Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre as clostridioses em específico aquelas que afetam o sistema locomotor de grandes animais bom a primeira as clostridioses que a gente tem de interesse em grandes animais estão listadas aqui clostridioses são as doenças causadas por bactérias do gênero clostrídios botuline o clostrídios que a gente vai estudar lá quando a gente falar do sistema nervoso tem a hemoglobinúria lítico a enterotoxemia dos Cordeiros vai é uma doença caracterizada principalmente por diarreia que é causada pelo clostrídios Cordeiros e a gente tem o carbúnculo sintomático que é uma doença
que afeta o sistema muscular do animal que é causada pelo clostrídios shal e o edema maligno que é causado pela infecção de qualquer um dos clostrídios aí que é quando ocorre a inoculação direta desse agente na musculatura E aí ele desenvolve a infecção nessa nessa aula de hoje a gente vai falar sobre essas duas últimas clostridioses o carbúnculo sintomático e o edema maligno bom primeiro carbunclo sintomático carbunclo sintomático é uma doença causada pelo clostrídios shal também é conhecida como manqueira mald ano mancha ou Black leg perna preta porque ele vai causar essa necrose na muscul
e vai ficar enegrecida ali a pele e a musculatura do animal a gente tem que diferenciar o carbúnculo sintomático do carbúnculo verdadeiro carbúnculo verdadeiro é uma doença causada pelo bacilo antrax que aqui no Brasil ela não tem tanta importância pra gente é uma doença que vai ser muito importante lá na América do Norte e na África tá então quando a gente localiza o animal com essa sintomatologia a gente vai suspeitar do carbunculo sintomático e não do carbúnculo verdadeiro tá diferenças que a gente tem entre eles na apresentação Clínica carbúnculo verdadeiro geralmente leva ao edema ao
aumento de volume generalizado no corpo do animal carbunculo sintomático a gente vai ver que ele começa em um membro em um ou mais locais ali então é mais é não se espalha ass tão rapidamente pelo animal é uma doença infectocontagiosa então é causada por uma bactéria que é contagiosa aguda ou Super aguda caracterizada por necrose muscular extensa com Então qual que é a etiopatogenia dessa doença ela vai acometer principalmente bovinos com menos de 2 anos de idade tem relatos aí da ocorrência da doença em bovinos de até 3 anos de idade mas geralmente 99% dos
casos vai acometer Esses animais menores de 2 anos de idade Então não é uma doença de animal adulto tá ela vai ocorrer quando houver falha na imunização a gente vai ver que a imunização desses animais é feita através da vacinação então quando houve falha nessa vacinação ela ocorre com mais frequência nos meses mais quentes do ano tem relatos que encontram essa Associação com revolvimento do solo que talvez exponha mais bactérias ao ambiente mas isso aí não é bem definido por que causaria porque que essa maior ocorrência estaria associada a isso também vai ocorrer mais em
Sistemas de criação fristal e de gado de corte porque um são sistemas em que tem mais chance desses animais se traumatizar a gente vai ver a importância do trauma mais paraa frente quando ocorre traumas durante o manejo geralmente afeta os melhores animais do rebanho então a gente Às vezes a gente pega bezerro garrote morrendo sempre aqueles mais gordos os mais bonitos são afetados e ela tem a forma clássica onde a doença Inicial começa em região de musculatura esquelética e a forma visceral quando a doença ocorre primariamente ela se inicia o desenvolvimento no coração ou na
musculatura da língua tá então é uma forma diferente aí do que se encontra normalmente que é a forma clássica que tá ligada com o trauma bom E como que ocorre a doença primeiro o animal tem que ingerir os esporos os clostrídios eles são bactérias que esporulam eles são anaeróbicos obrigatórios então da presenç de oxigênio ele forma o esporo que é a forma não vegetativa que fica protegida do oxigênio é uma é uma bactéria que tá presente extensamente em todo mundo em todo local Então se diz que é uma bactéria é onipresente Então tudo em todosos
locais vai ter então é fácil o animal ter contato com essa bactéria a ocorrência da doença aumenta à medida que eu tenho presença de mais esporos no local então o local que o animal morreu dessa doença e que tem maior carga de contaminação tem mais chance dos outros sofrerem dela mas assim se a gente pensar em todo o local todo o solo vai ter contaminação por esses esporos então o animal vai ingerir ou junto com a água com o alimento ou com a terra esses esporos vão passar pela parede intestinal cair na circulação sanguínea E
aí eles vão se espalhar pelo corpo vai chegar o fígado coração músculo esquelético e o diafragma e aí eles vão ficar meio que insist ados ali nessa musculatura esses esporos ficam ali em dormência Porque existe a presença de oxigênio eles não vão se desenvolver na presença de oxigênio se eu tiver alguma situação que causa Ana biose que não tem oxigênio na onde que tá esse esporo aí ele vai desenvolver a forma vegetativa e vai levar a ocorrência da doença o que que pode levar essa anaerobiose traumas se eu tenho esse esse esporo insist lá na
musculatura e o animal levou um coice levou uma pancada foi manejado no curral bateu numa tábua ocorreu um trauma e um hematoma Ali vai diminuir a quantidade de oxigênio e isso é o suficiente para essa bactéria se desenvolver então por isso que tá muito ligado ao trauma por isso que é mais frequente em gado de corte em sistema fristrom joo no curral Esses animais caem batem em algum local e aí esse trauma gera essa anaerobiose que facilita a desenvolvimento ali da forma vegetativa e aí também por que que acomete os melhores animais do rebanho porque
são animais de crescimento muito rápido e às vezes a irrigação dessa musculatura não acompanha tanto esse crescimento então animais com grandes grupos musculares muito gordinho muito desenvolvido pode ter uma menor concentração de oxigênio E aí Vai facilitar a ocorrência dessa situação de anaerobiose E aí tem mais chance desses animais desenvolverem a doença do que outros animais com esse desenvolvimento mais mais lento eh e aí a forma clássica é justamente essa associada à presença desses esporos nessa musculatura e a ocorrência do trauma levando a anaerobiose já a forma visceral não se compreende muito bem por que
ela se desenvolve o que que levaria essa anaerobiose porque é anaerobiose lá na musculatura cardíaca lá na musculatura da língua então ainda não se sabe o que que levaria esses esporos a sair dessa situação de dormência o que que levaria essa nairobi mas se sabe que ocorre dessa forma já foram relatados casos de morte súbita E aí na necrópsia se encontra as alterações cardíacas E aí na estop atologia se confirmou que era o carbúnculo sintomático bom E aí ocorre a anaerobiose sem oxigênio o esporo passa paraa forma vegetativa e passa a se multiplicar aí vai
ocorrer a multiplicação da bactéria com produção de várias toxinas ali e essas toxinas vão aumentar vão eh essa situação de anaerobiose causando necrose ali das fibras necrose dos vasos sanguíneos fazendo com que chegue menos sangue ali e aí aumente essa anaerobiose aumente o espaço que essa bactéria tem para se multiplicar Além disso essas toxinas vão cair na culação vão chegar ao pulmão causar edema pulmonar causando insuficiência respiratória insuficiência cardíaca e aí diminui ainda mais a oxigenação dos tecidos bom que que a bactéria vai fazer ela vai fermentar o glicogênio muscular e vai produzir gás então
o sinal Clínico que a gente acha clássico é você palpar o subcutâneo a musculatura existe creptação porque tem bolhas de gás presas ali naquele subcutâneo na musculatura as toxinas também vão fazer a digestão da proteína levando a morte celular necrose celular principalmente lá das miofibrilas da bactéria vão aumentar a hipóxia Porque vão causar edema pulmonar insuficiência cardíaca isso tudo vai aumentando essa situação de hipóxia E aí os sinais clínicos a gente nota de início claudicação grave o animal não apoia Então aquela claudicação com impotência funcional do membro aumento de volume progressivo a maioria das vezes
vai ocorrer em grandes grupos musculares principalmente em região de membro posterior região de membro anterior ali na altura da cintura escapular e às vezes no pescoço são locais que T mais musculatura tem mais chance de se desenvolver aí a doença Então esse edema vai aumentando Esse aumento é muito rápido é coisa de 24 a 48 horas até esse animal ir aó quando eu palpo Esse aumento de volume eu consigo perceber essa creptação essas bolhas de gás que estão presas ali no subcutâneo e na musculatura o anim apresenta febre alta dificuldade respiratória grave porque tá ocorrendo
essas exotoxinas ali da bactéria Estão levando ao edema pulmonar e às vezes hemorragia pulmonar às vezes também esse animal durante ali esse momento de dificuldade respiratória começa a sair uma espuma atingida com sangue pelas narinas por conta dessa necrose que tá ocorrendo no pulmão e esse edema e a morte geralmente Ela é super Agudo ou Agudo então ali de 24 a 48 Horas Esses animais Esses animais vão a óbito a apesar do tratamento é uma doença que ela é considerada 100% letal são raríssimos os casos que com o tratamento o animal consegue sobreviver bom E
aí qual que é o aspecto dessas lesões aí na necrópsia a gente vai fazendo a retirada ali da da pele do animal já no subcutâneo a gente consegue perceber grande quantidade de hemorragia de de líquido cero sang sanguínio lento e áreas enegrecidas na musculatura que corresponde ali a áreas de hemorr e áreas de necrose muscular e a medida que eu vou tirando que eu vou retirando esses tecidos eu vou passando a mão ao cinto grande quantidade de gás o odor dessa secreção também ele é característico ele tem um odor de manteiga rançosa de óleo velho
que também é muito característico da da do carbúnculo sintomático se a gente retira um fragmento dessa musculatura ele tá meio que esponjoso por conta dessas bolhas de gás e aí se a gente coloca na água ou no Formol ele boia por conta da presença de gás sendo que o normal seria afundar por conta da densidade da musculatura aí lá no coração na musculatura cardíaca a gente também vai perceber essas necroses essas estriações ali com que corresponde a necrose das fibras musculares e aí quando a gente faz a estop atologia lá na microscopia que que a
gente percebe essa necrose de coagulação das fibras musculares todas essas fibras estão mortas estão necrosadas infiltrado de células inflamatórias principalmente dos neutrófilos a gente vê grande quantidade e aqui esse espaço tá todo preenchido por hemes então grande quantidade de hemorragia entre essas fibras musculares eh nessa nesse aumento não dá para ver mas quando a gente coloca lá no aumento máximo do microscópio a gente consegue perceber os esporos porque quando é exposto a oxigênio a bactéria esporula então a gente consegue perceber esses esporos aí entre as fibras musculares e aí as toxinas bacterianas vão lá no
pulmão e vão causar hemorragia pulmonar edema pulmonar então esses pulmões geralmente estão muito distendidos cheio de líquido ali e quando eu corto sai aquele líquido Ciro sanguinolento tá na traqueia geralmente tá preenchida por uma grande quantidade de espuma atingida com sangue também bom o diagnóstico como que a gente fecha o diagnóstico dessa patologia a gente consegue fazer e a suspeita suspeitar fortemente da doença apenas pelo exame Clínico por essa característica de aparecimento súbito de edema de um membro ali de potência funcional desse membro de claudicação animais na faixa etária ali menor de 2 anos que
tem esse histórico de falha na imunização histórico de trauma então com a clínica A gente já consegue chegar a esse diagnóstico presuntivo de carbúnculo sintomático E aí a gente confirma esse diagnóstico através do exame complementar que é a necrópsia já na macroscopia quando a gente encontra aquelas lesões que eu mostrei anteriormente a gente já consegue confirmar o diagnóstico de carbúnculo sintomático a microscopia serve aí para trazer mais informações pra gente mas geralmente a gente já consegue ter esse diagnóstico conclusivo já na necrópole claudicação súbita com impotência funcional acidente ofídico principalmente aí pela picada de gerará
acidente botrópico que leva a hemorragia e grande quantidade de edema então é um diagnóstico dif diferencial e a outra clostridiose que é o edema maligno que tem essa apresentação muito semelhante também então entraria aí também como diagnóstico diferencial e é a próxima doença que a gente vai ver Bom como tratamento como eu falei é uma doença considerada 100% letal ela se instala muito rapidamente as lesões são muito graves tanto na musculatura quanto ess edemo e hemorragia pulmonar que acontece então é muito difícil que a gente consiga tratar esse animal a tempo e que ele se
recupere e qual que seria esse tratamento é uma bactéria anaeróbica grama positiva então eu vou usar antibióticos que tenham esse efeito em bactérias anaeróbicas e gram positivos então principalmente aí a penicilina pode ser usado no Metronidazol também doses extremas de penicilina a gente tem em bovinos aí a dose normal sendo usada de 40 a 60.000 unidades pro carbô CL sintomática a gente vai usar uma dose de 100.000 unidades por quilo então é uma dose muito agressiva a gente faz essa aplicação eh via parenteral pode ser feita a aplicação inclusive ao redor ali da lesão então
seria essa antibiótico terapia e em seguida expor essa região ao oxigênio porque eu expor no oxigênio a bactéria vai parar de se multiplicar então se eu tenho lá um edema na região de musculatura eu vou faço um procedimento cirúrgico abro toda aquela região exponho a oxigênio às vezes jogo água oxigenada lá também tudo isso para parar essa eh multiplicação bacteriana só que como eu falei o prognóstico é sempre desfavorável então é péssimo o prognóstico para esses casos eh existe aí pouquíssimos relatos de animais que sobrevivem a doença e ainda sobrevivem com uma sequela muito grande
dependendo da necrose muscular que houve ali eh eles podem ter essa sequela de desenvolvimento de locomoção muito muito grande então considerada sempre praticamente aí 100% letal essa doença bom e a prevenção do carbu sintomático ela é baseada principalmente na vacinação e evitar que esses animais sofram traumas a gente não consegue evitar que eles ingiram a bactéria como eu falei ela tá presente em todo todos os ambientes então eu não consigo evitar a ingestão da bactéria Mas eu posso imunizar esse animal fazer com que ele tenha uma imunidade para ele controlar essa infecção que porventura aconteça
e eu posso também fazer um manejo ali tranquilo desses animais usar instalações adequadas para evitar que eles se traumatizam que leve aquela situação de anaerobiose mas o que que é mais fácil aí da gente fazer com maior aplicabilidade é justamente a vacinação a vacina ela é usada a primeira dose ela deve ser feita entre 4 e 8 meses de vida do animal sempre fazer antes da desmama Ali duas TRS semanas antes da desmama desse animal por se eu faço essa vacina no momento da desmama muito próximo a desmama ela é uma condição de muito estresse
pro animal e aí ele não vai ter uma resposta imunológica adequada aquela vacinação que eu fiz então vou ter uma falha na imunização tá então eu tenho que fazer o logo antes da desmama Por que não fazer depois a desmama porque aí depois da desmama além desse animal tá com uma imunidade já teve uma queda da imunidade por conta do stresse ele já tá numa faixa etária que a colostragem não protege tanto ele mais contra essa patologia Então eu tenho mais chance desse animal desenvolver a clostridiose ali antes que eu consiga vacinar então o ideal
é que eu faça ali nessa faixa de 4 a 8 meses de idade de preferência antes da desmama tá E aí a primeira dose depois de 21 ou 30 dias eu faço uma segunda dose Seguindo os mesmos critérios lá não fazer no momento da desmama eh acondicionamento adequado da vacina fazer com o material Limpo fazer com tranquilidade não estressar Esses animais não vacinar animal doente e aí primeira segunda dose eu vou fazer um reforço a cada 6 meses até que esses animais atinjam 2 anos de idade E aí acima de 2 anos de idade eu
posso fazer esse reforço anual Ah mas o animal acima de 2 anos de idade não sofre com clostridiose via de regra não mas pode acontecer então a gente vai prevenir com vacinação Além disso essa vacina que vem e a vacina contra o crost chal ela também cobre outras crosti dioses que precisam desse protocolo de reforço anual então o protocolo de vacinação para carbunco uma dose seguida de uma dose segunda dose após até 30 dias reforço anual a cada reforço semestral a cada se meses até 2 anos de idade passou de 2 anos de idade uma
vez por ano certo e aí seguindo todos aqueles critérios de boas práticas de vacinação usar agulha seringa estéreo de preferência não vacinar animais doentes não vacinar não fazer essa vacina junto ali com vacinas por exemplo da Brucelose porque ela el vai gerar uma resposta imunológica muito diferente aí esse animal não vai ficar imunizado contra nenhuma das duas tá e vacas gestantes a gente faz essa esse reforço anual três a seis semanas antes do Parto para que ela passe os anticorpos que ela vai adquirir Ali pela vacinação pelo colostro E aí quando eu colostro esse bezerro
nos primeiros seis meses de vida ali ele vai estar protegido devido a essa colostragem a esses anticorpos que foram passados bom e o Eden maligno o edema maligno é outra clostridiose que também é uma doença infecto contagiosa aguda caracterizada por necrose muscular e toxemia qual que é a diferença dela pro carbúnculo sintomático o carbúnculo sintomático ele é causado em específico pelo clostrídios chalver o edema maligno pode ser causado pelo clostrídios séptico nov sord também pelo chve e pelo perfringens então o que que diferencia ele do carbúnculo sintomático é justamente a etiologia carbunclo sintomático animais menores
de 2 anos edema maligno animais de qualquer idade carbunclo sintomático Principalmente nos bovinos edema maligno em qualquer espécie também vai acontecer Principalmente quando existe falha na imunização também é uma teologia importante e diferente lá do carbunculo sintomático que o animal ingeria a bactéria aqui precisa da inoculação direta do clostrídios como que ocorre essa inoculação direta uso aí e compartilhado de agulhas agulhas contaminadas com a bactéria material cirúrgico contaminado com a bactéria ferida cirúrgica ou traumática que é contaminada com essa bactéria então ali no local que foi inoculado a bactéria que vai se desenvolver a doença
diferente do carbúnculo sintomático Então eu preciso de uma ferida penetrante por agulha trauma ou cirurgia inoculação dos esporos de um daqueles clostrídios uma situação de aerobiose que pode ser causada pelo próprio trauma que levou a ferida E aí essa bactéria vai se multiplicar produzir as toxinas que vai levar a necrose toxemia e morte do animal essa parte aqui vai ser semelhante ao carbúnculo sintomático o que vai diferir é que a gente precisa da inoculação direta desse agente os sinais clínicos vão ser muito semelhantes ao carbúnculo sintomático que que é diferente aqui que vai ser no
local da inoculação então às vezes eu eu consigo saber lá o proprietário vai relatar que aplicou a medicação naquele local foi feita a cirurgia naquele local então num igual carbunculo sintomático era principalmente em região de musculatura de posteriores e anteriores edema maligno pode ser em qualquer local ali que foi aplicado tá sinais clínicos diagnóstico e tratamento mesmo princípio do carbúnculo sintomático prevenção vacinação mesmo protocolo do carbunculo sintomático e aqui que mais que vai entrar nessa prevenção justamente usar agulhas estéreis não contaminadas não usar medicamentos contaminados eh material cirúrgico sempre estéril higienizar bem o animal antes
de fazer o procedimento usar todos aqueles critérios de assepsia antissepsia feridas traumáticas fazer o tratamento adequado fazer antibiótico terapia adequada tá então aqui além da vacinação vai entrar essa prevenção ao evitar a inoculação desse Agente Bom sobre as clostridioses era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula