Oi boa tarde pessoal faça esse vídeo aqui inicial para falar um pouco com você sobre a situação que nós estamos passando na ueg nesse momento da pandemia do coronavírus né a nós fomos meio que pego de surpresa né ouvimos falar de si corona e ele não era tão próximo até ter casos no brasil rapidamente evoluiu para a situação que nós estamos né uma situação que o que o isolamento é necessário não é bom Lembrar disso muito embora a nossa cultura latina não seja muito de seguir regras e a pensar no coletivo né no público mas
nesse momento nós precisamos disso mesmo né de não sair de casa demais para que a gente possa e passar por isso bem né falando um pouco da ueg nós é e recebemos da reitoria uma orientação né para que estivéssemos trabalhando com aulas à distância mas nós não temos a o preparo né os professores não tem esse Preparo para produzir aulas em hd e então é algo novo para nós como também é novo para vocês a nessa situação que mais preocupa é a situação de vocês né porque nós professores ainda damos um jeito né passamos exercícios
leituras damos um jeito de fazer vídeos como eu vou fazer a mais ou menos a gente ainda consegue fazer essas aulas né o grande problema é para vocês né é muito não tem computador muito não tem internet né e muitos estão também muito pro Bom né com renda nesse momento aí e não tem às vezes o ambiente bom para estudos na casa né visto que a família toda está mais constantemente em casa então é tudo isso né juntando a outras dificuldades como as impressões né que agora estão mais difíceis vocês fazerem tudo isso é só
um pontos né que nos levou em uma reunião que fizemos na sexta-feira com todos os professores da geografia a fazer um documento pedindo a o cancelamento do semestre inteiro né Porque nós vemos que não há condições para a maioria fazer esse ensino a distância com qualidade né da parte de vocês estudante eu acho importante uma manifestação nesse sentido né porque mais do que é oi vocês estão sentindo essas dificuldades na então se inserem do que nós descrevemos a carta que nós enviamos né e faça um também as manifestações de vocês né ligando na reitoria mandando
para prg né para as pró-reitorias é para O reitor né fazendo chegar até ele uma manifestação que seja de vocês né porque tem é muita força também né assim como aqui nós fizemos mas enquanto nós não obtemos né uma cobertura legal para para estarmos sem atividade na universidade nós vamos fazer essas vídeo aulas né outras universidades já cancelaram o semestre né como a a universidade federal a unb né e as suspenderam inclusive é a de né então é o que nós estamos querendo a Então pensem coletivamente discutam entre vocês e vejo o que fazer sobre
essa situação agora segue na sequência o vídeo da aula esse tá que eu vou fazer com base nos slides preparados para cada aula tá ok então grande abraço e a gente se vê aí né eu estou disponível por whatsapp para tirar dúvidas né que elas foram possíveis aí por e-mail também né estejam à vontade nesse momento que nós não temos o contato em sala de aula vocês podem ter mais liberdade do que Antes para fazerem perguntas tirarem dúvidas tá bom grande abraço e aí o olá pessoal essa é a aula sobre o texto da professora
amélia damiani população e geografia é um texto de 1995 e é um clássico da geografia né adotado muito na disciplina de geografia da população né a geografia da população que é um ramo da geografia que estuda o mesmo objeto mais uma outra forma né o mesmo objeto da demografia que é uma Ciência à parte né é para nós interessa e os princípios básicos da demografia né ah os movimentos de população né o crescimento da população a migração esse tipo de assunto aqui nos interessa né e essa é um teste no todo introdutório que fala e
do básico na dessa perspectiva que nós temos da demografia é tá bom então a professora começa com uma pergunta né como analisar números relativos a dinâmica populacional Eu e ela nos dá uma resposta né diz que se consegue isso qualificando os números para compreender os processos os processos sociais que atuam na dinâmica populacional é é de outra forma ela diz dramatizando esses números que nós vamos conseguir uma interpretação do fato social que ultrapasse a dimensão numérica né aqui é nós podemos ver subjacente essa fala dela uma crítica a uma ciência social que que se limita
muito aos números né Não podemos esquecer que a geografia a partir da década de 80 a geografia brasileira ela passa por uma renovação e ela deixa de ser a geografia quantitativa teorética e passa a ser uma geografia crítica ou radical com uma matriz marxista muito forte né que se contrapõe à ao tecnicismo positivista é eu ia quantitativa né não que os números deixassem de ser importante eles são é mais a forma de trabalhar com o número é diferente né não é o número que vai dar A a interpretação final da coisa né os meandros que
existem né na dinâmica social é vão qualificar é aquilo que o número trás o ou seja o drama da vida real ele acaba balizando aquilo que o número trás e às vezes o significado passa a ser [Música] diferente daquele que considera só o número né bom então ainda falando do método ela coloca né e aqui eu tô resumindo que ela Diz no segundo parágrafo acho que não é o texto exato mas é um resumo é preciso em termos de análise destruir o objeto real em termos de sua complexidade e aqui ela está ela está falando
por uma perspectiva marxista né e uma perspectiva baseada então no método de marx o materialismo histórico e dialético que está preocupado com a materialidade do fato histórico hum então é necessário destruir esse objeto real em sua complexidade enxergar o que Existem dentro dele né portanto não iniciá-la pela população ainda que esse seja o nosso objetivo é começar por decifrar a partir dos elementos mais simples abstratos no sentido de parciais mas que garanto a possibilidade de continuar o movimento analítico e criar como necessidade categorias cada vez mais concretas bom então ela ela está dizendo que não
basta olhar para a população e tentar encontrar um significado do que está Acontecendo com ela é necessário então descobrir as categorias de análise por exemplo habitação trabalho transporte que são coisas importantes na dinâmica populacional para compreender a dinâmica essa dinâmica da população né então a categoria de análise na teoria marxista é uma tem um estatuto ontológico né é porque está baseado na própria materialidade da história então a categoria da análise ela ela existe na realidade ela está lá na realidade e ela É descoberta a partir da investigação empírica hum então a o empirismo para o
materialismo histórico e dialético é muito importante então como é que eu vou enxergar a dinâmica populacional quando eu olho para o modo como essa população habita né a e por exemplo numa cidade né a qualidade da habitação da população trabalhadora a qualidade da habitação nas partes mais centrais da cidade né é o trabalho né existe o trabalho o desemprego e Qualidade esse trabalho em relação à qualificação para o trabalho tal tudo isso está falando sobre essa população né a população que migra em busca de trabalho né o transporte da mesma forma né uma população que
vive no trabalhando numa metrópole e que mora em uma cidade vizinha né então faz aquele movimento de migração pendular todo dia né é viaja para trabalhar e volta para dormir na sua casa bom então é isso que nos dá a Possibilidade de enxergar e a população né marcos diria que nós precisamos enxergar o todo tem uma uma compreensão do todos do todo é composto né de todas essas pormenores distribuídos nas categorias de análise que são levantadas na na própria interia da pesquisa para eu poder dar significado a um elemento menor né então eu parto de
uma visão maior para enxergar um objeto menor ainda que esse caminho para construir uma compreensão De totalidade ele passe o categorias de análise que são a menores né bom então a basicamente a autora privilegia aqui a discussão é sobre a dinâmica populacional encontrada em malthus contrapondo-se à visão de marx para essa mesma esse mesmo objeto né então malthus ele é um economista é um o que teve os estudos né muito divulgados ele percebeu aí que e ele vive E no momento em que a revolução industrial ela está se disseminando né na europa então os livros
dele né as obras deles discussões ganham corpo né porque nós estávamos ali vendo naquele momento a o afluxo de população para cidades mudança no padrão técnico da produção a partir da produção de máquinas né sobretudo a tecelagem na inglaterra é isso coloca um problema né cidades ela se enchem de trabalhadores é nós temos aí Em vários problemas urbanos para essa população né como o desemprego a falta de moradia é problemas com alimentação com saúde transporte tudo então coloque assim né para essa sociedade é esse problema da população né então a população parece que aumentou demais
nessas idades o que fazer né e também assim é nessa época a população pobre vivia muito mal né mas a depois da morte de malthus nós vamos ver uma melhoria no modo de vida da população trabalhadora Né e também por isso um aumento populacional né quando a medicina vai se desenvolver e tal então é um problema que se coloca tanto antes de malthus no período de vida de malthus e como depois também né o contexto é esse né da estruturação do sistema capitalista é que a gente pode ver aí desde o século 16 mas ele
vai com a revolução industrial né na faixa e de 1740 1.750 é que vai se ver esses elementos como a criação de um exército De mão de obras de reserva né e as principais as sessões de malthus né afirmações dele é que o crescimento da população se dá uma proporção geométrica a população ela ela aumenta rapidamente ou pelo menos pode aumentar rapidamente dependendo das condições e o crescimento da produção de alimentos sobretudo é cresce uma proporção aritmética cresce mais lentamente né então é aquela coisa da progressão aritmética e progressão geométrica nesse rpg que vocês devem
ter Visto no ensino médio né então por exemplo a uma razão de quatro começando com três nós temos uma progressão aritmética que vai três soma 47 só uma quatro 11 soma quatro 15 assim por diante já a progressão geométrica e ela vai se multiplicando e ela tem uma curva ascendente muito inclinada né começa com 3 x 4 12 x 4 48x 492 e depois já vai se aproximando de mil e daí cresce muito mais rapidamente né então a população aumentando né aceleradamente é A produção é dos meios de sobrevivência crescendo mais lentamente isso geraria um
problema um problema real né podemos esquecer era um problema colocado à frente de malthus e daquela sociedade toda nessa estava sendo visto né uma superpopulação ou pelo menos a impressão dessa superpopulação naquela cidade industriais e bom então altos coloca né para você atender a população crescente seria necessário cultivar terras menos férteis É o que levaria a um rendimento decrescente da produção então sobretudo para a europa né e olhando aí a inglaterra onde ocorre essa revolução industrial é ali podia se ver né como no restante da europa também é essa limitação né um território não muito
grande e uma população crescente aí ele olha para esse pensa ela vai ser difícil produzir alimentos né em terras que não são tão adequadas né lembrando que aqui não havia toda a tecnologia né de Tratamento com a terra de fertilização das máquinas trabalhar com a terra né então é o trabalho empregado para cult a terra menos perto e seria muito maior e o preço né aumenta e torna a economia e sustentável por isso né bom então a dentro das sessões de malthus aí para ele o crescimento da população é regulado pela paixão entre os sexos
então uma reprodução na visão dele bem animalesca né é e para ele o celibato né dos pobres porque os ricos Não teriam problema né e essa é a visão aristocrática do altos né aos pobres são um problema né com a sua falta de recursos ea sua alta taxa de procriação né é então se ele bate dos pobres seriam a solução ou a miséria em si né causa as mortes é é que viriam a regular esse crescimento populacional né então a a a literatura e as mitologias sempre tratam né dessas questão da paixão entre os sexos
como sendo algo problemático né e para um europa cristã é esse problema Do do sexo se colocam muito facilmente e aí malthus também coloca nesses termos né que o crescimento da população ela ela é um problema ligado à sexualidade né então aqui nessa gravura júpiter seduzindo olímpia júpiter é um deus romano né da mitologia romana e ter filhos com muitas deuses e e mulheres carnais também né e aí tá bom aí a autora começa a trazer a concepção de marx sobre a população né Marx viveu aí no momento que essa industrialização as ela estava urgente
né revolução industrial estava todo vapor ele vive de 1818 até 83 e produziu a teoria a sua teoria na e que tratava aqui ali da questão da população né e dessa discussão trazida por mal fiz e por outros economistas né do problema da superpopulação problema do trabalho problema do crescimento urbano entre outros mesmo bom então olha só para marcos a Superpopulação se dá pela separação entre os meios entre os trabalhadores e os meios de produção né é uma visão totalmente diferente da de malta o trabalhador está à mercê da necessidade que capitalista tem seu trabalho
ao passo que os negócios capitalistas tendem a utilizar cada vez menos a e aí ou menos cada vez mais as maquinas escutem e a técnicas que substitui o trabalhador então vocês vejam aqui o Exemplo do primeiro tear mecânico né chamado gene inicia e a revolução industrial basicamente é que precisava ali do trabalho humano e bastante trabalho para produzir uma peça de tecido né nós temos na evolução né uma outra situação que são os rubores produzindo os carros né na fábrica da hyundai aí mas em várias outras também é assim né porque existe uma padronização da
produção ah é então para marx é a superpopulação Ela ela tem uma característica de ser histórico como tudo na teoria marxista está preso ao momento histórico então é um momento histórico é a materialidade daquele momento histórico que vai dar a resposta sobre aquele problema né então considera-se superpopulação esse desencaixe que tem né entre a população trabalhadora e as condições que são dadas a esses trabalhadores pelos detentores dos meios de produção né então ninguém é nasce a mais na Sociedade né simplesmente nossa agora a conjuntura de essa pessoa que nasceu ser inserida ou não nessa sociedade
é que é a dívida a dinâmica econômica daquele momento histórico am é bom para marques a a superpopulação é relativa e não está ligado diretamente ao crescimento absoluto da população mais aos termos históricos do progresso da produção social então basicamente aquilo que eu falei durante o slide Anterior né não existe superpopulação ela só é relativa aquele momento histórico as condições materiais ea dinâmica social daquela sociedade am é bom para marx no capitalismo a superpopulação ela tem uma função específica no funcionamento da economia capitalista né e ela cria uma mão de obra disponível ah mas essa
do de mão de obra disponível né por isso o desemprego ele é importante no capitalismo ele não é um Problema é também ele tem a função né de oferecer ao trabalhador condições piores de trabalho como a jornada extra né a divino dessa competição que existem entre os trabalhadores né então se muitos querem que ele posta de trabalho e um não aceita o salário que é oferecido aí tem 10 na fila querendo a pessoa entra recebendo menos né e talvez trabalhando mais lado é também a superpopulação serviria para achatar os salários né dentro dessa dinâmica e
de Competição entre os trabalhadores e para max também é possível que tenha vagas de trabalho ansiosas e elas deixam de ser ocupadas pelo trabalhador está desempregado mas que não tem aquela inserção social eu não tenho a qualificação né ou seja a trajetória social daquele indivíduo deixou ele à margem do mercado de trabalho porque ele ele não teve acesso à qualificação né oi aqui é uma imagem do oscarito né no filme tempos modernos quando ele olha aí Para máquina tentando entender como essa coisa funciona bom então e dentro dessa contraposição entre malta c-max a para mouse
a sociedade tem sua trajetória obedecendo as leis naturais nada reprodução humana ou das das as pestes que tem né das doenças né a exemplo do que nós estamos vivendo agora com a pandemia do coronavírus né assim como houve a festa espanhola em 1918 como houve a a peste negra né durante Idade média é então contrapõe-se a isso a visão de marx marx e ver uma lógica histórica estabelecendo a situações é então é a relação entre classes dentro do capitalismo que vai nos dizer que leis estão operando e na dinâmica populacional o josé de souza martins
é um sociólogo brasileiro ele é uma pessoa muito linda na geografia foi presidente da fao é a qual é a parte da onu que trata da alimentação no mundo né e ele tem essa Afirmação traseira pela damiani né que a exclusão do trabalho ela não é só do trabalho é uma exclusão social e política também né porque a pessoa fica a margem a pessoa que não está inserida no trabalho está à margem da sociedade e não tem poder político nenhum né e a e aí eu lembro texto da damiane me veio uma outra fala do
felix guatarri um filósofo psicanalista filósofo francês né e em que ele diz em algum dos livros dele é não ser uma mercadoria no mundo Da mercadoria que esse mundo capitalista é o pesadelo dos desempregados no capitalismo né então o trabalho no capitalismo ele é uma mercadoria assim como todos os outros elementos da dinâmica social sobre o capitalismo é tudo é mercadoria tudo pode ser trocado por dinheiro e é uma lógica perversa porque coisa e fica a o mundo e a dinâmica social é mais ai de nós se nós não formos é uma mercadoria nesse mundo
aí né precisamos ser uma Mercadoria nesse sistema de produção capitalista tá bom aí nós temos o uma transição do malthusianismo para o neomalthusianismo contemporânea né porque a sua visão de marx ela vai se renovando né e mesmo nos dias atuais a essas questões sempre voltam né é o neomalthusianismo a gente pode enxergar ele desde o pós-guerra né pode segunda guerra em 1945 seria uma releitura dos problemas entre a população e desenvolvimento é e surgem Novos problemas que não estavam colocados para o mal né nem para marx nem para teóricos do século 19 é o baixo
crescimento da população europeia e ao contrário do que previa malthus na paz crescimento da população já no início do século 20 o que estaria né por trás do baixo crescimento econômico né a gente pode pensar no brasil é que é feito tem a redução da natalidade que nós temos visto né então aí o problema da Previdência né nós passamos a pouco por uma mudança nas regras da previdência que tornam muito difícil agora conseguir uma aposentadoria integral e difícil também aposentar estando com menos dá daquela faixa determinada né de 62 para as mulheres 65 para os
homens bom então são questões que são colocadas novamente né e aí o neomalthusianismo vem com força de vez em quando ao debate no jornais livros nas discussões e e surgiu aí um conceito dentro do Neomalthusianismo que é o ótimo de população é qual é a dinâmica né entre nascimentos e mortes e prolongamento da vida e seria bom para uma um determinado país uma população aí disse que um crescimento acima ou abaixo daquele ótimo seria problemático né a população cresce de menos né vai ter falta de mão de obra se ela cresce demais ela vai ter
uma super poupança é esse conceito ele justificou justificou ações opostas né por exemplo no Imperialismo italiano a população crescente demandavam o aumento do espaço vital que é o território do país mesmo é já parei para alemanha é o decréscimo populacional ele seria resolvido com aumento do espaço vital ou seja uma população diminui ou uma população aumenta o a solução dentro de um determinado o discurso é conquistar outros territórios bom então é tem uso problemas né É claro que isso né com é ponderações necessárias o pode ser discutido né claro que há problemas reais e a
população de cresce a problemas reais é população aumenta né bom demais john geógrafo francês fala que a discussão sobre o ótimo de população não se aplicaria aos países muito populosos né w é porque não a vi uma qualquer sentido discutir isso né os países não tem uma estruturação econômica tem uma população enorme então Para que discutir um ótimo de população precisa se na verdade de uma solução é prática pragmática para aquela economia que que deixa as pessoas em condições miseráveis né e a uma crítica uma teu cinismo naturalmente um que dizem né ela encobre né
um por malthusianismo encobre as relações desiguais entre os países né então uma altos e ano neomautusiano pode olhar para um país e dizer ah tá tudo bem você para ir na população não está Nem a mais nem a menos mas e o que dizer do consumo de recursos né que vêm de outros países para que ele né então os países têm relações iguais né então uns abocanhar uma parte maior das riquezas e os países periféricos da américa latina é tem que ficar com a parte muito menor então muito parecido com esse o filme né que
tá aí no netflix se chama o pulso né o filme eu posso ele ele tem uma alegoria né sobre a como os diversos estratos sociais lidam né com consumo ea Sobrevivência na sociedade capitalista né então é bem interessante se eles puderem assistir é legal é alegórico né não vai falar claramente mas a gente vai perceber ali né é uma luta pela sobrevivência e fala do capitalismo é uma alta organismo não se aplica a produção de riqueza superprodução e miséria na mesma realidade social é então algumas interpretações do mal trazer mesmo às vezes elas estão deslocadas
né as vezes que analisa a Produção de riqueza mas isso não tem tanto a ver com a superprodução de outro lado né e também a geração de miséria associada a as ilhas da riqueza na então a realidade é mais complexa do que a teoria malthusiana atrás oi e essa teoria malthusiana fundamentaria os imperialismos os racismos a xenofobia que é aquela versão ao estrangeiro e os fascismos né que é um sistema de poder totalitário né autoritária E a é um alto cinismo ou neomalthusianismo então ele ele ele ganha uma feição ideológica né pro recebe henri lefebvre
um filósofo francês que é muito lido na geografia até porque trabalho dele foi desenvolver uma teoria espacial né e sobretudo urbana ele diz né as ideologias procedem do real interpretado e transposto então pegam o real interpretam ele transpondo algumas coisas e a torcendo a realidade né de Modo que uma coisa que parece de uma forma ela acaba tendo a interpretação adversa a interpretação contrária a sua visão da do conceito de ideologia né é um conceito que tem várias acer há mais ou menos diretamente o malthusianismo leva ações coercitivas é de forçar uma coisa né ea
e a discriminações raciais e socioeconômicas culturais entre outras né porque vai se fazer aquela coisa de culpar o miserável pela sua miséria né então isso vai gerar Toda sorte de violência né de discriminações e é bom a o não mostra organismo ele se liga muito a ideia de uma superioridade eurocêntrica em relação ao restante do mundo né essa gravura aqui ela eu não coloquei os dados dela aqui para vocês mas ela representa né a chegada da civilização nas terras ainda não civilizados né como na américa do norte na américa latina é os europeus chegando e
invadindo os territórios indígenas né Então aqui uma visão de que é a chegada do europeu né e aqui toma a figura de uma uma figura mítica uma deusa né chamada colômbia é de colombo né desse aqui de descobre o novo mundo e que leva a civilização europeia então olha só quando um deles está levando um livro daí nós podemos pensar no sistema de direito nas leis em tudo que é inscrito mas também é no cristianismo né é está levando nas suas mãos também o cabo de comunicação né Como se diz é o telégrafo abre telégrafo
e a a frente dela está uma realidade ainda é autóctone indígena então e os indígenas ali fugindo e chegando em seu lugar a o europeu europeu que está de posse de vários meios técnicos de produção ali como arado né e de transporte também o transporte a cavala carruagem é o trem mais ao fundo a as caravelas de navegação e tal então essa ideia da superioridade euro europeia ela foi colocada em diversos momentos na Nossa história ainda é né então essa e grisado aquilo que se assemelha mais ao modo de vida europeu né então o modo
de vida autóctone que não é europeu ele é desprezado e a massa e na como o genocídio ocorrido na américa do norte toda américa na américa latina na áfrica e na ásia é bom os erros dos da medicina em preservar e ampliar a vida só um visto como com reticências pelo neomalthusianismo né porque o Neomalthusianismo ele vai entender a pregar a superioridade é um dos que estão mais bem adaptados e dos que são mais fortes então eu não se a deco a muito não combina muito com a visão que seja de inclusão uma visão que
seja né de construir uma sociedade com lugar para todos respeitando as diferenças e dando oportunidades a cada um de sobreviver e viver como o pote am e aí bom então esse texto da damiana me fez Lembrar de uma passagem do paulo freire em pedagogia do autonomia esse texto eu vou deixar para vocês lerem porque eu fico falando minha voz falha né e aí vocês dem pausa nesse vídeo e len a e esse texto e ele está falando basicamente aí a dessa visão né uma visão cruel né de olhar para uma realidade dizer ah não há
como salvar as pessoas que estão na miséria então melhor deixar a essa dinâmica própria da miséria acabar com a Vida desses humanos né que nesse caso são tratados como bichos como animais como qualquer coisa sem valor né então a visão malthusiana ela ela traz isso facilmente né e a de deixar estarrecido toda a pessoa que tenha o mínimo de decência de divisão crítica do mundo né de sensibilidade é bom o neomalthusianismo então a mais recentemente né quando o o a produção técnica da vida adentra na reprodução humana é chega então nas políticas de Controle de
natalidade recentes né então os países centrais especialmente os estados unidos mas ele é representante né da daquele que é o xerife né dentro dos grupos de países dominantes países centrais e os órgãos internacionais também né é tendem obrigar os países periféricos adotarem políticas de controle de natalidade né então às vezes por uma é um sistema de martelar uma uma tipificação do modelo familiar né ou às Vezes também por meio de recursos tecnológicos como os medicamentos e os métodos contraceptivos né então aí nós podemos ver um movimento da máfia médica né a medicina sobre o capitalismo
ela se articula de uma forma mafiosa né desde o valor das do trabalho do médico né que é uma extorsão de toda a sociedade mas também há o preço dos medicamentos né bom então eu não toda articulado entre médicos e indústria farmacêutica cê o estado né para que a população consuma Grande quantidade aí de medicamento voltado para contracepção né e as formas neomalthusianas das primeiras décadas do século 20 a partir da década de 1970 já não se apresentam como resposta para o problema demográfico mundial e é ou seja o mundo sobretudo a partir de meados
da década de 70 né a gente tem uma grande mudança no mundo e aí o neomalthusianismo fica perdido ao tentar falar sobre esse sistema né sobre a Migração expansão territorial é o crescimento econômico tecnológico as guerras fomes epidemias né o na motociclismo ele ele vai ficar perdido ele perde a sua capacidade de explicar a dinâmica econômica mundial né um mundo que se torna cada vez mais globalizado né e de meados da década de 70 para cá nós temos isso né e a globalização ela deixa os países muito mais dependentes ocasiona a migração intensa entre os
países né seja Essa migração sazonal temporária né dos meios de transporte como aviação mas também a própria migração esse né os meios de transporte terrestres também marítimos propiciando né uma circulação muito maior da população e também a migração para residência né como por exemplo a busca de migração para a europa ou para os estados unidos na fronteira com o méxico que é um problema que agora nesse se torna cada vez maior né não por acaso o trump É tentado a todo custo construir um muro que separe estados unidos e méxico né é bom as políticas
de controle de natalidade né os países centrais se preocupam com crescimento popular populacional acelerado e do mundo né seja no país deles ou em outros né porque isso diminuiria a riqueza e de pedraria o meio ambiente né então é uma uma população esteja sobrando demais nesse sistema de produção capitalista seria um problema Né então a riqueza não se acumular ia com a mesma proporção que tendo é um ótimo de população né assim como o meio ambiente estaria sendo degradado mas essa preocupação com meio ambiente ela não é só é só ecologista né o meio ambiente
ele é o substrato é o material como que se trabalha para a produção de riquezas e por isso há a preocupação com o meio ambiente né eu e a no meio político a preocupação com o meio ambiente ela é meramente porque o meio Ambiente ele ele é um fator de produção e não é uma preocupação com bichinho com o bem-estar das pessoas né ao meio ambiente o ambiente natural ele é uma uma matéria-prima por isso é importante para política e da economia e os países centrais e sobretudo europeus e nos estados unidos é incentivo um
aumento da natalidade e aliás na europa né o aumento da natalidade nos países europeus para não Sofrer com a falta de mão de obra e serem obrigados a receber migrantes né porque a realidade da europa hoje e sobretudo agora com a morte né de muitos idosos com a pandemia do coronavírus e vai aumentar esse drama né eles precisam abrir suas fronteiras né para receber imigrantes alguns como alemanha fazem uma um chamamento seletivo de migrantes né e lá eles têm postos de trabalho que não tem gente interessado então eles abrem para receber determinados Profissionais para serem
cidadãos alemães né de verem na alemanha normal e não é aberto para todos né então isso a alemanha faz a itália sobre o regime fascista atual é é muito contra né qualquer tipo de imigração para lá então é é importante e eu sempre falo né assim ler notícias né de jornais e tal e muitos essas notícias às vezes trazem sistemas né mostrando aqueles potes e e barcos que Tentam chegar à europa por meio do mar mediterrâneo e outros projetos menores né com pessoal vindo da áfrica esses barcos viram matam centenas de pessoas né a itália
recentemente quis junto com a união europeia propôs alugar uma ilha para jogar todos os imigrantes que vão chegando nos portos dela né e meio que confinando esse esses migrantes né e assim como o drama né que existe de imigrantes que que passa uma fronteira do méxico com os estados unidos é Recentemente também o governo brasileiro facilitou e a devolução de portagem né de brasileiros nos estados unidos então isso aí se coloca também as notícias o mundo atual está cheio dessas um desses acontecimentos né eu vou dar uma pausa aqui porque a minha voz tá falhando
eu só tô voltando aqui tinha dado uma pausa porque minha voz começou a sumir tá cansada E nós vamos prosseguir é bom a é algo que a gente se depara quando surge essa discussão né também é que eu chamei aqui de colonização das mentes é um determinado padrão ideológico que é trazido e é um deles é o modelo nuclear da família na história e da humanidade mesmo na história recente de séculos atrás na idade média por exemplo as famílias funcionavam de Uma forma não ideal como se coloca com essa falada família tradicional brasileira e família
tradicional em diversos países né é é bom então e considera-se né que que existe o modelo ideal de família e todo um padrão moral e tal mesmo bom então é bom sala preparei há um tempo atrás e aí o que eu falava disso Se encaixava mais né nós está havíamos saído da daquela a eleição e daí estava muito em voga essa discussão aqui né talvez não não encaixe tanto agora é é bom problemas que persistem isso é é próprio né do mundo a tua aula no mundo globalizado é de uma economia é interdependente né as
migrações internacionais o que que estão cessantes nesse momento né a xenofobia que é essa aversão ao Estrangeiro né a discriminação de pessoas que não são próprias do país ou da região é a divisão internacional do trabalho seja o papel cada país tem na produção de riquezas no mundo né e a consequente miséria dos países periféricos e concentração de riquezas dos países centrais né é esse dilema né entre o crescimento econômico eo desenvolvimento social é colocado sempre quando se pensa na dinâmica populacional né porque a E o desenvolvimento social ele demanda um gasto econômico dos estados
por exemplo voltado para esse desenvolvimento social né então é algo que sempre se contrapõe hoje por exemplo né quando se pensa em como gastar a arrecadação pública brasileira essa questão se coloca né é vai se desenvolver é programas sociais ou vai se investir na iniciativa privada então sempre tem essa luta entre esses dois lados aí né os que consideram Desenvolvimento social como algo relevante para atuação pública e outro e consideram apenas o crescimento econômico como importante am e a e o neo-colonialismo versus anticolonialista e só que aí a dentro os campos econômico político e científico
né que que seria isso o neo-colonialismo ele é um tipo de dinâmica colonialista de poderio dos países centrais sobre os países periféricos né mas ele não se dá pelo Menos da década de 70 para cá ele não não se dá mais naquela forma tradicional que seria o desenvolvimento de uma economia num país colonizado né em favor de um país central é ele tem se dado muito mais pelo poderio é de longe mais presente ao mesmo tempo não poderia econômico e militar político cultural né é um dos exemplos é a relação que nós temos com os
estados unidos se você olha um estadunidense olha um brasileiro não tem tanta Diferença né nós usamos jeans tênis camiseta boné e tal mas ouvimos músicas em inglês e temos muitas outras coisas importadas né então o neo-colonialismo ele funciona dessa forma né quando a gente vai ver também a vertente política econômica nós temos todo uma influência dos estados unidos porque no ponto de vista internacional o brasil é visto como o quintal a américa latina né no quintal dos estados unidos e outros países não não Não se coloca um tanto né então é assim que as coisas
funcionam e aí existe uma reação natural que é o anticolonialismo né seria a rejeição a essa influência é sobretudo essa padronização cultural e a exploração econômica dos países periféricos então é um movimento que existe contra essa dominação é bom quando se fala aí brasil né nós temos essa posição aqui histórica né nós temos a um momento e no brasil em que a população rural ela Vai decrescendo e essa população vai migrando para cidades né então basicamente em meados da década de 60 a gente ultrapassa a população urbana ultrapassou a rural e continua crescendo a população
rural ela vai-se diminuindo né na mesma proporção que podem ver nesse gráfico aqui debaixo que era um uma curva inversa né então essa população está saindo do campo indo para a cidade é ocorre uma outra curva que é essa da fecundidade né a fecundidade que É o número de filhos por mulher em idade fértil ele vai diminuindo né então sem média as mulheres tinham eu sei seis filhos ou um pouco mais na década de 60 em 1960 isso vai caindo né começa a cair lentamente só que por exemplo de 70 para 80 e para 90
é uma queda considerável né a gente pode ver que de 1970 para 1991 foi a metade né então é uma mudança muito grande mesmo e de 1991 em diante que ele já tá bem baixo essa taxa de fecundidade ela ainda Diminui só que depois tende a uma diminuição menos acentuada né mas estabilização bom então agora em 2010 né agora não precisa tem dez anos a taxa tava em 1.86 então nós já estamos numa taxa de fecundidade que não repõe a população do brasil né nós pensarmos aí que um casal tem menos que dois filhos então
a população tende a diminuir a é bom agora nós temos uma diferença acentuada em relação ao comportamento [Música] reprodutivo no brasil na temos aí que a região norte ela tem uma taxa de fecundidade maior se bem e também sofreu essa queda né acompanhando esse movimento aí do brasil nós temos depois uma taxa grande no e como essa que a gente e esses amarelos aqui estão confundindo né mas é e já tá acha do nordeste né essa segunda e que apresenta-se maior do que a Brasileira né e as outras atualmente né atualmente não dois mil já
são 20 anos né já estavam abaixo aí da média né centro-oeste sudeste sul abaixo da média nacional a taxa de tende a cair né um gráfico atualizado os dados de 2010 e agora consenso desse ano de 2020 vai mostrar uma queda mas também uma tendência à estabilização né então normalmente esses essa dinâmica demográfica como outros aspectos que a gente pode analisar um Gráfico eles quando diminui em tendem a a chegar no estabilização né porque tá os fatores ali que modificaram eles levam para uma nova estabilidade né isso na dinâmica econômica na dinâmica demográfica em várias
coisas que se podem analisar com gráfico deste tipo bom então olha só aqui tá pequeno né e se não dá para ver os anos essa aqui a chamada pirâmide etária era chamado pirâmide né mas nós vamos ter que abandonar essa nomenclatura é porque Atualmente nós temos um chuchu é tar uma que quis parece tá uma batata etária nós não temos um triângulo etário né aqui o primeiro é é 80 é o segundo é 85 ainda é pirâmide mas ele vai se modificando né e hoje nós temos uma situação bem diferente que quase vai tende a
inverter né esse triângulo e deixar ele com a ponta aguda para baixo então olhem só a a projeção para 2050 né é nós vemos por aqui essa população em 2050 quem nasceu em 2002 terá 48 anos E vocês serão quarentões é os cinquentões já a então olha só 2002 foi o último chamado baby boom ou seja a o crescimento demográfico acentuado taxa de nascimentos grande ela ocorreu em 2002 né um grande crescimento essa população que nasce em 2002 ela tende a sobreviver muito mais do que gerações anteriores não questão de acesso à educação né de
melhores condições de higiene e tal vai preservando a vida né então as pessoas vão sobrevivendo mais e Vão tendo menos filhos também então olhem lá na base e a base vai ficando menor né isso é reflexo de as pessoas terem menos filhos né o que significa que essa população é o que que tem 48 anos em 2050 ela vai ser uma número bem grande né de idosos e depois vão se aposentar e tal aí tem esse problema no sistema de previdência né se bem que o sistema de previdência brasileiro a questionamento sobre o dito rombo
que ele tem né há estudos que Mostram que não é bem assim aquele rombo né e a tem uma em um artigo na revista the economist que eu achei bastante interessante aí eu eu quero trazer para essa aula aqui é fizeram um estudo para as nações unidas para o no e debatendo essa questão da diminuição da taxa de fecundidade ou seja mulheres que têm cada vez menos filhos ou não tem nenhum né então eles fizeram projeção né Claro que alguma coisa vai acontecer e essa história vai mudar com a taxa de fecundidade ou seja a
quantidade de crianças que nascem nesses países eles deram a data considerando que esses países não vão ter migrante nem nada ou que vão passar a ter mais filhos e tal essa taxa vai levar esses países ao desaparecimento né então olha só ah entendi em 2001 mais de 700 a bósnia-herzegovina vai deixar de existir né e outros países Depois né porque vai ter cada vez menos pessoas ali e o brasil é um pouco antes do ano 5.000 ele vai deixar de existir também porque ele também não tá repondo a sua população né é então vejo que
são países sobretudo da europa né alguns da ásia né eu vejo países mais desenvolvidos que entraram no modo de vida urbano né e que tem levado a essa taxa de fecundidade e assim diminuir né então casais tem tido menos filhos e há casais que optam Por não ter filhos também am bom então olha só para a gente pensar esses dados estão nesse artigo do the economist a população mundial chegou a 7 bilhões em outubro de2011 7 bilhões de humanos hoje já é mais a população da áfrica passará de um bilhão em 2010 para 3,6 bilhões
em 2100 essa não é uma história tão longe né está aí próximo talvez vocês vejam 2100 chegar alguns de vocês olha só de um bilhão para 3,6 milhões é um aumento exponencial né Enquanto a europa tem um decréscimo e agora com anemia acelerou esse decréscimo né em 1950 trinta e dois por cento da população bom dia nos países hoje ricos em 2100 ser apenas treze por cento da população o quê que isso que leva a crer que haverá por necessidade é da população pobre que migra ou por necessidade da europa eles vão ter que abrir
a migração para que tenha ali atividade econômica funcionando né braços para trabalhar é Isso e esse texto aqui é um texto do luis nassif analisando esse artigo do the economist feito para onu então eu vou deixar o slide aqui vocês pausam ele façam a leitura tá o e faça uma leitura desse outro aqui que é o final do texto bom então basicamente falando disso né é é e nós temos entrado em um momento cultural globalizado né de um modo o Desenvolvimento de um modo de vida urbano e que tem em todo mundo né diminuído a
taxa de fecundidade né então isso aponta para problemas demográficos aí internos dos países assim como a migração entre regiões dos países a migração entre continentes também né e olhem só fertilidade no mundo em 2010 ela estava dessa forma aqui a gente tem uma grande é taxa de fertilidade eu fico unidade que não é diferente né ou seja é a quantidade de filhos por mulher em Idade fértil é nós temos essa taxa grande na áfrica em quase todo o continente africano e parte sair do mundo árabe né então basicamente o mundo árabe e a o continente
africano que tem essa alta taxa o restante do mundo um lugar outro tem mas no geral não e tem uma taxa baixa né então o que que a gente prever áfrica irá colonizar o mundo né a tendência em alguns elementos da dinâmica populacional são trazidos pela autora né E vou fazer a explicação aqui para vocês as medidas básicas da dinâmica populacional é a natalidade ou seja [Música] natalidade e fecundidade né ou seja a a taxa de nascimento na população e a taxa de fecundidade filhos por mulher e mortalidade imigração então basicamente quantidade de pessoas que
nascem quantidade de pessoas que morre e a quantidade de pessoas que migram no território é o básico da demografia am Com a análise dos complexos são feitas pela escolha da perspectiva né que você vai analisar aquele movimento de população ou por exemplo analisar escolaridade versus a renda familiar versus a fecundidade né é o que que ser vista que seria analisar quantos filhos né a cada classe social tem e quantos anos de escolaridade tem e que renda tem né cada tipologia de família né a família rica família média a família pobre qual é o nível de
escolaridade Quantos filhos tem qual é a renda né é é é é claro que toda essa análise leva em consideração contexto histórico seja nós temos que olhar para história para as mudanças econômicas e culturais para dar um significado esses números aí né bom então elementos básicos né a mortalidade como é que a gente calcula seria o número de óbitos x 1000 dividido pela população total né porque aí eu vou ter mortos dentro de um grupo de mil Então de cada mil morre tanto então fica mais fácil de comparar né porque aí eu tenho mortos por
mil no brasil mortes por mil em uganda eu eu transformo isso numa taxa de posso comprar né mortalidade infantil seria a mortalidade de crianças com menos de um ano que a fase que elas estão mais propensas a sofrer algo fatal né sobre tudo relacionado à falta de condições sanitárias baú o ou seja a higiene e saúde e serviços De saúde né então da mesma forma é a morte de crianças o grupo de mil crianças nascidas vivas né ou seja nasceu mil quantas morreram até um ano de idade a essa é a taxa de mortalidade infantil
a também outras taxas como a mortalidade infantil com um ano e meio que também tem importância demográfica né bom então a mortalidade infantil ela é usada como indicador de bem-estar social sobretudo ligado a aos serviços de Sanitários né de esgoto de água encanada tipo de coisa né assim como acesso aos serviços de saúde essa é a mortalidade materna é a mesma coisa né de mulheres que tiveram filhos né cada mil plantas morreram né isso aí vai nos dizer é um indicador para dizer da qualidade do do acompanhamento pré-natal sistema de saúde em geral né assim
como da própria condição socioeconômica da mulher e da sociedade né E foram criação e é a redução das mortalidades ela se dá por alguns algumas melhorias na sociedade né na socioeconomia ou seja a melhoria em renda em condições urbanas né aí entra habitação transporte né condições de urbanidade em que a pessoa vive condições sanitárias também né o acesso à água tratada e esgotamento alimentação de qualidade né e isso também reduz os modalidades ea tecnologia médica é outra né ou seja o Acesso aos remédios acesso ao serviço hospitalar é preserva as vidas né e condições de
trabalho né porque a condições de trabalhos que levam a mortalidade né então a redução da jornada né é que mo o esporte foi extenuante levava antecipava morte das pessoas a substituição por máquinas né naqueles trabalhos mais em e precários né e perigosos é assim como a própria segurança do trabalho né ela Leva preservação das vidas é claro né e a interpretação da dinâmica populacional dos países periféricos pode parecer enviesada ou seja tomar um viés particular escondendo o papel que se países envolvem no conjunto da economia global as pesquisas tiveram mais direcionadas para o para o
controle de natalidade né então altura coloca isso aí né para dizer o seguinte o desenvolvimento que nós temos um país periférico né como o brasil e os mais Pobres ele é reflexo de um conjunto maior né em que aos países centrais que estão é no topo dessa cadeia né então é essa pobreza um dos países periféricos ela está relacionada à o papel que o país tem na divisão internacional do trabalho 1 g1 oi e aí ela fala que há muitas pesquisas que pesquisa mais o controle de natalidade né propostas de controle de natalidade tal porque
isso interessa aos Países né é para que as economias mesmos países periféricos estejam funcionando né porque um país periférico quebra um grupo deles quebra né isso reflete lá no país central né então controle de natalidade e é sempre colocado como um objetivo a exclusão social cria diferentes realidades para cada grupo social e as mortes podem ser estratificados por gênero por renda cor de pele local de moradia escolaridade etc né então Condicionalismo a mortalidade cada grupo social tem no seu a sua dinâmica seus números né então a os homens morrem diferente de mulheres né ricos morrem
de uma forma diferente de pobres né negros não precisa nem dizer né morrem pela condição social num país como o brasil que discrimina né demais negros é a polícia mata muito mais negros por exemplo né local de moradia né pessoa que mora no local periférico tende a morrer mais cedo né Do que quem quem não mora aí né escolaridade também né então todo tudo isso que você pega as mortes e estratificada você tem uma mudança né em grupos aí é a taxa de natalidade como é que a gente calcula ela né é o número de
nascimento por cada 1.000 que existe vivo na população né cada mil tá' uma taxa de nascimento de iporá é tanto por mil quer dizer que nós temos 32 mil né então se a nossa taxa de natalidade a 10 Por mil aí nós temos 32x 10 né 320 crianças nascendo sei se é isso não 10 por mim eu não sei se é acho que não né é muito criança não sei secundidade como é que a gente calcula isso aí tem mudança né e o ibge fala que calcula fecundidade pelo número de crianças com menos 15 anos
e menos sobre o número de mulheres em idade reprodutiva né bom então é uma forma de se calcular é mas há outros países que calculam de Outra forma né pode pegar aí até três anos até dez anos né então é é uma taxa que tenta verificar quantas crianças pequenas existe por mulheres né em idade reprodutiva e é o que explica de fato a queda da taxa de fecundidade ou seja as mulheres terem menos filhos nem os casais ele menos filhos né é isso se baseia na liberdade ou em uma limitação social porque a ter filho
e antes não era problemático Sim mas quanto mais a sociedade se organiza é mas é o sujeitos urbanos aqueles encontram na condição de pais uma limitação social né então a gente não deve ver apenas pela perspectiva da liberdade é claro que os casais agora né com os métodos contraceptivos eles podem escolher ter um filho mais tarde ou não ter ou ter dois ou ter três tal controla isso né mas também existe uma imposição social considerável né a gente não pode Esquecer isso né então é uma mulher ter filho é está fora do mercado de trabalho
no momento da gravidez e também tem limitação depois que o filho está crescendo né então é uma limitação social característica da nossa sociedade diferente de tempos anteriores em que é muito mais filho você tinha melhor seria porque ele iria ajudar no trabalho né sobretudo trabalho rural é então não era um problema social era uma solução am Bom então o pou singer que é um um cara que morreu há pouco tempo e nos quatro anos menos que isso uns dois anos ele foi muito importante né para a gente pensar sociologia brasileira apesar de ele não ser
brasileiro mas desde jovem ele vivia no brasil então ele fala na fecundidade e ficam de idade e diferencial né é e a fecundidade diferencial é essa que vai balizando né tomando como pontos de análise outros dados né O que os pequenos em um slide anterior a fecundidade solidariedade e urbanização que que isso tem a ver né enquanto no campo e na periferia urbanos laços solidariedade familiar leva a reprodução de famílias mais numerosas as classes médias urbanas que vigora é a solidariedade de classe apoiado institucionalmente e contudo vivemos uma crise na identificação com essas instituições ah
ah ah E deixa eu ver isso aqui esse esse slide e eu quero ver o que que eu pensei e aí e aí é bom migração é um e a gente vê nos livros né assim didáticos do ensino básico os termos né temos emigração e imigração é isso aí significa basicamente só isso não é o edi ex para fora e de ir né pra dentro então a emigração e imigração mas É só um termo em desuso né em favor do termo migração apenas aí fala se migração sazonal migração pendular tal então num essa diferenciação e
ela sobretudo pela sonoridade né se eu falar a imigração emigração às vezes pode parecer a mesma coisa né então estou em jesus e os tipos de migração né a gente tem uma migração internacional que eu de um país para outro existe a migração interna dentro de um território né Interna ou fixa né essa migração pode ser rural rural e urbana urbana ou urbana rural am não existe a migração interna temporária não seja não é para fixação do indivíduo e um outro território é seria a rural-rural sazonal trabalhadores rurais por exemplo do corte de cana hum
é esse tipo aí a migração urbana urbana ou o movimento pendular antes de pessoas que trabalham numa metrópole e vão dormir nas suas casas nem outra cidade assim Como turismo né também a temporário ea migração urbano-rural também é os trabalhadores rurais nas chamados boias-frias assim como turismo também e o turismo rural em é bom perspectiva da altura é que a relação entre o dinâmica populacional e o processo de acumulação do capital e essa essa perspectiva dela não abrange toda a discussão sobre migração né mas está centrada mas não do populacional em relação à acumulação do
capital nessa Perspectiva marxista é possível olhar por outras perspectivas também pro pierre george que um geógrafo muito importante né que veio da frança para a usp fez nos estudos muito importantes e tem uma contribuição muito importante para a geografia brasileira ele fala isso sobre imigração né é a migração como é que radiação geográfica de um dado sistema econômico e estrutura social então quando uma população migra ela não migra só como força de trabalho Ela também leva a sua cultura né e o seu modo de viver e de produzir de consumir né então por exemplo em
são paulo é tipo né você tem um bairro uma ou um conjunto de bairros que tem muitos japoneses e tem uma cultura japonesa aí você tem um bairro italiano tal então isso é próprio anda da migração ela leva parte do seu mundo para aquele novo território é bom migração europeia a e nos tempos recentes né ao como ela se Deu é de 1846 2.890 migraram 377 mil a gente não pode dizer que isso é pouco né porque a população nesse momento aí ela não era é grande né então esse número relativamente ele pode representar mais
do que esses 911 mil do próximo período esse período aí de 1891 a1920 a tendência a primeira guerra mundial e ela gera essa essa fuga né da europa em função da guerra quase 1 milhão de 1921 a 29 a uma migração decrescente em relação àquele momento do pós-primeira Guerra né aí vem a segunda guerra mundial o vídeo pós-guerra né aí são milhões migrando e função da guerra no momento que ela ocorria e o momento depois que elas essa né que os países estão ou devastados ou estão discriminados certos grupos né as economias estão parceladas então
a migração para américa do norte para o brasil para gente né e aqui no brasil a chamada era vargas em que vargas esteve no poder quase sempre Aí desde 1930 até 54 houve uma política de estado né para migração de europeus e japoneses né sobretudo para a região sudeste né são paulo e para região sul né ouvi-la sobretudo na região sul uma colonização né a reforma agrária que a gente tanto deseja ela ela certa forma foi feita né nenhum mal feita né mas foi feita quando vieram os europeus né e que receberam terras é no
sul claro que não foi fácil para eles enfrentar aquelas condições adversas Com a colonização brasileira do que a gente pode dizer né nos tempos mais recentes aí do século 20 é houve uma campanha eugenista do médico renato que é o no brasil nessa data e de 1910 a1930 né ou seja dentro da primeira república quando se fala eugenia campanha eugenista nessa palavra eugenia ela significa a eleição de um de um grupo é um é de um grupo o dominante na sociedade politicamente e Quer uma purificação da sociedade né então o os escravos os escravos no
brasil eles é durante a escravidão sequer e até a década de 50 né eles eram muito discriminados né houve momentos aí que no século 19 né que eles não eram considerados nem pessoas né é que tem alma é um ser humano com a alma seria um ser humano diferente os indígenas estariam ainda na condição humana mas os escravos não tão é uma história muito triste né e ouvir essa campanha Eugenista né bom e uma previsão de que o futuro do brasil seria que há o componente da população branca iria purificar a nossa miscigenação né purificado
o elemento indígena e africano é nas décadas de 1930 a de 1950 ganha força esse movimento né arthur neiva é que era um pensador brasileiro e o monteiro lobato das histórias na infantis eles eram do movimento eugenista né que ela forte na europa né e no brasil nessa a gente Pensar aí que o holocausto que matou 6 milhões era um movimento eugenista na alemanha né então esse era forte lá como ainda é né é isso aí tá no mundo inteiro até hoje é é o aumento da oferta de trabalhadores rurais e competição de trabalhadores brasileiros
em condicionar condição análoga à escravidão seja igual a escravidão imigrantes com camponeses expropriados no país de origem como os Italianos e outros né ouvi então essa essa competição entre os trabalhadores rurais brasileiros e os trabalhadores é que vieram da europa né como os italianos então isso é por um lado levou a aqui o trabalhador rural brasileiro que ele tava muito comparado com escravo tivesse uma certo melhoria na sua previsão né na visão que a classe dominante tinha é mas também levou a que esse elemento vindo da europa é que sofresse uma pressão né para aceitar
Uma condição de trabalho também próxima daquele modelo que a vista né que o brasil já estava acostumado a substituição do trabalho escravo né no brasil ela é dramática né então esses elementos aí da sociedade eles sofreram também com a escravidão que a escravidão ela cria um padrão né de tratamento do trabalhador é as pequenas propriedades no brasil né muitos dessas que que foram e doadas para esses migrantes europeus elas se tornarão acessórias a grande Produção né então muitas vezes ela não tiveram muito desenvolvimento né porque os recursos públicos sejam muito mais né para o apoio
da grande produção como foi a produção de café no brasil né e a migração interna no brasil é antes da década de 60 e a preocupação era mais com a taxa de crescimento vegetativo é oi e a partir da década de 60 a questão recai mais entre a estrutura agrária concentradora ea expulsão dos camponeses Para as cidades então vejo que a urbanização brasileira cria um problema que é a migração para as cidades né então esse é um problema que o brasil passa na sua dinâmica populacional e e aí é bom a realidade urbana industrial brasileira
que até meados da década de 70 os intelectuais tendiam a apontar problemas na industrialização para explicar problemas demográficos e do trabalho urbano é então o nosso modelo De pensamento teórico né até meados da década de 60 era muito importado né de fora sobretudo da europa e é a partir da década de 70 de meados da década de 70 que a gente começa a ter uma teorização endógena nascido no brasil mesmo é bom pessoal eu tinha dado uma pausa aqui voltei cansei tinha cansado essas aulas ead essa coisa de gravar vídeo a nova novo para nós
produzir isso não tem sido fácil assim né tudo que é novo a gente enfrenta a dificuldade zinha mas Vamos prosseguir bom não anterior é eu havia falado então dessa renovação na teorização social brasileira né então é e a gente incorporou esses elementos específicos né do brasil da américa latina já falei para vocês da teoria da independência por exemplo né a teoria que vai identificar os países mais ricos como centrais e os mais pobres né como periferia países periféricos funcionando no sistema só então isso é e é uma novidade e também tem ligação Com a dinâmica
demográfica né brasília é bom a autora traz também a análise do professor josé de souza martins sobre a migração interna no brasil e aí ela disse de ônibus de onde vai para onde vai né a imigração existe uma uma grande migração nordeste sul o que seria é sobretudo do rio grande do norte paraíba pernambuco alagoas sergipe bahia para esses estados né do do sul sudeste são paulo rio de janeiro e paraná sobretudo também do nordeste Norte centro-oeste e sobretudo do ceará piauí maranhão indo para a amazônia legal ou arco do desmatamento né e também para
goiás e tocantins é claro que não é isso aí são os grandes movimentos né claro que nós temos aqui em goiás migração da bahia de minas gerais é também tem do rio grande do sul para a fronteira da soja né o rio grande do sul que a foi teve muitos colonos vindos na imigrantes da europa eles se organizaram numa produção familiar em Pequenas propriedades rurais essas propriedades elas foram sendo repartido as até ficar muito pequenos e a geração sobretudo da década de 70 dos filhos mais novos eles optaram por vender alguma propriedade no no sul
de tudo rio grande do sul mas também para de outros estados do sul do país é e as terras né então compraram terras no paraná no mato grosso roraima mas o goiás também né ou seja nessa fronteira para onde a soja foi é porque eles Passaram a ser sobretudo produtores de soja né o chamado dos gaúchos e aqui só para mostrar para vocês o que é amazônia legal né amazônia legal ela pega aí esses estados marcados né o estado do maranhão ele tem ele não vai inteiro né para para amazônia legal então essa faixa aí
e aqui nós temos é dados de desmatamento até 2002 né 10 anos dematamento aí 2002 até 2012 é um e aliás a data inicial no cc 2002 acho que acho que não é mas aí mostra né a Situação em 2012 dos desmatamentos né isso aí é a partir de um mapeamento por imagem de satélite então nós chamamos de arco do desmatamento essa parte em rosa é porque ele forma um arco na amazônia né de certa forma é uma borda aonde está chegando essa fronteira né demográfica e econômica adentrando amazônia né aí acontece sobretudo a derrubada
da mata aí depois tem o plantio do capim a entrada do da pecuária né nos bois e depois de algumas áreas dessa substitui Essa passagem por plantação né sobretudo de soja é bom algumas análises da população brasileira e seus movimentos e aí no território né população urbana do brasil né nesse primeiro mapinha aí tá mostrando onde estão as grandes cidades né a gente for analisar aí nós temos uma grande urbanização no sul sudeste do país de a parte sul de minas gerais até o extremo sul do país né uma mancha de urbanização aí envolvendo goiânia
o eixo Goiânia-brasília né e o litoral né o litoral sobretudo é e aí e no sudeste no sul e no nordeste né bastante urbanizado também no interior do brasil é que a menos urbanizado né é esse dado esses mapas foram produzidos pelo professor paulo de idade e eles mostram aí a evolução da população urbana né no segundo mapa de 91 senso de 91 para o de dois mil e e a população urbana aumentando né nessa Área aí do norte né e a e parte do nordeste então são áreas que estão se urbanizando enquanto essa parte
mais clara aí ela já era bastante urbano então não houve tanto esse movimento de urbanização estamos um movimento de urbanização ou desmoralização que ocorreu na década de 50 em diante né na nessa parte do sul e sudeste no no brasil hoje ela acontece né lá no norte parte do nordeste que está se urbanizando ou seja está se Criando uma rede urbana aí no norte do país a e agora taxa de urbanização né do país ela chega no centro de 2.000 dessa forma aí né criando uma mancha que envolve sobretudo o sudeste brasileiro né sul sudeste
e parte do centro-oeste onde ele é mais urbanizada e e aqui eu não tô mostrando dados do censo de 2010 a mais dá para ter uma ideia do movimento recente é além da demografia brasileira As coisas mais recentes eu vou falando para vocês também né é em relação à população rural né nós temos aí nesse primeiro mapa mostrando que o nordeste é bastante ruralizado né o nordeste ele tem bastante cidadezinha no interior mas tem uma população rural muito grande também né já que no sudeste no sul a gente tem a população rural muito próximo das
cidades né então ela tá muito pulverizada aí é urbanização é maior né E a população rural e no brasil ela está a aumentando bastante no norte né por esse segundo mapa aí dá para ver é porque eu tava vendo migração para lá né então população rural também aumenta né assim como a população urbana agora taxa de ruralização que é o percentual da população que está mais no campo né olha onde ele é mais preponderante né no nordeste não pequena produção é rural sobretudo né elo sul só que aí no sul é Essa vida rural aí
ela já vai ser muito mais tecnificada e ligado aos centros urbanos né e também a ruralização né a população que vive no campo no norte é é bastante grande em função né da taxa de urbanização lá que não é tão alta é bom aqui o mapa da predominância de população rural ou urbana né aonde está verdinho é rural e mais rural e onde está vermelho é mais urbano né então dá para ver claramente que o centro da urbanização brasileira é tá aí em são Paulo e seus arredores né aí nós temos uma vida rural intensa
no nordeste e no norte e partes do sul e agora análise da migração brasileira né mapinha aqui mostra é e a migração nesse primeiro mapa mostra para onde está indo a população que migra né é o percentual da população residente no município em 2000 que não é natural do estado da unidade federativa né ou seja novos imigrantes ele se concentram sobretudo no arco do Desmatamento e no centro-oeste né além do extremo norte da região norte e é para ir que a população está indo né então esse outro mapa aqui mostra a a migração da região
norte dos estados da região norte para onde é que eles estão indo então eles estão indo sobretudo para o maranhão e por centro-oeste tá vendo então não não se migra normalmente não se livro da região norte para sudeste e nordeste do brasil né se você já existe atividade econômica Ali no arco do desmatamento que está levando essa população a migrar da região norte para lá é a população do nordeste né que antes a ter um fluxo migratório intenso para o sul e sudeste agora amiga sobretudo justamente para essas a essa área de expansão da agropecuária
ano no norte no arco do desmatamento em é a região sudeste né nesse segundo mapa mostra que eles estão migrando ó sobretudo para as regiões de produção de Soja né sobretudo aquelas regiões que ainda não são tão é populosas e que aí tem necessidade daqueles técnicos né da produção agropecuária né e aí eles vão para lá vão de são paulo do rio de minas para essas regiões henrique produzem né só olha produzir carne né e o que estão na agroindústria também né thalles negrão peraí normalmente os técnicos especializados nessas áreas produtivas e rio grande do
sul na para onde eles vão É aquela coisa da da dos migrantes sulistas né do chamados gaúchos não nome genérico para eles e sobretudo para o mato grosso né nessa nesse arco do desmatamento aí quer dizer essa é uma área mais nova de migração deles né ele já migraram intensamente para o extremo oeste da bahia por exemplo né é na década de 80 e 90 agora é em 2000 a situação era essa aí e ainda continuam é porque é uma área em expansão atual é o segundo mapa quem Está na região centro-oeste negra mais para
ontem né negra sobretudo vai para o brasil inteiro mas vai muito para esse arco do desmatamento aí né ou seja uma região que está expandindo a área de agropecuária está com cidades em crescimento né a população do centro-oeste inclusive vai para lá bom então o brasil tem é marcado né por essa grande desigualdade né essa foto aqui é só vozes cima né se vocês conhecem ela né mas é uma uma favela ao Lado do morumbi são paulo então mostra essa grande diferença de um brasil eq cima né com sacadas que tem cenas e outra área
favelada né em que as casas sequer tem o reboco né tem um telhado confortável né então falar um pouco sobre a dinâmica urbana demográfica urbana um e a gente olhar e o mundo né a realidade urbana dele é essa né aqui é uma foto né de satélite um satélite meteorológico e que produz Das imagens deles dá para se retirar um produto que são as luzes noturnas né então mostra as cidades que estão com suas luzes ligadas aí a noite né né se você já mostra as regiões mais urbanizadas do mundo e é aqui mostra as
cidades mais populosas do mundo em 2002 né então vocês vejam que o e nem sempre onde é muito urbanizado tem as maiores cidades né a gente vai dar ali para europa por exemplo né a gente Não tem cidade estão populosas quanto outras áreas da ásia por exemplo né no japão na na índia né mesmo no brasil então a o padrão urbano europeu é muito mais de cidades menores né médias pequenas mas não tem assim grandes cidades apesar que lá tem as regiões urbanas de cidades tão próximas umas das outras né bom então essa dinâmica demográfica
né ela ocorre de forma diferente no mundo né assim como nós podemos ver que Cidades que podem ser bastante populosas do mundo né e como essas que aparecem na na áfrica elas não tem uma o uso de recursos como energia elétrica tão abundante né então a noite aparece apagado ali mas o dado mostra na cidade muito grande no continente aplicar a o brasil é um e tem passado né por diversas mudanças né todas aquelas mudanças que eu falei para vocês de dessa migração para o centro-oeste e depois para o norte né na Fronteira agropecuária brasileira
ela tem sido constante né e esses mapas aqui são os mapas de hierarquia urbana né o regi que o ibge faz regi que significa região de influência das cidades então mostra né que a rede urbana brasileira ela vai avançando e vai adentrando aos poucos aí o centro-oeste eo norte do brasil né o que explica aquela dinâmica demográfica brasileira e agora essa dinâmica urbana brasileira ela se dá refletindo a desigualdade que Existe nessa nossa sociedade né o brasil é um está entre os países mais desiguais do mundo né nós somos um país de economia média mas
que grande parte da população vive como se estivesse num país é bastante pobre hum então o sociólogo francisco de oliveira né morreu ano passado aí ele falava que o brasil é é como o ornitorrinco né aquele bicho que tem uma parte de cada animal é porque o brasil tem é muita riqueza e tem um lado do brasil né que não A riqueza então é como isso funciona né mas vemos a realidade urbana brasileira né refletindo essa desigualdade né entre as cidades mais desiguais do mundo estão aí goiânia né está goiânia e outras cidades brasileiras goiânia
está na cidade mais desigual da américa latina próximo que da gente né e a gente às vezes não percebe como desigual ela é né o que que significa significa que ela tem bairros muito ricos né sobretudo é a diagro pecuaristas né e médicos né Porque tem um serviço de saúde muito grande é mas que tem também uma periferia muito pobre né então ela se torna cidade mais desigual da américa latina e isso reflete no na violência né que pode ser visto aí na taxa de homicídios né uma coisa que tem crescido bastante e que tem
assombrado bastante as pessoas né veja esses dados né é de 191 homicídios em 2000 oi ana passa para 621 apenas 13 anos depois né mais que Triplicando né essa taxa então casos por 100 mil habitantes né também aumenta né claro a população de goiana aumentou aí de 26 2013 é mas a taxa e ela aumenta aí essa faixa de umas três vezes bom então é bastante preocupante é bom pessoal é esse finalzinho aqui foi para pegar alguns elementos e que mostrar como se aplica né tudo aquilo que a autora traz no texto eu ia fazer
um uma fala também sobre as atividades Que vocês farão aquele trabalho né mas acho que o vídeo ficou muito longo né uma aula muito longa e eu vou cansando né e acho que vocês também vão cansando mais assim de tudo que eu falei abrange a aqueles aspectos que estão na nos gráficos do trabalho e está falando eu tô aqui falando sobre o brasil né as definições do dos conceitos lá que o trabalho pede foram dadas na fala também tá e maior o doutor disponível para vocês tirarem Dúvidas por e-mail por whatsapp tá podem ficar à
vontade então encerrando esse vídeo aqui abraço a todos