[Música] fala pessoal tudo bem sejam todos muito bem-vindos e bem-vindos ao podcast do portal deserto pediu eu estou olhando fukus Desse Canal esse canal tem como função ressignificar o papel do fisioterapeuta e Em Tempos Modernos trazendo novidades toda segunda-feira sobre as temáticas de dor e Fisioterapia Então seja muito bem Vindo e aproveite mais um episódio fala pessoal sejam bem-vindos ao episódio 158 do podcast do freezer Ortopedia e hoje estamos aqui presencialmente com as camisetas do piso ortopedia né E a gente vai aproveitar usei de slides para quem tá vendo em algum lugar no Spotify no
YouTube tá vendo que a gente está com as nossas novas camisetas e a gente vai discutir um pouco sobre os tipos de dor mas dentro de um tema mais Específico que é offer 3 Estamos aqui hoje numa sexta-feira pré gravação do curso da Star dolino sobre oshar trade e a gente sempre aproveita para poder gravar o episódio já que o tema Tá fresco professora ele não vai precisar estudar nada né não vai ter que montar nada já tá tudo montado a gente espera e a gente vai discutir de um tema Super Interessante super comum não
importa de qual área de qual é aquela certeza da vida né que a gente Vai ter E aí a gente vai discutir sobre esse tema para trazer as atualidades em relação a isso eu tô muito feliz que tá na sua passagem Paulista aqui seja muito bem vindo ao Victor Muito obrigado bom dia a todos Bom dia Leandro Bom dia Rafa mais uma vez eu tô aqui no quegeiro fiz ortopedia gravando esse podcast eu tô muito feliz obrigado pelo convite dessa vez a gente tem uma sexta-feira especial porque além do podcast a gente também vai discutir
no curso da plataforma Star Sobre o tema rosto a trigge nós temos que me agrada muito e eu me interesso a estudar o tema falar aprender sobre o tema e espero que a gente tenha um bate-papo super produtivo para quem está nos acompanhando muito bem especial porque tem feira hoje vai ser especial por vários motivos também é mais antigamente e como essa empresa ela é estranha ou Lino que é convidado de fora está aqui presente o Rafa que é Dono dessa empresa não está aqui presente é sobre isso e tá tudo bem essa empresa tem
algumas coisas estranhas mas Rafael parecia like tudo bem com você é da casa né gente já nos representa aí e a camisa literalmente sempre um prazer sempre sai ótimas discussões aí com essas participações muito bom estamos hoje também previamente do dia que Rafael tevelade Parar mais um ano de vida né então vai cair mais alguns cabelos né alguns fios né os poucos resistentes estão aí mas é amanhã comemoraremos o aniversário de Rafael e no domingo de Lucas Chagas né então segunda-feira que vocês estão estudando esse episódio vão lá no perfil deles e desejam Parabéns para
ele Parabéns Rafael muita saúde muita paciência porque eles me têm como só se isso exige muito todo mundo né E espero que vocês tenham uma vida longa e um Novo ciclo muito feliz né então já desejar um feliz aniversário presencial né Rafael não né Como está o convidado Lino por onde que a gente começa essa conversa eu acho que a gente pode literalmente ir pelo pelas definições pelos ministros principais equívocos que tem sobre a nomenclatura né então Poxa artrose eu acho artrite a gente fala de um fala de outro Qual que é o nome certo
porque que a gente chamou o curso Uma ótima pergunta cocô e Rafa essa confusão entre as nomenclaturas aparentemente ainda existe né no inconsciente coletivo ou no consciente coletivo de muita gente de profissionais claro também dos pacientes de alguns anos para cá diria que mais de 15 anos para cá a definição ou termos artrose tem deixado de ser utilizado existem alguns motivos pelos quais a gente parou de utilizar ou pelo qual a gente Considera que não é tão correto deixar o terremoto artrose porque ele remete a uma doença ou um problema que tem características exclusivamente ou
teria características exclusivamente tem generativas a gente aprendeu 20 30 anos atrás que essa ose é esse sufixo ose tá ligado associado às degenerações e havia um conceito havia um entendimento de que a oração artrite hoje em dia era um problema quase que restrito a degeneração daquela capinha Que recobre a superfície articular a cartilagem articular hoje o entendimento é de que a osteoartrite é um problema muito mais amplo complexo e que outros sistemas estão interligados um deles o sistema dessas Cascatas inflamatórias então a gente sabe que a inflamação hoje a gente sabe entende melhor tem um
papel extremamente importante seja para aspectos negativos e positivos ela acaba estimulando também o sistema imunológico e em várias fases da doença Antiga osteoartrose e agora atualmente a gente compreende então que é mais correto chamar de osteoartrite porque os fenômenos inflamatórios não são esporádicos como se entendia Isso faz parte inclusive do processo Então a gente tem inflamação a todo momento em maior ou menor grau de intensidade E é esse processo da origem e permeia outros envolvidos na doença portanto utilizar o termo ósseo artrite é o mais correto Ainda que os processos Degenerativos continuam presentes acho que
é bom a gente começar por aqui e não é uma nova doença não é um fenômeno que apareceu durante o artrose aí ele está inflamado Então agora ele está com não é isso essa é uma confusão muito frequente para os pacientes e agir ele fala assim não mas o médico disse que eu tinha outra coisa como que era novo ah hoje estou artrose Pois é é a mesma não mas não é porque tá inflamado e curiosamente também para profissionais isso acontece Então a gente passa a chamar destroartrite por alguns motivos que fazem sentido pelo menos
por enquanto muito bom e aí a gente já começa a entrar numa outra crença comum né que eu acho que é sempre importante falar sobre parece que nem chovendo molhado mas eu acho que ainda tá muito estruturado no raciocínio de muita gente que essa relação da dor tanto com o estado ter sido mal enquanto estava inflamatório sabendo que a gente vai ter Literalmente uma inflamação crônica nesse processo a gente sabe que vai ter diversas adaptações e alterações em relação a isso né Eu acho que é legal a gente bater o martelo né falar bem sobre
essa Tríade né dor inflamação e estrutura se elas têm uma relação direta ou não e Em algum momento a gente consegue casar essas informações para tomar alguma decisão diferente com o nosso paciente muito bom vamos lembrar que nós está Triste dentro da classificação é uma dor secundária músculo esquelética né secundária a osteoastrite e que os fenômenos degenerativos e que alteram a estrutura cartilaginosa das articulações eles não deixaram de existir isso continua acontecendo contudo como se trata de uma doença crônica e complexa os aspectos relacionados à fonte majoritária da dor Eles vão mudando e vão tendo
flutuações que são características das doenças Reumatológicas vamos lembrar que elas estão triste continua sendo uma doença característica degenerativa estrutural com presença de inflamação diferente de uma doença autoimune como outras doenças reumatológicas mas em relação a dor respondendo tua pergunta fogo aparentemente há um entendimento de que ela é totalmente relacionada à lesão estrutural portanto diretamente Conectada à mecanismo de nossas Atenas isso não é verdadeiro que fato Eles continuam existindo mas a gente já tem dados suficiente para sem medo de cometer nenhum equívoco aqui e dizer que o paciente ao longo do desenvolvimento da doença e ao
longo da vida dele isso é importante porque o profissional vai encontrá-lo em momentos diferentes esse tratamento ele tem dor de origem nosso plástica em algum sentido Essa Vai ser modulada de maneira diferente esse paciente tem características de dor neuropática envolvidas Esse é um dos motivos pelos quais a gente percebe que paciente que passaram a cirurgia plastia por conta da osteoastrite evoluíram mal pera aí mas se adorar a basicamente nós receptiva relacionada ali a estrutura se eu retiro essa estrutura que era a fonte ou pelo menos era o entendimento de que era a fonte da dor
não deveria Mais ter dor e não é bem assim 40% mais ou menos dos pacientes que passam por uma artroplastia de total de joelho que não foi muito bem avaliada e talvez mal indicada eu diria continua sentindo dor na articulação próxima articulação acima e abaixo da articulação e de característica espalhada o que faz a gente pensar e confirmar com a literatura científica de que o paciente com a Tem sim do nosso assertiva aquela relacionada alimentada pela Periferia Mas ele tem dor de característica neuropática ele tem dor de característica não se plástica E se eu descartar
isso se eu não compreender isso muito bem eu corro sério risco de oferecer a intervenção inadequada para o meu paciente no momento inadequado prescrever de forma inadequada e às vezes não saber o que fazer de acordo com essas flutuações e nada impede que meu paciente tenha tudo isso Junto e misturado às vezes ao mesmo tempo talvez com uma uma característica majoritária nós sepetiva e que requer um tratamento um pouco diferenciado mas às vezes com característica nosso plástica e que às vezes no próprio relato do paciente a gente percebe que aquele padrão de dor mudou e
naturalmente eu preciso entender e modificar minha abordagem Esse é um aspecto muito relevante atual para essa confusão que a Gente tá conversando perfeito eu também considero que é uma das tópicos mais relevantes que a gente tem hoje Principalmente para o que você falou da mudança de Conduta que a gente pode fazer apresentação Clínica e para quem não escutou ainda né a gente tem o Episódio de avaliação baseada em mecanismo que é um dos nossos mais escutados né que a gente viu no ano passado e o Rafa tem o curso aqui na história sobre isso acho
Que ele pode até complementar Rafa por favor contribua sobre esse assunto eu acho que é legal até trazer alguns pontos na farolino ressaltar alguns pontos assim que eu acho bem legais né o primeiro deles é que a quando associada a dor ao ar é um quadro ela seria caracterizada com um quadro de dor crônica músculoscrática secundária né significa que em algum nível a dor ela é secundária é uma condição mas ela também é uma doença e a gente tem que lembrar Também que nem para dor crônica ela é contínua né a gente tem manifestações clínicas
de sintoma que estão relacionados contínua contínua com fleap ou sofrerape né surtos e remissões e a gente fala bastante disso no episódio Flex também participou eu acho que é interessante pensar porque é muito Óbvio a parte nosso Sepetiba né Óbvio a gente se você tem um processo ali inflamatório constante Você tem uma alteração Estrutural para a gente é Muito intuitivo pensar que deve existir Nossa sexual aumentada a gente sabe que nossa pessoa está mediador diretamente mas aumenta a probabilidade isso acontecer e beleza acho que isso é intuitivo o que eu acho que não é tão
intuitivo de fato nessa parte de mecanismos é como é possível esse paciente ter outros mecanismos de dor a dona erapática ela talvez seja menos intuitiva nesses casos né Mas se a gente pegar a definição de dor neuropática Atual que é uma lesão ou Doença de qualquer parte do sistema solar sensorial fica um pouco mais fácil de conceber que talvez esse sintoma neuropático ele venha justamente por uma lesão ali das estruturas dos receptores tomate sensoriais né então por ser uma condição de informação constante com surtos e emissões o que acaba acontecendo aqui você vai tendo uma
de fato uma degeneração de receptores principalmente da cápsula articular Lembrando que a cartilagem ali ela não tem Somato sensação mas o subcondral tem né somatores ali a cápsula extremamente rica também e uma série de mecanos receptores E aí a lesão dali do receptor acaba gerando que a gente chama de neuropatite os sintomas de ordem neuropática que vão se manifestar de uma forma muito local Então não é tão intuitivo Pensador neuropática porque ela não tem um padrão Neuroana atômico ela acaba se manifestando com algumas características de dor que são mais comuns na dor neuropática né então
dor enferrujada choque por exemplo mas principalmente esse paciente começa até alterações também de outras características que estão relacionadas a parte né da neuropatia por exemplo eles começam a ter alterações da palestia que a sensibilidade vibratória da artestesia Que é o senso de posição articular Então quando você faz uma avaliação quantitativa sensorial além de você começar a perceber algumas características de dor diferentes como a gente falou e sinto alterações né dezes Por assim dizer alterações duas temática sensorial é muito comum que esse pacientes tenham uma característica da dor neuropática que é exclusiva da dona neuropática né
que a dor espontânea a dor no asseptiva ela pode com Associada a mecânica inflamatório seres espontânea tanto cabelo continua é um dos fatores relacionados é um dos mecanismos pelos quais as pessoas têm dor mas a lesão do sistema Somato sensorial pode levar o que é chamado de atividade ectópica né ou seja o Você fica até numa ativação espontânea ali do nosso setor independente estímulo então a dor no asseptivo ela tem aquela característica de proporcionalidade a pessoa pode ter Dores espontânea mas ela acaba tendo agravo piora mediante você por exemplo estimular o tecido e ela acaba
melhorando uma vez que você retira a carga do tecido ela é modulada por fatores que acaba influenciando no funcionamento do sistema inflamatório ali do sistema neuroendócrino agora adora tópica de característica neuropática Não modula não essa é uma característica interessante assim né é que tá associada a dor neuropática e a Dor nos plástico acaba sendo uma coisa que em alguns casos tá mais relacionado com a consequência né então a pessoa que começa a entrar em desuso que começa a mudar seu estilo de vida fica com terreno muito mais propenso a desenvolver por exemplo e pela estabilidade
hipersensibilidade a dor uma dor mais difusa desproporcional mas lembrando também que a atividade nós aceptiva e até a atividade ectópica neuropática Podem gerar sensibilização né a periférica é óbvia né porque se você tem dor nas assertivo você vai ter sensação periférica mas quando você tem muita concepção na periferia isso pode gerar sensibilização Central E aí você vai ter uma hipersensibilidade a dor como o livro escreveu né que acaba não tem diretamente Às vezes uma relação ou tem alguma relação com a periferia Mas ela já começa a perder aquela característica de realmente sinalizar o que que
tá Acontecendo no tecido ela começa a espalhar distorcer amplificar o sintoma de dor então é legal isso que o Lino trouxe Porque de fato Esse é um tipo de condição que a gente pode pensar que talvez exista um predomínio de Dona assertiva mas que isso é muito flutuante né então os pacientes vão acabar tendo mecanismos diferentes ao longo do tempo influenciando mais ou menos os sintomas legal Deixa eu aproveitar vamos falar um Pouco assim do quadro clínico apresentação Clínica do paciente né Para a gente juntar essas duas questões que eu acho que é uma dificuldade
muito grande do clínico de juntar a linguagem que vocês usaram agora que é muito baseado em mecanismos né junto dessa apresentação clínica então vamos vamos resgatar né vem aquela paciente aquele 60 70 anos começa a claudicar aquele joelho já começa a estar um pouco mais inchado alguma Dificuldade Talvez uma perda de amplitude né aquela parte dos cônjuge dos mais ressaltadas né a parte muscular já começa a estar muito enfraquecida e diversos pontos de sensibilidade que não estão relacionadas diretamente a parte com grau obviamente né então assim vamos fazer um exercício de trás para frente e
vão e juntem para mim né para o pessoal a facilitar o entendimento essa apresentação Clínica do paciente com esses mecanismos literalmente gostaria De saber como ele vai palpar o paciente como que ele vai interpretar cada uma dessas situações aí fica à vontade se o Rodrigo quiser começar bom apresentação Clínica clássica de um paciente o fogo citou um joelho não por acaso né porque ela está triste é muito mais prevalente nos membros inferiores Claro que ela pode afetar o ombro as articulações das mãos mas a gente sabe que as articulações que recebem o peso corporal como
joelho Quadril na coluna e tornozelo são mais afetadas o primeiro sintoma é exatamente Dor Desse paciente por isso que é tão importante a gente conversar aqui e que o profissional e até o próprio paciente entenda melhor consiga descrever em detalhes a extensão a intensidade a característica reconhecer isso vai dar pistas muito interessantes do que a gente acabou de comentar tipo de mecanismo Talvez esteja predominante Naquele momento da avaliação então recomendações das dire vezes pedem ou orientam que você faça uma avaliação da dor relacionada primeiro como ele tá percebendo essa dor que tipo de crença ao
paciente tem relação a isso do que que ele acha que tá vindo essa dor por que que ele acha que dói a articulação curiosamente isso tem uma relação Direta com o prognóstico do paciente é muito interessante ouvir que que ele entende que pode estar sendo o Causador e esse é um bom ponto de partida então tem vários aspectos e o profissional de saúde incluindo fisioterapeuta precisa entender como é a relação do paciente com o entendimento ou a falta dele em relação ao que está acontecendo tem um questionário muito famoso chama o homem em que agora
existe um estudo feito no Brasil que avaliou a estrutura desse questionário em que ele avalia aspectos relacionados a dor rigidez da Articulação em função então o segundo ponto aí é rigidez mas eu queria trazer uma novidade aqui Não exatamente uma novidade mas rigidez apesar de ser muito frequente não é obrigatória para que pacientes com a presente então nem todo o paciente vai ter rigidez então você não pode descartar o fato de que ele tem austro artrite só porque pela manhã ele acorda você pergunta o joelho tá rígido ele fala não tá super bem movimentos que
Dói não mas se tem dor e não tem rigidez será que é parece que a rigidez tá deixando de ter a importância que a gente atribuía a um tempo atrás mas o terceiro ponto aí o quadro que o fogo também citou um pouquinho é a alteração que causa na função inicialmente paciente logo nos primeiros anos percebe a dor e começa a modificar a maneira como pisa usa um pé de maneira diferente aquela variabilidade motora aumenta mas a tendência é que no futuro como a gente Já sabe em outras questões de músculo músculo esquelética crônica ele
começa a diminuir o uso da articulação E aí você tem fraqueza da musculatura envolvida inclusive da musculatura adjacente especialmente de um grupo muscular no caso da hora de joelho que é o quadríceps Esse é um músculo que mais rapidamente perde força e resistência e infelizmente para o paciente é o que mais influencia na condição da música que vai dar mais estabilidade para todas As funções a gente usa testes extremamente simples para avaliar e percebe que o paciente perdeu muita função perdeu a mobilidade entendeu equilíbrio estabilidade articular E essas condições E aí um ponto que eu
queria ressaltar elas mudam a percepção do paciente em relação a segurança da atividade física e na dúvida infelizmente eles diminuem um nível de atividade física que ele fala ele imagina o seguinte se essa dor Aparece Ao movimento há um entendimento quase que direto né de que se movimentar eu tô piorando entre aspas isso é um problemaço para o fisioterapeuta Porque daí a gente talvez tem que fazer um trabalho muito importante de trazer de volta o paciente com informação de boa qualidade de que não não é o movimento que causou nem que tá alimentando o problema
pelo contrário ele vai ser a o nosso caminho né a nossa terapia é Mais eficiente que a gente vai falar isso depois mas esse quadro para fechar além das alterações importantes de do de função diminui a qualidade de vida do paciente algo que está se discutindo Mais atualmente aqui ao seu artrite como eu já disse não é um quadro simples ela isola as pessoas a gente está falando de isolamento social pessoa deixa de ir à igreja ao parque e a casa dos parentes porque lá tem escada porque tem isso Porque as barreiras físicas e ele
passa a ter um isolamento socialmente falando isso é péssimo e a gente tá falando de uma doença que especificamente em alguns países é tida como pouco importante Olha o tamanho do Grau né de afastamento grau de influência que isso tem na vida das pessoas então eu falei de um quadro clínico que extrapolando ali do físico para o comportamento desse paciente perfeito [Música] que a gente considere também a gente fala muito sobre a dor eu vou me apoiar Nisso porque eu acho que isso já é de conhecimento de quem nos escuta né A dor é uma
percepção Ou seja é uma criação do cérebro uma interpretação que o cérebro faz sobre um contexto então ela não condiz necessariamente com que tá acontecendo no tecido nem um sistema saudável mas as outras percepções funcionam da mesma forma e a percepção De rigidez também tem vários estudos que mostram que na verdade a rigidez o a sensação de rigidez é uma percepção ou seja ela não tem necessariamente a ver com de fato a mobilidade da articulação é isso pode pode quer dizer que na tua avaliação Você às vezes vai encontrar uma restrição da amplitude de movimento
você vai encontrar bloqueio amplitude de movimento mas o paciente pode relatar que eles não sente isso isso é comum na verdade não parece que é correlação Entre o paciente sentir a rigidez e de fato a mobilidade está respeito Isso não vale só para lá vale para várias outras condições articulares acho que esse é um primeiro ponto interessante né e é importante como fisioterapeutas que a gente Olhe isso né porque de novo o paciente pode ter outras no diagnóstico cinético funcional ele pode identificar que além da dor a incapacidade pode estar sendo gerada por exemplo alterações
nós temos música Por exemplo para executar algumas demandas por falta possibilidade então ele não relatar percepção de rigidez não quer dizer que não haja limitação de amplitude de movimento acho que esse é um ponto importante E um outro ponto é que eu ia comentar a gente tá falando de manifestações clínicas né eu esqueci o outro ponto daqui a pouco eu lembro eu fiquei incondicionalmente E aí eu lembrei ainda no aspecto inflamação do que aquela Aquelas características nossas ativas do paciente com ar que o Rafa comentou tem uma relação que a gente já conhece bem daquela
atividade antidrômica daqueles nervos periféricos ativando o sistema imunológico e um fenômeno de que a gente chama de inflamação neurogênica tá envolvido em algum de pacientes e aí nesses casos infelizmente para sorte do avaliador as características de dor neuropática são um pouquinho mais fáceis de Reconhecer mas é um fenômeno bastante conhecido nos pacientes que eu agora inflamação neurogênica tem a ver com que o Rafa comentou anteriormente Essa ela deixa para ele lembrar do segundo ponto aí eu lembrei lembrou por favor é só para exemplificar né o efeito antibromico é um nome muito bonito aí que deram
mas basicamente isso quer dizer o seguinte assim quando o nosso setor é ativo na periferia ele acaba tendo um efeito antibromico ou seja além De ele ser ativado por substâncias químicas para inflamatórias que vem da Periferia ele joga de volta na periferia substâncias para inflamatórias né como a p a liberação do Gene relacionado a calcitonina que na verdade tem como papel manter a inflamação no tecido Então olha que interessante a gente começa já entender que o sistema não asseptivo ele não é só o sinalizador é como a dor tem um papel de fazer com que
as pessoas mudem o seu Comportamento pelo risco de haver uma lesão tecidual uma das funções dos sistemas asseptivo parece ser manter essa sinalização ativa para que a pessoa continue tendo o mesmo comportamento mas não era isso que ela fala só que era complementar afetante hidrômetro do que entrou você vai falar era dos qualitativos brasileiros sobre o a mas o que tem lá fora é muito interessante assim porque quando você vai entender o que os Pacientes acham que está acontecendo esse é um ponto bem relevante que ele trouxe É de fato existe uma percepção de que
o ar é algo que é osso com osso é um problema puramente mecânico e vários pacientes relatam exatamente essa frase né problemas mecânicos requerem soluções mecânicas então na cabeça dos pacientes com achar triste de quadril de joelho basicamente a história natural para eles evoluir para uma prótese e eles ficam com isso na cabeça né de que Olha não tem como a te ajudar não tem como alguma coisa que não corrige essa alteração estrutural me ajudar Isso é uma crença que de fato eles vêm e muito provavelmente a gente pode até falar com base em uma
certa extrapolação por conhecer assim atender pessoas que é o que o paciente aqui no Brasil também tem né Eu acho bem interessante esse comentário Rafa porque com certeza eu já vi muito Clínico com essa dificuldade de ganho de Amplitude de oa e principalmente para uma pergunta que ele é meio simples e tipo até onde eu posso ir né e é isso com certeza tá relacionado a estou machucando o paciente se eu forçar mais então se você pegar essa carência do paciente ela transfere para o Clínico que ainda tem o modelo biomédico estrutural enraizado ele tem
medo e receio de ganhar essa amplitude por não conseguir avançar né com aquela movimentação e o Que vai impedir que o paciente chegue em amplitudes necessárias para as funções assim como Lineu Falou então essa parte é muito interessante e a dica que eu daria a clinicamente falando tá relacionada a colocar o paciente em diferentes posições raios de peso sem descarga com uma inibição a um recíproca alguma alguma manobra para você ver diferentes amplitudes como esse paciente vai manobrando né então o paciente Dependendo do quanto que ele tem esse Sintoma você às vezes consegue ter um
ganho rápido de amplitude o que mostra naturalmente que não tem nada estrutural lá que poderia atrapalhar e isso é um ótimo gancho para você mostrar para o paciente como o problema estrutural não existe propriamente dito e aquela amplitude está lá né mas obviamente tem muito pacientes que estão com esse quadro por longos prazos que todo aquele tecido já se acostuma já se adapta para não conseguir fazer movimento e não vai Ter nenhum ganho rápido até porque pode ser irritativo ou aumentar a intensidade da dor então existe esse manejo E você tem que ter naquele momento
que você tá com o paciente essa perspicácia para você conseguir entender se você avança um pouco mais e usa aquilo a seu favor num processo de desmistificar para o paciente ou então você que tem que ter uma cautela e treinar e ter toda uma paciência para ganhar aquela amplitude Com o seu paciente também Então são duas situações clínicas que eu acho que são comuns que a gente pode viver e nós críticos precisamos estar muito bem esclarecido sobre para não ficar alimentando junto do paciente em relação a isso né indo já agora para parte de tratamento
já que a gente já tá falando bastante disso né acho que a gente vai para alguns tópicos primeiro fora da fisioterapia para depois a gente entrar Nos tópicos da fisioterapia Tá então vamos começar Acho que pela parte dos vínculospimentadores né Lino suplementa no suplementa Quais são os suplementos existentes se sim Se não porque eu entendo o fogo que essa pergunta sobre suplementadores ela tá diretamente relacionada ao compreensão limitada da osteoartrite a gente abriu o bate-papo que falando sobre osteoartrose então se eu levar em consideração que o Problema é a cartilagem faz todo sentido ou faria
todo sentido de que eu escolhesse uma terapêutica como é o caso do suplementadores né E que pudesse de alguma forma tentar recuperar o problema um problema se para mim é na cartilagem Eu precisaria fazer isso então colágeno visto de suplementação e tudo mais os estudos mais recentes de boa qualidade mostram que esse tipo de intervenção não muda o quadro do paciente em relação àqueles que fazem Uso de qualquer outra substância Placebo então parece que o caminho não é exatamente o que o paciente está ingerindo e que vai ali repor alguma coisa do tipo que é
um raciocínio bastante comum inclusive para os pacientes eles fazem essas perguntas rotineiramente mas se eu tomar cartilagem de tubarão e se eu fizer uso de colagem é colágeno E se eu tomar uma cápsula que tem um grama de fracionar a senhora vai ter um xixi rico nessa Substância né porque porque a gente sabe que o caminho não é direto você não vai ingerir o colágeno e ele vai depositar na cartilagem é a compreensão quando a gente volta lá para histologia eu falo isso em sala de aula né É até anedotico a gente dizer que a
gente vai ingerir colágeno e ele vai parar justamente onde tem problema é isso não faz nenhum sentido bom de vista da fisiologia mas conversando com paciente é importante Que a gente tem esse tipo de abordagem então a resposta atual até onde a gente sabe a vez que o suplementação não traz benefícios para esses indivíduos até o que a gente sabe então tem que ter muito cuidado com o tipo de abordagem porque às vezes você vai falar então ele fala assim então vai fazer mal eu tomar isso olha o que a gente tá falando aqui né
o que eu não disse é que ele faz mal o que eu tô dizendo é que Ele não vai te ajudar nesse tipo de problemática que a gente tá debatendo então não vejo motivo atualmente isso não está descrito nenhuma Diretriz de qualidade recente eu lá o aço início de adline da Europa em que você devesse fazer o uso desse tipo de visto suplementação e o que eu também não disse é que esse pacientes não deve fazer uso de medicamentos que é uma outra área o tratamento farmaco farmacológico Existe e ele tem lá um caminho ele
tem um local exato condições ideais para que sejam utilizados Mas vamos lembrar também que suplementação não é medicamento sim para complementar antes a gente passar para o próximo tópico acho que é legal porque a cabeça de muitos também entra infiltrações né quarto hialurônico por exemplo entra nessa categoria E a gente tá falando exatamente isso se estende para a infiltração Tem revisões temáticas de boa qualidade mostrando que a infiltração com esse aluno por exemplo em um ar de quadril não é superior a infiltração passiva ou seja ela não gera benefícios clínicos apesar de em termos de
pausalidade biológica fazia muito sentido a gente olhar para né uma suplementação dessa forma mas a gente também tá incluindo ácido hialurônico nessa ou as infiltrações nesse nessa fala de novo não infiltração de corticoide que é Medicamento Eu acho que o mais importante a gente entender o a consequência disso Desse entendimento né filho no mestrado faz já muitos anos já dependi 2016 né E a minha coleta foi 14:15 e durante a minha coleta que eram corredores com dor no joelho a quantidade de pessoas que relataram que já tomava essa medicação para proteção de cartilagem era muito
grande né E aí você vê um comportamento que existe uma Questão socioeconômica muito diferente então pessoas que têm contato ou conhecidos que vão para os Estados Unidos é aquela oportunidade de você traz umas cápsulas de lá porque lá é mais barato e aí é muito normal que as pessoas Tragam uma quantidade enorme dessa medicação né então eles vão tomando aquela suplementação para tentar fazer aquele efeito E literalmente achar que tá protegendo a sua cartilagem por causa disso então sente mais seguro Para correr Certeza acho que vão se machucar se fizerem em Esporte e tudo mais
né tá levando em consideração cartilagem então eu tô além de tomando a cartilagem de tubarão eu parei de correr você conseguiu fazer o chacrisco completo do que não é para ser feito e tem um outro exemplo Clínico né que marcou bastante foi uma paciente que chegou para mim no consultório depois de Cinco dias após filtração bilateral e ela tinha que ter ficado quatro dias sem pôr o pé no chão por indicação médica para proteção da infiltração realizada E então outra contra indicação né A não movimentação aonde piora tudo por sorte ela não é paciente tão
obediente assim ela pisou várias vezes para o bem dela né mas ela chegou com o extremamente sensível e ela tinha características gerais de sensibilizadora central né então aquele mecanismo os mecanismos que A gente discutiu Antes quando a gente vai falar dessas condutas elas são muito relacionadas né porque se você não tem entendimento você fala da sensibilização central Mas você ainda quer repor a cartilagem E isso não faz sentido nenhum ou proteger a cartilagem né então toda vez que a gente falar agora das intervenções voltem para o raciocínio relacionado aos mecanismos para entender que até a
medicação que a gente vai conversar melhor agora faz diferença de Qual medicação eu tomo porque senão vai ficar analgésico ou anti-inflamatório e não é necessariamente só isso que a gente vai tomar né então se você quiser explorar essa parte né O que que qual que é o papel da medicação e quais seriam as medicações que a gente poderia pensar em pacientes com Uncharted é importante falar desse ponto porque anti-inflamatórios não esteroidais e paracetamol que é um analgésico talvez mais utilizada no planeta São medicações muito utilizadas por esses pacientes né da sua frente e a gente
não tá aqui para fazer a demonização de nada então Em algumas situações exemplo o Rafa tô colando no assunto logo no comecinho do bate-papo durante um flat o paciente fez um trauma um pouco mais violento na articulação do quadril do joelho Você tem uma quantidade muito grande de Estímulo no nosso sectivo ali você tem uma inflamação extremamente fora do controle e nem sempre isso é possível com medidas conservadoras como exercício com a terapia que a gente fisioterapeutas estão acostumados a intervir nem sempre isso é possível controlar a gente precisa de ajuda e esse é o
momento em que o anti-inflamatório cabe muito bem para que eu volte o paciente aqui por um basal de inflamação e o permita voltar As atividades físicas por exemplo então com a menor dose possível pelo menor tempo possível é indicado Isso faz parte do tratamento farmacológico citado em pelo menos quatro das cinco melhores diretrizes clínicas né quando a gente lê a respeito do assunto então há um papel bem delimitado o problema é que o uso começa a ficar indiscriminado seja por parte do profissional que prescreve-se por parte do paciente porque o paciente acaba entendendo algo que
é muito Perigoso que é o seguinte se eu tenho dor e ela melhorou quando eu fiz uso dessa pílula a próxima momento que a gente dor seja igual menor maior qualquer dor parecida eu faço uso da pílula de novo porque já sei que o tratamento para melhorador é ela esse é um raciocínio muito perigoso para os paciente profissionais que estão ouvindo Essa não é a indicação vamos dizer de novo essa não é a indicação um espectro muito amplo das Dores que os pacientes Vão Vamos colocar ao longo de um ano talvez 10 20% delas mereçam
a atenção eu mereçam a intervenção com anti-inflamatório paracetamol e aí vem o segundo ponto pera aí professor maisolino como que se a gente vai comparar uso de medicamento e exercício eles são comparáveis essa é uma pergunta muito boa também seja proporcional para o paciente e a resposta é sim Eu o que eu tô dizendo aqui é que o tamanho do efeito aquilo que o remédio traz faz pelo paciente para melhora da dor é comparável algo que o exercício físico bem orientado faz pela dor um palavras muito simples quando eu prescreve o exercício de forma adequada
entendendo que o paciente tem ou mecanismo de dor envolvido eu consigo efeito analgésico semelhante a um que o anti-inflamatório analgésico fazem isso é muito muito Interessante você pode deixar que é uma interpretação negativa Poxa mas eu queria que fosse melhor pera aí mas veja Quantos pacientes idosos não podem fazer o uso de paracetamol de anti-inflamatórios então eu tenho uma outra alternativa extremamente eficiente ou tão eficiente quanto o anti-inflamatório paracetamol analgésico e que vai me trazer outros benefícios com baixíssimos riscos pouquíssimas contra indicações que é o Exercício físico bem indicado volta para a questão de meu
paciente precisa mesmo raciocínio negativo que eu acabei de construir essa pílula melhora a minha dor imagina se ele construir um raciocínio junto com um profissional de que esse exercício melhora a minha dor isso é muito interessante sensível seja não existe um tratamento medicamentoso né o medicamento é um papel ali assim paliativo no sentido de gerar livro de sintoma momentâneo então Assim poxa ter um dado de não inferioridade Ou seja o exercício é tão bom é ótimo porque os paciente tiver muito sensível não fleap você sabe que o medicamento vai ter o seu papel mas se
o paciente conseguir fazer movimento não exacerbar a dor é Poxa você consegue ajudar ele a ter uma ferramenta ativa tem outra região no outro lado no outro joelho no quadril pelo menos superior e isso é para controlar isso e eu gosto de chamar muita atenção para Parte que ele não falou que tem Tem essa relação de comportamento né porque o comportamento ele muitas vezes parte literalmente do paciente primeiro então paciente fica tomando achando que é o tratamento né então isso acaba tendo toda uma repercussão do efeito da medicação de alguma dessensibilização em relação ao efeito
precisa tomar então é a gente sabe o quanto que a automedicação é ela é comum né Principalmente falando em Idades maiores e principalmente pela interação medicamentosa que a gente vai ter de outras questões que ela pode estar tratando de saúde né então a parte medicamentosa ela é muito importante entender que ela nunca vai ser a solução nunca vai ser o único tratamento mas ela pode você ganhar algumas situações né então isso orientar o paciente bem quando e como utilizar acaba sendo extremamente importante Vamos para o tópico cirurgia Só um ponto acho que é legal queria
pedir para ele não comentar um pouco sobre código esteróides Eu acho que isso é uma é uma dúvida que Clínico sempre tem assim porque os pacientes acabam fazendo uso sozinhos controlada na parte das vezes pelo menos de uso oral e aí enfim eu acho que é legal a gente também trazer um pouco de luz sobre isso muito bom Bem lembrado eu citei os anti-inflamatórios não exterioridades né Tem uma categoria mais Leve que tem bem menos contra indicações o fato do Chico esteroides terem a necessidade da prescrição restrita Exatamente porque a quantidade de efeito colateral existente
nessa medicação é muito maior vamos começar dizendo que código esteróides seja infiltração via oral não importa eles são potentes anti-inflamatórios portanto se você tem a necessidade foi bem avaliado tem a necessidade de uma redução drástica Rápida daquela daquele processo inflamatório muito Agudo muito intenso e às vezes espalhado vamos lembrar que pacientes com lá tem comorbidade então ele pode ter ali uma doença autoimune pode ter uma outra doença que característica reumatológica ou até outra condição que mereça o uso mas falando especificamente da lá a restrição é maior e deveria continuar sendo talvez cada vez mais porque
apesar de ter um efeito a curto prazo muito Interessante de reduzir drasticamente os níveis de inflamação e a dor acaba indo junto você tem um efeito colateral sobre as estruturas da cartilagem muito danoso então o uso indiscrim corticoide especialmente intrarticulados eu acelero a destruição daquele tecido que já vem de longo prazo sendo distribuído por alguns outros fatores é um paciente com lúpus a gente tem bons exemplos de pacientes que eu atendo que acabam fazendo necrose da cabeça do fêmur por Conta das infiltrações com corticoide ou corticoide via oral causam problemas no metabolismo ósseo o corticoide
faz com que o pacientemente de peso que por causa específico da Uva de membros inferiores é um problema que seria aumenta a carga do Peso corporal e você digamos assim aumenta a demanda daquela articulação e não necessariamente a força para deixar ela estável Então tem que ser muito mais restrito o uso de corticoides Há momentos extremamente drásticos assim precisa passar por uma cirurgia ele teve uma fratura grave ele fez um fraupe absurdamente alto e essas são momentos que talvez seja indicados o problema de novo é muito profissional de saúde médico reumatologista no passado fez isso
em larga escala e os pacientes acabam tendo a longo prazo uma pior do quadro por destruição estrutural maior e criou-se também em alguma parcela da População com a ideia de que o corticoide é espetacular porque porque ele me deixa novo eu não sinto mais o que eu sentia mas ele não tá levando em consideração de consequência ao longo prazo então um problema até mais delicado né você é abordado também com paciente porque ele tem dúvida e acho que faz parte do nosso papel como fisioterapeuta responder perfeito algum ponto mais rápido a gente pode ir Para
cirurgia acho que plantou aí os pontos principais porque a cirurgia ela tem alguns aspectos que de novo a gente volta ao raciocínio estrutural da estrutura né em relação principalmente a isso né Você tem uma cartilagem quer dizer não tem mais tá perdendo você tá perdendo você abre o joelho O que que tem de opção para fazer lá menina Então quais são as opções cirúrgicas quando a gente fala além da prótese porque aí já são outros Tópicos né Mas que que teria numa cirurgia de Washington pra gente fazer porque eu tinha uma dúvida em relação a
cirurgias um pouco menos drásticas que no começo da minha especialização alguns anos atrás eu lembro que muitos pacientes que eu atendia faziam uma artroscopia para fazer um procedimento chamava chain né dá uma raspada ali assim o negócio tá meio vulgo toalete da cartilagem E aí você dava uma ajeitada uma lixada era Uma polida ali naquela estrutura que que não tava muito mais lisinha esses anos lendo me debruçando sobre o assunto e a ideia que talvez vale a pena a gente colocar aqui para o nosso ouvinte aluno profissional para o próprio paciente é que a cirurgia
Primeiro ela não quer a primeira opção de tratamento isso é um ponto né não há mais discussão sobre esse ponto você não começa o tratamento em hipótese alguma de osteoartrite com Cirurgia independente do grau você não começa um segundo ponto é que entre uma cirurgia bastante agressiva que é a última que eu vou comentar proplastia Total uma substituição da articulação existem outras possibilidades aí no Caminho das quais eu acabei de citar como a artroscopia acho que era isso que eu citei agora pouco a pergunta é artroscopia vai ajudar meu paciente a Resposta é muito Claro
hoje em dia não vai não vale a pena submeter o paciente é uma microscopia é um toalete um cheiro uma polida não vamos dar uma lixada vamos ver se dá certo não não vamos ver se dá certo porque ele não funciona ela não é superior ao tratamento não operatório bom se não é superior ao tratamento não operatório eu vou submeter o paciente a anestesia uma internação desnecessária E em muitos estudos mostram que o resultado é pior do que o tratamento conservador eu acho que esse é o ponto eu vou submeter o paciente a uma artroscopia
e que na maioria dos casos ele vai sair mais fraco não vai resolver o problema da dor porque a gente já falou que ela não tem característica estrutural não há motivo para tal então qual é o raciocínio do profissional junto com sua equipe e seu paciente vamos estender o máximo possível E é Claro que esse máximo possível depende da opinião direta doente porque é ele que tá sentindo mas se a decisão sobre cirurgia fotonada de fato tratamento não tá surtindo efeito o medicamento tá cada vez mais dependente Isso é um problema existe uma alternativa viável
muito interessante para melhora do quadro que funciona que é a total da articulação artroplastia total do joelho do quadril do ombro os pacientes evolui muito bem pelo menos a maioria deles então assim Uma vez tomada a decisão essa cirurgia no nosso entendimento precisa ser direto a substituição daquela articulação eu não tô dizendo que ela resolve o problema para todo mundo mas ela resolve o problema de muitos pacientes cuja causa a gente já falou disso hoje era majoritariamente estrutural em que o tratamento conservador não tava mais fluindo muito bem e olha que interessante o paciente chegam
morrendo de medo para fazer o primeiro joelho aí Operam reabilitam pós-operatório e volta assim eu não vejo a hora de colocar no outro joelho que a cirurgia de fato quando bem indicada resolve muito muito dos problemas dos sintomas que ele tinha antes então acho que tá cada vez mais claro para o cirurgião e o professor terapeuta mas a gente precisa continuar com esse trabalho com paciente aqui a cirurgia a longo prazo e que já que a gente vai submetê-lo a isso vamos fazer aqui é o Ideal a melhor aqui tem menos chance dele ter problemas
e ser submetido a novos procedimentos perfeito perfeito eu acho muito interessante esse raciocínio lindo porque é uma fala muito comum que a gente escuta principalmente né dos médicos porque eles que operam obviamente que é a cirurgia vai postergar a troca da articulação né então é como se você copia como se você ficar se empurrando com a barriga e eu literalmente já Escutei de muita gente fala assim Nossa o médico fez uma cirurgia para salvar o que tem e deixar a cirurgia mais tardia então ele trazem como um formato de solução o que acaba muitas vezes
pegando essa crença e ele achando que é o melhor decisão que tem que fazer em que o paciente tem uma lesão meniscal em que outras estruturas merecem uma abordagem viátroscópica E aí a gente tem que levar isso em consideração e ela pode ter Muitos benefícios me refiro a artroscopia pura e simplesmente para um tratamento como a gente citou aqui da cartilagem pensando no quadro da hora não perfeito Porque esse mesmo a situação a gente vê uma quantidade de pacientes que já fizeram duas três vezes e depois ainda fazem a artroplastia total Então essa situação fica
um período entre a cada ó essa cirurgia tem uma validade né Adoro esse tema da cirurgia e a validade de Mais ou menos uns cinco anos e daqui cinco anos você volta a gente pode ver como é que tá e às vezes refaz o procedimento então é como se já tivesse uma linha de tratamento que a sequência vai acontecer para postergar o máximo possível a prótese né então é uma situação que é muito interessante pois pegar é interessante a prótese a questão aí é com que Fazendo o quê e tem outras opções de Cirurgia mais
requintadas né com esse mesmo objetivo Que não funcionam também como mosaicoplastias etc Então acho que é só para a gente colocar aqui assim toda cirurgia que tem como objetivo tentar de alguma forma melhorar o estado da cartilagem ela não é efetiva o que realmente funciona como ele falou é artroplastia total é eu lembro muito bem que na época de Santa Casa assim eu não sei se foi o ano eu era década que os ortopedistas lá eles tinham falado que era a década da cartilagem que a Ideia ou seja tudo foco de estudo era relacionada a
tentar então a gente sempre brinca com a cartilagem é o ouro da música elétrica né porque tá todo mundo querendo encontrar como que repõe né esse processo mas tem diversos outros fatores Mas se você quiser prevenir lesão de cartilagem comece com as crianças porque para onde a gente sabe hoje aqui já tá machucado muito difícil perfeito Então vamos para nossa área a famosa fisioterapia né O que que a gente Tem de mais atual ali dentro dos slidelines para nós fisioterapeutas fazermos na clínica no dia a dia Ótima pergunta eu acho que faz todo sentido para
nós três aqui fisioterapeutas né abordar um pouco esse naturalmente é um universo de possibilidades mas eu vou tentar resumir aqui naquilo que as próprias diretrizes da minha preferência ou não mas acho que são mais conhecidas algumas modificações entre 2014 e agora De 2022 da goodline da Nice né uma diretriz europeia elas então ênfase em relação à educação do paciente a fornecer informação de boa qualidade para o paciente antes isso era uma recomendação leve algum quase que trivial e que também se não fizesse quase como opcional e esse quadro mudou nos últimos 10 anos a informação
é algo extremamente importante a ser ministrado né passado para o paciente mas aí tem um ponto Educar o paciente é muitas vezes a interpretado como eu preciso dar a informação para o paciente então quando ele vem na clínica digo Olha a dona Maria isso aqui é importante tá tá eu dei a informação para Dona Maria não quer dizer que o comportamento da Dona Maria vai se modificar no nosso convívio então educar o paciente se a gente puder resumir aqui é primeiro além de dar a informação eu preciso viver as experiências dessas informações com elas Preferência
na prática para que ela viva a experiência do que significa aquela inflamação e eventualmente mude o comportamento quando eu mudei o comportamento em relação então eu posso andar vamos andar junto não é assim sim pode andar Porque sim pode andar é ele disse que eu posso andar todo dia se eu quiser mas eu dei a informação sobre o médico liberar ela vai andar duas vezes por dia é diferente é claro que é só uma Brincadeira mas acontece muito Então olha a diferença de eu dizer assim a senhora pode andar posso pode eu disse que pode
outro cenário eu posso caminhar então vamos lá caminhar comigo então Além de eu dar a informação a gente viveu junto a experiência então engajaram o paciente conscientizar o paciente e de preferência fazer com que ele viva essa experiência tem maior chances de uma boa Captação absorção e mudança do comportamento o ponto que merece destaque aqui simplesmente dar a informação Ou melhor ou educar o paciente não é suficiente porque porque você faz isso de forma isolada para alguma parcela dos pacientes eles precisam de intervenções mecânicas a gente não tá descartando que a fraqueza tá lá a
gente não tá descartando que ele precisa de estabilidade articular a gente tá incluindo também isso então Quando eu faço a educação associada ao exercício adequado para aquele indivíduo que Quantidade grande possibilidades esse indivíduo tem melhoras muito superiores ou bastante superiores tá vamos falar a verdade poucos superiores a de quando ele faz educação isolada e exercícios segundo ponto exercício não há mais dúvidas sobre isso era isso que eu tinha para dizer não brincadeira a gente talvez ainda tenha dúvidas quais São as melhores abordagens intensidade dose tempo mas não há mais dúvidas falando sério de que o
exercício terapêutico supervisionado E olha que curioso às vezes supervisionado via tele reabilitação ele é efetivo no manejo na redução dos sintomas no controle desse paciente num período mais ou menos entre 8 12 e 15 semanas menos do que isso fala mas eu fiz exercício é mas você fez três semanas e mais do que isso é muito bom porque Talvez realmente o engajamento dele a atividade física mas os efeitos começam a se diluir ao longo do tempo então 8 15 semanas é algo muito interessante exercício de força de resistência exercício de controle motores de estabilidade exercício
terapêutico bem indicado naquele quadro e a gente não vai falar disso aqui em detalhes não há mais dúvida todas as melhores evidências revisões temáticas Cochrane Não cobrem que se você faz no solo que é um pouquinho superior na água na água é com peso sem peso peso corporal vão melhorar o quadro de dor de função no meu paciente e o último tópico para a gente fechar aqui para alguns pacientes o uso de dispositivos Especialmente quando se trata de membros inferiores que aliás é mais prevalente alguns dispositivos são úteis por exemplo o uso de uma bengala
por exemplo incluso de uma muleta então Eu não posso dizer aqui que para todo mundo isso é útil alguns pacientes não vão nem querer usar lido muito com isso Ah não eu faço o que se eu quiser mas eu não vou usar isso aqui ótimo Dona Maria então vamos achar uma forma dessa andar sem ela mas a literatura mostra que para algumas situações ela é útil então talvez a gente Apesar de eu não gostar mas a gente não tá aqui para falar da minha opinião de ciência para algumas situações é útil o uso desse Dispositivos
auxiliares para marcha especialmente pacientes com o ADM membros inferiores tratamento não Farma Aliás o farmacológico a gente já comentou e eu incluiria aqui para fechar a devolver ao paciente o convívio social talvez a gente não olhe muito pensando em radiografias em um problema da articulação Mas que que a senhora quer voltar a fazer eu quero visitar minha filha pronto então isso é um objetivo do profissional que o seu Terapeuta com meu paciente e eu vou fazer o que for preciso para sua área de ônibus caminhando de bicicleta para tal isolamento social algo que a gente
vai olhar eu acho que mais para o futuro a pandemia acendeu esse alerta para paciente com dores crônicas de uma forma geral legal eu de forma Clínica né eu inverteria a assim de importância de tudo que você falou Lina porque ele vai esse primeiro aspecto do que que ela quer voltar a fazer a Ressocialização a uma vida mais ativa ela acaba sendo o primordial porque principalmente se a gente for ser bem realista num processo de pegar uma Senhorinha 60 70 80 nunca fez uma atividade física na vida e você queira que ela ganha em força
faça um exercício resistido faça um exercício seriado com certeza isso vai ter uma baixa adesão e a chance de ela se manter um tratamento é muito baixo então a gente precisa realmente conseguir deixar ela no jogo Para ela entender da importância de que ela pode voltar a fazer as coisas que ela quer e A grande questão eu não preciso esperar ganhar algumas coisas para devolver a lâmpada diversas situações porque a força que ela consegue ganhar vai ser essa força funcional pode usar às vezes esse nome porque a força dessa funcionalidade específica né a Senhorinha tá
fazendo um sem interlevante lá com você que ela não tá entendendo que aquilo vai ajudar para Outra coisa né Ela tá esticando o joelho dobrando o joelho ela também não sabe porque aquilo vai ajudar então naquele momento que você consegue fazer uma um significado grande né aquilo ficar muito saliente para ela dar importância é muito mais alta chance dela se engajar no tratamento ela mudar algum estilo de vida e ela tem gringos muito mais rápidos né e dentro disso a gente vê o quanto que abordagens esse comportamentais acabam sendo essenciais Né juntos abordagens de mudança
de estilo de vida como um todo né A gente entra nesses tópicos 30 segundos eu lembrei aqui tem um trabalho de 2021 que é muito interessante que ele ouviu o profissional de fisioterapeuta e esse profissionais se sentem muita vontade para prescrever exercícios se sentem à vontade de prescrever exercício aeróbio e dois textos nem sabem como fazer Parece que a gente tá muito preparado para encontrar o paciente mas não tá preparado para soltar o paciente pode usar os 10 segundos falou é interessante assim porque a gente tem algumas evidências já abordagens cognitivo comportamentais para essa população
que são relevantes atividade gradativa né o terapia operante basicamente é uma abordagem comportamental que Visa aumentar o nível Geral de atividade física da pessoa é Uma das abordagens que tem eficácia comprovada para melhor de dor e função inclusive em pessoas com a de joelho né então é interessante pensar que assim você não tá indo pelo pressuposto de ganhar força local você mudar a pessoa estabelecer metas e aumentar o seu adjetividade em uma tarefa que é relevante para ela isso gera a melhor clínica né E a gente tem endências bem interessante de entrevista motivacional também né
que tem ali é uma Abordagem voltada para auxiliar as pessoas principalmente evidências para início e manutenção de atividade física de prática atividade física em lá então é interessante a gente pensar nisso né que a gente tem ferramentas para usar assim de exercício mas talvez por ser uma doença crônica não transmissível é muito importante a gente conseguir deixar essa pessoa autônoma né para manter essas esses hábitos por assim dizer no seu dia a dia e só para acho Que trazer uma discussão também ou enfim complementar uma coisa no raciocínio tem uma curiosidade na verdade né no
meu doutorado Quando eu fizer revisão sistemática de estudos de mediação eu encontrei tem não tem muitos estudos de mediação da nossa área né mas os poucos que tem são ou para dor de coluna ou para fibromialgia ou para o a e é interessante porque a maior parte dos estudos de oxar crite usa fortalecimento né como intervenção que fizeram mediação Pelo menos alguns de exercício aeróbico mais poucos mas o mais interessante é que o ganho de força não parece estar associado com a melhor clínica dos pacientes assim o que está associado Como era a clínica dos
pacientes em principal parecem ser mudanças do perfil para inflamatório então tem estudos bem legais assim Acho que o principal é um que foi puxado pelo Steven Campbell que Inclusive a gente tem episódio que ele fez com ele Onde ele analisou o que que gera melhor a clínica de um programa de exercícios é um programa combinar de exercícios e dieta em comparação com tratamento usual né americano australiano quer dizer na verdade dor e função e pacientes obesos com o ar e o que Ele identificou foi que basicamente não foi nem a perda de peso nem um
grande força foi a mudança da modulação citocinas pró-inflamatórias é isso que foi o principal mediador de efeito de dor e função nesse pacientes Então o exercício o efeito dele parece estar principalmente ligado a analgesia em dogena e a modulação de fatores pré-inflamatórios e depois entram uma série de fatores pixes sociais como Auto eficácia catástrofetização medo do movimento então é interessante a gente também sair um pouco da Caixa ao entender como essas intervenções não atuar né basicamente é o mecanismo delas né de ganhar especificamente a mobilidade ou a Força não parece é o mediador de efeito
Não parece porque as pessoas melhoram clinicamente parece muito aquele paciente Bandeira Verde ele não precisa da minha mão ele precisa estar livre ele precisa ouvir que ele tá livre para fazer o que ele precisa e ele começa a melhorar e a gente nem tocou né sim até reforçando que o Rafa falou acho muito interessante quando a gente puxa por um toque que é muito presente no paciente com as artrite que é a questão de Sobrepeso da obesidade né Lembrando que o paciente com obesidade a preocupação dele né E a gente tem diversos trabalhos também de
que fazem esse controle de peso que está dentro das intervenções de estilo de vida mostrando esse eficácia não tá relacionado ao menor Impacto que é outro tópico extremamente relevante a gente precisa desmistificar que o impacto não é o que faz mal ao paciente né e simplesmente eu sempre faço a piada idiota de que se fosse as terapias sem Gravidade seria na aba né mas ou a pessoa vira o aquarismo ela não consegue ficar bem nunca mais né porque esse processo de você ter atividade sem Impacto não existe né você faz uma atividade física para gerar
Impacto para gerar sobrecarga e você precisa fazer esse manejo dessa sobrecarga que o paciente ficar bem então nessa hora A grande questão que precisa ser controlada é a prescrição de exercício para a maioria das questões para Inflamatórias e não necessariamente a questão do sobrepeso e o impacto com exercícios causaria nessa pessoa né então se você procurar a questão de sobrepeso vai estar muito presente junto dos exercícios que não tem a ver exclusivamente com game de força né sim tem um ponto que eu acho que vale a pena a gente daí fazer aqui para obesidade é
que o indivíduo obeso com ou sim lá ele tem mais chance de desenvolver Inflamação sistêmica Esse é um problema muito sério então a gente tem indivíduos a gente atende indivíduos que estão acima do peso que são obesos e que tem boa força muscular e eles tendo eles têm boa resistência muscular e eles têm dor então a questão ali não é puramente eu preciso de um programa de fortalecimento ele tem um componente sistêmico que o faz perceber com maior frequência às vezes com maior intensidade e sintomas Dolorosos então a Gente não tá falando que ele precisa
se manter o beijo não é isso é claro que é importante que ele diminua Mas voltando para que o Rafa comentou e fogo também se eu tenho um paciente que tal naquele quadro clássico de fraqueza pouca resistência e é o mesmo e quando a gente tem trabalhos mostram que ele diminui ainda que numa quantidade pequena de peso eu aproximo as condições ideais Ou seja eu levo a condição de força muscular e diminuir um pouco do peso Então ele não precisa diminuir todo o peso para ele ter controle dos sintomas a gente tem paciente que perdeu
três quilos e parou de sentir dor e aí entra uma questão que é um pouco mais complexa das inflamação sistêmica e ela pode estar mais ou menos exacerbada e meu paciente está melhorando muito está voando na força muscular e aqui a colar ele tem um florap de dor e não tá relacionado a estrutura tá relacionado ao quadro de Inflamação sistêmica e aí entra a alimentação hábitos uso de medicamentos é um tema muito interessante e que tem certeza que ainda vai ser mais abordado só para fechar na intensidade um trabalho esse ano Rafa 23 a gente
está em 2023 e que mostra que a dose influencia muito pouco então eu posso fazer um programa de exercícios com alta dose ou de baixa dose os dois vão melhorar Iguais que parece que não é a carga não é o tanto que você tá colocando de carga ali para melhorar muito e rápido não é isso trata-se de ele tem movimento e esse paciente menor igual isso é muito interessante dizer para os colegas e que os paciente saibam disso também eu acho que isso é uma coisa muito importante entrar na cabeça das pessoas que essa coisa
dá para inflamação que pensa que uma pessoa para inflamada ela tem um terreno muito mais fértil para Ter Flex por sensibilização periférica ou seja o tecido ele tem resiliência para aguentar um impacto uma porrada por assim dizer só que mesmo com um estímulo mecânico dentro do limite do tecido a pessoa tem uma resposta para inflamatória e gera essa situação periférica Ou seja é a pro inflamação ela acaba facilitando muito o fleap e a manutenção do Estado inflamatório local ali né então é um com certeza um fenômeno importante ali nesse paciente e Só para fechar aqui
acho que dá uma ênfase também o que você falou no da pele a gente tá discutindo isso aqui nos Episódios né Talvez as principais evidências que a gente tem de tele reabilitação hoje são para pessoas com a choartrite e não só a gente tem evidências de que ela é extremamente eficaz mas o mais interessante né tem um tipo de metodologia de pesquisa que a gente chama de não inferioridade quando você tem um tratamento já muito bem Estabelecido como é exercício presencial a gente na verdade quer propor um tratamento por tele por outros motivos né a
gente quer propor porque ele é mais acessível é mais curto efetivo desde que ele gera os mesmos efeitos e aí você faz um estudo de não inferioridade esses estudos tem mostrado que até reabilitação ela é igualmente eficaz do que a reabilitação para melhora de dor e função em pessoas colar de quadri e joelho e o mais Interessante inclusive na reabilitação pós até juatq então um pós-operatório de artroplastia total dinheiro ao quadril feito com ter reabilitação tem o mesmo efeito Clínico do que feito de forma presencial isso é muito interessante isso permite com que a gente
gere não só Acesso a tratamento de qualidade mas também consiga ser mais custo efetivo porque os tratamentos contra a reputação eles são mais custo efetivos do que com atendimento presencial perfeito Assim super bacana essa conversa é bem enfim é porque ela acaba explorando muitos muitas informações extras né que ajuda a complementar e agradecer a presença do Lino aqui obrigado pelo Episódio pela conversa agradeceu rápido e parabenizar de novo da sua nova idade que eu não lembro se é 31 32 33 mas é menos que a minha né quantos anos falta então é isso gente Leo
Costa Essa mensagem foi para você Então é isso gente a gente se despede aqui nesse Episódio super bacana não deixem de ver o nosso o curso do Lino né Na Star vai ficar super legal super bacana um grande abraço até o próximo episódio aí [Música]