Eh, eu tava conversando com Pedro nos bastidores, que dia que cai esse episódio, né? Vocês não tm noção qual foi >> o que mais as pessoas querem saber de vocês no dia de hoje. Vocês, eu acredito, vocês sabem, né, que o que chegou de mensagem assim, ó, eu quero falar da tarifa do Trump, eu quero falar dos 50% que o Trump tá achou o Brasil, qual a opinião de vocês, né?
Então, um assunto super quente, aconteceu agora. Queria muito escutar vocês e hoje eu tô aqui só para escutar. Tô aqui como ouvinte.
Minha pipoca já tá chegando aqui. Não quero atrapalhar a conversa de vocês, viu? Finjam que eu não estou aqui.
>> Eu não posso nem dar meus palpar muito feio. Hoje não dá. Hoje não dá.
>> Deixa o nível rolar aqui. >> Bem, acho que o editorial de Estadão de ontem, né? Eh, foi aquilo ali é a métrica da da situação, ou seja, coisa de de mafioso, né?
mafioso, >> porque o Trump ele quando ele quando ele quando ele ficar tranquilo, >> opa, quando ele nos taxa em 50% ou nos ameaça 50%, ele faz um movimento que é mexer com a taxa de lucro eh de determinados setores de economia brasileira, né, tipo agronegócio, setor de aço, etc. , que tradicionalmente é bolsonarista, de direito é conservador, inclusive no estado mais eh em que o bolsonarismo mais renda no Brasil, que é São Paulo, né? Então, o Estadão, por exemplo, qual chegar essa conclusão, então o editorial atacando o Trump, não é?
E ele tá demonstrando, tá dando um sinal para a base material do Estadão, que é o agronegócio, que é essa essa classe dominante ultra conservadora de São Paulo, né? Então, daí você já tira o estrago que o Trump fez com relação ao Bolsonaro, né? E acho também que o Trump nos entrega uma oportunidade eh não somente do Lula ganhar eh ganhar tomar para si a iniciativa política, coisa que nós perdemos desde 2016 com golpe de 2016.
Eu acho que ele entrega essa possibilidade de nós eh eh agarrarmos a a a chamada iniciativa política, mas não somente isso, traz a possibilidade de colocar no centro da pauta do debate público a questão da soberania nacional. Eu já falei isso outras vezes aqui que eu acho que essa é uma questão fundamental do nosso tempo, a questão da soberania ou que ou como nós na esquerda chamamos da questão nacional, ou seja, tem a questão democrática, a questão social e tem a questão nacional, ou seja, a questão da soberania, etc. Então, acho que ele nos entrega oportunidade para nós pautarmos essa questão do nacionalismo, do patriotismo, eh, de forma genuína e não de forma falsa, como o bolsonarismo trata essa questão, que é que eles são antinacionais, antipopulares, não gostam do Brasil, moram em Miami, etc, etc, privatistas, enfim, e quantro que historicamente quem defende a nação é a esquerda, são os comunistas, os socialistas, dos trabalhistas, os democratas, etc.
Acho que esse é o momento que volta a pauta essa questão com muita força. Essa é o principal legado aconteceu, do que aconteceu até hoje, né? >> É.
E até pegando o gancho aí que o Elias falou, até a gente veio coincidentemente no mesmo voo, Elias falou do editorial, não tinha lido, eu acabei lendo o editorial. Eh, e lá ele, o Estadão, mostra claramente, né, como tanto o Trump como o Bolsonaro sequestraram o seu próprio país para interesses pessoais, né, para atingir interesses pessoais. Eh, e até deixei para falar aqui no podcast, porque o pessoal no canal pediu muito, né?
Não, comenta aí, faz um vídeo. Como eu já tinha programado o vídeo hoje cedo, falei: "Não, vou est lá no Três Irmãos e e ter certeza que esse assunto é o assunto do momento, vai vir na mesa e a gente vai poder destrinchar bastante essa tarifa, né? Na realidade assim, não é nenhuma novidade.
Já como o Elias falou, ele o Trump tá acabando dando dando um presente na realidade politicamente, né? Eh, pro Brasil. Ele acabou fazendo isso durante a cúpula do Bricks, né?
Ele já sentindo o golpe ali de que porque qual que é a diferença? Os Estados Unidos, e eu já falei muito isso, ele tem atacado todo mundo enquanto todo mundo tá trabalhando. Se você pensar bem, enquanto ele atacava o Irã, a China tava fazendo um fechando um acordo com a África, com as 53 nações africanas abrindo o mercado chinês com tarifa zero.
>> E o Estados Unidos estava bombardeando o Irã, né? No dia 17 de junho, Estados Unidos e Israel ainda é em guerra contra o Irã. Ele estava lá no Cazaquistão fazendo acordos com os cinco países da Ásia Central, né?
Eh, ele tá lá fazendo essa presepada dele. A gente estava fazendo a cúpula do Brigs. Então, enquanto o resto do mundo, que já é é irreversível essa essa queda do império americano, enquanto o resto do mundo já está agindo como um mundo multipolar, que é simplesmente fazer negócios, o que que é bom pro seu país?
O que que é bom pro meu? Ninguém tá impondo agenda política para ninguém. Ninguém tá impondo eh privatizar a empresa, austeridade fiscal.
Você vê a China e inclusive os outros países, ninguém fica discutindo. Isso é a pauta soberana de cada país. Você não precisa, isso não é um problema seu, né?
Vamos ver o que é bom economicamente para ambas as nações e vamos fazer negócio. É o que o mundo tá fazendo. E os Estados Unidos tá como se a gente tivesse numa sala cheia de adulto.
O Estados Unidos é a criança que tá se jogando no chão, dando chilique, se debatendo, chama, querendo chamar atenção. Então essa ele falou que ia taxar 10%, né, nos países do Bricks. Aí foi uma surpresa que ele botou de 50.
Só que ninguém mais leva a sério porque primeiro não vai, não tá valendo. É 50 a partir do dia primeiro de agosto. A carta dele é um Frankstein, se você olhar um pedaço ele fica lá querendo defender o Bolsonaro que não sei quê.
Na metade é um control C, control V das outras 21 que ele mandou lá pro Japão e pra Coreia. E no final tem o famoso Veja Bem, veja bem, se vocês fizerem, a gente pode negociar. Ninguém leva a ser um um tipo de documento desse, né?
eh, e deu a oportunidade, acho que o governo brasileiro precisava pra gente bater na mesa e falar: "Não, o nosso país é soberano". Isso politicamente tem um tem um um poder muito maior para mobilizar a porque tudo que os Estados Unidos fez com os outros países, na realidade, ele mobilizou a nação para ter uma unidade para combater esse essa agenda imperialista que os Estados Unidos ainda tenta impor sobre os outros países, né? Então, so o ponto de vista político que que o Gu colocou bem, eu acho que o Trump acaba ajudando a união do país, eh, de alguns desgarrados ainda que nessa polarização estão navegando para um lado e pro outro.
Obviamente eu acho que ainda vai ficar 10, 15% radicalizado, que é os caras que bate continência pra bandeira americana, que vibra, né, como Nicolas Ferreira foi lá no Congresso, vibrando com a car do Trump como se aquilo fosse bom pro Brasil, né? eh vai fazer protesto com bandeira de Israel. Quer dizer, são são pessoas uma tão num estágio de dissonância cognitiva impressionante.
Esses aí, infelizmente, eu acho que vão continuar, mas é uma agenda positiva agora pro executivo brasileiro eh afirmar a nossa soberania e realmente trazer a grande massa da população para humanidade nacional. A posição correta que o Brasil tem que segurar agora nesse momento, então, é de realmente eh falar para ele que se tiver essa taxação, como aconteceu com a China, que também já sofreu uma pressão semelhante, né, é de que se acontecer isso, a gente vai suportar isso e que a gente vai bancar isso com talvez com critérios semelhantes, reciprocidade. >> Seria essa a postura que a gente tem que ter.
já tomou ontem, já já já se tomou essa decisão, já se chamou o >> o conselheiro de negócios americanos para conversar, que que basicamente é uma reprimenda diplomática, né, para saber o que tá acontecendo. >> O Lula devolveu para o Trump a carta, ou seja, algo que é uma algo a uma do ponto de vista diplomático, é uma afronta, né? Você receber uma carta do chefe de estado e devolver essa carta é algo eh muito difícil de acontecer, quase inimaginável em relação de países, né?
né? Mas com a discrepância de força, né, assim, de para Brasil, Estados Unidos, né, você peitou alguém que teoricamente é maior. >> Como assim?
Me explica esse processo de devolver a carta. E >> existem vários protocolos na diplomacia, né, que também não conheço muito bem, eu fico mais contando minha experiência no na política e na próprio banco dos brifichos, eu tinha que conviver muito com o diplomata, né? Então, quando você eh, por exemplo, o brasileiro foi morto na Austrália, né, quando o país quer uma das formas de demonstrar descontentamento com a com a forma como foi conduzido o processo na Austrália contra o brasileiro é chamar, por exemplo, o embaixador da da Austrália para conversar.
>> Sim. >> Essa é uma essa é uma forma de reprimendo. >> Uhum.
>> E e as coisas vão escalando até você romper relações diplomáticas, né? Eh, o que é novo nesse processo brasileiro hoje, eh, enquanto símbolo, enquanto simbologia, não é o Lula tão somente falar que o Brasil é soberano, reafirmar isso, porque é super importante e fundamental, mas ele ter devolvido a carta. >> É como não aceito isso >> não.
Isso é, ó, amigo, tô tô pouco milando para você. É, não te leva, que o Cobor falou aqui com outras palavras mais sofisticadas, né? não te leva a sério, não sabe, não, não.
Então é >> e isso em certa medida eh a simbologia inteira guarda o que na minha opinião? Primeiro uma é uma afronta, vamos dizer assim, a um país teoricamente mais forte. É uma afronta a um país que >> cujo imaginári das classes médias no Brasil e no mundo inteiro gindo em todo aquele país.
Ou seja, a classe média brasileira quer ser americana, não é? Seja de direita, seja de esquerda, não é? E os Estados Unidos e dentro do quintal dos Estados Unidos, né, ou seja, os americanos não toleram a revolução cubana até hoje, não toleram nenhum sinal de submissão, seja com seja democrático republicano.
E o maior país da América Latina, que é o Brasil, toma essa atitude ou seja, isso não é pouca coisa. Para quem achar que isso é pouca coisa, não tá entendendo nada do jogo, né? Não entendendo, não tá compreendendo nada, não entendeu nada.
Então, acho que eh a condição brasileira foi excelente da aqui. A questão é saber se nós vamos manter esse se isso vai dar fôlego para o governo Lula e para o próprio Lula se reeleger em 2026, que eu acho que essa é a tarefa principal, que é derrotar o bolsonarismo em extrema direita aí, que não tem muito para muita muita mediação em relação a isso. É uma tarefa política imediata, construir as condições para a derrota da extrema direita ano que vem, né?
Eu acho que o que um jogo que o jogo que já estava combinado eh do ponto de vista do campo conservador, que é juntar vários setores, uma frente ampla contra a esquerda e contra Lula, que já tava combinado e quase certo, né? E com a vitória também para muitos quase certa, hoje não já não é mais uma realidade. O Lula volta ao jogo, né?
E acho que isso, só desculpa me me alongar um pouco, ô Zé. Eh, também fica uma questão aí, as pessoas se acostumaram nos últimos um ano e meio, dois a subestimarem a capacidade do Lula, né? Ou seja, o Lula, eh, pouca gente sabe, ele ficou 580 dias dias preso, enfrentou uma eleição contra o Bolsonaro.
Bolsonaro gastou R00 bilhões deais naquela eleição, arrombou, eh, e o Lula ganhou as eleições, ganhou as eleições. Então, o Lula é um case de de invenção e reinvenção. E acho que ele se reinventa mais uma vez quase quase ao no alto dos seus quase 80 anos de idade, né?
Eu acho que não é de se menosprezar essa essa potência política chamada Luiz Inácio da Silva. Goste ou não dele, não tô fazendo nenhum nenhum o giro de valor, mas é uma figura, uma figuraça. >> Eu vi pessoas da direita também e falando até filho do Bolsonaro lá dos Estados Unidos postou hoje que os brasileiros devem agradecer o Trump por essa taxação, porque o Trump tá mostrando a verdade para essas pessoas, né?
que o Lula não sabe negociar com os Estados Unidos. Eh, eu entendo que é um momento importantíssimo que o Lula pode usar isso a favor dele para ele fortalecer as nossas relações interiores aqui no país. Mas você acredita que o Lula pode usar isso de forma errada também?
Ele pode errar, ele pode tomar decisões que vão atrapalhar o governo dele, >> não errar todos nós podemos, né? Mas a como Elias falou, pelo menos esse essa primeira reação eu acho que foi correta. >> Devolveu a carta ali.
>> Nós somos uma nação soberana, o cara não pode fazer isso. Não é não é brincadeira. >> E na verdade é um movimento que os Estados Unidos tá fazendo contra o o a multipolaridade, contra o Bricks, não só contra o Brasil.
Ele quer enfraquecer o BRIX, né? Uhum. Eh, talvez no passado, acho que que o governo brasileiro fez errado, foi ele ter ido, Brasil, Índia e África do Sul ter ido na reunião 7 ali.
Eu acho que foi meio uma coisa meio de de vassalagem, não precisava aquilo, né? >> Mas eh a partir desse evento da carta do Trump, colocando a tarifa de 50%, eu acho que a reação do governo, pelo menos até aqui, eu acho correta. >> Mas agora eu tenho um dever de casa para ser feito, né?
É porque na realidade assim, o o Trump ele até hoje tudo que ele fez desde que ele tomou posse, ele não levou até o final. Ele sempre volta atrás. Tanto que ele tem tem um apelido lá no no nos Estados Unidos, né, que sempre arrega, né, a siga lá inglês, ele é o arregão, ele sempre arrega, que ele fala e volta atrás, fala e volta atrás.
Inclusive, as tarifas eram para cair ontem, >> dia 9, >> ele já começou a mandar essas cartinhas pros outros que é pro dia primeiro de agosto. Então, de alguma forma ele já arregou, >> é, né? >> Tá jogando lá pra frente.
>> Sim, sim. >> É, é. Então assim, tentando sair no popular, é aquele cara que fica te ameaçando, aí vê que não tem resultado, aí ele aumenta a ameaça e as pessoas simplesmente não tão Agora o o que pode acontecer de errados, talvez taticamente possa cometer algum erro, mas eu acho difícil porque tem uma coisa na tarifa que as pessoas não entendem, né?
Eh, o os Estados Unidos precisa ter déficit comercial. Ele não tem déficit comercial porque ele quer, porque ele quis ajudar os outros países, é porque ele precisa, porque é o déficit comercial que gera, gerou a hegemonia do dólar para ele inunda o resto do mundo tendo déficit comercial com dólar. Eh, eu eu costumo brincar, às vezes as pessoas pedem os exemplos falam assim: "Iom, eu tenho um déficit comercial com o supermercado na que eu vou tarifar o supermercado porque eu vou tarifar em 50%, o que ele vender para mim agora, eu vou pagar 50% a mais".
É isso que o Estados Unidos tá fazendo. Eu tenho um déficit comercial com supermercado porque eu preciso comprar as coisas supermercado e o supermercado não precisa comprar nada de mim. Uhum.
>> Eu tenho um déficit comercial com a com a Apple. Eu tenho meu computador que é Apple, meu iPhone que é Vou, mas eu tenho déf porque eu preciso. Então os Estados Unidos tem um déficit comercial porque ele compra se produzir esse para isso porque ele precisa.
Ele não tá comprando para ajudar ninguém, ele tá comprando porque ele precisa. >> Então no limite, digamos, a gente vai levar isso tudo no limite, vai chegar no dia primeiro hoje vai botar 50%. >> Aí uma das que estão falando, a Embraer vai sofrer.
Eles não compram avião da Embraer porque eles querem, porque eles querem ajudar a Embraer. Eles compr porque eles precisam. Então, e quem vai pagar tarifa não é o Brasil, né?
O americano médio, ele tem uma uma noção, eu vi algumas reportagens que eles acham que é o outro, é a China que vai pagar, não. Quem vai pagar tarifa são os americanos, né? Então o avião da Embraer, se no limite chegar, quem comprar o avião da Embraer vai pagar 50% a mais.
Eu compro da B que tá num [ __ ] de um problema de segurança. >> Eu vi, eu vi hoje os maior, os maiores negociadores com os Estados Unidos são primeiro é BRAER, depois a Valey, >> isso, >> a JBF, se não me engano, terceira ou quarta, enfim, são coisas que eles realmente precisam, eles não estão comprando um superficial, compra que vai usar, mano. Não dá para eles.
>> Então assim, o avião vai ficar mais caro, vai querer comprar, quem vai pagar, tudo bem. No limite, quando a os economistas forem fazer os cálculos, a gente vai vender um pouquinho menos, mas o que vender, eles vão pagar 50% a mais. Ó, vou fazer a primeira pergunta burra aqui do Deixa eu só voltar aqui naquela primeira parte que a gente tava falando, porque o Elias falou muito bem o que acontece, mas vamos imaginar então que a gente segue o protocolo que é o adequado, que é o Lula realmente sustentar que o Brasil tem soberania aqui, que a gente vai tancar essa proposta dele.
Se tudo seguir e tivesse 50% de taxação a mais, o quanto isso vai, eu falo financeiramente, prejudicar a gente aqui. dá conta de suportar isso aí, vai abalar o Brasil de alguma forma ou não? Os >> os primeiros números eh que os economistas, inclusive os economistas da XP, eu tava vendo o relatório deles, já colocaram, não vai colocar o Brasil em recessão, >> né?
Porque o Brasil de todo as todas a do PIB, o que representa o PIB é em torno de 2%. Se a gente parasse de exportar hoje tudo pros Estados Unidos, ia ter um impacto 2% no PIB. Não vai parar de exportar tudo, vai ter um impacto.
>> A gente vai achar outros mercados e tal, eles já estimam que o mercado é em torno de 0,2 a 0,5%. Então é 0,5% a menos no crescimento da economia. Não é uma recessão, a gente vai crescer menos.
>> Sim. >> Então é uma situação não tão crítica assim como os outros estão pintando, né? E o Brasil, o Ludo já falou de ter reciprocidade, vai impor tarifa também nos Estados Unidos.
Então vai ser uma briga ali de que de quem vai levar até o final. >> Uhum. >> Como os Estados Unidos comprou briga, não foi só que o Brasil comprou briga com o resto do mundo, quem vai sofrer mais vão ser eles, porque nenhum país e o Brasil pode até ser um exemplo, né?
fazendo isso aí, isso vai levar contra os outros países, que os outros, vários países já enfrentaram os Estados Unidos, né? O próprio Canadá, o Japão agora tá dizendo também que não vai ceder, porque eles sabem que como eles cederam lá no Acor de Plaza em 85, o Japão desde então não cresce, afundou. >> Então o Japão não tá disposto a ceder.
A Coreia do Sul já sinalizou que não vai ceder também, que são grandes economias. Então assim, os Estados Unidos tá brigando só com o Brasil, tá brigando com o resto do mundo. Então o Brasil tem capacidade de absorver isso aqui, tentar redirecionar alguma coisa ou no limite realmente crescer um pouquinho menos, mas os Estados Unidos, como ele comprou briga com o mundo inteiro, ele vai se dar mal.
Então, acho que no primeiro programa eu falei, eu esse para mim é o último suspiro do império americano.