[Música] Olá pessoal meu nome é professora Débora e o tema da aula de hoje é sistema nervoso autônomo que faz parte do módulo de neurofisiologia nessa aula nós veremos as a revisão das divisões do sistema nervoso as características estruturais do sistema nervoso autônomo e as diferenças dele em relação ao somar características estruturais das divisões simpáticas e parassimpática a função do sistema nervoso autônomo falaremos depois de neurotransmissores e receptores autonômicos e por fim o controle da função autonômica bom o sistema nervoso autônomo é denominado assim porque suas funções ocorrem em nível subconsciente a pessoa não decide
por exemplo aumentar a frequência cardíaca ela não decide aumentar a pressão arterial é uma resposta ao ambiente que a gente está inserido ele também vem sendo chamado mais recentemente de sistema nervoso neurovegetativo ou ou sistema nervoso viceral sistema neurovegetativo correto me desculpem o que que isso eh Por que que isso foi feito porque quando se chama de sistema nervoso autônomo Você tem uma ideia de que ele tem autonomia em realidade a gente vai ver nessa aula que a participação do sistema nervoso central é muito importante paraa integração dos sinais e a emissão de uma resposta
então o professor Cesa timaria um grande neurofisiologista é por isso que aqui tem um asterisco inclusive preferia chamar o sistema nervoso autônomo de sistema neurovegetativo Mas falar sistema nervoso autônomo Não está errado tá nesse slide a gente po pode ver aqui à esquerda o sistema nervoso central e à direita o sistema nervoso periférico com as suas aferências sensoriais somáticas sensorial visceral sensorial especial dos sistemas especiais vamos ver todos nesse módulo de neurofisiologia E aí as eferências que elas podem ser motoras né controlando aí movimento voluntário e autônomas né aqui então a divisão simpática parassimpática em
embaixo vocês vem aqui divisão entérica alguns livros de fisiologia eles não levam em consideração e essa divisão entérica a entérica está dentro né da divisão simpática e parassimpática no entanto um grande né Eh autor né um grande neurofisiologista o Eric candel neste livro Princípio de neurociências ele leva em consideração ao intrico E por que eu gosto de falar rapidamente antes de entrar nas outras nas divisões e na parte estrutural e na fisiologia em si eh desse sistema nervoso eh autônomo do entérico porque o entérico né a gente sabe que a digestão e o peristaltismo elas
ocorrem mesmo depois que existe uma secção da medula por exemplo é claro que com um pouco mais de descontrole é claro que sem controle de esfinter mas a pessoa consegue digerir alimentos absorver e ter motilidade intestinal Independente de uma inação central certo no nosso caso no sistema nervoso entérico a gente tem aqui a organização da parede do trato gastrointestinal a gente vê aqui que o sistema nervoso autônomo né Tem eh fibras diferentes pro plexo submucoso pro plexo mientérico aqui submucoso e a presença do do do alimento a presença do quimo nesta nesta porção de intestino
na na em todo na verdade o trato faz com que as coisas possam acontecer caso que estômago esôfago tem tem menos Independência mas o sistema nervoso entérico ele é extremamente independente e modulado pelo sistema nervoso simpático e parassimpático ele sofre sim o controle e a gente vai ver inclusive nessa aula tá nesse slide nós temos a visão mais Ampla de todo o nosso sistema nervoso eferente e aferente bom o que que acontece então para esse controle como é que a gente encontra né a divisão simpática e apce simpática os neurônios autonômicos que a gente vai
estudar nessa aula vamos começar é do sinal da percepção do ambiente que a gente tem que é captada por receptores sensoriais certo aqui que estimulam neurônios sensoriais aferentes e chegando no sistema nervoso central há uma integração de todos esses sinais tá para que a melhor resposta seja emitida então nós temos neurônios eferentes autonômicos e neurônios motores somáticos os neurônios motores somáticos enervam músculo esquelético controlam os músculos esqueléticos e os autonômicos divisão simpática e parassimpática vão controlar o quê músculo cardíaco vão controlar músculo liso glândulas endócrinas glândulas exócrinas e parte do tecido adiposo e uma resposta
vai ser emitida em que há uma retroalimentação percebida porque receptores sensoriais e novamente o sistema nervoso central é informado aqui nesse Ness nesse nessa parte desse esquema dessa figura esquema nós encontramos o sistema nervoso entérico que tem autonomia de funcionamento independente do controle do sistema nervoso autônomo mas existe o controle do sistema nervoso autônomo essa setinha aqui certo ele por si só controla o seu próprio músculo liso contração as suas glândulas exócrinas e algumas glândulas endócrinas certo e também há né um sinal para que isso ocorra é claro que a presença do alimento a presença
do quimo E aí a estimulação aferente também ocorre porque o sistema nervoso está sempre sendo informado né do Estado metabólico ou do Estado fisiológico do nosso organismo essas ess essas essa o sistema nervoso autônomo ele tem uma diferença estrutural já nos seus neurônios com relação ao sistema nervoso somático nessa figura a gente vê que o corpo neuronal do neurônio pré do neurônio emergente aqui do do sistema nervoso somático tá está sendo eh eh projetado até o seu órgão efetor normalmente mielinizado né naquela condução bem rápida de sinal secretando acetilcolina paraa contração de músculo esquelético por
exemplo e aqui na medula espinhal do neurônio de um num sistema nervoso autônomo nós temos a uma via com dois neurônios o somático uma via de um neurônio o autônomo uma via de dois neurônios então corpo neural aqui na substância cinzenta né A projeção do axônio preganglionar predominantemente mielinizado a secreção de acetilcolina num gânglio autonômico Lembrando que esse gânglio autonômico é um uma estrutura periférica está no sistema nervoso periférico tá a estimulação então de um neurônio pós-ganglionar que é predominantemente eh não mielinizado e a secreção de acetilcolina e nor adrenalina nós vamos ver que depende
da divisão que tá se tá na simpática ou na parassimpática tá com essa eh estimulação desses órgãos efetores a gente vai observar eh contração e relaxamento de musculatura Lisa eh estímulo de contração e relaxamento de musculatura cardíaca aumento ou diminuição de frequência e força de contração nessas nesse músculo glândulas ocorre aumento a diminuição de secreção e também a estimulação do tecido adiposo bom então a gente viu no slide anterior diferença entre o somático e o e o autonômico certo agora dentro do autonômico nós temos diferenças entre as divisões a divisão parassimpática tem um neurônio pré-ganglionar
mais longo predominantemente elizado sinapse no gânglio e o pós-ganglionar mais curto a divisão simpática tem o primeiro neurônio pré-ganglionar mais ramificado mais curto eh eh sinapse no gânglio autonômico e um pós-ganglionar mais alongado acetilcolina é acetilcolina na divisão parassimpática e acetilcolina e nor adrenalina na divisão simpática bom então a característica esses gânglios eles são importantes aqui na divisão simpática nós temos uma cadeia paravertebral aqui em azul tem a cadeia pélvica e a torácica em que os gânglios estão aqui né É para vertebral mesmo no lado aqui assim paralelo da nossa coluna vertebral e existem outros
tipos de gânglios que são os gânglios pré-vertebrais né simpáticos celíaco mesentérico superior mesentérico inferior que eles estão aqui né em frente à nossa coluna olhando toda a inervação simpática nós percebemos que existem muitos órgãos né tanto de de cabeça quanto de tórax e abdômen inervados por essa divisão O que que a gente pode perceber aqui são algumas características a serem eh eh observadas porque a função também é afetada primeiro que a medula adrenal é enervada somente pela divisão simpática e também músculos peletes artérias e glândulas sudoríparas tá somente né e unicamente eh exclusivos dessa divisão
simpática do sistema nervoso autônomo uma outra coisa bastante interessante de a gente observar é que o número de segmentos das da coluna eh de onde emergem esses esses axônios né que são projetadas essas fibras é menor do que o número de gânglios se a gente pensar no neurônio da divisão simpática que o primeiro neurônio ele é ramificado a gente pensa nossa o que tá acontecendo é uma uma divergência de sinal você tem assim um realmente uma totalidade de controle neural Via é gânglios então algum PR pré-ganglionar pode subir pode descer pode fazer sinapse em gânglios
superiores ou inferiores e aqui todos eles de uma maneira esquemática tá os paravertebrais e os pré-vertebrais mas é só um esquema pra gente ser didático Então pois bem a medula adrenal tem uma inervação exclusiva do sistema nervoso simpático ela tá atuando na descarga adrenérgica em resposta a muitas situações que a gente tem né metabólicas e do meio externo e o que que é essa essa adrenal ou essa suprarenal a gente tem duas né são as glândulas que ficam em cima dos nossos rins ela tem uma parte uma porção externa que a gente chama de córtex
de suprarrenal é essa daqui ó externa tá que é realmente uma glândula endócrina quando a gente estuda sistema nervoso endócrino a gente vai ver secreção de glicocorticoides de mineralocorticoides vindos desse córtex mas nessa aula a gente vai ver a medula da adrenal na medula da adrenal e ela se comporta como um neurônio pós-ganglionar por quê vou explicar para vocês da medula adrenal né Você tem o neurônio pré-ganglionar que secreta acetilcolina na medula na na desculpa da medula espinhal tem um neurônio preganglionar que secreta acetilcolina na medula da adrenal na medula da adrenal existem células cromafins
que são neurônios pós gangan alos modificados e o que que acontece existe como resposta da ligação de acetilcolina a secreção de adrenalina em grande maioria de noradrenalina que depois é convertida em adrenalina e quantidades mínimas e pequenas de dopamina só que esta noradrenalina ela é essa adrenalina perdão ela é secretada para o sangue então Ela atinge Realmente todos os órgãos tecidos num efeito generalizado pois bem descarga de adrenalina resposta de lut ofugi clássico de sistema nervoso autônomo né ou você tá lutando e Fugindo ou você tá relaxando e digerindo né é uma balança que que
acontece então lá falando de sistema nervoso simpático ou de divisão simpática do sistema nervoso o que que acontece pra manutenção o que que é o estado de alerta dilatação de pupila pil ereção sudorese taquicardia né e o relaxamento de musculatura Lisa e contração de esfinter Nós não precisamos do gastro intestinal nesse estado de alerta que que quem provoca esse estado de Alerta nos nossos órgãos e tecidos a adrenalina ela responsável pela vaso dilatação pelo aumento do fluxo S sanguíneo no músculo esquelético coronário pelo aumento de fluxo sanguíneo hepático Por que hepático Professora porque a gente
vai precisar da glicose que tá estocada na forma de glicogênio então a gente precisa estimular esse fígado para que a liberação da glicose né a a transformação de glicogênio em glicose ocorra pra gente poder usar glicose né para ter energia lá do lado neural a noradrenalina provoca Vas construição e diminuição de fluxo da pele renal visceral que não são interessantes no momento de estado de alerta e também essa estimulação neural aumenta a frequência cardíaca a força de contração eh do coração aumenta então o débito cardíaco e pressão arterial que são essas siglas que eu coloquei
aqui agora mudando de divisão acabamos de entender mais ou menos estruturalmente a divisão simpática vamos paraa divisão parassimpática se a gente olhar esse slide a gente percebe que não tem nenhuma projeção axonal vindo da medula da coluna nenhum segmento el elas vêm ou do tronco encefálico ou da medula Sacra nada aqui da torácica nem da cervical nem da torácica nem da Lombar então assim tem uma porção alta uma porção baixa aqui quando a gente olha o os nervos pré-ganglionares que emergem no tronco encefálico é o terceiro o sétimo o 9º e o 10º né dos
pares de nervos cranianos ol óculo motor facial glossofaríngeo E aí o vago os primeiros três enervam glândulas da cabeça já o vago praticamente todos os órgãos com exceção do abdômen inferior e dos órgãos ou da bexiga e dos órgãos sexuais né que tem aí os seus neurônios vindo da medula Sacra existe um esquema de plexo que também ajuda essa divergência de sinal para controle Mais amplo e a gente volta na pensando naquele slide de divisão parassimpática e ins simpática qual eram as diferenças dos neurônios na parassimpática o pré-ganglionar era muito comprido e o pós-ganglionar curtinho
por qu a gente não consegue nem enxergar os gânglios aqui os eles estão partindo das paredes dos órgãos então a gente aqui nas figuras Cadê o gangler lá no para no simpático era tão Evidente aqui eles estão eh mais ocultos mas não são menos importantes tá e quando a gente fala de vago quando a gente fala vago fala nossa vago vago vago vagal vago não é muito importante o nervo vago é de extrema importância né Eh para o controle autonômico ele é um nervo que é predominantemente sensorial tá o vago em si porém né das
fibras eh eferentes motoras do vago 75% são do nervo craniano são parassimpáticas tá E que que acontece você tem aqui nessa altura de de bubo tá o nervo vago e a inervação para menos aqueles órgãos que estão sendo eh inervados pelas saídas sacras né dos pré-ganglionares e o que que acontece no nervo vago né quando você tem uma transfecção do vago principalmente aqui na na altura de bubo você tem paralisadas estruturas de deglutição respiração batimento cardíaco é muito complicado né você tem primeiro essa esse problema de deglutição e depois um acelerar cardíaco exacerbado você não
tem né o o controle das duas divisões e isso acaba em problema respiratório e acaba em morte é muito comum tá quando um acidente por azar a pessoa tem a transfecção aí do vago nesse slide nós temos Então as duas divisões postadas aqui né a simpática e a parassimpática tendo a inervação dupla em praticamente todos os tecidos todos os órgãos tirando mesmo sem preeto adrenal e músculo petor artérias e glândulas sudoríparas quando a gente fala em dupl inervação a gente fala em tonos existe um tonus né uma manutenção de um tonus via essas duas e
eh inervações então a gente não pode falar assim que uma desliga e uma asende Ah agora só tô com o o a a divisão parassimpática ativa só tô com a simpática ativa não é assim essa nervação é constante e traz pra gente um tônus né Eh via via sistema nervoso autônomo pois bem a gente viu estrutura agora vamos ver funções qual é a função primária do sistema nervoso autônomo qual é a função primária do sistema nervoso vegetativo chame como quiser neurovegetativo viceral tá como qual qual que é a função primária bom a função primária é
manter a homeostase tá é regular a função de órgãos efetores de maneira que haja um equilíbrio de dinâmico entre essas duas divisões simpática e parassimpática para que o funcionamento seja bacana frente àquele ambiente então luta fuga Você tem uma adequação que a gente já viu até lá né o que que acontece no estado de alerta repouso digestão é uma hora que você vai estar voltado ao metabolismo à sua digestão ao seu né anabolismo guardar energia vai tá ocorrendo neste momento NS Vamos ver uns exemplos eh logo à frente quando a gente fala de sistema nervoso
autônomo a gente perderia horas falando de cada sistema que ele atua particularmente então na fisiologia cardíaca ele tem suma importância na respiratória também digestório É aí eh renal reprodutor então tem as suas atuações de controle e aqui nessa aula a gente traz rapidamente alguns exemplos para que vocês possam eh sedimentar a informação depois seguimos aí para o entendimento final desses reflexos autonômicos tá então por exemplo um exemplo é Nossa pupila quando há um tono simpático aumentado nós temos o que a gente chama de midríase e quando há o parassimpático atuante a miose certo quando é
que a gente tem midríase ou quando apaga a luz no ambiente escuro em que a gente tem dilatação de pupila ela ocorre né porque os músculos radiais da Íris são são estimulados então eles contraem e puxam a pupila pupila de lata quando a gente coloca uma luz intensa num ambiente nós temos então a constrição pupilar e se chama miose ou também obviamente quando a gente está num estado de relaxamento onde o sistema parassimpático tá mais atuante isso ocorre pela inervação com a contração dos músculos radiais radiais não dos músculos circulares perdão da Íris então há
assim uma contração E você tem então essa diminuição de pupila O que ocorre na saliva quando a gente tá digerindo a gente precisa de uma saliva com enzima com amase né uma saliva que é tem uma secreção mais viscosa você até faz mais saliva mas no intuito de ingerir o alimento quando o simpático estado de alerta está lá né predominante você tem saliva mais aquosa a princípio muito volume e depois uma diminuição que traz aquela sensação de boca seca aí quando a gente começa estudar a gente tem em mente Poxa então o parassimpático eu tenho
uma uma uma digestão e relaxamento O Simpático eu tenho um estado de alerta vamos a gente consegue praticamente deduzir o que vai acontecer nos órgãos então no pulmão Relaxa os bronquios por quando eu relaxo os bronquios em estado de alerta porque a gente tem que aumentar a vazão para que exista mais oxigenação e mais troca gasosa né a gente tá mais ofegante o coração tá batendo mais rápido na divisão parassimpática o o contrário contração de Broncos e formação de muco no coração né bate mais rápido bate mais forte né aumento de frequência cardíaca contratilidade no
parassimpático reduz a frequência diminui a contratilidade esse sinal de adição aqui que tem três aqui no simpático e Um só né no parassimpático representa que o simpático é mais atuante né na força de contração do que o parassimpático aqui a gente Olha o que é essa função cardíaca Esse controle né do sistema nervoso autônomo na função cardíaca então aqui em azul circulado em azul nós temos as aferências as aferências vêm da onde de quimiorreceptores no corpo carotídeo ou de barorreceptores no arco aórtico quimiorreceptores vão vão que detectar o quê no sangue o nosso PH a
nossa concentração de CO2 a nossa concentração de oxigênio tá E os barorreceptores indicam pressão arterial e frequência cardíaca né isso atinge aqui no no no núcleo trato solitário né né no núcleo dorsal do vago aí eh o sistema nervoso central e a resposta via nervo vago aqui ó o sistema nervoso parassimpático ou aqui medula gânglio para eh paravertebral e o pós ganglionar aqui enervando o coração nessa estrutura que a gente viu no simpático e aqui o parassimpático ok bom estômago ele é inibido no estado de alerta o pâncreas também é inibido não para de funcionar
mas as funções são diminuídas e na hora de digestão Essas funções estão ativas porque são órgãos necessárias paraa digestão quando a gente precisa de glicose a gente tem que ter estímulo Da liberação de glicose pelo fígado glicogênio para glicose aqui ao contrário síntese de glicose no anabolismo da digestão e ainda né estimula secreção de vesícula porque a gente vai precisar do conteúdo vesicular né levado à digestão dos alimentos a vesícula e pâncreas tem que estar ativos aqui adrenal né na sua liberação de adrenalina predominantemente um pouquinho de nora dependente do Estado de alerta só no
simpático e a nossa bexiga que quando a gente tá e eh com um relaxamento de detrusor e a contração do esfer e a do externo também que é voluntário né a gente tá não não vai né e urinar num momento de estado de alerta quando a gente tá com o tônus parassimpático mais atuante Então você tem a contração do M enche a bexiga tem o estímulo né pra gente esvaziar a bexiga Você tem uma contração muscular relaxamento de esfincter de musculatura Lisa interno e aí se a gente tá num local adequado a gente relaxa o
sfincter externo e tem a mixão tá partindo já para uma outra parte da aula uma parte que vai ser importante pra farmacologia nós vamos olhar os receptores desse sistema aqui no azulzinho simpático Então você tem sempre o neurônio preganglionar que vai secretar acetilcolina aqui ó aqui nesse outro exemplo também e o receptor no gânglio é um receptor colinérgico nicotínico e lá na adrenal na medula também colinérgico ecot ío já o quando o neurônio pó ganglionar depois da cnice ele é ativado né o sinal eh eh eh passa por esse neurônio você tem noradrenalina para atingir
órgãos efetores quando é neural e adrenalina aqui quando é via medulo adrenal já o parassimpático usa Então como primeiro neurotransmissor a cicolina no gangle a gente já viu isso um receptor colinérgico nicotínico então você vê aqui a mesma coisa aqui só que o pós-ganglionar quando atinge um órgão efetor ele secreta também acetilcolina mas o receptor é muscarínico aqui isso é bastante legal e é muito foco da farmacologia né estudar esses receptores para né agonistas E antagonistas sintéticos pra gente aí tratar diversas patologias então resumindo aqui nesse quadro adaptado aqui da do livro da silverton de
fisiologia humana nós temos neurotransmissor da divisão simpática nor adrenalina dá para simpática acetilcolina tipos de receptores adrenérgicos para noradrenalina alfa e beta e colinérgicos para acetilcolina nicotínica e muscarínico existem tipos de Alfa 1 2 tipos de Beta 1 2 3 N1 2 3 4 5 M1 m2 vocês vão quem for estudar isso né Eh saiba que existe né e habitualmente a gente coloca aqui esses asteriscos bem chamativos porque dentro né da neurofisiologia nada pode ser tão cartesiano e tão simples o nosso corpo não funciona assim então a gente põe observações porque quem for estudar essa
área quem for se interessar você tem que saber que algumas terminações nervosas pós-ganglionares eh simpáticas liberam acetilcolina tá via via sudorese isso existe a gente Já identificou na ciência isso outros neurotransmissores são liberados n sinapses autonômicas que transmissores são esses é como o neurotransmissor principal o ATP asmen dopamina a gente já conhece e também neuropeptídios e além deles existe o óxido nítrico que atua como um neurorretiniano o que que é mediar é um controle fino é fazer com que esse controle para que a homeostas ocorra ainda tenha um controle refinado um controle perfeito tá E
aqui tem lá regulação de funções gastrointestinais respiratórias urinárias e reprodutivas nesse quadrinho eu gosto de colocar esse quadrinho para chamar a atenção de vocês que claro né você tem receptores adrenérgicos por exemplo um e dois né E aí você tem onde você encontra eles na maioria dos tecidos alvos né simpáticos no trato gastrointestinal aí você tem uma diferência de sensibilidade não é que não responde a adrenalina responde a noradrenalina mais que adrenalina o b1 tá lá no músculo cardíaco responde igual tanto adrenalina quanto noradrenalina o b2 tá em vaso sanguínio em músculo liso e alguns
órgãos responde mais adrenalina do que a noradrenalina que que é interessante a gente ver aqui entre o B1 e B2 que numa mesma descarga neuronal né adrenérgica E noradrenérgica você tem um músculo cardíaco que quando recebe eh essa ess essa adrenalina responde com aumentando a força de contração e a a frequência e o vaso sanguíneo por exemplo coronário né o que acontece Você tem uma dilatação para que mais sangue precisa chegar para que o movimento do coração ocorra então é bastante interessante que o receptor vai editar dentro da célula o resultado funcional né da sua
ativação e aí a gente com o receptor é o que leva a Batuta para realmente eh terminar né dar o sinal de função o sinal né de eh ação e o beta3 aqui no tecido de Poso é bacana a gente observar Tem sim receptor beta3 no tecido faz tempo que foi identificado Então os estados né Eh de humor os estados eh de de eh ansiedade depressão também afetam o sistema nervoso o o tecido de Poso isso é bem bacana e por fim pra gente já ir indo pro final da aula a gente vai pro final
O que é pô como é que eu qual como que ocorre o controle dessa função autonômica dessa função que vai culminar numa homeostase do organismo ela acontece através de reflexos autonômicos viscerais isso é simples e a gente já vi na aula e vai recordar aqui quando a gente olha ass esse slide a gente pode pensar por exemplo na mixão qual que é o estímulo da mixão é a bexiga começar a encher tá lá rim ureter a gente tem todo lá o sistema renal quando ela vai inchando ela vai né estirando a musculatura ativa o receptor
quando ativa o receptor Você tem uma resposta um reflexo autonômo que é o quê urinar bebês fralda urinam Cada vez que a bexiga enche até um certo ponto Então você tem aqui o um neurônio né um interneurônio e aqui o nosso neurônio que a gente viu essa aula inteira o pré ganglionar o gânglio e pós-ganglionar e aqui o alvo que seria a bexiga tudo bem a resposta urinar a gente tem essa informação sensorial indo pro encéfalo Sim nós temos que nós sentimos que nós estamos com vontade de urinar que a bexiga está cheia há um
aviso para o encéfalo certo então o reflexo autonômico viceral a gente pode definir a a defecação eleção periana são bons exemplos também que podem acontecer sem o controle do encéfalo tá pode acontecer sem um controle de céfalo no entanto há uma influência das vias descendentes do encéfalo Isso é a melhor definição de que outra maneira ocorre Esse controle da função visceral através de reflexos autonômicos integrados no encéfalo principalmente no hipotálamo no tálamo e no tronco encefálico que on essas regiões tê centro de contoles homeostáticos nós vamos ver no próximo slide Como isso acontece quando a
gente olha esse slide a gente pode olhar aqui né o a região hipotalâmica e a região do tronco encefálico ponte bulbo aqui bem definidos Então a gente tem controle de temperatura balanço hídrico e comportamento alimentar no hipotálamo e aqui né em Ponte bubo controle de bexiga urinária os respiratórios e por exemplo de pressão sanguíne no bubo né aqui pressão sanguínea então o que que a gente tem como eh resumo disso que as informações de receptores somat seriais e viscerais vão para esses centros tá E esses centros eles podem gerar ostas que são ou autonômicas ou
são endócrinas ou são comportamentais aí a primeira coisa que a gente pensa como comportamental Ah não O luta fuga é comportamental que vem da nossa do nosso Estado de alerta tudo bem mas não só isso é comportamental porque a gente tem isso na ideia de comportamento motivado pra defesa ou comportamento motivado pra gente viver se a gente tá com sede nosso comportamento boca seca é e beber água frio nós nos agasalhamos calor nós nos nos despimos vamos tomar um banho frio então isso é um comportamento motivado que leva um controle eh homeostático tá então isso
é um reflexo aí integrado no encéfalo e por fim um uma outra forma de controle da função autonômica é é a conversão de estímulos emocionais inv viais então o que que acontece a gente tem informção sensorial integrada entre córtex e sistema límbico e essa informação pode gerar emoções então quando a gente ruboriza quando a gente tem frio na barriga né estômago quando a gente desmaia quando vê uma agulha as fobias todas as pessoas passam muito mal então ela tem uma coisa visceral que vem aí né um reflexo visceral que vem eh desse estímulo aí sensorial
que atinge o sistema límbico e se integra com o hipotálamo e pra gente terminar essa aula a gente tem esse quadrinho que se vocês conseguirem enxergar aonde a gente tá nesse quadrinho a gente fez a lição de casa então vamos lá comigo que eu vou ajudar vocês isso vai ficar bem e fixado na memória de vocês tá bom então desse lado esquerdo aqui a gente tem o sistema nervoso somático deixa esse para lá que vocês vão ver em outras aulas tá o reflexo somático e aqui a gente tem o sistema nervoso autônomo então receptores sensoriais
tá que então a gente viu lá no começo da aula que que seria a parte branca é sistema nervoso periférico a parte amarela sistema nervoso central o que que seria essa alça aqui como é que a gente enxerga essa alça Aqui de baixo se a gente pensar na aula quem é né o órgão que independe do controle Central é o trato gastro intestinal plexo entérico mientérico a autonomia que tem lá de El autogerir presença de alimento né peristaltismo secreção ali tá ali só que ele também sofre influência do sistema nervoso central pra gente lembrar que
a gente comentou no começo da aula esses reflexos longos esse primeiro reflexo longo é mixão pura e simples ela acontece e ponto e aí aqui em cima nós temos o hipotálamo colocado aqui né com bastante destaque que vai sim ter os centros de controle autonômicos certo vai ser o centro de contes homeostáticos e vão est assim muitas informações sensoriais passam por hipotalamo e aqui em cima então o límbico né informação entre córtex e límbico que vai afetar né os nossos centros de processamento e que vai atingir os nossas vísceras transformando Então essa emoção em eh
reação visceral tá em reflexo viceral espero que vocês tenham gostado da aula Essas são as referências utilizadas Pra gente montar a aula Se tiverem alguma dúvida por favor entre em contato eu desejo a todos vocês um bom estudo muito [Música] obrigada n