Né? Se acontecer alguma coisa, a gente tem então essa gravação acontecendo por segurança. Vou compartilhar aqui os slides que eu preparei para fazer a condução então dessa atividade de hoje. tirar daqui os controles não ficar aparecendo junto. Acho que tá tudo certinho agora. Muito bem. Então, essa trilogia ela tem ela é Intitulada a nova era da publicação com IA. Por quê? Porque eu vejo que nós estamos entrando em uma nova era, certo? A decisão sua vai ser você ver outras pessoas usando, né? Porque a inteligência artificial é uma revolução inevitável. Você já deve ter percebido
isso. Ou você vai se engajar e utilizar. você já está engajado utilizando, mas você está atualizado sobre as formas mais modernas de trazer isso paraa sua prática. todas as áreas vão usar a Inteligência artificial dentro, né, do seu contexto, do seu escopo. Então eu reuni mais a minha experiência e e o meu conhecimento da de como usar da forma mais moderna dentro da publicação com Por isso que a gente tá entrando numa nova era, porque certamente os conhecimentos que você adquirir aqui vocês vão você vai poder e usar para transformar a forma como você hoje
escreve e publica seus artigos, porque eu acho que é muito difícil publicar Artigos. Se alguém aqui tá que acha que é fácil, certamente não veio para cá. né? Então é difícil publicar artigos e essas ferramentas nos ajudam. Eh, eu quero dizer o seguinte também, essa é uma trilogia fechada, exclusiva, como eu disse, para quem confia no meu trabalho e em mim, né? Eu não divulguei por tráfego, eu divulguei somente no meus grupos, nos meus e-mails, as pessoas que já tiveram contato comigo e essas aulas são exclusivas para esse grupo seleto, Tá? Fico feliz, inclusive de
poder fazer um evento assim. As três aulas, elas foram planejadas com uma sequência lógica, com uma sequência racional. Então eu já falo para você o seguinte: não perde as três aulas. Não perde as três aulas, tá? Tem muito conhecimento e tem uma somatória de informações, de conhecimento, de insites que vão culminar em algo muito grande. Eh, ao fim do terceiro dia você vai ter aprendido muito, eu te garanto, tá? e Você vai conseguir aplicar o conhecimento na sua prática, que é o mais importante. Tô fazendo isso para que vocês possam aplicar o conhecimento na sua
prática, para que as minhas experiências usando inteligência artificial na escrita de artigos e também a minha experiência editorial, publicando artigos e tal, ela possa também impactar a sua forma de fazer isso, tá? você vai conseguir então aplicar o conhecimento na sua prática, Na sua temática, independente do tipo de estudo que você faz, independente do tipo de pesquisa que você faz, não é algo nichado. E ao fim do terceiro dia, eu vou anunciar uma surpresa, uma oportunidade para quem quiser continuar estudando e aprendendo comigo. Então, a nova era da publicação com IA, ao meu ver, é
uma transformação do jeito de publicar a partir de 2026, quando a gente tem uma consolidação muito grande e muito sólida da inteligência Artificial dos meios, né? Eh, ela tem um objetivo claro, né? Te mostrar a forma mais moderna de usar inteligência artificial para escrever e publicar artigos comta qualidade. Isso inclui o quê? Inclui usar uma tecnologia, né, que não para de acelerar. É impressionante quem tá antenado e vê que não para de acelerar, de acelerar. E a ideia é facilitar a nossa vida como bons autores de textos, tá? E nos fazer publicar com mais qualidade,
com mais impacto em Revistas que a gente gostaria de publicar nas melhores revistas da nossa área e sofrendo menos, porque tem uma coisa que me incomoda na publicação científica, o sofrimento por trás, que é aquele que não aparece no látis, não aparece no currículo, mas ele existe lá e cada um sabe o sofrimento que passou. Eu passei por situações assim, às vezes ainda passo, mas com IA muito menos. E agora com essa novo modelo de publicação que eu vou mostrar para vocês de Escrita, menos ainda. Inclusive eu consigo passar de uma forma mais clara para
as pessoas que eu oriento. Então eu quero que você tenha em mente uma coisa muito clara. A publicação científica ainda é, ao meu ver e ao e aos olhos de toda a comunidade científica, a melhor forma de elevar sua carreira acadêmica. Tá? Bons artigos publicados trazem visibilidade, abrem a oportunidade e lhe dão então possibilidades profissionais, né? Não se Engane nenhum minuto em relação a isso. Eu quero me apresentar, eu sei que você me conhece, mas aqui eu vou te dar um carteiraço e você vai entender porque eu tô dando esse carteiraço. E se você não
me conhece tão bem assim, você vai ter a oportunidade de me conhecer. Eu sou professor e pesquisador há mais de 20 anos. Veja que eu não digo eu sou dentista, eu sou formado em odontologia, mas eu fiz toda uma trajetória acadêmica trabalhando com pesquisa em pré-clínica, Com ciência, com conhecimento de verdade. O que é conhecimento de verdade? Aquele conhecimento que é criado, que é curado, que é interpretado da forma mais imparcial possível. O método científico permite imparcialidade, embora as pessoas fora do meio acadêmico elas não querem ser imparciais. E é isso que faz o mundo
ser tão difícil, né? Isso é uma das coisas que faz o mundo ser tão difícil. Sou professor da Universidade Federal de Pelotas há 16 anos, com muito orgulho. É a cidade, é a universidade onde eu me formei, é a cidade onde eu nasci, onde a minha família está e eu continuo aqui contribuindo com uma cidade que tem problemas, que no passado foi muito rico e hoje nem tanto, né? Mas a universidade aqui ela é muito forte, mesmo estando longe dos grandes centros. Para você, para vocês terem uma ideia, eu sou pesquisador do PPG em odontologia
da FFPEL, que é uma nota sete caps, a nota Mais alta, né? possível. Isso com certeza tem reflexo de trabalho investido ali. Eu já publiquei mais de 250 artigos internacionais, então não é uma experiência de ter publicado duas ou três vezes que eu tô trazendo. E eu tenho feito isso constantemente ao longo de 20 anos e há pelo menos 3 anos constantemente com o apoio da inteligência artificial. Esses artigos já renderam mais de 13.000 citações internacionais. Por que que eu Digo isso? Porque eu acho que não é só uma questão de publicar mais um artigo,
mais um artigo, eu quero mais um artigo, eu quero cinco artigos, eu quero meu nome em artigos. Não, eu quero publicar artigos que tenham impacto real na literatura, impacto real na ciência, impacto real na prática da área que eu me siro. E as citações ainda são a melhor forma de você calcular isso, de você medir isso. Se você tá sendo citado pela literatura, o seu artigo é Influente. Se você seu artigo é citado em palestras ao longo eh do ao redor do mundo, em congressos, o seu artigo é influente. Só que essas citações e palestras
elas não aparecem, né, no nos rankings e nas bases de dados enquanto as citações de artigos. Sim. Então, fico muito feliz de mesmo uma cidade distante, num país e eu eu valorizo muito o que a gente faz no Brasil, tá? Por sinal, odontologia brasileira é a melhor do mundo, tá? Ao meu ver, com Todas suas dificuldades, mas ela é uma odontologia que tem uma ciência muito forte, uma prática muito forte e é difícil você achar um país que tenha uma qualidade tão grande na prática da onontologia. Então, a ciência que eu faço, ela é uma
referência mundial dentro de uma ciência que já é referência no no internacional. Então, o Brasil tem algumas fortalezas de ciências e a odontologia é uma delas, talvez uma das principais. Meu índice H59, para mim isso não diz quase nada, mas se você é dos índices, tome aí, né? E se você é dos rankings, eu sou há 6 anos listado no ranking dos autores mais influentes do mundo, que vê essas citações, né? O que foi conhecido como levantamento Stanford. Para mim é assim, é mais uma questão de ego do que qualquer outra coisa. Por que que
eu tô falando tudo isso aqui? A minha expertise ela é baseada e a minha carreira em publicar artigos, em navegar Esse mundo científico nesses 20 anos. Acumulei experiências, né? Não sem apego a esses ranks que eu falei. Eh, mas eu acho que tudo isso pode refletir um pouco das conquistas, dos desafios, embora não reflitam tudo, né? E inclusive você já pode ter visto, se você me acompanha há algum tempo nas redes sociais, a minha insatisfação como acadêmico em alguns pontos, as críticas que eu externo. Eu acho que eu que a gente também deve fazer isso.
Nem todo Mundo tem coragem, a gente deve fazer isso porque a gente quer um mundo científico melhor, um mundo acadêmego melhor. A gente quer que o jovem veja a academia, a publicação científica, a caminhada acadêmica como um norte também. A gente precisa de boas pessoas, pessoas que queiram viver isso como sua carreira, né? Então eu essa minha insatisfação e essa externa externamento e esse eu o ato de externar isso, eu acho que também é uma contribuição que Eu tenho dado. Eu tenho procurado então trazer todas minha experiência pros meus cursos, entregar tudo que eu sei
e para uma temática de a e para uma temática de a que vá ser aplicada independente da área de atuação, tá? Não importa aqui, nós não vamos falar da minha área de atuação, nós vamos falar sobre escrita de artigos auxiliada por inteligência artificial. Eu quero pedir licença para eu continuar te dando algum carteiraço rapidamente aqui, tá? Eu fui palestrante Nos principais eventos nacionais e internacionais da minha área. Congresso Internacional de Onontologia de São Paulo. Semana passada eu tava lá. Grupo brasileiro de Materiais dentários, principal grupo brasileiro da minha área de pesquisa, sociedade brasileira odontológica de
pesquisa odontológica, a principal sociedade de pesquisa da minha área e a Academy ofenta Matirmos agora em 2025 foi palestrante, principal evento internacional da minha área. Então, por que que eu tô te falando isso aí? Primeiro porque, obviamente, eu sempre quis estar nesses palcos e é muito legal ver que eu consegui. E segundo mostrar que é possível conquistar coisas e acender a sua carreira. E teve uma coisa que me fez estar nesses palcos aí, o conhecimento transmitido por meio de artigos, né? Não era porque eu tenho um perfil no Instagram que eu sou chamado para falar
em inglês eventos de pesquisa. Talvez em Eventos que algumas pessoas aí participem, pode ser que os tiktokers ou os youtubers sejam chamados, os eventos que eu participo, quem está lá é quem faz trabalho sério. O trabalho sério que eu faço, eu divulgo na forma de artigos científicos. Consegui fazer isso de uma forma honesta, de uma forma ética, que muito me orgulha, tá? E se eu tivesse assim, vamos dizer, um checklist de coisas que eu queria ter feito na vida científica, eu com certeza já dei muitos Cheques, inclusive um cheque de ministrar aula na faculdade de
ontologia da Harvard. Mas aqui eu vou ser bem sincero, isso aí nunca, na verdade, teve na minha mente. Eu achava que não era nem possível, tá? Eh, sendo bem sincero, eu sei que para algumas pessoas estar na Harvard é o ápice da carreira. Não dá para negar que é uma super instituição, é muito especial, tá lá. Eh, mas eu, na verdade, eu nem sei se eu tinha esse cheque na minha cabeça, mas se se eu Tivesse procurando, ele estaria lá. Não vai paraa minha bio, não vai tá lá palestrante em Harvard. Eu não, eu não
acredito nas coisas assim. Eu acredito na seriedade do que a gente faz. E a seriedade que eu faço, é óbvio que eu transmito nas minhas palestras, numa aula como essa, nos artigos que eu publico, no material que eu divulgo. Então eu procuro trabalhar dessa forma. Tudo isso que eu tenho falado, um reconhecimento, certo? Mas é engraçado Pensar uma coisa, tem duas coisas que uniram todas essas participações que eu falei em eventos aqui e universidades e até rankings. Primeiro, publicação de artigos e segundo inteligência artificial, né? Então a publicação de artigos é uma temática que eu
ensino há muito tempo e me leva a receber convites e como quando eu comecei a falar sobre inteligência artificial, as pessoas também queriam saber sobre essa temática, né? Então assim, eh, eu tô Combinando aqui na na minha carreira 20 anos de uso de publicação científica com 3 anos de inteligência artificial e desde então tenho estudado muito, tenho sido convidado a falar sobre isso e não posso negar que eu desenvolvi uma carreira baseada em publicação de artigos científicos, tá? Que inclusive tiveram repercussão na ciência, na prática nacional, internacional. Aqui nessa imagem eu te mostro alguns artigos
com mais de 1500 citações, 500, 600 Citações. Isso é muito legal. Isso é muito legal porque é um reconhecimento também da ciência da ã comunidade internacional, né? Então de novo, publicação científica foi alicerce na minha carreira e continua sendo, né? Me abriu portas, me trouxe oportunidade, me trouxe visibilidade, né? Alguns artigos de minha autoria e de minha coautoria são muito citados na literatura internacional. Eu acho que isso também traza para mim uma experiência de como Você consegue fazer artigos virarem referências, né? Porque, ok, uma publicação já conta num ranking, num concurso, mas quando você consegue
ter artigos virem referências, são citados, as pessoas me param às vezes os eventos para falar que leram meus textos. Isso para mim é o ápice da carreira de um pesquisador. Você tá compartilhando conhecimento, as pessoas estão dizendo que leram o conhecimento que você compartilhou e que estão aplicando. Não Tem como ficar mais feliz do que isso, né? Mas de novo, isso não vai para ranking, isso não vai para látis, isso não vai para currículo, né? Nessa caminhada, eh, percebendo e analisando muita coisa, um perfil muito analítico que eu tenho, eu percebi também que a o
mundo da publicação científica ele evolui a passos muito lentos, mas com a inteligência artificial uma coisa mudou, né? E com esses anos de caminhada, eu posso afirmar uma coisa com muita Convicção, nunca o ritmo de mudanças foi tão rápido quanto o que tá acontecendo agora. Porque essa tecnologia inteligência artificial, ela ela muda muito a forma como a gente lida com a informação e conhecimento, publicação científica. É basicamente um processo de lidar e comunicar informação. Tá no cerne do que a gente faz. Esse estudo aqui, ó, tá na tela aí, ó, 2026 publicado, né? Ele tá
publicado no futuro, junho de 26 vai Sair só. Mas ele pega dados de 2024. Aqui já é um ponto, ó. A a ciência muitas vezes em algumas áreas, pela demora, ela já tá um pouquinho atrasada. na informação, mas em 2024, 88% dos estudantes universitários americanos já usavam inteligência artificial nesse levantamento que fizeram, tá? Agora, eu quero te falar uma coisa, a forma como eles usavam em 2024 não é mais a forma moderna de usar, tá? Ali era um levantamento de como eles usavam, Inclusive ali em que parte do seu processo de estudo universitário, né? Mas
não é mais a Fórmula de 2026, com certeza não é. Eu tenho visto essas mudanças propiciadas pela IA, porque eu tô muito sempre muito atento a todo o campo de inteligência artificial. Eu tô vendo essas mudanças impactando a área acadêmica nos congressos. É impossível as pessoas, existe um congresso que não se fala sobre inteligência artificial, mas Científico ou não científico, né? Então o que que eu nesse cenário assim, o que que eu entendi? Eu não podia ficar parado, né? Tenho uma base de alunos, um monte de gente já confiou no meu trabalho. Eu tenho eu
me sinto, né, como eu consigo hoje com os as redes sociais, com os meios virtuais, canais digitais, fazer uma extensão no meu trabalho. E aí eu é exatamente isso que eu queria fazer aqui, divulgando o meu conhecimento. Eu não quero ver bons profissionais, porque Eu tenho certeza que essas 107 pessoas que estão aqui agora são bons profissionais, querem ser profissionais melhores ainda. Eu não quero ver profissionais são bons e competentes, ficando de fora ou ficando para trás. Enquanto outras pessoas que às vezes não têm a mesma responsabilidade com conhecimento, elas já estão entendendo como usar
a inteligência artificial de uma forma mais moderna, já estão operando num modelo novo de publicação, Tão tirando proveito disso porque elas se antenaram mais na inteligência artificial, enquanto a gente ali no meio acadêmico, pode ser que a gente tenha ficado mais no modelo tradicional de de comunicar a nossa ciência. Quero dizer o seguinte, você não vai ser substituído por uma IA. Acho que ninguém aqui tem esse medo. Mas e será que a gente com o tempo não vai acabar sendo substituído por um profissional da nossa área usando IA, né? Porque pensem o seguinte, se Você
vai fazer um concurso público e esse concurso valoriza publicações científicas e alguém com usando Iá, né? Não tô falando aqueles artigos ruins sem alma, mas se alguém consegue publicar em um ou dois anos cinco, se artigos e você conseguiu publicar dois, essa pessoa não tá na sua frente. E cadê o seu repertório? fala, é óbvio que um concurso entra mais, mas às vezes um concurso hipervaloriza um currículo, né? E os convites e as e as oportunidades Que essa pessoa também que às vezes intangíveis, né, que essa pessoa vai ter porque tá publicando e você não,
ou porque você não tá conseguindo fazer o seu artigo chegar naquela revista que você queria, naquela revista mais lida. Então, por algum problema, ele tá indo para uma revista que não tem tanto impacto, que não tem tanta visibilidade. Então, eu quero abordar isso também. Eh, as pessoas que estão usando então I da forma correta, elas estão escrevendo Mais rápido, né? Isso tem falado muito tempo, sem perder a voz autoral no texto. Fundamental isso para mim, a gente continua sendo autor e com mais chance de publicar em uma revista de impacto. Então, quero impedir com essa
trilogia aqui que você fique para trás nesse novo movimento da IA. Quero te ajudar a te posicionar na frente dessas mudanças, tá? A usar a tecnologia da forma mais moderna possível. Eu me sinto feliz de poder fazer isso e ter a chance De compartilhar com você em primeira mão. Vamos lá. Antes, antes de começar, eh, começamos, obviamente, mas antes de eu ir pro filé meondo que eu preparei aqui, eu queria avisar uma forma bem clara. Eu preparei essas aulas reunindo não só o que eu venho construindo ao longo de 20 anos como professor e pesquisador,
mas as atualizações constantes que eu venho fazendo sobre a eu acho que isso é um pulo do gato muito importante aqui. Então eu fiz questão Que essas aulas fossem diferentes dos eventos gratuitos que que a gente vê por aí. Hoje tem muitos desses eventos, né? Mas se você me conhece, você sabe a qualidade do que eu entrego e do que eu preparo. Então eu já quero convidar agora não assistir de forma passiva, tá? Eu vou convidar vocês para durante as aulas você participar de alguma forma, você anotar coisas. Isso é legal anotar, eu acho que
sempre ajuda com uma nota mental também fazer atividades que eu Vou propor. Tem atividades aqui que você vai poder aplicar hoje já na sua prática. Tirar fotos de prompts e exemplos. Usa isso. Eu tô trazendo para cá para você usar. Então não deixa de usar, tá? Pegar o que eu trouxer aqui e colocar em prática amanhã, na semana que vem, no seu próximo projeto, no seu próximo artigo, no seu próximo resumo, tá? e trazer dúvidas do seu processo pra gente conversar também. E aí meu minha experiência como professor me permite te Garantir uma coisa. Quando
você participa ativamente de dias, de três dias assim como esse, de aulas como esse, o seu cérebro entra num estado de foco que a atenção e a memória elas trabalham juntas. E aí você tem o melhor dos dois mundos. você aprende agora e você mantém memória do que tá sendo ã do do que a gente eh vai desenvolver. Então, o convite é participe de forma ativa. Essa sequência de aula foi pensada por um motivo, segue uma lógica, Um caminho claro. Então, venha nos três dias, tá? Para que o seu aprendizado seja completo e efetivo. O
que que a gente vai ter nos três dias? Hoje, na primeira aula, a gente vai falar sobre a morte lenta e dolorosa do modelo antigo de publicar. Criei um texto, um título dramático, né? Mas a ideia é essa mesmo. Eu acho que se a gente não enxergar com honestidade o modelo, a gente fica preso, né, a tradições que impedem, por exemplo, que uma ciência se torne mais Próxima ou chegue mais próxima dos dos públicos que ela deve chegar, tá? Na segunda aula, eu vou te apresentar o novo modelo de produção científica com IA, né? Isso
vai fazer muita diferença na sua prática, com certeza, porque eu vou te trazer o framework completo que eu tenho usado, tá, para isso. E você vai ter a oportunidade de colocar o seu conhecimento em prática, vai ter uma atividade. E na última aula, que é a mais importante das três, o futuro da Publicação científica em ação, eu vou te demonstrar, vou te mostrar o modelo framework da aula dois em ação na aula três. Então vou destinar estratégias que garantem vantagem competitiva agora já para você na publicação de artigos. E eu vou ser bem conservador aqui
na minha estimativa, tá? Eu vou dizer que se você aplicar o método que eu colocar aqui, você vai tá na frente de 95% das pessoas que estão usando e para escrever artigo, porque ninguém tem esse método, ninguém Tem desenvolvido isso da mesma forma que eu. Modéstia total à parte, mas eu me tenho me dedicado muito a isso e tem isso tem feito parte da minha prática. Então eu trouxe para você aqui a forma como eu uso e eu desconheço qualquer conteúdo assim em outro local. Na última aula, né, vai ter uma análise aí numa correção,
uma revisão de uma atividade de vocês e aí vai ser legal, você vai poder aprender com a atividade de outras pessoas. Então é a aula mais importante E ao fim dela eu ainda vou revelar uma surpresa especial. Como eu falei, as aulas seguem uma lógica. Hoje eu vou te dar um choque de realidade. Eu vou explicar porque que o modelo tradicional de publicação científica já começou a ruir e a gente vai abordar essa autópsia do modelo antigo e por que ele tá morrendo. Identificar sinais de que você ainda está no modelo antigo ou não. Vai
ter um checklist para saber. você já está Operando no modelo novo, você ainda está preso no modelo antigo, então quero que você participe comigo dessa atividade. Nós vamos mostrar, né, a diferença entre usar e a da forma incorreta e da correta, de usar e abusar, de usar IA para inflar texto e de aumentar clareza, organização e qualidade. De novo, com promptes, com uma atualização da do a forma mais moderna de usar essas ferramentas hoje. E a boa notícia é que ainda dá tempo de virar o jogo em 2026. Se você aplicar o método que eu
vou ensinar aqui em 2026 você vai ter artigos publicados com menos sofrimento, com mais qualidade, com mais rapidez. Eu não sou a favor do produtivismo, tá? Eu não vou te prometer publicar 10, 20 artigos no ano. Eu acho que você tem que ã publicar um ou dois bons artigos, aqueles que viram referência, aqueles que fazem você ser lembrado. Estes, ao meu ver, são mais importantes do que um currículo enorme, cheio de Contribuições, mais ou menos, tá? Então, eh, eu preparei essa aula especialmente para você que em algum momento já se sentiu travado na escrita de
artigos, inseguro sobre o que escrever ou mesmo perdido dentro do processo de escrita e publicação científica. Então também é para você que quer ver o seu nome em um publicado naquelas revistas que você lê, deseja ficar, deseja não ficar reescrevendo, né, tanto, ter mais agilidade, produtividade e qualidade nos Artigos, n, e busca mais reconhecimento nessa área de atuação, que é o meu ver as publicações científicas dá, tá? Aí eu também preciso ser direto. Essa aula e toda essa trilogia não é para quem quer pegar o seu texto, botar numa Iá, apertar um botão e achar
que no outro lado vai sair um texto publicado na science. Se fosse assim, os engenheiros de prompt estariam publicando na science na Nete. Por que que eles não estão? Porque eles não são pesquisadores. Eles O o melhor usuário da inteligência artificial é o especialista. Aqui você é especialista no conhecimento que você tá querendo comunicar nas suas revistas. Então você precisa colocar a sua voz autoral e vocês me conhecem, você é o autor, o especialista e não é. É uma coisa que eu sempre digo, você tem que ser o autor, continuar o autor, continuar o especialista
e não a inteligência artificial. Então sobre o choque de realidade, é um modelo de Publicação científica, ele tá morrendo por alguns pontos, tá? Primeiro, o que funcionou nas últimas décadas não garante mais relevância em 2026, no ritmo que as mudanças estão acontecendo, na forma como o mundo hoje circula, eh, tem as informações circulando, tá? Existe uma avalanche de conteúdos de inteligência artificial, inclusive nas revistas científicas. Isso é um problema e aí acaba contaminando um pouco o cenário. Por isso que é usar da Forma correta para você não ter problemas. E a questão toda do desse
modelo de publicação morrendo não é que é um problema pessoal. As pessoas precisam fazer isso, os alunos precisam se dedicar a mais, os professores precisam ter treinamento. É claro que isso tudo ajuda, mas existe um problema estrutural. Esse problema estrutural é que atrapalha a capacidade que a gente tem de manter a publicação, a comunicação dos nossos achados nesse Modelo antiquado. Como era essa publicação antes da virada? A virada que eu tô chamando aqui é quando a inteligência artificial entrou eh no radar. Hoje, 2026, você já tem um outro modelo que você vai entender, mas o
modelo antigo de publicação era escrever do zero sozinho, sequência linear. Você ainda faz isso. Revisar e reescrever dezenas de vezes o mesmo trecho. O aluno escreve, você revisa, você o o autor reescreve e parece que nunca tá bom. Leva meses para chegar algum resultado mais concreto. Então, lá no início do ano, a pessoa diz: "Vamos escrever o nosso artigo?" "Vamos". Chega no fim do ano, o artigo não andou, tá na metade, né? Será que isso é é condizente com a velocidade do conhecimento hoje em dia, né? E sofrer bastante no processo, porque cada momento em
que você procrastina, cada parágrafo que não evolui, cada dificuldade que você tem, com certeza gera bastante sofrimento. E Aqui eu ainda vou dizer mais uma coisa, tá? Com uma certa tristeza. Possivelmente isso aqui ainda acontece na sua vida com uma situação bem bem peculiar, sem a ajuda de alguém do seu lado que entenda do processo, né? Se você é aluno, pós-graduando, você deve ter um orientador, uma orientadora, mas essa pessoa é ocupada também. Nem sempre ela domina o processo, nem sempre ela consegue te dar feedbacks. E eu tenho certeza que muitos são muito Dispostos a
fazer isso, mas nem sempre eles conseguem devido a uma rotina atribul atribulada também. Então, pode ser que aconteça com você o fato de você ainda fazer tudo isso de uma forma mais solitária, tá? Então, eh, a virada era antes de usar IA. Sim. A vir ou vou reformular com a IA veio uma virada, mas eu quero ir além mesmo. Quem usa Ia, usa promps, usa o chat aptode ficar para trás, né? Por quê? Mesmo você seja meu aluno, você já tá atualizado com Dos da IA, mas o ritmo das mudanças ele é tão acelerado que
você precisa est preparado também pro que vem por aí em 2026. E a verdade é a seguinte, esse modelo de publicação que eu tenho falado aqui que tá morrendo, ele fez sentido por muito tempo, né? E eu construí a minha carreira nele. Não posso negar isso. Só que o ambiente ao redor e a tecnologia mudaram mais rápido do que o modelo de trabalho. E eu vou ficar fazendo o quê? Esperando esse modelo mudar. Eu gosto de Ser protagonista das mudanças. Eu gosto de ir atrás das mudanças. Que que mudou de verdade, de verdade assim, que
tá fazendo muita diferença desde que a IA chegou. Primeiro, essa explosão de ferramentas de A traz a toda semana uma nova atualização. Então, o que você tá usando essa semana, semana que vem é diferente, é mais capaz, você pode fazer coisas novas. Então, você tá usando ainda do jeito que você começou lá em 2023, você tá perdendo oportunidades de Atualizar isso com o uso da inteligência artificial. E aqui mais para quem ainda não integrou ela muito no seu processo, ela permite uma estruturação de ideias muito mais tangível. Você não fica com aquelas ideias tão soltas,
você consegue trocar ideias, feedbacks com ela e tornar aquilo algo mais coeso. Então, esses feedbacks também eu acho que são uma tendência, né, da do uso mais contemporâneo da inteligência artificial, não só a melhoria do texto, Mas feedback sobre o seu texto e como melhorar, porque é um processo também de aprendizado. Vamos lá. é um orientador que pode estar disponível 24 horas por dia para você, né? Isso trouxe um aumento da qualidade nos textos em qualquer idioma. Você pode escrever em qualquer idioma. Você deve escrever em qualquer idioma. Não, você tem que dominar minimamente o
idioma. Eu não sou capaz de escrever em francês, mesmo que a IA traduza para mim. Eu não tô Publicando em espanhol, em francês, eu tô publicando aí em inglês, mas eu já não pago mais a revisão do idioma que me custava R$ 600, R$ 700 por artigo. Então isso foi um dos primeiros impactos essa economia. Eh, e outra coisa que mudou bastante nesses últimos anos foi que as regras políticas, expectativas editoriais de revistas e de revisores estão em constante revisão. Ah, o mundo científico tá ligado que as coisas estão mudando, né? Então, as transformações Tecnológicas
e estruturais geradas pela IA trouxeram dois efeitos muito claros. O primeiro é uma ótima notícia, um aumento brutal na velocidade de escrita, tá? Quem tá usando IA da forma correta, obviamente consegue diminuir muito o tempo de escrita, consegue fazer o seu texto eh ele ser ele se desenvolver em um ritmo novo e com qualidade, tá? Então hoje quem domina a escreve, revisa, traduz, reestrutura em dias o que antes levava Semanas, meses ou anos, né? E a qualidade final é melhor também. Eu vou reforçar. Não é delegar para Iá escrito do seu artigo. Se é isso
que você veio procurando aqui, você tá no lugar errado. Aqui é usar IA para amplificar o seu potencial, amplificar o conhecimento que você tem, facilitar o seu processo de transformar as suas ideias em algo publicáveis. Esse é o primeiro efeito, aumento da brutal da velocidade. O segundo efeito, ele é mais perigoso, é a Explosão de conteúdos de ar sem alma, né? né? A gente sabe que tem muita revista por aí que publica qualquer coisa, desde que você pague, né? Mas não é esse tipo de revista que você tá aqui para publicar. Não é esse tipo
de pessoa que tá frequentando essa aula nesse momento que tá, essas 115 pessoas que estão aqui, elas não estão procurando uma um atalho para publicar na revista que tem que pagar $.000. A gente sabe que ali tem outras questões, mas essa Explosão de conteúdo sem alma, ela não é só na na no meio acadêmico, ela é no mundo, na rede social. Aliás, tem uma coisa muito chata, né? A gente não sabe mais o que é IA ou que não é IA. Isso vai piorar, né? Esse estudo aí, ó, na Coreia do Sul, um país que
investe em ciência de uma forma bastante incisiva, viu que muitos artigos retratados com autores de autores daquele país por uso indevido da inteligência artificial. O que que é o uso indevido? Aí eles não Disseram que usaram não. Eles usaram para inflar o texto, para criar textos genéricos, textos robotizados, que assim numa primeira vista parecem corretos, né, para quem não entende, mas eles não dizem nada. Na verdade tem um termo que é usado para isso, que é são textos pasteorizados. Não adianta achar que você vai usar IA para em 2 minutos criar uma introdução do seu
artigo. Isso não vai acontecer. O processo vai ser facilitado, mas não vai Acontecer com o apertar de botões em dois minutos, porque senão o texto vai ser isso, pasteorizado, sem alma, sem conteúdo, né? Como um post na internet. Faça lá. Vou eh chatt minha opinião sobre, não sei, sobre o o os desfiles de carnaval. Vai ser a sua opinião? Não vai ser a sua opinião, vai ser uma opinião genérica da média, então vai ser desqualificado, tá? E assim, esse esse essa explosão de conteúdos, ela gera um descrédito na comunidade científica. Por Isso que eu acho
que a gente tem que fazer isso, se engajar nessa tecnologia de uma forma muito responsável, porque existe um certo pé atraso e qualquer deslize e pode ser um problema se o artigo pode ser negado. E a questão toda não é sobre usar a inteligência artificial para ter mais ideias, tá? é sobre transformar essas ideias num outro ritmo. Então, na prática, isso significa que se você tá lá no modelo antigo ainda, né, você sofre duas vezes. Primeiro sofre porque continua levando meses para tentar chegar em alguma coisa minimamente relevante. E segundo software, porque vamos dizer que
você finalmente terminou depois de um tempo, o padrão já subiu, um artigo parecido já foi publicado, a regra já mudou, já tem um checklist novo e a competição avançou. A gente não tá agora 2026 competindo com aquele pesquisador lá de 2016. Eu tô pegando até do meme, né? Tava todo mundo comparando 16 com 26. Então a gente não tá competindo com aquele pesquisador de 10 anos atrás. A gente tá competindo com o pesquisador de 2026 usando IA no modo turbo. E se você usa Iá do jeito errado, né, vamos lá, você sofre do mesmo jeito,
né? Porque aí você ganha velocidade, agilidade, só que chega mais rápido num texto fraco, que não convence ninguém, que não vai passar por uma linha editorial, que não tem força, que não tem originalidade e aí vira mais um no Meio de tantos outros similares. Não é isso que você veio aprender aqui e não é isso que eu vou te ensinar. Vou te ensinar, obviamente, um processo para você, a gente chegar ao fim com textos de alta qualidade. Então vamos falar brevemente agora sobre a autópsia do modelo antigo de publicar artigos, né? Eu achei interessante usar
esse termo que mostra que ele tá, vamos dizer que ele está morto. E a gente vai analisar o que que aconteceu. Primeiro, um eh Modelo baseado em escrita solitária, né, em tentativa e erro. Pouca gente sabe como tem que escrever, né? Então o seu orientador te diz: "Não, vai mais ou menos por esse lado, por outro", mas você fica lá tentando sozinho. Textos longos, né? Porque a gente tem a impressão de que quanto mais escreve, mais conteúdo tem, né? E isso com certeza não, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Ou textos
confusos que só textos em que a gente sofre muito Para chegar em algum lugar. Dependência de terceiros para revisão, né, da metodologia do meu orientador que demora meses às vezes para responder meu e-mail. Formatação, que é sempre difícil de fazer, eu tenho que fazer tudo manual, por exemplo, ou eu não sei falar inglês, não sei falar espanhol, não sei falar francês. Isso é fazer parte do modelo antigo. Se vira, tem que escrever inglês porque a literatura da sua área inglês se vira. É isso que o modelo Antigo te dizia para fazer, né? Um processo artesanal
para tarefas mecânicas. Então, cada hora parece que vem uma demanda nova que a gente tem que aprender dentro dessa complexidade, porque tudo realmente é muito complexo em todas as etapas da escrita. Então, a gente precisa olhar com frieza para isso, né? Para essa autópsia, entender onde exatamente esse modelo tá falhando hoje com você, onde que ele tá te fazendo perder mais Tempo? Por que que você fica revisando sem fim o mesmo trecho, o mesmo artigo? De onde vem a insegurança de não saber como avançar, né? Como que esse modelo é capaz de te cobrar muito
esforço para pouco resultado, para terminar lá com uma negativa, uma crítica contundente de um revisor, por exemplo, né? Sabe por que o modelo tá morrendo? Esse modelo antigo de publicar? porque ele exige demais os autores e não é sustentável. Eu não tô falando nem do financiamento da pesquisa, da infraestrutura necessária para isso, que é mais uma dificuldade, né? A maioria de vocês tá aqui agora sendo bem honesto, tem boas ideias, consegue obter dados de pesquisa, né? Consegue fazer pesquisa, mas o problema é transformar isso em um artigo competitivo, no ritmo que acompanha 2026, né? Outros
autores que talvez estejam conseguindo publicar eh com mais agilidade, eles não são Necessariamente mais inteligentes, às vezes tem até menos repertório, menos conhecimento, mas se eles operam com um método e com inteligência artificial no modo turbo, vamos dizer assim, eles vão estar à nossa frente, vão terminar as coisas mais rápido, vão conseguir mais oportunidades, talvez obter cargos, posições, né, melhores do que você. Talvez você ainda não tenha percebido, mas você pode estar usando o cérebro hoje Para tarefas que poderiam ser delegadas à máquina. Quais tarefas do seu dia a dia de de autor de artigos
científicos você tem delegado à máquina? Porque quando você coloca uma coisa do lado da outra, né, eh esses dois processos é uma sensação injusta mesmo. Pelo menos eu sinto isso, porque você nunca vai operar como uma máquina. A gente é melhor que a máquina, mas a máquina faz coisas melhores que a gente, né? Então a gente não tem como que Operar com uma máquina. O nosso valor como pesquisador, como cientista, é o raciocínio, é a decisão, a leitura crítica, a visão do problema, o entendimento do que aquilo significa, como que aquilo se aplica na prática
na nossa área, né? E aí, se a gente continua gastando tempo e energia no no processo mecânico, na parte artesanal da coisa, a gente desperdiça esse mesmo tempo e essa mesma energia onde poderia onde não deveria, né, poderia colocar Isso em outros locais, né? E no fim das contas, sofrer não é critério de qualidade científica. Então, por que que a gente aceita que esse processo seja tão sofrido assim? Ao meu ver, o mundo agora ele premia quem entrega com qualidade no tempo certo. As pessoas não têm mais paciência. Engraçado, as pessoas não conseguem ler artigos
muito longos mais, né? Os alunos estão colocando a inteligência artificial e pedindo um resumo. Esse é o mundo que tá Se tornando. Então a velocidade é muito rápida. Então entregar com qualidade no tempo certo é uma grande competência, né, paraa sua carreira profissional. Vamos falar das consequências de insistir no modelo antigo. Se você insiste no modelo antigo, se você não incorpora inteligência artificial na sua rotina, se você não usa as formas mais modernas e ferramentas mais modernas de IA na sua rotina, os artigos que ã demoram demais, você tem atrasos, Baixa produtividade percebida, essas são
consequências claras, mais horas gastas em tarefas repetitivas, menos tempo para pensar, analisar e orientar, orientar. Então você entrega coisas, mas você não teve tempo de pensar muito bem naquilo que você tá entregando. E aí nesse cenário, quem não muda vira com adjuvante, mesmo com boas ideias, né? E quem muda primeiro ocupa um espaço profissional mais rápido, mais rápido. E a conclusão de tudo isso só pode ser Uma. Continuar no modelo antigo é escolher competir em desvantagem. Eu nunca escrevi um artigo em máquina de escrever. Acho lindo, sempre gostei, mas faz sentido, né? E tem um
detalhe que eu quero deixar muito claro, tá? Porque isso pega até quem já mexe com IA, quem já está de certa forma antenado com as ferramentas. Às vezes as pessoas pensam assim: "Não, eu já tô atualizado, eu uso o chat GPT, eu já usei o Gemini, eu sei o que que é o o Sace, por exemplo, né? Ou eu já fiz um workshop, eu vi uma aula, eu eu tenho uns prompts lá que eu uso de vez em quando." As mudanças são tão rápidas, né? é que talvez você não esteja percebendo isso, que o que
funcionou até 2025 talvez não funcione mais da mesma da mesma forma hoje. É por isso que eu criei aqui o essa sequência de aulas vai mostrar para vocês a forma mais moderna de usar a inteligência artificial hoje. Então o risco de ficar para trás não é só porque você não use, É alguém que sabe usar IA ocupar o espaço que poderia ser seu, um espaço editorial numa revista, um projeto, né? ou sabe usar IA melhor do que você. Também tem isso, né? Por que que a IA é um divisor de águas? Ela tem dois pontos
aqui principais que eu coloquei. Primeiro, a tecnologia ajuda na sistematização de processos informações. E escrever artigos é basicamente um processo, uma sistematização de processos e informações, tá? E segundo, Porque ela permite que a gente avance na escrita e publicação de uma forma e de uma velocidade que nunca antes foi possível, especialmente se você usa a o framework mais moderno de uso dessa tecnologia, né? E por incrível que pareça, n 202, janeiro, fevereiro de 2026, ainda tem gente que vive no passado, ao meu ver, né? e acha que o Zai é um atalho antiético, é um
problema, temos que tomar cuidado. É claro que tem que tomar cuidado, mas Para essas pessoas que acham usar I antiética, eu digo o seguinte, que antiético é não saber o que você tá fazendo com a IA, não é usar IA, que é antiético. É claro que você, qualquer coisa que você fizer, você pode colocar ética ou não colocar ética. E a IA é mais uma delas. Vamos ver agora um exemplo aqui do que seria isso. Abus, usar e abusar da IA, inflar um texto ou usar da forma mais correta. Peguei uma temática que tá em
alta bastante Polêmica, que é sobre a polilaminina. Espero que esteja fal falando certo o nome dessa molécula, né? tem uma cientista do Rio de Janeiro que tá tentando eh fazer pesquisa com isso. Eu não vou entrar no no tema porque eu também não li suficiente para eu opinar qualquer coisa, mas eu sei que ela está em uma pesquisa, em estágios iniciais, né? E tomara que tudo eh corra bem, ela consiga inclusive financiamento. Eu fui lá no chat de Gemini, agora fiquei na dúvida em qual que foi, e pedi uma explicação do que é a polilaminina.
Ou seja, imagina você escrever num artigo, seu primeiro, seu primeiro parágrafo vai ser uma explicação que veio do chatt. Então, ele fala assim: "A polilaminina é uma molécula promissora para lesões na medula. Em estudo com animais, ela estimula o crescimento de neurônios e protege células nervosas, ajudando a recuperar conexões perdidas. Os resultados reforçam o interesse científico em estratégias que promovem a regeneração neural após lesões graves. Isso é o o chat EPT modelo 5.2 ou de 3, tá? Eu não me lembro qual que eu usei agora. Mas eh, ou seja, o modelo pago, bom, ele é
capaz de fazer um texto melhor. Se você fizer o mesmo texto numa modelo gratuito, ele vai sair mais genérico ainda, tá? Então esse é um texto que você diz assim: "Não, mas não tá tão ruim assim, mas veja a diferença De um texto em que você dá um pouquinho mais de direcionamento, que é o do lado. A polilaminina é uma molécula bioativa com potencial de favorecer a regeneração da medula espinhal ao estimular crescimento axonal, modular inflamação e promover um microambiente permissivo à reconexão neural. Evidências pré-clínicas, né? Olha como isso mostra, não tá em estádio clínico
ainda. Sustenta o seu potencial terapêutico aí em fase de pesquisa translacional. Se Você trouxer as referências e der uma ajustada aqui, você consegue que esse seu primeiro, esse trecho aí seja o primeiro parágrafo de um artigo, por exemplo, falando sobre isso, né? Então, assim, eh é difícil às vezes, se você não é especialista na área, detectar as diferenças, tá? porque os dois textos são coesos, mas tem um texto aqui em que hã ele funciona melhor do que o outro, tá? E essa diferença ocorre por quê? Pela fórmula como você useá, como você Pilota, vamos dizer
assim, n? E pode ser baseado em vários aspectos, inclusive na sua familiaridade com promptes. Para esses textos, eu usei promptes super simples, pequenas diferenças entre um e outros. Mas eu vou te dar um exemplo agora, né, para você aplicar na sua prática hoje já de um prompt atualizado, tá? Então eu chamei esse primeiro aqui de um promptigo. Prompt jeito antigo. Ele funciona, tá? Não, não vou negar não. Revisa esse texto científico ou Esse trecho e corrige erros de português e gramática. Deixa o texto mais fluido, mais fácil de ler, sem adicionar novos conteúdos. Ele funciona.
Vamos lá. Vamos ver ele em ação. Coloquei aqui no chat apt. Ele já me chama de Rafael. Tudo pronto para começar. Tá ali o prompt. Embaixo é o texto, que é o meu parágrafo. Eu peguei um parágrafo qualquer aqui. E aí você tá vendo o chat GPT trabalhando em tempo real e ele me Entrega o texto revisado, tá? Por que que não tem explicação? Ah, aqui está peditei o meu chatt. Eu quero só resposta direto ao ponto. Eu não gosto da enrolação da inteligência artificial. E é, eu acho que vale a pena você se engajar
nessa de mudar um pouquinho, não? E ter um um resposta mais direta ao ponto. Eu sou muito pragmático direto ao ponto, por isso que eu queria o meu, a inteligência artificial que eu uso também. Agora Vamos ao prompto. Você pode tirar print, você pode tirar foto, né? A gente pode mandar no grupo ali depois, porque talvez você não consiga copiar, né? Talvez esteja pequeno no celular. Mas a ideia aqui é um prompt que não só peça pequenas melhorias, ah, dá uma melhorada aí no meu texto. Ele vai dizer: "Diagnostique problemas concretos de escrita, propõe ajustes
específicos e acionáveis". Ou seja, que você pode fazer agora. Reescrevo o texto entregando uma versão mais clara, também que era um dos objetivos e atue como advogado de diabo, identificando pontos e textos que poderiam ser questionados. Isso eu adoro fazer, tá? Eu tenho utilizado muito no meu framework prompts que atuam como advogado do diabo, tá? Para me trazer aquele contraponto que eu vou ganhar dos revisores, que eu vou ganhar das bancas. Então eu já me adianto muitas vezes sabendo disso. Veja como esse prompt em Ação, tá aí o prompt é bem maior, tá ali o
texto, tá? Então não vai ver o texto revisado embaixo, vai vir muito mais, vai vir feedback, vai vir um o entendimento, vai vir eh não é que você precisa usar tudo, ler tudo ou sei lá, que isso vai dificultar o seu processo. Na verdade, a ideia é que você tenha insites novos a partir dessa colaboração, né? Que esses feedbacks te ajudem a talvez pensar em novos pontos para adicionar no texto. Não é que a IA Vai te me dá um trecho inteiro e eu vou enxertar no meu texto. Não é assim que funciona, tá? Mas
uma forma mais moderna e contemporânea de você usar inteligência artificial é você eh ter um contexto mais amplo, tarefas e regras mais amplas, tá? Então tudo que tá aí vai me permitir eu analisar com mais cautela o meu primeiro parágrafo da minha introdução ou se for a resposta a um revisor ou se for o meu artigo inteiro. Eu não gosto de trabalhar Assim, tá? com artigo inteiro. Eu gosto de trabalhar por trechos, por sessões. Então isso aqui já é uma forma mais moderna de usar IA, mas ainda não é todo método, todo o framework que
eu vou mostrar, tá? Então, a nova era da IA, ao meu ver, ela se baseia, ela não se baseia, desculpa, apenas em mudar um promp que você usa. Isso já é uma evolução, isso já é um jeito moderno. Mas porque certamente, mesmo que ela não se baseie apenas em usar um prompto, se Você usa prompts novos e melhores, você já consegue melhorar o que você faz hoje, da forma que você faz hoje, da forma que você usa as ferramentas de A hoje na sua prática, tá? E uma coisa é certa, não é mais uma questão
de usar ou não é como você vai usar e qual nível de competência. A diferença dos prompts novos e antigos, por exemplo, já indica diferentes níveis de competência, né? Você já está dando promptes do jeito novo, você os promptes que você dá já São mais parecidos com aquele que eu chamei de jeito novo aqui ou mais parecido com o que eu chamei de jeito antigo. Eu tô sempre melhorando a minha forma de usar, né? né? Tô sempre aprendendo formas novas e ferramentas novas, né? Então foi eh com com isso, com esse com o uso da
IA, com incorporação dessa tecnologia, foi isso afinal que matou o modelo antigo de publicar artigos? A meu ver, não. Modelo antigo, ele não Morreu porque IA chegou ou ele não tá morrendo porque IA chegou, ele morre porque deixou de ser competitivo. Eh, e eu vou mostrar um exemplo muito claro das áreas de computação em que os pré-prints estão sendo muito usados exatamente pela dificuldade que é o processo científico em algumas áreas de publicação, tá? Então, ao meu ver, o modelo antigo morre porque deixou de ser competitivo. E aí, vamos lá. Isso é um bom momento
pra Gente fazer uma atividade em conjunto aqui. Perdoe, pulei sem querer o slide. Eh, eu vou te convidar para junto comigo preencher um checklist, tá? Você não pega um uma caneta aí e você vai num papelzinho qualquer, ó, pode ser um papelzinho pequeno assim, você vai só fazer assim um, dois três, tipo 1 2 3 tracinhos, tá? Não precisa ser nada muito elaborado. E aí vai contando quantos checks você dá e no final a gente vai ter um resultado Que vai dizer se você tá mais próximo do modelo antigo ou mais longe dele. Então pega
aí a sua caneta, seu papel, né? E vamos lá te mostrar o checklist. Vamos preenchendo junto. Sinais de que você ainda está no modelo antigo de publicar artigos. Aqui a gente tá chamando isso de checklist da obsolência. Vamos lá. Sente que seus artigos atrasam em relação à suas ideias. Se você sente isso, faz um tracinho. Percebe que a escrita não rende como Você gostaria. Você sente isso? Faz um tracinho. Ainda começa seus textos com um cursor piscando e uma página em branco do Word, do do como é que é o nome do do da Mac.
Eu sempre eu tenho Mac, mas eu esqueço o nome do sei lá do do pages. Se você começa assim ainda, dá um check nesse item também. Mais sinais, use A só para traduzir ou para tarefa simples quando usa. É o seu caso. Faz um check. Escreve tudo sozinho, né? Quase tudo, ã, E quase nunca consegue deixar o artigo realmente pronto. É o seu caso? Faz um cheque, leva semanas para ajustar a escrita, o idioma, a formatação e pequenos detalhes. Quando você recebe assim, putz, agora eu tenho que fazer tal coisa. Aquilo é um processo longo
porque é tudo muito difícil. É o seu caso. Mais um cheque. E não se sente confortável com o que escreve ou não gosta da qualidade. É o seu caso. E aí, qual foi o seu resultado? 1 2 3 4 5 6 7 Ou zero? Se você se reconheceu em três pontos, fez três pauzinhos ou mais, eu tenho uma notícia que não é muito boa. Você ainda está com o pé preso no modelo antigo, naquele modelo que tá morrendo, tá? Mas e se você marcou mais quatro, cinco, seis, você tá com muit vários p você tá
enterrado quase naquele modelo antigo. OK? Mas aí tem um ponto, eu acho que aqui existe uma janela de de oportunidade, Tá? Sabe por que eu digo isso? Porque a morte de um modelo antigo é o nascimento de um jeito mais inteligente publicano, né? De um jeito que faz a gente sofrer menos. você não precisa se tornar outra pessoa, você não precisa de uma outra formação, você precisa de um outro modelo, de um outro método. E ao adotar esse novo modelo, tudo muda. Esse novo modelo, que é, obviamente, usando IA, eh, eu vou apresentar, é a
que eu vou apresentar é a forma mais Moderna de fazer isso com base na minha experiência, porque não tem guia, não tem Bíblia da IA na escrita científica. Eu me sinto muito feliz de poder ser protagonista no desenvolvimento dessa cultura e de compartilhar o que eu conheço aqui com vocês. Então, antes de detalhar mais esse novo modelo, deixa eu falar um pouquinho sobre a origem disso, né? Da onde veio isso, esse novo modelo que eu vou vou apresentar, a inspiração dele veio da arquitetura de software com IA. Como eu disse para vocês, eu tô sempre
antenado ao que tá rolando no mundo da IA, tá? É óbvio que eu não sei tudo sobre tudo e nem quero, mas eu quero entender muitas vezes os modos, os modelos, os modos operand como as pessoas estão usando os promptes, os agente a a os códigos, né, as ferramentas. Isso para mim faz sentido, porque aí eu consigo trazer paraa minha prática e depois compartilhar com os meus alunos. Então, analisando Como eh eh essa questão da arquitetura de software com o IA, eu entendi que os sistemas modernos não são codificados do zero. Então a pessoa não
senta na frente de uma tela e fica codificando 01 do zero, né? Nem do zero, nem do um, tá? Será que não é similar ao que a gente fazia com artigo? Primeiro vem a arquitetura e essa arquitetura envolve camadas, funções e fluxos. Eu fiquei pensando, eu acho que isso também dá para fazer em artigos científicos. E a IA entra então dentro de um pré-projeto e trabalha a partir de especificações. Para mim faz muito sentido. Certamente isso funcionaria em artigos científicos e o melhor de uma forma replicável para outros artigos, né? Então uma estrutura que você
cria, que refinada e ajustada, ela serve para qualquer área, qualquer tipo de estudo, tá? De novo, não é apertar botão, não é jogar uma informação em um lugar que vai sair lá do final um artigo pronto, não é isso. Isso aí não é o que você veio fazer aqui, não é o que eu vou ensinar, mas é uma arquitetura que te permite chegar a uns um ótimo artigo publicado e competitivo. Esse modelo aí de arquitetura de software, ele já tá em ação? Sim, tá em ação. Modelo já tá em ação. Por exemplo, em empresas, empresas
que usam UNIA, elas não usam um prompt. Então, a gente não vai usar um prompt para escrever o artigo. Elas usam uma arquitetura e uma Cadeia de promptes, cada uma com um papel definido, né, para pros objetivos daquela empresa. Então, a promps, por exemplo, de planejamento, a prompit de execução, a promp de validação, para mim exatamente o que a gente faz, planeja, executa e valida na publicação científica, né? Isso para eles é chamado de uma orquestração de promptes e de agentes de a, né, que já é agência de a já é um tema mais novo,
mas eu acho que a gente pode trazer também para esse Framework que é algo que tá sendo falado, talvez você conheça, talvez não, mas a ideia eh desses ã a gentear é você delegar algumas tarefas a eles e eles fazem enquanto a gente faz outras coisas. Então ao invés de você ficar esperando a resposta ali, né, na na frente da tela, você faz uma série de de eh delega uma série de tarefas e depois volta para pegar o resultado. Eles podem te mandar por e-mail, pode te avisar quando tá pronto, né? Então o que eu
tô Falando é de um modelo novo, tá? criado a partir dessas inspirações, já usado em outras cenários, mas de uma coisa, esse modelo novo não abre mão, que a IA é a ferramenta que o autor continua sendo você. Isso é innegociável, tá? Eu sou especialista, não a IA. Você é o especialista, não, não a IA. Se for a IA, você não é necessário. E a gente crava uma bandeira dizendo que a gente não vai ser substituído quando a gente é o Especialista em não inteligência artificial. Então o seu conhecimento continua sendo fundamental. Tá? E aí,
então, qual é a virada da chave desse novo modelo de escrever artigos? Aí agora vem primeiro momento em que eu vou mostrar o modelo para vocês de uma forma simplificada para vocês entenderem o que eu pensei. Novo modelo, o que a gente tá chamando aqui de a virada de chave é a arquitetura. É aquilo que se usa nas nos Desenvolvimento de softwares com IAT, tá? Então, a arquitetura. Então, os cinco, os cinco elementos core são arquitetura, promptes, o texto, que é o que você vai querer gerar, a evidência, que é a literatura, o que você
já ã eh buscou antes e o que você vai usar para validar depois e o artigo no fim publicável. Essa arquitetura é uma estrutura planejada com base nas sessões do artigo e alimentada com ideias autorais, certo? Ideias autorais. Então você vai ter que colocar ali algumas ideias para começar a criar essas essas essa arquitetura. Os prompts eles facilitam todo o trabalho, né, de escrita baseado em diretrizes guiadas, tá, e organizadas em camadas e fluxos. Você vai entender melhor ao longo do processo, tá, o que que são essas camadas e fluxos. O texto, então, ele é
gerado com mais agilidade, mais objetividade, mais clareza, menos perda de tempo, menos sofrimento. Não é Exatamente o que a gente quer. Para mim foi o que eu sempre quis, tá? A evidência é aquela validação que eu falei, que ela é feita por você, né? Com ajuda da IA, ela ocorre ao longo do processo, antes, durante e depois. A gente tá falando de uma contribuição científica, então ela tem que ser baseada e argumentada com base em evidência. E o resultado é um artigo bem escrito, bem apresentado, competitivo paraa publicação em alto nível. A IA não Vai
criar a arquitetura em si, ela vai amplificar a arquitetura que a gente define, que você define. Vamos falar algumas características desse desse novo modelo. Ele não é o fim da escrita, a gente escreve ainda, tá? Mas é o fim do sofrimento inútil na escrita. Ao meu ver, é isso, tá? Tem uma parte que você vai precisar colocar suas ideias, mas você não vai ficar, não vai precisar ficar sofrendo ao fazer isso. Não abandona o que você sabe e atualiza o Jeito de usar aquilo que você sabe, né? Eh, hoje é tão difícil você se manter
atualizado com a literatura, né? Então, é óbvio que nessa nesse framework que eu vou mostrar, existem bancos de dados com artigos, com links, com pastas compartilhadas que vão servir para todo esse processo de validação antes, durante e depois da escrita. o seu cérebro não perde lugar, ele ganha um exoesqueleto, vamos chamar assim, porque tá muito claro assim, pelo menos, eh, as Principais evidências sobre o uso da IA direto ou antes, você desenvolvendo alguma coisa sem a que você aprende mais se você começa você fazendo a tarefa e depois você traz a Iá, você termina mais
rápido só achar, mas você não aprende. E a gente quer aqui não só entregar um artigo, a gente quer entregar um conhecimento e um aprendizado também, tá? e o usará como extensão, como uma amplificadora de capacidades. Basicamente são essas as características Desse novo modelo. E tudo isso fazendo da forma mais moderna possível e enraizada em um objetivo muito claro, ganhar velocidade, sofrer menos para atingir clareza e qualidade. Então, publicar em 2026, ao meu ver, né, e em diante, ele não depende de escrever mais, eh, depende de estruturar melhor a escrita. E para ficar bem claro,
vamos fazer uma comparação lado a lado desses dois modelos, o que eu tô chamando de modelo antigo e o modelo novo de Publicar artigos. O modelo antigo, ele começa com a página em branco. Você faz uma escrita linear, né, do começo ao fim. Você depende de terceiros em muitas etapas. Você tem o o a o principal métrica é o sofrimento, né, né? para atingir qualidade. Quanto tempo eu vou dedicar esse final de semana? Eu vou entregar todo o meu final de semana e meu feriado para ver se eu consigo avançar. Eu não acho isso saudável,
tá? Ideias fragmentadas que você tem uma dificuldade enorme de torná-las coesas porque porque leva tempo e porque você não tem ajuda. Eh, centenas de revisões ou dezenas que sejam, né, para que chegar em algum lugar mais ou menos concreto e dúvidas em todas as etapas do processo que nem sempre são sanadas por um orientador ao seu lado. Enquanto isso, no modelo novo, a ideia é que você comece pela estrutura e não pelo texto, tá? Isso faz uma diferença Brutal. Vocês vão entender. A produção do texto, ela acontece por blocos modulares. Professor, mas eu já também
já escrevo introdução depois da metodologia. Isso são blocos modulares. É, mas o fluxo é bastante diferente, certo? existe uma independência externa que não é absoluta. Óbvio que você precisa compartilhar as informações com seus coautores, né, que você se você trabalha com orientador também. E existe uma Validação com a literatura, certo? Então é uma independência entre aspas aqui, tá? A Iá aqui entra desde o planejamento, enquanto talvez no modelo antigo com IA, ela entrava na hora da escrita, na hora de melhorar o texto. Aqui ela entra desde o planejamento, né, das ideias e do artigo. Você
vai ter ideias mais coesas e mais integradas com base nesse framework. As suas revisões vão ser mais rápidas porque elas vão ser principalmente focadas em clareza, né, Em trazer pontos da literatura, que que a IA também vai te ajudar. E o processo é contínuo, não trava. Sabe por quê? Porque você sabe qual é o próxima etapa. O que que eu vou escrever hoje do meu artigo? Então, você segue o fluxo de trabalho proposto que você definiu previamente, mas que depois ele tem uma sequência lógica, né? E isso faz muita diferença. E com a ajuda dos
promptes, com a ajuda das estruturas, aqui o texto vai crescendo e aí você não se sente Parado. Ficar com texto parado é muito ruim essa inércia, né? Então você volta amanhã. Ótimo. Se for amanhã, na verdade, eu falei amanhã como se fosse muito tempo depois. Se você voltar amanhã, ótimo. Você uma hora trabalhada hoje, você não tá no mesmo lugar amanhã, mas às vezes você só volta daqui a um mês e aí a sua cabeça não lembra mais daquele artigo. Então você não consegue voltar da onde você tava e com esse novo Framework você volta
da onde você tava, porque você conta com uma estrutura e uma arquitetura pré-planejada para continuar escrevendo sem eh sem perda de tempo, tá? Eu vou apresentar agora um case para vocês que exemplifica bem como uma IA bem utilizada ela pode potencializar a qualidade do seu trabalho, tá? Não necessariamente usando o framework, mas quando você coloca IA como um auxiliar da sua rotina, da sua das suas atividades, ela pode ser muito Proveitosa. Vou citar o case da prof. Manuela Martins, professora e pesquisadora da URGs. Ela fez meu curso em 2024, tá? Eh, e ela falou para
mim assim: "Ah, esse curso mudou minha vida". E aí não é porque o curso não não é isso. Ela falou: "É porque eu comecei a colocar IA na minha na na minha rotina e eu vi que aquilo me facilitou muito a minha rotina, me facilitou muito os meus processos, me permitiu fazer as coisas Com muito mais rapidez." Então ela conseguiu incorporar e a sua rotina, ela não tava só usando esporadicamente. Um dos exemplos do que aconteceu e com outras pessoas talvez estejam aqui na sala, pode ter acontecido, conseguiu aprovar projetos que antes pareciam impossíveis. Ela
aprovou um proposta no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do CNPq, INCT, de mais de R 10 milhõesais e ela me disse: "Toda a construção do projeto foi alicerçada por Inteligência artificial, não o texto, não as ideias, mas a coesão entre os diferentes pontos do projeto, porque eram muitas pessoas, muitas ideias, muitas atividades, muitas possibilidades. Isso não teria sido possível sem inteligência artificial." Ela falou isso, né? E ela me disse, inclusive, que ela usa muito áudio, usou muito áudios no processo, que eu também gosto de usar bastante áudios. Eu vocês vão ver alguns exemplos de
áudios ao Longo desses três dias que eu uso. E ela tá me disse agora, semana passada, eu tava no congresso com ela, que ela tá finalizando seu primeiro livro, que tá usando inteligência artificial, inclusive para fazer ilustrações do livro. Então veja, muita coisa que não era possível, né, que não tava no radar, se torna possível quando você usa uma ferramenta poderosa para potencializar aquilo que você já faz, para potencializar aquilo que você já é hoje, Né? Então a Ia potencializou o trabalho dela, aumentou competitividade, fez ela conseguir financiamento, abriu oportunidades para uma pessoa que já
tinha, uma pessoa já era brilhante, mas ela entendeu como usar de forma efetiva, segue publicando artigos, segue orientando, participando de eventos, né? Por quê? Porque ela consegue fazer isso porque também a IA permite que ela faça mais coisas e menos tempo ou menos eh as mesmas coisas economizando tempo Energia, né? E se ajudou uma pessoa que tem experiência como ela, eu tenho absoluta confiança que pode ajudar você também. O modelo antigo de publicação científica era artesanal. O novo modelo, ele é arquitetado e eu vou te mostrar os detalhes dessa arquitetura na aula de amanhã às
19:30 para você colocar em prática, tá? Antes de da gente finalizar, ainda tem algumas coisas que eu quero mostrar para Vocês. Eh, eh, eu gostaria de parabenizar quem tá aqui, sinceramente, são 100, eu tava olhando 110, 115 pessoas que se se comprometeram a estar aqui hoje a participar das três aulas da trilogia, dedicar esse tempo de estar aqui 100% imersos nisso, tá? tenham confiança. Vocês estão à frente de muitas pessoas que continuam operando no modelo antigo, no modelo falido, né? sem saber que existe um novo modelo acontecendo e vocês estão sabendo em Primeira mão. E
tem mais, ao final das das três aulas, você vai ter acesso a um próximo passo para seguir na publicação científica com segurança e direcionamento usando IA, pois porque isso é uma grande vantagem competitiva e não sou apenas eu que tô dizendo. Deem uma olhada no resultado desse estudo que saiu publicado agora na Nature em 2026. Eu já quero deixar um ponto aqui antes de abordar esse estudo. Eu não sou a favor do produtivismo, tá? Quem tem 50 artigos é melhor que quem tem 40. Eu não acho isso, tá? Mas olha os dados que a Nature
analisando 41 milhões de artigos, certo? Eles dividiram em três etapas de inteligência artificial. Quando a inteligência artificial apareceu, quando apareceu o aprendizado profundo e quando apareceu a inteligência artificial generativa, tá? Eles viram que os especificadores que usam a eles publicam três vezes mais artigos, recebem quase cinco vezes mais Citações e tornam-se líderes de projeto quase um ano e meio mais cedo do que aqueles profissionais que não usam inteligência artificial. Se o que tava faltando para você era um empurrão, eu tô te dando um empurrão. Se o que tava faltando para você era uma evidência de
um periódico robusto, eu tô te dando evidência também. É, e não é produtivismo, não é qualidade, é agilidade, é colher os frutos do trabalho que você já faz. E para Finalizar, eu tenho uma coisa para te dizer que talvez você até já saiba, mas de qualquer forma eu vou dizer, tá? O mercado acadêmico não vai esperar ninguém se preparar. Vamos deixar a inteligência artificial chegar, vamos ensinar nas escolas e aí sim. Não, não, não, não, isso não vai acontecer. As mudanças já estão ocorrendo e quem se antecipa, obviamente sai na frente. É isso que vocês
estão fazendo aqui, tá? Hoje você percebeu que existe um novo Modelo de publicação científica ao nosso alcance. Eu sei que você quer saber os detalhes desse desse modelo e como utilizá-lo. Eu vou te mostrar isso. Mas hoje, o que que você aprendeu nessa aula? você teve um choque de realidade, talvez não para alguns, talvez para outros, mas foi um choque de realidade organizado. Você entendeu porque o modelo antigo tá morrendo e que isso não é uma questão pessoal, é uma questão estrutural, tá? Você teve um diagnóstico Do seu momento, quantos tracinhos você fez o seu
papelzinho? Você está com os pés no modelo antigo ainda? Por quê? Por que você não está com os pés no modelo mais novo, né? Eu quero que você coloque os pés do modelo mais novo. Por isso que eu vou detalhar ele para você conseguir colocar em prática isso imediatamente, tá? Você conheceu então os sinais do modelo antigo, identificou onde está nesse processo, entendeu Porque talvez o seu texto em algum momento não avance, não chegue nas melhores revistas, demore para sair, tenha dificuldade de publicar e também entendeu que para isso há um novo método de escrita
e de publicação. E 2026 é quando você passa a usar IA com a arquitetura do texto e você vai est à frente de 95% pelo menos das pessoas usando IA. Porque eu nunca mostrei esse método para ninguém, eu nunca mostrei essa estrutura para ninguém. E eu vou Mostrar para vocês em primeira mão amanhã detalhadamente como criar arquitetura de texto com inteligência artificial. Você vai usar prompts que vão estruturar o texto. Você vai usar uma IA como suporte para fazer a arquitetura da escrita. E agora eu vou, tô finalizando, né? Vou abrir o chat aqui para
comentários e perguntas breves que pode aparecer. Eu quero saber o que você achou da aula de hoje. Alguma coisa te surpreendeu, alguma coisa te chamou Mais atenção. Enquanto isso, enquanto você vai colocando aqui no chat alguma coisa, eu vou te falar sobre a aula de amanhã. Que que você vai aprender amanhã? Próxima aula eu vou te apresentar esse framework, então, que eu tô falando, completo e atualizado para estruturar e publicar com autoridade usando IA. É um método que eu desenvolvi que eu nunca apresentei, tá? Vai ser em primeira mão para você. Ele tem uma arquitetura
clara, tá? Ele é simples de De visualizar e muito poderoso de aplicar. É isso que faz o pulo do gato, né? E ele vai sustentar sua produção científica de 2026 em diante, porque você consegue usar para outros artigos. Então você vai sair daqui amanhã sabendo exatamente como organizar o processo desse como usar o framework, onde a IA entra, onde ela não entra, como você transforma a ideia e o dado em um artigo competitivo, ainda com rigor, com clareza e no ritmo certo. E tem mais, Amanhã eu vou passar uma atividade, tá? Essa atividade, ela vai
envolver um prompt que vocês já vão poder usar nos artigos de vocês. Assim como eu passei hoje um prompt que você pode usar já em alguma coisa que você tá escrevendo, amanhã vai ter um outro prompt que eu acho que ele é muito bom, muito útil pra escrita de artigos, principalmente no início, né, da concepção das ideias. Pode ser alguma coisa que você já tá mais indo mais pro final, mas ele vai te Ajudar muito. Então, eh, para você colocar realmente os aprendizados em prática. E é por isso que eu vou dizer para você, não
falta amanhã. Eu vou te esperar amanhã às 19:30 no horário de Brasília. Hoje você deu um passo para estar mais perto dos seus objetivos, né, de elevar suas publicações, de elevar sua reputação, de elevar o patamar da sua carreira por meio de boas publicações científicas. Eu tenho absoluta certeza, absoluta confiança Mesmo, segurança que no final da trilogia a escrita de artigos qualificados vai ser um processo muito mais palpável para você, mesmo se você já tem experiência, mesmo que você já publiquea artigos, né? E talvez no final da trilogia, essa é a minha expectativa, eu vou
entregar tudo que for possível para isso. Ver o seu nome, um artigo publicado em uma revista de prestígio na sua área, naquela revista que você quer publicar, naquela revista que você lê os Autores da sua área, não vai parecer um sonho tão distante. Então eu finalizo a atividade de hoje dizendo muito obrigado pela sua presença, obrigado por estar aqui comigo, obrigado pela confiança e até amanhã. Agora eu vou dar uma olhada aqui no que tá rolando no chat para eu interagir um pouquinho com vocês. Cadê meu chat? Às vezes eu me sinto um senhor de
90 anos usando usando esse zoom aqui. Vamos lá. Onde eu parei aqui? Tava nos Boa noites aqui. Qual o link do grupo? [risadas] E o link do grupo é aquele mesmo que você provavelmente recebeu o o link da aula de hoje, né? Eh, Jerônimo, enviar no grupo uma ótima ideia. Já mandaram o link do grupo ali. Ótimo, Giovana, obrigado, Giovana, que faz parte da equipe. O privilégio poder participar da aula. É o privilégio ter você aqui, Márcia. É, Fernanda também, a mesma coisa. A Clarissa disse: "Tá gostando desse empurrão?" Sim, sim. Eu tô te dando
mais um empurrão, Clarissa, e eu vou te mostrar. E e hoje eu te dei um empurrão, eu te dei evidência de que esse empurrão é importante. Amanhã eu vou te mostrar o método que vai fazer você colocar o empurrão em prática, né? Vai incluir essa aula de arquitetura na plataforma. Qual plataforma você tá falando? Eu não sei qual plataforma você tá falando, Rafael. Essas três aulas aqui, essa trilogia é fechada para esse grupo exclusivo. Não tá em nenhuma plataforma e não vai para nenhuma plataforma, tá? Ah, o doutora Jamile está achando que tem curso novo
vindo. Fica até o final das três aulas que você vai com certeza ter uma surpresa. Obrigado, Roberto pela Prof. Noele também, Ricardo, Karen, Franciele, obrigado por estarem aqui, por comentarem. Eh, Raquel, a Vânia, na sua terceira aula eu estarei em sala de aula. Vou assistir a gravação depois ou não tem como? Isso não tá definido ainda, tá? A ideia é que as pessoas estejam aqui. Então, a gente não vai disponibilizar a gravação. O que a gente pode disponibilizar são os slides, talvez, tá? Mas isso assim é com a equipe, a equipe sabe as estratégias. É
por isso que hoje eu trabalho com quem entende melhor do processo. Eu não preciso fazer tudo, tá? Hoje eu tenho Uma equipe que, graças a Deus, me ajuda muito, porque dá muito trabalho fazer tudo, assim como dá muito trabalho estar aqui com vocês hoje. Faz meses que eu tô planejando tudo isso. A Elisandra falou que já está conseguindo acelerar e aprimorar minhas aulas com o curso. Ela tá falando do curso de A para aulas e apresentações. É isso. Eu quero trazer sempre qualidade naquilo que eu tô apresentando aqui. Eh, a Ana Paula falou que foi
muito oportuno a autópsia. Ângela, Ângela Escarparo também sempre presente. Obrigado pela oportunidade. Ricardo, Stephanie, Karina, o Fábio, Daniel, Ana Flávia, Juliano, Júlio, Carlos, não vou conseguir ler tudo aqui. Karina, Bárbara, Janete, Ana Cláudia. Agradeço vocês todos pela presença aqui amanhã às 19:30 de Brasília. Eu vou abrir a sala um pouquinho antes e às 19:30 a gente começa como hoje. Você vai entender amanhã como colocar o novo framework de Publicação científica usando inteligência artificial em prática. Não perde essa aula. Te encontro amanhã. É isso aí, Ana Cláudia. Vamos explorar esse framework. A ideia é essa. A
ideia é que vocês coloquem em prática. Eh, se fosse aula só para falar sobre assuntos aleatórios, eu não faria uma trilogia, não anunciaria tanto assim. Eu não faria com três encontros, né? A gente faria um encontro aleatório só ou faria um um e-book. Eu acho que eh eu prefiro esse Tipo de atividade, mas eu nunca tinha feito uma trilogia, então cada aula se encaixa na outra. Então, a aula de amanhã vai se encaixar perfeitamente na aula de hoje. Janete, boa noite.