Vamos começar, Wagner, pela pergunta eh que é assim: como médium, como um médium, o projetor pode manter a sensibilidade para ajudar sem que o manipura se torne uma porta aberta para drenos de energia vital. É, é, a pergunta dele é em função do relato lá do Motoyama, que quando começou a dar as consultas no lugar da mãe dele, começou a ter uma interferência no chakra umbilical, porque ele era um cara que meditava muito, até um trabalho individual interiorizado. Quando ele foi atender as pessoas, tá lidando com o público e os obsessores que vêm com o público.
Por isso que eu sempre falo fazer atividade presencial, você tem um campo de energia e os caras tudo ali junto com a plateia. Fazer online é fácil para caramba. Você senta e faz.
Quero ver lidar com a turma de 200 pessoas e um monte de entidade junto pressionando e depois você fora do cubo ainda tem que lidar com algumas. Então esse trabalho tem que ser feito como tem que ser feito online, mas a a mim no caso o presencial ele é desobsessivo. É que ninguém sabe disso.
Fala: "Por que que você faz presencial não faz online? " Porque eu trabalho sério com isso. Eu trabalho dentro eh eh de de outras tarefas junto de esclarecimento que rola energeticamente junto.
Isso pode acontecer online, mas é muito menor. Quando aquilo é presencial, eh abre outros níveis e e a interação humana ela é legal. Eu trabalho assim, eu não gosto de fazer online porque eu fico engessado e não tem a dinâmica que eu gosto.
Eu gosto de estar com as pessoas do olho ali presentes, mexendo com energia, que é uma coisa que eu acho mais é igual um abraço online, não é igual um abraço pessoal, né, ô, ô, Iago, mas é legal você cumprimentar alguém online, mas é diferente dar um abraço fisicamente mesmo falando. Então, a o trabalho que o Motoyema foi fazer com o público, ele começou a ter assédios espirituais. Pessoal, é inevitável que trabalhando com o público você encontre uma pressão, porque você não tá lidando com gente que tá no paraíso, tá lidando com gente lidando nas provas daqui com altos e baixo que todos nós seres humanos temos e presenças pesadas junto.
É normal de vez em quando você encontrar uma pressão contrária. No caso do Motoyama, ele foi afetado no chakra umbilical porque Iago ele era meditava muito, ficava muito interiorizado. Quando ele foi pro externo, a pancada foi enorme para ele.
Ele levou um tempo até se adaptar. Então o lance é, vai trabalhar com público, atender pessoa, tem que ter amor no que faz, não julgamento sobre o que você tá vendo ou sentindo. Boa vontade tá ali entendendo que é uma grande chance de você ajudar o outro.
É você que se beneficia mais. Mesmo que o outro não entenda e não saiba e nem agradeça isso, você tem essa noção. Não participe de trabalhos lidando com atendimento público sem os mentores espirituais.
Eu não falo isso por dependência, porque esse negócio de depender de mentor terceiriza a responsabilidade que a gente tem como espírito encarnado. Mas isso é um combo, é um trabalho em equipe, é um trabalho entre planos. Então conte com os mentores para poder dar um suporte.
Eu trabalho com público há anos. Se eu tivesse sozinho, eu tava liquidado há muito tempo. Tem toda uma ajuda espiritual, mas essa ajuda não dá palestra para mim, sou eu que tô ali.
Mas o entorno de inspiração, de energia, de proteção aumenta muito mais. Então, trabalha como colaborador do plano espiritual, não como dependente do plano espiritual. Isso dá uma diferença enorme.
Isso protege bastante. E antes de um trabalho, se energiza em casa. voltou, se energiza na volta para poder ficar dentro do seu normal, do cotidiano.
E mesmo assim, de vez em quando, ainda vai ter uma sobrinha para lidar. É do jogo. É, é, é isso.
É uma área de muita responsabilidade, seriedade e dedicação, senão a pessoa não vai. Mas o lance é se prepara antes e depois para calibrar novamente os chakras para que nenhum deles, nenhum manipura que é umbilical, nem os outros peguem uma sobrinha, porque às vezes essa sobra acontece nos relacionamentos, cara, né? E não é nem atendimento.
Você imagina, Iago, ah, você tá junto com a Laura, sua esposa, e a Laura voltou uma pilha, tá nervosa, estressada, a Laura é psicóloga, tá fazendo residência e aí você tá tranquilo e aí ela chega, você começa a sentir uma irritação e aí você fala: "Caramba, tem alguma coisa. Essa irritação vai pegar no teu chakra umbilical se você ter feito nada, que a parceira tá ali. É claro que você tem mentores em volta, eles vão tentar ajudá-la através de você, mas às vezes a pessoa tá tão pilhada que fica impermeável e aí você acaba segurando a carga, tá junto, quer dizer, vai te afetar.
E não era um atendimento, é um exemplo. E outra, podia ser o contrário, a Laura chegar em casa na boa e você tá ruim. Isso aí é os dois lados, né?
Somos humanos e temos altos e baixos. Mas eh entenda, o lance de trabalhar com energia ajuda muito. Sentiu algo, vai lá e dá uma limpeza.
O Hiros Motoyama citou aquilo porque ele saiu de um mundo interno e foi para um trabalho externo. Aí ele levou um tempão para se adaptar. Agora vêo, a mãe dele trabalhava há anos e não sentia nada.
Quer dizer, então depende muito da característica da pessoa. >> E aí ele continua a pergunta que ela era em duas partes que ele fala assim: "E existe alguma prática de visualização que pode auxiliar especificamente no manipur ao lidar com essa sensibilidade? " >> Visualização não é energização, porque é muita gente comete esse erro, só visualiza sem energizar, tá?
É igual você vou te dar um passe e aí que que eu faço? Imagino só uma luzinha. Não, eu tenho que fazer a luz fluir.
Veja, eu tô aqui com a minha mão, tá? Se eu fecho os olhos, imagino que minha mão tá indo a você, a mão física não se mexeu, tá? Agora, se eu estendo a minha mão e faço isso, minha mão tá se mexendo.
Há uma diferença entre visualizar e se movimentar, tá? Agora, na saída do corpo é diferente. Tudo que você imagina na hora, o corpo astral corresponde.
Mas aqui estamos revestindo do corpo humano, então tem que ter um movimento da energia aqui. Então não adianta eu pensar, deixa eu vibrar uma luz violeta aqui. E essa luz violeta tá parada e congelada, não tem vida, não.
Tem que ser um sol violeta, um sol azul, um sol amarelo, o que a pessoa quiser vivo, tá? e usa para manipuro umbilical, usa as mãos, dá um passe dispersivo no na área toda abdominal ou uma raspadura, uma varredura prânica, os métodos variados, dá uma limpada, depois dá uma energizadinha, mas a dispersão é a melhor coisa para tirar craca do chakra umbilical. Usa as mãos.
Perfeito. Ã, próxima pergunta aqui. No relato de despertar do frontal, Motorama descreveu que a respiração se tornou tão lenta que ele podia viver sem ela.
Esse estado de metabolismo mínimo é uma condição obrigatória paraa saída do corpo pela cabeça ou é um efeito colateral? >> Não, não. É um efeito colateral.
Agora, isso facilita porque a respiração tando mais baixa, o metabolismo também tá mais baixo e as ondas cerebrais mais baixas. Eu contei aqui que às vezes eu tô meditando, eu não sinto a respiração, tá? Até comentei isso.
Falo, Viviane, põe a mão aqui na minha barriga para ela ver que não tem movimento perceptível, mas eu tô respirando no mínimo. E isso eu não fiz nada, eu tava meditando, então aconteceu. Mas não é um fator obrigatório.
Pode ou não acontecer. Na maioria das vezes não acontece, mas de vez em quando acontece. Isso favorece a soltura paraa saída do corpo, mas não é um fator assim eh eh tão importante.
Ele só é um efeito colateral. Agora imagina um yog ou ou um um um iniciado dentro de um templo antigo, meditando, aprofundando várias horas por dia, sem ter um compromisso depois, sem ter família, sem ter trabalho. E uma hora a respiração dele vai ficar baixinha, ele tá sentado ali meditando hora, ele vai escapar do corpo pelo topo da cabeça nesse sentido, sim.
Mas configurando aqui paraa vida ocidental, durante o dia você tá trabalhando, você não tá meditando e mais tarde quando você for deitar você tá na horizontal. Então a condição é diferente, que há muitos relatos desse, mas para meditadores que não é a maioria da população. A gente tem que jogar sempre isso no sentido normal do dia a dia.
A saída do corpo, 99% das pessoas vai tê-la durante o sono, não vai ser meditando. >> Perfeito. Ah, e eu vou entrar aqui rapidinho, Wagner, para lembrar, porque tá tendo muitas perguntas legais aqui já no chat.
E pessoal, agradecendo também quem tá ajudando aqui, o Oto, o Lucas também tá por aqui, a Agna tá por aqui, o Manciba, muito obrigado por vocês estarem auxiliando. E pessoal, eu já deixei na descrição link de algumas entrevistas nossas, entrevistas já falando sobre chakras, tem a entrevista do Motoyama, tem um um uma playlist no canal do Wagner que são 12 vídeos, se eu não me engano, são 12 vídeos do Wagner, 11 vídeos falando sobre os chakras. Então, para quem tá chegando agora, tem bastante conteúdo, é só vocês ficarem atento aqui na descrição da da nossa transmissão aqui agora, tá?
E Wagner, tinha uma pergunta antes de eu continuar aqui que você pediu para mim te lembrar que era uma pergunta relacionada a se era possível ter uma iniciação fora do corpo, que era da dos chakras. Eu eu tentei achar pergunta, mas eu não não me lembrei. Não sei se você se recorda, que a pessoa perguntou se era possível ativar os chakras também fora do corpo.
>> É, é o seguinte, uma pessoa senta aqui, começa a trabalhar os chakras. OK, Iago, vamos pegar. Você trabalhou chakra, você foi dormir, há uma saída do corpo, você pode trabalhar os para-chakras do lado de lá, igual fazia aqui.
Então, existe estudo e prática de chakras astrais lá fora, mentores ensinando. Então, muitas das capacidades que a gente tem aqui podem ser potencializadas lá fora num outro veículo sem configurar a a a mesma condição daqui. Só que para falar de para-cháas aqui é mais complicado, Iago.
Preciso de muita imagem. Eu faço isso no grupo de estudos do IPPB, num curso outro, mas aqui em aberto é um pouco mais complexo, porque a maioria das pessoas vão falar bem claro, mal conhece os chakras, como é que eu vou aprofundar para chakras? Mas alguns que estudam chakras gostariam de saber, mas fica mais difícil, limitado para mim explicar.
Então, há iniciações fora do corpo, estudos, práticas, muitas delas ligados parachakras, chakras astrais, que tem outras características lá fora diferentes dos chakras daqui. Então, eu acho que eu dei esse exemplo anteriormente, mas muita gente não assistiu. O chakra da base da coluna, o chakra básico, ele capta o vermelhão da Terra, né?
A energia para energizar o sangue, os ossos, ossos, a musculatura, todo o corpo que é um elemento da Terra, literalmente é o único chakra que aponta para baixo para captar a energia da Terra. Literalmente estamos com um rabo preso à Terra enquanto encarnados. Então esse chakra, é claro que ele pode assumir outras cores, mas o vermelhão ali é preponderante, que é a energia que anima sangue, principalmente ao vermelhão, eh, da Terra.
Então, quando você fala corpo astral, você não tá falando mais do corpo físico. A palavra astral vem do latim astrum, estelar. Quem popularizou a expressão astral foi o grande alquimista para Célelso na Suíça no século X.
É claro que essa palavra já era conhecida em latim por outros ocultistas antes dele, mas ninguém se atrevia a colocar essa expressão em público porque vigoravam as fogueiras da Inquisição, onde as pessoas eram assassinadas em nome do fanatismo religioso nas fogueiras, acusadas de bruxaria. Muitos médiuns foram paraa fogueira, muitos sensitivos. Eu tenho um material, Iago, a a é que dá trabalho transpor isso, eh, documentos italianos publicados da Inquisição, explicando o motivo de queimar algumas bruxas, sabe?
Um dos motivos, a saída do corpo. Eu, eu uma hora eu eu é que me dá trabalho montar, vocês não têm ideia o trabalho que dá montar uma palestra, um curso, não é chegar e fazer, são horas mexendo, fazendo imagem, traduzindo textos. E eu tenho esse material, um autor italiano publicou um livro e eu tenho lá as duas versões do livro contendo documentos históricos tirados de biblioteca, mulheres que foram pra fogueira porque tinham fenômenos paranormais, incluindo as saídas do corpo.
Cara, é importante falar isso, sabe? Aí vem alguém te ataca. Você tá com o diabo?
Não, quem tava com o diabo era os caras que faziam isso, jogavam os outros na fogueira pela ignorância deles em nome da religião. E outra, Jesus não tem nada a ver com isso. Fanatismo humano, usando a religião para cacetar os outros.
E no oriente também teve, não fogueira, mas teve absurdos em nome das religiões orientais. Também é sempre um problema, não da religião, dos religiosos deturpando valores nobres para poder ferrar com os outros, né? E então a expressão astral do paracélso significava estelar.
Quer dizer, a teoria dele, aquilo que nasce na Terra, nasce, cresce e morre e fica na terra porque é terrestre. Mas aquilo que tem origem além da Terra não é da Terra, porque existia antes do corpo. Ou seja, o espírito viria do astral, que não era só o estelar, mas o extrafísico variado, que e outra, daí surgiram as expressões plano astral, corpo astral, projeção astral por corruptela popular, viagem astral.
Mas o paracelso quando falava astral não se limitava só astral, era tudo que não fosse terrestre. Então pode embutir aí plano mental e outras coisas, mas na época ele não tinha outra nomenclatura, que eu vi gente dizendo que o Paracel só falava de plano astral, não é? A nomenclatura dele é século X, já era muito falar de astral, que para ele não era só um plano, era totalidade além da Terra.
E aí, pessoal, a expressão corpo astral se refere a um campo energético, um veículo de manifestação que não é o físico. Então, olha a analogia agora, Iago. Eh, o chakra da base da coluna no físico liga o corpo humano à Terra, porque o corpo humano é um elemento da Terra.
O corpo astral vem de outro plano, ele não tem vermelho, ele não tinha ligação com a Terra, passa a ter quando tá aqui. Então, se alguém fala, "Enche de vermelho a base" para trazer vitalidade, encher de vermelho lá vai travar o corpo astral na terra. Olha como ele é esse conhecimento de chakra e para chakra funciona.
Aqui o vermelhão, se eu tacar vermelhão na base do lado de lá, eu a pego, eu trago para cá, para baixo. Eu não não vai para cima. Então, as cores são diferentes, as características.
Mas é mais difícil explicar isso numa live aberta. É claro que numa aula presencial com os alunos junto eu consigo explicar melhor. >> Mas acho que já deu para dar uma pista boa aí.
>> Foi. Foi sim. E aí aqui tem Wagner, poderia falar um pouco mais sobre o período de despertar do cháara geniturinário, ser considerada a fase mais arriscada da disciplina y yoga em termos de estabilidade emocional?
>> É, isso foi o que o Motoyama também constatou. Os iogues clássicos sempre falaram isso. E os iniciados das tradições herméticas da Grécia e do Velha Egito também falava isso, sem utilizar a expressão chakra, que era uma expressão usada em sânscrito na Índia.
Eh, o chakra geniturinário, o chakra da base, é o construtor do corpo humano, é a conexão nossa com a Terra, é o extinto de vida físico. Já o chakra geniturinário, como ele tá ligado com as gônadas, que são glândulas de reprodução, ele tem a ver com também com as energias que fluem na sexualidade ou nos atos sexuais ou na maneira de lidar com sexo das pessoas. Quer dizer, um pulsão instintivo muito forte, ele energiza as vias urinárias.
Então, mesmo a pessoa não tendo atividade sexual, ela precisa urinar. Então, esse chakra não é só sexual, ele é gênito urinário. E na literatura sânscrita da Velha Índia, ele é o swatistã, morada do eu, morada do sol, morada da luz, como um sol embaixo.
Esse chakra funciona em estreita relação com o chakra da base da coluna. Tá? Porque, por exemplo, numa mulher que tá grávida, qual foi o start para esse corpio se formar?
A conexão de fluidos vitais produzidos pelas gônadas de um homem e de uma mulher no ato sexual. As gônas, as glândulas, eh, testículos do homem, ovários da mulher, produzem, né, eh hormônios, líquidos, fluidos que juntos dão start para gerar o corpo de um filho. Então, é elemento água.
são fluida, é o chakra gênito urinário. O chakra da base é terra. Então o início do corpo humano que é denso, ele é água.
E o nosso corpo humano é 70% de água. O planeta 70% de água. Então o corpo humano, eu nem sei porque que chama corpo terrestre, ia com tanto de água, né?
Então o início são fluidos, não é elemento sólido. Logo depois, quando começa o processo da gestação, o chakra da base começa a dar energia da Terra para condensar aquilo que o líquido originou, formação dos ossos, da musculatura e todo o sistema esquelético e muscular. Mas o início era líquido, água, sangue tá circulando.
O chakra geniturinário, ele é o elemento água e o da base é terra. na gestação, há uma conexão dos dois, funcionando em conjunto. Isto levou a um erro de muitos pesquisadores no ocidente confundi o chakra da base com o gênit urinário, eh, porque às vezes funciona como se fosse um só.
Ô, Iago, uma analogia, o chakra coronário e frontal funciona às vezes em conjunto. Aí você vai falar: "Não tô vendo nem um, nem outro, tô vendo a aula da cabeça cheia". E dentro tem a pineal e a hipófe.
A pineal com o coronário e a hipófise com frontal. Como os dois chakras estão funcionando junto como um só, as duas glândulas parecem uma, o que levou à confusão todo mundo achar que era só pineal e e conectar com frontal, que é hipófise. Então, funciona junto os dois de baixo também, parecendo uma luz só embaixo.
Então, muito da força que tá no chakra gênito, urinário vem do chakra da base e o chakra da base é pur extinto, não tem moral de bem ou mal, é só força instintiva, é pulsão, juntando compulsão sexual no gêno urinário que dá a força da vida nos líquidos, nos fluidos vitais, né? Isso torna esse chakra, vamos dizer assim, muito instintivo, muito de pulsão. Não há reflexão, não há amor, só há força.
E aí, qual é o exemplo que se tem histórico? Força sem sabedoria vai dar problema. Então, a ativação desse chakra pode despertar na pessoa pulsões, instintivos básicos, determinadas taras sexuais.
Sabe o que que se explica? yogs, médiuns, gurus que ativaram essa energia, mas não subiram. E aí a gente vê tanto abuso sexual nessa área em cima de discípulo frequentador por parte de pessoas que deveriam ser eh melhores com isso, porque ficaram presas só na força.
Não tem o cardíaco para equilibrar com amor, não tem inteligência com a razão, só o pulão básica embaixo. Por isso que no yoga antigo se demonizou eh ou melhor, foram demonizados os três chakras de baixo, incluindo umbilical, tipo a natureza inferior. Mas não tem que demonizar nada, tem que equilibrar, cara, né?
Há um pulsão ali, ele não é bom ou ruim. Bom ou ruim é o que você faz com isso. E o que você faz com isso?
Tu inteligência tem um amor, tá? Então o problema é só pulsão, só energia, sem consciência. >> E esse trabalho, né, de, por exemplo, fazer essa energia subir, não ficar somente lá, isso é paraa vida inteira, né?
Em um momento você vai ter que lidar com isso. O lance todo de equilíbrio. Você tem que tá equilibrado a cabeça aos pés, tá?
O pessoal mais preso à matéria, os três de baixo. Pessoal que abstrai muito pro lado de lá, os três de cima e perde o pé no chão. O lance é de equilíbrio, né?
O chakra cardiorrespiratório equilibra três de baixo, três de cima, dando a média. Conclusão, sem amor você não vai. >> Próxima pergunta começa assim: o zumbido de abelhas no chakra básico é um indicativo de ativação e despertar do chakra ou ele sempre tem um som que não percebemos?
>> Sempre tem um som que nós não percebemos? A a os iogs classificaram sons psíquicos, que não são sons que você escuta com aparelho auditivo. Pessoal, para vocês escutarem um som, as ondas sonoras se propagam pelo ar e vem o seu aparelho auditivo, capta o som, o cérebro interpreta naturalmente.
Então, quando você escuta um som dentro, ele não tá vindo de fora. Então, ele não é uma manifestação de ondas sonoras, é um som psíquico. Isso foi chamado em sânscrito de nada.
Na transliterano para caracter latino. Nada. Que que é nada?
Um som sutil, não é um som externo. E os ioges falavam dos sons dentro dos chakras, quando havia alguma atividade. Então colocava o som do zumbido das abelhas na base, dizendo que era o som, a força da terra entrando pela base.
E inclusive povos indígenas aqui do Brasil falam do zumbido da terra entrando pelos pés e a base da coluna também. Já o chakra a gênit urinário, eh, o Yogananda, por exemplo, falava do som da harpa, né? Um som que equilibrava esse chakra e às vezes ele escutava na na no chakra gêniturinário, mas não era só ele.
Muitos falavam isso. No chakra umbilical, não, desculpa, falei besteira, eh, embaixo, eh, eh, no chakra geniturinário, se eu não me engano, era o som da flauta. Por isso muito se associava à flauta do Cristina.
No chakra umbilical, o som de harpa. No chakra cardiorrespiratório, o som do repicatino. Manda uma mensagem para mim, eu vou pegar um trechinho do Titinhaan, aquele mestre budista vietnamita sobre o som do sino no coração.
Vou trazer num programa aqui, tá? Ah, e aqui na garganta o som do éter ou a caixa, as águas correntes. Isso é muito usado na cria yoga.
O Yogananda citava isso também muitas vezes. Então daí agora esses sons já existem, mas não são sons externos. Não há como explicar isso para um cético.
Você percebe isso dentro dos chakras de alguma forma, mas quando há uma ativação de um chakra, aquele som ele fica mais perceptível. Já existe, mas você ganha sensibilidade para poder percebê-lo. >> Certo?
E aí tinha uma pergunta que eu tive que voltar lá e ver qual foi o momento que ela foi feita. E foi no momento, Wagner, que tava falando dos sete chakras. Aí você falou de o swadistana ser o topo, né, dos animais.
Não, não, não, o muladara, muladara. Opa. E o suadistana ser, no caso pro pano divino, né?
Isso. >> E aí foi a pergunta, foi feita nesse momento. E aí a pessoa fez assim: "Teria algum perigo de tentar pular etapas e focar em centros extrumanos antes de equilibrar, por exemplo, do coração ou a pessoa nem conseguiria?
" Não, claro, a maioria não consegue, tá? Agora, alguns conseguem dar as distorções que a gente falou antes. Tara, abuso sem despertar.
Esse aqui, cara, eh, a pessoa vai ficar desequilibrada nos três de baixo. Mas não é que os três de baixo são do mal. Aí que tá a demonização que fizeram.
Eles têm potencial de educar. Então, há um potencial, converte ele com amor e transforma em ação sadia e não em desequilíbrio. Então, o chakra cardiorrespiratório, sem ele não há avanço por de cima, cara.
E sem ele não há equilíbrio dos de cima para baixo, porque não tem conexão. Por isso o mestre sempre falaram o caminho do coração, que não era caminho romântico nenhum muito pesquisador babaca, vamos falar claro, teóricão. Ah, isso aí é emoção, coisa de consolação, conversa fiada, sem amor ninguém avança, cara.
Eu não tô falando de romantismo, eh, que também tem um lado bom humano. Eu tô falando de algo que é consciência.