Você está no Varejo Cast. Este episódio do Varejo Cast é patrocinado por Smart Tef, VMSP Stúo, Alter Vision, One Beit. >> Olá, amigos do BJC, tudo bem?
Você agora acompanha com a gente o nosso tradicional episódio especial da NRF 2026, aquele episódio que a gente convida quase todo mundo que teve lá para participar com a gente e dar o seu principal insite. A pergunta é: qual o insite que você tá trazendo pro país na bagagem da NRF 2026? Bora conferir o pessoal que participou com a gente.
Paulo Sérgio da Presence. Eu percebi que na CNRF teve pouquíssima evolução de hardware, nenhuma novidade quase. E os hardwares que tem com destaque para as vitrines são mesclas de tecnologia.
De um lado vem os hologramas que passam a ter integração com IA e uma interatividade maior, seja através dos é um lado. Do outro lado a gente tem os LEDs ou os LEDs transparentes que deixa a vitrine impermeável num bom sentido, ou os pontos de LED. foi o destaque de evolução de hardware no mais, o ponto principal foi a utilização da IA integrada, seja integrada num leitor de código de barras com que passa a ter muito mais inteligência do que só leitura, seja a IA integrada nos robôs fazendo mais coisa do que exclusivamente rota, mas observação 360 e mas certamente certamente o ponto forte foi a utilização da IA no software e nessa camada de software, a o X muda completamente.
Muda tudo, fica diferente, o uso de software fica diferente, principalmente saindo de guspir dados para começar a fazer análise e recomendações. E é a forma de ter atividade com o próprio software que muda radicalmente. Esse para mim foi o ponto forte 2016.
Aqui é Adriana Vidal da Flores e como uma empresa de desenvolvimento humano, eu quero dar destaque ao uso da inteligência artificial para melhorar a experiência do colaborador. Muito se falou sobre os agentes de compra, muito se falou sobre os impactos no consumidor. Infelizmente, poucas palestras trouxeram esse tema, mas a gente percebe o quanto essa ferramenta pode sim melhorar o bem-estar, melhorar as condições e os recursos de trabalho para que sim os colaboradores possam entregar com mais excelência aquilo que eles realmente precisam fazer como humanos.
Fala Vargas, aqui Juliana Neves da CUB Arquitetura. E o que eu tô mais gostando de ver esse ano de 2026 aqui em Nova York é a materialização de todos os conceitos que a gente ouviu na NRF de 2025 sobre o varejo físico. Eu particularmente me interesso muito por arquitetura sensorial, é o título do meu livro, minha grande pesquisa de mestrado e tô adorando ver as Inre Life Experiences no varejo físico novaiorquino em 2026.
Espero levar isso pro Brasil de volta e poder aplicar em todas as lojas que a Cuba Arquitetura projeta. Valeu. O Dair José Mobacque da Crescer Bem Consultoria Empresarial.
E o meu principal insight referente à feira foi que eu vim para verificar se o varo realmente tá acabando, que era a minha percepção, porque as vendas online hoje estão crescendo assim de uma rapidez numa forma exponencial, assim que eu, na minha visão, o varejo estaria encerrando varejo físico, mas consegui a percepção de que o varejo físico não acaba desde que se una ao precisa se inserir no mercado digital. né? Pode ser venda simples aí, coisas simples, começando pelo WhatsApp, Facebook, Instagram, TikTok.
É, mas ele precisa se inserir nesse mercado, senão realmente, hein? Quem não se insir nesse mercado tá Fala meus amigos do Varejo Cast, aqui é o Stefano, sou CEO da Wise, quando sobra RP, sistema de gestão para micro pequeno logista. Obviamente o que mais me chamou atenção foi a questão do Google lançar aí todo o seu protocolo para ser a grande plataforma do comércio agêntico e o quanto isso está em alta aqui, tá sendo falado por todas as empresas, quanto eles estão apostando nisso como futuro do comércio, né, do nosso retail, do varejo.
Mas acredito que isso vai ser muito falado. Então eu quero trazer um insite interessante do dia de ontem que foi sobre a questão do mercado de wellness, tá crescendo mais do que o mercado de fashion e o quanto saúde não é mais um nicho, né? saúde, na verdade, tá passando por todos os nichos.
Então, a gente pode olhar para isso e entender que é uma mudança no comportamento do consumidor e não é só da geraçãozinha, de todas as gerações, tá? todo mundo se cuidando mais e por isso as empresas estão tendo que adaptar muitas vezes os seus produtos e outras agregando novos produtos para aumentar ticket, aumentar mix, focado em saúde e tendo grande sucesso com isso. Das muitas coisas que me chamaram atenção aqui na NRF, uma delas para mim é uma virada de chave muito significativa e ela tem a ver com o lançamento que o Google fez em parceria com a Walmart e com diversas outras empresas, que foi o lançamento do protocolo universal de comércio, que permite com que agentes de inteligência artificial consigam fazer compras nos nas suas nos estabelecimentos comerciais eh de forma autônoma.
Isso traz uma mudança, porque no varejo a gente se preocupa em encontrar a pessoa certa para vender pra pessoa certa. Eh, mas e se a pessoa agora que eu tenho que convencer também é um agente de inteligência artificial? Ou seja, eu tenho uma nova área que se abre aí para que a gente possa, entre aspas, convencer esse agente a comprar na minha empresa e não na outra.
Então, publicidade, marketing, todos os elementos que estavam voltados especificamente somente para pessoas. Elas provavelmente vão ser reviradas aí por um novo comprador, que são os compradores de inteligência artificial, os agentes de inteligência artificial. Aqui é Vera Zafari, sou fundador e CEO da Vera Zafar Co e trabalho com arquitetura de varejo.
Um dos insites que mais me tocou nessa MRF veio da pesquisa apresentada pela WGSN sobre o Third Place. As lojas estão sendo chamadas a ir além da venda e oferecer algo que hoje é raro. Acolhimento.
Espaços mais claros, fáceis de entender, com percursos intuitivos e menos excesso de informação. Ambientes que acalmam, organizam e convidam a pausa. Em um mundo cada vez mais acelerado, a loja física pode e deve ser um lugar de respiro.
E quando isso acontece, a experiência muda e o vínculo com a marca também. >> Eu sou Regiane Ded de Oliveira, sou economista do Instituto de Pesquisa Fecomércio e estou na gerência do Instituto. Para mim, o que mais me chamou a atenção aqui na NRF foi a questão dos dados sendo trabalhados juntamente com a inteligência artificial.
Então, a possibilidade da gente poder utilizar a inteligência artificial para a interpretação dos dados é fantástica. Então, é um momento muito importante eh para o instituto com esse olhar de levar informações para a tomada de decisão dos empresários sul matogrossense. Colocar aqui um pouquinho da minha percepção da ANRF 2026.
pegar >> como você e o Caio trouxe a ênfase e a a gêntica também concordamente. Todos as palestras, o tema foi o principal da tecnologia e o avanço de forma cada vez mais autônoma. Penso assim que isso traz as decisões aceleradas e amplia também muitas possibilidades em todos os negócios.
Mas um ponto que também chamou muita atenção e para mim eu penso que é comum e também negociável, né? é o fator do humano que segue assim sendo insubstituível, que é na troca, né, no olhar crítico, na estratégia e na leitura do contexto que a inteligência artificial realmente ganha sentido. Sem pessoas não há nenhuma direção à falta do propósito ou impacto real.
Então penso que isso trouxe para mim marcou bastante e volto ainda mais fortalecida com essa missão da importância de ter uma direção, propósito e as pessoas ao centro. >> Meu nome é Leandro Fideles. Eu sou CEO da AM Labs, a maior empresa de tecnologia para minimercados autônomos do Brasil.
Aqui naf de 2026, uma coisa me chamou muita atenção. Ano passado falaram muito de retail media, falaram muito de inteligência artificial, esse ano novamente falaram disso. Só que teve um tom nas palestras desse ano e nas conversas de corredor que foi o seguinte: no final do dia, o que funciona é o simples.
É fazer o simples e estar presente de corpo e alma com o cliente, não somente transacional. É isso que eu vou levar, é isso que reforça minhas convicções, é isso que traz clareza. E força pro nosso mod.
Simples, rápido e fácil. >> A startup israelense One Bit possui uma tecnologia de gestão de esto que alia big data e inteligência artificial para garantir uma estoque mais enxuto e oferecer uma redução de até 70% nas rupturas de vendas. Isso é possível porque o seu sistema de otimização de supply chain possui algoritmos que monitoram o comportamento do consumidor nas lojas e no e-commerce e realiza predições sobre quantos e quais itens devem ser entregues em quais lojas.
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>> Muito bem, Daniel Sacamoto, gerente executivo da CNDL. NRF desse ano deixou uma mensagem muito clara para todo mundo. O futuro do varejo deixou de ser uma promessa e virou execução.
O grande destaque do evento, sem dúvida alguma, é a inteligência artificial aplicada de forma prática numa camada mais profunda e com ênfase especial em agentes de a que já atuam de forma autônoma tomando decisões, aprendendo com dados em tempo real e tem muito agente já executando tarefa estratégica e operacional. A tecnologia e a inteligência artificial saem do campo experimental e passam a integrar a a rotina e o dia a dia das empresas, personalizando a experiência do cliente, otimizando estoque, prevendo demanda e com muito foco em eficiência operacional. Outro ponto que eu destaco é o equilíbrio, que em várias palestras e painéis eh foi mostrado sobre tecnologia e o fator humano.
Apesar do avanço da IA, a NRF deixa esse recado reforçando que as pessoas continuam no centro do varejo. Liderança, cultura organizacional, experiência do cliente seguem sendo aí diferenciais competitivos e agora potencializados pela tecnologia. Mais do que um diferencial virou obrigação, né?
E no campo das inovações práticas, chamou atenção lojas inteligentes com RFID, inventar o tempo real, checkout cada vez mais fluido, provador conectado e todo tipo de solução que integra o físico e o digital de forma quase invisível pro consumidor. Tudo isso pensando em reduzir atrito e aumentar conveniência. Então é isso, o tema The Next Now resume bem o espírito do evento desse ano.
Não se trata mais de olhar para aquilo que tá vindo, mas sim de implementar agora o que já tá disponível. A INRF 2026 mostra é um varejo mais tecnológico, mais eficiente, mas também mais humano, focado em entregar valor real ao cliente e resultados concretos, efetivos pro negócio. >> Sou Fátima Merlin, sou da Connect Shoper e também retail Thinker da Varejo 180.
Para mim, na minha perspectiva, a NRF 2026 teve como dois grandes vetores simultâneos. De um lado, eficiência operacional extrema, com o uso pragmático da inteligência artificial e de demais tecnologias, mas sobretudo de outro, as experiências mais humanas, relevantes e comunitárias. E no que diz respeito às tendências que sustentam aí no médio prazo, no longo prazo, tem a ver com inteligência de inventário, inclusive o inventário como uma estratégia central é a que faz, evoluindo inclusive para os modelos de agente, o retailio mídia com mensuração aprimorada, comunidade e cultura como pilares não apenas para a aquisição, mas sobretudo para a retenção e a homicanalidade mais pragmática.
focando em resolver fricções reais. >> Oi pessoal do Varejo Cast. Aqui é o Renato Miller, jornalista especializado em varejo, cofundador da CAFER Content Studio.
Questão da IA agêntica chegou para ficar. Vamos falar muito sobre agentes de ar no próximo nos próximos anos e não é uma discussão para daqui a muito tempo, é uma discussão já para hoje e isso muda totalmente a jornada de compra dos clientes. É uma coisa que a gente vai perceber muito o efeito ao longo do tempo, cada vez mais de uma forma cada vez mais intensa em uma série de atividades.
Um bom exemplo é a questão da busca por produtos, que vai e mudar radicalmente. em alguns casos vai deixar de existir. Quando máquinas vão falar com com máquinas e fazer a compra em nosso nome a partir de regras que nós colocamos, toda a lógica do SEO e toda a lógica da jornada tradicional de compras muda.
E as empresas precisam se preparar para isso, se preparar para ser relevantes em um cenário onde os padrões de jornada de compra que nós conhecemos deixam de existir. >> Aqui é a Patrícia Quin Eliano. minha empresa chama estoa, estratégias digitais, do que me chamou atenção, eh, o uso de IA, enfim, e aplicações para time interno, né?
Então, a gente sabe que essas aplicações todas a gente pensa muito em marketing, em logística, mas eu vi vários casos de uso para time interno, né, para funcionário, tanto para melhorar a produtividade, para ajudar ali no trabalho de funcionário, quanto do ponto de vista de RH mesmo, pro cara entender quando é que ele tira férias, quando quando ele tira folga, enfim, tem um víço na ADM que é aquela rede de farmácias europeia, é Vi da Krueger, Wegmans, enfim, muita gente falando de empoderamento do colaborador, dentre outras coisas. >> Olá, pessoal do Varejo Cast. Aqui é o Henrique da Fundação Getúlio Vargas, do Centro de Excelência de Varejo.
Eh, bom, evidente que os dois pontos de maior destaque foram a IA, principalmente o comércio por meio de IA, de agente de IA, né? E o segundo deles, o Retail as Media, né? as lojas como eh ponto de construção de marca, de comunicação de marca.
E eu acho que esses são os dois principais elementos que a gente vai levar de volta pro Brasil, né? Qual que é o efeito da IA generativa no comércio como um todo e como que isso vai mudar o comportamento do consumidor? como o consumidor vai reagir e comprar diferentemente utilizando e como os varigistas podem fazer eh da comunicação em ponto de venda uma nova fonte de receita para eles.
>> Fala pessoal do Varejo Cash, aqui é o Luiz da Inside the Box e para mim a NRF 2026 ela se traduz em uma palavra maturidade. O que eu mais vi e até comparando um pouquinho com 25 foi que as empresas estão mais maduras, os varegistas estão mais maduros quanto a temas geral de tecnologia e obviamente principalmente na IA. Eles falam no palco muito menos sobre a tecnologia e muito mais sobre a aplicação, sobre os processos que melhoraram.
E acho que isso levanta uma atenção muito forte para todo qualquer fornecedor de tecnologia que precisa estar cada vez mais maduro também e conectado aos processos dos clientes. Para mim a palavra é essa, maturidade. >> Salve Varejo Kester, salve Caião, salve Alecrm.
É a delícia contribuir com vocês. É, eu acho que a grande discussão aqui foi a gente aterrizar em como é que os agentes autônomos conseguem ajudar toda jornada aí de crescimento dos varejistas com mais rentabilidade e do outro lado ajudar a eficiência operacional buscando excelência aí nos processos de maneira complementar os recursos humanos existentes, habilitando mais capacidades para eles, enquanto eles fazem seu trabalho de maneira mais produtiva e permite, inclusive que esse tempo que seja economizado e possa ser dedicado ado atividades que vão gerar mais valor pelo negócio do varegista, seja se relacionar com o cliente, seja ter operações mais ágeis, mais rápidas e que possam responder mais rápido pras necessidades do mercado. Abração para vocês.
>> Aqui é o Farroco. Eu estou como CDO do grupo RAP. Então, tem uma parte que não foi tão mencionada nessa NRF 2026, que são temas que são importantes, mas que já tão, parece que incorporado no dia a dia do dos varegistas, né, que é retail media, não se discute muito mais, né, não teve muita evidência esse ano.
E a questão de homem cananalidade, difusão de canais digital e físico, tal, isso já é alguma coisa que já tá intrínseca no varejo como um todo. Então, não é que não é ou que não seja importante, é que já tá pensado como alguma coisa eh do dia a dia, entre aspas, né? Uma camada intermediária que também acho que tá começando a já ser considerado quase como entre aspas uma questão de infraestrutura, é a questão de tratamento de dados, enriquecimento de dados, coleta de dados e obviamente a então nessa coluna do meio e nessa layer do meio teria dados e a como alguma coisa já em uso de uma certa forma constante, de uma forma penetrada nas várias ações que o varejo tem e no topo, né?
né? Essa parte mais nova, vamos dizer dessa forma, é o Agentic ecommerce, que veio aqui, inclusive anunciado pelo CEO da Google. Então, agenticional, bem como o comportamento do cliente, a jornada do cliente, essa influência que esse agent commerce vai ter na decisão do cliente na hora da compra, né, totalmente integrada.
Também nessa parte superior teve várias demonstrações aí de robôs humanoides que já estão chegando cada vez mais próximos da gente ter aí um convívio no dia a dia com humanoides. Não vai demorar muito tempo. A gente vai ter aí o RH, talvez vai chamar recursos humanoides mais do que recursos humanos, né?
a gente vai ter aí um colega do lado que potencialmente pode possa ser um anoide, mas permeando tudo isso como se fosse uma coluna lateral a toda a esse gráfico que mentalmente eu montei aqui, tem gente, né? Ou seja, os humanos em si. Tudo isso tá pautado em muita gente, muito ainda muita decisão, muito contato.
Então é gente para treinar esses modelos todos, é gente para resolver BOs que sejam mais relevantes e é gente que precisa muitas vezes falar com gente. Ainda o nosso varejo tem essa característica de ter essa coluna, né, de gente sendo alguma coisa angular, né, uma pedra angular, né? Todas as visitas que a gente fez nas lojas aqui dos Estados Unidos, a gente viu que era uma preocupação de todo mundo falar do time, de gente e a paixão que todos nós temos que ter pelo varejo.
>> Daqui há alguns anos vamos falar dessa NRF 2026 como aquela em que o conceito do comércio agêntico se consolidou, mudando para sempre a forma como as pessoas passaram a comprar. Para mim, esse foi o conceito mais poderoso desse ano, com a apresentação do Google e Walmart e fechando com a maravilhosa e didática palestra do Jason Goldberg, da publicist. Ao transformar o processo de descoberta e interação com as marcas, a IA obriga o varejo a acelerar o seu processo de evolução, incluindo mudanças ainda mais importantes nas lojas, que deixam definitivamente de ser apenas ponto de venda, e também mudanças no marketing e nas políticas de engajamento das pessoas nas empresas.
Ou seja, não vai ganhar o jogo quem tiver o melhor canal de vendas, mas sim quem tiver a melhor relação com o cliente. Um abraço do Luiz Alberto Marinho pros amigos aqui do Varejo Orquest. >> Olá, meninos.
Juliemi da VMST Stú aqui. Um dos grandes aprendizados que eu trago do NRF é que a gente não vive mais a era da estética pela estética. surgimento das brandship stores.
A gente vive a era da relevância e da autenticidade e isso muda completamente a loja física. Hoje a loja é um dos principais canais de mídia da marca. Ela precisa gerar atenção, conexão e verdade.
Logo de cara é assim que a gente constrói lojas com alma. A arquitetura organiza o espaço, mas é o VM que dá o significado que traduz a marca, o produto e experiência. Já já disse, num cenário em que tudo disputa atenção, investir em loja física sem estratégia de VM perder o momento mais decisivo da jornada.
O futuro do varejo físico passa por relevância e execução estratégica no espaço. >> Flávia Felgueiras da Resitec Bona Brasil, responsável pelo marketing da marca. E o principal ins que eu levo da NRF 2026 é que o crescimento hoje vem muito mais de clareza de posicionamento do que de volume de ações.
As marcas que estão performando melhor são aquelas que entendem profundamente o consumidor, que assumem um ponto de vista claro e fazem escolhas consistentes em produto, comunicação e experiência. Quem tenta falar para todo mundo acaba sendo genérico e quem escolhe um território claro constrói relevância. E eu acredito que pro mercado brasileiro a grande oportunidade está em sair do marketing reativo e construir marcas com identidade e direção.
que é Fernanda Bortoluz, R da FB Marketing de Varejo, que uma das coisas que mais me chamaram atenção foi claro e a 100% das palestras, assunto mais comentado, porém agora como realidade, como já realidade nas empresas e com uma lupa muito importante sobre agentes de IA e tudo que tá mudando no formato de compra ou como as pessoas compram. Eh, um outro lado importante foi a questão do humano. Então, a gente fala muito em tecnologia, fala muito sobre a, mas o humano cada vez mais forte, as questões de de um pouco de volta ao passado, de volta à quietude, né, nesse mundo tão barulhento que a gente está.
Então, a gente volta um pouquinho para isso. E uma palavra que pareceu muito foi confiança e o quanto o cliente precisa confiar no consumidor. Isso pouco tempo foi o que mais me marcou.
>> E é isso aí. Esse aqui foi só o primeiro episódio dessa série que tradicionalmente tá sempre trazendo o pessoal para participar, tá bom? Continua aqui com a gente, amanhã tem mais um episódio aqui com os principais insites da Enorfts Big Show, maior e mais importante evento de varejo do mundo.
Você sempre confere sempre através do Varejo Cast. Até mais. >> Você assistiu Varejo Cast.
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Este varejo cast foi editado por Ianes Maciel. M.