E é antes nós passarmos para a resistência que na verdade como eu disse na parte da manhã e nem a passar por que são são todos são todos os conceitos é tão constituídos e o Freud também ele fez exatamente esse movimento de trabalhando aos poucos com esses conceitos entendendo a relação entre eles Eu acho que o conceito de transferência ele não se esgota mesmo do que nós já Falamos acho que nós ainda vamos nos esbarrar muito com ele aqui mas se eu posso contribuir somente antes nós irmos adiante em relação a transferência tudo que eu
trabalhei na parte da manhã só para gente fazer aí em um minuto uma retomada e vocês se quiserem fazer esse movimento aí de da maneira de vocês articular em tudo que nós trabalhamos na manhã eu reduzi que resume todo esse percurso inicial do Freud até 1920 Em seis pontos né o e eles é que a transferência ela é um laço for na lista vocês quiserem fazer esse tipo de articulação e for melhor para vocês fazer essa articulação primeiro delas aqui a transferência é antes de mais nada um laço um ali com analista logo ela é
uma energia é então ela é uma energia como você já estudaram lá na primeira tópica e nós falamos aqui também o segundo ponto é que ela é uma um deslocamento a transferência é um Deslocamento enquanto uma energia ela se desloca a todo momento entre análise telefonema ligação quadro pintura consultório projeções Aliás a projeção É um mecanismo de defesa que a Anna Freud trás e que nós vamos trabalhar depois do nosso próximo intervalo Quando pensamos um pouco mais nele então todas as projeções e etc tudo isso vai ser fundamental para eu tô segunda questão que eu
trabalhei com vocês é a transferência Enquanto uns um Deslocamento de afetos o terceiro ponto é que eu chamei de movimento que eu chamei de dobradiça não é da porta e etc é o momento em que o Freud fala do movimento dia transferência ser um movimento entre algo que se inicia e algo que dá uma continuidade tão algo que você transfere entre eu colocar um objeto em um lugar e em outro tem uma transferência EA um movimento para qual isso Vai se transferir é o ponto número 4 que nós até nos dedicamos muito tem a Ver
com a transferência ela ser algo que sempre se repete na análise aliás nós vamos falar muito sobre ele daqui a pouquinho quando eu começar a trazer um pouco mais da nossa reflexão sobre resistência tão um ponto número 4 que nós trabalhamos tem a ver com a transferência C se repete na análise e também aquilo que vai não vou me estender muito a isso que eu vou falar sobre isso agora na resistência aquilo que aparece na análise vai ser o fruto Da transferência ou a transferência vai fazer não aparecer algo e quando não aparece algo é
o que a gente vai chamar de contratransferência né quando a gente vai embora quando ele não continua quando ele não vai adiante certo tá um ponto número 4 que eu elenquei é a repetir algo em análise Eu elenquei não eu tirei isso de uma de uma construção importante que Freud faz na nos recomendações aos médicos que exercem a psicanálise de que há uma repetição na Análise que é sustentada ou não pela via da transferência o ponto número cinco que nós falamos é o momento em que a transferência ela se torna uma um sintoma eo momento
em que ela se torna um sintoma é podemos pensar o número 5 sendo a dose de transferência então é um momento em que a transferência ela quando humanizada ou não manejada ela participa tanto da análise que ela pode se tornar um problema uma questão e esse Problema como nós falamos muito nessa interação que tivemos esse problema ele tem que ser dito na análise e é exatamente a transferência que vai propor você construir isso com seu analista E repulsão analisando em relação a ele não ir embora sem te falar ele permanecer ele dizer das vezes tem
essas ele adiante ele fazer esse manejo ele continuar com esse da maneira que possível isso é o número cinco que eu elenquei como neurose de transferência o Sexto. Aliás é só uma lembrança antes de eu dizer do sexto e último ponto que que nós trabalhamos é que é interessante a gente pensar né ainda dentro da neurose de transferência um conceito eu tô fazendo uma retomada aí o dois minutinhos e vocês terem aí como referência daqui adiante também é o que eu falei que a colette Soler no meio como o bombeiro pirotécnico é entra completamente nessa
ideia do Freud da neurose de transferência no momento em Que ele vai propor de certa forma ele vai propor um movimento de um analista sendo aquele que apaga alguma coisa mas ao mesmo tempo de um analista sendo aquele que é também coloca fogo em alguns momentos né esse momento em que ele coloca fogo por exemplo é o momento em que ele Serra encerra a sessão a momento em que ele faz um corte ao momento em que ele termina alguma coisa isso é o Quinto. Que eu coloquei como eu retirei aí dessa construção foi adianta da
neurose de transferência é um momento talvez o mais importante que é um dia aparece e são com o analisando é só uma observação antes de eu dizer do sexto. É e quando que a gente consegue perceber na análise que o analisando ele ele está construindo com a gente uma certa transferência Ah e quando que a gente percebe que ele não está construindo uma certa Transferência não é é uma das coisas muito sutis que a gente acaba percebendo de ele construir uma transferência conosco é um momento em que ele nos inclui na cena da vida dele
né o momento em que ele tá dizendo alguma coisa vou dar um exemplo para vocês o momento em que o paciente está dizendo alguma coisa é aí aconteceu determinada coisa na semana passada e eu me lembrei do que conversávamos aqui o momento em que ele disse isso ele tá Dizendo que ele já tinha inclui como um outro na cena da vida que hoje ele vive né então você é um analisando o que falta que não vem e nós não precisamos pensar que este é o caso dos que não constroem uma transferência Talvez seja só uma
transferência negativa ou uma conta transferência ou uma transferência pela vida o ódio como dizia o Freud né então a transferência ela pode acontecer com essas resistências também que é o que nós vamos falar agora da Resistência Daqui a pouquinho então quando que a gente sabe que uma transferência tá acontecendo quando o analisando ele começa a endereçar alguma coisa para gente né começa a mandar uma mensagem começar acredito mesmo que a gente não responda mas quando ele deixa tem uma coisa para te contar na próxima sessão mesmo que a gente não responde então é sinal que
ele não se coloca em algum lugar Imaginário isso aqui é a neurose de transferência que o tanto temos que Manejar com ela né envolve tudo que nós já falamos da religião da ideia da religiosidade versus religião é a ideia de das ideologias de cada um e etc e só aparece completamente nessa nossa construção aqui sobre a neurose de transferência e o sexto e último. É o momento em que o Freud apresenta que há uma transferência de a transferência ela é uma fruta de uma certa transformação tão sexto. A transferência igual a uma transformação ou seja
o manejo da Transferência de as o manejo da transferência como uma transformação só o manejo da transferência é capaz de uma transformação acontecer se nós tivermos por exemplo se tivéssemos por exemplo no Freud trabalhava com a interpretação com a intervenção se nós tivéssemos uma bom e fazer interpretações por exemplo não seria isso uma psicanálise é esse que é o ponto interessante a gente pensar transferência nesse sexto e último ponto Que eu elenquei Digamos que nós tivéssemos uma máquina de interpretação de sonhos ou tivéssemos uma máquina para deixar aparecer o inconsciente ela não seria por si
só suficiente para dar conta de uma psicanálise o que o que que é a psicanálise é exatamente o fato de se construir um manejo um trabalho percurso uma construção imaginária simbólica do lugar do outro então não seria só a gente falar para uma máquina Para um computador e ele nos responderá isso é porque você tem ideias reminiscentse e etc etc etc não nos basta isso é necessário que haja um outro e que a gente enderece a água esse outro então desde o número um do ponto número um que eu disse desse lá social com o
analista E aí a gente começa a perceber que só a transferência quando há um outro né só a transferência quando a uma construção entre o sujeito e o outro e nesse sexto. Ainda é o momento Em que o Fred tá dizendo dessa transformação é um momento em que ele então apresenta sobretudo em inibição sintoma e angústia no momento em que ela apresenta a ideia de uma conta transferência ou como nós falamos chamamos uma transferência negativa ou ainda uma transferência de olhos né mas nós já entendemos a nossa aula na parte da manhã que não dá
para gente desmistificar isso tempo inteiro né Ou seja é a algo que sempre é é da Ordem do Amor uma vez que o Amor e Ódio caminham efetivamente junto nesses seis pontos eles ajudam a vocês a estruturarem de certa forma é como que a gente pode pensar a dinâmica da transferência e a parte e a gente começa a pensar um pouco mais eu postei de resistência eu vou começar a trazer para vocês aqui Professor a gente eu poderia por favor repetir só o final do ponto 3 e o final do ponto 4 eu me perdi
na minha na minha notação o final do ponto 39.4 tem Problema no com 300 é um movimento entre algo que se inicia aí é o movimento Entre Um percurso que se inicia eu eu coloquei aqui é que é repetir algo na análise mas para dizer do movimento a ideia do movimento nós colocamos no ponto cinco tá que é onde ela começa a falar da neurose de transferência no ponto 4 a gente pode pensar como uma repetição que acontece dentro da análise com o analista lá então as referências sendo a Transferência sendo que possibilitam uma repetição
a lista danado analisando com analista então é o momento em que aparece algumas certa repetição ou não que é o que o exemplo que a gente falou na parte da manhã quando é só transferência que a capaz de uma coisa ir adiante ou não ir adiante é como se nós pensássemos disse não adianta ter o combustível e o carro se não houver um motor então a transferência é o motor ela faz uma Mediação entre o analista eo analisando como uma forma de energia que o Freud chamava de pulsional né que íntimo análise em primeira análise
aliás eram afeto tá então ponto número quatro é esse e o ponto número cinco é onde nós falávamos agora da neurose de transferência é o ponto número 5 e a neurose de transferência que essa neurose que se instala está instaura quando a gente percebe que uma certa transferência está acontecendo Então a Gente começa a pensar nesse ponto cinco de toda neurose ela também a transferência também carrega consigo um sintoma né O que que o analista espera de mim o que que ele tá esperando que eu fale o quê que ele não tá esperando que é
o que o Freud chamava de neurose de transferência né e o ponto 6 é onde nós falávamos agora da transferência como transformação e dentro dessa desse ponto é o momento em que o Floyd no na inibição sintoma e angústia apresenta e Nos faz debruçar um pouco mais sobre essa construção da neurose da transferência negativa do ódio ou conta transferência podemos pensar do modo que que acharmos um pouco mais convenientes é conveniente alguém tem alguma questão em relação a esses pontos no sentido é pessoal eles não primeiro Quando eu digo desses pontos aqui é só para
tentar ajudar um pouco mais na construção de tudo que nós falamos toda ver esses pontos eles não são nem sequência e Consequentes nem estruturais na obra do froid tal Freud até tentou fazer como você deve saber muito bem ele até tentou fazer através do projeto para uma psicologia científica e até tentou fazer com que a psicanálise passasse um pouco por aí por esse modelo de ciência positivista que houvesse uma regra uma estrutura algo a ser seguido Número 1 número 2 número 3 anotar Downtown toda via Aliás o próprio prod no segundo a construção da sua
Clínica ele diz não é Nada topológico é dinâmico então Inclusive a compreensão pela psicanálise desse conceito por exemplo ele ele ele precisa passar por uma compreensão dinâmica né E aí não necessariamente vai ser Essa ordem aqui foi só para ajudar para nos ajudar a organizar mas em relação a isso alguém tem alguma outra questão para que diante né bom então isso aí é esse esse manejo dessa transferência só falou que é uma energia né Essa construção que acontece Para ser usado isso de uma forma intencional para gerar um movimento com com pessoas presento é como
é que acontece essa essa cura é da própria pessoa Brota da para o professor ou para onde que vai essa essa energia eu não entendi muito bem como é que eu vou canalizar isso de forma intencional a pessoa mesmo ela pega esse energia e converte e para uma você tá dizer algo canalizado eu tô dizendo o analisando não é é o Analisando como tonalizando faço com essa energia isso não é nós como é que agente faz para poder um analista canalizar essa energia porque nele energia vai estar lá né como é que tá a consegue
sangue a energia ela está lá e essa energia que vai fazer por exemplo gosta a gente não precisa de pensar nesta energia que é uma feto porque a transferência é uma ele dia de afeto e o afeto froid depois dizia que era a punção né então eu vou te dar um exemplo Disso existe o analisando que que ele chega aí para dizer essa coisa de canalizar tão te respondendo antes da o exemplo eu acho que a gente não canalizar essa energia no sentido prático do termo de tentarmos fazer com que essa energia vai para algum
lugar hoje a hora de algum lugar ela canaliza a energia para ela se tornar um mundo próprio movimento para o analisando continuar falando trazendo outras questões vindo língua diante Então uma energia para ele continuar trazendo as suas questões e já era criança né para ficar um ciclo né bacana 15 para isso que é a própria transferência se fortificar por exemplo vou te dar um exemplo Digamos que o analisante muito início da análise Ele ainda não está construindo essa transferência tão grande ele ele diz assim para para você Nossa isso que você me falou na semana
Passada foi tão importante Olha só isso que você me falou na semana passada foi tão importante primeiro então ele já está me colocando em um lugar o Inter já está direcionando alguma energia para mim também né Eu já eu já faço parte desse jogo para ele então que que eu encontrar esse Preciso começar a pensar olha interessante Então a partir de hoje eu passo a ter uma responsabilização sobre esse sujeito EA maneira diferente porque aquilo que é a minha intervenção Começa a fazer um efeito né Por exemplo esse caso da menina de ontem a intervenção
dela não fez efeito nenhum foi muito pelo contrário foi maléfico por quê Porque não havia uma transferência ainda né então o paciente vai nos diz eu pensei muito no que a gente falou na semana passada e eu acho que é isso mesmo eu sou uma pessoa é muito ruim com as outras por exemplo ele diz isso e ele a gente trabalha isso na análise trabalho isso na análise trago Fala e fala fala fala em um determinado momento a gente vai encerrar a sessão e diz assim então assim como na semana passada talvez você trabalha com
isso que a gente tá falando um pouco mais O que que a gente está fazendo com essa energia a gente está fazendo com que ele trabalhe mais como ele trabalhou na semana passada e que ele pense mais e que ele faça mais aquele movimente mais então não é que a gente vai encerrar essa energia agora isso que você tá Perguntando começa a ser um pouquinho mais complexo no que a gente vai falar daqui a pouquinho sobre as resistências por quê Porque é principalmente nas resistências e nos mecanismos de defesa Porque existe uma certa tese na
psicanálise que eu particularmente acredito em partes que vai dizer que a nossa função de analistas é fazer com que as pessoas Sublime em essa energia transformem essa energia em alguma coisa A ponto de eles produzirem sei lá arte o trabalho e etc etc etc que é o caso do Freud estudando por exemplo é o Leonardo dá vinte né como que ele endereça para Art Bom dia que tá em si que não consegue dar conta de interessar para mais ninguém para mais nada e aí a gente pensa numa outra problemática que a gente não vai dar
conta de discutir aqui que é um momento em que a gente pensa lá no es cabo pela cansa lava que ele dizia por exemplo de ser impossível analisar Determinado as pessoas que trabalham com a arte impossível determinar a analisada terminado as pessoas que trabalham como efervescência religiosa não é impossível algum tipo de análise exatamente que essa energia deles já está direcionada para aquilo ele não tem abertura para direcionais para uma outra coisa então a gente vai essa energia da transferência como você pergunta ela só é importante para a gente para a gente conseguir Fazer uma
mesa para analisando continuar avançando na análise né Então a partir dela é que ele vai avançar vou te dar um só um Panorama se você faz análise por exemplo você gosta do seu analista ele te faz intervenções legais que fazem avançar e vou e quer voltar na semana que vem Olha só esse querer voltar na semana que vem é uma energia de um movimento da transferência no até chegar semana que vem que eu falo sobre isso e eu tentar Me esbarrar com determinada coisa O quê que é isso como a Eliane disse não até voltar
na semana que vem para eu falar sobre esse choro para eu sei lá se eu vou só sorri sorri ao chorar mas até eu voltar para eu dizer dessa angústia isso aqui é essa energia de movimento que a transferência faz Porque se ela não existir não análise que a gente pode colocar gasolina trocar o pneu mas se esse motor não tiver ali o que importa né então é isso seria Isso seria por exemplo momento é talvez a minha palavra não seja bem correto essa mas a química que acontece entre o psicanalista e o paciente é
única e que o outro começa a se abrir para e seria mais ou menos ó Podemos dizer que a química podemos dizer podemos dizer ao nome de uma linguagem numa linguagem mais mas claro que nós estamos deixando isso complexo aqui pior que o Floyd fez né E por que exatamente não é só um veículo Não é só uma empatia mas é quando vamos lá essa a uma linguagem mais contemporânea é quando deu mete não entende ele apertando profundo PS Eu pensei na reciprocidade quando há uma relação recíproca né E aí a essa essa continuidade energética
vamos dizer assim ele é o que que o Freud faz outro pode fazer é nos explicar a partir de tudo isso nós falamos aqui por quê que essa liga e se mete essa reciprocidade por quê que isso Acontece e o que Freud faz por quê que esse vínculo vamos dizer assim que não é um vínculo só Mas porquê que isso acontece por que que é eu me incomodo com o analista e ao mesmo tempo eu amo por que que eu eu eu choro com ele e sai o angustiado mas volto outro fraude diz é isso
porque que eu tô é casado no caso de quem é porque eu tô casado 30 anos tudo acontece da pior maneira por cima Ainda tô ali né O que o que que faz que ponto é esse que que que ainda existe faz existir de alguma determinada forma nem que faz eu não querer por que que eu estou com analistar e não estou com analista sei o que que eu estou fazendo uma análise com João e não estou fazendo com a Maria que é no mesmo prédio mesmo jeito mesmo valor mesmo porque tem alguma coisa o
que fez a minha energia né se projetar de certo modo vamos usar Essa palavra que é um mecanismo de defesa a ponto de a ele eu entregar as minhas questões e agora que coisas são essas é só na análise que a gente vai dar conta de saber E é só na análise que a gente vai conseguir fazer esse movimento não é de que que tipo de liga é essa que tipo de fermento é esse que com um funciona com uma massa de bolo funciona para outra não funciona né Isso é tão singular que É completamente
diferente de qualquer outro tipo de abordagem né porque outro tipo de abordagem talvez vai ter eu tenho ansiedade Você tem uma ansiedade a os passos que você vai trabalhar ansiedade a mesma coisa na psicanálise não dá para isso funcionar na psicanálise tem a ansiedade que é do ar e ansiedade que é do bem ambos caminho de maneira completamente aposta frente a como que isso aparece e lá então pessoal por isso que eu soube Sim fica à vontade assim aproveitando que você tá falando desse assunto porque a tudo na mão não encontro analista é analisado ele
mexe do inconsciente nas do do do que está sendo analisada Então vem consciente vai vir pode vir qualquer coisa sexualidade criatividade agressividade a fome né E também a espiritualidade então assim é por isso que o aquilo que você colocou na primeira aula né é importante o Terapeuta tá preparado né para fazer essa não resisti né todos esses assuntos que vem ali né Mas em vez de maneira bacana né Oi tia o que aparece tempo todo um ali Eliane vai dizer algo Só uma pergunta também assim vendo o senhor explicar né sobre a questão da transferência
hoje a gente está no mundo também muito complexo nessa questão das novas formas de terapia que tem esse criado no tempo presente E eu tenho companhado um determinado o grupo que se fala muito da questão da Terapia do tempo presente da solução da dor imediata né então a pessoa atrás da dor te ensina como fazer o manejo mas assim sai totalmente fora dessa questão da psicanálise né Eu acho que até para nós que estamos estudando psicanálise ficar hoje né vendo o senhor explicar tão bem sobre a questão da transferência né do mecanismo tudo que o
Senhor tá explicando assim é como que vai totalmente contra sobre as novas técnicas que tens ensinado né é sem dúvida Sem dúvida é bom nós estamos vivendo um momento e aí eu já vou até fazer uma referência a um texto que tem do froyo nós estamos vivendo um momento em que a grande pergunta das pessoas é como ser feliz como viver uma vida quais as respostas para essa pergunta da Felicidade né como como como que eu Consigo dinheiro como que eu consigo a felicidade Como que eu consigo chegar no número x no lugar x e
etc então nós vivemos Hoje existe o poynter por exemplo filósofo interessante que ele dizia que o mal do século 21 exatamente será é a ideia que nós temos de haver um Norte a ser seguido EA partir daquilo o trabalho ideal as relações ideais as redes sociais ideais as normalidades a imagem e o Império da imagem o frasco nós Vivemos o Império da imagem a associação mundial de psicanálise a 34 anos atrás trabalhou Exatamente isso na França no Congresso que eles tiveram chamado o império das imagens onde a gente vive uma Imaginário completamente inflado né o
o corpo perfeito trabalho perfeito o número X é um número X aquilo como ser feliz como você pericial Então qual que é a crítica que de certa forma eu acho que a psicanálise ela tem muitas críticas importantes a ela a ela mesmo Né Eu acho que se nós formos para psicanálise acreditando que ela não pode ter críticas nós vamos um caminho é ruim mas eu acredito nós temos que ter cuidado com Quais as críticas da psicanálise que eu não tô dizendo daquelas pessoas que falam assim altos que Analisa fica em silêncio não eu tô mais
preocupado com críticas mais complexas né e quais são as críticas mais complexas todas as pessoas conseguem dar conta de uma a Resposta não todas as pessoas conseguem dar conta de chegar até o analista dizer uma coisa o analista fazer uma interpretação por exemplo e ele tem que ir embora com aquilo não todas as pessoas conseguem dar conta Eliane demo analista E no momento em que você chora ela disse até semana que vem e ele vai embora com a cara de tacho Como diz aqui em Minas né vai embora com a com carão mas como assim
é para ir embora já eu chorando Todo mundo dá conta de entender o que que está em jogo ali não então o que que muitas das pessoas que não dão conta de ser a ver com isso buscam as pessoas buscam uma resposta imediata para essas perguntas que são da Felicidade Total total total Olá canto é uma frase que ele diz assim felicidade não é bem que se mereça e o que que ele diz assim porque se eu desejo a felicidade para alguém já viram que aquela aquela aquele ditado que tem Popular que fala assim time
que tá vencendo a gente não mexe né da perspectiva lacaniana ao contrário né então a gente não mexe assinar o que a gente não tem mais angústia né então quando a gente está pensando na ideia da Felicidade nós estamos desejando é o oposto Olá Cândido desejaria o oposto que nós consigamos nos angustiar tanto a ponto de a partir da angústia produzir alguma coisa que nos faça viver uma vida interessante E isso é diferente de viver uma vida feliz viver uma vida interessante é diferente viver uma vida feliz né então quê que todas essas essas outras
maneiras terapêuticas entendem é ele que as pessoas elas vivem uma fragilidade de que no momento em que elas vivem uma fragilidade é possível a gente apontaram Norte para as pessoas qualquer um que que tá na rua caminhando agora tá querendo um Norte de uma vida feliz né então Eu acho interessante a gente pensar eu tenho uma amiga essa é uma crítica que ela faz tá só uma crítica que ela faça era outro professor da PUC aqui de Belo Horizonte é uma crítica que ela faça ela diz assim os movimentos Colt né Por exemplo o Coach
é aquele que ensina as pessoas a serem ricas e tem parcelas milionárias de dívida no banco é né ela diz o coaching é aquele que ensina as pessoas a serem ricas e saem da sessão com fusca 69 É uma crítica que ela faz no ponto mais uma quente muito densa mas não é só uma coisa engraçada assim mas no sentido de que nós vivemos tanto uma sociedade frágil que as pessoas que conseguem dominar por exemplo o Freud dizia isso nós vamos falar daqui a pouco nos mecanismos de defesa no texto da Psicologia de massa e
análise do Ego sim e a vontade eu não não eu vejo assim que essa transferência é quase que natural não está apenas Dentro do da TAM o território né mas é quase que natural porque a eu quando eu vejo essas coisas eu falando eu vejo assim que é a questão também disse querer se livrar e da culpa a responsabilidade da consequência pessoa transferem a questão toda que a pessoa ela usa o virtual não é para simbolizar o ideal de vida ou até Mascar aquele ideal de vida aqui na verdade em suas palavras essa frase né
é a vida virtual EA vida real da pessoa e ver se conduzir dentro dessa tela e as pessoas estão deixando de viver elas mesmas né então assim Nesse contexto né É esse com preço das diga dessa transferência assim então eu viro vida e natural essa essa questão que trouxe essa vocês eu tô é essa é a transferência extremamente natural e ela Acontece a todo momento ela não acontece só na psicanálise ela acontece com tudo você cria uma transferência com açougueiro com padeiro você cria contudo A grande diferença é que nós analistas nós sabemos que ela
existe e nós conseguimos a partir dela fazer um manejo para que as pessoas a partir dela consigam falar mais trazer mais coisa etc etc vão pensar se o Você tem uma ligação muito forte etc com o padeiro da sua rua E se ele soubesse que essa ligação é tão forte assim e ele conseguisse fazer um manejo para que a partir dessa relação vocês produzissem algo e você se curasse de alguma coisa vamos usar essa palavra isso é de psicanálise né A questão que ele não sabe né e as pessoas não sabem que essa transferência acontece
o tempo inteiro né mas nós sabemos porque a com isso que nós trabalhamos com a transferência e isso que você tá falando já nos ajuda a começar a pensar sobre a Resistência sobre um ponto de vista isso que a Eliane é trás que você traz agora e aí pensando na resistência a primeira questão que eu quero dizer número um pensando na resistência Como que essa questão então de não querer lembrar bom né que é o que Freud disse a primeira questão que faz a gente pensar na resistência é o fato de um sujeito não se
lembrar de algo não saber de algo não entender algo então a gente começa o código mas só se perguntar por que que As pessoas não se lembram de algo por que que elas não querem se lembrar de algo por que que elas não querem saber de algo E aí a grande problemática diz que ele é lhe trouxe é exatamente isso porque as pessoas que estão às voltas com esses outros modelos terapêuticos eles estão ali Exatamente porque eles não querem se a ver com alguma coisa que está neles e que na psicanálise vai ter que se
esbarrar com isso e na psicanálise você vai ter que se esbarrar Com culpa com medo ressentimento angústia passado pensamentos onde que talvez eu fiquei ali e não consegui dar me fixei em algumas dessas fases que o pros dizia lá atrás onde foi que eu fiquei e será que as pessoas querem de fato se a ver com esse trabalho com essa angústia não aí para onde elas vão elas vão buscar respostas são mais prontas né vai ser feliz agora vai fazer tal coisa para você ser feliz e pouco importa por Exemplo é o lugar que você
ocupa para o outro ou Por que que você tá repetindo determinado as questões O Fred tem uma frase interessante cima que ele diz assim é ainda no homem dos Ratos Ele disse que a psicanálise e ele ele explicando isso para ficar no próprio que o homem dos Ratos né ele diz assim é psicanálise é necessário um certo tipo de maturidade e não a inteligência não é não tem nada a ver com isso é necessário um certo tipo de maturidade porque a um Determinado momento que nós vamos escutar a metáfora nós vamos falar através delas podemos
escutar a metonímia nós vamos falar através delas né então por exemplo esse caso que eu disse para vocês ontem já que eu tô falando da coisa da metáfora e de que é importante ter uma maturidade olha como que esse esse pai por exemplo de fixado lá na coisa do dinheiro como que ele se a fic só Ainda mais quando ele se separou da mulher EA filha falou assim Com ele para você nos três novamente você vai ter que trabalhar muito pai o que que ele entendeu desse trabalho que é ele crescer a empresa dele ter
dinheiro e comprar coisa para ela comprar vestido comprar iPhone só porque ela tava pedindo para ele era um outro trabalho Oi e aí quando analista falou com ele assim ah mas será que o trabalho que ela tava querendo era esse será que não era um trabalho de pai Oi e aí ele parou e é Realmente Então tá vendo É necessário uma maturidade para dar conta de pegar isso e transformar isso que parece bobo mas uma coisa extremamente importante quem não dá conta disso vai escutar e falar assim ah até mesmo pode ser mas aqui e
continua não para para escutar e esses que não param para escutar na análise para se escutar na análise Eliane eles não vão dá conta da psicanálise mesmo não eles vão para todas essas outras práticas e tudo bem A Questão é o que que vai se tornar ou não terapêutico e vai fazer um movimento de vida para eles eu acho que a psicanálise ela é tão interessante mas tão interessante que ela precisa considerar que se há alguma coisa que faça os sujeitos caminharem bem tá bom Oi tudo bem não é que se a essas práticas aí
e essas práticas estão fazendo os sujeitos caminharem e viverem uma vida mais interessante tudo bem né A grande questão de aplicar nós vai nos lembrar Aí para gente começar Já começamos a pensar que na resistência é que é o momento em que elas começam a trabalhar com a consciência nesses títulos terapêuticos elas vão continuar eternamente repetindo coisas essa observação do Fred porque quando as pessoas vão trabalhar só com um fator da consciência depois ela se pega um repetindo repetindo repetindo repetindo repetindo né o Paciente que por exemplo vai fazer um acompanhamento cognitivo-comportamental para parar de
ter medo de andar de avião que ele tem uma ansiedade muito grande quando sobe no avião aí faço todo manejo pastor um treinamento cognitivo Ah entendi lá aquelas perguntas socráticas aqui tanta coisa que tem aí o treinamento comportamental de de reduzir e de Exposição e prevenção de Recaídas se chama né lá no corrente aí você vai Fazer todo aquele movimento depois você tá andando de avião legal só que esse sintoma que fazia um sujeito não andar de avião que agora ele anda do avião e isso vai repetindo e vai insistindo em outras coisas aí aparece
no outro lugar aí aparece no corpo aparecem outros sintomas Então tinha psicanalista preocupada não é em resolver as coisas rápidas e eu acho que se as pessoas nos procuraram para resolver coisas rápidas Não é o nosso não é o lugar ali resolver coisas rápidas eu acho que ali há lugar para as pessoas que querem de fato se a ver com um trabalho não necessariamente tem um tempo esse tempo pode ser de um mês e pode ser de vários anos cada um vai dizer o momento de concluir né o paciente chega no primeiro momento por Lacan
e fala assim tem um texto dele chamado o nome do pai paciente chega para ele diz assim lá cana eu estou aqui para eu me conhecer Melhor o Olá que ele vai fala assim então não é aqui é porque para estar aqui tem que ter um sintoma tem que ter uma angústia tem que ter uma uma dor que que dói em algum ponto em alguma questão em algum movimento em algum momento não é só queria estar aqui para eu me conhecer melhor me conhecer melhor Eu me conheço um livro de autoajuda com essas práticas terapêuticas
com alguns encontros Interessantes que eu tenho com os amigos com a religião etc etc etc na análise o que está em jogo é um outro tipo de conhecimento né esses mas é só pode ficar a vontade eu tô me lembrando aqui eu faço aqui a entrevista das pessoas pelo trabalho sou responsável técnico instituição para dependentes químicos e etc e presos também bom e quando eu estou entrevistando a pessoa quando está chegando com a família e etc a pessoa me Disse eu quero três meses eu quero ficar três meses eu digo e embora o nosso período
de acolhimento são x meses não você está entrando dentro do meu programa terapêutico e não fazendo um programa terapêutico para você aqui então eu tenho um período x que eu já sei dado amigos longa experiência que esse período x dará certo agora eu vou chegar eu vou dizer assim não duas sessões pode ser eu posso ficar 30 dias aqui pode pegar sua coisa aí embora Porque esse é o seu programa terapêutico você tem que se encaixar no meu programa terapêutico que e eu tô entendendo mais ou menos que é assim também a psicanálise e vai
ter um tempo que pode ser um tempo de 10 anos de cinco anos é isso eu já ia dizer vai dizer eu ia dizer que a diferença dessa prática o modo como você opera com seu plano terapêutico para a psicanálise é que quando você diz a eles que tem x tempo que é tal tempo a psicanálise a gente Não tem esse x tempo né quando você diz ar não são três meses são 9 é quando você diz a gente não tem esses 9 a gente sabe quando a pessoa começa o Freud ele tem uma metáfora
muito legal para isso que ele diz assim é no início do texto recomendações aos médicos que exercem a ficar mais do início acho que não A primeira parada era já começa dizendo sobre o jogo de xadrez que ele diz assim a psicanálise é igual um jogo de xadrez a gente só sabe as regras para Começar Há quanto tempo que vai durar para terminar e não sabemos pode ser rápido pode ser demorado depende do jogo e dos jogadores né ou seja e qual que é a única regra o jogo de xadrez tem suas regras a única
regra da psicanálise é a associação livre né é algo que é fundamental que admitimos o inconsciente Óbvio e Associação rir é a única regra que nós temos tirando isso não há regras na psicanálise a Vamos encher balão e Estourar o balão que isso a regra ela se constrói a partir de um vínculo transferencial com cada um cada um no seu momento com analista vai estabelecendo o quê que vai ser um recurso ou não para fazer um manejo mas a regra fundamental é associação livre fica à vontade boa tarde a todos boa tarde o que é
e essa questão que você colocou a viver uma vida interessante é diferente de viver uma vida feliz achei muito bom Porque a viver uma vida interessante ela é possível existe uma possibilidade você viver uma vida interessante já uma vida feliz é uma coisa utópica e já existe uma outro rir porque todos os sonhos que a gente realiza na vida a gente já tem mais não sei quantos mil sonhos para tentar realizar né então assim a partir do dias eu queria dizer se o seguinte e nós que estamos fazendo Psicanálise e fazendo análise a gente está
também buscando mudar as nossas estruturas psíquicas porque uma pessoa por exemplo dependente químico que veio do sistema carcerário o que tem tantos outros conflitos né que a gente poderia mencionar aqui ele tem estruturas psíquicas é totalmente e organizadas dentro dele então nós como terapeutas precisamos mudar as nossas estruturas psíquicas para poder fazer uma colhimento assim de melhor qualidade Assim com quem quer que seja né porque senão eu meu trabalho ele vai ser limitado né eu vou eu não vou conseguir fazer vou é isso eu vejo isso como um tipo de resistência né quando eu não
uso as minhas estruturas psíquicas e só falo para mim mesmo né entro né no trabalho de terapia já com esse pragmatismo né um ótimo Exatamente isso é e eu acho que o mais interessante é aí você inclusive começa a citar e um conceito e nós vamos falar muito aqui agora que é o da Resistência que em grande parte das vezes ele é bom como o Freud ele tira esses conceitos de diversos lugares dos mais variados possíveis né esse conceito ele é mais um dos que nasce de todas as construções é de uma física é pura
e etc então quando a gente tá falando desses esses casos que você cita né de como que essa construção psíquica e etc e tem uma uma professora aqui em Belo Horizonte chamado da Andreia guerra e ela trabalha era uma professora da federal e ela Dizia de como Quando os pacientes os ela trabalha com adolescentes infratores e ela dizia de quando ele escutou pela primeira vez dizerem sobre o adolescente fora da lei bom né E aí ela construiu um grupo Exatamente esse chamado fora da lei porque quando você diz aí de como é que a construção
psíquica destas pessoas né e Andreia guerra Vai faz uma uma grande é um grande apontamento para a gente Dizendo que fora da lei Todos nós somos é porque é se estamos aqui com culpa se estamos aqui carregando um superego mas isso que nos proíbe não pega não faz isso é errado você tá isso você tá aquilo e etc e se tem um midi tentando massacrar o ego tempo inteiro para conseguirmos vivenciar as experiências de gozo que ele quer ser servido Nós também somos sujeitos fora da lei né ou seja nós também temos algo que é
fora da nossa lei quando a gente experimentar as Nossas relações de gozo com a bebida com isso com os estudos tudo aquilo que vai ser uma experiência Nossa que vai ultrapassando algo da ordem desta lei paterna entre aspas Como dizia Lacan Nós também somos sujeitos fora-da-lei então esses sujeitos eles têm uma construção psíquica de fato massiva maçante mas nós também temos né Oi e a nossa maneira de expressar isso talvez não seja passando ao ato a gente não não não mata o outro e não rouba o outro mas o que que são as Coisas que
a gente efetivamente fase que talvez sejam até destrutivas para nós mesmos né então o que a Andreia traz que é o que é psicanálise trás muito interessante mente para gente é e a gente acaba voltando sobre essa coisa da análise pessoal que a importância de nos cuidarmos de nós mesmos Para darmos conta de nos aproximar desses desses casos que vamos apresentando os aparecendo aí né mesmo eu observei isso Estudando a psicanálise você passa a ter um conhecimento exponencial de você mesmo o Henry sim e principalmente fazendo análise fazendo quando nós nos esbarramos com aquilo que
é nosso e por isso que eu disse lá que o Freud falava de uma maturidade e não de uma intelectualidade tudo isso que você sabe aqui a nível teórico quando você está no divã deitado falando Não importa a ordem uma outra coisa É verdade mas aí a gente passa também a ter mais empatia né Lenilda participar mais de querer de fato fazer né a terapia segunda símbolo o número um que eu quero ele entrar com vocês para pensarmos a resistência que é observação que o Freud faz é no momento em que os sujeitos eles o
Fred já dizia da Resistência desde a primeira é topologia que ele constrói né ele dizia De um recalque que seria um recalque originário e ele dizia de haver uma Resistência é no inconsciente de haver uma resistência no pré-consciente e de haver uma resistência na consciência então todas essas essas resistências elas aparecem o tempo inteiro na construção psíquica de um sujeito é o momento em que a gente pensa sobre o que que é uma resistência a gente vai ter uma primeira questão que é o momento Em que alguma coisa resiste a aparecer até o momento a
resistência é o momento em que alguma coisa resistir tão fortemente aparecer então quando algo não pode aparecer eu crio então uma resistência e o que que é por exemplo esse caso o teu trouxe como exemplo estou utilizando ele muito porque nos faz pensar nele tanto quando essa analista ela entrega para o paciente aquilo que de fato acontecendo com ele e ele diz não tem Nada a ver com isso na verdade tem tem a ver com aquilo mas o que que faz ele ainda não deixar aquilo se tornar uma questão a ser trabalhada uma resistência e
há uma resistência do sujeito de não deixar aquilo aparecer então número um quando Freud diz da Quando foi que começa a pensar sobre a resistência a mamãe tem que ele percebe que o sujeito se eles não se lembram de algo eles não querem saber de algo e eles não querem falar de algo né então foi a primeira Pergunta que pode começa a fazer em relação a resistência e o segundo ponto que a gente pode pensar é que a resistência ela acontece aí vamos lá por isso nós vamos utilizar tudo que a gente disse da transferência
a resistência É um mecanismo de defesa que acontece dentro da transferência Então dentro do caminho do manejo transferencial da análise é que vai surgindo as resistências então pode ser que você que uma análise se dê por Resistências conscientes muito o intensas é não quero falar quer dizer isso agora não quero me a ver com isso e etc então é a transferência que vai fazer com que a resistência seja muito ou pouco intenso o pão tudo isso para composto número um que a gente tá dizendo aqui que é o momento em que a gente pensa a
resistência é como um afastamento o sujeito querendo se afastar daquilo que ele não quer que apareça aí Eliane é por Causa da Resistência que as pessoas talvez buscam é encontros terapêuticos como esses outros porque nesses outros não precisa de se a ver com o seu problema e com a sua questão não precisa aparecer nada você vai você só vai poder teria como o senhor dar um exemplo de esse algo que não pode aparecer é uma resistência e consolidar um exemplo em tem tem sim tem sim o momento em que um paciente por exemplo ele ele
chega na análise e ele quer Vamos a um exemplo olha isso acontece e no o tempo inteiro a resistência está presente aliás o erro da João vou dar um exemplo para você aliás o a segunda questão que o número 2 que eu ele entra aí para gente trabalhar aqui já adianto E aí eu dou o exemplo que fica mais fácil é um momento em que o Fred vai dizer que a análise então movida pela transferência análise movida pela transferência é e sua última instância a desconstrução de resistências Então qual Seria o papel do analista na
análise ajudar os sujeitos a desconstruir em suas resistências exemplo é um exemplo importante a gente pode pensar o Claro em relação a isso talvez tem a ver com que a gente vai chamar de desejo e demanda é o Primeiro Momento os pacientes eles chegam para nos procurar os analisandos eles dizem que estão ali Por uma questão é mas depois de um tempo que eles estão Na análise eles se deparam com a ideia de que eles não estão ali por causa daquela questão e eles estão ali para os uma outra questão então o que que fez
com que ele num primeiro momento não soubesse não conseguisse dizer que questão é essa que ele está ali a resistência E como que você entrega alguma coisa para alguém o que que faz você por exemplo pegar um Uber e Uber Tides E aí Como é que vai a vida se você for entregar tudo da sua vida para ele porque que você não entrega o que que nós não entregamos porque há uma resistência Nossa Ao entregar e o que que vai fazer com que eu começo a entregar algo a este o momento em que a transferência
vai operando e essa resistência vai passando a não existe mais não existe mais não existe mais então é muito comum que os pacientes é iniciem uma um encontro terapêutico Analítico por exemplo e depois de um tempo eles começam a se esbarrar com coisas que eles nem imaginavam que iriam dizer ali lembra que eu falei número 1 não lembrar de algo não saberá algo não lembrar dos sonhos não lembrar da infância o Fred trabalha isso nos três ensaios da teoria da sexualidade quando ele falava sobre as amnésias infantis o som é um dos primeiros momentos não
é o primeiro momento que desde os artigos pré psicanalíticos o Fred já dizia sobre Essa resistência sendo algo que resiste ele dizia de algo que resiste a chegar na consciência não é agora com o momento em que o que que a explicação do froid o que que faço um que nós não nos lembremos da nossa infância por exemplo né a ideia do Freud é que nós vivenciamos enquanto crianças perversas polimórficas nós vivenciamos tantas experiências 10 prazerosas que nós acabamos então criando uma barreira chamada resistência né no dentes é Recalque porque o recalque originário Talvez ele
aconteça muito antes né mas essas resistências como ele vai nomear resistência no pré-consciente no consciente etc é aí que nós então passamos a não nos lembrar por isso aí dando o exemplo como você perguntas essa os outros é uma questão mas essa me névia infantil não seria uma forma que o inconsciente tem que proteger proteger a individualidade do sujeito até porque Ele não vai dia exatamente tá essa carga de exatamente sentimento de Sofrimento ao longo da sua existência a explicação do Freud é exatamente essa do por quê que existe essa resistência mas existem três modos
de pensarmos a resistência essa do inconsciente uma resistência pré-consciente uma Resistência é consciente esta Resistência é inconsciente que é uma barreira do recalque que a gente vai dizer como a uma primeira barreira que os afetos Encontram né que a ideia fica presa e armazenada internamente Ela só fica presa e armazenada eternamente porque ela não daria conta de aparecer totalmente na consciência Então ela aparece de qual maneira de uma maneira de nada né eu tô usando a palavra minimizado os olhos usava a palavra deslocada e condensada você deve ter escutado sobre isso quando vocês pensaram sobre
a Interpretação dos Sonhos né que os sonhos eles aparecem de Modo deslocado e condensado e etc então é exatamente isso que você disse que o Fred falou nós não nos Lembramos de muitas coisas porque é uma carga dos prazerosa tão grande que nós já não demos conta naquele momento e não damos conta hoje qual que é a grande questão da análise que no momento em que a gente começa a falar sobre algumas coisas e nós vamos ver sendo determinadas resistências nós podemos começar a lembrar podemos começar a sonhar Podemos começar a vivenciar não isso que
está lá recalcado mas o deslocamento diz que pode ter aparecido em outras coisas bom né então nós temos muitos exemplos para a gente pensar nisso não é o meio do por exemplo é que um sujeito esse esse é um caso interessante que eu inclusive já construir um medo interessante de um sujeito que dizia que ele de testava ele de testava ir nas igrejas porque ele tinha um medo de Moroso dos Padres E ele tinha um medo o medo temor os dos pares só que quando a gente pensa nessa análise clássica do Frozen depois de um
tempo da análise ele começou a se esbarrar com a ideia do padre como um representante é simbólico porque ele construiu dessa figura paterna E como que ele vivenciou momentos temerosos ele relatava é dos momentos em que ele não queria que o pai chegava do trabalho porque o pai chegava chegar do trabalho ia bater nele eu não sei o quê Não sei o quê não sei o quê num primeiro momento você acha que no primeiro dia da análise ele ia chegar eles é isso primeiro pode ser que ele nem se lembra essa segundo que ele estava
tomado de resistências terceiro que é a psicanálise que vai dar conta de fazer essas resistências irem vencendo então ele foi a laborando na análise construindo na análise o quanto que o medo que ele tinha de Padre dos Padres eram exatamente Porque o padre ocupava Na Perspectiva dele alguém que vai apontar o que vai dizer ele que vai falar do que é certo o que é errado que vai castigá-los vai culpar ali e etc então super ego inflado que ele construiu e que ele foi se dando conta de que não era a ideia não era o
padre mas era o representante o paterno e que ele aí eu não vou contar no descaso mas ele se foi um caso muito extenso tem muito interessante percurso dele mas isso acontece se repetia em diversas as Cenas da vida dele ele não gostava de chefe ele não gostava do dono da empresa ele teve que abrir uma empresa só para para ele não ter que ser autônomo ele não gostava de alguém que ocupava figuras de autoridade' Ele criava conflitos por medo e ele foi se esbarrando que o medo que ele estava efetivamente deslocando não era necessariamente
do padre era o medo do pai que chegava até ele desde criança e ocupava lugar x ou y e o colocava a Imposição x ou y e por aí a vida dele foi seguindo Então veja o que que são exemplos de resistência na análise tudo o momento em que o analisando diz assim tem uma coisa muito importante mas eu não quero dizer por enquanto e essa é uma é uma resistência consciente né ele sabe o que que é que ele não quer falar né É diferente da Resistência no pré-consciente dos traços mnêmicos e no inconsciente
porque a dos traços mnêmicos por exemplo do Pré-consciente nós os recordamos a ela no sonhos elas esbarram nos atos falhos a gente tropeça nelas nos atos falhos nos tt's então primeira questão número um que eu coloco para vocês tem a ver com a questão do froyo dizer de que a resistência está diretamente ligado ao fato das pessoas não se lembrarem de algo não saberem de algo que elas deveriam saber não se a ver com algo a segunda questão tem a ver com o momento em que o Fred disse análise ela serve Para fazer o sujeito
vencer essas resistências né agora pessoal parentes que eu tô dizendo pra vocês nós estamos aqui falando do modo conceitual fundamental do froid Ah tá a partir daí nós temos outras maneiras de nós pensarmos como que se aparece na Naves pela perspectiva de outros posso é de anos a eu tô tentando resgatar isso para a gente para a gente partir da construção do Freud e depois Vocês fazerem o caminho de vocês irem articulando isso com os pós-freudianos tá então isso aparece para gente na análise de diversas maneiras o paciente por exemplo desmarcar a sessão porque talvez
ele não quer falar isso é uma resistência eu não quero esse haver por exemplo com que ele tem para falar né eu paciente dificultar a entrada em análise né o paciente sei lá ele inventar determinado ele mentir na análise ele dizer que não Quer falar sobre aquilo não quero saber disso só que a repetição e aí é o no ponto 3 né a repetição é um dos nomes que nós vamos ter para resistência porque a repetição isso que vai repetindo repetindo repetindo repetindo repetindo o sujeito traz um primeiro momento a minha mulher não sei o
que o meu problema toda minha mulher aí no segundo momento ele fala um monte de coisa em volta um porta meu problema toda minha mulher e o Bruno toda minha Mulher me perguntou na minha mulher minha mulher minha mulher essa repetição de algo que vai insistindo em repetir é um dos nomes que o Freud deu para resistência se isso está repetindo é porque o sujeito não quer que apareça nada além daquilo bom e quando nós começamos a questionar este isso que está aparecendo ali esse gozo que está aparecendo ali porque ele vai repetindo por quê
que vai repetindo ele vai repetindo que vai repetir aí ele Começa a vencer essas resistências aí ele começa a desconstruir um pouco mais essas resistências então o número 3 é um momento então aproxima sim fica à vontade Bom dia então assumir a própria culpa do que eu vou o senhor fala sobre a questão de lhe falar sempre da mulher e e depois trazer outras pessoas seria a questão de ele assumir a própria culpa e eu acho que a gente não precisa de pensar que ele deveria assumir a culpa Eu acho que a gente tem que
pensar que ele deveria falar um pouco mais sobre Por que que a questão dele é tão ligada a mulher não acho que a gente talvez seria muito ainda é cedo para nós fizemos a você tem que assumir a culpa não é disso mas eu acho que nós vamos problematizando e trazendo isso como uma questão a ponta do sujeito falar um pouco sobre isso né então eu vou te dar um exemplo disso que repete só pra gente entender que talvez não Tenha a ver diretamente com a culpa a mulher ela chega e diz assim é um
primeiro momento a o meu primeiro namorado ele bate em mim Oi e aí eu não entendo Matheus que todos os namorados que eu encontro ele me fere ele bate em mim de alguma forma ele faz alguma coisa Eu namorei com uma segunda pessoa que ela me agredia Eu namorei com uma terceira pessoa que ela não me batia Mas ela me agredia verbalmente Mas vamos pegar esse significantes né esse signos Batia agredia etc tem um terço do Forte chamado bate em uma criança que ele disse isso uma criança é espancada uma criança é batida pelo outro
sobre essa relação do sujeito da atividade versus passividade aí toda a sessão a mulher dizia diz que vai repetindo repetindo repetindo repetindo vai repetir pergunta aqui nós fazemos e Como de fato foi feita a ela no momento correto da forma correta com cálculo Clínico existindo A fulana estranho que você acaba encontrando sempre pessoas que te batem Será que existe o certo gozo eu tô dizendo essa palavra porque com o que nós trabalhamos da psicanálise sacaneando né Vamos usar a palavra prazer não é a mesma coisa será que não há um certo prazer no momento em
que você busca por essas pessoas já que elas repetem tanto aí na sua vida E aí ela foi disse é eu acho que sim e o que que ela fez ela estava Resistindo Resistindo ela estava querendo exatamente uma certa aprovação para ela dizer que ela gosta de ocupar uma posição nas relações em que ela é colocada nesta situação que há um certo prazer mas ela não consegue Ainda manejar com isso então quando ela vem trazendo como uma repetição Então olha o que que a repetição nesse número três que a gente diz que o forte fala
é para não aparecer a resistência então para não aparecer que ela gosta daquilo ela Vai repetindo e vai repetindo repetindo repetindo repetindo gente isso não é regra tá por isso que é um caso a caso não é que todo mundo e tudo vai ser do mesmo jeito não é uma construção que é o que eu tô dizendo então o número três que eu tô trazendo aqui para vocês é como que a resistência ela está diretamente implicada na repetição e não é porque que tudo vai se repetindo E aí por exemplo uma boa pergunta para nós
nos fazemos em relação a esse Exemplo que eu dei é no momento em que ela diz todas as minhas relações são relações em que eu sou agredida a melhor apanho Deus agredida por palavras etc etc etc aí vem a pergunta que eu acho que é a mais interessante que nós esbarramos são momento em que ela se depara com seguinte questão Será que de fato eu quero Será que de fato eu desejo viver uma relação que não seja assim e já que esta relação sempre se repete e não sabemos É mas é uma pergunta e que
a partir dessa pergunta ela trabalhou e quando nós fazendo essa pergunta nós desconstruímos um pouquinho da Resistência porque a resistência Nunca será totalmente diz construída ela sempre vai existir ali porque se ele vai ter alguma coisa armazenada no inconsciente que é a ideia fundamental presa e que vai ser só deslocada então é pessoa eu queria voltar a perguntar uma questão Lacan ele fala que Tudo aquilo que nós não enfrentamos na vida pode virar o seu o nosso destino é isso uma frase de Lacan Oi e aí eu te pergunto assim que a assumir a responsabilidade
nos sentimentos é eu não não estou resistindo não é uma resistência né É como se a colega tela família culpa né Selma Mas não seria o mesmo que que ver essa questão da culpa né É porque assumir a Responsabilidade dos seus sentimentos né o mesmo que admitir a culpa né é basicamente Essa é minha pergunta parte do pressuposto dessa frase de Lacan e eu não estou resistindo né um aquele problema que eu tenho na vida para que aquilo não se torna o meu destino no vídeo o processo mental que eu nunca consegui resolver e sim
eu acho que um pensando então pelo que a Selma disse que você traz quando a gente pensa E aí fazendo esse parentes Já que você ou trouxe quando a gente pensa nesta proposta lacaniana que vai existir ele vai dizer dá certo a responsabilização do sujeito EA responsabilização do sujeito vai dizer Respeito Não exatamente uma ideia de culpa mas a ideia de um sujeito ele porque ele se responsabilizar é diferente de ele assumir que é uma culpa pode usar uma conta pode ser uma resiliência pode ser uma qualquer outro afeto que não necessariamente A culpa Não
é porque a culpa na nossa perspectiva ela tá muito mais diretamente ligado a ideia do superego né a ideia de Jeová ter ultrapassado alguma coisa que Amy era proibido alguma coisa que eu não podia e etc essa ideia da culpa agora nessa Perspectiva da responsabilização é o que nós e com sujeito dentro do consultório que o que que nós fazemos na análise é responsabilizar o sujeito pelo sintoma que é dele né quando o paciente nos diz Por exemplo é essa pergunta ela nasce muito para gente ela é até polêmica nem vamos entrar muito nisso mas
eu só vou fazer o posicionamento da psicanálise em frente a esse conceito da responsabilização pelo que você traz quando a paciente diz assim para a gente eu estou sendo espancada pelo meu marido né a nossa função de analistas não é por exemplo veja só que eu tô dizendo enquanto analistas não é por exemplo Porque nós não estaremos ajudando o Sujeito não é por exemplo pegarmos a o telefone o telefone ligamos para polícia é porque pensando pela Via dessa responsabilização do Lacan é nós responsabilizamos o sujeito para que ele consiga dá conta de sustentar esses sintomas
que é dele EA partir daí fazer alguma coisa nós temos lá no caso de pedofilia ano foram calmas aí depende mas mas aí depende porque se a gente pensar pela vida psicanálise por exemplo o bom primeiro se a gente pensar pela Vida psicologia nós não temos nenhum tipo de obrigatoriedade de fazer nenhum tipo de manejo em relação a isso obrigatoriedade E no caso da psicanálise também não eu vou te dizer porque é digamos que um pedófilo que procure e por exemplo me procure porque ele quer fazer uma análise porque ele quer se a ver com
esse sintoma que a dele então não está nas nossas mãos fazemos um movimento do advogado por exemplo e descobri denunciar de prender está nas Nossas mãos escutar esse sujeito e a partir daí responsabilizá-lo pela escolha pelo desejo por aquilo que ele faz etc etc etc se nós estamos com uma criança e essa criança está nos dizendo algo nesse sentido nós podemos ajudar esse sujeito que é isso que a resistência a fazer um movimento resistente resistente e fazer algum percurso já me aconteceu na clínica por exemplo de uma criança dizendo está sendo abusada sexualmente Pelo padrasto
a mãe separou e etc e ela dizendo dessa dessa dessa coisa nós fomos de certa forma construindo um pouco caso dela até que ela conseguiu dizer sobre isso ela conseguiu fazer um movimento de falar e o que se eu pego o telefone ligue faz não é a função do analista fazer eu posso fazer eu posso enquanto pessoa física fazer isso agora eu preciso me perguntar sobre esse conceito da responsabilização do quanto que eu estou ajudando o sujeito quando Eu não ajuda se responsabilizar por aquilo e fazer alguma coisa então por isso que eu disse que
isso é uma questão polêmica que nós nem entraremos muito nessa questão mas na Perspectiva lacaniana já que você trouxe nós vamos responsabilizar o sujeito por sim pelos sintomas que ele tem isso não só os neuróticos até mesmo os psicóticos né quando nós os atendemos né no consultório bom é então a terceira questão que eu Trago para vocês tem a ver com a resistência sendo então é uma principal maneira de pensarmos a repetição e isso faz funcionar toda loja que a gente já disse aqui até agora das repetições como a repetição como algo que resiste aparecer
resistir não vai aparecendo na rua parecendo até que em um determinado momento ela possa aparecer e só a questão ao número 3 e o ponto 4 que eu que é importante gente Resgatado Freud e que eu já até citei aqui muito rapidamente é um momento em que ele disse que há resistências diferentes de que existe uma Resistência é que num primeiro momento nós vamos chamar de Recalque no inconsciente que sempre é o único que sempre estará no inconsciente e ele pode se deslocar de uma maneira diferente mas a ideia fundamental sempre vai estar ali o
Freud depois abandona essa ideia do recalque originário né Dede a ver sempre um recalcamento originário e os recalcamentos se e a culpa Fundamental e por aí vai o que ele reestrutura ele não faz a restruturação dos mecanismos de defesa que em fase de modo muito mais estruturado e a Melanie Klein nós vamos falar daqui a pouco é a Anna Freud que nós vamos falar daqui a pouco ele começa a trazer os mecanismos de defesa no texto inibição sintoma e angústia quando ele tenta estruturais um pouco mais mas quem vai fazer assistindo Coração melhor vai ser
a Anna Freud então o Freud ele vai dizer de haver uma resistência no inconsciente já ver uma resistência no pré-consciente e de haver uma resistência no consciente a resistência que a na consciência é aquela resistência em que o sujeito não quer falar sobre algo que ele poderia e de alguma maneira seria interessante que ele faz e a resistência que a no pré-consciente é aquela resistência aqui escapa no ato Falho no shift né talvez não está tão consciente a nós mas ela aparece por exemplo eu vou dar um exemplo pra vocês quando eu eu beijo esse
copo a dizer quando eu vejo esse copo Ou seja eu eu quis dizer vejo mas escapou beijo então essa resistência de eu não falar de um beijo Por exemplo quando eu tô fazendo isso como um exemplo Claro é que é um ato falho né então o ato fale se colocaria nesta posição secundária que é uma resistência Pré-consciente ou seja entre o inconsciente EA consciência Existe alguma coisa que vai escapando que vai tentando aparecer a continuar falar se falássemos assim sabe aquele brinquedo que aparece que some e aparece depois que some e aparece uma piada que
aparece um X Ah tá parece um sonho que não tem uma primeira resistência que a consciente não quer falar sobre isso não gosto de falar sobre a minha infância não quero falar essa nós vamos ter que Vencer mesmo na análise e a uma segunda resistência que é essa que insiste em aparecer no xixi na piada nos diques como dizer Floyd né nas escolhas de objeto pela Via sexual então vão aparecendo e vão sumindo aparecerem vão sumir Aí eu conto brinquei com vocês aqui quando eu vejo quando eu beijo quando quer dizer quando eu vejo esse
copo então é talvez o vejo ele sai eu queria dizer vejo mas o beijo Ele escapa por uma ordem de um desejo né mas o que Eu disse a vejo e vc beijo constrói um neologismo né veio Ribeiro rimam Verde beijo fazem uma confusão nesse segundo momento aqui que é esses traços mineiros por isso que o final de falava do som e nessas deve se lembrar se vocês passaram aí pelas interpretações dos sonhos que flores dizia do terceiro excluído do da teoria aristotélica lá do da não contradição né que o sonho que a gente vive
na ciência positivista que que não Pode haver não-contradição e o sonho a tudo isso o sonho é de à noite ao mesmo tempo o sonho tá chovendo tá fazendo sol mesmo tempo o sonho a gente não se a teoria aristotélica cartesiana um mais um sempre é dois no sonho não é dois o mais um aro 22 no sonho então tudo é possível no sonho porque porque no sonho é uma é um céu aberto Como dizia a colette Soler né a coletiva leva dizer que a Psicose é o inconsciente a céu aberto e o froyo já
Diria aqui que o sonho é enquanto uma tentativa de satisfação dos instintos né ele depois a dizer da pulsão e aparece tudo não há resistências né então é esse segundo momento do sonho do XX ou a gente faz uma brincadeira por exemplo é o Fred Zip brincando se diz tudo até a verdade porque brincando se diz tudo até a verdade porque brincando aparece algo dessa resistência que a gente não tá querendo que apareça quando falamos Sério então a gente vai lá e brinca e brinca sei lá com a questão do preconceito da sexualidade brinca porque
brincar é faz as coisas suavizar em mas antes de mais nada tem algo que é meu e que eu resisto em falar e eu acabo brincando né Eu Acabo fazendo uma zoação e etc mas é para não aparecer o meu ponto de vista né então como é que é interessante é segundo tempo que a gente pode pensar assim é que o Fred vai dizer e obviamente o recalque é E mordiam que é a o que está no inconsciente que não muda que fica sempre armazenado e que o máximo que acontece com ele e ele ser
deslocado e chegar até a consciência do que a gente chama de formações do inconsciente tá é as formações e conscientes devem horrível ouvi muito sobre elas né o sintoma o sonho o XX os diques enfim o ato falho E por aí vai né então isso vem de uma construção desde o inconsciente e eu que aparece na Consciência são as formações do inconsciente pesar Pode ficar à vontade e no caso assim para e quebrando essa resistência então a gente como psicanalista deve fazer perguntas para pessoa para ir quebrando essa resistência quando a gente se depara com
uma resistência muito grande e como é o caso que aconteceu lá no começo da aula que você o relator da colega lá então na terceira sessão ela já falou Assim olha acontece isso para não acontecer é né ele da da pessoa abandonar de no no meio do processo O quê O quê que é indicado para gente e correntes analista fazer é por isso que eu tinha que eu citei para vocês aquele texto colado Freud das intervenções silvestres porque é quando essas vezes tem essas aparecem E como eu disse agora na terceira questão Elas costumam aparecer
o terceiro. Elas aparecem em repetições e aparecem Repetindo Como foi o caso dessa menina mesmo ele repetir no primeiro momento o dinheiro dinheiro dinheiro dinheiro dinheiro foi uma repetição intensa nós observamos isso nos construímos o caso mas nós vamos entregar isso pela via de intervenções perguntas questionamentos E no momento em que a gente perceber que existe uma transferência bem construída E aí sim a gente entrega isso ao sujeito a ponto de ele conseguir elaborar isso isso até fortificar ainda mais a Transferência Então você tem Total razão é isso mesmo a gente entrega a partir de
intervenções a partir de cortes da análise a partir de perguntas a partir de posicionamentos só que a gente entrega dessa forma no momento que a gente percebe que é o momento dele conseguir dar conta disso e quando eu digo momento nenhum momento naquela sessão não é o momento na no percurso de análise dele por exemplo o que que essa paciente que eu disse para ela assim Mas Será que você não sente um certo prazer ao ter esses homens que fazem tudo isso com você e ela disse é eu acho que sinto e eu disse então
será que você quer ocupar o lugar diferente disso e ela disse não eu acho que não mesmo E por quê que foi possível eu falar dessa forma e ela conseguiu escutar isso que é dela que havia uma transferência e o que nós temos construir uma transferência se eu digo isso para ela na primeira sessão sem eu me certificar De haver uma transferência ela não tinha continuado análise e percebe como que nós Talvez nós encontra analistas nós não podemos ter pressa saber se eu dou dois eu dou essa sugestão para vocês não tenhamos pressa para entregar
uma intervenção para entregar uma pergunta uma não tenhamos pressa faça com que o sujeito fale vai construindo isso vai percebendo as só Uma repetição tá repetindo para repetindo então tem algo ali que está Resistindo a aparecer bem para outra seção Faz uma pergunta aí como é que é isso como é que aqui tá mas no momento em que você perceber que você pode colocar alguma questão disso que está se repetindo que é uma resistência que é uma questão e que aquilo ali vai te ajudar inclusive para vocês trabalharem mais aí é o momento de vocês
de vocês falarem nos perguntarem sobre isso Colocar então nós temos uma tendência e vivemos num momento até isso que a gente tava falando aqui agora das terapias Oi gente querer ser muito rápido a gente quer entregar muito rápido a terapia breve isso breve aquilo breve e o que Freud nos adverte Desde da primeira tópica quando ele falava do recalque quando ele dizer ela ganha um conselho dado da percepção depois da percepção vai para o inconsciente dá para mim que vocês têm Um recalque desde esse momento que ele disse à regressão que é o momento do
sonho por exemplo onde o sujeito sai da consciência e volta até o inconsciente na regressão quando ele tá falando etc a gente precisa de vencer resistências Então não é rápido não dá para ser rápido É como se eu falasse assim Água mole em pedra dura tanto bate até que fura É como se eu quisesse tem uma gota de água já furasse a pedra né eu vou entrego aquilo ali não dá tem um tempo Que é de cada um E você vai percebendo Qual que é o tempo daquele analisando é o tempo de você entregar uma
determinada questão o tempo de você entregar um ponto não é Então a partir daí você vai pegar essa formulação floridiana e vai ampliar os seus estudos pela Via dos demais pós-freudianos que você quer se identifica mais com estilo e que a construir a partir disso seu estilo porque a Melanie Klein A partir dessa Construção da repetição que a gente está fazendo aqui em Freud ela propunha um modo de intervenção né o iníco Eu te proponho o outro o fro Lacan propõe o outro Frenzy propõe o outro e a gente vai entendendo e porque cada um
propõe o outro que cada um proponho um frente ao modelo cultural ao modelo de um tempo ao modo como a gente tá vivendo hoje já existem teóricos lacanianos dizendo de uma uma reatualização do latam e Lacan morreu Agora recente e sempre fazendo assim tem um tempo obviamente né mas talvez seja um o laplanche por exemplo uma reatualização do laplanche então nós precisamos pensar tudo isso do Freud fez nascer através de uma atualização do nosso tempo como é que são os repetições hoje como é que são as resistências hoje no consultório Como dizia a massinha Rosa
lá da UFMG Por onde andam as histéricas de outrora onde que estão as histéricas do Freud que caíram tremiam Sofriam por reminiscências e ficavam cegas nos onde que estão essas essas histéricas hoje né ela dizia elas estão na anorexia elas estão na bulimia elas estão nos cortes no corpo elas estão no sintoma que se constrói em relação à dismorfofobia elas estão na drogadição na toxicomania elas estão aí na busca incessante pela felicidade nessas histéricas aos seis nós não as Ester e as histéricas do ponto de vista da estrutura estética né estão aí no Corpo perfeito
tão isso não existia naquela época mas existe hoje que é a maneira que nós temos de nos haver sós com transtorno de Pessoas com Transtorno de histriônico também entra aí né histriônicas look é então nunca quando a gente vai pensar este diagnóstico por exemplo de histriônico Se nós formos pensar que não é o caso da psicanálise um diagnóstico chamado de nosológico as pessoas histriônicas estariam no que lá no Cid e no de cm Eles chamam de transtorno de personalidade né são os transtornos de personalidade assim como esquisotipo dependente obsessivo-compulsiva aí o histriônico E por aí
vai né agora obviamente né isso e só aparece por que estreou onde que vende histeria né que é aparecer um acesso é por isso que eu tô a visão onde andam as histéricas Por onde andam as histéricas de outrora elas Aparecem em todos esses sintomas Sentidos o que eu sou a pontuei que nós vamos pensar na psicanálise desse lugar nós vamos entender o que que é o histriônico mas nós estamos muito mais preocupados aqui com o sujeito do que com o diagnóstico né Com quem que só esse sujeito que querem aparecer que querem é fazer
o movimento ao nosso os ide e os manuais classificação chama o disco de ouro mas tem outros não é eles podem aparecer no toque a nova histeria De agora a uma com a base do toque que vai aparecer uma histeria fundamental até porque o Fróes já dizia que a neurose obsessiva é uma dialética da neurose histérica né então é uma é uma derivação da neurose Ester