Cara, não estamos falando. Vamosana. >> Ah, um animal morto. >> Ué, >> a Luía Mel tá apoiando um cara que faz propaganda por >> É uma falta de respeito muito grande. O que você o que você tá falando é uma coisa muito séria. Ele peida. Ele peida. Não, a natureza. Então mata o ser humano que tá destruindo tudo e deixa. >> Chora, pô. >> E chora, velho. Pelo amor de Deus, mano. Tenho respeito. >> Você falou que o elefante era para morrer. Eu não tô nem aí para o veganismo. >> Ele não é um cientista,
ele é um professor municipal. Você é um professor [música] municipal do ensino fundamental. Você dá aula para crianças de 9 a 14 anos. >> O que tem de pai de pet vegano que me Ataca porque eu falo que gatos de natureza são um problema. >> Mas eles exploram animais também. Eles não são veganos. Você é biólogo, não cuida da vida. Cuido da vida. Mas >> então, por que não cuidar da vida dos animais que botar no prato? >> Ah, seja muito sincero. A maioria de vocês come a carninha de vez em quando. >> O quê?
>> A maioria de vocês carne. >> Cara, gente, >> você consegue provar? >> Consigo. >> Eu te processo também. >> Você vai tomar um processo? >> Por favor, eu te processo também [música] pelas informações que está fazendo desde 2023. >> [música] >> É só cortar a parte do ambiã e não respeita ninguém. Fala galera, biólogo Henrique aqui com vocês. Não tenho absolutamente nada contra a ideologia Vegana, pelo contrário, maioria das coisas que eu como são veganas, mas de vez em quando tem um bicho no prato. Porém, a perspectiva é veganos são um problema quando atacam
zoológicos e aí saem da pauta vegana e são contra a conservação. Nesse sentido, primeira afirmativa, veganos só se importa com animais públicos. Tudo bem? Você bem? Eu sou a Vic, >> sou uma artista e ativista pelos animais. E eu queria entender o que que Você entende por veganismo. Primeiramente, queria entender o que que você entende por veganismo. >> O que eu entendo por veganismo é um movimento, um movimento aonde visa você evitar o uso de animais o máximo possível. Eh, na verdade essa é uma definição muito popular hoje em dia, porque mudou muito, mas a
base ética dela vem dos anos 50 e foi apagada bastante em nome do bem-estar animal, que eu acho que você até é a favor, né? >> Pois é. Eh, o veganismo, na verdade, é uma causa abolicionista, é para terminar com a exploração animal. >> Porque pera aí, vamos lá. Eu não sou escravocrata. Eu acho até que esse termo é um termo muito pativo, >> porque pessoas no nosso país sofreram a escravidão. >> E aí você dizer que é abolucionista, porque alguém, por exemplo, tem um animal dentro do zoológico, isso é absurdo. Beira é uma uma
coisa >> não, eu digo que abolicionista para terminar a exploração, porque animais animais são seres sencientes, né? >> Pera aí, vamos lá. Você você depende do animal. >> Depende do animal. >> Não, você tá falando de esponja, é isso? Porque assim, animal >> esponja é um animal. Sim, mas eu tô falando dos animais sencientes, né? A gente veganos são pelo fim da exploração de animais sem cientes. Não, sencientes, Meu caro. Jacaré não é fofo, ele é senciente, ele é usado para fazer couro, ele é usado para fazer vestimenta. Você acha isso correto? Sim. Se você
tem um programa de desses animais para repovoamento na natureza, como já foi feito no Brasil, inclusive numa época que o jacaré tava enfrentando problemas de população e você abriu um programa para que se fizesse o corte desse animal, usasse o couro e depois repovoasse o jacaré. Sim, sou muito a Favor. A conservação. >> Mas ô Henrique, você não percebe que é uma visão muito matemática, insensível? Porque qual que é a maior, qual que é a maior praga do planeta, Henrique? Qual que é o animal que mais arrebenta o planeta inteiro? >> Depende da situação que
você tá falando. Eu sei que você vai chegar. >> Não, não é bem claro. Não, para com isso. É bem claro. >> Não é, não é para com isso, porque a Gente não vai parar. >> Tem algum vírus que arrebenta mais o planeta do que o ser humano? >> Não. O ser humano ele é, sem dúvida nenhuma, o animal que mais modifica o planeta, >> que arrebenta. Pré do planeta também, né? Pré do planeta, mas a gente faz parte do planeta. >> Ah, e eles não fazem. >> Fazem. Ah, fazem. Mas o ser humano é
o único animal, por exemplo, que pode Povoar outros planetas. E a gente vai chegar nesse momento. >> Poxa, mas aí você tá prevendo, você tem uma bola de cristal, não dá para >> Isso. É, isso é natural, vai acontecer simal. >> Uma hora nós vamos para fora dos planos. Você fala >> não Henrique, não. Isso é uma visão muito antropocêntrica. Você acha que o ser humano vai conseguir colonizar o universo? >> O ser humano não vai colonizar outros planetas. O ser humano não viverá em outros planetas, mas nós colonizaremos outros planetas com outras formas de
vida. Isso é fato. Falou. Se você vai explorar Marte, você vai levar formas de vida para lá, >> seja ela animal ou vegetal. >> Vamos voltar pra Terra. Então, vamos lá. Terra. >> Os veganos só são a favor dos animais forços. Você diz não são definitivamente Veganos não são e contra toda exploração de animais. Muitos animais selvagens, tubarões são explorados, jacarés são explorados, cobras são exploradas. Tem >> se você a favor é contra o, por exemplo, o extermínio de javalis na natureza? Extermí. Eu não sou a favor de nenhum extermínio. >> E aí você tem
um problema? Como que você é a favor de algum extermínio? >> Sim, super a favor de do extermínio de javalis na natureza. Já vi um vídeo seu No TikTok comparando adotar um cachorro com ter um filho, com a responsabilidade de ter um filho. Eu já vi >> de ter um ente da famíl. >> Como que você fala isso? E ao mesmo tempo você prega extermínio como se fosse um >> porque o espécie é diferente de espécie. Você tá >> o indivíduo é diferente. >> Sim. Se o javali tá destruindo as outras espécies, você deve exterminar
ele da Natureza. Então, se o ser humano tá destruindo a natureza, o que que tem que fazer com o ser humano? Tem que destruir ele também? >> Você pode fazer isso? >> Ué, você pode? Eu eu que tô te perguntando. Eu nunca faria >> não. Nenhum ser humano. Nenhum ser humano deve ser eliminado. Nós devemos ser devemos ser reeducados. >> Então, então só seres humanos merecem respeito. Moralidade básica. É isso. >> Moral. Moral é só para ser humano. Moral não tem outros bichos. >> Então, >> moral é dois seres humanos, não tem de outros animais.
Você não pode exigir moral do javali. >> Que isso? Mas como quando você falou, quando você adota um cachorro, por exemplo, você tem que ter responsabilidade, você tem que ter, >> mas a moral é humana, não? Consideração moral humana, >> mas bebê não tem consideração moral. Humanos com deficiência mental não tem, crianças com menos de tr anos não tem. Posso fazer com elas? São humanos. >> Ah, então é só porque é humano. >> Sim. Você é um biólogo assim. Exatamente. Por isso que eu tenho que exterminar o javali, que é uma espécie invasora que tá
matando as outras espécies. >> O ser humano não é invasor, >> ser humano é invasor, mas você é humano, Você não pode matar o outro ser humano. >> A gente ainda escolhe, eles ainda nem escolhem nada, entendeu? E >> pelo mesmo motivo, se você escolhe, você vai definir. Não faça isso. Desses desequilíbrios que você fala, não, não é culpa do ser humano, Henrique. >> Sim. A maior parte dos equilíbrios é culpa do ser humano como que a gente vai exterminar as vítimas do negócio? Porque se você, olha, foi o ser humano que trouxe o javali,
isso é um fato. >> E é o ser humano que deve eliminar o javali do Brasil, porque se você não fizer isso, outras espécies sucumbirão. Isso é fato. O ser humano é cosmopolita e por onde ele vai, ele vai levar espécies invasoras plantas. >> Então você é a favor de eliminar invasores, é isso? >> Eu sou a favor de eliminar invasores, >> exceto humanos. >> Ah, então um invasor humano tá tudo bem. Um invasor que tem a capacidade de Entender o que ele tá fazendo e ele escolhe fazer, tudo bem. É isso, >> não é?
Olha só, tem uma consequência. Ele ca falando de um animal que é invasor porque a gente desequilibrou o sistema. >> Não, pera, vamos, vamos por parte. >> Hã, >> eu não tô apoiando nenhum ser humano de lá e desmatar um monte de árvore e etc. Nada disso, cara. Nada disso. O que eu tô falando é, >> não, você tá tendo, >> você não pode eliminar o ser humano e o ser humano pode ser controlado por outros humanos, como por exemplo, políticas públicas, políticas de natalidade, etc. >> Você tá tendo seletividade moral. É >> prazer do
bater. >> Tudo bem? Muito prazer. Você é >> tá tudo bem, né? Meu nome é Alexia, sou bióloga, mestre em biodiversidade neutroal. >> Ah, [risadas] ótimo, Alex. Então, vamos lá. >> Gestora ambiental e com MBA em gestão de projetos ambientais e dona do primeiro espaço vegano de Cachoeira de Macacu, que é a capital ecológica do estado do Rio de Janeiro. >> Tá? que você como vegana você apoia também que o javali seja preservado na natureza? >> Então, eh, eu apoio uma uma atitude, uma criação de políticas públicas que não Terceirize essa condução para pessoas que
não têm formação eh profissional quanto a isso. E aí no Brasil a gente não tem só o javali como espéciez. >> Você você deu uma volta para dizer que também a favor desse termínio deles. >> Não, não. E aí por isso que eu vou continuar minha minha fala. Eh, no Brasil a gente tem várias outras espécies exóticas e também existem outras alternativas de controle que são hoje praticadas nessas espécies, >> tipo >> tipo o controle reprodutivo. >> Como é que você vai fazer isso, por exemplo, com bagraficano? >> Ué, você pode usar o rifle para
matar, mas você pode usar o rifle para >> um bagrafricano? >> Sim. Até porque, por exemplo, a gente não tem só formas de controle populacional hoje aplicadas no Brasil, mas tem uma prática muito utilizada no nosso meio, que é o monitoramento, né? Então, com [limpando a garganta] o monitoramento, deixa eu só continuar meu raciocínio, com o monitoramento a gente tem uma equipe capacitada que vai a campo biólogos, veterinários. >> Mas vai fazer o que com os bichos lá? Então eles fazem a sedação desse animal para, por exemplo, colocar equipamentos para monitoramento, inclusive via rádio. E
aí você vai fazer isso com todos os javalis e e bota eles aonde? De volta à natureza. Is é crime ambiental, cara. >> Não, isso não é crime ambiental. >> Se você pegou um animal exótico na natureza e devolveu, é crime ambiental. Você sabe disso. >> Então, mas você pode pegar esse animal, fazer o controle de natalidade dele e encaminhar, por exemplo, para centros, para santuários e retirar aquele animal. Até porque o aber o me fala o que que seria esse santuário? Porque você vai colocar um javali exótico dentro de um local onde ele vai
ficar charfurdando e Eliminando espécies nativas. >> Não, não. O sfário, o sanaro ele não é uma área aberta para que esse animal tenha acesso ao hábito. >> Tu tem noção de quantos javalis existem no país. >> Então, e e pelo pela eh pelo Ministério do Meio Ambiente, né, já é legal o abate do javali desde 2013. E olha só, não resolveu. A gente tá em 2026, então a gente pega uma um órgão >> perí não resolveu, mas isso não Significa que não tenha diminuído o o número de valiz. >> A gente não tem ideia de
quanto diminuiu, mas vamos falar dos búfalos, por exemplo, búfalos que é maior do que javali. >> Uhum. >> A gente tá abrindo para 500, eh, pelo menos 500 búfalos. O que que a gente vai fazer com aqueles aqueles búfalos que estão causando problema ambiental no parque lá? Vai castrar e devolver pra Natureza? não vai cacharar e devolver paraa natureza. Você vai fazer um controle populacional, até porque a caça, quando você faz a caça, você faz uma dispersão de comunidades, você sabe disso, >> né? Então você vai aumentar a área de abrangência, a você vai aumentar
a amplitude territorial daquele animal através da caça e aí sim você vai est causando um impacto que você não vai ter noção. >> Não, aquele animal pisoteador, destrói rio, destrói mares, tirar ele de lá e faz uma prática, se você faz uma prática de abateã >> dessa forma e ainda mais terceirizando isso para pessoas que não têm capacidade técnica de identificação. E aí isso >> quem é que não quem não é capaz de identificar um búfalo? várias pessoas. Inclusive no meu mestrado, na minha tese de mestrado, eu trabalhei com acidentes Zofídicos frente à crise climática
no território brasileiro. >> Sim. >> E aí você sabia que laqueses muta não acontece no Rio Grande do Sul, né? >> E a gente tem notificação de acidente com laques smut. >> Pera aí, você tá cobras, cobras são diferentes, cara. São muito parecidas. Laques mutas não é não é muito parecida com outras cobras. Você sabe disso. A gente uma pessoa vê uma minhoca, acho Que é cobra. Tem pessoa que vê linguiça, acho que é cobra. Então são pessoas que não t capacidade técnica. Não tô extrapolando, eu tô falando de búfalo. Búfalo, >> a gente não
pode colocar na mão de pessoas políticas públicas de controle ambiental. >> Tudo bom? >> Oi. >> Tudo bom. >> Você? >> Sou o Ricardo. Ricardo Laurino. Bom, vamos lá. Eu vou tentar trazer de volta o assunto da tua primeira só se importa com animais. Bom, primeiro eu acho que quando a gente fala veganos, a gente já generaliza, porque veganos são diferentes, as pessoas são diferentes. E isso acaba dando uma característica que as pessoas acabam não sendo iguais nesse processo. Mas o que eu queria dizer é o seguinte, veganismo, e eu acho que a primeira fala
introduziu isso. Eu acho Que seria legal a gente pensar porque tudo que você tá trazendo aqui são aspectos pontuais que podem gerar dúvida. Pô, o que que é melhor fazer aqui? Que que é melhor fazer ali? Isso é normal. acontecer e a visão vegana é diferente daquela que você defende. Mas voltando pro veganismo, voltando pro veganismo, >> aliás, o que que é a sua visão? Porque como você mesmo falou, cada um tem a sua visão veganismo, ela falou muito bem sua Visão, porque cada um tem uma, né? >> Não, não, não. O veganismo ele é
uma postura de amplo respeito aos animais. Você tem formas diferentes de falar. >> Deixa só completar, deixa só completar. A ideia do amplo respeito aos animais é exatamente a ideia de fazer com que os animais >> vacina, >> deixa eu só completar, é o que eu falei, você pega um ponto onde gera-se dúvida, >> você toma vacina. >> Então o o veganismo é uma postura de amplo respeito aos animais, >> toma vacina, >> que na medida do possível e do praticável a gente aplica no nosso dia a dia. >> Você toma vacina? >> Vamos lá.
Eu vou chegar na vacina porque isso é a dúvida. Vac sim ou não? >> Tá, eu vou chegar na vacina, >> tá? Eu deixo você falar, mas fala apenas pelo menos sim ou não? >> Sim. E aí eu posso explicar por que a gente toma. Ah, mas aí você já deu. A, olha, ele errou, errou. >> Ele tá errado, ele tá. Vamos lá. A ideia é que a gente possa aplicar na medida do possível e do praticável >> tudo que a gente pode fazer para respeitar os animais de forma ampla. E aí? >> De forma
ampla. >> Devemos. >> Não, mas deixa eu falar, Henrique, ó. Deixa eu te falar. Se a gente for falar pontualmente, mas deixa só falar se você vegano, tem um amplo animais >> e aí ao mesmo tempo você abre uma exceção porque vacina feita com testes animais. >> Sim, >> medicamento, você não precisa nem falar medicamento. >> Medicamento, mas aí se eu chego e pergunto, devemos ou não eliminar o Javali como uma espécie exótica? Aí o que que você fala? Porque é a mesma situação, ele cai num ponto só >> Isso. Mas é isso que eu
tô dizendo. Se a gente não tiver o o a visão completa do que é a ideia do veganismo, você vai ficar sempre caindo num aspecto específico. Ah, porque eu já avali. Ah, porque deixa terminar, Henrique, e aí vocês não vai acabar o tempo aí. >> Então, essa a ideia e isso fica muito fácil a gente perceber como a gente pode Fazer no dia a dia uma série de coisas que não são dúvidas. Eu posso adotar uma alimentação à base de vegetais? Isso tem alguma dúvida que a gente vai eh acabar tendo uma postura em que
beneficia os animais nesse sentido? Ninguém tem dúvida. Alguém tem dúvida que a gente evitando eh vestir roupas que tenham lã de animais, couro de animais, que isso a gente tá evitando uma postura de exploração animal? Ninguém tem dúvida quanto a isso. E aí a gente vai Escalonando essa visão. E essa visão pode chegar em algum momento que você vai falar: "E vacina?" E aí a vacina entra no na medida do possível e do praticável. A gente trabalha e agora eu vou olhar, não, primeiro eu vou falar da vacina que você me cobrou e aí você
não deixou terminar. Eu vou falar primeiro da vacina. A ideia é que a gente tenha um processo em que a gente não precise mais fazer Teste em animais. Por exemplo, cosméticos. Você tá rindo à toa. Cosméticos. >> Ó, agora você já falou, agora é minha vez de falar. >> Pera aí, mas cosméticos. >> Vários cosméticos são feitos. Vários cosméticos ainda são utilizados, infelizmente, com texo de animais. Proibido agora. Tá proibido. >> Só que você compra da China que é feito lá, >> não tá proibido a a comercialização no Brasil. Você falou uma coisa muito interessante
e aí eu respeito para caramba o veganismo, tá? Que é vamos fazer, pode, pode, [risadas] vamos fazer na medida do possível, ok? Só que quando você fala do ponto é que é o problema para mim. >> Qual ponto? >> Quando você chega, por exemplo, vacina, você disse: "Olha, tem um ponto de exceção aqui, certo?" >> Não é a dúvida, né? Tipo, qual que é a melhor atitude? >> Qual o meu problema com o veganismo? O meu problema é que quando chega no ponto a galera quer meter o o bedelho no meio ambiente e viver desse
problema. Como por exemplo, se você precisa determinar uma espécie da natureza porque ela é invasora, é aí que o veganismo entra enchendo o saco, enchendo o saco da conservação e impedindo a gente fazer essa conservação. Podamos estar, Poderíamos estar em conjunto, em acordo. >> Interessante que você tá falando. Eu vou só completar uma coisa bem rapidinha para você. Você tá pegando o ponto de dificuldade, mas então você concorda que tirar os produtos de origem animal do prato, não vestir animais, isso gera benefício pros animais diretamente? Você concorda? >> Benefício para os animais, mas a gente
tem que alimentar as pessoas primeiro. Concordo. Vamos alimentar todo mundo. Gente concordar em muita coisa. Dois, veganos e veganos atacam o zoológico e por isso são contra a conservação da natureza. Bom, se apresenta pra galera. >> Sou Frank. Você já me conhece? >> Sim, já te conheço. Inclusive, eu lembro de você falando que era melhor que o Sandro morresse >> do que ficasse no zoológico. >> Vamos chegar nisso. >> Claro. >> Eh, você é o cara que defende zoológico ou biólogo, que acha que eles são maravilhosos. Me responde uma perguntinha. Quantos zoológicos tem no Brasil?
>> Não faço ideia, mas tem alguns. >> Ah, como assim alguns? Dois. Número, velho. >> Uma ordem de grandeza, 1000, 10, 100. Não, não tem muitos zoológicos. >> Então você é especialista, mas não sabe número ordem de grandeza. Zoológicos. >> Ordem de grandeza. Sabe >> tem uma ordem de grandeza? Então >> tem em torno de 100 a 130 zoológicos. >> Eh, você conhece a ZAB? >> Sim, conheço. >> Associação de Zoológicos Aquários Brasileiros. Quantos zoológicos são credenciados pela ZAB? >> Sim, cara, não faço ideia de quantos são. >> O que que você faz ideia de
zoológico? >> De como funciona um zoológico. >> Explica. >> Zoológicos são fundamentais para preservação ambiental. >> Uhum. fazem reprodução, se utiliza zoológicos para a educação, se utiliza do zoológicos para devolver animal natureza. E isso não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Zoológicos não são nenhum santos, Frank. Inclusive eles quando foram criados, foram criados por uma medida negativa, >> porém eles foram melhorando de situação ao ponto de que você já tem alguns zoológicos que são de referência. >> Inclusive o zoológico de Sorocaba, que é um que se atacou para caramba. Graças a ele, a reintrodução
da anta aqui no Rio de Janeiro tá sendo feita. Mas eu acho interessante você me cobrar número de zoológico >> e ao mesmo tempo você ter dito pra galera que era melhor que o elefante Sandro morresse do que saísse do que Ficasse no zoológico. >> Eu respondo com maior prazer essa pergunta, mas não foge porque pelo visto você não sabe número zoológico, não sabe quantos zoológicos estão credenciados. Me diz uma coisa, pera aí cara, você é um biólogo, tá falando com outro biólogo, você só funciona no chat EPT ou no Google? Você que tá trazendo
número que não é impossível alguém guardar de cabeça. >> Nossa, que cabeça, Carolando. Vamos lá. Per, pera que foi criado o zoológico de Sorocaba. Qual foi a data? >> Eu não sei, eu não recebo o dinheiro deles. >> É número. Me fala então quando foi criado o zoológico. >> Vamos lá. Você coloca a mão no fogo. Você coloca a mão no fogo pelos zoológicos brasileiros. >> Sim. >> Por quais? >> Eu coloco a mão por um montante de Zoológicos que tentam se regular. Zoológicos de Ribeiro. Os públicos, por exemplo, >> vamos lá. Os públicos >>
por cinco, por 10, por 30. >> Sim. Coloca a mão por eles. Sim. >> Por cinco, por 10, por 30, por 50%, por aqueles que estão tentando. É, pelo menos por uns 80. >> Pelo menos por uns 80. Você acha que 80 zoológicos do Brasil realizam um trabalho de pesquisa, conservação, Segundo que a biologia como algo correta? Zológico no Brasil tentam se adequar ao que se >> tentam se adequar. E enquanto eles tentam se adequar, os animais que estão em cativeiro lá, eles estão sujeitos a uma tentativa de melhora que não é vista por ninguém.
>> Porque você não conhece zoológico. Se conhecesse, saberia que Ribeirão Preto resgata 2000 animais todos os anos e devolve pra natureza. Tu sabe como Certa? Deixa de Deixa eu te falar uma coisa. Deixa eu te falar uma coisa. O outro dia eu postei nas minhas redes sociais uma cena do zoológico Animalia >> São Paulo. Haviam cinco servídios evicerados no mesmo recinto mortos por razões desconhecidas. Você sabia disso? >> Sim. De vez em quando acontece. É absolut. >> Isso o que que acontece? Já que eles são tão cuidadosos com os animais em cativeiro. >> Ué, da
mesma maneira que acontece morte de elefante no santo >> evicerados. Evicerados. Estripados. >> Provavelmente um predador entrou no recinto. >> Então vamos lá. Uma briga isso. Uma briga. Claro. Cinco animais mortos e vicerados. Um predador entra no recinto que recebe pessoas. Deveria conferir proteção às pessoas. Diz que isso tá correto. >> Acidentes acontecem. >> Acidente. Deixa eu te contar um outro acidente. Zoológico de Brasília láente ou não é? >> Aquilo não é um zoológico. >> Tá. Mas e aconteceu morte de elefante que morreu e ninguém sabe explicar. >> Aconteceu. Ninguém sabe explicar. Deixa eu falar
uma coisa. Porque não entende outra, >> se você vai falar em cima do que eu vou falar, realmente a gente não vai conseguir avançar no diálogo. Não Funcionam. >> Como não funcionam? >> Você tá trazendo [limpando a garganta] fatos. >> Deixa eu abordar mais um fato. Zoológico de Brasília. Zoológico de Brasília. Trabalho de 2020. Na verdade, entre 2017 e 2016, 2016, foram avaliados os animais se eles eram contaminados por tripanossomatídeos e agência etiológicos que provocam lesmânia. Você sabia disso? Isso é possível sim, mas tem exame. Agora eu te pergunto, por que que no santuário não
tem esses exames? Você defende? Ol, só até onde eu sei, você tá sendo processado por um santuário >> e perdeu, se você não sabe. >> Eh, olha só, >> e ele perdeu feio e você sabe sabe que você tá falando, você vai ter que responder na justiça. Todas essas acusações você precisa provar na justiça. O bônus da prova é seu. Justiça. Não, eu quem fui processado. Eu Apenas respondo. >> Ficou fugindo inclusive das intimações judiciais, não ficou? >> Fiquei fugindo das intimações. Eu moro no mesmo lugar de sempre. Ah, olha só, eu tô sabendo que
você fugiu a besta até finalmente você tá certa. Você não é o deus da guerra, cara. Você não é o valentão. >> Perdeu o processo. Simples assim. E tem um detalhe, a gente vive numa ditadura de ONG que se Sim, ditadura de fica Ditadura fica processando as pessoas >> e deveria estar muito aberta às críticas. Agora se onde >> cara, críticas é uma coisa, desinformação é outra. Você fica difamando tudo que aparece na sua frente porque você tá preocupada em engajamento, cara. Você é uma caricatura, bicho. >> Por que que você tá falando que eu
sou uma caricatura? >> Olha isso, bicho. Você tá fantasiado. Você tem uma mancha na cara. >> Você também não é uma caricatura. Tu finge se deve comer hambúrguer. Tudo. >> Ah, bicho. Tá tremendo já. O Deus da guerra de Nova Iguaçu. Tá tremendo. Primeiro, eu ganou ganhando todos os processos. Esse é o primeiro ponto. >> Segundo, >> você passa pano para santuário e diz que é elefante Sandro. Eu não recebo dinheiro de zoológico, cara. Você fica se oferecendo pros zoológicos Em troca de qu você viajou, você viajou 3000. Você viajou 3000 km. Quem é que
tá pagando as suas viagens? >> Eu paguei do meu bolso. >> Ótimo. Hospedagem, gasolina, pedágio. Foi pro Ribeirão Preto, foi para Sorocaba do seu bolso. Você consegue provar? Consigo. >> Ótimo. Então, tá bom. Mas isso significa que o dinheiro é seu? >> O dinheiro é meu. Quer que eu te prove? Você prova que o dinheiro é seu. >> Você vai tomar um processo por causa disso. >> Por favor, eu te processo também pelas informações que você está fazendo comigo desde 2023. >> Você me acusando de incompetência enquanto biólogo. >> Não, mas aí é outra história,
meu amigo. >> Não, você não questiona. Você me chama de incompetente junto com seus amigos. Você, você quem disse que o elefante deveria morrer, >> cara. Não estamos falando de elefante. >> Fão de tudo. Você quem disse que elefante deveria morrer aí depois. >> Não, olha só, vamos falar do elefante que deveria morrer, já que você tá querendo tocar nesse assunto para causar. Vai trocar. Eu volto, >> tá bom? Tô te aguardando. >> Ótimo. >> Oi, Henrique. Boa tarde. Boa noite. >> Tudo bem? >> Tudo bom? Eh, [suspirando] antes de tudo, eu não quero vir
aqui tentar te convencer de nada, porque eu sei que você começou falando sobre veganismo no sentido de eu não tenho nada contra veganismo, porque todo mundo que tá aqui, na verdade, >> tem a mesma percepção que você, porque você sabe que animal não é um objeto. Quando você fala os javalis, aí fica uma coisa assim, uma massa, né? Ah, os animais. Mas cada um, cada animal é um alguém, não é um algo >> exato que tem uma experiência de vida. Você mesmo falou o Sandro. Por que que é Sandro? É um alguém. Ele não é
uma coisa. >> E por que que você então? Já que ele não é alguém, já que ele não é uma coisa, o bicho quer o mal do bicho entrando num >> Ele já foi tirado. Ele já foi tirado antes. É, não, ele foi tirado antes. É isso que eu tô falando. A gente não respeita os animais. Quando você vê um, você vê alguém ou algo. Porque eu vejo Alguém experienciando a própria vida. Então eu respeito. Você tem essa visão de que, ah, deve me servir, porque você tem essa visão de que animais devem te servir.
Então, >> por que raios ele deve sair de lá? >> Hã? >> E por que ele deve sair de lá? >> O Sandro e eu não tô discutindo nem a questão do Sandro sair do zoológico. Eu tô questionando o fato de você não enxergar o Sandro como um animal que tem Uma experiência de vida que merece ser. >> Mas é exatamente isso que >> Mas ele é um entretenimento, ele é uma coisa para entreter. >> Uma coisa, ele tem um tratador que cuida dele, ele tem uma coisa. Então, por que que ele vira o Então,
por que ele vira o entretenimento? >> Mas quem diz que ele é entretenimento? >> Quando ele vira no zoológico, animais no zoológico, eles são entretenimento. >> Quando ele vai para o santuário, ele não Vira um entretenimento virtual, >> não. >> Com venda de caneca, venda de diferente. Ele só vira um animal virtual com um zoológico virtual. Inclusive os processos foram ganhos. >> Então, eu não quero falar de processo porque eu nem sei de processo, meu bem. Mas eu tô falando sobre >> Mas ele não viram o zoológico virtual, >> não? É, não importa essa questão
de zoológico virtual que eu tô falando é só Da do respeito da experiência dele de vida. Se você coloca ele numa, pessoa, >> eu tava falando, mas pode falar, >> você parece uma pessoa que se preocupa, por exemplo, sobre a perspectiva de eh ser contra elitismo, esse tipo de coisa, certo? >> Hum. Ah, sim, claro. É pergunta retórica, não? Aham. E aí as crianças que vão lá no zoológico e que fazem educação ambiental de escola pública, >> deixam de fazer educação ambiental, como Por exemplo, vê o animal, não é educação. Não, isso não é educação.
>> Você não acha que é elitismo tirar um elefante que primeiro tá quase morrendo, só tem um dente nem mais o molar é bem cuidado para colocar no Ele é bem cuidado só com o molar. Não entendi. >> Ele perdeu os dentes molares. >> Ele perdeu com bom cuidado. >> Ele tá muito velho. >> Então ele tá velho. Tá. Então o que que tá ver perder o me molário? Entendi. >> Porque os molários dos elefantes conforme eles vão envelhecendo, sendo perdido. >> Tá. Mas o que que tem a ver isso com >> ele só tem
um cotoco de dente incisivo da comida e >> você não vai conseguir fazer isso dentro de um santuário? >> Pode sim fazer. >> Não, não tem como >> sim. Se as pessoas tivessem, é porque as pessoas, 99% tem a sua visão de mundo de Que animal deve servir. Se as pessoas tivessem essa visão de que, pô, eu tenho que respeitar a experiência de vida do animal, é claro que ela vai se preocupar com ele e cuidar dele sem pensar que ele deve dar para ela algum retorno, que é lucro. Zoológico, é lucro. Você sabe disso.
>> O santuário magitariamente não. Que isso, cara? Não, não é. O santuário vive. recebe patrocínio da Maru >> patrocínio. Você não conhece um zero de Santuários do Brasil? Não, porque claro que eu conheço, ninguém pode ir assim. >> Quanto custa? Quanto custa área de pessoas que se preocupam com animais e querem e querem construir. É porque tem pessoas que se preocupam e pessoas que não se >> preocupo lá, cara. Nem TV. Eles não são obrigados. Existe santuário tem depois que a gente bateu muito nessa situação. >> Mas cara, que que tem a ver? Mas o
que Que tem a ver? Não sei, não seria um zoológico virtual. >> Você tá falando do santuário dos elefantes, não é isso? Sim. >> Você sabe que ele é um criador científico, né? >> Eh, >> me mostra os artigos científicos produzidos lá. Um criadouro científico. Ele faz, ele, cara, eu tava, eu, eu vejo, eu tava vendo o documento, o registro no IBAMA. Criadouro científico. Muito bem. Criadouro científico. O Santuário dos Elefantes faz parceria de pesquisa, por exemplo, com a Universidade Federal do Mato Grosso e outras universidades. Você sabe disso, >> cara? Você já procurou isso?
>> Você como biólogo, você como biólogo, se fosse do IBAMA, você autorizaria com o seu CR Bio, >> eu nem sei se tem, mas vamos supor que você tenha. >> Hum. Não, eu tenho >> um CRB. Você autorizaria a entrada de animal exótico dentro do cerrado, Fl. Olha só o santuário que você tanto fala que é um criadouro científico, um antenor, todos são anedor, >> cara, está no documento de bama, associação, a definição é criadouro científico. Você desinforma, você desinforma, mantenedor é uma outra categoria. Bom, mas tudo bem, vamos lá. O, qual é a função
do criador científico, Franklin? A função do criadoro científico, por exemplo, no caso do Santuário dos Elefantes, ele faz inclusive reintrodução de espécies. >> E esse objetivo, porque pelo que eu vi no último depoimento do diretor do zoológico, o objetivo era manter os animais lá até a morte, nada mais do que isso. >> Inclusive foi a >> Mas qual que é a sua ideia? O que que deveria ser feito com esses elefantes? Eletroejaculação no elefante para depois gerar. >> Por quê? Para quê? >> Seria maravilhoso. >> Para quê? >> Para novos novos animais. >> Mas novos
animais para quê? para manter no zoológico. >> Qual é a validade? Qual é a validade científica? Não, mas você acha que você vai colocar na natureza qualquer animal que não Tenha genotipagem, que não tenha uma genealogia calculada? É esse seu essa ideia de conservação? Sandro, por exemplo, é um animal que teria essas condições. Ele tem toda uma genealogia para ser >> e os outros zoológicos fazem isso. O zoológico, o bioparque, que importou 18 girafas, das quais quatro morreram, ela realmente estava realizando um projeto de conservação? Olha, sobre a perspectiva do recebimento das girafas, >> não,
eu estou falando do projeto de conservação que eles anunciaram estar fazendo com as girafas. >> Eu não, eu não sei qual é o qual é o qual foi o desfecho das girafas. Eu tem que ler esse processo ainda, mas por exemplo existem >> o desfecho é que as 14 girafas agora estão sendo espalhadas pelo país. Elas não servem para um projeto de conservação porque não existe nenhum controle da história genética desses Animais e eles estão se prestando e serão, não precisa só dá o Google. Você não falou que dá o Google matéria. Polícia federal. Por
exemplo, a elefanta que você tem dentro do zoológico de Brasília, >> você sabe da onde ela veio? Não sei. Me diz, você, você sabe muito de zoológico. >> Sim, eu sei de zoológico. De alguns, né? Não, de 80. Você coloca a mão no fogo de 80, >> 80%. Ela veio, ela seria abatida por uma Questão de manejo do próprio país de origem. >> Então, >> qual é o valor científico desta el? >> Ela faz educação ambiental. >> Ah, entendi. Então, para educar alguém está validada a o aprisionamento de animal para que as pessoas possam visitar.
Ela vai voar no santuário. Não é um zoológico virtual. Deixa eu lembrar. Eu eu estive vendo alguns vídeos recent de zoológico, cara. >> Eu estive vendo alguns vídeos recentes de você na frente dos elece fazendo alvoro >> você >> se você disado >> não ficaria porque isso não acontece. >> Mas você tá acusando, tá insinuando? O que que você tá falando? >> Eu tô levando a mesma lógica que você falou que eu recebo dinheiro do zoológico, coisa que eu nunca. >> Eu não viajo para lugar nenhum para Fazer trabalho pelos outros. Se você não tem
o dinheiro com o seu próprio trabalho, eu me dei bem na minha profissão, nem todo mundo conseguiu. >> Desinformando, você vai continuar se dando bemando. Não, amigo, eu trabalho com a ciência diferente de você. Trabalha com emoção. Você trabalha com ciência, você é um cientista, você se define um cientista. Hoje eu sou divulgador científico e um dos melhores um divulgador de Curiosidades animais. >> Eu sou um divulgador científico e trabalho muito bem. Aliás, diga-se de passagem, tudo aquilo que eu me proponho a fazer, eu faço muito bem. Não estou na academia, >> hum, >> estou
na divulgação científica e modéstia parte. >> Já ganhei dois prêmios como maior do Brasil por isso. >> Voto popular. >> Desculpa. >> Ah, meu Deus. Você tá competindo com o André Triiro. Perdeu. >> Você sabe por perdeu? Perdeu pelo voto. >> Perdeu. >> Pessoal, vocês sabem como é que funciona a votação do IB? A mesma pessoa pode entrar todo dia votando. É tipo BBB. Cara, >> eu não voto por pessoa. >> Ah, cara, >> inclusive vote para mim lá. >> Gente, olha, este rapaz é um divulgador de curiosidades animais. Ele não é um cientista, ele
é um professor municipal. Você é um professor municipal do ensino fundamental. Você dá aula para crianças de 9 a 14 anos. Tenho orgulho disso. Tenho orgulho de ser professor. Eu sou apenas um sim professor. >> Mas você é um professor da garotada, cara. Seja professor, ensine as crianças, mas entenda que o seu público São crianças de 9 a 15 anos. Não, gente adulta. >> Você falou que o elefante era para morrer. Por dar um tempo. Humanizar animais. O pet são é maus. >> Se apresenta aí. Eh, eu me chamo Rodrigo, eu sou biólogo e professor
de yoga. Eh, então, humanizar os animais, como você falou, né, os pets, eu considero algo não muito adequado, mas eu considero a objetificação dos Animais como algo muito pior do que a humanização. Nesse sentido, assim, eu imagino que você esteja falando daquelas pessoas que fazem festário, isso, >> bota o cachorro para dormir na cama, esse tipo de coisa. >> Esse tipo de coisa. Eu imagino que você esteja falando disso, >> mas eu acho pior galinha eh confinada dentro de gaiola. Eh, eu considero pior os animais que são separados de suas Mães após o nascimento, como
né, as vacas. Eh, eu considero pior, por exemplo, né, a a as vacas que são tratadas como objeto, né, que fica com aquela aquelas máquinas nas tetas e você sabe que é aplicado hormônio, é aplicado, enfim, uma série de de medicamentos e etc, para que ela continue produzindo a vida dela eh acaba sendo menor do que poderia ser. Se não me engano, ela vive 8 a 10 anos eh eh num criadouro e ela poderia viver 30, 40, enfim, 20 anos. >> OK. A gente sabe, a gente sabe que exageros, a gente sabe que exageros existem
sim. Dentro da indústria confirmada dentro da indústria. Mas, por exemplo, você, você que é biólogo, sim. >> Qual o problema, por exemplo, de você eh ter uma chácara de subsistência, criar galinha, porco e ter a sua vaquinha? Você acha isso antic? O cara tem uma galinha felizinha ali. Isso é pontual. O que que acontece com a galinha depois Que ela para de produzir ovos? >> Ela é consumida, >> exatamente. >> Velha já. >> Nem sempre, né? Mas assim, o grande problema não é a galinha da grande. Não é, o grande problema é a galinha da
granja, >> que é a grande maioria das galinhas. Uma questão de subsistência, >> assim como os animais de grande porte, as vacas, os povos, Passam muito mais tempo. >> OK. Mas vamos extrapolar a situação. Você como vegano seria incapaz de enxergar uma sustentabilidade no cara que tem uma pequena produção rural, aonde ele tem lá as galinhas soltas, tem a sua cabrinha solta. >> Eu acho muito mais útil dentro do movimento vegano que a gente defende é que a produção de se biólogo é vegano nessa parada, né, velho? Não, eu sou um biólogo vegano. >> Não,
mas olha só, >> exatamente por isso, por ser um biólogo que estuda a vida, eu entendo como que a industrialização do animal, né? Tô falando de industrialização. Industrialização, >> não, mas parte do processo de consumo. Tô falando de pequeno, de pequena produção de mim, mas pequeno o pequeno produtor é o menor do dos problemas nesse caso. >> Então você aceitaria grande produtor, >> cara. Mano, tua tatuagem, hein, cara. >> Valeu, obrigada. >> Você, >> Carla. >> Carla. Bom, eu como tutora de animais, bom, assim, só para, né, dizer, voltar assim, a gente vai falar sobre
esse assunto, né? Eh, então assim, eu como tutora de animais, como vegana, eu concordo com você falando que realmente humanizar animais são maus tratos, né? Vamos dizer assim. Eh, realmente eu não Quero. >> O nome tor já é uma humanização, não é? >> Ah, [risadas] não. Assim, na verdade, como todos os outros temas anteriores, né? A gente não consegue manter este tema. Você quer que eu fale o quê? Dona de animais? Proprietária? Não, porque eu não sou dona de um animal. Eu não sou proprietária. Porque para eu ser proprietária dele, ele teria que ser uma
coisa, né? Uma propriedade. Se o Cachorro foge, mata a criança, você falar que é tutora dele. >> É, é. Vou. Porque tutora. >> Tu acha que o juiz vai engolir isso? Não, então, até porque assim, na verdade, eu como também como eu trabalho também com animais, né, com pets, cuidados pets, o termo atual, na verdade, a melhor forma realmente de, né, de, enfim, né, de falar sobre isso, é realmente ser tutor, porque o que que o tutor faz? O tutor ele se Responsabiliza por aquele animal, né, a gente falando do pet, né, mais uma vez.
Então assim, eu eu sou tutora de animais. Eu eu realmente assim, quando eu quero ser mais fofinha com meus animais, eu também posso ser mãe. >> Ai, adorei a pergunta. Eu tenho cachorro, eu tenho gato e eu tenho pombos, entendeu? Pombos >> que eu resgatei, que foram jogados no lixo. >> Eu fiz isso. Tirei um pombo de que tava Lá como trabalho, um trabalho de religioso, cheio de cabelo no pé. Eu resgatei. >> Pois é. Então isso na verdade assim é é o tempo inteiro, né? Vários, não só pombo, né? Como outras aves que tem
vários fios, né? Nos pezinhos, porque as pessoas realmente não se responsabilizam pelos animais, pela vida animal, né? Porque realmente a gente só vê o animal como coisa, como objeto, como entretenimento, como teste, como Recurso. >> Mas você não acha que, por exemplo, porque eu vejo muito isso, inclusive agora com essa moda de cão comunitário, você não acha que é sair da responsabilidade do animal, como por exemplo, eu sou um tutor e aí um cachorro mata alguém e o cara, não, não, sou só um tutor. Porque existe uma questão [risadas] legal nessa situação. Sério? É sério
isso? >> Tá. >> É uma questão legal. O que você tá? >> Beleza. Tá bom. Se o meu cachorro foge e ele mata uma criança, eu não tô sendo uma boa tutora, né? Porque eu deixei meu cachorro, um cachorro reativo fugir. Que vai pagar essa esse crime. >> Ok. Obrigada. >> Tudo bom? >> Tudo bem. Se apresenta pra gente. >> Débora Vieira, advogada. Faço parte da Comissão de Proteção Animais da OB do Rio de Janeiro e também sou formada em nutrição. Seja a favor dos cães comunitários. >> Claro que eu sou. É, >> é isso
é um problema. >> É uma das >> Quando ele mata alguém, quem é quem é o tutor que vai? >> Na verdade nem precisa falar de cão comunitário, né? Como você tava falando de tutor, o tutor ele, como ela muito bem disse, Cão comunitário. >> Vou te dar até um exemplo particular meu. Por exemplo, eu tenho um cachorro, ele foi atacado >> com por outro cachorro que tava fora da guia numa rua sem saída. De quem é responsabilidade? Da tutora que não teve a responsabilidade de entender que existe lei e que você tem que andar
com o seu cachorro na coleira. >> E o docão comunitário? >> O docão comunitário existe na verdade o Quê? tem uma, por exemplo, você tem um condomínio, >> não tem um condomínio. E isso é muito mais comum, por exemplo, em condomínios abertos. >> Eh, cachorro é mais incomum. Existem casos de, ah, vamos cuidar de dois cachorros. E aí, no caso da comissão vem pessoas até tirar essas dúvidas, por exemplo, assim, ai, como é que a gente faz? O cachorro, ele era manso. Assim, tem dois cachorros que esse condomínio Cuida, porém aí crianças que não são
bem orientadas pelos pais, jogam pedra e aí esses bichos vão ficando mais bravos. Tem ver, não, a gente tem que ver o problema das pessoas >> e o quanto falta conscientização de como que tem que ter o respeito ao próximo, o respeito aos animais entendimento, como é que faz? >> Não, e o entendimento de que a gente tem que fazer o quê? Ah, tem que ter esse cuidado. A gente se cotiza, a gente Chama adestrador, a gente tenta orientar as famílias. Ah, você tá querendo esse exemplo? >> Sim. >> A questão da responsabilização que você
quer, você vai querer o quê? Uma indenização do condomínio, vai ter um processo vai ser preso. Quem vai pagar pelo cachorro comunitário ter? Quem é o tutor que vai? A >> a grande questão dos animais comunitários que se discute hoje em Jurisprudência é o quê? pode ou não pode alimentar os animais. Hoje esses animais comunitários, eles são defendidos e não é possível. Inclusive tem um processo na Barra da Tijuca, tem vários condomínios grandes na Barra da Tijuca e eles são defendidos da seguinte forma: você não pode praticar maus tratos, porque é uma prática de maus
tratos você privar. Teve síndico, por exemplo, que colocou eh impedimento físico para você não poder alimentar gato, por exemplo, e gato não Vai atacar e matar ninguém, mas que é uma que é considerado por alguns eh por alguns condôminos desses condomínios grandes da Barijuca, cheio de casas, que ah, a gente tem que exterminar os gatos, >> você sabe que a gente tá tendo um surto de espriose, >> não? O que a gente tem é controle de natalidade. É um trabalho que a OAB procura conscientizar tanto em lugares todos emug tanto em lugares de padrão econômico
alto como em comunidade. Por Exemplo, >> você não acha que nesse quesito >> a gente precisa concentizar controle de natalidade, castração. Primeiro, você não respondeu quem paga o pato. >> Seu primeiro ponto. Segundo ponto, não fica muito cômodo eh você criar cães e gatos comunitários isentando, por exemplo, as prefeituras de AGI, porque o que a gente deveria tá fazendo >> é o poder público que não consegue atuar como deveria. E ali entra até em outro Tópico seu sobre as ONGs, né? Porque a gente tem o trabalho dos protetores, o trabalho de ONG, >> eles fazem
o quê? Vivem do problema em vez de resolver o problema? Não, infelizmente no Brasil a gente tem vários outros problemas, não só relacionados a animais, que a gente procura nesse caso gelo, >> mas é mas é é a visão do bem-estar animal. Você >> até agora não respondeu quem paga o pato Se uma criança matar for morta por um cachorro. >> Oi, tudo bem? >> Tudo bem? >> Tudo bom, Beta, prazer. >> Beta. >> Henrique, o veganismo é para salvar a maior quantidade de animais possíveis. Sabe qual é a melhor forma? Não comendo os animais,
>> por exemplo. Sabe quantos animais são mortos no mundo para ser comidos? >> São bilhões mais do que >> trilhões. 6 trilhões de animais são mortos para alimentar. E já existe, a ciência já provou que você pode se alimentar. >> Tudo bem, eu concordo com você. >> E por que você não faz isso? >> Eu gosto de comer carne. >> Eu também. >> Então >> sou argentina, imagina. >> Ah, >> mas eu entendi que não preciso. >> OK. Por você, por mim não. >> Você também não precisa. Você tem escolha. Gosto. Eu tenho agora. >>
Eu sei que você gosta, mas você tem escolha. Tem poder de discernimento. >> Sim. Não tenho problema. >> Você é biólogo, não cuida da vida. >> Cuido da vida. Mas >> então por que não cuidar da vida dos animais que bota no prato? >> Ah, seja muito sincero. A maioria de Vocês come a carninha de vez em quando. >> O quê? >> A maioria de vocês comem. Car, >> eu conheci da Anita comendo uma costelinha. Isso. Isso. Uma falta. Não, só é uma falta de respeito muito grande. O que você o que você tá falando
é uma coisa muito séria. Realidade. >> Você pode provar isso? >> Ah, dos colegas que eu tive. Conhece um fala. >> Eu eu eu tive amigo que >> quem você conhece? >> Tive um amigo que eu peguei ele no fragrante, mas eu falando só isso. >> A pessoa não é vegana. Era vegana. A Anita não foi assim. >> É rica. >> A Anita não foi assim. >> Não foi vegana. >> Ela ela foi vegana. Ela tava vegana e >> não não não existe o o estar vegano. Mas olha só, você biólogo, defende a vida. A
Melhor forma de defender a vida dos animais e parar de enxergá-los como objetos é tirar eles do prato, parar de se entretar. Você tem a ciência, você tem toda a tecnologia para não precisar disso. Eu trabalho com espécie, com espécie. problema de criar, por exemplo, eh, roedores eh na alimentação das serpentes no Instituto Vital Brasil. Tem nenhum problema quanto isso, >> Henrique, sabe o que acontece? Que você tá só trazendo o a exceição da exceição da exceição. Então, >> e a gente está falando, a gente está falando do que a gente faz todo dia várias
vezes por dia. >> Mas como você não se importa com porcos, galinhas, vacas? Terminar. Eu não me importo com o movimento vegano sobre a perspectiva de coma menos animais. Sen vamos, >> a gente deveria ser aliada a sua. Se Você defende a vida os animais, >> que melhor que o vegano? O vegano é quem defende todos os dias a vida dos animais. Na exceção atrapal exceção que você vai lá impedir que uma vacina seja feita. É exceção que você vai lá melhor forma de salvar animais. acontecesse por porque você sobre a sua sustentabilidade sobre explorar
é parar de chegar que eles são objetos para você. Isso aí eu concordo Consigo a gente pode as exceções que vocês me atrapalham. >> Como >> são as exceções que vocês me atrapalham? É o impedimento, por exemplo, te atrapalha. Eu não entendo por você, por demoniza o veganismo quando o vegano é seu aliado. Se você defende a vida como não? Ué, quando você fala de sustentamento defendo as dos animais. Quando o veganismo, por exemplo, você acha que os Animais são qu? >> Quando o veganismo quer tirar, quer destruir os zoológicos, isso me atrapalha. Um vegano
que é a favor do zoológico. Hque, Henrique, Henrique, me faz um favor, >> defina o que que é um animal para você. Ai cara, isso é um conceito muito muito amplo. >> Não é simples. É um ser senciente, é um ser que sente sente dor, animal. >> Nem todo animal sem ciência. >> Eu ouvi você falar ou vío muito mal do que você. >> Eu vi um vídeo seu. Você chorando quase por uma vaca e falou: "Se eu fosse feminino, lembra desse vídeo?" >> Sim. >> Eu não comeria bife falou isso? Vaca. Eu ué, >>
eu não tenho problema. Eu posso ter uma vaca assim como o Richard de me falou, eu tenho o meu porco, ninguém pode >> Então você respeita algumas crianças, Não respeita todas as crianças, >> respeito todas as crianças são humanas. Hum. Primeiro lugar, os animais, seres você respeita crianças? >> Crianças são animais >> são humanos. Animais humanos. >> E os animais não humanos >> não humanos, alguns deles não tem quem quem. E como você distingue, como você escolhe qual você respeita e qual você não? >> Tudo tá relacionado à emoção. Por Exemplo, para um emoção de
quem? >> De da sua cultura, para um chinês comer cachorro, para ele não é problema. Comer a vaca, não é, é um problema. Falando de você, Henrique, aqui no Brasil aqui no Brasil. >> Aqui no Brasil não vejo nenhum problema em comer a vaca. >> Vamos lá. >> Ainda ao mesmo tema. >> É, >> vamos voltar ao tema que eu esqueci o Tema. >> É, eu também. [risadas] Humanizar animais é moststrar. >> Hum. Tá. O que que humanizar para você tratar como um ser humano? Assim, >> é humanizar é pegar é um monte de dondoca
dando dramim pro cachorro e levando pro shopping. >> Nossa, isso isso é não, isso é é um crime. É um crime você dopar um animal assim para usar ele como bibelão, >> descartar ele como um ser humano, Botando roupinha, tipo de coisa. >> Ah, tá. Mas isso é uma justificação. Veganos são contra isso. Eu eu te desafio a achar um vegano >> quantos veganos tem gato aqui? Não. Então vamos lá. Não, não tem nada a ver isso, Henrique. Eu >> eu já vi uns umas com gatinho, com florzinha aqui, ó. Ó que eu que eu
conheço vegano >> pai de pet. >> Por que que tem muito gato, Henrique? Por que que tem todas as pragas que você chama, todas essas superpopulações, esse desequilíbrio imenso? Porque o ser humano trata o animal como coisa. Ele reproduz animal como se tivesse numa fábrica. Você sabe disso. É errado. Detalhe, não sou fábrica agora. Sabe quantos veganos foram me atacar lá? Porque eu disse que gatos na natureza. Calma, eu concordo contigo que é até sustentável explorar um animal às vezes mais do que plantar. Eu não concordo, Porque veganismo não é sobre sustentabilidade, é sobre respeitar
a o animal. Então a gente não tem mais, a gente não discute mais. Cer não usar ele como recurso, é sobre não ver ele como uma vestimento, uma comida ou qualquer coisa, entendeu? Qualquer coisa. É um ser vivo senciente. Por que que é senciente, Henrique? Você consegue? >> Ó, eu concordo com você. que ciência para você >> que ele tem algum alguma forma de Conhecimento, mas autoconhecimento é uma coisa >> dimensão psicológica, emocional, você não, >> mais ou menos. Nem todo animal tem autoconhecimento. >> Esponja que você tá falando? >> Não, cara, tem um monte
de animais que não tem não eh você não tem não tem autoconhecimento. >> Você diz de acordo com a biologia, com a biologia academicista, Cartiana, toda materialista. Mas você sabe que dá, poxa, você mesmo faz um vídeo, você faz um vídeo comparando adotar um cachorro com adotar uma criança e você vem falar que não deve humanizar animal, não faz sentido >> não. Não humanizar é questão de você encher o bichinho de de >> Mas isso não deve fazer nem com bebê, ué, nem com >> Mas não deve. Você concorda? Não deve. >> O que tem
de pai de pet vegano que me Ataca porque eu falo que gatos de natureza são um problema. >> Mas eles exploram animais também. Eles não são veganos. Inclusive os que você falou que comem carne, inclusive os que você falou que comem animais não são nem veganos, nem vegetarianos. Você fal de verdade, >> é por isso que eu cheguei aqui te perguntando qual que que era veganismo, porque não é vegetarianismo, não é >> não, não é o Inclusive, eu acho que o Comer ovo é muito bom, cara. A caça e o controle de espécies invasoras como
javali, caramujoo africano, bagre africano no Brasil ecologicamente vital e moralmente superior a deixar o ecossistema sucumbido. >> Você acha que a caça é a única forma de você evitar que um ecossistema sucumba? Não, >> me fala algumas possibilidades. Ah, um animal morto. >> Ué, a Luía Mel tá apoiando um cara que Faz propaganda pro >> Ótimo. Aí você discute com a Luía Mel, >> pô. Qual o problema? Os veganos ficam com o pessoal do >> Aí você discute com a Luía Mel. Aí você discute com a Luía Mel. Ela não tá aqui, gente. >> É
só portar parte do >> É, eu também não autorizo isso não. Ele não respeita ninguém. >> É engraçado quando a Luía Melo, com o cara fazendo propagando. >> Problema para você. >> A Luía Mel não tá aqui na mesa. Você conversa com ela. Tá. Tá sim. Por qu? O que que você tá ensinuando com isso? >> Vocês são amigos, cara. Não, você tá super enganado. A gente não é amigo, >> não é? Muito bem. Vamos falar sobre caça. Eh, eu perguntei se caçar, matar animais é a única forma de evitar que um ecossistema sucumbunda >>
dentro do animal. >> Tá bom. Eh, que outras formas você Conhece de evitar que um ecossistema sucumba através do controle? No caso, >> controle, o controle para de pragas, de ecossistema, é só o extermínio, seja ele com caça, seja ele com biocidas, de alguma outra, alguma outra maneira. >> Tá bom? Então é exterminando que você >> Sim, só exterminando, >> tá? Você conhece um produto chamado PZP? >> Não. >> Gonacom >> também não. >> Você sabia que esses produtos são justamente desenhados, foram desenhados para você controlar espécies através de um método não violento? Explica se
já funcionou alguma vez. >> Eh, bisões americanos, cavalos selvagens, capivaras, ursos. >> Funcionou para peixe escorpião? >> Eu acabei de citar algumas espécies, >> mas você quer que funcione para todos. >> Então, existem maneiras, eu concordei com você no começo, que nem sempre é a Morte do bicho em si. >> Uhum. >> Mas que você deve exterminá-lo, >> você deve exterminar a praga da maneira que der. Então, a morte, eh, o extermínio por morte é uma delas. >> Já deu para, >> aliás, para várias espécies é a única maneira. >> Já deu para ver aqui
pelas interações que você não tá nem aí pros animais. >> Não, eu trabalho com espécie e não com Espécie. M >> define espécie. >> Espécie tem várias definições. Você sabe disso. >> Eu sei. Exatamente. Então, sobre qual definição você tá trabalhando? Trabalhada de uma espécie definida. >> Uhum. >> E se ela for invasora, ela deve ser exterminada. >> Defina invasora. Invasor é um animal que é não faz parte daquele ecótono, não faz Parte daquela biota e tá invadindo aquela biota. >> A espécie humana ela é invasora em alguma maneira? >> A espécie humana de alguma
maneira ela é invasora. >> E aí está autorizado então o controle dessa espécie através da caça? Falei: "Não, óbvio que não somos humanos". >> Mas por quê? >> Porque somos humanos. >> E qual a diferença de animal humano para Animal humano? animal humano. É porque nós somos humanos, devemos respeitar a nossa espécie como nós somos humanos que você não pode matar outro humano, cara. >> Sim, mas porque eles têm direitos fundamentais essenciais e os outros não? >> Pera aí. Nós humanos temos direitos de humanos. Animais têm direitos de animais. >> Quais são eles? >> Depende
do animal. Depende do que você Quer fazer. Você, por exemplo, tem animal que você bate. >> Responde, responde. Quais são os direitos dos animais? >> Quais são os direitos dos animais >> da espécie? Escolhe uma e fala. >> Ué, por exemplo, caramujo africano. Qual o direito do caramujo africano? >> Você acha que o caramujo africano não é um ente que tem toda uma cognição, que tem uma >> Não tem. Eh, você consegue provar isso? Você bota um espelho na frente do cara muito única maneira acha que ele se reconhece acha que essa é única maneira
Você acha que essa é a única maneira que um animal tem de demonstrar uma complexidade cognitiva e emocional afetiva? >> Essa é uma das maneiras, eu tenho certeza que um caramujo não vai ter afeto por você? Você trabalha com a ciência de caramujos, neurociência de >> caramujos etólogo. >> Você é etólogo. Eh, o que trabalhos você tem de etologia que são significativos para que você se qualifique como? >> Talho você tem de etólogo para falar isso? >> Eh, eu estou me nominando etólogo. >> Ué, mas se você é um etólogo, você sou etólogo. Eu estudei
etologia, estudei comportamento. >> Mas estudar não te garante autoridade para falar sobre assunto. >> Se eu sou um etólogo e não posso falar Sobre tudo hoje, >> mas quem te chama de etólogo? Eu sou etólogo. Eu tenho mestrado em etologia. >> Eh, eu li a sua dissertação de mestrado. >> É etologia. Eu sou etólogo. >> Eu li a sua dissertação de mestrado. Eh, >> comportamento predatório. >> Tá. Quem é o grande expoente? Quem é o grande expoente da etologia? >> O grande expoente real da etologia >> real >> é o Richard DN. O grande expoente
que Você deve conhecer é Conan Lores. >> É, >> não é o adequado. Porque o que a gente sabe hoje é que o DC está muito mais certo do que incluse. Você sabe que o Richard Dawkins é um grande também expoente da defesa que os animais eles têm uma sofisticação psíquica, cognitiva e justamente não pode. Ele não vai falar isso do caramu africano. >> Eh, não, você não pode ter essa certeza. Você tá jogando isso para câmera. >> Ele é um colega, é um colega da minha área, não da sua cara. Vai por mim, cara.
Micando. Eu não sei. Eu tenho, eu tenho sérias dúvidas que ele gostaria de ser associada na forma de colega a seu >> cara. A gente tem conversas, cara. >> Você tem conversas com SH Dawkins. >> Impressionante. Você deve falar inglês também, né? >> Não, não falo cliente, mas a gente já trocou e-mail. Tá bom, gente. Alguém >> cara Pode recar sobre o uso da caça para retirar pragas do meio ambiente, que isso é mais é moralmente mais aceitável do que você deixar o ambiente ser sucumbido. Acho que um ponto importante que o colega trouxe anteriormente
foi principalmente a pergunta do esse se essa é a forma mais eficiente, se é a única forma de se >> Não, ela pode não ser a única forma, mas é a mais eficiente. >> Você falou que ela é a forma mais Eficiente. >> Sim. Na maioria das espécies, sim. >> Quais são outras formas que são geralmente advogadas por outros? Você pode capturar o animal, castrar o animal e devolvê-lo, o que é um problema, inclusive, é crime ambiental no país. Se você pega um animal exótico, castra e devolve para o meio ambiente, você tá cometendo crime
porque você tá introduzindo animal exótico no país, entende? Então, só por Si, por si só é um crime. Mas mesmo que isso funcionasse, vamos supor que eu pegasse javali por javali com o helicóptero, fizesse todo aquele gasto e etc, capturasse, castrasse, eu não conseguiria castrar todos. E se eu fizesse um extermínio de espécies mesmo, mortandade, eu poderia diminuir significativamente a presença de animais exóticos ou até mesmo exterminar. Isso é uma possibilidade. O extermínio do animal exótico na natureza é melhor pra Natureza, é moralmente mais aceito dentro da biologia, porque você preserva o ambiente, você preserva
as espécies. >> Quais são os pontos negativos dessa dessa prática? >> Destminar esses animais, cara. Eh, você tem existem alguns pontos negativos, dentre eles uma coisa chamada efeito cobra. O efeito cobra é quando você conclama a comunidade inteiro para para exterminar Esses animais e você acaba ampliando esses animais. E por quê? Porque as pessoas ganham dinheiro com isso. >> Ampliando. Em que sentido? Se quiser >> você amplia por o efeito. Tu sabe o que que o efeito cobra? >> Sei, mas é bom a gente explicar pro pessoal. >> Então, se tu sabe, fala. É quando
a gente uma política pública em que eu peço, por exemplo, a comunidade, por favor, a Gente tá tendo muita cobra, matem a cobra, eu te incentivo com dinheiro, por exemplo, é algo que aconteceu na história, na Índia, a Inglaterra fez essa durante o período da colisinação, né? >> Esse é um problema, porque pode ampliar o número como acontece com as pítulas biomanesas. Outra maneira, você ter instituições legalizadas que vão fazer todo esse controle do abate e aí você tem realmente a redução significativa. Então a gente comentou sobre quatro maneiras aqui, três ou quatro maneiras de
fazer. >> A maneira mais eficiente é o extermínio do bicho. >> Por que é que não existem mais maneiras? >> Cara, na verdade ela existe. A gente complementa com um monte de outras coisas. A gente vai complementando com todas as tecnologias que vão aparecendo, entende? como o assustamento, o >> troca Fugent não é que tem não tem não não é que não tem não tem interesse, né? É muito conveniente falar, vamos exterminar, né? Muito conveniente isso. É muito mais difícil respeitar o animal e falar: "Vamos respeitar o interesse de vida dele, porque de novo vamos
voltar, não é? Animais, você tem que lembrar, Henrique. Mas o bicho vai tá destruindo a natureza. Eu não posso aí destruir a natureza. Vamos todos. Então, bora se Exterminar. Você tá falando de proteger a natureza ou você tá Não, calma aí rapidinho. Não. Qual a dificuldade de entender que veganismo não é sobre respeitar natureza? Você tem que entender as diferenças porque você falou natureza >> e você tá aí para qu para você mesmo, né? Entendi. Nem pro veganismo. De record. Eu não tô nem aí [risadas] para o veganismo. >> Você tá nem aí para nada.
Erro, ó, ao Contrário de você que disse, bom, então bem claro que preferia o elefante Sandro morto do que ele no zoológico. Eu cometi um, eu cometi apenas um falo. Eu falei, não tô nem para, eu não tô nem aí para o veganismo. Foi apenas um erro de frase, tá? >> Não, não falei, não falei isso. Apenas eu eu aqui falando me atrapalhei. Só isso. [limpando a garganta] [risadas] >> Senta aqui, Franklin. >> Senta aí. >> Calma aí. >> É Frank. Senta aí, Frankl. Vai lá, >> seja. Ué, então deixa elá falar, cara. >> Tô
deixando. >> Então, dá um tempo. Deixa eu falar depois. >> OK. >> Henrique, quem começou a me interromper foi você. Então, deixa eu terminar de falar. Não, eu vou terminar de falar. >> Obrigada. >> Então, quando você fala de animais, você tem que sempre lembrar que é um indivíduo. Então, quando você fala exterminar, você tá desconsiderando totalmente. Você espera eu falar espécie. >> Você você então se exporta com o ser humano e só com você e sua família. Provavelmente, né? Porque como você é desse tipo de abção, >> porque você acha que eu vou te
matar ou alguma coisa discriminar? >> Não. Se e se eu tiver destruindo a a o ambiente que nem você defende como todo mundo tá, você lei >> Mas é por lei ou por ética que você você então você age por lei, você age ah então você Ah, então você age por lei, não por ética. >> Então se a lei for antiética e você segue a lei. >> Pera aí. Depois >> você não consegue deixar alguém terminar de falar. Você percebeu? >> Ué, mas você tá colocando palavras na minha boca? Não, não coloquei nada. Se eu
pudesse colocar, eu colocaria que você é uma pessoa que é inteligente. Você tem noção de que animais não são coisas, são indivíduos. Você confunde, você confunde animal com objeto, Henrique, pelo amor de Deus. Eu tô falando que é um indivíduo com uma experiência de vida, assim como você tem a sua, eu tenho a minha. E que ninguém Pode chegar aqui e falar que você é inferior, que você tem destruído a natureza, que você é isso e aquilo e vai te pegar e te usufruir e te explorar. Meu ponto ponto veganismo, ponto que quando chega na
questão de considerar os animais moralmente para respeito, ele peida. Ele peida não a natureza, então mata o ser humano que tá destruindo tudo e deixa os animais. >> Eu não duvido que daqui a pouco vocês venham com essa pauta de exterminar Seres humanos. >> Não, querido, eu só deixa te deixa não, eu vou falar uma coisa. Eu só falando maluco, vai. Se você, se você tá defendendo o meio ambiente, você tem que lembrar que quem tem que ser exterminado é o ser humano. Quem tem que ser exterminado é o ser humano. Se você for defender
meio ambiente. Agora, se você fala o tempo todo, se você não consegue manter, se você consegue, Agora só deixa eu completar uma coisa. >> Ser humano em primeiro lugar, sempre. >> Ah, sim. Supremacia humana. Parabéns. É sobre isso que a gente tá Não, humanos são agentes morais. Isso significa que a gente tem agência intelectual para considerar os animais como indivíduos e você tem que saber que pelo menos você é antiético e imoral. >> Nossa. Aí moral é destruir a natureza para ela que aí não é antiético não. O cara o ser humano destruir a natureza.
>> Javali pode destruir tudo. Não é Antiético não. Não é >> bom. Vamos lá. Você viu que os pontos que é que são, você viu que os Você é o cara que mais Você é o cara mais centrado aqui. >> Você, >> Isso é bom ou ruim? Eu não sei se você tá me elogiando ou tá falando: "Você é um banana". >> Porque a parada é o seguinte, não me importa a questão do veganismo. >> Deixa eu te falar rapidinho, tá faltando Tempo. Deixa eu falar rapidinho. Ó, primeiro, dois pontos eu quero tentar falar e
por favor não me interrompa. Se bem que você quiser interromper também não tem problema. Bom, sobre a caça, eh, eu acho que tem um outro ponto interessante sobre a caça, porque a gente ficou falando de avali, Javali, Javali. Eu acho que a cultura da caça, a cultura da ca, >> deixa eu falar do da cultura da caça, que pessoas que saem para caçar, seja Onde for, e mostram os animais como troféus, como grandes conquistas. E eu vejo com muita preocupação isso, o que isso representa, por exemplo, para adolescentes que estão no meio urbano e que
o contato que eles têm com animais é cachorro, gato, que no caso eu imagino que você acha que respeita mais, imagino eu, nesse nesse nessa escala de respeito que parece que você tem em relação a cada animal. E isso vem de uma forma ou de outra, Trabalhando uma cultura que depois a gente reclama o que tá acontecendo, por exemplo, no Discord com adolescentes, jovens. Bom, essa é a primeira coisa. Não, não tô dizendo que é a não tô dizendo que é a caça diretamente, mas a caça tem relação direta igual minha mãe quando eu jogava
videogame de Resident Evil Resident Evil ia matar isso. >> Assim como minha avó falava, né? Você via filme de terror, você vai era jogo, né? Não, não. >> A caça é um jogo. A caça não é um jogo. >> Não, pera aí. >> A caça, eu não estou dizendo que está, é isso que acontece. Eu tô dizendo que é uma cultura que estimula a violência. E a segunda coisa que eu queria dizer, um jogo de videogame, ele automaticamente vai ser violento. >> Bom, a gente viu que eu não falei de videogame. Quem falou foi a
sua mãe para você quando você jogava. >> Essa é a pergunta. Não, eu não acho Isso. Meu filho brincava e ia bem. Outra coisa, outra não, não brincava com videogame, não com caça. >> E ele jogava jogos de tiro, alguma coisa? >> Você acha que ele vai virar um assassino? >> Não, não tô falando isso. Eu tô falando que a caça é uma cultura que leva violência. Não estou dizendo que diretamente acontece. Depende. Claro que depende já viu Na África que ecologicamente são muito mais. >> Deixa só. Ah, a gente vai entrar na ecologia. Eu
tô puxando pro assunto caça em si, não é ecologia. assunto que eu trouxe, eu pedi pode trazer um ben, eu não vou debater isso porque teria um outro aspecto que eu acho que os colegas já falaram. E a segunda coisa, que eu acho que é mais uma informação que vocês falaram sobre animais sentem, não sentem, tem consciência, não tem, você Deve saber que em 2012 a gente teve a declaração de Cambridge da consciência animal, mais de 20 cientistas, inclusive na época eles eram de várias vertentes. O Stephen Hawking foi um dos que assinou, apesar dele
não ser da área, mas ele era proeminente cientista. E o interessante é que Philip Low, que foi quem montou isso a um cientista, neurocientista, quando terminou o estudo, perguntaram para ele o que que aquilo tinha Impactado na vida dele. E ele disse: "Eu nunca tinha pensado nisso, mas eu acho que o certo era eu virar vegano e daquele dia em diante ele virou vegano por conta do conhecimento da neurociência que ele tinha e o que ele encontrou nos animais. Eu não tô falando que você, não tô falando que você precisa ser vegano. Ele muda. >>
Eu não, ele estuda. Eu não estou falando que você ou qualquer um deve ser vegano, mas a gente deve olhar os animais como Seres que merecem o respeito por si só, por tudo que eles representam. >> Ok. Mas uma coisa é o espécie e outra coisa é espécie. >> Não, não. Mas eu falei da espécie. Eu entendo que você p da espécie, mas eu tô falando do indivíduo que eu imagino que você deve saber que tem alguma importância. Falou 15 minutos. Você falou que >> você falou todo esse momento e eu não consegui e eu
não falei. >> É verdade. É justo ele falar. >> Eu queria eu queria pelo menos falar. >> Justo ele concordar. >> Ó a [risadas] cara, mas eu concordo contigo em um monte de pontos. >> Claro, pô. Não tem como não concordar com isso. >> Eu discordo. São justamente aqueles pontos aonde o vegano não deveria se meter e ele se mete, como, por exemplo, eh, você precisar disterminar animais Exóticos da natureza, como, por exemplo, você precisar de animais para fazer vacina, como você, por exemplo, eh, usar de sustentabilidade, como você, por exemplo, até mesmo a caça,
velho, que em alguns países é melhor que você cae do que você extermine a floresta para plantar soja. A gente sabe que a sustent não legal nesses pontos a gente se qu >> tá sustentabilidade a gente sabe que tirar os animais do prato é a maior atitude que a gente pode fazer para Respeitar >> o meio ambiente. A gente sabe disso, mas não acontece isso. Sabe que não acontece isso. Não acontece isso. >> Não acontece isso. >> Tá, vamos lá. Muitas ongas de resgate animal causam mais dano ecológico do que benefício ao tentar salvar espécies
invasoras. Vocês [música] não variaram, né, velho? Vocês não variaram. Tinha que ter variado de >> Ah, é porque Ah, legal, pô. >> Ah, é, é, tá ruim, né? >> Deixa [risadas] te falar. Eh, Henrique, olha só, eh, todos os problemas que a gente vê de desequilíbrio vem muito da maneira que a gente se relaciona com os animais, da maneira que a gente olha para eles. >> Tipo, é muito claro isso. A gente tá arrebentando com o planeta, com a maneira que a gente trata eles. E olha que eu nem gosto muito de focar na Sustentabilidade,
porque >> eu penso assim, se a gente for encarar dado e tal, você tá certo até em algum várias colocações suas, tipo, é mais sustentável para uma pessoa num lugar árido, por exemplo, explorar um animal do que plantar muitas vezes, né? Mas só que é também mais sustentável para ela ter um filho, explorar o filho dela na lavoura do que contratar alguém de longe. Aliás, isso foi feito pela humanidade a história inteira, né? Muitos seres humanos tiveram filhos só para colocar eles na lavoura. Você acha que isso é correto? >> Era o método de vida
que existia. >> Não, eu não tô fazendo um julgamento assim, tipo, ah, eles deveriam, sabe, ser presos ou qualquer coisa, mas você percebe que é errado. >> Mas é imoral você ter crianças para colocar elas para trabalhar, você acha isso imoral ou não? Sim ou não? Se você vive, se você vive num meio que Você conseguir falar não de >> Claro, porque você tá levando, você tá fazendo uma coisa e não tô falando de indivíduos vulneráveis que não tem poder de consentimento informado. >> Disse que essa pessoa está explorando o filho, se o filho vai
ser o dono da terra e se eles estão vivendo >> uma criança. Eu tô falando de criança. Eu falei, não falei de filhos de >> criança, época aonde a pessoa não tinha nada. >> Até hoje em dia acontece isso, Henriqu. Isso. >> Você acha que alguém que vive no interior sem ter o que comer, sem ter o que comer, a criança não vai ajudar a mãe? >> Henrique, você tá pegando uma situação de exala com isso. Você tá pegando uma situação de extrema vulnerabilidade, usando? Não tô falando disso. Eu tô falando de uma maner. Eu
não conheço nenhuma família Que faça isso por querer. Não. O quê? >> O família que tem filho para botar. >> Ah, então os pais tiveram filho à toa. Tipo assim, não tem faz sentido isso, Henrique. A maioria por parte que isso, Henrique? que Ah, não tá, então tá, deixa eu te explicar. Não, desculpa, eu te explico de novo. Então, >> ninguém quer ter filho pr >> a humanidade, a história da humanidade inteira, a humanidade teve filho para Colocar na lavoura, porque ele não ia, porque não ia ser sustentável para ele >> plantar na lavoura sozinho,
ele precisava de mais gente. Não, isso não. Agora criança proposital, se as pessoas não fizessem propositalmente, cara. Cara, isso não foi proposital, velho. Foi, não foi sem querer, >> gente. Agora a gente vai ser proibido. >> Ué, mas o cara é indígena, ele tá lá, o filho vai ter que caçar, vai ter que >> A pergunta original é que as ONGs mais Atrapalham do que ajudam, não é isso? >> Uhum. >> Você >> vivem do problema. >> Você tem evidências disso? Eu tenho os santuários, por exemplo, é um deles. do santuário dos elefantes, de certa
forma é um problema para os zoológicos, porque você demonizou inclusive o seu grupo e o grupo da Luía Mel, o mesmo grupo da Luía Mel, demonizaram os zoológicos durante 20 Anos >> e os zoológicos são imprescindíveis para para preservação ambiental e estão atreladas a dissertação de mestrado, tese de doutorado, produção de artigos científicos, reintrodução de animais na natureza, como por exemplo acontece zoológico Ribeirão Preto, são importantes para receber Cara, você já trabalhou com resgate de fauna? >> Eh, eu não tô aqui para falar da minha vida. >> Tá, mas já trabalhou? Pode, >> já trabalhei
com muita coisa. >> Resgate de fauna silvestre, >> tá? Já trabalhei. >> E você sabe que então se você trabalhou, você sabe que a grande dificuldade que qualquer município tem é de levar esses animais para um setas para que eles sejam reabilitados. Você precisa de fazer isso dentro do próprio município. Isso sai do bolso da galera, sai do dinheiro da galera. Ou seja, se a gente Faz de improviso, se a gente tivesse zoológicos que foram demonizados por vocês, os zoológicos poderiam estar ajudando nisso. >> Então, você acha que a solução dos setas e dos crasógicos
particulares que fazem receita? Sombra de dúvida, é receita que poderia estar ajudando nos centros. >> Por que que você não trabalha para que essa receita venha de outro lugar? >> Tipo, qual, por exemplo, >> governo federal. >> Já vem do governo federal. >> E por que não vem mais? >> Ela, exatamente, isso é um grande problema. Mas >> todos os dias a gente trabalha para isso. Se você acompanhasse o meu canal, você saberia disso. >> Não, eu não acompanho. Eh, o que eu vejo muito, >> por isso que você não sabe nada de biologia. >>
É, eu acho, [risadas] eu acho que eu, eu acho que todo biólogo sabe alguma coisa que o outro não sabe. E uma coisa que impressiona em você, primeiro que você diz, os humanos em primeiro lugar e o resto segundo a minha vontade, >> falei isso primeiro lugar. Não, não. Você agora, você agora a pouco falou que não se preocupa com a natureza. Inclusive, você como biólogo aprendeu isso também. Primeiro [limpando a garganta] lugar a vida humana. Você sempre a vida humana, velho. Lugar sa lugar humana. E a ecologia ela existem 30 pessoas aqui que não
concordam com a maneira como você. >> Beleza. Você passou num concurso de analista ambiental, >> você tá no meio da mata, não tem nada de errado com você, de repente aparece uma onça e tem uma criança e você tem uma arma. Que que você faz, >> gente? Isso é humano. O que você faz? Você mata onça ou deixa onça atacar uma criança? Você percebe que você tá fazendo? Não, não responda porque isso absurdo. Você tá criando. Quantas vezes isso aconteceu com você? Quantas vezes você teve que decidir entre uma onça e uma criança? Mas se
eu tivesse que decidir seria criança. E você? >> Só que você tá decidindo contra os animais por muito menos. >> Até você falou que o elefante podia morrer se ficasse no zorrado. >> Então tá bom. Já que você quer falar tanto isso desde o começo do programa, me diz uma coisa. Se você tivesse alguém que fosse muito importante para você, que está num lugar que é deficitário no atendimento, na assistência dessa pessoa, tô falando de uma pessoa, e houvesse uma possibilidade dessa pessoa usufruir no melhor estado de tratamento, você faria isso? >> Melhor estado de
tratamento, sem dúvida nenhuma. Se pudesse, >> e não é o caso de um elefante saindo de um recinto absolutamente empobrecido do ponto de vista e ambiental e ir para um lugar especializado no tratamento de elefantes. Isso não é uma melhora, >> mas foi o que você falou. O que você falou era melhor ele morrer do que ficar no na zoológico. Mas diz o seg. Sim, eu não, eu falei e eu tô querendo explicar esse vídeo aí. >> Sim, tudo bem, mas eu tô querendo explicar. Você vai ouvir a explicação? >> Explica. Tenta. >> A sua
pessoa que você tanto ama, ela poderia sair de um lugar que é precário para um lugar melhor. Vamos imaginar que ela tá num hospital. >> Lugar melhor, Franklin. Mas >> vai deixar eu explicar? >> Melhor, já respondi. É o melhor. >> Não, não vai deixar eu explicar. Só que melhor do que morrer agora do tipo, não, melhor que ela morra aí não. Olha só, essa pessoa ela precisa ser deslocada, Por exemplo, do município de Macaé, onde você é professor do ensino fundamental e elas têm que ser transferidas pro Ciro Libanês. E esse transporte precisa acontecer
por helicóptero. >> Você vai, você vai deixar de transportar essa pessoa libês? Foi. O vídeo tá lá. É melhor que ele morra do que >> o vídeo tem uma hora. A única coisa que você comenta isso porque você não tem condições técnicas de refutar qualquer coisa que eu falei no vídeo. Só seu Nome, se assistisse meu canal sabia de biologia. [risadas] >> É uma piada esse cara é uma piada. >> O cara vem discutir fantasiado. >> É, meu irmão, é o meu estilo. Tem um monte de, olha só, tem pessoas aqui com olhos pintados, tatuagem.
Qual é o problema? Você tem preconceito quanto a isso, velho? Eu gosto de estar assim. Gosto de estar assim. Tatuagem. Tem um monte de gente tatuagem. Qual o problema? Eu como tu careta, velho. >> Careta >> é, pô. Eu gosto de ser assim, cara. >> Qual o problema? Qual é o problema de eu ser assim, gente? >> Nada. Só engraçado. Engraçado. >> Tá beleza, pô. >> Bom, então eu não sou bióloga, né? Então, mas eu vou falar assim, só um uma visão assim, eh, os animais invasores, não vou falar especificamente do javali, do caramujo, blá
blá blá, até porque o pombo também é um animal invasor, né? Porque ele não é nativo daqui >> e eu só entendo um pouquinho de pombo porque eu tenho cinco. [risadas][suspirando] >> Mas assim, os animais invasores eles não escolheram estar aqui, né? Então eles foram, eles invadiram por quê? Por conta de uma ação humana. Então assim, toda vez que o humano, né, que é realmente é como alguns falaram, é a maior praga que tem, porque tá o tempo todo degradando o meio ambiente, né? Mas tudo bem por uma Questão moral, né, por conta de leis,
a gente não pode sair exterminando os humanos. Bem que os não aparece um vegano louco querendo exterminar humano, >> mas eu já ouvi, tá? >> Tá. Então, na verdade, eu acho que aqui a gente fica um pouco a flor da pele, né? Porque assim, é é é o entretenimento aqui, né, do debate. Então assim, na verdade, quando você fala, né, que os humanos querem exterminar os outros hum, os veganos querem exterminar os outros Humanos, vamos ter calma. Não, então, mas então é da mesma forma que às vezes a gente vê, como você falou aqui algumas
vezes, ah, eu já vi vegano que come uma carninha de vez em quando. Ele simplesmente não era vegano. >> Um vegano que quer matar outra, é um assassino, né? Ah, então pera aí, >> [ __ ] Toca aqui, toca aqui. Tá bom, tudo OK, >> né? E assim, a gente também tá o tempo todo degradando o meio ambiente, tá Degradando os animais e por aí vai. A gente só, >> o veganismo é só uma coisa, todos esses temas que você trouxe, né? Eh, a gente fala um pouco de veganismo, porque veganismo é uma coisa, é
não ver animais como recurso. Ponto. >> OK. Tô com vocês. Só não se mete na área ambiental, >> tá? [risadas] Mas pera aí. Não, mas mas pera aí, calma aí. Na na área área ambiental, o que, Qual é a área ambiental? por exemplo, impedir um trabalho do falar do javali. Não, mas é óbvio que a gente, mas assim, eu sou contra >> e tá bom, >> o resto a gente se vi, >> mas a ONG, por exemplo, como alguém já falou aqui, a ONG é uma consequência também, né, de toda a degradação de várias coisas
que acontecer agora. >> É, porque o tema atual é esse. >> Aí eu tenho que falar sobre ong agora Você já falou, tem um espacinho de falar. Vai, fala aí, me explica. >> A gente tem problemas com ONGs no Brasil no modo geral. Eu não posso admitir, por exemplo, que uma ONG qualquer fique processando pessoas por análises ou até mesmo por uma crítica contundente. Elas elas são passíveis de crítica. Eu posso eu posso fazer crítica. >> Pera, eu vou te interromper também. Como você interrompeu todos os meus amigos Veganos. Você é contra ONG porque você
foi processado por ONGs? >> Não, eu sou contra ONG porque eu estou vendo que elas estão vivendo do problema. >> Que vivendo do problema. ONG tem o problema porque foi falta de dinheiro, né? Porque assim, a gente tá vivendo de quê? De que dinheiro? Eu >> vejo ONG recebendo emenda parlamentar. >> Qual ONG? Mas aí você tá falando de uma >> Eu vejo ONG recebendo dinheiro pra Caceta e não resolve o problema. >> Tá bom. dele fala prova. >> Você já entendeu, Franco? >> Não, mas tudo bem. Eh, vamos falar de meio ambiente um pouquinho.
>> Bora. Quando você fala de animais e espécies que destrói o meio ambiente, eu queria trazer uma outra perspectiva. Quando a gente pensa que 65% do serrado foi destruído para produção de soja, >> poderia ter colocado o gado, por exemplo. >> E aí? >> Sim, >> posso falar? >> Ecologicamente mais correto. Vai. >> 85%, cerca de 85% da soja que é produzida, ela é para alimentação animal. E e para vegano também. Não, não, >> não, porque a gente não consome essa soja que é produzida em larga escola de De Mas tem. >> Todo mundo tem
uma pegada. >> Quando você parte de um momento em que um animal por hectare diária, com a tecnologia você alcança quatro animais por hectare diária, 65% de perda de biodiversidade para produção de soja, monocultura, para alimentação de animal. E esse é o ponto do meio ambiente onde eu quero chegar. Não quero chegar numa escala onde você tá discutindo uma espécie Em espécim, mas que em questão global o afeto do meio ambiente em relação à produção de gado é muito maior. O a degradação ambiental em vários aspectos, perda de solo, perda de perda de biodiversidade, contaminação
de água, perda de recurso hídrico, eh assoreamento de solo é muito pior. Então assim, deveríamos discutir, e aí eu posso falar como ambientalista, [roncando] >> que a perda da biodiversidade, ela é Muito prejudicial pelo consumo da carne do que pelo extermínio do do javali. >> Cara, a perda de da biodiversidade, ela tá muito mais relacionada ao a produção, não perda de Sim. Perda de hábitat >> e >> mas a perda de hábitate >> 65% de >> perda de hábitate. Pois é. E o que você tem, o que você tem de pior? Que que você não,
eu concordo com você, existe esse problema? Sim, o desmatamento é uma Coisa real, porém, mas existe a possibilidade de você fazer isso de uma forma melhor, mais sustentável, mais eficiente. Como sustentável? >> Por exemplo, você poderia >> 40.000 L de sangue pro maior abatedor da JBS no Mato Grosso. >> Você poderia delimitar áreas >> hã >> para que isso fosse resolvido? >> E o resíduo >> do sangue? O sangue é usado no no carne, No na produção de >> ração de gato, ração de cachorro. Ele é usado >> 40.000 L. >> Você não consegue utilizar
tudo. Hoje você usa todo boi, cara. >> Não, 40.000 L de um abi. Hoje você usa todo o desmonte do boi. Todo, >> tá? >> Hoje você usa o des vai para onde? O sangue vai para uma. >> Ele vai pra ração. >> Ele vai pra ET. Ele vai pração, ele vai paraa estação de tratamento. >> Não, você, você utiliza, estação de tratamento. E hoje não existe hoje não existe tratamento para, por exemplo, >> o boi hoje é todo aproveitado, mas vamos lá. Eu concordo com você que existe uma um problema grande em um uso
excessivo industrial em larga escala, tanto da produção de alimento, da produção de Isso é uma é uma realidade. Uma realidade. Isso é fato. Eu vou concordar Com você. Não tenho nenhum problema em defender isso com você. Temos que diminuir, >> OK? Temos, eu ficou, concordo. O meu problema todo é a tentativa de usurpação da pauta ambiental. Quando você, por exemplo, ignora a sustentabilidade, você tá reduzindo a pauta ambiental aos quesitos que você considera importante, sendo que você tem uma didática. Vocês não, porque você não pode você colocam delegado, vocês colocam tudo como Político, f vira
deputado, vira. Partir do momento que você bota que todos os veganos são iguais. Mas é uma são iguais. Mas você come uma carninha. Ah, mas você, [ __ ] isso aí é primeiro uma falta de respeito absurda comigo, com a minha esposa e com todas as pessoas que estão aqui. Você não nos conhece pessoalmente, você não pode inferir isso. >> Você tá levando pro pessoal, >> então você não. Então vou, claro que eu Vou levar pro pessoal. A partir do momento que você po vieram aqui, disseram que eu ganho dino pros. >> Eu falei isso.
>> Então, mas por você vai ensinar que eu como car? Eu tenho que aguentar. Eu tenho que aguentar a galera fora na minha casa. Então tu escolheu tá aqui, velho. >> Estou falando exatamente por mim nesse momento, não por uma série de pessoas. >> Chora p >> que chora, velho. Pelo amor de Deus, man. Tenho respeito, cara. >> Para de chorar, velho. >> Tenho respeito, cara. Você é um cara amor de chor, não chora, >> chora. Isso aqui é é um debate. É uma brincadeira, inclusive é uma Ah, para de chorar, velho. >> Olha só.
Não, não. Vamos lá. >> Não, queria, queria falar agora. Deixa eu. Pode ser no livre. Tem uma livre. Vai, começa. Bom, galera, para Finalizar, até porque eu tenho que ir pra Ra do Cabo, tema livre. Prazer, eh, isso, não sou biólogo, mas sou linguista. E tem algumas coisas para falar. Eu acho que de algumas palavras que você mencionou, você criticou o uso da palavra abolição. A gente não fez referência à abolição da do povo negro, da escravização do povo negro. Abolição é um termo muito mais amplo e genérico, não usato exatamente para abolição do Povo
negro. Mas você trouxe termos como ditadura, você trouxe termos como tutor. E aí essas palavras eu acho que estão sendo um pouco usadas aí de forma equivocada. suas. Tá bom, então por favor, eu só aceito. >> Mas eu queria dizer que eu adorei esse essa sua armadura de couro sintético. Achei ótimo. >> Acho gosto gosto de autenticidade, gosto de originalidade, >> gosto dessa originalidade, essa Autenticidade, mas eu acho que você já entendeu o que é veganismo. >> Então, que pena. Mas eu acho que você já entendeu o que é veganismo. >> Então, mas aí eu
acho que você não entendeu uma coisa. Você como educador e eu como educador, eu não entendo o intuito não só desse debate, mas de outros debates dos quais você já participou. Eu fui convidado, cara. >> Então, ótimo. Mas eu não entendo qual o intuito de atacar o veganismo e não, mas Você não conhece bastante sobre a questão ambiental? >> Sim. >> Por que que você não é aliado do vegano? Porque o vegano, na verdade, está contigo e você deveria, não, só um instantinho, você deveria. >> O vegano não defende sustentabilidade. >> Ol só, mas olha
só, você concorda com democracia? Você concorda com questões e pautas? Eu sei o que você não sabe e vice-versa. Mas aí eu acho que não é atacar o veganismo como é >> não. Mas não é atacar o veganismo como é o o que você faz na internet, não é o que você faz quando você propõe o título do debate. E as questões que na verdade nem falam exatamente sobre veganismo. Essas questões que você tem trazido aqui são questões que é pra gente discutir na mesa. Isso é política. Não, não estamos discutindo. Você está atacando o
veganismo e outras questões que não tm a Ver, não, outras questões que não tm a ver, na verdade, com a seara, que a gente defende, você traz como um problema. Esses problemas, essas conversas, >> você encontra a favor do zoológico. >> Essas conversas, essas conversas, eu não tô no tema do zoológico, eu tô no tema livre. Já discutiram com você? Eu queria, eu só queria saber de uma coisa. É monólogo aqui. Eu tô fazendo agora pelos outros que você não deixa eu Falar. É, exatamente. Eu queria na verdade, eu queria na verdade só uma coisa,
entender de professor saber, por exemplo, se você é contra a favor dos zoológicos. >> Eu sou contra os zoológicos, mas a gente vai voltar nesse ponto. Por você ser vegano e contra o zoológico, você é aliado você concorda você falou que concorda com seu aliado porque você vai causar um problema ambiental futuro. Os animais serão >> est causarei a sua ideia. O que você tá fazendo para não causar um problema futuro? >> Defendendo o zoológico, por exemplo. >> Ah, isso que vai salvar os problemas futuros. >> Prazer, Henrique. Eu acho que você é aliado, mas
você não tá ainda aceitando que você é aliado. Mas tá tudo bem, Henrique. Tá tudo bem ser vegano ou quase vegano. Tá tudo bem. Não precisa ir contra o veganismo. Vegano todo dia. >> No fundo, todos nós estamos com a mesma intenção de salvar, de salvar os animais e de respeitar a natureza. Embora você tenha falado uma coisa aqui contrária, eu >> se alie tudo bem se ali. >> A favor da espécie. Não >> se alie. Se alieoca. >> Deixa. >> Ah, não, ele não foi. >> Prazer. Não me vi. Sou advogado, mas não precisa
me chamar de doutor, não. Tá. >> Tá bom, doutor. >> Então, eh, vou pensar num aspecto bem amplo, já que a gente já falou de várias coisas específicas. Eh, quando a gente precisa criar um bife, a gente precisa primeiro, né, criar o que ele come, aí é muita água e etc. Correto? >> Correto. >> Se a gente come só planta, a gente não precisa, né, criar a plantação pro animal que vai ser pro abate, >> né? Eu tô tentando só achar um ponto em comum aqui, só eu não tô tentando te veganizar >> nem nada
[limpando a garganta] do gênero. Eu só quero um ponto em comum, porque eu sei que você representa milhões de pessoas que te assistem. vocês tem você tem uma uma base muito grande de de inscritos. Então aqui eh se você chegar para mim e falar, porque hoje em dia a gente já tem pessoas falando que no futuro não vai ter como Nessa crescente eh de necessidade de de plantação para criar gado, para criar carne, etc. Algum momento já tem gente falando que no futuro vai precisar de carne sintética. >> É uma é uma legal, só que
só que tem um detalhe, tá? Os seres humanos vão diminuir drasticamente no futuro. >> Sim, mas isso a gente não tá percebe que no futuro, então, algumas pessoas já estão achando que é já é insustentável no futuro ter carne do jeito que tá Tendo agora. >> População humana tende a reduzir a metade. >> Sim. >> Daqui algumas décadas, >> mas aí e a carne sintética também, olha, tem gente que fala que vai vi, >> é uma possibilidade, seria uma coisa legal. Eu eu gostaria >> tornaria vegano aí. >> Pero, então, calma. Mas aí a questão
é o seguinte, você não acha que a gente Tendo em vista esse futuro, não é muito interessante a gente já conscientizar as pessoas a diminuir um pouco o consumo de carne? >> Sim, eu concordo com você, primo. >> Pordo. Vamos diminuir o consumo. Claro, >> só disso, só disso eu já tô super satisfeito. >> Tem tem que diminuir isso aí. >> E aí depois e aí depois a gente pensa em veganismo e tal, mas assim, eu só tô aqui querendo um pouco em comum. >> Isso a gente tá em comum. Eu só discordo quando, por
exemplo, ataque zoológico. Eu discordo. >> Porque o que que acontece? você tem muita gente que vai que vai chegar para você e tem muita gente que vai te apoiar. >> Tamos junto, cara. Concordo. >> Oi, R. >> Você me ofendeu feio, hein, cara. >> É porque você entendeu que animal tem uma uma capacidade de experienciar a Vida dele. Você sabe disso, não sabe? Então, por isso que quando você diz que você não se importa, eu tô falando que você >> importa com a espécie, não com espécie. É, você se importa com a espécie humana, não
com o ser humano, um indivíduo humano. >> Primeiro, a espécie humana. Segundo, a espécie de animal ou planta. >> Espécie é só o último. >> Se você se importasse mesmo então com Ser humano, você tinha que entender que você tinha que preservar todas as outras espécies, porque uma ecologia. Você não sabe que ecologia não. Mas tudo bem explicar isso. Você sabe ecologia você a favor de um javali lá das outras espécies. Eles deram vários. Eles te deram vários exemplos de como a gente pode respeitar os animais e ainda assim colocar o ecologia em cima de
tudo. Eles colocaram vários exemplos para você como você [risadas] está errado e Desconsiderar o animal. Você vai esquecendo que a ecologia >> não permite uma espécie invasora exterminando as outras espécies. Portanto, eu não tô preocupado com o extermínio de um espécimo como um javali para salvar todas as espécies. Se é para gritar, a gente grita e fala também. >> Isso que você tá. Então, só que o problema é todo não, você tem a sua plataforma, você sempre fala, a gente tá aqui tentando só te explicar uma coisa, Você interrompe para você falar as suas ideologias
que todo mundo já sabe. Não, a gente te deu exemplo de como >> a gente deu exemplo. >> O problema é que você não tem consideração moral pelos animais. >> Estamos chegando ao fim, né? Vamos lá, Henrique. >> Isso. Vamos lá. Você faz, você fez várias perguntas sobre zoológico. Você é a favor do, você é a favor. E você traz pra gente pergunta. Eu quero te fazer Uma pergunta agora. >> Anda lá. >> Se você pode evitar, se você pode evitar a morte, a exploração e a crueldade contra bilhões de animais, tá ao seu alcance?
Por que não evitar? >> Quais animais você tá falando? Seres humanos. Porque eu preciso que os seres humanos comam. >> Preciso que os seres humanos comam. Então, se eu tenho galinha colocando ovos E se pra galera isso é um sofrimento, galinha colocar coisa que é natural e humanos estão se alimentando, eu vou apoiar que os humanos se alimentem de >> Não, eu entendi, eu entendi isso. A minha pergunta foi outra, eu entendi. Você, você explicou que existem formas, a gente chama isso de redução de danos, né? Então assim, é claro que uma galinha redução de
>> que uma galinha que tá numa gaiola, >> é uma galinha que tá numa gaiola e Vivendo como vivem 90% das galinhas que botam ovo no Brasil vivem nesse jeito horroroso. Elas sequerem. Seria ótimo que vocês abraçassem isso. Mas a minha pergunta não é muito sobre a redução de danos. A gente poderia falar só como ovo de galinha feliz, só como ovo da granja que tem lá que eu conheço. >> Deixa eu te perguntar isso, ó. Ó, eu te fiz a pergunta. Vai. >> Vou pegar um gancho aí. Você disse que você come ovo de
galinha feliz. >> Isso. Elas são felizes. >> E as outras como são? >> Não como esses ovos. >> Mas como são as outras? Porque você chamou umas infeliz granja ali. É verdade. Tá. Mas vamos lá. Se você, eu vou voltar a pergunta. Se você puder evitar a morte, a exploração e a curiosidade contra bilhões de animais. E você acha que você faz isso quando coloca um bife no prato com as comidas veganas, como você dis? Eu acho que eu Faço isso da maneira mais sustentável que eu posso fazer. >> Não, não perguntei de sustentável. Aí
você mudou >> da maneira mais que eu posso sustentar. Mas não tô perguntando sustentável, entendeu? Como ovo da Galinha Felipe. >> Mas deixa eu te pedir para a gente, você perguntou bastante as coisas, só tô te fazendo essa pergunta. Você poderia evitar, não tô falando de sustentabilidade. Você poderia evitar, Por que não evitar? Tô evitando aquilo, tô evitando o máximo que eu consigo. >> É o máximo que você consegue, o máximo que você consegue é isso. >> Isso. >> Bom, então tá bom. Eu convido quem puder fazer mais, faça. Você pode, você pode. >> Quando
tiver carne sintética, a gente faz. >> Não. E posso pedir, gente, não é carne sintética, porque dá uma visão equivocada da da questão. São carnes Cultivadas. É um cultivo simples e é legal a gente pensar isso. Cultivada. Tô dentro. >> Pô, eu também tô. >> Hora que lançar eu viro GR propaganda. >> Mas ajuda isso. Ao invés de ficar só falando do javali, do zoológico, pô. Só o que me é só vegano parar de atacar zoológico e eu paro de falar vegano. >> Então vamos ficar falando de carne, de leite, de ovo. A gente para
de falar de zoológico e para de falar de javal. >> Falar zoológico. A gente para. >> Então vamos falar de carne e leite amanhã. Vou pegar internet, não vai ter mais vegano atacando zoológico. Eu como assim? >> Se amanhã eu pegar a internet e não tiver mais nenhum vegano atacando o zoológico. >> Boa. Então é uma condicional. >> Sustentabilidade. Eu eu paro de falar uma condicional de fal. [ __ ] mas aí é fogo, hein? Condicional com biólogo, cara. Mas, pô, mas o que eu tenho que defender ecologia. >> Valeu. >> Me chama de banana.
>> Não, por que isso? Voltando aqui, a gente ainda tem um tempo. E primeiro falar que os veganos não são todos iguais. Claramente a gente falou aqui sobre o estilo, as formas de tratamento. >> Hora, hora que desligar a câmera, vai Todo mundo se apertar a mão. A gente fica feliz, cara. Não tenho dúvida disso. >> Então, mas ao mesmo tempo houve também vários desrespeitos aqui. Eu acho que teve muita gente que te interrompeu. Tenho certeza que o pessoal, >> eu devo ter sido respeitoso também >> em casa vai notar. Eu acho que tem muita
gente aqui que levanta a mão muito rápido porque não consegue ver outras formas de argumentação. Acho que teve Gente que levantou para que você saísse, mas o ponto é, você também agiu de forma bastante desrespeitosa quando comeu o hambúrguer, né? Eu acho que é uma coisa muito de causar. seu estilo. Cara, eu acho que foi errado falarem sobre isso. Joguei muito o jogo no qual você se inspirou. Qu estava era meio ruim, mas >> já virei teu fã já, hein. >> E aí o o ponto é, na verdade, você aqui e agora eu vou trazer
a mente mais de Engenheiro, né? Você traz muito essa questão de você ser contra o veganismo por questões. >> Não, não, não sou contra o veganismo. Sou contra pontos que o que o veganismo tenta usurpar e faz errado, >> que são esses pontos mais, digamos, >> ataque aos zoológicos é o o principal. Por exemplo, >> qual é o principal ponto que você vê do veganismo e que você não seria contrário? Cara, eu acho que a defesa dos animais é uma coisa que eu não seria o contrário. Por exemplo, a tentativa, pelo menos de reduzir o
uso da carne também faz todo sentido. Tentativa de reduzir pro animal faz todo sentido. Agora, eu não posso concordar quando eu vejo um maluco na minha timeline dizendo que humanos devem ser exterminados. Eu não posso concordar quando tem um maluco na minha timeline dizendo que não toma vacina porque exploração animal. Eu não posso Concordar com o maluco na minha timeline dizendo que, por exemplo, você utilizar mel de abelha é exploração animal. Isso é não posso concordar com o maluco atacando o zooló ou um grupo um grupo demonizando zoológico por mais de 20 anos nesse país,
fazendo com que a gente tenha problemas na receita, problemas na na conservação. >> Eu acho que o pessoal vai levantar a mão porque tá contra o que você está Falando, >> mas acho que não é a melhor abordagem levantarem a mão para te interromper. Prazer, Natália. >> Prazer. >> Eh, eu vou falar uma coisa muito rápida, tá? Quando o Ricardo perguntou se você se importava, né, eh, salvar bilhões de animais e você falou: "Eu me importo em alimentar a população, certo?" >> Primeiro lugar. Em primeiro lugar, se você pegar todos os hectares que usam Para
plantar soja pro gado e você usar para plantar comida pra população, você não acha que >> Sim, mas a realidade é um pouco mais >> é mas a realidade é um pouco diferente. Os seres humanos eles eh t problemas na alimentação no quesito de você ter sazonalidade e alimentos que você vai consumir. Ninguém não existe ração para humano. Por que não existe ração para humano? Porque você não consegue consumir a Mesma coisa ao mesmo tempo, como você faz com cães e etc. Você conseg, >> mas, por exemplo, hoje em dia a gente já tem tecnologias
para cultivar várias frutas e vegetais o ano inteiro, principalmente aqui no Brasil, que a gente tem um clima super favorável para isso. >> Quantas pessoas, vamos lá, você vegana, certo? >> Certo. >> Quantas vezes você comeu algum prato de Carne vegana, carne de jaca, carne de não sei o quê? Tudo carne, tudo que imita carne. Tudo que imita carne. Por quê? Porque você não consegue simplesmente tirar o bife, o ovo do prato e depois você acha que aquilo vai te não vai. Você vai ter que inventar uma outra coisa. Como por causa de nutrição, eu
como porque por causa do sabor. Exato. Precisa. >> Muita gente aqui é vegana, mas a gente não vira vegana porque a gente não gosta Do sabor da carne, porque a gente quer ir contra a exploração dos animais apenas. >> Você acha que uma pessoa que, por exemplo, é pobre, ela vai ter esse tempo de produzir uma carne diferenciada? >> Mas não tô falando pra pessoa produzir a carne, tô falando para ela comer arroz, feijão e vegetais. Isso já é uma proteína completa, já é tudo que ela precisa. Cara, >> como não aguenta? Eu vivo disso.
>> Vive você vira e mexe especial. >> A base da nossa alimentação é arroz, feijão, vegetais e frutas. Vai montar um pratinho especial que a pessoa comum não tem que fazer. Claro que é. >> Muito prazer. Qual o seu nome? >> Eu sou Fernanda. Eu sou médica nutróloga e já que entrou no assunto alimentação, venho aqui para defender meus amigos veganos e principalmente os animais. Colega Natália falando que é muito simples e barato ser vegano quando a gente come. Eu sou vegana 14 anos, eu parei de comer carne. Não foi porque eu não gosto de
carne. Eu tô com você. Eu vim falando com o meu amigo que eu adoro ovo. Eu adoro uma picanha mal passada, só que eu não como. Por que que eu não como? Porque eu entendi que isso traz uma exploração animal e eu não quero explorar o animal. Voltando ao assunto saúde, que foi o que foi trazido aqui, Né? Se a gente tem uma pessoa pobre e ela come arroz, feijão e vegetais, que é extremamente barato, ela pode ir até na chepa e pegar lá o que sobra, pegar casca de banana, por exemplo, e fazer uma
carne. Quando a gente come carne de jaca, por exemplo, a gente não come porque a gente tá mal nutrido. A gente come porque a gente quer um sabor parecido à carne, porque como eu falei, eu até hoje tenho vontade de comer. Não como porque eu tenho consciência e eu Tenho a escolha de eu não tô numa ilha deserta onde eu não tenho a opção, né? Ah, você tá numa ilha deserta e tem ali um animal, tem um peixe para você pescar, >> tá? Então você Então o problema não é nutrição, o problema tá o problema
tá na na culinária. Vocês precisam desenvolver pratos que sejam arroz, arroz com feijão. Você não aguenta comer só isso, cara? >> Quem falou que eu não aguento comer? Não aguanto não aguenta que faz um monte de pratos diferenciados imitando carne. >> Quem falou isso você tem uma receita melhor. >> Eu não tenho receita melhor. Eu como arroz com feijão todo dia. Henrique. A pessoa já come arroz, feijão e ovo. Não. Feijão e ovo e bife quando dá. O dia que ela tem o único lazer de comer uma carne, ela não pode. O >> lazer da
pessoa é comer carne. Pera aí. Não. O churrasco é lazer. >> É lazer. >> Cervejinha com churrasco é lazer, cara. Mas por que que o lazer da pessoa tem que ser implicado na morte de um animal? Mas é o único lazer que ela tem. Você tir uma culinária melhor que ela não precise do churrasco. Não dá para ele comer ovo, não dá para ele comer arroz, feijão e tomate. Todo dia ele vai enjoar. A comer carne todo dia não enjoa >> não. >> Isso é cultural, né Henrique? Pelo amor de Deus. Sinto muito, mas não
>> eu como arroz e feijão todo dia e não enjoo não. Não enjoa não. Não. >> Ó, galera, foi uma noite maravilhosa. >> Eu tô aqui com essas pessoas maravilhosas. Alguma gente discutiu, já discuti antes, mas cara, tipo sção as ideias, não tenho nenhum problema com ninguém, não quero. Pelo contrário, e acho que poderíamos ter discutido na mesa de bar, seria muito mais Proveitoso. E convido a todos um dia fazermos isso de uma forma amigável. Não tenho problema nenhum. Tô aqui discutindo suas ideias. Mesmo que algumas pessoas eu tenha tido alguns arrancarbos ser passado, não
tenho nenhum problema. Agradeço o tempo de cada um de vocês. Não tem, virei vegano, não tenho nenhum problema com vegano. Defendo a ideia, continuo apenas nos pontos que são exceções, como por exemplo, a defesa dos Zoológicos. Eu tô aqui no Gida, portal do Gida. Maravilhoso táar aqui. Esperamos voltar outras vezes e agradeço o tempo de cada um de vocês. Muito obrigado. [aplausos]