o meu nome é Benício eu tenho 33 anos eu moro no Rio de Janeiro hoje eu irei contar um relato que aconteceu comigo e a minha namorada um ano de 2021 e que a partir deste dia a minha crença mudou para o resto da minha vida Eu sempre gostei de acampar para ficar mais próximo a natureza adoro tomar banho de cachoeira ouvir o som dos pássaros Eu sempre me senti em paz nestes lugares e toda oportunidade que eu tinha de passar algum final de semana longe do estresse da capital eu não pensava duas vezes eu
arrumava minha mochila e partia sem destino para mais uma viagem toda vez que os meus pais ficavam sabendo que eu iria acampar os mesmos me pediam para eu ter cuidado pois os lugares que eu tinha o costume de acampar eram bem afastados da cidade pois hoje em dia a criminalidade está em um nível altíssimo em todos os lugares porém eu não dava muita ideia para esses tipos de conversa pois em minha concepção nos lugares no qual eu gostava de frequentar além da criminalidade ser praticamente zero eu preferia correr o risco pois eu amava ficar afastado
de todo o transtorno da cidade grande certa vez eu estava conversando com o Raul o Raul era gerente da minha loja em meio a vários assuntos Surgiu uma conversa sobre lugares assombrados funcionário me contou que ele foi nascido e criado no interior do Rio de Janeiro e que o mesmo foi acostumado a escutar assuntos sobre coisas bizarras e sem explicações e que constantemente eram contados pelos seus pais e avós relatos estes que para um cara da capital assim como eu era praticamente fantasioso Na verdade eu nunca fui ligado nesses assuntos sobre Assombrações mas para mim
morreu acabou tudo eu era bastante cético nestes tipos de assunto até que passaram-se alguns dias eu acabei conhecendo a Júlia que atualmente se tornou a minha namorada pois no ano passado estávamos nos conhecendo melhor a Júlia era bem diferente de mim ela acreditava em Assombrações e em vida após a morte no geral ela acreditava até em Lobisomem algo que para mim era uma loucura isso tudo os segundo ela o terceiro criada a maior parte da sua vida na roça mas precisamente no interior do Ceará então era normal acreditar nesses assuntos inclusive segundo ela mesma já
presenciou algumas vezes na verdade ela me lembrava até o Raul com esses tipos de assunto Foi aí que me deu um estalo em minha mente será que isso tudo não é verdade não é possível tanta Júlia quanto O Raul tem o mesmo tipo de assunto como pode isso já acampei em vários lugares e nunca vi nada de anormal Bom na verdade eu fiquei em trânsito pensativo ao ponto de não prestar atenção no restante da conversa com a Júlia lembro-me que eu fiquei com aquele tipo de assunto em minha cabeça durante o restante do dia no
dia seguinte eu perguntei a Júlia se ela gostaria de acampar comigo ela não te dou e aceitou o meu convite no caso seria para irmos a um lugar chamado Aldeia Velha Uma cidadezinha aqui no interior do Rio de Janeiro um local perfeito para acampamento em meia natureza e próximo a várias cachoeiras Foi então que eu marquei para o próximo final de semana quando fui sexta-feira após o almoço eu fui para minha casa arrumar as minhas coisas para acampar com a Júlia assim que eu terminei tudo Passei em sua casa e fomos rumo a Aldeia Velha
a viagem foi super de boa Chegamos no entardecer e fomos logo arrumando a nossa barraca no local estava muito frio no dia pouco tempo depois Estávamos conversando e tomando um bom vinho dentro da barraca ao som da cachoeira que estava alguns Onde nós estávamos após algumas horas acabamos pegando no sono lembro-me que eu acordei com um barulho de alguns animais que pareciam estar bastante assustados durante a noite e isso me deixou um pouco intrigado clareiei com a lanterna do celular o rosto da Júlia e a mesma estava um sono profundo foi quando eu abri a
barraca para ver o que estava acontecendo e como já era de se imaginar não havia nada literalmente nada o breu era assustador achei melhor voltar a dormir demorei um pouco a pegar no sono assim adormecendo depois de um tempo no dia seguinte perguntei a Júlia se ela tinha ouvido alguma coisa de anormal a Júlia me respondeu que não ela não se lembrava nem da hora que tinha pegado no sono porém ela me perguntou o que foi que eu havia escutado Foi então que eu contei para ela dos barulhos de animais correndo assustado a Júlia me
falou que poderia ser algum predador de grande porte ou alguma entidade espiritual pois muitas entidades ficam perambulando em meio a mata eu preferia acreditar no predador de grande porte e sei comigo mesmo aproveitamos todo dia de sábado vamos em algumas cachoeiras porém a cachoeira no qual a Júlia mais gostou foi aqui tem o nome de Sete Quedas que realmente é muito bonito o local aproveitamos para irmos ao centro da cidade para comprar mais algumas coisas para passarmos a última noite lembro-me de termos chegado antes do escurecer fizemos o mesmo ritual da noite anterior conversamos de
tudo namoramos bastante bebemos vinho e depois fomos dormir até que então acordei assustado com um grito de pavor da Júlia quando percebi a Júlia não estava comigo na barraca a barraca estava totalmente aberta eu me lembro de um favor gigantesco que tomou conta de mim a minha espinha estava Congelada com a luz do celular ele é a lanterna que estava em minha mochila e quando eu saí da barraca Eu vi algo bizarro a Júlia estava paralisada como uma estátua completamente em estado de choque em sua frente começaram a aparecer algumas bolas de luz eram mais
cinco bola o tamanho da nossa barraca Extra de bolas de luz estavam os 20 metros de distância eu fiquei muito confuso com aquilo foi quando aquelas bolas em pouco tempo começaram a desaparecer eu peguei a Júlia pelo braço foi quando ela me olhou completamente assustada e começou a chorar corremos para agarrar ficamos o restante da madrugada acordados quando foi 5:30 da manhã desmontamos a barraca e arrumamos as coisas no carro para pegarmos em seguida a estrada de volta para casa no carro a Júlia mais calma me contou que ela acordou com um barulho estranho meio
a madrugada o barulho estava ao lado da nossa barraca foi quando ela percebeu que era uma pessoa e que na verdade parecia ser uma criança Segundo a Júlia ela abriu a barraca colocou a sua lanterna para fora e confirmou o seu achismo Sim era uma criança e estava se distanciando da nossa barraca a criança parecia estar perdida foi quando a Júlia foi na direção da tal criança e colocou a luz da lanterna em sua direção e para sua surpresa alguém tocou em suas costas e quando a Júlia se virou e Clareou com a lanterna ela
pode ver não ser completamente cinza e os seus olhos eram negros era uma espécie de ser humano porém diferente foi quando ela gritou e acabou ficando sem das pernas e braços eu fiquei muito assustado com todo o currículo Depois desse dia eu nunca mais tive coragem de acampar eu passei a acreditar de uma forma geral que não existe apenas a nossa vida aqui nesta terra Hoje eu passei a acreditar da pior forma que além de nós temos também outros habitantes que eu não sei dizer se estes seres são espirituais ou se são seres encarnados que
vivem perambulando nesta terra no qual muitos mistérios ainda existem e que ninguém sabe explicar [Música]