[Música] Olá tudo bem Meu nome é Marcelo meu sinal na comunidade surda é esse e eu fiz uma pergunta em libras para vocês sejam para pensar porque vocês estão estudando libras aqui na área da enfermagem na área da saúde eu comecei essa pergunta fazendo em libras para saber da resposta de vocês Vocês entenderam Se não entenderam então aí a gente já responde o porquê que a gente tá aprendendo livre né para a gente ter essa comunicação com quem com a pessoa surda então para a gente poder se comunicar para a gente poder interagir com essa
pessoa a gente tá com essa proposta de aprender libras mas com foco na área da saúde tá ok Essa é a proposta da disciplina bem é bom evidenciar aqui que a proposta não é tornar vocês fluentes em libras não é fazer com que vocês saiam daqui falantes finitas Mas é para que vocês tenham uma comunicação básica na área da saúde e específico na área da enfermagem para que vocês possam tentar se comunicar ou chegar ao mais próximo possível de uma comunicação com essa pessoa surda Tá ok então vamos lá vamos capturar proposta não é ter
fluência na letras aqui não essa disciplina ela foca e ela enfatiza o que a questão da comunicação da primeira comunicação de uma comunicação básica com esse assunto Tá ok vamos então começar a aula de hoje a nossa primeira aula é uma apresentação pessoal né em libras e essa proposta de disciplina nessa aula eu vou explicar a importância da libras alguns conceitos do que é o sujeito surdo da libras dessa concepção Clínica terapeuta Clínica terapêutica e é sócio-focológico essas duas vertentes que a gente vai trabalhar hoje um pouquinho da surdez Tá ok vamos lá para disciplina
Então como disse anteriormente Meu nome é Marcelo eu vou conduzir a disciplina de libras minha primeira formação é letras português em inglês eu tenho uma segunda graduação em letras na modalidade de licenciatura por conta do seu professor de libras atua como intérprete de libras no Instituto Federal Fluminense de Campos dos Goytacazes que é onde eu resido atualmente é me sinto capaz aqui a gente está ofertando essa disciplina com vocês Espero que vocês gostem e eu quero ter um feedback também de vocês eu vou deixar um QR Code em algum lugar daqui da tela ou então
até mesmo das apostilas para que vocês me dê um feedback de como foram as aulas E como foi essa experiência de aprender libras na enfermagem por meio de vídeo aulas Tá ok bem simples de delongas vamos lá para nossa primeira aula do dia né a nossa primeira aula Ela tá constituída anteriormente sobre quem é esse sujeito Sul sobre essas duas visões então eu vou tentar esmiuçar mais ou menos a parte teórica da equipes nessa nossa primeira aula vai ser um pouco mais teórica as outras aulas serão um pouco mais práticas a gente vai tentar aprender
um pouco mais de libras mas a primeira aula eu sempre faço questão por mais teóricas termo embasamento teórico para depois a gente entrar e aprofundar nos sinais na libras e tudo mais tá ok bem esse sujeito Sul como eu falei anteriormente existe uma perspectiva Clínica uma perspectiva da sua ação antropológica é bom a gente enfatizar isso porque lá na frente a gente vai entender alguns conceitos e até menos de como lidar com esse choro Qual é a nomenclatura que eu uso como é que eu chamo essa pessoa surda deficiente auditiva surdo mudo surdinho mudinho o
que que eu utilizo né a gente vai entender isso ao longo da disciplina Tá bom então numa perspectiva clínica A surdez sobre Esse aspecto né está configurada em uma condição áudiológica ou seja o surdo Ele é visto como um sujeito reabilitado é como se ele é como se a pessoa tivesse uma doença né e tivesse que reabilitada é curá-la vamos dizer assim então uma visão Clínica é claro que isso daí é uma abordagem muito assim generalista né talvez até muito reducionista da coisa é claro que existe um aprofundamento maior nessa questão mas vamos colocar numa
abordagem um pouco mais sintética um pouco mais resumida Essa visão Clínica Ela é tratada como o surdo como um sujeito reabilitado a gente vai diminuir essa essa limitação dele então a gente vai tentar reduzir diminuir então a divisão Clínica Ela tem esse lado né ela tem esse olhar ela tem essa visão o intuito é ofertar ele aquilo que ele não tem diante uma comunidade ouvinte que é a audição Então esse surdo Ele não tem audição no aspecto clínico eu vou Minimizar essa surdez colocando próteses aparelhos colocar no implante daquele diminua essa limitação que é a
sua vez sobre esta Ótica surdez é destacada como uma deficiência limitação e desvantagem a ser tratada assistir almejando que o surdo torna-se um ouvinte normalizando ao compensar o seu déficit auditivo por meio do próteses como eu expliquei então a visão Clínica Ela tem esse conceito de olhar para o sujeito surdo como um sujeito deficiente físico limitado do qual ele precisa o qt aparelho usar aparelhos auditivos fazer um implante coclear fazer também a estimulação da leitura labial fazer e com fome ter um tratamento com fome para que ele possa ser reabilitado e ser inserido nessa comunidade
que a gente chama de comunidade ouvinte né nessa sociedade que é majoritária que essa sociedade comunidade ouvinte vai ajustar a ser um ouvinte usando o aparelho auditivos bem essa é a visão Clínica aí da sua vida perspectiva Clínica né partindo de um conceito Clínico a sua desde a definida pela diminuição e a capacidade de percepções auditivas podendo de modalidade natural afetará a aquisição de linguagem oral então assim quando a gente tem um súbito tem essa perda auditiva então perda total isso vai afetar na fala na oralização é bom ressaltar que o que quando eu falar
né Quando eu disser fala eu não estou me referindo a oralidade essa essa capacidade de oralizar então estou me querendo isso estou me referindo a forma de expressão então se eu colocar aqui pontuar libras fale libras Não estou me referindo a oralidade eu estou merecendo a expressão então fala que vai ficar compreendido como forma de expressão Então fala forma de expressão libras formas de expressão é uma língua oralidade né uma outra forma de expressão oralidade por meio da língua portuguesa é uma forma de expressão através da língua portuguesa tá bom resumir aqui vamos dar uma
revisão então quando disse fala a gente associa ao que há uma forma de expressão e essa forma de expressão perdão é a língua pode ser a língua oral auditiva Portuguesa ou a língua gesto visual e libras parece ser muito a informação agora nesse comecinho Mas calma que a gente vai entender e eu vou pontuar e sempre botar repetindo isso para vocês e vocês vão assimilando aos poucos eu sei que é muita informação mas um pouquinho um pouquinho repetindo uma outra coisa a gente vai assimilando alguma coisa e é claro que o meu objetivo é que
vocês assumirem tudo é realmente muita informação mas pelo menos algumas coisas vai ficar registrado aí dentro de vocês tá bom então pode ser causada pela idade Ou seja quando a gente tivesse 60 65 70 a nossa percepção ela vai diminuindo Pode ser que lá futuramente a gente aprenda a gente fique surdo vamos dizer assim então tem uma deficiência acaba né diminuindo eu já tô aprendendo libras então eu já tô bem aí me comunicar lá para frente quando eu perder a minha audição Tô brincando mas fator da idade daí é para a gente pode ser aí
preponderante para surdez tá bom fatores genéticos ou seja aquela pessoa né que tem já lá na família lá né lá na família já tem alguém que é surdo ou Tem algum tipo de deficiência auditiva isso pode passar para diante né para as gerações futuras então o fator da hereditariedade também é um fator preponderante fatores ambientais pré-natal poegra de Natal então é muito importante que a paciente que a gestante ela passa tudo o acompanhamento para que ela não tenha uma criança com qualquer tipo de deficiência auditiva infecções como meningite otite rubéola ciclos e passado por filho
então bem pode adquirir uma surdez algum tipo de deficiência auditiva Além disso também pode combinar a cegueira imagina uma criança nascendo sobre o Sérvia que existe né são poucas mas existem também a toxinas como drogas outonoxicas usadas em caso de risco de vida né então existem tipos de medicamentos agrotóxicos utilizados a longo prazo pode causar algum tipo de deficiência auditiva então existem esses todos esses itens podem causar aí assunto Tá bom continuando aqui vocês podem ver aí no ladinho que tem uma coisa chamada de áudio áudiograma perdão de sons familiares familiares em cima a gente
vai ter a frequência né 125 250 500 que que significa aquele som que é do mais agudo e vai até o mais fino vamos dizer assim né Agudo até não é o som que vai do grave ao adulto então aquele são Essa é a frequência na vertical a gente tem que a gente chama decibéis então é a intensidade do som então quanto mais alto É aquele som por exemplo eu posso bater a Palma aqui no dcb e Posso bater um pouco mais forte tá em outro desse 10 Então os decibéis é aquela intensidade do Som
Mas fraco é o mais forte bem aí a gente vê os números de 0 a 170 170 120 né uma coisa assim está aí do ladinho de vocês e a gente tem uma mancha cinza que a gente chama de banana da fala é vocês podem ver que tem aí um M um nbp tudo dá uma olhada aí é tipo uma banana que faz assim bem nessa banana da fala está compreendido em que alguns decibéis né que vai de 10 a 40 desse 10 e neles estão compreendidas as letras então é muito mais provável que uma
pessoa que tenha deficiência auditiva leve a moderada se ela coloca um aparelho auditivo aquele decibéis né o ganho desse 10 aumenta e ela consegue reproduzir a fala a oralidade né nesse caso que a gente tá se referindo aqui oralidade mesmo então ela pode oralizar o abc pode aí vir fazer um tratamento de fala e falar oralizar como é que funciona isso se o surdo vai fazer o maldiometria onde os níveis de decibéis que ele escuta está entre 70 a 90 então com um grau de surdez Severo que que acontece dos 70 até o zero dessa
ideia ele perdeu a opção ele só consegue ouvir do 70 para baixo você tenta lá do centro-20 ele vai conseguir ouvir ali um barulho de uma bomba no barulho de um avião de projetos aí ele vai conseguir ouvir E isso se ele for fizer uma audiometria e ali foi detectado que ele só consegue ouvir de 70 para baixo de 70 para cima ele vai tá bloqueado vamos dizer assim ele não vai conseguir Ok bem se ele for Naldo fizer audiometria e ali ideia entre 50 40 50 ele tem aí um grau de surdez moderado então
de 40 para baixo né 40 120 ele escuta de 40 para 50 0 ele perdeu audição ele não consegue escutar mas e aí ele vai no fonoaudiólogo fonoaudiólogo recomenda uma um aparelho auditivo que dá um ganho de 10 decibéis então ele tinha 40 ele conseguia escutar do 40 40 50 60 70 12 40 anos ele não conseguia não conseguia E aí ele coloca um aparelho e agora aumenta a capacidade de decibéis então agora 40 deu 10 mais 10 decibéis aí para ele escutar então de 40 para baixo queria ouvir agora ele ouve de 30 para
baixo ele já consegue atingir a banana da fala ali consegue ouvir os as letras né o som das Letras e ali ele consegue fazer aí uma vamos dizer assim um tratamento de oralidade e tudo mais é assim que funciona a surdez né uso grau quando a gente pensa no surdo a gente não faria ele não escuta nada não não é isso né ele pode até escutar nesse ouvido ele pode ouvir 40 desse best para 40 50 ele pode ser completamente surdo vamos dizer assim ele pode não escutar nada ou então tem seu desejo leve nos
meus ouvidos moderadas e isso varia de pessoa pessoa tá então você encontrar um surto pode perguntar Olha você aqui você escuta um pouquinho e vai pode falar desculpa um pouquinho e aqui você escuta escuta um pouco mais Então fica mais ou menos isso aqui ó aqui você escuta não não escuto nada e aqui você escutar da audição e aqui ele tem uma surdez profunda Severa moderada né então como é que fica isso você pode perguntar que ele vai te responder direitinho tá bom passando aí um pouquinho agora a gente vai falar do surdo numa perspectiva
só ação topológica sim na visão Clínica terapêutica da clínica da surdez Eu tenho esse surdo como uma pessoa limitada que eu preciso ajustar a uma comunidade majoritária ouvinte transformaram ele em quase ouvinte na visão essa perspectiva sócio antropológica eu já não tem essa visão eu tenho a visão de que que ele é um sujeito diferente então a identidade surda está relacionada a diferença não como deficiência alimentação então nessa visão sócio antropológico a gente não depende de tudo seja uma pessoa limitada seja uma pessoa deficiente vamos pensar bem será que todos nós não somos limitados eu
vou dar um exemplo eu gosto sempre de dar esse exemplo imagina que o cego ele consegue sentir uma nota né qual é o valor da nota apenas pelo toque então se você der uma nota de dois reais para ele uma nota de 100 reais ele vai saber diferenciar só pelo toque essa de 2 a 7 Ok eu consigo fazer isso não então sou limitado de alguma forma porque se eu cego ele consegue só pelo toque se tiver alguma coisa e identificar Qual é a alimentação dele nisso nenhuma eu tenho essa limitação Então vamos para outro
exemplo você já devem ter visto qualquer vídeo aí de uma pessoa que amputada e começou a pintar com os pés escova os cabelos com os pés ou faz alguma coisa com os outros membros bem eu não consigo nem colocar meu pé no ombro é muito mais abaixo também não consigo imagina essa pessoa se uma pessoa consegue escovar o próprio cabelo com o pé eu tenho que chamar ela de limitada eu sou alimentado eu não consigo então E aí a gente começa a pensar nessa questão realmente será que eu sou do é limitado ele pode até
ser mas eu também sou todos têm suas limitações vamos dizer que todos têm hoje de eficiência a gente tem qualidades e defeitos então a gente também tem limitações e essa visão sócio patológica ela instiga isso será que você também não é limitado Mas ele tem uma língua própria que ela é qual língua a libras na visão crítica terapêutica né a gente não tem muita essa oferta da libras a gente tem mais essa oferta da oralização fazer essa terapia fala e não fonoaudiólogo né e tentar fazer com que esse surdo oralize por meio aí dos aparelhos
auditivos tentar se ajustar o máximo aquela comunidade majoritária ouvinte a língua portuguesa na oralidade São oral e Tudo nessa perspectiva sócio antropológica ele vai estar focado aí é nessa questão de diferença nessa questão de que ele é um ser limitado assim como todos os outros mas que tem uma língua própria que na qual eles se comunicam que língua é essa é uma língua gesto porque eu utilizo as mãos né e visual Eu preciso da minha visão ver o gestos e entender o que significa diferente da Língua Portuguesa que é oral auditiva Ou seja eu falo
vocês ou vocês entendem a Libras né Ela é gesto visual eu vou sinalizar ela eu preciso ver ela ou seja visual e entender lá para o meu sério mandar mensagem Tá ok então na visão sócio antropológica vai ofertar o quê a Libras como uma característica identitária desse Sul nossa falei bem assim né então vamos colocar vamos dar uma resumida em uma explicada nisso a libras vai ser uma das identidades do surto nessa visão sócio-fológica então visão sócio antropológica que eu tenho o surdo como ser limitado como todos os outros tá mas ele tem a Libras
como língua sua língua de comunicação sua língua natural e que ele pode ser desenvolvido com todo mundo em outras é são desenvolvidos né Por medo suas línguas nós ouvimos a gente aprende a língua portuguesa desde a idade a gente vai se desenvolver é claro que isso a gente vai ver que varia a gente quando pensa em surdo a gente não vai pensar só em uma coisa não e isso ao longo dado disciplina a gente vai esmiuçando também vai se aprofundar Ok então Cultura Surda também é o jeito do surdo entender o mundo e de modificar
ela tem que torná-lo acessível e habitável ajustados as percepções visuais que contribui para a definição das identidades das Almas súbitas comunidades surdas quer dizer o quê E quando a gente fala de Cultura Surda a gente chama a gente fala daquele sujeito que quer ser inserido no mundo da sua forma o seu jeito com os seus costumes ele utiliza língua de sinais como sua língua natural né ele tem a percepção do mundo por meio da visão e ele quer ser visto como ser Pode até ser limitado mas assim limitado como todo mundo é limitado como todos
os outros limitado como todos os outros tá ok E aí a gente vê perdão que existe uma lei de libras que foi implantado em 2002 aqui no Brasil essa lei fala essa lei reconhece a Libras como no meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda quando eu falo comunidade surda são todas aqueles que estão em prol dessa inclusão do Choro na sociedade então a comunidade surda ela pode ser constituída de intérprete de libras dos pais e mães do Sul da família absurdo os professores que estão ali querendo uma inclusão dos Profissionais de Saúde querem
essa comunicação querem essa interação com chuva então isso aí é a comunidade surda Ok todos esses que estão em prol da inclusão existe Muita confusão dessa lei aí oficializando ali mas as pessoas cometem esse erro de falar que a Libras é a segunda língua oficial do Brasil isso é errado dizer por mais que esteja na lei e quando a gente fala em ler a gente pensa assim é oficial Mas isso não significa que ela seja a segunda língua oficial do Brasil simplesmente oficializou que aquele é um meio de expressão e comunicação da comunidade surda né
eles tratam aquilo como língua e é realmente lindo porque tem uma gramática tem todo uma estrutura linguística certo não é a segunda língua do Brasil da língua oficial do Brasil A primeira língua só do Brasil e pronto acabou só era não temos uma segunda língua oficial do Brasil essa língua é oficial tá na leitura não é a segunda língua oficial do Brasil para que isso fosse teria que deixar na Constituição E aí a gente ia falar que o Brasil é um país bilíngue e não é o cara por exemplo diferente do Canadá que tem duas
línguas o inglês e o francês trata aquilo como país bilíngue anos aqui duas línguas falantes no nosso país a língua inglesa e a língua francesa lá no canadávia Então realmente eles tratam um país aquele país com um país bilíngue aqui não vou dar um exemplo Vamos pensar que um americano esteja querendo vir aqui para o Brasil e pense a portuguesa é muito difícil de aprender vou aprender libras para me comunicar com um pouco do brasileiro todo povo brasileiro sabe livro então só existe que a língua portuguesa como língua oficial do Brasil a Libras é uma
língua reconhecida por lei lógico se é uma reconhecida alguma língua reconhecida por lei é algo oficial Mas ela não se tornou a segunda língua oficial do Brasil não tá ok o Brasil não é um país bilíngue por mais que tenham mais de 200 línguas aí confluindo aí no Brasil o Brasil não é um país bilíngue oficializou essa língua para comunidade surda reconheceu como meio de expressão comunicação mas não oficializou como se conta a língua oficial do Brasil não é um país bíblico Tá ok então essa lei reconhece a liberdade como a língua dessa comunidade e
que ela interage como ele essa língua e dá para o ventos de que essa língua ela precisa ser divulgada ser difundida né ser respeitada e até mesmo eu sou dos precisos Por meio dessa linha um desde 2002 a gente tem essa lei e a gente continua nessa luta nesse desenvolvimento para que essa língua seja divulgada cada vez mais difundido além disso né a gente tem o decreto 5626 porque acontece a gente tem a lei de 2002 e o decreto de 2005 o que que ele vai fazer ele vai dar diretrizes vai dar direções né Olha
criarmos uma uma lei que reconhece Oba libras é reconhecemos e o que que vamos fazer a partir de agora a gente a partir de agora a gente precisa definir né Tá reconhecida mas o que que a gente vai fazer tá a gente vai dar direitos da inclusão de libras como disciplina curricular Então esse foi um uma das propostas aí do Decreto o capítulo 2 ele diz assim dá a inclusão da libras com a disciplina curricular no capítulo 3 da formação do professor de libras e do instrutor de libras no capítulo 4 do uso da difusão
da libras e da língua portuguesa para acesso das pessoas surdas a comunicação então ele vai dando uma série de Vertentes ali que precisa ser feito porque não basta só reconhecer a gente tem que partir daí para frente tá você reconheceu e vai fazer o quê você vai ter que criar vai ter que cuidar da comida e tudo mais então decreto fez isso olha vamos formar professores de LIBRAS Vamos difundir essa libra esse também a língua portuguesa para que as pessoas surdas tenham acesso à educação possa sentar lá na sala de aula tem um intérprete ali
interpretando tem um professor bíblico de libras ensinando em Libras português matemática então ensinando libras também né formação do tradutor interno de língua portuguesa e língua de sinais garantir né a educação dessas pessoas surdas ou pessoas com deficiência uma série de direções para essa letras papel do poder público das empresas que ele tem com exceção de serviços públicos profissionais de libras né para que eles possam se comunicar essas pessoas possa interação então não existe aí uma série de direções aí que o decreto 5626 definiu para esse reconhecimento no Capítulo 7 ele fala o seguinte né Tá
garantia do direito à saúde das pessoas surdas ou com deficiência auditiva E aí ele vai falar o seguinte ó essas pessoas surdas elas precisam ter pelo menos um profissional que isso vai valer tempo ali né quem sabe para que possa lidar com a pessoa Ok então decreto 56 ele dá norteadora de ele vai dar direções aí sem conhecimento da língua brasileira de sinais Tá ok bem a gente também tem a lei de inclusão lei 13.146 que vai falar ele vai estender a todas as pessoas com deficiência e transtornos Então essa lei é um pouco mais
assim ó aberta ela vai falar de todos os direitos de todas as pessoas com deficiência sejam eles cego e surdos é aqueles que têm autismo enfim Todas aquelas pessoas que precisam de um atendimento especial ao surdos ele vai garantir aquela janela do intérprete que é uma ccibilidade sim né mas é que às vezes a janela fica muito pequenininha Ela poderia ser um pouquinho maior né já que o surdo Ele é visual gesto visual ele precisa ver né então forças sinal tão pequenininha né porque a gente não abre um pouco mais essa janela então é a
lei de inclusão lá trata um pouco disso aí a gente agora vamos a gente vai colocar a janelinha lá do Sul a minha recomendação é que seja um pouco maior mas pelo menos a gente já tem a janelinha do Inter a estimular e apoiar a adaptação e a produção de artigo científicos científicos em formato acessível inclusive libras então às vezes tem a pesquisa faculdade universidades artigos são publicados seria bom também serem publicados em Líder que esse público surdo Ele possa ter acesso a esse tipo de informação para promover a capacitação do tratores internos disponibilizar tempo
de vidas Então essa lei da inclusão ela vai tratar disso é claro que eu a funilei um pouco mais para absurdo né que é a nossa área para libras e tudo mais mas ela não vai tratar só do seu dedo não ela vai tratar dos servos ela vai ser bem abrangente dos cego sobre o cegos das pessoas que têm algum tipo de membro do estado para alguns transtornos algumas ela vai ser bem aberta ela vai ser bem inclusiva e a gente tem um projeto de lei também desse ano de 2022 que falam que ele autoriza
a entrada e a permanência hospitais e clínicas particulares repúblicas que antes assim o médico via com certo olhar criterioso até muita das vezes julgar aquele profissional mas a gente tem agora esse projeto de lei que o intérprete pode acompanhar esse surdo na mediação de médico e paciente surdo porque muita das vezes a gente sabe que o médico ele não tem acho que na sua maioria né ele não tem fibras com a língua né fluente Acho que nem mesmo como base Então como é que vai ser essa mediação entre surdo e mérito esse projeto de lei
Ele previu isso e falou olha a entrada é a permanência com intérprete tem que ser liberada para que haja a essa interação a gente tem esse projeto de lei projeto de lei 1752 que fala sobre a autorização em atraso é a permanência do tradutor interno que nas consultas médicas do Sul tá bom bem Vamos fazer uma revisão né hoje a gente aprendeu sobre o quê sobre quem é o sujeito surdo em duas visões Quais são as visões vocês lembra a gente tinha duas visões Clínica e a visão sócio tecnológico a visão Clínica a gente tem
surdo ou deficiente auditivo como um sujeito reabilitado e a gente tem uma outra visão a visão sócio antropológica que é o que aquele surdo não como sujeito limitado porque limitado de todos nós somos mas como um sujeito diferente que tem sua língua própria né Tem Sua percepção própria a gente tem essas duas vertentes aí a gente também falou sobre o que é surdez no olhar clínico e suas causas então a gente sabe que a surdez ela tem graus leve moderado Severo profundo tá tudo mais a gente vai baixando Mais ele vai perdendo né a gente
falou também sobre a lei de Libras a lei de libras é aquela lei lá de 2002 que reconhece que aquela comunidade surda tem uma língua e que interage por meio dela e quando eu falo comunidade surda não estou falando sobre surdos eu estou falando que surdos tradutores intérpretes familiares de surdos professores que estão engajados na causa da inclusão profissionais da área da saúde na inclusão né a gente falou sobre decreto de meia que é o Decreto que regulamenta essa lei então ele vai dar diretriz ele vai nortear o que deve ser feito com essa Libras
a gente tem inclusão que é bem mais Ampla ela vai abranger cegos sobre cegos as pessoas que têm Síndrome as pessoas que têm transtorno a pessoa mais abertos pessoas que têm menos amputados ou que não tem algum membro então ela vai ser um pouco mais aberta e vai dar o direito de acessibilidade de inclusão a essas pessoas e a gente falou também sobre essa PL 1772 esse projeto de lei que autoriza o tradutor técnico para fazer essa mediação entre médico e solto né e ver com o teto para fazer essa mediação já que a comunicação
Entre esses dois da parte tá sendo Quebrada não Tem uma comunicação fluente tá quebrado então para quem não haja isso no atendimento entre médio e o sul essa pele é oportunizar um intérprete para fazer essa mediação Tá ok E aí gostaram da aula de hoje eu quero agradecer cada um de vocês que ficou aqui comigo nessa aula é e vou deixar para casa que vai ser aprender o alfabeto manual isso CD [Música] que é w x y z Ah uma célula você fez muito rápido poderia ser mais devagar não porque isso vai ser um para
casa para você você vão pesquisar aí o alfabeto manual e imprimir e vocês vão tentar aí fazer ele na frente do espelho fiquem fazendo treinando aí aonde tem Tá ok e tem os números ó zero um dois três quatro dos cinco muda cinco dedinho como é que é 6 meses 7 aqui ó 7 8 9 tenho 6 É só virar 9 e 10 eu posso fazer um dois três quatro quatro um dois três quatro um dois três quatro ou um dois três quatro Ok então para casa estudar o que o alfabeto manual e os números
também tá ok um beijo um abraço e a gente se vê na próxima aula tchau [Música]