[Música] Olá boa noite sejam todos muito bem-vindos hoje 16 de outubro de 2024 eu tô há um bom tempo sem participar de nenhuma das lives aí os nossos colegas me substituindo mas hoje eu não podia deixar de estar aqui prestigiando o nosso colega querido Rodrigo Magalhães de Carvalho que vem falar aqui pra gente um pouquinho sobre simulação computacional O Rodrigo é graduado em Engenharia Química mestre e doutorado em engenharia Metalúrgica e de materiais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro atualmente é professor adjunto do departamento de engenharia Metalúrgica e de materiais da mesma casa Rodrigo
Muito obrigado novamente por estar aqui conosco ter aberto a sua agenda tem alguns anos que eu tô tentando trazer o Rodrigo para dar essa palestra aqui pra gente a gente tá rindo porque ele sabe que é verdade né mas por Uma série de motivos acabou não sendo possível né então Rodrigo novamente eu te agradeço muito porque eu sei o motivo né que eventualmente gerou o último cancelamento e receba aí o meu abraço por isso tá eh novamente fica aqui o convite para vir pessoalmente conhecer Catalão conhecer a nossa universidade está aqui um pouco mais perto
dos nossos estudantes e amigo o palco digital é todo seu Muito obrigado tá legal André Obrigado aí pela introdução né agradeço Aí retribuo abraço de fato a a gente vinha combinando já H algum tempo né tivemos aqueles previstos né mas estamos aqui hoje né então Agradeço o convite eh eu eu sou um inscrito lá no no seu canal assisto as palestras aí do dos colegas né acho que é um entretenimento importante e Admiro muito a sua iniciativa aí de de compartilhar o conhecimento né com o público específico né do nosso mundo aqui da mineração e
pros paraquedistas Né que aparece aí nos no no no YouTube lá para assistir a sua né sua sua Seu banco de de aulas né então muito legal eu aqui no momento eu não tô vendo né as as pessoas que estão né aí assistindo A A A palestra mas já agradeço aí a presença de vocês né de uma boa noite e espero aqui que esses próximos 40 minutos aí aproximadamente sejam n agrega alguma coisa para vocês Tá bom então o tema dessa dessa palestra aqui é De fato simulação computacional né como uma ferramenta para resolver os
problemas nesse nosso mundo aí de processamento mineral né então eu organizei essa apresentação seguinte forma Então vou mostrar para você vocês né contar um pouquinho de introdução né Eh eh falar um pouquinho da da minha minha trajetória né o que que eu faço onde eu t né Eh o que que a gente consegue fazer lá no laboratório Eh e um pouquinho também de modelagem em simulação computacional né então prar uns conceitos Gerais né que às vezes tem Muita confusão aí o que que é um modelo o que que é né uma o modelo empírico modelo
fenomenológico Quando que a gente precisa usar uma um modelo mais avançado tá então a gente vai abordar essa esses conceitos né vou falar um pouquinho de simulação de processos né Eh então quando a gente fala de simulação aí de De circuitos nées simuladores aí que diversos que existem e também aqui de modelo dos elementos discretos né uma ferramenta digamos recente né e o uso tá cada vez mais difundido né o conhecimento comum né E como a gente tá falando de ferramentas para resolver problemas de fato ela é uma ferramenta que nos permite resolver diversos problemas
aqui na nossa no nosso mundo né E aí eu selecionei para vocês eh alguns estudos de caso né então assim São problemas que a gente abordou e resolveu né cobrindo aí um uma ampla Gama de de desafios né processos situações cenários né envolvendo aí moagem né Eh moagem de barras moagem de bolas eh sistemas dinâmicos né E também alguns problemas que envolvem uma modelagem mecanicista né que aí pode ser talvez esse termo assusta de primeiro momento eh e mostrar como que a gente pode de repente pagar um preço maior de ter um Modelo que custa
mais para poder dar um resultado para pra gente mas ele dá um resultado magico né e permite ampliar aí a sua utilização para cenários diversos né e eu separei também que uns problemas de manuseio de granés que é um é um tópico recente né tem atuado aí nos últimos anos né Eu acho que é interessante mostrar para vocês até não necessariamente procento mineral mas em áreas eh quando a gente lida com sólido a gente tá falando aí de partículas Então tem algumas áreas que se beneficiam né de de modelos né e e ferramentas que gente
desenvolve pra indústria mineral né bom eh então o o André já colocou né Eu sou formado engia química né não muito tempo atrás né então 2017 me formei lá na escola de química da frj né E naquela época lá Eu me formei com a ideia de atuar em em modelagem simulação e controle né então fiz meu projeto lá Nesse assunto eh mas eu já trabalhava no laboratório de tecnologia mineral Então o luí Marcelo professor luí Marcelo Tavares era ador na época e aí a gente identificou uma uma um nicho né num determinado assunto que era
modelo mecanicista da moagem né que naquela época lá em 2009 quando tava vés de 2008 2007 né quando tava no meio do mestrado iniciando mestrado eh o DM né M discreto começou a crescer e aí A gente identificou que se a gente investisse nesse assunto né Eh a gente já tá desenvolvendo coisas novas e dando um passo adiante aí no que se existia de modelos né para descrever moagem né então de um processo antigo né os modelos né para previsão aí de de desempenho de moagem são antigos também ainda eles não são perfeitos né então
tem um nicho ali a gente identificou na época então propusemos lá um modelinho né Eh eu vou admitir não é um modelo simples é um modelo complexo a utilização não é trivial eh mas ele mostrou se mostrou bastante promissor a gente conseguiu prever assim resultados e efeitos né Na época eh por exemplo efeitos de tamanho de bola grau de enchimento velocidade com uma qualidade melhor do que eh os modelos fenomenológicos lá famosos bom E aí funcionou para de bolas então quando eu investi no doutorado né Eu a gente deu um salto né indo para um
problema um pouquinho mais complicado né que era descrever né o funcionamento do msag né na época eh as mineradoras de Ferro né Samarco Vale eh estavam né estudando né aplicações aí o potencial da da aplicação de moim semia autógeno né na na moagem de Miner de Ferro né Eh então a gente aproveitou essa onda aí né de ter uma ferramenta legal e ter Talvez um interesse grande aí da n das grandes mineradoras e a gente trabalhou na Moagem mecanicista da Mor saai né E desde então essa essa essa atuação aí Abriu várias portas né porque
o modelo de fato inovador né e e hoje né A gente trabalha só não só com com cominuição mas com também eh manusi de granés eu vou mais à frente eu vou contar um pouquinho mais de como a gente chegou nisso tá bom e hoje né Eu sou professor adjunto na na Escola Politécnica né Universidade Federal do Rio de Janeiro e e também na COP né que É a nossa na unidade de pós--graduação né então o nosso departamento lá ele é híbrido né então ele a graduação aqui é o departamento de metalurgia e materiais né
o dmm e na pós-graduação lá né que é cpio a gente é o programa de engenharia Metalúrgica de materiais então desde 2014 ato lá eh atualmente Eu Sou coordenador acadêmico do nosso programa né então já deixa aí um convite né para quem quiser tiver interesse né a gente tem inscrições abertas aí para nossa Pósgraduação na minha história do doutorado nesse momento para estão abertas as inscrições jáé pro início lá em março de 2025 né e eu sou vice-chefe do laboratório de tecnologia mineral onde eu trabalho lá com meu meu antigo orientador né eando do Laboratório
Marcelo Tavares né Não Eu também faço parte desse grupo né o global comminution colaborative que é um um grupo eh internacional das instituições São oito instituições a redor do Globo aí com especialistas né n diversos aspectos de cominuição né a gente eh enfim vai ditando aí o os rumos das nossas pesquisas né dar apoio as empresas né estudantes né então é bem interessante eh participar desse grupo né do gcc bom então na minha atuação particular né Eh então hoje né Eu trabalho com modelar e simulação de processos né então como se se modelou Mecanicista da
moagem contin desenvolvimento né Eh também desenvolvimento de simuladores né então alguns projetos aí que a gente atua né acabo desenvolvendo simuladores né Então vira um produto aí que eh os modelos né não ficam engavetados acabam depois indo para pros clientes paraas empresas né E eles utilizam deixa a gente feliz né porque importante ter essa transferência de tecnologia eh recentemente a gente voltou a atuar com Simulação dinâmica né e controle de de processos né E aí também tem faz parte aí do Nossa da minha atuação né a implementação de modelos eh e Mais Alimentos discretos né
então comecei lá em 2009 Né desde então tô atuando aí em processo de comunição degradação durante o manuseio processo de classificação né separação por tamanhos né calibração de parâmetros né que uma etapa importante para utilização desse método aí dentro de manuseio de granés né então Eu atribuí né esse termo que se chama simulação avançada de manuseio de granés né que ele envolve a combinação né de elementos discretos com eh a previsão de quebra né quando a gente manuseia materiais a gente não quer quebrá-los né Mas isso acontece os materiais são sofrem quedas né impactos né
e é importante conseguir prever o que que vai acontecer quando você vai passar aquele material granular por uma rota né de manuseio então a gente tem esse esse Termo aí simulação avançada de mased de granés né eh e aí vai desde minérios né claro começou com minérios e também se os aglomerados né Pelotas as matérias primas Siderúrgicas n cinter coque né e mais recentemente né então a questão aí de substituição de combustíveis fósseis né Por fontes renováveis né a gente tem atuado também com degradação né de biomassa durante manuseio então por exemplo beques né de
de carvão eh pellets de carvão tudo a gente vem Atuando recentemente né E aí as operações né então tem chutes empilhamentos né retomada Silos né tudo isso a gente cobre nessa dentro do contexto de manuseia de granete bom e no laboratório né Eh a gente o laboratório iniciou suas atividades em 98 né com a chegada lá do Luis Marcelo né hoje a gente tem dois docentes eh cinco pdes né três técnicos e um mais de 10 aí pesquisadores né então desde alunos de iniciação científica mestrandos e Doutorandos né então das atuações aí né claro que
tem uma sobreposição com a minha atuação né Eh então tem os né os estudos aí relacionados a fundamentos de quebra de partícula processo de cominuição separação mineral modelagem matemática e simulação de processo né E todos os assuntos relacionados aí a mos elementos discretos né então quem tiver depois interesse quiser conhecer tem o link aqui do nosso do nosso site né Eh bom então a gente tá falando aqui de eh simulação como ferramenta né nossa indústria né primeiro a gente tem que pensar em como que a gente lida com os processos né que a gente tem
contato né então você tem lá uma operação L circuito de moagem de bolas né como é que você vai lidar com esse circuito para garantir que ele opera e atinge o objetivos né que você impõe né bom você pode usar né duas estratégias né Eh uma não exclui a outra obviamente né então Você pode usar experiência prévia né então uma literatura técnica o seu conhecimento prévio né ou da equipe né ou lançar a mão de né de pessoas né que entendam daquela daquela operação daquele processo particular né Eh e o outro outra estratégia É de
fato investigar o que tá acontecendo naquele processo né então desde a experimentação de fato tem lá um uma operação você pode brincar com ela né e gerar resultados que vão te permitir compreender o que Vai acontecer eh com aquele sistema né Você também pode brincar né no mundo virtual aí com usando modelos matemáticos né E aí quando você tem um modelo você consegue simular o que vai acontecer com aquele processo né mas antes da gente sair né Eh brincando aí com os modelos simulando vamos entender o que que é eh modelagem matemática né e Simulação
então para isso a gente precisa definir algumas alguns conceitos aí né então Primeiro né a gente tem o processo né que qu a gente tem um processo quando a gente tem um conjunto né de elementos né que são conectados por correntes né quando a gente fala correntes né o nosso contexto aqui né indústria mineral a está falando de fluxo de material né Eh e também você tem correntes de informação então às vezes um processo tá conectado ao outro não Pela chegada ou saída de um material de um né um fluxo de de miné toneladas por
hora não às Vezes você tem uma informação que você precisa passar de um equipamento pro outro né Para que você opere melhor e o equipamento que tá E que vem a seguir na no no seu processo tá E aí você pode também entender né esse processo né como uma única operação unitária né então um exemplo que a gente tem né de um processo né que descreve uma única operação unitária é por exemplo quando você vai descrever né um por exemplo um Moinho né E você utiliza várias Operações ou vários modelos né de de moagem né
em sério Paralelos né que combinados vão descrever aquele único equipamento aquela única operação unitária né então você descreve aquela operação como se fosse uma combinação de elementos ligados são primeiro misturador um primeiro reator Passa esse produto para uma segundo reator e assim por diante isso tudo fica representa aquela unidade aquele moim tá ou você pode de fato representar toda a usina né Combina as operações né E você tem aqui um modelo daquele seu processo Tá bom o que que é o modelo né É você representar um processo que ocorre no mundo real né de maneira
adequada né então o quão adequado você Você Vai representar aí é um critério né critério seu né então você vai eh aproximar né ou vai descrever de maneira aproximada né aquele aquele processo que tá ocorrendo no mundo real Tá então dificilmente você vai ter um modelo ali que represente né exatamente o que tá acontecendo no processo real quando a a gente trabalha com a modelagem né diviza modelos a gente vai fazer concessões Então a gente tem que admitir que a gente vai não vai reproduzir fielmente o que tá acontecendo ali naquele naquele processo Tá mas
é uma aproximação que tem que ser boa o suficiente pro propósito que você tem tá e a gente Chama se a gente tem modelo né o ato de você desenvolver o modelo é chamado de modelagem né então a gente tá falando de modelagem alguns Alguns umas pessoas se referem a modelamento né Eu particularmente não gosto dessa palavra modelamento mas o modelagem modeling né então a gente prefiro acho mais mais interessante né mas não tá errado falar modelamento e que é o ato de fazer desenvolver o seu modelo né E aí como Você tem o modelo
como eu falei você eh tem a simulação então você pode agora né com aquela aquela sua seu sistema né modelado reproduzir um comportamento né do seu processo real né E aí você pode brincar né você vai reproduzir o seu processo real né você pode mudar as variáveis de projeto por exemplo né dimensões de um do Moinho né ou de algum outro equipamento né diâmetro comprimento né eh você pode mudar algumas variáveis operacionais né então Se o modelo for sensível a a essas variáveis então sei lá mudou a velocidade de rotação muito fácil da gente visualizar
isso né Eh mudou o grau de enchimento né ou vai mudar a o talvez o perfil do do revestimento se seu modelo é sensível né E você pode mudar também né brincar com as condições do processo né então Ah aqui eu tenho uma situação onde eu tenho uma determinada taxa de alimentação eh o minério mudou o comportamento Então você Muda lá as propriedades de quebra dele né o mudou aqui tá um minério diferente né você usa ali pode usar uma outra eh massa específica então você pode brincar com isso tudo né então tem simulação você
pode brincar com as variáveis de projeto as variáveis operacionais e as condições de processo né então quando você tem um brinquedo né modelo né E vai realizar simulação Você pode ter um objetivo de Ah eu quero então encontrar né Qual que é o diâmetro Do Moinho que produz aquele produto com a glomet p80 lá de 100 micrm eu poderia definir como alvo aquela aquela aquele qualidade de de produto né E você pedir paraa sua simulação tentar encontrar eh quando Claro usado em conjunto com algum algoritmo de otimização qual que seria o diâmetro ideal né você
poderia fazer isso ou poderia uma vez que você tem lá comprou já tá com moim comprado não vai mudar as dimensões dele né varias de projeto você pode tentar Encontrar Qual que é a condição operacional que vai atender o vai de proporcionar o que o que o objetivo seja atendido tá você pode inclusive né prever o que vai acontecer se você mudar alguma condição de processo né ah se mudou aqui agora a alimentação é mais grossa e esse material ele vai ficar um tempo lá dentro do Moinho e vai retornar né o o grosso retorna
E aí você tem que trabalhar de repente Qual é a taxa de alimentação que você teria Que implementar utilizando esse processo para poder se adequar aquela Nova Condição né que você tem na usina bom e com relação a tipos de modelos né a gente tem eh pode separar em dois tipos aí né então você pode dar um modelo né que na verdade é uma é uma versão física da da sua realidade né então você pode ter um modelo em escala real mesmo você coloca lá na bancada do laboratório né e ele tem que minimamente reproduzir
né o Seguir princípio de similaridade em relação às escalas né do seu seu sistema real então pode ser geometria né ah tem uma dinâmica de velocidades lá de algum de algum algum uma coisa né que tá se movimentando né se seu processo for for envolver alguma né alguma movimentação né a gente pensa no muim gosto de dar o exemplo do moim porque ele é tem uma variável lá que é fração da velocidade crítica né que você usa no moim pequeno de laboratório né E quando vai lá usar é O mesmo valor que você vai usar
no adotar no moinho Industrial né então você pode ter um modelo miniatura do seu processo né te permita entender o que tá acontecendo ali e o modelo matemático fato é o tópico da nossa nossa palestra de hoje né ele tem que fornecer para você uma descrição quantitativa das relações entre aquelas variáveis do seu processo né então ah você tem aqui uma taxa de alimentação como é que o o sistema vai responder né então você Tem que saber quanto que que aquilo vai alterar né o seu sistema né então você pode ter um modelo né matemático
seja uma única equação né ou pode ser um conjunto né um sistema de equações né pode ser uma equação algébrica uma equação diferencial um sistema de equações diferenciais né Mas ele tem que relacionar de fato essas variáveis todas aí importantes né bom eh é um exercício né que a gente faz deação da realidade aproximação né e ele Vai servir ali para aquela realidade da aplicação né mas o grande objetivo que a gente tem né É prever o que vai acontecer com o processo tá eh e também demonstrar alguns fenômenos não tem fenômenos que a gente
só consegue entender depois que a gente tem o modelo matemático né então são dois objetivos aí importantes né e dizem aí sobre o nosso modelo né E aí com relação ao tipos de modelos né matemáticos né então tem vamos dar menor complexidade né são Os modelos empíricos né que é baseado né Eh experiência então você pode ter uma relação de causa e efeito ali tem muito compromisso com a física do sistema ou com o fenômeno que tá ocorrendo ali né então exemplo aí tradicional de modelo empírico né qu a gente fala de moagem é o
modelo de de Bond né então modelo empírico depende lá parâmetros Depende de experimentos né tem que ser calibrado para poder usar e funciona numa faixa restrita tá Eh ele é simples funciona numa faixa restrita Mas tem uma utilidade ele já te permite entender o processo tá e e só que aí a capacidade de previsão desse tipo de modelo fora da faixa sobre a qual ele foi calibrado ele foi desenvolvido aí já vira um grande ponto de interrogação Então tem um risco grande aí de você usar um modelo empírico fora da faixa para a qual ele
foi desenvolvido tá então sente sinal de alerta aí e geralmente o resultado que Ele dá ele é limitado né vai ter uma relação de causa e efeito ali mas se alguma alguma teve algum problema ali na criação do modelo né ele vai carregar esse problema para dentro dele né então geralmente você vai ter Ali vai faz um experimento né mudou lá a temperatura pegou um resultado né E vai mapear aquilo ali como alguma regressão uma equação de regressão Ou pode usar até algumas técnicas mais avançadas aí né como planejamento de experimentos né os Algoritmos genéticos
né redes neurais né estão na moda aí recente né para calibrar esses modelos empíricos a soma de parcelas aí com algumas constantes né E aí você tem o modelo ali que reproduz o comportamento Mas você tem que ter entrado bons dados ali para calibrar tá bom aí quando a gente vai avança aqui na complexidade né a gente vai pro modelo fenomenológico aquele que já permite né que a gente compreenda o que tá acontecendo ali com com o sistema né Então por exemplo se a gente tá modelando quebra de partículas né eh ah eu preciso saber
então qual que é o gromet do produto então para isso né você precisa conhecer o que que acontece precisa saber o que que acontece quando uma partícula quebra né ou seja ela vai gerar fragmentos que vão Popular uma distribuição ali de tamanhos que são menores que aquela partícula original né então você não precisa saber por que que a partícula quebrou precisa descrever Porque que ela quebra mas prisa descrever se ela quebra né como que ela vai gerar ali fragmentos né isso por processo aí de de moagem tá então você tem lá tá representando esse fenômeno
físico da quebra né mas sem tentar ali descrever não tô aqui propagando a trinca porque ela recebeu uma aplicação de energia isso não entra no modelo fenomenológico você tá olhando com uma uma visão macroscópica daquele fenômeno que tá ocorrendo Mas você de fato Se Você pegar grol ometria né alimentar o moinho batelada deixar moendo lá por 10 minutos o que você tirar de produto serão né Será material com uma gromet menor mais fina do que aquela alimentação que você colocou lá no mo tá eh bom com relação a a fenômenos né e a gente no
modelo fenomenológico você tenta eh obedecer as equações de conservação né então tem equações aí fundamentadas aí fen de transporte balanço de massa né Eh são exemplos aí desse tipo de modelo né e o legal que em relação ao modelo empírico você eh consegue realizar algum nível de extrap a ação Então aquela questão de prever o que vai acontecer num cenário né hipotético você já consegue fazer né embora com limitações no modelo fenomenológico tá bom E aí tem o terceiro nível né de modelos né que são os modelos mecanicistas né Então aí você tem que de
fato compreender né O que tá acontecendo Ali eh no na escala micro né então por exemplo Ah vou descrever a quebra da partícula agora então precisa entender que que ela vai receber uma energia e aí dependendo da quantidade de energia que ela recebe ela vai quebrar de um jeito vai quebrar de outro né ela pode estar ali presente né num leito de partículas Então ela tem ali vizinhança né que também vai dividir aquela energia que foi recebida né então você tem uma uma Informação mais fundamental né que descreve aquele teu processo né Eh alvo então
por exemplo se eu descrevo o que acontece eu entendo muito bem o que acontece com uma partícula que recebe uma determinada energia se eu pensar que o processo de moagem é esse fenômeno de aplicação de energia né em todas as partículas que estão né habitando ali no interior do Moinho né se você conhece o que acontece conhece a energia e a condição que aquela Partícula recebeu você consegue então se você somasse todas as respostas a essa aplicação de energia você tem ali uma descrição mais detalhada eh daquele sistema Qual que é o problema ah se
tô falando de um Moinho como é que eu vou conheço a energia que tá sendo aplicada ali naquele sistema para cada partícula que tá presente partícula de minério que tá presente dentro do do equipamento né Então essa é uma pergunta importante né então a gente tem que Olhar agora qual qual uma ferramenta que pode dar essa informação pra gente né então a gente Abrindo um parênteses aqui né Eh agora com relação a tipos né de de modelos de temáticos né mas eh aplicados agora de maneira sistêmica naquela família lá de modelos fenomenológicos né Eh basicamente
como elas têm ali permitem um certo nível de extrapolação né E e dão uma informação quantitativa né do que tá sendo gerado né Em cada operação unitária a gente pode falar agora de simulação de processos né então o processo era aquela combinação de operações né conectadas aí por fluxo né então quando você tem aqui nesse na simulação de processo né então tem um exemplo aqui de uma de um circuito de moagem né então sem entrar em muito em detalhes aqui o que que esse esses bloquinhos coloridos estão descrevendo Né então basicamente esse circuito aqui ele
tem dois Moinhos que opera em paralelo né Eh moagem a seco de de escória né então você tem ali em rosa As Alimentações do circuito né então são dois Moinhos e cada bloquinho Azul ali é uma um modelo de moagem n modelo fenomenológico então cada Moinho desse send descrito aí por um conjunto de pelo menos uns s o blocos de moagem né com Algumas etapas de classificação ali em verde tá isso para descrever um circuito com dois mo em paralelo tema aqui né ele tá descrevendo né claro uma operação unitária com vários blocos né com
vários modelos de moagem tá fenomenológicos né E aí você tem cada entrada de um modelo desse né Eh vai ser passar por uma transformação ou alguma classificação alguma separação e vai alimentar né Um bloco seguinte tá então estão conectados vejam que esses Sistemas né qu a gente fala de processo né um circuito aí de beneficiamento tem vários reciclos Então se impõe um certo desafio né quando você vai resolver esse sistema né E a gente tem que ter modelos que sejam capaz de lidar com isso né claro que para fazer essa etapa de simulação de processo
né Tem vários simuladores aí comerciais abertos né Eh não vou entrar em detalhe de nomes aqui isso já é uma técnica já vem sendo usada aí há Bastante tempo né pelo menos desde os anos 80 né Eh essa simulação e geralmente esses simuladores eles operam em regime eh estacionário né então eh ele considera ali né Eh que os os fluxos nas propriedades são todas constantes né então você vai quando resolve um circuito desse né que tem reciclos você vai encontrar uma solução que vai te dar uma condição de estabilização numérica tá então então ele tá
presumindo ali que As derivadas né do tempo são iguais a zero Então nada nada é transiente então você vai encontrar um ponto ali que é uma solução do seu processo Claro é claro que isso pode ser um problema porque de repente você tem uma condição né numa numa usina que você está reproduzindo E aí por alguma algum motivo alguma variável vai ter que ser mudada né seja se lá por algum equipamento que que para ou uma mudança da propriedade do Minério é o sistema quando você roda um simulador estacionário ele vai encontrar uma outra um
outro ponto né de estabilização numérica uma outra solução se ela existir obviamente né Eh pode ser que para chegar nesse novo ponto ele passe por alguma condição isso no mundo real n quando sa de uma variável para outra que deixa seu circuito instável né ou atinga lá o que a gente chama de de abismo né que é um ponto de pint né E aí você tem que interromper operação né Então de repente para chegar nesse nova solução a carga circulante aumenta tanto que o teu sistema não tem que não consegue operar você tem que desligar
a alimentação então isso pode acontecer e para ter essa resposta a gente tem que trabalhar com um tipo de modelo que é o chamado modelo dinâmico né que aí de fato a gente tem os modelos matemáticos né que descobre aquelas operações né que são as equações diferenciais Ou seja você tá resolvendo no tempo o que tá Acontecendo com aquele sistema tá então tem um exemplo aqui por exemplo de uma usina de agregados né então tem aqui uma situação onde tem níveis de pilha né flutuando aqui ao longo de um turno de operação então tem 8
horas então tem a pilha chega no nível máximo nível mínimo né em função aí das das ações de controle que são realizadas no sistema isso é claro obtido via simulação né de processo dinâmica tá então você consegue ver gargar o sistema eh analisar a Variabilidade daquele processo tempo real né projetar né e otimizar o sistema de controle né para manter de fato a usina operando né próximo do se o ponto de o ponto ótimo bom Eh agora falando da classe de modelos né assim a aplicação dos modelos mecanicistas não dá para falar de modelo mecanicista
né Sem falar elementos discretos né então já é uma o DM você já assistindo várias palestras aí né Do né da do do curso né já não é uma novidade Para vocês então não não vou colocar equação de den aqui Mas é só para mostrar o seguinte que a gente tem casos principalmente assim Moinhos né que a gente não consegue medir o que tá acontecendo lá dentro né então ou vai ter que lançar mão de de sensores uma combinação de sensores né Então aí depende do avanço das tecnologias né mas o nosso equipamento aí né
na na indústria minerais são principalmente são opacos né então a gente não consegue Visualizar o que tá acontecendo né Eh não medir fluxo de fluxo parul é é difícil né Nem todas as usinas T instrumentação né ou tem disponibilidade de instalação ou de parada de da operação para medição então ou é difícil ou é caro a gente medir esses fluxos de material particular né ISS você tem um um equipamento opaco né eu tem um exemplo aqui por exemplo de um de um VTM né Eh com a carga de bolas né simulada no d e a
vantagem essa técnica é que a Gente consegue né olhar o que tá acontecendo aqui na na ulação né quando a gente seta aqui a parede do do revestimento do Moinho né de forma translúcida né então você é como se estivesse olhando ali eh o que o que tá acontecendo né mas quando você não se você não tem a simulação você tem que lançar eh usar alguma dessas alternativas aqui para fazer a medição né então tem várias técnicas e que são caras trabalhosas ou A escala do que você da da da aplicação da técnica né não
permite que seja aplicada no equipamento industrial né né E aí por exemplo quando você quer entender o que tá acontecendo dentro de equipamento né uma outra uma solução né É você colocar lá uma placa de acrílico numa placa translúcida colocar uma escotilha né quando isso permite né então só que aí tem um problema que você vai quando você faz isso você vai observar o que tá acontecendo na Fronteira daquele sistema e tem um exemplo aqui desse Moinho girando né Moinho batelada uma carga de bolas né com uma tampa acrílica então aqui não tem minério se
tivesse colocado minério aqui a gente não ia conseguir ver nada né porque a poeira aqui dentro I ser EA praticamente bloquear a iluminação né Então nesse caso a gente tá vendo o que tá acontecendo nessa camada aqui de bolas que tá né tocando a placa de acrílico né então No caso de m de bolas esse efeito aí da da parede é até pequeno mas tem equipamentos que isso é relevante Então tem que atentar para isso tá e tem variáveis que são muito difíceis de gente medir né algumas grandezas algumas quantidades por exemplo a força de
interação entre partículas energia dissipada orientação da partícula rotacional tá então tem algumas grandezas que são difíceis tá bom Com relação ao DM né então de Fato ele permite que a gente meça essas grandezas né porque você tá resolvendo ali equações individuais né de movimento para aquelas para aqueles elementos do seu sistema né então ele te permite modelar eh esse sistemas levando em consider consideração a geometria real né ele te permite extrapolar né condições né Por exemplo tá se falando muito agora né mineração espacial então você pode simular o que vai acontecer num processo que envolve
Sólidos mudando lá a gravidade né dentro do da sua simulação né E com isso você tem um brinquedo ali mais realista né Você pode tentar antecipar problemas né condições críticas né Eh E com isso reduzir experimento você vai fazer em bancada pode tentar já otimizar o projeto e condições operacionais antes de de fato começar a a operar projetos criativos né então você pode desenvolver uma máquina nova né se você tem um modelo DM ali adequado né Eh para aqu ele seu propósito tá e pode reduzir aí o risco né das das operações né então tem
uma figura aqui que é curiosa né problema aqui de de um chute né que parou de operar e a alimentação não foi desligada então virou essa pilha aí de minério né Eh claro que não foi porque não se fez simulação né gente foi um problema ali mas a gente ilustra eh poderia de repente antecipar isso aqui com né se acontecesse parar esse essa operação aqui e continuar Alimentando o que que vai acontecer Qual que é a área ali de impacto desse desse vazamento tá então dito isso né Eh ess breve introdução aí sobre simulação né
Eh eu queria falar para vocês sobre alguns casos né de que a gente abordou aí na história né do do nosso laboratório né mais recentes obviamente e que envolvem eh simulação de processos né então aqui no caso a gente tem um circuito né de moagem de coque né de uma uma Siderúrgica né então o circuito lá Ele tem né Eh uma alimentação de coque né que às vezes tem variação da de teror de umidade né esse coque ele chega e alimenta aqui uma peneira flip Flow né Eh o grosso da peneira né ele vai para
alimento m de barras né esse quadradinho vermelho aqui e o fino né se junta com produto mo mais à frente e alimenta doos né E lá nesse sistema ele tem uma planta de sinterização que é alimentada pelos doos né em paralelo e Ele tem que manter né Essa de entrega planta de sinterização constante né E aí que acontece como tem variação no teror de umidade do material que alimenta a peneira ela muda o desempenho quando a operação tá tá tá ocorrendo né então a sua eficiência de separação ela muda então dá para ver aqui no
gráfico né a a diferença em função aqui do tempo de operação a partir da limpeza Ou seja quando ela entope né em função do da da Presença de água eh até 70 minutos ela continua aqui com uma boa eficiência quase com zero curto circuito E conforme ela vai avançando né o curto circuito aqui já começa a mandar muito fino para dentro do moin né então muda completamente aqui sua desempenho bom isso é claro afeta a moagem né E vai afetar a produção então o desafio aqui era manter essa essa planta entregando né uma taxa constante
para sinterização né E como é que a gente modelou isso Usamos A modelagem dinâmica né com controle de processos então tem controle né do nível né então os sinais aqui ó tem uma setinha aqui do fluxograma ó isso implementado em simulink né Eh os níveis de C do alimento aqui um controlador que vai eh dosar a alimentação do circuito tá então ele regula a alimentação se o silo eh tá cheio ele tem que parar a alimentação do circuito e de fato isso acontece nessa planta ela fica desligando e ligando a Alimentação para poder porque tem
os limites aí do Silos de baixa capacidade tá eh e um outro parâmetro importante que ao longo da vida útil das Barras que cerca de 90 dias elas A operação não repõe Barras deixa ali a barra desgastando vai perdendo diâmetro vai muda completamente a condição de moagem tá então tem um controle né de que é uma escala de tempo menor né e uma adequação das condições aqui do processo uma escala de tempo mais longa né para Compensar né a a perda de capacidade de moagem em função da em função do ção do grau de enchimento
né dado pelo desgaste das Barras tá bom isso o que que acontece a gente consegue reproduzir por simulação né então tem aqui ó no gráfico da esquerda por uma janela de 90 dias que é praticamente a vida útil da Barra esse gráfico aqui tem o tempo em dias né são de 0 a 90 e aqui o grau de enchimento ele começa lá com 15% de grau de enchimento de barras e eles só vão Trocar as barras quando ela chega lá em 4% Ou seja é muita diferença né E aí o circuito muito né o operador
ele vai reduzindo a taxa de alimentação conforme essa esse grau de desgaste aqui das Barras ele vai atingindo certos patamares então dá para ver aqui em degraus né em azulzinho a alimentação do circuito ela começa lá em 60 por hora e depois vai caindo depois de 20 dias ele regula para 50 para 45 e assim por diante e aqui Essas esses Picos invertidos aqui significa a parada de operação em função do enchimento do cilo ou seja o silo encheu a sinterização não consumiu ele desliga a alimentação né para poder aliviar o silo quando ela quando
ela o cilo esvazia ele retoma a alimentação do circuito bom E aqui tem uma janela né aqui quando a gente olha essa essa curva aqui J né de grão de enchimentos a gente tá vendo só uma linha caindo aqui né E quando a gente para a operação né Eh a Peneira é limpa ou seja ela garante que ela tá operando eh com uma boa eficiência por alguns minutos aqueles 70 minutos que eu mostrei para vocês então quando a gente volta a operação tem aqui ó nesse gráfico da direita por uma janela de 35 horas né
que dá aqui praticamente três paradas né do da alimentação tem uma dinami quinha aqui uma dinâmica da classificação né Ou seja a alimentação do Moinho ela começa aqui com pouco curto circuito começa a baixo E depois ela aumenta aqui e quando se alimenta mais material pro moin o tempo de residência e daquele material é mais baixo né então a eficiência da moagem ela or tá então esse é o tipo de resultado que a gente pega com a simulação de processo né que se você olhar só a simulação estacionária né não olhar na dinâmica isso aqui
não aparece tá um outro cenário interessante né que a gente tá atacando né é a simulação dinâmica multicomponentes né então com Essas desafios recentes aí os minérios empobrecendo né então tem uma pressão aí para fazer as blendagem né de minérios né tentar gerar o concentrado ainda bom né mas aí aproveitando materiais né jeitos né então é um exercício aqui de simulação isso aqui não é um caso né hipotético não vou revelar da onde é aqui mas é um sisteminha né Você tem dois minérios aqui que vão compor uma alimentação de circuito de moagem com Classificação
por hidrociclone né E aí com a simulação multicomponente é possível você rastrear os componentes minerais então aqui Por simplicidade a gente definiu aqui dois minérios de Ferro né e io1 e io2 né que tem eh teores né de de minerais ou composição mineral aqui variando né de hematita quarts totalmente liberados né e aqui a gente definiu esse m de partículas mistas né você consegue compor esse minério com esses minerais aqui né então Esse o tipo de resultado que a gente gera com esse mapeamento né com a simulação dinâmica né então dá para você por exemplo
reconstruir aqui o teor de ferro de cada corrente da simulação tá E aí quando vai para para para a análise da dinâmica de Fato né então se você por exemplo eh começa a adicionar o minério mais resistente na composição da alimentação né Eh você aumenta ali a a carga circulante do circuito porque vai moer Menos né o o o o minério que tá dentro do Moinho E aí você observa o seguinte redução da taxa de queda de ambos os componentes daqueles minérios lá então aqui tem uma função seleção né que te dá a taxa de
quebra em função do tamanho né curva tradicional aí de mho de bolas né então você tem aqui os componentes né Preto né Eh e vermelho tá são os minérios diferentes no início de uma simulação que vem lá de Um de um de uma condição operacional e depois de você aumentar essa composi alterar a composição da Alimentação colocando o minério mais resistente o que que vai acontecer a taxa dos de quebra dos dois minérios vai cair né que é essa curva tracejada aqui tanto a cinza quanto a vermelhinha tá o legal que a simulação dá pra
gente né É você poder eh reportar né as gromet trias de cada minério aqui né Vocês dá para ver Exatamente no produto final Qual é a contribuição de cada de cada componente tá E além disso né Como Eu mencionei a gente com o rastreamento dos componentes minerais né dá para avaliar fazer esse tipo de avaliação também então aqui ó eh de um sistema né que parte aqui do regime estacionário né Tem uma perturbação né no tempo aqui de 180 segundos na composição da alimentação então ele tinha lá no antes 70% do minério 1 e 30
do2 depois 180 45 do 1 e 55/2 né Então tá aqui ó a taxa de a alimentação do circuito aqui então dá para ver os degraus aqui na nos três componentes né que esse esse balanço de massa que vem da combinação do minério um com minério do tá aqui na tabelinha né ó composição de cada um né o minério um por exemplo 54% aqui de hematita 26 de qu4 e partículas mistas 20% por exemplo tá E aí na corrente de reclo você consegue identificar os componentes Né então tem aqui por exemplo hematita no reciclo depois
que perturbou a alimentação né ela cai aqui tem uma dinâmica que parece né uma dinâmica de primeira ordem eh e as dos demais componentes também tem uma variação aqui então leva certo tempo depois que você perturba o sistema até que ele se estabilize de novo e isso é uma consequência desse sistema com reciclo Então aqui tem um reciclo só Então você tem um circuito mais complexo Com vários reciclos né Essa estabilização ela demora mais a ocorrer tá e aqui a gente pode ver também na saída do Moinho né O que que tá acontecendo com esses
componentes né então ele parte de um cenário e vai pro outro então ISS aqui é um exemplo de resultado que a gente gera com a simulação dinâmica né no caso aqui multicomponente tá bom agora indo para as aplicações de modelo mecanicista Eh primeiro caso aí né que de aplicação de modelo mecanicista da moagem lá no nosso grupo né foi a modelagem de fato do mo de bolas né e ele envolve no seguinte você roda uma simulação DM né que reproduz o movimento da carga moedora ou seja movimento das bolas naquele tamborzão horizontal que é o
moinho tá isso for a simulação fornece para você a distribuição de colisões né que se chama na forma de espectro energi de impacto Que é um gráfico tipo resultado tipo esse aqui do gráfico de baixo né então tem aqui energia de colisão e frequência de colisão né então aqui você tem em vermelinho né a frequência de colisões para Moinho batelada o moinho de escala piloto uma frequência maior aqui n maior energia maiores energias de colisão também e aqui Industrial tem essa curva aqui em preto né que aí chega a energia de magnitude bem mais alta
né E também frequência de choques maior porque tem Mais bolas né no Industrial tá então você com isso você acopla né a equações de balanço populacional ou seja equações com descrever a quebra de partícula tá você consegue prever o que vai acontecer na moagem sem Ret cálculo que normalmente Por exemplo quando a gente quer entender o que tá acontecendo na moag com o modelo fenomenológico você faz um ensaio batelada e tenta retr calcular parâmetros de função quebra função seleção para ajustar aqueles Dados que você gerou no laboratório ou os dados que você coletou de uma
amostragem na usina se for o caso de um moinho do Moinho Industrial aqui nesse caso não você tem uma informação fundamental do regime de energia que que o moinho tá proporcionando para aquelas partir né então Claro energias maiores V ter um resultado diferente quando comparados a energias de colisão menores Mas o modelo contempla tudo isso Tá Mas eu não vou Entrar em detalhes aqui como fazer uma palestra do Lu Marcelo né Tavares lá do ano passado né então de repente o André quando elitar pode colocar o link a indexado onde ele fala desse assunto com
mais detalhe então vocês podem quem tiver mais curioso pode pode resgatar a palestra do ano passado lá Vap tá e o o legal desse sistema aqui mecanicista é que uma vez você caracterizou o minério em bancada né você pode pegar essa caracterização Desse minério as propriedades de quebra dele e aplicar em outras Moinhos né então tem um exemplo aqui né três Moinhos batelada né do do mesmo eh diâmetro mas com tamanho de bolas diferente essencialmente são Moinhos Diferentes né e a gente pode ver que o resultado né da aplicação do modelo ao reconstruir aqui a
função seleção né a taxa de quebra por tamanho de partícula em função do tamanho de bola essa é uma previsão que os modelos fenomenológicos Tradicionais elas já não dão tão bem Tá mas o modelo aqui mecanicista ele dá um bom R estado nesse sentido né até quando a gente fez essa previsão né foi quase há 10 anos atrás né então eh a coisa avançou bastante desde então bom com relação a dando o salto seguinte né e até foi o assunto lá do meu doutorado 10 anos atrás de fato eh com sucesso da aplicação m de
bolas né a gente aplicou na moagem sag só que na moagem sag tem um problema a carga Moedora do msag Ela depende do minério que tá sobrevivendo lá dentro n Então tem que ter as partículas n os corpos comedores autógenos combinado também as bolas né Então essa essa aplicação um pouquinho mais complexa por a gente a priori não conhece o conteúdo Ou seja a distribuição dos corpos moedores autó dentro do msag né Então nesse caso a simulação tem que fornecer pra gente né Essa composição da carga moedora autógena do msag então é um Processo que
se torna iterativo né então como é que começa a gente chuta aqui uma estima uma carga uma distribuição da carga moedora autógeno Inicial realiza a simulação DM daquele Moinho com essa carga moedora autógena mais as bolas tá isso gera o espectro de colisões nessas distribuições de energias de impacto que referente a esse esse Moinho nessa condição operacional com essa Estimativa de carga moedora e aí você consegue com a discreção da quebra daquele minério ou Seja aqui tem várias curvas de granulometria que vão aqui na escala do eixo Y por exemplo passante né 0,001% passante é
uma curva aqui quase horizontal Isso aqui é uma curva característica de perda mássica superficial Ou seja que ela quebra puramente de abrasão perde um pozinho ali da superfície da partícula aí você vai aumentando a energia de impacto o que que vai acontecendo você vai transitando da quebra de abrasão pura Para uma mistura entre quebra superficial com quebra do corpo da partícula a o estilhaçamento até que gera essa curva aqui mais que vai aqui entre 10 e 20 por passante que é uma curva puramente aí de quebra do corpo da partícula tá então a gente calcula
o quanto que essas partículas que estão dentro do M vão quebrar E aí volta aqui pro modelo então isso aqui fica gerando né até gerar né um uma carga né retro novamente Calculada Pelo modelo mecanicista e uma vez que tem uma mudança significativa aí volta aqui para rodar um novo DM com uma nova Car carg or ongo vai fazendo isso até que ocorra a convergência do método tá eh Nesse caso tem aqui alguns exemplos de resultados que a gente gera né com esse tipo de modelo aplicado a moagem então tem aqui Um Moinho piloto mo
sag que é bem padrão para né para dimensionamento desses moins fazer Testes né nessa nesse moim de 1,80 de diâmetro então aqui pro mesmo minério operando aqui no modo sag né esse tipo de resultado que a gente conseguiu gerar né isso sem retroc cálculo né Isso é bem legal porque tá muito próximo do do que é medido basta que tem a gente tenha caracterizado né o minério de cobra que foi alvo desse estudo no laboratório foi que de fato a gente fez tá então a gromet tria do holdup que tá dentro do Moinho né esse
Moinho ele é quando ele Entra em regime estacionário ele é esvaziado né então se faz a análise GL rodap né da tência granet da alimentação e também da descarga no modo autógeno as curvas mudam um pouquinho mas o modelo né que são representar os resultados modelos S entados pelas linhas aqui contnuas né eles se ajustaram muito bem né tanto pro rodap que é curva preta quanto paraa descarga do moim que é curva azul bom E aí seguindo adiante né mais Recentemente né a gente iniciou né os estudos dessa da aplicação desse modelo né na para
descrever para prever resultados de moagem em verticais né o trabalho do Oliveira né que é o Alessandro Oliveira eh então começou lá com com a simulação né da moagem batelada então aqui as cortes moedores né são as esferas de aço e tem esse agitador aqui vertical né então de fato aqui o procedimento é o mesmo gera O espectro de energia né acopla com o modelo do B populacional a você consegue prever o que vai acontecer na moagem aqui tem um exemplo né de duas previsões que foram feitas tá em azul é a previsão né o
resultado experimental que é o ponto que é medido lá no atório comparado com a previsão que é linha contínua né com o agitador operando a 3 m/s né velocidade translacion de rotação né periférica eh e a curva em verde é o agitador Operando a 2 m/s então você mudou a condição operacional rodou DM um outro DM diferente não mudou mais nenhum parâmetro do processo do do modelo só trocou a velocidade de rotação E aí um novo spectro de energia aplicou no modelo de quebra e gerou essa previsão boa aí tá E aí seguindo adiante é
claro que nesse caso depend da configuração do Moinho vertical né tem efeitos de classificação Ou seja aquele material Fino que é gerado na na no equipamento Né Ele é classificado seja você vai deixar o deixar o moinho se ele conseguir ser carreado né num processo de eluf fração então a gente começou a acoplar com simulações eh as estimulações DM com a Flu dinâmicas computacional né E aí mas para ter uma descrição mais realista né dessa desse efeito né do fluído sobre as partículas e também gerou-se Boas bons resultados aqui no moinho também vertical agitado né
com uma outra escala Moinho mais alto Aqui 90 cm Se não me engano de altura né deu bons resultados aqui para diversas passadas de material seja alimentação passa uma vez gera um produto e vai Vai fazendo sequencialmente então dá para ver nesse gráfico aqui boa correlação entre os dados medidos e e simulados tá também sem retroc e um caso também interessante né aí também aplicação do modelo mecanicista para mho de bola mas já na escala Industrial né E nesse caso aqui a gente Fez o o trabalho completo né então S de moagem batelada caracterização do
minério no laboratório eh o ensaio eh com a simulação tanto do m batelada né Para verificação do modelo quanto do Industrial né com cuja geometria aqui né do revestimento foi escaneada a laser então tem uma descrição precisa né Essa é a vantagem do DM você ter de fato a geometria relevante pro sistema inscrita no seu processo tá eh Então essa combinação de todas Informações ela permitiu que a gente prevesse o quea acontecer nesse circuitinho aqui de eh moagem de pellet feed tá eh no caso aqui nível das previsões né são mostrados aqui nessa figuraa né
onde a gente tem aqui né um corte do Moinho simulando o movimento da carga moedora né o moinho real de fato então tanto aqui para mesmo pro mesmo contto de parâmetros né que foi usado para simular o ensai de laboratório eh A gente obteve os resultados lá no moinho Industrial o que que foi diferente é o espectro de energias de impacto né o industrial gera um outro espectro então o modelo correspondeu muito bem e no caso aqui como é uma operação de circuito fechado aí aqui já mistura um pouco com a simulação né de processo
né então você tem ali para cada iteração do método tem uma um retorno né na forma da carga circulante que vai alimentar novamente o moinho né então dá Para ver aqui né Eh a evolução né das taxas mássicas nesse circuito então alimentação do moinho underflow overflow do classificador né com as iterações do método 34 interações o método converge convergiu né e aqui a gente vê os desvios em relação aos valores medidos né então ficaram em menos de 10 Tonel h e e para cada fluxo né sendo que A Flow foi o que deu aí o
menor erro nesse caso aqui tá esse resultado tá publicado tem a referência aqui para depois quem quiser consultar bom agora mudando tenho acho que eu tenho alguns minutos ainda né Eh mudando agora para as aplicações né de modelagem de manos aí de granéis né Então essa é uma história que praticamente ocorre em paralelo com com desenvolvimento do do modelo mecanicista aplicado aos mhas de bolas né então a Gente conseguia descrever né o que acontecia quando partículas submetidas a impactos repetidos né então surgiu lá em 2008 na primeira vez que a gente apresentou o modelo mas
nessa época a gente não tinha DM né então basicamente era simular o que vai acontecer nenhum Impacto saber o que vai acontecer em um impacto basta deixar uma partícula cair né de uma certa altura Então você conhece a energia que ela vai receber No Impacto né energia potencial dela mesma Tá então a gente desenvolveu o modelo a partir desse caso né e começou aí a acoplar isso aí com den né Então a partir de ensaios de queda bem tediosos que a gente fez lá ficava praticamente jogando partículas da janela do laboratório né um tubo guia
aqui tava 8 m né de altura e as partículas então caíam aqui sobre uma placa de Aço né então a cada queda das partículas né dessa população aí 10 kg né de de Pelotas a gente media A granulometria né Que são esses pontinhos aqui nesse gráfico né e depois com a simulação DM desculpa aqui gente a simulação DM de literalmente jogar as partículas pelo tubo né então vocês estão vendo aqui no vídeo né Elas caindo né na base de Aço né ricocheteando né algumas não são tem um choque amortecido então não são todas as partículas
desses 10 kos que caem sobre o aço ão combinando as informações dessas energias de choque aqui Com as propriedades de quebra dessas Pelotas que já foram foram bem caracterizadas a gente conseguiu prever bem aqui o que acontece né isso aí depois virou um um simulador né que de manuseio né então é capaz de prever o que vai acontecer né É claro que ampliando a escala aí né então simulação DM do chute de transferência de queda em pilha né queda em porão de navio isso alimentou simulador né para previsão de degradação de pelas queimadas durante o
Manuseio então lá a empresa ela consegue eh saber quando ela embarca uma uma carga de Pelotas né e o cliente vai passar essa pelot essas Pelotas por várias etapas de manuseio até chegar no no forno né o forno de ução direta M forno sabe exatamente quanto de finos que ela vai gerar durante esse transporte tá bom outro caso interessante né aqui já numa usina de pelotamento né então tem aqui uma simulação DM né Aqui tem Um ele tá vazado aqui mas é um disco de pelotamento que a gente não tá vendo né Cai aqui numa
correia da correia essas Pelotas né Eh são transportadas né ou passam através de uma peneira de rolos né então são basicamente rolos de aço que ficam gerando e entre eles há uma abertura Então as Pelotas são classificadas por tamanhos aqui aquelas estão na faixa ótima né entre 8 mm e 16 mm passam caem numa Correia são transportados para outra Correia que Leva para uma outra cor Correia aqui essa Correia móvel aqui que alimenta uma outra Correia de 4 m que enfim vai direcionar essas Pelotas por fund do descimento tá nessa simulação aqui as partículas são
coloridas pelo seu tamanho né então tem Pelotas grandes Pelotas pequenas aqui misturadas tá é uma aplicação interessante do método né Eh nesse à direita aqui né tem a simulação de o disco né de pelotamento já aqui já Escala piloto dá para ver as pelotinhas aqui se movimentando né e a simulação D deixa ver se ela consegue rodar agora el tá parando aqui mas eh a simulação D desse mesmo sistema então a gente usa isso até para validar o que a gente tá vendo aí na na simulação nesse caso aqui a gente tem problema com a
opacidade do sistema porque é um equipamento aberto né então vai é fácil de você medir e verificar né O que tá acontecendo aqui Eh bom e não para não para ali né a gente gente vê que as Pelotas passam por várias etapas de queda né manio e elas são submetidas então a choques né e elas com essa aplicação da técnica de modelagem avançada a gente consegue identificar os pontos críticos né E qual o percentual de Pelotas que vai quebrar e gerar finos né E vai acarretar em ineficiências desse processo né então quanto mais fino Você
gera mais carga retornando você tem né A prod De fato vai caindo né então aqui é um exemplo né então etapas aqui de impacto né 1 2 3 4 a gente identifica aqui daquele processo Quais são as mais críticas usando o modelo tá uma aplicação aí né para resolver esse tipo de problema bom o outro sistema aí que envolve manuse de partículas né Eh não na não relação da processamento mineral né mas as partículas são tem minério envolvido aqui que é carregamento de aut Forno né então aqui você carrega né uma salada de materiais né
então minério Pelota eh cinter coque né e partículas com gromet diferentes densidades diferentes né E você tem que garantir que você movimenta essa calha rotativa aqui que fica no topo do forno para esse tipo de de alimentador aqui eh tem a distribuição melhor né em termos de carga metálica né e carga combustível n então a gente trabalha com isso né E então consegue identificar quais são as Melhores estratégias de carregamento né a forno tem Claro sensores para para medir né o Onde você tá carregando Qual a posição né Mas aí tem um problema aqui nesse
tipo de sistema né que ele é alimentado por dois hoppers eh gêmeos né E eles são esses hoppers são enchidos né carregados né com uma sequência de materiais né então só que quando você abre a válvula de entação a ordem desses materiais que vão Estão deixando esse silo aqui esse rer não é a mesma que você usa para carregar né então a simulação da permite identificar aqui por exemplo aqui pelas cores que material que tá saindo em em em determinado momento tá então isso é importante porque aí o operador consegue retrabalhar a o algoritmo de
movimentação da calha né para otimizar a distribuição aí do dentro do forno tá E não é só isso né o material quando ele Passa aqui ele cai uma certa velocidade né de uma certa altura e ele pode sofrer degradação então você pode estar alimentando na posição certa mas o material pode estar degradando também então com o modelo de quebra a gente consegue prever quanto de fino tá sendo gerado em cada posição né então basicamente aqui tem um exemplo né de como é implementado né esse modelo então tem modelos aqui de quebra de diferentes materiais né
que a gente foi Desenvolvendo ao longo dos anos né então basicamente aqui na esse gráfico mostra o a vista aqui Radial do de corte né do forno aí você tem aqui as trajetórias né E aí dá para adivinhar ou melhor calcular né ou estimar prever a velocidade de impacto né e qu qual como que esse choque vai afetar né a proporção de finos gerados na quebra tá então função da posição aí do tipo de material né minério vai quebrar de uma maneira diferente do partícula de coque E assim por diante e uma outra aplicação interessante
né já mais recente que envolve né manuseio de biomassa né biomassa sólida eh que é na forma de briquetes né e petes também de biomassa Então tinha um um cenário lá onde desejava-se alimentar né esses briquetes né de de de biomassa né Eh sobre o leito de Pelotas no forno né de endurecimento né Então tava se projetando uma calha né que a ideia era garantir que esses briquetes fossem Adicionados da maneira mais homogênea possível aqui sobre o leito né E também garantir que eles não quebrassem durante o manuseio então primeiro tinha que entender o que
que vai acontecer com esses briquetes ão vários ensagens caracterizações que a gente usa para minérios né aplicados para esse material esse aglomerado né E aí eh a gente faz aqui os testes né no sistema de mano que a gente tem lá no laboratório Dá para ver que a simulação né comparada com o Mundo real né muito parecido né muito próximo da realidade eh e aqui também uma simulação de um equipamento que vocês devem conhecer né que é uma bandeja aqui do pedor rotap né então tem aqui a vibração né E esse movimento rotativo né E
aí a gente usa esse como esse material el é muito fácil de fácil degradação a gente usa esse ensaio de peneiramento para avaliar o quanto que ele perde massa né E aí a Validação do modelo mostra o seguinte a gente consegue que para 30 minutos de pamento prevê muito bem que vai acontecer em termos de fração retida aqui em 10 mm né usando dados né de DM né simulação DM do peneiramento eh Então mostra uma boa correlação aí dessa uma aplicação dessa modelagem avançada né bom e aí a gente atuou né projetando aqui né Eh
a partir de um projeto Inicial né D sa calha de distribuição né o DM foi usado né junto Com o modelo de o modelo de quebra para garantir que esse material era alimentado né ele fosse alimentado na na Calha e caísse aqui de forma otimizada sobre o leito de Pelotas nós estão vendo aqui o o vídeo da direita né que mostra o leito otimizado né basicamente essa chuva de particulino uniforme né ao longo da largura da calha né é que o gráfico mostra de fato a distribuição mássica aqui dessa calha e o legal que o
modelo Também dá ó onde tem onde são os pontos críticos né da calha com relação à quebra Olha tem os impactos aqui em vermelho que são aqueles que quebraram partículas né nessa nessa aplicação então você pode tomar alguma decisão para poder eh mitigar esses impactos Mas com esse desenho otimizado da calha onde a gente lançou mão aqui de impactos autógenos né ou seja colocou essas bandejas aqui dentro da calha para criar um leito de briquetes né que vai receber O choque da própria do próprio fluxo de briquete a gente tem aqui uma redução né praticamente
no projeto original quebrava 50% dos briquetes eh e no otimizado a gente quebra só 2% dos briquetes que é um número muito baixo para esse tipo de material tá bom e mais recentemente a gente começou a trabalhar com outras formatos de partículas né tipo esses pites de biomassa são cilindros extrusados né Eh e a gente aplica o mesmo conceito né Caracteriza um laboratório E aí você usa a simulação para fornecer né o regime energético a qual aquelas partículas são submetidas bom esses foram os casos que eu separei para vocês né então como conclusões né a
gente pode aplicar a simulação computacional de diversas formas né para resolver esse mundo darel de problemas que nós temos aí né então desde modelos fenomenológicos né aqueles tipo caixa preta né para resolver esses problemas que envolvem eh fluxogramas de Processo seja a usina toda integrada na sua forma estacionária dinâmica e os modelos mecanicistas né que lança a mão do elementos discretos né do métodos elementos discretos acoplado a outros métodos né então no nosso caso aqui aplicando a modelo de quebra né Eh ou também a fod dinâmica computacional então a gente viu essa aplicação para muit
de bolas mais verticais m insag né E também esses sistemas de manuseio aí que temam degradação de partículas né Bom ess essa ferramenta é poderosa né Eh mas ela tem sempre que você vai usar uma uma ferramenta de simulação você tem que respeitar os limites daquela abordagem que você tá utilizando tá senão ficou a risco aí de gerar resultados que podem faz sentindo no primeiro momento mas no mundo real ela desconectada do que você espera tá bom com essa esse brinquedo né que é a ferramenta né de simulação computacional tem vários aí novos problemas e
sistemas que a gente pode Explorar né Então aí a questão aí de demanda criatividade né aumento de poder computacional né tem problemas estão esperando para serem resolvidos e a gente espera resolver todos né bom com isso que queria agradecer né primeiro aí aos diversos alunos né técnicos né pesquisadores lá do laboratório né que participaram aí de alguma forma de todos esses casos que eu apresentei para vocês né as empresas parceiras aí que né por meio de Financiamento apoio concessão de dados né paramento de informações né contribuíram com esses trabalhos a alter den né que né
fornece a licença pra gente poderar as simulações e instituições momento né que apoiam né nosso programa né com bolsas né com incentivos né e diverso tá bom com isso eu encerro aqui minha apresentação né então fiquem à vontade aí para perguntas né comentários muito obrigadoo nós que Agradecemos pela apresentação Fantástico sinta-se aí né acolhido e recebido aqui por por todos os entes e eu vou te pedir só por favor Rodrigo assim isso para finalizar a apresentação pra gente conseguir se ver um pouquinho e aí se por acaso precisa voltar a gente retorna pessoal por favor
Se tiverem perguntas e espero que tenham coloquem aqui no chat ou podem também endereçar diretamente a pergunta ao Rodrigo Rodrigo enquanto o pessoal vai aqui aquecendo os tambores Tá eu queria te perguntar sobre poder computacional para fazer essas simulações a gente sempre vê essas apresentações né do do seu grupo de outros grupos mas assim o pessoal passa um pouquinho rápido nisso né e e eu creio que Deva ser um gargalo baseado na qualidade dos resultados e na quantidade de partículas simuladas simultaneamente Você pode falar pra gente um pouquinho Rodrigo como é que é o poder
computacional assim das máquinas que Vocês estão utilizando tá vamos lá Essa realmente eh quando a gente vê esses trabalhos deid aí que são apresentados em vários fórums né a gente não veem sendo discutido né e mas é importante eh colocar né uma base aí pra gente poder trabalhar eu vou citar até eh de forma relacionada aos os aos sistemas que eu mostrei aqui para vocês né então assim como é que a gente trabalha lá a gente tem workstations de eu vou falar em valores que eu acho que Fica mais fácil né valores em reais você
comprar uma máquina no Brasil de entre 30 30 e r 50.000 né ela vai ter um processador que não é top de linha mas ele atende eh uma ou duas e placas gráficas Gamer né você compra aí por R 4 r000 eh e alguma coisa acima aí de 6 64 GB de memória RAM tá E e ess são as maques que a gente tem usado aí e no laboratório para tocar essas simulações e em termos de simulação eu a a assim Eh digamos custosa em termos de número de partícula né que era paraa moagem né
que era até aquela figura lá do VTM que eu mostrei né o mho vertical que é o moinho eh aquele VTM 1500 né ele tinha ali cerca de 1.2 bolas de Aço tá eu fiz isso essa simulação ela foi Rodada em 2018 você seja não tem tem tempo já E aí ela tem um porém tá quando você vai rodar uma simulação dessa visando né o renant tá aí online eu acho né ele pode até me me Interromper aqui porque ele ele tá trabalhando na Alé né eu vou fazer uma um comentário aqui mas a e
quando você roda visando coletar o espectro de energia você precisa registrar a informação dos choques Então imagina 1 milhão de partículas né numa fração de segundo ali o número de que vão ocorrer né num num leito que é relativamente compacto então demanda você armazenar esses dados aí de fato ter espaço ío é importante né lá uma simulação que passa Aí de 500 GB 1 ta facilmente eh e também a capacidade do daquela ferramenta que você tá usando de dem né Deal de armazenar essa informação registrar de alguma forma processando na GPU na placa gráfica que
é quando você tem de fato uma aceleração daquela conta né na lá em 2018 o cálculo foi feito na CPU né no processador convencional então era uma simulação de um mês rodando né Eh hoje uma simulação dessa na GPU ela Roda em horas 1 milhão de partículas é trivial de rodar só que você não consegue razen as energias de colisão aí são problema né Eh então você consegue assim hoje com uma placa gráfica assim simples rodar 10 milhões de partículas sem muito problema num tempo curto tá eh então por exemplo se eu quem vai trabalhar
com isso no mestrado aí que tem um prazo de dois anos para rodar né você perder um mês numa simulação ou Investir um mês aí depende do ponto de vista né e é um risco grande né que pode chegar lá no final quando você vai dar o Play não dá certo né Mas quando você roda em intervalo de horas né Eh bem mais vantajoso Eu lembro que Minas simulações de doutorado lá do moim piloto sag Eu rodava numa workstation que na minha na época lá custou pra gente 2011 ela custou quase 100.000 né e é
uma máquina que a gente usava até pouco Tempo então é uma máquina mais de 10 anos não tinha placa gráfica na época e e levava certo tempo para rodar aquelas aquelas simulações hoje é uma simulação que roda em minutos né quando você roda na placa gráfica Então tem um tem um essa evolução me deixa feliz que a gente consegue resolver problemas né os problemas estão aí esperando para serem resolvidos né genteo que fala aí de 100 milhões de partículas com algumas aplicações mais Dedicadas né mas assim para para aplicar modelo de quebra 10 milhões eu
acho que é o limite que a gente tem hoje tá Rodrigo Muito obrigado Rodrigo nós estamos com o aluno maxio Siqueira aqui que gostaria de fazer uma pergunta direta para você maxel fica à vontade pode abrir sua câmera e microfone e perguntar Rodrigo boa boa noite né Tudo bem obrigado aí pela Pela pela palestra foi muito bom eu acho que isso vem vem muito de encontro que a gente realmente vive hoje dentro da indústria eh é uma tendência muito grande mas eu gostaria de eh de fazer um questionamento porque a gente tá dentro desse auge
dentro da dessa parte de pesquisa e e sempre trabalhando vendo muito falar sobre a parte simulação o André até levantou um caso eh sobre essa a potência computacional mas a gente fala muito pouco sobre as ferramentas eh Eh que são utilizadas para ser feito isso por exemplo você citou uma que eh até a gente usa até para outras situações o simulink por exemplo para algumas equações aqui pid por exemplo que a gente faz para válvulas a gente acaba utilizando o simulink é muito bom para para fazer isso você tem essas ferramentas mas quando a gente
vai para aquela a Mecan como você disse a gente encontra muita dificuldade de encontrar essas ferramentas muita dificuldade de Encontrar essas ferramentas né Eh uma recentemente que eu tô estudando um pouco mais ela a abacos não sei se você conhece que ela trabalha com esse sistema também de den mas a gente encontra muita dificuldade em ferramentas né para para poder fazer essa simulações então ass eu não sei se você pode falar ou comentar alguma coisa referente à ferramentas que estão que são acessíveis a gente hoje no mercado né tá vamos lá Então eu acabei de
propósito deixando fora aqui os né os softwares o nome de software lá para não criar uma visão assim viada né da da área porque cada um tem sua preferência né de softw que fazem a mesma tarefa mas por exemplo para faz simulações de elementos discretos tá a gente por exemplo no laboratório a gente tem dois softwares principais né E a gente tem um nível de parceria com com os digamos são os dois maiores software de den tá eh que é o Eden da al e o rock da ansis n eh então se você pegar por
exemplo Eh esses dois softes tem lá o modelo de Tavares para quebra de partículas né O tópico da outra palestra ano passado eh com relação a modelos mecanicistas tá a gente tem o nosso modelo de Moinho de bolas tá mecanicista eh a gente parametrizar funções teve que adequar ele para ele para que ele fizesse parte do da biblioteca de modelos de um simulador de processo né que é o ais Então simulador estacionário el tem lá o modelo do frj para moagem mecanicista tá eh mas o que a gente tem feito hoje como modelo mecanicista ele
Depende muito do do tipo de processo que você tá lidando né você tem que ter um projeto específico daquela daquela máquina né o algum detalhe eh acaba sendo dedicado n a gente aplica mas é um uso um consumo interno né Eh do laboratório então se alguém chega lá não eu quero usar aqui tem uma resposta mais Eh curada sobre determinada condição ou tentar antecipar o que vai acontecer Eh aí a gente aplica a ferramenta Tá mas em ferramentas comerciais de den eu diria essas duas tanto o rock quanto o Eden São são as melhores né
e mais usadas aí no nosso mundo aqui na indria mineral né Eh com relação a simuladores de processo né Eh simuladores eh estacionários tem várias jkm né os impack eh mods o a Né então são os que você só quer reproduzir uma funcionamento de uma planta né estacionário esse você você pode usar e simuladores dinâmicos aí são mais difíceis né a gente tá até por exemplo dentro do nosso contexto aí do Global comun collaborative né a gente tá eh usando ele como uma uma plataforma única para simulação dinâmica você me mencionou simulink né Eh você
usa aí mas por exemplo se você tiver um colega numa Outra unidade uma outra usina para poder usar o simulink dentro o contexto de simula da simulação do processo vai ter que ele tem que implementar um modelo que converse com o seu exato Então essa é a dificuldade a gente passa por isso quando a gente vai compartilhar modelos com nossos colegas então eu tenho aqui o meu modelo de moagem e meu colega na Suécia ele tem um modelo de Brit que a gente quer integrar os dois na plataforma dinâmica não dá e Não conversa tem
que um fazer uma adequação o outro aí fica Ah mas aqui eu lidando com o fluxo multicomponente ele não e aí é difícil a gente tá agora numa plataforma nova n específico do nosso grupo que é chamado dsel né que é até um software de open source né que a gente adotou como uma ferramenta do nosso grupo então todo mundo vai ter que implementar o modelo na mesma com a mesma com as mesmas entradas saídas né mesma arquitetura né isso Isso é uma uma Questão que eu sei que até dentro nas empresas é é um
problema né então tem grupos aí diversos que quando vão conversar os modelos não se encaixam né perfeito não Exatamente esse é por isso que eu eu comentei sobre essa questão das Ferramentas porque é um é uma dificuldade realmente da gente fazer isso e aqui no meu caso especificamente Eu trabalho muito com eh com fertilizantes tá então eh ele acaba tendo uma uma característica bem Parecida similar vamos dizer assim na parte de granulação A gente trabalha com a parte de granulação E logo depois a gente vai pro pra parte de secagem e são dois trabalhos que
eu tenho eh tentado fazer aqui principalmente para paraa gente ter uma uniformidade uma Constância eh previsível de granulometria dentro do granulador e eh efeito de quebra do secador Então a gente tem uma diminuição de finos dentro do secador Então essas previsibilidade Eh paraa gente poder fazer a gente tá tendo bastante dificuldade para para fazer essas simulações temos avançado algum pouco nisso daí mas por limitação de ferramenta literalmente por limitação de ferramenta Estamos fazendo muita coisa na mão literalmente na mão mesmo tendo que calcular muita coisa por causa dessas limitações às vezes é quase que artesanal
né o processo aí de resolver um problema é é exatamente muito obrigado viu Rodrigo Ah Legal obrigado aí pela pergunta Rodrigo e essa plataforma que você você comentou oon você falou que ela é fonte aberto é isso mesmo código aberto eu vou até digitar aqui o nome o nome para vocês ó Isso é muito legal muito interessante saber e ela roda em qual linguagem e c mais mais e interessante é d a gente a gente tá implementando modelos a gente fala com os desenvolvedores né que foi Desenvolvido na Alemanha lá Universidade de Hamburgo né Então
eles abriram agora eles estão tentando eh alavancar né Para que tem eles conseguiram recursos e estão tentando alavancar o uso da ferramenta né então tem tem até outros brasileiros aí que usam a ferramenta mais na área de processos químicos né indústria mineral ainda não não vi mas é para lidar com sólidos e a vantagem dessa ferramenta que é o grande Problema que quem vai fazer simulação dinâmica no simulink é a discreção do fluxo granular quais propriedades você coloca né que que são relevantes né então você tem uma botar no matil você vai pensar numa estrutura
matricial lá e se você juntar densidade tamanho forma e teor dá uma matriz Colossal né e de repente PR vai simular britagem Você não precisa disso tudo vai simular classificação S precisa disso tudo mas o daro ele lida de uma maneira mais Econômica né e por isso que tem a gente vê com muito potencial de ser utilizado principalmente assim de circuito de cominuição né ou seja do do rom até ali o pelo menos a moagem fina né fina e Rodrigo já é possível a gente conseguir cursos e material para ensinar a utilizar essa ferramenta aqui
em português ou no Brasil ah no Brasil Eh não sei a gente curso eu tem assim eles tem o site lá mas curso eu não sei né eu tenho eh eu acho que pode ser uma uma nova uma nova demanda a gente dentro do gcc eh a gente a gente tem essa ideia né de de de propagar o tem fórum tem fórum tem no acho que se não me engano é no github o fórum do do d né e ele tem um código aberto você pode pegar lá o código dele e Implementar o modelo que
você quiser você não precisa dar satisfação pra empresa né Eh se aí fica seu critério né mas a gente a gente tá tentando tá começando agora isso né Então a primeira etapa que a gente fez foi por exemplo pegar circuito que a gente já tinha simulado em matlab né validado né com dados reais e reproduzir exatamente nessa ferramenta isso isso a gente já passou por essa etapa então ou seja Foi verificado Contra uma outra solução eh numérica né isso é importante também e validou bem né validou Bem validou bem Tem um Inclusive é o foi
tema aí de um de um aluno de graduação né o o Rodrigo também Prat não sei se ele tá aí assistindo mas depois ele vai ver lá no no YouTube tá perfeito Rodrigo a nossa aluna Aline Lara ela parabeniza pela palestra e ela gostaria de saber de que forma você acha que a simulação computacional pode contribuir para dois Pontos primeiro a questão da sustentabilidade e segundo a redução de custos operacionais na indústria mineral talvez a segunda seja até mais fácil responder e depois e PR primeira fica seu critério Rodrigo mas eu acho que a resposta
é da mesma forma tá e o que você conseguir usar simulação para antecipar condições e otimizar o seu processo eh você vai reduzir custos né Você pode reduzir eh o consumo dos insumos né Eu Mencionei um caso aqui né que é a substituição do do combustível fóssil por biomassa Então você tá trabalhando na sustentabilidade usando a a simulação computacional mas às vezes essa a uso da simulação ela vem pela otimização da sua operação né Ou seja você entender melhor Como que o processo se comporta você pode otimizar aquela condição ou pode avaliar como ele vai
se comportar ao substituir alguma algum sistema então se você pensar assim exemplo prático né Consumo das Barras lá daquele exemplo do m de barras né então Barras é aço demanda energia para para consumir então quando se você garante você vai operar aquela aquela aquele circuito garantindo de repente o prolongamento da vida útil né Eh de fato foi o objetivo daquele trabalho né Eh trabalhando as eh as variáveis operacionais você Você tá trabalhando em redução de custos e da sustentabilidade também porque são menos Barras aí que terão que ser produzidas para para alimentar aquele moim né
então de repente consumo de água né então é é uma aplicação na natural o que você tem que saber é definir as suas metas tá você tem um brinquedo lá que vai te dar uma resposta eu sempre falo brinquedo porque a gente brinca com simulação né ele vai te dar uma resposta você tem que definir qual que é o alvo que você quer atingir com aquela resposta e tem várias maneiras de você encontrar os pontos Ótimos Desculpa tava com mudo acionado já que nós estamos falando de brinquedos vocês já tentaram simular alguma coisa de flotação
Rodrigo flotação Eu nunca simulei eu nunca simulei o o já já assim elutriação já já trabalhei Mas flotação não é sempre fica aquela curiosidade assim a gente vê muito a quebra né e não a agregação e você mostrou a parte da briquetagem também esses modelos que você testou assim PR briquetagem e para pelotização Pelo visto foram muito acaz Né o resultado foi muito bom né Rodrigo né É então é legal que a gente usou o modelo de quebra de minérios claro que com adaptações por exemplo pela pelota verde né aquela bolinha molhada lá que deforma
plasticamente né a gente teve que trabalhar com com a maneira de que o modelo de quebra de minérios ele lida mas a estrutura é a mesma isso é muito interessante demandou praticamente você reajustar parâmetros né e a gente descreveu a quebra de de partículas que A gente não quer quebrar né Isso foi interessante Mas aí o outro lado da história que é a fabricação né Por exemplo o processo eu comentei né nessa no finalzinho ali que tem problemas que estão pedindo para serem resolvidos né então por exemplo aglomeração no disco de pelotamento né é um
problema bonito né que tá pedindo para ser resolvido hoje a gente tem capacidade de rodar né então eu a gente começou a estudar né Mas aí teve alguns percalços aí no caminho mas é um problema que tá na nossa nossa Mira aí né É claro que tem que ter interesse da indústria né a indústria tem que apoiar essas pesquisas né porque ela vai se beneficiar dos resultados né Eh e o outro a outra questão né É do briquete né Eh a gente consegue prever a degradação do briquete a briquetagem já é um mundo que eu
ainda não não trabalhei né mas eu sei que por exemplo Eh daria se se tivesse né Eh Tem muita gente que trabalha né com com briquetagem né então os parâmetros ali né formulação Ligan né at o próprio processo mas ainda não trabalhei Mas claro que tem um problema que poderia ser atacado ali de uma outra forma né usando DM inclusive tá Você tá no modo aí and de novo desculpa porque eu tô com um garoto aqui assistindo televisão na sala se eu deixar aberto o som daqui a pouco tem Interferência sabe aí eu acabo cometendo
essas gafes Rodrigo Então já fica aí o convite nós temos trabalhado com briquetagem já há alguns anos aqui nesse momento nós estamos Briquet finos de carvão e vamos começar agora a Briquet tá também finos de liga metálica ferro Cromo tá então assim o que você quiser a gente poder trabalhar junto aí nessa área de briquetagem a gente tem como fazer a validação aqui de dados reais e para vocês alimentarem os simuladores Seria muito interessante que fica aí já o convite tá ô legal olha só vou vou eu vou te contar que tá pra gente conversar
melhor sobre isso aí é fino de minério de ferro por exemplo a Elenice tá com uma aluna fazendo a flotação bem até bem interessante o trabalho no TCC de graduação mas nós pegamos um material que é um fino de siderurgia tá então eles compram o minério de ferro a hemati inha tipicamente e no transporte no manuseio ela quebra como você já Descreveu esse fino eles estocam e eles têm asse milhões de toneladas já desse fino estocado e eles não aglomeram então a gente queria Briquet só que eles falaram e mostraram pra gente uma coisa que
na na hora até foi uma surpresa o teor de sílica é alto nesse fino e aí nós vamos então fazer a flotação desse fino teve que fazer uma moagem para fazer a flotação e depois de flotar da ideia é Briquet tá porque é mais barato para esse pessoal da Siderúrgica do que Fazer uma pelotização Então se quiser vai ser um prazer se a gente puder cooperar tá não legal legal é eu tenho eu tenho um aluno um doutorando que tá estudando tá tentando Ir Além com A modelagem da degradação então por exemplo efeito de int
tempere né deixar esse briquete que você acabou de produzir né estocado numa pilha sujeito a vento chuva sol o que vai acontecer com ele né a gente consegue prever o que vai acontecer usando o modelo né então é De repente a gente conversa aí alinha alguma coisa nesse sentido legal bom sa Conte conosco O cara tá uma disposição bricket não tá faltando aqui não nós estamos trabalhando com carvão e assim hoje inclusive nós conseguimos aí uns resultados interessantes com carvão nosso briquete tá suportando mais de 150 quedas e não tá quebrando então PR para carvão
nós temos un briquete ó fino viu maravil Rodrigo novamente meu amigo eu lhe Agradeço muito NS Estamos chegando aqui no teto das 9 horas eu espero que você volte outras vez já fica aí o convite e se um dia vocês forem dar um curso aí de D Avisa a gente que a gente tem todo interesse não só de participar e mandar pessoas como também transmitir Por que não legal legal obrigado aí foi um prazer né bem agradável aí passar essa esse tempo com vocês né e com certeza estamos aí para né uma nova oportunidade aí
novo tema Quem sabe né Quem sabe uma uma um focado no Daron né talvez aí ó já tá convidado é só só propor a data e já tá aceito viu Agradecemos muito por isso legal pessoal então para todos que estão aqui conosco novamente Muito obrigado aqueles que estão assistindo no YouTube Não deixe de dar o seu like e se inscrever no canal e na semana que vem ó estejam conosco novamente estaremos recebendo a Dra Nascimento também aí do Rio de Janeiro colega do Rodrigo mas Essa vez do Cem e ela vem falar dos estudos do
Cem em avaliação do ciclo de vida pra indústria mineral Então quem gostar de LC quiser saber um pouco mais esteja conosco na quarta-feira que vem à 19 horas Rodrigo novamente meu amigo um grande abraço muito obrigado manda um abraço aí pro Marcelo e para toda a equipe do seu laboratório tchau tau legal obrigado aí um abraço boa noite até a próxima tchau tchau boa noite boa noite [Música]