E se eu te perguntasse agora, o que você faz em Tubiv? Talvez você responda com sinceridade, dizendo: "Mas eu nem sei o que é isto direito. É algum tipo de feriado judaico onde as pessoas comem frutas e prontos." E eu entendo totalmente essa sua falta de informação com relação a esta data que para nós é mais importante do que você imagina. Principalmente se você Veio da igreja há pouco tempo e está começando a olhar para a Bíblia com outros olhos e de repente encontra um calendário repleto de datas comemorativas, algumas muito famosas, como PES, a
Páscoa Judaica, como Yonkipur, o dia do perdão, e outras que parecem mais discretas, quase que invisíveis aos olhos das pessoas comuns. Tobivat é assim, um dia que por fora parece simples, superficial e sem muita importância, Mas por dentro, para aqueles que conhecem a profundidade desta data, ele é um dos dias mais poderosos do calendário bíblico, justamente porque ele é silencioso, ele não causa alardes. E é por isso que muita gente passa por ele sem sequer perceber o que está de fato acontecendo, principalmente no âmbito espiritual. Portanto, hoje eu quero te convidar a fazer uma coisa
diferente. Em vez de tratar Tubishivat Como um dia de comer frutas, a gente vai tratar como o que ele realmente é, ou seja, uma chave espiritual, uma chave para você entender três coisas que vão mudar completamente a sua leitura da Bíblia. Essas três coisas são, primeiro, por a Torá, porque a Bíblia se importa tanto com a terra, com os frutos, com as sementes, com a colheita, com os dízimos, com os macerotos. E por isto não é coisa de agricultor antigo, mas Continua regendo a nossa vida até os dias de hoje através de um mapa espiritual.
Porque existe um chamado ano novo, especificamente para as árvores, o ano novo das árvores que é tuichivat. E por isso tem implicações diretas para a sua vida espiritual. E no final, por fim, porque a necessidade de um ceder, de uma ceia cabalística, profética, espiritual no dia de Tubhivat. E porque isso não é uma Invenção mística de alguns rabinos que de forma aleatória criaram esta cerimônia, mas na verdade uma forma de você participar do que este dia ativa espiritualmente no mundo físico. [música] já te adiantando. Você já celebrou Pessar? Já participou do céder de Pessar? Se
você já participou do banquete da refeição comemorativa do PESA, mas não dá ainda importância a Tubivat, você não Entendeu sequer o que é peça. Porque para os mais íntimos dessa festividade de Tubhivat entendem que Tubhivat na perspectiva mais profunda, ele é um pré pessar, ele é uma liberdade antecipada. Os nossos sábios em toda a tradição nos ensinam que todas as vez que muita durante que em muitas ocasiões da história do povo judeu, a redenção pôde ser antecipada. Sabemos que a redenção final já começou há 2000 anos atrás com a aparição e a revelação de Yeshua
como Messias para o mundo através do povo judeu. Todavia, os sábios dizem que a alma de Yesua poderia ter vindo, a alma do Messias poderia ter vindo para a humanidade antes, porque em todas as épocas a geração daquela respectiva época, daquele respectivo momento, tem a oportunidade de antecipar a redenção. E a redenção final, ela é simbolizada na mesa de Psar, a mesa da salvação, que tem os quatro cálices Da salvação, baseado em quatro versículos de Êxodo. Eu vos resgatarei, eu vos livrarei, eu vos salvarei, eu vos redimirei. Essas quatro frases simbolizam quatro cálices que nós
fazemos depois uma série de alimentações de elementos simbólicos ao longo da noite enquanto contamos uma história. Muito parecido com isso é o ceder de bichvativata, essa refeição festiva que nós faremos no na próxima noite do dia primeiro do mês de fevereiro, que é o Início do dia 15 do mês judaico, do mês bíblico de Shivat, tubivat. Portanto, nesta refeição, você verá na aula de preparação que nós também utilizaremos quatro cálices, porque isto é um préeder de pessa. Em Tubhivat, nós temos a oportunidade de antecipar a redenção para que em pessa não precisemos passar por dor
e sofrimento. Enquanto a mesa de paça é repleto por elementos simbólicos que lembram de dor e sofrimento, como águas amargas, como raiz forte, como Ervas amargas. Já a mesa de tubivata repleta apenas de coisas doces, que é como a redenção através de um espírito consciencial nos chama. Aquele que consegue a redenção em Tubivat não passa pelo sofrimento necessário do mês de Psar e atravessa direto para a redenção. Você deve se lembrar do que o apóstolo Paulo disse: "Aqueles que estiverem vivos naqueles dias e receberam receberem um bom julgamento, não passarão pelo Segundo julgamento. não receberão
a morte, não precisarão passar por uma expiação, mas entrarão direto no lanrabá. Essa oportunidade de entrar direto no lanabá é manifestada espiritualmente através do seder de Tubishivat. Mas isso é um assunto mais profundo que mencionaremos de novo no fim desta aula. Mas agora deixa eu começar a situar você, deixa eu começar te situando do jeito mais simples possível Dentro dessa festa. Os nossos sábios vão dizer no Talmud que existem quatro eh rochei rochanot, quatro anos novos, quatro rocha, quatro começos de ciclo de um novo ano. Não é o novo ano de calendário oficial, na verdade
são anos novos de áreas específicas da vida, como se fossem aniversários fixados para diferentes áreas da vida judaica. E um deles é chamado Rashan Lalan. Ros Raná Lailan. O ano novo das árvores. E aqui está o ponto que quase ninguém entende no começo. Tubivates não aparece como um feriado bíblico e também não é comemorado com fogos de com fogos de artifícios, nem como um dia cheio de proibições e regras internas. Também não acendemos vela para marcar o início desse dia, como fazemos em todo Yomtov. E parece, ele parece antes de tudo com uma data alárrica,
meramente rabínica, uma data de corte, tipo uma virada de ano fiscal, vamos dizer assim. Como assim, rabino? Que negócio é esse de virada de ano fiscal? Funciona assim na época bíblica e até hoje em Israel, na terra de Israel, para que para quem colhe e separa por conta própria os frutos que planta, existiam e existem leis, dentre elas os macerot, as Separações dos dízimos. E você não podia misturar os frutos de um ano com os frutos de outro na hora de separar. Os frutos de um ano tinham que participar do dízimo daquele ano, os frutos
do outro ano participar do dízimo daquele respectivo novo ano, outro ano. Então, precisava existir um marco. A partir de que momento vamos considerar um ano novo para separar o dízimo dos frutos. É como se você tivesse uma renda Eh familiar variável, você sendo autônomo, aonde entra dinheiro todo dia na sua conta ou toda semana. Você não tem um dia do pagamento oficial, todo dia tá entrando. Você vai precisar determinar qual é o dia que você vai separar o dízimo. Ou seja, todo dia 20 eu vou considerar a virada do meu mês e vou separar o
dízimo referente de um dia de um dia 20 até o outro dia 20. Você determinou um marco através do qual você eh consagraria o Dízimo. As colheitas funcionavam assim. Os frutos estavam sendo produzidos o ano inteiro. Então, quando eu vou considerar aquele como o período final e o reinício de um novo ano para deduzir o dízimo necessário? E esse marco é Tubivat, o dia 15 do mês de Shivat. A partir dali, entendia-se que o novo ciclo começava e o dízimo precisava ser tirado do ano anterior. Esse marco é tubivat. Portanto, então sim, existe uma Ligação
bíblica fortíssima aqui para ser preservada e vista. Tubat conversa diretamente com as leis de separar, consagrar, organizar, agradecer e devolver, que é o coração da espiritualidade bíblica. Porque a espiritualidade bíblica tem a ver com redenção. E a redenção não é uma coisa que a que a humanidade espera para acontecer uma única vez no final dos tempos. A redenção é uma filosofia de vida para o Povo judeu. Tudo da nossa vida precisa ser redimido. Nosso tempo é redimido. Nosso tempo diário é redimido através das orações. O o dízimo de nosso dia são as orações. O tempo
que nós gastamos com as três preces diárias. O dízimo da nossa semana é o Shabat. O dízimo do nosso mês é o Rosodes. O dízimo do nosso ano são as festividades bíblicas. entre aspas, porque isso não é necessariamente o dízimo 10%, mas enfim, a remissão, a redenção são as Festividades bíblicas. E para além disso, existem a a remissão dos nossos frutos, a remissão das nossas finanças, a remissão do primogênito através da cerimônia de Pedion Haben. Ou seja, tudo na vida precisa de remissão. Aquilo que não é remido não é consagrado. Deus não tem participação naquilo
e aquilo fica sujeito ao caos. Tubhivat é remissão dos frutos, mas não para por aí, como veremos a seguir. Ou seja, é a percepção de uma vida onde até O que você corre e come tem direção, tem limite e deve ter propósito espiritual. Mas aí vem uma pergunta que você provavelmente está se fazendo agora na sua cabeça, tá? Entendi a parte técnica disso tudo. Me parece muito mais do mesmo aquela coisa sobre dinheiro, sobre finanças que toda a religião moderna fala. Mas por que isso vira um dia importante? Considerando que eu nem sou agricultor? Porque
isso vira um dia em que as Pessoas celebram como algo especial? Por que não existe o tubo chibate dos animais, por exemplo? Por especificamente das árvores? E excelente, essa é uma boa pergunta. E é exatamente aqui que a aula, esta nossa aula, começa de verdade. A compreensão que importa vem a seguir. E a primeira resposta que eu tenho para te dar é que tudo isso é porque o judaísmo não vê o mundo como uma matéria sem sentido, desprovida de Espiritualidade, como algo separado do espiritual. O judaísmo não vê diferença entre o que é material e
o que é espiritual. Ele vê o mundo, na verdade como camadas e cada camada pode ser elevada. O povo judeu entende que o mundo possui no mínimo quatro camadas, que são os arbalulam, os quatro mundos, e que essas camadas se sobrepõem e que a sua elevação espiritual depende de qual camada você consegue acessar no mundo físico. E tubhivat é sobre a Revelação de cada uma dessas camadas. Então, existe na natureza, por exemplo, o inanimado, as pedras, a terra, existe o vegetal, o reino vegetal, as plantas, os frutos, as flores, existe o reino animal e existe
o reino humano, quatro reinos, cada um deles também fazendo uma metáfora, um símbolo, uma conexão com os quatro mundos. E a grande ideia é, o ser humano foi colocado aqui não apenas para sobreviver, não apenas para existir, mas Para elevar todo mundo que está abaixo dele. A nossa posição mais alta nesses reinos não tem a ver apenas com uma cadeia alimentar, aonde eu usufluo de tudo aquilo que está abaixo de mim sou o maior predador que existe. Muito pelo contrário, eu não tenho que me enxergar como estando no topo de uma cadeia alimentar como um
predador, que isso me faria meramente animal. Eu tenho que me enxergar como estando no topo do mundo e tendo maior nível de responsabilidade de Elevar todo o restante abaixo de mim. Eu tenho que nutrir os reinos inferiores e não meramente me alimentar deles. E uma das formas mais profundas de elevação é inclusive comendo. Sim, para o povo judeu, comer ele é um ele é um ele é um ato de alto nível espiritual. Ele não é um ato corriqueiro ou despretencioso. Então, sim, comer é uma das formas de serviços divinos dentro da perspectiva bíblica, ou seja,
dentro da perspectiva judaica. Isso pode soar estranho para quem vem de um ambiente onde espiritual às vezes significa fugir do material, gastar um tempo orando, subir no monte, jejuar, ler a Bíblia em ao longo de muitas horas. Tudo isso é espiritual, mas não é a proposta espiritual plena que a Bíblia propõe e que o judaísmo revela. Porque na Torá, espiritualidade não é fugir do mundo, é se envolver com o mundo na missão de consertá-lo de dentro para fora, ter uma missão através dele. Por Isso, Tobivat não é um dia de discursos, de humílias apenas. Ele
é um dia de frutas. Como assim? Agora, com a introdução feita até aqui, você está pronto para entender que existe um cedre cabalístico, um ritual sagrado, um ato profético feito em volta de uma mesa envolvendo comidas. Um ato extremamente simples, mas ao mesmo tempo Extremamente profundo. Porque no ceder, nesta refeição festiva que nós fazemos de tubivat, a gente não está beliscando as frutas, porque nós comeremos frutas nele. Todos aqueles que nos acompanharão no dia 1eo de fevereiro, ao vivo a partir das 19 horas aproximadamente. acompanha as nossas redes sociais, nosso Instagram, divulgaremos o horário oficial
do início do nosso cedo e você verá. Comeremos frutas. Também temos um Guia para celebração disso de uma forma completa, um PDF de 22 páginas que foi enviado no nosso grupo exclusivo para os nossos discípulos que estudam conosco. Se você não faz parte desse grupo, acesse o link na descrição desse vídeo. Mas não estaremos meramente beliscando ou comendo frutas. A gente estará treinando a alma a comer com consciência, com bênção, com intenção e a revelar a centelha divina escondida dentro de cada alimento. Cada Alimento tem algo para te dar no sentido de elevação de consciência
espiritual e você precisa saber extrair isso do alimento. E aqui está o gancho que eu quero que você guarde desde já na sua mente, no seu coração. Tubishivat. É o dia em que a Torá nos lembra que crescimento espiritual não é teoria, não é acúmulo de conhecimento, é um ciclo exatamente como uma árvore. A árvore passa por inverno, aonde ela Parece morta, perde suas folhas. Então algo invisível acontece. A vida começa a subir por dentro desta árvore. A seiva sobe da terra através das suas raízes, alimentando todo o tronco e se estendendo aos galhos, alimentando
as folhas, gerando flores. E quando chega a hora certa, ela floresce. Chega-se à primavera. Tubhivat é esse momento, é o anúncio da primavera, não apenas biológica, mas da primavera espiritual, que vai ter O seu ápice lá em Pessar, porque biblicamente chama Pessar de um mês de Aviv. O, é, a Bíblia chama písar de a Páscoa judaica, de o mês de Aviv, o mês da primavera. Lá é o ponto ápice, lá é onde as coisas mais difíceis de amadurecer já amadureceram, que são os cereais. Mas antes disso os frutos amadurecem. E Tubhivat fala sobre essa chegada,
esse pré-anúncio da primavera, o momento em que isso considerando o hemisfério norte, que é onde fica Israel, aqui no Brasil, ainda estaríamos no verão, OK? O momento em que por dentro a vida começa a subir de novo. Tubishivat não fala: "Chegou a primavera". Tubhivate percebe o que ninguém está olhando. A seiva começou a subir na árvore. Estamos no inverno, mas eis que eu vejo a vida se manifestando por dentro. Por isso, ela é o pré-anúncio da redenção. A redenção, quando ela está explícita e todos vêm, é fácil de ser seguida. Porém, nesse caso, vai precisar
de dor e sofrimento. Porque aqueles que não ouviram antes, não deram atenção à mensagem prematura da boca dos profetas que anunciaram, sofrerão para abraçar a redenção no momento em que ela acontecer. É por isso que quando o povo judeu saiu do Egito, apenas 1/5, dizem os sábios, saíram do Egito. Porque aqueles que esperaram apenas para quando a redenção foi 100% clara, muitos padeceram. Agora, aqueles que perceberam a vida florescendo antes disso, estes tiveram parte na redenção. Aquele que tubiv enxerga, mesmo dentro do inverno, mesmo não havendo folhas na árvore, mesmo não havendo frutos ainda, mas
enxerga por trás do mundo material, enxerga por dentro da vida a seiva subindo, este está pronto para a redenção. E o que nós vamos fazer hoje aqui juntos é aprender como usar esse dia como uma virada real na nossa vida particular, Não só para saber mais em termos de conhecimento e informação, mas para sair daqui com vontade de fazer o ser de estar conosco no dia primeiro de fevereiro à noite. E mais do que isso, com vontade de começar o novo ciclo de crescimento com Deus. Ou seja, no dia 1o de fevereiro, não porque é
dia primeiro de fevereiro, mas porque é dia 15 de Shivat, a partir do pô do sol, ou seja, na noite do dia primeiro, que será um domingo, um portal espiritual estará Disponível para nós. Se você sente que ainda não conseguiu recomeçar com o novo ano gregoriano, se você sente que ainda não não conseguiu começar com os ciclos que você estabeleceu como marco de virada na sua vida, é porque você está fazendo isso errado. Você tem que usar os marcos que a Bíblia te dá para o seu renovo de vida, para começar uma nova vida. E
há uma oportunidade para você no próximo dia primeiro de fevereiro, após o pô do sol, na noite, que é o dia 15 de Chivat. Deus está abrindo, já deixou aberto, aliás, um portal espiritual que você precisa acessar. Então, fique conosco nesta aula, porque quando você entende tuvato, você começa a entender uma das mensagens mais bonitas e importantes da Bíblia. Deus não nos chamou só para crermos em algo correto. Deus nos chamou para crescer. A sua crença não vale de nada se ela não gera crescimento na sua vida. E o crescimento como uma árvore começa Por
dentro com a subida da seiva pela raiz. Agora, pra gente entender realmente tubivat, eu quero que você guarde uma ideia simples. Na verdade, a Bíblia trabalha com ciclos calendariais. Esses ciclos não são só uma forma de medir o tempo. Ciclos são uma forma de Deus educar a vida do povo, educar a alma e educar o coração. Ou você, por exemplo, nunca leu o livro De Eclesiastes, que é um livro só repleto de informações sobre o tempo de cada coisa. Deus é absoluto, é infinito, é onipotente, é onipresente, é onisciente e derrama a influência sobre o
mundo físico para que tudo exista de forma abundante. Mas ele também é organizado e nos ensina a ser organizados e derrama uma influência de cada vez de acordo com cada ciclo. Às vezes você tá se debatendo na vida porque você tá Buscando a influência certa na hora errada ou a influência errada na hora certa. precisa estar alinhado com ciclos que não eu ou os rabinos estabeleceram, mas que Deus estabeleceu através da Bíblia. Muita gente imagina, por exemplo, que crescimento espiritual ele é uma linha reta, progressiva. Eu começo, eu subo, eu mantenho e eu nunca mais
caio. E não é assim que funciona, Porque isso não é a vida real. Isso é que a gente imagina sobre a vida. Na vida real, crescimento parece mais como um batimento cardíaco. Ele sobe e desce. Sobe e desce. Ele é uma espiral na diagonal. Sobe, mas ao mesmo tempo desce. Mas essa descida ainda é maior do que a descida anterior. Sobe de novo, desce. Sobe de novo, desce. altos e baixos, mesmo que os baixos sejam mais altos do que os altos anteriores. Porque se virar uma linha reta é sinal de que não há mais vida.
Quando você olha no monitor cardíaco num hospital, linha reta não indica algo bom, indica ausência de vida, indica a morte. A vida existe quando o coração está batendo, enquanto houver esta oscilação. E o importante é saber viver de acordo com essa oscilação que Deus estabeleceu na vida, porque tudo vibra. E temos que acompanhar este movimento. E é exatamente por isso que a que a Torá Escolhe uma árvore como símbolo. Porque a árvore é a prova viva de uma coisa muito importante. Nem toda a vida é visível o tempo todo. Existe uma um aspecto da vida
que é oculta de nossos olhos. Tem épocas em que a árvore está exuberante, repleta de folhas, gerando sombra, manifestando frutos. E tem épocas em que ela parece morta, sem vida, sem folha, sem frutos, nem capaz de gerar sombra. Ela é seca, pelada, silenciosa. Se você não entende ciclos, você olha para uma árvore como essa no inverno e pensa: "Eis que tudo acabou". Mas na verdade, a verdade é que não acabou. Ela só entrou numa etapa do seu respectivo ciclo e por dentro ela está sendo preparada. É aqui que entra a escolha de Tubishivat no dia
15 do mês judaico, bíblico de Shivat. Não é uma data aleatória. A tradição Entende a sabedoria judaica, que este é o momento em que a seiva começa a subir, como nós falamos. Ou seja, no exato período em que a em que parece que nada está acontecendo, algo invisível já está acontecendo, já começou a acontecer. E isso não é sobre botânica, essa conversa não é sobre biologia. apenas é sobre cada um de nós, é sobre você. Talvez você esteja hoje vivendo um inverno na sua vida. Você está tentando Se aproximar mais de Deus, obedecer com mais
sinceridade, construir uma vida com mais santidade, mas não se sente florindo, sente que as coisas não estão acontecendo. Muitas coisas já te foram ditas, muitas promessas já te foram liberadas, muitas palavras já foram ditas sobre você com relação a um futuro promissor, mas parece que nada acontece. Está tudo na mesma. Eu só olho e vejo morte, Estagnação. Parece que nada tem resultado, parece que você está parado. E aí entra Tubhivat, que vem para te dizer: inverno não é fracasso. Inverno é preparação. Se Deus está em silêncio, é porque ele precisa estar. Porque agora é a
sua vez de falar. Agora é a sua vez. de prestar atenção na brisa que sussurra, aquela mesma que falou com Elias enquanto ele esteve na caverna. A brisa do vento que vem do silêncio de Deus e que te chama atenção para olhar para a vida aonde você não tá vendo que ela está acontecendo, na seiva que alimentam as árvores. O que achem faz com as árvores? Ele faz com as pessoas. Ele trabalha primeiro por dentro. Deus não tá manifestando nada prático na sua vida agora, porque provavelmente ele está trabalhando dentro de você para que você
esteja pronto para aquilo que está por vir. Agora, para entender porque esse dia é Tão especial, a gente precisa olhar para o modo como a Torá descreve a criação em camadas, o mundo físico, o mundo das plantas, o mundo dos animais e o mundo do ser humano. E o ser humano não foi colocado aqui só para existir, como nós falamos, mas para elevar a criação que está abaixo dele, para pegar o mundo material e desenvolver ao seu propósito. E aqui entra um ponto que muda tudo. Um dos lugares mais profundos onde a gente Faz isso
é na mesa. que os sábios dizem a churran a mesa é como o misbear, é como o altar do templo. E aqui entra um ponto que muda tudo. Pode soar estranho para quem cresceu com uma visão onde o espiritual significa fugir do material. Mas a Bíblia não ensina fuga do mundo, ela ensina santificação do mundo. E que para isso é necessário, inclusive envolvimento com o mesmo. O sagrado não fica preso dentro De um templo. Ele pode se manifestar com maior evidência dentro de um, mas ele não se limita ao mesmo. Porque o mundo, porque o
céu são os cabelos, como dizia, como disse Deus para o rei Davi, como alerta antes de querer construir o templo. O sagrado entra no campo, entra na colheita, entra na cozinha, entra no prato e repousa sobre a sua mesa, se Você tiver consciência disso. Por isso, a Torá dá tanta atenção a alimento, separações, pureza, bênçãos, limites e etc. Porque comer é um ato diário. E todo ato diário é um lugar onde a aliança pode ser vivida, a aliança que você acredita ter com Deus ou que você precisa assumir hoje. E agora você entende porque tubhivat
não é só um dia para comer frutas. É um dia para aprender a comer de um jeito que educa a nossa nechama, que Educa alma. Preste atenção. Todo mundo conhece a força do desejo comida, o apetite, a fome. Colocamos algo que a pessoa ama na mesa e de repente aparece um eu que ela nem sabia que existia. Que eu é esse? Um eu impaciente, um eu ansioso, um eu dominado por um impulso, um eu instintivo, um eu animal. A comida transforma humores. A comida torna viu até o ser humano mais Elegante. Isso acontece porque a
comida toca num lugar muito profundo na nossa alma, onde o corpo puxa e a alma precisa conduzir. O animal é como aquele cachorro bravo que nós mantemos preso. passa alguém na rua e ele sai em direção à pessoa e ali é a hora que a alma lembra do cachorro, lembra ao cachorro que ele possui um dono. E isso é a alma educando a nós através do apetite, através da comida. E aqui Está uma frase forte que você precisa levar pro seu coração, porque ela é muito verdadeira. Uma grande parte do nosso conserto acontece na mesa.
A forma como você está comendo diz muito mais sobre o Deus que você serve do que as orações insensantes que você tem feito, do que os estudos bíblicos que você tem feito. A forma como você está comendo denuncia muito mais a sua espiritualidade do que o seu estudo bíblico que você tem Investido tanto tempo e energia. Porque é na mesa que você escolhe. Eu vou comer como quem só consome ou como quem recebe a fonte espiritual que está nela? Eu vou comer como quem é governado pelo desejo ou como quem governa o próprio desejo. Eu
vou comer como um animal ou como um ser humano que carrega responsabilidade diante de Deus? Ou quantos de nós não nos lembramos das cartas paulinas advertindo as pessoas sobre comer em comunidade? Por quê? Porque não importa o quão espiritual você seja, a religião que você siga, o quão ortodoxo que você seja, a sua relação com alimento revela quem você verdadeiramente é. Eu não tô nem falando de cachirut, de comida permitida ou proibida. Eu estou falando de forma, modo de comer. Um ser humano e um judeu também é conhecido pela forma pelo qual ele come e
não apenas pelo que ele come. Não adianta você ter uma alimentação caché Perfeita. Não adianta você não misturar carne com leite. Não adianta você seguir todas as regras aláricas da da alimentação, mas a comida te dominar. Mas você tiver uma relacionamento com a comida impulsivo, mas você tiver um relacionamento com a comida desastroso. Isso precisa ser retificado. É por isso que em Tubivat, o povo de Israel desenvolveu um costume que por fora Parece simples. frutas, algo sem muito preparo, um aperitivo, mas por dentro tem uma intenção profunda, transformar o ato de comer em um serviço
a Deus. Comeremos uma fruta por vez, falando palavra de Torá entre uma e outra para entender que comer é um ato minucioso, que exige consciência, é profundo, exige método, não deve ser feito de qualquer maneira. E é difícil para nós. Ninguém aqui é Perfeito nesse sentido. Estamos todos evoluindo. E Tubishivat vem aqui todos os anos para nos ensinar isso. Ah, mas é a tradição rabínica. Isso é costume de judeu. Isso é costume de rabino. Vai dizer para mim que o senhor ou a senhora nunca entrou em campanhas promovidas por pastores. 40 dias de jejum. Jejum
de Daniel. Orações por 40 dias. Tarde da bênção, culto da libertação, culto da prosperidade, Subir no monte, fazer ato profético, colocar um copo da água em cima da televisão. Um desses você já fez ou algum que eu não citei e que também não tá na Bíblia e que foi dito pela boca de um pastor, porque ele acredita no que ele disse, pelo menos ao que se espera. E você acredita no que ele falou, pelo menos ao que se espera. e fizeram um ato profético. Se você fez isso numa prática religiosa Cristã com pastores, você precisa
no mínimo dar uma chance pros rabinos que não fizeram isso da cabeça deles, mas que colheram essa informação da Bíblia. Eu te convido, dê uma chance pros rabinos. Se você já confiou em muitos pastores, dê uma chance pros rabinos. Eu duvido que isso não mude a sua vida. E não se trata de uma grande bênção que vai se manifestar de uma hora para outra. Se trata de uma mudança Significativa a ponto a através de muita paciência. Você fazendo isso, respeitando os ciclos festivos todos aqueles que a Bíblia propõe e que os nossos sábios nos orientam
a fazer, eu duvido que a sua vida não seja transformada se você fizer isso com sinceridade. E aqui a gente chega diante do seder cabalístico de Tubhivativat. O seder não é um ritual mágico, já adianto, sem expectativas imediatas, Porque não é assim que o povo judeu trabalha. Não é superstição, não é brincadeira mística, é na prática um caminho guiado para fazer três coisas. Antes tem em mente, ah, o portal da prosperidade se abrirá nesse dia, como alguns muitos vão dizer por aí, como se aquele seder abrisse alguma porta exponencial na sua vida. Judaísmo e Bíblia
não é sobre isso, passa por isso. Isso também nos nos Encorre por mera consequência daquele que tem um comportamento sincero e que ouve as palavras dos sábios. Mas não é só sobre isso. Essas três coisas são. Primeiro, desacelere. Um coração acelerado não tem espírito de Deus. Segundo, reconheça a fonte. Aquele que busca em todo lugar não encontra coisa alguma. Terceiro, elevar o ato de comer. Aquele que não distingue o que come, como come, não é digno de viver. O Ceder Coloca você numa postura de nível bíblico antes de tocar no fruto. Se lembra dessa história?
Adão e Eva no paraíso e um fruto proibido de uma árvore que ficava nele. Não comer, não chegar perto, não porque ele era 100% proibido, mas porque não era hora, porque antes precisava de consciência. Sabe o fruto do conhecimento do bem e do mal? Não é que ao comer o fruto você teria o conhecimento do bem e do mal. Você precisava do conhecimento do bem e do mal para comer o fruto, coisa que Adão e Eva não tiveram antes. E o fruto lhes deu esse conhecimento da forma errada. Porque aquele que se alimenta de forma
inconsciente, pecubivat é, portanto, a retificação do pecado de Adam e Eva, de Adão e Eva, de Adam e Rava, como nós veremos no próprio Seder, enquanto eles foram impulsivos, afoitos, pegaram da árvore e comeram. A gente vai Fazer agora com método, trazendo consciência para ter acesso ao verdadeiro fruto do conhecimento em momento propício. A tradição vai dizer que se eles tivessem esperados algumas horas, o fruto seria liberado. Antes eles precisavam de consciência espiritual. Essa retificação é feita através do cédere de tubivato. Antes de tocar no fruto, você para, você agradece, você abençoa, você lembra que
aquilo não apareceu do nada. Aquilo veio De uma terra, veio de uma chuva, veio de um sol, veio do cuidado de Deus, de todo o sistema que ele criou. Isso se conecta diretamente com o tema bíblico dos macerot, dos dízimos. Porque maerot é isso, viver com consciência da fonte, viver com limite, viver com gratidão, viver desenvolvendo e manifestando abundância no mundo. Agora, por frutos? Por fruta? Porque árvores? Por que não outra coisa qualquer? Porque a árvore é a linguagem do crescimento espiritual. O fruto representa o processo. Ele começa pequeno, ele amadurece no tempo certo, chega
ao ponto de doçura e então ele é colhido. Isso é uma metáfora viva do crescimento espiritual para as nossas vidas. Ele não é instantâneo, ele não é do dia para a noite, ele é processo, é temporada, é maturação, é cíclico. É aí que entra aquela frase da Torá que Muita gente já conhece, mas poucas pessoas param para pensar que rassadê, o homem é como uma árvore no campo. Isso quer dizer, você foi feito para criar raízes, para atravessar estações, para manifestar frutos. O próprio oravua falava muito sobre isso. Ah, eu aceito sobre mim, eu quero
manifestar frutos espirituais, mas você não tem raiz nenhuma. Ou tá tentando criar raiz na areia da Praia. Que quantas árvores você já viu nascer na areia da praia? Exatamente na areia. nenhuma, porque a areia não foi feita para gerar nenhum tipo de vida. E às vezes você tá firmando a sua fé na areia da praia e por isso ela não tá vingando. Ou seja, você foi feito para não morrer no inverno, mas para aproveitar ele. Você foi feito para continuar mesmo quando não está sentindo Deus, seja de Forma emocional, espiritual. E essa palavra raiz, ela
é muito importante, porque raízes são invisíveis a olho no a não ser que você cave. Ninguém aplaude as raízes, ninguém olha para a árvore e elogia a raiz dela. Ninguém percebe o verdadeiro valor de uma raiz, mas sem raiz não existe sequer o fruto mais bonito. Talvez nesse momento da sua vida, Deus Esteja trabalhando na sua raiz, trabalhando no seu caráter. trabalhando na sua constância, trabalhando a sua fidelidade. E você está angustiado porque não vê resultado, porque você tá acostumado a resultados milagrosos. Você não tá acostumado a resultados na sua índole. A maioria de nós
não quer o fruto de verdade. A maioria de nós quer o milagre, que é a exultação, Que é a pirotecnia, que é as pragas do Egito. Mas poucos de nós quer ser capaz de se olhar no espelho e falar: "Maruem, graças a Deus, bendito seja ele. Eu evoluí enquanto ser humano. Eu evoluí o meu caráter. Eu evoluí as minhas midot, a minha paciência, a minha constância, a minha fidelidade. E Tubishivativat é uma resposta para nós nesse sentido. A seiva sobe por dentro antes do fruto Aparecer por fora. Sim, vão acontecer os milagres. Sim, vai acontecer
a revelação, mas antes Deus precisa trabalhar a sua raiz. Sem raiz não há fruto. Agora, o que fazer com tudo isso hoje? De modo prático para que tubhivativate não fique só bonito na teoria. Eu vou te dar três práticas agora simples e poderosas que encaixam com tudo que a gente está falando nessa aula. Primeira prática é comer frutas Com intenção. Não é comer com por comer, mas é comer como quem treina o próprio coração. Discernindo. Inclusive, o que significa aquela fruta no âmbito espiritual? Frutas significam algo no âmbito espiritual? Sim, tudo significa. Cores significa, música,
significa pedra preciosa significa e fruta significa. Você olha para o fruto, faz bção, faz a bênção com calma e come lembrando. Asem, eu reconheço a fonte, eu quero elevar isso. Eu quero que a minha vida também Produza fruto no tempo certo. E eu quero ver na minha vida os atributos que esse fruto simboliza. Como descobrir esses atributos? celebrando o seder com o povo judeu, com o povo de Israel, aonde durante o sed nós falamos sobre o significado de cada fruto. E também está o nosso guia que nós disponibilizamos pros nossos discípulos. Tudo de forma 100%
gratuita, porque nós somos, enquanto sinagoga sustentados Pela doação voluntária daqueles que assim podem fazer. A segunda prática é plante nesse dia, um hábito judaico, plantar uma árvore, uma muda, uma planta nesse dia de tubivat. Pode ser uma árvore, pode ser uma flor, pode ser uma plantinha simples, mas plantar é um ato profético. Você está dizendo com as suas mãos: "Eu acredito no futuro". Mesmo que ele leve muito tempo. Você está dizendo, "Eu acredito em crescimento". Você está dizendo, "Eu Acredito que a vida pode brotar de novo." O que que eu faço com essa escassez da
minha vida? Plante uma árvore. E a terceira prática é assumir uma decisão pequena e realista de crescimento. Não uma promessa gigante que você não vai conseguir sustentar. Apenas um passo, uma única coisa que você pode mudar no seu dia a dia hoje e que te gera potencial crescimento. Uma coisa pequena, não grande, porque o Pequente significa. A gente acha que semente é só um discurso espiritual. Semeie na sua vida. Não é sobre isso. Promessas de fim de ano não é sobre eu vou mudar radicalmente a minha vida. Não, você tá pensando na árvore, você não
pega uma árvore e planta ela já com fruto e tudo. Que que é uma semente? É um pequeno ato que vai influenciar todo o restante dos atos. Uma pequena coisa, mínima, pequena, a menor coisa que você pode Fazer por você hoje diariamente, que signifique progresso, pequena, menor coisa. Ah, não, mas a menor coisa não vai mudar muito. É uma semente. É isso que muda a vida, não é o resto. A vida feita de pequenos passos. Me dê exemplos, rabino. Vamos lá. Pode ser separar um tempo fixo, curto, de 5 minutos para ler a Torá com
consciência todos os dias. assim que é muito pouco. Eu duvido que você leia Todo dia. Não adianta ler uma hora, um dia e passar três sem ler. Leia 5 minutos todo dia. Pode ser melhorar uma área de obediência, caso você já faça o estudo. Uma única coisa que você precisa obedecer de forma melhor, um mandamento pequeno que você ainda não cumpre, ou criar um hábito simples de gratidão. Você agradece todo mundo que faz algo por você? Não. Poucas pessoas fazem algo por mim. A pessoa que você Compra o pão, pessoa que você compra o leite,
a pessoa que te entrega alguma coisa, tudo aquilo é um serviço que te está te beneficiando. Você agradece o maior número de pessoas possível no seu dia a dia. Agradeceu a sua esposa hoje pela pessoa que ela é, não pela pessoa que você quer que ela seja, agradecer o seu filho por algo, agradecer os seus pais. qualquer coisa, um simples ato de gratidão. Ou pode ser ainda colocar em Ordem algo que está bagunçado, um quarto da sua casa, a vida financeira, o seu trabalho, a sua mesa de trabalho, alguma coisa que está desorganizada, que você
está postergando. Faça uma pequena ação na direção disso, porque Tubhivat é esse portal. O dia em que você escolhe que a seiva vai subir. Para isso, eu preciso desobstruir e organizar. Por isso que significa ceder. Seder não significa seia, significa Ordem. Primeiro você ordena, então a seiva sobe. E agora eu quero amarrar isso de um jeito bem direto para que você entenda por vale ficar até o final e porque no final o ceder vai fazer sentido. Tubhivat não é apenas uma data para ser especialista. saber tudo sobre ela. É uma data para recomeçar coisas da
nossa vida. É uma data para você dizer: "Achem, Deus, eu aceito o propósito Através do processo. Deus, eu aceito o processo. Eu aceito o ciclo, eu aceito que o crescimento começa invisível, mas eu quero ainda assim crescer." E quando a gente fizer o ceder no dia 1 de fevereiro à noite, a gente vai fazer com esse espírito, não como quem cumpre uma tradição vazia, mas como quem participa de um ensinamento vivo, um ensinamento que começa no campo, passa pela Bíblia, entra no nosso prato e termina no nosso coração. Então, daqui a pouco eu vou te
conduzir no passo a passo que você precisa entender sobre esse tipo, esse ceder que você vai precisar aprender a realizar. já foi te adiantar como é que você vai aprender de forma definitiva todo o passo a passo sobre ele. Mas em primeiro lugar te ensinando como você deve olhar para as frutas, como abençoar, como transformar o ato de comer numa pequena escada de elevação e como sair daqui com Um compromisso simples, mas real de crescimento. Se você acredita que você precisa disso, fique conosco até o final dessa aula. Porqueem não chamou o povo de Israel
para viver de impulsos esporádicos. chamou o povo para viver uma aliança contínua e duradoura. E a aliança habita nos detalhes, inclusive no fruto. Agora eu deixo eu te levar, te conduzir para um um pouco mais fundo nessa camada de Compreensão, mas de um jeito simples e bastante aplicável no nosso dia a dia. Para você perceber que tubivat não é apenas uma ideia bonita, ele é um dia com uma direção espiritual específica. Você já entendeu, por exemplo, que tubhivates, ligado aos macerotos, aos dízimos, ligado à colheita, ligado à consciência de fonte e devolução. E você já
entendeu também a imagem maior disso tudo, a árvore como Um símbolo de crescimento e renovação, especialmente quando parece que nada está acontecendo. Agora eu quero te mostrar porque tudo isso não fica apenas no âmbito do simbolismo e porque esse dia na prática tem poder para virar a chave dentro de cada um de nós, dentro de você. Reflita comigo. Por queem colocou tanta linguagem agrícola na Torá? Terra, sementes, chuva, colheita, primícias, árvores frutíferas, vinhas e Etc. Porque isso volta o tempo todo. Porque a Torá não quer que você seja uma pessoa religiosa só na sua cabeça.
Ela quer que você tenha seja uma pessoa de aliança, alguém que aprenda a viver com Deus dentro do mundo real. A Torá não é um livro para monges, é um livro para sacerdotes contemporâneos, imersos no dia a dia. E o campo é o lugar perfeito para isso, Porque o campo te humilha de um jeito saudável, com elegância. Você planta hoje e não cole hoje. Você depende da chuva, de uma coisa que não passa por você. Você depende do tempo, uma coisa que você não tem. afinidade por esperar. Você aprende que existe processo, você querendo ou
não, você aprende que não dá para controlar tudo. Você aprende que às vezes o melhor a se fazer é não fazer nada e esperar. Você Aprende que o crescimento acontece por etapas. Isso é humilhação para um ser humano como nós, que somos controladores, arrogantes e ansiosos. O campo ensina a mesma coisa que a vida espiritual tenta nos ensinar. Fidelidade, constância, paciência, processo. E ao mesmo tempo o campo ensina sobre esperança. Você coloca uma semente na terra e acredita que a vida vai brotar em mais ou menos tempo. Por isso, quando O povo de Israel celebra
um dia ligado às árvores, não é porque a árvore é fofinha ou bonita. É porque a árvore é uma aula viva. A árvore é um xiur, é uma aula de Torá para nós. É aqui que entra um ponto importante que você precisa compreender. Tubhivativat acontece quando a seiva começa a subir, mas o fruto ainda não apareceu. Ou seja, tubivat celebra o começo invisível das coisas. E isso é profundamente bíblico. Quantas vezes na Bíblia o agir de Deus começa no invisível? Quantas vezes a promessa vem antes do cumprimento? Quanto tempo Davi precisou esperar para ser rei,
mesmo depois de ser eleito? Quantas vezes o povo está no deserto antes da terra? Quantas vezes o mar ainda está fechado antes de abrir? O começo de Deus muitas vezes ou quase sempre é silencioso. É por isso, e por isso o povo aprende a celebrar não Só o milagre escancarado, mas também o milagre discreto, aquele momento em que a vida começa a voltar por dentro. Por isso que existe Abrahá judaica para se comer pão. Baru ratoninaes. Bendito seja tu eterno que faz brotar o pão da terra como se o pão brotasse. Porque a gente tá
fazendo menção ao milagre do processo. É isso que Tubhivat. E aqui nesse ponto, deixa eu te fazer uma pergunta de um jeito bastante direto. Qual é a área da sua vida que está no inverno hoje? Onde você se sente que está parado? Onde você sente que perdeu o brilho, onde você acha que não está frutificando. Tubhivat aparece hoje não para te acusar, não para te julgar, mas ele te faz um convite. Ele diz: "A ce seiva pode subir de novo, você pode recomeçar Por dentro. Não precisa ser um espetáculo, mas precisa ser real." E é
aqui que a prática do dia passa a fazer todo sentido. Porque se o tema é seiva subindo, então você não vai celebrar algo que é só barulho. Você celebra algo que te educa invisível. E a prática mais poderosa, mais diária, mais realista para educar o invisível é comer com consciência. Por isso as frutas, o mundo moderno Ensina a comer no automático. Fonte de alimento tem tudo que é lugar. Você tropeça em comida e tá o tempo todo mastigando. Comer rápido, comer com ansiedade, comer com culpa, reclamar até quando a comida demora para ser feita. Comer
com excesso, comer com fuga, comer como preenchimento. A Torá nos ensina um paradigma oposto, comer como aliança. A forma como você come também é um serviço a Deus. E quando você faz uma bênção com calma, quando você reconhece a fonte, quando você agradece antes de pegar, você está treinando a alma. a não ser governada pelo impulso. Você está dizendo: "Meu corpo não manda em mim, pois eu conduzo o meu corpo." Você está dizendo: "Eu não sou um animal guiado por desejos. Eu sou um ser humano que possui uma aliança. Você está dizendo, eu não vou
viver para consumir, eu vou viver para elevar. E é por isso que o ser etubivat tem tanta beleza, porque ele transforma o momento mais comum da vida, que é comer num ato de presença. E agora deixa eu fazer uma ponte muito prática para que você entenda. Talvez você esteja pensando: "OK, mas eu não sei fazer o CD cabalístico, eu não sei organizar isso, eu não sei Que frutas comprar, eu não sei como é feita essa mesa, como é a ordem, eu não sei nada sobre esse assunto. Como eu posso aproveitar desse portal espiritual? Calma, você
não precisa saber agora. Hoje o nosso objetivo é acender em você o desejo e a importância que você precisa dar a compreensão do porquê celebrar essa festa. Porque quando o porquer entrar em você, o como vai ficar muito mais leve. E o porquê é este. Tubhivat é um dia de recomeço invisível, um dia que o povo aprende a se alinhar com ciclos da criação. É como o crescimento que Deus planta por dentro para manifestar ele em nós. E agora eu quero te trazer um um exemplo simples para fixar essa ideia. Você já viu pessoas tentando
mudar de vida e falhar? Porque tentou mudar tudo em uma semana. A pessoa faz uma promessa gigante, um Plano perfeito e depois de alguns dias cai. Fala: "Eu farei isso, eu farei tudo isso". E no fim ela nunca consegue. E quando cai conclui: "Não presta, não consigo, não é para mim, não sirvo para isso." Só que a árvore não muda assim. Como é que a árvore muda? A árvore não dá fruto em uma semana. A árvore não pula etapas. A árvore não tem vergonha do inverno. A árvore simplesmente atravessa o ciclo. Ettuiv Ensina a mesma
sabedoria. Escolha um passo pequeno, porém verdadeiro, que você vá manter. Então, o que significa viver tubivado na prática? Primeiro, celebrar com frutas e bênçãos, mas também com presença, não correndo, não automático, transformando a mesa em um lugar de gratidão. Segundo, plantar algo, se você puder, pode ser uma árvore, pode ser uma planta, pode ser uma flor. Plantlar, plantar é um gesto que fala em eu Acredito em vida, em processo. Existe algo poderoso em usar o corpo para declarar esperança. E terceiro, assumir um compromisso pequeno de crescimento, algo sustentável, algo real, algo que você consiga fazer
amanhã e depois amanhã e continuar semana que vem. Como eu disse, pode ser uma leitura diária da Torá, pode ser uma mudança de hábito, pode ser ajustar uma área da sua obediência ou um Passo de organização em ordem na sua vida. Porque aqui entra uma palavra que resume tudo isso, fidelidade, capacidade de manter uma postura espiritual. Tubhivat não é o dia de prometer coisas gigantes, é o dia de começar um siglo através de um pequeno passo. E agora, encaminhando para o final da nossa aula, eu quero amarrar isso com a imagem que a Torá nos
Dá. O homem é a árvore do campo. Você é chamado hoje para ser como uma árvore. A árvore tem raiz, identidade e fé. A árvore tem tronco, caráter e firmeza. A árvore tem ramos, escolhas e caminhos. A árvore tem fruto, resultados e testemunhos. sem identidade, sem caráter, sem caminhos e sem testemunho, você não manifesta a Deus na sua vida. E fruto não vai aparecer sem raiz. Testemunho não se manifesta sem antes ter identidade. Fruto não aparece sem Tempo. Fruto não aparece sem um processo. Então, se você então se hoje você está no começo da sua
caminhada, não se compare com quem está já na fase da colheita. Se hoje você está criando raiz, não se envergonhe por ainda não estar florindo. O teu chamado é permanecer no processo, que é tão importante quanto a linha de chegada, se não mais e confiar que aem trabalha por dentro de nós. E agora eu quero concluir de modo bastante prático E com um convite claro para você. Se você chegou até o quê? O fim desta aula você já entendeu o principal. Tubishivat não é só um dia de comer frutas. Tubishivativat é um dia em que
o povo judeu, povo de Israel relembra que a vida tem ciclos e que achem nos dá portais para recomeçar. Então o convite para você é este: celebre conosco tuivato no dia primeiro de fevereiro, a partir do p do pô do sol já é tubivado e na noite desse dia, estaremos Celebrando em alto nível o nosso ser de tubivat aqui com a nossa sinagoga mikidast da vi. Mesmo que seja simples, você vai preparar isso no tudo na sua casa, de acordo com o guia que nós disponibilizaremos na sua no nosso grupo e de acordo com a
aula que também nós disponibilizaremos explicando passo a passo de tudo que você precisará fazer. Mesmo que seja a sua primeira vez, mesmo que esteja aprendendo, celebre, faça do seu do seu tubivat Um marco de recomeço na sua vida. Coma frutas com intenção. Faça as bênçãos com calma. Se puder, durante o diavar na segunda-feira, dia 2 de fevereiro, plante algo e escolha um passo pequeno, mas real de crescimento na sua vida. E para facilitar tudo isso para você, eu quero te dizer duas coisas importantes hoje. Eh, amanhã nós estaremos disponibilizando uma aula especial, explicando passo a
passo tudo o que você precisa fazer com Tubishivat, em Tubishivat, aliás, o que você vai precisar adquirir, como organizar a sua mesa, como preparar a sua casa, qual é a ordem a ser seguida na cerimônia nesse seder? como conduzir as bênçãos, como transformar isso em um momento vivo e não apenas cumprir, mas realmente viver essa festa. E além disso, nós também estamos disponibilizando o nosso grupo de estudos um PDF completo de 22 páginas com ceder, Todas as orientações também estudos ali embutidos de para que você tenha a intenção correta da durante a celebração espiritual dessa
festa para você acompanhar no dia de tubivato. Nós vamos usar esse guia inclusive que tem ali o ceder, o passo a passo para a nossa transmissão de tubato, que você pode fazer inclusive nos acompanhando. É um material para você ter na sua mão e caminhar junto conosco, sem segurança, Sem confusão, com tudo muito bem esclarecido. Então, se você quer celebrar de verdade, fique com a gente e amanhã a gente te dá o como, já que hoje nós entregamos o porquê. Se una com esse propósito da mequidade Davi, você ficou aqui até o final, é porque
Deus provavelmente está te chamando para isso que está acontecendo no Brasil e no mundo hoje, do resgate da raiz. Se adeque à raiz e você manifestará o fruto. Por favor, também aproveite Esse momento, porque a nossa sinagoga também está na muda, também está no processo, também está criando raiz e também está começando a crescer. E o nascimento da nossa sinagoga física está acontecendo e nós precisamos muito de contribuições para que ela para que possamos fazer todas as aquisições necessárias. Portanto, Pigs estará aparecendo na sua tela para que você possa contribuir com essa sinagoga que trabalha
arduamente todos os dias. Três Famílias de rabinos diariamente envolvidas, vivendo uma vida totalmente devota à sua espiritualidade, porque foi para isso que Deus nos chamou. E além disso, adquirindo um espaço que atenderá a muitas necessidades, tanto físicas quanto digitalmente. E nós precisamos e dependemos da provisão divina que se dá através das suas contribuições. Eu te peço encarecidamente também desse passo. Lance essa semente na sinagoga Mikast Davi, conforme o Pix que estará Aparecendo na sua tela e por favor nos ajude. E amanhã nós voltamos com uma aula extraordinária, só que esta aula, aviso importante, será será
liberada apenas para os membros do nosso grupo de estudo. Então, se você não faz parte, clique no link que estará na descrição dos do vídeo ou fixado aqui nos comentários, no chat e nos comentários desta aula. E aí nós disponibilizaremos amanhã o link do passo a passo, bem como o envio Do PDF do nosso guia prático. Nós ficamos por aqui. Que o eterno abençoe a sua vida poderosamente. Shalom. Vitraot. M.