O grande vilão é você mesmo, é você a sua própria incapacidade de ter disciplina. Fui pra Tailândia, se ia meditava, vivi com os mes, raspei a cabeça, fiquei três meses lá no primeiro monastério. Eu adquiri algumas habilidades assim que para mim foram fenomenais. Se eu não quisesse pensar em algo, eu não pensava. Essa é uma habilidade que eu não sabia que era capaz você controlar sua mente nesse Ponto, simplesmente colocar pro lado algo que você não quer pensar. É meio que o que a meditação ensina, né? você praticamente está aprendendo a focar, a tirar os
pensamentos, a deixar passar. Então você perceber que você literalmente não precisa de muito para atingir um estado de consciência que você consegue apreciar cada momento da sua vida. E a meditação tenta trazer isso para você. Independente aonde você tá, independente com quem que você tá, a Sua mentalidade tem o poder de perceber o que tá acontecendo na sua vida e alterar isso de forma que se torna um momento prazeroso, mesmo os momentos que pode ser causa. Faz essa pergunta o tempo inteiro. Estamos começando mais um L Podcast. Hoje eu tenho a honra de receber Greg
Vinevan. aqui no programa. Cara, muito obrigado por ter aceito o convite. >> Eu que agradeço. >> Eu tava te falando ali em off que Conheci seu canal no YouTube ali, vi a série que estava lá na China treinando com falei: "Puta que [ __ ] isso aqui é muito além do que eu imaginava que poderia ser. Muito maneiro, gostei muito." Então, um prazer ter você aí, cara. Valeu. >> Prazer é meu. Eh, eu acho que a série veio também para mim mostrar como que era e eu aproveitei para mostrar um pouco como é que era
e o treinamento lá, né? porque tem poucas informações em Português, eu quase nunca vi, né? Então eu quis já me preparar para poder gravar, né? Foi um dos intuitos assim. >> Cara, me explica assim e até pro nosso público que se alguém ainda não te conhece, eh o que que exatamente você faz hoje? Assim, você é instrutor e eh de kungfu? O que que é? >> Sou instrutor, professor de kungfu. Eh, hoje eu trabalho no Mente Pura. A gente criou um aplicativo de aulas online, né? Então, eh, e também a gente oferece Retiros. E aí
nos retiros, já fazem uns três anos que a gente começou com os retiros, também veio de uma proposta do budismo e trazer um pouco das práticas físicas e espirituais. E, bom, integralmente eu trabalho com isso, né? Eh, tanto nas aulas online, que as aulas são online, e presencial, no retiro, né? Então, desde que eu voltei para São Paulo, a gente realizou um, né? faz em dois meses e vai ter o próximo, a gente faz um a cada três meses, mais ou menos. >> E o que que o que que vocês passam lá nesse retiro, cara?
>> Eh, demorou pra gente conseguir estipular um roteiro que nos agradava, né? Porque >> a gente precisava educar o pessoal que vinha das práticas que a gente faz, que são práticas budistas na grande maioria, né? tanto kungfu. E aí tem um outro professor comigo, Ata de yoga e ele também vem do yoga tibetano, que também é budista. Então, a gente tentava trazer Essas práticas que eu vivenciei no monastério e tem nas tradições para um pessoal que não conhece, né, que nunca experimentou nada disso. Então, tinha gente que nunca treinou com fu, nunca fez tigon, nunca
fez meditação ou tava tentando fazer meditação, mas não consegue. E aí eles vão nessa busca de trazer as práticas e utilizar elas como ferramenta de autoconhecimento. >> Essa era a busca. praticamente a gente vai acordar cedinho, treinar e meditar, Comer direitinho durante esses três dias. >> Que massa, né, cara? >> Como é que começou isso na sua vida, cara? Você tava me falando aqui em off que é você até fez artes marciais como quando mais jovem, tal, mas o que te levou para se aprofundar no que foi e tudo mais foi o budismo, né? >>
É bom. Eh, eu fiz arte marcial, comecei pelo My Tha 15 anos eu parei com as artes marciais e Fui só pra academia, parei com os treinamentos assim de combate, né? E fui pra academia e fazia musculação ali básico todo dia. E nisso teve um período da minha vida que eu me aproximei da filosofia e comecei a ler filosofia. E um dos autores que eu gostava muito é o Herman Hess e ele escreve um livro Demian. Eu me apaixonei por esse livro e comecei a ler outros livros dele. Aí >> cheguei no Sidarta, que é
uma versão dele falando sobre a vida de Buda. Ele Passou um tempo na Índia, né? E ele escreve sobre Sidarta numa filosofia romântica tentando mostrar para pro leitor o que Buda aprendeu com as experiências que ele teve. Então, foi muito interessante. Ali ele fala da meditação, do jejum e me deu alguma, virou uma chave ali. Eu falei: "Bom, também quero meditar". Aí passei a meditar, percebi que melhorou muito a minha concentração. Eu conseguia ler por mais tempo depois da meditação. E isso Foi assim virando algumas chaves para eu tentar me aprofundar mais até o ponto
>> legal, cara. e algumas confirmações assim, tanto na minha vida pessoal e numa conversa eu tava um pouco mais presente, eu ia ler o livro, eu conseguia ler por mais tempo, se concentrar mais na mensagem, escutar um livro, né? Tudo eu percebia que a minha consciência tava ficando um pouco mais aflorada e aí eu ia me apaixonando por isso e tentava meditar cada vez mais. >> Meditação também foi meu pontapé assim para começar a estudar essas coisas. >> Uhum. É. E aí chegou algum momento assim que foram várias, né, assim, situações na minha vida que
me mostraram o quanto você tá consciente é muito melhor pra sua vida. E aí eu eu fiquei pensando, tá, mas como que eu realmente medito, né? Até então eu usava aplicativo, tentava meditar um pouquinho, mas não tinha assim eh tanto tanta profundidade. E buscava você, quando você busca sobre Meditação, você encontra um milhão de fontes. E aí eu falei: "Tá, se tem alguém que sabe meditar, são os monges que meditam, né, na, para mim, a vida dos monges deve meditar, né?" E aí veio a ideia de eu ir pra Tailândia, pro monastério, para aprender e
pro retiro de meditação. >> Você tinha quantos anos? eu tinha, quando eu comecei a meditar, eu deveria ter uns 19 e quando eu fui, eu tinha uns 25, assim, quando eu fui Pro primeiro monastério, né? Eh, ou foi antes, uns 24, talvez. Nisso eu tinha um amigo também que, meu, ele montou um CEB, um centro de estudo budista, que é o que tá comigo nas aulas, o ata, né? e a gente meditava juntos, jejva, então a prática começou a se aprofundar aqui no Brasil. Daí eu fui paraa Taândia, tive a opção, comecei a meditar, vivi
com os mes, raspei a cabeça, fiquei três meses lá no primeiro monastério por conta do visto, depois Voltei para lá mais um tempo. Eh, e ali me apaixonei, teve acho que fases da minha vida assim que eu falei, acho que eu vou virar mong. >> Cara, mas como é que foi essa experiência lá? O que que o que que foi te impactando ali? O >> que que me levou? É, então eu lembro de eu já tá quero aprender a meditar. Onde é que é o melhor lugar? É no monastério. Um dos lugares mais acessíveis, Tailândia.
Então vamos pra Tailândia, Pro monastério. E tinha um monge chamado Nick, que eu seguia no YouTube, que ele falava sobre meditação e ele fez o convite, né, do monastério, do retiro lá, eh, no norte da Tailândia, em Pai, né, no perto de de como é que é o nome? Bom, no norte da Tailândia, na cidadezinha de pai. Aí ele fez o convite, meu, se você quer aprender, vem para cá, vem estar com a gente, vem vivenciar isso, vem aprender com a gente. E aí eu fui, quando eu cheguei Lá, eh, não, antes de eu chegar
lá, já tava escrito no site deles que se você não tem prática em meditar por longas horas e em jejuar, não vem, porque você não vai conseguir. Então, eu não tinha, mas eu tinha um desejo de ir para lá. Então eu comecei a meditar mais longo assim, né? Passei a meditar 20 minutos, a 40 minutos todo dia. Eh, jejuar um, eu tentava fazer 24 horas assim, >> é muito diferente, né? Tipo, eu comecei a meditar 10 minutos também. Quando você Tenta fazer práticas de 30, 35, muda tudo, cara. É outra vibe, né? >> É. Uhum.
E parece que o seu corpo ele se acostuma, né, com os 10 minutos. Então, 10 minutos acaba ficando simples. Você já sabe que o tempo tá acabando, mas aí 40 minutos já é um pouquinho eh é mais profundo, né, a meditação. Quando eu cheguei lá, eu já tava me sentindo preparado e consegui levar assim essa tradição teravada, né, deles lá, que é uma Tradição que segue os passos de Buda. Então, tem algumas regras monásticas que outros monastérios não têm. Por exemplo, eles não cozinham, não podem cozinhar e aí tem que ter doações de alimento, né?
Eh, eles vivem meio que isolado e aí por eles não cozinhar e ter as doações, todo dia pela manhã eles saem no vilarejo e coletando os alimentos. E aí você faz parte de tudo isso, né? Eh, você tem a vida dos mes, acorda cedinho para meditar, faz parte de tudo isso. Tinha Um mon australiano que ele guiava as meditações e foi um dos que eu conversei bastante. E para mim foi assim, eh, um divisor de águas total. Eu, >> como que era a rotina lá? >> A gente acordava bem cedinho, umas 4:30, e aí tudo
escuro, era um lugar meio frio porque era no alto ali, era numa montanha. Eh, aí a primeira meditação, meditava das 5 horas às 6 e aí começava os mantras. Então era uma hora de meditação Mais meia hora de mantra e aí vinha a mendincância. Aí a mendincância que é essa prática de ir no vilarejo coletar alimentos. Aí a gente na felinha assim, monge na frente, bem legal. E coletava, depois vinha, voltava, tinha o café da manhã. Depois do café da manhã, esperava mais um tempinho, a segunda meditação. Aí meditação das 10 horas, acho que era
mais 1 hora30 por aí. E aí vinha o almoço e a última refeição que era uma Que era 11:30. E aí você só ia comer no dia seguinte. Depois tinha mais uma meditação, à tarde era livre, mais uma meditação às 5 horas e o a cerimônia de mantra em encerramento do dia também. E aí essa era a vida. Então na tarde eu conseguia ler, às vezes eu saía um pouco ali eh pela tinha uma florestinha assim, alguns caminhos, né? A gente sempre cortava a floresta andando também. Os monges tudo descalçam. Isso era uma cena que
eu lembro bastante. Está seguindo os Monges assim, eles tudo descalçam. E bom, eu comecei a perceber que a minha profundidade na meditação aumentou. Então tinha, eu adquiri algumas habilidades assim que para mim foram fenomenais. Se eu não quisesse pensar em algo, eu não pensava. Então uma das cenas que aconteceu, meu visto tava acabando, eu precisava de uma passagem e eu troquei o SIM card do celular e não conseguia receber a mensagem que quando eu tentava pagar mandava pro celular. Mas era 9:30 da noite, eu precisava dormir e eu falei: "Bom, não é para hoje". E
aí simplesmente você medita um pouquinho e dorme é uma habilidade que eu não sabia que era capaz você controlar sua mente nesse ponto, simplesmente colocar pro lado algo que você não quer pensar. Mas é meio que o que a meditação ensina, né? Você praticamente está aprendendo a a focar, a tirar os pensamentos, a deixar passar. E essa foi uma das habilidades assim mais notáveis que eu consegui. Tanto que quando eu saí de lá, falei: "Meu, não posso perder tudo que eu consegui, deu trabalho." Então eu tentava manter a rotina monástica, mesmo não estando mais no
monastério. E aí veio várias dificuldades, né? Eu não queria muito est em rodas de amigos assim, conversar com todo mundo, porque eu ficava muito disperso e aí começava ter eh >> Você você voltou muito mais sensível Assim à >> muito mais muito mais porque a sua percepção fica muito mais apurada, né? Você tá prestando atenção no ambiente o tempo inteiro lá em treinamento. Então quando você volta para um ambiente com muita coisa acontecendo, você fica assim: "Nossa, pera aí, né? É difícil de você se concentrar". E aí eu fiquei meio que recluso assim, fazendo meu
próprio retiro. Nisso, eh, eu fui pro, eu conhecia os outros lugares na Ásia, né, E fui pro Vietnã e um amigo que eu conheci lá, um francês, ele já tinha ido pro Vietnã e ele falou: "Meu, vai pro Vietnã, você vai gostar". Falei: "Ah, já tô aqui mesmo, vou para lá". Quando eu tava viajando no Vietnã, na cidade lá, eu nem fui para isso, mas tinha um monastério. E aí eu falei: "Ah, já que eu tô aqui, né, não custa nada eh ir conhecer". Quando eu cheguei no monastério, o monastério que eu tava na Tailândia
tinham aproximadamente uns 15 Monges. O do Vietnãs 500 discípulos e monge mais 300. E aí tinha as mongas também e era muito grande em Dalat, né? Também numa cidade montanhosa assim no Vietnã. Eu já me impressionei assim eh com causa impacto, porque o que você conhecia era outra outra realidade ali de monastério, >> o tamanho do monastério, a quantidade de monges, né? E aí falei: "Ah, não custa nada perguntar se eu posso aprender alguma coisa na tradição". E aí eu Lembro que eu ia perguntava pro monge, ele balançava a mão, isso aqui é não para
eles, né? E depois que eu entendi, no momento, no começo não sabia o que que significava e apontava outra direção. E aí eu ia, daqui a pouco perguntava para outro monge. [risadas] Aí eu cheguei até um monde que falava um pouco de inglês e espanhol, que ele aprendeu sozinho. Eh, ele, eu perguntei para ele, falei: "Meu, Eh, fiz parte da dessa tradição aqui, né? tava como discípulo na Tailândia e gostaria de entender um pouco mais sobre a tradição de vocês, se for possível. Aí ele falou: "Mas você já comeu?" "Não, então vamos comer primeiro". Aí
me serviu uma baita de uma refeição e falou assim: "Ó, amanhã 3:15 volta aqui e você vai começar, tá bom?" E bom, o primeiro dia foi bem cômico, porque eu tava num hostel, tinha festa no hostel e não consegui dormir nem um Pouco. Cheguei lá quase virado pra primeira meditação, 3:15, dormindo, caindo pro lado assim. E aí comecei a ver a diferença da tradição. Então, na tradição tervada >> você regra de como se sentar corretamente ali. Já na tchan é extremamente metódico. Então, você senta em lotos ou meia lotos. Eh, com olhar entreaberto, olhando pra
parede. E aqui tem uma almofadinha ainda que você coloca aqui, apoia e aí você Fica. E tem um outro monge que ele é responsável por fiscalizar a sua meditação e ele tem uma espada de madeira. E e eu falei: "Meu, onde é que eu me meti, né? Onde é que onde é que eu vim parar?" Porque eu não podia olhar, porque você tem que estar olhando pra parede e tinha um, mas você viu o vulto, né? passando aqui no canto o monge com a espada. E bom, eh, vem da tradição, das tradições antigas, né, de
você ser muito Mais egrado. Ele não batia, porque se ele fosse bater, acho que ele ia me arrebentar ali, porque eu tava com muito sono, tava caindo pro lado, não tava dando. E aí quando você tá com a postura errada, você curva as costas, ele toca as costas, você dá uma ajeitada. Ou se você tá dormindo, ele soltava a espada no meu ombro e eu acordava. E aí esse momento ele falou: "Ó, vai dormir lá". Me levou lá pro quarto, já tinham me dado a roupa também. E bom, a partir daí Eu entrei no monasterário
do do Vietnã. E foi desse jeito, assim, demorou até que eu conheci um um discípulo que ele tinha morado nos Estados Unidos e ele falava muito bem inglês porque eu não entendia nada, eu só seguia e ia e todo mundo achava graça, ninguém deixava fazer nada. E aí esse monastério ele já era da tradição tchã, que é uma tradição chinesa, né? A mesma que eu faço parte da Shaulin T. Eh, e eles já eram autossuficiente. Então, eles tinham e a Própria horta ali, a colheita, tinham os muitos, aquelas bonsis japoneses, aquelas pequenas árvores. Eh, tinham
gogumelos que eles cultivavam, um chá, uma fitoterapia assim gigantesca e eram autossuficientes na montanha e muita gente era tinha muito muitos discípulos, né? Ali a rotina era muito maisgrada, né? Você tinha até o horário da soneca no sino, ali, tinha um sino gigantesco de frente pros quartos. Então ali foi uma experiência muito diferente. Eu Senti que faltou um pouco de preparo porque ali foi muito mais complexo para mim, muito mais difícil mentalmente conseguir me manter. >> O o que que você atribui essa dificuldade assim? o tempo de meditação. >> Então, coloca a rotina de de
você lá também para >> ali era 3:15 na na Tailândia era umas 4:30 que a gente acordava ali, era 3:15 e tinha muita gente. Eu eu tenho assim, a minha vida parece que era um filme. Eu Tenho a impressão de que eu vivi realmente um filme naquele período, porque eu acordava e assim meio sonolento e já ia assim, quando você eu abri a porta dos quartos, já vinham passando a fila dos outros quartos que já estavam todos assim vestidos, tudo certinho e você e eu só entrava na fila. E aí eu ia na fila já
ainda meio sonolento, já pegava a almofadinha, sentava em meditação e ali ficava. E no nas primeiras, assim, a primeira semana Demorou e foi muito complexo a briga interna, porque a minha mente, eu falei: "Meu, o que eu tô fazendo aqui, né? Será que a minha meditação tá funcionando?" Porque na Tailândia era 1 hora, 1 hora:30 e você tinha várias eh mordomi. Você podia encostar as costas, né? Você podia sentar do jeito que você quisesse, >> tá? Não. >> E lá não era extremamente assim regrado e metódico. E eu via o pessoal assim tudo parecendo As
pedras assim, ninguém mas não piscava. E e também você não pode ficar olhando tanto, você só via assim que ninguém se mexia, né? Eu também não conseguia me comunicar com o pessoal. Então foi assim uma um um mix na minha mente de dificuldade. >> Que loucura. Mas assim, aquelas tudo muito bonito, muito lindo, todo mundo é muito feliz, assim, aquela energia alegre, contagiante no ambiente. E eu queria ficar lá, né? Isso daí eles me Deram uns livros em inglês também. Então, eu já tinha um caderno de meditação que isso eu tinha ganhado na Tailândia, no
primeiro monastério, que eu fazia as anotações de como que era a minha experiência na meditação. A gente acordava, fazia a primeira meditação 2 horas, aí levantava, ficava 15 minutos andando e em volta ali numa caminhada meditativa, depois sentava de novo. Aí mais 1 hora e meia. Aí todo mundo assim ia pros seus Afazeres. No começo eu não tinha meus afazeres e então eu ia ler, mas todo mundo ia fazer alguma coisa. Eles não deixavam eu fazer nada. Na verdade eu tentava nem lavar meu prato, eles pegavam assim [risadas] tal e e não deixava. Não, deixa
eu lavar meu prato também, né? E >> por que você acha que eles não deixavam? >> Ah, porque eles queriam ser cortis. É, queriam me agradar ali e todos muito contentes ali com a minha presença. Sempre queriam falar um pouquinho ou se comunicar, me mostrar alguma coisa, né? E aí eu ficava vendo os monges cuidando dos bonsis que com muito cuidado, cuidando da horte, os bonsis assim de 300, o mono tinha 600 anos, né? uns tinha unos bonsaios assim de 150, 200 anos, a coisa mais linda do mundo. Tanto que vinha muitos estudiosos para aprender
com os monges, assim, eles tinham cursos ensinando. Eh, Ali foi o que eu vi a tradução, mas eu senti que eu não tava tão preparado. E eles também uma das coisas mentalmente e fisicalmente preparado para aguentar assim tanta disciplina. Eu nem sabia que era possível ter tanta disciplina na minha vida. Parecia que eram robôs assim, né? tinha era muito disciplinado, só que muito feliz. E e acho que a disciplina que tava até então na minha mente era uma disciplina mais militar, que é aquela disciplina não tão feliz, Né? Não necessariamente feliz e sim imposta. E
lá todo mundo muito contente, muito feliz e e cantando mantra, indo para um lado, pro outro. Então, foi muito impressionante assim. Eh, ali foi o que eu vi que eu conseguiria, que eu poderia ser muito mais disciplinado, porque eu já me achava disciplinado na vida, mas ali eu vi que eu não era, né? E também foi o primeiro contato que eu tive assim com o tchan, o budismo tchan dessa tradição Ali. Eh, depois dali eu comecei a me aprofundar mais nessa tradição. Eu me conheci lá >> três meses. >> E aí eu fui e voltei.
Nesse período inteiro foram seis meses do monastério, porque eram três meses do visto. E aí eu ia, saía e voltava de novo. E aí voltei pra Tailândia, depois fui pra lá, inclusive já voltei pra Tailândia de novo. Tenho amigos que desde aquela época viraram Irmão, assim, já vieram aqui em casa também, o francês que tava comigo. E bom, aí comecei com o budismo tchan. O YouTube entendeu e começou a me mandar os alguns vídeos de outros monges e aí tinha um monge da tradução Shaulin. Foi o primeiro estalo assim que eu vi que o budismo
Shaulin, né, que faziam um kung fu, eram os mesmos monges que guerreiros, né? Aí comecei a me aprofundar mais e veio, fiz algumas aulas online, depois eu, eu morava em Londres nessa época e aí eu comecei a fazer aulas lá em Londres de Shaulin kungfu. lá tem um uma parte do monastério, né? Eh, uma não é um monastério em si, mas uma escola bem conectada com com os monges lá do monastério. E online, me tentar me aprofundar, comecei com as práticas de tigon também, porque lá no Tchan eles já faziam as práticas de tigon. Naquele
momento eu nem sabia que era tigon, né? Depois que eu só fazia os movimentos e Era meio que um uma série de alongamento, respiração e comecei a me aprofundar nisso daí também. Eh, e aí eu lembro que do monastério mesmo, num quando eu saí do monastério, eu mandei uma mensagem pro amigo e eu falei: "Olha, tô OK". É assim no monastério, eh, vamos tentar trazer alguma coisa parecida. E veio a ideia do retiro, né, da gente começar a fazer os retiros. E Demorou até a ideia do retiro se concretizar mesmo, até a gente entender, se
posicionar melhor. A gente começou com os retiros em Ilhabela, eu ainda morava em Londres, então eu vim e voltava. E mais recente, agora que eu fui lá pra China, né, eu sou noivo de uma chinesa, também tem essa esse detalhe, né? Eh, e fui lá pra China conhecer a família dela e eu falei: "Ah, tá, mas já que eu tô indo pra China, né, eu preciso Ir pro para uma escola Chaolin". E aí foi >> que maneiro, cara, >> dos vídeos que você viu, né? >> Sim, cara, antes de continuarmos, te dar um presentinho da
Insider. >> Obrigado. >> Vocês já conhecem essa marca? Já ouviu falar? >> Já ouvi falar? É uma camiseta ali que eles usam um tecido diferentão, que ela uma roupa que você não precisa passar Ela. Então na ideia de [ __ ] pensar menos, tomar menos decisões no dia é algo bem interessante. Então, >> exato. É um negócio que, sei lá, você tira da bolsa e tal, você tá amassada, coloca no corpo, espera 15 minutinhos ali que ela amassa sozinho. Então é bem legal. E é questão de regulação de temperatura também, ela não esquenta tanto quanto
tecidos normais. Eh, se você suar e tal, ela seca rapidinho também. Eu uso para fazer gilgitos, Inclusive. Legal. >> E bom, pessoal que quiser conhecer a Insider, eh, agora nesse mês de novembro é a melhor época para isso, né? Inclusive a melhor época da vida mesmo, não só desse ano, porque tá rolando as maiores promoções que a Insider já fez agora por conta da Black Friday. Então, tá rolando a Black durante o mês todo lá da Insider. E utilizando o nosso cupom loots lut, você pode chegar aí até 50% de desconto em algumas peças. Então,
tá Valendo bastante a pena. Então, se quiser a Tech T-shirt, que ele ganhou, que é essa camiseta clássica da Insider, todo mundo conhece, que tem todos esses efeitos aí que a gente comentou ou se quiser oversized que essa aqui que eu uso, que ela tem um tecido até um pouco mais pesado e tal, é que eu gosto bastante de usar também, pô, as cuecas, as meias, as roupas íntimas femininas também, tudo tá em promoção. Então, confere lá, vê o que que o que que faz Sentido para você e eh se for a tua primeira compra
no site ou então se você usar um CPF novo, você tem aí até possibilita até mais descontos, né? Porque consegue somar ainda mais os descontos que rolam lá, tá? Só não esquece de usar o nosso cupom loots lut e quando você clica aí no link que tá na descrição ou acesso code na teoria ele já aplica sozinho, mas sempre confere. Cara, o qual que é a filosofia do Shain ali? O que que exatamente é isso? O que Que isso significa? Então é um monastério budista, Shaulin Chan. É Shaulin era só a montanha que tá localizada
e aí ficou o nome popular. E esse monastério budista teve um encontro com o monge indiano chamado Bodidarma, que foi o fundador do budismo Zen ou Tá. Esse Bodidarma viajou da Índia pra China, passou em alguns lugares e ele ficou numa caverna, morando em uma caverna próxima a montanha Shaulin. E ali ele viu o monastério. Ele percebeu Que o monastério era tanto vítima de diversos ataques ali na região pela localização que tava e que os monges também estavam sedentários. E era um monde muito forte, morava sozinho, tinha a própria técnica de meditação, que é a
meditação zen dessa olhando pra parede, né? E aí ele resolve passar uma série de exercícios pros monges, hoje a gente conhece como tigon marcial. Eh, e ele meio que fundiu essa tradição, dando origem ao primeiro monastério Tchan zen do mundo, né, que foi o Shaulin. Tanto que agora o novo abate do Shaulin tá querendo colocar isso em prática, né? Eh, a grande diferença que como ele introduziu essas práticas de fortalecimento, de autodefesa e cultivo do corpo, eh, ficou popularizado porque os monges a partir daí começaram a treinar e quando você tem uma disciplina monástica e
coloca isso no treinamento, você vira realmente eh excepcional, um grande guerreiro, né? diferenciou Muito e se tornou uma ali na região uma fortaleza para a civilização que tava ao redor. Por conta disso dos monges guerreiros, eles também tiveram vários problemas com governantes da época, né? Então, a história do Shaulin teve muitos conflitos. Em conflitos eles ajudaram os governantes, em outros não, porque eles seguiam os princípios budistas e não necessariamente a política local. Mas o que popularizou foi o kungfu, né? Porque monge fazendo kung fu e as Apresentações são realmente impressionantes. Se você já vê, se
você já viu alguma apresentação, né, é surreal. E daí que vem o kung fuim também foi a primeira arte marcial que foi documentada. a gente sempre teve arte marcial e sempre teve gente eh praticando, mas filosoficamente com ética, código de valores e documentada foi lá porque eram monges estudantes, né, que começaram a praticar >> e a ideia era fortalecer o corpo, mas Mantendo a consciência e mantendo a presença ao máximo possível. Então é uma prática totalmente conectada com a sua respiração, com a sua energia. E ela, o zen budismo ou tchã, ele se fundiu com
um pouco da filosofia da China local, que era o confusionismo e o taísmo. E aí juntou o budismo e aí virou o que a gente conhece como zen, né? Então você tem a hierarquia, que é muito clara de Confúcio, você tem a meditação e os preceitos budistas, né? E você tem Alguns exercícios físicos, como tigon, eh, e, eh, o parte da medicina tradicional chinesa, tudo isso interligado com a medicina chinesa, com o taísmo, com o confissionismo e o budismo, mas são monges budistas, né? >> Só que brigam, brigões, entre as coisas, >> é que aprenderam
a >> a se defender assim e >> e tem um um controle, um poder sobre o corpo também, né? Forte, não só sobre a mente ali, né? Porque eu acho que todos percebem que tá conectado, né? Por exemplo, se você, uma das coisas que para mim foi complicado na Tailândia é porque eu não tinha atividade física, então eu ficava meditando e aí eu sempre treinei, sempre fiz alguma coisa e aí eu tentava por mim mesmo, mas não tinha um horário estabelecido. E quando eu fui pro no outro monastério no Vietnã, isso para mim foi assim,
é isso, né? Porque aqui realmente eu me senti mais completo. Eu Tô explorando todo o meu potencial, tô aprendendo, melhorando fisicamente, né, entendendo mais sobre o meu corpo e sobre a minha mente em conjunto. E o Shaolin é isso, é você se fortalecer. Aí tem muitas e muitas práticas, né? São 15 anos de tradição e fazendo cada vez mais práticas. Hoje ele também é um ponto turístico, né? Tem em eh em diversos pontos tem monastérios. E tem o ponto, o monastério principal que é na montanha Shaulin ali em Hanan, em Dumfeng. Foi eu Fui visitar
recentemente e fiquei numa escola próxima, né? >> E lá você viveu o dia a dia também de rotina ou você ia para aprender lá? >> Eu vivi o dia a dia, mas não como discípulo monástico e sim como estudante, porque o o os monges chaulin não necessariamente eles fazem kung ffu, né? Não são todos que fazem. Você pode ser simplesmente só um monge, só ter a vida monástica e focar nos ensinamentos, Fazer as meditações, os mantras. E como eu fui com o intuito também de aprender o kung fu, eu fiquei numa escola do Mestre Ru.
É uma escola super tradicional, eh, da tradição Xiaiba, que é uma tradição de 600 anos também. E eles tentam coletar os ensinamentos budistas para que não se percam, né? e foi passado ao meu mestre que é o mestre R. Então eu fiquei nessa escola, foi sensacional. E aí eu tinha vista de estudante de kungfu, né? Então também Muito puxado com o treinamento físico mesmo. Acho que eu nunca tinha passado por um treinamento físico tão intenso, né? Então 7 horas de treinamento era absurdo assim. Eu vejo os vlogs mesmo e eu falo: "Meu, como é que
eu aguentei isso? Eu lembro da minha mente também nesse período, né? Mas incrível, incrível. Depois das primeiras assim eh três semanas, duas semanas, seu corpo já tá funcionando, você começa a perceber muitos avanços, né? Então, na minha Flexibilidade, agilidade, nas formas e aí você não quer mais sair, você quer continuar treinando lá, né, >> cara? O que que é a vida monástica ou o que que os monges mais te ensinaram assim? É claro, tem a questão da disciplina e tal. Daqui a pouco quero entrar um pouco mais nisso, mas uma questão mais igual você falou,
pô, eles estavam felizes ali, sabe? Que que insites você teve em observar a vida deles, assim, observar as pessoas mesmo, Né? O humano ali? >> É, essa é uma boa pergunta. Eu lembro que quando eu tava lá, uma das questões que eu tentava entender era o que levava uma pessoa a virar monge. E eu fiz essa pergunta, né? E eu perguntei pro monge australiano, falei: "Meu, por que que você virou monge? o que que te fez? Qual que foi o o que virou a chave para falei: "Não, eu quero ser monge". E ele falou que
durante uma das meditações, eh, ele sentiu uma felicidade, emaná de Dentro para fora, que ele nunca tinha sentido antes. E eu acho que essa sensação, eu já senti algumas experiências parecidas, assim, eu não sei se foi tão forte quanto a dele, pelo que ele descreveu, mas é uma sensação de que tá tudo perfeito, tá tudo aonde devia tá. Eh, você tá fazendo o correto, você tá alinhado com o todo, né? E essa sensação de tá no momento presente, de apreciar o que o que tá acontecendo aqui agora, eh, é o que os Monges mostram na
vida deles. Então, a vida, por mais, por exemplo, no o que o monastério do Vietnã era super eh gigante, luxuoso, tinha algumas templos de ouro, tal, o quarto e a vida propriamente era muito simples. a caminha de madeira, um colxonetezinho bem simples, a comida que eles mesmos cultivavam, as roupas as mesmas e na Tailândia a mesma coisa praticamente. Então você perceber que você literalmente não precisa de muito para Atingir um estado de consciência que você consegue apreciar cada momento da sua vida. E a meditação tenta trazer isso para você. Independente aonde você tá, independente com
quem que você tá, a sua mentalidade tem o poder de perceber o que tá acontecendo na sua vida e alterar isso de forma que se torna um momento prazeroso, mesmo os momentos que pode ser causa, né? Em alguns momentos, meu, tô num trânsito, tô atrasado, tem um monte de coisa. Se eu mudar a chave Ali, a percepção do momento, pode ser que eu fique em paz naquele momento. E isso eu percebi nos mongres, né? Eles tinham essa capacidade de viver muito bem todos os dias acordar muito bem. Não tinha um assim, nossa, mas não é
possível que nenhum ficava estressado. Eu nunca vi, né? É assim, eu nunca vi. E eu acho que poucas pessoas talvez podem ter presenciado um monge estressado, porque realmente quando a gente pensa na imagem de monge já remete paz, Tranquilidade, é uma pessoa calma, né? E foi isso que eu vi, algo que assim, eu vi pessoas normais que estavam se dedicando após entenderem a mesma coisa que eu entendi, né? Que você ter consciência do momento presente é a melhor coisa que pode acontecer na sua vida. Basicamente isso. Acho que é um um dos ensinamentos mais profundos
assim é nenhum ensinamento, é a simplicidade mesmo. [risadas] Não tem assim, ah, mas qual é o segredo? Você o segredo dos Não tem. É meditar, é fazer a mesma coisa sempre repetidamente, sem eh ficar tomando pequenas decisões. Meu, é sempre a mesma roupa, é sempre a mesma rotina o tempo inteiro. E eles se alegram com isso, de fazer o mesmo, né? Não, não vão, ah, vou viajar, vou tirar férias, vou, não tem isso. É sempre ali neste momento, né? >> É, porque a gente que tem essas ilusões, né, de que, pô, eu preciso viajar, preciso
conhecer outro lugar, preciso Ter um carro diferente, preciso viver uma experiência diferente, né? >> É, eu precisei lá para descobrir isso que não precisa de nada, né? Mas >> até uma desculpa te interromper, que é que conqu é porque eu ia perguntar quando você vem para cá vivendo desafios da vida moderna, vida comum, digamos assim, né? Eh, o que que o que que você percebe assim, você sente? Claro, eu imagino que ser mais desafiador de Meditar aqui do que lá, ou não? >> É, com certeza. O ambiente, né? Eh, o ambiente lá foi totalmente planejado
para que você alcance um estado de esperto. Então, a sua rotina, a não foi pensada por mim, a melhor rotina, foi pensada há 1000 anos atrás, é, 2000 anos atrás, e eles continuam seguindo a mesma coisa. Então, você tem uma rotina que visa trazer o máximo de consciência possível. Então, as meditações, o tempo de meditação, a caminhada meditativa, o Cultivo, tudo ali. Quando a gente faz a nossa própria rotina, já não é bem assim. você já começa a ter, às vezes, a sua não sai do jeito que você espera, não é, você não tem uma
pessoa tão consciente, por exemplo, lá você sabe que o almoço vai tá pronto, porque parece que teve pronto há 700 anos ali. Então você tá vendo tudo acontecendo e vira uma espécie de comeéia assim, né? todo mundo trabalhando junto com o mesmo propósito, que é ficar mais consciente. Quando você sai de lá, você perde isso. É difícil você ter um grupo que de amigos ou de pessoas que buscam ficar mais consciente o tempo inteiro, porque isso também cansa, né? Essa busca de estar presente no momento é algo que você não quer toda hora. Muitas vezes
eu lembro lá na meditação, meu, eu queria dormir, não tô com sono ainda, eu não dormi direito, né? E só que você tá seguindo, meu, tá todo mundo ali, todo mundo tá com uma mente, todo mundo tá Pensando em outras coisas e você tá e isso acaba te influenciando pro bem, né? Quando você sai do monastério, a sua disciplina tem que manter eh tentar manter a rotina, manter o foco e isso é mais desafiador, né? Porque aí não tá todo mundo a seu favor. Ninguém tá nem aí que você tá meditando. Ninguém é não tem
problema, ninguém tá falando calmo, né? Às vezes ali não tem ninguém no monastério, ninguém ia reclamar dos problemas, chegava estressado, não tinha Isso. Então você nem vê, acaba que você não se contamina tanto. E aí vem as claro que a mente humana lá ou aqui é a mesma. E aí você tem o seu próprio, seus próprios anseios, desejos, frustrações lá também, né? Eu ficava assim, meu, mas será que é isso? Que o que eu tô fazendo aqui? Eu não devia estar trabalhando, fazendo alguma coisa, né? Tô dedicando parte da minha vida na aqui. E aqui
a mesma coisa. Essa mente humana continua. Eu, mas será que eu tô fazendo Certo? Será que eu deveria estar fazendo isso agora? Não tenho eh outra coisa. Eu deveria meditar. E eu percebi assim que a disciplina aqui, principalmente individual, vai contar muito. Dá para você manter uma consciência, dá para você tentar ser presente nos momentos da sua vida, mas você não tem o suporte de 500 pessoas ali, né? >> Que prática você mantém aqui? A a o o que você traz esses ensinamentos todos que você não tira de jeito nenhum do seu Dia a dia?
>> Meditação >> em algum horário específico, com algum método específico? Então, a meditação que mais se adequa a mim é a Zé. Então, realmente assim, eu tento olhando pra parede, olhar entreaberto, eh, postura o mais e ereto possível, mais certinho possível, como no monastério. E já tentei várias outras, até na Tailândia eram diferentes as meditações, Tinha olhando pra luz, tal, focando só na respiração e percebendo os pensamentos vindo e deixando ir. Então essa é uma prática que para mim é como se fosse uma âncora. É o que mantém eh a minha mentalidade no presente, porque
você vai se atarefando, vai tendo um monte de coisa para fazer e eu preciso dessa âncora para saber que pelo menos ali eu tenho eu tenho para onde voltar, eu tenho que trazer minha respiração, eu tenho mais consciência. Os exercícios Físicos tigon e kung fu, depois que você consegue assim, você tem as formas, né? E as formas são extremamente detalhadas. Então você faz uma movimentação que encaixa na outra movimentação, uma postura que encaixa na outra postura. E são muito detalhes. Quando você vai pegando todos os detalhes, a ponto desses detalhes ficarem automático na sua mente,
você consegue simplesmente estar ali e aí vira uma meditação, um estado de flow. Então você fazer uma Forma para mim assim, se eu tô na meditação e aí normalmente eu já faço isso tudo na manhã, eu acordo, às vezes eu sento meditação ou às vezes eu pego o livro, eu tô lendo um livro do Tinahan, que é um mão de Vietnamita também, e aí eu já vou fazer um tigon, vou fazer dependendo da energia do tempo, já emendo no kungfu. sempre começa as aulas também ou as práticas do kung fu com o tigon, que é
mais para despertar, trazer energia, melhorar sua respiração. Então são essas práticas que não pode faltar. E no decorrer do dia, muitas vezes quando você percebe que a consciência tá muito distante do que deveria est, né? Se eu tô fazendo uma coisa pensando em outra ou algum pensamento, alguma coisa que tá geminando na minha mente que não deveria estar ali, eu volto atenção de novo pra meditação, vou fazer um tigon, dou uma pausa, né? Eh, são essas ferramentas que eu busco utilizar, que eu aprendi lá Para trazer de volta e tá aqui e tá presente e
meu, tô no trânsito, tá? Tá complicado, tô tomando xingo ali à toa, nem fiz nada, mas tá tudo bem, tá tranquilo, né? E aí vai, assim como os pensamentos vêm, esse vai e vou continuar tranquilo. Pessoal, hoje eu quero dar uma dica muito legal para vocês. Eu conheci inclusive aqui fazendo o Luto podcast com uma das convidadas, Ana Cláudia Zani, psicóloga neurocientista fenomenal. Depois vão lá, Se episódio, mas que ela desenvolveu uma mentora virtual, que a ideia é que através de inteligência artificial treinada com questões psicológicas, com questões comportamentais, você conseguir ali tirar talvez algum
insight sobre alguma coisa que você esteja sentindo, algum direcionamento, mesmo uma mentora que vai te dar todos esses direcionamentos. Então, eu vou até testar aqui para vocês. Eu eu testei ao vivo na da da última vez que ela veio Aí. Foi muito massa. Eu fiquei muito impressionado. E aí eu queria testar aqui junto também pra gente ver o que acontece. Vou falar, sei lá, uma coisa que eu tô sentindo durante esse mês. Vou mandar um áudio aqui pr pra eita, que é a mentora virtual. Vamos ver o que acontece. Eita. Eh, esse mês eu tô
me sentindo muito ansioso, cara. Eu tô vendo que eu tô dormindo mal, que eu tô com muito medo do que que vai acontecer nesse mês. Tem muita coisa acontecendo, é muito trabalho. Acho que eu não vou dar conta. Eh, eu tô precisando de alguma ajuda. O que que você me recomenda? Aí eu mandei esse áudio para eita, né? E vamos ver como é que ela vai responder aqui. Se você manda um áudio, ela manda um áudio de volta normalmente, né? Se você manda em texto, ela responde em texto também. E o que é legal é
que todos os seus dados ali são encriptografados. Então não tem risco de segurança nenhuma, tá? É tudo, ninguém sabe. Eh, eles não têm acesso a quem você é, né? Então eles consegue treinar uma ali muito bem para que tenha todas essas questões eh psicológicas embutidas ali, mas eles não sabem quem tá mandando cada mensagem. Então pode ficar tranquilo, você pode falar do que você quiser ali com a Etão. Ó, ela respondeu aqui com o áudio. Olha que massa isso, cara. >> Oi, LS. Entendo como essa ansiedade Mais com >> senão ansiedade até pior. >> Oi
Luds. Entendo como essa ansiedade te pega forte, ainda mais com tanta coisa ao mesmo tempo. Isso é super comum quando a gente antecipa preocupações, mas dá para aliviar bastante, viu? Vou te propor algo agora para um segundo e observa ao seu redor. Fala para mim duas coisas que você está vendo. Isso ajuda a trazer seu cérebro pro momento presente e acalmar um pouco essa sensação de Sufoco. Depois me conta, quero entender melhor o que tá pegando mais forte. É o excesso de trabalho, as expectativas ou tem mais alguma coisa tirando seu sono? >> Olha aí
que massa, né? Então aqui eu poderia continuar conversando com ela. Infinitamente é muito legal isso aqui. É, e aí na eles prepararam para vocês um link especial para que vocês consigam testar a Eita durante um dia inteiro. Então vocês podem é sem pagar nada, vocês vão ler esse QR code que tá aí na Tela ou então acessar o link que tá na descrição, vai chamar diretamente no WhatsApp da Eita. Vocês vão falar lá e eles vão saber que você veio pelo loots, pelo link, né? E você vai falar que quer testar por querer fazer o
teste por um dia. Você vai começar a testar. Depois me conta o que que você achou. Tô muito feliz com essa parceria, porque é algo que eh genuinamente eu aprendi ali ao vivo que ela lançou, falei: "Putz, isso é muito maneiro, vai mudar totalmente". Às vezes as pessoas não têm condição de pagar um um tratamento eh psicológico, né? Com terapeuta e tal. Aqui a ela não é psicóloga, tá? Ela não é uma terapeuta, ela é uma mentora virtual, mas que você vê que traz aquilo que a gente precisa no nosso dia a dia, na velocidade
que a gente precisa. Então, vale muito a pena. Faz o teste, você vai curtir muito. O link tá aí na descrição. Como é que você lida com a ansiedade? você não sente mais o >> Olha, a minha percepção de ansiedade como ela tem em mim é muito diferente de quando eu vejo alguém falando da ansiedade deles. Então eu não acredito que ela me pegue tão forte quanto eu vejo algumas descrições sobre ansiedade, né? Eh, talvez pelo fato da respiração, tem uma experiência que eu acho que pode mostrar isso. Quando eu fui para Londres, eu uma
das das minhas idas tava na pandemia e eles tiveram o lockdown. Quando eu tava Na fila do lockdown, teve tava um caos ali, tava todo mundo, ninguém podia entrar e eu percebi que meu coração começou a se agitar, começou a bater mais forte. No momento que eu percebi isso, eu voltei a minha atenção paraa respiração e passei a acalmar meu coração. E ali eu comecei a pensar, tá, o que que eu posso fazer aqui? Que que é a melhor opção para eu fazer aqui? Eu percebi um guardinha que tava falando: "Olha, Alguém fala árabe, inglês,
árabe inglês?" Eu chamei ele, falei: "Olha, eu não falo árabe inglês, mas eu falo português e inglês e espanhol. Se precisar de ajuda, eu tô aqui na fila". Ele olhou assim bem nos meus olhos mesmo e falou: "Tá bom". Passou 5 minutos, ele voltou e falou: "Meu, você pode ajudar a gente?" "Posso?" E aí eu comecei a ajudar os guardas da imigração a traduzir as entrevistas, tentava ajudar os brasileiros e explicar Para eles, né? Teve uma cena bem engraçada também, porque o guarda perguntou pro pro brasileiro o que que ele tava vindo fazer ali. Não
fala para ele que eu sempre tive o sonho, desde pequenininho, de conhecer a rainha. Aí eu eu falei: "É o quê?" Eu olhei para ele e falei: "O que que você falou?" Aí ele falou: "Não, pode falar desde pequenininho meu sonho é conhecer a rainha". Eu [risadas] fui e expliquei, eu falei: "Olha, ele tá Me falando aqui que o sonho dele sim bem pequenininho. É conheci, o guarda me olhou, what? V, foi o que ele disse. Falei, o cara falou: "Tá bom, obrigado, pode ir lá". Eu provavelmente eu acredito que ele não tenha passado, >>
mas nessas lindas e vindas eu tava com japala. >> Uhum. >> E o segurança perguntou sobre o japala. a gente começou a conversar ali e eu eh eu traduzi umas cinco entrevistas assim, Então eu tive um tempo de conversa com segurança. Por traduzir tanto as entrevistas, eu já tinha entendido que minha situação também não ia entrar, porque só podia entrar quem tinha família, era lockdown e não tinha o que fazer. E não adianta, se você tava indo de turista a trabalho, só entrava quem tinha família. Eu não tinha família, tava indo a trabalho e já
tava assim, bom, já entendi, vou voltar. tava meio assim pensativo, Complicou a situação, né? Daqui a pouco chega o mesmo segurança feliz da vida. Ô, cheg não chegou um guarda feliz da vida e falou: "Meu, você vai entrar?" Falei: "Como assim?" Você lembra aquele segurança? Então, ele ligou lá e pediu para você entrar. Nisso eu falei assim: "Não é possível, né? Como que uma pessoa que eu conheci há tão pouco tempo e conversei tão pouco pode colocar o trabalho dele, a vida dele em risco para ligar lá e pedir para Eu entrar? E eu saí
de lá, falei: "Meu, posso te dar um abraço?" Ele falou: "Não tem câmera". Eu falei: [risadas] "Tá bom, tô OK". E entrei e aquilo que começou como uma experiência que com certeza ia ser uma experiência negativa, né? Porque o meu coração começou a bater mais forte, talvez seja o início de uma crise de ansiedade, conseguiu se tornar um dos melhores Momentos da minha vida, de maior percepção do caminho que a meditação pode nos trazer, essa percepção de, meu, da sua respiração, do seu coração e como que a gente consegue transformar um momento que tinha tudo
para ser um momento não ia ser terrível, porque eu já tinha nesse período aceitado, né? Mas em um momento transformador, realmente divisor de águas, né? Por conta disso, eu fiquei lá em Londres, passei a pandemia lá e e consegui seguir ali e Foi antes de eu ir pro monastério essa esse período aí, né? Então esse é um dos exemplos de como que talvez a nossa percepção pode nos auxiliar numa crise de ansiedade, algo assim. Eu não cheguei a ter essa crise, mas eu percebi o meu coração batendo mais forte, mais rápido do que normalmente ele
bate. E aquilo é, talvez por você tá toda hora prestando atenção, eh, você nota, né? >> Eu eu eu tenho fases e fases que eu tô mais meditando, fases que eu tô Meditando menos e tal. Já tive experiências bem transformadoras também meditando. Teve, eu lembro uma vez que eu que eu saí de uma meditação, até essa era guiada por um por um cara lá muito [ __ ] Ele e eu saí, eu não conseguia parar de sorrir, assim, eu tava em uma, eu nunca tinha sentido, sei lá, uma felicidade tão genuína por nenhum motivo, sabe?
Não tinha nada me fazendo daquele jeito, a não ser eu ter feito as práticas antes. Era foi mais ou Menos uma hora assim, fazendo algumas práticas de inspiração, de yoga também. Eu e eu tava sentindo uma felicidade e falou: "Caramba, é muito louco poder sentir isso sem ter nenhum agente externo me afetando, me deixando feliz assim, exas assim". Sabe? Isso me mostrou que a gente sempre fala, né? [ __ ] não dá para ser feliz o tempo inteiro. Mas não é bem a palavra felicidade. É, existe um estado que a gente pode chegar de Contemplação
maior, sabe, que faz a vida valer muito a pena, sabe? >> Uhum. Tenho um diálogo do Shirren que é esse monge que tem um monastério na Alemanha e ele fala assim: "Você tá feliz?" E ele fala: "Eu não busco felicidade, eu busco ficar em paz." E aí, e você tá em paz cada vez mais. Então, me parece um pouco a descrição que você deu, é realmente você buscar um estado de consciência que não é nem no ápice da sua do seu entusiasmo, do Êxtase, porque da mesma maneira que se você oscilar muito, você vai para
cima, você cai, né? Então, tá tudo muito bom, muito bom, calma. Mesmo quando tá tudo muito bom, calma. E quando tiver tudo muito ruim também, calma. Vai, vai passar, né? vai continuar, vai dar certo. E esse estado que é um estado pacífico mesmo, eu vejo, acho que na prática assim os comentários, né? Então você tem comentários positivos e comentários negativos. E se você se você Aceita os comentários positivos e isso te traz mais eh potência de viver, os comentários negativos vão te tirar. Então segue tranquilo, não procura não se afetar. um pouco histórico, né? Mas
eu acho que o budismo é isso, é você tentar manter um estado de consciência tranquilo, independente da situação. Mesmo no kungfu, quando seus batimentos cardíacos estão mais acelerados e o treino tá intenso, a sua mente permanece tranquila, prestando atenção nos Detalhes, prestando atenção na respiração. Por isso que tem tantos detalhes nas formas também, porque se você perder a concentração, você erra. É evidente, todo mundo consegue ver que você perdeu a concentração. Você não consegue fazer o exercício se você não tiver muito concentrado, alguma coisa sai errada, né? E daí eh são essas as ferramentas que
eu utilizo para me manter tranquilo e não deixar a ansiedade ou alguma crise assim de Estresse me dominar. Se você perceber antes, você consegue parar e se você não perceber, você consegue utilizar essas ferramentas para sair dela, né, para remediar. No caso, >> é o o que a gente realmente não aprende aqui no no dia a dia normal, né, no ocidente, mas assim, na as pessoas em geral não aprendem. É, é, é o, é justamente observar, perceber, né, o que tá acontecendo dentro de você, né, perceber as oscilações de humor, Perceber os pensamentos e como
aquele pensamento tá te afetando, modificando o seu comportamento e tal. A gente não tem muito o costume de olhar para isso, né? A gente sempre tá sendo afetado o tempo inteiro por essas vozes na nossa cabeça e só a gente só deixa a vida levar a gente. >> É, e é tanta coisa acontecendo, né? Que é por isso que eu falo da se eu não tenho uma âncora para me trazer para um estado de consciência, eu também vou me Perder. E aí eu não sei meu, mas que que eu não era isso que eu ia
fazer, mas que que eu tô fazendo aqui? Aí você já tá aquela que você tá abrindo a geladeira, né? Falei: "Meu, mas pera aí, eu vim para buscar água, eu tô fazendo o quê?" Comendo, né? não era, eu fui no banheiro e aí você já tá em outro estado. Então esse tipo de prática te ajuda a trazer consciência. Não é a toa que eh eu acho que tanta gente fala de meditação que quem todo mundo ou já tentou e já não Quer mais, ou tem gente que assim não consegue ter uma experiência bacana e acaba
sendo sempre mçante você falar disso, né? Mas tem um motivo para essas práticas estarem até hoje, né? eh, fazendo sucesso. Aí quem pratica entende que você tem a possibilidade de ter mais consciência sobre os seus atos, mais consciência sobre o seu corpo, mais consciência sobre a sua postura, sua fala, sua respiração, seus batimentos cardíacos, temperatura do quarto, o que Que tá acontecendo sobre os olhares, o que que como que isso te afeta, né? Como que o estresse do outro me afeta ou não. E a maior prática e mais simples é simples, é meditar. É simplesmente
meditar, né? Busca tá com você mesmo, entendendo o que que tá passando na sua cabeça, seja o seu próprio terapeuta, né? Entendendo o que que se passa ali, pausando, vendo o que que tá acontecendo e o tanto que você vai se conhecendo com o tempo vai te animar, porque aí você Vai perceber, por exemplo, eu o que me animou foi perceber que eu conseguia ler mais. Então, se eu ficava 20 minutos, 30 minutos e perdi o foco e aí já tava olhando pra página, não tava entendendo nada, aí depois eu voltava três páginas que já
tinha passado ali, eu não prestei atenção. Eh, depois eu conseguia ficar 40 minutos, uma hora e aí você fala assim: "Não, tá, tem mudança". Se num diálogo ali, às vezes você já tá cansado, não tá entendendo mais nada que A pessoa tá falando e depois da meditação, depois de um tempo meditando, você fala: "Não, tô conseguindo prestar atenção? Pode falar, tô entendendo, né? E isso foi o que me me motivou a a ir aprender mais sobre a meditação e é o que me motiva até hoje, bom, um pouquinho eu tenho que meditar. Cara, uma uma
curiosidade que vem na minha cabeça agora, eh, você pensa sobre isso, você é afetado por isso, questão de de rede social, de internet, tecnologia, Celular, essas coisas que tão eh tá muito alto falar sobre isso e como isso afeta a saúde mental, mas de uma de uma pessoa que viveu esses períodos, viveu com monges e e pratica isso tudo, como é que você sente que isso afeta você ou como isso afeta as pessoas, sabe? Porque penso, pô, como é difícil a gente lidar com uma série de informações que chegam no mundo real pra gente e
quando a gente vai para um celular, a quantidade é muito maior e muito mais aleatória, né? >> É, eu fico meio distante dos rios. No no no YouTube eu acho que eu consigo ver vídeos mais longos e aí tem alguns canais assim que eu assisto. Mas os rios é uma coisa que me preocupa, porque me assusta a minha capacidade de não perceber o que o quanto tempo eu tô ali. Então eu perco a você perde a noção do tempo. É feito, o algoritmo é feito e estudado para te manter, né? E se eh não te
mantém, o algoritmo aprende a como te manter da próxima vez. E aí, eh, esse Tipo de coisa tem que ter muita disciplina mental e física para falar assim: "Não, já deu, né? Tenho um tempo ali, o meu, eu tenho aquele o timer ali que eu posso utilizar eh o Instagram e eu fico 15 minuto, o que muitas vezes não dá nem tempo de eu ver os stories do pessoal que eu sigo ou de responder alguns comentários, mas eu respondo. Eh, e ou no próprio computador, que aí eu não entro no coisa, eu entro no meta
e aí só Respondo às vezes os comentários, às vezes eh converso. tem um grupo ali no Instagram que é Arte do Ti, que é como se fosse um canal ali que eu sempre escrevo alguma coisa ou eu pego referência em algum dos livros que eu tô lendo. E essa é a minha eh interação com as redes sociais, o celular em si, eu acho que se não for as redes sociais não tem tanto eh complicação, né? Mas >> que as redes sociais nem são redes sociais nem são mais tão redes sociais, Né? Tipo, a galera entra
no Instagram para gastar tempo ver no reals. Não, você não tá socializando de fato, você não tá interagindo, né? >> Eh, eu acho que é uma tentativa de fugir do tédio, né? Eh, você tudo gera tédio e quem medita, na verdade, não, não é tédio porque você tá meditando. E aí para algumas pessoas meditação é tedioso, né? Mas eu acho que quando eu comecei a ter essa percepção que o tédio é um espaço para que você traga a sua Consciência, repense no que você tem para fazer, né? Organize seus pensamentos, não te preocupa ficar no
tédio. Então esperar, ah, eu cheguei eh um pouco antes, 30 minutos de espera, não tem problema, né? Eh, já eu lembro que quando meu vô levava ele no hospital, eu tinha que esperar 3 horas e eu ficava super tranquilo, ou levava um livro, ou meditava, ou fazia exercício, assim, alguns alongamentos ali mesmo. E isso daí eu acho que vai mudando a sua, Ã, visão de como lidar com tédio, né? Porque se você não sabe lidar com TED, você vai tentar fugir dele a qualquer custo. Então, você vai achar alguma coisa para fazer. rede social, normalmente
o mais tira do bolso, já começa a ver um monte de coisa. E quando você tá na rede social, mas não tá consciente, é um turbilhão de informações que passa pela sua mente. E aí no budismo a gente tem uma eh a psicologia budista fala da consciência Armazenadora, que é como se você jogasse uma sementinha que ela pode geminar ali, dar frutos na sua consciência. E se você não tá consciente, pode vir em alguma coisa que vai te deixar mais ansioso, que vai te deixar mais preocupado, que vai te deixar neurótico. Ah, meu, vou invadir
o país, vou entrar. E aí você vai, você não sabe da onde tá tendo essas influências, porque você tá vendo um turbilhão de um te deixa triste, animado, estressado, com raiva, feliz e Aí vai nesse turbilhão de informações e muitas vezes a mente consciente não tá ali para julgar o que que tá acontecendo, né? você entra nesse turbilhão e depois >> os efeitos disso. >> Pois é. É uma uma oscilação muito maior do que a gente teria na vida cotidiana normal, né? >> É, >> mas claro, a gente tem oscila humor, é normal, mas quando
você, cara, já me Peguei vendo reals assim que em um momento eu tô chorando que sei lá, vi um cachorrinho, no momento eu tô rindo pra caramba porque eu vi um meme engraçado, fal cara num espaço de lá 15 minutos. >> É, ou às vezes menos, né? Tipo, você vê um assim triste, você não tem nem tempo de refletir, já já dá muito engraçado. Então eu acho que esse daí é um dos maiores desafios de você se manter consciente e disciplinado. Eh, eu tenho hoje para mim assim como se fosse um uma A disciplina monástica
mesmo, a imagem de um mestre, né, que que guia um pouco as minhas fal assim, não e pronto, [risadas] entendeu? vai treinar e e pronto. Eu lembro na na escola era bem assim, né? Tu não tem muito a a disciplina lá te assusta, mas também te motiva a continuar. E todo mundo lá, por exemplo, as crianças têm acesso a 3 horas de celular por semana. Então, no domingo >> a mais no monastério, >> não, na escola agora é na escola de kungfu. E ali na e esses 3 horas a família liga, então ele quase que
não tem nada para fazer assim. Às vezes quando tem um tempinho eles jogam um joguinho, mas são 3 horas no domingo ali e pronto. Não tem assim, é, é meio que uma disciplina que você se adequa. A mesma coisa quando você entra no monastério, tem uma disciplina que você se adequa e meu, se você não quer tá ali, você sai. O monge Não vai te obrigar a tá ali, mas você escolheu aquilo. Então é meio que trazer essa mesma mentalidade pra nossa vida. Meu, eu já entendi que eu preciso fazer exercício físico. Pronto. Não tem
que, tipo, todo dia tentar me convencer. Eu já entendi. Eu preciso fazer. É a mesma coisa a meditação, né? Então, meu, eu já entendi que eu preciso meditar, meu. Gostando ou não gostando, chovendo quente, eu vou ficar 20 minutinhos aqui e meu, ah, meditação hoje não rendeu, tá Bom? Amanhã talvez renda, né? E você se impor mesmo, eh, ser próprio mestre, né? colocar ali e pronto. E e o o na rede social é a mesma coisa, porque às vezes tá te afetando, aquilo tá te afetando, você tá perdendo tempo de vida, tá complicando sua eh
>> se a pessoa não sente essa isso, né, [ __ ] né, deixa ela. >> É, não tá bom para você, meu. Se se >> mas a maior parte das pessoas vai sentindo. É porque eu acho que a gente Na grande maioria entende que se não fosse as distrações, a gente poderia ser muito melhor eh na nossa própria eh percepção de nós mesmos, né, do que nós somos hoje. >> Cara, agora você falou que até doeu meu coração, [risadas] >> mas eu eu acho que dói em todos, porque eu também sou assim. Eu eu percebo,
meu, quando eu tava na no monastério, foi uma das coisas que me mostrou, porque ou na na escola de kung fuorado Tanto em um curto período de tempo. Então, dá dá eu, meu, eh, por exemplo, 7 horas de treinamento físico por dia, meu, é inacreditável. Eu nunca tinha parado para pensar na possibilidade de eu treinar 7 horas por dia. Antes de eu ir para lá, eu já tava assim me preparando o máximo possível, tentava correr, treinar, né, porque eu sabia que ia ser puxado. Mas chegando lá, parecia que eu nunca tinha treinado na minha vida
e eu nunca senti tanta dor. Assim, Teve momentos que eu não conseguia levantar da cama porque meu pescoço doía tanto que eu tinha que usar o auxílio da mão assim para conseguir levantar. Eh, porque eu eu não conseguia eh levantar só com a musculatura do pescoço e consegui sobrevivi, melhorei muito as minhas capacidades físicas, a um ponto que eh às vezes o pessoal comenta, mas dá para melhorar a flexibilidade depois de adulto? Dá, dá. É só assim, bota 30 minutos de flexibilidade todo dia sem Falta, pronto, melhora rapidinho. Em um mês você tá mais flexível
que você imaginou que poderia ser, né? e isso para tudo. Só que lá, né, nesse tipo de eh ambiente, tudo te traz para isso, né? Então ali no meu, todo mundo treinando e às vezes eh lá na escola a gente acordava 5:30, o primeiro treino era 5:50, então 5:30 eu tava acordando, às vezes eu já tava escutando a corrida dos alunos no corredor, tá? Todo mundo descendo na Escada correndo, eu já é isso, vamos embora, né? atrasado e aí já ia e já tava ali e voltava 10 horas da noite do treino cansado e pronto
pro próximo dia, assim, não tinha muito tempo. Teve muitos dias que eu consegui gravar inclusive e teve outros que eu falei: "Meu, só eu preciso respirar". Só quer dizer assim, eu chegava no quarto, deitava e ficava respirando e aí até o tempo do próximo treinamento e levantava e ia treinar. Era, era isso, porque eu Não tinha eh força física. Eu precisava meu, talvez se eu ficar deitado aqui, meu corpo vai entender que eu descansei e eu vou est pronto pro próximo treinamento. Impressionante como o ambiente ali ele faz toda a diferença, né? Te puxa realmente
para fazer aquilo. Eu você vê as crianças de 5 anos correndo, né? Quando eu cheguei tava- se a temperatura. E aí é meu quarto congelando assim, eu dormia de blusa ainda no primeiro. Depois eu peguei mais Um edredon lá do outro quarto, mas no eu só tava com um edredon muito frio, o rosto assim queimava do frio e eu eu falei: "Meu, mas tem que levantar já." E aí você vê as crianças assim, 5 anos correndo e e ah, gritando lá e aí você vai, vamos embora, né? Então, eh, fora de lá, eu não tenho
como manter 7 horas de treinamento por dia. Queria eu, mas não dá. Mas consigo manter uma. Uma hora eu consigo pelo menos, né? Vamos lá. Não Preciso manter sete, mas uma hora eu tenho que treinar e pronto. Não tem tipo assim: "Ah, meu, mas vou dormir, mas então é, vai dormir menos, tá? Mas você vai, você não falou que ia, né? E a meditação é a mesma coisa. E se eu não faço isso? Porque tem dia que eu falho, eu percebo que eu falei, não é que eu me conden, mas eu percebo que eh é
meio que eu traindo a mim mesmo, eu tipo descumprindo com a minha própria palavra, porque ninguém impõe essa Disciplina eh para mim. Sou eu, eu que que conversando comigo mesmo, entendendo, coloquei minha rotina, coloquei o que que eu devo fazer, o que que melhora a minha vida e se eu não tô cumprindo com isso, eh, parece que eu tô me abandonando, né? Porque eu não consigo, não posso confiar nem mais em mim mesmo. E aí eu mantenho. E aí é como se eu tivesse esse mestre dentro de mim que fala: "Não, treinar acabou, tá chovar,
né? Tá frio, tá meio calor, tá Suando, tá doendo, vamos lá, né? E hoje eu tenho muitas ferramentas para se adequar. Então eu tenho dias que eu tô menos energético, então eu faço um tigon e tem dia que eu tô mais, eu faço algumas formas de como for, né? E aí eu consigo me adequar. Tem as aulas online, então sempre tô treinando junto com os alunos ali, gravando, né? E e a meditação, se eu normalmente eu medito de manhã, mas às vezes eu leio, às vezes eu eu quero ler um pouco e a Leitura reflexiva
me leva a um estado meditativo. E aí eu paro o livro um pouquinho e contemplo, né? Eh, fica ali um tempinho como se fosse uma meditação ou antes de dormir, melhor coisa, porque me dá sono, né? Você vai lendo, lendo, daqui a pouco você não tá entendendo mais nada. Deu meia hora, dormir. >> Tá. Essa essa parte da da disciplina da disciplina monástica me interessa, me interessa muito. É muito interessante, sabe? Eh, eu paro para pens É mais assim, como eles conseguem, sabe? Como vocês conseguem? O que faz vocês conseguirem? Como é que a gente
traz isso pro nosso dia a dia? E hoje, assim, você falando, eu refletindo na minha vida também, vem no pessoal, eh, sei lá, por exemplo, eu tenho um sonho de tocar muito bem o instrumento. Eu olho para pessoas que eu, [ __ ] eu quero tocar nesse nível, eu quero poder fazer essas coisas que essa pessoa faz. E quando eu olho, por que que eu não consigo? É Porque eu não coloco as horas necessárias naquilo. Mas por quê? Porque eu tô distraído com outras merdas. Eu tô vendo vídeo no YouTube, tô vendo res, tô vendo,
sei lá, qualquer outra coisa, sabe? Então é legal pensar nisso que é assim, pô, o meu eh não basta só querer também retirar algumas distrações, né? Porque lá os caras vivem praticamente, vocês vivem, você viveu lá eh sem muitos estímulos externos. Era só faça isso, faça aquilo, Faça isso, faça aquilo, né? >> É, você não tem que pensar no que que você vai fazer, já tem a rotina totalmente estruturada, você só segue. >> E aqui você tem que estruturar sua rotina. É, eu acho muito importante para você estruturar sua rotina muito bem estruturada, mais de
uma maneira que você vai conseguir. Não adianta eu colocar que vou treinar 7 horas, que eu não vou, né? Não tem como. E até porque os treinamentos lá, muitos treinamentos Eu não consigo fazer. Tinha um treinamento de acrobacia, eu não treino, não tô treinando acrobacia muito pouco e tem muitos mais riscos, né? Então eu preciso adequar todo esse treinamento e aí eu vou estipular na minha rotina ali uma hora de treinamento, tá? Tô uma hora aqui, tal, tal, tal, aqui eu vou e pronto. E entrar nessa rotina e seguir como se tivesse imposta por outra
pessoa, né? Como se tivesse meu, você já concordou? >> Tem o cara com a espada lá. >> É, é espada de madeira e o molde vai bater se a coluna não tiver retinha. E essa, por exemplo, essa prática depois que eu saí do monastério, nunca minha postura foi tão boa, né? Porque você fica assim, eh, tão atento à sua postura para não, tanto por conta do monge que tá ali, aquela visão, porque acho que o cérebro pensa: "Meu, vou apanhar". Não vai, ele nunca bateu forte, né? Mas eu não sei assim da onde que veio
isso. Talvez antigamente batia, né? É, o pessoal é >> às vezes antigamente batia mesmo. Então parece que só esse detalhe já te coloca numa postura mais certinha ali. E o o policiamento com as suas ações. E tem um o Tinaran que é mongamita, ele fala de algumas coisas assim que você pode se perguntar que que eu tô fazendo, meu? Faz essa pergunta o tempo inteiro. Que que eu tô fazendo? Ah, tô assistindo TV, tá? Então não tô no celular, tô Assistindo filme, porque às vezes você tá botando, você colocou um filme e tá vendo RS,
aí você não presta nem atenção no filme, nem no Rio direito. Então o que que eu tô fazendo? Vou assistir um filme agora. Separei para assistir um filme, né? Que que eu eu vou treinar? Então eu não tô respondendo mensagem durante o treino, não tô olhando se tô focando no meu treino, na minha respiração, batimentos cardíacos e vamos lá, vamos no treino. Então essa pergunta Ajuda também a você trazer. E aí ele usa também, por exemplo, o exemplo da sanga, você tentar trazer outras pessoas ao seu redor que te ajudem e estejam nessa busca também,
perguntar: "Meu, o que que você tá fazendo? Você tá fazendo agora, né? Não, pera aí, obrigado. Já voltei a atenção, né? >> E isso entra, não é não é só o fato da gente se se distrair muito com rios e coisas do tipo, mas é também o a percepção do que a gente tá fazendo, né? Da onde nossa mente tá, onde nossa atenção tá indo, né? E quanto mais a gente eh percebe isso, mais fácil fica eh essa percepção. A meditação no começo é meu tortura. Eu lembro quando eu ia meu meditar 2 horas, tortura,
não dava assim, doía tudo a minha perna. Teve momento que eu falei: "Eu não vou andar, eu não". Você espera 20 minutos assim massageando para conseguir andar de novo e doendo. Eu falei: "Meu, você isso daí não é Possível que tá tudo bem. E depois você já consegue ficar ali, eh, e você nem vê o tempo passar. Parece que, eh, depois que eu saí de lá, a meditação média que eu tentava fazer é 40 minutos. Hoje, às vezes, eu faço menos, 30 minutos, 20 minutos, mas busco 40. É sempre a busca. E os 40 minutos
vão muito rápido. E eu tenho a impressão que para mim, menos de 20 minutos, eu não consigo nem e prestar atenção na minha respiração direito, porque a minha Perna começa a doer, aí a perna vai doendo, começa a adormecer, formigar, aí dorme. Dormiu, agora sim começa a minha meditação. Não tô mais sentindo a perna, já tá dormindo, né? E aí eu entro num isso da da perna dormir, não tem uma prática que é focada em fazer isso acontecer ou não? >> Eu não sei. Eu sei que para mim era era assim, eu sempre minha perna
ficava me incomodando, aí chega o momento, ela para de incomodar e eu fico numa Consciência mais tranquila, né? E todo, acho que no começo todo mundo vai ter vários, meu, tem muita coisa para fazer. Eu sei que todo mundo é atarefado. Você vai arrumar muita coisa, mesmo você não tenha nada, você arruma. né? E tem vai dar coceira, o nariz começa a coçar, a orelha, braço, a mão, quer ir no banheiro, meu quer tá com sede. Tudo acontece quando você senta para meditar, porque parece que tudo o tudo que a sua mente tenta fugir é
do tédio, né? Tudo Que você não quer não fazer nada. E é é porque aí você vai ter que se examinar, você vai ver os pensamentos passando e aí você vai perceber, meu, olha que eu tô pensando. Pensando isso. >> Por que que você acha que a gente tem tanto medo assim do tédio? É, é porque vem à tona as coisas que a gente tá ignorando, né? >> E é desprazeroso, né? Você, por exemplo, imagina uma sessão de terapia de uma Semana. É quase inimaginável de pensar que eu vou ter que ficar refletindo sobre tudo
que eu fiz na minha vida durante uma semana. E quando você percebe a sua mente, é mais ou menos isso, você tá se autoanalisando. Então, eh, passa um pensamento, você fala: "Meu, por que que eu tô pensando isso? Isso não é bacana. Mas da onde veio isso?" E aí você começa a entender e aí você fala: "Tá bom, mas agora eu tô meditando, deixa ir embora. Vai embora. Daqui a pouco vem outro pensamento e você vai se autoanalisando até um ponto de você conseguir cessar aqueles pensamentos e ficar. Você entra num estado que você tá
bem com você mesmo, porque você tem uma melhor percepção dos pensamentos que não deviam estar geminando na sua mente. Então, se alguém fala: "Ó, fulano falou mal de você". Eu não sei se ele realmente falou ou não. Não tem motivo para eu ficar pensando isso. Ele tá agindo corretamente, com eh Eticamente comigo e com respeito. Por que que eu vou ficar com isso na minha mente? Então eu com essa percepção, não deixo isso me afetar. Eu não vou mudar com ele. Pelo contrário, meu, as ações dele têm sido extremamente positivos e eu vou tratar ele
com máximo respeito, independente do que chegou para mim ali, do que ele falou de mim. Mas se eu não tô consciente, por que que ele tá falando mal de mim? Eu não fiz nada, que cara falso. Ele dando risada. E aí a sua Mente começa, essa semente aí começa a gerinar para um lado que vai acabar com com o seu pensamento, né? Você vai te deixar estressado, bravo, vai começar a ver coisas que às vezes nem tem. Às vezes a pessoa realmente nem falou nada, né? E você já começou assim, coloca o pé embaixo para
ela pisar, para você ter motivo dela falar: "Ó, ó, sabia, pisou no meu pé". Né? É mais ou menos isso que acontece. E e com essa com a meditação você passa a ver que o grande vilão é Você mesmo, né? Não tem assim, meu, eh, alguém que tá, nossa, mas esse cara tá Não, é você, a sua própria incapacidade de ter disciplina, a sua própria incapacidade de eh lidar bem com a preguiça, por exemplo, né? Ser preguiçoso. Como que eu paro com isso? Como que eu melhoro, né? E a nossa incapacidade nos frustra. E quando
você medita, você vê a sua incapacidade. Parece que você vê tudo que tá passando. Meu, que que eu tô fazendo aqui? Por que Que eu tô olhando o rio 5 horas de rio? Meu, tá maluco, 5 horas do seu dia fazendo nada. Porque pode ser que nesse rios eh nenhum deles tem um insite que vai assim te dar alguma coisa que você vai aprender, mas é tipo jogar na mega cena, né? É, é um risco assim que tem aí até em quem que você segue tudo ali. Você tem que ter disciplina para entender que tipo
de conteúdo que você concorda que vai agregar ou não. E se essa é a tua busca. Porque às vezes não É, às vezes a pessoa fala: "Meu, mas eu não quero meditar, eu não quero estar mais presente, eu quero curtir". Tá bom, mas se for o contrário, aí você tem algumas ferramentas, né? Eu não vou falar: "Meu, ah, eu tô, eu quero dar risada, eu quero." Então tá bom, não tem problema. Eh, mas até essa percepção e o seu autoconhecimento vai definir. Esse é o momento que eu tô 5 horas dando risada. Pronto, até você
sabe quem seguir, né? Você não vai seguir um cara Que tá falando de treino, de kungfu, de filosofia, porque, meu, não tem graça, né? >> Total, [risadas] cara. nessa nessa experiência toda, você, eu não sei como formular essa pergunta da melhor forma, tá? Então, vai parecer meio sensacionalista, mas você já teve alguma experiência sobrenatural inexplicável? Porque a gente vê às vezes monges, sei Lá, fazendo coisas de energia e eh eu já ouvi algumas coisas sendo falado sobre isso e enfim, eu queria entender um pouco mais desse mundo, entre aspas, sobrenatural desse do dos monges, sabe?
>> Bom, eh, eu acho que a ideia de ti, que é essa energia vital que tá em tudo, tá em nós e já é algo quase sobrenatural, né? meio que difícil da gente entender como que isso nos afeta, eh, e como que afeta o ambiente e tudo mais. E eu acredito que das minhas experiências essa de entender sobre a energia interna é sempre as mais eh sobrenaturais, assim, no sentido de aquele estado de flow. É um momento que parece que tudo tá em câmera lenta. Você entra num estado tão bom que é difícil de eu
colocar em palavras, mas assim, tudo tá bem, tudo tá tranquilo. E aí você tá fazendo uma forma e o seu corpo vai sozinho, você não tá pensando no que que Você vai fazer e vai realizando a forma, os movimentos, tudo vai encaixando a respiração, tudo tá muito harmonioso, né, com o ambiente, com tudo. Então, acho que esse é o maior eh se se tiver alguma coisa que é sobrenatural, é esse tipo de momento, né? Tem fora isso, eu acredito que o o sobrenatural é você tá tão consciente de tudo que tá acontecendo que parece que
você tem super poderes, né? Eu Lembro quando eu fui na escola de kungfu, o meu professor, o Tyson, uma vez ele tava demonstrando a forma e lá tem uns uns toco de madeira que você sobe em cima para treinar lá e tem uns treinamentos. É alto, perigoso, não cabe nem o seu a sola do pé inteiro, né? E você realiza as formas lá. E ele fazia essas formas de tal maneira que não parece ser possível o ser humano ter tanta capacidade de controle, de equilíbrio, flexibilidade, respiração Para conseguir fazer lá. Então, eh, é o que
você, eu lembro da velocidade às vezes que ele fazia forma, meu na o meu tempo de chutar alto e descer a perna, ele realizava três movimentos. Não dá para acreditar nisso. É algo que você acha que se eu não fosse lá e vereem vídeo, eu não ia acreditar. Falei: "Meu, tá, esse vídeo aí tá mais rápido, né? Tá. >> E quando você vê pessoalmente é impacto, né? >> É, é exatamente. Aí você fala meio". Quando eu vejo um guitarrist pessoalmente fala: "Puta que o pariu, velho". Eu vejo no Instagram, eu tenho um monte aqui, mas
quando eu vejo pessoalmente é outra coisa. >> É, você às vezes vendo ali num vídeo você não tem noção do que que esse que que a pessoa tá fazendo realmente, né? o quanto tempo que leva eh para você chegar naquela perfeição. E o Tyson, ele cresceu na escola faz tem 30 anos, Assim, ele tem 30 anos agora e deve ser 25, 26 anos treinando. É professor lá. Inacreditável. Ele respira com for. É a vida dele. Ele conversando assim, ele tá conversando, aí você tá falando do meio de uma frase ou outra, ele aí responde. Então
na ele tá fazendo as formas mentalmente assim, você per ele no meio da cidade >> realizando as formas. E aí quando você vê essa pessoa, por exemplo, fazendo uma forma é sobrenatural e dá a impressão Que não é possível. >> É a capacidade que o ser humano, o nível que o ser humano consegue atingir ali, né? O o próprio Tigon, ele nasce de uma de uma tentativa do ser humano entender algo que é quase eh >> que que é o tig exatamente >> o a palavra ti na origem dela, ela vem do cessar fogo. E
esse cessar fogo na medicina tradicional chinesa, a gente tenta Balancear ali o as suas energias, o inyang, né? E quando você tem os órgãos internos muito young, então seu coração tá trabalhando demais, é prejudicial, você tenta cessar esse fogo. Então na etimologia da palavra ti, vinha daí. Depois ela foi trocada por uma que vem de dois caracteres que significa alimento e vento. E aí deu mais amplitude pro significado do ti. Quando a gente fala de TI, a gente tem o primeiro são três tis, né? o Ti do céu, que é a temperatura mesmo, o clima
e o estudo da da temperatura, de como que o clima eh muda e e que ele vai chover, a chuva, daí vem o ti da terra, que é como o ti do céu influencia no ti da terra e depois o ti humano, que é como esses dois influencia no nosso. Então, se o ambiente tá frio, é, meu corpo tá frio, eu preciso de uma de mais energia, preciso de uma respiração que adeque e aqueça o meu corpo, mais movimento Mesmo, de mais ênfase nos exercícios, senão eu vou ficar doente, né? Senão eu o meu corpo
vai começar a tremer. Eu tomei chuva, eu lembro, você saiu para correr na chuva, o corpo tá quente, nem te abala, mas você tá andando tremendo de frio, você vai ficar gripado, né? você vai, então, o tigon é a tentativa do ser humano entender como isso nos afeta. E aí eh vem diversos exercícios, diversas práticas de respiração para tentar Utilizar isso a nosso favor. E é uma prática da medicina tradicional chinesa. Você tinha no início escolas, né? Então você tinha eh o Tigon de Confúcio e o Tigon de Lautsé, que são duas escolas filosóficas da
China. De Lautsé, eh, virou o tiguísta e de Confúcio, que é são esses dois tigons principais. Depois a gente teve o tig medicinal. Os médicos perceberam que os os filósofos taístas, né, os estudantes eh e os confusionistas Conseguiam ter um estado físico eh muito bom, né? Porque o seu corpo tá totalmente influenciando a sua mentalidade. Se você tá com o corpo cansado, fraco, é muito difícil você tá apto a ter um pensamento rápido ali, né? E percebendo isso, surge o tigon medicinal, que vai lembrar um pouco uma fisioterapia, no sentido de ser movimentos específicos para
determinado problema ali ou situação. Depois vem o tigista, que aí vem o marcial, né, na verdade, que é meio que preparar o seu corpo pro combate. Então, já vai exigir mais da sua musculatura, né? vai queimar a perna, vai ter respirações mais fortes ali. Às vezes eu tá fazendo um exercício tão lento, mas você não tá aguentando porque tua perna tá queimando, né? E aí vem o tig marcial e depois tem um tig religioso, que é meio que na ideia de você utilizar essas ferramentas para Eh prática espiritual. O tigo, marcial, vem do tig marcial,
mas também tem assim quando você no budismo a gente tem os sutras, que é como se fosse os mantras que você vai repetindo e estudando. Então você tem essas práticas que também são sutras, né? Tem aí dindim que é trazida, acredita ser trazida pelo B dar esse monte de indiano. E esse é o tig. Essa é a prática de você entender como essa energia te afeta. E é quase Sobrenatural. Para muitas pessoas é sobrenatural porque o a a tentativa e a falha muitas vezes você mesmo se engana. Não dá para saber o que que é
realmente energia, né? O que que Ah, não, mas ele tá movendo a porta. É, não tem algumas coisas que eu eu nunca vi isso assim realmente sobrenatural, mas quando quanto à sua percepção de como o ambiente te influencia, de como, por exemplo, se eu tô num ambiente muito quente, no meu treinamento, eu não posso Usar uma respiração muito rápida, senão eu fico tonto. Nessa perspecção, essa perspectiva te dá um vislumbre dessa de como a energia tá te afetando, ou um ambiente úmido, um ambiente seco, [risadas] né, e tudo mais. Esse é o tigon. Essa tentativa.
Você tem na China outros estudos, tem o Fengue, que é como que essa eh você vai construir uma casa, né? Como que a casa tem que estar posicionada pro sol, pro Vento, tal, para ter os mestres do de dessa área para tentar entender como que influencia o ambiente. Esse é o tigon. Essa é acho que é a experiência mais sobrenatural. Aí tem o hard tigon, que aí é você se fortalecer mesmo, deixar a mão que o quebra tijolo, né? Tem tem muitos. >> Ah, que maneiro, cara. Eu nunca tinha ouvido falar nisso. >> É, é
o o os próprios mongolin, quando eles fazem as demonstrações mais Impressionantes, eu acho que tá no hard, né? que é você vê um monge meu quebrando madeira que com a mão e dando, fazendo umas coisas absurdas assim, quebrando um monte de tijolo. Absurdo, absurdo, tomando golpes, né? O corpo e a mente trabalhando junto para que você fortaleça o seu corpo em um nível sobrehumano, né? Sobrenatural. Parece que não, ninguém acredita, meu. Não dá para acreditar, mas aí você vê, você fala: "Meu, tenta tá lá, né, sem quebrar Tijolo, meu, tem não é eu já tive
algumas, não é molê, é um tijolo mesmo, né? Não é assim, se você errar, você quebra a mão, corre esse risco, né? Então tem um processo ali de anos e anos e anos fortalecendo para que 10 anos depois que você apareceu virou algo sobrenatural. Eu eu vi um cara que ah, viu nada? Que mentira? Como que o ser humano vai fazer quebrar 10, tá doido? E realmente quebra. Eles realmente fazem isso, né? Lança, faz Meu, isso tem muitas coisas que não dá para acreditar quando você vai na apresentação lá no na China, né? É, é
só pessoas sobrenaturais. É tudo assim que e o a capacidade humana de de chega em um nível que só vendo para acreditar, né? >> É, isso deve ser lindo, né, cara? Pô, deve ser muito da hora isso, poder ver isso pessoalmente, né? A gente tá falando é outra experiência porque a gente vê os vídeos e é realmente é Impressionante, >> mas para ver na pô o cara e você enxerga quando a gente olha, né, a gente não enxerga só o espetáculo, né? Você fala: "Puta, o que que o cara fez para chegar naquele nível, né?
>> É, >> que que ele teve que abdicar? Quantas horas ele teve que treinar?" Isso é muito lindo também. E aí quando você treina aí que você tipo assim tem uma Percepção do quão distante muitas vezes é e do quão longe, né, o para você chegar nesse ápice aí, para você chegar numa apresentação dessa, né, o quanto tempo, quanto esforço, quão difícil, quanto 90% desiste, né? Não, não dá, não dói muito, não tem como, né? Você percebe isso? Na escola tinha uns alunos que realmente amavam o kungfu e tinha uns que é tá lá porque
a família achou que era bom para ele, né? Então os que amam com fu mesmo, eu todos os que eu Conversei eles gostam, mas tem uma diferença entre você gostar e você, né? Ama Ali. Então o os que amam ali, você percebe, meu, tinha um tinha um menininho com 8 anos, fazia flexão com os dedos, com os dedos assim, absurdo. A gente eu chamava ele de Brueli, o mini Bruel lá. Absurdo, absurdo. Eh, e guerreiros, assim, você via a mentalidade, meu, tá difícil, não é fácil. sempre vai ter assim o grau de complexidade vai aumentando
tanto que Não tem como você chegar no nível de ficar fácil. Vai ser difícil sempre. Você vai terminar tua vida e vai ter nível de dificuldade, né? E mesmo perante a esse nível de dificuldade, um menino de 8 anos com aquela feição de guerreiro e indo para cima mesmo. Vídeo, eu vi uns vídeos no seu Instagram que tinha alguns trechos de das criancinhas, cara. Não, é, é >> muito maneiro. >> Eu eu lembro que quando eu cheguei, eu falei: "Não, é demais pr essas crianças, tipo assim, dá dó." Eu falei: "Meu, como é que pode?
5 anos já tá correndo assim". >> Pô, mas imagina esse cara quando adulto, cara, que que ele não, o ser humano que ele vai ser, né? >> É. E e depois que quando eu saí e eu me aproximei mais das crianças, porque as crianças, diferente dos adolescentes, tinham até 18 anos e acima, mas as Crianças elas não têm a barreira eh que te de social ali. Ela ela chega, senta do teu lado, bota o pratinho e começa a falar e eu não entendo e ela falando, falando, falando e pronto, ela tá achando que você tá
entendendo e vira seu amigo e quer treinar junto e quer fazer as coisas junto. Ela não tem essa essa limitação, né? Então quando eu saí, eu falei: "Não, vou mandar meu filho para cá. Assim que eu tiver eu já sei, meu 4 anos de idade. Mestre, pode tuchar [risadas] aí que >> legal, cara, >> porque é realmente desperta o tem a parte de Confúcio que tem a hierarquia. Isso foi uma coisa que me impressionou muito lá. E aí, Confus tem uma, ele ensina como que você deve se comportar perante a determinado eh outra outra pessoa,
ao próximo, né? Então, o Irmão mais velho, ele querendo ou não, vai ser exemplo pro irmão mais novo, porque é o elo mais próximo, né? O irmão mais novo vai te ver como espelho. Então, se isso é um fato, eu preciso falar pro irmão mais velho. Olha, você é responsável pelos seus atos e pelo exemplo que você tá dando. E vê isso na prática dos alunos um pouco mais velhos ensinando os alunos mais novos é incrível assim, porque eu eles também me ensinavam. Então, às vezes eu tava, o Mestre não tava lá ou o professor
não tava lá, chegavam, ó, tá desse jeito aqui. Obrigado. E eles se ensinavam com paciência, assim, meu, todo mundo tá passando pelo mesmo processo, né? Então, era muito bonito ver essa essa maturidade, eh, porque certo grau de maturidade mesmo nas crianças e a diversão que eles levam, porque por mais que o treinamento é intenso e dói, é, ainda assim tinha muitos momentos para dar risada, né? Você dá risada de você mesmo, das suas próprias limitações, assim, meu, não tá dando, tá doendo demais, não vai dar não. E os outros, todo mundo dando risada e eles
davam muita risada de mim também, né? Porque e mas é, essa experiência foi incrível, assim, é a própria a filosofia na prática, né? E como que isso vai assim moldando as crianças, moldando ali. Era legal. E e você tem planos pro futuro do que outras aventuras você pretende fazer Nesse mundo? >> Olha, >> ou ainda tá esperando um pouco? >> E tem, eu acho que >> você voltou faz pouco tempo, né, Dex? >> Uhum. >> E quero voltar para lá para treinar mais, né? Tenho um amigo, um russo que virou irmão, assim, que no começo
quando eu cheguei, ele não tava no primeiro mês e aí depois ele chegou e meu porque para mim tava assim até eu tava com certo Receio e o professor é muito sério, o Tyson é muito sério assim e depois que o Russo chegou ele é muito piadista e ele conseguia tirar a risada do Tyson. [risadas] Então ficou muito engraçado e e ficou muito prazeroso ouvir ali. Ele sempre o Tyson não no funny stuff. [risadas] sem gracinha, né? E toda hora e o outro só na gracinha, só fazendo piada. E aí acabou o clima ficando mais
tranquilo ali, porque às vezes o clima é tenso. Às vezes, tipo assim, pro Professor é muito puxado, porque os alunos têm que render e pros alunos também é, porque eles eles são os alunos que têm que render. E e os ali é meio que fosse como se fosse técnico de futebol o mestre, né? Então você tem que, meu, tem que ganhar. Seu time tem que est bem, senão você vai perder o emprego. E os professores são renomados, ganham um salário bacana, querem ser professores, é difícil. A China, meu, são em na cidade que eu tava
Em Dem Feng, é 100.000 pessoas treinando com Fu. Então não é todo mundo que vai conseguir ser professor. É um cargo disputado, né? E o pessoal é bom, não é que o seu concorrente, meu, é só monstrinho ali que tá treinando, né? perceber os destaques. E então eu quero voltar a próxima etapa. Assim, a China tem, eu quero conhecer a China, eu quero visitar mais lugares. Tem muitos lugares ali que eu quero ir, tem muitas cidades que eu quero ir. Eh, Eu achei a cultura deles sensacional, assim, tem muita, eles são muito receptivos com estrangeiros,
né? Eu morei na Inglaterra, são bem menos, né? Não tem eh lá o pessoal quer tirar foto, não quer que ah, eu nunca tive um amigo estrangeiro, vamos comer, vamos hot, né? Vamos fazer um churrasco, tal. Então eu quero voltar lá, quero passar mais tempo na escola, quero melhorar um pouco meu kungfu, talvez levar, tem algumas pessoas aqui que já meu quero ir também, Tem amigos que querem ir também, então talvez ir com um grupo lá. E eu acho que esses são os próximos passos, mas eu tô sempre aberto assim eh a experiências que eu
acredito que vão somar. Então, talvez, eh, eu vi até, inclusive aqui tem um templo Zulai, né? E eu vi a probabilidade de eu ir passar um tempo, porque o um dos dos eh das minhas dificuldades era entender o idioma. Quando eu tava no Vietnã ou na Tailândia, os mantras eram em outros Idiomas. E eu não sei se aqui os mantras não é, mas os ensinamentos eu sei que é em português. Então tem muitos ensinamentos que eu aprendi lendo, mas não não tive a oportunidade de estar ali vivenciando. Então nunca fiz essas práticas no Brasil e
tem a comunidade forte aqui, né? Eh, então também pode ser um próximo passo, mas agora eu tô tentando dar um foco nos alunos nas aulas online, porque querendo não dispersa, né? eu vou para lá. E aí eu Meu agora tô focando em aprender. Calma aí, gente. >> E e voltar e trazer um pouco dessa de dessas práticas para cá, tentar mostrar que, meu, é possível e tem ferramentas e dá pra gente ficar mais consciente do nosso corpo, da nossa mente e trazer isso de uma maneira que a pessoa consiga entender. É, acho que essa é
a proposta do retiro também, né? E é maravilhoso poder eh mostrar ali, eu mando vídeo pro meu mestre lá. Eu mandei vídeo para Mestre, pessoal treinando com aqui, pessoal que nunca fez e aí as experiências, meu, mas eu achava que era diferente, é incrível. E a filosofia, né? Então, e eu acho que essas práticas, bom, melhoraram muito a minha vida e tem potencial de melhorar. tão melhorando vida de muita gente por muito tempo. Acho que os próximos passos é tentar me aperfeiçoar mais, tentar ir aprender um pouco mais, né? Porque eh é tem muito, o
caminho é muito longo, não tem fim, né? Eh, a sua percepção ali, você sempre pode estar melhorando um pouquinho, entendendo, né? >> Perfeito, cara. E como é que a galera pode fazer para te acompanhar e também para fazer parte dos retiros? Eh, nas redes sociais, Greg com Gudo, Vinevan, tudo junto. No YouTube tem vídeo lá, tem vlog, no tem os vídeos curtos também. Eu tento trazer o máximo de informação em um curto Período de tempo e às vezes eu os scripts não saem, então não posto tanto porque eu fico assim, às vezes vem a ideia
e às vezes não vem e tá tudo bem. E quando vem, eu é muito legal ver o retorno, porque às vezes uma coisa que eu pensei, eu falei: "Meu, mas isso aqui é muito diferente, eu vou falar sobre isso". E aí, tum, foi um dos vídeos que bateu milhão lá, né? Que eu eu falei: "Meu, as crianças lá na China tem uma mentalidade que é muito complicada, é Muito de guerreiro, assim, eu tá difícil, tá ruim, mas vai dar certo." E meu, no dia seguinte eu e aí eu tenho essa perspeç perspectiva de como que
é aqui e eu vejo, eu falo: "Meu, vou fazer um vídeo sobre isso". Então assim que eu trago e no YouTube também, nos retiros, mente pura, né? Tem, a gente tem um aplicativo no, você consegue baixar nas plataformas aí na Apple e na Google. Então, mente pura, corpo forte, vai ter o logozinho lá. É gratuito, você tem Mais de um ano de aula de Tigon gratuito. >> Que maneiro. >> E tem aí, tem as aulas pagas, as aulas mais recentes. A gente tem também os planos, né, que você pode estar fazendo parte. Inclusive, você falou
da Black Friday, vai ter uma grande promoção também. Eh, se atentem, né? Vai, vai ter a Black Friday também, que fica mais em conta para todo mundo. E também tem a parte Gratuita. A gente tá tentando trazer filosofia, tem bastante as aulas de Tigon, é uma aula quase que filosófica, porque você tá prestando, é uma hora prestando atenção na sua respiração, né? É mais importante que você preste atenção na sua respiração do que no movimento, porque é a sua respiração que vai guiar essa movimentação. Então é assim que vocês encontram. Greg Vinevan e mente pura.
>> Boa. Perfeito, cara. Vou deixar todos os Links aí na descrição, facilitar a vida do pessoal. Vai na descrição, segue ele lá. E é isso, cara. Muito obrigado. >> Sensacional, cara. Obrigadão. >> E é isso. Até a próxima, pessoal. E tchau. Ciao.