarra e no baixo? e que é mais louco ainda, né? Eh, e no final ainda tem um solo com M, com AM, né? Então assim, tem de tudo nessa música. Ela é meio
um lance meio tem uma aquela tensão blues, né? Ror, ré maior com a tensão de ré menor. Aham. Que que sou bem legal, né? Eh, e aí todo mundo sempre pergunta da onde que tirou essa música. Cara, simplesmente eu sempre falo que você é o resultado de tudo que você já ouviu. Então eu já ouvi muita coisa, né? Então assim, eu eu na hora que eu peguei essa, eu tava com uma Lespé e aí eu falei assim: "Cara, vou fazer arranjo dessa música". E eu comecei, né? Pega aquela atenção, os Acordes tudo que é do
do tom de ré menor, né? Emprestado ali, né? E aí eu falei assim: "Ah, vou vou brincar com isso aqui". Inicialmente a música foi feita num tom de lá maior, que era para um homem cantar e depois a gente mudou para ré, pr pra mulher que ficou melhor, né? E aí, cara, simplesmente tudo que deu de ideia eu coloquei nessa nessa música. Essa é qual? Bendito é o rei. Porque aqui na ordem aqui a mais ouvida tu és, mais águas purificadoras. Tu é a boa parte. É, mas a tu é, cara, 123 milhões. É. E
a boa parte é 43 milhões. É colosse 48 milhões. É, essa é do outro projeto aí. Uma vez 23. É da boa parte também isso aí. Único 37 milhões. Aí as outras, né? A Ah, tem rujo leão também. É, acho que já chegou a 100 milhões hoje. Não, não tá aqui na Não tem aqui não. Aparece na ordem não. De Eu acho que aí não. Acho que aí não. Tem um tem um você tá ligado, tem uma um aplicativo do músico, né? O Muso. Já viu? Muso? Não, não conheço não. Que você se cadastra lá
e meio que são os créditos, né, das músicas que você grava, né? Aqui, ó. Ah, eu queria. Ah, tem os plays aí. Tem. É na ordem mesmo, né? Isso aí é atualizado. Ah, legal. Então, pô, tu és Ro Leão 100 milhões. A boa parte Colossense. Só quero ver você. Que aí de outro álbum esse, né? Esse foi o primeiro álbum. Aí tem único. Uma vez tudo a 40, 50 milhões. Aí uma vez 37, nada mais 10 milhões. Eu vi alguém mais belo 10 milhões. Os que olham para ti, nove batendo a porta. oito. Aí já
entra solo, viu? Tem solo nessa música. Tem, tem muito sol, cara. É que assim, o pessoal começou a ouvir agora, né? Mas desde o primeiro tem solo nas músicas. Então, cara, esse esse boom aqui foi 2022,23 para cá. É, é, mas é aquilo, né? A gente já grava de forma constante há muito tempo, desde 2016. Sim. Eu eu na época eu não fazia parte da FOP, morava em Curitiba e aí eu tocava com a Laura, Laura Sogeles e nessa época a Laura Sogeles fazia parte da FROP, morava em Florianópolis. Ah, tá. Ela ela surgiu lá?
Não, acho que ela surgiu em São Paulo, no no Fornalha, foi alguns que do do Dunamis, né? Ali ela apareceu com algumas músicas, já composições, tal. E ela foi morar em Floripa para fazer parte do sala, a sala de oração. É porque antigamente a gente não tinha o não existia o Fop Music, existia uma sala de oração. Com o que que é sala de oração? São uma sala que de fato de oração, mas que são turnos de duas em duas horas trocam time, o time todo, cantor, baterista, guitarrista, tal. Então esse era um movimento, movimento
da de oração, né, que é são turnos. Então tinha músicos do Brasil e do mundo lá nessa sala, né? E aí as pessoas iam para lá para construir esse lugar, essa a casa de oração, né? Todos missionários, né? Porque todo mundo que ia para lá. Mas 20, como que era? Era um horário específico por dia. Não, o dia inteiro. 24 horas. Não chegou a ser 24 horas, mas tinha. Eu lembro que a máxima na época chegou cedo das 6 horas da manhã até 2 da manhã. Entendi. De segunda a sexta. Isso por muitos por semanas
assim. Sim, sim. Eu eu quando eu cheguei lá, eu cheguei a fazer quatro turnos por semana. Entendi. E qu dias assim, é uma sala como assim? Tipo essa aqui assim? É. Não, não. Era uma sala com cadeiras, né? Pessoal sentar tal, como se fosse de igreja. Ah, entendi. Como se fosse um culto só com música. É. E oração. Isso. Isso. Entendi. Mas ali chocou para mim. Eu falo, Mateus, que um músico, se ele passar por pela experiência de tocar na sala de oração, vai amassar o ego dele, o caráter dele, porque assim, vai colocar o
caráter em jogo, porque eu já tinha patrocínios, eu já tinha viajado muito, já tinha tocado para públicos grandes, 30.000 pessoas. Quando eu cheguei lá na sala de oração, meio-dia, você com fome, sem ninguém na sala, que que eu falei para mim? Falei, mano, não tô tocando para ninguém aqui, sala vazia, velho. Que que eu tô fazendo aqui? Né? E aí isso foi em 2017, quando eu cheguei lá, falei assim: "Cara, não faz sentido." E aí é onde você entende de fato, né? O poder da oração, aquilo que você está fazendo diante de quem que você
tá fazendo. Então, eu tive uma experiência para mim, né? Eu digo sobrenatural que eu um dia eu fiz essa pergunta pro senhor, eu tô perdendo meu tempo aqui, que que eu tô fazendo aqui? E eu eu senti realmente de fato o senhor falando comigo nessa tarde que eu falei assim: "Você tá tocando pra minha audiência? Eu lembro como se fosse hoje que eu tava tocando sentado e não lá tinha um banquinho porque pensa, são 2 horas, são 2 horas, todo mundo tem uns banquinhos, são turno. E esse turno como funciona? Uma pessoa chega, ela abre
um versículo, ela ora esse versículo e o pessoal improvisa em cima disso. Os cantores parafraseiam a o que foi orado e os músicos puxam uma progressão e músicas surgem disso? Sim, o Rugio Leão surgiu daí, foi num turno e inclusive outras batendo a porta, que é uma das músicas nossas também surgiu no turno. Eh, enfim, várias outras músicas surgiram nesse improviso. E aí eu tava lá nesse dia, eu falei assim: "Aí, cara, você tá tocando para minha audiência ali para mim mudou praticamente tudo que eu já tinha vivido na minha vida. Porque eu falei assim,
cara, o músico, né, ele vive aquele lance da bajulação, né, do ego, da do aplauso, né? Então, quando você entende para quem você tá fazendo, aí você independe se tem público, se não tem público. Eu sempre faço uma pergunta No culto, qual que é o o culto que a pessoa mais gosta de tocar? A pessoa vai falar assim: "Ah, domingo à noite" ou domingo que ou o culto que tá mais cheio e às vezes o culto tem durante semana, terça-feira, que é o mais vazio. Como que é o louvor? Todo mundo você fala: "Ah, cara,
é mais ou menos". Eu falei: "É aquela, é aquele negócio que a pessoa vai chegando, escolhendo a música, um músico olhando pro outro, que música que vai ser, tal". Que é um negócio não é pensado. E aí eu eu sempre falo, qual a diferença do da terça pro domingo para quem a gente tá fazendo? Não tem diferença. Então, deveria ter a mesma qualidade que o domingo, certo? Se não independe, né? Se eu tô fazendo para o Senhor. Então ali eu entendi, eu, cara, então eu preciso mudar meu coração nesse lugar. E aí eu comecei a
me perguntar, pô, será que muitas vezes eu fiz o que eu fiz fazendo pro Senhor ou eu tava meio que fazendo para as pessoas? E eu comecei a sondar meu coração. Eu lembrei de vários momentos que teve igrejas que eu chegava, existiam umas piadas entre os músicos, né, que a gente falava assim, será que hoje vai ser top? Porque a gente nivelava pela qualidade do equipamento de tipo assim, será que Deus vai vir hoje? A gente olhava lá, era um equipamento mais ou menos. É, não, hoje Deus não vem. Tu vê que loucura, né? Então
você você você vai vendo onde o seu coração estava. Então isso eh eu acredito de fato que molda o caráter do músico, sabe? Eh no quesito que, né? Se você toca na igreja, você viver essa experiência. Imagina hoje você chamar lá a sua equipe de louvor, todo mundo música, gente, eh, domingo de tarde, 2 horas da tarde, nós vamos ter um momento de oração. Vê quem vai. Aí você começa a medir, né, de fato, que que a gente tá fazendo. Então acho que o músico ele lida muito com isso, sabe, dessa troca, né, essa reciprocidade
assim de de público, né, de ser refém. Se a igreja tá cheia, a gente começa a tocar mais animado. Se a igreja tá meio vazia, a gente já hoje vai ser mais ou menos. Então isso muda o fato de você fazer sempre bem feito, de forma excelente, dependendo se tá cheio ou não, que foi o que eu o que eu para mim o que eu aprendi, né, tocando na sala de oração. Eh, eu também acho que o músico que é criado na igreja, que começa a tocar na igreja, ele vê também na música uma oportunidade
de pertencer, eh, porque o ser humano tem algumas necessidades que são biológicas, né? Pertencimento, reconhecimento, aprobação, né? É, isso tá dentro, né, do DNA lá. Então assim, muitas vezes ele olha estar ali em cima tocando com maneira de ser mais bem visto, de ser às vezes até superior superior de de porque o ser humano ele busca aparentar ser melhor do que ele realmente é. É, é o tempo inteiro, né? Você pode falar: "Ah, eu não penso assim". Mas você faz isso de forma inconsciente. Sim. Por isso que, por exemplo, um carro que chega aparentando ser
de uma categoria mais alta, só que ele ele é de uma categoria mais baixa de preço, ele vende para caraca, porque todo mundo quer aparentar tá na categoria maior. Isso acontece com roupa, acontece com móvel, com, pô, você vai fazer uma casa, ó, isso aqui imita porcelanato. Não é o porcelanato, mas eu quero o que imita porque eu posso pagar E eu vou parentar que tem um porcelanato. Isso aqui imita a madeira. Opa, eu não posso pagar a madeira, mas eu quero um negócio que imita a madeira. Então assim, cara, eu entendo que essa maturidade
que você falou que você alcançou estando ali, pô, realmente é uma baita de uma experiência que você poôde viver. Uhum. Não, você não resistiu a isso, né? Se deixou, pô, eu eu vou eu vou vou ficar aqui sem estar com ninguém me vendo. Sim, que é dureza às vezes você tocar por uma pessoa, duas pessoas, não? E outra, não tinha visibilidade. E na verdade foi um ano que eu até perdi patrocínios. Porque o, né, você tem a a troca com patrocínios, é o quê? Visibilidade, onde tá, né, representar, mostrar, né? E aí eu passei a
tocar num lugar que, por exemplo, não tinha eh transmissão no YouTube, então só quem via era se tinha alguém na sala ou quando não tinha ninguém. E aí é isso que eu falo, né? Uma uma vida diante do Senhor, né, Corandel, né? viver uma vida realmente diante do Senhor, independente das coisas e tudo que eu estou fazendo glorifica ele, né? Então eu eu entrei nesse lugar lá, talvez eu acho que nessa época eu cheguei, eu talvez eu fosse um dos músicos mais experientes que estavam lá, né, que já tinha estrada, patrocínios e tudo mais. E
eu comecei a questionar a galera também no sentido de tipo assim, galera, se isso que a gente tá fazendo é o pro senhor, então a gente tem que melhorar um pouquinho mais aqui. Precisa subir o nível, tocar melhor. Tinha profissionais, tinha alguns começaram a chegar alguns, né? Todo mundo como voluntário. É. Você também nessa época era voluntário? Sim, sim, sim. Você mudou para lá para Florianópolis. Por quê, cara? Cara, foi uma direção do senhor de fato, de diretamente pro Floripa House ofre. Exatamente. Eu gravei em 2016, fui pago, os caras me contrataram para gravar. Fui
lá e gravei o álbum como músico. Como músico. Me contrataram para ir lá gravar. Eu fiquei lá três dias. Alguém produziu. Alguém produziu, nem lembro agora quem produziu. Que tem essa música só quero ver você, né? Foi uma música muito tocada também já aquela só quero, só quero ver você, só quero, só quero ver você. Eh, foi engravado em 2016. Essa música autoral também lá é era de um de um menino que fazia parte lá. Em 2016 a gente gravou. E aí eu voltei para Curitiba, morava em Curitiba, tinha minha escola. E aí nessa o
pessoal a gente conversou, o pessoal me ligou na época o Doen e o Vini me ligaram: "Cara, o que que você acha de vir para cá passar um tempo aqui? Eh, vamos construir aqui. A gente tem sonho de construir eh algo no ensino musical, com toda a parte musical. Aí eu, ah, aí a gente foi, topou, a gente fez um curso que chama Fascinação, que tem até hoje, que é um curso para quem busca crescer Na palavra, em devoção, conhecimento de Deus, das escrituras. Mas você também foi para lá, então você pelo menos tinha alguma
coisa para trabalhar? Tinha, tinha, tinha estudar, né? Também tinha boa parte, né? de manhã, de tarde a gente estudava, que era esse curso que chama fascinação. Verdade. Na verdade, eu não queria ir. Quem queria ir minha esposa, ela tava muito afim. Ah, amor, vai ser muito bom, tal. Mas eu tava, penso, pensando em toda a minha vida musical, né, profissional, tal, eh, enfim, ainda viajava, né, e tudo mais. Até meio que fiz um combinado, ó, vou fazer aqui, mas eu preciso tá trabalhando, então vou ter que viajar e tudo mais. Na época ainda a Laura
Sogel estava na estrada. Você tava com ela? Sim. E, e aí eu fiz o fascinação, mas foi muito bom, cara, porque mudou a minha vida de fato. Eu eu falo que até o fascinação eu era um crente ou um fajuto assim, meio crente assim, porque eu falo assim, cara, eu tinha 27 anos, eu nunca tinha lido a Bíblia inteira. E de verdade, hoje eu falo assim, cara, para mim é um absurdo o cara falar que é cristão e ele nunca leu a Bíblia. Nunca li, cara. Você eu eu olhei para ele, [ __ ] cara,
eu falo no sentido, pensa, cara, é um livro que a gente tem para ler. Eu sei que é desafiador, eu também tenho essa luta diária, mas eu me coloquei nesse lugar, falei: "Cara, eu tenho 27 anos, eu nasci no berço cristão, meus pais, sempre na igreja e tudo mais, só que eu fiz essa escolha e eu eu perdi tempo de poder conhecer mais o Deus que eu digo que eu Sirvo." Aham. Então eu cheguei nesse lugar e falei assim: "Caramba, cara, poxa, de sabe de de arrependimento, quanto tempo eu perdi da minha vida que eu
poderia ter conhecido mais um pouco mais sobre o Senhor, sabe? De quem é esse Deus? E é por meio das escrituras." Então, aí eu falei assim: "Ah, então eu vou vou viver assim fascinação". E foi muito bom para mim e até hoje existe esse fascinação, o curso lá, inclusive agora eles estão, tá encerrando a, sei lá, eu acho que tá na 22ª turma, eu fiz a sexta turma, então ainda tem é muito para jovens assim, sabe? Eh, galera ali que tá pensando na faculdade ou trancou a faculdade, tá assim, sabe, esse esse essa turma assim.
Então, é muito bom, cara. É um curso muito bom para quem de fato busca crescer no conhecimento das escrituras. Então, na verdade, a sua carreira como produtor musical lá foi acontecer ainda não existia. Não existia o ministério ainda não é o ministério, né? Na verdade, o projeto, não sei como que eu vou chamar isso, porque tem ali o o F hop, que é a igreja. Isso é uma igreja, mas tem também o braço que é a banda, né? Sim. Que é o F Hop Music. O R F Hop Music. Você hoje em dia é contratado
pelo F Hop Music. Sim, sim. Sou o produtor musical lá, né, que tem um estúdio musical. Tá. Isso foi em que ano? Ah, aí isso a gente começou foi o álbum Boa Boa parte não foi o álbum Batendo a porta porque até o álbum antes em eh Enfim, Dável, até não lembro mais o álbum que tem uma música Rujo Leão, foi produzido pelo Ananiel. OK. Eh, aí depois desse projeto a gente começou a Produzir tudo em casa mesmo. Antes até eu produzi alguns alguns projetos ali menores e tudo mais, mas aí depois desse projeto a
gente fez o batendo a porta. Aí a gente fez o batendo a porta em três versões. Batendo a porta estúdio, batendo a porta ao vivo e batendo a porta acústico. Aí foi um planejamento que a gente fez. Ó, vamos trabalhar três projetos. É, é estúdio ao vivo e acústico. O mesmo repertório. É, mas comes totalmente diferentes. Tá. Que isso? Ah, cara, eu acho que são algumas O gringo faz muito isso. Os gringos fazem muito isso. Ah, tu achou que foi acertado isso aí? Não, foi experiência. a gente percebeu que nós que pra gente o estúdio
é é um dos álbuns menos ouvidos, só que um dos mais pensados, não é um dos álbunos mais criativos a nível de arranjo vocal, arranjo instrumental. Tem uma música lá, Deus Deus Deus zeloso na na no versão estúdio, que a música meio que termina, você acha que termina e depois tem um solo de 2 minutos, um instrumental meio lá David Gilm. Por isso que não deu certo, não. Mas também às vezes eu acredito também que o repertório talvez não tivesse tão maduro assim. Não foi o mesmo repertório. Eu acho que é público mesmo. Acho que
a gente começou a perceber que o nosso público é muito do ao vivo. Nós também somos muito do ao vivo, sabe? De ministrar, de ter o espontâneo. Coisa meio congregacional ainda. E o estúdio é a musiquinha rádio, né? 2 3 minutos que é esse álbum. Ele é bem é muito bonito. É bonito para você ouvir, se colocar no no carro. É um álbum incrível. Só que a gente fez o ao Vivo. Aí o ao vivo apareceu mais. Aí a gente tem, por exemplo, o que dá o nome do do projeto, a música batendo a porta,
uma música muito muito boa. É engraçado que esse aí eu eu gravei e soltei o vídeo do da direção musical. Na hora que chega o solo, e é uma curiosidade, eu nunca monto o solo antes, eu deixo para improvisar. Hum. Todos os solos que vocês ouviram, eles são improvisos. Eu não montei ele antes. Então esse solo aí eu tá, eu tava gravando, né, a voz DM. Aí eu falo assim: "Que Deus me abençoe, galera. Aí porque eu não sabia o que eu ia fazer. Eu falei assim: solo que Deus me abençoe agora". Ah, então esse
é improvisado. Improvisado. Todos os solos são improvisados. Ah, esse também fori. Pensei que esse aí era que você tinha feito. Por isso que não. E esse solo eu gravei ele com com oitavador e tudo mais. Eh, são referências. Tem aquela música super colossal do do Joy Satriani tentatônica t e é com oitava dor. E eu eu foi uma das primeiras músicas que eu tirei dele e aí fica no subconsciente, né? Aí eu falei assim: "Mano, eu vou fazer um solo inteiro com com oitava dor e esse esse solo batendo a porta e é um solo
que que é todo com oitavador." O oitavador ele tem uma oitava para cima, para baixo. Isso é ou aquele micropog, né? Um sub occtavio e e up, né? Os dois assim. Eu gosto desse som também. Usei bastante do meu último álbum. Eu vi, eu vi. Eu gosto porque eh você acaba tocando diferente. Aham. É uma outra linguagem. É, te te inspira a tocar diferente, né? É, cara, vamos lá que eu nem toquei aqui nas minhas perguntas antes de eu fazer minha primeira pergunta, gente, já foi quase uma hora De de podcast, cara. Caraca. É, eu
ia falar para você falar um pouco desse início da sua carreira, que eu acho que é legal porque você começou a tocar já um pouco mais velho, né? Com quase 18 anos. Foi isso? Foi com 18 anos. Com 18 você começou a tocar guitarra. É. E eu já eu já tocava já. Eu cresci. Não, não, não guitarra. Eu o meu primeiro instrumento foi bateria, tá? Você tocava bateria e levava a sério? Levei, mas mais mas para trocar tocar na igreja sempre foi aprendi para o instrumento para tocar na igreja. Tocava bem. Ah, eu eu não
lembro eu tocando bateria. Eu lembro, cheguei até a estudar partitura na bateria e tudo mais. Estudava porque queria tocar melhor na igreja assim. Eh, mas aí foi bateria, depois foi teclado, depois foi baixo, depois foi violão. E aí depois do violão, meu pai chegou em casa com DVD do Dream Twitter, estragou a criança, chegou com DVD. Eh, eu lembro como se fosse hoje assisti aquele DVD, eu viciei naquele DVD. Qual era o ano? O ano foi 2000. 2000 é recente assim, né? 2008. Live live Budocan. É. em no Japão, aquele DVD, eu até hoje eu
sei decorado todas as músicas, todos os solos. Eu assim, não não que eu toque igual o John Petrut, mas toda a minha referência de paletada, alternada, tudo começou com ele. Entendi. Eu tenho frases, tem frases, por exemplo, tem uma frase que ele faz muito que é a uma dessas frases dele, Sabe quando você pega os blocos, né? tem no solo de único. É, é uma uma um fragmento assim, sabe, de ideia que ele usa que ele sempre faz aqui, puxa uma corda de cima e a de baixo assim, como se fosse quinta. É isso. Qu
é isso, isso. Sempre arrastando e voltando. Ele faz muito isso. E eu treinei muito isso aí. Isso aí tem na no solo de único, em alguns outros solos. Uma linguagem que eu peguei porque eu ouvi muito. E ali, então você começou com a guitarra por causa desse DVD. Desse DVD. E você muito rapidamente, cara, já tava ali com patrocínio e já tava inclusive trabalhando com música nesse momento de 18 para 20 anos, quando aconteceu esses patrocínios, você chegou a ir para uma faculdade em fazer alguma coisa em paralelo ou você tava vendo a música? Eu
te falei, né, que tentei, né, eu fiz um o vestibular para engenharia mecânica na Unesp e em Ilha Solteira. Fui, fui com meus pais para lá. O Nesp era federal, eh, eu acho que ou estadual, não lembro. Ah, tá. Mas era eh não precisava pagar, né, público, né? É isso. Eh, em Ilha Solteira, ali perto de Três Lagoas, que foi onde eu nasci, né? E aí eu fui para falei assim: "Cara, vou, mas eu eu zerei acho que em química, não podia zerar em alguma dessas, cara. Fui até bem em redação e tal, mas teve
alguma que eu não fui. Eu, eu não queria esse músico. Meu pai é militar. Meu pai tentou de tudo para eu ser militar. tentou ir para que eu fizesse as provas de espissex para ser oficial. Fiz a prova, não passei, não deu certo a carreira de Militar. E mas meu pai sempre foi, ele sempre insistiu, falou assim: "Filho, não vai para esse lance de música não". No início meu pai não queria que eu fosse músico, ele nunca deixou claro assim. Então ele, meu pai sempre me mostrou um caminho de tipo faculdade, né? Vai pra faculdade
e tudo mais. Mas aí foi nesse nessa época, em 2009, já morando em Curitiba, que eu acho que eu tentei fazer a a faculdade, não passei. E aí eu eu já tinha alguns alunos, já tinha feito, já tinha dado aula para um aluno em Dourados, quando eu morava, um amigo, eu nem tinha guitarra, ele tinha guitarra e comou assim: "Mano, você me dá aula?" Porque eu tava estudando muito, meu pai tinha os cadernos lá, tinha os materiais, tal. E eu falei: "Eu vou estudar", né? Aí estudava e aí eu tinha esse amigo para ensinar para
ele. E aí, tá aprendendo? Tô aprendendo, tal, tal. Aí mudamos em final de de dezembro de 2008. Eu ganhei a guitarra em agosto de 2008. Foi uma Tajima, Tajima especial do Juninha Fran, a série do Juninha Fran. E aí em janeiro, já morando em Curitiba em 2009, passei esse processo sem sem ter nada, sem fazer nada, até o meio do ano. Aí falei assim: "Ah, cara, vou tentar ser professor, vou vou para esse caminho". E aí eu eu falei assim: "Então vou apostar seis meses". E aí foram seis meses que eu que eu corri atrás,
comecei a dar aula, imprimi panfletos, entreguei nas casas, semáforo, locadora. faz tempo isso aí. Você tinha 19 anos já, mais ou menos. 19 anos. 19 anos. E aí começou a ter aluno, comecei a dar aula pro vizinho que foi indicando para outro, foi foi crescendo. Eu falei: "Então, cara, é isso aqui, vou viver disso". E aí em 2010 e eu vou numa feira de música em Curitiba e encontro lá a o stand da Santo Ângelo, que foi o meu primeiro patrocinador. E aí depois de lá fui tocar na feira na Expo Music em 2010. Cara,
tem história, viu? Eu era tão do interior que eu cheguei no nunca tinha viajado sozinho. Aí fui para São Paulo. Aí cheguei no hotel, falei assim: "Viu como que faz para ligar?" Aí o cara falou assim: "Ah, você aperta o zero e diz que ou um e diz que o número que você quer aí eu, cara". Então eu consigo falar com todo mundo achando que era de graça, cara. Eu lembro que o cachê que eu recebi nessa foi para pagar o que eu gastei de ligação, [ __ ] Porque porque eu peguei, liguei pro meu
pai, liguei pra minha mãe, liguei para todo Eu liguei para um amigo, ô, da onde você tá ligando? Eu falei assim: "Cara, tô ligando do hotel". Ele: "Você é louco, cara? Do hotel?" Eu falei: "Ah, o cara falou para mim que você aperta o zero, você que diz com o número". Eu falei: "Ah, tô ligando ele". Não, cara, desliga isso. Você vai ter que pagar isso aí, [ __ ] Quando chegou lá a conta, tu ficou bolado, né? Eu tive que pagar, né? Ah, e aí, cara, nessa feira aí eu conheci outras outras pessoas, eh,
outros músicos. Eh, e aí foi bem legal. Aí foi onde eu 2010 2010 anos e eu fui em 2010, cara, na ESP Music. Essa época eu já comecei a frequentar 2009, 2010. Ah, a primeira vez que eu fui foi 2010. Era bombado, né? feira era me lembro que eu odiava ir, mas era importante ir. É, não, para mim, cara, era assim, que louco, é que você já era profissional, né? Você já tinha no Eu tava assim, cara, no mundo assim, mano, meio que descobri no mundo, sabe? Caramba, olha isso aqui, cara. É meio moleque assim,
sabe? Assim, meu Deus, cara. É porque eu falo pra galera que eu eu não gostava de ir nas feiras porque eu sou um cara mais introspectivo, não gosto de muito barulho, muvuca, mas depois que aspek acabou, eu vi a falta que uma feira faz. É verdade. E tu e eu sempre falo, cara, tá o TDT esse ano vai ter que dia que é mesmo? TDT, cara? Outubro, né? Agosto. Agosto. É final de agosto. Inclusive vai ter um dia lá no domingo agosto que vai ser aberto, galera. Então, quem puder ir lá em Campinas, vai ser
27 a a 29 30 de agosto. Eu sei que o último dia, não sei se é sábado ou domingo, vai ser aberto, vai ter show do G3, vai ter um monte de coisa maneira lá, cara. Eu vou est lá, o Felipe também vai tá, vai ter mesa, vai ter várias atrações, mas eh eu acho que a galera precisa ir, cara, porque isso fala muito de onde para para onde que o nosso meio vai, cara. Sim, sim. A guitarra ela tava num outro patamar no Brasil quando existia uma Expo Music, porque era como se você tivesse
encontro, cara, as pessoas na saíssem dali com planos, com uma nova, uma energia diferente pro meio da guitarra. Sim. Sim. E quando a gente viu que não parou de ter, parece que deu uma esfriada. Por isso que eu falo com você, a questão das polêmicas e tudo. Eh, cara, às vezes tem que ter algumas coisas para dar um choque, sabe, no nosso meio. Porque você vê, por exemplo, o meio da maromba, é, os caras fazem o rolê deles, né? Pô, bicho, o negócio do nada maromba, todo mundo agora é maromba. Brasil é o segundo país
do mundo que tem mais academia. Como assim, irmão? Do nada todo mundo é fitness, tá todo mundo se cuidando, comprando proteina, pré-treino. É. É. Mas é porque eh tá rolando coisas, estão comentando. Sim. Então assim, a gente precisa ter as feiras, a gente precisa ter os assuntos polêmicos. Sim. Vão na feira também. Depois vai vai ter conecta mais também. Quem puder ir vai também feira regional, vai na feira regional na sua região aí. Então, cara, teve a feira agora aqui no Rio, eu fui também, achei, pô, é necessário, cara. É necessário, necessário. Você tem que
ir fazer o corre, né? E então você nessa época começou a ter os patrocínios. Você e como que era sua estratégia você um cara que tocava tão pouco tempo e conseguir patrocinas relevantes? Cara, eu vou te falar, eu acho que foi Deus mesmo, porque eu até hoje eu não apaguei os meu os meus vídeos do YouTube, cara. Você vai ver, é ruim. É uma pessoa que tá aprendendo a tocar mesmo. Esses dias teve até uma pessoa que foi criticar, aí eu até respondi, eu nem mexo mais no meu canal do YouTube, né? Mas é um
vídeo antigo. E eu tô ali, o cara já desceu a lenha, né? Aí eu falei assim: "Cara, eu Tava aprendendo, até respondi, eu tava aprendendo na época". E eu dou até muito valor pra galera que hoje que me marca no Insta, um molequinho lá catando as notas, tá? Eu, mano, eu até comento, joga um foguinho, uma palminha, tal. Ah, tá, tá, tá bom, tá legal. Não, não tá. Mas você vê que o pessoa tá aprendendo, né? Eh, e aí, cara, eu era esforçado, eu corria atrás, sabe? Então, eh, a gente fala, né, o músico hoje
ele ele depende dele mesmo, né? Por isso que às vezes hoje o músico ele tem que se gravar tocando, ele tem que mostrar a cara, ele tem que usar sua rede social para mostrar. Então, a dica que eu sempre dou, sempre me pergunto, cara, o que que eu faço? Cara, mostra o que você faz, mesmo que você tá errando. Ainda mais hoje o que mais viraliza é quando teu tá ruim. Já percebeu? Às vezes viraliza mais coisa que tá tipo assim meio que zoada do que o que é muito bom, né? Então assim, aí você
ir atrás das marcas. Não, cara, eu simplesmente eu tive bons parceiros, bons amigos, né, que me representavam, né, igual eu sou muito grato. Franciel, que é um representante da da Tajima. foi o primeiro cara que me colocou ali. Ele foi meio que meu mentor assim no profissional, porque ele me ajudou em tudo, em roupa. Eu olhava assim até se portar. Falou assim: "Cara, tá vendo os músicos aqui? Tá vendo? Ninguém tá usando esse tipo de roupa. Olha isso aqui e tal". E aí ele me ajudando e música sempre tá, né? Camiseta preta, tal. E aí
ele foi me ajudando, sabe, cara? Ó, se portar como falar com uma empresa, como se apresentar, então ter o release, ter tudo aquela coisa, mas muitos foram me indicando, sabe? do tal do boca a boca. Uhum. Eu lembro que uma vez eu fui numa feira, o cara simplesmente falou assim: "Ó, mano, esse cara é o moleque eu, eu foi como foi tudo muito rápido, eu tava tocando com um que daqui a pouco tava sendo indicado para tocar com outro, então o nome foi se espalhando." Então nas empresas também foi assim, um chegava, falou assim: "Ó,
você conhece o Felipe?" Felipe é o músico de Curitiba, cara, ele tá fazendo isso, tá fazendo um trabalho na na internet, tá tocando tal. Aí começava a receber os patrocínios. Então você também eh entende que relacionamento foi importante para abrir portas, né? É, mas eu vou te falar, às vezes hoje o pessoal faz meio intencional lá eu nem sabia, não era intencional nisso, mas é de você dar atenção mesmo, você conversar tal e ser atencioso, né? Trocar ideia, né? Eu sempre falo, né? Um dos caras que foi que afirmou meu nome na Tajima foi o
Marcinho. Eu lembro até ele lembra também desse dia que ele foi fazer um workshop em Curitiba. Eu ainda não fazia parte da Tajima, mas a gente, o Francial me levou pra gente tomar esse café junto, era Fenac, ele ia fazer uma apresentação lá. Enfim, a gente sentou, trocou uma ideia, conversamos. Eh, aí o o Fran, o Fran já tinha indicado meu nome, aí o Marcinho chegou lá, confirmou meu nome, pô, porque foi Legal, a gente trocou ideia, mas ali, sabe quando para mim tudo que tivesse tava legal? Era meio assim, sabe? Então assim, e tem
uma coisa legal também, cara, que é o seguinte, eu acho que são três coisas que são importantes, duas é muito falada aqui no Starling Cast, você precisa ter eh cumprir um papel como músico. E não necessariamente você precisa ser um virtuoso. Sim. Você precisa cumprir um papel. Qual que é o teu papel na música? Você pode ser um produtor que mal toca um instrumento, mas produz bem. Você pode ser um cara que toca poucas notas e toca bonito. Você pode fazer cover, não sei. Faça isso bem feito. Segundo ponto, você precisa de relacionamento, né? Saber
se comportar, tá no lugar certo. É. Eh, só que tem uma coisa que as pessoas falam pouco, cara, que é o seguinte: você precisa ser um cara confiável. É quando, por exemplo, é dado para você uma oportunidade, pô, você vai entregar o quê de volta? Como que você vai honrar? Vai zelar? Você vai entregar mais do que era esperado? Uhum. Porque às vezes você pode ter todas essas coisas que abrem a porta e fazem chegar lá, porque talento abre portas, né, cara? Mas o caráter mantém as portas abertas, né? É o que meu pai sempre
disse para mim, Felipe, você tem que est preparado para quando as oportunidades aparecerem, você aproveitar, porque senão vai passar por você e você não tá pronto, né? E aí outro ponto que é como manter essas oportunidades abertas e aumentar. É, tem a parte do caráter, da entrega e amadurecer. Cara, eu vejo muito músico bom e eu converso com vários donos de marcas, a marca vai, aposta no cara e Ele não entrega, cara. Ele acha que tá tudo bem. Não, cara, eles me mandaram instrumento. Ué, a marca que faz alguma coisa aí, pega uma foto minha,
pega um vídeo meu aí, divulga, ele meio que entrega pra marca a prerrogativa de fazer circular a imagem dele vinculada a marca, né? Uhum. Só que não, cara, a marca tá esperando também que você vai fazer a tua parte, que é é uma via de mão dupla. É, de mão dupla. Exatamente. É. E eu, eu tenho assim a bênção, vou dizer assim, de ter aprendido isso de perto com algumas pessoas. Por exemplo, Franciel foi um cara que me ensinou isso, falou: "Ó cara, tu tem que estudar isso aqui, tal, tem que falar do instrumento, enfim".
Então, assim, eu fui fui treinado, né? Aham. É para E aí quando você é treinado assim, você faz do jeito certo, não tem como dar errado, né? Então, assim, eu hoje eu sou muito grato, tenho empresas que me patrocinam, que eu jamais imaginaria ter o patrocínio dessas empresas, né? Internacionais, marcas internacionais. Todas chegaram em você de alguma maneira. Não foi necessariamente você indo atrás, mandando um direct, nada disso. Às vezes tem de ambas as partes, né? Um já indicou, ó, cara, fala lá com o pessoal que já deu toque, né? Tem a ponte, né? Ou
um ou vê sua página, né? Por isso a importância também de você ser constante naquilo que você tá fazendo, né? Por exemplo, eu antigamente trabalhei no YouTube, mas de algum ponto eu vi que para trabalhar mais conteúdo você precisava mais tempo. Então, como eu tava trabalhando no presencial, dando aula, tal, eu não consegui dar foco para Isso. E aí depois eu escolhi, ah, vai ser o Instagram que eu vou trabalhar, então volta e meia eu recebo muitas propostas ali, né? Porque tem um número, tem um alcance e tudo mais. Então ali você vai conversando, né?
É bom ter a mí, né? ter todo um é um É, mas é engraçado, hoje que eu tenho Starcash aqui, a gente fez um Instagram, dois Starcash, eu fico vendo como tá do lado, às vezes do nada a pessoa manda assim: "Sou cantora, como participo do seu podcast?" Aleatório, assim, não teve nada. A pessoa ela chega como se estivesse mandando uma voadora assim, sabe? É uma é uma é uma linha fina, né? Cara, eu acho que eu eu sempre para mim toda vez que você se oferece já é 50% de chance de não dar certo.
Ou acontece com aquela coisa assim, muitas vezes você vai se oferece para uma empresa, a empresa, ah, ele ele quer o que que dá, então vamos fazer um apoio 25%, 50%, você paga o instrumento tal aqui, tal. E aí é depende, né? Cada um sabe o que é interessante para você. Até hoje os todas minhas parcerias são 100%, né? Eu tenho o produto, eu trabalho com produto, eu visto a camisa de fato, né? Eu uso o equipamento. E outra, cara, eu acho que a gente vive numa geração também que hoje eu acho que meio que
todo mundo faz de tudo para ter patrocínio. Às vezes a pessoa nem conhece a marca, nunca usou, nunca testou e ela só para falar que tem patrocínio, ela vai e topa e aceita o produto sem sem às vezes nem gostar, só para falar que que tem alguém alguém Acredita nela, né? como se fosse um endosso. Mas o que eu falei aqui da pessoa que chega assim do nada e fala: "Eh, eu sou cantora, como eu participo do podcast?" É a mesma coisa você mandar mensagem paraa Marca e falar assim: "Sou guitarrista, como eu ganho uma
guitarra?" É, entendeu? Não é assim que você começou num relacionamento, eh, ninguém vai ter interesse em você já demonstra que é um cara completamente despreparado para est representando a marca. É, eu acho que existem formas de fazer isso. Talvez você fazer um vídeo com produto da marca, marcar eles. Exatamente. Poxa, é uma forma inteligente. Manda para eles. Pô, olha, eu fiz um vídeo aqui com manda um rel, mostra o seu trabalho e de de uma maneira que, pô, se você quer ter uma um endorço de uma marca, você precisa demonstrar que você tem engajamento, tem
um público, pessoas já interessadas, né? Porque uma coisa é você ser endossado, outra coisa é você ganhar um presente. Ex. Exatamente. Ó, por por exemplo, eu tô tenho a Mono, né, cara, é uma marca internacional, né? Mas eu comprei minha primeira Mono. Comprei que a as bags da Mono, né? Ah, conheço, conhece, Mit? É, elas são assim, é a top no mundo, né? Top no mundo. Muita vergonha não conhecer assim. É, talvez é, acho que é a maior do mundo, é a mais top. É gigante. É, eu tô pensando agora, acho que eu não conheço
nenhuma marca de bag. Não, é internacional, cara. É gigante. É, pô, pera aí. Mas eu sou conhecido nacionalmente por não conhecer o nome dos negócios. E aí, e aí, cara, eu comprei uma dupla, comprei uma bag dupla, tal, pô. Aí depois a gente trocou contatos e tudo mais e aí conversei com os caras por e-mail e os caras falou assim: "Pô, você Top então receber nossos produtos em forma de divulgação?" Pô, para mim eu, cara, é a mono, cara. Claro. Ah, então a gente vai falar com representante no país, tal. Aí, pô, troco ideia com
representante do país, tal. Aí você, caramba, cara. Nossa, né? Então, recentemente também a Fox Wright, né, que é um, entrei como um artista da Fox R, uma placa, né, de de áudio. E, cara, eu eu lembro quanto era difícil, sabe, chegar nisso aí. Por isso que eu eu sou aquele cara que dou muito valor, sabe, nas coisas que chega para mim. E eu também escolho muito bem aquilo que eu falo assim, cara, vale a pena eu eu fazer parte dessa empresa? Então, por exemplo, a Tajimo, eu entrei em 2011 e tô até hoje, né? Furman,
que foi também em 2010, hospedais nacionais, pessoal lá do interior de São Paulo, de São Paulo. O seu Jorge é do Sul gaúcho, mas é o dono, né? Mas é, inclusive vai ter um pedal lançamento aí novo aí que eu já recebi. São excelentes pedais, pessoal da FA, né? Então assim, faz um bom trabalho da galera lá. E aí, cara, eu até hoje tô com os caras, né? Então, sempre falou assim, quem quem quem acreditou em mim, sabe? Então, eu sou muito grato mesmo os caras e hoje estamos junto aí e vai crescendo, né? Vai
ampliando, mas é isso que você falou, é de ser fiel, de ter caráter, de trabalhar sério, de fazer certas coisas, né? Então, acho que esse é o caminho, tá? Então, vamos lá. Mais perguntinhas aqui, cara. A gente já pegou a guitarra aqui também para mostrar. Eu queria Saber o seguinte, irmão. O que que te levou ir mais pro lado da produção musical do que pro lado da performance, né? E eu acredito até que não foi uma coisa que quando você começou a tocar com 18, teus 20 anos que você tava ali com os patrocínios, você
devia se ver sempre com um cara da performance, né? Mas daqui a pouco você começou a assumir esse lado de bom grado, né? Então fala aí. Eh, eu nunca pensei tá nessa nesse lugar, né, de estar produzindo, porque sempre aconteceu assim, cara, tá aí, você faz tal e aí eu eu tive a oportunidade de gravar muito no estúdio de Curitiba. E aí você vai aprendendo com outros produtores, né? Então você vai vendo o que que um produtor pensa, tal. Então eu gravava direto, direto. Sou muito grato ter esses irmãos e do Total Music, o Mateus
e o Marcelo me deram uma oportunidade e aí meio que tudo que eles tinham lá eu gravava e em troca se eu quisesse gravar alguma coisa lá eu gravava. Então a gente fez esse combinado. Inclusive até gravei um álbum lá, um projeto, mas nunca lancei. Um projeto solo instrumental. Quanto tempo já isso? Pô, isso aí eu tô falando de 2011, 2012. Ah, tu vai ouvir hoje que tu não vai gostar da parada. Não, não. Eu acho que eu nem eu procurei esses dias os arquivos, nem achei. Devo ter perdido já. Mas algumas músicas tem até
no meu no meu YouTube. Eh, e aí é, eu sempre pensei guitarrista, músico, tal. E aí produzi alguns projetos em Curitiba de um cantor, Samuel Moraes, tal, foi legal. E aí fui para Floripa. Aí surgiu a oportunidade de produzir. Teve uma época lá que tinha três produtores lá e o pessoal perguntar: "Ah, quem que você quer que produz?" "Ah, vai o Felipe Produz", tal. E aí foi acontecendo naturalmente. E aí de repente, né, a gente foi desenhando e tal, então vamos produzir, vamos produzir e tal. E aí, eh, foi acontecendo sem muito que de assim,
foi naturalmente. E hoje atualmente tenho produzido bastante, eh, talvez mais do que eh tocando na estrada aí, né, de algo que eu já fiz muito. E você, cara, é porque eu acho que o guitarrista, eu já vi isso aqui várias vezes acontecendo aqui na mesa, é, tem vários guitarristas que, pô, tocam pra caramba, só que no momento da vida do cara ou nos últimos anos, ele teve que alternar o lado dele de performance com uma outra atividade que às vezes ele não sente tanto orgulho. Hum. Isso acontece muito quando, por exemplo, o cara trabalha no
bastidor, eh, em alguma coisa que ele tem que fazer com representação, alguma coisa mais comercial. Às vezes o cara nem quer muito falar disso, né? Porque ele, cara, ele tem aquela parada de, pô, cara, preciso ser visto como cara da performance. Você não tem isso assim, não. O meu negócio é assim, vamos lá. Aonde tá dando dinheiro? O trabalho, né, cara? Então, assim, eu não tenho nada. Por uma época só dei aula, fui professor, então eu vivia dando aula. De repente aconteceu de ser indicado para tá na estrada. Opa. Então, se você tá na estrada
diminui você ter alunos, ah, ok, tal. Aí daqui a pouco paro. Ah, não tô mais na estrada. Ah, surge produções musicais. Ah, então vou produzir agora e diminui alunos. Então, por exemplo, Voltei agora recentemente a ter mais alguns alunos, né, tendo mentorias e tudo mais. Então eu não tenho esse esse orgulho, sabe, de de falar assim, não, é só isso ou é só aquilo? É trabalho. Eu penso assim, cara, é trabalho para mim. Assim, na música eu não tenho plano B no sentido de, tipo assim, tudo que eu vou trabalhar é com música, tudo que
eu tô fazendo é música, é o meu plano A, não tenho plano B. Então, se tem música, tá tudo certo. É trabalho, entende? E isso, na verdade, se consolidou mesmo de uns três, 4 anos para cá, que é tipo assim, cara, agora minha principal função é ser produtor, né? tem tomado muito meu tempo sim parar para produzir projetos e tudo mais. Cara, e como que é lá no no Floripa House of Prayer esse fluxo de composições, né? Elas estão sempre ocorrendo, acontece por demanda e depois como que é a parte de ensaio, produção e gravação
dos projetos? Cara, uma loucura. Mas composições, cara, sei lá, a gente tem uma pasta lá, cara, que sei lá, eu vou chutar por baixo, talvez. quase 100 composições para mais de músicas que a gente não gravou. E mas composições que você ainda consideram ainda gravar? É, sim. A gente pode parar lá, escolher aleatoriamente. E teve algumas que a gente até produziu, mas não entrou no álbum, tá lá guardada, né? Então assim, eh, o pessoal escreve muito lá, escreve Muito, baseado na palavra sempre, né? O pessoal que você diz, você pode especificar quem é, são os
nossos cantores lá, né? Hoje a gente tem basicamente acho que sete ou oito cantores que fazem parte da FOP Music, que vivem inclusivamente da música. Sim, sim, de certa maneira, sim. Não, eles fazem outras coisas também, mas que tem um compromisso com a Fop Music, que viajam, né? Ou por exemplo, hoje a gente tem uma equipe que viaja em três equipes. Que que é três equipes? Em, cada equipe dessa tem pelo menos dois ou três cantores e banda normal, né? Tecladista. Mas os cantores não são sempre os mesmos que vão nos compromissos? Não, caramba, são
tudo parte do fhop music. Então, no geral a gente tem oito, nove cantores. Então, então assim, não tem tipo assim aquela parada de, cara, essa música explodiu na voz daquela cantora, ela precisa estar aqui. Não tem isso vocês não. Tanto é que lá a gente tem e ensaio mensal e é uma tarde inteira de ensaio para alinhar com todo mundo. A gente treina tons, tonalidade para que soe de forma assim, a banda toque no mesmo padrão, né? É até uma coisa que eu falo que às vezes choca para todo mundo. Se a gente vai tocar
uma música, todo mundo tem que tocar igual. É a execução igual, solo igual, a frase do baixo igual, timbre igual. Mas cantor não vai ter com não. Aí cantor não, não vai ter como. Exatamente. Porque cada um tem a sua região. Vai ter que mudar tom também. A gente até tentou ao máximo. Eu acho que um ou outro lá trocou um de uma ou duas músicas, um Tom, mas na grande maioria a gente tenta manter o mesmo tom, tudo mais, mas a gente ensaia, senta, vê as possibilidades, ajeita, se não tá bom para um, vai
para outro cantor. Eh, mas a gente tem essa, às vezes causa esse choque, né, pra galera. Às vezes eu recebo direto, pô, Felipe, você vai estar aqui em tal cidade? Eu não, cara, eu tô em casa. E tá outro guitarrista, mas tá sendo bem representado, que também vai fazer o solo igual, vai tirar a frase igual. Engraçado porque eu falei isso como espanto, mas a comunidade evangélica internacional da zona sul era assim. É, não tinha tipo uma cara, uma pessoa que cantava que todo mundo sabia quem era. Podia, poderia ser também qualquer, qualquer cantor, qualquer
músico ali. Sim, sim. É, hoje em dia a gente recebe muito convite assim, às vezes até nominal, né? Ah, cantor tal, cantor tal. Ah, esse cantor aqui, cantor, eles já estão em outro em outra agenda, mas pode ir essa pessoa que tudo certo, não, eu quero a pessoa. Não, não vai. Então também tem isso também. Tem, tem, tem. Ah, então de certa forma, eu não não viajei aqui completamente, não. Não, não. Claro, naturalmente acontece. Às vezes a pessoa tem a expectativa de querer lá o Amilto que cantou a música Tu, né? Existe às vezes essa
expectativa, mas é algo que nós internamente trabalhamos. Tipo assim, é, todo mundo faz parte do mesmo time, assim, é um time só, entendeu? Entendi. Entendi. Eh, o que você acha que diferencia a música produzida dentro desse contexto eh do FOP, do cenário gospel no geral? Qual o diferencial que você acredita que você também trouxe para esse projeto aí? Tá, eu acho que a Gente teve mais talvez ousadia, coragem de E a gente nunca fez nada pensando em Hit. Eu acho que esse é o grande ponto nosso. A gente tem uma confiança no outro. A nossa
equipe lá, um confia muito no outro, o pessoal confia muito em mim. Por exemplo, eu mesmo sentei com o pessoal, falei assim: "Gente, que que vocês acham da gente gravar duas músicas rápida no álbum?" Não tinha música rápida. E eu eu acredito que é assim o senhor dando direcionamento, sabe? Eu falei assim: "Olha, a gente tá com a faca e o queijo aqui. A gente tinha recém, por exemplo, eh, tendo despontado, né, Colossenses, único tem aparecido, falou assim, ó, a gente tá tendo uma crescente aqui. A gente, aí eu falei assim, a gente não sempre
reclama que não tem música rápida?" Eu acho que tá aí um negócio também, todo mundo hoje reclama demais e não faz. Então, se você tá achando que não tem música rápida? Eu mesmo coloquei paraos nossos cantores e falei assim pras meninas, ó, a gente não tem música rápida. A gente sempre reclama que termina um evento, a gente quer tocar uma música rápida. Não tem. Vamos gravar uma música rápida. Aí a pessoal assim, elas até na época, ah, não sei e tal. Eu falei assim, gente, aí eu falei, isso, a gente tá com a faca e
o queijo da gente poder fazer algo que a gente sempre reclama. Então tá, então vamos que aí é onde tem, né, Bendito é o rei e canção Eterna. Todas essas duas músicas é bem para cima. E e foram músicas que foram bem aceitas. Foi, foi. Vixe, é, a galera toca demais. Aí é, o pessoal usa até uma expressão, né? Pô, cara, você tá trazendo a guitarra de volta, você é o cara, eu não me sinto nesse lugar, mas eu acho que sim, a gente tem sido um ministério que tem Colocado o ah, eu escuto falar
duas coisas sobre nós, sobre músicas que são cristocêntricas, que são pautadas na palavra, não é repetitivas, são músicas que é a Bíblia sendo cantada e que é musical. Então é algo que a gente, de certa forma, a gente foi intencional. A gente foi mesmo intencional de a gente chegar lá e falar assim: "Cara, vamos fazer algo que eh eles abrem a Bíblia, vamos escrever o que tá, vamos cantar o que tá na Bíblia e musicalmente tem muito essa confiança comigo. O pessoal confia em mim, então acredita muito." Por exemplo, nesse último álbum, a gente tem
uma música que chama Obediência, que fala sobre obediência de Cristo, que morreu, morte de cruz, tal, né? Foi humilde, né? Enfim, eh, e aí, eh, acho que é Hebreus 1, Hebreus 2, alguma coisa assim. Aí pegou e e é uma música lenta, a tua obediência nos Aí eu tava nesse último álbum, eu falei assim: "Cara, vamos colocar alguma música rápida?" Aí eu tava com outro cantor que é o Caio, aí ele pegou e falou assim: "Cara, vamos fazer obediência. Aí, obediência, será?" "Vamos, então?" "Vamos". Ah, você vai ouvir essa música. Hoje a gente vê os
bxistas amando, tocando essa música. Muitos bachistas de renome fazendo o cover dessa música, gostando da linha de baixo. Eu peguei o nosso bachista lá, o Lucas, que é um menino novo, mas que toca muito. Falei: "Mano, solta a mão, faz o que você quiser na música." E ele slap começa com é uns slap difícil, cara, assim, não é slapzinho basiquinho cheio de frase, cheio de técnica, tal. Então, surge assim, sabe? E aí até o dia da gente gravar essa música, para você ter noção, você perguntou sobre ensaio e tal, ninguém tinha ensaiado essa música. Quando
eu mostrei para todo mundo essa versão, todo mundo ficou assim: "Hum, não sei, Felipe, acho que acho que não vai dar boa não." Todo mundo ficou com pé atrás. Aí na passagem de som ainda não tinha a parte final da música. Tanto é que vocês vão ouvir essa música termina com uma frase na guitarra que no ensaio antes de gravar eu olhei pro baista, eu falei: "Vamos fazer". O baxista fez a frase e na hora de gravar ele esqueceu de fazer a frase e eu fiz a frase. Então por isso que a guitarra faz a
frase sozinha nessa música. Depois vocês escutem aí. E aí a gente no ensaio da gravação, passagem de som, a gente passou aí quando passou todo mundo olhou um pro outro, começou a sorrir, caramba, a música foi para cima. Então outro BPM, uma música que era lenta e tal, então surge muito assim, sabe? Então eu vejo a gente nesse lugar da gente ser intencional, sabe? Então, eh, todo mundo às vez às vezes e a gente não faz também, ah, vou fazer a grande maioria dos solos que tem na música, não sou eu que coloco, até porque
para não parecer, né, o produtor é guitarrista, então tô não. Por exemplo, a poder, tem uma música, tem um solo que muda de tom. Aí sim, eu fui intencional. o Caio que interpreta essa música, composição dele também, eh, junto com o o Marcos, que é o nosso que faz a mixagem, masterização, eles compuseram essa música e ele pegou e falou assim: "Cara, tem que ter um solo nessa música". Ah, eu, tá bom, então você tem que você ter um solo aí eu eu chamo que esse solo é a lá Juninho a Fran, que é uma
referência para mim também. Ele tem todo um sentimento meio vibe Juninha Fran assim, sabe? Não é igual, mas sabe, Lembra? É. E aí eu falei assim, vamos mudar de tom no meio da do solo, cara. Simplesmente vem essa ideia. Não, eu Deixa que toma, que tom Ah, a gente sobe um tom, é em si, a gente vai para do sustenido, mas depois você volta para si ou continua em sostenido? Não, continua indo sostenido. É, ela tá em si e aí vai para no meio do solo, sobe direto, sem fazer modulação, só sobe o tom. E
aí, mas você não vê hoje em dia, você vê isso? Hoje em dia não tem, principalmente não tem nem solo de guitarra. Se eu for falar, ó, nos do da música do álbum Abo à parte e do álbum eh Meia-noite, talvez vocês tenha aí uns seis, sete solos. Hoje em dia a gente vai tocar na estrada, né? Tem os eventos aí, né? Vai tocar na igreja, os eventos que tem aí. Às vezes eles têm uma sequência de música, às vezes são quatro músicas, é solo um atrás de uma música. solo praticamente todas as músicas que
não fui eu que coloquei, por exemplo, não foi eu que falei assim: "Ah, tem que ter solo, são os os cantores olham assim, bota um solo, então a gente vai lá". E aí eu falo, né? Eu crio solo na hora, né? E e mas praticamente quase todas as músicas tem solo. Então assim, qual é o nosso diferencial hoje? Cara, a gente não tem medo, a gente não faz algo pensando que os outros vão achar, a gente não faz isso. Vocês são independentes também, né? Em tempo gravadora, né? Sim. É, por exemplo, a gente pegou o
ninguém lança álbum no dia Primeiro de janeiro. Eu lembro que a gente tava numa mesa, eu olhei pra Emma, eu falei assim: "Emi, vamos lançar dia primeiro de janeiro". Isso foi o álbum A Boa parte. Aí a assim, primeiro de janeiro, a nossa equipe, todo mundo, primeiro de janeiro. Aí, cara, não, ninguém lança, enfim. Foi, fo foi foi brigamos, brigamos até e sem fazer, sem aquecer o público, tá? Uhum. um uma semana antes ou um mês antes, assim, a gente só postou assim, meia-noite. Meia-noite, dia primeiro janeiro, a gente lançou um álbum completo pela primeira
vez, sem lançar singles, porque hoje em dia, se você for fazer todo lance, é single, aquece público, tem toda, né, coisa e tal. A gente lançou agora um EP que foi assim, a gente lançou um cingo, passou tanto tempo, não, mas nesse a gente pegou, falou assim: "Ah, vamos fazer assim, vamos fazer assim". Então lá a gente é meio que assim, a gente senta, faz sentido pra gente, a gente faz essa pergunta, faz sentido? Vamos fazer. Então eu eu sempre questionei o pessoal também, eu eu admiro o gringo nesse sentido. Já percebeu? O gringo não
tem medo, cara. Eles não têm medo, cara. Eles não estão nem aí se os outros vão gostar ou não. Eu falo isso porque às vezes eu vejo capa de alguns álbuns. Tem um álbum ali, eu nem lembro de uma banda que é uma uma vaca no meio. Nada a ver um negócio assim. Eu falei assim, cara, os caras não têm medo de fazer isso. E aí nesse último projeto também eu gerei essa pergunta e falei assim: "Cara, por que que todos os nossos projeto a gente sempre coloca o Nome do álbum? Sempre o álbum tem
escrito". Aí foi a primeira vez a gente, a nossa capa do nosso álbum aqui é só uma casa, né? Que é meia-noite. Então a tinha lá uma visão, o pessoal colocou uma outra ideia. Falei assim, cara, não vamos botar o nome não, deixa sem nome, porque a gente meio que vai, sabe, vem surgindo as ideias, vão fazendo. Então eu acho que E deu certo dançar do cara assim ou demorou para pegar Boa parte, por exemplo, que lançou dia dia primeiro de janeiro, pô, foi uma explosão. Do nada assim já de cara de nos primeiros dias
já. Sim, sim. Já tava chocado já, já eram números altos, assim, o álbum já tava indo bem já. E de novo a gente meio que fez isso, né? Porque é o álbum, o o nome do álbum chama Meia-noite. E aí, de fato, a gente lançou um single meia-noite, não foi o álbum todo, foi um single meia-noite, que é a música meia-noite, né, que é também uma música meio rock and roll assim, né, para cima. Então assim, cara, as nossas músicas elas não seguem um padrão. Por exemplo, tem a música indesculpável. Essa música tem um trap
nela, tem trompete nela, tem metal de guitarra que todo mundo fala que é meio pegada Power Rangers. Sério, a música, cara, então assim, eu escuto a música e eu gosto de ser intencional na letra da música. A música fala: "Para essa hora, para esse tempo, nós nos tornamos responsáveis por aquilo que a gente tá ouvindo." Então, a gente se torna responsável. Então é para Essa hora, para esse tempo de se tornarmos, sabe, estarmos em alerta. Aí o que que eu olho pra nossa geração? Qual que é o estilo musical? Um dos meus estilos musicais mais
ouvidos. Trap. Aí que que eu faço? Eu olho pra nossa equipe e falo assim: "Cara, vamos botar um trap." Aí todo mundo assim, eu já cheguei a essa conclusão. Quando você joga uma ideia e todo mundo acha que não, é aí que você tem que pôr. Falei assim: "E aí, que você acha botar um trap?" Todo mundo, "Ah, não sei. A gente vai caça os timbres de trap, coloca, vamos botar trap". Ah, eh, aí um outro, ah, tem atalaia, vamos colocar som de trompete, vai, vamos buscar som de trompete. Bota. E de repente, por exemplo,
essa música tem um um arpejo, na verdade, a gente colocou um arpejador no teclado que ele faz assim, ó, sabe quando você tá pesquisando timbre? Aí pesquisou, faz tum tum. Aí eu falei, vamos mudar esses intervalos. Mudamos o intervalo, criou uma frase lá. Aí eu ouvi, sabe o que que eu falei? Cara, eu não tô entendendo muito. Diminui a velocidade. Vou tirar na guitarra e vou fazer na velocidade normal. Peguei a frase do apiador, fiz na guitarra e tem essa guitarra na música. Então, por exemplo, é uma música que até a letra gera muito espanto,
né? Que fala assim: "Como o rolo, leio o livro, né? Medito na tua lei dia e noite." Quem que canta isso? Geralmente ninguém, né? Como rolo. É porque tá tá Na palavra, né? Com no sentido de do estudo da escritura. rolo no sentido de comer. É, não, de estudar as escrituras. É, não, não, mas é como o rolo. Ah, tá falando isso. Como o rolo, medito na tua lei dia e noite. Como de comer. É, não, de estudar, de não, não é como um rolo. É o como o rolo. Ah, não. Como no sentido é
de se alimentar. Isso aí. Isso aí. Isso aí. Então, aí, por exemplo, não é comum. É quase como o eita lá, né? Não é comum. A gente até meio que se perguntou, né? Porque meio que brasileiro é quinta série, né? É, eu eu tive eu pensei um pouco nisso. Exatamente. Então, só que eu vou vou te falar pra nossa surpresa, não rolou muito isso, muito. Acho que é eu que tô falando aqui, né? Não, não rolou. Nos comentários no YouTube mesmo, a gente vê, não gera gera esse temor. A música gera esse temor de, tipo
assim, cara, meio que é sério, né, cara? A gente precisa estar em alerta de estudar as escrituras, sabe? É isso que a música tá falando pros últimos tempos, sabe? E também a palavra rolo é uma palavra que não parece bonita para ser usada numa música, né? Rolo, rolo compressor, né? Do rapa usar o rolo. Mas eu sabia, é exatamente o que tá escrito no versículo, não? Sim. Então assim, eu concordo com você que é ousado usar essa palavra, né? Porque por isso que eu falo tem ousadia, né? E mas é isso, cara que acontece no
em todos os estilos, né? Alguém vem com uma palavra nova aí essa palavra ela foi ela é nova, cria surpresa e agrada. Aí todo mundo vai começa a usar essa palavra. Agora vou vamos todo mundo usar rolo. Mas é assim, né? É, é sim. É assim. É. E é difícil. Por exemplo, tem uma música aí que eh, pô, esqueci que eu tô gastando a minha vida, tá ligado? Ah, é ele, é ele é do Paulinho aí gastando, pô. A galera não usava gastando, daqui a pouco. Ah, vai começar a vir um monte de gente como
que tá gastando a vida. É sim, sim. Porque é uma palavra nova que não tava igual vai chover, pô. Ninguém falava chover. Vamos todo 500 chover aí v satura a palavra, né? É. É. Mas isso aí foi um fator interessante você tá colocando isso, porque vocês estão tentando fazer vanguarda, né? É. E o que chama atenção é esse esse contraponto, porque ao mesmo tempo que tá sendo bem chamativa a letra, a música também tá. Então, quando você vê, por exemplo, é surpreendente porque a música meio que chama atenção também, sabe? Quebra de expectativa. É, então
assim, eh, cara, eu vejo a gente nesse lugar da gente sendo fiel, sabe? É o que o Senhor tem chamado a gente. A gente sabe que e se o Senhor tá tá soprando, tal, a gente quer ser fiel à palavra de de fato de cantar o que as escrituras estão dizendo. E eu tento sempre nessa parte, na parte musical, honrar de fato também aquilo que tá sendo dito nas escrituras. Então por isso que às vezes vem essas ideias, sabe? Pô, por que botar um trap? Porque tá falando com a música atual, com o tempo atual,
que é o que a música tá falando, tá entendendo? Então, eh, por que do do trompete, pô, atalaias, tá entendendo? Ah, por que disso aqui? Então, né, eh, tem essas curiosidades, né? Eu acho que você falar com essa questão da ousadia que o gringo tem, eu Acho sempre que o problema começa a existir quando os burocratas tentam se intrometer numa área que eles não deveriam se intrometer, entendeu? Pro cara da gravadora, não tem nada de música, ele quer dar um pitaco musical. É. Então assim, é óbvio que em alguns momentos existe uma linha fina que
para um cara que é um burocrata vai conseguir te dar um direcionamento, mas tem que tomar muito cuidado, cara, porque o burocrata ele tem a tendência de querer que você continue fazendo o que deu certo. Não, pô, faz isso, cara. Já deu certo aqui, vai continuar dando, não vai continuar dando. É, se ninguém tiver na vanguarda tentando fazer alguma coisa nova, a música morre, bicho. É isso aí. É isso. Com tudo, né? Com moda, eh, com arte no geral, né? Alguém tem que est na frente tentando alguma coisa, bicho. É verdade. E é engraçado que
essas pessoas estão tentando algumas coisas, muitas vezes não são bem-sucedidas tentando, né? Sim. Mas se todo mundo só tá no lugar de ouvir o que funcionou porque alguém tentou ir replicar, a música para, que é um lugar eh cômodo de você tá, né? É, é, é. Eu acho que é aquele lance, né, de não tentar também copiar o que o outro faz, né, que a gente tem muito isso, né, às vezes, ah, o que tá dando certo ali, vou tentar fazer igual. E, cara, às vezes não vai dar certo, né? Às vezes não vai dar.
É isso. Vou te dizer, cara, pra gente como músico é um sofrimento, né? Você viver, cara, num numa sociedade de que todo mundo quer ouvir a mesma coisa, bicho. É. Então, assim, por isso que às vezes a galera acha estranho músico, desligamento. Às vezes a minha esposa, por exemplo, eh, brinca comigo, tal. Falei: "Pô, Tatina, não dá, irmão, para ficar nesse ambiente ouvindo essas músicas igual o tempo inteiro." E minha minha esposa é uma pessoa que vai ouvir a mesma música 50 vezes e eu ouço uma música três, quatro vezes, eu quero ver uma coisa
diferente nova. Nossa, eu eu sou assim, se durante cinco a introdução da música, se não me pegar, eu já passo. Eu eu já sou assim, eu escuto início da música, não, não, já vou, sabe? Então assim, é, eu também eu sou, tô sempre tendo essa rotatividade de música de É, eu gosto de ouvir álbum novo, eu tô sempre ouvendo alguma coisa nova. Eu sou do álbum, cara. Eu gosto de ouvir álbum. Eu detesto quando eu vou assim, é só um single. Eu, pô, cara, você vê, né, é uma época diferente, né, mas eu eu eu
sou meio que meio antigo nesse sentido, sabe? Eu gosto de de entender toda a temática, de ouvir, sabe, a sequência, meio que uma história. Eu acho que talvez por ser muito fã do Dream Twitter, né, que eles sempre fizeram assim, né, tudo é tudo pensado, né? Sim, é verdade, cara. Vamos lá. Eh, fala um pouco desse movimento do worship, né, que se estabeleceu nos últimos anos aí como principal movimento dentro da música gospel. Eu sei que você tem conhecimento das polêmicas sobre isso, mas vocês estão dentro desse segmento, mas de certa forma também você tá
tentando fazer alguma coisa um pouco diferente, né? Então vamos lá, cara. Você de certa forma eh te machuca alguma coisa do pessoal tentar vincular você a walls de uma maneira talvez pejorativa? Não, e eu não tô também falando isso porque eu vi alguma coisa, não. Tô só perguntando se isso existe. Não, não, não. Eh, para Mim, cara, é isso. Eu é que tentaram estipular, né? Tipo assim, é isso. Na verdade, cara, eu não considero. Eu sempre pergunto pra galera assim, você for perguntar, você vai ouvir bendito é o rei? Eu, Não é worship tu tering
na música solo com homem. Não, não é um que categorizam de de worship. Mas eu acho que a gente tá dentro desse que estipularam como estilo, né, dentro desse ecossistema, né, que tem ali o reverb, tem, eu uso muito as músicas mais lentas, tem as músicas mais lentas, mas por exemplo, as nossas músicas lentas que começa às vezes com um reverb longo, uma cauda longa com oitava dor, que é bem característico hoje do do worship, igual eu te falei, né, essa música a poder, que ela começa lenta com pad, no meio tem um solo com
mudança de Tom, né? Uma outra música a gente tem chama Sublime, uma música lenta, bem adoração, bem classical, tem um solo na música lá. Eu eu nunca tirei um solo do David Gimor. Nunca tirei, mas o tanto de gente que fala que eu sou parecida, até mesmo o Eduard Nan uma vez no grupo falou: "Pô, lá David Gimon, eu nunca tirei um solo, nunca fui de ouvir Pink Floyd, não é? Nunca fui de ouvir, não sei uma música, tocar uma música, mas de alguma forma soa, né? Aquele band lento, esticado, né? Eu já parei para
ouvir um. Realmente tem tem um pouco a ver ali. Mas cara, então assim, é porque você também tá falando que de certa forma existe uma expectativa do que o workshop Não tenha solo. É isso? É porque é o que falam, né? que o que o workship não tem rif, o workship não tem solo, só tem reverb, delay. Então, se é só isso, de fato, eu acho que a gente não é. Se categorizam que worship é o uso só de delay, reverb, então não é. Entendi. Mas eu acho que a gente, eu vou ser sincero, eu
acho até uma discussão besta, porque você não tem essa discussão nos outros estilos. É isso, você vai ouvir o samba, o samba é o samba. O rock o rock rock. Mas, mas tem, tem. Tem o próprio David Mstenin agora falou que graças a Deus acabou esse new metal aí, brother. Vamos voltar a metá tradicional. É, assim, cara, é, eu é como eu falei, cara, as polêmicas elas existem, pô, acho que tem um propósito de existir também, entendeu? Sim. Eu acho que quem tá muito envolvido dentro às vezes não tá ligando para isso, porque você já
virou essa página e para você tá superado. Sim. Mas existe uma galera que olha esse movimento, principalmente uma galera mais antiga do meio gospel, e fica chateado porque o lugar que a guitarra tinha foi substituído às vezes por teclados, por pads, entendeu? Mus, eu vou te dizer, se você for pegar, vamos lá, vamos falar do que a galera tá falando de chip clássico, talvez esses que mais batem, eu acho que não conseguem executar de tanto falar mal às vezes, porque você vê a guitarra em ênfase, em detalhes, em detalhes. Ela trabalha em blocos, sabe? Em
fragmentos, assim, que é um detalhe que você vê em outras Músicas antigas também, sabe? em outros detalhes que a música não entrava, que os que, por exemplo, esses caras são às vezes maldosos, né? Pegaram assim, ó, an solos de antigamente, aí botaram o solo do Junor Fran, do, sei lá, Água Viva, alguma coisa aí, solos de hoje em dia. Aí botaram o meu solo Colossenses. Mentira. É. É. Eu falei assim, cara, ó. É, sabe, eu acho que o músico ele ele precisa dessa comparação, sabe? Por exemplo, é uma coisa tão, eu vou usar a palavra
assim besta, sabe? Porque, por exemplo, tem os caras vivem hoje nessa era assim, né? O cara posta um solo meu, ele faz assim, aí a galera já comenta, muito melhor que o original. Então é, aí eu fico pensando assim, mano, o cara teve que tirar o original para se não tivesse o original, ele não sabe assim, eu fico pensando assim, é meio, sabe, é uma fala meio boba, sabe? E eu acho que é isso que é triste, que até o pessoal sempre fala, né? Vamos falar do secular, do gospel. O pessoal fala, né, que sempre
existe isso no gospel dessa do pessoal sempre atacar um ou outro, né, se muito mais do que no secular, porque é isso mesmo, cara. Eu acho que falta dos caras de estudarem mais a Bíblia, de serem mais cristão mesmo, de, sabe, de alavancar mais, de ajudar mais, do que ficar entrando nesse ponto de falando mal um do outro ou de criticar um ao outro, sabe? E e eu acho que essa, por exemplo, eu sou um cara, eu vou ser sincero, você vai ver eu tocando, talvez você não vai ver isso, mas eu já estudei. Eu
sei que você é o cara dessa onda. Gregh, Haly, Bratt Garsen, Garsen. É, eu tinha uma videoaula do Brad Gar que eu queria queria fazer igual ele. Eu não, eu não faço igual, mas eu tem muita coisa que eu já executei por ter estudado ele. Então assim, eu acho que hoje a galera entra tanto nessa pira que quando eu tava naquela minha época que tinha talvez as músicas que o pessoal consideram melhor que hoje, que eram cheio de acordes, tal, muita coisa, mas não tinha muito solo, muitas coisas, às vezes eu eu precisava ter que
estudar esses caras, Indy Timmons, Jorge Catriani, Steve Vai, era os caras que eu estudava. Tocava isso na igreja? Não tocava isso na igreja. Então eu acho que eu não sei de quem é a culpa, mas eu esses dias eu fui falar com um músico, ele não sabia quem era Eric Clon. Aí eu fiquei pensando, cara, de quem é a culpa de os caras não saberem quem é Eric Clon, sabe? É, é. Então assim, eu não sei se é geracional, sabe, esse lance, mas eu ouvi os caras que os caras ouviam. Então, por exemplo, tem um
solo, você vai ouvir Colossenses. Colossenses é um solo só com [Música] band trabalha uma ideia de oitava, que é clássico em solos que você oitava e trabalha a mesma ideia oitavado. Certo? Você vê aquele solo do Steve [Música] Lucarter, ele volta no band. Não falando assim, mas cara, você vê assim, comparadas até com outros solos do Steve Lucatter, Lucatter, não sei como que você é eles têm, né? Por exemplo, é um solo que ele trabalha a emoção, o band ali. Então, cara, eu acho que é uma uma discussão tão besta, vai ter solo que você
vai ter uma frase, né, um band com mais segurando a nota lá em cima. Já tem um solo, por exemplo, de uma das músicas novas nossas que chama Cristo Jesus. Tem cheio de frase, ligadura, frase rápida, é um dos solos agora. E às vezes vai ser um só que vai passar em branco. É isso. Porque na verdade você fez um só pensando muito mais no arranjo do que numa demonstração de habilidade, né, cara? E é esse que é o louco. Eu recebo hoje muita gente falando que o primeiro solo que a pessoa tocou é de
Colossenses. É um dos solos hoje que todo mundo toca. Eu não lembro quem que eu ouvi, se foi o Kiko do Roupa Nova ou o Steve, que que os caras têm até a mesma similaridade ali, né, dos solos. tão sem tem solos sentimentais, mas eu acho que foi algum deles dois assim falando sobre que faz sentido quando você a pessoa sai, né, do show, do evento cantando aquele solo, né? Então assim, isso aí me marcou também. Eu falei assim: "Cara, é verdade". Então, tipo assim, fazer solos que conectam à música, não que a gente fica
assim assistindo. Às vezes vai ter música que vai ter isso aí, vai ter uma frase Rápida, alguma coisa assim, mas às vezes vai ser uma um solo que é só um band, cara. Então, música é isso. Às vezes você precisa ter uma nota, às vezes você precisa ter cinco ou quatro, né? Então não tem essa regra. Por exemplo, tem músicas nossas que são quatro acordes a música toda. Agora já tem outras músicas nossas que tem acorde de minutos, passagem. Tem em músicas nossas tem um instrumental numa música nossa que tem eh quarta aumentada, worship, tá
ligado? Então assim, você começa a questionar, né, isso aí. Então eu acho, cara, que a galera perde muito tempo em ficar querendo, sabe, dar valor se ter quatro notas agora é é é uma música mais fraca ou quanto anticamente a gente tinha música com um acorde só. É porque eh acho que tem uma a parte que eu acho que é mais válida da crítica que a galera faz é de ver a guitarra sendo protagonista das músicas, né? Porque durante talvez aí 30, 40, 50 anos, a guitarra foi protagonista dos chifres, né, cara? Era a guitarra.
Sim. Eh, então existe essa necessidade das pessoas quererem continuar ouvindo a guitarra, ocupando a mesma posição. Eu entendo completamente que, cara, é um estilo onde a guitarra ela ocupa um lugar dentro da música competindo talvez com outros instrumentos. Vez ou outra ela tem um Destaque, mas não é igual um Guns and Roses, brother, que o tempo inteiro a guitarra tá na cara, começa com rif, acaba solo no meio, acaba com rif, né? É, é, mas não é a proposta, mas é igual o violão também, né? Por exemplo, eu sou um cara que eu escuto e
tiro de larmando o reis, sabe? Então, eu tenho violão de nyo, eu já estudei essas essas músicas. Então, cara, eu vou ser sincero, se você é um músico, você toca guitar, você não tem que ser refém porque você tá lá na igreja, toca só esse tipo de música, você vai estudar só aquilo lá. Aí é uma questão sua. Sim, né? Então eu fui esse cara que tocava na igreja, mas eu tirava músicas do John Petrus. Tocava isso na igreja? Não tocava isso na igreja, mas eu eu estudava porque eu queria tocar guitarra. É, mas daí
você me falou esse negócio associações também, né? É. Não, e também tem esse negócio que você falou do solo, o cara chegar assim e falar: "Pô, melhor do que o original". Não tem como ser melhor do que o original, porque o original é o que originou, né? Então, o que vem depois, cara, você pode ter gostado mais. É, mas você nunca vai pegar uma música do David Gilmer e vai solar com várias notas. Pode estar meu irmão maravilhoso com a técnica. Não vai ser melhor do que original, vai ser a sua versão do solo. Mas
também tem uma galera que tem um um paladar cara muito infantilizado da música. Sim. Sim. Eh, você pega, por exemplo, uma série, aquela adolescente, você viu essa série da Netflix? Ah, não assisti. Que ela toda, ela é feita forte, né? Não, ela só é feita com uma câmera o tempo inteiro, 50 minutos com uma câmera, meu Deus, que é o tempo inteiro só uma câmera atrás. Não tem um monte de corte, monte de efeito e tudo. É uma proposta. É isso. Mas quem não tem uma maturidade para sentar ali e ouvir que a proposta é
essa e ver, vai achar ruim. Exatamente. Então, tem gente que quer ouvir, cara, até hoje o mesmo som que ele ouvia com 17 anos. Ele quer ouvir o Chivel vai sendo replicado no worship. Não vai acontecer. É a questão da maturidade, porque cara, quem é maduro musicalmente, ele vai ter um paladar para entender que, pô, eu tô comendo uma salada, eu espero um sabor. Eu tô comendo uma sobremesa, eu espero um sabor. E uma vez, eu acho legal do dos workshops e na minha cidade tinha muito workshop, cara, antigamente já diminuiu, né? Talvez tá voltando,
mas um workshop do Sydney Carvalho e lá em Douratos, Mato Grosso do Sul, e ele falou, falou assim: "Cara, o legal é que você sempre vai ter algo que vai acrescentar para mim e eu vou ter algo que vai acrescentar para você". Eu lembro de ter ouvido isso no no workshop dele. Legal. Que e é isso, cara. Às vezes você pega algo, por exemplo, a ideia de ter tapping foi porque eu lembro de já ter assistido Mr. Big. né? O o Paul Gibert e o Billy Billy Sheiran, Billy Sheiran, é que os caras faziam tap
juntos, né? E depois também vi isso no no Dream Feater, né? Que tem o o um TP no baixo e na Então da onde que vem essas ideias? Pô, por ter estudado. Então eu acho que referências, né? Isso. Eu acho que tudo agrega. Se você escuta eh um pouco de MPB, um pouco De jazz, um pouco de Tá certo que eu até hoje eu sei as mesmas frasezinhas de jazz básicas, aquelas de meio tom saindo ali e tal, mas pô, às vezes às vezes me ajuda tendo um fraseado que eu sei de pegar uma nota
que tá do semitom ali, sabe? O, né? O slidezinho. O slidezinho. Pô, é uma nota de efeitos legal. Da onde que você vem? Você vê isso no jazz, pô. Os caras usando ali. Agora eu vou tocar jazz. Não, mas eu posso talvez pegar um uma ideia que vem de lá. Eu acho que isso que a gente tem que fazer é estudar a música e começar a colocar um pouquinho aonde pode, tá entendendo? É, é, é o lance de tocar pra música, né, cara? Essa crítica que eu concordo com você que a galera faz muito no
meio gost, por exemplo, com Dejavan e ou com Ivan Lins, ninguém fica sendo um solo. Pouca nota, hein, bicho? Pô, o sola do Javan, ali que ter mais nota. Normalmente o João Castilho ou o Tor 4 Mariano que passaram ali, cara, eles são solos curtos. Você tem que passar uma mensagem, tem que ser bonito, tem que ser sofisticado ou mais não vai ser suipada, não vai ser shred, entendeu? Ninguém nunca reclamou disso. É o que a música precisa. Exatamente. É, eu tô eu concordo nesse sentido de que eh existem mais fiscais nesse meio, né? A
fisicalização é alta. E Mateus, o meu ponto é isso que eu tava falando. Igual, por exemplo, o que vocês fazem hoje? A gente tem oportunidade, a gente grava, a gente vai lá e grava o que acha que a música tem que ter. Então, a Música tem que ter uns um solo de baixo, tem uma frase de baixo, né? Então, tem uma frase de baixo, igual essa música eu citei, né? Obediência. A música começa é o baixo e tem saxofone, tá? Na música foi a Vera mesmo. Vocês fizeram no saxofone? Não, aí eu a gente você
você compra, né? O Mas é saxofone de verdade, tem ser ampliado, né? É, é isso. Tá, cara. Vamos lá. Tem muita pergunta aqui. Eu não sei se eu vou conseguir fazer tudo. Vou dar umas puladas. Eh, fala cara de de equipo, né? O que você tem em casa, no estúdio, o que que você tá levando pra estrada. Se você tá com quad corrtex ali, que eu falei, cara, pode até deixar guardado, porque para mostrar uma quad cortex não vai, né? Mas muita gente pergunta o que é isso, tá? Esses dias eu posto foto todo mundo
assim, cara, que pedaleira é essa? É, se você tivesse com a tua pedaleira aqui, eu ia pedir para você mostrar sua pedaleira, como a gente sempre faz. Mas um quad corrtex é você não vai ficar mostrando o que que tem dentro, né? É tipo um computador, né? É um computador. Então, fala dessa guitarra aqui, cara. É que você trouxe aqui, você tá vendo fazer uma sequência de três workshops, né? Isso aí. Isso aí. Hoje na Starling Academy of Music. É, cara, é um, tem essa ideia, né, meio semiacústica, né? Então tem uma sonoridade diferente, é
um uma jet blues e com dois hamburger do Zaganin, captador do Zaganin. Mostrar pra galera aqui, vai. É, esse RS para mim é um charme na guitarra mesmo. É. E aí eu com uma Bigsby, né? Foi a primeira vez que eu tô que eu de fato toquei com uma bigsby, né? Ela é diferente. Eu sou acostumado com com ponte fixa, com com dois pivô. Dois pivô. Isso é aquela fixa trêmula, né? Que dá uma mobilidade legal. Eu gosto. Nossa, eu eu eu sou meio que preso nisso aí. Quase que toda nota eu tô sustentando nela.
É diferente. Tô meio que me habituando aí porque ela você tem que mexer um pouquinho mais. É, não é tão levezinho como na na nas outras pontes tradicional, mas cara é uma guitarra. O que foi que eu fiz, né, de diferente, talvez que tem na tradicional, nas lojas, que eu pedi só para defasar o captador do braço. Eu gosto de ter aquele som meio explitado, sabe? Eh, meio que single, né? Um single falso, né? Vamos dizer assim. Esse, esse aí, ó, do o volume ali, ó, do volume, você puxa para cima, você puxa ele. Tá,
tá, entendi. Um pouco. Eu também, eu gosto de de ter um single aqui também. Eu tenho uma, eu tava usando uma com dois hamburgers, eu senti falta de ter um single, velho. É, eu gosto da daquele set que é que é uns um dois single e hambuner ou talvez uma que eu Estamos junto. Estamos junto. Mas é legal na na minha outra extrato que eu tenho, ela tem na no braço um mini hambucker e geralmente eu só uso ele defasado. Eu acho que dá uma sonoridade diferente do que só um single. Aham. Eu não sei,
eu se eu tenho essa impressão que talvez ele ele é um pouquinho mais eh expressivo e não tanto como um hamburger, mas um pouco mais do que só um single. Tá entendi. Então esse esse esse captador aqui é do Zaga? É do Zaga, é do Zaganinho. Ele é ele tem bastante Ele é mais moderno. É, ele tem uma saída de com mais alto ganho, né? Saída mais alta. É, ela vem vem pancada, cara. Se eu jogar assim um um crunch, ele já vem já rasgando um high e dá para tocar metal com isso aí, cara.
Tá de verdade. Ela vem e eu eu o que eu gostei nela é que ela vai bem do clean, do limpo até o pesado. O clean dela é cremoso, bem cremoso, cara. Nossa, eu amei a sonoridade dela. E no highen veio também valendo, né? E aí você pediu também para botar traste inox, né? É. É, mas aí não deu tempo, né? Por causa, é por causa da de uma culpa de uma pessoa aí. Ah, pessoal entre nós aí. Mas eh essa tá com trastes normais. Aí tem as tarrachas atrás também. É, você sabe se essa
tá com trava? Deixa eu ver ali. Eu nem tá com trava. Tem trava. Ela tem trava. Tu sabe qual que é essa? Essas essas tcha é da Tajima mesmo. É tudo da Tajima. Tudo da Tajima. Tajima. Então tudo a Tajinha é uma ponte. É, é que essa essa é uma meio de Brasil, né? Então é. Você sabe qual que é essa madeira aqui, cara? Cara, sabe que eu não lembro, pô? Agora você me sabe, gente, eu não lembro. É, ó, vai quebrar aí. Você sabe que é uma Você sabe que é uma guitarra que eu
tô tem talvez um mês com ela, mas é só é só pegar uma cola Aqui rapidinho. Tu não sabe qual que é o braço também, não? Você sabe cedro. Cedro. Ajuda. Você acha que isso aqui é marfim? É aqui, ó. Ó. Hum. Cola. Tajima Jet Blues é um dos modelos mais sofisticados da linha Brasil. OK. Acabamento do corpo com frisos. Ponte no estilo Bigsby. É corpo semiacústico. Te line captadores Tajima, Baisaganim. Tarrachas com trava. Corpo cedro, semiacústico, braço pau, marfim, contensor de astão dupla. Acertou tudo aí. Eh, braço palmafim, escala pau ferro, 22 traches, tampo
maple, nut de osso e é isso aí. Entendi. Por isso que gente contratou aqui voz do alenha. Nunca erra a voz do além. Natural. É, mas cara, eu gostei demais dessa guitarra confortável. Ah, ela ela é trabalha bastante eh muito bem no no som, sabe, de do clean, você quer uma guitarra, pô, eu acho que aqui você tira um som legal, tipo assim, vibe jaz nela, sabe? Ah, sim, total, total. E você sabe quanto que é uma guitarra dessa aqui? Uns seis, se pau, cara. Cara, eu acho que talvez um pouco mais. É, é, eu
acho. Agora, agora começar a reclamar aí, ó. Comprar sete pau nessa e eu prefiro comprar fender usada. É, tem esse papo Aí, né, cara? Tem gente, cada um com sua opinião. É, mas é uma baita de uma guitarra, cara. É uma uma guitarrona assim. Saiu saiu uns vídeos na Tajima, saiu, tem um tocando bendito é o rei na Tajima. Uma sonzeira, cara. Uma sonzeira. Ela vem vem vem valendo assim. E cara, vamos lá. Você tá usando o quad Cortex, né? É a única coisa que você tá usando pra estrada, cara. Depois de anos, né? Só
usando e pedal board assim normal com pedais. Na verdade, eu ainda tenho a a sorte de ter vivido em estúdios e ter tocado em amplis, né? Então eu acho que é um é um é uma coisa que essa geração atual ela acaba não conseguindo ter essa oportunidade, né, de porque hoje em dia a gente não vê mais muito amp mesmo, tal, a dificuldade, né, válvula e tudo mais, mas eu tive essa sorte de, né, tocar num Fender Hot Deluxe, num hot devil, né, de verdade, com válvula, uma C30 válvulado, né, amplificadores clássicos, né, de você
ter que timbrar ele, né, regular. pegar no ample assim mesmo. Então isso me levou a depois tudo que eu peguei, né, de de pedais e pegar a época de simulação. Na verdade simulação eu fui usar a partir ali de 2020. Qual simulação depois da pandemia usar HX Stomp, né? HX Stomp. para simular amplificador, porque até então antes não tinha simulação de ample no pedalard, era só pedais, chegava amplificador e Você vai pegando alguns alguns eh vícios, né? Eu eu sempre tinha o mesmo vício, chegava no amplificador. Eu tenho até alguns vídeos antigos de vlogs que
eu fazia na estrada na época com a Laura Sogel que eu sempre filmava eu timbrando no amplificador, chegava no ample, sempre tinha aquele esquema de botar tudo no flat. E aí indo dos conhecendo. Sou um cara meio antimarshall. Antial. Eu sou, eu sou o meu, o meu som é Fender. Aquele brilho do Fender, às vezes até tira um pouquinho do agudo dele, do médio dele, um pouquinho, joga um pouquinho mais do grave. É meio que já que eu faço assim, por muito tempo onde eu ia sempre tocava com o AC30 e o Fender. Aí meio
que fui enjoando e tal. Aí passei a colocar isso na simulação também, LR. Usava aquele sistema que passava todos os pedais e no final passava pela simulação e ia. O som sai mais sujo, né? Vem tudo meio que um em cima do outro. Aí eu mandei pro meu set para um também um patrocinador que é o Fly Hig Custom. O cara fica em Jaraguá do Sul. Esse cara monta sistema de som para todo mundo. Todo mundo que tem sistema de som para chegar, sabe? E já tem um sistema montado, esse cara monta. É, é o
melhor do país, o Rafael. E ele monta pedal Bord também de São Paulo, não, Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ah, tá. Ele é top. Montou o nosso sistema de som de fhop, de vários outros cantores aí. Vários outros. E ele faz pedal também. E aí ele montou o meu, eu mandei todos os meus pedais, mandei lá na na no meu case, coloquei tudo. Ele montou o Fez o montou o board, montou os pedais e aí já montou os pedais entrando em send return, né? né? Os driving sem de return, aí você separa, né, os delays,
as ambiências, né, dos drives. Aí, cara, para mim foi para outro, é gosto, né? Eu fui para outro lugar que aí para mim ficou mais limpo, né? Ter os delays e reverbs separados, né, daqu dentro daquela sequência era o que eu tava usando. Aí me surgiu uma oportunidade, só que eu tava cansando também. né? O meu case é de 60x 40 aquele negócio. Tá certo que você um case com rodinha, chega já tudo montado, só pluga o cabo, não tem muito trabalho. Mas aí eu via uma oportunidade na quad que é possibilidades, é o que
ganha para mim. Poxa, a possibilidade de você ter lá vários tipos de pedais, de sons, de amplificadores, mas também não é só possibilidades, é também de caber na mochila. É, é isso. Eu vim, a a quad eu coloquei na na parte da frente da bag da guitarra, não tá nem na minha mochila, cabe na bag. Então assim, essa facilidade se chegar, mas você ainda sente uma diferença que te incomoda ainda? Sim, lá no final você sente uma diferença de de time, de sabe, milésimos. Você já percebeu já? Tu usa o neural também, né? Tô usando.
É, mas você já percebeu que, cara, é assim, é bem curto assim, mas mas dá uma uma sensação assim de que não tá bem cincadinho assim, sabe? É o que para mim É o seguinte, cara. Eu sinto uma diferença, mas eu cumpro essa diferença, sabe? Eu não fico assim pensando, cara, pô, tô sentindo tanta falta do amplificador. Ah, isso tá me atrapalhando. Eu tô ali, eu eu comprei aquele som ali e eu tô feliz assim, sabe? Não, eu também nesse sentido eu tô, ó, satisfeito. Só com uma coisa que não sabia. Eu não gosto do
som de oitava dor dele. Para mim, eu ainda teria, e quase todo mundo que eu vejo que tem uma quad e que usa oitavador, ele tem lá o micropogm de fato. Mas aí se for para começar a ter outros pedais, eu vou cair naquele lugar. Então eu é o que você falou, eu tô comprando é a ideia de ter ali o som assim, mas aí você fica com aquele, sabe assim, agora som de ampó eu fiz uma mentoria de timbre timbrando do zero. Já fiz duas turmas dessa mentoria. Todo o início da mentoria eu começo
com um teste a cega. Eu tenho três três bordes no pé. Um só pedais analógicos até com simul pré ali mesmo, pedalzinho não ser no digital. Tudo da forma, né? O mais barato, o set mais barato você vai ter um outro set com analógico e digital, simulação na HX e o outro H a quad cortex. Eu começo tocando, os caras falam assim: "Ah, isso aí é quad, aí eu tô com um pedal mais barato ou aí vou pro outro". Enfim, ninguém acerta. Ninguém acerta porque, cara, não dá. Hoje em dia você passa reta, aí você
Mas até os caras que são super analógicos, que já vieram aqui, quando eu faço questionamento, você Consegue distinguir? As pessoas falam: "Não, não, não consegue." Mas aí entra um outro lado e que eu também entendo, cara. Existe uma um sentimento de quando você toca com amp que é diferente, né? Pessoal fala do vento, tal, na trage e tal. Eh, não é igual você tocar com uma parada dessa. É. Ter um amp atrás de você num palco é gostoso, né, cara? Te dá uma pressão, a pressão do som. Por quem tá muito acostumado com essa pressão,
é a gente que já tocou, já toquei. É, é diferente. É, é, mas aí você também tem aquela questão de tá todo mundo tocando com fone. É, antigamente a gente não tocava com fone, né? Era tudo no chão, você tinha referência aqui, não tinha muito aquele lance do clique, era né? Aqui agora hoje, cara, é, tá tudo no ouvido, né? Inclusive tem um pod, tem um nerd guitarcast do mezes. Você sabe quem é PP Menezes? Não. Pipes é um cara que faz muito som de sei lá dessa galera toda grande aqui. E aí o podcast,
o assunto foi só dilemas entre músico e o técnico de som. 15 perguntas de dilemas. O que que o cara do lado da técnica tem da expectativa com o músico? Qual são as birras? Por que que tá problema? Por que que o cara do outro lado de lá? Que que ele tá cometendo de gaf de erro? Nossa, porque é um dilema. O músico, ele quer chegar lá e falou assim: "Você é o meu servo, técnico de som. Você precisa fazer o que tá dando aqui. O que eu tenho que dar certo? Vai Fazer outra coisa".
Mas eu nesse sentido eu eu gosto sempre de perguntar pro meu técnico: "Como tá soando? Tá legal?" Às vezes já o cara já falou assim: "Ó, cara, tá sobrando muito, tá sobrando um agudo aqui. Às vezes eu tenho que tirar. Eu: "Ah, sério? Será que se eu tirar aqui ajuda?" Tal. Aquele papo, ó, já tô usando compressor aqui nesse momento. E tu usa compressor, aí o a guitarra vai para outro som, você leva o teu técnico pra estrada. Sim, a gente tem, a gente tem um já é 90%, né, cara? Ah, cara, não, isso muda
tudo, né? Ah, o solo, vai ter o momento do solo. E o nosso técnico, o Ainan, ele gosta do do som quente. Então, quando tem solo, tem as fases de guitarra, é na cara, tu escuta mesmo o som de guitarra. E e tão lá na quad, pô, você deve tá fazendo coisa para caramba, né, cara? Usando coisa para caramba. Vou nem perguntar que que você tá usando, que algumas músicas eu tenho até já a cena, eu quero chegar a usar a máxima dela, que é o quê? O cara dá o play na no VS, na
música de eu nem ter que pisar nele. Sabe quem tá fazendo isso Fred no É, eu vi, eu vi. Mas é, a galera já faz isso já, já. O, o Kiko fazia muito isso também. Não, teve um cara lá que comentou que faz isso desde 96. Eu falei: "Pô, não, aí, aí é é eu faço isso desde 96." Eu falei: "Caraca, meu". Não é o Rafa mesmo, o que faz o pedal, a Fly Rig, ele ele já fazia isso já há um tempo já mesmo também, mas não desde 96, né? Não, não. 96 não, mas
ele Mas é uma coisa que é legal, cara, assim, você não se preocupa, né? Já aconteceu já de começar uma introdução, você colocando o efeito errado já ou faltando já, né? Então assim, é uma segurança, né? você pensando assim no Evento todo assim, pô, cara, mas você fazer isso, tocar ohip, acabou tua vida, irmão. Vendidaço o cara ach cara, ô, mas é que hoje o nosso repertório, cara, ele precisa de muita concentração. Ele tem E você faz direção no show também? Ah, faço sim, mas hoje em dia já tá tudo montado já, né? É a
mesma equipe, a banda já sabe. A gente entra em ação quando a gente entra no momento espontâneo que a gente ministra. E aí você que fica com o microfone aí. É, aí tá o microfone comigo e eu uso até um equipamento, cara. Chama Optogate. Mas não é muita, muita não tem. Esse foi um vídeo que deu bafafá no meu no meu Insta. É os técnicos de som, né? A galera tudo, né? Porque falando assim: "Ah, é a mesma coisa que um gate, não é? Por qu? Qual que é o lance desse equipamento? Ele fica aqui,
né? Depois do microfone, ele entra aqui e o cabo entra nele. Só que ele é por sensor, ele tem um LED. Então, se eu colocar a distância para reconhecer aqui, quando eu aparecer aqui, ele abre o microfone. Então, eu deixo bem perto. Quando eu chego bem perto, o microfone abre fone de todo mundo. Quando eu saio, eu posso estar aqui falando aqui. Ele não vai sair nada, pô. Mas é perigoso isso aí, né? Não, não, não, não, não. Porque o cara sem querer fala um negócio. Não, não, porque eu deixo de lado assim, eu eu
entro no microfone só quando eu quero falar. Então, fora aí os car, por isso que os caras falam assim: "Ah, é igual gate." Não é igual gate porque ele é por Sensor, né? É diferente, é outra outra pegada. Ah, os caras falam: "Ah, você pode apertar o gate lá, deixar mais alto, tal". Mas não é igual. Entendi. Tem jeito. Então, tá. Assunto pedais já foi. Quad está tudo lá dentro. Eh, deixa cara, eu vou te perguntar aqui que eu acho que essa essa essa aqui é legal sobre ensaio, principalmente na igreja que tem muita gente,
né? Qual a dica que você deixa pros ensaios renderem? Quais são os principais problemas que você nota com falta de comprometimento, não pegar repertório, etc? você passa por isso também ou vocês já chegaram num nível tão divino que, ó, você ser sincero. Ah, a gente já teve uma época lá, eh, que o ensaio, e pra gente assim ainda é a ideia, o ensaio é ele é para só passar música. Eu tô falando de time de rotina que já faz parte do time de louvor da igreja local. Não é um ensaio para definir repertório, não. Igual,
por exemplo, o nosso ensaio do music, do Hop Music, da estrada, que a gente vai ver eh como que tá a introdução, a gente vai passar por partes assim, ajustes, esse ensaio nosso dura 4 horas, tá? É outra coisa, é outra coisa. Agora você faz parte de um time de louvor local. Eu sempre falo, as músicas são sempre as mesmas. Uma hora ou outra entra uma ou outra, mas o que falta na galera é disciplina, Organização. O maior problema já começa horário. Todo mundo já chega atrasado no horário. Cara, não existe isso. Você já tem
que ter uma regra. E a gente precisa ter regra. Tem regra para tudo, cara. Se eu chegar no no no para pegar o voo fora lá do horário, eu vou perder o voo, cara. Mas isso aí superado para vocês lá lá não is não não tem nem discussão lá todo mundo. Mas em algum momento já foi? Sim sim. Aí vocês ti implementaram uma cultura diferente. Sim. De de chegar e falar assim: "Gente, agora nós vamos subir o padrão e funciona assim, assim e assim. Pronto, funciona assim, assim, assim". Então lá nós temos alguma regra, algumas
regras que é o quê? Passou o repertório sempre mais ou menos uns 7 a 10 dias com antecedência. Passamos com antecedência, porque até isso, cara, você tem o quê? Voluntários, pessoas que trabalham no banco, que é advogado. Então, o cara ter um final de semana antes para ele tirar, para ele ouvir as músicas, ter s dias. E eu sempre falo, se você mandou a música um dia antes, dois dias antes pra sua equipe, não exija que ela toque bem. Você tá falando com voluntários. Agora vamos falar: "Você é profissional? Eu sou profissional, a gente vai
ter um evento, talvez o cara mandar um dia antes pra gente, talvez a gente pega mais fácil, né? Dá para se exigir isso aí, mesmo que falando de uma cultura dentro do louvor é errado. Eu eu não acho que pode exigir. Se você mandou um dia antes, uma noite anterior, não exige que o cara toca bem. A música não vai tocar. Ele vai talvez tirar por cima. Agora, por isso mandou com 10 dias de antecedência. Não é assim para tudo, pô. Vai ter show, vai ter evento. Os cara manda antes o repertório, o cara estuda
tal, nós vamos ter ensaio tal dia. Deveria ser assim, cara, sabe? Como uma vida normal. Ó, gente, você tá na escala do domingo que vem. É sexta-feira passada, nós já estamos passando o repertório, são quatro canções. O ensaio é domingo às 8 horas da manhã. Isso é, por exemplo, nosso, né, o que acontece com a gente. 8 horas da manhã, o culto é às 10, tem que chegar às 8 horas, 15, 20 minutos de montagem do equipamento, montou. Passagem de som aquela passagem de som que o técnico de som da igreja, então não tem necessidade
de demorar. tu tu o outro passa os estágios altos, tal, enfim, o que que vai ser? Eu acho engraçado também, o cara vai passar o som na igreja, não tem, por exemplo, a música eh Os anjos te louvam, não vai tocar e o cara quer tirar, o cara quer passar o som tocando um gruve, o cara não vai tocar gruve, qual é, qual que é a ideia da passagem do som do cara, sabe? Então, passa o som de uma música que você vai tocar na música. Ah, vai ter um drive, vai ter um solo, passa
aquela parte alta do solo, tal, entendeu? Passa aquilo que você vai tocar no culto. Passou o som, cara. Pronto. E para mim é isso, cara. Organização. Por isso que eu falo, achar que profissionalizar, falar sobre ser profissional na equipe, o pessoal acha que vai deixar de ser espiritual. E não tem uma coisa a ver com outra. Você pode ser profissional sendo espiritual. Que que é ser profissional? Eu falo hoje, você vai em qualquer banda profissional. Aí enquanto um tá passando o som, o outro tá em silêncio. Ela não é assim, o cara espera sua vez
e lá na nossa igreja funciona assim. Não tem, cara. Dá orgulho de ver mesmo. Enquanto o bater está passando, todo mundo tá quietinho. Pronto, guitarra. Vai o guitarra, o resto tá quieto. Finalizou passagem de som. Vamos lá. Uma geral. Aí passa uma geral, uma parte de uma música, gente. Vamos lá. Nós vamos tocar essas quatro músicas hoje. Vai lá. Pode soltar o VS. 3 4 E o que eu falo, qual deve ser o tempo do ensaio ali? É quantas músicas tem? Se tem quatro músicas com duração de 5 minutos, é pro ensaio durar 20 a
25 minutos no máximo. Não tem porquê, por a gente chegou lá para executar algo que foi passado. E na grande maioria dos da que acontece problemas é por quê? Porque a galera vai pro ensaio e fala assim e o cara o cara vai assim, pô, aquela parte lá, cara. Aí o cara começa a ficar ouvindo na hora que já tá ensaio, v, né? E em alguns outros momentos a galera fala assim: "Ô, ô, vamos mudar aquela parte". Cara, isso é uma um erro tão grande, porque você não foi ali para criar e aí é onde
dá um problema, que todo mundo acha que pode criar, daqui a pouco tá tendo briga, discussão, onde perdeu a ideia de que era para chegar para passar as músicas. Então, a gente tem uma regra. Qual é a regra? Cara, mandou o arranjo da música, tire o arranjo da música. Mesmo que você não goste, tira o arranjo da múcha, chega lá e executa, né? Eu sempre, eu, eu já falei isso no meu, no meu Insta sobre isso, cara. Imagina, tem Lá eh um cantor que eu vou tocar e ter um solo clássico da música. Eu vou
chegar lá, não, vou vou criar o meu solo. Pode vai ficar melhor que o original. É, vai ficar melhor que o original. Não, cara, eu vou chegar e eu vou fazer o solo que tem na música. Se o cantor fala assim: "Não, cara, pode fazer outra coisa aí é uma coisa, cria outra coisa". Mas o quê? Eu vou para lá para fazer o que foi passado. E na igreja tem que ser assim, cara. Mandou a música, tira. Se todo mundo fizer isso, o ensaio é rápido, né? Isso que eu tô falando de eh é normal,
rotina todo final de semana, não tô falando de ensaio de cantata de Natal, é diferente, né? Então essa é a nossa linha lá, é o jeito que a gente trabalha, não temos problema, todo mundo entende muito bem. Eu acho que isso chama ter ser uma cultura de excelência mesmo. É. Não. E é interessante porque quem entra agora, a pessoa ela entra e sonda o ambiente. Uhum. Então se o ambiente tá assim, o cara vai fazer tudo para se enquadrar dentro do ambiente. A política do tolerância zero lá de Nova York. Você conhece essa parada do
Rodolpho, Juliani? Não, não. Não. O Nova York era uma das piores capitais do mundo, né? E ele implementou o Tolerância Zero. E falou assim: "Meu irmão, se tiver uma janela quebrada, vai consertar a janela. Se tiver uma pichada na parede, você vai pintar. a gente não vai tolerar nada. Então você vão criar um ambiente que as pessoas vão ver e vão querer manter limpo, vão querer, cara, respeitar a questão de segurança. Mas é, mas tem que, é por isso que eu falo, as pessoas têm medo de fazer isso no louvor, de botar regra, tem que
chegar no horário, cara. É meio que um absurdo. A galera, Às vezes, eu já vi exemplos de perto, já ouvi casos que chega a banda e o técnico de sono chegou e é o cara que tem a chave da igreja. Ou tá ligado? Aí você fala assim: "Poxa, eh, aí é aí onde eu falo, será que o que ele tá fazendo é pro Senhor mesmo? De fato, por isso que eu sempre coloco isso na na balança, sabe? Porque, cara, se você vai fazer para Deus, poxa, você vai fazer de de coração, você vai fazer, né,
cara? Poxa, eu tô fazendo para o Senhor, cara. Eu não tô fazendo porque o Mateus pediu para chegar no horário, sabe? Então é aquela coisa tipo assim, cara, horário, né, cara? chegar aí, tá todo mundo lá esperando o guitarrista chegar para montar o equipamento. Agora imprevistos acontecem. Poxa, fulano, ó, aconteceu um imprevisto aqui, pediu o Uber aqui, não chegou ainda, tal. Pô, isso é uma coisa, né? Agora aquele fulano que sempre chega atrasado no louvor e todo mundo sabe que ele chega atrasado e deixa ele atrasando e ninguém fala com o cara porque a gente
tem medo de ir falar com o cara lá e ofender, sabe? E machucar. né? Então assim, mit, temos quanto tempo aí de já de 20 aí de podcast? Cara, eu tinha tinha mais perguntas, tem muitas coisas, óbvio, que a gente poderia abordar, cara. Você eu a gente tem um momento final aqui que eu eu de eu sempre peço para que o convidado fale um dê uma mensagem. Eu acho que você poderia estar num momento muito bacana da sua carreira. A gente tá no auge da sua carreira, né, cara? Ah, s talvez profissionalmente não. Profissionalmente com
certeza, né, filho, você ainda vai Ter mais uns três ou quatro, então de cinco para oito é um passo, né, cara? Pô, fala pra galera aqui uma mensagem, talvez o que que você quiser falar, mas eu acho que você poderia falar um pouco de quem se espelha em você, acha tipo de carreira que você vive, o que que você poderia deixar pra galera como referência, indicação, incentivo? Poxa, sabe? Acho que o que vem no meu coração é, cara, seja seja fiel aquilo que o Senhor colocou no seu coração, sabe? Não sei porque talvez se eu
eu sou pai agora, tenho, né, cinco filhos, mas é, escute seus pais, né? Escute a voz sabedoria, seja obediente, sabe? Eh, e outra, seja fiel no pouco. Eu acho que todas essas marcas que eu hoje sou patrocinado, eh, lá no início foram marcas que com muita dificuldade, com muito suor. Eu lembro do meu pai de fazer empréstimo para comprar minha primeira guitarra, que hoje eu sou patrocinado. Então, é, seja fiel no pouco, sabe? Ame ao Senhor de todo o seu coração. Ame o próximo como a ti mesmo. Sirva uns aos outros, sabe? Seja eh sincero,
pare de falar mal dos outros. Se você não não não tem coragem de dizer paraa pessoa, não diga pro outro, né? Isso foram coisas que eu errei na minha na minha vida e trouxeram dores, sabe? Feridas. Então, cara, eh, ame ao próximo, seja verdadeiro, sincero, cuide eh ajude o próximo sempre quando você Puder, sabe? E é isso, faça o bem, sirva sempre com o coração no lugar certo, fazendo o melhor que você puder com aquilo que você tem. E a galera então que quiser, por exemplo, você tem algum curso seu? Cara, tenho. É só chegar
no meu Instagram @felipeelobbank, tem um link lá na bi, tem todos os cursos que eu tenho disponíveis para iniciante, para intermediário, para avançado, mentorias. Tem inclusive um masterclass que é uma assinatura onde você aprende a tocar as músicas do fhop. Eh, se chama masterclass como tocar a música. Tem a opção mensal ou anual. E aí você todo mês lá, como é um projeto novo, todo mês eu tô adicionando uma música nova. Por enquanto já temos lá três músicas, Colossenses, Único e Indesculpável. E esse mês já entrou mais uma música lá que é no detalhe tudo,
a harmonia da música, os efeitos utilizados, as técnicas utilizados, tudo que é tudo que tem na música harmonicamente falando e também de arranjo da guitarra dentro da música, você vai aprender lá. E então aqui tá passando, gente, o Instagram do Felipe também, obviamente tem o projeto FOP no Instagram. Tem lá, é, na no meu Instagram tem lá, né? Diretor musical guitar da FOP Church e Fopinha lá também. Tem lá YouTube também. A gente vai deixar na descrição aqui, pô. Não tá tão movimentado assim o YouTube, né? É, não, não tá parado, tá? Eu só, eu
queria só agradecer meus patrocinadores, claro, pô, que é aqui, ó, que estão comigo aí Nessa jornada, mas Tajima, Santo Ângelo, a Mono Bags, Fox Wright Brasil, Fly Higuston, Ana Moto, que são as palhetas e correias, Furman Pedais, Saturno e protetores acrílicos MJM Praise e também a Pro Shows, a Cborges porte e óculos. Express, que são os óculos que eu utilizo aí, que tem uma colabí vocês vão poder adquirir os óculos que eu tenho. Modo assinatura. É que isso, cara? Tá pouca coisa não, irmão. Irmão, obrigado, viu? Obrigado você, cara. E aí, curtiram? Pô, eu curti
muito. Ficaria aqui pelo menos mais uns 40 minutos aí, mas precisamos alimentar a criança, precisamos também ir fazer o workshop do Felipe. Se você curtiu, galera, compartilha esse episódio, deixa aquele like maroto, siga o Felipe aí nas mídias sociais e Deus abençoe. Até o próximo.