[Música] meu nome é Levi e essa é a história do que aconteceu no meu colégio quando eu estava no ensino médio isso foi nos anos 2000 numa escola pública do interior de São Paulo era uma época diferente sem smartphones e redes sociais bombando como hoje eu era um cara comum como qualquer outro adolescente tinha meus amigos jogava bola na quadra da escola e me preocupava mais com as provas e as bagunças do que com qualquer outra coisa a vida seguia seu curso normal com aquela rotina de aulas trabalhos de casa e Planos pro fim de
semana a escola onde estudávamos era antiga com aquelas construções de tijolo aparente e corredores largos tinha um ar meio Sombrio principalmente em dias de chuva quando a luz natural não entrava direito as aulas eram uma mistura de matérias chatas e outras que a gente até gostava dependendo do professor alguns professores eram bem legais outros nem tanto era a vida de estudante comum nada fora do normal foi nessa rotina que os primeiros sinais de que algo estava errado começaram a aparecer tudo começou de um jeito bem Sutil quase imperceptível algumas salas de aula tinham uma sensação
Estranha como se algo invisível estivesse presente era um peso no ar uma sensação de que algo estava errado no início achávamos que era só paranoia coisa da nossa cabeça sabe como é escola antiga cheia de histórias e boatos mas aí a coisa começou a ficar séria Foi numa quarta-feira de manhã que senti isso pela primeira vez tava sentado na sala de aula aula de matemática o professor falava sobre equações mas eu não conseguia me concentrar tinha algo no ar um frio que não fazia sentido porque o dia estava quente lá fora olhei ao redor e
vi que não era só eu que tava incomodado a Mariana que sentava na minha frente parecia inquieta se mexendo na cadeira o tempo todo na hora do intervalo comentei com o Pedro e o Lucas sobre essa sensação estranha eles riram falaram que eu tava viajando mas depois enquanto a gente jogava bola na quadra o Pedro comentou que na sala de história tinha sentido algo parecido disse que parecia que tinha alguém olhando para ele mas quando olhou para trás não tinha ninguém aí a gente começou a prestar mais atenção todo dia tinha alguma coisa um dia
o armário da sala de biologia se abriu sozinho outro dia na biblioteca os livros caíram das Prateleiras sem ninguém encostar pequenas coisas mas que começaram a deixar todo mundo de cabelo em pé um dia a Monique chegou na escola meio pálida com umas olheiras fundas perguntei se tava tudo bem E ela só deu de ombros falou que não tinha dormido bem durante a aula ela começou a olhar fixamente pra porta como se visse algo ali quando perguntei o que era ela disse que achava que tinha visto uma sombra se mexendo a diretora Dona Marlene até
tentou abafar os boatos disse que era só imaginação Nossa que a escola era velha e tinha barulhos estranhos por causa disso mas a gente sabia que tinha algo mais aquela sensação aquele frio no estômago era real demais para ser só paranoia naquela época a gente estava mais preocupado com as provas e bagunça do que com fantasmas mas o que começou como pequenas coisas foi crescendo e foi aí que a Nick começou a agir estranho se eu soubesse o que ia acontecer depois talvez tivesse feito alguma coisa diferente talvez tivesse falado com mais alguém contado pros
meus pais mas a verdade é que a gente era só um bando de adolescentes tentando entender o que tava rolando E aí as coisas começaram a sair do controle na semana seguinte a Monique começou a faltar nas aulas quando aparecia estava diferente distraída como se estivesse em outro mundo seus olhos tinham um brilho estranho e ela falava coisas sem sentido como se estivesse sonhando acordada durante a aula de geografia ela se levantou do nada e foi para o canto da sala olhando fixamente para a parede o professor tentou chamar sua atenção mas ela parecia não
ouvir no intervalo fui falar com ela perguntei se estava tudo bem mas ela só Balançou a cabeça e disse algo sobre eles estarem vindo Aquilo me arrepiou Quem eram eles tentei perguntar mais mas ela se afastou olhando por cima do meu ombro como se visse alguém atrás de mim quando virei para olhar não tinha ninguém as coisas pioraram em uma sexta-feira Estávamos na aula de biologia quando a Monique começou a tremer no início pensei que ela estava passando mal mas logo começou a gritar eram gritos Agudos desesperados que ecoavam pelo corredor todo mundo ficou em
choque sem saber o que fazer a Monique se contorcia no chão como se algo estivesse tentando sair de dentro dela o professor e alguns alunos tentaram segurá-la mas ela parecia ter uma força sobrehumana foi quando começou a falar em uma língua que ninguém entendia com uma voz que não parecia ser dela os olhos dela revirar apenas o branco Foi uma cena aterrorizante finalmente depois do que pareceu uma eternidade ela desmaiou chamaram uma ambulância e levaram a Monique para o hospital a gente ficou na escola tentando entender o que tinha acabado de acontecer ninguém sabia o
que dizer perguntamos para os professores e até para a diretora mas eles pareciam não querer falar sobre o assunto disseram que a Monique tinha tido um episódio e que logo estaria bem mas ninguém acreditou muito nisso nos dias seguintes tentamos descobrir o que tinha acontecido com a Monique mas ela nunca mais voltou para a escola na época não tínhamos outro contato com ela além da escola então não tínhamos como saber o que tinha acontecido a diretora proibiu qualquer discussão sobre o assunto dizendo que era para o bem de todos até hoje não sei o que
aconteceu com ela depois de me formar no ensino médio me mudei de cidade para poder ingressar em uma faculdade e perdi contato com todos meus colegas da época aquilo foi a experiência mais aterrorizante que tive tenho certeza que Monique estava possuída por alguém ou algo Oi sou a Camila essa história aconteceu quando eu era adolescente eu e meus amigos sempre Adoramos uma aventura e na nossa cidade Campinas não faltavam lugares legais para explorar mas de todas as nossas aventuras a que mais marcou Foi a visita àquela mansão abandonada todo mundo na cidade dizia que a
casa era assombrada era uma daquelas mansões antigas cheia de histórias e Mistérios mas sabe como é a gente não acreditava nessas coisas achávamos que era só papo para assustar a molecada então numa tarde quente de verão decidimos que íamos lá conferir eu o Marcos a Júlia e o Pedro nos encontramos na praça e fomos caminhando até a mansão o lugar era enorme com janelas quebradas e a pintura toda descascada a gente teve que pular o muro baixo para entrar no terreno quando chegamos perto da porta um vento frio passou pela gente estranho porque tava um
calorão lá fora a mansão tinha uma aparência sinistra mesmo de dia os arbustos cresciam descontrolados cobriam parte da fachada e davam ao lugar um ar ainda mais abandonado as janelas estavam todas quebradas e a Madeira da casa estava tão desgastada que parecia que ia desmoronar a qualquer momento a porta da frente era de madeira maciça mas estava tão apodrecida que mal se aguentava de pé entrar na mansão foi como entrar em outro mundo a luz do dia entrava pelos buracos nuv de poeira que flutuavam no ar o chão de madeira rangia a cada passo e
o silêncio era pesado como se aa estivesse esperando a nossa chegada os móveis est cobos de Lençóis brancos e havia um monte de coisas espalhadas como se os antigos donos essem Sao pressas Encontramos uma sala de estar com um grande piano de CDA que tinha teclas faltando e cobertas de poeira um grande Candelabro pendia do teto balançando levemente embora não houvesse nenhuma brisa exploramos cada cômodo sentindo uma mistura de excitação e medo a cozinha tinha panelas enferrujadas ainda no fogão e a sala de jantar estava posta para um banquete que nunca aconteceu Subimos às escadas
até o segundo andar Onde encontramos quartos com camas desfeitas roupas espalhadas e brinquedos infantis esquecidos mas o que mais chamou nossa atenção foi o porão era um lugar que sempre surgia nas histórias e lendas da cidade diziam que era ali que os acontecimentos mais estranhos e assustadores ocorriam decidimos Descer as escadas estreitas e barulhentas que levavam ao porão sem saber que estávamos prestes a viver nosso pior Pesadelo o porão era ainda mais sombrio do que o resto da casa a temperatura parecia cair mais a cada degrau que descíamos a luz da lanterna do Pedro iluminava
as paredes de pedra cobertas de mofo e teias de aranha o chão estava cheio de entulho e caixas velhas logo que chegamos lá embaixo sentimos um frio intenso como se algo ou alguém estivesse nos observando a Júlia encontrou um livro antigo em cima de uma mesa e começou a foliar mas estava tudo escrito em uma língua que a gente não entendia Foi aí que as coisas começaram a ficar bizarras as portas começaram a bater sozinhas como se tivesse alguém brincando com a gente a gente ouviu sussurros vindos das paredes palavras que não faziam sentido o
Pedro sempre O corajoso tentava manter a calma Mas dava para ver que ele também estava apavorado o Marcos que estava meio quieto até então começou a agir estranho ele estava olhando fixamente para um canto escuro do porão os olhos arre quando perguntamos o que ele estava vendo ele não respondeu em vez disso ele começou a tremer e caiu no chão se contorcendo todo a Júlia gritou e o Pedro tentou segurá-lo mas o Marcos Parecia ter uma força descomunal os gritos do Marcos eram de arrepiar ele falava coisas sem sentido com uma voz que não parecia
ser dele era uma voz Sobrenatural agressiva e que ecoava pelo porão vazio ele tentou se soltar e partir para cima da Júlia que gritou ainda mais alto segurando a lanterna na direção dele como se fosse um escudo eu e o Pedro nos esforçamos ao máximo para segurar o Marcos ele era forte mais forte do que nunca vimos como se estivesse possuído por uma força além dele a Júlia começou a ficar desesperadas gritando para que ele parasse mas ele não parecia ouvir continuava a lutar contra nós com aquela voz estranha ecoando no porão foi um alívio
quando de repente o Marcos desmaiou ele ficou imóvel no chão e a presença opressiva que pairava sobre nós pareceu se dissipar instantaneamente o porão ficou silencioso novamente apenas com o som da nossa respiração acelerada e o eco dos nossos corações batendo forte o Pedro e eu olhamos um para o outro exaustos e sem entender o que acabara de acontecer com muito esforço conseguimos levantar o Marcos e começamos a nos arrastar para fora do porão cada degrau da escada parecia uma eternidade mas finalmente conseguimos chegar ao andar superior quando saímos da casa o sol parecia ainda
mais brilhante do lado de fora o Marcos estava inconsciente e a gente nem sabia o que fazer a Júlia sugeriu chamar uma ambulância enquanto discutíamos o que fazer Marcos acordou ele disse que estava bem mas ao perguntamos se ele lembrava de algo Ele disse que só lembra de ter entrado na casa depois disso não lembrava de mais nada depois daquele dia o Marcos ficou quieto e reservado ele evitava falar sobre o que aconteceu na mansão e sempre que alguém mencionava o assunto ele mudava de assunto ou saia de perto a gente também nunca mais voltou
lá algo na casa mudou a gente até hoje eu não sei exatamente o que aconteceu naquele porão mas sei que não foi normal eu ainda sinto um arrepio só de Pens naqu lugar a vida Segui a gente cresu eada um foi seu lado mas a lan daquela Mans assombrada nunca vai embora e no fund ao que nenhum de nós quer mesmo saber o que realmente aconteceu com o Marcos naquele dia essa história que vou contar Aconteceu uns anos atrás quando eu e meus amigos estávamos procurando um lugar tranquilo para passar um fim de semana estávamos
discutindo onde iríamos quando o Gustavo sugeriu que tinha um conhecido que alugava uma casa de lago no interior de São Paulo ele disse que o lugar era isolado e perfeito para relaxar então decidimos conferir a casa era meio velha anos que Riam quando a gente anda mas na hora pare um bom lugar para curtir no primeiro dia exploramos tudo o lago tranquilo as árvores ao redor a vista bonita mas logo à noite já deu para sentir um clima meio estranho a gente tentou ignorar focar na diversão jogamos cartas fizemos um churrasco tin no ar que
certo como PES algo que você sente na pele no segundo dia a coisa começou a ficar mais nítida o Felipe que sempre foi o mais tranquilo da turma começou a se comportar de um jeito esquisito ele dizia ouvir vozes cichos que vinham de canto nenhum no almoço ele ficou olhando fixo para o lago como se estivesse vendo algo que a gente não via à noite a coisa ficou séria ficamos conversando até tarde na sala quando o Gustavo foi buscar mais bebida na cozinha e voltou com a cara branca disse que tinha ouvido passos no corredor
mas quando foi ver não tinha ninguém aquilo mexeu com a gente mas o pior ainda estava por vir Enquanto estávamos todos juntos na sala rindo e contando histórias um barulho estranho veio do andar de cima parecia que algo pesado estava sendo arrastado pelo chão todos nós Nos olhamos meio assustados mas tentamos nos convencer de que era só o vento ou algo assim depois do jantar fui até o corredor e Parei em frente a um quadro antigo que pendia na parede a pintura mostrava um homem em uma paisagem sombria com árvores retorcidas e um céu carregado
a figura no quadro tinha um olhar perturbador que me incomodou profundamente sacudi a cabeça e voltei para a sala tentando afastar aquele sentimento ruim foi quando o Gustavo gritou ele estava parado na porta da cozinha olhando fixamente para o corredor corremos até ele e perguntamos o que tinha acontecido Ele disse que viu uma sombra se movendo rapidamente pelo corredor como se alguém tivesse passado voando por ali eu comecei a ficar assustado mas tentava não demonstrar após isso a noite continuou sem nenhum incidente e um tempo depois resolvemos dormir aquela noite foi das mais inquietantes que
já passei mesmo deitado na cama eu não conseguia tirar da cabeça os sons estranhos e os eventos que tinham acontecido durante o dia o barulho de algo sendo arrastado no andar de cima ecoava na minha mente como se estivesse acontecendo ali ao lado apesar de estar longe o suficiente para não ser ouvido diretamente os móveis antigos da casa pareciam ganhar vida própria durante a noite rangendo e fazendo pequenos estalos o vento que soprava lá fora batia nas janelas com uma força irregular criando um som que se misturava aos ruídos internos da casa e eu não
conseguia ignorar a sensação de que algo nos observava os minutos se arrastavam lentamente e o relógio na mesinha de cabeceira marcava cada segundo Como se quisesse prolongar a noite indefinidamente os outros quartos pareciam tão distantes quanto à realidade das hisas de fantasmas que ouvíamos quando é mais novos eu só queria que amanhã chegasse logo de repente um grito cortou o silci er elandra do quarto a lado levantei num pulo da cama e corri até o corredor onde os outros já estavam reunidos todos com expressões de pavor Elissandra estava parada no meio do quarto olhos arregalados
e mãos trêmulas apontando para a janela quando me aproximei viu que a deixou assim do lado de fora pairava uma névoa espessa iluminada apenas pela fraca luz da lua cheia parecia que a névoa se movia de maneira sinuosa como se tivesse uma vontade própria e então naquele momento de tensão vimos algo que fez nosso sangue gelar uma sombra escura se movia rapidamente pela névoa uma forma indistinta que parecia se contorcer e mudar de forma conforme se movia era como se algo Estivesse se movendo ali fora algo que não pertencia ao mundo dos vivos Gustavo foi
o primeiro a reagir ele correu até a janela e fechou as cortinas com força como se isso pudesse nos proteger do que quer que fosse lá fora ficamos ali no quarto escuro todos tentando recuperar o fôlego e entender o que tínhamos acabado de testemunhar depois daquele incidente quem conseguiu dormir de verdade o medo nos dominava e a cada sombra a cada rangido dos móveis antigos nossos corações disparavam não sabíamos o que fazer mas uma coisa estava Clara aquela casa não era tão pacífica quanto pensávamos a manhã seguinte trouxe consigo um silêncio tenso e uma atmosfera
carregada todos estávamos exaustos pela noite mal dormida e pelos eventos perturbadores o café da manhã foi quase silencioso com poucas palavras trocadas entre nós cada um de nós estava preso em seus próprios pensamentos tentando processar o que tinha acontecido depois do café decidimos que era melhor explorar ao redor da casa para tentar se distrair um pouco o sol brilhava forte no céu azul Mas a sensação de tranquilidade era apenas superficial a casa parecia ainda mais imponente so a luz do dia e as sombras que se moviam no corredor durante a noite estavam frescas em nossas
mentes enquanto caminhávamos pela margem do Lago tentando aproveitar o cenário bonito para acalmar os nervos percebemos que o Felipe não estava mais conosco começamos a chamá-lo mas não obtivemos resposta preocupados Voltamos para a casa e começamos a procurar por ele Fomos até os quartos e ao abrir a porta de um eles encontramos Felipe sentado na beira da cama com o olhar perdido e distante como se sua alma não estivesse ali naquele momento tentamos falar com ele mas ele não reagia como se estivesse em outro mundo de repente Felipe começou a murmurar palavras estranhas e ininteligíveis
Saiam daqui ele disse com uma voz rouca e profunda vocês não deveriam estar aqui nós somos os donos desta casa palavas nos arrepiaram Felipe nunca tinha falado assim antes tentamos chamá-lo de volta sacudi-lo suavemente pelos ombros mas ele parecia imerso em uma realidade completamente diferente uma que não entendíamos então tão abruptamente quanto começou Felipe pareceu voltar ao normal ele piscou várias vezes confuso olhando ao redor como se não compreendesse onde estava ou o que tinha acontecido nos últimos minutos todos em silêncio atônitos com o que acabara de acontecer Felipe não conseguia explicar o que tinha
sentido ou dito ele apenas repetia que não se lembrava de nada e que estava bem apesar de seu semblante ainda denotar uma certa perplexidade Decidimos não falar mais sobre o incidente naquele momento mas o clima tenso e a sensação de que algo inexplicável habitava aquele lugar nos acompanharam pelo resto do dia todos concordamos em a casa de Lago naquele mesmo dia arrumamos nossas coisas rapidamente quase em silêncio e partimos sem olhar para trás o alívio de deixar aquele lugar Sombrio para trás era palpável e Nenhum de Nós queria prolongar Nossa estadia por mais um minuto
sequer nos dias que se seguiram tentamos retomar nossas vidas normais aos poucos o episódio na casa de Lago parecia se distanciar como um PES distante Voltamos às nossas rotinas de trabalho e Estudos tentando ignorar o que aconteceu como Se pudéssemos simplesmente apagar aquelas Memórias perturbadoras de nossas mentes no entanto o destino tinha outros planos para nós poucos dias depois nos encontramos novamente na casa de um dos amigos como era costume era uma maneira de mantermos nossa amizade unida nos divertindo com bebidas pizza videogame e baralho naquela noite enquanto ríamos e nos divertíamos tudo parecia normal
até que sem aviso Felipe começou a agir de forma estranha novamente sua expressão mudou seus olhos escureceram como se uma sombra tivesse caído sobre ele ele se levantou abruptamente da cadeira e começou a falar em uma voz diferente mais profunda e carregada de uma presença ameaçadora vocês não deveriam ter ido em embora Felipe disse sua voz ecoando com um tom que não era seu a casa nos pertence vocês despertaram algo que não pode ser ignorado Felipe nunca mais terá paz os olhares de terror e confusão foram trocados entre nós era como se estivéssemos revivendo O
Pesadelo da casa de Lago agora dentro da segurança aparente da casa de um amigo tentamos falar com Felipe tentamos trazê-lo de volta mas ele parecia distante possuído por uma força que não entendíamos finalmente depois de um momento que pareceu uma eternidade Felipe Balançou a cabeça e seus olhos voltaram ao normal Ele olhou ao redor perplexo sem entender Porque estávamos todos olhando para ele com medo e preocupação mais uma vez Decidimos não discutir o incidente naquele momento mas todos nós sabíamos que algo sobrenatural está estava acontecendo algo que não podíamos ignorar ou explicar racionalmente após semanas
de angústia e Incerteza desde a experiência na casa de Lago uma nova esperança surgiu quando Gustavo compartilhou que uma amiga de sua mãe tinha habilidades especiais para lidar com situações espirituais ela era conhecida por trabalhar com energias e espíritos e estava disposta a ajudar Felipe conversamos entre nós e decidimos que valia a pena tentar marcamos um encontro na casa de Felipe que concordou relutantemente apesar de seus pais estarem preocupados com suas mudanças de comportamento no dia combinado A mulher chegou com uma aura de calma e confiança ela trouxe consigo alguns itens simbólicos e começou um
ritual silencioso acendendo velas e incensos Nós nos reunimos ao redor observando com expectativa e um pouco de apreensão ela começou a invocar o espírito que parecia ter se prendido a Felipe sua voz era suave mas firme enquanto ela falava palavras que pareciam atravessar dimensões invisíveis Felipe sentado à sua frente parecia tenso mas disposto a seguir em frente com qualquer solução que trouxesse alívio a conversa com o espírito foi breve mas intensa a mulher mediava entre nós e o mundo espiritual com uma habilidade impressionante ela conseguiu entender o que motivava o espírito a se agarrar a
Felipe e ofereceu palavras de conforto e direção depois de um momento que pareceu uma eternidade a energia na sala mudou o ambiente pesado que nos acompanhava desde a casa de Lago deu lugar a uma atmosfera leve a mulher concluiu o ritual com um gesto final parecendo celar a liberação do espírito de Felipe todos nós sentimos o impacto da aquele momento Felipe parecia mais leve seu rosto refletindo um misto de alívio e incredulidade seus pais ao seu lado durante todo o processo olharam para ele com amor e gratidão por terem seu filho de volta à medida
que nos despedimos da mulher a sensação de gratidão era mútua ela nos tranquilizou dizendo que Felipe estava livre agora mas que todos nós deveríamos permanecer vigilantes e cuidar uns dos outros naquela noite reunidos em volta da mesa de jantar na casa de Felipe Compartilhamos um jantar simples mas cheio de significado com o passar dos dias Felipe gradualmente voltou a ser o Felipe que conhecíamos antes de tudo acontecer sua energia e sorriso retornaram e ao S poucos os sinais da experiência na casa de Lago desapareceram não houve mais eventos estranhos nem seus amig mais próximos també
seguimos em decidimos reviver o aconteceu naquela casa deixando o passado para trás como uma página virada focamos em fortalecer nossa amizade e em criar novas memórias sem a sombra do desconhecido