oi olá meu nome é luciano maior eu sou até ismai nós somos as bioética no nosso caso é voltado para as áreas da saúde do direito hoje nós vamos falar sobre o modelo da elizabeth kubli ross desta relação médico-paciente um dos momentos mais difíceis que existem é um momento em que o profissional tem que revelar um diagnóstico um prognóstico muito muito o seu paciente e foi dentro desse aspecto que é psiquiatra elizabeth cubano roça desenvolveu um modelo que ficou muito conhecido como modelo cubano roça em que ela escreveu que o paciente vai passar por cinco
estágios o primeiro da negação isolamento depois é que a raiva barganha a depressão e por fim pela aceitação é importante a gente ressaltar aqui que esses cinco estágios não sequenciais e não necessariamente se manifesta em todos os passeios todas as pessoas que recebem alguma notícia ruim em relação ao seu prognóstico sua continuidade da vida e da sua saúde é um outro ponto importante é que a elizabeth ela acompanhou cerca de 200 pacientes para finalmente construir esse modelo e identificar esses estágios de sentimentos ea conclusão dela é que o ser humano é imprevisível suas reações são
imprevisíveis e não é só para quando a gente recebe no seu caminho ea verdade é que tudo em relação ao ser humano de fato é imprevisível não existe regra que se apliquem principalmente as nossas reações né então o intuito desse modelo um dos intuitos principais é preparar os profissionais da saúde há como eles podem perceber e compreender essas reações dos seus pacientes quando eles recebem uma notícia não tão boa uma notícia ruim em relação à sua saúde o primeiro estádio vai ser o da negação em isolamento ele é muito comum porque é o momento em
que o paciente ele efetivamente vai negar aquilo está acontecendo com ele ele faz isso ele vai se isolar das pessoas para que as pessoas não possam se quer dizer pra ele que ele está passando por aquele momento é como se fosse uma forma de para choques mesmo que a pessoa se utiliza pra começar a compreender que ela tem aquela doença que aquele momento aconteceu que a notícia ruim efetivamente é uma realidade que ele tem que passar por aquilo ali o segundo estágio identificado a raiva ela pode expressar tanto em relação ao profissional da saúde que
é o portador dessa notícia como em relação a si próprio é o paciente sente raiva de si próprio ou mesmo da doença em si aqueles pacientes crêem numa divindade não ser superior chegam a pensar que estão sendo punidos nem tem raiva de si de se ser superior e acham que estão sendo punidos por algum fato na sua vida e por isso estão passando por essa doença quando a pessoa tem raiva dela própria é muitas vezes por medo de morrer e de reconhecer a sua finitude e finalmente quando a pessoa tem raiva do mensageiro do profissional
da saúde que dá essa notícia ele chegou a achar que essa pessoa esse profissional não quer curá lo nem tão é um estádio muito delicado o terceiro estágio da barganha em e é algo muito natural e muito intrínseco do ser humano desde que a gente beber a gente chora agente implora pelas coisas ea gente acredita que se a gente pediu suficiente a greve não vai ser uma realidade aquele diagnóstico que foi entregue ao paciente não vai ser verdade então ele pede implora tanto a pessoa como um ser superior se foi algo que alguém acredita como
uma forma de você efetivamente tentar mudar aquela condição mas quando a pessoa começa a perceber que não há como se alterar que está tudo bem então ela passa para um outro estágio ela volta para o estágio anterior que seja é muito comum esse estágio da barganha pessoa voltar a ter raiva ou entrar na negação novamente ou então passar para outro estágio o quarto estágio a depressão esse quadro depressivo ele pode realmente ser provocado até pela situação as condições que a doença impõe ao paciente então a questão de isolamentos ou efeitos colaterais de medicações o fato
da pessoa tem que ficar entrando e saindo do hospital as internações a rotina de um hospital nem e tem que conviver ali com a sua doença é difícil que a pessoa consiga aceitasse a aceitar doente né é o desejo é que tudo volte ao normal né então a depressão é um quadro clínico inclusive que os hospitais costumam ter nas suas equipes multiprofissionais sykora logos psiquiatras a acompanhar esse quadro depressivo que é manifestado em muitos pacientes o último estágio é o da aceitação não é uma alegria não é um estágio de euforia mas é um estágio
de a pessoa efetivamente compreender o que aconteceu com ela inclusive quando a elizabeth como nós fez esse estudo ela conseguiu perceber que esse era o momento em que os pacientes ele é eles não falavam mais eles não se expressavam ele simplesmente aceitavam que aquela é uma condição de ser humano afinal a morte é uma realidade para a gente então em situações em fim de vida principalmente que foi o ody grande parte do estudo dela é tomou parte ela conseguiu perceber os pacientes algo que é se essa melhora muito moça de uma serenidade de fim de
vida de aceitar a finitude da pessoa e do ser humano tem um elemento um aspecto que foi identificado no estudo da elizabeth que não é classificado como um estágio né que eu tô me sentindo como um elemento que a esperança a esperança é a energia em diversos momentos do tratamento do paciente ela se mantém presente é e muitas vezes também ela desaparece dependendo do estágio em que a pessoa se encontra e essa esperança ela também faz parte de algo intrínseco do ser humano é de manter se é com alguma esperança em relação ao seu quadro
clínico em relação ao seu prognóstico é interessante também que alguns estudiosos do modelo cube voz 10 chegam a tentar que essa esperança ela pode sim ser muito boa né ter influências boas mas há também pode ser um pouco prejudicial então aqui estou me referindo ao estágio da ganha quando essa esperança ela vem no formato de barganha nem tão em vez de ajudar é e melhorar o a aceitação é melhorar o próprio sistema imunológico da pessoa nesse sentido da esperança um aspecto emocional e psíquico da pessoa ela pode na verdade piorar essa sua barganha e lino
nesse estágio identificado pela pelo estudioso é muito importante a gente enxergar que esse modelo ele foi revolucionário porque ele nasceu em 1969 em um momento de grande atualização mundial afinal os hospitais são do século do final do século 19 então teve uma mudança muito grande dos doentes para a área da dos hospitais e teve esse distanciamento da doença e do doente e dos próprios médicos dos pacientes então esse modelo ele trouxe uma reaproximação de como é o médico deveria passar essa doença e passar a informação é muito importante compreender cinco estágios porque eles têm muito
em que os pacientes e os profissionais saibam como lidar com essas notícias difíceis sabão com o passar uma informação de forma clara de forma ao paciente entender quais são as suas opções é algo que é muito interessante a gente percebendo fim de vida é que apesar de não ter medicamentos terapêuticos que promovam a cura você também tem medicamentos paliativos que vão ajudar com que o paciente não sofrer tanto e não passe por tantos momentos é que podem ser evitados então é foi dentro desse aspecto que ela fez estuda uma psiquiatra e foi por isso que
ela conseguiu perceber de forma tão clara e se cinco estágios pois é a gente para que vocês tenham gostado desse nosso vídeo de hoje esse modelo dá da elizabeth é muito utilizado né e estudado principalmente nas faculdades nas pós graduações de psicologia nem existem hoje em dia inclusive cursos de comunicação de más notícias na área da saúde e também lembrando que a comunicação na área da saúde é de fato extremamente importante ela pode impactar na postura do paciente em inúmeros aspectos o que vai também impactar na no tratamento dessa pessoa né deixem os comentários de
vocês deixe o seu lic e se você está achando a gente não é inscrito no canal inscreva-se agora não se esquece de ativar o sininho dia gente até mais próxima como foi a primeira é que a gente se falou da raiva depressão meio sem amarras né e melhor show de falar com ela pensando do personalidade política a gente não fazer um episódio de fazer um senta e conversa a máscara é uma reação à ponte é o seguinte o que a gente fala sua personalidade jurídica sempre vai ser a última