e na mesa do corte seco Ronaldo Sousa poeta Jeová Santana poeta e contista continua aqui com José Ailton Lima e nós vamos discutir agora a literatura em Sergipe Então eu queria ouvir de Jeová Santana de Ronaldo Souza e José Ailton O que é hoje a literatura em Sergipe está em Feira de Santana nessas circunstâncias e tá numa feira voltada para Literatura e está presente na condição de produtor dessa palavra que o considera mais bonita do mundo né porque ela engloba todas as outras e está aqui nessa circunstância mostra o meu trabalho ao lado de Jailton
Lima e Ronaldo Souza dois grandes amigos dos grandes parceiros ah e também tem a oportunidade de falar como é que está a produção literária no menor estado da federação a mesma coisa que observar que eu gostei muito da da do conceito do termo né literatura em Sergipe e não literatura sergipana que aí para mim já Começarei a causando incômodo porque eu não vejo a literatura sergipana e baiana e Pernambucana mais a literatura brasileira ou feita no Brasil então a gente vive um processo com aquele com as minhas dificuldades que foram apontadas a pouco na relação
Literatura e jornalismo né é um é uma circunstância de produção que depende muito do individual é a gente que faz parte de uma geração mais nova olha sempre para aqueles que estão à nossa frente então os três nome de Jesus ressuscitou a pouco realmente em termos de lançar o nome do es e sem fronteiras são os mais significativos do momento que é Francisco Dantas a Maria Lúcia Dal farra aqui é paulista mais tarde cada em Sergipe há mais de 20 anos por ser casada com Francisco dentro e o Antônio Carlos Viana né a gente tem
alguns outros nomes que permeiam essa produção como de Santos Souza é um poeta que está muitos anos na estrada e faz uma produção lírica muito marcada por uma uma uma uma volta a um certo aspecto clássico né de ter a Grécia e Roma como referência e que mais recentemente ganhou um prêmio da Associação Paulista de críticos de arte então tem outro nome a gente colocar nessa nessa sequência mas eu não vejo como um movimento né literário não vejo vejo muito nessa questão da individualidade e que nós três Aqui estamos nessa corrida de bastão tentando passar
no caso da poesia e envolve nós três no caso do tamanho da prosa do conto que eu também eu também faço né então eu vejo muito nessa nessa perspectiva de ser um momento em que o Estado tem alguns nomes que nas suas diferentes áreas estão atuando e consequentemente pois está Estamos em Sergipe temos a possibilidade como essa de hoje de trazer o que estamos fazendo para além fronteiras Lembrando que Jeová é um teórico também da literatura professor universitário e Ronaldo som é um também artista plástico e crítico de na imprensa sergipana de quase duas décadas
na área de música na área de artes plásticas literatura então clica se traçasse ajudasse a gente a traçar esse painel da literatura em Sergipe bem É a minha visão é e eu compacto da visão do meu compadre Jeová Santana realmente é a nomes isolados que realmente saíram e projetar um estado fora né para fora é através de misturas que tem uma qualidade é de divulgação poder de distribuição grande como é o caso da Antônio Carlos Viana e também Francisco Dantas e Maria Lúcia Dal farra que é foi adotada pelo estado pelo trabalho que ela tem
teve como Educadora né mas assim a literatura eu tenho a visão até um pouco pessimista porque assim quanto União em movimento isso aconteceu mais ou menos bem antes dos anos mais ou menos 70 né E que existiam publicações efetivas e com a qualidade literária até a qualidade de edição muito boa né através das publicações como a livraria Regina teve né e assim com nomes muito fortes né e infelizmente depois de um certo tempo também começaram a surgir movimentos ainda é no seu nascedouro como o suplemento arte e literatura que aglutinava jovens que tinham uma inspiração
literária que queriam ver queriam publicar e foi aqui realmente nomes como Jeová Santana O meu nome é outro e outros outros autores começaram a publicar juntamente com também Academus porque esse jornal era feito por um acadêmico né mas mesmo assim durou ainda muito tempo era um jornal é feito realmente porque geralmente esses esses esses esses produtos literários produtos culturais é só são só só vem à tona quando realmente tem uma pessoa que segura o piano e leva à frente como o movimento é realmente eu tenho um pouco pé atrás em relação a isso né Eu
realmente fiquei muito surpreso aqui em Feira de Santana e quando eu vi a produção de vocês com a união e pelo menos eu quero que demonstra que vocês Realmente são focados né Isso é muito bonito para o estado e isso é um exemplo até para gente né tempos depois do ar temperatura eu falei surgiu o suplemento arte palavra juntamente que eu tive a honra de participar com o meu também amigo Jeová Santana e Que aglutinava outros nomes como Antônio Carlos Viana aqui hoje o nome na sua nova né E foi um jornal que teve uma
projeção muito boa e nós começamos a conquistar a colaboradores muito bom né nomes muito bons é pela qualidade do jornal pela qualidade literária do jornal então isso serviu mais ou menos como é para gente poder ter ser mais ou menos um termômetro do que foi essas décadas lá né e publicações isoladas né É como publicação de Salários muita gente que tem desse período que vem de lá para cá deixou de publicar né e outros e o meu e ele estamos publicando e ainda acreditando que que vale a pena publicada atualmente eu acho que a gente
tá no escassez tremendo aqui acho que é Reflexo a discussão de vocês em relação ao jornalismo que a gente não tem suplemento que é uma coisa que é que ajuda a formar grupos e formam um pensamento né temos uma grande é aliada cultural uma a gente encontrou chamada Iara Vieira que era um excelente pessoa como ser humano e também nessa área porque é muito difícil você tá todo ano criando eventos para poder aglutinar traz escritores e fora né nomes muito bons né que Iara Vieira já faleceu e a gente ficou com uma certa lacuna em
relação a isso entendeu os órgãos culturais infelizmente que uma Secretaria de Estado da cultura é publicações são pífias né infelizmente é uma coisa então as os nomes são só nomes isolados e que a gente espera assim que a coisa melhore nesse sentido e é nomes muito novos ainda que ainda estão vendo a não se firmaram as que estão através de blogs né Foi de publicações independentes há ainda uma certa carência atualmente eu vejo com certo assim não vou dizer pessimismo né porque esse pessimismo acho que não é coisa boa para ninguém mas assim um certo
uma visão crítica de que se a gente deixar não não não se unir em prol de um movimento porque pelo menos ajuda na divulgação né ela fica muito difícil né vai ficar sempre nomes isolados né o de Jeová por José Ailton meu de Antônio Carlos Viana então e é muito fica muito difícil se traçar o que seria um movimento é apesar de olhar esse nome já diz com um certo mas a desconfiança eu acho que movimento não sei interessante mais e quanto uma ação conjunta em prol da literatura né e a gente precisa muito de
centro de distribuição né esse tempo de divulgação nesse sentido corte seco para indicação de livro de Jeová Santana BA E aí eu gostaria de indicar o Roberval pereyr a unidade primordial da lírica moderna São Quatro ensaios Nos quais ele discutir é uma das dificuldades conceito a poesia é a sua a sua fragmentação então ele tem outra ver nesses Quatro ensaios comec se resolve essa questão diante de uma arte que tem mais de quatro mil anos joga Ailton e com relação a essa literatura em Sergipe me ocorre é ampliar essa indagação e perguntar a você que
a jornalista além de poeta de grande poeta é e que Ronaldo são falou da dos blogs e se essa essas novas Tec chamadas novas tecnologias da informação e da comunicação se elas possibilitam que não só quem escreve e está em Aracaju e torne-se lido torna-se conhecido ou Vocês conseguem através dessas novas tecnologias dos blogs como o Náutico conseguem a ouvir outras vozes que não as vozes que estão em Aracaju e outro mas e aí que surge outro problema também a questão do blog permite que tudo seja publicado não tem uma edição não tem uma seleção
certo Quer que quando não há um movimento mesmo havendo um movimento o nosso mas quando existe uma pessoa que conversa com outra quando Jeová conversa com José Ailton a uma espécie de cuidado no que se publica né se não se tem esse cuidado pode publicar qualquer coisa e às vezes você queria ter uma recusa a ler porque tá vendo qualquer coisa eu diria que a internet é a grande Babel a grande Biblioteca de Alexandria onde tá todo mundo e onde tá tudo e dá todas as vezes não é nem sempre o mais recomendado mas ao
mesmo tempo trazer bolo eu não tenho preconceito com ela eu acho que ela pode depurar não pode entrar as pessoas lá e boas aparecer e acontecer eu sou o caldo atalho do livro eu acho o livro por razões afetivas é mas a chuva pega o livro cheirá-lo pelo na mão e levar para casa emprestar e ninguém devolver mais tudo isso faz parte da cultura do livro livro é fantástico livre é muito pertinente É eu tô indo tô na web o teu eu tô eu acabei de lançar esse livro viagem na argila é tem um eu
tenho eu tô no Facebook eu posto a cada domingo que eu tô meio folgado eu vou o Facebook e posso lá um poema na minha página e veja o resultado extremamente positivo é passado no último deste domingo aí foi o Dia dos Pais passado a positividade da data eu postei um poema meia-noite não umas 11 horas da noite domingo chamado herança que eu tenho um fazendo interlocução com meu pai fantástica bonita a passar pode ser o mais de 440 manifestações em um segundo e pessoas vendo se manifestando a gente sendo que que sentiu o poema
que entendeu papá acho isso bonito mas isso não me atrai ao ponto de deixar o livro e lá é mas eu gostaria de voltar a questão da literatura sergipana é preciso situar Sergipe um pouco no tempo e no espaço Sergipe novo serviço prestado Novo Sergipe o estado que vai fazer 200 anos enquanto configuração de independência geografia a gente pertencia a baía até sete de julho até 8 de julho de 1820 ou até 24 de agosto de de sete de outubro de 1.120 porque quando é Dom João sexto emancipou deu a carta de da independência da
Bahia em dia no dia oito de julho a notícia foi chegar lá no dia 24 de de outubro e nós ele pode moto Nós temos duas datas do Estado há uma certa confusão dentro desse espaço de tempo é possível que a gente tivesse um Gregório de Matos é impossível que a gente tivesse um Padre Vieira mas a na carne da vida sergipana na literatura brasileira ou na resultado porém Sergipe ao consistente se você parar para pensar que nos fundamentos da literatura brasileira você tem um cio a venda está da terra do Brasil de 1888 e
demarcando e dando tomando espaço do que essa essa instituição também nova na na concepção brasileira quem foi o nosso primeiro autor foi caminha foi foi o padre foi foi foi Gregório né foi quem foi Machado de Assis foi José de Alencar ele ele se tua muito bem essa questão nós temos um sujeito chamado Tobias Barreto que um jurista que deu um contributo enorme no direito penal e ainda trafegou pelo pelo civil e foi estudado na Alemanha teve um sujeito autor alemão que aprendeu língua portuguesa só para estudar do Barreto É traduzido lá tá você tem
uma série de escritores que se projetaram de Sergipe de Sergipe Aracaju para ouvir a gente que foi para o Rio de Janeiro de risco e fez obra lá Hermes Fontes é mesmo o nome quer colocar no pré-modernismo mas é um poeta é o simbolista né ela não passa dentro do Realismo o homem que nasce em mil eu acho que em 1801 a 38 e se mata em 1930 Quinze de dezembro 1930 que tem seis livros publicados Você tem uma série de pessoas até chegar a isso hoje tem João Ribeiro que era um folclorista você tem
genolino Amado que lá dentro você tem uma série de pessoas que produzem você tem a passagem até o Jorge Amado conforme a Timóteo nessa matéria tem uma passagem do lá com o pai Sergipano com a bolsa de pano com a vivência de duas vezes é em Estância morando em Estância lá ele escrever ele começou a escrever Capitães da Areia ele admite que tava desempregado uma editora deu aí uma graninha para ele fazendo o romance ele começou lá e tem esses nomes que nós falamos aqui é Santos Souza que é um poeta que pratica uma poesia
ó fica bonita é difícil às vezes de compreensão nós temos os Giselda Morais que romancista e e com é bem tradutora do do francês nós temos a Araripe Coutinho que um jovem de perto dos 50 anos ativo para danar já fez mais de 20 livros em em que 20 anos de actividade literária é a pessoas que produzem literatura brasileira em Sergipe que não não vazão fora tu não tá lá eu eu sou um caso desse Jeová crédito Os Contos dele ali por ali fora de Pernambuco é jeová Pernambuco Brasília Olá meu nome é Santo Souza
é em homenagem a ele é como se fosse o nosso Godofredo Filho aqui não é vou levar o Godofredo Filho é uma pessoa daqui do famosa no começo do modernismo eu mesmo tive o meu Desperta da Secretaria de Estado da cultura Jeová ganhou uma vez com um livro de contos eu ganhei uma vez com duas vezes comprei no espanto e com retrato inverso Ronaldo ganhou com litorâneos e tivemos nossos livros editados por eles né este que eu fiz agora foi por conta própria então eu diria que o Estado de Sergipe tem uma mancha positiva na
produção literária sempre quer dizer literatura sergipana literatura brasileira feita a partir de Sergipe é para mim diferente tem e lá dentro tem uma tem políticas setoriais a gráfica Oficial do Estado promove livros a editora da Universidade Federal de Sergipe da UFF é produz também então tem assim você se você parar para quer dizer esse estado Nesse pouco tempo de vida tem que civilidade literária tem tem utilidade boa tem tem consistência no que faz como nós mostramos aqui na na feira do livro nessa cidade de Feira de Santana não tenho diria que é uma é um
estado que tem esses esses processos que Jeová e vamos colocar a estão perto de neste também não existe movimento Mas ao mesmo tempo eu sou um disso sinto falta demais é não sei se é perto entre o Ato da criação literária é muito solitário a obra é do indivíduo a obra sujeito e tudo bem Eu concordo que estiver por trás do eu algumas embocaduras é teóricas para você discutir e fazer com que melhor aquilo acho que é válido é pertinente Mas se não tiver também não não mata cada um produto mas lá em Sergipe não
tem eu desculpa por isso com Jeová e Manaus são duas pessoas com quem eu tô interlocução boa é muito sono e ele fica mandando poemas para ronalso vou por e-mail para Jeová por torpedo do celular é discutir uma coisa outra tal mas não há uma isso que o Ronaldo falou há pouco era um sujeito chamado José Augusto Garcez que liderou o movimento cultural e se a gente vai década de 60 e 70 através da livraria Regina que era uma editora fantástica em lá eles foram reproduzir o encontro mas não vivemos aquele processo o nosso mas
eu acho que não era assim também como é o como é organicamente em Sergipe por exemplo qualquer sujeito no Brasil tipo que coloque os olhos sobre o tombo grande da revista era revista é uma revista feita pelo grupo é esse daqui em Feira de Santana vai tomar um susto mas vai E essa cidade comercial brutamente comece a brutamente interna tô falando tá gente jamais Feira de Santana tem uma revista desse porte tem pessoas produzindo com esse conteúdo né e pessoas que o que que tem vinte trinta quarenta anos de obra como trazido tem nos livros
dele interval Miranda como Roberval pereyr o Antônio brasileiro que é um ícone a figura importante da literatura brasileira baiana feirense você pode reduzir eu tô dele aqui o pai não é positivo Brasil muito positivo para gente lá minha indicação literária é o livro viagem na argila de José Ailton Lima e tem duas coisas aqui não é quase sempre eu evito fazer isso mas tem duas coisas aqui que hoje eu vou querer fazer nessa indicação literária uma ela é um trecho do um observação que tem aqui na última página do livro e tá escrito aqui ó
no finalzinho da última página viagem na argila é um livro publicado exclusivamente com recursos do autor só quem escreve isso é quem só quem faz isso só público livro assim quem acredita na poesia quem vive em poesia e o aproveitar que ele é um poema aqui que tem no livro Caetana rachada o Caetano cheirava a lenha lenha de inverno recheada a era limo musgo e visgo eu tinha músculos másculos dengo mole e uma mata grande boa de nela se perder e se encantar Caetana cheirava mato mato de qualquer Estação e tinha ternura na oferenda Vem
menino pidão Sianinha aqui ó e arriba vá ou saiam Caetana cheirava o cheiro bom da Linha Verde achando Aurora José Ailton Lima viagem na argila eu gostaria que vocês falassem também é que me parece que funciona e muito Muitas num país funcionando o estado funciona numa cidade funciona uma universidade é a promoção de eventos a premiação criação de Prêmios é o que é que existem lá em Sergipe Qual é a posição de vocês com relação a isso se alguém aqui já participou de um evento desse de uma publicação de uma premiação é bem eu acho
que todos nós lá fomos premiados né tivemos livros editados né que existe uma ausência aquecer a continuidade EA questão de direcionamento da política cultural nesse sentido entendeu Por exemplo e TM têm nomes é muito expressivos né que foram citados aqui e outro clube a marcação Giselda Moraes né é Marcelo Ribeiro você tem tem homens que Wagner Ribeiro estão publicando sempre e eventos culturais só que são muito espaços Então o que a gente precisa exigir é que um pouco mais de continuidade né e demais União nesse sentido Apesar desses prêmios traseiro eu diria que o estado
é falho nisso você não tem Sergipe promovido pela Universidade Federal de Sergipe ou pela Secretaria de Estado de cultura da cultura um evento como esse que a Universidade Estadual de Feira de Santana e as entidades sociais sergipanos como prefeitura como Rota como como arquidiocese uma série de sucesso fiquei bobo quando Lia a lista de pessoas que apoiam a feira do livro destruição em Sergipe não não está fazendo isso é mas não deixa de haver no estado uma certa propensão para o apoio o plano os prémios Núbia Marcos Santos Souza continua ativados o ano passado saiu
o livro do cidadão chamada e Vilmar Gonçalves um livrozinho muito Sergipe desculpas muito mal editado e a capinha fina Ás vezes eu pego um livro bem feito vocês endereço aqui é um filhote de livro mas tem mas o diria que é carente mas a sua pergunta no sentido que você é importante que haja é importantíssimo vamos finalizar esse corte seco especial com duas indicações literárias a indicação de José Ailton EA indicação de ronaldson o outro no espelho o que dói em mim irmão Sou eu mesmo viu que arremato em meu ser tantos erros e o
medo máximo que sonha e que canta não é dúvida O que trago é Ciência engasgada língua cheia de espanto mãos distantes de da alma o são por essas e outras coisas que eu indico a mirantes o livro O bairro pirahy é ele Me parece que ele se esse livro ganhador do Braskem recente mesmo ano passado e ele traduz este ano é o Uber vão se configura como um dos Poetas modernos contemporâneos mais bem produzidos mais bem eficazes mas bem focada ele tem um lirismo fortissimo convincente que vale a pena ser lido nesse e em outros
livros dele os bois passem dessa varanda os vejo para ser nada é mais real que este ver é um poeta maravilhoso chamado Antônio brasileiro com o livro desta varanda que tem tantos livros publicados e também é um artista plástico realmente que tem um trabalho muito bom e que eu acho eu indico atrás desse livrinho assim que parece assim um formato de carta em formato design é da t-55 e quer pescar mais tarde tchau beijão para toca disco antigo na Rua Benedito a