E aí, pessoal! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a mais uma aula sobre os anglo-saxões.
Hoje, nós vamos comentar um pouco sobre as características da Igreja Inglesa, principalmente as características da Igreja Inglesa no século VIII. Nós vamos nos vingar. Estamos estudando, enfim, o século pouco a pouco.
Na última vez, estudamos praticamente sobre o século XVII, falando um pouco sobre os reis, a maioria deles no século VII. Agora, nós já vamos entrar no século VIII, com a Inglaterra já cristalizada, como a Igreja Inglesa se comportava nos primeiros períodos da sua existência. O século VIII é exatamente o que nós vamos comentar agora, que a partir dos anos 700 e 1, temos 12 personagens importantes que vamos comentar sobre eles: Beda, ou se você preferir, como nós falamos aqui no Brasil, Beda, o Venerável, que foi o homem que escreveu a História Eclesiástica do Povo Inglês, e o Rei Teódbaldo de Mércia.
Se você quiser pesquisar mais profundamente sobre ele, lembro que o nome dele em português é Theobald de Mércia, embora eu ache uma tradução horrível, é assim que é usada. Eu prefiro o inglês: Theobald de Mercia. Ok, essa introdução é muito extensa.
Eu resolvi dividi-la em dois tópicos, porque além da Igreja, fala sobre como a Igreja afetava os reis. Então, resolvi dividir em dois, porque senão ficaria muito grande. Primeiramente, nós vamos citar algumas características da Igreja Inglesa, e depois nós vamos falar da Igreja dos Reis e como isso afetava os reis, tudo mais.
Ok? Mas isso na próxima aula. Hoje, vamos nos debruçar um pouco sobre as características da Igreja Inglesa, e já vamos começar sem perder tempo, falando de Beda.
Eu vou usar o nome, como eu já combinei com vocês, na introdução. No primeiro vídeo, eu ia usar os nomes originais, mas se você quiser saber mais sobre ele, pode pesquisar sobre São Beda, tá? Mas eu vou usar o nome em inglês.
Beda nasceu em 673, e em 731 ele acabou seu livro, a História Eclesiástica do Povo Inglês (Ecclesiastical History of the English People). Ele dedicou o livro dele ao rei Cenwulf. Desculpe, que é a lenda, que é a Nuda Youtube, a eles que ele escreveu nessa história eclesiástica do povo inglês como hospitais, escolas.
Lembra que a gente falou lá no começo que os pilhados scott, sendo uma ameaça para a Inglaterra, anunciaram seus primeiros anos. Logo, que usando as facções, entraram antes. Ainda eram uma ameaça para os bretões, certo?
Agora, me diga. Ele escreve no século VIII, tá? Em 731, quando ele acabou o livro dele, que eles estavam amigáveis.
Os ingleses e os bretões, embora fossem um pouco hostis, eram impotentes; não poderiam fazer nada contra os invasores. Então, os antigos inimigos eram amigáveis, e os bretões estavam impotentes. Isso também foi mencionado no seu livro: "A vida e o trabalho dele constituem o mais importante monumento, e é um dos melhores símbolos das mudanças culturais altamente dramáticas que se seguiram à conversão ao cristianismo.
" Porque os textos dele refletem as condições mais importantes para o crescimento da cultura cristã, que são a organização da diocese e a proliferação dos monastérios. Então, o que aconteceu na época quando Beda escreveu o livro, que mudou a Inglaterra? Foram fundadas mais dioceses e muitos monastérios.
Embora essa fundação dos monastérios possa também ter uma explicação bem ligada ao mundo secular, como a gente vai ver, tá? Então, talvez, se não fosse por isso, os monastérios não teriam se proliferado tanto. Porém, a gente vai ver isso com mais detalhe ainda.
Hoje, as dioceses na Inglaterra foram organizadas por Deus, quem deu essa guinada nas dioceses. Assim que começaram a ser fundadas na Inglaterra, foi o arcebispo de Canterbury, já citamos sobre ele, Teodoro de Tarso, que organizou a Igreja Inglesa. Quando ele chegou na Inglaterra, haviam sete dioceses.
Quando ele morreu, em sua morte, chegou a 13, talvez 14. Então, o florescimento da cultura na Inglaterra deu-se por causa da proliferação dos monastérios e a organização das dioceses. Os monastérios, a gente vai ver como eram fundados, e as dioceses foram organizadas grandemente, porque Teodoro, quando ele foi o bispo, foi o chefe da Igreja Inglesa.
Nós podemos dizer assim por muito tempo. Sobre os monastérios, eles aumentaram muito entre o meio do século VII e o tempo de Beda, ou seja, por meio do século VII, no ano 650, 651, por aí, até o tempo de Beda, que foi no começo do século VIII. Ele acabou o livro em 731.
Estima-se que, no final da apresentação, que foi muito boa, continuaram aumentando. Estima-se que, no final do período pré-viking, que chegou ao ano de 865, houve uma força grande. Nós ainda vamos ver isso.
Então, antes desse período, poderia haver mais de 200 monastérios. Era muito monastério, só que nem todos eram um monastério da forma que nós imaginamos. A gente ainda vai ver um ponto interessante sobre os escritos de Beda e o que ele disse também, dessa vez, na questão política, largando um pouco a questão religiosa, sob o domínio do Rei Aethelbald sobre os reinos do sul da Inglaterra.
Lembre-se que ele dedicou o livro. Tamed dedicou o livro dele ao rei, que é o fim da noite. Lembra, porém, que ele cita.
. . ele cita é o domínio do rei Aitor, Balde de Mércia, sobre os registros na terra.
Ou seja, o rei mais poderoso na época não era o Riquelme, a quem ele dedicou o livro. Eli é dada no YouTube, certo? Escreveu o livro da noite, um vídeo disponível no YouTube.
Porém, era o rei do futebol que tinha esse grande domínio sobre a Inglaterra. Tá, que ele faz, e como ele faz, é aquela lista de Blanch Laudos que eu falei pra vocês no último vídeo, na última aula, que é citada por ele nessa obra dele, na História Eclesiástica do Povo Inglês. Só que ele compara o reitor, volte, o poder do rei do Gado, que era contemporâneo.
Eles viveram na mesma época com o poder dos sete voltas que ele já havia citado, tá? E outras fontes, além dele, confirmaram esse fato. Elas dizem que Tibaldi não era apenas o rede de Mércia, mas também era rede de todas as províncias do que era geralmente chamado de sul, em inglês.
Ou seja, ele expandiu sua influência para além da de Mércia, eram suas terras. Então, nós podemos muito bem chamar ele de Brito Paulo, ele foi muito importante, lembrando sempre, fazendo aquela ressalva que eu falei no último vídeo sobre todo o sul inglês, o que eu disse no último vídeo que é provável que nenhum rei tenha dominado 100% dele. Porém, não durou muito do que hoje é chamado de sua Inglaterra, ok?
Se até certo ponto, tá? Esse poder foi exercido por outro rei, é difícil de responder em que período entre 11 e 18. Bom, porque o último Gre-Nal do que foi citado pra gente antes do Itabom tinha sido ouvido no YouTube, lembra dele?
Ouvido no YouTube e irmão de Oswald, tá? Que antes dele, vem o Ad Din Din, Osvaldo Bozzo. Etapa, foram os três laudos da Porto Bay, um seguido do outro, que eu comentei no último vídeo.
Entre o último, Of White Boy, é que é um grande período de tempo entre os dois, é uma questão difícil de responder se esse poder todo foi exercido por outro rei, se foi. Nós não temos fundos, tá? O Bd próprio Beijo, que era contemporâneo, não citou nenhum, ok?
O poder de A Eta Volta, porém, parece representar um retorno ao padrão político do século 7, depois de um período de confusão. Provavelmente aconteceu entre 11, e incomoda. Isso a gente pode inferir, é.
Foi que houve uma bagunça, ups, período de confusão política. Nem o rei conseguiu se impor sobre o outro e aí o Bota conseguiu ter uma ascensão com força entre Oslo e Ipode. Aí, provavelmente, nenhum rei conseguiu se impor sobre os outros.
A última observação que BB faz, o que a gente pode fazer sobre os escritos dele, né? A última, assim, entre aspas, é que a gente ia visitar ele, é que um tom eufórico que ele utiliza parece enganoso. Porque, porque ele, três anos depois que ele concluiu a obra dele, se na obra dele possui um tom eufórico, ele escreveu sobre seu pupilo.
Quem é o pupilo dele? O bispo Eddie Theoc. E que ele escreveu sob, sobre, nessa carta, sua opinião dele sobre os sentimentos dele a respeito da Igreja da Noite.
Um bebê que ele disse que não havia espaço suficiente por causa da ganância episcopal pelas receitas das grandes. Ou seja, você já vê aí essa parte política, essa parte financeira, gananciosa, entrando na Igreja inglesa. A maioria dos monastérios novos também era um monastério só de nome, porque os nobres recebiam doações sob o pretexto de fundar monastérios, só que eles viviam lá como se fossem senhores normais, são seculares, com as famílias deles e os acompanhantes, e de que era o religioso, era monge, tá?
Pior Killer leva Acre, ele era um monte de volta, pois ele é conhecido como São Bid, São Bem, né? Ele se inscreveu por um bispo covarde, ok? Preocupado com a situação da Igreja inglesa, essa, ela é muito importante.
Há uma evidência importante, mas não é a única da secularização da vida eclesiástica no início da Inglaterra. Isso a gente ainda vai ver e também da tensão crescente das necessidades e aspirações da Igreja Estado, tá? Porque, às vezes, elas eram bem conflitantes.
E aí, a gente vai ver que isso teve que ser resolvido pelas mãos do Itabom. Nós não vamos, nessa aula, em detalhes, mas na próxima eu vou falar um pouco mais sobre isso. Porque, em 401, desculpa, e 745 ou 746, um grande missionário, Bonifácio, escreveu para o Haiti Volta e reclamou da interferência do rei com as freiras e a imposição às imposições reais nas instituições que eles chamavam de instituições santas.
Ou seja, o Estado interferindo muito na Igreja, tá? E tudo por causa disso. Depois dessas cartas, o real do preço de um concílio, que a gente vai citar depois, conselho de bispos do sul da Inglaterra, e o tema principal foi influência secular na Igreja, que na época existia muito, tá?
Nesse período na Inglaterra, como resultado, dois anos depois, ele foi compelido a definir os serviços que deveriam ser prestados ao rei por religiosos em suas propriedades. Ele teve que organizar um pouco essa influência secular da Igreja, mas isso a gente vai sentar um pouco na próxima aula, um pouco mais profundamente, por causa do que nós vamos falar mais especificamente do rei dos reis da Igreja. Ou seja, que nós podemos dizer que essa era nossa era contemporânea, que os dois viveram, que o Beijo, que o assunto envolve, verão.
Ela terminou um certo conflito entre a Igreja e Molêque de Mércia, tá? Um conflito assim, não um conflito hostil, mas algumas providências tiveram que ser tomadas pra que. É como se as coisas pudessem andar bem, mas elas não estavam muito legais.
Aí, então, nós tivemos uma certa briga entre a Igreja e o Estado, mas que acabou de uma forma até interessante que nós vamos ver depois. Ok? Antes de eu seguir falando das características da Igreja inglesa, é importante que você esteja ciente dos seis santos ingleses aqui.
Não vou contar a história deles, porque se fosse contar a história de cada um deles, não sairemos daqui hoje. Tá? O que fica desses seis santos ingleses, além de quase todos eles mostrarem marcas de sua origem secular de uma forma ou de outra, é que quase todos, com exceção de um ou outro, aí, têm uma origem secular.
Eles não têm uma origem santa, podemos dizer assim, de acordo com os padrões da Igreja, mas continuam tendo algumas características seculares. Mas são santos da Igreja inglesa. Naquela época, eles não foram considerados santos da Igreja.
Eles também foram contemporâneos de grandes personalidades, inclusive, nós vamos citar alguns. Eu já citei um autor que escreveu cartas, que pode ser considerado um santo da Igreja inglesa, mas outros também foram contemporâneos de outros reis e tiveram influência na época. Então, vou citar os nomes deles aqui: São Benedito, desculpa, é um santo em inglês; Santa Hirá, famosa; São Quebert, e Weedon.
Resolvi falar bastante, e já temos o gás lacrimogêneo que era um outro santo inglês. E se agora que eu já citei, que escreveu cartas para o Itabom, o bonde faz, e nós temos também São Willfrid. Então, temos esses santos: o beijo de Bella, o bispo Kilda, Roberto Guersola, da Une faz, Willfrid, ok?
São seis santos ingleses, e quase todos eles mostram origem secular e que a conversão dos anglos e saxões ao cristianismo seguiu também pela conversão do próprio cristianismo. Quando o cristianismo chegou lá e quando chegou em vários outros lugares também, é digamos que, como toda instituição, a Igreja se adaptou à cultura de onde ela se estabelece, influenciando a cultura, mas também um pouco se adaptando a ela. Então, é isso que a gente pode perceber, principalmente neste início da Igreja inglesa, que a conversão dos anglos e saxões também seguiu por meio dessa peça de conversão do próprio cristianismo.
Vamos começar, então, falando das características da Igreja inglesa, e é por aqui que eu vou parar hoje, assim que a gente citar essas características, tá? Porque senão vai ficar uma aula muito extensa, e eu prefiro dividida em duas partes, senão vou acabar cansando vocês. Então, características da Igreja inglesa: quais são os aspectos importantes na construção da Igreja inglesa?
Eu não vou citar todos em detalhes, mas vou focar no que eu achei mais importante, o que tem mais a ver com a questão da Igreja, dos reis e dos nobres, a nobreza em geral, e dessa questão da conversão do próprio cristianismo. A organização dos bispados é uma característica da Igreja inglesa. O crescimento do monasticismo, que eu já citei, era forte, mas a gente vai ver como realmente eram os monastérios sendo fundados.
A propagação da fé cristã por razões de missões internas e externas, e o desenvolvimento do aprendizado e da arte cristã, que tiveram uma grande influência no aprendizado, porque o povo que antes do cristianismo era iletrado, e depois o cristianismo trouxe alguns benefícios a essa questão de aprendizado. A arte também, mas não vou ficar falando muito de arte; vamos focar mais nas questões mais políticas aqui. A organização nos bispados, então, lembrando do crescimento do monasticismo, da propagação da fé por razões de missões internas e externas, e o desenvolvimento do aprendizado e da arte cristã, ok?
Vou focar nessa questão aqui. Grande influência do mundo secular na Igreja logo nos primeiros anos do cristianismo anglo-saxão. Temos aqui uma grande influência do mundo secular na Igreja.
Os próprios bispos ingleses assemelhavam-se a senhores seculares. É difícil você dizer a diferença de um bispo e de um senhor secularista, a não ser pelo aspecto religioso. Eles eram muito parecidos com os senhores seculares.
Ouvi um concílio romano, em 679, que ouviu o apelo de Willfrid, e este concílio chegou à decisão depois do apelo dele. Ele decretou contra clérigos carregando armas e possuindo propriedades. Olha só, clérigos carregando armas!
Quem deveria carregar armas eram os senhores seculares, tá? Quem deveria possuir propriedades eram os senhores seculares, que tocavam para eles, para a diversão deles, senhores seculares, não clérigos. Então, isso é uma questão importante da época: os bispos faziam isso.
Era uma sociedade que dava ao clero um status igual ou maior que o da nobreza. E esperavam, tudo bem, às vezes você pode pensar que o estado religioso tinha um status igual ou maior do que a nobreza, se na Idade Média não é muita novidade. A gente sabe que a Igreja era importante e influente na sociedade.
Época, mas quem esperava que os bispos tivessem a riqueza e também os gostos dos nobres? Ou seja, a Igreja chegou ali nessa época do século XVII e século XVIII. As pessoas esperavam dos líderes religiosos as mesmas coisas que esperavam dos líderes seculares.
Esta é uma questão de status. Então, os religiosos, os bispos que eram importantes, tinham que ser iguais aos nobres, que também eram importantes. E lembrando que muitos desses bispos também eram nobres.
Ok, o machismo também não escapava. O machismo foi uma característica importante da Igreja, em grupo, da Igreja inglesa; ela cresceu muito por causa do machismo. O machismo não escapava.
Já disse que os monastérios do seu dia eram quase em sua totalidade estabelecimentos irregulares. Há indícios de que muitos mosteiros sérios eram igrejas privadas. Igrejas privadas porque o que acontecia?
A maioria dos nobres e reis era a quem eram doados os monastérios, não esquecia os seus interesses familiares. Então, o que acontecia? Geralmente, os monastérios eram fundados com o rei fazendo uma doação para o nobre, ou então recebia uma terra, enfim, para fundar uma matéria ou essa terra.
O que acontecia? Você ia fundar o monastério. Quando a gente fala dos charters, na próxima aula eu vou explicar o que é o charter.
A gente vai ver uma doação feita pelo rei ao nobre com o propósito de fundar o monastério. A gente vai discutir um pouco isso de uma outra forma, mas basicamente, o rei dá uma terra e ele pedia, né, com propósito, ou nobre tinha interesse de fundar o monastério com aquela terra que era doada pelo rei. Só que o que acontecia?
Quando esse monastério era fundado, ele não esquecia seus interesses familiares. Por exemplo, o líder de um monastério, líder da comunidade de monges nova que tinha sido fundada, ele seria parente do fundador. E a receita que o monastério gerava poderia ser desviada para o secular por parte de parentes.
Ou seja, como o Bed é, basicamente, uma igreja privada era um estabelecimento secular, porque era um nobre que fundava e colocava um parente dele para ser o líder. Lembrando que vários desses líderes eram leigos, não eram religiosos. Eles eram pessoas normais, seculares, que moravam ali.
O parente falava: "Você vai ser agora o líder monástico desse monastério, você vai dirigir as coisas que acontecerem aqui. " E ele colocava a capa de religioso e lá fazia a sua função de líder da comunidade. Porém, ele podia fazer essas coisas.
Também a receita era desviada pelo secular para uso de parentes. Por exemplo, nós temos o registro de uma disputa por limites internos de um monastério entre a filha e a neta da fundadora. Ou seja, uma fundadora do monastério, nesse caso, a filha e a neta estavam brigando pelo monastério entre as duas.
Só que a palavra do monastério, o diálogo entre Bed e o que o pupilo dele viu na carta que eu falei, até mesmo apresenta uma questão interessante: os monastérios poderiam ser divididos entre herdeiros. Olha só. Explica um pouco a briga da filha e da neta do fundador pelo ministério.
Os monastérios poderiam ser divididos entre herdeiros, ou seja, você fundava um monastério, o monastério ficava na sua família. Você apontava um parente para ser um líder de um monastério. Só que quando você morria, esse monastério era herança de alguém.
Então, você consegue perceber que essas terras não eram exatamente terras da Igreja; eram monastérios. Só que o que acontecia na prática: ficava para você, ficava para a família do fundador. Herança, inclusive, da família do fundador.
Os mosteiros poderiam ser divididos em terceiros. E às vezes, conforme o tempo ia passando, esses monastérios que não eram para as instituições seculares se secularizavam totalmente. E os trabalhos leigos, o que eu falei, os abades leigos, os líderes leigos do monastério.
Por que? Porque eles administravam o local. Por recompensa, eram recompensados com a administração, por algum parente, e eram sucedidos por filhos.
E o que acontecia? A propriedade voltava à herança da família. Então, muitas vezes, os monastérios se secularizavam.
Aí, que não era para secularização, só que pela dinâmica que funcionava, a dinâmica de parentesco do monastério, a dinâmica, o monastério ficava dentro da família. A dinâmica que o líder de um monastério era leigo, e que até mesmo a receita, as doações que recebia eram desviadas para a família. Não havia muita diferença entre a instituição religiosa e a instituição secular.
E não é surpresa nenhuma que várias vezes as terras do monastério voltavam para a herança da família. Isso representava uma quebra total dos princípios monásticos. Os princípios monásticos não eram assim.
Inclusive, Bed, que era um religioso, era um monge bem letrado, bem culto, escreveu a história eclesiástica do povo inglês. Lembrando que isso não era só no YouTube; isso acontecia pela Inglaterra, e ele estava muito preocupado com o que estava acontecendo com a Igreja inglesa na época. Certo?
Então, isso representava uma quebra total dos princípios monásticos. Não era porque não era esperado dos nobres, olhando pelo lado dos nobres, ignorar os parentes ao fundar um monastério e nem perder o status ali aristocrático se tornando um bispo. Os princípios monásticos não quebravam isso, não pregavam isso.
Os nobres, ao receberem os monastérios, tinham poder suficiente para fundar, e os monastérios ignoravam esses princípios. Por quê? Porque não era esperado que eles esquecessem de seus parentes.
Ressentimentos eram comuns. Quando se tem, na última aula, um parente recente do rei poderia ser um exemplo do nobre, e até de um status nobre, poderia brigar. Com o herdeiro e com o sucessor, enfim, tenta tomar o lugar.
Então, não era muito legal da parte dos nobres ignorar os parentes ao fundar o monastério, e nem perdeu o estado. Solicitou prática para se tornarem bispos. Ora, eu sou nobre; eu me tornei um bispo.
Você vai ter aquele rebaixo? Você vai esperar que o pico no estatuto de obra? Então, não tem benefício nenhum.
Eu me tornei bispo. Tá, basicamente o que eles pensavam. Então, eles não queriam perder o status e também não podiam ignorar os parentes ao fundar um monastério.
Então, temos um conflito. Percebe um conflito entre a igreja e um conflito entre o estado. Era pra ser de uma forma, porém, na prática, não era dessa forma por causa dos próprios nobres, que não poderiam perder seus privilégios.
Não queriam perder seus privilégios e não podiam ignorar seu parentesco. Uma coisa interessante é que, se não fosse assim, se as terras não ficassem com os nobres, não pertencem à família dos nobres, seus parentes, os parentes dos nobres, não pudessem ser apontados para liderar a comunidade. Se as terras do monastério não fossem a herança, se as receitas dos monastérios não fossem desviadas para alguma parte delas, pelo menos para a família do fundador, é provável que muitos monastérios nem teriam sido fundados.
Ou seja, a grande maioria dos monastérios da Inglaterra, muito provavelmente, nessa época, foram fundados com o interesse. Não foram fundados primariamente por zelo religioso; foram fundados por interesse. Eles tinham interesse em ter um monastério.
Tá, é interessante ter um monastério, porém, o monastério não era uma instituição totalmente religiosa; era uma instituição muito secularizada e proliferou muito durante esse período, do século 7 ao século 8 da Inglaterra. Ok, mas se não fosse essa questão do monastério ser uma instituição tão secular, que era interessante para os nobres, talvez muitos deles tenham sido ignorados, e eles não teriam tido interesse em fundar nenhum deles. Ok, essa é a parte, é o parêntesis do monastério que eu disse que ele se proliferou muito, porém ele era secularizado.
O machismo foi importante, só que essas foram, digamos assim, as razões que o machismo se propagou. E foi também o grande problema do machismo no começo da igreja inglesa. Depois a situação mudou; a gente vai ver como ela mudou, houveram reformas e tal, mas não é pra agora que a gente vai falar disso.
Nesse momento, no século 8, que foi quando o bebê escreveu, a igreja inglesa era dessa forma, tá? Ela era assim, era altamente secularizada. Agora, sobre o zelo missionário, para a gente encerrar essa aula antes da gente falar sobre a igreja, os reis, a gente entender alguns aspectos da igreja inglesa.
O zelo missionário, no início da igreja inglesa, é importante. Embora as coisas fossem secularizadas, existiam pessoas, existiam pessoas que eram religiosas e que tinham um zelo missionário, vários monges e missionários. Tá, o zelo missionário do início da igreja inglesa é importante não apenas pelo que ele conseguiu no continente, que ele conseguisse parar a sua influência no continente, mas também pelo que mostra como a fé foi propagada na própria Inglaterra.
Nós podemos traçar paralelos do que aconteceu no continente por influência da igreja inglesa. Lógico, não em todo o continente. A gente viu que, por exemplo, na Irlanda, tinha muita troca de influência da igreja entre a igreja inglesa e irlandesa.
Inclusive foram os missionários irlandeses que tiveram um papel grande na conversão dos anglo-saxões. Isso na hora eu falei dos reis cristãos, ok? E também, na própria Inglaterra, a gente traça um paralelo entre o que houve no continente e na Inglaterra.
Frequentemente, esse zelo missionário é atribuído. . .
Aqui acabei de falar da inspiração irlandesa. O monasticismo era forte na Irlanda, também era na Inglaterra, talvez muito por influência holandesa. Igualmente é ressaltado que o propósito principal das peregrinações, igualmente, não.
. . Atualmente nós ressaltamos, atualmente, que o propósito principal das peregrinações dos primeiros cristãos irlandeses, quando eles saíam pra espalhar o cristianismo, não era evangelização; era um martírio na forma do exílio dos parentes e a proteção legal que eles ofereciam.
Ou seja, quando os irlandeses. . .
Aí a gente pode traçar um paralelo com os ingleses, os monges ingleses, para espalhar o cristianismo. O que acontecia com eles? É provável que, para as pessoas que foram convertidas por eles, essas peregrinações podem ter tido o objetivo de conversão, um objetivo evangelístico, podemos dizer assim.
Porém, o que provavelmente se passava na cabeça deles era a questão do martírio; a inspiração para ele ser um martírio, não é assim? Primeiramente essa questão da evangelização pode parecer estranha, mas era a que nós ressaltamos que acontecia, tá? Mas que martírio, na forma do exílio dos parentes, ou seja, você não estava mais dentre o seu povo; você estava numa terra estranha, você estava numa terra em que você está sofrendo perigo, você não tem mais a proteção legal que os seus parentes oferecem, que a sua casa, por um instante, oferece.
Você está em outro lugar, você está falando para outras pessoas, tá? E você está se martirizando enquanto você faz isso, porque isso não é uma coisa fácil de fazer. Só que, nesse processo, eles converteram várias pessoas.
Por exemplo, muitos ingleses foram convertidos como resultado dessas peregrinações. Então, para eles, pode ter parecido que a conversão é o objetivo, e também não é absurdo nenhum a gente pensar que os monges ingleses, ao serem influenciados pelos monges irlandeses, fizeram a mesma coisa, não só na própria Inglaterra, onde já encontrava-se cristalizado, como no continente. Isso a gente sabe que alguns saíram pra pegar em outros lugares, por exemplo, Willibrord.
Outros da dor tubária, tá? Wealth and roll de novo. Você tem frio, quem é o frete?
É um dos santos ingleses que você tem pra vocês, tá? Winnie blog, que é outro, pressionar o inglês e outros a oportunidade que eles eram da tumba. Foram os primeiros ingleses a pegarem no continente.
Existiam ainda muitos pagãos no continente. Lá é o lar dos anos, as opções lá que eles primeiro vieram. Lá na Dinamarca era pagão, por exemplo.
Está, inclusive, há alguns anos as opções demonstravam zelo, interesse na conversão do celular natal, que nós sabemos que ainda não aconteceu por muito tempo. Só que vários da Germânia, nessa época, no século 8, ainda eram pagãos, ok? E em outros lugares.
Então, os ingleses estavam entre os que saíram para pegar um continente. Então, Winnie blog, outros monges aí, ingleses, saíram para pegar no continente e eles eram, de certa forma, pupilos dos irlandeses, influenciados por quem? Pela igreja irlandesa.
Ressaltando mais uma vez que eu disse para vocês algumas horas atrás, que a igreja irlandesa teve influência na igreja inglesa, está, talvez, pelas mesmas razões e holandesa, razão do Martinho e tudo mais. Eles saíram para pegar no continente, só que o estilo deles variava. Para finalizar uma aula curta, ele tem de poucos minutos, tá?
Pra finalizar, nem todos os missionários pregavam da mesma forma. Quando ele saiu, Willfrid, por exemplo, tinha um estilo mais romano em suas atividades missionárias, embora fosse copiado dos irlandeses. Digamos que ele tinha um estilo mais romano; ele não era muito agressivo, ele falava bem e falava com coerência, tá certo?
Os que eram mais agressivos desafiavam deuses pagãos e as convenções sociais. Eles eram bem mais incisivos na mensagem que eles transmitiam. Então, existiam também esses dois estilos diferentes, que também não é de se surpreender.
Willfrid era um estilo mais romano, um estilo mais calmo, estilo mais coerente; os outros, vários outros, eram agressivos, desafiavam as normas sociais dos pagãos que eles pregavam, desafiavam os deuses e tudo mais. Só que isso aí é uma característica, as características importantes de como, provavelmente, o cristianismo se propagou na Inglaterra. Podemos traçar um paralelo.
Foi dessa forma, a questão da peregrinação, a questão do martírio, e essa forma de pregação do cristianismo também pode ser importante. Só que, quando o cristianismo se fixou na Inglaterra, ele passou a se secularizar, como eu já comentei, a conversão do próprio cristianismo, uma vez que entrou em contato com a cultura. Numa secção, por quê?
Porque os nobres não queriam abandonar o seu status, e é interessante para eles que os monastérios que a receita com nastari fundava agradavam os parentes com cargos monastéricos, como os parentes eram, que estavam igualmente vinculados à herança da fé. Essa herança da família é importante para eles. Então, o cristianismo foi espalhado, só que, ao mesmo tempo, o otimismo se secularizou dentro da Inglaterra.
E uma das marcas do início da igreja inglesa, pelo menos uma vaca que eu achei bastante importante entre essa organização dos disparos que o Teodoro e seus sucessores fizeram, foi o crescimento do município, que a gente já viu como o machismo cresceu, né? E como o narcisismo era, a propagação da fé pela razão dessas missões internas e externas foram características importantes da igreja inglesa no período que convence. Antes da gente se aprofundar sobre a igreja e os reis, que a gente vai analisar brevemente, falando também sobre a questão da propriedade de como os reis davam as cruzes aos seus monges, enfim, aos nobres, aos monastérios e tudo mais, a gente vai citar essas características na próxima aula, que vai ser bem mais extensa que essa, tá?
Então, pra essa aula curtinha, que deu agora 36 minutos, o que fica é que essa questão do machismo, como machismo era toda aquela questão dada da secularização que eu falei, e essa questão de uma forma que a gente pode entender mais ou menos fazendo um paralelo entre os holandeses e ingleses convertidos por eles, como eles pegavam no continente, a razão da propagação da fé por causa do martírio e essas coisas assim, é isso que fica de mais importante nessa aula. Você consegue ter uma ideia um pouco mais ampla de como funcionava o infeliz na Inglaterra nessa época, logo no começo da igreja inglesa, está sob o domínio dos anglo-saxões. Então, é isso aí, pessoal!
Espero que vocês tenham gostado mesmo dessa aula. Espero que vocês tenham entendido e vejo vocês na próxima. Até lá!