bom vamos falar agora das sete leis da aprendizagem sete leis da aprendizagem é uma teoria de grandes pesquisadores do Instituto frankl cve as pessoas gostam do número sete né é um número bem usado sete níveis neurológico sete leis da aprendizagem o deac chopra tem sete leis espirituais de sucesso é é um número que é usado como a o número da perfeição sete pecados capitais sete pecados capitais Deus fez o mundo em sete dias né são pensamentos conhecimentos que se formatam em sete né mas Coincidências ou não né Eh numerar numerar né catalogar é uma forma
de aprendizagem quando a gente enera cataloga diz quantos Quando a gente vai ensinar alguma coisa a gente fala olha três princípios sobre isso duas coisas que eu acho que você deveria saber ou vou te falar uma coisa que você nunca pode esquecer na vida então nós numeramos catalogamos porque isso é faz parte do processo de aprendizagem Talvez tenham muito mais lei da aprendizagem por aí mas talvez essas sete sejam as mais importantes a primeira lei da aprendizagem é que todos nós nascemos para aprender o próprio Nascimento e o processo de interação entre esse indivíduo e
o meio tudo que discorre sobre esse momento é aprendizagem é aprendizagem o momento é propício para a aprendizagem a aprendizagem se dá após o nascimento nascimento é a hora que a dependência completa ali biológica da mãe vem pro meio externo e esse meio externo de alguma forma já exige alguma sobrevivência e a criança Ela tem que mover a boquinha dela ela não tem ela tem que mover a boquinha dela e fazer o movimento de sucção né E aquele movimentinho ali se não for feito sem leite sem leite lembro-me do momento da minha filha dessa experiência
que a gente não teve a educação necessária ou completa sobre esse momento e aí a a minha filha fez esse movimento de sucção no bico e feriu né feriu e ferio que dava dó de olhar paraa minha esposa assim e na época a gente estava em hospital público e a moça lá Falou vocês só saem daqui quando essa criança tiver mam mamando aí vamos tirar a roupinha da criança vamos deixar ela com frio para ela chorar e quando ela chorar você faz vapo olha aqui as instruções que a gente recebeu quando ela abr aquele Bocão
aí você sim você encaixa nessas alturas já tava ferido né então mesmo na hora que encaixou bem a mamada da criança a nossa filha eh a mãe tinha que suportar né tinha que suportar a dor e suportou e eu achei Cruel inclusive o processo lá né deles no outro dia eu falei assim olha se ela tá mamando eu não sei mas que a gente vai sair daqui a gente vai eh a criança chorava muito né A minha filha chorava bastante porque não conseguia Tomar o leite suficiente ainda e minha esposa já não suportava mais amar
porque tava ferido né então o processo de aprendizagem começou ali pr pra criança ela estava fazendo até o movimento correto mas não o suficiente para isso engraçado que ao chegar em casa tudo ocorreu muito bem e ela mamou e minha esposa suportou mas de uma forma diferente porque tava em casa né só que engraçado que daqui a pouco a criança tava fazendo o quê com a mão empurrava O mamilo assim para que encaixasse mais para que saísse mais leite ou seja o aprendizado tava acontecendo a criança tava entendendo ali que se ela apoiasse com a
mão saía mais leite Olha que legal então nós nascemos para aprender e esse processo de aprendizagem não para mais não para não para primeira lei é que nós temos naturalmente a predisposição o pressuposto do aprendizado segunda lei da aprendizagem é nunca se sabe quando se dará o aprendizado eu gosto de usar uma frase do tipo assim não subestime o aprendizado tipo imagina que você vai fazer o curso pela segunda vez né Bernardo não subestime porque nesse outro momento pode vir um aprendizado que vai transformar o seu contexto a sua realidade então nunca nunca se sabe
a qualquer momento a aprendizagem pode acontecer desde uma topada uma aula H uma discussão H um conflito o aprendizagem vai acontecer E aí eu Trago essa carta dos índios aos Estados Unidos desculpa a carta dos índios aos Estados dos Estados Unidos que é do Carlos Brandão no que é educação vamos fazer a leitura Bernardo por favor faça a leitura pra gente convite dos Estados Unidos para alguns índios jovens estudarem nas escolas dos brancos aí a resposta deles nós estamos convencidos portanto de que os senhores desejam o nosso bem e agradecemos de todo coração mas aqueles
que são sábios reconhecem que diferentes Nações têm concepções diferentes das coisas e sendo assim os senhores não ficaram ofendidos ao saber que a vossa ideia de Educação não é a mesma que a nossa muitos dos nossos Bravos Guerreiros foram formados nas escolas do Norte e a aprenderam toda a vossa ciência mas quando eles voltaram para nós eram maus corredores ignorantes da Vida da floresta incapazes de suportar o frio e a fome não sabiam como caçar o veado matar o inimigo ou construir uma cabana e falavam nossa língua muito mal eles eram portanto totalmente inúteis não
serviam como guerreiros como Caçadores ou como conselheiros ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e embora não possamos aceitá-la para mostrar a nossa gratidão concordamos que os nobres Senhores da Virgínia nos enviem alguns de seus jovens que lhes ensinaremos tudo o que sabemos e faremos deles homens citado por Carlos Rodrigues Brandão O que é educação página 8 A 9 forte ou não é gente então a educação educação né o ensino a aprendizagem nunca se sabe quando eu vou ter que aprender alguma coisa esse exemplo é um exemplo bem confuso Quando pensamos que a intenção dos Estados
Unidos seria educar os índios na perspectiva de que eles não seriam educados com educação correta e os índios dão uma resposta que no início foi bem intelectual digamos assim mas no final foi bem vingativo né que também percebemos Pontos importantes da da aprendizagem porque olha só nós enviamos Bravos Guerreiros para vossas escolas beleza Eles foram formados lá na sua ciência mas quando eles voltaram pro nosso contexto e paraa nossa realidade o que elas o que eles aprenderam não serviam para caçar para correr ou para sobreviver E ainda por cima nos comunicava muito mal com a
gente a última parte a gente desconsidera um pouco porque tipo assim aconteceria a mesma coisa né se os americanos Então acho que foi uma boa ironia aí no texto né né uma boa forma de dizer assim se você vier para cá também vai acontecer o mesmo né vai saber correr vai saber caçar mas talvez não saba não saiba a vossa ciência então eu não subestimo o aprendizado porque o aprendizado tem suas facetas tem seus mistérios tem suas formas suas fórmulas e ele pode acontecer a qualquer momento não subestime nem mesmo uma conversa simples com o
amigo porque a aprendizagem pode chegar nessa hora a terceira lei da aprendizagem corresponde ao que aprendemos através das relações Bom agora vamos ficar mais técnico aqui nascemos para aprender não sabemos como se quando se dará o aprendizado agora aprendemos através de relacion por isso professores pais ou quem quer que seja os educadores devem ter relacionamento com os alunos ou com seus filhos sem relacionamento gente sem aprendizado sem naquele vídeo do dos neurônios espelhos nós observamos que aquelas pessoas estavam observando as outras então é nos relacionamentos Que Nós aprendemos a relação que acontece entre nós é
que gera aprendizado então quanto de relacionamento nós estamos investindo no contexto de ensino aprendizagem no contexto da relação ensino aprendizagem primeira coisa que eu gosto de pontuar nesse tema é para ter relação precisa ter conexão gente eu não vou aprender com quem eu não quero ter conexão com que eu não quero ter relação faz sentido então para ter relacionamento eu preciso de conexão não preciso me conectar com Bernardo com a Rane se eu não fizer isso com vocês vocês não vão aprender porque são nas relações que se dão o aprendizado é através do nosso relacionamento
sabe gosto desse Professor ou me identifico com ele Isso facilita demais o aprendizado não gosto desse Professor isso prejudica demais o aprendizado Ok então relacionamento faz parte do aprendizado Nós aprendemos com os nossos pais porque a tendência é que o relacionamento seja mais vivo diário e frequente primeir são os primeiros mas aí se chega na sala de aula eu não fui com a cara do professor de geografia matemática ou de história ou de português a probabilidade de eu ter problema naquela matéria é grande por causa da matéria por causa do professor por causa do relacionamento
que eu não tive com Professor ficou Claro para vocês Então pensa aí numa matéria que você teve problema lá atrás teve problema Digamos que o problema seria tipo vai tirou muita nota baixa pensou Agora pensa qual era o seu nível de relacionamento com esse professor pessoa que você tirou nota baixa você era bem conectado com esse professor não tem como gente se é um professor que você se amarra nele ou nela você vai prestar atenção e você vai aprender compreendem isso então não tem como você não aprender com esse professor de História porque ele contavam
as histórias e se conectavam com as pessoas talvez não todos da sala de aula mas a maioria ali gostava do professor então a a a facilidade desse relacionamento promove aprendizagem em uma certa matéria lá na faculdade que ele estatística estatística o professor promoveu o nível de empatia muito alto com os alunos ele começou a desenhar pros pros alunos desenhar eu não tô falando literalmente falando desenhar é ter a paciência de explicar detalhadamente cada passo se importando com os alunos o fato dele se importar com os alunos é o que ganhou os alunos Resumindo todo mundo
tirou nota boa em uma matéria dentro de uma faculdade de humanos estatística chega para ensinar estatística dentro de um curso de psicologia assusta todo mundo todo mundo já olha assim ô eu não escolhi exat justamente porque eu não gosto de números mas o professor fez todo mundo de humanas tirar nota boa porque ele teve bom relacionamento as pessoas levantavam a mão e falavam não tô entendendo ele voltava tudo de novo e Ele começava tudo de novo esse processo fez um criou um relacionamento e uma atmosfera na sala de aula que todo mundo passou como que
pode relação relacionamento Então é isso bons relacionamentos relacionamentos saudáveis relacionamentos que tem conexão gera um aprendizagem quarto todos aprendemos de formas diferentes isso aqui gente é extremamente nós vamos falar essas formas diferentes tá em outro módulo mas já quero adiantar para vocês tem gente que aprende melhor ouvindo tem gente que aprende melhor ilustrando desenhando escrevendo tem gente que aprende melhor Juan com exemplo prático com prática com movimento tem gente que se não se mexer não aprende então o professor deve ter a consciência e não só Professor mas as pessoas que se relacionam tem que ter
a consciência que existe formas diferentes de aprendizado que se dão baseados nos nos seus próprios sentidos e nas suas próprias competências desenvolvidas tem uma coisa que eu faço quando eu tô conversando com as pessoas além de eu escreveu ainda desenho e sai um uns robô Sabe às vezes eu faço uma casa ou às vezes fica um desenho fora do da realidade assim mas esses desenhos tem uma representação do que eu tô ouvindo É óbvio que eu não paro para ver isso e muitas crianças E aí Juan e rosemir pode falar isso desenham durante as aulas
e são repreendidas e isso é um problema porque elas não estão desenhando Porque elas estão distraídas é porque elas de fato desenham enquanto aprendem já tiveram esse exemplo ou não apr dos que aprende e dos distraídos literais né desenhar é uma forma de aprendizagem escrever é outra ouvir é outra então vamos lá essas imagens aqui nos slides são propositais porque a pessoa que é visual que tem uma predominância visual no seu cérebro ela associa informação cognitiva com imagens ela precisa visualizar como é as coisas um exemplo você tá no contexto de trabalho e aí você
vai apresentar um plano um planejamento estratégico ali pra pessoa o visual vai analisar como aquilo se apresenta visualmente ela não vai nem ler Vocês entenderam muita gente nem passa pra próxima fase da Leitura se o trabalho ou planejamento ou algo que foi apresentado não aparenta ser organizado Então essa pessoa aprende com as imagens com o visual E aí o professor ou quem está sendo educador deve criar em suas falas imagens como é isso eu dou quando eu vou dar o exemplos eu dou detalhes para facilitar a mente criativa de quem cria imagens por exemplo eu
falo Ah eu estava lá em João Pessoa inclusive o sol tava bem forte nesse dia e eu tava com coco na mão e a praia tava bem cheia facilitei ou não a imaginação facilitei Então ela cria uma experiência Visual na cabeça dela para aprender Ok então as histórias além de histórias precisam ter detalhes para facilitar a aprendizagem de quem é visual Professor eu não sei se é coincidência mas o senhor sabe que isso é uma área de pesquisa né o uso das imagens eh a imagética motora E isso tem sido pesquisado lá desde da da
da década de 30 40 por uma pesquisadora americana chamada eh Mabel Todd a ludol wer que sistematizou tudo que a mabel escreveu e a imagética motora é tão incrível que hoje a gente tem resultados clínicos de fisioterapia por exemplo que se a gente pedir pro paciente imaginar os nódulos dele se desfazendo os nódulos literalmente se desfazem porque nossa mente não consegue distinguir o que é imagem O que é e projeção por assim dizer consciente sem investir muito dos processos atencionais do que o que realmente tá acontecendo é complexo pesquisa e desenvolvimento tem se desenvolvido e
acredito no poder da mente de resolver problemas do corpo isso é possível só que a ciência precisa desenvolver mais elementos até para para aumentar o nível de confiabilidade desses processos mas isso invés de assustar as pessoas deveriam deixá-las mais curiosas para estudar mas o que as pessoas fazem é se assustar e negar entrar no no negacionismo ali né e negar possibilidade que isso exista nós somos naturalmente céticos a esse ponto de negar somente não somos os cientista que explora somos só o neg ia entende então a ciência não se desenvolve com mais rapidez nesses termos
por conta da falta de curiosidade de muitos de exploração de muitos E aí a pessoa auditiva ela já ouve então não espere ela ouve e ela não tá tão preocupada com a criação de imagens ela não tá tão preocupada eh com a escrita muitas vezes ela tá preocupada em ouvir ouvir é importante para ela então se você pega uma pessoa auditiva e coloca ela só para ler você tá massacrando você tá judiando a pessoa não aprende assim ela aprende mas o a absorção dela é muito baixa alguém que tem uma super capacidade de leitura só
aprende 10% vou trazer a pirâmide do Wilson Glace para vocês 10% alguém que é muito desenvolvido na leitura e alguém que não é então áudio é importante então às vezes um vídeo ajuda muito mais do que uma leitura então Professor tem que est ligado ali que as tarefas as atividades que você quer que que ela façam devem conter elementos que prioritariamente a pessoa aprende ela sabe aprender por Leitura sabe aprender ouvindo e criando imagens ou sentindo por exemplo os alunos sinestésicos eles TM que sentir a aula tá é uma forma de aprendiz aprendizagem também pensa
nos sentidos auditivo visual e o sentir é o sinestésico pode ficar com esses três aqui auditivo visual e sinestésico o visual cria imagens e o visual é importante o auditivo ouve entende o o o visual ele vê para entender o auditivo ouve e entende e o sinestésico sente e entende então sinestésico precisa sentir o professor precisa sentir a aula precisa ter conexão com isso porque senão é a aula é sem graça o feedback do sinestésico para um momento eh como esse é Nossa tá sem vida isso aqui tá sem sabe isso e além do sinestésico
gostar de sentir a aula ele gosta do evento prático né ele gosta da prática para se desenvolver então é necessário o professor entender que Nós aprendemos de formas diferentes quanto aluno é óbvio que eu já tenho que me tocar você quer estudar para concurso juane Beleza você é auditiva você vai ler mas quantos não estão lendo e sabem que são auditivos ou não sabem depende no estágio ali né Qual o estágio qual estágio essa pessoa tá no primeiro porque ela não sabe não descu descobriu que é auditivo então ela não precisa desenvolver uma competência ela
não sabe que existe então é um problema não é porque essa pessoa vai ficar estudando vai ficar estudando forçando o seu neocórtex na leitura sendo que não é a a área o sentido mais desenvolvido dela faz sentido para vocês então como aluno e eterno aluno da da vida e dos estudos eu penso Qual é o meu sistema vocês vão descobrir quais são tá vocês vão descobrir quais são mas Vocês conseguem imaginar qual qual alguém tem algum Pitaco sugestão do que seria que que vocês acham você que tá em casa escreve aí embaixo qual é a
área que você acha que tem como predominância no sentido visual auditivo ou sinestésico durante os aprendizados que que vocês acham que que você acha Bernardo visual então seus textos seus documentos são visualmente organizados totalmente eu deixo às vezes de comprar produto ou tipo eu vejo um curso que a plataforma não tá esteticamente bonita eu não me dou o trabalho de ver então você vê a aparência né primeiro em primeiro lugar sua predominância é visual totalmente não significa que ele não tá me ouvindo né e que não tá me sentindo Tá sim mas a predominância a
primeira avaliação que ele tem quem é visual eu sou visual e auditiva inclusive no aniversário da Eloá mesmo eu vi um rapaz que eu tinha visto na minha infância e lembrei que é o seu pastor né eu a engraçada essa questão de como a criança aprende eh lá em casa a gente é acostumado a fazer devocional com os meninos desde pequeno e quando nós íamos fazer visual eh visual quando nós íamos fazer devocional o Pedro meu filho mais velho ficava super concentrado e o Isaac pulando e se mexendo virando de cabeça para baixo e eu
me deixava aquilo extremamente nervosa e quando eu perguntava para ele ele sabia tudo que eu tinha falado aham mas me agoniava por ele não estar quieto olhando para mim mas é a forma dele aprender ele aprendia ouvindo e ele conseguia assimilar Tudo e você vê a criança ali desenvolvendo esse sentido Ela tá brincando e você tá conversando com as pessoas na sala não é tranquilo daqui a pouco ela fala alguma coisa dentro do contexto da conversa que que tu tá falando menino vai brincar então nós desenvolvemos os sentidos ao longo da vida e alguns deles
ficam mais desenvolvidos e essa predominância acaba acontecendo Então você avalia primeiro o quê né falou visual vem em primeiro e auditivo em segundo E aí talvez o sinestésico em terceiro ó Ismael o que que você acha Eu sou bastante visual visual visual Mateus auditivo e sinestésico visual e auditivo visual visual é coincidência ou todo mundo aqui tá visual auditivo e visual só nas videoaulas ouvindo ouvindo ouvindo ouvindo ouvindo se tivesse lendo tinha passado mal não tinha sinestésica tem que sentir as coisas o é tudo desenhado colorido marcado de rosa de verde de azul V cá
Então essas são as predominâncias é como se fosse a competência do sentido que eu mais desenvolvi habilidade do sentido que eu mais desenvolvi eh então aprendemos de formas dientes diferentes e devemos respeitar isso inclusive nas relações se a pessoa não tá olhando no seu olho nem sempre vai ser desrespeito ela tá te ouvindo não é quinto as relações se dão através da contação de histórias Olha só se o aprendizado se dá nas relações as relações se dão através de quê contação de histórias não é assim quando a gente chega na casa de fulano e de
ciclano não é a gente chega lá e fala Fulano tu não sabe o que aconteceu essa semana tu sabia que João foi lá em casa e fez um desaforo comigo eu gosto do dialeto nordestino né gente Nasci Aqui em Brasília mas fui criado em João Pessoa E aí tem aquele sotaque arrastado né é da de di D não é da de de dod é de ta Teti to tu não tem ti não tem não tem esse esse chiado sabe E aí é muito lindo porque o bom dia é bom dia não é bonito né gente
não que o bom dia não seja bonito porque também é mas Bom dia é bonito demais rapaz hã parece um negócio bem autêntico assim né Aí eu fui eu fui entregar os fleto né aí tinha um bocado de jovem assando carne tal aí eu Oi bom dia bom dia aí ele riu ele disse a senhora não é daqui né eu falei não ele disse eu falei sou paraibana ele disse sou meu Deus ele falou assim que legal é muito bonito Sua seu sutaco aí eles ficou falando bom dia bom dia PR as outras meninas lá
mas minha filha ria tanto assim mesmo né Eu falei assim ele disse ó continue assim porque é um sutaco muito bonito eu eu chamo Bom dia eu botei Mas se eu for escrever eu sei não sabe mas é meu jeito é vi [Música] tui um dia falou assim de com lu lá na sala negócio lá das Mesas tal aí eu falei não é porque o pessoal Tira e eu boto Aí ela disse tá bom aí eu fiquei com vergonha dela n não seja você mesmo então não tem como eu deixar meu sotaque meu sotaque é
ess mesmo tá bom dialeto cultural é nosso né faz parte da nossa vida nós viajamos para outros estados é legal Porque dependendo do tempo que a gente passa lá tem gente que tem uma facilidade grande de pegar o dialeto lá da do local então você passa uma semana ali na Bahia quando você volta Ô painha mainha né rapidinho você tá no oente é ou não é então o tempo que você passa num outro local faz uma coisa que eu chamo de rapor rapor da linguagem cultural e esse rapor é uma adaptação do neurônio espelho ali
para eu me sentir pertencente no local que eu estou então eu começo a me parecer com as pessoas onde eu estou vivendo por uma questão de sobrevivência mesmo só que quando eu volto pro meu contexto as pessoas e tu virou foi baiana agora foi essa adaptação se dá através da conexão cultural que eu tenho e a contação de histórias que é o ponto que eu nem sei para onde a gente foi que a gente chegou até aqui é onde é onde começa a construir os relacionamentos né então não é só a história do livro A
História da sua avó a história da sua mãe história do seu pai a história do seu tio a minha história a sua história e quantas histórias nós não temos para contar E observa Só se não é s só só sobre histórias Qual é a história que você conta para você mesmo Qual é a história que você conta paraos seus filhos Qual é a história que você conta pro seu vizinho pro seu amigo seu colega são histórias são histórias e aí se dão as relações e nas relações se tem aprendizados que vieram das histórias através das
pessoas dependendo da história pode virar uma verdade um aprendizado e esse aprendizado passar para outra pessoa como história e assim por diante sexta sexta lei o aprendizado é ao mesmo tempo um experiência emocional e uma experiência intelectual a gente já falou algumas vezes né sobre isso acho que o único ponto que é novidade aí para vocês é a é ter a pontuação de que tem que ser ao mesmo tempo então o aprendizado é ao mesmo tempo uma experiência emocional e intelectual ou seja ela deve ser carregada dessa experiência sétima lei e eu adoro essa o
aprendizado pode mudar Fas quando a gente pensa em mudar o mundo mudar o contexto mudar alguém que que você tá pensando hã que que você pensa Quando você pensa em mudar a vida de alguém que você tem uma fórmula que pode ajudar o outro ou que você tem uma coisa que te ajudou E você acha que pode ajudar o outro o que que quer dizer a Lei aí que o o que que pode mudar as vidas o aprendizado então o conhecimento é bom mas o aprendizado é que muda as vidas é quando eu aprendo é
quando eu absorvo é quando esse processo se completa que aí sim eu posso mudar a minha vida essa é a recapitulação das sete leis da aprendizagem do Instituto frankl cov todos nós nascemos para para aprender nunca se sabe quando se dará o aprendizado aprendemos através das relações todos aprendemos de formas diferentes as relações se dão através da contação de histórias e o aprendizado é ao mesmo tempo uma experiência intelectual sétimo aprendizado pode mudar vidas sete leis tão simples mas tão Profundas quanto né tão Profundas quanto