Casais muito felizes tem mais [música] chance da separação do que casais muito tristes. Esse vai ser o clima. [música] Já vamos começar. [risadas] >> Ele já publicou mais de 50 livros, mas onde ele ficou ainda mais conhecido? Nas frases curtas, intensas e virais que nasceram escritas em guardanapos. Foi ali que eu conheci ele. Com vocês, o poeta que transformou simplicidade em Arte, emoção e hábito. Carpinejar. Volta dois anos, desde a época que você veio no J, aqui no JJ, qual foi a opinião que você mudou? >> Eu me arrependi de não ter dado aquela aquele
casaco para você. Só isso. Porque as pessoas até hoje me perguntam: "Você deu ou não deu?" Eu não dei. E aí eu fiquei como se fosse a valenta. [risadas] Só isso que eu me arrependo. >> Não podemos [música] pedir permissão licença para intensidade. >> A intensidade é uma virtude, não é um defeito. Se você é intenso, você vive com fome. Você vive com ânsia de ser feliz. O intenso [música] é o único que vive inteiramente presente. [música] Amar alguém é, por incrível que pareça, Deixa abaix. É isso aí. Para que a pessoa não seja vista
como louca, tá bom? Você divide a loucura e dividir [música] a loucura é a normalidade. >> Calma aí, pô. Antes de eu começar o JJ Podcast de hoje, quero falar uma história que eu vivi com a Lalas antes da gente ter os nossos filhos. Nós somos pais de três meninos. A gente foi viajar com um casal De dois amigos. A gente foi pro interior de São Paulo e ela foi muito legal, né? Na viagem a gente tinha uma casa bacana, tinha churrasqueira, tinha piscina, tinha uma área pra gente realmente confraternizar. A gente gosta de tocar
violão, de cantar. Foi muito legal. A gente gosta sempre de fazer isso e a gente adora viajar. Então, quando a gente acordava, café da manhã tava pronto, a gente conseguia conversar com as pessoas, a gente já conectava na hora Imediatamente e a gente passou um excelente final de semana junto. E por que que eu te conto essa história? Porque essa forma que o Airbnb proporciona vantagem para todas as pessoas, transforma a viagem em conexão de verdade, sabe, gente? Assim, no detalhe. E para você que nunca teve uma experiência em um Airbnb, pode confiar, eu garanto
para você, tá? Você e os seus amigos vão se divertir muito mais do que em um hotel, tá? Estar em um Airbnb é a Cara do carnaval. Você tem momentos de folia, obviamente, e depois recupera as energias em um espaço só de vocês. Então, já cria o teu grupo no WhatsApp, se antecipa e começa a mandar os links das suas acomodações favoritas no Airbnb para o carnaval. E você ainda pode pagar em até seis vezes sem juros ou no Pix, tá? Então entre agora para os unidos do Airbnb, combinado? E agora vamos começar o JJ
Podcast. Vamos embora. >> Que introdução Podástica, >> digna de um escritor. >> Oh, Joel. Nossa, >> você viu, cara, que >> faça, faça o prefácio para mim logo. [risadas] >> Você tá escrevendo quantos livros por mês? Escrevendo. [risadas] >> Não, não é assim. Quem dera que fosse. Eu costumo escrever um livro durante 2 3 anos e você na medida que está publicando o Livro já está escrevendo outro. >> É verdade. >> Mas a gestação é é intensa. Você sempre está desatualizado de si mesmo. Porque você está lançando o livro, mas já está pensando no outro.
E o livro não é filho, o livro é pai, o livro é mãe. >> Então tá, então só para esse vai ser o clima. Já vamos começar. [risadas] >> Mas é, mas é >> não, porque no último JJ podcast foi aquela loucura. >> Mas a loucura, a loucura vem de você. Eu apenas sou receptivo. >> Não, não, não, não vem com essa conversa para mim. >> Eu apenas acolho a sua loucura. E acolher a loucura é deixar o outro menos louco. [risadas] Se a pessoa enlouquece, O mínimo que você pode fazer é acompanhar. >> É
isso. Esse é o mim. >> É o mínimo. >> Para que a pessoa não seja vista como louca, >> tá bom? Você divide a loucura e dividir a loucura é a normalidade. A pior coisa na vida é uma loucura sozinha. >> Uhum. >> É uma loucura sem assistência, uma Loucura sem testemunha. Nossas melhores amizades são de loucuras compartilhadas. Alguém que não deixou a gente sozinho numa aventura. >> Uhum. Nem queria participar, mas veio junto. [risadas] Os amores são loucuras compartir, >> os amores são loucuras, são apostas, são [risadas] pulos de bang jump. Você nem sabe
se a corda vai suportar, Né? Você não conferiu a corda. [risadas] Ô Ju conferida na corda. [risadas] Ai caramba. tinha que ter feito isso. >> Você não teve tempo de conferir a Você não conferiu se a corda. [risadas] >> Simplesmente >> foi. Foi. Eh, não podemos pedir permissão ou licença para a intensidade. >> Não, não podemos pedir permissão licença para intensidade. >> A intensidade é uma virtude, não é um defeito. Se você é intenso, você vive >> com fome, você vive com ânsia de ser feliz. E parece que todo mundo precisa ser equilibrado. O equilíbrio
é morbidez precário. O equilíbrio é tédio. Monotonia. Eu não gosto de pessoas equilibradas. Elas são pessoas reprimidas. Aonde está a espontaneidade? Onde está o encanto? Onde está o frescor de conhecer alguém? De querer saber mais? A curiosidade, o improviso, não saber onde vai dar, o que a pessoa vai falar. Como vai ser o intenso? É o único que vive inteiramente presente. >> O intenso é o único que vive inteiramente presente. >> Não está nem no passado. >> É verdade. >> E nem no futuro. >> Ele se entrega para agora. >> É verdade, cara. para esse
momento. Ele torna todo momento vivido sagrado. O intenso coleciona despedidas. O intenso coleciona despedida. Por quê? >> Como se fosse sempre o último dia. >> Como se fosse sempre o último dia. É isso aí. Vive como se não houvesse amanhã. Isso é mal interpretado, né? É mal aceito também, é mal, é mal visto, né? >> É porque você tem que se comportar. E se comportar é não falar o que você sente, não falar o que você pensa, não incomodar com o barulho do coração. Deixe o seu coração quieto, que o seu coração bata bem silenciosamente.
O seu coração não pode fazer barulho. Você não se escuta até de uma maneira prática, a gente só escuta o próprio coração Quando está num colo de alguém, quando está no contato, em contato com outro. Mas tem gente que não sabe nem como é batida o batimento cardíaco. A gente não escuta o próprio corpo. Somos surdos ao próprio corpo. E ali está tudo. Que que é felicidade do Joel? É quando estamos o mais próximo possível do próprio Corpo. Felicidade é quando a mente e o corpo estão no mesmo lugar. É quando você não está fugindo
com pensamento, você não está ansioso, você não está prendendo o que pode acontecer, você não está querendo estar em outro lugar a partir de uma mensagem com uma outra pessoa. Damos o exemplo errado. É como se a gente tivesse sempre no lugar errado, com a Pessoa errada, porque a gente privilegia a mensagem que a gente recebe, não a pessoa que está na nossa frente. Deveremos ensinar, quem está ao meu lado presencialmente tem preferência. >> Isso >> não damos preferência para as mensagens. É como sempre tivesse algum apelo, alguma urgência acontecendo. E não é você que
cria a urgência, a urgência da sua cabeça. Quem já passou um final de semana num sítio ou numa Chácara sem sinal, >> Uhum. >> como visitante, como visita, você não consegue interagir pensando que todo mundo está entrando em contato. >> Uhum. Você não consegue falar, não consegue curtir o momento, não consegue relaxar, é capaz de ir até o mato, ver se encontra um sinal de tão viciado que você está. >> É, tá >> na realidade virtual. Aí você pega a estrada de volta, os pinos começam a se a volumar de novo no seu celular, você
olha a tela. e descobre que ninguém entrou em contato. >> Uhum. >> Você acreditava que todo mundo estava no engarrafamento no seu WhatsApp. É mentira. Nós Recusamos a paz de escolher onde você quer estar. Você somente é levado, é abduzido, é sugado. Ano passado eu tava no evento e aí o meu celular rachou a tela. Não sei exatamente porquê. Acho que caiu. Aí ficou rachadinho, ficou um tempinho e beleza. Ele tava rachadinho. Ficou assim uns uma semana, duas semanas Talvez. E eu fui fazer uma corrida com alguns mentorados e eu coloquei meu celular na minha
cintura. Eu suei e aí o suor entrou pela rachadura. O celular queimou, a plaquinha queimou. >> O o celular que queimou pelo suó. [risadas] >> O celular queimou pelo suó. E aí eu fiquei 24 horas é para porque a gente tava emado. Eu tive 24 horas para conseguir um outro celular. Primeira Hora, desespero. Segunda hora, meu Deus do céu, vou morrer. Terceira hora, e agora? E o telefonema? Quarta hora? Ah, a galera vai ter que se acostumar. Quinta hora, ah, tudo bem, 24 horas. Na sexta eu me libertei, eu levei 5 horas. >> Perfeito. >>
Na sexta eu falei: "Cara, é bom ficar sem telefone, hein?" Na sétima eu falei: "Nossa, que delícia". canal e tava, eu já tava aqui na boa, 24 horas depois chegou o Celular, o novo. Eu peguei, falei: "Deixa um pouquinho, deixa um pouquinho, deixa espera um pouco". Aí eu fiz a portabilidade, não sei se que se fala, né? Que você passa o arquivo pro outro, fiz assim, eu falei: "Não, tá bom assim, nossa, que delícia, um dia sem pegar meu telefone. Foi bom, foi bom, não foi ruim, não. Foi muito bom. Mas vamos lá, vamos ver
agora quanto de mensagem que tem. Não tinha nada, >> nada, nada. E se era no final de semana, >> não tinha nada. >> Não vai ter nada. Carpina já não tinha nada. 24 horas. >> É, se você quer ser importante para os outros, você nunca será importante para si mesmo. >> Isso aí >> é uma escolha. Se você quer ser importante para si mesmo, Não importa o que os outros pensam sobre você. É isso. Muito bom. >> Você tem essa liberdade para suas decisões. >> Sim. >> E você deve privilegiar quem está ao lado, porque
nossas prioridades ou quem deveriam ser as nossas prioridades estão sempre no fim da fila, sempre. Porque confundimos amor com aceitação, amor com suportar tudo. Ah, se a pessoa me ama, ela vai me dar um desconto. Ah, se a pessoa me ama, ela vai me perdoar. Ah, se a pessoa me ama, ela vai me entender. Ou seja, você já está presumindo que vai errar com quem você ama e essa Pessoa vai precisar entender isso. Nossos desafetos têm mais respeito do que os nossos amores. [risadas] Infelizmente. >> Calma aí, pô. Os nossos desafetos têm mais respeito do
que os nossos amores. >> Como assim? com desafeto. Você não vai falar de qualquer jeito, não vai se portar de qualquer jeito, vai Cuidar com as palavras, vai escolher um momento, não vai apressar, vai perguntar tudo bem com você? Pode falar. A intimidade é qualquer jeito. Você não valoriza o tratamento. Você pouco elogia quem você ama. E o que é elogiar? Elogiar é você descobrir as riquezas do outro e devolvê-las. Você descobriu a riqueza em alguém e devolve. Você está mostrando para o outro as riquezas dessa pessoa. Você está apontando, olha o que você tem.
Olhe quem você é. Elogiar é incentivar. >> Uhum. Emocionalmente você está expondo que aquela pessoa é fundamental em sua Vida. É um combustível para você chegar longe. É alguém da sua preferência. E o elogio não é para ser feito em momentos soleires. Aniversário, >> elogio a qualquer hora. >> Qualquer hora. Só que a gente elogia tão pouco e de forma tão avalenta que a pessoa desconfia o que você quer de mim. O elogio deixa de ser espontâneo se ele é condicionado a situações De emergência. Você elogia para obter algo ou você elogia como a gratidão
mais desinteressada? E como é bom que quem esteja ao seu lado goste de estar ao seu lado, que você dê motivos, >> que você dê motivos. que você possa encantar, que a sua presença seja luminosidade, A começar com o filho, a começar com a esposa, começar com o marido, a começar com o seu ambiente de trabalho. Eh, é tão triste quando você tem sucesso e não tem a admiração de seus colegas. Nossa, muito ruim. >> Porque você está usando os outros, não está desfrutando da presença dos outros. Você troca pessoas, você não ama as pessoas.
Você percebe muito isso, >> muito, porque eu tenho poucos amigos. O que que uma pessoa >> na mão? >> O que que uma pessoa O que que uma pessoa Não, essa pergunta não tá legal. O O que que >> Toda pergunta é legal, João? >> É, então tá. Toda pergunta é legal. O Que uma pessoa precisa ter para ser seu amigo? tempo. Amigo, a gente só descobre depois. Amigo, a gente só descobre com vagar. Amigo é antiridade. [risadas] Você pode acreditar que é seu amigo, mas ele não é. Ele pode ser apenas um afeto circunstancial.
Vocês podem estar vinculados a um contexto favorável. >> Sim. Verdade. Por que que amigo à antiguidade? >> Porque ele precisa atravessar diferentes experiências ao seu lado. >> Entendi. >> Desde o sucesso até o fracasso. >> Entendi. >> Doença, tristeza, luto. Ele precisa suportar as suas dores e incentivar as suas alegrias. O amigo é maratona. >> Amigo é maratona. É verdade. >> E você tem aquela referência da sua evolução, porque o amigo é o único que viu toda a sua história. É a única testemunha da sua história. Você pode ter um relacionamento de 10, 20 anos.
O amigo sabe quem você era antes dessa relação? Ele acompanhou Os seus romances turbulentos até você encontrar a calmaria, até encontrar o amor tranquilo. Então, se você sai da sua essência, perde-se em uma pior versão, o amigo vai lá e avisa. Eu o conheço. Você já foi mais feliz. Você já teve mais leveza, Você já foi mais amado. O amigo é o único que pode trazer esses elementos de comparação da sua vida, do seu percurso, porque no fim envelhecemos para quê? >> Uhum. >> Para voltar à infância. Uhum. >> A infância é a única fase
da nossa vida que continua com todas as outras. A sua criança interior segue com você. >> Uhum. >> A adolescência termina, a meia termina, tudo termina, menos a infância. E é tão impressionante que a sua melhor memória é da infância. Você conheceu alguém ontem? Essa pessoa disse o seu nome, o seu sobrenome, seu CPF. Você talvez não lembre, mas você é capaz de lembrar nome, sobrenome dos seus colegas da primeira série. >> Uhum. >> Você é capaz de lembrar de quem eles eram filhos, o que seus pais faziam. Nunca teremos novamente essa memória da infância.
É, não estávamos tão atolados de informações e qualquer encontro era decisivo. A infância jamais desaparece. E quando você consegue cuidar de si mesmo, Adotar a sua criança interior, é que você está muito feliz. >> É verdade. Que foi a pergunta que você me fez antes da gente começar hoje. Carpineiro, já me diz uma coisa. Qual foi? Ó, você veio aqui no JJ. Tem quanto tempo, Malu? Do anos. >> Do anos. >> Caramba. rápido, né? >> Pá, passou rápido demais. Mas como a gente se ligou, né? >> É, >> porque não passou para nós dois anos.
>> É, >> foi ontem. >> Foi ontem, né? [risadas] A gente tá sempre se falando, sempre se conversando, mandando mensagem. Volta dois anos, desde a época que você veio no J, aqui no JJ, qual foi a opinião que você mudou há dois anos para cá? Você acreditava Que era algo que era concreto, feito, finalizado? Você falou: "Pensei bem, pensei melhor, preciso ser revisto, precisa ser atualizado essa minha opinião." Aliás, primeiro, né? Isso aconteceu? Se sim, com quê? É, é recuar. Eu não acho covardia. Recuar é coragem. É você perceber que aquilo ou aquela pessoa não
é para você. >> Uhum. >> Mudar de ideias, mudar de opiniões é saudável. >> Uhum. >> Você não tem como mudar de princípios ou de caráter. O caráter é para toda a vida. Opiniões são para suas fases, mas eu devo ter estado muito inspirado naquele dia com você, que não tem nada que eu tenha me Arrependido. Eu me arrependi de não ter dado aquela aquele casaco para você. Só isso [risadas] que as pessoas até hoje me perguntam: "Você deu ou não deu?" Eu não dei. Aí eu fiquei como se fosse avarento. [risadas] Só isso que
eu me arrependo. Mas isso que você toca [risadas] é é é importante, porque tem relacionamentos que você Entra, sabe que não é para você. >> Uhum. >> Tem os avisos, tem os alarmes, tem os alertas. Os amigos já ficam ressabiados. Os amigos já não querem encontrar essa sua nova figura e você não recua, porque você fez propaganda, >> hum, >> desse romance. Aí você não quer Se arrepender do Merchan, do Merchan, do amor. Ah, nunca estive tão apaixonado. Ele me faz tão bem. Ele me atende e você viu que não era tudo isso. >> Uhum.
>> Mas não recua. E é capaz de ficar um ou dois ou três anos numa faxa. >> Refém do que os outros tem a respeito desse relacionamento ou receberam a respeito desse Relacionamento, dessas informações que você passou. ou da mesma forma, eh, você só fala mal da relação, só fala mal da relação para todo mundo. Você acha que algum amigo vai gostar desse amor? >> Não. >> Ou algum amigo vai fazer questão de jantar com essa pessoa? Não. Somos nossas palavras. Só que a gente precisa entender que aquilo que nos serve um dia não nos
servirá para sempre. >> Uhum. >> E lidar com isso é difícil. Então, o que eu faço? Tem um círculo seleto de amigos. >> Uhum. >> E eles são meus conselheiros. Meus orientadores, eu não espalho o que eu não tenho Certeza. >> Uhum. Boa. Não espalha. Comecei algo, foi muito bom, mas vamos esperar, vamos ver como vai reagir. A gente conta todas nossas novidades de modo precipitado. Negócios. Negócios são desfeitos porque você contou vantagem antes. >> Muitos. Isso é muito comum. Por que não ficou quietinho, gente? Isso É muito comum. Já errei com isso também, tá?
Capenejar bastante. Precipitei, ansioso, imaturo. >> Aí você faz uma festa, a outra pessoa fica ofendida e o negócio gora, né? Porque a gente nunca sabe como o outro, o que o outro pensa a respeito disso, se quer sigilo, se quer reserva, se quer pudor. E para que contar no início? Porque isso nos nos toma porque na verdade somos infelizes e queremos Novidades e novidades e novidades para poder, >> nossa, lembrei de uma amiga, >> disfarçar a nossa insatisfação, a nossa insuficiência. Quem conta e precisa contar novidades que estão no berço, na origem, são infelizes. Porque
quando você é feliz, você tem um prato, uma serenidade Que é capaz de guardar seus próprios segredos. Tem segredos que você não tem que contar para ninguém, são seus. >> Uhum. Lide com isso. Espere o tempo certo. Você acaba sendo prisioneiro das palavras que espalha. Tenha mais contenção. >> É, uma vez eu vi que Todos os seus problemas estão abaixo do seu nariz. >> [risadas] >> É triste fazer verdade. Tudo baixo do seu nariz. O que que tá baixo do seu nariz? Só >> é o óbvio. >> É a boca. >> Você não enxerga o
óbvio, porque o óbvio está em você. [risadas] Caramba, meu. Mas aí você Eh aprende a gostar do silêncio. O silêncio nunca é burro. Silêncio nunca é burro. Adorei. Pá, >> mas nunca. Uma pessoa falando, falando, falando tem muito mais chance de ser burra. O silêncio, você olha alguém silencioso, você pensa, deve ser sábio. >> É um tolo encalado é sábio, né? [risadas] >> Né? O silêncio nunca é burro, >> nunca. E não sabe, não fala, não tem certeza, não, não, não espalha. Não entendeu, calma, presta atenção, anota, espera. >> São esses mandamentos. Espera um pouco.
Isso. >> Presta atenção. >> Eu tô, eu participo de várias reuniões, de todo tipo de reunião, desde reunião familiar, com os amigos, de negócio, de conselho. E muitas falhas acontecem Porque as pessoas não param para ouvir. Pô, presta atenção. Escuta, escuta um pouco ou se escuta. Você fala, você também tem que se ouvir. Você tá se ouvindo. Você tá ouvindo o que você tá dizendo. Eu faço um exercício com a minha esposa e não sei se você faz também o mesmo com a sua, que é, eu acordo de manhã, olho para quem eu mais amo
na vida, para quem eu mais admiro na vida e Pergunto secretamente para mim mesmo, quem é ela? Não posso me acostumar. Ela é uma nova pessoa. Quem é ela hoje? >> Eu não posso me fiar em tudo o que já construímos. Eu preciso ouvi-la como se fosse a primeira vez. Eu não posso interrompê-la acreditando que eu sei o que ela vai me Falar. Eu não posso me antecipar com uma solução sem entender verdadeiramente qual é o problema. Aham. Parece que com um tempo de casamento estamos juntos para consertar outro. Estamos juntos para admirar o outro
e somos camalhônicos, sempre trocando de pele. Como não? Um luto vai afetar a sua vida. Uma mudança de trabalho vai afetar a sua vida. Brigar com amigo vai afetar a sua vida. Estamos sempre sendo diferentes. Só que a gente pensa que a intimidade é tudo que você teve com alguém. Intimidade é tudo que você pode ainda ter com essa pessoa. >> Boa. >> Intimidade não é somente passado, é futuro. >> Boa. >> Então eu pergunto, quem é ela hoje? E a minha atenção muda, a minha atenção sensorial muda. Eu trato com mais honestidade emocional. Você
você revisita os acordos sempre, você revisita eh a visão sempre. Por que que eu tô te perguntando isso? o contexto. Hoje, quando eu tava vindo para cá, eu mandei Um áudio para Lalas, né? Há uns dois meses a gente tomou uma decisão na nossa vida e essa decisão eh minha esposa ficou ansiosa, eh, eh, ficou um pouco chateada, ela ficou angustiada, essa é a melhor palavra. ficou rxada. Ela falou: "Putz, cara, acho que a gente não sei, tô sentindo que a gente deu um passo maior que a perna, tô sentindo que isso não precisava ter
feito desse jeito." E eu tenho uma cena na cozinha Bem cedinho, ela tomando café, preparando um café, me trocando para vir pro trabalho e eu vi que ela ficou triste, chateada. E aí eu fiz uma promessa para ela, falei: "Confia em mim, eu vou resolver isso, vai dar." Mas era assim uma coisa grandiosa que a gente nunca tinha feito. Eu nunca tinha feito o que eu disse para ela que eu ia fazer uma convicção de quem já tinha feito 300 vezes. [risadas] Fica tranquilo, Lalas. Eu vou resolver Isso aqui. Calma, tá tudo certo, tá tudo
tranquilo, eu vou resolver. Você pode ficar sossegada dela, tá bom? chorando e eu saí e eu falei: "Como é que eu vou resolver isso? Mas eu vou resolver. [risadas] Eu vou resolver. Eu vou resolver. E saí eu sentei. Eu preciso, eu penso com papel. Você também, gente, né? Tá confuso. Tá confuso. Escreve, escreve, pum, pum, pum, escreve. Ah, clareou, clareou, clareou. Falei, Lalas, é assim Que a gente vai fazer. Eu tenho seis meses para fazer isso aqui. Em seis meses eu resolvo isso aqui. Eu vou atingir aquilo lá. Vai dar lá. Tá bom. Hoje, hoje
eu voltei e falei assim: "Amor, deixa eu te falar uma coisa. Aquilo que eu ia resolver em seis meses, que eu nunca tinha feito na vida, eu resolvi em dois. Eu consegui em dois. Só que a gente a gente já conseguiu, já A gente já comemorou ontem e tal e a gente meio que deu uma normalizada. E hoje eu forcei a não normalizar, eu forcei a gente a lembrar pra gente criar o criar o o aprendizado. E aí ela respondeu assim para mim, como a uma mulherona maravilhosa. Ela falou assim: "A gente descobre a nossa
inteligência quando a gente está de frente a uma diversidade". >> É, verdade. Que bonito. >> Bonito, né? Então eu tô perguntando isso para você porque eu tive que revisitar um acordo que eu fiz com ela dois meses, que eu ia resolver em seis meses, que eu nunca tinha feito na vida. Eu consegui em dois meses, nós conseguimos em dois meses e ela me falou: "Cara, você despertou uma inteligência na gente que a gente nem sabia que a gente tinha." Só que acho que no meio do caminho, por causa do dia a dia, a gente a
gente começa a Normalizar as coisas, entendeu? Então quando você acorda e fala: "Quem é ela?" Você não tá normalizando a tua esposa. Aí amanhã tu vai falar quem é ela? Quem é ela? E então quero saber se você também revisita as coisas que você determinou. Se você faz, você faz essa pergunta também para você, quem sou eu? Existe um novo eu? Você revisita? Porque eu eu sou um homem diferente hoje por conta desse dessa conquista que a gente teve. Eu eu sou outro cara. Eu já eu já Acessei um outro lugar. Eu tô numa outra,
sei lá, prateleira. E você também faz essa pergunta para você? Você revisita as coisas? Você você força a não normalizar as coisas. >> É, o que me preocupa na minha vida é não perder a simplicidade. >> Isso te preocupa? >> É o que me preocupa, a simplicidade. >> Embora conquistando as coisas. >> É, quanto mais eu tenho conquistas, eu não posso me valer delas para achar que É normal. >> Tá bom. Eh, eu sempre quero ter a alegria do roueiro que eu comprei em 36 prestações. Eu não posso perder essa alegria, porque hoje eu posso
comprar um roueiro >> Uhum. >> à vista. >> Sim. Mas como eu comemorei a Beatriz, aquele roueiro e talvez aquele roueiro seja uma metáfora >> Uhum. >> do relacionamento, quer guardar as roupas, você deixar as prateleiras mais acessíveis para ela e ficar com aquelas lá em cima. É mais espaço >> e dizer: "Tá bom, tá aqui esse espacinho tá bom para mim é o suficiente. [risadas] Porque é sua alegria, mas você quer que o outro tenha tanta alegria, mais alegria do que você. Eu não quero perder essa simplicidade fundadora e acho que casais muito felizes
tem mais chance da separação do que casais muito tristes. >> Caramba. >> Porque um casal muito feliz >> pode banalizar as conquistas. É, entendi. >> Pode banalizar tudo o que já tiveram lado a lado. Pode achar que é fácil, pode achar que é corrente, constante e que você não precise se esforçar muito. E sempre estamos nos esforçando. Você conseguiu equacionar em dois meses um desafio que você nunca tinha visto na vida? >> Uhum. >> Um desafio ilédito. Mas você tem uma experiência hoje capaz de solucionar em dois meses. >> Uhum. >> Mas você não tem
como metrificar o preço dessa experiência. >> Uhum. Você não tem nem como quantificar o o valor da complicidade com a Lalas. Hoje vocês têm um outro entendimento, conseguem ter outras conversas e Conseguem falar coisas dificíimas que antes não era possível. >> Uhum. >> Você tem algum tabu com a sua esposa de falar de algum tema? Não, >> essa é a receita. >> Zero tá bom. >> Porque se você guarda algo de si, esse algo de si pode se separar dela. Você está criando Dentro de si quem vai se separar do outro. Não sei se compreendeu,
mas tudo que você não diz vai se acumulando até virar um estranho. A outra pessoa não é capaz mais de reconhecer você. >> Uhum. Porque você deixou de falar, você deixou de estar presente, você deixou de opinar, você deixou de tomar iniciativa, Você deixou de dizer não quero. Você deixou de dizer eu quero todo divórcio é tudo o que você não partilhou. Todo o divórcio já está dentro de você. >> É verdade. Antes, né? Já tá antes. Não deixe crescer. >> Não deixe crescer. >> Não deixe crescer a omissão. >> Verdade, cara. Então, que bom
ter que festejar e realmente ter que festejar. E tem que festejar lembrando da Simplicidade de vocês, lembrando do roueiro. >> É, >> do primeiro roueiro, >> do primeiro roueiro, >> que hoje você pode achar que é que horrível esse roueiro, as portas fazendo barulho, sabe? Aquelas dobratiças, mas quando você teve aquele roueiro, era tudo para você. Tudo >> que seja sempre tudo para cada momento. >> Exato. Muito bom, turma. Primeira coisa, se inscreve no canal. Todas as semanas a gente coloca conteúdo aqui de extremo valor para você. Então, quando você se inscreve no canal, você
recebe em primeira mão, você é notificado e você não perde nada, fica por dentro de tudo. E também todos os vídeos, no podcast e todos os conteúdos que a gente coloca aqui, tem um link para você falar com a Laila. A Laila é a minha assistente virtual e aí você fala com ela diretamente no WhatsApp. Então, qualquer dúvida que você tiver, palestra, programa, mentoria, consultoria, eventos, se você quiser tirar alguma dúvida, você fala diretamente com a Laila e precise, a gente manda você para alguém do meu time também. Então, a partir de agora você tem
acesso a ela diretamente. 24 horas por dia, 7 dias por semana. Me conta um pouco desse teu Novo livro, gente. Olha só. Deixe ir. Novo livro do Carpinejar. E ele disse que eu sou a primeira pessoa a receber essa cópia. Olhou para sua coragem e perguntou: "Eu te conheço de algum lugar? De onde é?" A coragem riu, encabulada e respondeu: "Já fui seu medo." Caramba. Me conta um pouco desse livro. Conta pra gente esse livro. Qual que é a ideia? Como que ele nasceu? Nossa, adorei esse essa parte. Você perde muito tempo esperando um pedido
de desculpa do outro. Você para a sua vida. Dizem que você precisa perdoar para seguir adiante. Você precisa seguir adiante para se perdoar. Você não tem ingerência sobre os sentimentos, as opiniões De alguém que mago você? >> Uhum. >> Deixe ir. Não consegue perdoar, está tudo bem. Você não precisa perdoar. >> Uhum. Existe uma obrigatoriedade do perdão que banaliza o perdão. O perdão não é para ser dado de qualquer jeito ou para qualquer um. O perdão se faz pelo merecimento. >> Uhum. >> O outro tem que se esforçar mais do que você. >> Uhum. Ele
precisa realmente intensificar o seu trabalho para corrigir o seu comportamento. Não dê o perdão de mão beijada. >> Muito bom. Muito bom. >> O perdão é a conquista do outro. Não tire essa conquista do outro. Não Facilite essa conquista do outro. Porque o perdão fará um impulso para o outro crescer, mas não dê o perdão como uma entrada de um crediário. Você não, o que que a gente faz? A gente perdoa para ver se a pessoa é capaz de mudar. >> Hum. Éo contrário. O perdão tem que ser dado ao final, não no início. >>
A pessoa muda, >> muito bom. A pessoa se desenvolve, a pessoa mostra que é diferente, vai agir diferente e você chega para ela e perdoa. Mereceu. É por serviço concluído. [risadas] Não é adiantamento. Se você perdoa com antecedência, o outro vai pensar: "Não preciso fazer nada diferente, já tenho perdão". Ou seja, você pensa que o perdão é Excesso de tolerância. >> Hum. >> A pessoa me deu o perdão tão fácil que eu posso errar de novo. Um perdão mal dado contribui para a reincidência. >> Uhum. Perdão deve ter rigor para mostrar o quanto você foi
profundamente magoado, o quanto você foi ferido. E não sei se na sua vida, Joel, Mas tem quem eu não consiga perdoar. E nenhum tempo vai perdoar o meu lugar. O que eu posso fazer é me movimentar, criar lembranças felizes, evoluir, me aperfeiçoar para que aquilo que me causou ferida e cicatriz se torne cada vez mais minúsculo. >> Uhum. A cicatriz Vai diminuindo com tempo, desde que você use bem o seu tempo. Se você só olha para a cicatriz, ela só aumenta. O que eu não posso resolver, eu desvio o olhar. >> Uhum. Olhar para o
seu sofrimento, o que causou o sofrimento. A só o sofrimento ser a sua única realidade. Deixe, não fique preso a uma situação que não depende de você. Daí você pode até questionar, por que você quer perdoar? Ah, >> para voltar a ser amigo dessa pessoa, para voltar a ter relação com essa pessoa? Isso é possível? A gente não questiona. O perdão que queremos dar é paraa gente Se sentir melhor. >> Uhum. >> Mas não apaga o que aconteceu. >> Uhum. Perdão não é desmemória. Perdão não é esquecimento. Você vai continuar lembrando. Só que você pode
lembrar sabendo que a outra pessoa realmente se importou depois com tudo o que ela fez de errado. É responsabilidade efetiva. Perdão é mérito. >> Perdão é mérito. >> Essa é a ideia do livro. >> Essa ideia. >> Essa é uma das ideias do livro. >> A principal ideia que >> essa é a principal. >> É a principal. E aí eu falo da amnésia da violência. >> Que que é amnésia da violência? Aqui, ó. Olha só aqui. Desculpa esse comecinho Aqui, ó. a quem teve a coragem de deixar ir e de se reencontrar melhor do que
antes. Essa é a dedicação. >> É porque não há maior liberdade do que recomeçar, né, Joel? Não é que você recomeça, você não está mais preso a nenhuma versão sua. E a gente pensa, vou recomeçar e vou sair do zero. Nunca do zero. Você tem uma bagagem. >> Carpina já é um textão único. >> Único. É uma bagagem, >> gente. Não tem, não tem capítulo. >> Não tem. Eu tô aqui, a, [risadas] eu tô buscando o sumário do livro, não achei. Eu tô buscando o capítulo do livro, não achei. É uma trauletada numa [risadas] só
frau. >> Exato. E falo também da questão de quanto mais você ama. >> Adorei esse formato. Pera aí. Isso aqui É meu lado escritor bombando aqui. Isso aqui veio e você numa >> numa é um editor que ia colocar em capítulo, mas você não acha que precisa respirar >> que todo mundo morra de asma, entendeu? Porque não é para respirar, gente. >> É 50 livre, é sem respirar. >> É sem respirar. >> 50 livre não respira. >> Não respira. Pula. >> É isso. Conseguiu sintetizar. É isso. >> Atravessou. Isso aqui é um 50 livre. Pula
>> 50. Exato. E não tem como parar, >> cara. Adorei isso aqui. >> Porque uma reflexão está encaixada na outra, uma emoção cola na outra. Meu, que genial. Eu tô, gente, eu tô aqui. Cadê o capítulo? É, é, é assim mesmo. E eu abordo o quanto que essa questão do amor, quando você não é amado, você deixa de se amar. >> Como é que é o negócio? Quando você não é amado, >> quando você não é amado, você deixa de ser amado. Se você está num relacionamento em que você não é amado, você gradualmente vai
deixando de se amar. Entendi. >> Imagina você está ao lado de quem só puxa você para baixo, só critica, só desestimula seus sonhos e projetos, só diz: "Isso não vai dar pé, isso é fora da realidade." Eu não entendo como se a gente tivesse que fazer tudo dentro da realidade. O que eu mais gosto é o que está fora da realidade. [risadas] Porque se se está fora da realidade não Existe. >> Quero criar. >> Exato. >> Maravilha. É. >> Hã? >> Maravilha é essa. >> É uma maravilha. Fala da realidade é o que eu mais
quero na vida. >> [risadas] >> Se a pessoa diz que uma ideia minha fala da realidade. Sim, >> não disso é originalidade. [risadas] >> E vocês fica impregnado com aquela companhia pessimista e depreciativa a ponto de não se amar e não conseguir sair daquela relação. Por que você não consegue sair da relação? >> Entendi. Recapturei. >> Por você não se ama mais. tem amor próprio. Estar com quem suga a sua energia, o seu fôlego, com essa draga Faz com que você não se ame mais. Aí você pensa que o outro está com você por um
favor, por generosidade. Ninguém mais vai querer ficar comigo. O que mais se diz numa relação dependente, só eu para aguentar você. Só eu para suportar você. E você fica naquela exclusividade. Eu sou tão ruim, eu sou tão péssimo que essa pessoa está fazendo um favor ficando comigo. >> Uhum. >> Quanto mais você é amado, mais você vai se amar. E isso desde o início da vida, porque ninguém nasce semando. O amor não nasce conosco. Você precisou de um exemplo. >> Uhum. Alguém amou você tão bonito que você quis isso para si mesmo. Pode ser um
pai, pode ser uma mãe, pode Ser um tio, pode ser um professor. Você só aprende a se amar por um espelho. E a Beatriz me ama tão bonito que nunca mais eu digo que eu sou feio. Eu sempre fazia piada com isso, Joel. É mesmo? sempre autodepreciativo. Eu sou feio, sou feio, sou feio. Ela Me convenceu que eu sou bonito. Eu nunca me valorizei tanto. >> Uhum. Eu me tratava mal. Eu acreditava que eu tinha que suportar, rastejar, aguentar. Eu fazia tudo para os outros. Eu queria ser útil. E a Beatriz me ensinou, eu só
posso ser útil para mim mesmo. O que eu preciso gerar para os outros é sentido. >> Uhum. >> Não utilidade. Foi uma tomada de consciência divina, né? Eu que cantava tanto o amor, tinha pouco amor por mim mesmo. É a vaidade como demonizamos a vaidade. Tem algo mais bonito que a vaidade. Você se arrumar para se você se vaidade da palavra, vaidade da de uma companhia, vaidade de uma aparência, de uma roupa, de uma ideia, de uma fantasia, de um sonho. É como se a vaidade fosse fútil. >> Uhum. >> A vaidade é essência. é
você se sentir pleno e belo, É se sentir inteiro. Eh, as companhias que você escolhe determinam como você vai sentir a guerra. Verdade. Isso e isso ainda isso determina a sua identidade, quem você é, porque quem você acha que é? >> Uhum. E a gente não pensa que é tão importante isso. Escolha bem seus amigos, escolha bem seu casamento. Escolha bem a quem você vai dividir as suas dores e seus sonhos. Escolha, porque é você ainda se escolhendo. Vai diminuir muito o sofrimento, os acidentes de percurso, as frustrações, as desilusões. É até que ponto você
Finge que não vê porque não tem nada para ocupar aquele lugar. Eu sou extremamente rigoroso hoje >> com teu círculo de amizade. >> Porque antes eu fia que eu não via. Uhum. E sempre tinha uma consequência desastrosa. E o deixe ir é se livrar dessas relações tóxicas. Eh, Entender qual é o seu lugar. Se você tem um pai e uma mãe narcisista, o que que você vai fazer? >> Entendi. >> Você vai nessa camada, aliás, você vai em todas as camadas. >> É, mas que isso você vai fazer? >> Que que você vai fazer? Distanciamento
seguro. >> É muito isso. >> Você você seja educado, Mas não queira retribuição a tudo que você faz. O narcisista é insaciável. O narcisista, ele expõe seu fracasso e frauda o seu sucesso. >> Uhum. >> Então você conseguiu passar no conc. Ah, mas ele foi um dos últimos colocados, foi um dos últimos que passou. Ele sempre vai diminuir os seus feitos. Você não consegue nem agradar com a tragédia e nem com uma conquista exemplar. >> Aí você passa a vida inteira querendo corresponder expectativas e entra numa neurose, numa espiral. fazendo tudo para agradar esse ente
querido e não vai conseguir. Você não tem como ter uma relação com o narcisista. Transfira o papel para uma outra pessoa. Você vai precisar de um outro pai, vai precisar de uma outra mãe, mas não tem como cultivar. E você aprende que alguns quartos você fecha a porta e não volta. Tem ainda a casa para usar, precisa daquele quarto? Não. Fecha a porta e não olhe para trás. Vai usando a sala, a cozinha, o seu quarto, Amadurecer. É diminuir a casa. Você vai fechando portas. Mas a casa é minha, [risadas] pô. Vou fechar a porta
da minha casa, pô. >> Vai. Então, você tem uma casa lá com seus 200 m², vai diminuir, vai ficar com seu você met quadrados. Tá ficando cada vez menor. Ser feliz é no fim da vida a sua alma ter o tamanho de um kitnete. [risadas] Pode enxergar tudo que está acontecendo. >> Mas não é isso, Joel. Você quer ter uma mansão, não tem como ter. A alma não é para mansões, não é uma mansão. A alma é um espaço honesto. É que a gente pensa que crescer é ampliar. Crescer é enxugar. >> Concordo. >> Quando
você era jovem, Joel. Qual o tamanho da sua mala? >> Quando era jovem, pequenininha. >> Por que então a gente quis aumentar tanto a bagagem? Quanto menor a mala, maior a aventura. Dá para ir mais longe. [risadas] >> É regra. >> Dá para ir mais longe. Menos peso. >> Menor bagagem, maior a experiência. Dá para ir mais longe, menos peso, >> nada prende você, nada. Não existe âncora. >> Caramba, meu. É verdade, cara. Que que mensagem boa nesse momento >> é mobilidade. O que você precisa ter é mobilidade. Mobilidade gera adaptação. Quanto mais você tem,
menos você se adapta, menos você pode estar presente. Então, bagagem diminuta É deixar espaço para as lembranças, lembranças e materiais, memória. você vai se reduzindo. Você não precisa nem mostrar que é inteligente. Só mostra que quem só precisa provar que é inteligente quem sabe pouco. >> Uhum. Quando você realmente sabe, você não ostenta. A ostentação É para quem ainda está no primário. Você não precisa provar, você não precisa se explicar, você não precisa ficar pedindo licença. O que é seu ninguém tira. A gente não leva nada daqui. A gente chega como com nada, sai sem
nada. Somos visitas. Só que a gente esquece que a experiência que é improvisada. esses dias, Para não dizer que foi ontem, eu fragilizado por uma virose, cara, eu chorei tanto, chorei tanto com medo de perder minha Mãe, aí eu mandei uma mensagem às 2:30 para minha mãe, está tudo bem com você? Ah, vou responder à 6 horas porque eu te amo. Não tenho como me proteger dessa dor. É sem como nunca consegui me proteger da alegria. Só sofremos porque um dia fomos alegres. Um dia a gente teve grandes alegrias. Uhum. >> Você só sofre porque
já foi muito alegre. Foi tão bom chorar. Minha esposa não entendia nada. Não existe luto, Joel. Não existe perda. que você não tenha derramado lágrimas antes. Eu tenho a minha mãe comigo, mas já sei o que é perto dela. Eu tenho meu pai comigo, mas eu já sei o que é perdê-lo. Você vai perdendo pouco por vez. >> Uhum. >> Sempre parcelado. >> Uhum. >> E que você possa criar mais momentos. Ou seja, a pessoa não sabe. A minha mãe não sabe porque que eu mandei mensagem às 2:30 da manhã. Ela não precisa saber, mas
que eu possa estar com ela sabendo. >> Uhum. que aquilo não vai se repetir. Você só constrói o seu santuário quando você sabe que é que a outra Pessoa é mortal, quando sabe que a outra pessoa é finita. É estranho, né? Mas nossos grandes momentos a gente sabe que vão acabar. A gente sabe que está terminado. É difícil porque você não tem como se defender disso. Você não tem como se defender da morte de quem Você tanto admira, do pai ou da mãe. Você sempre vai ser uma criança chorando. Já notou que adulto não chora?
Quando você chora é sempre uma criança chorando. O choro de você >> é de uma criança. >> É de uma criança. A voz não muda com choro. A sua voz mudou, a sua voz ficou mais grave, >> mas o choro permanece igual. >> Uhum. É o mesmo meado, é o mesmo, a mesma frequência. >> Fica fininha, >> fica fininho. Parece a sua tristeza nunca cresce. >> É >> forte. >> Nunca >> forte, senhores. Muito forte. Quer tomar um cafezinho? Eu que gostaria de um cafezinho quente. Então vamos aqui para um cafezinho, porque eu quero te
fazer uma pergunta. Inclusive, essa pergunta é um quadro que eu criei aqui. Eu vou tomar um chá. Você vai tomar um café que você adora café, né? >> É. E você está adepto do chá? Eu tô o Chaby. [risadas] Eu tô o X Boy. Aqui é o seguinte, é um quadril chamado Café com Conselho. A Cheirinho Bom. Cheirinho Bom é uma empresa que patrocina aqui o JJ Podcast, maior ecossistema de café do Brasil apenejado. >> Empresa visionária, hein? >> Uhum. Patrocinar o JJ, né? >> Nossa, é bom gosto, né? Bom gosto. >> Eu posso falar
isso porque eu já estive aqui duas vezes só para humilhar vocês. Duas vezes. Poucas personalidades, duas vezes. >> Pouquíssimas. >> Deve ter ser um seleto, >> e clube do cinco. >> Cinco. >> É >> clube do cinco. >> Clube do cinco. E outra. E do jeito que foi, eu diria que nem os seus sócios estiveram duas vezes aqui, eu acho. Ah, de de juntos, talvez duas ou três. Talvez só eles. >> Ó, quem veio mais aqui foi >> isso significa que eu tô me tornando sócio do [risadas] >> Ele não tá, ele não está percebendo
isso. [risadas] Ele não está percebendo. tá acontecendo. >> Tem coisas que acontecem sem que você perceba. >> Entendi. [risadas] Que elas estão aí mesmo que você não enxerga, mas elas estão aí. >> Então eu queria te avisar, JJ, que eu estou me tornando seu sócio e você não está percebendo. >> Sociedade maravilhosa. [risadas] Amei, amei. Café com Conselho com Carpinejá. Meu novo sócio. Carpinejá. Aqui é oferecimento cheirinho bom. Obrigado, Ti bom, por apoiar sempre o JJ Podcast. Franquias de café espalhadas no Brasil inteiro e até >> Mas esse café é deles mesmo. >> É deles.
>> Uau. >> Fábrica própria. >> Muito bom. >> Fazenda própria. Não, eles são craques. El bom. Além dos produtos serem maravilhosos, o modelo de negócio deles é maravilhoso. Aqui é o seguinte, Capinejar. Você vai tomar um café com uma pessoa? >> Uma pessoa. >> Com uma pessoa. >> Mas você quer saber, é pessoa ou pessoinha? É tudo junto. É pessoa ou pessoinha? Pessoa é uma pessoa assim, você vai escolher. >> Então é pessoinha. Pessoinha, >> tá? Só que você vai escolher uma pessoinha, uma pessoa para você tomar um café, para você pedir um conselho. >>
Pessoinha, >> pessoa, qualquer que seja. Um conselho, Tá? Eu quero saber que conselho que é esse, quem é essa pessoa e o que você acredita que ela vai te responder. Café com conselho. Tanto faz é viva ou morta, né? Tanto faz. Eu gostaria de me encontrar com Chico Xavier. >> OK. e diria para ele: "Você passou a vida inteira escrevendo cartas para os outros? Se você puder escrever uma carta Sobre suas próprias dores, que você diria? que o Chico Xavier nunca foi ele mesmo. >> Exato. >> Ele foi instrumento dos outros. Eu gostaria de receber
uma carta Xavier. Porque hoje ele pode ser ele mesmo. >> É uma sutileza. >> Verdade. >> Chico Xavier, >> o plano que ele tá hoje, ele pode ser ele mesmo. Chico Xavier discografava os mortos. Hoje como morto, ele pode ser ele mesmo. Eu queria receber esse conselho. Você quando escreve é você ou você representa os outros? Eu jurava que era eu. [risadas] Eu jurava. Não sou eu, >> né? >> Eu devo ser instrumento também. Esse livro deixei. Eu juro que eu ouvi ele enquanto eu escrevi. Por que que eu tô escrevendo sobre um tema que
não é uma preocupação da minha vida? Boa, Boa pergunta. >> Não tem ninguém que eu não precise perdoar. Estou vivendo um relacionamento tranquilo. Da onde que veio isso? >> Aham. Eh, é como uma encomenda que eu recebo. E você escuta, >> é, diga isso para as pessoas. >> Você escuta com ouvido ou você escuta Com a intuição? Você escuta sonoro? >> Você quer saber como é dentro de mim? >> É, você falou assim, eu ouvi esse livro. >> É, é voz mesmo, mas não é a minha voz. Outra voz. >> É outra voz. >> Comando.
É um comando. >> É >> faça tal coisa. Ou >> sim, assim como foi também o luto. Porque eu estou falando luto. Você não teve nenhum Luto determinante na minha vida. Me diga isso pr as pessoas. >> Quando você veio aqui, você trouxe o livro depois. É nunca. >> Nunca. que era sobre o luto também. Se você é instrumento, é que você está bem resolvido. Boa. Mas antes eu pensava que era eu, jurava que era eu. >> Você tem quanto tempo? Recentemente, foi nos últimos anos mesmo, os últimos dois anos. E a tu a tua
escrita, ela vem, né, ou não? Você você não >> é que >> você tem rotina de escrita? é que algo vem me entregando, que é a literatura é autoral. >> Uhum. >> Audiidade é anônima. Eu tenho uma mediunidade mansa. e acho que eu tô sendo usado como escritor. Estamos numa espécie de fim dos tempos, um apocalipse emocional. E eu sinto que há um treinamento de pessoas para despertar O melhor dos outros. Já ouvi isso. Está existindo treinamento. >> Já ouvi isso. >> Eu não sei. Pode parecer místico, pode parecer. >> Eu já ouvi isso. >>
O que eu posso dizer como experiência, >> tá? >> Quando eu sonho, eu estou trabalhando. O sonho verar uma ONG. Existem propósitos. Aí eu vou falar uma coisa muito absurda agora. >> Uhum. >> Mas que eu acredito que é tudo intuição. Os sonhos é o único território em que os mortos e os vivos coexistem. Quando você sonha, >> Uhum. O morto e o vivo tem o mesmo valor. É verdade. Tão de igual para igual ali. >> Exato. E e é ali que vai começar a Revolução. Porque a gente vai usar o conhecimento dos mortos e
dos vivos ao mesmo tempo. >> Você não tem sentido que tem trabalhado muito mais uns sonhos, não tem feito tarefas? >> No sonho ontem. Sonho ontem essa noite, essa última vivívido. Meu sonho de tarefa >> é tarefa. Eu sonho eu ter que cumprir alguma coisa que não tem nada a ver com O que acontece aqui, nada a ver com tarefas mundanas. É uma tarefa espiritual. Ou seja, quando eu durmo, tô trabalhando, [risadas] mas eu dormi para descansar. >> Não, lá [risadas] lá que é o trabalho mesmo. >> Bora trabalhar. [risadas] Não, mas eu quero descansar.
Não, não, não, não, não. Bora, bora, bora, bora, bora trabalhar. >> Aí eu acho que essa realidade emocional paralela a gente tá precisando, porque nunca há tanta necessidade de afeto. >> Uhum. Nunca há tanta necessidade de presença, nunca há tanta necessidade de carinho, de proteção, de cuidado. E tem certas pessoas que vão dar essas mensagens e as mensagens vão se encaixar. Você já chegou numa conclusão de que você Não tem mais escolha, a não ser contribuir através do teu trabalho? >> Sim. >> Já chegou nessa conclusão. >> Sim. >> Tipo assim, e não é passou
do ponto de muito bom, tô muito honrado, tô muito feliz, mas não é esse meu trabalho. Eu não tenho auto alternativa. A não se ten que fazer. >> Eu já cheguei também nessa, já cheguei nessa conclusão. >> Não tenho o que fazer. Eu aceito, eu aceito a missão. Aceito. É, >> vou dar o melhor que eu posso. >> Então você não se imagina parando de trabalhar? >> Não, enquanto isso não. Eh, eu sei que eu preciso deixar essa mensagem. Deixe ir. >> É mensagem. Mas, ó, essa aqui, esse aqui já tá publicado, já tá com
outra mensagem pronta para >> Não, não recebi ainda. Tá. Essa é a mensagem que eu recebi e é e mas você vai elaborando emocionalmente temas. >> Uhum. >> Existe isso, né? Eh, escrever, eu escrevo todo dia. Eu >> não paro de escrever. >> Te acompanho muito no Threads. Adoro. >> Assim, eu gosto muito das frases. >> Putz, adoro. Adoro você lá. Adoro, adoro, adoro. >> É, é. É, essas frases que são termômetros do guardanapo. >> Ah, você vai lá, dá sentida, pum. Aí vai. >> A frase que que eu sinto que mais pulsou com mais
interação é o guardanapo. >> Mas cara, eu te conheço no guardanapo desde 2014, cara. No que você botava no Facebook. É, [risadas] >> cara, é muito tanto guardanapo. >> É muito guardanapo, cara. É muito guardanapo. >> Eu vou, [risadas] eu tô, eu tô atolado de guardanapo já, >> cara. É muito guardanapo. É muito. Caramba. É, eu fico pensando, imagina o dia reunir essas frases. É impossível. >> Impossível. >> Acho que é impossível. >> Elas perderam, né? >> É impossível. >> Dá para reunir uma parte delas. >> Às vezes eu fico em dúvida se a frase
é minha ou não. >> E ali também vem, né? Ali vem. Pô, >> às vezes eu não é minha, essa frase é minha. Aí eu vou tentar procurar a autenticidade da minha própria frase. [risadas] Mas você é muito antiga, não vai ter o registro. Porque a gente tem uma ilusão, Joel. A gente tem uma ilusão de que a internet guarda tudo. >> Hum. Os arquivos analógicos eram mais fiéis. >> Uhum. >> Se você vai procurar o que você escreveu há 10 anos, não existe mais. A internet apaga para caber mais, né? Olha que horror. Você
jura que aquilo que você falou há 20 anos está guardado? Não está guardado Nada. Aquilo que você escreveu nos blogs, você lembra? nos blogs de antigamente. Lembro, >> você não acha mais, >> era uma falsa memória. E por há o interesse de apagar quem você foi. Por quê? para você sempre pensar e ter que ser relevante. Aham. >> Você tem medo de perder a sua relevância? >> Não. >> Você tem medo do quê? >> É, eu eu a relevância que eu preciso ter é com a minha esposa e com meus filhos, >> certo? >> Isso
eu tenho medo de perder, >> certo? >> De decepcionar. >> Uhum. mesmo. O resto se eu tiver com eles, a gente >> é remediável. >> Mas perder quem é essencial, fundamental, >> perder o coração deles, né? >> O alicece da vida. Nossa, >> perdeu o coração deles. >> É, tem alguns amigos meus também que são alicéxes aí. Sim. Mas o resto tudo é por quê? Pensa comigo, Joel. Eu tenho caráter. Eu não vou fazer nada que contra meu que vai contrar meu caráter. Não vou roubar, não vou mentir. Então fica fácil. >> Sim. Fica bem
fácil. Eh, mas eu nem penso nisso. Ser cancelado, por exemplo, Porque se você é cancelado, logo depois você volta. as não existe mais memória, as coisas não duram, >> as pessoas esquecem rápido. >> As pessoas estão esquecendo muito rapidamente. E isso é o que me preocupa. A saudade está morrendo. A saudade é um sentimento extinção. Antes você morria de saudade. Hoje, no máximo, você sente falta. Onde está a saudade? Quando você está em casa, você nunca está realizando uma só tarefa. >> Uhum. >> Você está falando com alguém. Somos incentivados à simultaneidade. A simultane nos
leva à memória. Quanto mais simultâneos, mais desmemoriados. >> É o Alzheimer digital. Se você está em casa fazendo duas ou três tarefas ao mesmo tempo, você não guarda seus registros pela casa. Todo mundo anda perdendo com mais frequência. Onde coloquei o cartão, onde eu coloquei o celular, onde eu coloquei a bolsa. As pessoas estão esquecendo onde colocaram os seus pertences, porque elas estão ocupadas com o celular ou com qualquer outra coisa e não registram. Se você não registra, você não tem memória. Se você não tem memória, não tem saudade. A saudade vai desaparecer. >> Uhum.
>> Por que os relacionamentos estão cada vez mais líquidos? Porque a pessoa está mais casada com o celular do que com o outro. Já vi isso acontecer muitas vezes. Vejo Isso acontecer muitas vezes. >> A pessoa sofre mais com a perda do celular do que com a perda da pessoa, porque a memória está mais no celular do que na pessoa ou na relação. Se você não esteve presente no relacionamento, você não tem o que lembrar. Você não vai sentir saudade, você não vai se arrepender. Você substitui pessoas. A saudade é o que torna a pessoa
especial, Inesquecível. Se você não tem saudade, você vai banalizar, vai tornar todas as pessoas semelhantes uma com as outras. Somos incentivados a que a simultaneidade e somos incentivados a que a aguentar tudo. Simultane e resiliência vai nos levar sempre para o adoecimento. Não é para ser resiliente. O corpo tem limites. >> Uhum. Você não é capaz de aguentar tudo. Só que você pensa que a resiliência é uma qualidade, não é? E a gente nem nota, Joel. A gente não nota a manipulação da linguagem. >> Hum. >> Você já recebeu esse elogio? Você é meu braço
direito? >> Já. >> Da onde que eu elogio? Toda a sua personalidade, todo seu temperamento reduzido a um braço e um braço do outro não é o seu. É Verdade. >> Que orgulho que você terá em cima prótese. Que orgulho. E por que a pessoa diz, mesmo sem intenção, mesmo de modo inconsciente, você me opasta o direito porque ela está incentivando a dependência. >> Uhum. >> Você só tem valor ao meu lado. Se você não estiver ao meu lado, você Não vale nada. Amar alguém é, por incrível que pareça, deixar partir. >> É isso aí.
Você [risadas] é meu braço direito, não é elogio, >> é >> é exploração. Preserve a saudade. Você vai sofrer mais, mas também será feliz como nunca. Dizem que a saudade é triste, a saudade é feliz, porque significa que você viveu boa, boa, boa, boa, boa. >> Que você esteve presente, >> tá sentindo saudade de uma coisa muito boa >> que você tem o que lembrar. >> Você tem o que lembrar. Verdade. >> Triste. É se arrepender de tudo que você não fez. Triste é poder e não fazer. Triste é ficar especulando como seria diferente se
eu tivesse dito, se eu tivesse aparecido, se eu tivesse tentado o não vivido. destrói qualquer existência. Diz uma coisa, vou vou estabelecer um novo quadro aqui Agora. Um quadro é um quadro menos é mais. O que você falou aqui é menos é mais. >> Eu gosto que ele estabelece novos quadros, >> tá? >> Eu quero sequência. Nesse quadro >> não, você [risadas] criou um menos. É mais aqui. Você você disse que anotei? >> Não, eu disse tanta coisa que agora até >> você disse que >> essencializar, >> crescer é enxugar, >> é >> mobilidade gera
adaptação. >> É >> o silêncio, ó, vamos lá. Crescer é enxugar, menos é mais. que o silêncio menos nunca é burro, que mobilidade precisa de adaptação, leveza, que o livro não é filho, o livro é pai, Que a intensidade é uma virtude e que resiliência não é uma virtude, não é um elogio, aliás, e que braço direito, você é braço direito é prisão. Então vamos no menos é mais aqui. Menos é mais. Esse é o quadro. Agora menos é mais. Quais são as pouquíssimas coisas que são poucas e são muito? >> Pouquíssimas coisas que são
poucas >> e que são muito. >> Menos é mais. aquele pouco que faz muito, aquele Enxuto que é amplo. Você tem toda a razão isso, porque eu o que eu não poderia abrir mão, o que faz parte do meu relicário. Isso é como se você pedisse que eu fizesse um testamento >> tipo isso. É, >> isso aqui é essência. Isso aqui é e isso aqui é intocável. Não mexe com isso. Eh, e eu diria que são mais mais Posturas. OK. >> Eu não tenho mais nada que seja físico. >> Tá bom. >> Eu sempre fui
acumulador, >> né? >> É. Não, em termos de até porque eu sou escritor, então eu ia lá para Recife, eu comprava um boneco, eu ia paraa Olinda, pegava um boneco, pegava quase a cabeça do carnaval para botar em casa. Então você colocava muita Coisa em casa. Hoje não, >> hoje sou minimalista, gosto dos espaços vazios, >> certo? >> Isso me representa mais. Então, o que eu tenho como testamento? Um, cuide daquilo que você vai falar de si mesmo. Se você se deprecia, >> Uhum. Você Não será convidado para nada. Dois. A maior felicidade que você
terá na vida virá dos momentos mais subestimados, porque você é pego de surpresa. Quanto maior a surpresa, maior o arrebatamento. Três. Não minta para ser Melhor do que a sua realidade. Toda mentira é uma tentativa de impressionar. Seja sempre honesto com o seu tamanho para poder depois vibrar com seu crescimento. Cara, mas é muito boa. Quem nasceu grande nunca poderá ser grande. nunca vai poder vibrar por ter alcançado esse tamanho. Quatro. Quem segura o berço vai segurar o seu caixão. >> Uhum. Curtive amizades e que você pode ser realmente espontâneo e não tenha medo de
pensar em voz alta. E o último, agradeça ao fim do dia e se perdoe ao acordar. Fala mais desta Fim do dia. Tenha gratidão por aquilo que você realizou. Ao acordar, peça perdão por tudo que ainda não conseguiu. Por que eu digo isso? Você precisa dormir satisfeito. >> Uhum. Mas sempre eu despertar que você tenha humildade. Muito bom. A humildade é trabalho. Dizem que você precisa acordar super motivado, super inspirado. Não, você precisa acordar com humildade. Ser operário é baixar a cabeça e trabalhar, gente. Não pensar bobagem. Nem um se ocupar com ladainha, se ocupar
com fofoca, se ocupar com diz quem diz. Quanto tempo você pede no telefonemas para falar a respeito de alguma fofoca? Não, né? Você viu o que aconteceu com tal pessoa? Não, né? Isso vai entrando no fluxo sanguíneo e lê. Eu leio 30 páginas por dia, não importa o que acontece. >> 30 páginas por dia. Tô dormido, não vai. Vai acabar esse treco, vai acordar e vai ler. Teve momento que eu não acabei de cumprir isso. Eu acordei de madrugada Para tomar água. Não, vou acabar de ler aquelas páginas. >> Maravilhoso. >> Precisa. Você precisa. Porque
ler é importante para você falar melhor. >> Uhum. para conseguir articular suas frustrações, para poder fazer as perguntas certas. >> Uhum. >> Para poder você se cercar das experiências dos outros. Toda Experiência lida é um conselho. Feliz é de quem não precisa passar pelos seus perrengues e possa usar os perrengues alheiros. Você economiza desespero e ouvir música sem fone, ouvir a música repercutindo no ambiente. >> Uhum. Pelo amor de Deus, Coloque a música na sala e deixe a infiltração dos pássaros, a infiltração dos filhos. Uhum. >> Porque você precisa misturar a música com sons que
você mais ama. >> Sim, sim, sim, sim. E a música é uma delas. Colocar música isolada num fone de ouvido não é a mesma coisa. Gente, eu escutava música na minha adolescência No toca disco em casa, fechava o quarto, abaixa o som, abaixa. Eu fazia todo mundo, toda minha família escutar o que eu gostava. Eu fazia a minha mãe escutar Rolling Stones, eu fazia meu pai escutar Led Zepel, eu fazia meu pai gostar do Led Zpple, >> porque você colocava no ambiente para todo mundo ver. >> Como que você vai criar aficcionados pela harmonia? Colocando
no ambiente. >> Uhum. A música revela quem você é para o para os seus afetos. O que você está pensando, aquela letra, por que você escuta tanto? Traduz o que você está sentindo. Tá vivendo uma força amorosa. Só coloca música triste. Você está no ambiente, a pessoa vai entender que você precisa de Ajuda. A música é um socorro, é um pedido de socorro. Se todo mundo escuta música no fone, você não sabe o quê? >> O quanto aquela pessoa está precisando de ajuda. >> É verdade. É verdade. É muita verdade. Ai, meu Deus do céu.
Olha só, você vai fazer uma coisa aqui agora que A gente criou. Agora eu tô criando as coisas assim, né? Do nada. Você vai fazer uma coisa aqui agora e a gente vai fazer o seguinte. Você é o cara da escrita, você escreve. Eu te conheci em 2014 escrever naquele guardanapo, aquela coisa maravilhosa. Aquilo me inspirou a começar também escrever umas frases, soltar no Facebook. Esse livro aqui a gente consegue sortear pra turma do JJ Podcast? >> Sim. O que você mandar. Então você vai escrever uma uma frase tua aqui pra gente sortear e uma
frase de de guardanapo nesse nesse nesse nessa foto aqui, ó. >> Ah, é uma frase de guardanapo. >> É uma frase de guardanapo nesse aqui, ó. É a nossa foto de hoje. >> Oh, que legal. >> É, é nossa. >> Que estúdio bonito que você tem. Ficou Bonito, né? Receber meus amigos. Você viu que eu fiquei chuto. >> Você não é enxuto. Você você fiquei chuto para crescer. [risadas] Vai crescer. Tem que ver mesmo. >> Ó, aí você vai escrever >> aí. Você vai sortear isso aqui. >> Esse daí a gente vai sortear, a gente
vai colocar no feed. >> Vocês criam sempre Ações tão criativas. >> A gente é criativo, cara. A gente vai colocar no feedo, a gente vai sortear e um felizard do JJ Podcast vai receber essa mensagem que essa vai, ó, essa é a mensagem, é aquela que eu sempre pergunto no final do podcast. >> Eu vou fazer um guardapo ótimo, >> tá? >> É, e é criação de verdade, não é mentira, né? >> Tá. Isso. >> Boa, caneta. >> Boa, né? Eu adoro esse aqui. >> Então eu mostro para você. >> Guarda. Então aqui, ó, essa
é a mensagem que você mandaria hoje ao final do JJ Podcast. Só que a pessoa ainda além de receber ela em vídeo, em áudio, ela vai ter a oportunidade de de concorrer esse card. Maravilhoso. >> Não, mas faz aqui também. >> E aqui eu posso é para é para uma pessoa. É pessoinha, né? >> Pesso é pessoinha. >> Tá. Então põe pra pessoinha. >> Pra pessoinha. Isso. Tá. Fiz tudo bonitinho. Que mais? >> Só. Ó. Então o seguinte. Daqui. >> Fiz aqui o guardanapo. >> Esse você espera. Dá aqui o livro. Senhores, esse livro aqui
vai ser também sorteado no JJ Podcast, novo livro do Carpinejá. O link para você adquirir o novo livro do Carpinejar tá aqui na descrição do JJ Podcast. Compra, leia, aplique e deixe ir. Tem um monte de coisa na sua vida. Você sabe que você precisa, ó, deixar aí. Talvez não seja um monte, talvez seja uma. Deixa aí, talvez sejam 10. Deixa aí. E esse livro aqui vai te ajudar também. Aí antes dele mostrar, antes de você mostrar isso, rede social para quem quiser entrar em contato com você. Aliás, Carpine já vai fazer uma turnê de
palestras pelo Brasil. Que isso >> aqui? Sim, >> vai acontecer, ó. É c pinejar Instagram, carpinejar Instagram pinejar Facebook carpinejar traderjar x carpinejar. É só carpinejar >> carpinejar achou. >> É carpinejar achou. >> Então tá bom. Se você tivesse que mandar uma mensagem pro mundo todo, essa Mensagem vai chegar. Além dela ser falada, ela está nesse card aqui agora, a partir de agora, porque a gente acabou de criar esse troço. >> Tudo foi assim uma espécie de coerência. obscura >> tudo. Porque quando o cara fala assim, é, mas isso não tá na realidade, a gente
fala: "É isso que eu quero". Lembra que você explicou aqui? >> Ele ficou tão enosado. >> É >> porque a frase tem tudo a ver com tudo, até porque é a segunda vez que eu estou aqui, >> certo? >> Mas eu não pensei nisso na hora que eu escrevi a frase. Eu apenas pensei em fazer um guardanapo. >> Pronto, é o suficiente para E aí aqui eu mostro ou não mostro? >> Mostra. >> A verdade não depende de segunda chance. Eita! Mostra aí. A verdade não depende de segunda chance. >> Ah, você explica agora. Só
mentira depende de segunda chance. >> Entendi agora. >> A verdade é ou não é? Toda verdade é sempre dita de primeira. >> Uhum. A verdade abre caminho. A verdade não tem dúvida. >> Sim. >> Se você precisa de segunda chance, Desculpa, era mentira. Uau, ficou lindo. >> Ficou lindo. E é a segunda vez que eu tô aqui. >> Ficou lindo. Você viu aqui? Não, não vi. >> É o 01 esse. >> Uau. >> É o card 01, senhoras e senhores. É zero. Vai. Isso aí é é vai ser vai ser de colecionador. >> Vai. >>
As pessoas vão estar vão estar fazendo >> ã pregões a respeito para conseguir o car número um. É, é moeda número um. Tô tio Patinhas >> com assinatura aqui com Nossa Senhora. Cara, >> é, tem que assinar aí, ó. >> Eu vou assinar também. Claro que tem. >> É boa ideia. Que coisa maravilhosa. >> Eu adorei essa essa fotinha, essa polaroide. Mas não vai desaparecer a Gente, né? >> Não vai, não >> vai. É, não é polaroide, vai ficar eterno isso, né? Triíssimo. É isso aqui tá maravilhoso. >> Porque senão os colecionadores terão que correr
se foraroide >> para ter a memória. >> A gente não quer que a sua memória apague, então você vai ter que correr. >> Nossa, foram 2 horas, gente. >> 2 horas. >> Uau! É tipo universidade. >> Foi muito, foi muito fluído. Foi muito solto. Obrigado mais uma vez. Nossa, fiquei muito feliz. Eu sempre amo conversar com você. Eu sempre, >> eu me sinto desafiado. Você é incrível. E eu não conheço ninguém que tenha a tua disposição. Você tem um uma energia? >> Eu tenho energia. >> Uau! É disposição mesmo. É disposição. >> É, eu >>
estou disposto. Vou fazer aqui com disposição. >> É, >> nunca é como a minha mãe diz, meia pataca. >> Não é meia pataca, [risadas] >> cara. Eu li a você em 2014, pô. Eu lembro. >> Não, não, mas não é, não é. Você tem isso com todo mundo que é é muito atento. Você faz tudo acontecer porque vocês dá valor. Você deu muito valor para mim >> e você também. Sempre. >> E eu agradeço demais, Joel. >> Obrigado. Obrigado por ter vindo. >> Você me valoriza, você me destaca. Você trata todos os convidados com festa,
você faz vídeo, Você mostra a sua equipe, você faz um corredor com todo mundo batendo palmas. Eu me sinto aplaudido ao seu lado. Você me faz me sentir especial e todo mundo que está perto. Isso é um dom. É um dom. de despertar o melhor dos outros. É um dom. É um dom. Talvez a gente obtenha a maior Visibilidade na vida deixando os outros aparecerem. >> Hum. >> Deixando os outros aparecerem. E você sempre dá o palco. Ah, a gente tá acostumado a ver as pessoas roubando o palco, roubando o holofote. Você é seu. Vai.
É um prazer. >> Nossa, muito difícil encontrar entrevistadores assim, porque nunca uma Uma entrevista, uma conversa e a sua paciência, eu eu eu eu eu sei. A principal qualidade é suportar o silêncio. Você não fica emendando perguntas, >> não? Eu tô afim de te ouvir. >> Não é? É isso. Você suporta o silêncio? Não, não, não vou fazer uma pergunta pela pergunta. >> Sabe o que faz eu suportar a pergunta? Uma das coisas Que faz, além do interesse verdadeiro em te ouvir, o que esse caderno? [risadas] >> Porque eu tô aprendendo, cara. E aí eu
sou teu aluno aqui. Daí você fala, eu escrevo. >> É, >> eu falo: "Uau, eu tenho que fazer isso, eu posso fazer aquilo". É como se fosse um presente. Não, não é como se fosse, é um presente para mim. Então, a pessoa que não para para Escrever, anotar e aprender, ela fica, ela fica sem paciência mesmo. É todo livro que eu não sobrinho e que eu não passo lápis, é como se eu não tivesse lido. Muito bom. >> Então, que os livros sejam sempre muito riscados. >> Os meus são todos. amassados portos. >> É, os
meus livros são bonitinhos, não >> amarfanhados. >> É, os meus são assim que possa ser os lençóis da nossa sabedoria. Obrigado, obrigado. Obrigado mais uma vez, senhoras e senhores, Fabrício Carpine já mais uma vez no JJ Podcast, como você já sabe, profundo, profundo, profundo, profundo. Quero reforçar o convite. Siga o Fabrício Carpine já nas redes sociais. Manda mensagem para ele. Pede, pede para que eu venha pela Terceira vez. Isso >> já nem precisa nem pedir. Pede só para ele. >> Terceira vez agora. Falta a terceira vez. Os sócios não vieram três vezes. >> É, >>
três vezes pede música, hein? [risadas] Pede música no Fantástico. Gente, se você não é inscrito no canal, se inscreva no canal, por favor. Obrigado pela sua audiência de sempre. Manda mensagem aqui para eu saber se você Gostou. Coloca aqui o feedback, participa disso aqui, ó. A gente vai soltar lá essa foto, esse card, a gente vai soltar lá no Instagram do JJ Podcast com uma colab o Carpin já aceitar com uma colabo aqui. Vai ser para colecionador, a gente vai colecionar, OK? E um forte abraço, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, tchau.
[música]