Na época eu tinha 200 seguidores e eu cobrava R$ 5.000 numa consultoria. Ah, e por qu? Você sabia mais do que o melhor do teu mercado? Não, mas eu sabia o suficiente para ajudar outra pessoa. Essa pessoa que me procurava, ela não tava me comparando com melhor com mercado. Ela tava me vendo com uma opção para ele. Não tenha medo de cobrar caro, porque assim, tem alguém que vai cobrar caro no teu lugar e esse alguém pode ser Você. Cam Figueira. Ela largou a advocacia para entrar de cabeça no mercado digital. Hoje é estrategista de
negócios digitais e já ajudou a escalar grandes players como o Henrique Marinho. E eu tive esse sprint quando eu vi o Henrique, né, bateu o negócio, eu falei assim, eu olhei para ele na primeira vez que eu vi, eu falei assim: "Esse é o novo big player do mercado digital". Voltei pras minhas sócias e falei para elas: "Eu vou largar tudo e vou atrás Desse menino". E elas olharam para mim, ela falou: "Você tá louca? Você tem dois filhos, você tem uma empresa que funciona, é a sua empresa, você vai largar pelo quê". Tu entrou
como closer lá no Henrique Marim, aí do nada tipo virar se, né? do nada. É o que que aconteceu nesse período para tu virar CEO? Então, são essas três, a tríade que eu falo que é o de sucesso de qualquer empresário. O cor business principal, a gente fala do empilhamento de funis, que É a junção de vários funis desembocando num único produto caro. Eu tô ganhando a mentoria de graça, entendeu? E é verdade. Tu acha que é mentira? É verdade. Acredito. Porque tipo, essa parada de aplicação direta, pô, para mim, eu não sabia que isso
existia. Existem outros funis que a gente usa para cliente, então pronto, ó. Sim, tem outro funil que a gente chama de saque dinheiro. Com esse processo aqui, tá? Esse funil aqui do SDR ali e tal, do Closer, tu conseguiu daí escalar a mentoria do High Ticket do Bpet, correto? Sim, sim. O mesmo produto que a gente começou com 6.000, hoje ele custa 36.000. Começar a vender R também fica rico n você. E aí pessoal, beleza? Antes de começar o podcast, olha só esses resultados aqui, tá? Que vão aparecer aqui na tela. Como você tá vendo,
toda essa galera aí tá aumentando a conversão dos seus vídeos de vendas, dos seus VSLs, ganhando muito mais dinheiro. E eu quero te mostrar, tá, como que eles estão fazendo isso na prática. E por isso eu gravei um vídeo te mostrando como que tu pode fazer para ter resultados similares a esses que apareceram aí na tela. Não tem nada ali para vender, tá? Não tem nenhum infopruto, mentoria, nada disso. É realmente só uma maneira de te ajudar para tu conseguir ganhar mais dinheiro, tá, com seus VSLs, com seus vídeos de Vendas. E esse vídeo tá
ali no link da descrição, tá? vai ser o primeiro link, vai aparecer na tela também. Então, se tu tem um vídeo de venda, se tu tem convers e tu quer aumentar tua conversão, tu quer ganhar mais dinheiro aí com ele, cara, clica nesse vídeo aí e assiste esse vídeo até o final. E não só isso, tá? Mas aplica também em todas aquelas dicas ali, tá, que eu te passo ali. São sete testes extremamente simples de fazer. Qualquer pessoa pode Fazer, que vão aumentar tua conversão, fazer tua empresa crescer. E mais importante do que isso, né,
colocar mais dinheiro no teu bolso. E além disso, caso tu não conheça aqui o podcast, esse aqui é o podcast do Beturb, onde toda semana a gente traz pessoas que já escalaram seus negócios, já escalaram suas ofertas para que tu consiga pegar aí uma, duas, às vezes três dicas, né, se o podcast for bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. Então, sem Mais delongas aí, bora pro podcast. Seja bem-vindo aí. Obrigada. Olá. Tá feliz? tá aqui muito. Tô ansiosa. É. Ah, que bom. Espero que seja uma ansiedade positiva, uma ansiedade boa. É. Ô,
Cami. Eh, cara, primeiro de tudo, obrigado por estudar um pouco do teu tempo aí, né? A gente tinha marcado para tu vir acho que uma vez ou duas vezes já, né? Não sei. Daí por causa de agenda. É, foi. Eu tava vindo para cá no meio do caminho, choveu, tava no Rio e os voos foram Cancelados. Putz. É, mas é melhor de sem dúvida alguma vá com segurança, né? Do que cara. E agora tô viajando muito também. Toda vez que eu dei col tô ficando com agonia no no coração, cara. É, não é que daí
fica latente na cabeça. Mas, cara, queria te agradecer, tá, por tu ter eh disponibilizado um pouco desse teu tempo aqui. E eu já modelei os seus anúncios, tá, do Henrique lá. Eu lembro que eu vi assim, eu falei: "Ah, esse anúncio ele é Interessante da Eu botei no meu swipe ali para eu para eu ter de inspiração." Mas assim, eh, para as pessoas que não te conhecem, tá? Eh, conta um pouquinho assim do que que tu já fez e também o que que tu faz hoje aí e tal, tuas credenciais. que daí a partir disso
a gente vai desvendar aí os segredos aí da da tua mente aí, tá? Perfeito. Então, eu sou a Câia, é a Cam Figueira, assim que eu falo que é meu nome artístico, que é Camila. Meu pai não gosta muito de eu Chamar de CAM, mas eu particularmente adoro o nome artístico. Eh, hoje eu sou sócia e CEO da High Scale, a empresa do Prodigio Henrique Marinho. Então, a gente tá junto desde os 17 anos. Ele tinha acabado de completar 17 anos quando eu entrei e eu venho do mercado, eu sou advogada, então larguei a advocacia
para entrar no mercado digital. No meio da, eu tinha dois escritórios, né? E quando eu comecei a botar os dois escritórios para Funcionar, foi quando eu conheci o marketing digital e eu comecei a estudar. Tu que era dono dos dos escritórios? Sim, sim, sim. [ __ ] cara. Sim. E aí quando eu comecei a botar o escritório para funcionar, eu comecei a estudar marketing para poder captar clientes. Então eu comecei a estudar posicionamento, atração de novos seguidores, eh fazer oferta, se posicionar, entender como é que o Tráfego pago funcionava. E aí o bichinho do marketing
me mordeu, né? Eu passei mais tempo estudando marketing do que o escritório. E aquilo foi virando quando eu fui o primeiro curso, segundo curso, até cair no Érico Rocha, né, que eu falo que é o que traz todo mundo pro mercado digital. Uhum. E aí caí no Éco Rocha e comecei a ver que as contas que eu fazia no jurídico começou a não fechar em relação a tudo que eu tava aprendendo no marketing. Ou seja, eu cobrava de 5 a 10.000 para fazer o divórcio. E aí um divórcio demorava 2 anos e esse era um
preço caro. E eu falava: "Cara, eu demoro 2 anos para poder sair uma sentença do do juiz aprovando um divórcio que era consensual, com acordo com acordo em três partes. E aí quando eu via não, ele fazia um lançamento, faturava 100.000, ela fazia o seis em sete, eu falava: "Cara, a conta não tá fechando". Aí eu pegava o inventário para poder fazer e o inventário demorava 5 anos para poder concluir o inventário. Ganhava muito, ganhava muito, mas a conta não fechou. E aí foi o dia que eu resolvi, né, largar tudo e falar: "Cara, vamos
estudar somente para isso aqui que eu acredito que vai dar mais certo do que eu ficar muito tempo aqui no escritório." E aí fiz a transição de carreira, vim 100% pro digital, então larguei, fechei os escritórios, deixei com a minha sócia e caí de cabeça no digital. Isso foi em 2000 e quanto que Foi a pandemia? 2019, não foi? 21. 21 foi 21, né, nessão pandemia? Foi março, acho que foi 20 ou 21, né? A gente não tá muito bom de data, né? Eu não sei também. É, esqueci, mas foi uma época doida, né? Meu
Deus do céu, cara. Eu lembro que em Floripa aqui abre a janela não tinha ninguém na rua. Daí eu pensei: "Meu Deus, cara, eu realmente tô vivendo isso, que loucura, né?" É. Não, e assim, a gente não sabia quando ia acabar, né? E nessa época da pandemia, Eu já tava sei, eu já tinha fechado os escritórios, estava só estudando em casa. E aí começou a bater um desespero porque eu fechei o escritório, eu tinha uma filhinha pequena de três meses porque a pandemia, eu lembro que ela instaurou em março e minha filha nasceu em outubro.
E eu falei: "Cara, acabei de fazer a transição de carreira, eu acabei de sair do escritório, eu tinha reserva, mas quando que ia voltar, quando que ia começar, é tudo isso eu não tinha Resposta e fiquei em casa." Então você imagina o desespero. Falei assim: "Cara, eu tenho um cronômetro agora na minha cabeça que tá lá piscando, piscando, que era isso aqui tem que dar certo agora. que isso aqui não der certo agora eu tenho um prazo de validade e foi aí que eu entrei dentro do mercado digital de cabeça. Tu tinhas um uma grande
eh urgência ali para fazer funcionar, né? Sim, sim, cara. Interessante. Tem gente que eh pelo que eu peguei de ti, tá, tu Parece ser muito faca na caveira, cara. Muito pá pá pá, não dá, não sei o que e tal. Pô, tu tinha não um escritório, dois, sabe? E daí tu já é co também, não sei o que, e faz isso, faz aquilo. Eh, já eu, cara, eu sou o contrário. Eu eu sou eu também gosto de trabalhar bastante, mas nunca na minha vida eu me coloquei numa situação tipo essa daí, sabe? Foi sempre de
boa, passos tranquilos, passos eh não calculados, sabe? mas com pouco risco. Até hoje eu Acho que eu nunca me arrisquei muito, sabe, em um negócio, quer dizer, já me arrisquei assim conseravelmente, mas nunca aponto tipo assim, tipo, ah, se der ruim, deu ruim, fodeu. Eh, o o que que tu acha sobre essas duas abordagens assim pras pessoas que elas estão começando? Tu acha que uma é superior à outra? Por exemplo, a pessoa tem que se colocar nessa posição para de fato pegar e executar e começar a ter o primeiro sucesso dela? Ou tu acha que
uma Abordagem, se tu pudesse voltar atrás, tu iria por uma, por um lado talvez um pouco mais e mais seguro assim, sabe? Sem tanta urgência, sem esse cronômetro ou como que tu vê isso daí? Sim, é bem legal assim, porque eu acho que existem igual o perfil de investidor, o o arrojado e o conservador. Eu sou o perfil de empresária eh bem arrojada, então eu meto nos riscos. Tem uma frase lá na empresa que a gente fala que é sobre abraçar o risco. A Highcate hoje Ela tem a característica de abraçar o risco. Então assim,
sobre o que eu acho pro empresário, assim, pro empreendedor, se qual que é o caminho certo, eh eu se eu acredito que o caminho de arriscar ele é o caminho certo, mas eu entendo que não é todo mundo que tem esse perfil, não é todo mundo que tem essa característica. E aí talvez, se não é sua característica, você for uma pessoa mais planejadora, você vai precisar de mais tempo, mais segurança, mais Planejamento para poder executar. Então isso é uma característica, não é sobre melhor ou pior, é sobre como você se comporta, é como você é.
Então qual que é o teu perfil? Não, eu tenho um perfil mais planejador. Eu vou precisar de mais resultado, mais clareza, mais justificativas. Eu vou precisar colocar o meu pé, mas já sabendo que vai est embaixo. É um plano. Pode ser que você demore mais alcançar o resultado que você quer optando por esse caminho. Eu Não. Eu sou aquela que bota o pé e deixo boto o chão, entende? Então assim, e foi dando certo na minha vida. Então assim, não digo que seja o melhor caminho, mas eu faria a mesma coisa antes e aconselho para
que muita gente faça, porque senão você fica, eu falo que é se lambuzando de ideias e aí às vezes tem pessoas que são se paralisam, se lambuzam, se lambuzam e não executam. E aí vai ser sempre aquela que vai olhar outra pessoa fazendo, vai falar: "Putz, eu tive essa Ideia e podia ter feito, alguém foi lá e fez na minha frente." Não, na minha frente não fez. Se eu tive a ideia, eu vou executar. Saquei. Cara, é bem interessante. Eh, e eu tenho uma opinião, eu não sei se a minha opinião ela é contrária, tá?
Sim. Eh, é assim, ó, na minha, no começo da minha carreira, eu lembro que eu queria começar no digital, só que daí, tipo, eu tinha um emprego e da só ficava tentando de noite, tentando, tentando, tentando. Tanto que o que eu recomendo pras pessoas é, cara, arranja um emprego que paga tuas contas para tu não surtar e aí de noite tu trabalha e fica dando input ali. E mesmo se tu for imbecil, assim, se a tua chance de sucesso for muito baixa, é, matematicamente tu consegue garantir que tu vai ter sucesso só tentando várias vezes,
porque se a tua chance é 1%, é, tem que fazer 100 negócios, que aí um deles vai dar certo, sabe? E aí esse que dá certo, a Princípio ele vai, tipo, eh, pagar por tudo. Só que se tu se coloca numa poção de risco, tipo, cara, se eu perder isso aqui, eu tô [ __ ] daí talvez tu não consiga se erguer depois, sabe? Uhum. Mas o meu o meu exsócio tá, o Alan Nicolas, não sei se tu conhece ele, é exatamente lá dos ingleses. É. Esse é doido, tá? Esse é insano. Mas ele é
bem assim também, cara. Tipo, ah, não, vou fazer um negócio, eu queimo as pontes, não tem, não existe volta. Eu falo: "Caralho, mano, [ __ ] isso é muito doido." Isso é bem legal, né? Porque você vê assim perfis diferentes, né? Por isso que eu acho que não tem certo errado, não tem assim: "Ah, essa é a melhor opção, você tá disposto a correr o risco? Você tá disposto à queda?" Se sim, ok, vai. Então, se você não tá disposto a queda, e eu sempre fui a pessoa disposta a cair. E eu falo que quem
tem, quem voa não pode ter medo da queda. Então, assim, você não pode ter Medo de cair no meio do caminho, você não deixa, o pássaro não deixa de voar. Tem uma frase muito boa, eh, que assim, o passarinho ele não deixa de pousar numa no galho de uma árvore porque ele confia que aquele galho não vai quebrar. Ele confia porque se ele quebrar, ele sabe voar. Ou seja, eu fiz isso na minha vida. Não é que eu confiava na escolha que eu tava tendo, eu confiava na minha capacidade que se o galho quebrasse eu
ia conseguir voar. Que interessante, Cara. Pô, gostei disso aí, pessoal. Olha só essa metáfora do passarinho, pô. Top. Opa, antes da gente seguir o podcast aqui, eu só queria te lembrar rapidinho que se tu tem um vídeo de vendas ou se tu tem um VSL e tu quer aumentar a conversão dele, quer conseguir ganhar mais dinheiro aí com o teu VSL, sem gastar um centavo a mais em tráfego e sem mudar a tua cópia, eu preparei um vídeo, tá, que eu te mostro sete testes extremamente fáceis que qualquer pessoa Pode fazer e que provavelmente tu
consegue fazer aí no TVSL também para aumentar a conversão dele. Tá no primeiro link aqui nos comentários aqui do YouTube. É só tu clicar ali, assistir o vídeo e aumentar a conversão VSL também, beleza? Então, se tu ainda não viu esse vídeo, tá? Clica ali, assiste o vídeo, aplica os testes, tá? Porque só assim tu vai ganhar dinheiro. E agora de volta aí pro podcast. Eh, mas cara, voltando ali pra tua história, tá? Que Eu falei que que eu ia voltar, problema. Aí tu começou a estudar marketing digital, correto? Tavas ali em casa, tava o
cronômetro ali rodando. Eh, quanto tempo depois que tu conheceu o Henrique nesse período aí? Tá, eu sou meio ruim de datas, né? Mas eu vou tentar pegar uma ordem cronológica. Uhum. Quando eu fechei o escritório e quando isso tudo instaurou, eh, a primeira coisa que eu comecei a fazer no mercado de estado foi vender consultoria De posicionamento, porque era a fruta mais baixa que eu tinha com conhecimento que eu tinha. Então, ou seja, como eu tinha estudado para posicionar o escritório, para poder atrair clientes pro escritório e eu já entendia que aquilo, o estudo que
eu fiz, já era o suficiente para ajudar outras pessoas, a primeira coisa que eu fiz foi prestar consultoria para negócios locais e profissionais autônomos se posicionarem no mercado digital. Uhum. Então foi a Primeira coisa, eu comecei a prestar consultoria e aí o link com a minha história com o Henrique é: eu já prestava consultoria cara, então na época eu tinha 200 seguidores e eu cobrava R$ 5.000 numa consultoria. A por você sabia mais do que o melhor do teu mercado? Não, mas eu sabia o suficiente para ajudar outra pessoa. Essa pessoa que me procurava, ela
não tava me comparando com melhor com mercado, ela tava me vendo como uma opção para ele. Então eu nunca tive medo de cobrar caro. Então eu já comecei com poucos seguidores cobrando muito caro, acreditando na vertente, porque eu já fazia isso no escritório. O meu escritório quando eu abri ele já era um escritório high ticket. E por que Câ? Você você era [ __ ] para caraca? Não sei se pode falar um palavrão aqui. Pode, pode xingar à vontade, fica à vontade. Então, não era por causa disso, é porque eu confiava que se tinha alguém
que Entregasse algo muito bom, esse alguém também poderia ser eu. E a pessoa que tava me procurando, ela não tava me botando numa prateleira para me comparar com outra pessoa, ela tava me procurando e era o meu preço, era quanto eu acreditava que eu valia. Então eu cobrava sempre mais caro e quando eu entrei no mercado digital, eu fiz a mesma coisa, comecei a cobrar mais caro. E aí durante essa trajetória que eu comecei a dar essas consultorias e aí eu Caí no mercado de lançamento. E aí eu comecei pegar pequenos especialistas que tinham 2.000
seguidores, ensinar esses especialistas a lançarem um produto que eu chamava na época de autoticket para que eles vendessem pra audiência que eles já tinham. Então eu comecei a participar de pequenos lançamentos. Então eu toquei vários lançamentos de pessoas que tinham a 5.000 seguidores, né? E aí começou o mercado de lançamento na minha vida. A maneira de tu vender Isso era através do do fórmula de lançamento clássico ali ou tu tinha outra abordagem para vender essas tuas mentorias caras aí? Então, na as minhas próprias mentorias ou o método que eu usava com os meus clientes? O
método dos clientes. Não, os métodos dos meus clientes eu adaptava. Então, assim, como eu estudei todos os tipos de lançamento no mercado e aí vem eh fórmula de lançamento, passariano, meteórico, eh possuído, então assim, para cá, Tem tem vocês inventam coisa, né, pessoal? Não, vocês lançamento, cara, vocês tem que ser estudado vocês, cara. Tem tem lançamento de todos os nomes. Então, o que que eu fazia? Um grande Frank Stan que era muito diferente do que o Erico Rocha ensinava, que o Erico Roch falava assim: "Não, inova segue a fórmula e tal". Mas eu sempre fui
de gostar de entender as particularidades de cada especialista meu. Ou seja, para mim fazia sentido entender o que era Leve para você entregar. E não leve não era de desconforto, mas era como você faria da melhor forma. E se existisse um método de lançamento pronto para isso, beleza, eu aplicava. Mas se não, eu customizava para cada cliente que eu tinha na época, eu ia customizando o lançamento de acordo com as particularidades dele. Uhum. Que interessante que tu e tu eh, aliás, essa ideia de high ticket, essas coisas, isso veio do Henrique ou veio de ti?
Porque Parece que tu já fazia isso antes, né? Então isso aí foi uma coincidência do destino. Então vou continuar na minha ordem cronológica. O que que aconteceu? É, não foi muita coincidência. Aí eu comecei a lançar e aí no meio dos lançamentos eu abri uma empresa de branding para profissionais de branding. Eu tinha duas amigas, ambas eram minhas clientes e aí ficaram minhas amigas, né? Na verdade, foram minhas clientes e viraram minhas amigas. E a Gente lançou uma empresa que era de branding para profissionais. E a gente monta essa empresa que era focado no profissional
que trabalhava com branding. E a gente lança essa empresa. Essa empresa dá muito certo. Ela vai funcionando por um ano, dois, não me lembro agora que como eu falei, eu sou muito ruim de data. E aí no meio da minha empresa eu recebo, eu não lembro se foi um anúncio do Henrique ou se eu não sei como eu vi alguém marcando ele. Eu entro no Instagram dele, o Henrique ele tinha 16 anos porque ele faz aniversário em março, isso era finalzinho de março. E aí tinha um menino que tinha 16 anos e pegava os stories
assim, ele começava a falar: "É, eu tenho 16 anos e é pela primeira vez eu faturei os meus seis dígitos como especialista". A hora que ele fala isso, eu faturei os meus primeiros seis dígitos com um especialista, cara, eu tive um sprint. Eu falo que é igual o crepúsculo. É, como é que o crepúsculo tem quando ele vê a o lobo vê a menina do filme? Tu já viu o filme Micropúsculo? Já, já. Quando o lobo vê a menina, ele não tem um um negócio assim que ele se transforma? Quando eu vi o Henrique, eu
não esperava falar disso nesse podcast. Essa daí foi primeira vez que aí surgiu o Crepúsculo. Aí eu senti você um pouco vergonha de falar que vi o Crepúsculo. Não, eu vi. É porque eu era apaixonado por uma menina Quando eu tinha 15 anos, acho 16, que ela gostava muito saí. Falei: "Ah, vou ver essa [ __ ] aí". Não, ele já diz muito da nossa idade, né? Então assim, você vê o crepúsculo, a gente já consegue a medir. É crepúsculo. E eu tive esse sprint quando eu vi o Henrique, né? Bateu o negócio. Eu falei
assim, eu olhei para ele na primeira vez que eu vi, eu falei assim: "Esse é o novo big player do mercado digital". Uhum. Isso ficou na minha cabeça. E Nessa época o Henrique falava de LTV, né? Então ele falava de LTV, LTV, LTV e não falava de high ticket ainda. Só que esse sprint que eu tive, ele ficou muito forte. Voltei pras minhas sócias e falei para elas: "Eu vou largar tudo e vou atrás desse menino". E elas olharam para mim. Ela falou: "Você tá louca? Ó o medo de não arriscar aí. Sim, você tá
louca? Você tem dois filhos. Você tem uma empresa que funciona, é a sua empresa. Você vai largar pelo que?" Aí eu lembro Que elas olharam o Instagram dele, falavam: "Tem 3.000 seguidores. Cami, que que você tá vendo aqui?" E elas, lembro que elas olhavam o garoto tá atrás da cama do no quarto na casa dos pais com uma cortininha atrás. Que que você tá vendo aqui? Eu falei assim, ele vai ser um novo big player no mercado digital, o mercado já tá grande, não dá tempo de entrar em ninguém grande agora. Eu preciso pegar alguém
para criar e fazer essa pessoa se tornar muito Grande. E aí assim que eu entro, ele tinha acabado de ter um insight de falar de high ticket. Ele tava pivotando a comunicação dele de foco no LTV para High Ticket. quando ele anuncia os segredos do High Ticket, que foi o primeiro webinário pago que ele fez, eu comprei, era R$ 97, e ele tava ensinando sobre o método de vender produtos caros. Quando eu olhei e eu já falava de autoticket nas minhas redes, eu já ensinava as minhas clientes falarem Isso, eu falei: "Cara, não pode ser
coincidência, esse menino, ele defende a tese que eu defendo, que é: não importa o número de seguidores, tem uma oferta cara". E aí quando eu olhei isso, eu falei: "É ele a minha sensação é certa". E ele pegou, abriu uma vaga pra empresa, ele tinha, a empresa dele era ele, mas uma pessoa, era ele e uma assistente. E ele abriu a primeira vaga do trabalho dele sem ser assistente, que era uma vaga de closer. Eu não sabia nem o que Que era closer. Eu botei na internet, falei: "Closer, ah, tá, vendedor, executivo, né?" Então, beleza,
todo advogado sabe vender, vou me candidatar. E aí, mais uma vez me chamaram de maluca, falou: "Você tá louca? Você vai ser vendedora, você é estrategista, você tem uma empresa, você tem advogada, como é que você vai entrar para vendas? Quanto é que você vai receber lá?" E eu falei, gente, vocês não estão entendendo, né? Ele vai crescer, ele vai Ser grande. Isso aqui é só a porta de entrada. Moral, hein, Henrique? [ __ ] bicho. Eu tenho um pessoal que fala para mim que eu comprei na na comprou na planta. Comprou na planta. É,
comprei na planta. Exatamente. E aí eu entrei pr essa é me candidatei e eu lembro que quando eu me candidatei você tem que jogar o teu ego lá embaixo porque assim, eu tinha uma empresa, eu o mercado digital hoje a gente não tem, não necessita de formação. Eu tinha um Menino que tinha 16 anos, estava na minha frente e eu com toda a minha trajetória, minha bagagem, meu currículo, né, tudo isso me candidatando para uma vaga de vendas que não tinha nem um valor fixo, era só porcentagem. Que que eu tinha na cabeça, né? Nem
eu sei que que naquela época, mais o medo de não arriscar sempre foi muito forte. Abracei o risco e falei: "Beleza". Entrei no processo seletivo com ele e ele tinha acabado de contratar um Vendedor. A minha entrevista estava marcada depois e a empresa não tinha como ter dois vendedores. Mas eu entrei na entrevista com ele, contei minha trajetória e teve um momento que ele olhou para mim e ele falou assim: "Cara, por que que você quer fazer isso aqui? Por que que você tá acreditando em mim? Que que eu não tô te oferecendo nada?" E
eu falei para ele: "Essa vaga ela é provisória porque a sua empresa vai ser grande e você ter o braço direito, então Tá tudo bem. A porta que tá aberta é de vendedor, eu vou entrar." E aí ele olhou, ele falou: "Cara, tem alguém que tá confiando mais em mim do que eu mesmo?" Ele falou: "Cara, não tem espaço para dois, mas entra, né? Tu tá dizendo com tanta propriedade que eu vou crescer que eu que não vou dizer não." Sim. Aham. E aí que começou a nossa parceria. Exatamente. Aí isso daí eh começou como
vendedora, né? Tu falou como vendedora. Eh, só que Eventualmente eh, aliás, antes disso, tá? Eu eu quero entrar no sobre esse nesse assunto aí. Eh, quando eu fui para, eu, eu fui pra Suíça, tá, em 2017, 2017, eu fui pra Suíça porque eu já sabia bastante de marketing e daí eu queria eh meio que ter dinheiro para poder investir em tráfego pago e daí poder fazer minhas vendas ali e tal, e de fato começar no mercado digital. E daí, eh, o, o, o fato de eu querer ir Pra Suíça não foi relatório, porque na Suíça
eu recebi o maior salário de todos, que eu como estagiário de engenharia, né, que trabalhava que eh estudava ali na UFSK. Aí lá na Suíça vai ganhar tipo R700 francos suíços, que é acho que uns R$ 6.000 mais ou menos. E daí, pô, entre ganhar R$ 6.000 e ganhar tipo R00 em algum estádio no Brasil, vale muito mais a pena ir para lá. E daí eu lembro que eu botei isso na minha cabeça e eu falei assim pr pro pro meu Professor, né, cara, posso ir pra Suíça? Daí o professor número um falou assim: "Não,
tu não pode, porque existe uma lei lá que não pode mais ir brasileiro." O professor número um falou isso. Só que eu sabia que dava para ir porque já tinha gente que tinha ido tal. O meu laboratório tinha uma parceria com o laboratório de lá. Aí eu falei com o professor número dois. O professor número dois falou assim: "Não é possível, mas é extremamente raro, tal. Caso abra uma vaga, aí eu te aviso, mas é super raro, provavelmente não não vai acontecer isso. E aí eu falei: "Pô, já melhorei um pouquinho, né? Eu tinha um
não, agora tenho um eh um um e um 1 milhão aqui, mas é melhor do que não." Aí depois falei com o meu chefe, que era o Ricardo, ele falou que não rolava também, só que tava tão na minha cabeça, cara, eu preciso ir pra Suíça, eu preciso arranjar um jeito de ir pra Suíça. Aí eu comecei a mandar e-mail Pras pessoas da universidade de lá para ver se alguém saber alguma coisa. Eventualmente eu descobri um brasileiro, tá? na universidade lá na na Eterrá, que é a mesma universidade do Einstein. Aí mandei e-mail para ele,
ele falou: "Cara, tá para abrir uma vaga". Só que tem que saber, tem que saber falar alemão e tem que saber laser. Eu não sabia os dois, né? Daí eu comecei a estudar alemão, laser enquanto eu conversava com ele lá. Aí aprendi um Pouquinho ali o básico. Eh, no fim das contas não precisava de alemão. Eu eh tipo meio que eu estudei de bobeira ali. Mas aí depois assim, ó, de seis meses, sabe? Aliás, nesse meu período ele ainda falou que talvez não rolasse, eu comecei a mandar e-mail pra empresa de lá, mas depois de
uns seis meses ele mandou para mim uma mensagem e falou: "Cara, parabéns, aqui tal, tem uma vaga". E eu te indiquei, foi aprovado. Aí eu imprimi a vaga e cheguei pro meu professor e Falei: "Mano, assine isso aqui". Uhum. Então, tipo assim, eu meio que eu criei a vaga, sabe? Porque eu fui tentando ali tal, tal, tal, usando essa, essa determinação ali para de fato fazer. E eu acho que foi similar a isso aí que tu fez no Henrique Marinho, né? Porque tu falou: "Mano, eu vou trabalhar com esse moleque, aí tu foi atrás, tal,
tu não te não viu eh barreiras, tu viu oportunidades. Eh, cara, tu acha que isso aí tá, essa tua habilidade de tu ir Atrás das coisas, tu realmente não ver barreiras, tá? Ver oportunidades, encontrar um jeito de fazer sem dar desculpa, sem ter esse mimimi aí, sabe? Tu acha que isso foi muito importante na tua carreira ou tu acha que é uma habilidade bônus que tu tem, sabe? Tu acha que isso é uma coisa que as pessoas devem desenvolver isso daí ou elas devem focar em outras coisas? Talvez, sei lá, se capacitar, sabe, esperar que
as oportunidades apareçam para ela. Como Que tu vê isso? Sabe esse e desenvolver essa habilidade de tu realmente ir atrás e e fazer acontecer? Uhum. Eu acho isso fundamental, tá? Porque assim, eu falo hoje pro meu time e para todo, agora eu não tenho mais tanto contato com todo mundo, né? Mas quando eu fazia 100% das contratações e era todo mundo muito agarrado comigo e eu tinha que vender o sonho grande, eu falava assim para eles: "Eu não sei onde a gente vai, mas a gente vai em algum lugar muito longe e Cria sua cadeira
aqui dentro." E aí eu contava a minha história, né? Cria a sua própria cadeira, não espera a sua cadeira chegar, não espera o cargo chegar, olha pra empresa e aí é um conselho, né? Eu tava até conversando isso ontem com uma amiga minha sobre como que é muito mais fácil você entrar numa numa empresa pequena e fazer ela ficar grande e você ter uma cadeira grande lá dentro do que você já entrar numa grande e conseguir um alto cargo, Né? Porque a trajetória ela é diferente. Quando você pega uma empresa pequena e você tá disposto
a fazer essa empresa ir para outro lugar, você vai construindo a tua próxima cadeira, tua próxima cadeira. E hoje se você pegar uma empresa grande, provavelmente ela já vai ter liderança, ela vai ter alto escalão, ela já vai ter silvance. Para você crescer é muito mais difícil. Agora, quando você pega uma empresa, se dedica, você cria a tua cadeira, então isso faz Muita diferença. Eh, esse meu jeito, eu acho assim, não é uma coisa, não é uma particularidade, mas ele foi fundamental em toda a minha trajetória. Como te falei, eu sou advogada e eu lembro
que eu fazia prova para penitenciária do Rio de Janeiro, né? Então eu queria ser instrutora penitenciária. Eu queria ser delegada, mas antes de delegada eu estudei para agente penitenciário. E aí, tá calma. Tu tu ia ficar lá dentro da cadeia cuidando lá do dos presos lá. É, Eu fiquei uma época, [ __ ] Vou contar, vou contar. E aí, [ __ ] E aí eu lembro que quando eu tava estudando para para esse concurso, que é um concurso público do Rio de Janeiro, eu prei e falei assim: "Cara, como é que eu vou saber se
eu vou gostar? Então, eu vou procurar um estágio lá dentro." Só que um estágio lá dentro era algo muito difícil você conseguir. Ou você tinha que vir de uma universidade eh pública que tivesse Convênio com a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, ou você teria que ter uma indicação de alguém lá de dentro e eu não tinha nenhuma das duas coisas. Então falei assim, cara, para seria o quê? Impossível conseguir, né? Tinha dois pré-requisitos e eu não cumpria nenhum dos dois pré-requisitos, que é igual a história que você contou de que não existia. E
todo funcionário público, né, vem escrito dentro do do portal. Você consegue no golf botar lá Funcionário, tanã. E eu descobri que na Secretaria de Segurança existia um gestor de estágio e o nome dele era Marcos Vinícius. Marcos, não sei se você tá vivo ou morto, mas eu procurei o nome dele lá, que ele era o gestor de estágio da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, que era o Marcos Vinícius. O o prédio da Secretaria de Segurança era na central do Brasil, no Rio. E aí eu peguei, eu morava na zona oeste do Rio de
Janeiro, eu peguei um trem, fui até a Central do Brasil, aonde ficava o prédio da Secretaria de Segurança, fui até a porta do prédio e falei: "Eu tenho uma entrevista marcada com o Marcos Vinícius, gestor de de estágio." E aí o pessoal falou: "Ó, eu". E falei: "É 2 horas da tarde e tal". pegaram, fizeram minha ficha, deram crachá, eu subi, bati na sala do Marcos Vinícius, sentei e ele já começou a fazer o processo de entrevista. E a gente foi conversando, conversando, conversando. E daqui a Pouco ele virou para mim: "Camila, não tô achando
o teu nome aqui porque a gente já passou por um monte de processo, não tô achando qual que o nome todo mesmo?" Aí eu falei: "Camila Figueira da Costa". Ele falou: "Cara, não tem aqui". Aí eu falei: "Porque não tem?" Aí ele olhou: "Como assim não tem? Como é que você chegou para fazer uma entrevista? Onde que você se cadastrou?" E eu falei: "Não, me cadastrei, procurei seu nome dentro do site, achei que você Era gestor e vim até aqui e falei que eu tinha uma entrevista com você." E ele falou: "Mas como assim dentro
do prédio de Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, você entrou e você achou que você ia conseguir?" Aí eu falei: "Eu nunca tive dúvidas e o máximo que ia acontecer era o cara falar: "Seu nome, vou conferir". Eu dei a sorte dele não fazer nenhuma das duas perguntas e trouxe até aqui e tinha uma vaga aberta. E aí eu lembro que ele olhou para mim, Ele falou assim: "Olha, tem uma vaga e é para trabalhar no cartório. É tudo criminal para trabalhar no cartório." Mas ele falou assim: "Tem uma outra vaga e essa vaga
era totalmente indicação, era pro subsecretário de segurança e ele falou: "Já passaram 17 pessoas e ele é judeu. Ele é uma pessoa que assim muito desconfiada, muito crítica e a gente não consegue encontrar alguém para ele. Eu vou mandar você para essa entrevista. Tu topa? É agora. Eu falei: "Vamos embora." Final da história. Fiquei dois anos trabalhando na Secretaria de Segurança. Eu fazia vistoria no presídio junto com Ministério Público. Adorava trabalhar na época nas penitenciárias e tudo foi por causa da coragem de não ter medo e falar assim: "Cara, eu vou criar a minha cadeira
lá dentro." Parabéns, mano. Obrigada. Parabéns. Pô, isso daí é impressionante, tá? Essa daí é que loucura, pô. E e é doido, né? Porque eu eu falo tão de boca cheia assim, essa Parada que eu fiz a Suíça, só que tu já fez duas vezes, né? Que merda. Ela fez o dobro que eu, pessoal. Eu achei que [ __ ] eh, e cara, eh, eu, eu também acho, tá, que isso é um super poder, só que assim, eu não sei tu, mas eu acho que é muito difícil encontrar isso, porque como tu falou, né, às vezes
eh eh é mais fácil a pessoa entrar numa empresa pequena e crescer e criar a cadeira dela. Só que tem e não existe tantas pessoas assim Com essas coisas. Eu não sei qual que é a tua visão de de empresária ou se se a tua se a tua empresa é uma cultura ultra [ __ ] tal, mas eu na minha na minha na minha experiência em como empresário, eu não consigo encontrar tantas pessoas assim. E é o que eu mais quero, né? Eh, tipo, [ __ ] se a pessoa tem de fato isso, não só
ter essa vontade, mas também ser inteligente, que não adianta nada o cara ser burro e esforçado, né? Porque daí ele vai lá fazendo um monte De coisa ali que no fim das contas não não ajuda. Então, tem que tem que ser os dois. Mas eh tu tu acha que isso é uma coisa que as pessoas tu acha que tu desenvolveu isso daí ou tipo tu nasceu assim e tal? Porque essa é uma habilidade muito poderosa, né, pr as pessoas terem? Ó, eu vou te responder, mas depois eu tenho uma pergunta para te fazer, tá? Aí
eh, eu fui criada numa família onde meus pais sempre falaram que a minha grama Era mais verde. Então eles nunca me ensinaram a olhar pra grama do vizinho e achar que ele tinha mais condições do que eu por causa de alguma coisa. Então, saber que a minha grama era mais verde fez uma diferença para que eu tivesse mais facilidade de acreditar que eu conseguiria qualquer coisa que eu quisesse. Então, eu já não nasci com aquele bloqueio de, ah, eu não consigo. Ah, eu não tenho contato. Ah, eu não tenho não sei quê. Não, eu sou
boa. Nossa, se alguém faz, eu vou fazer. Então, assim, eu já tive esse desbloqueio vindo de casa. Isso facilita muito. Então assim, hoje eu noto que as pessoas elas não vieram, elas vieram de bloqueios, de crenças, de famílias, amigos, pais, escola que bloqueavam e que a síndrome do patinho feio. Eu nunca tive a síndrome do patinho feio. Eu sempre achei, lembra? A minha grama é mais verde. Eu sempre achei que eu era muito boa. Então eu não importava se eu Tivesse, não tivesse a habilidade que tu tem. Se a tua habilidade ela é ensinável, eu
falava: "Eu vou aprender, beleza, deixa comigo, me dá um tempo que eu vou aprender". Então isso fez muita diferença na minha trajetória. Então assim, eu cresci desbloqueada em relação a essa potência de fazer e acreditar que é boa. E quando você acredita que você é boa, você tem metade do caminho nas tuas mãos, porque o resto tu vai fazer, entende? Então o resto tu vai executar. Então isso já te diferencia. É como se quando você vai, eu também fui um atleta, né? Então correr atletismo. Como assim, mano? Do nada. É. É porque eu ia falar
é que eu ia dar uma analogia que quando você vai correr, você bota todo mundo igual naquele mesmo lugar e aí você vai lá, faz o espaço, um pé pra frente, um para trás. Mas quando você tem essa super habilidade, é como se você tivesse um pouquinho à frente do teu adversário, você consegue correr na Frente dele, significa que tu vai ganhar dele? Não, porque se o cara for tecnicamente tiver a mesma vontade que você, ele tiver as duas coisas, ele passa à tua frente. Então não adianta tu só ter esse super poder e tu
não ter o técnico. Então tu tem que ter as duas coisas. Quando tu tem as duas coisas, aí amigo, aí tu vai disparar. Aí o pau pega. Aí o pau pega. É, exatamente. É, concordo. Entendeu? Fala, pessoal. Antes de vocês seguirem aqui no podcast, eu só Queria agradecer vocês aqui, tá? Porque a gente conseguiu fazer um progresso, a gente diminuiu o número de pessoas que não são inscritas aqui no canal do Vetorb. Esse número hoje tá em 59,2%, vai aparecer o print aí na tela e antes, tá, era 65%. Então, cara, obrigado aí, tá? Isso
aqui tá ajudando a gente a crescer mais aqui no nosso canal. A nossa meta aqui é chegar a 50% das pessoas que assistem nossos vídeos sendo inscritas aqui no canal. Então, se Tu ainda não se inscreveu, cara, clica aqui embaixo, se inscreve aqui. Tu não perde nada com isso, tá? Muito pelo contrário, só tem a ganhar com isso daí, porque quanto mais inscritos tem o canal, mais ele cresce. a gente consegue trazer convidados ainda maiores, que vai ter um conteúdo ainda melhor para que tu consiga assistir aí. Então, tu não perde nada com isso, só
tem a ganhar. Então, cara, clica aqui embaixo, tá? Ajuda a gente a bater a meta aí de chegar a 50% Das pessoas que assistem o canal como inscritos. Muito obrigado aí e bom podcast. E aí, minha pergunta para ti que tu falou assim, vamos ver, tu falou assim, é, como é que tu acha essas pessoas? Tá difícil e tal. E eu ia te perguntar, como que tu tá mostrando pras pessoas que tu é esse cara? Esse cara que foi pra Suíça e criou a própria cadeira. esse cara eh ambicioso e que tenha essa disposição de
fazer acontecer. Como é que tu tá Mostrando isso pras pessoas? Cara, eh, eu acho que eu não mostro. É, virou. Que que tu acha aí, Nicole, tu que revisa o podcast aí, Thagão. Eu acho que eu não mostro, tá? Eu acho que eh não sei assim, a nossa cultura no Veturb, eu acho que é muito de de tipo de fazer e pronto. Tipo, ó, a gente fez aqui, a gente executa, a gente não tem muito essa essa pegada de motivação, sabe, de vendas. Eh, e mas eu acho Assim, ó, que é como se fossem tipo
pequenos robozinhos, sabe? Chega um input ali, aí manda uma mensagem, comunicação assínca, mensagem longa, manda ali pra pessoa, a pessoa lê e já responde tudo na hora. Mas eu confesso que hoje eu prefiro assim, entendeu? Eu prefiro, eu prefiro a calma. Eh, não sei se é porque eu fiquei velho, sei lá, tipo, eu não sou muito velho também, tá? Eu tenho 30 anos. E daí? Quantos tu acha que eu Tenho? Tu acha que eu tenho? Não, tu já falou 30. Que bom, já segurei aqui que eu ia fazer a pergunta. Não, parece mais novo. Parece
mais novo. Parece. O pessoal fala que tô conservado. É muito colágeno, né, pessoal? Com certeza. Formol. Entendi. É, mas aí é no começo era assim, tipo, pá, não, vamos fazer não sei o que e tal. Hoje em dia a gente é meio que mais estruturado e eu meio que eu acho que a gente consegue ter resultados melhores a partir da Qualidade da nossa decisão. Foi uma coisa que eu aprendi. Tu conhece o naval? Sim, claro, com certeza. Naval ravicante lá. Aí cara, esse cara aí mudou completamente minha vida. Eu comecei a estudar sobre ele 2019
e daí ele falava assim: "Cara, muito mais importante o barco que tu tá do que o esforço que tu coloca. Lógico tem que colocar esforço para [ __ ] mas a decisão tem que ser correta. Não adianta tu se matar de trabalhar tem numa Padaria que, tipo, existe um limite e entre tu colocar 1000 horas de esforço numa padaria ou 1000 horas numa fintec, como a gente tava falando, vale mais a pena colocar numa fintecch, o a tua alavanca vai ser vai de vai ser muito maior. E daí, cara, hoje em dia, bizarramente, tá, eh,
não que eu não que eu trabalhe pouco, tá? Pelo contrário, trabalho bastante ainda, muito mais do que eu gostaria, mas eu acho que a nossa habilidade principal no Veturb é tomar Boas decisões. Uhum. Porque a gente tinha competidores que é muito maiores que a gente, com muito mais dinheiro, só que a partir da decisão correta a gente consegue, tipo, destruir os caras só por causa de de fazer a coisa correta, sabe? Primeiro lugar. E daí é, principalmente o meu sócio, tá? Que o meu sócio ele é um gênio, um gênio, um gênio. André foi o
primeiro lugar no vestibular da UFSK, da Audesque, da CAF, campeão na medalha, eh, campeão na na olimpíade física, fala Alemão, trabalhou na Audi, ele é bombado também, tá? Tipo, ele vai ficar igual você no futuro. Ele é full stock. É, aliás, ele é ftack. Não, eu que vou ficar igual ele. Ah, é verdade. É, ele é gigante. Eu sou uma Emília. Às vezes eu troes. É. E daí? E daí, pô, ele ali, cara, tomando decisão, tipo, não tem choro. Então, assim, hoje em dia eu acho que eu não motivo tanto. Acho que a gente ganha
mais pela decisão e cobra, sabe? Daí eu acho que a gente não é tão Eficiente assim, tipo, de tempo, p ah, vamos fazer tal, mas cara, como a gente tá fazendo as coisas mais corretas possíveis, acho que a gente consegue se destacar bem. Eu não sei se tu sabe, tá? Mas eu acho que a gente já é o maior do mundo para esse pequeno mercado que é esse mercado de view de vendas. É, a gente os maiores clientes aí do do de VSL do mundo estão com a gente. Tu conhece a MV? Não. Faturam 300
milhões de dólares por ano. Uhum. E estão com a Gente os maiores tipo do mercado americano também e essa empresa da Malásia no caso, né? Do Brasil também, assim, em tempo de volume. E daí? É, mas mas assim, mas dá muita coisa porque como eu falei, essa [ __ ] desse negócio é ruim para [ __ ] entendeu? Se, se fosse um, se fosse pagamento pessoal, cara, ele tá falando do negócio dele, tá? É, mas é, mas é que é o modelo lesuado mesmo. Se fosse pagamentos daí, tipo, tu veio para cá de Uber ou
de Carro? Vem de Uber. Então, se se a gente fosse pagamentos, ia pousar um jatinho ali no campeste e a gente trazer aquele de jato, entendeu? Ia ser o jato veturbum, veturb jato, sei lá. Só que aí não é assim ainda, pessoal. Mas aí se vocês aí se cadastrarem no Veturb, então não me ajudar a pagar as contas, aí pode ser que a gente consiga trazer a câmera aqui de jato na versão 2.0. Vou ser muito bem convidada. pode ter certeza. Mas cara, eh, enfim, demos uma eh saí Pela tangente, né, falando essa parada da
motivação da pessoa realmente e criar sua vaca, criar sua cadeira. Perguntou como é que eu mostro. Cara, revelei minha coisa aí. Acho que não sei se eu mostro. Aí vocês me diz aí, pessoal, se eu mostro, se eu não mostro, não sei. Eh, mas cara, daí beleza, tu entrou como closer lá no no Henrique Marim, aí do nada, tipo, virar CEO, né? Do nada. É o que que aconteceu nesse período para tu virar CEO? É o que acontece. Eh, eu não Sabia que o meu cargo seria CEO, né? Isso não foi desenhado nem planejado. Mas
eu entrei com uma cabeça e agora eu entendi até qual que é a grande habilidade que o empresário tem que ter para construir um grande negócio. E eu vim no caminho, eu tava até pensando nisso, né? Eu vou chamar de MVP, mas não MVP, o mínimo produto viável, mas o MVP, que é a pessoa entender de marca, vendas e pessoas. Ou seja, quando eu entrei na empresa, a primeira coisa que eu tinha De habilidade que traria resultado pra companhia, para fazer aquela empresa crescer, era entender sobre marca, pessoas, vendas e pessoas, ou seja, MVP. Isso
fez a grande diferença, porque a primeira coisa que eu comecei a construir no Henrique foi uma marca forte. Era como que eu ia transformar o Henrique Marinho, um menino de 16 anos, para passar a devida autoridade para poder vender um produto caro. Eu começo a trabalhar a marca dele. Então eu Começo a tomar conta da marca dele. Uhum. Beleza. Fazendo a nossa tangente porque cara que é o segredo da escala, entendeu? Você não pode só falar assim: "Ah, a gente faz uma marca aí eu que a marca do Rique Marinho, [ __ ] tipo, ah,
tanto faz aí. Porque [ __ ] vocês são muito grande, entendeu? Sim. Eh, antes da gente ir pro V, tá? Antes da gente ir pro V, tá anotado aqui, relaxa, fica tranquilo, vai dar tudo certo, tá? Que bom. TDAH agradece. Vai dar tudo Certo. Cara, como que cria uma marca? Como que como que tu fez isso? Tipo, quais são, sei lá, os pilares ou eh enfim, o que que alguém tem que fazer para criar uma marca? Sei lá, talvez não do nível de vocês hoje, porque teve todo um processo de construção, né? Sim. Mas qual
que é o principal ali? Alguém tá começando a criar uma marca ali. Me ajuda a criar a marca do Veturb. É, sim, sim, sim. E eu tô falando de uma pessoa, né? Então assim, o meu expert é uma é Uma pessoa, não é somente uma empresa. Então a primeira coisa que eu olhei pro Henrique Marinho era como é que eu ia transformar ele numa pessoa que eu posso chamar de marca, tá? Mas uma pessoa memorável. Então assim, quais eram as características que eu precisaria trabalhar nele, na comunicação dele, para fazer com que quando você falasse
certos termos, o nome Henrique Marinho viria na sua cabeça? Então, como eu precisaria posicioná-lo? Quais eram as Frases de impacto? Como que ele queria ser visto, como que eu queria que ele fosse lembrado, como que eu queria que ele passasse de imagem, qual que eram os clientes ideais para o cliente, meu cliente Henrique? Então eu fui começando a desenhar esse casamento. O Henrique ele tem uma característica específica, ele é mais slow, né? Eu falo que o Henrique ele é a calmaria e eu o furacão. Então eu teria que desenhar uma marca que respeitasse a calmaria
dele e Que isso se conectasse com outras pessoas que buscam a mesma coisa do que ele. Então eu começo a fazer um desenho de trás pra frente, quem ele era, como que ele precisava se posicionar, para quem que ele ia atrair, como que eu queria que as pessoas vissem e lembrassem dele, que como que eu ia atrair pessoas certas, sabendo que a pouca idade dele poderia ser um prejuízo, porque eu tava falando de um menino de 17 anos, vendendo um produto Muito caro. Então eu começo a fazer um desenho, é literalmente olhando o pontinho para
trás e falando assim: como que ele vai se vestir, como ele vai se comunicar, como que ele vai atrair, quais são as falas que ele pode falar, o que ele não pode falar, o que que eu vou motivar, engajar. E aí nessa construção nasce o Highfe, né, que o Highlife é o nosso movimento de marca hoje. O que que é o Highlife? Ele é o vida leve e faturamento pesado. E o Highlife, ele já Nasce, salvo engano, no nosso primeiro ano de empresa. Por quê? Eu acredito que pessoas se conectam com movimentos. Elas se conectam
com líderes, elas buscam por líderes, mas elas acreditam no ideal comum. E eu comecei a observar que as pessoas que se conectavam com o Henrique Marinho, elas buscavam um estilo de vida que não era ostentação. Isso começou a ficar muito forte. Como é que eu percebi isso? Qual de vendas? Eu fui falar: "Por que que você comprar, por que que você Tá comprando o Henrique Marinho?" Ah, o Henrique Marinho ele vende high ticket, mas ele não mostra ostentação, ele não mostra carro, ele não mostra a vida dele. Ele parece ter uma vida leve. Ele parece
ter uma vida leve. Ele não tem uma ostentação. Eu, opa, o nosso cliente ele se atrai por esse estilo de vida do Henrique. Então, como é que eu transformo o estilo de vida no Henrique numa marca forte que seja que não seja apenas ele? Mas que seja um momento que Independente de você comprar do Henrique ou não, você gosta do Vida Leve, faturamento pesado e você se conecta com Highf. Ah, eu gosto disso aí, da vida leve. E é eu sou dessa pegada aí também. E Floripa tem essa cara de vida leve, faturamento pesado. Então,
sim, às vezes deixa desejar um pouco no faturamento, eu acho. Mas a vida leve, pelo menos tudo bem, pode chegar. É, a galera tem que faturar mais aí, entendeu? Vocês veem. Então, foi uma construção. Então, Assim, eu sempre quis transformar o Henrique numa marca forte. Então, eu comecei a posicioná-lo e criar estratégias para vir desenhando a comunicação dele para isso, porque senão no meio do caminho a gente chegou a pegar um lançador, uma a gente fez um lançamento e a pessoa falou pro Henrique: "Ah, você tem que colocar alfaiataria". E eu lembro que eu escutei,
eu falei: "Oi, ele é, ele vem de caro, ele é novo, ele precisa de Alfaiataria para poder passar a credibilidade". E eu falava: "Não, o Henrique não é essa pessoa da alfataria. Ele não vai construir essa comunicação. Esse não é ele. Ele vai se comunicar com a camisa dele, com o jeito dele e as pessoas que se atraem por esse jeito intencionalmente elas vão chegar até a gente." Então isso foi tudo a partir da nossa construção. Então eu construí primeiro a comunicação dele. Então a comunicação verbal, visual, nas páginas, Nos posts, nos eventos que ele
ia, no que ele poderia falar. Então, foi todo esse desenho, foi a primeira coisa que eu comecei a criar. Então, eu falo que quando eu entrei, eh, o Henrique ele tinha uma plataforma de aluno, ele tinha poucos alunos, não lembro quanto é que tinha quando eu entrei na empresa com ele. E eu lembro que todas as aulas dele era nessa cama da casa dos pais com uma cortininha azul atrás, né? E não é que eu falasse para ele que ele precisava Ter o melhor estúdio, mas eu falei para ele: "Vamos ajustar a tua comunicação para
que você passe o devido valor". Então, vamos regravar todas essas aulas, vamos para um lugar melhor, a gente vai gravar num estúdio melhor e a gente começa a trabalhar a comunicação visual dele para entrar nesse novo movimento. Então, por eu ter muita noção de branding, porque eu tinha uma empresa, fez diferença no nosso negócio, foi cuidado da marca Henrique Marinho. Hum. Para ver se eu entendi, tá? Eu não entendo nada de branding. Tu acha que o VTUB tem um branding? Claro que tem. Você acabou de falar para mim aqui, ó. Esse aqui é to branding.
Esse aqui é to branding. Isso tudo tá aqui, não sei, tá materializado. Não sei. O o assim, ó, se é feito, não é intencional. É verdade. Mas tu gosta aí que tá. Eu a minha definição é tipo, eu só expresso a minha personalidade. Tudo bem. Aí você tá atraindo pessoas que se conectam com Isso. O fato de você expressar o que você gosta e você exterioriza nisso aqui, você tá expressando algo. Eu falo que assim, a marca você se comunica até quando você não faz, porque quando você não tá fazendo, você tá não se comunicando
e que isso também é uma expressão. Uhum. Então não se comunicar também é uma expressão. Você deixa o público pensar o que você quer. E quando você começa a se expressar, eu tô falando aqui da parte visual, mas a Marca não é só uma identidade visual. Marca não é só logo, marca é um contexto de ações. Ou seja, quais são as coisas que você no Veturb não faria de jeito nenhum. Uhum. né? Como é que você tá comunicando isso na tua fala, no teu podcast, no teu produto? Isso tudo influencia na marca? Uhum. Pelo que
eu entendi, tá? Eh, Mico, se eu tiver errado, é que eu sempre gosto de de tipo meio que fazer um recap assim para passar o pessoal que tá em casa, pro Pessoal entender e eventualmente começo a conseguir tirar uma, duas, três dicas aí do podcast aí se for bom, né? E aplicar. Então, o 8020 assim, tipo, importante de criar uma marca, pelo que eu entendi, é simplesmente tu ser único e tu expressar a tua personalidade. Eh, o naval ele fala: "Escape da competição através da autenticidade". Boa. Então, o Henrique Marinho, pô, ele era um cara
ali que, Como tu falou, não era o cara de botar terno, usava as camisas dele normal. Eh, ele tinha esse lado mais slow que tu falou, né? E aí por isso veio vida leve e faturamento alto. E daí a partir disso, pelo fato dele ser essa pessoa ter essa personalidade, só de tu expor isso de uma maneira clara e tu e tu falar: "Olha, eu sou isso aqui, essa aqui é minha bandeira, é isso aqui que eu defendo". Automaticamente tu vai atrair Pessoas que têm esses mesmos valores, que vão se conectar com isso. Isso daí
que é criar uma marca ou tem mais do que isso? Não, criar uma marca toda uma complexibilidade. Hoje a gente tem um profissional que trabalha só marca dentro da empresa. Então assim, eu falo que assim, a importância foi quando eu entrei, eu olhei para isso, eu não negligenciei porque eu falo que a marca ela é o que faz a tua empresa ser grande. Não existe nenhuma empresa Grande sem marca. A Coca-Cola tem o branding dela, a Apple tem o branding dela, o Starbucks tem o branding dela. Então, ou seja, todas as marcas grandes trabalharam isso.
Eh, hoje a gente fala da Simed. Nossa, o Case CED é muito bom de ver. Ele tem uma marca grande, posicionada, forte. Ou seja, eu nunca negligenciei isso desde que a gente era pequeno. Então, porque tem gente que espera crescer para olhar pra marca, OK, é uma opção. Só que eu olhei isso muito Novo. Então, eu olhei quando a empresa era pequena, eu sempre tive a mentalidade de fazer coisas de empresa grande antes que eu precisasse fazer. Então, todos os meus passos dentro da empresa foi: "Se uma empresa grande cuida de marca, eu vou começar
a cuidar pequena. Se uma empresa grande monta uma área de vendas, eu vou começar a montar pequena. Se uma empresa grande tem liderança se leve, eu começo a montar pequeno. Que eu falo que assim, a gente Nasce pequeno, mas a tua mentalidade tem que ser de empresa grande. Ou seja, e e esse foi um grande diferencial na empresa. A gente tomou, eu falo que é antecipação. Nossa empresa hoje a High Scale. Ela é uma empresa que se antecipa do que ela precisa. Então antes da gente precisar, a gente executa. Então a gente cuidou da marca
talvez quando a gente não precisaria cuidar, mas a gente cuidou dela desde o dia zero. Uhum. Entende? dentro do MVP, né, que é Marcas, vendas e pessoas, eu falo que marca é o que vai fazer a tua empresa existir. Marca é o que faz a tua empresa existir. Vendas é o que faz a tua empresa, teu coração bater. Vendas é o coração da tua empresa. E pessoas é o que faz a tua empresa continuar, ou seja, é a que é o motor da tua empresa, é o que faz a tua empresa entregar o que precisa
entregar. Então são essas três, a tríade que eu falo que é o de sucesso de qualquer empresário. Uhum. Cara, Vamos explorar, tá? o V e o P, sem dúvida alguma, porque tu falou que tu tá com tempo livre aqui. Eh, falar nisso, ô Anderson, estamos quanto tempo de podcast aí? Beleza, tá de boa. 44 minutinhos suave, tranquilo. Beleza, tranquilo. Mas antes disso, tá, vamos eh fe, tipo, bater um pouco mais nesse m aí, cara, que eu tô muito curioso. Uhum. Eh, como tu falou, né, tem esse caminho de a empresa primeiro ela cresce e depois
ela foca em Fazer marca. Uhum. Eh, eu sou desse caminho, eu acredito, não porque eu escolhi, mas é só o que eu historicamente, assim, é o que eu faço. Como eu falei, eu venho do marketing direto, então eu não tenho muito skill de criação de marca. Eu tentei criar uma marca, tá? A marca de cosméticos foi a de Aena e enfim, até que deu bom. A gente chegou a ter uns 4.000 assidantes ali e tal, era legal, vendia um monte de creme no Vetub. Agora eu tento criar uma Marca também. Eu não sei o que
eu tô fazendo, gente. Tem esse podcast aqui, posto umas coisas na rede social, o pessoal acha legal, entrega essas placas aqui, ó. E é isso, entendeu? Essa é a minha marca, pessoal. Tipo, vocês, se vocês gostam, não sei, mas é é o que eu faço. Eh, e daí assim, uma coisa que eu vejo também é que eh a eh que eu recomendo, eu recomendo, cara, tenha cuidado de tentar copiar uma empresa grande, porque o que Ela faz agora que ela é grande, não é o que ela fez no começo. Uhum. E daí, poxa, se tu
tá no começo e tu quer fazer um investimento em marca, que é um investimento que tu não sabe se vai ter resultado, eh, é pior do que tu fazer um investimento, sei lá, em performance, porque performance tu já vai ter o dinheiro na hora ali, tu vai conseguir fazer fazer a a grana aí e tal. Aí, eh, tu acha que as empresas, tá, Quando elas estão começando, tu acha que a gente deve fazer um investimento em marca que a gente realmente não sabe que vai voltar e faz ali acabou, tipo, sei lá, criar um podcast,
entendeu? Alguma outra coisa. O podcast do YouTube até hoje eu não sei se tá certo, tá? Eu acho que dá, eu acho. Eu gravo aqui, converso. É, eu acho, não sei, pessoal, entendeu? A gente tá com 30 6.000 1000 seguidores lá no, aliás, inscritos, eu acho 36.400, se Eu não me engano, tá no YouTube, a gente saiu do zero, tal, só com podcast ali. Nosso podcast tem bastante views, mas eu não sei, tipo, na prática ali, a gente tem um UTM ali que eh joga os clientes pro VTUB, né? Então, tipo, eu falo: "Ó, clica
aqui embaixo." Aliás, pessoal, se não é cliente do YouTube, já clica aí também, tá? Já aproveit aproveitando a a dica aí, mas ali embaixo tem um link que tem eh 15% de desconto. O pessoal clica, as pessoas que se cadastram ali são Pouquíssimas. Então, se eu fosse medir, tipo, investimento do podcast pelas pessoas que casam ali, cara, não vale [ __ ] nenhuma, mas tem todo o benefício indireto. Sim. Que tipo, as pessoas acabam conhecendo a gente eventualmente, pô, a gente tem cliente hoje, o G4 é meu cliente, o novo mercado é meu cliente, eh,
a revista Isto é do nada, tipo, [ __ ] essa revista Isto é é meu cliente. Não sei como que aconteceu isso, foi onde que ela chegou, mas Chegou. E daí assim a gente fez esse investimento, eh, mas cara, sei lá, tipo, na prática, tal, o que eu recomendo é, mano, se tu vai começar um negócio, é performance, esquece marca, porque tu não sabe se vai dar certo, não tem grana. Se tu quer fazer marca, faz o 8020 da marca, tipo, o mais básico possível, cara. Faz um Instagramzinho ali, posta alguma coisa, diz o que
que tu é, Acabou. Tu concorda com isso? Ou tu discorda ou tu tens alguma outra abordagem? Pelo que tu falou, eu acho que a tua abordagem talvez seja um pouco mais profunda pra marca, sabe? Eu não sei, porque tu colocou o M ali como um pilar. Aí eu achei isso muito interessante. Aí, como que tu vê isso daí? Sim, a marca e quando eu digo que é um pilar para mim muito importante e o valor do investimento, ela faz muita diferença. Então, assim, eu também não Pegaria um mentorado meu hoje e falaria para ele começar
investindo em marca, né? Assim, pega seu dinheiro assim, geralmente a gente bota para performance, para aquisição, para poder gerar mais vendas, mais conversão e ele conseguir escalar. Mas não necessariamente você precisa, a marca não é um investimento que você vai conseguir tangibilizar em curto prazo. O investimento é em longo em longuíssimo prazo. Então vai aonde você quer focar, Onde você quer chegar no teu negócio e o que que você consegue fazer do tamanho que você tem. Então, exemplo, quando eu comecei no Henrique, a gente não fez esse investimento de marca, mas a gente teve o
cuidado e o zelo, a preocupação de construir uma. Ou seja, eu tive o cuidado e o zelo na hora de me comunicar. Eu tive o cuidado de zelo na hora de fazer uma página de vendas, na hora de subir uma aula, na hora do que que eu posicionaria ele ou não na rede Social, na hora de criar uma identidade visual. Então, nada disso que eu tô te falando foi investimento em marca, mas foi estruturação de marca. Ou seja, eu nunca coloquei, vamos supor, que o Henrique Marinho tivesse uma opinião contra veganismo, tá? Isso era importante
paraa minha marca, sim ou não? Então assim, esses tipos de pensamentos eles são importantes na construção de marca além do investimento, porque senão tem gente que Olha só na marca na hora de investir, fazer uma ação igual você falou, o podcast é um investimento em marcas, é um awareness que você daqui a pouco você só vai conseguir medir talvez em 5 anos, né? E é um investimento que você tá fazendo hoje. Se hoje tá dando resultado em aquisição, em conversão, você pode não saber, você não consegue tangibilizar. Inclusive os profissionais que trabalham com branding em
marca, eles sentem muita dificuldade de entrar No mercado de infoproduto, porque o infoprodutor ele tá acostumado a colocar dinheiro em tráfego e ver dinheiro de volta, performance, claro, e olhar pra performance. E aí eu falo para ele: "Não, você precisa investir não sei quanto em marca, você precisa". Eh, a gente no Henrique a gente fez um ano, patrocinamos um dentro do Fire do aeroporto de Congonhas, a gente colocou os banners do nosso lançamento. E aí Henrique é o cara muito de performance e Ele falava assim: "Cara, quanto isso aqui vai me trazer de volta?" E
eu falava: "Não é quanto isso aqui vai trazer de volta, é quanto que a gente vai ser lembrado por ter feito uma ação dessa". Ou seja, claro que foi caro, óbvio que eu tinha investimento. Então assim, hoje dentro da empresa a gente na hora de fazer um planejamento a gente coloca o investimento em marca. Então existe isso planejado, mas nós não começamos com investimento financeiro em Marca. Então a gente começou com a preocupação, com cuidado, com zelo, com se posicionar. Então isso já é investimento em marca sem ser investimento financeiro. Investimo de tempo, é capital
intelectual, é capital intelectual e construção e posicionamento. Então assim, interessante é muito mais intangível, mas que você não tava, a gente não investiu, a gente investe hoje, então hoje tá dentro do planejamento Orçamentário, investimento em marca, mas a gente não fez isso durante muito tempo. Então assim, mas a gente tinha a consciência. Então assim, talvez se a gente tivesse perdido a mão, eu vejo muita gente que tem dificuldade de falar assim: "Ah, mas como é que eu devo me posicionar?" A gente, eu sempre olhei pro cliente e eu sempre olhei pro Henrique. Então assim, a
minha mistura de marca era entre olhar pro cliente e pro Henrique. Quem que eu quero atrair? O que que eu comunico para atrair essas pessoas que vão comprar dele? Quem que é o Henrique? o que que eu vou comunicar para que ele seja ele mesmo, para que não tenha um ruído de marca, para que ele no meio do caminho não atraia alguém que vai comprar um produto dele, vai falar assim: "Nossa, mas eu eu esse valor do Henrique é o meu valor irrenunciável, então eu tenho que trabalhar muito bem a comunicação dele para quem entra
dentro Da nossa empresa." E eu falo que a gente lá na empresa a gente sempre cuidou da marca externa e interna, né? interna são a marca com os colaboradores e externa com a marca com os nossos clientes. Então, quando a gente faz isso, a gente tem a união perfeita, que a gente cuida da marca pro cliente, a marca pro colaborador. E sempre olhando quem que é ele, quem que eu quero comunicar, o que que eu concordo, o que que eu não concordo, quais são os meus valores Irrenunciáveis, quem que eu não atendo de jeito de
nenhum, o que que não faz sentido eu comunicar na minha empresa. Então, isso tudo são movimentos que nós fomos fazendo desde o comecinho. Mas se tu senta aqui para conversar com o Henrique, ele vai falar, inclusive se ele tiver escutando isso aqui, ele fala assim: "Não penso em marca". Só que eu fiz isso junto com ele. Então falei assim, eu pensei em marca desde o dia zero, até porque eu tinha uma empresa de Branding, né? Então, e eu sabia que eu não conseguiria trazer o investimento financeiro naquele momento. Então, eu fui cuidando da marca de
outras maneiras, sem ser com investimento propriamente dito. Uhum. E cara, eu vou te falar que eu eu tô no digital há 10 anos, tá? Comecei 2014. Durante 7 anos eu fiz performance, só performance, cara. E era ali tráfego direto, pau, e [ __ ] a marca, nada de marca. E se tu pausar a conta de anúncio, o faturamento Vai para zero. E se tu não pausar, se tiver ali rodando ali, tu fatura milhões e milhões, sabe? E daí a h faz três anos, né, que daí eu come anos agora em janeiro, tem dois anos aí
e 9 meses. E cara, e é outro jogo, né? Porque performance é vendas, tal. É tipo gastar, gastar X para vender Y. Se não vender, ferrou. Então tem que matar um leão novo todo dia. Já aqui no Veturb, não. No Veturb eu eu trabalho com a metodologia que é o PLG, que é o Product growth. Então o produto Ah, é. Ah, legal. Uhum. E daí, cara, eu recebo leads do nada assim, tipo, ah, tô ali feliz, tal, todo dia entra uma porrada de lead no produto ele vai crescendo ali todo mês. E é bem interessante,
bem legal. E é tipo, é diametralmente oposto, saber o que eu fazia lá no na performance. É tipo, realmente muito diferente. E hoje eu dou muito mais valor para esse negócio do do da marca de tipo prezar pelo pela marca. Essas Coisas aí, cara, que tá atrás de ti, ó. Ó, pessoal, quem tá vendo a câmera? A a câmera da da Camila aí, da Cami. Uhum. Eh, esse tênis aí, ó, essas porras aí. Isso é caro, cara. Quem quem fez isso daí foi essa mulher que fez isso aqui. Olha, já pode conseguir para fazer minha
jaqueta. É, se tu quiser, eu te indico lá. Foi a Juliana. Ela, ela é boa. E cara, essas coisas aí, sabe? Eh, eu que pensei nisso daí, não foi Anderson que eu falei para ti? Eh, e daí a gente Colocou aí para para tentar criar esse ambiente mais legal com com essa pegada tipo mais jovem, sabe? Pr as pessoas gostarem, pro pessoal se identificar. E eu percebo, cara, faz diferença, assim, é uma coisa que tu não consegue medir, só que a gente vai nos eventos, a gente escuta as pessoas falando, eu sei que faz bem,
eu não sei o quão bem faz, mas eu acho que é uma das coisas mais que que que uma das mais importantes assim, porque é o mais difícil de tu Copiar. Sim. Então, cara, copiar, imagina copiar a marca da Coca-Cola, sabe? A marca da Apple, cara, é tipo, é extremamente difícil se não for impossível, entendeu? Então é difícil tu criar esse essa vantagem competitiva da marca, mas uma vez que tu cria, cara, [ __ ] tu fica muito top of mind, sabe? Aí da comunidade de DR no Brasil, o pessoal só usa Veturb, 95% assim,
sabe? Tem uns doisão, usam YouTube aí, num pessoal, numa galera mais mais Menorzinha ali, a gente concorre daí com Vim, o YouTube no Brasil tem a panda vídeos também que a gente concorre com a galera mais a galera menorzinha, mas esse nem é nosso cliente ideal, sabe? Porque ele não não escala tanto, mas pr pro nosso cliente ideal a gente é muito top of mind. E daí foi uma coisa que eu que eu aprendi recentemente isso daí, cara, mudou completamente o meu game. E daí assim, eh, sem dúvida alguma, tu também evoluiu, né, na na
tua no teu Entendimento e pensamento de marca. Eh, assim como bom, como evoluí da que eu queria saber é, cara, o que que mudou assim em termos de marca quando tu estava começando ali, que tu fazia esses investimentos eh mais pontuais ali em termos de ah de falar isso, tal. para agora que vocês são tipo gigantes, tu falou que tem um cara que trabalha com marca especificamente, aí tipo você é muito doido, sabe? Pô, imagina um cara que tá ali full time só fazendo essa Parada. É o o Quais são as ações assim a mais,
tá, que as pessoas estão vendo a gente aqui eh e já tem alguma marca ali que elas poderiam tomar para realmente potencializar e levar a marca dela para outro outro patamar aí, coisas que tu fez aí e tal, que tu escalou nessa nessa marca do Henrique Marim. Sim. É legal. Você tava dando um exemplo, né? falou assim: "Ah, isso aqui é mais jovial, eu acho isso". Então é, então você tem uma marca que Comunicaí não, quando você faz isso, você tá passando uma mensagem, você traz essa juventude estampada na sua marca, você traz isso exatamente,
né? Nessas coisas mais streets que tem aqui. Então, quando eu vejo você, querendo ou não, eu já tenho uma percepção, eu formo essa percepção. E eu digo também que a marca é aquilo que pensam de você quando você não tá na sala. Então assim, e se todas as contas fossem desligadas hoje, se eu visse um símbolo do Vetube ou alguma Coisa assim, eu nunca mais vou esquecer que isso aqui é a característica do Vetub. O tráfego pode parar. Eu vou procurar você no Google. Eu vou procurar você em algum lugar. Você vai ficar na minha
cabeça. Eu falo que quando eu sair daqui, isso aqui, ó, ficou na minha memória. Pode não parecer, mas toda vez que eu v aqui, eu vou lembrar de você, sem você precisar continuar investindo e me dando input sobre isso. Então eu falo assim: "Você quer construir uma empresa Grande, uma empresa que seja memorável, por que que a gente usa muito case Coca-Cola, Apple, eh, empresas que a gente olha de branding, né, Starbucks, muito forte? Você consegue fechar o olho, você sabe cor da Coca-Cola, você fala vermelho. Você não demora a falar a Simed, cara, o
que isso med, né? Mais uma vez falando, a Simed fez com os moletões amarelinhos, se medinho que tem o moletom, ou seja, são movimentos de marcas que me fazem fechar os olhos e Lembrar automaticamente dele na minha cabeça. Toda vez que eu vejo a cor é amarelo se mede, não é mais amarelo, é amarelo se mede. E o que que o dono da marca quer? Que ele seja lembrado desta forma. Ou seja, amarelo se mede e vermelho Coca-Cola. você fica com essas coisas na sua cabeça muito forte, roxo no bank, ninguém mais vê qualquer coisa
outra que fizer roxinha, você associa a no bank. Então essa é uma vantagem da marca que eu falo que ela não é Tangível, ela é intrínseca, só que você fica ali pensando. Então assim, como que você faz para que você não tem investimento? É você não deixar de pensar que quando você tá fazendo alguma coisa, você não tá comunicando algo. Qualquer movimento seu está comunicando alguma coisa. E aí você tem que se perguntar: "O que que eu quero comunicar? O que que eu quero passar? Então eu falo que essas são as primeiras perguntas. Hoje eu
tenho uma pessoa, né, Que cuida 100% disso. Vou te dar um exemplo. A gente começou um processo de despersonalização do Henrique Marinho. A gente tem o Henrique Marinho como exper e rosto principal e a gente começa a desenhar high scale, que é a empresa. O primeiro movimento que nós fizemos de trabalho de marca externo e palpável pro público foi o Highlife, porque o Highlife é uma marca própria. Então eu começo a trazer o Highlife. Por que que eu trago o Highlife? para que as pessoas Se conectem além do Henrique Marinho. Você pode não gostar da
pessoa Henrique, mas você se conecta com o propósito. Isso aqui foi o primeiro movimento de despersonalização que eu fiz. Então eu trouxe um movimento que seja maior do que ele. Qual que é o outro movimento que eu cuidei da minha marca? A gente trouxe a High Scale. A High Scale ela tem como valor de marca a velocidade, ou seja, nós somos rápidos. A gente acredita que a gente tem que acelerar Para poder ter mais resultados. Então isso é um movimento de marca. a gente começa a tirar 100% o rosto do Henrique Marinho e botar uma
marca institucional na frente dele. Significa que amanhã eu vou estar aposentando ele e que isso não vai trazer resultado e que a marca vai performar mais. A gente tava até conversando antes, né? Eh, não é isso. No mercado digital a gente ainda não tem um grande case de marcas despersonalizadas que geraram resultado, Né? A G4 Educação ainda tem a maior fonte de aquisição sendo os sócios, né? como rosto de aquisição, a marca é forte, é forte, novo mercado, ah, despersonalizado, é, mas a maior canal de aquisição ainda é o Ícaro. Então, assim, e é um
movimento muito longo e paciente que você tem que fazer. Então, a gente começa com High há um ano atrás, a gente lança High Scale, que é a marca institucional da empresa Henrique Marinho, e você fala assim: "Cami, qual Que é o próximo passo?" Mano, faltam muitos passos ainda. Até essa marca ter valor de mercado, você pode botar de dois a 5 anos no meio dessa trajetória. A diferença é que eu já tô fazendo o quê? movimentos intencionais. Eu já tô botando outros rostos para poder estar entregando conteúdo que não só o Henrique. Eu já fiz
um evento onde eu botei o time entregando e não somente ele, que é o movimento o quê? De marca para começar a despersonalização. Então Eu acho que é olhar para esse todo e olhar como onde você quer chegar, com quem você quer se comunicar. Uhum. Entendi, cara. Então, existe essa demanda para tu criar novos eh novas ações de marca para daí tu não só expandir a marca, como no teu caso tu despersonalizar a tua marca para daí não ficar só na cara do do Henrique do Henrique Marinho. Entendi, cara. Interessante. Eh, eu não sabia, eu
nem sabia que isso Era possível, tá? Tipo, contratar um cara full time para fazer marca, tipo, [ __ ] lá no Veturb lá a gente tem o pessoal da marca, quem que é Nicole aí, o Thagão, Sabrina, o pessoal que faz o podcast, que edita as coisas. Eh, né? Ela dorme e acorda pensando e ela pega um criativo nosso e fala: "Uma vez ela pegou, né? Ela falou assim: "Pelo amor de Deus, a marca não comunica com isso aqui que a gente tá botando no marketing." Se depois as pessoas verem, Saber que eu aprovei isso
aqui, eu não tô aprovando isso aqui, a gente não se comunica dessa forma. Então, assim, ela pensa 24 horas nisso. A gente faz um evento presencial e a gente hoje a gente tem um mastermind, né, que é o High Circle. Todo o último evento ou o primeiro dia do evento desse masterminding, a gente faz uma ação de marca, que é alguma ação ligada ao Highlife. E nesse último evento que nós fizemos, a nossa ação Highlife foi aída Para um kart. Por que que foi aída para um cart? Porque a gente estava lançando high scale de
velocidade. Então, qual foi o movimento de marca que nós fizemos? Levamos todos os nossos clientes pro cart e eles sentiram a adrenalina e a velocidade, que era o sentimento que a gente queria que eles que eles sentissem e que eles passassem. E esse sentimento tava ligado à nossa marca que era aale velocidade. Então a gente fez um lançamento e logo depois Fizemos uma ação que era levar todo mundo. Dentro do nosso evento, a gente colocou uma Porche toda e flopada. Toda flopada que se fala. Flopada. Envelopada. Envelopada. Envelopada. Que deu ruim. Envelopada. Vai ser envelopada.
É toda envelopada com o símbolo da Highil. Então para que mostrar velocidade mais uma vez. Então a gente vai construindo esses pequenos movimentos. e acorda, eu tenho o time de performance E o time de marca que cuida dos awar dos longo prazo e de como é que a gente vai chegar naquele lugar. Muito legal, cara. Aí, cara, assim, pelo que eu entendi, então, tá, vocês investem, aliás, tu tens esse esse cuidado bastante com a marca, porque, como tu falou, tu já vem do branding e tal, eh, para pr as pessoas que querem montar esse time,
tá, de de de branding, assim, imagina que, sei lá, tu vai imagina que eu quero montar esse time no Veturbum. Que eu não Sei se eu quero, tá, pessoal, então vocês não fiquem me cobrando aí, não se ludam, fala, é, não sei, mas assim, é o o que que o que que é esse time de marca e e como que tu mede isso, sabe? E tipo, como que tu sabe se o time tá dando certo ou não tá? Ou tu só confia mesmo? Tipo, ó, tu vai fazer a marca aqui e é isso, né? Daí,
tipo, tu vai, teu trabalho é deixar as coisas mais bonitas, melhorar a comunicação e a pessoa fica fazendo aquilo ali, mas tu Acaba não medindo nada, não sabe se é bom ou não, assume o investimento e deu, sabe? Ou ou de fato tem alguma métrica ali que tu olha, algum número, sabe, para julgar. Uhum. É, hoje eu tenho profissionais que olham exatamente essas métricas, né? Então assim, não tem nem propriedade para te falar todas elas, mas eu vou te dizer como empresária hoje como é que isso se tornou importante dentro da empresa. Lembra que eu
te falei do High? Que isso foi uma coisa Que a gente notou que os nossos clientes falavam? Quando a gente faz uma ação de marca e a gente começa a atrair mais clientes parecidos ou dentro do produto os clientes começam a usar as exatamente as frases que a gente usou nas divulgações de marca, a gente entende que o objetivo foi alcançado. Ou seja, dentro da call de vendas, quando a gente lançou o Highfe, o time trazia que assim, qual o motivo que você tá comprando a gente, porque eu busco pela Vida lá faturamento pesado. Então,
ou seja, a marca atingiu o objetivo dela, ela conseguiu trazer pessoas que tivessem esse mesmo objetivo, que era o que a gente estava divulgando quando a gente lançou nessa mesma imersão que nós lançamos o Highlife, as pessoas postaram muitas fotos depois com o filtro do Vida Levamento pesado, quando elas estavam vendo pôr do sol, quando elas estavam compartilhando em mesas com amigos e cerveja e amigos de trabalho, elas Postavam viduramento pesado. quando elas começaram a viajar e falar: "Tô vivendo o meu high life". Ou seja, a marca atingiu o objetivo dela. A sação de marca,
ela foi concluída com sucesso. Então a gente entende que centrou na cabeça das pessoas. Então, o que eu busco hoje é trazer essa conexão, é fazer com que o meu cliente se conecte com a minha proposta de marca e faz com que eu traga mais clientes. Cara, a gente trabalha marca desde quando eu Trabalhava com lançamento, então eu lembro que a gente fazia muito lançamento temático e aí todos os nossos lançamentos temáticos que usavam muito branding e eram muito gostosos de fazer porque a gente tinha clientes que falavam assim: "Parece que você sabe o que
tá na minha cabeça". E o que que era isso? Era a marca sendo falada e vivida. Então, por mais que eu não te dissesse que a gente estava agindo, a gente tinha construído e decodificado toda a cabeça Do nosso cliente. E a gente começa materializar no ambiente que vai filmar, na frase que eu vou usar, no meu estudo do meu cliente, no como que eu vou vender esse produto para ele. E aí ele vem e ele fala assim: "Cara, nossa, não é que você pensa igual a mim? Isso é uma ação de marca. Eu pensei
que nós somos parecidos. Eu botei palavras escritos na minha cópia, da minha página de vendas, porque eu sei que você ia se conectar, que você ia se atrair. Então isso é uma Ação de marca que a gente começa a metrificar, então dentro do formulário, dentro das vendas e depois que a pessoa nossa cliente, a gente começa a olhar isso tudo sendo medido, se tá causando resultado mesmo ou não. Uhum. E cara, eu vou te falar que eh eu tá, eu como um cliente aí, aliás, eu não sou cliente de você, eu acho que não, tá?
Não sei se eu já comprei alguma coisa de vocês, não me recordo, mas é possível, tá? Porque o pessoal lá compra um monte de coisa, mas Mas eu acho que não, tá? Não, não me recordo. Eh, mas eu como uma pessoa de fora, eu vejo vocês como big players no mercado digital, meio que dono de uma bolhazinha, sabe? Tipo, existe essa bolha que é a bolha de vender coisa cara. Daí vocês são meio que os líderes naquilo ali. Eu não sei se tem mais gente, provavelmente deve ter, porque sempre tem, sabe? Da mesma maneira como
tem o Éic Rocha, tem o Pedrinho, não sei que o lançamento do do possuído aí que Tu falou: "Cara, que [ __ ] deve ser essa, cara? Lançamento possuído." Tipo, como que tu pensou nisso, mano? Tipo que que tá ligado, tipo, sabe? Tipo, isso aqui, nossa, é muito possuído, é um bom nome, é meio doido isso, mas enfim. Daí eu vejo vocês como essa como essa referência, então funciona. Eu não sei os processos para fazer isso, mas cara, funciona, sabe? E você vê que assim, você falou assim: "Ah, você tá dentro de uma bolha de
dono de um mercado que eu Nem sei se existe outro, mas quando eu penso em produto caro, eu penso em vocês, porque o High Tick foi um movimento de marca muito forte. E quando a gente lançou o movimento High Ticket, né, essa marca High Ticket no perpétuo sendo forte, que é a nossa proposta de marca inicial, a gente bateu contra o quem? Contra o lançamento, contra o low ticket. E então assim, eu falo que o movimento foi a construção de nós contra eles, porque ensinavam para pro mercado Digital que você precisava vender um produto barato
para depois vender um produto caro. E o que que a gente bateu? tenha primeiro um produto caro. Então, venda primeiro um produto caro. Não tô nem dizendo sobre certo ou errado, mas tô falando sobre a construção de movimento que a gente fez, que fez com que a gente ficasse na cabeça do nosso cliente. Então, hoje quando você fala high ticket, existem outros concorrentes. A maioria foram nossos Alunos, inclusive é a maioria dos concorrentes hoje de high ticket, eles foram os nossos alunos. Mas quando você fala em high ticket hoje, a nossa empresa vem na tua
cabeça. Então assim, toda vez que eu vejo alguma palestra que vai dar high ticket, que não é Henrique Marinho, automaticamente eu venho lá o Henrique Marinho high ticket. Existem outras, existem, mas quem que é a maior referência do mercado hoje? É ele. Então isso foi um movimento que a gente fez de Ser o pioneiro é o único. Não, mas é o que trouxe um movimento pro mercado. Uhum. Eh, cara, obrigado pela pela masterclass daí da marca, tá? Então, mano, ó, tá começando teu negócio, vale a pena tu investir em marca. Eh, existe uma coisa bem
profunda nisso, né? Tu pode, tipo, eventualmente ser como a Cam falou aqui, tem uma pessoa ali para ficar cuidando dessas coisas aí e tal, criar essas ações de marca aí mais fortes para tu ficar top of mind aí na Cabeça da pessoa. Eu, na minha recomendação era, cara, tipo, faz o básico aí, entendeu? E é, cara, eu sou assim. Eh, deixa o negócio bonito, sempre pensa assim: "Cara, como que eu posso tratar o cliente eh da maneira que eu gostaria de ser tratado?" Pelo menos é isso que eu fiz no Veturb aí, tipo, pra gente,
a gente não é especialista nisso, mas, cara, o pessoal gosta um pouco da nossa marca, então, sei lá, acho que funciona um pouco também. Ah, Tu me perguntou como é que monta isso num time, né? Hoje como é que tá o nosso time? A gente é separado em aquisição e marca. E aí a marca cuida toda a parte visual, toda a parte de comunicação verbal e não verbal, né? Visual, não verbal. Eh, ela cuida dos nossos eventos presenciais. Então, assim, a marca ela tá instaurada dentro dos nossos eventos presenciais, dentro do nosso lançamento, dentro dos
nossos criativos, páginas de vendas. Então, tudo passa por essa Pessoa que hoje a gente tem um profissional que é a Helen. Ela é a nossa gestora de marca e o que que ela faz? Ela lida com todo o time que tá baixo, ou seja, social mídia, até a rede de marketing que tá na parte de aquisição, ela lida e ela constrói o desenvolvimento de comunicação que a gente quer com aquela ação específica. E ela desenha um manual e passa pro restante de todo o time como que a nossa ação ela deve se comunicar. Ou seja,
a Gente vai fazer um lançamento, aí ela constrói um manual de marca, entrega na mão do time e o time vai executar o COP, vai executar, o tráfego vai executar, porque ele começa a entender quem que é o público final através dessa construção, desse manual. A social mídia, ela vai conseguir escrever os melhores conteúdos pros stories e pro feed, porque ela entende como que ela deve se comunicar e o que que ela não deve falar, tudo através desse manual. Então assim, ela faz esse manual hoje para cada ação nossa, entrega na mão do time e
o time vai executando. E eu falo que assim, uma vez que você eh eu até brinquei com ela, né, que essa essa minha amiga que trabalha com a gente hoje, que é a nossa gestora de marca, eu falo que assim, uma vez que você aprende a enxergar a marca, você nunca mais desvê. Uma vez que você vê, você não tem como voltar atrás. Então fala assim, uma hora que o time entende o que que ele Deve pensar, ele não precisa daquela manutenção, ele vai entender, ele vai começar a construir sozinho, porque todas as empresas não
tem o orçamento que tem para ter uma pessoa full, mas às vezes você vai construir o teu manual de marca, tu vai construir uma vez, tu vai treinar o teu time e o teu time vai tocar e ele vai manter. Mas é porque nós, como nós fazemos muitas ações, pra gente hoje é mais conveniente ter uma uma pessoa dentro da operação que faça Isso. A Tai Dantas do G4 era a pessoa responsável pela construção de marca. Então assim, a Taidantas que trabalhou na despersonalização do dos meninos, né, dos quatro, para criar a G4 Educação, para
criar a G4 mentoria e para criar a G4 2.0, salvo engano, que foi o último movimento que ela fez lá dentro, né, que ela falava a novo modelo G4 de C, novo modelo de educação. Então foi toda uma construção de marca que vinha dessa Profissional Taidantas e que ela tinha um time abaixo dela na qual ela dava essas diretrizes de longo prazo, essa comunicação e o time vinha executando. E tinha um time de performance separado que era responsável por tá trazendo mais gente dinheiro. Mas essa mulher aí, a Helen, e no caso na empresa de
vocês, ela não vai gerenciar eh essa galera toda aí, por exemplo, de produção de conteúdo, eh, coisas assim. Ela meio que só ela é a Parte e tem alguém ali que ainda vai criar estratégia de conteúdo, mas só usando as diretrizes que ela passou. Sim. Hoje na nossa empresa é assim, tá? Entendi. Então assim, existe a pessoa que vai gerenciar, você pode colocar ela como um líder de squad, sim, mas não necessariamente. Hoje, como ela não é uma pessoa full nosso time, então ela cria todas essas diretrizes, entrega pro time e vai. Então assim, exemplo,
a gente tem uma red de marketing que tá Parceira dessa pessoa que é a Helen, que é de marca. Então a minha red de marketing tá ligado com a Helen que trabalha com marca. A elen cria, a Mel, que é a nossa Red, ela tangibiliza toda essa construção, passa pro time, gerencia, toma conta da aquisição e garante que toda aquela estratégia de comunicação e de marca vai ser aplicada. Uhum. Maravilha. Eh, cara, indo agora, tá, pr pra parte de pro V ali, né, tu falou que tem três pilares ali, né, o MVP ali, que não
é o mínimo mínimo viable product, é o marca, vendas e pessoas ainda no V. Como que era e esse V lá no começo? O que que vocês faziam? Qual que foi o produto que começou? Porque hoje eu sei que tem um monte um monte de coisa, né? Tu falou que é o Rai, não sei o que, o Rai isso, tem vários raios aí. É, todos os raios a gente tá registrando. É. Aí eu queria entender como que começou lá, como que era o modelo de vendas no Começo. Aham. É, vendas, como eu disse, ali é
o coração da empresa, né? Então, assim, toda empresa ela respira vendas, né? Vendas é o que faz a sua empresa tá funcionando e batendo todos os dias, né? E lá atrás, quando nós começamos a gente tinha apenas um produto que era o produto de mentoria. E esse produto ele custava na época, né, que eu entrei era R$ 6.000. E ele era vendido já através de time comercial, só que o time comercial era o Henrique Marinho. Então Ele era o próprio vendedor, ele era a pessoa que fazia os anúncios e vendia e fechava o cliente. Porque
a gente acredita que produto caro não se vende sozinho. Produto caro se vende com time comercial. Só que antes de você poder contratar um time comercial, o que a gente indica dentro da nossa metodologia é que você seja o seu próprio vendedor. Então é que a gente ensina para todos os nossos alunos, antes de contratar um time comercial, venda você mesmo o seu Produto e depois você vem contratando. Então lá atrás era o Henrique vendendo. E aí quando eu entrei, eu fui a a segunda, né, vendedora, eu e o o Lucas nós entramos juntos. Então
nós éramos os dois vendedores da empresa e a gente fazia toda a operação comercial. A gente na época não tinha estrutura, não tinha CRM de vendas, não tinha scripts nem processos. A gente foi construindo isso tudo durante a jornada, mas tudo começou com o Henrique fazendo call. Hum. Esse produto inicial era uma mentoria que ensinava a fazer esse processo de adquirir clientes ali no com público frio para acender daí para daí ele, aliás, acender não, para ele comprar daí um produto mais caro. Então gera esse high ticket no perpétuo, mas era é o mesmo produto
até hoje, tá? Então assim, o produto que a gente começou a vender, ele é o mesmo. A única coisa que nós fomos fazendo é atualizando a Metodologia no meio do caminho, então e criando o método do que a gente fazia. Porque quando a gente faz, às vezes a gente tem muita dificuldade em metodificar o que a gente faz. Então nós fomos fazendo, fazendo e a gente, opa, isso aqui é uma metodologia, a gente consegue aplicar, mas ela é a mesma. Então assim, há três anos a gente vende a mesma coisa, só que ela vem sendo
atualizada. Então assim, passa movimento de mercado, a gente vê o que funciona, o Que não funciona. Isso aqui ficou, atualiza, coloca mais uma coisa. Então assim, hoje a gente fala que a gente trabalha o nosso, a gente tem vários funis dentro da nossa metodologia e cada vez que a gente vai conhecendo um funil novo e a gente vai testando e validando, vendo que funciona, a gente coloca dentro da metodologia e a gente ensina. Então assim, o core business principal, a gente fala do empilhamento de funis, que é a junção de vários funis Desembocando num único
produto caro. Então assim, isso não existiu quando a gente criou a mentoria, isso existiu no meio do caminho. O Henrique tava viajando e teve um, caraca, existe um método para isso aqui. Isso aqui é um empilhamento. A gente tem resultado da empresa, não era porque a gente vende caro, a gente tem resultado da empresa porque a gente empilha. E aí ele pegou no iPad, ele foi desenhando, pronto, aquilo ali virou uma parte da nossa Metodologia. Interessante. Apareceu um cara aqui que ele falou, falou desse negócio de empilhamento de funis, que é o Mateus Matuta. Não
sei se tu conhece ele. Ah, sim. E eu não vou lembrar se ele é nosso aluno ou não, mas eu acho que ele já foi uns três eventos nossos. Ele não virou nosso doutorado. Me desculpa. É um cara bem bem engraçado assim, pô. O podcast dele foi bom, tá? A gente ficou umas 4 horas falando assim, cara, e conteúdo Pesadíssimo até. Até fiquei mal, tá? A gente saiu cansado, cara, porque foi tanta cara, e não saiu ainda, tá? Mas a gente vai soltar esse podcast em breve, pô. Não sei porque eu tô demando para soltar
essa merda aí. Eh, mas enfim. Então, para pr para eu ver se eu entendi, tá? Quando tu começou existia essa mentoria, qual que é o nome dela? High Ticket no Perpétuo. High Ticket no Perpétuo. Era era o mesmo nome ainda, né? Sim. É. Esse aqui daí que é o carro Chefe, o principal ali. Tá. É até hoje. Até hoje. Maravilha. E daí? E a maneira que vendi isso daí era com o Henrique lá no começo, né? com o Henrique, fazendo as próprias calls de vendas e ofertando. Eh, o Henrique, eu não sei se você conheceu
ele, que ali era o menino que ele eh trouxe pro Brasil, eu falo isso com muito cuidado, porque tem gente fala assim: "Ah, o Henrique criou o funil de sessão estratégica". Não, o funil deção Estratégica, ele sempre existiu. A diferença é que eu falo que o Henrique foi pioneiro em trazer essa comunicação. Então, ele tinha um anúncio que rodava, era: "Me dê 30 minutos, eu e você, e numa call e eu vou identificar qual que é o problema, que você não tá escalando o seu negócio, que você não tá alavancando suas vendas". Então ele traz
esse funil, né? Traz esse funil pro Brasil. Isso já é uma modalidade antiga, começa a falar disso e ele mesmo é o Próprio vendedor. Então ele capta o lead para uma sessão estratégica. Que que é uma sessão estratégica? Você preenche um formulário, você tem uma dor e dentro dessa sessão eu diagnostico o que você tem e faço uma oferta ao final, se você for o meu público ideal para comprar aquele produto ou não. E quando nós começamos, ele só tinha esse funil rodando, que era o funil de 30 minutos. Uhum. E isso daí funciona até
hoje, né? Funciona até hoje, saquei. Pras pessoas Que que que querem aplicar então esse funil, essencialmente tu vai ter um anúncio onde vai ser um anúncio que tu vai oferecer esse valor pra pessoa de cara. Tipo, ó, existe aqui uma sessão estratégica aqui e tal, uma consultoria e um diagnóstico. Cara, eu vejo isso aí frequentemente, tá, no na no Instagram lá, tal. Aí a pessoa preenche o formulário, depois que ela preencher o formulário, ela já vai poder marcar qual direto ou vai ter algum SDR no meio ali E tal? Então, hoje dentro da nossa estrutura,
a gente tem o SDR, é o que a gente aconselha a fazer, porque o SDR ele vai pré-qualificar esse lead. É assim, ó, só para explica pro pessoal o que que é um SDR, que eu também já queimei a largada aí. Talvez o pessoal não saiba o que é um SDR. Ah, SDR, falando em linguagem brasileira, né? SDR é um pré-vendedor, é a pessoa responsável por qualificar aquele cliente na ligação para saber se aquele Cliente é o cliente ideal do teu produto ou não. A função dele é aquecer e qualificar o cliente, ou seja, ele
vai entrar em contato com a pessoa que preencheu o teu formulário para saber se ele é a pessoa certa pro teu produto. Se não for, ele já encaminha ele ou para um produto mais barato ou ele desqualifica ele. Então ele faz com que o nosso vendedor, que é o nosso closer ou estrategista que tá na ponta dessa sessão estratégica, o horário da call Dele, ele tem que ser um horário exclusivo e mais caro. Eu não posso levar para um lead que não é qualificado, para uma pessoa que não é qualificada, fazer uma call esse vendedor.
Então o que que eu preciso fazer? Pré-qualificar ele antes. Por se eu faço só o formulário de qualificação, porque a primeira etapa é o formulário de pré-qualificação, ali ele já pode seguir ou ser eliminado. Então assim, vou dar um exemplo dos nossos funis. Se Você marca lá que você trabalha com PLR no nosso produto, você tá desclassificado, você nem cai no pré-vendedor n deu ruim para vocês, pessoal. Se foderam aí, ó. Então, não serve pro nosso público final, não serve. Isso é um fato. Então, você já tá desclassificado, você já você vai nem receber, você
nem vai entrar em contato com o nosso vendedor, você já vai receber uma mensagem falando que você tá Desclassificado dentro do nosso funil. Agora, se por só que acontece, por que que a gente tem o pré-vendedor? Tem muita gente que mente no formulário, então tem muita gente que marca lá e não é na verdade. E o nosso pré-vendedor, ele vai avaliar se aquilo que tá acontecendo, se aquilo que foi preenchido no formulário é verdade. E ele também, a função dele é garantir que você tem o desejo de ir paraa call, porque senão no meio do
caminho você Preencheu, você nem lembra mais do que você preencheu. Aí você desliga o telefone, você fala: "Não lembro". E aí o meu pré-vendedor, ele vai fazer o quê? Se você for o meu público ideal, ele vai te lembrar e vai te dizer que você tem um ganho de para qualquer o quê? Um diagnóstico. É descobrir se o produto é mesmo para você. ele vai identificar alguma coisa na sua operação que tá equivocada e que ele consegue te ajudar. Então assim, ele vai vender a call para Você. Uhum. Tu acredita que esse processo tá assim,
a gente vai ter várias conversões aí, né, pro pessoal que tá rodando esse funil aí. Então, pô, vai ter a conversão do anúncio, vai ter a conversão do formulário, vai ter a conversão daí do SDR. Eh, tu tu acreditas que a gente precisa sempre ter essa pegada de vender o conteúdo da COL em si? Ou a gente só poderia falar pro cara, olha, essa oferta aqui é muito boa e tu Deve ir para call para receber uma oferta, porque essa oferta é muito boa e ela pode mudar tua vida. Porque nesse segundo caso, né, onde
eu falo mais da oferta, eu meio que tiro um pouco o peso de do conteúdo ser bom e daí a princípio acho que facilitaria a própria call, sabe? a pessoa já chegaria até lá mais qualificada, porque ela já sabe que, pô, vai ser uma call de vendas, eu vou, eu tô lá porque eu tô interessado em comprar um produto. Eh, tu acha que Existem casos onde essa segunda abordagem é melhor que a primeira, onde tu fala que, ó, vai ter onde tem um valor pro cara e tal, ou como é que tu vê isso? Daí
existe o funil de aplicação direta. Então assim, é porque não é o funil de sessão estratégica, o sessão estratégico. Ah, esse é outro funil que eu falei. É outro funil, viu, pessoal? Eu criei o funil da minha da minha cabeça aqui, ó. Viu? Já tá tudo, cara. Minhas ideias são boas, já tá tudo Validado, entendeu? Minhas ideias. Alguém já pensou, já fez, mas eu tenho ideia boa também, entendeu? Então, o funil de aplicação direta, ele ele já é o funil que vai levar você direto pra oferta. Ou seja, você recebeu o anúncio, recebeu a página,
você já sabe praticamente qual que é a oferta, quais são os entregáveis. E aí eu vou avaliar nesse funil se você de fato é o cliente pro meu produto. Então você já vai comprado, você sabe o que você quer. Só Que você pode ter dúvida na hora do pagamento, a forma de pagamento. Você pode querer negociar, porque eu tô falando de um produto caro. E eu preciso garantir que você não vai se arrepender de estar comprando, que eu não tô vendendo para um cliente que não vai ter resultado com a minha metodologia, só que eu
não preciso vender a call ali, não. Você já tá ciente, você já aplicou, você quer. Só que eu vou garantir que eu meu produto atende a sua necessidade. Hum. que aí é aplicação direta, a gente também roda esse funil. Cara, que interessante. Tu começou com o funil de sessão estratégica. São estratégica. Funil de 30 minutos. É, eu acredito que esse funil de sessão estratégica, ele na minha cabeça, tá? Me corri se eu tiver errado, mas ele faz muito sentido para tráfego frio. Pessoas não te conhecem porque tu vai pegar o valor ali. É já uma
aplicação direta a a princípio Parece um tráfego tráfego quente ou morno, porque a pessoa já te conhece. Aí você tem menos barreira ali, sabe? para para vender de fato. Para mais dicas sobre funil de high ticket, você já tá apto a começar a dar aula sobre isso. Exatamente. A sessão estratégia que a gente usa. Toma, pessoal. Os guri tão chato aqui no podcast. Eu, cara, eu falei, já sei tudo, mano. Marketing, entendeu? É só deduzir, só usar a técnica dos primeiros princípios, só Pensar, usar a cabeça aí. Não, mas exatamente isso. Então, a gente usa
o sessão estratégica, maior parte. É para público frio, sim. E é um um tem muita gente hoje falando assim: "Ah, mas você não tá achando que o funil de sessão estratégica ele tá ficando mal falado, tá demorando a converter?" E eu vou te dizer que depende muito do nicho e é uma técnica milenar. Então assim, o funil de sessão estratégica, ele não é algo criado agora e não foi criado por nós do Henrique Marinho. Então assim, ele é algo que já funciona no mercado tradicional, assim, vendas complexas é feito através desse funil, só que eu
não tinha esse nome de sessão estratégica. Então assim, eh, você meismo não tinha exatamente toda essa construção que a gente markeizou, né, pessoal? Lógico, eles vão botar um nomezinho novo ali e falar que eu criei agora. Exatamente. Então, a gente vem marketizando uma coisa que já existe há muito tempo, que É fazer call de vendas, né? Isso já existe desde receitas previsíveis. A gente já falava muito disso, só que a gente não trazia isso dentro do mercado de infopruto. Cara, eu vou te falar um segredo, tá? E esse, pessoal, esse é o segredo, tá? para
pr do podcast. O segredo do podcast, pessoal, não é conteúdo para vocês, conteúdo é para mim. É porque eu tô ganhando a mentoria de graça, entendeu? E é verdade. Tu acha que é Mentira? É verdade. Acredito. Porque, tipo, essa parada de aplicação direta, pô, para mim, eu não sabia que isso existia e e eu e eu tô criando um produto high ticket, entendeu? Nossa, pega, pessoal, quando cortar aqui, a gente vai para uma call de aplicação direta ali atrás, que é o é é para otimizar as ofertas dos clientes do Vetu. Só que eu tava
fazendo sessão estratégica. E daí, [ __ ] era um saco. Agora vai ser aplicação direta. Vocês não vão mais ter tempo aí comigo, não. Vai ser tipo, ó, já vai chegar na col. Já são seus clientes que você quer vender. Claro. Ah, existem outros funis que a gente usa para quem já é cliente. Então, pronto, ó. Sim, tem outro funil que a gente chama de saque o dinheiro. Saque o dinheiro. É, aí é outro funil. O funil sa o dinheiro você vai usar pra sua base. Ou seja, você já tem o número de clientes, eles
já compraram de você, eles já t acesso a você seu conteúdo e Você pode fazer um webinário ou uma oferta exclusiva para um público que já é teu cliente, que a gente chama de sacar o dinheiro que tá na sua base. Ou seja, você não precisa fazer a aplicação direta necessariamente, não. Você pode montar um webinário e fazer uma oferta ou um e-mail, depende da estratégia, mas que você vai fazer pro cara que já é teu cliente. Então você vai desembocar todo ele às vezes num webinário e dentro desse webinário você vai falar qual que
É a nova oferta, qual que é o novo produto para esse público que já é teu cliente e aí por isso que a gente chama ele de sacar o dinheiro que tá na sua base parado. Sim, faz sentido. É, cara, esse aí para mim não deu muito certo, eu apliquei ele, mas aí sei lá, a base do veturb lá, o pessoal não engajou tanto com o abninário que eu fiz para tráfego frio, uma beleza, tá? Eu ten que olhar mais primeiro sua oferta, depois a gente pode conversar, mas não, mas oferta era Boa, cara. Quer
dizer, se se o pessoal não engajou, bom, mas [ __ ] na real, porque eu eu não tô tão focado nessa parada aí, porque meu rolê não é ver nem for produto, sabe? Eu quero que os caras eles tenham mais plays para eu cobrar mais, sabe? Aham. Porque no fim das contas a gente cobra pelo uso da pessoa, né? Sim. Mas, cara, eh, o feijão com arroz, tá? O básico que mais funciona pros teus clientes hoje, eu acredito que é o funil de sessão estratégica. Faz Sentido isso? Tá correto? já funcionou muito, é a metodologia
principal, então assim, a gente não descarta ele para quase ninguém, então assim, isso é um fato, mas hoje a gente tá vendo um mercado, principalmente quando o público final é marketing, esse funil ele tá começando a perder performance. Ah, sem dúvida. Pessoal deve est tipo cansado de sessão estratégica, sabe? E uma dica que eu te dou, tá, eh, o pessoal vai me matar Agora, mas eu vou falar, é que assim, né, a gente tem em marketing direto aí uma uma coisa muito importante é o formato que tu entrega a mensagem. Uhum. Sabe por que o
nome é carta de vendas? Hum. Sabe por quê? Não, não. Eh, porque antigamente chegava uma carta na casa da pessoa, uma carta mesmo. Ela ia no correio, aliás, ia no na caixa do caixinha de correio e abria lá. tinha uma carta e daí ali a gente começava a ele, ela lia a carta e depois de ler a Carta ela falava: "Caramba, vou comprar esse produto". Era uma carta de vendas, literalmente uma carta que vendia o produto pra pessoa. Ela tinha que ir no correio lá, tal, botar lá o selinho lá, mandar a carta de volta
pro cara e fechou. Aí, aí, beleza. Daí o que aconteceu? Dá-lhe carta de nas pessoas, carta para [ __ ] Aí o pessoal, [ __ ] chegava uma carta ali com uma headline chamativa, o cara, pô, mais uma carta que vão botar aqui e tal para para Vender para mim. Aí o cara via a parada, nem lia, jogava fora na hora porque já tava, ele já era consciente que aquilo era uma mensagem de vendas ali, que ia querer persuadir. Que aconteceu? Pararam de mandar carta, o mesmo conteúdo da carta, botaram numa revista e chamaram aquilo
de maga log. maga de magazine de revista e o log de de catalog de catálogo. Então, uma revista catálogo. Então, era mesmo conteúdo, mesma mensagem de vendas ali. Mensagem de Vendas é o tipo conteúdo que faz tu comprar em primeiro lugar, mesma mensagem de venda, só que adaptado para formato de revista. E e éí daí chegava da o pessoal uma revista, que legal, recebi uma revista da Lia, pum, comprava aí p dá d começaram a escalar para [ __ ] Aí revista parou de funcionar também. Aí fizeram Bookalog, que era um livro, tem até um
livro pessoal, The Little Black Book of Secrets do Garb Venga, cara, pensa numa copia boa, tá? [ __ ] esse bicho era bravo. Que na minha opinião melhor com a parte da história, o GB venga. Uhum. Aí botaram o livro lá também, dá-lhe livro, aí parou de funcionar livro, daí os formatos são evoluindo. Então, pô, anúncio de televisão, eh, rádio, advertoriais na internet, vídeo de vendas, VSL, sessão estratégica, aí fizeram o lançamento, o lançamento parou de funcionar, aí tem um lançamento possuído, não sei o quê, o tal, aí parou de funcionar o lançamento, 4 aulas
100% online gratuitas, agora é o desafio da [ __ ] que pariu. Aham. Aí parou de ser o desafio, daí agora é um documentário. Aí tipo a Betinha nesse di falou que fez um documentário que é um lançamento. Só que só que aí coloca o nomezinho diferente e tudo isso tem, tá, a intenção do quê? Qual que é o propósito disso? O propósito é, cara, disfarçar isso aqui de um conteúdo, porque as pessoas não gostam de vendas, elas gostam de conteúdo. Uhum. A não, a Não ser que a pessoa já queira comprar, né? Mas a
grande maioria ela não vai querer comprar. Ela quer conteúdo, por isso que a gente vê Netflix, tal, etc. Então, se tu dá dá um jeito de disfarçar, tá, eh, essa call de vendas de conteúdo, cara, esse é o segredo para as pessoas engajarem com a mensagem, sabe? Uma coisa que eu fiz, tá, pô, o mercado, o meu mercado, quem que é meu mercado? É um mercado de pessoas que têm VSL, veio de vendas. Se eu faço um VSL Para vender o Vetub, cara, tipo, vai ficar muito na cara que é um negócio de vendas, então
talvez eu não consiga persuadir tanta pessoa. Então, o que que eu fiz? Eu gravei um vídeo no YouTube, ou seja, o formato de YouTube ultra indireto. Botei esse vídeo no formato de aula, onde eu dou uma aula pra pessoa. E esse essa aula, ela é um VSL disfarçado, onde eu venho do Veturb, eu falo das funções do Veturb. O título é Sete jeitos de aumentar a conversão de Quase todo VSL. E tá lá no meu Instagram lá no link da bio. Então o pessoal clica lá, vê aquela aula ali, é personal. Quando eu lancei aquele
vídeo, o Vetube cresceu 25% naquele mês. Foi tipo crescimento e e a gente já tinha tipo milhares de clientes. Foi um crescimento absurdo, porque aí eu disfarcei aquela mensagem ali, se eu botasse num VSL, ninguém ia ver aquilo ali, [ __ ] O cara ia falar, pô, João vai meter uma cópia aqui e tal para usar, mas como era no YouTube ultra disfarçado, sabe? Pô, um negócio no YouTube, tem cara de conteúdo, como era uma aula, cara, eu disfarcei tão bem ali, sabe? E daí deu, deu muito bom. Aí, cara, eh, pro mercado digital, sem
dúvida alguma, né? sessão estratégica, o cara, [ __ ] de novo, vou entrar lá pro cara falar algumas coisinhas. E muitas vezes o cara teve também uma experiência ruim que o o o vendedor não passou um conteúdo, era uma c de vendas, era mais um funil de Aplicação disfarçar estratégica, né? Aí cara, eu acho que esse é o segredo, sabe? Se dá um jeito de inovar nessa parada do formato, aí eu acho que que é top. Tá, tem muito dos nossos clientes que estão inovando, então assim, eles chamam de diagnóstico, eles implementam uma COPA diferente,
você sai com o plano de ação dentro dessa call, então você entrega um material pra pessoa, você leva a pessoa para garantir um material de resolver um problema. Então isso é Uma coisa que a gente agora dentro da empresa a gente tá mudando. Então a gente vai a gente vai trazer metodologia pra nossa sessão estratégica, pro cara sair da sessão, tipo assim, com algo prático que ele na mão que ele vai ver valor. Então mas isso foi acontecendo com muita gente fazendo e a sessão estratégica virou apenas uma call de vendas que trouxe um movimento
ruim para mercado. Então assim, que as pessoas começaram a ficar cansad o excesso de Ofertas high tickets, então assim o você leva pro vendedor, você toma uma oferta e não resolve nada. Então esse é um problema que o mercado tá enfrentando hoje com exceções estratégicas, mas a gente tem cliente nosso, que exemplo, que tem nicho de restaurante, cara, tá dando muito certo, por o cara não recebe outro input de sessão estratégica. Nossa, daí é para destruir. É, e aí tem mercado de harmonização facial também, tem muita gente funcionando. Então Assim, é adaptação para cada mercado,
mas tem uns mercados que não tão sendo essa chuva de sessão estratégica assim, que estão surfando uma onda maravilhosa. E a gente no mercado digital a gente já tá enfrentando esse problema. É. mais sofisticado. Sim, cara, uma coisa que eu fiz, tá, uma dica aí, sei lá, pros teus alunos aí, até para ti, caso tu queira testar, não sei se tá certo, não sou referência, aliás, deu um pouco certo, tá? A a o meu high ticket era Recorrência de se 6.000 por mês, era para pr ajudar a otimizar ali o vestado do cara, tal. E
daí a minha cópia era assim, mano, vem aqui para uma call, eu vou te dar três testes a B aqui, tá? No mínimo que vai dobrar tua conversão aqui. Te garanto 100% de mente de conversão. Eu vou ver teu funil e e tu vai ter isso daí. Para tu participar da call é de graça, mas tu precisa pagar R$ 700 para tu comparecer na call e depois eu vou te Dar um reembolso e se tu não gostar da call, eu te devolvo o dobro teu dinheiro. Te devolvou 700, mais 700 tu me pagou, tá? Uhum.
Eh, porque prova de que eu realmente sei que essa call aqui entrega valor. E o motivo pelo qual fazer isso é porque no final eu vou te apresentar um produto aqui que talvez tu queira, mas de qualquer maneira só pela qual por só já vale a pena. Então, tipo, ele paga para entrar, mas na prática eu devolvo dinheiro para ele, sabe? Sim. E Daí e isso daí meio que meio que garante pro cliente e como eu ofereço essa garantia, né? Isso garante pro cliente que ele vai ter valor na call. Sim. E aí é se
a nossa taxa sempre foi boa assim, a nossa conversão de call era altíssima também, tipo acho que era uns, sei lá, 70%, sabe? Acho que isso isso é alto, né? Vou chamar isso de funil de sessão estratégica pago. É tipo, não sei, eu fazia isso daí da a pessoa pagava e no final recebia o dinheiro de volta. Então, na prática era de graça, mas só para ela se comprometer aí e para e dava a garantia de o dobro do dinheiro de volta para ela entender que de fato vai ter um um conteúdo bom, que não
é só uma COD de vendas idiota ali. E de fato não era, tá? Era bem bem. Quem fazia era comercial ou tinha um time? Não, cara, era o próprio eu mesmo. Ah, era você, São Paulo? o escravo ali do do time comercial era eu. Eu é que a gente não eh era um projeto piloto, assim, a gente Chegou a ter tipo uns 15 clientes, acho por aí. Aí tipo dava uns 90.000 recorrente ali, mas na prática a gente pausou porque os clientes não estavam aplicando a parada. Uhum. A gente dava um teste AB por semana
e os clientes não aplicavam. Ele tipo, ah, [ __ ] E daí ele acabava cancelando porque ele não queria aplicar. Mas a gente tá voltando com isso agora de um formato diferente que vai ser mais fácil pro cliente para ele aplicar. Bizarramente. Vocês são Preguiçosos, cara. Tipo, isso é muito doido, sabe? É, o cliente hoje teve um amigo meu que ele até me falou isso e ele falou: "Cami, eu não compro o produto Highight Ticket, porque o produto Highight Tick é para você ter um babá atrás de você fazendo você fazer as coisas". E ele
falou: "Eu não, se você me entregar um vídeo no YouTube, eu vou pegar e eu vou fazer". E acho que ele falou isso para mim, eu falei: "Cara, não é que é que eu falei: "Os clientes Estão pagando pra gente sentar do lado deles e segurar na mão deles e falar assim: "Faça isso aqui". Porque o conteúdo ele tá disponibilizado na plataforma, sem dúvida. Mas ele não, ele quer o acompanhamento, ele quer alguém ali cobrando ele. Tanto que hoje a nossa área de produto é uma área grande da empresa, porque assim, só de CS eu
tenho sete CSs, ou seja, pessoas eh custom sucess, né? A gente tem profissionais que acompanham o nosso cliente dentro da Execução da metodologia. Você fala: "Mas para que isso? Para garantir que o que ele tenha pago, ele tenha resultado com a metodologia, porque se eu não boto alguém, ele não faz e aí parece que o método que é ruim. Não só tem esse problema do método, como também previne ele de comprar mais coisas, né, de acender no funil, porque ele ele, pô, eu já nem apliquei isso aqui, porque que eu vou comprar, sei lá, o
Rai, não sei o quê. Daí, tipo, Complica. Mas, cara, eh, então, a ideia é chama o cara para uma sessão estratégica, tá, o básicozinho ali, eh, depois que ele vem, aí tu vai fazer um diagnóstico de acordo com o problema dele, correto? Falou que é 30 minutos ali na a call, né? Sim. Uhum. O que, como que, que isso é dividido? Tipo, é 10 minutos de, sei lá, introdução, 10 de diagnóstico e 10 de vendas ou ou é mais ou é menos. Como é que funciona isso? A gente não tem essa Estrutura hoje definida na
empresa. Eu vou até, você falou agora, eu falei assim: "Hum, interessante, deixa eu dar uma olhada no comercial, como é que eles estão dividindo isso". Mas como eu tava sentada nessa cadeira, né, então o cliente ele já preencheu um formulário, então eu tenho minimamente conhecimento do que ele faz, né? Então assim, dentro desse formulário, antes da call, eu já lia de cada cliente a dor de cada um deles. E quando eu entrava na calledora, A primeira coisa era entender um pouco mais sobre a dor dele, entender o que que ele já fez para poder resolver
aquele problema específico. Ou seja, a gente tem clientes que entram no nosso funil de sessão estratégica que já tem produto high ticket e não conseguem escalar. E eu pergunto para ele, o que que você já fez para tentar escalar esse produto high ticket? Você já fez um funil de sessão estratégica? Você já fez um funil de webinário pago? Você já fez Uma aplicação direta? Ah, sim. Não investiu, tá? Investiu quanto? Qual que é o custo de call? Qual que é o número de MQLs que tava caindo? E o número de SQLs? E a conversão e
o no show? Então eu ia tentando entender um pouco mais. Quando eu intentar, quando eu consegui entender o que que era, qual que era o próximo passo? Agora mostrar para ele qual que é o caminho, da onde ele tava errando. Então assim, geralmente o cliente fala assim: "Ah, mas eu investi Tanto, eu tô". E ele não sabia o número de MQLs, ele não sabia nem a conversão dele. Acontecia muito cliente falar assim: "Ah, não tô tendo resultado". Eu falava: "Tá, mas quantas colas você fez essa semana? Qual foi a taxa de conversão?" Aí fazia cri
cri. Meu Deus. Ela falava: "Não, então você não sabe, né?" É, então não tem como saber se não tá dando certo se você não tem dados. Falei: "Você tem que começar a ter dados." E isso acontece muito em high Ticket, que eu falo que o que traz o resultado que a gente tem na nossa empresa dos nossos clientes é análise de dados, né? Um funil não é uma coisa simples. A gente tem dezenas de indicadores que a gente fica olhando todos os dias para saber se aquele funil ele tá performando ou não. Então assim, eu
vejo muito cliente meu que fala assim: "Eu tenho um cliente meu que fala isso, nossa, eu vou demitir todo mundo do meu comercial que não tá Convertendo". Aí eu falei para ele: "Tá, me manda sua planilha que eu quero ver como é que tá seu número de como é que tá teu os números." Aí ele me mandou, falei: "Cara, teu problema no marketing, não é no comercial. O comercial tá recebendo bons leads, a conversão tá dentro da plausível, que pra gente nosso mercado é de 25 a 35%. Eu falei: "O comercial tá bom". Só que
assim não tá batendo a meta de leads, na verdade qualificados para você converter esse Produto caro. Eu falei: "Corre atrás do marketing, não é do comercial". Uhum. Então acontece muito isso da gente não tá olhando os números certos dentro de um funil e dentro da sessão estratégica, o meu vendedor ele tem que tá apto a conseguir identificar esse gap, traçar uma solução para ele e aí sim fazer uma oferta. Ele é um vendedor e consultor ao mesmo tempo. Sim. Todo o nosso time comercial ele tem que ser treinado dentro da nossa metodologia. Então, para Ele
conseguir entender o que a gente vende e conseguir entender exatamente como ele consegue ajudar o nosso cliente na hora de uma cola. No caso, então, os teus vendedores do high ticket do ppret, mas também os vendedores eventualmente dos teus clientes também tem que ser treinados ali na metodologia do teu cliente, correto? Então ele tem que entender ali do que que ele tá vendendo, que sinceramente acho que é o básico, né, para um vendedor, né, saber do que Que tá, tipo, saber tipo ah, isso aqui que eu vendo, tá, mas como é que funciona? É, a
gente hoje lá na empresa, a gente tem o time comercial, ele tem treinamento com time de produto e com time de marketing frequentemente. Frequentemente, porque senão a gente fica com um vendedor desatualizado e que fica um leitor de script. E para vender um produto caro, um leitor de script, ele não funciona. Então, a gente tá o tempo todo trazendo atualizações e Ensinando, exemplo, todos os funis, os meus vendedores têm que ser treinados, os meus vendedores têm que entender, olhar uma planilha de números e saber ajudar o meu cliente em relação à aqueles números. E aí
ele é treinado pelo marketing, que é o gerador de toda essa demanda, e treinado pelo time de produto, que é o criador da metodologia que faz funcionar. Então a gente faz esse movimento constantemente, pelo menos a cada três meses. É isso é muito Importante, cara. Lá no time do Veturb lá, eu percebo que eu sei muito mais do produto do que o pessoal do CS, sabe? Sim. O pessoal do CS em teoria e aliás, eu acho que talvez ninguém nunca vai saber mais do que eu, mas eh pelo menos como aplicar, sabe? Tipo, ah, faz
isso aqui e tal, esse teste, mas é uma coisa que eu preciso fazer fazer mais. Eh, cara, o que que tu acredita que são eh métricas OK? Assim, nesse funil de, digamos, sessão Estratégica? Eh, o que que é um padrão do mercado assim? E, aliás, isso é uma pergunta que é boa em primeiro lugar ou isso depende de cada de cada pessoa? Depende. Não existe. Cada nicho tem a sua particularidade. E como além de ter sua particularidade, eh, depende de muito como você tá investindo, que você tá investindo, qual que é o teu objetivo. Então,
não existe nem assim uma regra, né? Então, assim, e se você não faz, não existe indicador prévio Para dizer se tá sendo bom ou ruim. Sem dúvida. Então assim, eu preciso muito, eu falo que o funil ele é um um teste AB profundo e constante o tempo inteiro. O que funciona pra gente hoje não é o que funciona, mesmo sendo o mesmo nicho para um cliente meu que tá começando. Então assim, exemplo, eu posso pagar hoje R$ 2.000 numa call de vendas, porque a minha conversão, a minha margem, ela tá correspondente a esse valor. Mas
se você tá começando hoje, tem pouco Investimento, você consegue pagar isso numa call? Não, tá muito caro. Então, quanto é que você quer pagar numa call? R$ 500. porque essa cola tem um custo. Então isso tudo por isso que não existe a métrica certa. É muito depende do seu tamanho, do seu investimento, do seu mercado. Então a gente fala tanto que a primeira coisa que a gente faz com os nossos mentorados hoje é sobe o funil e a gente vai analisar o resultado que ele traz para poder definir as próximas Métricas. Então assim, quando você
tá começando, às vezes a sua única métrica que você vai olhar é o número de calls qualificadas. Então hoje eu olho muitas coisas. Hoje na empresa eu olho número de qual qualificadas, o número de no show, o número de pré-qualificação, o número de SQL, o número de MQL e o número de lead. Então eu olho tudo isso aqui, mas o cara que tá começando, ele não vai ter tudo isso aqui para olhar. Então hoje eu tenho indicadores claros Dentro da minha operação, dentro do meu investimento, para saber se tá performando ou não tá performando. Mas
se eu mudo o nicho, mudo o mercado, mudo até a empresa, tudo que tá ali já não serve. Então não é uma exata. Sim, outra coisa. É, faz sentido. É, eu acho que no fim das contas a métrica principal, quer dizer, obviamente, né, tipo, ah, qual que é o meu retorno, teu Roy, obviamente, né, vai ser isso. Mas tudo aquilo que leva para isso aqui, eu Acredito que deve mudar assim, que é como tu falou, né, pô, no nicho de mercado, no marketing digital, provavelmente tu vai ter um custo ali por call muito mais elevado,
só que um lead também muito mais qualificado, sim, do que o cara do restaurante, porque quem vai para essa estratégica, o cara já vai saber, pô, beleza, vai ter uma venda aqui e tal, então menos pessoas vai, mas quem vai já vai est mais tipo consciente já o restaurante, tipo, ah, Que legal, vou ter um diagnóstico, o cara chega lá todo é mais inconsciente ali, daí no final pau, recebe recebe a oferta ali. Exatamente. É, cara, show de bola. Então, as métricas no total elas são meio, é, elas dependem, né, de nicho para nicho. Porém,
as pecinhas elas têm que ter, né? Tem que ter um anúncio ali e tal, depois vai ter um formulário. Tu recomenda a pessoa que quer implementar esse funil já de cara aí, tu acredita que vale a Pena já contratar um SDR ou não? Não, não. Nem já coloca o formulário ali, acabou. O closer é a própria pessoa. E o closer é com a própria pessoa. Maravilha. Quando que vale a pena começar a contratar esse closer barra esse SDR e quais são as características assim que tu olha, tá? Primeira coisa que eu falo que para você
contratar o primeiro vendedor, você tem que ter feito as primeiras 100 calls. Ou seja, você faça as primeiras 100 calls, né? Porque a quando você faz as primeiras 100 calls, você vai conseguir analisar o modelo que funciona e você não vai conseguir treinar o vendedor se você não sabe o que funciona. Você não vai trazer o vendedor, vai botar ele dentro da sua operação e você vai pedir para ele descobrir o que funciona. Afinal, você é o seu especialista, você é o próprio expert, você é o próprio dono da plataforma, enfim, que é o detentor
de todo o conhecimento do método. E se você Não passa por esse caminho, se você não sabe como é que você vai treinar alguém para fazer aquilo que você faz de melhor, que é aquela frase que você falou, né? Nossa, eu ainda acho que eu sou o melhor hoje que entendo disso. Sim. E como é que você contrata um vendedor para poder vender uma coisa que você não fez para poder ensinar para ele? Então, a primeira coisa é: faça suas primeiras 100 calls. Fez as suas primeiras 100 calls, funcionou, você Conseguiu identificar um padrão do
que funciona, aí você vai começar a construir o seu próprio script, você vai desenhar o seu próprio roteiro para aí sim trazer o seu vendedor. E aí, como é que é esse? E é o vendedor, é o closer, não é o SDR. E aí, como é que você faz? você vai dividir o seu tempo. Você vai fazer algumas calls com ele e algumas calls ele vai fazer sozinho e você vai assistir todas as calls dele posteriormente para vir corrigindo. Então é um processo demorado quando você não tem o primeiro vendedor, porque você precisa fazer, você
fez as 100, você vai contratar, vai trazer o primeiro vendedor e esse primeiro vendedor ele vai te acompanhar nas calls. Depois você vai dividir o seu tempo. Esse vendedor ele vai começar a tocar as call sozinho. Você vai pedir para ele gravar. Você vai assistir todas as calls dele, vai dando feedback, vai corrigindo até soltar ele sozinho. Aumentou o volume, começou a Cair muito lead desqualificado. Esse vendedor ele tá com a agenda lotada, você vai trazer um SDR para poder fazer a ponte e vi conseguindo aliviar a agenda dele com leads 100% qualificados e não
ficar ocupando um vendedor que costuma ser mais caro com leads que não faz sentido pro teu produto high ticket no final. Uhum. Eh, cara, isso daí, tipo, eu eu entendi, faz todo sentido. Parece um trabalho difícil, né? Porque, [ __ ] tem que Fazer 100 calls. Aí, tipo, sei lá, [ __ ] 100 calls, aí, se tu fizer três por dia, aí tu vai fechar um mês de call e dá call. Aham. Dá call, pá, pá, pá. E depois disso, tá, aí tu vai contratar o cara para ele começar a engatinhar. Aí tu vai ter
que assessorar ele ali, né? é escutar as calls deles. Então, tipo, eh, o quanto tempo que é, cara, isso daí, tipo, depois que tu trouxe um vendedor para ele tá apto a vender e depois você vai estar dormindo, ele vai estar Vendendo para você. É isso. Isso é ótimo, isso é bom. Mas eu digo o esse processo assim, até ele sair ali de bebezinho para ser um vendedor de fato, dura um mês aí esse treinamento? Então, existem metodologias, né? A gente tem hoje até parceiros que trabalham conosco, que tem metodologias específicas de treinamento, que em
45 dias eles trazem o vendedor e rampam ele para você. Então assim, existem eh profissionais que trabalham só em cima Desse método, não? Como rampar o seu vendedor em 45 dias? Hoje a gente tem até a própria inteligência artificial que tá ajudando muito isso, porque você consegue botar uma IA, né, fazendo todas as calls com especialista e ela mesmo consegue identificar os padrões que fizeram o cara converter na call e vai começar a treinar o time dando input em cima dos resultados. Então assim, hoje tá muito mais fácil do que quando a gente começou. Quando
nós começamos, a Gente demorava três meses para ter um processo 100% fechado. Então assim, a gente demorava, eu considero bastante tempo, que era três meses nosso ali acompanhando aquele bebê. Não é coisa, muita coisa. Só que o que que acontece além disso tudo hoje em dia é que como os processos já estão claros e definidos, exemplo, hoje o meu vendedor treina o pró o próximo vendedor e aí o próximo vendedor trina o próximo vendedor. Então eu não faço mais esse Processo. As pessoas que estão dentro da operação, elas começam a treinar as pessoas que estão
abaixo e os processos são todos documentados e gravados. Então hoje é muito fácil. meu vendedor, ele consegue entrar, ele consegue assistir todo o o passo a passo que ele precisa fazer e isso consegue ter mais dinamismo e fazer com que a gente tenha menos esse desgaste de tá ali segurando na mão dele. Uhum. É, de fato. É, e é porque os playbooks são claros, né? que estão com Depois que você constrói os playbooks, que são os manuais que o teu vendedor vai fazer dentro do teu da tua área comercial, esse processo ele fica mais otimizado.
Agora, se tu não tem playbook, se tu não tem playbook é essa rotina do teu vendedor passo a passo do que ele tem que fazer. Se tu não tem isso, cada vez que entrar um vendedor, tu vai começar a estar zera tudo de novo. É, sem dúvida. É. E e assim, então o o que que tu acha que é o grosso do Treinamento? É mais esses playbooks ali, os processos, eventualmente as videoaulas. Ou é o cara realmente tá ali no campo de batalha ali e tal, aprendendo ao vivo, sabe? Pegando ali o cliente ali no
no na hora. Ou tu acha que é os dois assim 5050? É um coração treinável. Tem um amigo meu que Mateus Mata, que ele trabalha no comercial e ele fala que o vendedor ele precisa ter primeiro coração treinável. E playbooks claros faz com que você minimize erros e Que você tenha menos trabalho. Mas nada, nada como o tempo do campo de batalha. O campo de batalha é o que vai fazer o teu vendedor ficar muito bom. Então, quanto mais horas de calls ele fizer, melhor ele vai ficar. Então, assim, às vezes a gente fica muito
inseguro em soltar o vendedor no comercial, mas eu falo: "Você, quanto tempo de batalha ele vai ter para ele ficar bom e você vai est disposto a est treinando e desenvolvendo o playbook caro, o playbook, os Playbooks claros fazem com que você reduza o seu tempo de treinamento, mas a hora dele fazendo, essa hora, ela é inegociável." Uhum. É, isso é muito interessante. E, cara, eh, a em termos assim, ó, da gente conseguir eh encontrar um perfil, tá, de vendedor mesmo. Tu acha que tem um perfil que te destaca mais e tu acha que alguém
para contratar essa pessoa, ele tem que Existe algum lugar assim que se contrata mais fácil? Você, vocês dev vocês devem ter isso aí, né? Um marketplace de vendedor, vocês não tem. Não, a gente usa nosso, a gente tem hoje um R interno e nosso processo de contratação, ele é 100% pelo LinkedIn hoje em dia. Então assim, no começo a gente usava rede social, formulário, eh indicação de amigo, primo, né? Não aconselho, mas o que a gente fazia, mas hoje em dia a gente usa 100% a nossa contratação, ela é via LinkedIn. Então assim, dentro do
LinkedIn a gente faz o primeiro funil de contratação e para time comercial a gente inclusive já fez um funil de contratação que era um webinário. Hum. Aí, como a gente conseguiu captar muita gente, era mais de 200 formulários eh preenchidos de vendedor, a gente falou: "Cara, como é que a gente vai entrevistar essa galera inteira? Vamos fazer um funil de webinário." A gente Joga todos esses candidatos numa aula ao vivo, a gente ou gravada, porque isso também pode ser um modelo gravado. E a gente vai falar todas as características da vaga, o que a empresa,
o que que ela quer, quanto que paga, como que remunera, quais são as culturas da empresa, o que que a gente espera da pessoa, o que que ela vai ter que fazer. E a gente plantava, eu digo que o pior cenário do mundo nesse webinário, a gente desvendia a empresa, os bons Ficavam. Os bons ficavam aí eles preenchiam o primeiro formulário de pré-qualificação. E aí depois que a gente preenciu o formulário de pré-qualificação, e aí muitos ali no meio do caminho já eram eliminados, mas só ficaram que já tinha certeza, então não vinha para qual
o cara que não sabia quanto recebia, não sabia qual que era a cultura da empresa, não sabia qual que era o produto, qual que era a rotina dele aqui dentro, quais eram os Benefícios que ele tinha. Então ele passou por todo esse processo do webinário e aí ele ia para primeiro recrutamento. Então ele ia pra sessão, ele falava com o nosso RH ou na época até eu já fiz esse processo mesmo, eu mesmo implementei esse funil e aí eu começava a conversar com cada um dos vendedores. Então assim, por muito tempo eu tava tocando à
frente da contratação. Mas você me perguntou sobre perfil, né? Eh, vendedor hoje, infelizmente tá em Extinção. Então assim, é nó quem fica prometendo que traz o vendedor aí você pode trazer para mim, tá? Então, se você consegue trazer um vendedor em 45 dias, eu aceito. Você pode bater na minha porta que eu falo que assim, o vendedor para mim, tá, isso é literalmente a minha opinião e a minha visão e até porque eu já tive sentada nessa cadeira, ele tem que ter muita fome de crescer. Ele não pode ser o cara conformado, ele não pode
ser aquele cara que tá sentado Vendo a vida passar e aceita mais do mesmo. Porque se ele aceita mais do mesmo, é um cara que vai ganhar, vou falar aqui um valor, tá? Ele vai ganhar R$ 5.000, ele não vai buscar pelo seis, mas o seis faz diferença na tua empresa. Então ele tem, tem um cara que tem fome, fome de crescimento, ele tem que ser inconformado. E você consegue ver isso na call, se é aquele cara que é acomodado. E a gente teve um case, foi muito engraçado, né, que eu contratei um Nomade e
aí era o Nomade hip, mas era um nômed hip, não era um nômade que a gente consegue, consegue ver, que vai em vários países, não. Era um nômade hip. E ele não tinha sonho de crescimento. Isso é um erro da nossa contratação, porque ele falou: "Não, se eu chegar a 5.000, tá tudo bem". Qual que era o motivador daquele cara continuar fazendo e vendendo car e não perder nenhum lead? Agora contrata um outro vendedor que é pai, tem quatro filhos em casa, que paga Pensão, que ele precisa daquele dinheiro para poder sustentar a família dele
ou que ele tem a visão de ter um carrão. Tanto que hoje em dia a gente faz uma pergunta, né? O que que você quer comprar financeiramente que você não pode hoje? E se o cara bota, sei lá, brincadeiras à parte, mais um celtinha, esse cara não é um bom vendedor. Ó o tamanho do sonho dele. Agora ele fala: "Não, eu quero comprar uma Porche". Mano, o sonho do cara, tem noção quanto Que aquele cara vai trabalhar para poder chegar naquele sonho? Quanto que ele vai se dedicar para chegar lá? Ele fala: "Cara, o meu
sonho é comprar uma casa própria de não sei quantos mil. Quanto tu já tem na conta hoje?" O cara tá longe desse sonho, amigo. Se esse for teu sonho real, ele vai vender como se toda venda fosse a última venda da vida dele. Ele vai se dedicar, ele vai ter que sangue correndo. Não existe vendedor pressão baixa, não tem como. O cara que Não tem essa fome de crescimento e que não tem esse objetivo financeiro, claro, ele não vai ser um bom vendedor. E assim, por experiência próprio, eu já passei por isso. Incrível como vocês
perceberam isso, pessoal? Como ela se empolgou para falar do vendedor, cara. Percebesse, Anderson? [ __ ] chegou aqui, pá, não sei o qu, botou já o tocou o bumbo aqui. Tum. Legal, cara. Parabéns. Obrigado. É, e é muito doido, né, pessoal? Pensa numa Pessoa em programação a gente fala que tem o fullstack, né, que é o cara, o front end que sabe fazer o front end e o back end. Ela faz marca e vendas. Muito bem. Full steack. Cara, eu tenho mais uma pergunta, tá, sobre vendedor. Depois eu queria falar um pouquinho de SDR e
depois a gente vai falar das pessoas. Mas e sobre o vendedor, eu queria te perguntar, mas cara, como que faz para remunerar o o vendedor ali em termos de salário, comissão, tal? Sei lá, se tem Diferença de pleno, júnior, sénior. Sim, legal. Eh, tem muito a nossa visão, o comissionamento do vendedor e o pagamento do vendedor também tá muito atrelado à tua estrutura de vendas, né? e a tua estrutura de gestão de empresa. Então assim, eu sei que é muito ruim falar o depende, mas sempre o depende eu falo que é a melhor forma, porque
não tem ciência exata, né? Comissonamentos de vendedor não são dois e dois, são quatro, né? Quanto que tuenta pagar, Qual que é o melhor formato para você, qual que é a tua margem do teu negócio. Então isso tudo diferencia. Mas eu vou falar um pouquinho da nossa experiência hoje aqui dentro da Highcale, que é uma empresa que vende um serviço de mentoria recorrente. Então hoje nós nós comissionamos os nossos vendedores através de um fixo garantido. Então a gente tem um mínimo garantido para ele começar o mês sabendo que ele vai receber isso e um comissionamento
maior. Então assim, eu falo que o vendedor ele é motivado através não do fixo. Ele não vem pra tua empresa através do fixo, ele vem através do comissionamento. Quanto que ele pode ganhar mais se ele performar mais? Se o vendedor ele procura um fixo maior, provavelmente é porque ele não confie tanto na habilidade dele de trazer resultado, porque ele vai se agarrar aquele fixo. Então eu não gosto particularmente de trabalhar com fixos altos porque eu Sinto que eu desmotivo, eu dou um mínimo para ele e aí pode ser que ele também me entregue o mínimo.
Agora, se eu dou um valor mais baixo e um comissionamento maior e ele consegue ver que se ele vender mais, ele fatura mais, se ele é estimulado a esse ponto, isso faz com que ele continue sempre vendendo e buscando resultado. Então o formato do mínimo garantido, né, o mínimo viável garantido, mas o comissionamento. É o que a gente atua hoje aqui dentro da Riscale. O que que seria esse mínimo em termo de salário mesmo assim para alguém que tá começando? Tipo coisa de R$ 2.000. Sim, a gente pode considerar que existem, tá? Isso não é
ciência exata mais uma vez, mas assim, a gente já teve empresas e tem até hoje eh mentorados nossos que pagam 15.00 para um júnior. Existe aqui dentro da nossa empresa, a gente não tem nem condições hoje de contratar alguém, porque a nossa demanda é maior, eh o nosso profissionalismo Também de mercado é maior, então assim, a gente tem uma operação mais robusta, mais sofisticada, então é muito difícil, mas eu já vi quem comece com R$.500 R$ 500 para um vendedor júnior. Então assim, só que existe você começar com R$00 e você consegue pagar até R$
5.000 num vendedor mais senior. Então assim, tá, isso de fixo, tá? Então isso dentro de fixo é o que o mercado hoje anda atuando, anda praticando. O 5.000 já é um valor, eu considero bem alto para Qualquer nicho, mas a gente também oferece essa modalidade, dependendo se você entende que um vendedor precisa desse garantido maior e você avaliou que ele vai trazer resultado, né? Eu falo que assim, me prova que você vale isso, me prova que o teu fixo é esse. No VTURB a gente paga muito bem, cara. [ __ ] é, se eu te
falasse o salário da galera, aí tu não ia nem acreditar, sabe? Mas é, eu lembro que eu acho que tu falou para mim, a gente tava discutindo sobre Salário um dia, daí tu falou: "Pô, pra gente paga isso aqui e tal". Eu falei: "Caramba, os caras estão tipo o mercado". E não é que que o mercado paga mais, que a gente tá ancorado empresas americanas, o pessoal paga em dólar, sabe? Sim. Ah, pô. Aí é o programador, tipo, nosso, ele trabalhava empresa americana, daí tipo os cara ganhava em dólar, daí [ __ ] daí fica
uma coisa absurda assim. Sim. Mas cara, eh, em termos de comissão, eu Já ouvi, tá? Eu não sei se isso é verdade, mas eu já ouvi que, ah, a tua tem que comissionar o cara num valor que se ele bater tudo ali, ele meio que dobra o salário triplica o salário. É, tem uma modalidade chamado OTE. Eu não sei nem qual que é o significado da OT, OTE desse isso que é o seguinte, você faz um modelo de comissionamento onde ele recebe um fixo sempre, tá? Então, tô falando agora só do variável, mas o variável
dele vai andar de acordo com o Batimento de meta. Ou seja, se ele preenche de 0 a 75%, ele recebe uma menor porcentagem. Vou dar um exemplo aqui para poder ficar mais claro. Ele vai receber 1%. De 0 a 75% ele recebe 1%. Ou ele pode não receber nada dependendo do teu acordo. Por isso que eu tô dizendo que é depende da tua modalidade. Tem empresas como a G4 Educação, salvo engano, se você bate de 0 a 75 você não recebe, salvo engano, tá? Mas a gente tem até mentorados que fazem isso, mas vamos supor
que na RCK a gente faz 1%. E aí de 75 a 100% você recebe 1,5%. A partir de 100% você dobra, aí vai para três. Aí você vai para três. [ __ ] entendeu? Então você existe essa modalidade que você também, isso é um bom estímulo pro vendedor que ele sabe que cara, se ele chegar naquela meta às vezes 101 ou 120%, porque é você que decide, tá? ele dobra o valor da comissão, então ele fica muito mais Motivado a chegar naquele número porque ele sabe que quando ele chegar naquela conversão, ele vai ter o
valor dobrado. Então isso dá um bom estímulo. Eu falo que é cenoura na frente e atrás. É isso. É bom. É. E tu diz que é que seria quando tu diz esse 1% seria 1% da venda que ele fez. 1% do valor da venda. Sim. E e isso daí é uma comissão padrão assim. 1% da venda ou ou é pouco assim? Tipo só só jogou no ar assim? Não, só joguei no ar porque, exemplo, a gente Pode ter uma venda assim, sei lá, tipo R$ 6.000 que seria a minha venda. Aí tend aí depende do
volume, porque assim, não é só depende do valor, mas é depende do volume e da margem do teu produto. Ah, sim. Então assim, você tem uma boa margem hoje na empresa, você pode vender, exemplo, até 3, 4, 5%, né? Porque, exemplo, se essa questão é uma venda complexa ou se você tem bastante volume e não traz impacto, ok, 5%, não tem problema. Então, mas depende muito Da tua estrutura de negócios. Então assim, a gente tem até 0,8% até 3,5%. A gente já operou aqui quando a gente começou com 5%, mas foi maior maluquí que a
gente fez na nossa vida. E aí a gente recalculou a rota e hoje a gente não tem um comissionamento tão alto assim. Hoje a gente também tá aplicando essa modalidade, saquei. É, e também que pro pessoal que tá começando aí essa parada de de aplicar, né, esses times aí e tal, aí, cara, sem dúvida Alguma, como tu vai ser o vendedor principal ali, talvez tu não tenha que se preocupar com isso, né? Porque o cara a comissão aí ela ela vai ser para ti, vai bomento teu para laborar, sei lá. É, mas faz a conta,
eu falo que é qual que é a margem do teu produto. Então assim, quanto você pode perder numa venda, para, quanto você tá disposto a perder de uma venda para trazer mais venda? Então é uma coisa que também a gente olha quando a gente vai construir isso. Então assim, o meu cenário, tá? Porque você sempre tem que desenhar o melhor e o pior cenário, tanto para ti quanto pro vendedor. Porque quando eu digo pior cenário para ti é se tu vender muito, se tu não olhar tua comissão, supor que tu botou uma comissão muito alta.
Então, no melhor cenário, tu pode estar perdendo muita grana no meio do caminho. E no pior cenário pro vendedor é você não tá vendendo tanto assim e o vendedor não se sentir estimulado para continuar na tua Empresa, porque o comissionamento vai ser baixo de acordo com o teu volume. Então a gente tem muito mentorado nosso que fala assim: "Nossa, mas eu troco muito time comercial, os caras não ficam, eles não engajam". Eu falo: "Mas quanto você tá alimentando esse vendedor?" Porque o vendedor ele vem à base de comissão. Então se ele não vende muito, se
o valor que ele recebe é comissão e tu tá mandando pouco volume de leads para ele fechar a venda, Provavelmente ele não vai ficar motivado e vai procurar um lugar que tenha mais demanda para ele atrapalhar. Uhum. Sim. De fato. É, no fim das contas tu tem que garantir uma oportunidade boa pro teu vendedor, né? Para ele poder ganhar dinheiro. Mas cara, maravilha. Eh, no SDR ali, tem algum tipo de perfil específico que tu acha que vale a pena alguém contratar? Sim. O SDR eh, o vendedor também tem essa característica, mas principalmente o SDR, ele
é o cara Que tem que pegar o telefone e ligar. Cara, ele, você acredita? Eu já entrevistei uma pessoa pra SDR e aí eu sempre faço uma perguntinha: "Ai, o que que dentro do processo de vendas você não gosta?" Ela falou assim: "Ligar pro cliente". Eu eu eu escutei ela ligar pro cliente. Eu falei assim para ela: "Deducadamente, né?" Falei: "Você acha que você tá se candidatando a vaga errada?" Então assim, o SDR ele tem que ser Aquele cara inconformado e que ele vai tomar muito não o dia inteiro e esse não pode ser um
problema para ele. Então se você sentir que é uma pessoa, eu já tive, tá, esses perfis de STR e de vendedor que falava assim: "Ah, eu não gosto de ligar". Ai, pô, é inconveniente ficar ligando, tomando não na cara e desligando a minha cara. Esquece. O SDR é o cara que ele vai ser inimigo do fim. Enquanto tiver uma lista para ele abordar, ele vai ligar até as 10 Tentativas. Entendimigo do fim é inimigo da lista, entendeu? Quando uma lista ele vai acordar. Mas por que que isso acontece? Tipo, ele ele fica tomando não, porque
na minha cabeça o SDR, tipo, a pessoa já falou: "Ó, eu quero esse negócio". Daí o SDR vai ver se a pessoa é qualificada para ir pro negócio. Daí, tipo, o cara no meio do caminho, ele muda de ideia, tá? Ele surta ali, ele esquece que ele preencheu, ele desiste. Então no meio do Caminho ele fala assim: "Nossa, eu nem lembro se eu preenchi ou ah, eu desisti, eu só entrei para modelar ou não, não tenho tempo agora para poder falar, desliga o telefone, não responde o WhatsApp, não responde o e-mail". O SDR é aquele
cara que não pode desistir de você, sabe? Ele tem que ir se você for o leader dele qualificado. E a outra função do SDR é fazer as próprias listas, né? Então assim, vamos supor, deu ruim no meu marketing, tá? Paramos Os funis, mas a gente tem uma base de clientes e de leades qualificados. Hoje o marketing, isso já aconteceu, a gente precisou desligar duas semanas os nossos funis. Qual que era a função do SDR? Criar novas listas em cima da nossa base. Então ele teria que pegar no nosso pipeline, no nosso CRM de vendas e
ficar procurando pessoas ali para reaquecer e chamar para uma call novamente. Então você imagina o trabalho desse cara? Uhum. Ele não pode largar o osso não. Se Ele for um cara que não tem essa força de vontade de ligar e tomar não na cara 10 vezes e continuar procurando, ele não vai conseguir desempenhar bem essa função. Sim, de fato. Tem que ter essa vontade para fazer a máquina girar. Cara, engraçadão. Tive muito movido à vontade, né? A raça, tipo, é o comercial, ele ali e tal. Eu falo que o comercial ele sempre tem uma cultura
a parte da empresa. Eu falo que o comercial ela é a quinta série e é a Turma mais barulhenta que uma empresa pode ter. É, é o comercial. É exatamente por isso que eu vim de lá, né? É curioso. E cara, e e em termos assim, aliás, essa pessoa, esse SDR, ele é comissionado? Deve ser também, né? Também. E aí existem vários formatos de comissionamento de SDR. Tem empresas que comissionam o SDR sobre o número de calls qualificadas que ele leva pro vendedor. Existe esse comissionamento. Existe empresas que levam que Comissionam SDR. pelo número de
pela o fechamento que o vendedor faz. Então assim, dá uma porcentagem pequena, 0,3 sobre o a venda que o vendedor fez. Existe empresa que faz pelo volume de criação de lista, quanto ele conseguiu trazer. Então assim, o SDR existe muita, depende da vertente da tua empresa. Então aqui dentro da Hisqueo a gente já fez hoje, né? a gente faz ele junto com o vendedor porque a gente estimula ele para isso, mas a gente também comissiona Ele pelo número de calls qualificadas, porque senão é um cara que vai tá, se for só pelo número de calls,
como a gente já cometeu esse erro aqui de de dar comissionamento esse número de calls, o cara vai encher a a agenda do vendedor com lead ruim, vai, é, sem dúvida, entendeu? Então você tem que encontrar a melhor forma pro teu time e pra tua empresa de vir comissionar mando desse cara para ele se sentir motivado. Porque você imagina, né, ele leva a call Pro vend, ele leva o leídia pro vendedor e aí o cara fecha, ele não ganha nada por isso. Não tô dizendo nem que é errado, tá? Porque eu tenho muito aluno meu
que faz isso. Mas qual que é o empenho dele de vender essa call, não fazer esse cara desistir no meio do caminho? Porque a função do SDR é reduzir o no show também dessa call, porque o cara agenda, ele marca, no meio do caminho ele não vai. E qual que é a função do SD? Reduzir no show. O que que Acontece? Uma das métricas que a gente tem de funil é número de no show. Às vezes o número de no show tá muito alto. No show é não comparecimento na call. E se o número de
no show tá muito alto é sinal que o SDR não tá fazendo bem o papel dele, que é vender bem a call e garantir que esse cara vai aparecer no horário combinado. Sem dúvida. Uhum. É, eu acho que essa é uma uma das funções mais importantes até, né, dele, sem dúvida alguma, porque no final das Contas tem que tem que alimentar o funil ali. Eh, cara, interessante é, se eu fosse comissionar, eu acho que eu pagaria uma porcentagem mesmo do quanto que o closer vendeu lá, que eu acho que ele teria incentivo para fazer o
o ideal, né, que tipo lotar a lista do closer, porém de leads qualificados. Sim, sim. E daí é, eu não entendi muito bem a métrica de botar lead lá, a não ser que, sei lá, tu garanta que a lead já seja qualificado No marketing, entendeu? Sim. É porque a gente chama de MQL e SQL. MQL é o lead qualificado pelo marketing e o SQL é o lead qualificado pelo comercial. Então assim, o meu marketing inclusive essa grande briga de marketing vendas, né? Porque o marketing fala: "Nossa, mas eu te mandei o número de MQL, certo?"
E aí o comercial vem, não, mas o número de SKL que chegou aqui não tá qualificado perante o comercial. Eu falo que é o marketing devide demite vendas e vendas Demite marketing. Então assim, é a briga gostosa e saudável da empresa. Ah, interessante, cara. Maravilha. Então, pessoal, com isso aqui, tá, a gente consegue montar um MVPzinho, tá, de um time comercial. Eh, eu tô nesse desafio agora, tá, de de montar esse mini time comercial aí. E eu tô estando sobre isso, eu não sabia. Se até vou comprar um um costeu, tá? E frequentemente, pessoal, cara,
que Raiva. Ô, não sabia disso, cara. Frequentemente, tá? O cara senta aqui e aí a pessoa mete duas horas de copa em mim. É, exatamente. E daí acaba o negócio, eu vou lá e pá, faço Pix. É verdade, cara. O custo do L, eu comprei, mano, foi R$ 3.000. Ô, que raiva, cara. É sério, o pessoal você vê que você tá precisando. É, não. Da falou, falou: "Caralho, na real que você isso é bom mesmo, né?" De falar e pá fix. Eh, mas cara, maravilha. Deixa eu te fazer uma Pergunta. Eh, pelo que eu estudei,
tá, existe esse cara que é o SDR e tem um outro cara também que é um BDR, começa com B, né? E daí quando eu fui abrir minha vaga lá para vendedora, eu botei isso aí, BDR, que eu nem sabia o que que era, tá? Depois eu fui conversar com os caras, eu entendi que é tipo um SDR diferente. Aham. Que algo que eu entendi, né? O SDR é tipo, as lead chegam para ti, aí o SDR qualifica. O BDR não é que a lead não é o inbound, é O outbo bound. Então o BDR
ele vai atrás do cara. Sim. Vocês trabalham com o BDR também? Não, hoje não dentro da porque a nossa metodologia é muito focada no mercado de infoprodutor, mas se eu não fosse focada no produtor, eu faria muito sentido eu ter um BDR. Então assim, se hoje eu abrisse mercado e fosse para fora, eu com certeza teria um BDR criando listas, né, que é fazendo outbound, buscando novas pessoas para poder criar listas próprias para jogar Pro comercial. É, ele faz isso aí. É, eu acho que eu vou precisar desse BDR aí, cara, pra gente pegar parceir,
mas principalmente clientes americanos, sabe, que tem um LTV muito alto. Sim. Aí, isso é top, cara. Mas maravilha. Eh, com esse processo aqui, tá? Esse funil aqui, eh, do SDR ali e tal, do Closer, eh, tu conseguiu daí escalar a mentoria do do High Ticket do Berpet, correto? Sim, sim. Tá. Tem mais uma coisa que eu queria perguntar sobre isso, tá? E daí Depois eu vou perguntar sobre o teu pilarzinho de de da parte de vendas ali, aliás, de vendas, não, de pessoas, tá? Do MVP. eh, marca, vendas e pessoas. Vou perguntar sobre sobre o
P, que é o final. Porém, eh, eu acho que uma um problema que o pessoal deve ter, tá, sem dúvida alguma uma coisa que eu tenho é tipo o que o que vender em primeiro lugar, sabe? Qual e também mais importante que não não sei se mais importante, mas talvez tão importante Quanto, mas como entregar isso? Porque, [ __ ] eh, às vezes as pessoas têm algum tipo de objeção, sabe? Tipo, ah, como que eu vou cobrar uma coisa cara? Isso realmente vale isso? Uhum. Eh, que que tipo de que de dica que tu dá
para alguém criar essa oferta em primeiro lugar, que que seja sua oferta eh de alto ticket, esse produto caro? O que que justifica isso, sabe? Ou como talvez, sei lá, perder o medo de cobrar caro. Eu sei que eu tenho um pouco Disso, tá? Aí o máximo que eu eu tenho esse negócio de R$ 6.000 aí que eu falei para ti aí, mas cara, demorou, tá? Eh, tipo, na prática, até hoje eu tenho um produto meu aí que eu faço call com o pessoal todo domingo, tá? Aliás, domingo sim, domingo não, ali e tal, mas
às vezes vários domingos. E eu cobrei 997 e daí, tipo, tem gente senta aqui e fala: "Não, mano, tu é maluco, como é que tu faz isso aqui?" Tipo, eu cobro R$ 30.000 aqui no no na minha mentoria e tem dois Encontros em seis meses, tu faz um encontro todo final de semana, como assim? Tá ligado? E daí eh tu tu tens alguma dica assim para para criar esse produto mesmo assim? O que, o que que é o valor suficiente que justifica cobrar is 7, 10, 15? É, é o que eu vejo, tá? É porque
eu trabalho high ticket, foi o que eu te falei, né, desde a época do escritório. E para mim, quem não vende caro, geralmente tem a crença de acreditar que alguém não paga por isso. Então assim, a primeira coisa que eu vejo assim, quando a gente olha, eu falo que tanto que dentro dos nossos produtos a gente não tem aula de de mentalidade, a gente não tem essas coisas, mas eu julgo fundamental, porque para você vender caro, você precisa acreditar que o teu produto de fato entrega uma solução que o teu cliente busca, mas como é
que ele vai saber disso? Como é que você vai saber disso? Existe sempre alguém que tá procurando por um por um Problema e que pagaria caro para poder resolver e que principalmente, né, não sei se é o teu caso, mas se existe outra pessoa que cobra cara se alguém pode ser você. Então assim, como é que a gente pensa hoje dentro? É porque dentro da nossa metodologia, dentro do highict no perpétuo, a nossa metodologia, a gente ensina você criar um produto que seja escalável, que ele converte pro público frio e que ele seja previsível, então
assim, que consiga vender todos os meses De forma recorrente. Então isso é dentro do nosso método. Então ele tem que ser escalável, tem que converter para um para um público frio e ele tem que ser recorrente. Ele tem que ser vendido todos os meses sem ter começo, meio e fim. É o que a nossa metodologia ensina. Ou seja, se você quiser comprar a nossa mentoria hoje, ela tá disponível e amanhã também e depois da manhã também. Ou seja, todos os dias a gente tem uma oferta dessa. Todos os dias a gente tá Vendendo esse produto
e é o que a gente ensina o nosso cliente fazer. Mas existe produtos de serviço, de consultoria, existe produtos de recorrência, de size, de mensalidade. Então, o fato principal é você acelerar o negócio do do cara. Então assim, como é que você consegue? O que ele demoria demoraria muito tempo para fazer sozinho, se você conseguir trazer com velocidade e resolver esse problema dele, você pode cobrar caro por isso, né? Exemplo, você pode, você Precisa comprar o meu produto para poder vender caro? Não, mas pode ser que você fique na tentativa e erro durante seis meses,
um ano para poder acertar um funil. O que que eu tô te prometendo? Velocidade e análise. Ou seja, qual que é a minha promessa principal hoje? O pessoal fala assim: "Ah, por que que eu vou comprar do Henrique Marinho e não do concorrente fulaninho?" Eu duvido hoje no mercado ter alguém que atendeu o maior número de nichos igual a gente Dentro da HCA. Então hoje eu ganho pelo o número de nichos que eu já testei e validei. Então por que que eu cobro caro? Porque antigamente eu cobrava 6.000. Hoje esse mesmo produto que era seis
hoje é 36. [ __ ] O mesmo produto que a gente começou com 6.000 hoje ele custa 36.000. Qual que é a diferença? Foram três anos três anos se passaram. 3 anos que eu tô aplicando em todos os nichos que você possa imaginar. E a gente outro jogo alguém me perguntou Qual foi o nicho mais louco que você que você atuou aí dentro. Eu falei: "Cara, só já eu vendi pro cara que tem eh alface, plantação de alface, eu já vendi pro cara que tem inseminação de cavalo. Então assim, existem umas coisas muito loucas dentro
do mercado que a gente atua. O que que faz a gente hoje se tornar referência? A quantidade de nicho que a gente que a gente já atuou. Então assim, eu já sei mais ou menos o que funciona em cada nicho. Eu já tenho Olho, eu já sei a oferta, eu já sei o valor, eu já sei o que que o outro cara fez e deu errado. Então isso me diferencia muito no mercado. Então para você criar uma oferta, você tem que entender assim, o que que você vai trazer de velocidade pro teu cliente, sabe? O
que que você vai resolver na vida dele, o que que ao invés dele contratar 10 plataformas, se ele contratar só a sua, isso resolve a vida dele? Sim, você pode cobrar caro. Você Vai fazer ele aplicar isso mais rápido? Sim, você pode cobrar caro. Você tá economizando ele contratar 10 pessoas, ele vai contratar uma. Sim, você pode cobrar mais caro. Então, sempre existe alguém para pagar mais caro. E além de tudo, foi o que eu falei, né? A oferta mais caro, ela tá junto atrelada com acompanhamento, ou seja, uma supervisão, alguém que vai acompanhar, que
vai olhar e que vai corrigir no meio do caminho. Então, essa é uma vantagem de você criar Um produto caro. É um produto que, principalmente para quem quer criar metodologia, serviço de consultoria e serviço de mentoria, é o acompanhamento que essa pessoa vai ter. Então, começa a desenhar esse acompanhamento, começa a desenhar a jornada do seu cliente dentro do seu produto. Hum. Cara, isso daí eu acho que é uma é eh para mim pelo menos é uma barreira, porque [ __ ] criar um método que de fato dê resultado e que outras pessoas Consigam entregar
essa ser escalável, daí eu acho que pro Vetor em si, acho que é muito complicado isso daí, porque no fim das contas tu fazer um VSL é muito difícil e daí não é uma coisa que é repetitiva assim, sabe? O o método é, mas o resultado não é garantido, porque se eles tem uma taxa de sucesso de 30% já é acima do mercado, sabe? Então, de cada três versalis que tu faz, um dá certo. Mas você consegue treinar meu time para fazer isso? Ah, é possível. Acho que eu conseguiria. Porque tu já pensou? Eu não
entendo nada, tá, Divcl? Absolutamente nada. Se eu tivesse que contratar uma pessoa hoje, eu teria que estudar sobre isso, eu teria que entender sobre isso, teria que trazer alguém de fora de mercado. Provavelmente eu não saberia nem cobrar resultado dessa pessoa, porque eu não entendo nada. E se eu procurasse você e você falasse assim: "Cara, não, eu tenho uma pessoa interna hoje no meu time, você Tem como, João, você treinar essa pessoa aqui dentro da minha operação hoje para ela aplicar esse método e trazer resultado pra gente? Você consegue treinar ela? Para mim? Eu não
tô te botando o resultado na tua mão. Eu tô pedindo para você treinar alguém da minha operação para tá fazendo isso. Eu pagaria por isso. Pessoal, não falei que é mentoria top, mano. Tipo, eu posso eu posso fazer um funil de sessão Estratégica vendendo essa implementação de um setor de de VSL na empresa do cara. Sim. E daí e eu acho que isso eu consigo fazer de fato. É. E daí dá para cobrar um ticket bem alto, vai gerar um valor interessante, eu vou estar treinando também. Eh, vou est criando o cliente do Veturb, sabe?
E se for mais caro ainda, é você que faz. Tanto que dentro da metodologia high ticket tem: "Eu faço por você, eu te ensino a fazer ou eu faço com você". Existem essas três coisas. Você vai pagar um preço para cada uma delas. Se você fizer por mim, eu pago três vezes mais caro. Agora, se você faz comigo, eu pago duas vezes. E se você me ensina a fazer, você paga uma vez. Uhum. Sim. É, tô ligado. D for you, D. Tô ligado. Isso é bom. É. Eh, cara, legal. Setor DR, pessoal, várias ideias interessantes
aí, tá? Isso é mentoria. Isso aqui é muito mais a mentoria para mim. É mentoria ao vivo. É A mentoria ao vivo. É, cara, maravilha. Eh, vamos falar agora, tá, sobre a o último pilarzinho ali, tá? que tu falou que é o P, que daí foi, enfim, a tu falou, né, que esses são três pilares aí que tu vê que foram responsáveis aí pelo sucesso aí da da High Scale. E a gente já falou sobre a marca, falamos sobre vendas, como é que funciona ali e tal, de umas pinceladas, falou que vendas é o coração,
né, do negócio, porém as pessoas são o motor, né, que de fato Executam as coisas. Eh, cara, eu vejo, tá, não sei se eu tô se eu tô errado, mas eu de fora, eu vejo que a cultura de vocês é muito forte. Isso é meio bizarro, porque a real é que eu não entendo muito do teu negócio, tipo, nunca fui num evento teu. Eu eu sei que existe porque já vi os anúncios. Eh, então o fato de eu ter essa impressão, eu acho que já já diz que, tipo, lá dentro deve ser ainda mais do
que de fora. Eh, o que que tu acha que tu tu acha que isso é o 8020 aí de vocês, essa parte de ter uma cultura muito forte ou a cultura de vocês é até que OK ali, só que vocês têm pessoas extremamente boas, ou seria os dois, tá? Eh, qual que é a importância assim desse pilar de pessoas que tu falou em primeiro lugar e o que que tu acha que que destacou ali a high scale? Sim, eh, eu falo que pessoas é o ativo mais barato para você escalar o negócio e Geralmente é
onde o falando do infoprodutor, ele a última coisa que ele tá olhando é o quesito pessoas e nós só tivemos o resultado que a gente teve, né? Então, assim, a gente saiu de uma empresa que faturava 500.000 1 ano para 20 milhões anos, porque a gente soube escolher as pessoas que queriam construir esse negócio com a gente. Aquela frase tradicional do Simon Snake, eu gosto muito dela, que é assim: "Se você, seu cliente são pessoas, seu time É pessoas e você não entende pessoas, você não tem uma empresa, porque uma empresa ela é base de
pessoas". Ou seja, a as pessoas fizeram a gente chegar onde a gente chegou, porque números é sobre o resultado final, só que quem tá trazendo esse número são pessoas. assim, a empresa não teria o resultado que tivesse que que ela tem hoje se dependesse de mim, do Henrique. E tem toda uma estrutura abaixo da gente que faz com que a gente chegue no resultado Que a gente tem no ano. Então assim, como não olhar para as pessoas como o pilar principal do negócio, né? Como não escolher as melhores pessoas para estar com a gente? Só
que assim, hoje as melhores pessoas elas são caras para você trazer. Então a gente não começou trazendo as melhores pessoas, a gente a gente começou trabalhando a cultura. Ou seja, o meu, eu tenho grande parte do meu time tá comigo há muito tempo. E você fala: "Tá, mas eles eram júniores". E muitos deles continuam sendo, mas são pessoas que vestem a camisa, que estão compradas com a nossa empresa. Eu falo que o meu time ele é capaz, eu até brinco com eles, eu falo assim: "Galera, meu time ele é capaz de furar um buraco aqui
e chegar na China. E se amanhã eu falar para ele: "Caraca, chegamos na China, eu não quero chegar na China". Eles vão fechar o buraco e eles vão dar a volta. E tá tudo bem. Por que que eles fazem isso? Cultura. Cultura. Cultura Faz com que a gente contrate pessoas e essas pessoas elas fiquem no seu negócio. Cultura faz com que as pessoas eh trabalhem mais felizes e pessoas felizes dão o lucro. Isso é um fato. Isso foi uma coisa que eu trouxe muito forte paraa empresa. A gente tem dentro do nosso manual de cultura
o valor que é trabalhar com diversão. E você fala: "Nossa, mas por que trabalhar com diversão? Porque pessoa feliz traz resultado. Nossa, que interessante. Pessoa feliz faz mais do que o Jobs description dela pela proposta final da tua empresa. Então, ela não tá linkada no que você contratou ela dentro daquele formul daquele formulário que ela preencheu. Ela tá ligada naonde a sua empresa vai chegar. Ela sente que se a sua empresa chegar no IPO, ela participa disso junto com ela. Ela tava ali, ela fez, ela preencheu. Tanto que eu falava que eu vendia o sonho
da empresa antigamente. Eu falava assim: "Cara, eu Não sei onde a gente vai chegar. Eu até conto isso para todo mundo. Eu te vendo a lua por eu vou trabalhar para chegar lá." Eu falava que a gente ia ser o Google do Mercado Digital. Tu quer entrar agora? Entende? E aí quando eu faço essa promessa, ele tá, ele quer, as pessoas elas buscam lugares que elas têm segurança e que elas têm visão de longo prazo. Ah, hoje a gente fala muito no mercado digital sobre comunidade, né? Ai, comunidade, comunidade, comunidade é O que gere. Sim,
a comunidade interna é muito importante, porque se eu não trabalho o sonho da minha comunidade interna, o que que adianta eu vender o sonho pro meu cliente externo? O Highfe, vida leve, faturamento pesado. Cara, eu fiz o meu time ir pro kart. Por quê? Eu fiz o meu cliente pro Cart. Eu fiz o meu time pro Cart. Aí quando eu fui alugar uma casa para fazer planejamento estratégico, a gente uma colaboradora minha falou assim para mim: "Cami, por Que que você não alug? Vamos ir para uma sala fechada. Acho que as pessoas vão ficar muito
dispersa numa casa." E eu falei: "Por que eu defendo vida leve faturamento pesado? Eu vou levar eles para Bira da praia." E botei todo o meu time na beira da praia. Aluguei uma casa na beira da praia e eles viveram high life com a gente. Então eles tiveram um brindezinho, eles tiveram coisas personalizada, eles foram tratados igual meu cliente final. tratado. Então, o que Que ele sente desse pertencimento do grupo? Eles sentem que eles fazem parte, o resultado da empresa, ele não tem aquela fala, tipo assim: "Ah, eu tô enriquecendo o bolso do Henrique". Não,
eles estão levando empresas chegando lugar que eles fizeram parte, eles botaram os primeiros tijolos e eles sentem muito isso. E isso eu criei desde muito pequenininho. Então, assim, eu criei um time lá atrás que era um time muito próximo. Então, assim, eu sempre Olhei pra cultura. Eh, o manual de cultura ele foi construído quase um ano depois, mas os valores que estão escritos no nosso manual de cultura, eles foram vividos pela gente primeiro. Então, primeiro nós vivemos eles. E aí, quando eu percebi, eu falei: "Caraca, nós temos o valor da diversão. Tanto que eu não
contrato gente chata". Entrou no processo de entrevista e é chato, não contrato. A pessoa não vai aguentar ficar na minha empresa, não tem como. Gente chata não tá contratado pela highale. E aí você fala: "Como é que você vê isso?" Entrou na rabento, ranza, não deu um sorriso, eu não sentaria para tomar um shopping na sexta-feira. Não vai trabalhar comigo. Desculpa. Não é aqui. Ai que engraçado. É exatamente. Eu falo, tem que conseguir tomar um shop comigo na sexta-feira. Não consegui eu não vai trabalhar. É de fato. Aí e você imagina, né? Eu sou uma
pessoa dinâmica e tem uma diversão muito forte para mim. Você imagina eu trabalhar com alguém que se E como é que eu Olha, legal, né? Pensei nisso agora, sabe o que que eu botei no meu formulário? Hum. É para poder começar a préqualificar essas pessoas, porque a diversão ela é um fator muito importante no nosso manual de cultura. Eu pergunto assim: "Trabalhar com diversão para você é possível ou não?" Ou o que que você acha dessa frase? Diversão e trabalho para você tem alguma coisa a ver ou são Coisas autônomas? Eu vou mudando, né? E
aí quando ele fala para mim, não, acho que trabalho, trabalho, diversão, diversão, no meu horário de me divertir, eu divertir, não trabalho, eu trabalho, mas não vai trabalhar comigo, não vai, não tá alinhado com o valor da minha empresa. Então ali mesmo eu já corto essa pessoa. Não, eu não acho que o trabalho é o lugar da gente se divertir. Acho que o lugar de divertir é o final de semana. Beleza, beijos e tchau. Não é Você. Uhum. Cara, bizarro, porque no Vetub a gente tem esse mesmo valor, sabia? É mesmo. Eu chamo de diversão
comprometida. Ah, legal. E tipo, a gente se se se diverte ali, porém somos comprometidos, então a gente ainda entrega o resultado, porém sempre de maneira leve, se divertindo. Eu tenho uma frase aqui na empresa que é tanto que todo no nosso manual de cultura de cultura vem a palavra, né? O que que é Então a diversão e a competência e vem a o slogan que é trabalhar com diversão não atrapalhando a sua competência. Então trabalhar com diversão não atrapalha nossa competência. É isso, cara. Que interessante. Eu tenho esse mesmo valor aí. similar a isso, tipo,
representa a mesma coisa só não tá escrito, mas uma um incentivo aí, tá, para vocês aí vender as mentoria e comprar o vetor, entendeu, viu? Aí tu faz o funil de de, eu não sei Se você já devem fazer, mas tem um funil nos Estados Unidos que é o Buca Call, que é, tipo, a pessoa vê um videozinho e preenche ali para receber uma ligação, entendeu? E aí um closer liga. A gente vai implementar agora esse mês. Ah, é? Ah, legal. Aí, aí se der certo, vocês usam o Vet vai ajudar o Sim. Quando eu
vim aqui, eu falei com a minha redet, falei: "Por que que a gente não usa?" É lá porque a gente não tem um funil ainda com a VSCL rodando e tal, mas a gente Vai colocar agora. Eu falei: "Ah, então tá, se não tiver aí não é uma boa ideia". Mas se tiver, daí vai vale a pena. Aí tu me avisa, cara, que daí eu eu configuro para ti. Aí tu vai é pessoal e até o final do ano, tá? Nossa, até o final do ano eu vou fazer uma coisa, cara, que vai ser o
único no mundo e que eu vou conseguir dobrar a conversão dos vídeos de vendas. É 100% mesmo, sabe? Dobrar. E daí vocês vão ver isso aí, pessoal. Daí, nossa, fiquei Curiosa, hein? É, não vai ser incrível. E já tem gente testando e e daí o pessoal, tipo, teu vídeo assim no YouTube vai vender X ou em qualquer outro lugar vende X. NoTube é 2 X e realmente é dois ou mais, tá? Ou pode ser às vezes três ou quatro, depende de como tá o teu. Que promessa, hein? É, não vai ser surreal. E daí? Aí
sim, tá? Eu vou estar preparado daí para ir pro mercado americano, tipo, tranquilamente, porque hoje em dia eu posso falar assim, Cara, eu consigo garantir no meu teste B que eu vou vender 20% mais 25, tal. E tipo, já é muito bom, mas se eu falo, eu consigo dobrar e eu entrego isso, entendeu? Daí, [ __ ] daí ficou uma coisa surreal. Dobrar realmente. Mas cara, eh, fal falando ainda sobre esse negócio das pessoas, tá? Tu falou muito sobre cultura, tal, que tu que tu sempre trabalhou a cultura. Eh, como que faz isso, cara? Como
que trabalha a cultura de fato? O e Enfim, não sei se tens alguma dica, sabe? Uhum. Eu nunca consegui fazer isso, eu acho, nas minhas empresas. Eh, tem um livro, tá? Vou até vou até, aliás, complementar um pouco aí a minha pergunta, mas tem um livro de um cara que é o Bem Ben Horowits, que o nome do livro é What You Do is Who you Are, o que é o que você faz é quem você é. Uhum. Que é um livro só sobre cultura. É o Ben Horwitz, ele é um dos caras mais [
__ ] lá do Vale do Silêncio lá. Ele tem Eh uma uma empresa lá que é o A16Z A16Z, que é que é um fundo de investimento lá, tal. Os caras são [ __ ] para [ __ ] assim. E daí ele conta a história lá que o resumo tá, qual oamento da cultura? Ele fala assim, cara, o resumo, pode falar o que tu quiser, tal, pode fazer o que tu quiser. O 802 da cultura é o o que tu faz, teu comportamento como dono. Se tu se comporta da maneira tal, não interessa o Que
tu vai falar, [ __ ] É aquilo ali que o pessoal vai seguir. Então eu acho que a minha cultura lá no Vetub é tipo, mano, cada um na sua, tu trabalha na tua casa, trabalha na minha, a gente trabalha junto pra gente manter a nossa qualidade de vida. Mas é isso aí, se tu aprontou, tu vaza. É, esse é o resumo, entendeu? Eu acho que é, tá? porque pelo menos é assim que eu me comporto. E daí, eh, mas eu não sei se, sei lá, eh, tu concorda com isso, se tu, caso tu não
Concorde, o que que tu acha, sabe que é uma coisa que eu aprendi porque assim, eu precisei pensar muito para responder isso durante muito tempo, tá? Porque assim, muita gente tinha essa sensação. Você começou falando assim: "Nossa, eu sinto que a cultura de vocês é boa, sinto que a cultura de vocês é forte. Eh, o que que você faz para isso?" E eu lembro que o primeiro evento que eu palestrei sobre cultura, eh, o Henrique me chamou no palco, era um evento do Nosso mastermind e o Henrique falou assim para mim: "Nossa, lá na empresa
parece mágica, as coisas acontecem do nada, as pessoas escolhem ficar lá, parece mágica". A cara, quando ele falou essa frase parece mágica. Eu fiquei [ __ ] da vida, que eu falei, tá de sacanagem que eu tô aqui todos os dias criando 1 milhão de ritual para poder manter a cultura. E ele me falou que foi mágica. E eu lembro que eu fiquei muito pé da vida e aí uma pessoa falou assim para Mim: "Cami, fica tranquila, senão que você tá fazendo um bom trabalho, né? Que assim, é tão bem feito que ele acha que
é mágica que as pessoas estão fazendo." É suave o processo. É. Então, por causa disso, o que que eu precisei entender que como é que você faz para uma empresa ter a cultura que você desenha? Rotina. existe rotina para você manter a cultura dentro da sua empresa. Então assim, muito tempo eu não olhava para esse lado, eu não entendia que a cultura Precisava de rotina. Porque o que que a gente vê nas empresas? Em empresas que constróem manuais de culturas lindos e maravilhosos, colocam esse manual dentro da gaveta, fecham e querem que todo mundo viva
isso. E agora quando você cria ritual de rotina de cultura, isso faz com que o seu time viva a cultura todos os dias. Ou seja, eu sempre trago o exemplo do dos memes, mas as pessoas acham assim que isso é só um exemplo. A gente tem a cultura da diversão. Como é Que eu mantenho a diversão no meu time? A gente tem uma cultura de fazer meme, meme com o rosto dos colaboradores. Ou seja, a gente tem uma rotina de toda semana, quando alguém responde alguma coisa, a gente manda o meme com a com a
figurinha do outro. Então assim, eu tenho vários memes meus na empresa que as pessoas fazem meu, que é que a moleza senta no pudim, desculpas são patéticas, eh bora vender, né? ou qual o racional dessa decisão? Isso são vários memes que Tem meu. E o que que faz isso? A gente criou a rotina de toda vez que o colaborador entra novo, a gente cria a figurinha dele. A gente pega uma frase que ele fala, uma frase que a gente que ele falou, uma cara que ele tá fazendo engraçada e a gente criou essa rotina. Qual
que é outra rotina que a gente tem de engajamento de time? Eh, reuniões semanais com o time inteiro ou a gente faz agora mensal, mas isso era uma rotina. Eh, outra outra rotina que a Gente utiliza é a rotina do feedback. E o feedback não só para vindo de alguma coisa ruim que ele tenha feito, mas a rotina do feedback para crescimento é uma rotina, ou seja, a cada três meses todo mundo vai passar pelo feedback, independente de ser bom ou ruim pro próprio crescimento profissional, isso faz com que o quê? Mantenha a cultura da
nossa empresa. Proximidade é uma uma das nossas dos nossos eh valores irrenunciáveis é a proximidade. Ou seja, Eu sei tudo do meu time. Eu sei o sonho do meu time, os valores do meu de cada uma das pessoas, onde é que eles querem chegar. Eu me preocupo com o bem-estar deles, eu me preocupo se eles estão bem, se eles estão mal. Se ele entrou numa call hoje e tava mais calado e ele é mais comunicativo, eu tenho a cultura da observação. Ou seja, acabou aquilo ali, eu mando uma mensagem, o que que houve que hoje
você tava mais quieto? Então assim, eles sabem que a gente se Preocupa, eles veem isso e aí tem a cultura do exemplo. Ou seja, eu sou a personificação da cultura dentro da empresa e o CEO tem uma das missões que é eh a gente dissipar a cultura perante a empresa inteira. Então assim, a gente tá disseminando a cultura da empresa e o CEO tem esse essa característica. Eu falo que eu sou a cultura ambulante. As pessoas olham para mim, elas sabem o quê? Que eu sou mais agressiva, que eu sou mais veloz, que eu sou
mais Dinâmica, que eu Então eles veem em mim. Isso. Não tem como. Eles não, porque eu vivo essa cultura muito forte. Então as pessoas que estão à minha volta, os meus liderados, para eles manterem essa cultura, fica muito mais fácil. Mas eu tenho ela escrito, eu tenho ela em rotina, eu tenho ela falada, eu tenho, a gente fala muito em reunião com o time inteiro, eh, cada reunião que a gente faz, a gente faz um valor irrenunciável dentro do nosso manual de cultura. Então, hoje nós vamos falar sobre trabalhar com diversão, hoje nós vamos falar
sobre não temos braço curto, a gente tem a cultura do feeling que vai dar bom, que é sobre ser otimista. Então a gente brinca sobre o feeling que vai dar bom toda vez que a gente vai lançar uma campanha nova, a gente vai fazer aquele tap de lançamento de campanha. E o que que a gente fala? No final, tô no feeling que vai dar bom. Tá no feeling, tá no feeling. Beleza. Feeling que vai Dar bom. Isso é uma rotina de engajamento de ocultura. Então a gente reafirma essas frases frequentemente e para cada pontinho do
nosso manual de cultura, a gente tem uma frase que a gente usa no nosso dia a dia. Então falei otimismo, filho que vai dar bom. A diversão, trabalhar com diversão não atrapalha nossa competência. Então, a gente vai fazendo isso e usando no nosso dia a dia. Eh, não temos braço curto. E o que que é o braço curto? A gente, eu Falo que assim, é não deixar a batata quente cair. Não importa se a tua função ou não caiu no teu colo, execute, depois resolva. Então, isso é a nossa cultura. A gente tá falando isso
sempre. A gente fala isso, a gente, quando a gente vai dar um feedback num colaborador nosso, eu não falo para ele, você fez isso aqui errado. Às vezes eu falo para ele, qual o valor irrenunciável da nossa cultura. A sua atitude tá batendo contra o que a gente fala. E ele fala: "Ai, braço Curto". Ah, o exemplo, eu tenho valor renunciável que é sobre a fofoca. É inadmissível a fofoca. Inadmissível a fofoca. E aí quando eu vou dar um feedback em alguém e alguém vai me contar alguma coisa, eu falo assim: "Dentro dos meus valores
irrenunciáveis, o que que a tua atitude tá infringindo?" Aí ele sozinho, sabe? Porque eu falo dos meus valores renunciáveis o tempo inteiro. Olha, ai fofoca não. Então não preciso nem continuar, Cara. É. É que que interessante. Pelo que eu entendi, então, existe um conjunto de ações que esses conjunto de ações eles são feitos constantemente e para reforçar a cultura além do teu comportamento como CEO. Sim, cara, até me senti mal, tá? [ __ ] tô me achando se eu muito lixo agora. Porque, [ __ ] pessoal, que que tu acha aí, Nicole? Tu acha que
eu sou um bom se me manda no Slack aí. Eh, que [ __ ] eu não faço Nada de nada disou ali. Aptou, não foi? respondendo. Ainda me zoou pessoal aqui na gravação. Pô, obrigado, cara. É, mas tipo, [ __ ] eu não faço nada disso aí não, mano. Pô, será que eu sou um se ruim? Fiquei perplexo agora. É, eu acho que a gente deix a desejar um pouco assim dessa parada da cultura. Graças a Deus que a gente não é uma empresa eh, s, como é que é? SLG, que é sales lad growth,
é Tipo é PLG, entendeu? produto. É, o produto é o principal, mas se a gente fosse virar SLG, daí fodeu, né? Tinha que ser o Tales Gomes ali ou tu daí, enfim, fazer um negócio ali e andar, né? Que o Tom não concorda com mulher se, então. Ah, é verdade. É, tem esse. Ah, é verdade. Teve esse rolê aí, né, Delay, né? Eu nem nem lembrava disso. Mas, cara, eh, e isso isso é muito interessante, né? Essas ações de tu reforçar constantemente a a cultura Da empresa, os os comportamentos a serem seguidos. Eh, uma coisa
que eu fazia, tá, no passado que eu tinha, eu tive empresa com setório físico, né, que era empresa de troféu direto. E aí na sexta-feira a gente fazia meio que uma reuniãozinha da empresa como um todo e alguém falava sobre um tema e de uma maneira de juntar ali mais o time, entendeu? E essa ideia dos memes, vocês são home office, né? Sim, essa ideia dos memes é muito boa, Cara. Já vou até falar pro Paulo aí para criar meme de todo mundo, porque eu gostei, entendeu, de poder fazer os memes ali. Achei legal. Eh,
tem alguma coisa que tu acha que é o principal, não principal, mas que tu indica assim, cara, essa ação aqui, ela reforça muito bem a cultura. Não sei se poderia ser tipo uma reunião assim de out hands ou alguma outra coisa. Eh, uma coisa que a gente faz também, tá, aqui no Veturb, que eu acho que ajuda um pouco a Cultura, que a gente tem premiações para as pessoas no final do ano. Uhum. Então agora só quem ganha Bruna sempre, porque o time dela é maior de todos, tá? Todo mundo volta nela, entendeu? Que é
uma palhaçada isso aí. A gente vai ter que cortar isso aí de alguma maneira. É, é sério, tadinho. Uhum. Daí é, mas enfim, tem tem algum outro tipo de tipo uma ação de fato que tu recomenda que tipo, ó, isso aqui é muito bom, aumenta muito engajamento, talvez alguma dinâmica pr As pessoas que estão em casa, que enfim, o cara tem uma cultura ali mais ou menos também é home office, mas ele queria implementar, melhorar esse engajamento ali com as pessoas. Uhum. depende do tamanho da tua empresa, porque eh hoje nós temos 40 colaboradores e
o que que faz a nossa cultura ser forte? Eu trabalho muito com os líderes muito próximo a mim, ou seja, os meus líderes eles são o meu espelho e a proximidade e quando eu digo a proximidade e a Intimidade, então assim, tem muita gente que fala assim: "Ah, precisa ser amigo". Não, mas precisa ser íntimo porque as pessoas ficam onde elas sabem que elas são bem cuidadas, bem tratadas. Eh, e quanto mais você é íntimo da pessoa, mais você se preocupa com a pessoa, você conhece o ímpetro dela. E quando isso faz com que a
pessoa te admire como líder e ela escolha você para ser um reflexo, ou seja, o que eu faço hoje é trazer os meus líderes para próximo de Mim e eles eh me olharem como mentora. Eles não me olham como líder. Eles sabem hoje que eu sou a referência para eles. Então eu trago eles pra próxima. Eu pergunto a vida pessoal, eu sei a vida pessoal, eu falo: "E como é que tá?" E o aniversário? a gente manda, por exemplo, uma ação boba é mandar um iFood a cada fim de projeto. Cara, o que que é
um iFood a fim de cada projeto que a gente percebeu que teve um esforço do time muito grande, uma ação simples, isso Aumenta o engajamento do time? Só que não pode ser assim, o iFood pelo food, não é o food, porque caraca, vocês batalharam para caraca, toma aqui. Mas e a proximidade? E o tá perto e o falar descansa hoje tá pesado, não precisa troca, vai. A gente tem um time hoje que é home office, né? Então assim, eles trabalham, não é por por carga horária, a gente não tem carga horária, a gente tem entrega
de demanda, então eles precisam estar entregando e conforme Eles estão integrando, independente do horário que eles entreguem, se tá combinado com o nosso gestor de projeto, mas a gente é uma empresa que tem a festa do filho na escola e tá liberado ir pra festa no filho da escola. Então assim, se preocupar, eu acho que o principal de qualquer cultura é você se preocupar com o teu colaborador, é você ouvir o teu colaborador e entender o que é importante para ele e adaptar isso pras regras da tua empresa, que eu falo Que a empresa ela
não é democracia, né? Eu brinco com todo mundo, né? Eu falo assim, eu falo que eu eu escuto todo mundo, tá? Então assim, a gente tem uma uma cultura do ouvir muito forte, mas eu falo: "A última palavra é minha, eu escuto todo mundo, eu quero ouvir, mas a última palavra é minha". Mas escutar e trazer proximidade é muito fácil você manter a cultura assim, porque você escuta, você sabe quem é, você sabe qual que é o botão que aperta que dá Resultado. Então assim, a gente passou pro Slevo engano, tá? Não aceita a figurinha,
aceita, aceita, mas só, mas não animado ali e tal. Ah, é porque eu não tô no leque da empresa, tá? Então assim, é, o meu time tá e eu não. Como assim, cara? É porque eu não tô mais no operacional tático. Ah, tá. Então assim, toda a empresa tá dentro dos leques, 100% da empresa atua dentro dos leques, mas eu e o Henrique a gente não tá dando Pelo top. Eu e ele sim. Caramba, mano. Pô, que vida boa. É, mas o time todo funciona like. Ó, pessoal, vou sair do Slack também, hein. Tá bom.
Agora é só WhatsApp. Não, mas os meus líderes estão, então assim, todo mundo menos eu e ele. S. É assim, na verdade eu estou, né, mas assim, a minha comunicação com eles não é feita por ali. Sim. E quando a gente mudou pro Sle e eu não sei por que eles falaram que não tinha figurinha, eles falaram que o time Sentiu esse fato de não ter as figurinhas estarem rolando ali. Então fala, galera, tem figurinha no Slack, gente. Mas é mais, mas é um, mas é meio zoado ali, tipo, é, meio que uma, sabe aquele
coraçãozinho lá que tu coloca no WhatsApp ou joinha? É aquilo ali, só que tu pode botar uma figurinha, é tua ali, tal, mas não é tipo aquelas do que dá uma mexidinha, é do WhatsApp lá, sabe? Aquelas lá que o pessoal fica fazendo mais zoeira aí. Nossa, que eu recebo de Porcaria, cara. No sério, ô, tem uns amigos meu mandando para mim umas coisas assim, ó, que é tipo, pelo amor de Deus, cara, vontade de matar. Mas, cara, eh, eu entendi, tá, esses três pilares aí que tu falou do MVP, marca, vendas, pessoas. Eh, isso
daí tudo fez com que a empresa começasse a escalar, né, o high scale. No começo vocês tinham high ticket no perpétuo. Sim. Quais foram os outros produtos aí que tu foi criando depois? Depois da do Hck no perpétuo, a gente sentiu a necessidade de dar o próximo passo com o nosso cliente, porque o nosso cliente, ele queria ir para um lugar mais avançado. Aquilo que ele tava entregue para ele dentro da metodologia já não era mais o suficiente, ele queria algo mais. E aí a gente lança o nosso mastermind, a gente cria o high circle,
que era o próximo passo pro nosso cliente, aquele que queria conteúdos mais avançados, mais técnicos e para Dores maiores. Ou seja, o cliente já tem que faturar 1 milhão ano para poder estar dentro do High Circle. Então, as dores do cara de 1 milhão ano não é a mesma dor do cara que tá fazendo 100.000. E a gente criou o mastermind, que é o High Circle, que hoje ele tá no topo e é um produto nosso que nesse momento ele tá sendo quase que o carro chefe, porque o High Tick no perpétuo ele é sempre
foi o nosso carro chefe, mas o HC ele começou a escalar muito Porque a gente conseguiu trazer muito resultado, então tem muita ascensão de cliente da mentoria e muita procura de não clientes entrando dentro do High Circle hoje, que também tá acontecendo esse movimento, porque o High Circle ele também foi um produto focado no high ticket, só que com o tempo foi passando, a gente tá entendendo que o high circle Ele serve para qualquer empresário do mercado digital, porque o que a gente fala lá dentro é de negócios para Negócios, então é de empresário para
empresário. E o high circular começou a ter essa característica. Então, independente de do cara ter um high ticket ou não, ele escolhe tá dentro do high circle, porque o high circle é hoje um dos únicos mastermind no Brasil que falam de negócios, fala para empresários do mercado digital. Ou seja, você pode ter uma oferta high ticket ou não, mas você tem um time, você quer construir uma empresa, você quer aprender a Contratar, você quer aprender ter um ecossistema, o High Cercle é esse lugar. Então a gente criou esse produto que é um produto que tá
acima da esteira. E esse ano a gente fez o lançamento do nosso primeiro produto de fronte, que até o momento a gente não tinha um produto de front, que é o HTART. E o RAT já é para quem quer desenvolver a primeira oferta high ticket. E dentro do a gente foca na primeira oferta high da pessoa e no primeiro funil de vendas que É o funil deção estratégica. Então a gente pega o público que ainda não tá no mercado, mas que quer construir um produto caro e aprender a vender todos os dias com esse produto.
E a gente ensina apenas um funil, porque a gente indica começar com esse funil e depois implementando os próximos funils, mas aí ele evolui pra mentoria. Então, a gente começou com a mentoria, que é o produto hoje principal que tá no meio. Desenvolvemos o High Circle, que é o Próximo passo da mentoria, que agora tá atuando para donos e empresários de negócios digitais, independente de ter oferta high ticket ou não. E a gente criou o nosso primeiro front, que é o Restart, que a gente ensina a fazer a primeira oferta high ticket e o primeiro
funil de vendas, que é o funil de sessão estratégica. Hum. Esse high start, quanto é que ele custa? Hoje a gente tá fazendo uma readequação. Ele foi lançado pelo valor de 5.000 e a gente tá fazendo Uma readequação. Ele tá passando para custar a R$ 2.000 hoje. Não sei se até o dia de divulgação desse podcast ele vai se manter, porque ele é um grande teste de front nosso. Uhum. Então hoje ele tá vai começar a custar isso. Bom, vocês são high ticket mesmo, né? O front é 2K de ver assim. É. E esse high
ticket no perpé, tu falou que era o que era seis, agora é 36. 36. Pô, que top, mano. Pô, tem que ser brabo mesmo, hein, para chegar e meter 36k e pô, parabéns. E no Produto que vende todos os dias, né? Não é? É, eu tô até com medo de perguntar quanto é que é esse mastermind car. Ah, 86. É, por que que é terminado com seis? Sabe que eu não sei. Eu posso perguntar pro Henrique por que que ele votou. É, pode botar um 996. Daí geralmente o pessoal termina 997. É, foi seis. É,
geralmente o pessoal, eles terminam com sete, né? Teve um cara que é o Ted Nicolas, ele falou que muito tempo Atrás, falou: "Cara, números terminados com sete vendem mais". Daí pegou essa moda aí e aí foi. Sé número da sorte até gostaria, mas é. Aí do nada vocês botaram seis, aí começaram a inovar. Mas mudou assim, essa mentoria ela passou de 6.000 para 8, de 8 para 12, de 12 para 24 e de 24 para 36. Uhum. Cara, mas muito top isso aí. Parabéns. Obrigada. Eh, nossa, vocês devem vocês devem ser muito rico, mano. Pois
devem ser muito Playboy. Pessoal, os cara vendendo coisa De 36K ali info ainda, [ __ ] parabéns. Usando esse essa estratégia de vendas e de comercial que eu passei antes. Não, muito top. Parabéns. Eh, e assim, ó, as pessoas que estão vendo a gente aqui, tá, que quem quem que é o cara que deveria entrar nesse high start aí? Tu falou que é um cara bem iniciante mesmo. Quanto que ele fatura? Quando que já vale a pena ele já ir pro pro high ticket no perpétuo? Então, dentro do HT, o público inicial é aquele público
que Ele já tem um conhecimento técnico, então assim, ele já é detentor de alguma coisa, então assim, ele tem uma metodologia própria, ele tem alguma coisa que é dele validada, ele tem o conhecimento, na verdade, e ele quer desenvolver um produto que venda caro, ele quer desenvolver uma mentoria. E aí a gente ensina como é que ele vai criar essa oferta, como é que ele vai entregar esse produto e como é que ele vai vender esse produto. Hum. Então ele pega nesses Três pilares e aí qual o momento que ele chega para poder passar? Ele
já implementou o funil de sessão estratégica, que é o que a gente ensina. ele já teve os primeiros resultados, que se é um cara do zero, a gente fala que a partir do momento que ele teve as primeiras 50 a 100k em vendas, ele tá apto a implementar o segundo funil e aí é o momento que ele acende pra mentoria High Tick no perpétuo e aí ele dá o próximo passo, porque dentro da mentoria A gente já oferece todos os funis que a gente ensina, que são mais de oito funis. Uhum. Pô, são oito funis,
cara. Sim. E mas daqui a pouco vira mais, porque cada vez que a gente vai testando, igual agora a gente testou um funil que a gente vai testar o de VCL, a gente testou, cara, tu testa, tu faz essa [ __ ] funcionar, mano. E se der errado, tu fala comigo, tá ligado? Mas tu faz, tu educa o mercado, porque assim, eu não sou que nem vocês aí que Cobra 80, 80 e pouco. Mil, v tu é baratinho, aí eu tenho que pagar minhas minhas contas, tem que pagar o ano aqui, entendeu? Por que que
tu acha que essa caneca aqui, ó, não é a caneca mais top? É, mano, a situação tá tá difícil. Deixa esperar essa aqui que essa aqui tá, eu vou mandar pr ti. Vou mandar e ó, combina comigo essa ó pessoal caneca do Vetuv aqui, ó, na estileira, entendeu? Ó, e ele fala que não tem brinding. É tipo, não sei, sei lá, a gente fez a Caneca, entendeu? Daí se tu acha que tem, então tu que é especialista, fizeram para ti, então não, a gente mandou fazer, mas é porque eu achei legal, entendeu? Eu só faço
o que eu acho legal. Aí é essas placas aí também. Mas enfim, [ __ ] Mas cara, eh, pô, são oito funis, mano. Parabéns. Geralmente o pessoal trabalha com um funil só. daí pit é muita coisa. É que o empelhamento de funil que eu te falei é a junção de todos esses funis Desembocando pro produto principal. E tu recomenda? É, é, é interessante ter esses oito funis aí? Não necessariamente. Não necessariamente. Então assim, pode ser que você no teu negócio faça sentido você só aplicar três, beleza? Ou dois, beleza? Ou exemplo, um funil de lançamento
é um funil. A gente usa o funil de lançamento também. Então assim, no ano a gente faz dois lançamentos, são dois funis de lançamento durante o ano que empilham Pro produto principal. Uhum. O principal, no caso, é o High Ticket no perpétu. A mentoria. Sim. Saquei. Show de bola, cara. Maravilha. Então, eh, e e quem que é exatamente esse cara aí? São infoprodutores ou a gente do mercado tradicional ou é os dois? Exatamente. Hoje o maior parte é o infoprodutor. Então, assim, pode ser o cara que ele já tem curso low ticket, já faz lançamento,
mas não tem. O que que é low ticket para ti? Abaixo de R$ 5.000 já começaria a ser low ticket. Mas como a gente agora botou o nosso produto de entrada de 2000, vou falar que abaixo de 2000 já pode ser low ticket. Engraçado, pessoal, jogaram na cara de vocês aí com piro na cara de vocês. Ô, para mim o low, tipo, a gente chama de low ticket no tráfego direto abaixo de R$ 47. Nossa, não, não. Aí acima ali de R 97, tipo, já é um ticket normal. Acima de 997 já high ticket. Não,
né? Por isso que a gente é pobre, Pessoal, viu? Tem que trocar o vocabulário. Encontraram erro. É, exatamente. Aí, cara, interessante. E então assim, ah, a maioria hoje são são infoprodutores. Infoprodutores e profissionais autônomos, ou seja, advogado, médico, advogado. Ah, tá. Que querem que já tem algum conhecimento, já tem uma tese específica, uma metodologia própria e que querem desenvolver. Tem muito agora consultor também entrando de grandes empresas. O cara é consultor há Anos e ele quer aprender a vender a consultoria dele usando o high ticket no perpétuo e aí também serve para ele. Entendi. Mas
eh esse cara aqui, tá, esses infoprodutores ele é mais o expertil ou é o coprodutor ou tanto faz? a maioria o exper, mas a gente começou a ter agora uma demanda de coprodutores e bastidores buscando por esse produto para poder implementar dentro dos experts deles. Então assim, até essa demanda ela existe pra gente, mas a Maioria é o próprio expert que é um produto inicial, né? Então assim, o Rart é um produto de quem ainda não tem um time. Então assim, ele não tem um time, ele tá, às vezes ele tem uma agência ou ele
não tem nada e ele vai construir tudo com a gente. Ele vai ser o próprio vendedor, ele vai buscar um frilan para montar uma página para ele, rontar um funil para ele, mas ele tá desenvolvendo tudo sozinho. Entendi. Entendi. Cara, show de bola. Mas obrigado pelo pelo teu Pelo enfim, por essa explicação aí. Eu achei que tu ia ter muito mais produtos, tá? Como eu te falei, mas são três só, pessoal. É high ticket no perpétual. Aí o high start e o high circle que daí é o mastermind. Ah, sabe o que que eu lembrei?
A gente tem um outro produto, ó, lá vem que é o category leaders, só que ele é um produto que a gente não vende externamente, então por isso que a gente quase não fala dele, porque o category leaders é o líder de categoria, Ou seja, ele não é um produto que a gente vende para quem não tá no nosso ecossistema, não é nosso cliente. A gente hoje tá selecionando os líderes de cada categoria para pertencer a esse grupo. Então ele é um grupo muito pequeno, tem 12 pessoas lá dentro. e a gente não faz essa
oferta. Então você assim provavelmente não vai escutar falar dele nas nossas redes, mas a gente faz os eventos dos categoríders, ou seja, que são pessoal que fatura acima De 10 milhões, [ __ ] ano e aí tão com a gente, onde a gente começa a discutir equity, evaluation e a gente tem assuntos mais pesados que o High Circle não comporta a gente tá entregando dentro desse grupo. É o Super Masterm 10. É, é, mas ele não tem nem função hoje de receita da empresa. A gente nem tem, olhando pra aquisição, a gente nem olha para
ele. Uhum. Mas também foi uma necessidade que o grupo criou. Então assim, tivemos pessoas que foram se Destacando, que foram fazendo 10 milhões e os assuntos começaram a ficar muito distante e a gente falou: "Cara, a gente precisa montar uma cúpula aqui com essa galera". E a gente criou o categório líder. Sim, legal, legal. É bom. Então tem quatro, mas camadeira. Eu achei que ia ter uma porrada de produto. Não sei por que eu tinha essa impressão, tá? Não sei. Acho que é porque eu vejo de tanto anúncio, cara. Pode ser que pensar, pô, deve
ser um anúncio para cada produto, Sei lá. Não, não. Mas cara, eh, eu queria te te agradecer, tá, pelo pelo conteúdo que tu passou aqui. E é engraçado, né, porque a a gente realmente consegue criar esse esse funil sem ter uma estrutura muito grande. É como tu falou, né? Muitas vezes a própria o próprio expert ali, o próprio cooper, sei lá, ali vai ser o closer e tem que ser, né? Que tu falou que ele tem que fazer as 100 calls ali para ele entender o que que tá acontecendo E saber vender o próprio produto,
pegar as objeções. Então, eh, e ninguém melhor do que essa pessoa para vender de fato o seu próprio produto, né? Como que tu vai contratar um vendedor para vender para ti se nem tu sabe vender? Daí fica complicado, né? Então, muito interessante saber disso. Eh, eu tô montando esse timezinho novo Veturb, eu tenho dois clientes já. Eu consigo vender muito fácil por causa da minha autoridade assim. Daí acho que não, sei Lá, não, eu não sou meio que um closer assim, eu sou mais o meu funil ali. Eh, eu tava fazendo sessão estratégica, mas agora
eu vou fazer o de aplicação direta, tá? Que agora eu aprendi, já pagou aqui o podcast, entendeu? Já, é, já resolveu. Depois traz as métricas pra gente te ajudar. Não deixa comigo vender. Tem que começar a vender high ticket também, ficar rico que nem vocês. E e cara, enfim. Então, pessoal, cara, se tu tá começando nesse mundo, olha, Vale muito a pena ter, sabe? Aqui no YouTube a gente geralmente traz play de tráfego direto. Eh, a tua vantagem, cara, é se tu tens um expert aí, alguma coisa que tu consegue colocar alguém ali, eh, para
criar esse produto aí de back end, essa eh, não, não backend, esse produto de high ticket, cara, é muito bom. Eh, eu acho que a lucratividade deve ser absurda, porque, [ __ ] tipo, a pessoa paga um valor que já é alto, entendeu? Então, eh, se, se Tu tens um ecossistema fechadinho com um negócio desse, cara, é muito bom. Eh, pelo menos é o que eu tô fazendo agora, sabe, pessoal? Tô focando ali. E se tu é cliente do Veturb aí, tá, e quer comprar esse negócio aí, quer que a gente te ajude a otimizar
tua oferta, manda mensagem lá no chat lá. Eh, mas Cami, muito obrigado, tá, pelo teu tempo. Aliás, gostou do podcast? Nossa, foi muito. Foi o primeiro podcast. É, começou bem então o Segredo da escala. Sim, sim. Sim. Não, e aí foi foi engraçado que aquela frase, né? Qual foi a última vez que você fez uma coisa pela primeira vez? Então assim, acabamos de fazer uma coisa pela primeira vez hoje. E eu vou te falar uma coisa, tá? Eh, eu eu acho, tá, sem querer ser arrogante, mas eu acho que esse podcast aqui é diferente. Uhum.
Porque, aliás, não diferente, mas no digital, porque no digital a gente tem o podcast da CFI, que ele é muito bom, ele É mais topo de funil, então o pessoal conta mais a história da pessoa, tal, mais motivação. Que a entrevista é o Marcelo, a Carol, acho que agora tem a Bruna também. Eh, enfim, eles são meio que hosts do podcast, então o meu diferencial aqui, qual que é? que eu sou empresário, então eu consigo falar sobre coisas de empresário, não que eles não conseguem, eles conseguem também, mas eu tenho mais experiência. Aí tem aquele
podcast lá, tem podcast lá da da Kart Panda, tem vários podcasts aí, tá? Mas aqui no Vetub eu acho que é o podcast mais pauleira, eu duvido, tá? Que tu vai fazer um outro podcast de 3 horas. Tu não vai fazer, tu é, aliás, não sei, talvez tu faça, mas no digital assim é difícil, entendeu? E eu suspeitei, tá? Eu achei que a gente não fosse chegar isso. Eu falei: "Cara, se a gente bater 2 horas, a gente chegou tipo no limite da falta. Ela chegou aqui para mim, não, porque não sei o que, porque
eu sou Muito objetiva, que eu vou, vai ser bem rapidinho. Ô, são quanto tempo tá de podcast agora? 310. 3:10. Tá, vai editar isso aqui vai ser para salar talvez 2:55 ou talvez 3 horas, entendeu? Porque a gente foi lá no banheiro e tal. Uhum. Mas cara, né, no fim das contas, eh, eu realmente acho que, tipo, em termos de dificuldade de podcast, esse aqui é um dos mais difíceis, porque eu realmente tento apertar um pouco a pessoa ali, sabe? Eh, enfim, para daí de fato falar Alguma coisa aqui a prática. Mas cara, obrigado pelo
teu tempo, tá? Por ter vindo aqui no podcast. Eh, para quem tá, para quem tá vendo aqui a gente, o cara se interessou e ele quer aplicar esse essa metodologia de high ticket, que que essa pessoa tem que fazer? Ela vai no teu Instagram, no do Henrique, no Instagram da da empresa da da High Scale ou vai em outro? Como é que é? Então hoje você consegue encontrar a gente Pelo meu Instagram ou pelo Instagram do Henrique. Então assim, é Cam Figueira, você já vai achar, só tem eu lá. E aparecendo na tela aí pessoal,
@camifigueira, Camifigueira ou do Henrique Marinho que é o nosso especialista e é o rosto principal dentro da empresa hoje. Então assim, se você quiser entender tudo, como que você vai criar um funil, escalar o teu funil, fazer uma oferta high ticket, pode entrar no Instagram do Henrique Marinha. E se você quiser também aprender isso tudo mais gestão, gerir uma empresa, gerir um negócio, contratar, crescer um time, eh criar essa essa operação toda. E aí você pode me procurar também, que eu tô sempre compartilhando alguns insightes, alguns conhecimentos que eu fiz e sou uma profissional dos
bastidores que tá começando a sair do armário pro palco agora. Boa. E esse daí são os melhores profissionais, tá, pessoal? Quem tá ali no bastidor, quem Tá de fato ali com a pele em risco ali, sabe? É todo dia ali executando. Recomendo. Eu acho, acho muito bom. Mas cara, eh, então, Cami Figueira, tá? É figueira com i. Figueira. Figueira, isso. Tá, não entendi também, mas vai aparecer figira com da da planta mesmo, da árvore, sabe? É, eu fui, eu fui no na Figueira Rubaiá lá no tava lá em São Paulo semana passada, agora com uma
carninha lá, tem o evento da Clickbank lá, foi bem legal. Mas enfim, vai Aparecer o Instagram, tá, pessoal? Aí na tela aí, ó. Cara, segue lá a Cam. Se tu gostou aqui do podcast, que que tu vai fazer? Tu vai tirar um print disso aqui, tá? Aí tu vai pegar, tu vai postar lá no teu story, tu vai marcar o
[email protected] e também a cam figueira. Aí tu marca nós lá, vai aparecer os dois ar aí na tela aí agora. Por que que tu vai fazer isso, cara? Porque daí mais pessoas vão ver isso aqui,
mais pessoas vão gostar. E a Princípio, né, do conteúdo. A gente vai crescer, vai poder trazer pessoas ainda maiores aqui. Não que tu seja pequena, tá? que tu é gigante, mas vai trazer pessoas aí que eventualmente não conhecem a gente. Aí eu vou ficar feliz, tu vai ter um conteúdo melhor, o Anderson vai ganhar o dinheirinho dele ali e tal para ele conseguir tocar o podcast. A corrente do bem é todo mundo vai vai eh se beneficiar, entendeu? Beneficiar. Então assim, cara, faça Isso, tá? Compartilha aí. Eh, e assim, Câ, eu queria te dar agora,
tá, um tempo aí, eh, para tu dar uma última mensagem aí. Pode falar o que tu quiser, se quiser xingar o pessoal aí, se quiser mandar eles, sei lá, fazer alguma coisa. Sim, sim. Tem palavra tá contigo aí. Primeiro te agradecer pelo convite. Então assim, é muito legal a gente tá conseguindo compartilhar um pouco das experiências e às vezes a gente esquece que a gente olha o resultado final das Pessoas. Então assim, eu fico muito preocupada quando eu conto dos resultados da empresa, do valor de faturamento ou da estrutura que a gente tem e todo
mundo achar que precisa disso tudo para começar. Então não precisa disso tudo para começar. Você consegue começar muito pequeno, o que importa é você começar. Eu eu falo isso para todo mundo, né? Você vai daqui a dois anos se arrepender de você não ter botado uma oferta high ticket hoje no teu negócio. Então assim, é ou entrar na academia. É exatamente igualzinho a academia. Eu falo que é oferta high ticket. Uma vez que você vende high ticket, você nunca mais desvende. É depois que tu põe o shape ali, depois tu põe o funil high ticket,
aí tu vê ali, pô, o negócio da grana. Exatamente. Então eu fico sempre muito preocupada com isso. Então eu digo que assim, comece do jeito que tá, começa sem você achar que precisa de saber todas as respostas. Então muita Coisa dentro de uma metodologia você consegue descobrindo com caminho, com tentativa e erro. E não tenha medo de cobrar caro, porque assim, tem alguém que vai cobrar caro no teu lugar e esse alguém pode ser você. Então esses seriam assim os meus insightes finais. Boa. Show de bola. Pessoal, muito obrigado pelo tempo de vocês. Grande abraço
e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do Episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em
algum lugar aqui da tela aqui do segredo da Escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.