Beleza Bom dia gente bom como a Luciana já falou meu nome é alessandra Tava preocupada de todo mundo ter entrado que o meu WhatsApp não tava conectando não sabia se tinha alguém na turma que tava com dificuldade para entrar eh então não tava conseguindo ver isso agora agora acho que vai conectar e e vai direto então vamos lá meu nome é Alessandra eu sou uma das sócias diretoras aqui do cesm né vou estar com Vocês ao longo do do curso aí né tô nessa sempre nessa aula de inauguração para poder falar com vocês um pouquinho
sobre a história da TCC falar um pouquinho de como a gente começa essa modalidade né como é que a gente começa o atendimento dentro dessa abordagem E se eu não me engano também devo estar com vocês na aula de transtorno de ansiedade Mas enfim depois a gente vê que que acaba sendo com o eh com quem eu trabalho com os pacientes com que eu Trabalho e tenho mais mais apreço né seja por motivos profissionais ou pessoais ainda ainda Como diz uma amiga uma amiga minha encaminhadora que é que é médica ela fala alessand todos meus
pacientes que tem ansiedade eu mando para você porque você tem um jeitinho especial de tratar eu falei você quer dizer um jeitinho todo pessoal de tratar né enfim então acaba sendo que eu tenho mais experiência Ok bom hoje estamos aqui a turma né então a turma que já tá Tá eh iniciando né que tá fechada nesse sentido e temos também algumas pessoas que estão eh assistindo essa aula como aula aberta verificando como é que vai ser o curso e tal se tem interesse de poder eh querer fazer o curso de TCC e tal por eh
a nossa a nossa estrutura funciona da seguinte maneira né Sempre no primeiro semestre do ano a gente tem as nossas turmas online então a gente acaba atingindo pessoas que estão né fora da Cidade do Rio de Janeiro ou tem alguma dificuldade para poder vir até a gente né Nossa estrutura fica na Tijuca Nossa estrutura de curso né fica na unidade da Tijuca eh então a gente consegue atingir essas pessoas e sempre no segundo semestre do ano a nossa aula é presencial tá então a nossa turma é presencial Então a gente tem sempre uma turma online
no primeiro semestre do ano são vocês a turma 2024.1 e no segundo semestre do ano Sempre a nossa turma presencial que é 2024 P vai ser 2024.2 tá então temos algumas pessoas assistindo também bom já falou o grupo lá é de vocês então assim estimulo minha imagem parou voltou eh estimulo que vocês usem o grupo né para vocês trocarem entre vocês não sei se todo mundo já tem paciente daqui a pouco eu vou pedir para vocês se apresentarem então não sei se todo mundo já tem alguma experiência clínica então Assim aproveitem para treinar o que
a gente vai falando né O que a gente vai trazendo de técnica o que a gente vai eh trazendo ao longo do curso entre vocês tá no final no final da aula hoje inclusive a gente vai ter um exercício sobre isso que vocês vão precisar praticar entre vocês então mesmo sendo online programem-se de estudar juntos né de fazer alguma alguma chamada online enfim para vocês poderem estar juntos ir praticando eh o que vocês estão Aprendendo Ok bom então vamos lá deixa eu botar aqui vamos lá bom esse é o nosso curso de formação Então hoje
a gente vai falar agora na parte da manhã né um pouco sobre a parte do histórico da TCC né de onde a gente veio e para onde a gente tá tá indo e na parte da tarde a gente vai falar sobre o início da terapia né como psicoeducar um paciente sobre esse modelo Psicoterápico e sobre e sobre a entrevista Então vamos lá Daniele eh acho que a Luciana pode me ajudar Nisso porque tem gente que tá no que tá assistindo a aula e tem gente que é da turma quem é da turma esse material tá
no grupo do WhatsApp de vocês tá esse material também fica na plataforma ele vai subir paraa plataforma na segunda-feira beleza tá lá em PDF esses Slides já para te para ajudarem vocês a se acompanharem tá bom na plataforma também vão ter leituras complementares tá gente isso é uma coisa importante deixa eu pular então aqui alguns slides para já falar sobre isso Eh vamos lá na plataforma também além dos slides vamos ter sempre leituras complementares tá Alessandra preciso ler tudo aquilo de uma vez não o curso de vocês tá organizado da seguinte maneira vocês têm uma
aula num mês a próxima Aula é no outro mês então os temas vão mudar no mês seguinte correto então entre uma aula e outra a gente espera que vocês façam a leitura aquelas leituras complementares que estão ali tá porque aí vocês vão se se apropriando mais daquele tema que vocês estudaram exaurem ele um pouco pra gente passar pro próximo tema que é a aula do mês seguinte Ok então não é porque a gente tem uma aula por mês né aula teórica uma vez por mês opa opa opa Ai Obrigada Luciana obrigada obrigada não tava conseguindo
acessar essa lista show eh apesar da gente ter eh uma aula por mês né a ideia não é que vocês só estudem no mês seguinte na aula seguinte A ideia é que vocês estão fazendo um curso online então vocês têm um comprometimento de entre as aulas fazer o estudo daquela literatura que tá sendo colocada ali também seja revisar a aula a aula fica gravada então assim ah tive Dúvida ou precisa sair em alguma parte da aula e tal revisa a aula levanta dúvidas coloquem as dúvidas na plataforma a gente ou no grupo do WhatsApp enfim
como for melhor para vocês eh a gente vai est sempre ali para poder orientar vocês então entre as aulas também estudem os textos complementares ok Não se preocupem ela vai acontecer no sábado o tto vai est na plataforma segunda terça Ai meu Deus tem até sexta para ler não vocês TM até o Mês seguinte para ler vão lendo vão se organizando a maneira de vocês né do tipo eu aí é uma coisa muito pessoal como vocês costumam se organizar contra Esse estudo né Eu costumo me organizar do tipo ah coloco ali dois três textos para
ler por semana e e faço a minha agenda por semana então vou me organizando dessa maneira tá mas isso é pessoal vocês vão se organizando como vocês achem melhor ok então aproveitando e falando um pouco da estrutura do curso Eh depois eu volto para para falar de mim um pouquinho eh a estrutura do curso tá do seguinte maneira uma vez por mês durante 10 meses vocês têm as aulas teóricas tá eh então vocês vão ver desde como a TCC funciona até essa aula a a próxima aula é de maneira geral como TC funciona a conceituação
Depois vocês começam a ver as aplicações pros transtornos tá e depois vocês começam a ver algumas Aplicações específicas né de grupos específicos tipo infantil eh regulação emocional enfim E por aí vai eh a TCR enfim algumas aplicações específicas eh eh e quando chega na parte de estágio o que que acontece eh quem já é formado traz seu caso para cá ah Alessandra já atendo e tal eh Posso trazer um caso pode trazer um caso for um caso que estiver iniciando tal traz para cá pra supervisão tá se for Alguém que não é formado né vai
ter que fazer o estágio na nossa unidade da Tijuca por quem é eh quem não é formado não pode atender online tá eh então precisa fazer o estágio na unidade da Tijuca Então pega combina com as Luciana vai ter lá o momento do curso né onde vocês vão ver os horários os pacientes e tal eh um horário para atendimento durante a semana então de segunda a sexta em horário comercial né de 9 às 17 horas você você vai ter que estar lá Atendendo esse paciente semanalmente Ok então quem já tem paciente pode trazer esse paciente
quem não tem é Aluno por exemplo né não é formado ainda e não pode atender online atende presencial quem é formado mas ainda assim também não tem o paciente avisa pra gente que a gente pode dar um jeito de verificar alguém para atender mesmo que online beleza mas online só os formados só quem tem CR IP que pode atender Ok então quando chegar a parte De estágio quando a gente terminar essa parte teórica né que são os 10 meses de teoria vocês começam a parte de estágio então vocês vão ter dois momentos no curso né
o momento de atender o paciente tá e o momento de supervisão no momento de supervisão as aulas passam a ser quinzenais e não mais mensais tá só que a turma tá grande temos acho que 18 alunos se eu não me engano não consigo contar mas acho que são 18 alunos então o que que acontece a turma é dividida em Dois tá o ideal é que os grupos de supervisão tenham mais ou menos 10 pessoas então quando chega na parte de supervisão a turma é dividida Os encontros passam a ser 15z enais tá E aí eu
tenho uma turma que vai fazer supervisão sábado de manhã e uma turma que vai fazer supervisão sábado à tarde tá essa divisão é feita por sorteio E aí a gente tem o supervisor que vai acompanhar o caso de vocês ao beleza ah Alessandra quero trocar de Turma tendo um colega que queira trocar com você pode trocar desde que essa troca seja fixa Não dá para ser algo do tipo assim ah vou trocar esse sábado e depois no outro sábado destroca senão fica uma loucura para poder acompanhar o caso tá até porque a ideia da supervisão
é sempre sem grupo para que vocês possam aprender com o caso do colega então vocês vão estar lá num período de 4 horas de supervisão tá falando sobre o seu o caso mas também ouvindo o caso do Colega porque cada um vai ter um caso diferente com uma queixa diferente e isso vai ah aumentando né o repertório de vocês de conhecimento tá para vocês não saírem por exemplo Ah eu sei atender só isso né não o ideal é que vocês saibam atender queixas diversas claro que ao longo da nossa da nossa vida profissional né a
gente vai fazendo escolhas do que que a gente gosta o que que a gente não gosta de atender o que que a gente se especializa o que que a Gente não se especializa mas inicialmente é importante que a gente tenha uma abrangência e que depois a gente vai fazendo essa escolha de uma maneira consciente de uma maneira de planejamento de carreira enfim como for Ok beleza alguma dúvida galera sobre o formato do curso não não alguém mandou dúvida aqui no chat ah não só faram Tranquilo bom então agora deixa eu me apresentar para vocês né
Eh como eu falei no início eu sou Alessandra eh eu me formei lá no frj eh recentemente até também estava como professora lá né professora substituta no departamento de psicometria e meu encontro com a TCC começou lá né foi uma coisa até muito engraçada e eu falo até hoje pras pessoas assim eu falo Olha quando você escolhe uma abordagem é meio que um encaixe perfeito né entre a Sua personalidade o como você vê o mundo e o como como personalidade como a abordagem diz que vê o humano tambémm né então a gente acontece esse encaixe
perfeito foi uma coisa muito engraçada porque na época não tinha ideia eh do que eu ia fazer não tinha ideia de nada tipo assim tanto que eu entrei pra psicologia mas fazer um vestibular pra geografia também assim é aquela coisa adolescente não sabe n nada ver eh e aí logo no segundo período a gente Tinha behaviorismo né hoje não é mais behaviorismo hoje a teoria comportamental algumas faculdades até dão juntas Mas enfim a minha grade ainda era uma grade antiga e e eu tive behaviorismo e achei o máximo Comecei a ler sobre behaviorismo Comecei a
ler sobre Skinner e achei aquilo o máximo falei nossa isso é muito legal e aí na época eu fazia terapia como uma psicanalista Olha que interessante eh e aí eu contei para ela que que er Que eu tava gostando ela é Acho que você vai ser do outro lado da força né aí eu ri né e comecei a entender o que que era o outro lado da força que ela queria dizer né eh e aí eu comecei a estudar e tal sobre TCC n n ver a aplicabilidade né das das teorias comportamentais que eu tinha
gostado tanto ã para hoje para hoje dia né para para não enfim achava aquilo muito legal mas não achava que eu que eu que eu seria uma psicóloga experimental né que ia Trabalhar realmente no laboratório não eu achava legal aquela teoria Eu achava legal aqueles resultados e queria fazer a aplicação daquilo no dia a dia e aí comecei a estudar sobre isso logo no meu quinto período eu já comecei quinto ou sexto já não lembro depois eu fui fazer terapia em TCC acho que no quarto quando tava no quarto período mais ou menos e justamente
indicar por essa minha psicóloga falou Ach acho que seria uma boa você experimentar você ver como é Que é sendo paciente e aí eu fui e E aí logo depois eu fiz já já no sei não foi no sexto período comecei o estágio já em TCC eh numa num no grupo de pesquisa né com transtorno de estresse pós-traumático que foi onde eu fiquei até o meu mestrado então era terapia centí comportamental aplicada ali dentro de um protocolo de pesquisa né que tem essa diferença também que entre o que que é um protocolo de pesquisa e
o que que é Que a gente vai fazer clinicamente eh baseado em terapia centivo comportamental né então a gente tinha aquele grupo e dali comecei fui fazer disciplina de TCC e tal depois fui para paraa DPA né na frj a gente chama de DPA é que é semelhante a spa em outras faculdades fui pra equipe de TCC com o professor Bernard e e fui atendendo outros casos né que não tept para para eu pegar mais experiência e entender o que que é que Eu gostava o que que eu não gostava né dali aquela altura já
sabia que eu gostava da abordagem já sabia que era aquilo que eu queria que era que era esse encaixe perfeito entre o como eu vi o mundo e como a abordagem também Vi as pessoas e Fui fazer minha formação em TCC como vocês estão fazendo agora né Eh e daí a história daí eu comecei atender no consultório em TCC e e e fui fui fluindo né hoje eu tenho uma escolha dos pacientes que dos quadros que eu gosto De atender os que eu não gosto os que eu encaminho enfim e por aí vai no meio
disso tudo também eh virei especialista em neuropsicologia eem avaliação psicológica pelo conselho né que é uma outra área de atuação minha né E fiz a certificação em terapeuta cognitivo comportamental pela federação isso todos vocês podem fazer se associando a Federação o que que acontece o conselho de Psicologia Conselho Federal como especialidade tá ele reconhece a psicologia clínica então se vocês forem fazer a aless eu queria ser especialista em TCC Se vocês fizerem uma prova né de uma prova uma pós perdão eh em TCC tá eh agora como como título de especialista pelo conselho que é
fazendo na prova a gente não tem TCC a gente tem só psicologia Clínica E aí tem um rolê que é você tem que estudar todas as abordagens para fazer essa prova e eu não tava afim Mas tem quem esteja Afim eu não tava afim eh e também tem tem essa certificação pela federação né o que que acontece a gente tem a fbtc inclusive M estamos em março é mês que vem em abril vai ter o Congresso Nacional que vai ser em Natal tá todo ano tem eh É bem interessante para vocês irem vendo o que
que é que está fazendo de TCC né dentro do do país e até fora do país porque vem convidados internacionais tá então na fbtc você pode se associar a fbtc tá a acho que Você tem que ter um tempo de formado não lembra as regras mas depois eu posso pegar o o o critério lá no site e botar o o link do site e botar lá no grupo para vocês eh e aí você faz essa prova de certificação tá é uma prova objetiva de conhecimentos gerais sobre a TCC e uma prova discursiva Onde cai conceituação
de caso e plano de tratamento tá E aí você escolhe se você quer um caso infantil ou se você quer um caso adulto Tá ok eh tem também a a comprovação de acho que de de outras coisas de trabalho que você que você fez e tal acho que tem também e você entrega pr pra Federação eh para te darem essa certificação ou não dependendo do teu rendimento nessa prova belezinha Então essa prova acontece também junto com o congresso geralmente num dia antes do congresso começar ou até no mesmo dia só que de manhã eles fazem
essa prova tá então só para vocês saberem que que existe isso Aí ah além da fbtc também existem as at6 é muito muito importante vocês também sempre estarem de olho Sigam o Instagram deles eles estão sempre postando coisa lá aqui no Rio de Janeiro a gente tem a gente tem a atc Rio né Eh é uma das maiores associações de TCC do Brasil acho que há um tempo atrás a gente era maior não sei se a gente perdeu para São Paulo já enfim não sei como é que tá isso mas era uma das maiores em
termos de integrantes E e todo ano a gente tem em setembro ou outubro já não lembro um dos dois meses por ali eh amostra universitária de TCC tá promovida pela TC então também é legal porque a gente encontra a galera do Estado inteiro e ver o que que eles estão fazendo em termos de TCC eh também é bem legal geralmente é na PUC Tá na Puc do rio aqui na Gávia eh mas também é bem interessante Então se a galera qu é de outro estado também procurem as atcs de Vocês que geralmente eles também TM
outros ã eventos e tal né tanto eventos online enquanto evento presencial eh para vocês poderem estarem sabendo quem é que tá quem tá próximo de vocês ali né O que que é que que tá fazendo né O que que é que tá rolando o que que é que tem de novo tá eh se eu não me engano a gente não tem atcs em alguns estados por exemplo eh Pará Eu sei que Não tem atc mas são alguns estados específicos de Nordeste também tem alguns estados que não tem enfim mas se alguém tiver alguma dúvida aí
se tem ou se não tem me pergunta se for de outro estado que eu que eu respondo ou falo Ah esse aqui é mais próximo para vocês bom Outra coisa que eu faço no momento é que eu sou doutoranda em psicologia lá na ferj E terminei meu mestrado justamente nesse grupo de tept aonde eu fui trabalhar com neuropsicologia do Transtorno estresse pós traumático dentro do meu mestrado Então sou mestre em Saúde Mental também beleza galera muita informação né Então vamos lá bom com o objetivo das nossas da nossa aula de hoje a gente tem escrever
as bases teóricas da TCC apresentar os conceitos características e os princípios da TCC apresentar as Diferentes ondas você já devem ter ouvido por aí F ah primeira onda segunda onda terceira onda né Eh enfim a gente vai entender o que que é que é isso instruir o aluno na realização de entrevista clínica que isso a gente vai fazer na nossa parte da tarde e orientar o aluno na avaliação de casos clínicos também que a gente vai fazer na parte da tarde porque a aula de hoje a parte da tarde se conecta com a aula dois
que vocês vão ter mês que vem que vai ser Sobre conceituação Beleza então vamos lá antes da gente continuar Vamos fazer uma outra coisa antes da gente continuar para isso vocês podem se apresentar galera eu já me apresentei já conheço vocês rapidamente só falar o como vocês vão se ver online né então Ah vai para não ficar aquela coisa do tipo assim é uma é uma coisa imaginária não não sei se essa Pessoa existe né Eh se vocês puderem quem puder né claro Abrir a câmera se apresentar falar o nome falar como é que tá
por a escolha da TCC né O que que é que a TCC por a TCC na vida de vocês e se já tem experiência Clínica se não tem enfim que em que pé tá da carreira pode ser eu posso começar pera aí eu eu vou eu prefiro fazer por ordem alfabética pode ser para eu não me perder então vamos lá Cristiane Olá a gente tá te vendo só que ah agora agora saiu o microfone Beleza agora a gente vai te ouvir não não estamos ouvindo Cristiane Oi agora sim agora sim fone eh bom dia bom
dia bom meu nome é Cristiane né tô no 10º período tá tô se Deus quiser meon finalizando essa essa etapa da faculdade eh eh já tô atendendo no spa da faculdade Né tô com uma paciente já tem desde o semestre passado aí ela voltou agora fiquei muito feliz né dando continuidade aí eh Também faço um estágio paralelo mas lá eu ainda não atendi só mesmo ainda não apareceu paciente mas eu tô naquela questão da supervisão aí a gente aprende muito eh a TCC acho que a sua fala aí foi assim eh só confirmação do que
eh que a questão da abordagem realmente gera essa essa ansiedade aí né se a Gente tá no caminho certo mas ao a sua fala sobre como vemos o mundo e como a a abordagem vê as pessoas assim acho que realmente resume né é um encaixo né é aquela coisa assim eu nunca fui muito de acreditar nessa história de alma gêmea mas que isso funciona funciona sim e assim Acho que foi no último minuto do segundo tempo que eu falei assim não é isso mesmo que eu eu quero E aí na caminhada já desse pequeno né
Período aí eu já assim até o momento a certeza da TCC né porque assim tudo tudo que eu vivo e algumas situações eu é TCC não tem para onde correr então assim quero aprender muito aí com vocês tá bom ah perfeito Cristiane não não você tá se formando aonde Qual é a faculdade que você faz eu faço na Unigran Rio nova Guaçu Ah legal legal bacana bacana tem mais duas amiguinhas minhas aí Opa o ruo Iguaçu hein Ah isso aí maravilhoso e o caso que você tá atendendo lá tem algum transtorno tem Alguma queixa assim
tem ansiedade ansiedade e tá curtindo atender transtorno de ansiedade ah eu tô tô tá bem assim tá tá fluindo bem ela tá aderindo tá tá muito bom Dizem que o paciente tem a nossa cara a gente tem um paciente que mas assim tá dando certo não Pior que é eu tive um estágio também um estágio não já era Trein já era formada nessa época que também aconteceu isso uma paciente veio para mim E aí eu falei cara o que que tá Acontecendo E aí no meio da terapia assim ela falou sobre uma um déficit de
atenção que ela achava que tinha não sei o que não sei que ela a a supervisora olhou para mim ela falou cara como é que os pacientes caem na mão da pessoa certa né tanta pessoa na equipe para cair caiu na na tua mão que tu tá estudando neuropsicologia eu Caraca bizarro né impressionante parece que atrai né Exatamente porque a gente não não tinha assim ah o paciente chegava quem Tava na fila pegava né então não tinha uma coisa assim ah vou ler sobre o caso não tinha uma triagem uma coisa assim não tinha Então
realmente foi muito inesperado eu falei é faz sentido Obrigada Cristiane Dani tem duas danieles eu não sei agora quem é quem tem três Bom dia pera aí Daniele Você tá em dois dispositivos é porque o que acontece eu Tô com dificuldade de abrir minha câmera e aí eu percebi que no meu notebook tava meio difícil tem imagem eu liguei o outro computador mas vê se agora melhorou a minha sala aí tá Não beleza então faz o seguinte desliga o áudio do outro dispositivo pelo qual você não tá falando que você tá só recebendo senão vai
dar Eco vai dar interferência Só enquanto você tiver falando desliga o áudio dele Vê se melhorou Melhorou ah ótimo quero pedir perdão primeiramente Pela câmera com muita dificuldade em abrir essa câmera mas até a hora do almoço acho que resolv esse problema tranquila então eu acabei de mear agora pela Universidade de Almeida então T nesse início deess jun muita expectativa junto com vocês e é isso né acabei foco de graduação graças a Deus eç a Deus e me Conta eh você já teve alguma experiência Clínica seja em estágio enfim foram do anos é engraçado né
Eu sempre fiz terapia né Mesmo antes de começar a faculdade tendo que o e tive o contato com a TCC além da sala de aula com a minha terapeuta só que foi agora né finalzinho do semestre eu tive que fazer a troca da psicóloga Porque é tão B vinha né anteriormente ela sair do Rio de Janeiro enfim e eu não quis perder essa questão do presencial e falei vou Trocar de profissional E aí essa terapeuta que eu fui ela era sendo que os do anos de Ino eu achava que eu ia segir pela sistêmica eu
atendi uns do anos através da abordagem sistêmica mas quando eu comecei meir na terapia como paciente EMC eu fiquei Encantada porque eu percebo a questão do resultado a aderência E aí no fiozinho da faculdade é que eu comecei a fazer essa troca saí Da sistêmica e me f na TCC eu sim caramba legal bem legal e Daniele não não larga essa visão da sistêmica tá se eu pudesse te dar uma dica eh você tem uma bagagem legal e que e que a sistêmica bate muitas vezes com coisas que a gente precisa observar dentro do movimento
do nosso terapeuta do nosso terapeuta perdão do nosso paciente individual Tá eu já me peguei muitas vezes tendo que estudar um pouco sobre sobre famílias sobre o sistema sobre Como o sistema agia naquele paciente para eu entender o que que tava acontecendo exato Com certeza eu quero poder dentro da TCC também né Eh poder seguir assim né com casal e família eu tenho muita vontade sim é muito legal se você quiser então já ir lendo tem o Frank datilo ele é um professor de TCC né Ele é um teórico de TCC que tem vários livros
sobre terapia de casal e família o livro dele se eu não me engano é uma capinha Azul tem umas Familinhas assim você CONSEG depois alandra colocar aqui no chat consigo consigo sim me cobrem me cobr que eu sou meio político assim eu falo não vou fazer isso vou fazer isso depois eu esqueço Então me cobrem que eu consigo botar o pelo menos a carinha lá no pode deixar no grupo de vocês beleza obgada nada então vamos lá foi Euzimar ah el Zilmar tá sem som então pera aí mandou aqui também no chat Opa Peraí deixa
eu ver não táo a uma tá no 10º período também então deve ser amiga aí da Cristiane atendendo no spa da Unigran Rio de novoa Iguaçu ah tá no ônibus Tudo bem sem problemas sem problemas zmar Quando você chegar se você quiser pegar e falar abrir sua câmera e falar com a com a gente tranquilo tá bem Fernanda Fernanda Camargo tá me vendo tô tô te vendo inclusive sábado que vem sábado verdos de Fernanda ou de Alessandra para Fernanda né Fernanda você não quer já morar aqui em casa não sei lá todo final de semana
a gente sai com como uma pizza de boa não ou no caesm né o caesm tem que ter uma caminha lá pra gente reamar eu moro bem pertinho não não tem essa reclamação né porque quem vem de longe é mais mais difícil Mesmo então para quem né como as pessoas não me conhecem Eh meu nome é Fernanda Eu me formei pela uf há muitos anos atrás E aí durante a a faculdade eu acho que pela pela época né E como foi a formação e tal eu não me identifiquei com a clínica achava que Clínica não
era para mim e fui pro RH anos atrás e e alguns anos falo bem poucos anos mesmo se de formada eu tenho 10 talvez a uf é uns oito 5 anos por aí Que passou a diversificar o currículo dela mais e ter um olhar mais Clínico a uf tinha um viés muito social né então Eh realmente era uma era uma faculdade com essa característica Não que seja bom ou ruim tá gente cada faculdade vai ter uma uma característica do mesmo jeito que o WD é mais voltada para organizacional por exemplo que a FJ a pouco
são mais voltados paraa Clínica a uf tinha essa característica no corpo docente dela não sei foi por alguma Questão ali de de formação do como a faculdade foi crescendo e quem fazia ali né a universidade mas era interessante observar esse movimento deles é e o meu tem 20 anos já E aí eu falei bom não é para mim né ok fui para PR para o RH trabalhei 15 anos em RH eh por questões familiares enfim eu precisei sair do RH né porque não deu para conciliar E aí eu fiquei nessa e agora vou fazer o
quê e tal e aí como eu tinha né um olhar mais prático digamos Assim para paraa psicologia né porque o RH te dá isso eu pensei bom eu vou para avaliação neuropsicológica porque assim é só aplicar teste né ah coisa pouca fo isso coisa pouca e tal chego lá vejo os testes É bem isso aí que eu quero e aí fui né Eh Percebi né descobri e aprendi que não é isso né assim tem logicamente n uma parcela da aplicação de teste mas é pouco e aí eu fui assim muito fiquei muito interessada uma parêntese
Gente desculpa porque que porque eu tô zoando A Fernanda que eu que ela pode morar aqui comigo porque ela tá terminando após de neuro com a gente então um Sá hoje ela tá me vendo e sábado que vem ela está comigo então assim e na outra no outro acho que eu tô na aula na outra eu tô sábado e domingo na aula na outra é a última supervisão né dia 13 eu vou me dividir tem aula aqui e aula lá não sei ainda como Farei mas assim assim tá sendo foi um ano de 2023 e
esse ano assim muito intenso mas muito maravilhoso assim né porque você descobrir que você gosta de outras coisas se interessar querer estudar Isso é assim Fantástico né então acho que foi um ano muito bom e assim 2024 acho que vai ser melhor ainda E aí e nessa né assim de de olhando os casos olhando né na na supervisão E durante as aulas eu falei assim bom não só tô muito interessada como preciso ter esse olhar Mais Clínico né fará diferença na minha vida profissional e tal e aí falei a hora vi lá eu já sabia
né o ano passado abriu a a formação eu fiquei assim falei poxa eu acho que eu vou fazer mas achei que ia ficar muito muita coisa né eu falei Calma né E aí agora achei que era assim um momento bom porque tá terminando uma começando outra né então assim graças a Deus eu tô começando a trabalhar então assim já atendendo né na na neuropsicológica então achei que ia Ficar meio tumultuado e agora eu acho que vai dar vai dar tudo certo e é isso então com TCC vai ter vai ser tu a primeira experiência né
Fernanda primeira experiência assim eu já até tô em parceria com uma psicóloga que atende TCC né Aí eu Foi ela que me passou aquele caso lá que eu te falei do ah aham que tá valando agora e aí eh tô começando a atender assim com a meio que a supervisão dela né E aí contato agora e aí tô gostando Eu quero estudar para seguir e é isso perfeito Fernanda obrigada obrigada aí vamos agora pro Gabriel oi oi Dá para me ouvir Dá sim estamos te ouvindo e então eu tô no oitavo período agora eu tô
na frj você você me conhece Alessandra Gabriel é ouvindo sua voz eu sei quem você é é eu fui seu aluno é porque minha câmera tá Problema o Gabriel que estuda psicometria não é isso e Mas então eu tô no grupo da Amanda de psicometria mas eu a Amanda também tem um estágio em TCC sim em atendimento Clínico que foi aonde eu conheci um pouco melhor a abordagem e tal e aí eu aí eu vi o o o curso achei interessante e vim para aprender mais porque porque eu frj tem pouco de TCC né E
aí eu eu Quis me aprofundar um pouco mais no no tema vai por mim hoje vocês T é muito hein Gabriel é né ter uma ideia quando eu fui aluna em 2012 então em 2007 quando eu fui aluna TCC era disciplina eletiva a gente só tinha como obrigatório behaviorismo no segundo período que era dado pelo professor amand nem sei se ele continua dando essa disciplina ou ou o que que é que ele tá Dando agora não sei mas o amandio não era comportamentalista né Eh então ele não tinha uma uma experiência clínica para falar sobre
isso eh e aí a gente tinha eletiva TCC com o professor Bernard né que depois peguei Justamente a transição né do professor Bernard pra Marcel O Bernard tava se aposentando e a Marcele entrando eu peguei a transição dos dois e hoje o que vocês têm de disciplin de TCC era um sonho pra gente Né então hoje vocês até têm mais entendo que ao longo do do curso né isso à Não só na FJ em outras faculdades is também acontece tá já vi em outras faculdades serem diferentes também o que é muito bom mas enfim acaba
tendo uma ênfase primária em outras abordagens para depois ter em TCC né vocês acabam vendo já muito pro final do curso mesmo já tendo mais então Eh acaba ficando uma coisa meio defasada entendo Mas hoje vocês já tem bem mais Do que um dia do que um dia se teve ali dentro tá então hoje você já tem mais oportunidades graças a Deus e e muito legal porque teu estágio O teu estágio TC eu sei que é voltado justamente paraas questões de de autoestima né um trabalho em grupo que é uma coisa muito legal quando a
gente trabalha TCC em grupo também e e a gente tem pouco isso a gente já a gente vê mais a aplicação da TCC em grupo né dentro de universidades do que dentro de clínicas Né então legal porque aqui você vai ter a oportunidade de ver outras Outras aplicações da TCC né ver a abrangência dos casas beleza OK tudo bem Obrigadão Gabriel Helen eu bom dia bom dia então eu tô no vou me formar ano que vem no final né tô no sétimo período vou começar a atender no na clínica da faculdade esse Semestre legal e
eu já faço estágio com crianças atípicas crianças e adolescentes já desde o começo da faculdade então assim a área que eu mais me debruço sobre porém agora eu também tenho interesse na TCC Não na verdade eu sempre tive interesse na TCC né mas como eu trabalho com isso né E durante a graduação dinheiro é uma coisa importante eu decidi só durante depis tentar fico spoiler mesmo quando a gente Se forma a necessidade de dinheiro continua talvez até aumente não sim mas aí é mais facilidade né Depois que você ter um crp na mão as coisas
se tornam mais fáceis então eu decidi investir mais né na área de que eu já estou atuando né durante a graduação e agora como eu já tenho muita experiência sobre o assunto eu decidi focar também na TCC que é uma coisa que eu gosto muito mesmo antes de estudar psicologia já era uma coisa que Que eu gostava muito queria verdade fazer uma após né mas não pode só Depois de formada só Depois de formada aí eu decidi fazer só a formação mas depois eu vou querer fazer após Ah legal Helen você Você tá estudando aonde
qual a universidade você cursa Eu Na verdade eu sou de Niterói né vocês a maioria do Rio eu sou de niteró eu faço na Anhanguera mas como diria Fernanda landeiro a faculdade é só para você pegar o seu diploma né Porque eu tive a matéria de TCC O semestre passado e não aprendi nada eu sabia mais do que as pessoas que falavam sobre o assunto eu sou curiosa então eu busco muito né ótimo perfeito Isso é uma qualidade falou o professor falou mais sobre análise do comportamento do que sobre TC em si entãoa fica na
Região Oceânica no centro mesmo de Niterói tô lembrando onde que é você Conhece isso eu trabalhei na famat Ah eu tenho muita vontade de mudar para lá para famat vero sei onde é universo a Fate agora Anguera não a Anguera é quase em frente terminal lemb não lembro mesmo depois eu vou lembrar depois eu depois a imagem vai vir na minha cabeça não tem problema não mas é isso eu trabalho como atendente terapêutica na parte da manhã uhum e na na parte Clínica né na parte Da manhã e à tarde eu trabalho numa Escola com
uma criança com o Miguelzinho de 8 anos fazendo esse acompanhamento com ele sim sim e tem algumas coisas muito importantes que você falou Helen no teu relato que eu queria muito salientar curiosidade Isso é uma palavra muito curiosa importante eu não ten eu não tenho tempo mas eu comecei um projeto de extensão em avaliação neuropsicológica na uf aqui em Niterói assim aonde colocar na minha Agenda eu não sei eu só sei que eu quero aprender maravilhoso mas é isso mesmo só que vai com calma para daqui a pouco tu não tem um Burnout virar o
paciente ao invés do terapeuta né Vai com calma Vai com calma não com certeza agora tem uma coisa muito importante quando a gente fala de curiosidade que não é só a curiosidade por aprender a teoria né quando a gente é terapeuta a gente precisa ser curioso sobre o paciente tá imagina que você é um detetive sobre Aquele paciente seja curioso nenhum cente vai te vai se incomodar de você perguntar alguma coisa para ele claro que existem jeitos de perguntar né e eh mas assim nenhum paciente Vai se incomodar de você querer saber sobre ele sobre
a vida dele ele vai se incomodar pelo contrário por você não demonstrar interesse por ele exatamente Então você ser curiosa sobre o paciente sobre o caso que você tá atendendo sobre a pessoa que tá ali na tua frente querer Entrar na vida dela querer entender como é ela e e o que que acontece com ela é algo fenomenal por quê isso já vai dar pra gente um caminho assim pá eu eh vocês vão ter na segunda aula né a aula de conceituação eu brinco que é como se isso fosse dar um mapa assim né pra
gente eu tenho Niterói eu tenho várias maneiras de chegar em Niterói né Eh quem é que do Rio vai entender eu posso atravessar a ponte eu posso pegar a barca eu posso ir de standup porque Algumas pessoas já foram de standup atravessando a a a Baia de Guanabara eu posso pegar o caminho indo por Magé por Magé sim tá eu tenho diversos caminhos para ir para chegar em neroli mas eu tenho um que é mais efetivo que vai fazer chegar mais rápido em segurança e enfrentando menos problemas menos engarrafamento Sei lá tá quem vai me
dizer qual é esse caminho mais efetivo o mapa né vou abrir ali o Google Maps vou ver como é que tá o trânsito vou ver o Caminho é isso e a gente também tem essa mesma coisa com os nossos pacientes que essa coisa se chama conceituação a conceituação é esse mapa só que para eu ter esse mapa recheado de informações para eu saber o caminho melhor eu preciso ser curiosa sobre meu paciente e entender qual é a função de cada uma daquel daquelas coisas que estão acontecendo na vida dele muito bo didática Ah obrigada eu
adoro fazer analogias gente Vocês vão perceber que eu vou fazer analogias com 1300 coisas a minha terapeuta a minha terapeuta que in ela fica louca quando eu faço isso ah adorei quero escrever eu falei ai meu deus do céu pronto daqui a pouco vai lançar um livro Minha paciente e suas metáforas eh então assim eh é mais ou menos isso que acontece eh com a gente tá com com com o nosso serviço de terapia como a gente vai conhecer esse paciente então Sempre sempre seja curioso desse P pera aí por que isso tá acontecendo na
vida dele por que ele tá agindo assim tem um motivo ninguém aje disfuncional de sacanagem com cer eu quero porque eu quero ser disfuncional eso ali e não tem tem algum motivo tem um antecedente exatamente você ser curiosa para entender porque aquilo tá ali tentar entender tentar montar esse mapa tentar montar esse quebra-cabeça é um caminho bu bem andado dentro da terapia porque Você não vai ficar patinando sobre as técnicas sobre o que você precisa fazer você vai no caminho certeo tipo Ah entendi então o rolê tá aqui tá Aqui é aqui que eu tenho
que ir tá então isso é muito bom nunca perca essa curiosidade Isso só vai te levar a lugares muito muito bons né Eh e vocês que estão aqui também se se não tem essa curiosidade essa habilidade é o momento de desenvolver agora sejam curiosos treinem isso principalmente quando a gente for Fazer a entrevista treinem isso porque é importante beleza uma outra coisa muito importante do relato da Helen que ela me fez lembrar ela trabalha com crianças atípicas né Eh quando a gente fala crianças atípicas são atípicas no desenvolvimento né então tiveram alguma alteração no no
neurodesenvolvimento delas tá eh e a TCC vai ser eficaz né para alguns tipos de crianças para outros a gente tem outras abordagens que Serão mais eficazes tá vocês vão ver isso na aula TCC infanto juvenil mas já já me dando Pitaco aqui a gente na TCC trabalha com crianças que T uma capacidade intelectual digamos assim para aguentar a TCC tá Por quê Porque a gente vai ter que trabalhar sobre pensamento sobre nomeação das emoções sobre identificação das situações e etc tá quando eu tô falando de uma criança atípica ou seja que tem uma alteração no
neurodesenvolvimento né e que também e Conjunto com essa alteração não tem um intelecto para aguentar isso a gente costuma trabalhar com com com com teorias comportamentais tá porque essa criança só aguenta os aspectos comportamentais não aguenta os suportes os aspectos cognitivos da terapia tá então aí vão ter outras por exemplo aba é uma delas né que tá bem em voga agora é uso exatamente então Eh Isso é uma diferenciação importante para vocês terem tá porque senão o que que acontece Tô tentando fazer tô tentando já já vi isso tá gente é um caso real tô
tentando atender excer aqui uma paciente que tem déficit cognitivo tem deficiência intelectual eh e não tá rolando não vai rolar nunca nunca a paciente não consegue alcançar isso já num paciente adolescente tá não consegue alcançar o que que é o pensamento o que que é a cognição observar a cognição dela você vai ter que descer Algumas casas né e trabalhar num aspecto comportamental ou Encaminhar para alguém que trabalhe com uma terapia exclusivamente comportamental ok Então isso é uma diferenciação importante para vocês fazerem sobre os pacientes que vocês vão atender belezinha boa explicação Obrigado Helen Obrigada
nada Gente vou voltar aqui PR elzimar porque elzimar já chegou e consegue falar com a gente Ah então tá bom tá tá me ouvindo direitinho estamos Bom dia é então eu Também sou da unigr de novaiguaçu eu sou da sala da Cristiane formil u novaiguaçu eu foi até eu mesma quem incentivei também ela para fazer esse curso né quea tá uma meha desanimadas toda turma a gente tem alguma caravana após de neuro que tá acontecendo presencialmente agora é a caravana Niterói sem sacanagem tem maisas cinco alunas de Niterói eu falo gente não cabe Nem todo
mundo dentro de Uber né Vocês TM que alugar uma van para Vir para cá tem sempre uma caravana de algum lugar a gente sempre tá assim uma dando né bizu pra outra né vai esse curso faz al vamos é é muito bom e tem a a tem a outra aluna também que é a Simone que também é da então aí a TCC né como a gente sempre eh escuta né falar na faculdade eu ela que me escolheu não foi eu que escolhi a TCC porque eu acho que faz muito sentido né para mim dentro da
Psicologia né é uma área que eu gostei muito e eu também tô eh atendendo na Spa paciente né 10º período e eu sou técnica de enfermagem por isso que eu tô vindo do plantão porque eu trabalho a noite dia plão e essa batid Dona também eu faço também é um estágio lá numa clínica la Nilópolis eu e a Cris também fazemos fazemos juntas Ah legal é a gente faz as quarta-feira à tarde e é isso bacana E você tá atendendo que caso na Na spi Osmar eh é mais é ela quer um autoconhecimento mais para
saber dela como que ela funciona legal legal muito válido também super válido bem legal E aí a conceituação cognitiva funciona como esse mapa né Deixa eu te mostrar aqui pera aí que eu tenho mapa para você É verdade ela peru muito bem assim é um rpd ela ela faz em casa praz sim e também assim igual a nossa querida Luna aí falou que realmente a faculdade ela não dá assim muito né ela dá uma Pincelada né então com certeza a gente termina a faculdade tem que eh procurar continuar estudando mais e mais nunca vai acabar
sim não tem jeito a nossa carga horária dentro da universidade é muito restrita né pra gente abordar tudo eu lembro quando eu dava disciplinas TCC eu ficava enlouquecida um trabalho que eu tive fazer comigo mesma como docente foi isso falei cara eu não vou conseguir tacar o conteúdo de uma formação dentro de uma disciplina não dá a carga horária Não é a mesma não dá simplesmente não dá então eu vou ter que escolher alguma coisa aqui né para trabalhar ou vou enfocar mais no funcionamento da terapia ou eu vou enfocar mais na aplicabilidade da terapia
eu vou ter que escolher alguma coisa uhum né não dá a nossa carga horária é muito restrita então não tem como o papel da faculdade é realmente ensinar pra gente mostrar cada uma né então dá aquela pincelada de cada uma depois a gente tem que correr por Fora sobre o caminho que a gente escolher infelizmente é assim n te perguntar pode falar pode falar eu te perguntar se depois você pode falar um pouquinho sobre essa eu não sei se é abordagem é sistêmica porque eu tenho uma uma amiga que ela falou que já indicaram para
ela fazer e né né a terapia para ela nessa nessa linha né da sistêmica Eu acho que pelo que eu tô vendo parece que tá ampliando né Aí você poderia depois conversar um pouquinho Com a gente se der tempo é eu não sei muito sobre a terapia cmica porque eu não me informei sobre eu não me informei nela né assim estudei de orelhada para atender um caso que eu sabia que tinha repercussões ali e encaminhei esse caso para terapia de família eh porque Justamente eu identifiquei ali questões que funcionavam que acabavam que o sistema né
Eh fazia ali altera grandes no paciente enfim eh mas a terapia sistêmica né é uma abordagem tal como São outras abordagens tal como TC abordagem tal como uma psicanlise isso tá com uma psicanálise é uma abordagem etc aonde a gente vai olhar pra pessoa dentro do sistema que ela tá inserida por isso que se chama sistêmica tá então a gente vai olhar o ambiente familiar né seja um ambiente de casal seja um ambiente de família enfim a gente vai olhar a pessoa entender essa pessoa sobre esse viés do mesmo jeito que na terapia cognitiva a
gente olha a Pessoa sobre o viés de quais são as crenças dela Quais são os pensamentos e como ela se comporta diante disso uhum ah então tá bom muito obrigada uma maneira geral imagina e tu falou uma coisa nada tu falou uma frase muito importante que me lembrou minha professora da formação eu fiz a formação com a Eliane Falcone e a Elene schar as duas já se aposentaram né Elane Falcone da oest e a Helene da PUC e a Helene falou justamente uma Frase que sempre me marcou que foi isso ela falou e engana-se se
quem escolhe a abordagem é você a abordagem que te escolhe É né Eh então isso para mim ficou marcado assim Fez muito sentido eu falei cara é isso porque é esse encaixe é é esse encaixe é o conhecimento que a gente tem da abordagem e como isso se encaixa com a gente Sim sim eu até eu até gostei muito da psicanálise né assim não também foi muito eh Raso né O que a gente Aprendeu porque é muito conteúdo psicanálise mas assim lá na frente eu quero também estudar um pouquinho mais né mas eu acho que
também a psicologia a gente sempre não é que a gente vai usar um pouquinho de cada um não mas assim sempre esbarre alguma coisinha né da psicanálise da Gestalt pode a base clínica que a gente tem né de relação teraputica e tal da psicanálise Sim sim eu achei que também Algumas coisas fez sentido também para mim mas a TCC eu me apaixonei foi foi o que fez mais né foi o que fechou mais a ideia é assim mesmo é isso mesmo Obrigada zimar b então Júlia Júlia Lira Olá bom dia bom dia e tá me
ouvindo bem uhum eh eu f aluna Alessandra na Sta do nor shopping em comportamental CMA eu não vou lembrar o ano porque tem temp foi antes da Pandemia gente que tristeza era tava tão bom aluna nesse período me formei ano passado naa eh S Oi sim sim tava falando Sim tirei meu TCC agora esse ano tem pouquinho tempo então assim desse período para terminar para tirar eu não entrei eu tive os estágios da faculdade fiz TC nos estágios conheci outras abordagens também como gestal enfim só que foi a TCC mesmo que captou não tem Jeito
e aí dentro disso eu queria realmente o o curso de formação para aprofundar mais para conhecer mais já agora com eh o trp para poder já entrar nesse nesse mundo entendeu porque é como falaram o conhecimento que tem é o que a gente teve na faculdade mas não é o aprofundado assim é mais e aí para atendimento com supervisão aqui e tudo mais é totalmente diferente eu tive também na minha terapia no caso A era TCC então assim todo o conjunto foi para isso entendeu sim s a supervisão Vai Dando uma segurança pra gente né
então isso faz todo diferencial por isso que é muito importante pra gente eh pra gente como educador né falo no meu nome no nome da Juliana nesse sentido eh ter a prática supervisionada dentro do curso de vocês né porque senão vocês vão ver teoria teoria teoria e Ok o que que eu faço com isso depois né Eh e ao mesmo tempo não adianta falar vai Pra prática e se vira aí né não eu preciso que vocês tenham um embasamento para isso eu preciso que vocês tenham uma segurança para isso senão a gente a gente dá
cabeçada por aí né E aí não adianta posso falar alum negócio assim com você uma adendo não tem nada a ver com o curso mas para mim foi super assim eu te sigo no Instagram né Tem tem e eu vi uma foto sua com eu não sei se é sua personal mas ela foi minha professora a thí minha professora de educação física No ensino fundamental E aí quando eu vi a foto eu falei gente minhas duas professoras juntas fiquei um pouco assim que muito pequeno pequeno ficando mas isso mesmo porque eu achei muito engraçado assim
minha professora da faculdade e minha professora do Ensino Fundamental Ah que legal ela já não dá aula em escola já tem um tempinho ela tava até me contando isso ela falou não saí de escola e tal não não não me dei assim Gostava mas eh não dava bem com a questão da da do ensino público né das das necessidades organização tempinho mesmo Hã Tem um tempo mesmo aí ela falou isso Ah Poxa que pena e tal não sei que na dia ela tava até falando isso comigo isso n já min legal que bacana por nada
imagina prazer te rever Júlia Júlia pi Oi consegue me ouvirá consigo Bom dia gente eh eu sou Júlia pia eu tô eh Atualmente no 10º período de psicologia da Vega de Almeida eh e assim eu já terminei o estágio né eu estagiei um ano e meio na equipe de TCC com Daniel lemos Daniel Lopes não sei se vocês conhecem e assim eu já queria TCC há muito tempo porque enfim eu descartei a psicanálise logo e a minha busca foi desi foi ótimo pensamento aqui embaixo de olhando uma latinha de lixo recicláv jogando É pois é
porque assim né eu busco sempre uma questão meio mais científica assim né naquele olhar mais Eh mais atualizado eu acho das coisas né Eu Acredito até que tenham linhas da psicanálise são mais atualizadas mas eh Tem muitas que são muito presas ainda né então Eh eu fui pesquisar mais tive algumas aulas na faculdade depois tive casos clínicos também de TCC e e é isso aí Já atendi tive três casos lá por um ano e meio e e é isso eu Queria acrescentar minha formação porque tem tempo já né que eu tive aula no presa na
faculdade né assim no na faculdade privada né a gente tem demora a se formar mas eu me formo agora se Deus quiser nesse próximo período agora em junho e é isso aí eu queria voltar tanto a ter uma experiência teórica e prática também né antes de me formar não e assim mesmo conforme a gente vai chegando no final da faculdade a gente vai tendo uma sensação acho que A gente tá preso ali uma coisa meio Caverna do Dragão sabe eu tô vendo a saída mas eu não consigo sair isso é normal po eu tive eu
tive casos bem assim complexos assim né porque eu atendi no spa E aí demandas são de de coisas muito de pessoas que não conseguem ter atendimento né porque às vezes é muito caro né enfim então Eh eu vi que me acrescentou muito assim na supervisão e eu queria ter essa oportunidade também aqui não com certeza E não se assusta não cara o final da faculdade é perang perang Até porque assim a gente já vai descobrindo o que que é que a gente gosta e ainda precisa voltar para algumas coisas que a gente não gosta que
a gente já viu que não quer enfim é perrengue mas acaba acaba passa agora só tô com a mono então tô tranquila vai por mim beleza Obrigada Júlia nada Kina não consigo ver ah cheg agora AB Abriu abriu Oi gente bom dia eh meu nome é Karina eu sou recém-formada me formei pela Veiga também na Tijuca eh durante a formação Sempre tentei fugir da Clínica achava que não era um ambiente para mim sempre quis muito debater questões sociais dentro da Psicologia então todos os meus estágios foram nas áreas sociais eu fiz estágio em área Comunitária
e também jurídica e a TCC eu comecei a gostar depois que eu Entreguei minha monografia eu tive algumas matérias para fazer ainda aí eu fiz TCC e foi a única abordagem clínica que eu realmente me identifiquei e foi basicamente isso perfeito e como é que tá tua como é que foi tua experiência você a tua experiência Clínica foi no estágio fora eh fora do da graduação né você já teve alguma experiência como é que tá isso na na tua vida aí é Clínica eu não tive experiência Ainda quer dizer na na área social a gente
tem um pouco de experiência Clínica né querendo uma escuta Clínica e tudo mais mas todos os meus estágios eram mais voltados paraa dinâmica de grupo essas questões assim uhum beleza perfeito perfeito a se tu for tendo alguma dificuldade de olhar pro porque assim é um olhar de paciente né Muito individual né E que você teve você teve um olhar do paciente muito mais grupal né é Isso olhar ele no meio né mas assim se você for tendo dificuldade sobre isso vai falando porque é é uma mudança bem bem intensa né Tipo olha olha assim né
Eu brinco muito que assim é como se imagina um cavalo né que usa aquele negocinho assim para olhar pra frente sabe vocês Sabe aquele negocinho queele US ass que o cavalo tem uma visão periférico muito grande É como se eu precisasse botar isso em alguns momentos em você mas em Alguns momentos também precisa afrouxar isso para você ver o que que tem de lado mas você tá acostumado a olhar o lado na frente então é uma mudança de foco né sobre sment sobre o que a gente tem pro paciente beleza B perur Obrigada Carina nada
Letícia guinancio Oi bom dia só um minutinho tentar abr eita ai gente esse negócio notebook é complicado calma aí posso tentar entrar Pelo celular que aí eu tento pode pode eu vou passar então PR outra Letícia E aí eu volto para você e aí eu volto tá bom beleza Letícia Rodrigues Bom dia consegue me ouvir consigo sim eh começar que eu fui aluna da Juliana né me formei pela Veiga Então já vim acompanhando aí também trabalho dela eh ten 5 anos e meio de formada a TCC também sempre foi me puxando de alguma forma né
atuei na com com atendimento Clínico pouco tempo que foi antes da pandemia e seguida eu fui para atendimento online por conta da pandemia né não me estendi muito nos atendimentos clínicos porque eu tava também fazendo pós em psicologia hospitalar e com a pandemia eu fui parar na linha de frente e aí eu trabal e eh trabalhei como psicóloga hospitalar no hospital da Unimed em Friburgo então Saí daqui do da do do centro mesmo mas fui pro interior e fiquei na lha de frente da pandemia Eh em seguida quando começou a amenizar Eu Voltei pro rio
e fui pra linha de frente da fio Cruz né amenizava os casos mas ainda tinham-se muitos unidades né É E aí nesse meio tempo ao mesmo tempo eu voltei pro online com alguns pacientes devido a famílias que me procuravam Então eu fui nos atendimentos onlines a TCC me trouxe muito desde alguns estágios né alguns contatos que eu tive com o estágio com a minha terapeuta né que a gente vai pulando fiz Análise fiz várias mas só parei na TCC E aí eu falei Opa já vinha me puxando pelo profissional e agora enquanto paciente atualmente eu
trabalho continuo na fio Cruz né mas eu trabalho como psicóloga do trabalho né que não tem como ocupacional de fato Eu trabalho na assistência então é ali no inci que a gente diz que é o hospital de infecto né Instituto Nacional de infectologia eh nós somos de uma equipe do nust núcleo De saúde do Trabalhador Então eu só atendo aos trabalhadores não tenho mais contato com família pacientes externos ou internados do hospital mas é muito grande né e assim ao mesmo tempo que a gente não consegue de fato atuar lá com um processo terapêutico por
diversas questões né trabalhadores vão na sala Ah preciso de um atendimento um suporte agora mas a gente acaba não conseguindo dar aquela continuidade semanal né o horário Certinho mas a gente às vezes eu tenho trabalhadores que eu atendo a um ano que vão A cada 15 em 15 uma vez por semana quando dá Então a gente vai meio que enquadrando né algumas técnicas Até que a gente aprende né de Terapias e dá muito certo a gente vem vendo eu digo a gente porque sou eu mais uma psicóloga a gente vem vendo que dá muito certo
isso é um trabalho bem complexo porque a gente L dá ali dentro de um hospital de infecto Com muita vulnerabilidade e gravidade Então os nossos trabalhadores assim vê muito pesado muito pesado de ansiedade muito pesado por muitas perdas então a a gente acaba fazendo uns trabalhos dinâmicas uns processos que a gente consegue ver resultado né Já fiz um curs alguns cursinhos anteriores no meio da pandemia nesses atendimentos clínicos eh com relação a TCC mas eu tô sempre achando que me falta né a gente tá sempre eh querendo buscar mais e um Pouquinho do que você
falou a curiosidade né enquanto aos pacientes que a gente atende trabalhadores a gente vem sempre assim né Opa veio uma demanda que tá me faltando é atualmente eu faço também uma especialização em psicologia obstétrica e Perinatal Ai que legal é porque eu também sentir essa necessidade a gente atende às vezes muito Nossa maioria lá são mulheres né então a gente atende mulheres com perdas né recente luto então é um mix né Somos duas Psicólogas para mais de 2.000 funcionários então de fato é de tudo um pouco né e tem um desj de voltar de fato
atendimento Clínico vou consegir né mesmo com com a intensidade que é fio Cruz eu vou conseguir acho que é um pouquinho de não com certeza ótimo Lícia cara que bagagem que você tem assim uma bagagem dolorosa né mas que te com certeza te trouxe Bons Frutos pra clínica né para para você começar a clínica agora porque Você trabalhou com a galera que tava ali em sofrimento de frente de uma coisa que a gente tinha que lidar com a vulnerabilidade o tempo inteiro né fala durante o período pandêmico a quantidade de profissionais de saúde que me
procuraram né para atendimento Foi algo que eu nunca vi na vida nunca vi eh e Justamente a questão maior era essa assim a vulnerabilidade fala tipo hoje eu tô lá e amanhã eu tô e a minha família como é que fica e não sei o quê Era uma loucura foi um período que eu falei cara nunca mais vou passar por isso na minha vida com certeza porque assim não tem como ser igual né foi lidar com famílias que o pai saiu de casa e como a gente explica isso pra criança né e o pai saiu
de casa porque era médico tava com risco de infecção então resolveu alugar uma kitnete e ficar na kitnet para não infectar a família e enfim um caos um caos um caos um caos acontecendo né Eh então foi Momentos eu me vi nesses dois momentos porque eu precisei sair daqui ir pro interior e precisei falar não posso voltar né Eu tava dentro de um e às vezes 24 36 horas então eu falei não poss você você vira o risco você vira o risco você é o próprio risco né então assim cara é é foi um período
surreal assim que ao mesmo tempo dá pra gente um calo né de de clínica Mas é exaustivo pro terapeuta também né Eh e acho muito interessante porque você tem aí como Plano de carreira duas frentes né uma frente que é continuar o teu trabalho na fio cruz com trabalhadores tal e ao mesmo tempo também abri um trabalho Clínico né Eh esse trabalho mais Clínico acho que o curso vai te dar um embasamento para isso e o teu trabalho na fio Cruz tem algumas dicas para você um livro inclusive que eu tava lendo ai proc a
Ai meu Deus eu derrubo tudo para pegar um livro eu derrubo tudo tem esse livro Peraí deixa eu ver se dá ver Ver dá para ver dá para ver a Ah enfim conf fundo não consigo botar para ver mas é terapia cognitivo comportamental de alto rendimento para sessões Breves e eu gosto muito dele para você talvez estruturar Encontros com esses profissionais do teu trabalho tá ele tem uma para sessões Breves terapia cognitiva comportamental de alto rendimento para sessões Breves acho que se eu botar assim dá Para ver mas depois eu ti foto coloco lá no
grupo uhum tá ele tem uma estrutura de de trabalho né mais rígida digamos assim do que a própria terapia cognitiva comportamental Clínica né mas acho que essa estrutura mais rígida talvez te ajude nesses momento e tem uma outra pessoa que talvez você possa seguir no Instagram e e trabalha com terapia de sessão única não sei se você já ouviu falar isso é Muito falado lá fora aqui muito pouco que é ang tá eh e a Angélica trabalha com nossa Luciana tá muito eficiente ela já conseguiu botar elá no grupo a foto obrigado Luciana eh sou
eficiente tá beijo beijo eh você pode seguir no Instagram qualquer coisa depois eu até mando inst Instagram lá para no grupo também de vocês é a Angélica Prazeres é Angélica Prazeres gente não lembro Angélica Angélica Lopes Enfim não lembro qual dos dois sobrenomes ela usa porque ela casou enfim e aí rola essa confusão de sobrenome Mas enfim se você procurar Angélica terapia de sessão única você vai achar no Instagram tá ela ela tá hoje na Austrália Mas ela é brasileira eu a conheci aqui né no no quando eu era estagiária ela já era psicóloga eh
e hoje ela estuda muito sobre terapia de sessão única que é com acontece em diversas abordagens né e a TCC é uma das Abordagens que que traz E aí justamente o que o trabalho que a gente fala né na terapia de sessão única eh que a gente não é que é não é que assim ah como vai ser a terapia em uma sessão não é que a gente entende que é uma sessão por vez então uma sessão de acordo com a necessidade do paciente então aí entra muito nessa questão que você fala do tipo ah
às vezes o paciente chega lá e puts tô necessitado eu posso fazer uma sessão ali pontual e talvez combinar com Esse paciente Tipo olha te vejo mês que vem vamos vamos que você tá saindo com um plano de ação sobre isso E aí estruturando isso acho que pode ser uma coisa legal também pro teu trabalho adorei Obrigada então não tem literatura em português sobre isso Desculpa não consigo te entregar porque não não existe ainda não existe tá só o curso dela mesmo que é o que tem em português belezinha Ok então obrigada Letícia vamos para
Letícia ân agora Oi bom dia Eu me chamo eu me chamo L gancio Eu me formei recentemente assim pela Veiga também pela Veiga da Tijuca eh eu tive até uma experiência parecida com o que algumas pessoas falaram eu durante a minha faculdade eu cheguei a estagiar no em Recursos Humanos né aí eu acabei vendo que eu já não gostava tanto na realidade eu já sabia que eu gostava da Clínica mas eu tinha essa dúvida Porque eu pensava Ah até o momento de eu estagiar em algo eu não posso dizer com certeza que eu não gosto
daquilo Então eu fui tentei E aí eu falei Não realmente não é para mim e aí eu fui e quis fazer o spa da faculdade focada em clínica só que eu também acabei me focando durante a faculdade em outra abordagem eu me acabei me focando em existencial no caso e aí eu acabei fazendo estágios nessa abordagem até que eu também fiz um estágio externo né Durante a faculdade que a minha supervisora ela também tinha uma linha existencial né durante a eh que ela usava nos atendimentos E aí eu comecei a sentir certa dificuldade de atender
no existencial por mais que eu gostasse da teoria eu não sentia que eu realmente conseguia aplicar aquilo sabe eu não conseguia sentir essa essa junção mesmo como você fez então eu comecei a tinha essa dificuldade eu comecei a procurar né sobre outras abordagens porque eu Pensei ah quando eu me formar eu quero ter algo que eu consiga ver assim uma eh uma eficácia Sabe tem pessoas obviamente que conseguem Mas eu senti que não bateu comigo e aí eu já tinha uma psicóloga que ela era de TCC Eu já gostava também da né dela assim já
gostava de como ela atuava e aí eu comecei a pesquisar um pouco mais sobre E aí eu comecei a querer me interessar mais para querer saber mais sobre a da TCC para me que me migrar sabe para para Essa área então eu tô nesse momento de transição né Eu eu também tô sendo psicóloga voluntária no serviço de Psicologia que é situado na santa casa então eu tô atendendo lá né atualmente E aí eu tô querendo também fazer esse essa formação exatamente para eu conseguir também eh conseguir focar meus atent melhor na TC lá então eu
tô nesse nesse lá você atende que público na santa casa eu tô atendendo de criança a adultos ah mas Tem alguma queixa específica não então são vári é são várias mas eu tô vendo muito casa de depressão lá eu tô vendo a maioria dos meus clientes tá com queixas de depressão nem todos de fato chega a ser depressão mas a queixa né Eh acaba sendo então eu tô sentindo mais essa necessidade mas é bem geral assim não beleza ótimo eh e muito legal Letícia que tu falou assim de de viver na experiência né tipo acho
que eu gosto está na experiência perfeito né porque é Bem ISO você falou assim na na existencial por exemplo eu achava a teoria muito legal quando eu fui testar na prática aquilo já não encaixou isso é perfeito né se a gente tivesse oportunidade de fazer isso seria Um Mundo Ideal dentro da do nosso do nosso da nossa linha ali né profissional eh tivesse oportunidade de testar né cada um deles nesse sentido então isso assim é ótimo porque aí você tem realmente a certeza de olha experienciei e não bateu Né então você tem ali a certeza
de que aquilo não bateu e e não abandona a teoria do do existencial que você tem de bagagem que você estudou de existencial não abandona que acho que vai te servir muito pra clínica Beleza sim não e eu também tinha uma p a minha psicóloga né ela também ela me motivava muito nesse sentido porque eu ficava meio preocupada né de Ah eu estudei toda a faculdade sobre uma abordagem e agora eu vou estudar sobre outra será que dá tempo né Eu ficava com essas preocupações E aí ela me falava ela falou nossa eu estudei a
faculdade inteira sobre Jung eu tô aqui tô nem TCC E então no final das contas ela falou que tinha uma história meio parecida com a minha que ela também não na prática ela também não conseguiu aplicar muito bem e na TCC ela já achou isso E aí eu foi meio que uma motivação que eu precisava né que eu falei Ah então então vou tem super dá não e e as coisas se Complementam vocês vão ver que assim na faculdade às vezes a gente pelo menos lá na FJ tinha muito isso né uma Richa de linhas
né uma Richa de abordagens ou sou isso sou aquilo meio é quase que time de futebol sabe Ah minha blusa é minha camisa não lado né Eh e não é assim as coisas se complementam né Assim você vai ver que a bagagem que você tem de olhar as pessoas sobre uma perspectiva do existencial né vai te ajudar muito também sobre olhar a pessoa dentro da TCC buscando por exemplo os valores o que que compromete aquela pessoa o que que motiva os comportamentos dela isso vai te ajudar para caramba né E se eu pudesse te dar
uma outra ajuda nesse momento que você disse tem muito caso depressão não sei se você conhece o livro a mente vencendo o humor eu acho que é um livro muito legal para você talvez já ir lendo e te ajudando é um livro bem prático acho que que pode te te ajudando um pouquinho com esses casos Tá vou anotar aqui Tá bom obrigada nada ele tem uma capa branca eu acho que é tipo uns cubinhos assim na frente uns cubinhos ou uns emojis alguma coisa assim tá beleza vou procurar Obrigada nada Eu que agradeço Então vamos
lá Liene Oi tão me ouvindo estamos sim ah vou ficar devendo a câmera hoje porque hoje eu estou sem condições nenhuma de Abrir a câmera paraa próxima aula eu prometo aparecer aqui eh então eu também sou aluna da Veiga vi Que tem uma galera aí da Veiga mas pelo menos mais cinco pessoas Tô no oitavo período tô também que nem a coleguinha falou aí que parece que não vai acabar nunca parece que a gente fica presa naquilo EA falta um monte de matéria ass Eu não eu não sei quando que eu vou conseguir terminar começa
a bater um certo desespero Mas enfim vai passar né vai chegar no final e eh eu fiz a matéria de TCC se passado mas também aquela coisa né faculdade só Te mostra que aquilo ali existe só D uma pincelada você ter uma noção do que que aquilo né e vim pela minha irmã pro caesm a minha irmã é Fernanda que você falou que tá quase morando aí é gente é isso aí a gente gosta traz a família entendeu ela falou não vamos que eu já tô quase morando lá então vou arrumar um cantinho para você
lá também Fi Então tá vamos embora vamos ver vai dar né mas assim eu gosto é eu também gosto muito do TCC acho uma abordagem Assim que é mais pelo menos no meu ponto de vista é uma coisa mais prática né que você consegue visualizar melhor eh o andamento do do seu paciente se tá funcionando se não tá funcionando para onde você tem que ir você tem mais um direcionamento né um mapa como você falou né E eu acho isso muito interessante porque eh a eh assim eu não gosto de psicanálise odeio psicanálise vou ser
bem sincera com vocês o psicanálise para mim é uma coisa tipo Não consigo entender o que que é aquilo né e na Vega a gente vê muito psicanálise existencial humanista é o que tem na Veiga e o que me me despertou mais assim foi foi a TCC e eu falei não quero conhecer mais me me aprofundar mais sobre TCC eh para no futuro decidir o que que eu vou fazer assim eu não tô 100% certa de de acho que eu vou continuar na TCC mas eu acho que a formação vai me dar um eh assim
Conhecimento é isso assim vou conseguir me aprofundar mais para tomar uma decisão né Eh na faculdade eu tô fazendo estgio no na área de orientação profissional eh tô gostando muito também taca Rash é tô gostando muito também eh tinha até pensado esse semestre em trocar para TCC mas eu falei não já vou fazer a formação então vou fazer pelo menos mais um semestre de orientação profissional e de repente se for o caso semestre que vem eu troco né e é isso tô Muito animada com curso querendo muito aprender conhecer mais né e é isso aí
perfeito se tiver um um um cantinho aí para mim também gente a gente tá pensando já em pegar um quarto com botar umas beliches Porque tem uma galera que ficar lá e morar tudo bem a gente arruma não tem problema não a minha irmã Pelo visto tá indo mais aí do que aqui em casa né mas tudo bem eu não sou cuma é eu não sou MM ciumenta não lembro se foi com a Fernanda que eu sanei que eu falei Ah Diz pro seu marido que eu sou mais importante não lembro se foi você foi
outra pessoa lá do grupo que alguém não ia porque era aniversário do marido um negócio assim foi contigo F foi Falei dizu Marido que eu sou mais importante falei gente destru casamentos maravilhosamente tá mais comprometida com vocês do que com o marido mas tudo bem é uma fase Não beleza li muito obrigada obrigada a Vocês Maria Clara Oi pessoal bom dia Eu me chamo Maria Clara Eu Sou psicóloga formada pela PUC Rio e sou mestranda lá no programa de Psicologia Clínica também eu tenho uma trajetória parecida quem Orient Breno São Vicente Ele trabalha com a
gente trabalha com psicopatologia e diferenças individuais é que ele ele é meio novo talvez você não conheça eu conheço o laboratório mas não me vem a cabeça a Imagem dele eu conheço o laboratório dele já falar mas eu não vi não viem a imagem dele na cabeça mas enfim sério é que ele entrou tem pouco tempo eu acho que foi em 2019 eh bom eu tenho uma trajetória parecida eu acho que com a de Letícia que falou que eu já fiz estágio em avaliação neuropsicológica já trabalhei com crianças no transtorno espectro autista E aí quando
eu fui entrar no estágio na clínica né Eh no spa eu acabei indo pra Linha de gestal né E aí na prática durante aquele primeiro ano ali atendendo com gestal eu fui percebendo que eu não me sentia muito segura algumas coisas eu sentia que não estavam funcionando e eu sou uma pessoa assim muito assim eh da Ciência da pesquisa assim sou bem assim sabe eh sou muito ligada né Isso já explica muita coisa é E aí eu falei bom tem alguma coisa aqui que não tá certa e aí assim eu já tinha feito matéria de
TCC comecei a estudar Por fora comecei a aplicar algumas coisas de TCC na no meu atendimento mesmo sendo inestal e bom falei agora é o momento de me aprofundar na TCC então por isso que eu resolvi fazer a formação eu já Seme estudei TCC por fora fiz matérias mas eu acho que eu preciso de mais mais conhecimento e aí eu vim fazer a formação ah perfeito Maria Clara Obrigada boa sorte no teu mestrado Mestrado é um período intenso não surta que você tá fazendo a formação junto com o mestrado Mas vamos lá se o estess
bater chegar ao nível patológico fisa Tá bom pode deixar Obrigada Naiara Olá bom dia gente bom dia Bom vamos lá Eu me formei em 2019 na Estácio né eu comecei na antiga Gama Filho E aí infelizmente com fechamento eu migrei para Estácio eh já atuei na na clínica né meu estágio e as Minhas meu consultório todo voltado paraa psicanálise porém ano passado eu fiz uma formação Independência química na clínica do Dr Jorge Jaber E aí eu me deparei com TCC começou a fazer muito sentido para mim eu acompanhar os atendimentos das psicólogas e ver assim
uma maior resposta né ver ali de fato a a eficácia da TCC né Tem um tempo eu já vinha me questionando né e querendo migrar para Essa área até porque surgiram muitas oportunidades profissionais para eu trabalhar em clínica de TCC mas eu não tinha formação né especialização trabalho também em escola 10 anos que eu sou professora do segmento infantil anos iniciais então lá também tenho o contato com algumas psicólogas que são no TCC E aí já tem um tempo que eu venho paquerando aí essa formação o ano passado eu me inscrevi mas não Tinha não
tinha mais vaga E aí depois com com esse com essa formação né na clínica do Dr Jorge Jaber ele mesmo fala que eles lá procuram psicólogos com formação em TCC né para lidar com com os pacientes atender a demanda é o TCC e eu pude ver então tô a né querendo agora migrar voltar paraa Clínica no momento Tô há um ano sem clinicar tava clinicando no online na pandemia aí fiz uma especialização psicologia hospitalar e também atendi na linha de frente Peguei a parte do do estágio prático então a atendi no hospital assim do Mia
gostei bastante da área mas depois não dei continuidade né Depois que eu concluí a especialização eu continuei mesmo na escola até por questões de tempo enfim aí estamos aí Espero gostar né me apaixonar como eu me apaixonei com um pouco pouco que eu vi no no ano passado no na formação sim ah perfeito e Qual é teu intuito naara é continuar por Exemplo atendendo Ai desculpa atendendo eh trabalhando mais com público infantil que é o que você tem hoje como docente ou trabalhar realmente com dependência química trabalhar com dependência química e poder a também estar
fazendo consultório no TCC né na na podendo atuar aí como TCC legal legal tem uma coisa então que já pode te ajudando para você ler eh são os livros sobre entrevista motivacional Começa por aí para trabalhar com essa área de de Dependência química Os Protocolos de dependência química tal tem mas começa estudando entrevista motivacional acho que vai te ajudar mais nesse momento para depois você ir pro restante Tá bom obrigada beleza nada imagina e são os livros do Miller escreve m i l l e r tá ele tem dois livros se eu não me engano
pode escolher um dos dois uhum tá bom tá galera esqueci de Alguém alguém não se apresentou todo mundo todo mundo falou Então beleza vamos cominar o seguinte então são 10:38 a gente vai fazer um intervalinho de 20 minutinhos ou seja 11 horas em ponto cravado a gente tá de volta é tempo suficiente só para fazer um pipi beber uma água pegar água pegar o café o que vocês quiserem e voltar para cá tá quando for ali por volta de meio dia e meia a gente vai est Parando para almoço tá bem só para poder Vocês
se organizarem tá então até daqui a pouquinho galera 20 minutinhos hein contadin Até daqui a pouco todo mundo de volta meu povo beleza aparentemente todo mundo aqui então vamos lá vamos paraa Teoria em si Vamos falar agora um pouquinho de história beleza que falar de história né A gente só sabe para onde a Gente vai se a gente entender de onde a gente veio não é verdade então Muitas das coisas que a gente aplica hoje em dia ainda né claro que já com outros conhecimentos com outros com outras ideias de porque esse procedimento funciona né
digamos assim vem de um conhecimento trás conhecimento por vezes do início do século passado tá então quando a gente fala na isso Perdão quando a gente fala nas ondas de TCC né uma coisa que você já deve ter ouvido por aí primeira segunda terceira onda né a gente tá falando de modelos de ciência modelos de práticas clínicas né baseados primeiramente numa onda comportamental que foram sendo agregados né é uma coisa muito interessante Por isso que eu gosto dessa figurinha aqui das ondas né Eh quem aqui vai pro mar ou surfa ou Nada no Mar sabe
que apesar de nenhuma onda ser igual a outra né ela est em amplitudes diferentes Elas têm forças diferentes Elas têm velocidades diferentes a água que tá passando por baixo a corrente que tá passando por baixo da onda é sempre a mesma a onda é uma coisa ali superficial que vai girando e é cíclico né então por isso que eu gosto muito dessa imagenzinha pra gente entender o seguinte que a gente chama de primeira onda que aconteceu lá no início do Século passado né a onda comportamental extremamente embebida ali da da história só um instantinho tá
é que tem um home office vocês vão ver que o gato daqui a pouco vai miar enfim não não não liguem vai vai sumir dali e então uma onda comportamental que começou no início do século passado né Eh extremamente embebida né de uma ciência baseada na Biologia de uma ciência baseada na psicologia Experimental Laboratorial que tava crescendo né naquela época e que tava sendo reconhecida como ciência tá um modelo de ciência aí bem positivista nesse sentido bem qu quantitativo tá e que dentro daquela daqueles experimentos dentro daquele ambiente controlado eh de laboratório foi se percebendo
que a gente poderia modelar né ali de alguma maneira através do contexto eh observar uma manifestação ou não do Comportamento tá e a gente vai ver os teóricos que foram importantes para essa onda mas a princípio Essa foi a primeira onda tá onde a gente começou a entender que eu posso observar e eu posso tentar adquirir tal comportamento de acordo com a minha necessidade de acordo com o desejo de acordo com a a o controle ali né do ambiente das contingências que estão ali relacionadas tá E aí vem uma segunda onda que já começa a
acontecer na metade Do século passado que é a onda cognitivista aonde a gente também tem uma influência muito grande né da psicologia cognitiva onde a gente começa a entender também sobre o funcionamento tecnológico dos computadores né que Começam a surgir por aí e a gente começa a entender que não é apenas o comportamento que funciona tem alguma coisa que fazia mediação desse comportamento para algumas pessoas Manifestarem um comportamento e outras outras outro mesmo numa mesma situação e essa mediação Então seria através da nossa cognição da maneira como a gente pensa dos padrões que a gente
tem de pensamento e que aí tem os seus teóricos representantes tá a TCC clássica que é o que a gente vai estudar aqui ao longo da formação eh ou TCC Beana enfim o nome que vocês quiserem assumir ela começa aí nessa segunda onda tá o Aron Beck é um desses Representantes dessa teoria cognitivista né de olhar para o ser humano como ok nós temos comportamentos e esses comportamentos se manifestam são mediados mediante a minha cognição Ok E aí a gente tem uma terceira onda que começa na mais ou menos na década de 90 tá eh
que é o que a gente chama de terceira onda ou o que hoje a gente chama de Terapias contextuais porque terapias contextuais elas vão olhar ok nós temos O comportamento isso é muito importante ok nós temos a cognição isso é muito importante estão vendo que o movimento da onda é isso só cíclico eu não tô negando uma coisa que aconteceu no passado aquela coisa existe mesmo ok beleza mas o meu Enoque quando eu quando eu venho para contextual não é sobre isso eu não vou enfocar sobre o que eu penso sobre mudar o conteúdo do
que eu penso ou sobre mudar o como eu me comporto vou entender o contexto dessa Pessoa tá Eu vou entender o ambiente eu vou entender os modeladores desse comportamento eu vou entender os valores que essa pessoa carrega eu vou entender o como ela se relaciona com a experiência que ela tem tá isso é contextual isso é contexto E aí tem vem as terapias de terceira onda que a gente vai passar um pouquinho sobre cada uma delas porque Claro não é nosso objetivo aqui nesse curso se aprofundar sobre elas Alessandra mas eu curti muito li Sobre
dbt e tal curti V fazer uma especialização em dbt que tem uma uma penca né de coisas e e de critérios para você aprender sobre isso Alessandra eu curti muito sobre act pô achei que faz muito sentido trabalho já com pacientes ansiosos e tal pá P curti que que eu faço agora lá fazer uma especialização uma formação em act porque tem outras é outros outros preceitos já da teoria que que precisam ser vistos porém contudo todavia né é muito importante para Quando vocês forem se especializar né forem estudar mais uma terapia com textual que vocês
tenham uma base em alguma dessas duas ondas tá então o que que a gente recomenda hoje didaticamente falando que quem for fazer uma especialização ou atuar numa terapia de contextual que tenha ou uma base uma formação anterior uma experiência Clínica anterior em terapia cognitivo comportamental ou em análise do comportamento Tá ok análise do Comportamento aplicado à Clínica tá então que a gente tenha ou um ou outro para partir para essa terceira base porque essa terceira onda se usa justamente o quê dos movimentos das ondas anteriores eu não tô negando a onda anterior eu tô trazendo
ela comigo esse é o movimento da onda tá quem nada no mar entende bem o que eu tô falando né esse é o movimento ela vai sempre em ciclos Tá ok então isso é uma coisa importante tá para vocês definirem a tua A trajetória profissional de vocês também daqui paraa frente o que que todas essas três ondas t em comum ou seja qual é o fluxo Qual é a Correnteza pelo qual elas estão geridas tá a prática baseada em evidências todas elas têm uma preocupação muito grande sobre uma quantificação sobre o como eu evidencio a
eficácia delas quanto essa teoria que eu tô aqui me propondo para uma população Específica para uma queixa específica para enfim o que for funciona ou não para esse quadro tanto que hoje a gente tem a divisão 12 da APA que justamente lista né os tratamentos ali mais eficazes para cada quadro né Vocês já Vocês já viram o site da divisão 12 não é gente só quando eu tô com a tela se vocês tiverem balançando a cabeça que não eu não tô vendo que eu só vejo a tela eu não vejo vocês então já eu balanç
a cabeça já ok depois qualquer Coisa também eu coloco o link lá no no no grupo para vocês tá que é interessante porque ali eu tenho as queixas né e os tratamentos que são os de reconhecida eficácia para cada uma daquelas queixas Ok então é importante a gente saber sobre isso até para poder observar eu não sou obrigado a conhecer e a trabalhar com Todas aquelas abordagens mas é um dever ético meu às vezes falar olha a terapia de mais eficácia para esse quadro É essa e com Essa modalidade eu não trabalho eu posso te
indicar para uma outra pessoa Ok belezinha até aqui beleza galera beleza beleza vamos lá show t igual na supervisão ontem eu falando com as meninas lá na clínica gente dúvida aí gente eu não tô vendo vocês Ah é mesmo daqui a pouco abrem o áudio e conversa comigo todo mundo balançando a cabeça e eu não tava vendo ninguém vamos lá então Quando a gente fala dessas ondas que começam ali no século XX tá vamos voltar um pouquinho as ondas começam no século XX Mas vamos voltar um pouquinho lá no século XIX aonde começa esse modelo
de ciência que a gente se utiliza para falar de uma prática baseada em evidências tá lá no século 19 o que que acontece a gente tem um avanço vertiginoso das ciências físicas e lógicas né biológicas a gente tem aí até uma influência do do modelo darwiniano Tá ok que que é a primeira onda a teoria comportamental vai se embeber muito dessa dessa prática né dessa teoria Ok então a gente tem uma visão de ciência de acordo com a teoria positivista que é o quê O que eu vejo o que eu meço o que eu quantificou
é algo real é algo científico é algo ser considerado Tá ok Essa é a visão positivista de ciência a grosso modo Ok beleza Letícia sem Problemas tá então o conhecimento científico como única forma de um conhecimento verdadeiro Lembrando que esse conhecimento dependia de um método científico estruturado e mensurável tá E aí tem os métodos objetivos de investigação inclusive também tem sim as questões das medições né cranianas Como foram as questões do do Lombroso e etc que se aconteciam aí nessa época também tá então é sobre esse modelo de ciência que a nossa primeira onda a
onda da a Onda comportamental vai se embeber né vai entender que ela precisa crescer e surgir para se tornar algo considerável né algo que as pessoas olhassem e falassem isso é Ciência e isso isso é plausível de se dar atenção digamos assim tá gente sei que é meio grotesco a gente falar isso hoje assim mas era o contexto da época tá então é importante a gente entender que a época eram assim que as coisas funcionavam Tá bem então vamos lá no século XIX como eu Tava falando né A Teoria darwiniana tava dentro de um bum
né o Darwin ele fez um trabalho muito interessante que foi rodar o mundo né coletando ali Evidências sobre uma continuidade de espécie né e falando também sobre Claro a Teoria da Evolução tá Eh claro ele era um cara que tinha a família dele tinha dinheiro para isso né então ele pode fazer todo esse robusto estudo que concluiu nos livros dele da teoria da evolução tá Eh então Ele defende a continuidade entre o homem e os Animais inferiores Olha que interessante quando a gente vai falar lá dos primeiros estudos de comportamento que a gente vai ver
daqui a pouco a gente vê todo um trabalho voltado a animais né o cachorrinho de pavlov os gatinhos do Thorn né tudo animais animais mamíferos tá pouco inteligentes desculpa Mônica mas é realidade pouco inteligentes né que que dispunham de pouca racionalidade digamos Assim então Eh o que que eles falam né dentro desse dentro desse estudo em laboratório né o que que eles vão o que que eles vão observar Tipo olha se eu consigo observar num animal isso aqui e o animal é uma continuidade o homem é uma continuidade desse animal eu consigo transpor essa observação
que eu tô fazendo aqui tá esse conhecimento que eu tô adquirindo aqui pro homem beleza é isso que a teoria darwiniana vai pegar e contribuir pra Nossa pra nossa parte comportamental eu poder generalizar poder pela biologia isso já tá comprovado e isso é bem aceito Então o que os resultados que eu tô conseguindo aqui com animais eu provavelmente conseguiram então com os humanos tá tanto que os princípios da pesquisa de aprendizagem animal poderiam então ser generalizados tá por isso que a gente fez tanto estudos com animais mamíferos né do tipo começou com rato caixa de
skiner pá P pá aquela coisinha Lá o hamster bonitinho né macacos gatinhos cachorros eram mamíferos aonde a gente estaria então mais próximo ã dessa dessa conexão né com com o homem belezinha Então vamos lá os estudos do comportamento como é que eles começam a acontecer que tô cheio de fio aqui pronou os estudos do comportamento como é que eles costumam acontecer né e os estudos começaram com a ideia do condicionamento tá primeiramente sobre os investigadores Russos que tem como Principal representante que a gente estuda lá dentro da história da Psicologia o que vocês devem ter
estudado como psicologia experimental não sei cada cada faculdade tem uma tem um nome para para para essa disciplina né Eh que começaram a fazer esses estudos em laboratório e e aplicar os métodos objetivos da fisiologia animal né aos problemas da psicologia e tem como Seu principal representante Ivan pavlov ok Que realizou várias experiências com cãs a partir das quais deu deu origem à teoria dos reflexos condicionados tá E aí ele criou um modelo de aprendizagem que é o que a gente fala que é aprendizagem por Associação tá que eu por exemplo acabei fazendo com a
minha gatinha depois eu mostro para vocês a Mônica que ela tá dormindo agora mas vocês vão entender o exemplo o que que o trabalho de pavlov então rendeu né o trabalho de pavlov Rendeu a teoria que hoje a gente conhece como condicionamento clássico tá eh e esse experimento que ele teve com cãs como é que foi isso e como é que a gente transpõe isso para implicações nos modelos dos fenômenos psicopatológicos tá vamos lá eu tenho um cachorrinho ali beleza um tguinho e o que acontece ele colocou um salivette um tubinho né aqui na cantinho
no cantinho da da boca do cão e o que a gente repara é quando eu mostro a carne Esse cãozinho começa a salivar perfeito né Isso é uma resposta biológica tá mostro a carnezinha eu vou salivar beleza Tá o que que o pavlov começou a fazer ele pareou dois estímulos a carne e uma ceta Ok A cinetina tá eh e aí ele foi pareando isso várias vezes apresentava a carne a ceta tocava apresentava a carne a tocava apresentava carne a ceta tocava Ok e o cachorrinho continuava salivando até aí beleza o que que el observou
reti a Carne e só to a cinet o cachorro comeou a salivar então o que que o cachorro aprendeu que quando tinha o som da cinet uma campainha tocando é porque a carne viria Então já deixa comear salivar sendo que salivar é uma resposta biológica tá não condicionada eu não tenho nada de aprendizagem para fazer sobre isso é natural Ok eu sacane que eu fiz a mesma coisa com a Mônica aqui porque quando eu falo assim se se eu falar agora ela vai pegar e vai mear Provavelmente tu tá dormindo não sei é sachê que
é sachê quando eu falo sachê usando essa entonação ela começa a me olhar e me ar né Ela sabe que ela vai ganhar o sachê eu comecei a parear a minha voz sachê né com o estímulo de receber o sachê né que é o a comidinha dela tá então eu comecei a parear hoje mesmo sem apresentar o saquinho de sachê ela já vem miando né e salivando e nunca tive a coragem de medir mas é exatamente Isso que a gente faz com condicionamento clássico e como é que isso implica nos modelos patológicos de muitos dos
quadros que a gente vê hoje tá fobias específicas fobias específicas muitas vezes estão em origem em condicionamentos clássicos e foi o que a gente viu no experimento do pequeno Albert Tá o que que aconteceu Albert era um bebezinho muito muito fofinho né aonde começaram a parear e apresentava um coelhinho para ele coelhinho Bonitinho branquinho aquela coisa assim bem coelhinho da páscoa né ai que fofinho então a criança queria brincar com o coelhinho fofinho bonitinho tá tá quando apresentavam o coelhinho começaram a apresentar um barulho muito estridente ao mesmo tempo que assustava o bebê tá E
aí apresentava o coelhinho que era muito fofinho que ele antes se aproximava mas o mesmo um tempo começaram a parear com um barulho muito estridente que assustava o bebê tá o que Que começou a acontecer mesmo retirando esse barulho estridente e apresentando o coelho a reação da criança que antes era se aproximar ele e achar fofinho e querer brincar com ele começou a ser de evitação começou a chorar espernear e querer sair de perto do coelho Essa foi a reação do pequeno Albert tá porém houve uma coisa que não aconteceu com o cão do pavlo
mas que aconteceu com o pequeno Albert que foi a generalização ele passou não só a temer Ou evitar coelhos ele passou a temer e evitar tudo o que tinha pelagem aquela pelagem característica do coelho né pelagem branco então por exemplo pessoas com barba tá tipo papai noel Ok outros ursinhos pelúcia por exemplo E por aí vai tá então eles observaram que a gente como humano tinha uma característica um pouquinho diferente que era generalizar não era ficar sobre um estímulo só eu tinha a possibilidade de olhar para aquilo para aquele objeto e talvez fazer Generalizações sobre
ele e não ficar apenas no contexto do coelhinho tá ok como isso se aplica às fobias específicas alguém tem alguma sugestão aí não ninguém ninguém ninguém qu ninguém nem eu consigo pensar em por exemplo uma pessoa que em determinado momento sei lá foi assaltada Numa rua escura e aí com o tempo começa a evitar essa rua em específico por medo e aí com o passar do tempo começa a evitar qualquer rua Escura sim sim é uma conceito de generalização que serve pro TT por exemplo sim perfeito né na fobia específica por exemplo vamos supor que
talvez eu tenha uma pessoa com com sei lá deixa eu pensar aqui alguma coisa um o medo de Ah tem uma coisa interessante medo de eu tinha uma prima que isso aconteceu que era medo de cachorro ela tinha fobia específica de cachorro a mãe dela tinha também né então assim eh Ela olhava o cachorro Ah No caso a menina Menorzinha a filha dela a filha da minha prima ali teve uma aprendizagem social também claro mas ela Olhava O cachorro e via a resposta da mãe a mãe sempre quando tava na frente de um cachorro fazia
não não não não tá E aí o que que começou a acontecer ela passou a sociar o cachorro né com alguma coisa que seria perigosa ela passou a evitar cachorro tá inclusive o Pudo qu era que a gente Tinha lá em casa uma CAD linha enfim tão bobona mas ela evitava então não era uma questão assim de perigo né tipo ah realmente pode ser um cachorro perigoso era uma questão dela foi condicionando com a resposta que ela tinha daquela mãe né então é uma resposta social porque vinha de uma outra pessoa que para ela era
representação de cuidado de de enfim né a criança olha pra mãe como alguém que é o o modelo né para ela e aí a mãe fala não não não não toda vez que o Cachorro aparece e sai correndo ela começou a parear isso como um cachorro é perigoso tá eh ou por exemplo alguém que às vezes tem medo de algum inseto algum inseto alguma coisa assim de repente alguém que tava próximo ou deu um susto ou talvez sempre falava Ah é né nojo ã né e a pessoa começou a parear Às vezes tem pessoas que
falam assim eu tenho eu tenho nojo e da barata é do do do do craque que faz né enfim às vezes são estímulos muito específicos Muito sensoriais e quando você vai ver ah sempre tinha alguém por perto que fazia ah né E aí eu comecei a parear isso com a sensação de nojo com uma repulsa enfim isso é que a gente fala do condicionamento e esse exemplo que o Gabriel deu perfeito também no tept isso também acontece professora eu não sei se serviria como exemplo também mas é porque me lembrou tá falando das situações eu
enquanto quando criança Tinha trauma de chuva assim aconteceram mais de uma vez situações em que Eu estava dentro de um carro a rua largava e eu ficava presa dentro do carro E isso gerou situações assim de de fato de eu não sair de casa quando o tempo fechava de eu chorar em para não ir pra escola quando o tempo fechava então assim deixei de fazer várias coisas eh com amigos de sair com meu pai e com a minha mãe mesmo com o meu irmão por conta do tempo Fechado só às vezes não chegava a Chover
mas o terror que que que isso causava assim só do tempo fechar imaginar que eu vou sair vagar já era o suficiente perfeito você condicionou a o olhar do do do céu né do tipo o tempo fechar com uma ideia de alargamento com uma ideia de vulnerabilidade e você foi generalizando isso né Tipo provavelmente deve ser tempo fechar chuva trovões E por aí vai né tudo que poderia indicar alguma coisa de tempestade né imagina eu Já melhorei Graças a Deus né é isso isso acontece isso é muito comum na infância né porque Justamente a gente
ainda não tem esse poder da racionalidade né conforme a gente vai racionalizando buscando evidências né que é um papel da terapia também Uma das uma das coisas que a gente trabalha muito no tratamento para isso a gente vai melhorando e vendo que Ok já saiu outras vezes e não aconteceu nada e já sai outras vezes na chuva e não aconteceu nada e tudo bem Tá Então sim esse é um exemplo também Beleza então sempre gosto de falar sobre isso com vocês porque nossa é uma teoria antiga né falar sobre condicionamento clássico sim é uma teoria
antiga mas que até hoje olha como é que ela como é que ela permeia ainda os quadros patológicos né como é que ela permeia ainda ou como eu vou entender esse paciente e a dificuldade que ele tá apresentando belezinha Então vamos lá no no próprio Estados Unidos né O que que começou a acontecer outros estudos baseados nessa teoria do comportamento começaram a seguir a a surgiu né o próprio Thor foi um dos discípulos de pavlov estudou junto com ele né e foi um desses nomes eh importantes norte-americanos né vamos lembrar que a gente estava aí
também no período de eh mudanças né enfim de de início de uma primeira guerra e tal então teve também uma fuga de cérebros né Russos e tal Toda aquela história que a gente já conhece tá então o aquele conhecimento Laboratorial que começou ali na Rússia e tal foi migrando PR os Estados Unidos levado muitas vezes por pessoas que estavam ali eh por Russos que estavam realmente fugindo ali daquela região Então vamos lá no final do século X então surgiu a psicologia experimental animal tá que forneceu as bases para um outro modelo de condicionamento que quem
Começa a estudar é o th tá quem vai ficar famoso por isso e acabar escrevendo sobre isso é o Skinner tá que foi acionamento operante Ok o Thor que ele fez experimentos com gatinhos né Eh o que que ele encontrou fazendo esses experimentos com os gatinhos que após emitirem várias respostas né um gatinho sei lá vai miar vai mexer a patinha vai sei lá 1300 coisas tá Esses animais passavam a manifestar apenas uma resposta né você imagina o animal tá ali Dentro da gaiola e ele tá mexendo na patinha tá subindo tá miando tá não
sei o quê enfim no eh mas que depois de algumas vezes emitidos ele passava a manifestar apenas um comportamento que era aquele que era seguido de acesso ao alimento que posteriormente a gente vai entender como reforço tá esse fenômeno ficou conhecido como lei do efeito segundo a qual dentre as várias respostas emitidas em uma mesma situação aquela que é seguida de satisfação do Desejo animal será mais fortemente conectada com a situação e terá e provavelmente terá sua permanência e com continuidade dessa resposta tá ok então vamos lá eh lembrando até da caixa de Skinner né
Eh hoje a gente não pode usar a a o Ratinho vivo né dentro da faculdade mas imagino que muitos de vocês na disciplina de Psicologia experimental né Eu não sei cada faculdade Eh denomina de uma maneira eh devem ter usado tem alguns eh como é que se diz softwares de de ratinho alguns de vocês imaginam tem un Ratos não eu sei que tinha eh não sei se ainda tem né Aonde vocês justamente observam isso né o Ratinho fica ali dentro do da caixinha se movendo fazendo 1300 coisas né é o isso exatamente eu nunca lembro
qual é o nome do Programa mas ele o Ratinho fica ali se movendo fazendo várias coisas daí vocês vão observando que ele vai fazendo comportamentos mas de acordo com os reforços que vocês vão dando é a mesma coisa que acontecia na realidade né você botar você botar um ratinho dentro de uma caixa qualquer Ok quem tiver hamster e quiser testar isso funciona pode testar na época da faculdade Alessandra O Pedro levou o Pedro Paulo levou o Ratinho dele para casa depois você Pergunta para ele o Pedro Paulo é professor é ele levou embora o rato
dele no final a gente tinha opção se a gente queria levar o rato ele levou eu não acredito eu não lembro o nome mas levou depois você pergunta a ele [Risadas] comentar não acredito nisso gente imagina chegando em casa com Ratinho Oi tudo bem trouxe um pet Novo então você já pegaram a época que podia fazer com com Ratinho mesmo né a gente já não não po pode então vamos lá um aluno do Thorn que aí vocês começam a ver né como é que o rolê vai vai acontecendo Thor estudou com pavlov quem estudou com
Thor foi o Skinner tá ele ampliou os estudos de torck definindo então o reforço por isso que eu falei mais paraa frente o torck vai até a lei do efeito né mais pra frente o o Skinner vai pegar isso e Chamar de reforço que é tal como a gente como a gente continua entendendo hoje tá como um estímulo que aumenta a probabilidade de ocorrência de uma resposta então o que que é um reforço tudo que aumenta a possibilidade daquele comportamento continuar ocorrendo Ok Diferentemente do modelo pavloviano onde o reforço estímulo incondicionado está associado a um
estímulo neutro tá ele send uma resposta condicionada o reforço no acionamento Operante é um contingente a uma resposta Dada tá eu só vou trabalhar com o reforço quando essa resposta vier Ou seja quando o comportamento acontecer tá ele só ocorre após o comportamento se manifestar então no operante né Por que é condicionamento operante porque depende de uma operacionalidade do objeto ali em estudo né seja do rato do gato do humano enfim depende do comportamento acontecer para eu chegar falar toma Reforça belezinha gente até aqui beleza Beleza nada de muito novo né revendo aí coisas que
você já conhecem beleza beleza OK então vamos lá o behaviorismo né behavior ismo ou seja ciência do comportamento estudo do comportamento tá ele é dividido em metodológico e radical ok metodológico a gente tem como principal representante o Watson né que É realmente considerado o fundador do behaviorismo tá E aí tem algumas questões muito importantes do porque o bismo metodológico acabou caindo né ele não sobreviveu por ser considerado muito ortodoxo Mas vamos entender o seguinte a gente tava falando de um contexto aonde tudo o que é observável e mensurável é Ciência o que não é mensurado
o que não é observado por outros é balela tá não deve ser meu objeto de estudo não deve ser considerado Ok então esse era o Contexto de que a gente falava né esse era o contexto da época Então a gente tem que ter um cuidado a olhar para isso tá porque quando acu no meiso metodológico a gente tinha uma rejeição do conceito de mente eu tava ali falando de comportamento tava Dan isso que acontece na mente não é problema meu é um mundo privado ele não pode ser estudado não pode ser observado Então não é
problema meu tá era isso que acontecia no Behavorismo metodológico tá faltando um to ali no no título tá é metodológico gente e qual era a característica desse bevis metodológico então onde o principal expoente foi o Watson tá o uso de métodos objetivos experimentação e observação direta no estudo dos comportamentos então observáveis então o brever metodológico vai falar exatamente isso é observável É mensurável ótimo É científico não é não é meu objeto de estudo não tô nem aí Ah mas espera aí a Gente tá falando de humano humano tem a mente onde é que você coloca
a mente Ainda bem que eu não vou falar um palavrão não coloque em qualquer lugar que vocês quiserem tá ok Imaginem aí né era mais ou menos isso que eles iam falar tá então eles tinham uma posição monista materialista onde todo o comportamento seria resultado então de secreções glandulares e movimentos musculares lembrem-se a gente tá falando aí de momento histórico Aonde a Biologia Tava em alta então tudo que eu pudesse explicar fisiologicamente biologicamente falando única e exclusivamente eu seria mais aceito pela comunidade científica tá o que eu não pudesse explicar nessa maneira seria meio que
caça as bruxas Tá ok então o behavior metodológico aconteceu do seguinte jeito ele não tinha uma preocupação com os impasses relacionados à aceitação da existência da mente tá assim a mente não é meu objeto de estudo eu não tô nem aí Ah mas Espera aí o ser humano pensa Ah mas esa aí por que que um comporta diferente com o outro não é problema meu tá ele tinha um foco muito grande no método científico por isso considerado modelo muito ortodoxo ele teve uma integração dos paradigmas do condicionamento pavloviano e espiano posteriormente né proposta pelo Mura
Mas isso foi bem depois tá que descreve Model dois fatores para explicar o medo e o comportamento de Evitação Ok gente vai ver um pouquinho mais frente sobre isso aisi do Med seria por por meio do condicionamento clássico Como por exemplo o exemplo que o Gabriel deu o exemplo que acho que foi que a Júlia deu né de tempestade e por aí vai tá E por ser um medo um estímulo aversivo o animal aprende a reduzi-lo evitando os estímulos condicionados ou seja aí eu tenho uma condição de reforçamento negativo tá por qu eu retiro a
minha condição Ou seja eu evito Aquele lugar e isso me tranquiliza então Opa eu tô sendo reforçado porque quando eu tenho esse comportamento de evitar eu fico mais tranquilo eu fico mais confortável Então esse comportamento de evitação tá sendo reforçada O reforçamento negativo que é por retirada de algo ok foi galera Vocês conseguem entender isso dentro desses foi dentro desses exemplos que a gente deu do que o Gabriel deu por exemplo o assalto ou que a Júlia deu de por exemplo a tempestade tá Então olha que interessante são modelos que vocês vão ver hoje até
hoje nos livros de patologias né de transtornos e etc acontecendo baseados lá numa teoria do início do século passado e aí gente eu adoro Eu sei toda a essa a a a figurinha já tá ali mas eu olho pra figurinha eu começo a rir cara do Ratinho e aí vem o behaviorismo Radical que tem como principal expoente né como principal eh representante o Skinner tá e como conhecimento maior a ideia do condicionamento operante Ok o grande objetivo do behaviorismo radical né é estudar as relações entre os acontecimentos ambientais e os comportamentos o que que é
que tá acontecendo no ambiente que modulou esse comportamento tá aí vem uma coisa muito interessante a grande sacada do skim né quem já leu sobre behaviorismo do skim Vai saber do que que eu tô falando porque tem um capítulo lá sobre comportamento verbal a grande Secada dele foi não Eu também não estudo sobre mente não não é observável então não não é não é mensurável não então isso para mim não é importante ah mas tem uma questão eu posso transformar o fenômeno privado em comportamento essa que já que tu tirou essa ideia se eu posso
falar sobre um Pensamento se eu posso falar o que eu tô pensando isso é um comportamento né A fala é um comportamento eu tô observando outras pessoas também podem ver então podem ver ouvir então é um comportamento tô vendo é algo visto então A grande questão dele foi aí tá a a virada ch a virada de chave né foi aí Opa espera lá conceito de mente também não não trabalho Não mas cuidado porque nem todo o fenômeno privado vai ser vai ser impossível né de uma observação ele Pode ser possível de observação a partir do
momento que eu falo e aí vem o trabalho sobre os comportamentos verbais tá Que nada mais é do que posteriormente na segunda onda a gente vai falar sobre os pensamentos Tá ok quem leu o capítulo sobre comportamento verbal do Skinner vai entender que nada mais era do que ele estava falando ali sobre os nossos pensamentos tá em então o próprio Reis né que é o fundador da terapia de aceitação e compromisso que a gente vai Ver mais pra frente ele tem essa fala muito interessante pensamentos não são substancialmente diferentes em virtude da sua natureza privada
eles podem ter propriedades especiais porque são verbais mas ainda assim são [Música] comportamentos Ok então isso é muito importante é um comportamento é observável é mensurável tá com nessa proposição então bismo Radical encontrou uma saída para estudar as reações humanas fazendo uma distinção entre público e privado ao invés de físico e mental Então até oever ismo metodológico eu tinha o que é fisicamente observável mensurável pela fisiologia Beleza o que não é paciência não é meu objeto de estudo e aí vem bismo radical e Fala Pera Talvez eu esteja falado entre algo público e privado o
que eu tenho como tornar público me é objeto de estudo o Que eu tenho como únicas exclusivamente tornar privado né não é meu objeto de estudo tá essa foi a grande sacada belezinha então o que que acontece dentro da da caixinha do Skinner né o rato tá ali em privação de alimento tá coitado morrendo de fome e vai ali emitindo vários comportamentos ruendo a caixinha correndo pela caixinha enfim 1 tr00 coisas fazendo aí na caixinha tá até que um dos comportamentos que ele Faz é apertar a alavanca sei lá porque tinha uma alavanca ali ele
pegou e deu uma patada ali na alavanca tá quando ele faz isso cai alimento na caixinha dele Opa então ele começa a entender que quando eu tenho esse comportamento eu recebo alguma coisa que ele acaba fazendo de novo esse comportamento faz vários outros mas também faz esse toda vez que eu faço isso eu ganho um Alimento Zinho tá E aí a gente aciona ele começa a acionar a alavanca voluntariamente para obter comida tá ok Isso é uma aprendizagem por condicionamento operante tá que ocorre então quando operantes se tornam mais ou menos prováveis de acontecer dependendo
da consequência que produzem se positiva ou negativa ó lá a caixinha de a caixinha de skin o Ratinho né com a alavanquinha então lembrando reforço é qualquer Consequência que aumenta a chance do comportamento acontecer tá positivo quando eu tenho algo adicionado por exemplo um alimento um elogio né e negativo quando eu tenho algo retirado algo por exemplo aversivo tá eh quando por exemplo eu desligo o despertador que o despertador tá tocando extremamente aversivo para mim eu desligo mas eu tenho um comportamento de levantar tá eh exemp o exemplo das evitações que a Gente falou dos
transtornos também é um exemplo tá e punição eu vou usar a punição quando eu tenho eu tenho interesse de diminuir um comportamento Tá ok eh então quando eu tenho um estímulo o comportamento diminui por ser seguido de um estímulo aversivo como por exemplo também foi feito com ratinhos em termos de choque tá hoje o que a gente sabe transpondo isso para o mundo de humanos tá que as pessoas funcionam melhor sobre Reforço do que sobre punições tá então é muito mais fácil eu trabalhar sobre quando eu quero um comportamento reforçando o comportamento adequado do que
punindo o comportamento errado tá ou inadequado enfim em humanos como é que a gente trabalha quem trabalha com com público infantil vai saber bem isso o sistema de fichas né aonde quando eu me comporto de uma maneira esperada eu ganho uma ficha né e assim eu vou gan até funcionar bem né ou por exemplo uma Das coisas que eu acho que é a maior sacada de comunidade que a gente tem sobre isso é salário né quando eu me comporto trabalhando bem eu ganho salário no final do mês caso não não há reforço Tá ok tem
um vídeo que eu gosto muito não sei se vocês já viram alguém aqui assiste The Big Bang não já vi se eu tô até pensando se você não vai mostrar o da Penny com Sheldon é o da pen com SH esse mesmo esse é bom Maravilhoso é muito bom vou passar aqui para vocês cara eu não sei por que eu me divirto sempre mostro isso mas eu continuo me divertindo com esse filme com esse vídeo né vamos lá para quem não conhece a história do The Big Bang são alguns universitários inclusive né alguns que que
tem ali umas questões talvez psicológicas muito específicas né e tem um episódio em específico que eles Acabam demonstrando o condicionamento operante de uma maneira muito interessante Deixa eu só botar aqui acho que tá sem som alessandre o som não tá saindo para vocês eu não vi não tem que apertar ali em cima em View options eu acho botar share sound alguma coisa assim aquela barrinha de cima assim tem Um botão share sound Ah deixa eu voltar aqui um pouquinho PR vocês [Música] entenderem [Música] comportamento nev prato del cozinha el termin [Música] chocol a chocolate thank
[Música] You You're Here a lot now oh am I Talking too much I'm sorry Thank [Música] chocol he k [Música] lógico nesse momento aí né a gente tem uma questão de aprendizagem social que a gente vai ver mais PR frente que é quando ela V que ele fez uma careta né ela interpreta que isso em desagrado mas ele refora a o comportamento dela de Sair e atender em outro lugar o telefone [Música] Ok I know what you're doing really Yes you're using chocolates as posi reinforcement for what you consider correi good sh you can't train
my girlfriend like a Lab Rat actually it turns out I can well you shouldn't there's just no pleasing You is there Leonard you weren't happy with my previous approach To dealing with her so I decided TO employ oper conditioning techniques building on the works of Thor and BF Skinner by this time next week I believe I can have her jumping out of Pool balancing a beach on herse to stop Now I'm not suggesting we really Make Her Jump out of a pool i thought the binga was implied just tweaking her personality sanding off the rough
edges if you will no You're Not sanding Penny are you Saying that I am forbidden from applying a harmless scientifically valid protocol that will make our lives better Yes you're forbidden Bad só para vocês entenderem o esguicho de água que ele faz é considerada punição né que justamente nos estudos a gente faz com os animais porque é considerado aversivo para eles né então a gente usa como punição como punição ele faz isso com Leonard Notting her in the face with water no of course not We're Talking very mild Electric Shocks no Tissue Damage whatsoever forget
it oh come on you can't tell me that You're Not inged about the possibility of building a better Girlfriend I'm not penny's qualities both good and Bad are What Make Her Who [Risadas] Isan irr yes you would prefer a throaty chule not changing How Penny laughs no that would be incongruous i was going to lower The whole Voice to a more pleasing register sorry guys That Girl is freaky come again freaky freaky yeah [Música] freaky chocolate than já dis só para vocês né a gente fala muito de chocolate de doces como Reforçadores mas claro que
o Sheldon aí já sabia que a Penny gostava muito de chocolate então que isso iria funcionar como reforçador para ela né não adianta a gente trabalhar com reforçadores que por exemplo não fazem nenhum significativo para aquela pessoa tá olha que interessante vai acontecer agora I was just Thinking we should probably Turn Into when my new bed got delivered if You come over and it together you can stay at my place really a lot of work and It's kind of late yeah but if we Stay there we won't Have To Be quiet let's go interesting sex
works even Better Than chocolate to modify behavior if anyone else has stumbled on that [Música] quando você Divide pronto não o que que ele fala ali no final né Tipo o que que a pen faz né ela na verdade já percebeu obviamente que sexo funciona muito melhor como um reforçador né do que às vezes chocolate alguma alguma comida né E aí mais interessante o que a gente sabe em termos dos estudos é quanto mais biologicamente falando né eu tiver aproximado de uma sobrevivência seja uma sobrevivência minha ou sobrevivência de Espécie eh mas o reforço tem
um componente de modificação de atuação sobre o comportamento né então por isso que no final ele fala assim né do tipo Será que alguém já percebeu sobre isso né que sexo tem poder maior do que chocolate né a gente já sabe sobre isso e é isso que a p também usa né claramente ali na na na situação tá então só para vocês entenderem um pouquinho eu amo n esse essa parte da série é uma série muito engraçada né que É quem acho que quem é quem é cientista acaba se se identificando com eles mas é
muito engraçado só para vocês entenderem um pouquinho sobre isso bom deixa só voltar aqui então vamos a algumas aplicações clínicas né desse modelo comportamental tipo beleza estamos aqui vendo um monte de teoria sobre sobre a ideia do comportamento e como isso se aplicou na clínica né como é que isso se aplicou sobre tratamento De pessoas tá Eh claro que nem tudos foram flores tiveram muitos tratamentos eh de maneiras e situações que hoje a gente nem utiliza e que seriam inclusive até proibidos pelo nosso código de ética tá é hoje seriam entendidos como maldade mas que
acabou acontecendo nessa época tá bom E outros que não outros que a gente continua se utilizando Ok então a aplicação dos princípios de extinção Para ajudar crianças a perder a fobia eh perder o medo né alguma fobia que essas crianças S então foi aplicado né pelo Jones e dois métodos demonstraram ser eficazes né a partir da associação do objeto temido como uma resposta agradável por exemplo comer uma barra de chocolate claro que ISO era investigado antes né com os pais do tipo o que que é que essas crianças gostam né O que que funciona como
reforçadores para elas senão imagina que eu tenho uma criança Diabética vai ser aversivo né eu dar uma barra de chocolate e não reforçador tá ok então sempre quando a gente vai trabalhar de alguma maneira com reforços a gente precisa observar o que que é agradável para aquela pessoa o que que é motivador para aquela pessoa Ok e uma outra maneira foi a apresentação do estímulo fóbico na presença de outras crianças que não manifestavam nenhum temor E aí a gente já tá falando de uma aprendizagem social Que vai ser estudada só anos depois mas que o
jonos já tinha visto nos estudos dele que funcionava também tá que quando eu tava botava essas crianças divididas em grupos né E mesclava esses grupos com crianças que tinham a fobia e as que não tinham e apresentavam apresentava o estímulo fóbico né Elas se regulavam ali pelas crianças que não apresentavam nenhum temor a resposta comportamental delas Ok e os murer também também fizeram um Tratamento de enurese noturna que a gente utiliza até hoje tá eh nés noturna São aquelas crianças que TM problemas de fazer XTI na cama tá ok enquanto estão dormindo e utilizar os
princípios de condicionamento clássico em 30 crianças com enurese noturna com idades entre 3 e 13 anos tá claro que hoje né Não sei se nessa época já era feito dessa maneira mas hoje clinicamente quando a gente tem esses casos né a gente precisa observar tá junto do urologista do pediatra Verificar se não tem nenhuma questão que afete essa criança né Eh biologicamente falando ali alguma desordem do aparelho urinário né e e também observar que essas crianças muitas vezes estão relacionadas com algum quadro de ansiedade tá geralmente são crianças que apresentam quadros de ansiedade além da
inure Então isso é algo muito importante da gente estar sempre de olho com essas crianças então partindo do princípio que o controle da mixão né o controle de vou Fazer xixi não vou fazer xixi corresponde a uma reação aprendida vamos lá todos nós fazemos isso a gente pode hoje já não perceber mas é uma reação do tipo assim tô sentindo minha bexiga cheia e no momento eu não consigo ir no banheiro O que que a gente faz a gente contrai não é verdade Todos Nós aprendemos a fazer isso tá por isso conseguimos sair do uso
da fralda tá a gente contrar até conseguir ter acesso ao banheiro belezinha então a gente Aprende isso a perceber essa sensação da bexiga cheia e contrair ali o nosso esfinter tá E que as crianças com enurese noturna apresentam uma falha na resposta aos sinais tá geralmente uma distensão da bexiga Ah outra coisa muito importante eh também nessas crianças Observar se hoje clinicamente falando né a gente consegue já fazer isso Observar se elas têm algum distúrbio do sono tá porque às vezes pode não ser uma dificuldade de percepção da distensão da Antiga Às vezes a criança
tem algum distúrbio do sono que ela realmente entra em sono profundo muitas vezes e não consegue ter essa percepção Tá ok então isso também é uma coisa importante quando a gente estiver diante desses casos tá verificar se às vezes a criança tem muito sonho né sonhos vividos enfim eh tem uma série de relações aí que a gente precisa fazer com alterações do sono hoje que a gente também também sabe que importa Então vamos lá essas Crianças então term uma falha na resposta aos sinais da distensão da bexiga que precede A mixão tá E os murri
então aplicaram métodos de tratamento baseado no condicionamento pavloviano condicionamento clássico onde a distensão da bexiga corresponde ao estímulo condicionado ao controle do sfincter e a inibição da micção tipo sentir minha bexiga cheia contrai essas crianças não conseguiam fazer isso durante o sono né Elas Sentiam a bexiga e não conseguiam contrair relaxavam e acabavam fazendo o xixi na cama tá um ruído forte servia como incondicionado e o despertar acompanhado da contração do spinter era resposta incondicionada então pra realização desse experimento foi construído um colchão na verdade hoje a gente não usa o colchão em si né
a gente tem um aparato bem menorzinho é tipo uma sabe aquelas esteirinhas de a a naara acho que naara que trabalha em educação Infantil ela vai saber o que que é aquelas esteirinhas de parece um palzinho né fininhas que a gente usa pras crianças dormir sabe é tipo uma esteirinha daquela só que em vez de ser de de tipo de um palzinho fininho né de sei lá parece uma coisa um trigo Zinho em vez de sair disso ela é fina daquele jeito né só que é um tipo um tecido de alumínio Só que não é
alumínio em si ele é um tecido Normal tipo um tecido de de de edredon tá que tem eletrodos ali Dentro então você coloca por debaixo do lençol da criança onde ela tá dormindo na cama por debaixo do lençol e aí ele tem eletrodos dentro por quê esses eletrodos ficam ligados a um despertador então quando a criança faz xixi aqueles eletrodos molham né E aí o despertador toca e a criança acorda com barulho e aí quando ela acorda o que que ela faz contrai tá então hoje não é o colchão inteiro como foi no experimento deles
é um negocinho bem menor bem mais prático Eh pra gente trabalhar tá então paraa realização do experimento foi construído um colchão contendo em seu interior fios elétricos que se conectavam ao som de uma campainha quando a criança dormindo começava a urinar esta molhava o colchão ativando todo esse circuito elétrico que por sua vez acionava a campainha provocando o despertar da criança após algumas repetições dessa experiência a criança começava a acordar antes da mixão e posteriormente passava a Controlar o esfincter sem precisar o do despertador em si tá o procedimento conseguiu eliminar enurese nas 30 crianças
que participaram do estudo tá essas crianças posteriormente não fic ficam com nenhuma dificuldade de sono tipo assim ah Alessandra se fizer isso elas depois não conseguem mais dormir ficam dormindo com sono leve Não realmente elas só aprendem a perceber a bexiga cheia e contrair tá OK Até despertar e poder ir no banheiro Belezinha tá então isso é um um conhecimento que a gente usa até hoje a gente usa dentro do do tratamento de crianças que por exemplo tem enurese noturna ok posso passar galera Opa desculpa falei posso passar e sair passando né sear posso pode
seguir então um outro um outro procedimento que a gente utiliza também até hoje é o de dessensibilização sistemática principalmente com pacientes com fobias Específicas tá eh aonde a gente utiliza como uma resposta antagônica ao medo o relaxamento ou seja durante a exposição ao objeto fóbico ou à situação fóbica a gente promove no paciente uma sensação uma situação de relaxamento através de técnica de relaxamento Ok então a gente precisa aí juntar duas técnicas a exposição e ao mesmo tempo o relaxamento tá inicialmente o paciente aprendia o exercício de relaxamento e posteriormente começava a enfrentar Passo a
passo as etapas de uma hierarquia de situações temidas mantendo mantendo-se em relaxamento para inibir reciprocamente a reação do mido tá as Exposições aos estímulos temido poderiam ocorrer tanto ao vivo quanto por imaginação né onde ali no consultório a gente pede pro paciente imaginando a situação temida Tá ok hoje a gente consegue fazer isso até também com uso de realidade virtual é bem legal então enquanto o paciente está sendo exposto Exposto ali à situação pela realidade virtual através de óculos ã fazendo a sensação também as técnicas de relaxamento Tá ok então isso a gente utiliza para
situações de fobia a exposição gradual a gente utiliza para outros quadros também outros e transtornos de ansiedade próprio transtorno de estresse pós-traumático eh o próprio toque a gente também utiliza exposição com prevenção de resposta Enfim então todas as variações desse Modelo a gente vai utilizando ao longo do tratamento até hoje dúvidas galera até aqui tudo certo Por enquanto Beleza então vamos lá um outro estudo muito interessante já da década de 60 e vocês já estão vendo que o gato vai miar não fica quieto gato Volta a dormir volta a dormir volta volta volta P tá
vai deitar eh um outro estudo muito muito interessante já na década de 60 e vocês Vem que já era ainda a gente vivendo ali aquela onda né comportamental mas que a gente já tava aí virando começando a virar uma chavinha né olha que interessante também no estudo anterior que tinha ali a questão social do comportamento de modelação do comportamento onde naquele momento ninguém se se até vinha explicar mas que depois vão pegar aquilo ali para explicar a não izin em 1961 né eles começaram a apresentar as primeiras Técnicas que concentram-se na modificação do comportamento de
pessoas com deficiência mental né Na época se usava esse termo ã e de crianças deficientes aí vem até o que eu tava falando não lembro agora para quem eu falei que trabalha com crianças atípicas não lembro não lembro não lembro desculpa eh o nome de quem quem era mas falou sobre crianças atípicas com essas crianças a gente costuma trabalhar justamente com essas Técnicas mais comportamentais voltadas à modificação do comportamento Tá então vamos lá com relação à modificação do comportamentos psicóticos tais como atos violentos delires comportamento alimentar inadequado assim como hábitos de higiene beleza aí eu
falo gente era muito errado era muito é hoje a gente sabe que é muito errado né mas anteriormente eram coisas feitas e que enfim né aonde utilizou-se cigarros e elogios como Reforçadores de comportamentos sadios e supressão da atenção ao paciente como extinção de comportamentos inadequados tá E aí foi se observando melhor nesse comportamento ou seja tendo os comportamentos mais adequados os comportamentos sadios como predominância táa fica quieta Você não tá me sacaneando aqui porque eu usei com ela uma técnica de inundação E aí a a Juliana né que é irmã da Luciana acabou explicando para
ela que a técnica de Inundação não se usa eu falei tipo você não precisava explicar né mas [Risadas] funcionou falei não precisava técnica de inundação para quem não sabe a gente faz uma exposição gradual diante da da pessoa né quando a gente tem uma exposição ao estímulo temido porém de passo a passo ou seja Ah se eu tenho por exemplo o medo de andar de metrô a gente só desce na estação não pega no metrô da primeira vez vai vendo como é que fica a Ansiedade até a ansiedade reduzir significativamente numa próxima vez entra no
metrô vai anda só uma estação e volta e assim vai tá isso é gradativo inundação é quando a gente faz uma de uma vez só né seria por exemplo pegar a pessoa e falar tipo vamos e a gente anda a linha um inteira do metrô isso ok enfim eh dentro desses estudos né comportamentais ã a gente também usa o que a gente chama o hoje de sistema de fichas né mas na época foi o primórdio Disso aonde a gente estabelece um esquema de reforçamento aos quais funcionavam como reforçadores que poderiam ser trocados por uma série
de privilégios a escolha do paciente tá claro sempre quando a gente trabalha com crianças né e usa o sistema de fichas é importante que a gente combine com os pais quais vão ser né Essas Recompensas porque assim já teve uma criança que falou que queria ir paraa Disney claramente os pais não tinham condições De levar para Disney né então a a gente tinha que trabalhar o que que é que poderia ser esses reforçadores tá esse trabalho demonstrou a eficácia na intervenção psicológica com pacientes psicópatas pacientes sem possibilidade de mudança Ok eh outra coisa que a
gente começaram a perceber aí olha que interessante né já na década de 60 como é que vai virando essa chavinha a importância do reforço Social e do feedback como fatores mais importantes nesse programa ou seja o como eu me relacionava com esses pacientes era altamente reforçador Então tinha um aspecto social aí para além dos cigarros para além de doces para além de elogios que funcionavam como reforçadores ou como agentes punitivos também dependendo de como eu trabalhasse com esse aspecto social tá o uso de reforçadores sociais estruturados elogio a atenção do terapeuta passou a ser mais
Amplamente então adotado assim como uma maior valorização das interações sociais na ajuda desses pacientes Então hoje dentro dos hospitais psiquiátricos e tal a gente sabe que isso é importante e se utiliza disso com os nossos pacientes para melhoras ok então vamos lá aí nos anos 60 o que que começa a acontecer a nossa segunda onda com começa a crescer né tenho ali uma certa insatisfação com os modelos estritamente comportamentais os próprios Modelos comportamentais já começam a relatar alguma coisa ali de um aspecto social modulador que até então ninguém falava tá E aí no final dos
anos 60 vem o bandura com a sua contribuição da teoria da aprendizagem social tá aonde ele vai apresentar dois conceitos que são extremamente importantes pra gente que trabalha com psicoterapia o conceito de modelação que seria uma forma de aprendizagem através da observação de um modelo comportamental ou verbal e também De suas próprias ações né através de feedbacks sendo recebidos de suas próprias ações por que que é muito importante a gente saber sobre modelação a gente vai trabalhar muito sobre modelação quando a gente tá trabalhando com pacientes que precisam ganhar habilidades sociais né ou trabalhar as
suas habilidades sociais com pacientes que TM modelos de interação com o outro muito disfuncionais como por exemplo quando a gente trabalha com transtornos De personalidade tá então a gente é um é um umum meio modelador digamos assim nós somos um viés de modelação desse comportamento tá como Alessandra dentro da própria relação terapêutica belezinha tá então a modelação implica atenção julgamento sobre modelo e consequências do comportamento esses pacientes têm julgamentos sobre o como eles deveriam ou não agir ou sobre o como eles agem isso impacta no outro tá então isso Indica uma participação de uma mediação
cognitiva sobre o meu comportamento porque eu sei eu penso como o outro vai me julgar ou eu vou julgar como o comportamento do outro e isso vai interferir o como eu me comporto Então a gente tem aí uma mediação cognitiva assim do comportamento que até então não era falado ou não era estudado ou não era visto tá ok Alessandra Você pode repetir por Favor isso que você explicou eu fiquei um pouquinho confuso Tá qual parte eh a na parte aqui do implica atenção julgamento e depois eh da mediação cognitiva Tá então vamos lá quando eu
tenho comportamento tá quando eu vou modelar um comportamento através da ação seja minha ou do outro isso requer que eu esteja atenta ao comportamento do outro eu julgue o meu comportamento ou do outro e as consequências disso tá só que para eu Falar em julgamento sobre esse modelo eu tô falando de uma participação cognitiva porque eu vou pensar sobre como o outro se comportou sobre como eu deveria me comportar entendi H deixa talvez te dar um exemplo vamos lá eu não sei como me comportar numa vamos supor que eu fosse uma paciente com dificuldades sociais
graves né de habilidades sociais graves e aí eu não sei como me comportar diante de uma Festa uma festa grande Ok Uhum eu vou estar na festa olhando os modelos que eu tenho de como as pessoas estão se comportando e julgando né ou seja aquela pessoa ali tá falando com todo mundo de uma maneira muito alta o tom de voz dela achei adequado sei lá parece meio brigando com as pessoas não gostei disso não gostei disso eu tô tô fazendo uma mediação cognitiva tá sobre como eu devo falar ou não Tá ok então eu vou
aar festa provavelmente com tom de voz mais Baixo sei lá um exemplo meio grotesco entendi mas seria aí a pessoa vai aprender por meio dessa mediação cognitiva do julgamento de outros modelos entendi obrigada tá e um outro conceito muito importante que o Band vai colocar também é o conceito de a eficácia a autoeficácia refere-se a crença de que a pessoa tem que é capaz de realizar um determinado comportamento tá Por que que isso é tão important pra gente dentro da Terapia cognitiv comportamental porque a gente vai trabalhar no intuito do paciente ser sempre o seu
próprio terapeuta tá por ISO que a gente fala de ser uma abordagem mais breve etc a gente tem uma ideia do paciente está ali para aprender habilidades para lidar com o problema dele então depois de um tempo ele já consegue executar essas habilidades sozinhos e você vai tá tchau siga o seu caminho de luz meu senhor tá é basicamente isso que acontece com os Pacientes então a gente precisa desenvolver neles esse senso de alta eficácia principalmente por exemplo pacientes deprimidos eles têm um senso de alta eficácia muito rebaixada um exemplo tá Clínico disso Aonde eles
acham que eles não vão conseguir e a gente precisa ir demonstrando para eles o que que eles estão alcançando tá então nosso papel como terapeuta também ir trabalhando nesse paciente a crenças que ele é capaz sim de modificar o Comportamento dele então a força dessa crença influencia no quanto a pessoa vai tentar enfrentar as situações ou não então quando eu estou diante de um paciente com um senso de alta eficácia muito rebaixado naturalmente eu vou ter muita dificuldade de implicar ele na terapia porque ele tá se vendo como muito incapaz tá se eu tenho um
paciente mais engajado ou seja com um senso de alta eficácia um pouco maior um pouco mais funcional digamos assim vai ser Mais fácil de eu engajá-lo na terapia tá então isso é uma coisa sempre muito importante a gente tá olhando como o paciente se vê como Auto eficaz Ok Ok deixa eu passar ah outra coisa muito importante não confundam modelagem com modelação modelagem é o conceito lá da parte mental aonde por sucessivos reforçadores eu vou chegando ao comportamento alvo tá Isso é modelagem do comportamento Ok galera ok ok ok e modelação é um conceito do
bandura aonde eu falo de uma uma ação Tá ok ia repetir a palavra mas vamos lá aonde eu tenho uma ação como modulador de esse comportamento eu tenho ali uma intervenção cognitiva sobre julgamento da ação minha ou do outro para eu me implicar num comportamento ou não pode repetir rapidinho o que que é modelagem que para mim deu uma caída na Internet beleza modelagem é quando através de sucessivos reforçadores eu vou chegando ao comportamento alvo tá então tive um pequeno comportamento que me leva um comportamento alvo reforço ele tive esse comportamento em mais um pouquinho
reforço ele tive esse comportamento em mais dois reforço ele até chegar no meu comportamento alvo Ok é parecido com o que você com o que a Gente tava vendo antes do da primeira onda né Uhum uhum isso mesmo modelagem é da primeira onda modelação já é um conceito do bandura aonde a gente fala sobre um julgamento de uma ação julgamento de um comportamento social e aí a gente vai agir sobre esse modelo Ok aham Oi Belezinha Então vamos lá outros teóricos que tiveram uma insatisfação não só com os modelos comportamentais mas principalmente com os modelos
Psicodinâmicos tá pmen ou não Aaron Beck era psicanalista tá a formação dele foi toda baseada na psicanálise beleza mas antes eu vou falar do hes o Albert hes ele acabou fundando o que hoje a gente considera o que hoje a gente sabe né como terapia racional emotiva tá aonde ele propõe o modelo a BC tá eh o modelo vem do inglês tá aonde a gente tinha um achievements ou seja um ativadores tá de beliefs crenças que determinavam as Consequências ou seja se cons que vão ser sintomas sentimentos e comportamentos tá então o que que isso
quer dizer eu tinha qualquer ativação ali fosse uma situação fosse uma sensação interna fosse uma fala de alguém Sei lá eu tinha alguma coisa que funcionava como ativador ativador do quê do meu sistema de crenças tá do Como eu vejo o mundo do Como eu vejo as coisas do Como eu vejo as pessoas modelos que eu tenho de crenças Tá ok e que essa Motivação iria gerar então consequências o como eu iria as consequências como eu iria me comportar ou como eu iria me sentir o que que o que quia os sintomas físicos por vezes
tá E por aí vai tá ok Esse foi o modelo que o Elis criou tá posteriormente tem um avanço dele que seria a introdução do d né que é o dispute ou debater onde as crenças irracionais poderiam então ser combatidas pelo uso de métodos lógicos e empíricos da ciência tá que aí já é o Que a gente posteriormente hoje vai chamar de reestruturação cognitiva Tá ok os nomes estão começando a aparecer dentro dessa história né então vamos lá o Aaron Beck que é o fundador da terapia quin comportamental né Eh ele na verdade ele era
um psiquiatra né onde trabalhou boa parte da sua vida no hospital da Pensilvânia então a formação dele foi em Psicanálise né foi psicodinâmica e dentro do Hospital da Pensilvânia ele trabalhou com pacientes deprimidos tá e o que que aconteceu Ele começou a observar que esses pacientes tinham um certo padrão de pensamento todos eles tinham um pensamento disfuncional muito parecido com algumas distorções E aí ele começou a reparar sobre as distorções cognitivas tá e ele começou a reparar que esses pacientes tinham isso em comum modo de Pensar deles era distorcido diante de distorções que eram ali
padronizadas ele começou a reparar que se ele conseguisse trabalhar sobre essas distorções ah essas pessoas se implicavam em comportamentos mais funcionais e isso reduzia o sentimento delas de tristeza então ele reparou o seguinte os pensamentos ou o modo como essas pessoas pensavam né influenci as emoções e a maneira como elas se Comportavam Ok tanto que o primeiro livro que é lançado em terapia cognitiva comportamental não é o terapia cognitiva da digit Beck é a terapia cognitiva comportamental para depressão aonde o Aron Beck junto com David Clark se eu não me engano eh relata todo esse
trabalho que ele teve com o grupo de pacientes deprimidos tá então a partir da experiência dele com esses pacientes ele vai vendo a integração entre o como Esses pacientes pensavam o como eles se sentiam e o como eles se comportavam E aí vai surgir a terapia cognitivo comportamental tal como a gente já conhece né tradicional bequini enfim que é a representação da segunda onda Ok beleza até aqui beleza Eh fofoquinhas deixa aqui antes de fofoquinhas né Vamos lá eh o Aron Beck ele nunca foi muito didático quem é mais didático é a filha dele que
é judit então acaba que quem compilou né A Teoria dele eh de uma maneira mais didática né Eh no livro Terapia cognitiva ou hoje né já é terapia cognitiva comportamental é a jit Beck Tá mas na verdade esses achados foram do pai do Aron Beck Ok eh Então esse é um livro que eu acho super importante de vocês lerem se eu pudesse Se a gente pudesse ter um livro texto né do do curso seria o terapia cognitivo comportamental da jit Beck tá eh tem alguns que também gostam de aí Vai ficar a gosto do freguês
né O que que é que que cada um gosta mais eu gosto mais de sempre ler o autor base Tá mas tem pessoas que preferem ler outros e tudo bem também tem um livro que é bem compatível que é bem parecido que é o aprendendo a TCC do Jess Wright tá um desses dois livros vai ser muito importante de vocês lerem isso a terceira Edição eh de vocês lerem ao longo do curso de vocês tá antes de vocês chegarem na Parte de supervisão que vocês já tenham lido ele belezinha eu não não tá no consultório
não tá não tá no consultório tá senão I mostrar a capinha para vocês não estar no consultório não tá aqui tá ok eu já botei a fotinho dos dois lá no grupo tô botando valeu valeu valeu valeu valeu então Então vamos lá racional em motivo né que é do Albert hellis ela vai ter como objetivo Identificar e contestar as crianças G funcionais do indivíduo buscando manter um estado de equilíbrio emocional tá então reparem que o objetivo da segunda onda é a partir do momento que eu identifico e questiono e modifico a maneira como eu penso
eu consigo modular a maneira como eu me sinto e como eu me comporto Ok o que o objetivo da das contextuais já vai ser outro vai ser o entender esse funcionamento ao invés de ser mudar isso Tá então a terapia racional emotiva pressupõe que os indivíduos possuem tendências tanto inatas quanto adquiridas para se comportarem e pensarem de uma maneira irracional assim manterem um estado de saúde emocional estes devem então monitorar os seus sistemas de crenças básicos constantemente não só monitorar no sentido de identificar mas monitorar no sentido de questioná-las tá baseando-se então no princípio da
Racionalidade sofre a influência do estoicismo né uma corrente filosófica grega e romana que defendia que as emoções destrutivas né resultavam de erros de julgamento e que um sábio não sofreria dessas emoções tá então até a segunda onda a gente já tem uma pegada né muito assim de Emoções positivas emoções negativas emoções agradáveis e Emoções desagradáveis tá quando na terceira onda a gente vai ter uma percepção de Emoções né Vamos senti-las E experienciá-lo e verificar o que isso acontece e verificar o que isso significa tá é influenciada também pelo racionalismo doutrina que afirma que tudo que
existe tem uma causa inteligível Então a gente vai estar muito preocupado ali sobre a causa tá sobre trabalhar às vezes o que causou e privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento então sempre Meu objetivo vai ser olhar sobre a cognição olhar sobre este modelo de crenças porque assim eu conseguiria modificar o restante belezinha Oi galera dúvidas até aqui não não então vamos lá então vou fazer o seguinte aqui a gente já vai começar a terapia de terceira onda mas são meio-dia e 23 então vou fazer o
seguinte para eu não começar a terapia de terceira onda e precisar parar pro almoço no meio vou Adiantar o almoço 5 minutinhos tá E aí a gente volta e fala terapia de terceira onda vamos ver os princípios da TCC em entrevista na parte da tarde pode ser sim sim então vamos lá ok ok ok ok ok ok beleza beleza beleza Eh 1:30 Então dá tempo de estar todo mundo de volta almoçado dá dá então beleza então 1:30 a gente tá de volta aqui belezin sim e qué mais gente beijo bom Almoço vamos lá galera todo
mundo voltou tem problemas né ara depois você assiste a gravação e tendo dúvida só falar tá bom obrigada gente boa aula tá um beijo obrigada beijo Vamos que vamos Então vamos lá á que a gente D tenha conteúdo para parte da tarde mas vamos bom vamos ih não pera aí não vamos Não só tem 12 participantes O que que houve Cadê o restante da Galera pera Aí só ver aqui no grupo gente se tem alguém com alguma dificuldade de voltar acho que não bom vou continuando Qualquer coisa se alguém mandar aqui eu vou interromper para
poder ajudar a pessoa tá que a Luciana teve que sair da chamada então ela não vai conseguir ajudar bom vamos então voltando vamos então falar um pouquinho sobre as terapias de terceira onda né sobre essa Terceira onda essa onda que a gente chama de Terapias contextuais aonde o meu foco não vai estar mais em modificar o comportamento nem em modificar a minha cognição tais como foram na primeira e na segunda onda respectivamente o meu enfoque vai estar em entender o como eu me relaciono com isso ok então vamos lá ela é baseada nos conceitos contextuais
focados mais na relação da pessoa com pensamento e emoção do que no seu conteúdo em si né é uma abordagem Empírica e que o foco principal está na sensibilidade ao contexto e as funções dos fenômenos psicológicos enfatizando táticas de mudanças contextuais e experimentais ou ainda eu talvez acrescentaria ali o experienciais tá então a gente tem uma abertura ao diálogo de uma maneira mais Ampla com abordagem de tradições humanísticas existenciais analític analíticas e até mesmo espirituais tá vocês vão ver que Tem algumas ênfases né de tradições espiritualistas digamos assim eh então por isso que eu tava
até falando né com vocês assim ah tem uma galera que estudou humanista eh Tem uma galera que estudou existencial Tem uma galera que já tem uma tradição dentro da psicanálise e tem uma galera tem uma tradição de sistêmica não abandonem esse conhecimento que vocês construíram né não que a gente vai fazer uma coisa eclética na terapia mas o olhar que Vocês ganharam estudando essas essas abordagens né ao longo da vida vai ajudar muito também vocês a entenderem o contexto da pessoa tá então vamos lá todos que se valem os pressupostos da TCC dando conta da
cognição emoção e comportamento são chamados de terceira onda porque compartilham desse entendimento e avançaram em conceitos e entendimentos então a gente define aqui terapias terceira onda como os que compartilharam Uma uma uma relação né entre cognição emoção e comportamento tá só que acrescidos a isso né avançaram em conceitos e entendimentos integrando técnicas de diferentes abordagens E aí não necessariamente eu tô falando de diversas abordagens psicoterapêuticas eu tô falando até de abordagens de entendimento como por exemplo as espiritualistas tá de outras áreas né de de entendimento humano que não só da psicoterapia Belezinha Beleza então vamos
lá o Aron Beck tem uma definição bem interessante né do que que seria um modelo de terapia então para eu chamar uma terapia de terapia de terceira onda anteriormente ela precisa ter ser uma terapia né E como é que eu defino uma terapia terapia é definido como um a gente deve distinguir né O que que é um sistema de psicoterapia e o que que é simplesmente um agrupamento de técnicas tá um sistema de psicoterapia Provê tanto uma estrutura para o entendimento dos transtornos psicológicos que se propõem a tratar e um Panorama acerca dos princípios gerais
e procedimentos específicos do tratamento Então eu preciso ter esses dois vieses né Para me chamar para eu chamar a teoria de terapia né digamos assim que é o entendimento ter um modelo patológico né da daquilo que eu me proponho a tratar tá e ter um conjunto de Procedimentos Beleza então sistema de psicoterapia bem desenvolvido provê um modelo compreensivo da psicopatologia atuante tá e dessa patologia não necessariamente é um transtorno pode ser um modo de funcionamento tá e uma descrição detalhada e diretrizes de utilização das técnicas terapêuticas relacionadas a este modelo Ok então a gente pode
chamar de Terapias de terceira onda que aí vira um grupão né vira quase uma rave de tanto De tanta galera eh as que tem essa definição como sendo uma idade terapêutica Ok então antes da gente definir Qualquer coisa vamos observar o que que é uma terapia Tá então vamos lá são consideradas terapias de terceira onda né a terapia de aceitação e compromisso que é a ect a terapia comportamental dialética que é dbt né agora a gente também tem né A rbt que é a terapia comportamental dialética radicalmente Aberta né onde nós do caesm traz temos
aqui ã o curso né para vocês traduzido pelo menos o módulo um a gente já tem tá a terapia focada na compaixão a terapia metacognitiva a psicoterapia analítico funcional e algumas controvérsias a aqui embaixo estão as controvérsias alguns consideram a terapia do esquema como terapia de terceira onda e outros não tá a terapia cognitivo processual também alguns consideram e outros não que é criada pelo professor Irismar Reis na Bahia e as terapias cognitivas baseadas em mindfulness alguns consideram e outros não por que alguns não porque o modelo a terapia cognitiva baseada em mindness atende aquele
pressuposto de ter um conjunto de técnicas né para um objetivo só que o modelo patológico que ela usa é roubado da ACT tá então o modelo pelo qual eu vejo o sujeito ele é roubado ali do modelo da eit então não teria um modelo próprio ok Ah Beleza então vamos falar um pouquinho sobre a terapia de aceitação e compromisso tá gente lembrando nosso objetivo aqui na formação não é que vocês saiam sabendo essas terapias tá isso é para vocês terem conhecimento do que que há por aí se posteriormente Ah sou Terapeuta em TCC mas também
quero trabalhar com isso Qual modalidade vocês também podem querer complementar tá então a terap de aceitação e compromisso ela foi criada pelo Steven hayes tá ela Tem uma proposta muito interessante o o próprio Reis eh ele foi um paciente de TCC né ele tem transtorno de pânico então ele foi paciente de TCC durante um bom tempo na vida dele e ele percebeu que tinha melhoras né do quadro eh mas que em alguns momentos ele tinha Recaídas tá E que aí essa ansiedade voltava então ele ia paraa terapia melhorava mas depois também tinham Recaídas ao longo
da vida dele e ele percebeu que isso acontecia de uma Maneira meio psíquica né e ele falou ok a TCC funciona para tratar o meu transtorno do pânico Mas por que que eu continuo tendo né Recaídas o que que acontece eh nesse background E aí ele começou a formular o que hoje a gente chama de act tá então como pressupostos né dessa teoria a gente tende que dessa terapia perdão a gente tende que o sofrimento psicológico intenso não é consequência da atividade psic da atividade cognitiva Ou das emoções em si mas sim da maneira como
a pessoa se relaciona e responde à própria atividade cognitiva tá então aí tem o enfoque dele também e a terapia de aceitação e compromisso bebe muito sobre a parte comportamental tá outro pressuposto dessa teoria é de aceitação aceitar de maneira aberta né O que está fora do nosso controle simplesmente aceitar e abraçar né e o compromisso né o compromisso com ações que possibilitem uma vida significativa Então uma terapia que também vai ter toda uma preocupação eh de se colocar frente a identificação de valores e que essa pessoa Busque esse paciente busque ter comportamentos e ações
compromissadas a esses valores tá a aplicação Clínica inicialmente da terapia de aceitação e compromisso foi para transtornos de ansiedade mas hoje a gente já tem diversas Outras aplicações tá que ela é reconhecida já como eficaz para os transtornos de Ansiedade então o modelo patológico que a act utiliza é o seguinte quanto mais inflexível eu sou psicologicamente mas vulnerável eu estaria ao desenvolvimento ou a manutenção de uma patologia tá então o que acontece a gente geralmente Tem reações a a nossa linguagem interna que nada mais são do que os nossos pensamentos tá da mesma forma que
a gente reage a eventos reais ou seja eventos externos a gente tá e a gente tem uma Intensificação da dor experienciada tá dessa dor que essa linguagem externa ou que esses eventos esses eventos reais promovem na gente e a gente tenta resolver esses problemas só que nem sempre a maneira como a gente tenta resolver é funcional tá a ideia da ACT é que não há nada a ser objetivamente resolvido Então tá eu não tenho porque resolver essa dor essa dor é uma experiência Ok E aí vem o modelo do Exaflex tá que tá lá no
centro em inflexibilidade psicológica e os seis pontos pelo qual a gente vai Trabalhando dentro da terapia tá ã quando eu tenho um sujeito lá o primeiro ponto lá em cima né o superior quando eu tenho sujeito predominantemente preso ao passado ao conceitual de um fundo temido a um baixo autoconhecimento eu tô tendo um sujeito mais próximo de uma inflexibilidade psicológica o que que então seria o mais saudável dentro desse Modelo né eu ter uma predominância do presente né de viver o presente ter um bom autoconhecimento tá o outro ponto fazendo sentido horário né falta de
clareza de valores e predominância de influenci abilidade de esquive e de situações então o que que poderia ser mais funcional que promovesse uma flexibilidade psicológica maior eu ter maior clareza dos meus valores e maior abertura às experiências né ou seja Menos esquiva de situações o outro ponto inércia impulsividade e persistência na esquiva né então o que que poderia ser mais funcional ou seja o que auxiliaria mais a a minha construção de uma flexibilidade psicológica eu ser uma pessoa com maior movimento um pouco mais controlada quanto a minha impulsividade né e e abandono dessa esquiva né
do comportamento de se esquivar lá no fundo o ponto de atrelamento ao eu conceitual né é aquela História da Gabriela eu nasci assim eu cresci assim vou ser sempre assim então o ponto mais eh funcional mais saudável que contribuiria para uma flexibilidade psicológica ser eu entender que o meu eu hoje pode não ser o meu eu de amanhã e assim a gente vai mudando né do tipo eu sou esse eu hoje mas de acordo com as minhas experiências eu posso ser um outro eu amanhã e por aí vai o outro ponto que é o difusão
cognitiva que é a ideia de que pessoas com mais Inflexibilidade psicológica praticam mais a ideia do se eu penso logo eu faço tá e não é assim tanto não é assim que uma das coisas que eu brinco muito com os pacientes é quem aqui já pensou em matar o chefe ou ficaria feliz se o chefe às vezes sofresse algum problema Mas eu nunca matei o chefe eu nunca matei nenhum chefe meu tá Então essa é a ideia da fusão cognitiva Tá ok Não é porque eu penso que eu vou agir então a flexibilidade psicológica aí
Estaria atuando no sentido de eu fazer uma desfusão cognitiva eu penso mas não quer dizer que eu serei assim que eu farei isso tá e de novo aí a esquiva da experiência agora a gente fala esquiva da experiência no sentido de eu evitar experienciar algumas emoções né E aí dentro da ACT a gente coloca aqui a flexibilidade psicológica estaria mais relacionada a pessoas que se abrem a experienciar todo e qualquer tipo de emoção Beleza Tá para isso claro a gente tem ali alguns processos terapêuticos que vão ajudando que era o que eu tava falando para
vocês né O que que é que cada um faz vou passar isso aqui depois vocês leem com calma a tá sem sem pressa Só porque não vai tomar muito tempo Alessandra Posso fazer uma pergunta pode eh então a act ela não é sobre as as cognições em si não é como a gente se relaciona com as cognições e com o comportamento é isso perfeito todas as Terapias contextuais Esse vai ser o enfoque tá entendi e não mais o comportamento em si e a cognição em si Mas a forma de se relacionar com eles sim ah
beleza a as terapias contextuais vão trabalhar tem uma tem uma uma coisa que a gente trabalha na no mindness que eu acho muito legal para explicar as terapias contextuais que é assim Ah mas aí eu eu eu tava aqui em mindness vamos supor né eh e aí Entrei em contato com com essa dor e tal mas percebi que Talvez eu teria uma outra maneira enquanto estava aqui em mindness me vem um pensamento percebi que eu teria uma outra maneira de ver essa situação que me gera menos dor se problema é seu ah mas esse era
o objetivo da técnica não o objetivo da técnica era que você entrasse em contato com a situação que está experienciando uma dor vamos supor tá se você teve uma outra maneira de ver isso ou não o problema é seu o meu objetivo Não é esse Uhum entendi tá então as terapias contextuais de uma maneira geral vão funcionar assim ah fiz automaticamente através de um Insight uma modificação e bom para você algumas pessoas vão fazer outras não e tudo bem esse não é o meu objetivo terapêutico mas se você fez tá bom para você beleza entendi
tá obrigada nada bom então vamos paraa terapia comportamental dialética que também surge lá na década de 90 com a marcha linam né a Mar linham para quem não sabe Ela é uma pessoa diagnosticada com trastornos de personalidade borderline e ela teve uma motivação muito pessoal também para construir essa abordagem que foi em uma das internações né ela ela decidiu enfim colocou como propósito de vida que ela ajudaria outras pessoas né que chegaram no fundo do poço tal como ela tá então hoje essa modalidade terapêutica é considerada pela apa o tratamento de escolha para pacient com
Transtor de personalidade borderline ou comportamentos Suicidas graves tá então isso vai de encontro ao que eu tava falando com vocês no início da aula não é que todo mundo precise saber todas essas abordagem Ah porque se a apa diz que essa abordagem é melhor então eu preciso saber não você pode ter a humildade de falar eu não trabalho com isso eu não tenho informação disso vou te encaminhar para quem tem tá ok bom os pressupostos dessa teoria é Uma dessa terapia é uma abordagem organizada e sistemática paraa participação de diversos profissionais tá é uma terapia
que envolve muito passo a passo eh muitas muitas pessoas né envolvidas no tratamento desse paciente por vezes as habilidades necessárias para lidar com o problema não devem ser esperadas e sim ensinadas então eu parto do pressuposto que essas pessoas não têm habilidades para lidar com os próprios Problemas que elas precisam aprender tal como uma escola né entre aspas tem como pressuposto uma construção de uma vida valiosa ou seja o próprio slogam né da dbt é uma Vida que Vale a Pena Ser Vivida tá E para isso se utiliza diversos elementos de sistema psicodinâmico de uma
abordagem centrada no cliente da própria gestal e estratégias paradoxais além de premissas de ciência comportamental e mindfulness baseados na filosofia oriental aí o que Eu tava começando a falar para vocês né algumas tendências algumas algumas eh influências espiritualistas até dentro dessas abordagens contextuais tá a aplicação clínica da dbt inicialmente foi voltada para pacientes com transtorno de personalidade borderline momento foca aqui vamos lá nos Estados Unidos o que acontece muito a gente tem um incentivo de pesquisa muito maior do que você tem aqui né até injusto fazer essa comparação Mas enfim Eh então a eles têm
um incentivo de pesquisa muito grande financeiro só que para eu receber financiamento Eu geralmente principalmente em pesquisas terapêuticas eh de psicoterapias eu preciso estar vinculado a um quadro diagnóstico tá então inicialmente toda a terapia comportamental dialética estava voltada pro tratamento da desregulação emocional como até hoje É tá só que para eu receber financiamento e conseguir testar Né cientificamente isso em larga escala para eu ter um bom tamanho de efeito eu precisava delimitar um quadro diagnóstico tá E aí foi delimitado o transtorno de personalidade borderline Ok mas não quer dizer que a dbt sirva só para
transtorno de personalidade borderline ela serve foi construída para pessoas com desregulação emocional intensa Ok então por isso atualmente a gente vê a aplicação do dbt nos mais diversos Quadros relacionados à desregulação emocional como transtorno bipolar alguns transtornos alimentares como por exemplo de compulsão né Eh a aplicação a a pacientes infantis como principalmente pacientes às vezes com quadros de Tod né e pacientes com comportamentos Suicidas em geral Beleza tem até já alguns protocolos também de dbt para TDH enfim pessoas que têm uma dificuldade de regulação em geral tá qual é o modelo patológico que a dbt
se utiliza a teoria Biossocial tá aonde a gente tem alguns fatores pelo qual a pessoa ficaria mais vulnerável a experienciar essa desregulação a não saber como agir diante das emoções uma vulnerabilidade biológica né do tipo realmente como a gente tem ali pessoas com uma alta sensibilidade com uma alta reatividade como se de fato o sistema nervoso delas tivesse mais receptores ou qualquer coisa assim que a gente ainda não conseguiu comprovar neurocientifico mas A gente sabe que essas pessoas têm uma sensibilidade maior tá Seja até a estímulos externos ou estímulos internos como as emoções Tá ok
do mesmo jeito que todos nós temos tá a gente algumas pessoas se incomodam mais outras menos como por exemplo com sons agudos tá isso é uma diferença de sensibilidade próprio do nosso do nosso próprio sistema nervoso tá mas essas pessoas teriam essa vulnerabilidade biológica maior tá e um retorno bem lentificado a linha basal Ou Seja é como se elas conseguissem experienciar a emoção por mais tempo e em maior intensidade tá então é como se a onda emocional delas demorasse mais para passar entendeu ficasse mais tempo lá no topo e o outro o outro lado né
Muito importante da teoria biossocial por isso que é bio social né Bio vulnerabilidade biológica social o ambiente invalidante né onde geralmente essa pessoa passou ali a infância a adolescência dela o Início da vida adulta no ambiente intolerante a demonstração de afeto né a demonstração das emoções aonde provavelmente essa pessoa teve a experiência emocional vista como errad atribuída a uma falha de caráter e punida do tipo você não pode se expor assim você não pode experienciar assim tá hã um ambiente com baixa resposta às necessidades infantis e um ambiente que não propiciou um aprendizado de competências
emocionais tá por isso hoje Inclusive a gente fala muito da da aprendizagem emocional socioemocional enfim dentro das escolas até né Tem programas para isso e tal que a gente entende que isso é algo que precisa ser apreendido tá ã e os princípios da dbt né a dialética a gente tem sempre uma realidade interrelacionada os opostos Podem coexistir sim eu posso ter duas coisas Opostas ao mesmo tempo e a gente tá em Mudança constante então a gente precisa dialogar internamente com essa mudança e tá tudo bem né a habilidade de aceitação que é viver no momento
presente trabalhar o não apego à emoção a interligação a impermanência tá e a aceitação das coisas como são que é o que a gente chama de aceitação radical as coisas simplesmente são assim a gente precisa aceitar e o trabalho sobre a mudança on a gente vai trabalhar com o Condicionamento clásico e operante com essas pessoas a mediação cognitiva e a ideia dos déficit de habilidades tá essas pessoas estariam emf de habilidades e por isso precisariam aprender a Como regular essas emoções Ok vou vou dar uma pulada aqui nessa parte só para passar para para outra
coisa bom então como eu tava falando com vocês lá no início a dbt ela requer uma um círculo né um envolvimento de várias pessoas de várias coisas né então pra Gente fazer uma aplicação da dbt corretamente a gente tem a psicoterapia individual esse paciente tem acesso ao treinamento de habilidades onde através de uma classe mesmo né ele vai aprender as habilidades para de regulação emocional de mindfulness de aceitação de tolerância A malestar tá Também precisa acontecer a supervisão em dbt para o terapeuta individual tá ok o coaching entre sessões é o Coach telefônico onde eu
vou dar suporte de maneira pontual Lembrando as habilidades que ele tem aprendido di Anes de crises tá isso é um papel do psicoterapeuta individual com o paciente e a consultoria dos terapeutas que aí de novo também são só com os profissionais envolvidos no tratamento tá então do lado esquerdo da tela vocês têm da da central né psicoterapia individual pro lado esquerdo Você tem o trabalho que é desenvolvido com o paciente e do lado direito o trabalho que é desenvolvido com o terapeuta em Conjunto com a equipe de tratamento Ok então é um tratamento que envolve
muitas coisas envolve um passo a passo né então envolve ali eu primeiro ter um compromisso da pessoa né com as metas do tratamento depois realizar com essa pessoa uma estabilidade emocional né depois trabalhar com essa pessoa como é que é o processamento emocional do passado dela realizar uma síntese do que foi aprendido e trabalhar resolução de problemas e no quarto estágio foco no Senso de completude que está muito relacionado à sensação de vazio por exemplo experienciado por essas pessoas ok alguma dúvida galera não na verdade Alexandra qual é a principal técnica assim mais específica mesmo
da dbt para regular a emoção é o mindful não eh a gente tem outras técnicas de regulação emocional no dbt desde psicoeducação das emoções eh e aí isso vai depender muito do estágio que o paciente tá se o paciente estiver em Crise a gente pode utilizar técnicas de tolerância ao mal-estar tá se o paciente não estiver em crise a gente vai trabalhar a regulação emocional pura do tipo às vezes entender o que que tá acontecendo a aceitação da emoção e por aí vai então isso depende só para vocês terem uma ideia para no manual de
de de dbt sem sacanagem deve ser mais de 50 técnicas só de regulação Nacional nossa senhora é muita coisa é muita coisa o manual é trão Assim então é muita coisa e isso a gente vai vendo de acordo com o que a gente tá trabalhando com o paciente com o protocolo que a gente tá usando de treinamento de habilidades Porque também tem diversos E por aí vai entendi Obrigada beleza nada mais alguma coisa Oi pode falar essas técnicas né eu conseguiria utilizá-las elas em sessões Breves de atendimento algumas sim outras não da dbt né que
você tá falando Especificamente n dbt especificamente é eu vejo que algumas sim outras não no teu caso especificamente do hospital talvez fosse mais vantajoso você promover um treinamento de habilidades uhum entendi em grupo né do que ficar usando ali técnicas soltas Nesse sentido porque aí você tem uma eh o grupo ele acontece com 1 hora e meia 1 hora e40 de sessão entendi é normalmente eu quando eu faço né grupos normalmente eu sempre Levo algum tipo de dinâmica até que entra como uma psicoeducação alguma coisa assim para eles até com forma de integração ali para
que a gente segue em determinada demanda né que vem pra gente às vezes de conflitos e internos com equipe enfim aí eu consigo trabalhar dessa forma sim a própria dbt já tem protocolo de treinamento de habilidades testados né então assim ah treinamento de habilidade para tal quadro ou para tal para tal população é mais eficaz que Seja trabalhado tantas sessões e tais e tais e tais e Tais habilidades para Tais então tem tem diversos já testados talvez tem alguma coisa aí realmente tem que pesquisar não sei de cabeça eh para pessoas por exemplo em situação
de de vulnerabilidade biológica né alguma coisa assim como é o caso dos teus profissionais ali né sim entendi obrigado Vamos pro próximo Então a terapia focada na compaixão né ela foi criada pelo Paul Gilbert mas a gente tem a sorte de ter um português que é o riso e o riso O Daniel Gente esse sobrenome dele pera aí rij é Rijo eh com o J eh que é um português que trabalha muito com terapia focad da compaixão eh ele foi aluno do Paul Gilbert então a gente Ainda tem tem a sorte de ter alguns artigos
aí em português eh eh feitos por ele né os pressupostos da terapia focada na compaixão né a gente tem ali uma influência evolucionista uma influência da psicologia do desenvolvimento da psicologia social das neurociências e do budismo tá E aí a gente entende que nessa terapia a gente entende que a terapia a compaixão é uma competência que precisa ser treinada né então de novo aí falando Talvez uma habilidade que precisa ser treinada e desenvolvida tá a aplicação clínica da terapia focada na compaixão em pacientes com níveis elevados de vergonha eem autocriticismo tá atualmente sua aplicação é
def infundida em diversas populações né o próprio Daniel Rijo ele trabalhou com terapia focada na compaixão com adolescentes infratores tá ã e os estudos de eficácia da terapia focada na compaixão mostram que Pacientes após a intervenção apresentam uma redução significativa da sintomatologia depressiva da ansiedade vergonha autocriticismo e dos comportamentos submissos além de aumento da sensação de autot tranquilização e de autocompaixão voltando aqui é uma terapia contextual por eu Endo que tem uma habilidade a ser desenvolvida que é a compaixão tá Ah mas pô os estudos dizem que reduziu sintomas de ansiedade consequência mas não era
o Objetivo da da técnica tá não era o objetivo terapêutico é o resultado Tá ok então o enfoque não é sobre a mudança da sintomatologia Isso foi uma consequência o meu enfoque É sobre o desenvolvimento da compaixão Deu para entender a diferença sim Então vamos lá a terapia focada na compaixão ela tem um enfoque em quatro domínios tá influências históricas e inatas que deram origem a alguma coisa Medos e ameaças internas ou externas que deram origem a alguma coisa estratégias de seguranças internas ou externas que deram origem a alguma coisa e consequências não desejadas dessa
origem a alguma coisa Ok então a gente tem esses sistemas de regulação de afeto tá o ideal seria que a gente conseguisse trabalhar com os três de maneira ã balanceada digamos assim né Tem um todo para dividir em três partes iguais Seria o ideal mas geralmente quando a gente Recebe os pacientes Dent terapia focada na compaixão eh a gente tem um sistema mais atuante do que o outro então ao invés de tá 1/3 1/3 1/3 geralmente a gente a gente percebe tá dois ter né e os outros dividindo 1/3 só ok então a gente percebe
que essa pessoa tá trabalhando mais em um sistema do que em outros então o objetivo terapêutico vai ser regular esses sistemas tá então a gente tem um sistema de drive onde a gente vai Falar sobre uma excitação e evitabilidade focado nos recursos Recompensas no comportamento de procura a gente a gente tem um sistema de defesa e ameaça onde a gente tem uma predominância ali de raiva de ansiedade de aversão e nojo tá então a gente vai ter um enfoque quando a gente tá atuante sobre esse sistema né de ameaça de procura de segurança de proteção
de ativação inibição por exemplo trazendo o Paradoxo assim né fazendo uma comparação pacientes por exemplo com quadros de transtornos de ansiedade provavelmente são pacientes que estariam com esse sistema muito mais ativado tá procurando a ameaça o tempo inteiro buscando uma sensação de segurança o tempo inteiro tá e o shooting que é o sistema de ligação segurança e satisfação focado na afiliação na proteção e etc tá então às vezes a gente precisa Aumentar o nosso shooting tá lembrando que talvez se eu Tiver apenas focado no shooting isso também é um problema tá porque eu posso estar
muito apegado muito afiliado e pouco olhando para os outros drives então A ideia é que a gente pudesse trabalhar 1/3 1/3 1/3 Então vamos lá a aplicação da tfc né tem como objetivo equilibrar a atuação do sistema de regulação do afeto promovendo a ativação do sistema de afiliação ou shooting que geralmente é o que a gente mais recebe dentro da psicoterapia tá Que em geral está menos ativado n patologias o desenvolvimento de competências de autot tranquilização assim como de autocompaixão ligação e est ação de cuidados aos outros Nossa outros saiu uma coisa que foi ali
é outros tá gente não sei o que que eu V as principais ferramentas são a de validação compassiva tá relação terapêutica empática e coping com a vergonha coping habilidades né jeitos de lidar com a Vergonha Ok validação compassiva geralmente a gente vai estar com pacientes né dentro da que a gente que a gente vai trabalhar né na tfc que são os pacientes com autocrítica elevada com nível de culpa e vergonha muito elevada são os pacientes que eu brincam que tem chicotinho né o al chicotinho el tempo inteiro mas eu não devia mas eu não devia
mas eu não devia a validação compassiva do tipo ali você fez o que era o que você podia ser que podia ser Feito ali você fez o seu melhor né E uma relação terapêutica empática até porque o próprio paciente já é muito geralmente já é né que vai para essa modalidade de terapia já é muito hã crítico né consigo mesmo então o terapeuta vai ter um outro papel ali que não vai ser de de às vezes ficar vendo aonde ele errou e resolveu o problema né às vezes vai ser do tipo aceitar o erro ou
ver que aquilo era o melhor e e e ser Empático quanto a isso né dúvida galera Então vamos lá vamos falar então sobre a fap né a psicoterapia analítico funcional foi desenvolvida por esses dois carinhas aí né a tsai e o Robert eh tem como pressupostos o foco sobre a relação terapeuta paciente como meio de proporcionar as mudanças necessárias à queixa do paciente então é um modelo psicoterápico que vai trabalhar sobre a Relação terapêutica o tempo inteiro e aí vai se beber muito nas teorias lá do bandura e etc que vão falar do como eu
modulo socialmente né do como a relação terapêutica é um ambiente ali também de aprendizagem social tá entende-se que o modo como o paciente fala age e se coloca durante a sessão pode ser semelhante ao como ele faz na vida cotidiana então se ele tem um comportamento arisco contigo muito prov ele também tem esse comportamento fora Se ele tem um comportamento de muita dependência contigo Muito provavelmente ele também tem esse comportamento fora com as outras pessoas tá modelar os comportamentos necessários a esse paciente através da relação terapêutica tá então a aplicação Clínica geralmente são pacientes com
comportamentos deficitários em geral tá que que a gente precisa para trabalhar com FB história de vida do cliente observar Quais são as Comportamentos fora da sessão importantes do cliente e as variáveis que os mantém Então eu tenho que fazer uma boa análise comportamental desse paciente comportamentos clinicamente relevantes emitidos na sessão quais são tá Quais são as intervenções planejadas que a gente vai utilizar e dificuldades e comportamentos Alvo do próprio terapeuta na relação com aquele cliente em específico se eu como terapeuta tenho uma dificuldade em trabalhar com aquele Cliente em específico sobre algum comportamento ou sobre
algum sentimento que surge ali naquela relação muito provavelmente isso também tem em outras relações desse paciente A então dentro da FAP para que a gente atue né o modelo patológico dela vai ser uma análise funcional do comportamento se eu não tiver feito uma boa análise funcional do comportamento eu não tenho como trabalhar com f tá E aí a gente se Utiliza da modelagem para diminuir os comportamentos problemas aumentar os comportamentos de melhora ou comportamentos funcionais tá E os comportamentos de análise feit em sessões pelo cliente também no intuito de aumentá-los belezinha sim show então aqui
a gente fecha sobre as terapias de terceira onda tá dúvidas gente lembrando o nosso objetivo aqui Não é que vocês saiam daqui sabendo Terapi de terceira onda o nosso objetivo é que vocês saibam que elas existem e que se for da vontade de vocês futuramente se vincular a alguma estudar mais alguma enfim que que eu sempre recomendo para vocês principalmente como orientação de carreiras Vai vendo o que que vocês se identificam e os tipos de pacientes que vocês vão recebendo tá eh acho que ISO isso vai Ajudando vocês a trilharem esse caminho de continuidade é
um caminho inicial a formação em terapia clítico comportamental mas tem um caminho aí de muita continuidade em termos de de aprendizagem para Clínica OK Ok beleza vamos lá vamos fazer um corte aqui e vamos voltar lá pra nossa segunda onda que é a terapia cognitivo comportamental padrão deiana enfim como vocês quiserem chamar tá a terapia Cognitiva comportamental é baseada em princípios então a gente como terapeuta cognitivo comportamental precisa respeitar e utilizar esses princípios se eu não estiver me utilizando desses princípios dentro da minha atuação Clínica eu não estou trabalhando com terapia cognitivo comportamental eu estou
trabalhando com qualquer coisa criada da minha cabeça inclusive Vozes da minha cabeça mas não com terapia cognitivo comportamental tá Quais são Esses princípios ênfase na colaboração e participação ativa por parte do paciente e do terapeuta Professor Bernard falava eu também falo isso paraos meus pacientes eu falo 50% do Sucesso da terapia é culpa sua e outos 50% é culpa minha né Por qu eu durante um bom tempo da terapia volou tá ali num papel de te ensinar habilidades de te ensinar estratégias para lidar com o problema tá falando isso meu paciente eh mas claro 50
minutos por semana não vai resolver seu problema né Eu não tenho como estar com você a semana inteira Então eu preciso que você aprenda habilidades aqui e durante a semana que é você com você mesmo você realize né implemente essas habilidades tá então eu tenho uma culpa nesse sucesso porque eu vou est aqui te trazendo ferramentas para isso mas você tem uma culpa nesse processo que é o de Trazer esse processo para sua vida ao longo da semana tá então é uma terapia que vai exigir essa participação de ambos Ok orientado em metas sempre quando
a gente começa uma terapia cognitivo comportamental eu preciso saber aonde esse paciente quer chegar o que que ele quer tá então no que que você quer que a terapia te ajude e a gente vai discutir sobre isso porque claro já teve paciente que fal assim ah ser rico Ah mas que que É ser rico Ah não é porque eu gasto muito dinheiro com besteira então queria controlar melhor Ah tá entendi n ser rico do tipo a ganhar na meena eu não consigo ajudar a não ser que você tenha alguma dificuldade de se implicar no comportamento
de atela lotérica jogar né então é importante que essa orientada em metas o paciente defina a meta e você revise com ele e claro sempre em ordem de relevância tá por exemplo ah Alessandra Eu tenho um paciente que Colocou como metas terapêuticas que ele quer aumentar o círculo dele de amizades e diminuir o comportamento suicida que ele tem só que ele colocou como primeiro que ele quer aumentar as amizades sinto muito eu vou ter que conversar com esse paciente e falar olha entendo que você que essa meta para você seja mais importante no momento mas
eu preciso mudar a ordem das coisas ou seja trabalhar primeiro com você o risco que você tá do comportamento suicida e Melhorar os sintomas depressivos por exemplo se foi esse o caso para depois a gente aumentar o seu ciclo Por quê eu consigo te ajudar só enquando você tiver vivo né Depois você tiver vivo eu eu se você não tiver mais vivo eu não consigo muito te ajudar então a gente precisa virar essas metas Tá ok então isso tudo é conversado com um paciente tá mas precisam ter essas metas que seja meta do tipo quero
quero que a terapia me ajuda de autoconhecer show isso é uma Meta tá mas a gente precisa ter essas metas para iniciar uma terapia cognitiva comportamental senão a gente não sabe para onde a gente tá indo e no que que a gente tem que focar com esse paciente Ok enfatizo o presente eu acho maravilhoso Porque tem um monte de gente crítica que não entende o rolê que não lê sobre o rolê e não e fala que não deve vamos lá não é porque a gente enfatiza o presente que a gente ignora o passado são coisas
diferentes eu vou Enfatizar o problema atual as dificuldades que te trazem atualmente Mas claro que eu vou precisar olhar pro passado principalmente para entender os determinantes do que acontece agora eh Recaídas que você já teve gatilhos E por aí vai tá eu preciso olhar para esse passado para te Conce ar mas infelizmente eu não consigo olhar para esse passado para mudar para mudar eu só consigo olhar para presente tá então por isso que a gente enfatiza o presente mas Lembrem-se enfatizar o presente não significa ignorar o passado Ok bom Outra coisa que a gente faz
cont continua formulação do caso do paciente entendendo os problemas em termos cognitivos eu vou olhar para esse paciente fazer esse mapa dele em termos cog as minhas vias os meus transportes desse mapa né vão ser as cognições desse paciente vai ser como ele se comporta tá e quando eu faço uma conceituação né Dentro daquele diagram de conceituação que a própria JB propõe eu falo muito de pacientes assim Isso aqui é uma fotografia tua né quando a gente faz uma fotografia a gente tá fotografando aquele momento né eu não posso pegar uma fotografia vamos supor se
tirar uma fotografia do Cristo Redentor hoje eu não posso dizer que aquele que aquela imagem é represent do Cristo Redentor sempre até porque vivem caindo raios no Cristo Redentor e às vezes faz Buraco então não posso dizer isso tá é uma fotografia representante do dia 9 de março às 16 horas Sei lá tá mas não é representativa sempre então eu falo muito os pacientes sobre isso quando eu construo o diagrama Isso é uma representação do como você chegou para mim isso aqui vai mudar tá então por isso que a gente fala de uma a formulação
do caso o paciente vai mudando como ele vê as coisas como ele vê o mundo ou como ele vê as relações Dele e isso precisa ir avançando durante a terapia e ser registrado ou seja como se eu tivesse tirando várias fotos em momentos diferentes desse paciente tá requer uma aliança terapêutica sólida o que que é isso extremamente importante que durante a terapia a gente Elabore com o paciente que eu preciso que você me fale como você tá se sentindo sobre as técnicas que eu tô passando como você tá se sentindo sobre as coisas que a
gente tá abordando é prática de feedback E vice-versa tá também puxa a orelha do paciente na sessão puxo é colaborativo tá então a gente precisa ter esse canal de abertura senão eu vou tá indo por um caminho que às vezes não é o que ele tá curtindo que às vezes não é o que ele acha que tá precisando enfim a gente não se encontra tá a semana passada mesmo morri de com uma paciente sen eu falando com ela e tal a gente discutindo sobre as questões comportamentais dela aí eu Falei uma coisa que ela Doeu
o tapa doeu aí eu pô desculpa eu fui tentar dar um coes unicórnio com com purpurina e acabou saindo muito forte Ela não tudo bem era necessário né Isso é uma aliança terapeutica sólida eu acabei falando uma coisa que para ela foi muito forte né eu falei não opa deixa deixa deixa eu recuar aqui e entender pera aí o que que é que te bateu mal na ela não Não realmente faz sentido que você falou mas cara nunca Tinha pensado nesse jeito é mesmo e foi elaborando isso tá ensina o paciente a ser seu próprio
terapeuta utilizando uma abordagem psicoeducativa a abordagem de cognitivo comportamental é de educação é de Educar o meu paciente a como lidar com o problema dele tá por isso uma coisa que eu nunca entendi muito bem a galera que fala que terapeuta cognitivo comportamental não é muito didático pera aí né não precisa ser um professor mas Também não ser alguém que educou o paciente em momento algum é porque tem algum problema Ok eh por isso acaba eh acaba tendo um tempo limitado de duração da terapia justamente porque a gente É voltado em metas e etc então
quando a gente compara com outras abordagens né se o meu objetivo é que o paciente seja seu próprio terapeuta ele acaba passando um tempo ali comigo e depois vai embora Porque ele já tem as habilidades para lidar com problema tá claro Alessandra quer dizer que o paciente nunca mais volta log de que volta né Eh já tive pacientes Inclusive tem uma pacientinha que foi muito foi muito inusitado o retorno dela foi sensacional assim eu fiquei de boquinha aberta por ela tinha tag né E aí a gente começou o tratamento tratando toda a questão de ansiedade
dela e tal melhorou tava ótima depois mais ou menos de um ano de Terapia e tal a gente já foi fazendo o espaçamento pra alta não sei o qu teve alta foi embora tava maravilhosa dois anos depois sempre falam comigo né aquela coisa assim Ah E aí Feliz Natal Não beleza uns dois anos depois ela me procura se Alessandra preciso voltar pra terapia eu falei deu ruim assim como é que tá a ansiedade tal não não a ansiedade tá bem aí eu hum né E ela não não me abrindo muito o que que é ela
falou não vou te falar vou te falar eh Me separei e tô pegando meu chefe aí eu Ok talvez a gente precisa voltar né E aí ela voltou para trabalhar toda essa questão do divórcio né e e e a enfim a questão da aceitação no ambiente de trabalho né os olhares com que ela tava tendo criar enfim eh de toda essa situação que que sei lá de maneira espantosa não tava gerando uma ansiedade nela ou tava gerando uma ansiedade que ela conseguia lidar beleza mas que agora ela tinha uma Outra meta terapêutica que era como
lidar com essa situação que tava acontecendo na vida dela tinha um divórcio saí do marido de casa dois filhos pequenos e já Endo aí uma nova pessoa né então ela tava perdida diante disso tudo bem a gente pega e vai trabalhar de novo sobre isso ok as sessões são sempre estruturadas através do estabelecimento de agenda com as sugestões tanto do terapeuta quanto do paciente ao conteúdo a ser abordado Em Cada sessão tá então Claro dentro do livro da gitb Quando vocês forem ler você vai ver que ela faz uma coisa muito mais ã norte americanizada
né digamos assim que tem tem um padrão mais rígido né europeu aquela coisa O que que a gente vai fal O que que a gente vai falar hoje a sent e a nota a gente pode fazer isso de um jeito mais abrasileirado né do Tipo pô e aí o que aconteceu a semana vamos lá né e Vendo ali construindo com o paciente o que que é que a gente vai usar naquela sessão né que a gente vai falar tem um paciente meu eu sacane muito quem é carioca vai entender aqui né Ele é V Caino
E aí toda a sessão quando tem jogo do Vasco na semana anterior eu chego assim vamos lá vamos lá vamos fazer nossa a nossa agenda aqui que que é que a gente vai que que a gente tem que falar hoje né aíe já traz anotado dele a eu teve jogo do Vasco Essa semana você Quer falar sobre a emoção que te gerou ou foi tranquilo aí a gente já se Sacaneia né nesse sentido não foi tranquilo foi tranquilo foi tranquilo não não pera aí pera aí chorei pra tô mal preciso falar sobre isso né então
a gente brinca durante a a agenda ali da sessão também é um jeito da gente ir montando isso né que eu sacan sempre pergunta se ele quer botar o jogo do Vasco na agenda da sessão Alessandra posso tirar uma dúvida Eh então assim a o terapeuta define a agenda mas assim define de uma forma não né norte-americano caso de acordo com né as metas e objetivos mas assim se o paciente vi com uma coisa de tipo nossa é Eh quero muito falar sobre quer muito falar sobre alguma coisa específica a gente deixa essa agenda de
lado e fala sobre o que ele quer falar com certeza com certeza essa mesma paciente que eu tava falando para vocês uma das vezes ela chegou lá no consultório ela já tava Em processo a gente já fazendo esse processo de ala N trabalhando com ela prevenção de recaída Então eu tinha uma agenda cheia para trabalhar com ela né tipo ah deixa eu revisar como é que ficou aquela aquela estratégia deixa revisar como é que ficou isso essa situação aqui que era um gaana linda maravilhosa J sessão no que eu cheguei assim que ela abriu a
porta que ela abriu a porta com consultório ela tava pálida e no telefone celular Hum aí eu Olhei assim aí eu entra só fiz assim né Entra botei ela sentada peguei um copo dado ela no celular aí eu peguei um copo dado quando ela chegou celular falei o que que houve ela o meu cunhado acabou de falecer é eu puts calma assim tipo peguei minha peguei minha Genda da sessão naquela hora assim tipo rasguei as gay aess eu falei Calma Vamos lá senta né vamos entender meu Deus meus meus sobrinhos ninguém pode falar nada no
grupo da Família que a minha irmã ainda tá indo PR casa para dar notícia para eles foi tudo bem então senta liga para quem você tem que ligar e não tem problema né vou estar aqui com você esperar sobre aquela sessão foi pro lixo né diante da minha agenda né ela situação que era muito mais urgente naquele momento pra gente trabalhar que tava afetando ela muito mais entendi Obrigada nada esse paciente de exento do Vasco né que eu sacane muito ele Eh para quem não sei se tem alguém de fora do rio aqui de fora
do Estado do Rio que para entender que o Vasco é um time aqui que já foi pra segunda divisão e tal e a galera Sacaneia que é o time dos sofredores né Eh mas ele tem toque então claramente a gente trabalha as questões referentes ao toque mas eu sempre pergunto se o Vasco às vezes gerou alguma emoção de tristeza nele né pra gente trabalhar na sessão então sacane muito isso com ele né Eh então às Vezes são coisas que estão fora né das nossas metas terapêuticas nesse sentido mas que acontecem sim ao longo da semana
e às vezes vão ser mais significativos para paciente para serem trabalhados naquele momento Então a gente vai sempre manejando ali OK OK obrigada outro princípio da terapia cognitiva comportamental ensina os pacientes a identificar avaliar e Responder a seus pensamentos e crianças disfuncionais tá é meu papel ensinar o paciente a fazer isso e para lidar com os problemas ou com as metas terapêuticas a gente se utiliza de uma variedade de técnicas para modificar o pensamento humor e comportamento e aí tá uma outra crítica muito interessante que faz ah TCC é técnica né você pegar essa técnica
e usar né não é igual uma caixa De ferramentas do que que adianta você ter uma caixa de ferramentas e não saber para que que serve chave Philips você vai tentar trocar a roda do carro com a chave Philips que que vai dar nada que não é a ferramenta ideal para isso tá então eh não adianta você ser uma coisa que às vezes perguntam muito ah qual técnica uso para is sei lá meu irmão não conheço seu paciente eu posso ter três pacientes com Mesmo quadro com a mesma queixa e o funcionamento dele ser completamente
diferente e isso vai exigir de mim eu utilizar técnicas e estratégias diferentes Apesar deles terem a mesma queixa tá então tem coisas que são em comum e tem coisas que vão ser específicas individuais e isso que diferencia a aplicação da terapia cognitiv comportamental em pesquisa e a aplicação de terapia cognitiv comportamental Clínica tá quando a gente Fala em pesquisa eu coloco todo mundo no mesmo saco porque o que eu preciso é de n amostral tá de amostra para falar em efeitos de eficácia Ok então para isso o que acontece Ah eu tenho aqui um protocolo
para para toque beleza foi testado numa Em 200 pessoas com toque beleza o protocolo foi feito em 14 sessões trabalhou isso aquilo beleza essa pessoa durante a pesquisa pode falar dos problemas conjugais dela Não essa pessoa durante a pesquisa pode falar durante a n durante sessões de terapia ã sobre as questões que ela tava sofrendo com o chefe dela não tá terapia cognitivo comportamental para pesquisa eu tenho essa caixinha fechada Ok Claro verifiquei nesse protocolo que essa essa e essa e essa técnica ou a estrutura desse protocolo é eficaz para isso Beleza você pega isso
para embasar o seu plano de tratamento Mas seu plano de tratamento não vai vai ser única e exclusivamente isso porque eu vou ter outros fatores aqui ó mexendo nessa pessoa essa pessoa vai est passando por um divórcio essa pessoa vai est passando por problemas com chefe essa pessoa vai est passando por problemas financeiros essa pessoa não é o toque ela tem o toque por exemplo Deu para entender sim tá então isso é um cuidado muito especial que a gente tem que ter Quando a gente tá no ambiente Clínico a gente utiliza a pesquisa para nos
embasar com toda a certeza somos uma prática baseada em evidências E é isso que a gente precisa fazer quer dizer que eu preciso ser um pesquisador ortodoxo que vai falar eu vou te tratar em 14 sessões depois um belo pé na bunda não tá Eita pera aí perfeito ezimar olhar o indivíduo como um todo eu não tenho um paciente Que é o transtorno de pânico eu não tenho paciente que é o transtorno depressivo Eu tenho um paciente que tem o transtorno de pânico transtorno de pânico é uma bolinha da vida dele que ele pode ter
vindo por causa disso esse pode ser o problema principal dele Pode essa pode ser a primeira meta dele Pode mas esse cara não é só isso a gente sempre olha o indivíduo como sempre esse é o trabalho Clínico Essa é a beleza do trabalho clínico Tá e é por isso que nossos pacientes estão ali porque se eles quisessem só um protocolo né para lidar com o problema Como diria o pal Matos basta não ter dislexia ler e aplicar né Né leria o protocolo ali e aplicaria nele mesmo porque não hoje tem uma porrada de softwares
e e aplicativos que te dizem o que fazer a diferença do seu trabalho tá no que você vai olhar individualmente para esse pessoa Ok então bom as principais características da TCC Então são produzir mudanças cognitivas emocionais e comportamentais por isso que ela é uma terapia de segunda Ona meu enfoque é sobre produzir mudanças sobre esses processos que eu entendo que são que estão trazendo o comprometimento para essa pessoa tá então a gente tem um foco bem grande na mudança Diferentemente das terapias contextuais onde meu o foco tá mais na Experim na experiência tá no experimental
digamos assim eh ênfase no aqui agora ênfase nos problemas atuais do paciente no desenvolvimento de habilidades desse paciente eh ah outra coisa que sempre pergunta Alessandra uso o termo paciente ou cliente na TCC cara tanto faz né O negócio é que o termo paciente por vezes ele tá ligado a a um uma outra palavra que se chama que é o passivo tá e dentro da TCC o paciente é qualquer coisa menos passivo Ok então Por isso algumas pessoas preferem usar clientes mas se eu usar o nome paciente e explicar pro paciente que ele não é
passivo ou que ele não deve ser passivo dentro da nossa abordagem tudo bem também tá É só uma questão de nomenclatura Ok uhum ah outra coisa tarefas de casa você me perguntando também é essencial ter tarefas de casa na TCC sim se é um modelo terapêutico a onde eu entendo que o paciente precisa desenvolver habilidades para lidar com o Problema se é o modelo terapêutico onde eu tô baseado na aprendizagem sim ele precisa ter tarefas de casa tá a única questão é que às vezes a gente tem uma ideia de tarefa de casa Como folhas
e folhas e folhas de papel tá folhas e folhas de formulário Ok e tarefa de casa não é isso tarefa de casa na terapia não é tarefa de casa da escolinha da tia Maricota tá tarefa de casa é aprendizado contínuo Ou seja é eu Passar e explicar para o paciente que aquela habilidade que ele aprendeu ali naquela sessão que ele vai ter que levar para casa e exercitar por exemplo eu posso ensinar pro paciente durante a sessão o relaxamento muscular progressivo de jacobson show Olha como tarefa de casa eu quero que você faça o seguinte
que ao longo da próxima semana você teste você faça eh esse relaxamento que eu te gravei em áudio n e mandei já tá no teu WhatsApp pelo menos três vezes na semana tá e Anote para Minas possíveis dificuldade que você tenha de realizá-lo pode ser pode isso é uma tarefa de casa ok é uma é uma habilidade que eu ensinei para ele na sessão e que eu quero que ele leve pra vida dele beleza outra outro ponto muito importante dentro das características da TCC pedir feedback do paciente o feedback não precisa ser aquela coisa Estruturada
bonitinha como é no final do livro da digit né tipo assim e aí como foi a sessão para você né Eh quase aquela coisa que eu falo lembra muito desenho do R que que aprendemos no desenho de hoje né não precisa ser isso né pode ser uma coisa mais fluida do tipo assim e aí como é que tá sendo para você né tá fluindo isso que a gente tá fazendo tá fazendo sentido tá de de acordo com as tuas metas tá show tem alguma coisa que tá te incomodando eu Posso fazer perguntas mais diretas tá
não preciso fazer exatamente a mesma pergunta ao final de Cada sessão Ah tem pessoas hoje que preferem até trabalhar com formulários no Google por exemplo passar o final da sessão e pedir pra pessoa sei lá atribuir uma nota ou colocar o que que os pontos positivos os pontos negativos de sessão enfim tá o importante é que vocês façam não importa a pergunta exata que vocês vão fazer para isso Beleza gente dúvidas até aqui não então vamos lá vamos falar um pouquinho sobre relação terapêutica agora tá a relação terapêutica refere-se à qualidades de um terapeuta e
qualidades pessoais de um paciente e essa interação entre ambos Sabe aquele famoso vocês já tiveram muito disso na vida ou pelo menos uma experiência disso Na vida possív que nunca tenh tido não bateu sei lá não bateu seja com médico seja com colega de trabalho você já tiver essa sensação n de exatamente quando a gente fala desse não bateu né que a gente tá querendo dizer se o que a gente tá querendo dizer é exatamente isso que as minhas qualidades a minha maneira de ver as pessoas o mundo etc não bateram um da outra pessoa
e isso dá uma Richa Né Isso é o famoso não bateu tá E claro a gente também tem isso com os nossos pacientes e os nossos pacientes com a gente tá não deu a liga ok eh Então vamos lá por exemplo eu tava até discutindo isso uma vez fazo a supervisão só para vocês entenderem Eh tava justamente contando isso falei cara eu nunca fiz isso ou nunca atendi assim que a gente estava perguntando ah Alessandra Quantos pacientes né com questões raciais você já atendeu falei nenhum Ah galera P nenhum falei nenhum cara aí eu parei
para para para entender isso eu falei sei lá por que nenhum n em 10 anos Fi Por que nenhum bateu aqui né eu falei pera aí ou alguém já veio com alguma questão racial e ficou incomodado de falar comigo né Por ser uma pessoa branca que nunca passou por isso né eh nunca passou pela dificuldade que aquela Pessoa teve ou de fato a pessoa não sei lá já viu minha foto no Instagram viu alguma coisa Falou cara não não é isso que eu quero não não rolou uma edificação né eu fiquei gente realmente você tava
no grupo de supervisão né eu eu sendo uma das supervisionadas E aí as pessoas contando falei gente não eu não como não el Fi é engraçado né como é que isso pode ter uma questão de relação terapêutica aí também as pessoas já olharem para mim e virem que olha essa Pessoa nunca vai entender do que eu falei do que eu senti do que eu passei e tudo bem né é essa relação é esse não bater deu PR entender deu Então vamos lá a função da relação terapêutica Ah então por que que eu falo isso tudo
vamos lá porque às vezes vão ter pacientes que vão entrar em contato com vocês vão marcar com vocês vão fazer uma primeira sessão com vocês e podem nunca mais voltar al sando que que eu Fiz errado pode não ter tido nada Tecnicamente errado pode ter sido apenas uma coisa de não bater tá por isso é muito importante dentro da entrevista a gente já perguntar se a pessoa fez outros tratamentos Qual o que que aconteceu nesses outros tratamentos e se houve alguma questão que incomodou já teve uma paciente minha adolescente que adolescente não ela já era
jovem adulta assim já tinha 19 20 anos quando eu atendi e ela tinha feito terapia várias Vezes vários psicólogos e na última ela falou que abandonou o tratamento F Ah mas o que que houve Por que que você abandonou o tratamento né aconteceu aluma coisa lá me incomodou muito uma coisa que a psicóloga falou e eu decidi abandonar o tratamento você Poderia abrir né O que que foi é uma coisa que você poderia falar ou ou tá muito machucado e tal você preferi falar Não não posso falar não tem problema que ela falou essa Paciente
só para ter uma ide ela trabalhava na Disney ã tem um programa lá que que vai todo ano a pessoa fic lá três meses aí é é delegado de alguma de algum país e tal tem rolês assim que eu não sei explicar direito não mas que ela fazia E aí a psicóloga virou para ela e falou não porque esse teu gosto pela Disney é uma uma dificuldade que você tem de crescer né Porque você quer ser infantilizada cara ela ficou muito mal com isso muito mal eu falei que aí eu aí Eu entendi que falar
desse assunto com ela seria algo muito delicado né falar do assunto Disney com ela né não não Disney do tipo ir trabalhar mas o que que a Disney significava para ela provavelmente seria uma coisa muito delicada que a gente foi entendendo ao longo do sessões Tá mas Alessandra uma dúvida ela ela uma curiosidade na verdade ela ficou mal porque ela ela ficou mal porque ela achou que fazia todo sentido ela ficou mal porque ela Ficou ofendida com aquela frase ofendida ofendida ah ofendida foi o que eu imaginei né e depois eu realmente fui entendendo a
longo do tratamento que não tinha nada a ver com a infantilização era tipo um HOB sim é o intercâmbio eu conheço esse intercâmbio tem um nome específico no não tem o nome disso ah eu não sei Inter câmbio comum mas ela dizia um nome específico cara eu não lembro porque eu lembro que era específico de três meses e que ela representava a Delegação do Brasil tinha uns folet assim bem não era intercâmbio normal sabe esses intercâmbios você faz no não era era um programa da própria Disney É eu sei qual é enfim é E aí
eu eu tinha tinha isso [Música] então eh ela ficou muito ofendida né e depois eu fui entendendo que Disney na verdade para ela era um Rob que não tinha nada a ver com o como ela se comportava qualqu Coisa assim tá mas foi importante porque dentro da relação ali eu já pode já pude moldar isso né tipo sabendo o que que aconteceu no processo anterior e como isso destruiu a relação terapêutica para ela já sabia aonde eu precisava ter cautela ou não por uma pergunta de entrevista Ok então vamos lá a função da relação terapêutica
é promover mudanças comportamentais que levem a diminuição do sofrimento e aumento das habilidades Do paciente tá então essa relação é uma interação mútua entre o terapeuta e o paciente e é muito importante a presença da empatia cuidado aqui empatia não é você sofrer junto com o paciente empatia você entender a dor dele tá mesmo que para entender você talvez precise se colocar no lugar dele e talvez vai ter alguns impedimentos e algumas dificuldades se colocar no lugar dele não é você sentir igual a ele isso é impossível tá não é você se abraçar com O
paciente e começar a chorar junto com ele ok então cuidado com os níveis das relações terapêuticas tá eh bom as características do terapeuta que são favoráveis a uma boa relação terapêutica empatia tolerância cuidado aí com essa tolerância também tolerância é diferente de abrir as pernas do tipo o o cliente pode fazer o que quiser chegar atrasado faltar não me avisar e etc então cuidado tá interesse demonstrar interesse que era aquilo que Eu tava falando na primeira parte da aula demonstrem curiosidade tá nenhum paciente vai achar ruim você querer saber sobre a vida dele tá aceitação
sem julgamentos o espaço terapêutico não é um lugar de julgamento não é um lugar de você impor os seus valores os únicos valores que importam al SOS do paciente tá eu brinco muito que assim eh quando eu vou atender É como se eu eh vestisse um personagem né Eh vestisse um personagem que se se Despe dos dos valores e das e das colocações Morais da Alessandra sabe É como se eu deixasse isso ali na porta do meu consultório e quando eu fosse embora eu pegasse Essa mochila linha de volta e fosse e saísse né de
novo então Eh eu falo muito sobre sobre isso assim É como se eu fosse um personagem despido das minhas características né das minhas características Morais tá é um lugar de autoconfiança onde vocês precisam demonstrar que vocês Sabem o que vocês estão fazendo tá de flexibilidade na aplicação de técnicas não é Ah mas o protocolo diz que tem que ser feito na quinta sessão Então mas o paciente tá falando que ele acabou de separar meu irmão você vai fazer isso agora agora né flexibilize isso né manter contato visual isso é uma coisa que até hoje eu
tenho muita dificuldade no no presencial não mas no online para mim isso é muito difícil Nossa foi uma coisa que durante a pandemia eu precisei treinar muito muito e até hoje eu tenho dificuldade durante o online porque eu tenho que ficar olhando pra câmera mas na verdade a imagem do paciente tá aqui do meu lado né então eu tenho que olhar e e desviar o olhar para ele é é muito difícil isso para mim no presencial é muito mais fácil tá mas manter o contato Oi pode falar não eu falar Ia falar quando tem uma
coisa que eu faço fazia no estágio Que eu acho que é muito bom é você esconder o seu a sua é esconder a sua telinha E aí fica só um paciente grandão e aí você não tem para onde olhar só para ele Exatamente isso ajuda PR caramba mas dependendo do o Skype por exemplo não consigo fazer isso no meets eu consigo no Google Meet Mas no Skype eu não consigo eu às vezes tem paciente que só gosta de usar Skype cara fico perdida isso para mim acaba comigoe confuso mesmo entender as Estratégias que eu podia
usar durante a pandemia foi bem difícil né mas sempre manter contato visual com paciente Isso demonstra o interesse Isso demonstra que você tá ali com ele tá oferecer ajuda apoio possíveis né terapêuticos falando e solicitar o feedback solicitar o feedback também é uma prática de cuidado né de você entender se o que você tá oferecendo é o que o paciente tá precisando se ele tá ali contigo Tá desfavoráveis terapeutas que colocam né dentro da sessão questões de diferença de valores Bis éticos religiosos inclusive políticos tá já aconteceu de gente chegar para mim se queixando disso
de Terapias anteriores Ok identificação por demasiado com o problema do paciente não é porque ah Alessandra mas eu tenho essa dificuldade eu já passei por esse quadro e hoje tá manejado que eu não posso atender Pode Só cuidado com essa identificação demasiada com o paciente identifiquem os calcanhares de Aquiles de vocês e talvez ou V trabalhando ele para não ser mais um calcanhar tão deficitário né ou talvez abra de atender esses quadros Ok e uma postura diretiva Por demais né quase que num receitá do que o paciente deve fazer Claro você tem um estudo tem
um entendimento e talvez saiba melhor as habilidades que aquele paciente precisa desenvolver e as técnicas necessárias Para isso mas cuidado na hora de colocar isso né tipo coloque como uma sugestão Ah tava pensando em fazer isso o que que você acha isso faz stio é assim assim assado tá cuidado com essa postura diretiva que às vezes parece um receito faça isso ok é algo colaborativo se é algo colaborativo Eu preciso dar abertura pro outro falar também né falar se ele concorda com aquilo se não concorda se tá bom se não tá bom Beleza Bel características
do udam na relação terapêutica né acreditar na possibilidade de mudança ou seja quanto maior tiver o senso de alta eficácia desse paciente mais fácil será vocês terem uma relação e o bom andamento da terapia pacientes que T uma participação ativa que estão bem motivados né estar preparado para discutir os seus problemas para falar sobre isso e que realiza as tarefas da terapia claro Esses são os nossos pacientes ideais né Eh e são pacientes que tem as características que nos ajudam a terapia a fluir com mais facilidade tá fatores desfavoráveis mas que não querem dizer impeditivos
tá querem dizer que eu preciso ter um cuidado especial com essa característica momentânea do paciente e trabalhar isso terapeuticamente pacientes com baixa motivação pacientes com padrão de comportamento dominador ou persecutório Que a gente observa em alguns transtornos de personalidade são pacientes difíceis aonde a gente vai ter um processo terapêutico mais estado um resultado piquititinho Tá eu já tive por exemplo um paciente com transtorno de personalidade que eu ficava cara não tá andando não tá andando não tá andando falei gente pera aí foca aí no meio da supervisão discutindo o psicoterapeuta Falou cara Ele não se
matou né Falei mes Ó você pegou um cara que tava tentando se matar toda semana já tem um ano que você tá com ele e não se matou falei é Talvez meu objetivo terapêutico Endo tenha sido deixar ele Vivo e dar uma experiência uma esperança de continuidade de vida para ele e foi exatamente isso que aconteceu durante aquele ano tá cara que que sai o resultado para mim né quando eu olho assim por D no meu Plano de Tratamento pô isso é minúsculo mas para ele foi super importante tá eh né que tá falando disso
ah pacientes com padrões de comportamento mais difíceis né como por exemplo nos transtornos personalidade pacientes com comportamento hostil tá com você inclusive E aí vem os limites terapêuticos até onde você vai aceitar isso até onde não tá ã pacientes com queixas frequentes a cada sessão vem com uma queixa diferente É importante com esses pacientes você vocês botarem ordem no circo né então tipo assim beleza entendi que eu tenho essa e essa e essa e essa e essa queixa por onde a gente vai começar a gente precisa começar por algum lugar a gente vai trabalhar todas
cada uma em seu momento mas eu preciso que a gente tenha um um um ponto de início tá e pacientes comportamento Submisso dependente que inicialmente parecem sensacionais paraa terapia mas que depois nunca mais largam Do seu pé começam a te mandar mensagem inclusive para saber o que que fazem quando o pai bateu com eles bateu a porta na cara deles então são é uma característica que inicialmente parece muito legal né o paciente tá bem vinculado contigo mas às vezes ele vincula por demais tá então acaba se tornando uma característica desfavorável belezinha sim então vamos lá
competências de um Terapeuta cognitivo comportamental o que um terapeuta cognitivo comportamental deve saber fazer com mais estria E o ideal é que vocês sempre acompanhem isso ao longo do da formação de vocês e observem o que que disso vocês estão conseguindo mais e o que que é que vocês estão tendo mais dificuldade até para que a gente consiga trabalhar junto na supervisão de vocês tá então elaborar conceituações de caso Ok de uma maneira independente tá como é que vocês podem Ir treinando isso enquanto vocês não TM caso peguem uma série que vocês gostem de assistir
escolham um personagem montem a conceituação deles um um um filme né durante a pandemia lá na na Estácio a gente não tava podendo atender ainda né Estamos esperando lá no início da pandemia a decisão do Conselho de como seria e tal cara a galera pegou eu dei essa sugestão eu tenho a conceituação do Ross geller do dos Friends sensacional Falei cara é isso né o qual era o problema dele qual era a dificuldade dele relacional ali então tenho isso conceituado que uma aluna fez foi muito legal né Isso é uma maneira de vocês treinarem já
tá tratar clientes com múltiplos problemas de maneira breve Lógico ninguém vai sair daqui com todo o planejamento terapêutico para todos os quadros Tá mas que pelo menos vocês saibam Onde buscar por onde começar Tá sensibilidade para adaptar a estrutura da terapia à necessidades do cliente é Clínico gente é individual tá eu posso por exemplo tá tratando paciente com transtorno de pânico pegar o protocolo do livro vencendo Pânico e tentar aplicar em todos eles posso mas todos eles vão ter necessidades diferentes vão gastar tempos diferentes em estratégias diferentes Ok planejamento das estratégias de intervenção que é
fazer o plano de tratamento baseado na conceituação que você fez e avaliação dos resultados terapêuticos como é que a gente pode avaliar esses resultados terapêuticos pega a lista de metas pô vamos ver junto aqui a lista de metas Inclusive eu costumo deixar comigo uma cópia e outra cópia com o paciente tá então assim a gente de tempos em tempos para e vamos ver o que Que at gente alcançou daqui que que é que tá pronto que que é que não tá pronto que que é que falta daqui para alcançar tá Use e abuse de questionários
instrumentos escalas enfim para poder eh avaliar os sintomas numa dessas eu descobri que o paciente deprimido tinha tinha um problema de sono né porque eu fui usar o o Bdi o paciente veio deprimido e eu via que ele tava Melhorando o psiquiatra via que ele tava melhorando e ele ava se cando de cansaço cansaço cansaço tem alguma coisa errada com esse cara aí eu fazendo Bdi eu fui vendo que os únicos itens que não melhoravam era sono e cansaço eram os únicos itens que eles sempre marcavam o mesmo número é tem alguma coisa errada alguém
psiquiatra Como é que tá a questão ã e metabólica e tal n exame de sangue ele tudo normal falei cara qual é a chance desse cara ter alguma Alteração de sono ele pode ser vou mandar ele PR polissonografia mandou ele prografia o cara tinha apneias de ficar não sei quantos minutos sem respirar dormindo gravíssimas ess Apas dele gravíssimas quando eu olhei aquele resultado eu falei irmão como é que você tá vivo porque assim ele ficava sem respirar muito tempo dormindo era por isso que ele acordava tão cansado não era da depressão ele precisava tratar o
problema é que ele tinha de sono né Então numa dessas foi por uma avaliação dos resultados terapêuticos quando eu olhei o bedi eu falei cara são só esses dois itens que não estão melhorando só esses dois itens que não estão melhorando tem alguma coisa errada porque todos os outros itens melhoravam todos os outros sintomas tinham melhora entendeu então às vezes numa dessas vocês acabam encontrando ali coisas que precisam ser trabalhadas especificamente então usem e abusem Desses inventários tá bom Como desenvolver essas competências leituras leituras e leituras e leituras tá então para isso is vocês já
tem o livro texto livro básico que eu falei para vocês eh já tem os materiais complementares que a gente vai os detalhes são importantíssimos Com certeza às vezes é ali que tá o pulo do gato entendeu fico imaginando esse cara falei cara se eu se eu não tivesse ligado pro psiquiatra Dele é é um psiquiatra muito que a gente já trabalhou junto né on Pub e tal e e rolado discussão do tipo assim feito um Brainstorm do tipo cara o que que é que tem vitamina D vitamina B como é que tá ali isso tá
ok a gente juntas falei não é possível até que falei sono aí cara sono aí a gente polissonografia vamos pedir uma polissonografia para esse cara u se não fosse isso a gente nunca ia descobrir nunca ia descobrir o cara ia Continuar com queixa de cansaço queixa de cansaço queixa de cansaço qu na verdade que ele tinha que usar era só um setup né enfim então assim leituras da área Leiam os livros textos básicos que a gente já falou façam a leitura né dos textos complementares que a gente a gente manda tá isso vai desenvolver vocês
como terapeutas competentes realizar a supervisão clínica que vocês têm ao final do estágio tá elaborar formulações de caso por escrito isso Vocês já podem ir fazendo por exemplo vendo Alisson eu ainda não atendo sem problemas pega um personagem de uma série que você gosta de um livro sei lá e faz a conceituação ah Alessandra eu já atendo mas atendo em outra modalidade pô beleza pega um paciente ou outro vai treinar essa formulação tá isso é treino não tem por onde não tem por onde não tem outra saída vocês T que treinar isso tá e analisar
sessões em áudio ou em Vídeo no YouTube vocês acham algumas sessões eh o próprio acho que era o Paulo kinap que também tinha vídeos no YouTube de de algumas sessões assim meio que em congresso né o próprio Jess Wright nesse livro aprendendo aprendendo TCC também tem um um CD né que tem alguns vídeos né então são oportunidades também de vocês analisarem sessões eh tem aquele ai esqueci ess o nome mas aqui no Brasil é O sessões de terapia com celton Melo Como é que é o nome em inglês Alguém sabe não eu não sei o
nome eh não é só a sessão de terapia não em português ficou assim mas tem o norte-americano mesmo que eu acho mais legal ah tá se que assim depois se eu achar eu mando para vocês eh mas por exemplo também são séries que vocês podem vendo E analisando do tipo ah que que talvez esse terapeuta bateu com o terapeuta cognitivo que estratégias Ele usou que Competências Ele usou o que que ele não usou que talvez poderia ter usado enfim E analisando nesse sentido tá ok eh isso aqui também tá lá no livro do Jess Wi
que são alguns critérios né de de competência que vocês podem ir usando para avaliar né O que que é que vocês ten atingido o que que é que vocês não ten atingido e essa aqui é a escala de terapia cognitiva né que vocês também Podem se podem e devem se autoavaliar né Por exemplo ao final de Cada sessão né se avaliar como é que foi o desenvolvimento de vocês em cada um desses itens no uso de agenda na prática de feedback no entendimento do terapeuta na eficácia interpessoal na colaboração No Ritmo e uso eficiente do
tempo na descoberta guiada do foco nas principais cognições ou comportamentos na estratégia para mudança na aplicação de técnicas cognitivas comportamentais na Adequação da tarefa de casa tá o que mais importa aqui no momento nem é esse scor total né O que importa é o que que vocês observaram que faltou de habilidade e que usou de habilidade tá Para que vocês se desenvolvam dentro dessas competências Ok belezinha sim depois merda depois se vocês quiserem eh eu não Lembro se tá no material complementar ou não mas qualquer coisa eu mando para vocês essa escala completa daqui a
pouquinho eu paro tá gente para dar um outro intervalinho para vocês pegarem um café tá não eu tenho ela eu tenho ela eu mando para vocês se eu não tiver nesse material ao longo da semana se a Luci and não botar lá vocês me lembrem lá no grupo que eu eu mando para vocês Bom deixa eu só avançar um pouquinho Mais e aí daqui a pouco a gente faz o intervalo Então vamos lá aí f ecia da TCC né Eh já foi confirmada em vários quadros inclusive com estudos brasileiros né Eh para quadros de depressão
para quadro de transtorno de ansiedade generalizada para fobia específica para quadro de transtorno de pânico de ansiedade social de transtorno bipolar de uso e abuso de substância de transtorno de personalidade tá todos esses quadros vocês vão ver ao longo do Curso Ok eh e claro nem todos os pacientes que a gente vão ter um quadro ali bem configurado né um transtorno bem configurado Então vamos supor não sei de cabeça tá gente tô acrescentando o número mas dos critérios diagnósticos de transtorno depressivo maior você precisa ter cinco dos seguintes aí tem lá aí seu paciente só
tem quatro você chega e fala para ele ó só faz o seguinte você ainda não fecha para transtorno depressivo Espera piorar um pouco aí você volta ass que você piorar tá que aí eu posso te tratar não né gente a gente vai trabalhar sobre a queixa sobre o sintoma mesmo que o paciente não tenha o transtorno depressivo fechado mas que é presente Um Sintoma ou outro a gente vai trabalhar tal como se fosse tá sobre a queixa do paciente Ok então também cuidado com com essa com essa fala né que algumas pessoas TM ah a
TCC só trata só trata só trata Transtorno né não a gente trata a queixa do paciente se a queixa do paciente for o transtorno bem configurado Ok se não for se for um sintoma aqui outro ali ok também tá e tratamentos podem acontecer tanto na modalidade individual como em grupo Claro que tem alguns casos que não é recomendável o grupo como por exemplo tror de personalidade eh não é recomendável que o tratamento aconteça em grupo Ok bom vamos falar então sobre o modelo Cognitivo uma coisa muito importante que você já tem que ter saídos daqui
tá o entendimento e o olhar para esse paciente dentro do modelo cognitivo por paciente vai chegar para você uma primeira vez numa entrevista né te relatando as dificuldades dele que que vai ser importante você saber em quais situações essa dificuldade acontece nessas situações o que que é que você pensa nessas situações o que que é que Você sente tanto emocionalmente quanto em termos de sensações físicas desculpa nessas situações como você se comporta tá isso é importante que você já tenha mapeado na entrevista Tá ok então o paciente vai chegar te falando e aí por que
que você tá aqui né você pergunta o que que é aqui que que houve né como é que eu posso te ajudar por que que você veio parar aqui na Terapia Ah porque eu tô tendo muas dificuldade no meu trabalho Ok o que que acontece no ambiente de trabalho ah sei lá meu meu chefe reclama muito né do do meu trabalho em específico né e etc entende ele reclama de outras pessoas também não de todo mundo todo mundo Ah entendi E o que que você pensa quando ele reclama do teu trabalho né Que cara ingrato
sabe assim a gente tá aqui dando sangue sabe pela empresa dele e tal e o cara não não Valoriza sabe entendi é e o que que acontece quando você tem esse pensamento assim ele chega a a a te trazer alguma emoção O que que você sente quando você tá lá com o teu chefe falando isso tipo P trabalho ficou porco aqui né Sei lá uma coisa assim pô fico com raiva F com raiva Ok eh essa raiva você percebe que se manifesta em algum lugar do seu corpo P Eu sinto que eu fico assim fechando
a minha mão Sabe às vezes eu até olho machuquei até minha mão porque às vezes Eu de tanto tanta força que eu fiz sabe na hora assim às vezes até machuco é o que eu percebo entendi como é que você se comporta né quando você acontece O que que você faz né quando isso acontece assim seu chefe chegou lá falou mal do teu trabalho e tal que que tu faz logo em seguida Ah cara eu eu pego saio e vou fumar um cigarro entendi você pega só fala desculpa para ele sai de cena e vai
fumar o cigar entendi você fuma em outras situações não não Só fumo nesse Momento no trabalho mesmo quando eu preciso sair e meio que desafogar sabe entende em situações tipo num bar alguma coisa assim você fuma quando não não não isso não isso não beleza tão vendo como é que numa conversa né né eu eu acabei conseguindo esse modelo cognitivo dele eu entendi o por que ele fuma né entendi que ele usa o fumo ali para aliviar Uma emoção tá entendi que ele tem um comportamento relativamente passivo diante desse Chefe entendi que talvez ele esteja
vivenciando ele e os colegas de trabalho uma situação abusiva com esse chefe que tá gerando uma raiva tremenda nele que provavelmente tá gerando sintomas bem somáticos Deu para entender tá isso é uma habilidade que já na entrevista de vendo o paciente dentro desse contínuo do modelo cognitivo a queixa tá ali Dentro Ok então vamos lá isso aqui eu vou pular que vocês vão ver na segunda aula depois mais aperto é que a tela sai totalmente quem merece Alexandra Posso fazer uma pergunta mais técnica assim porque você falou da você falou da questão da entrevista na
TCC eu sei que cada psicólogo trabalha de uma forma né mas na TCC vocês fazem a primeira entrevista Para entender um pouco melhor da queixa E aí se rolar né essa relação terapêutica e o paciente decidir continuar ele continua senão para por ali mesmo na entrevista né todo o paciente tem esse direito Independente de qual for a abordagem né que assim seja parar na primeira na segunda Na quinta na 10ma sessão tá é porque existe às vezes uma discussão né das pessoas dessa coisa de ah fazer entrevista Inicial ou não né Aí Eu sempre tive
essa dúvida lá entrevista Inicial é sempre feita né o como as pessoas vão chamar isso é outra história entendi eh e tem uma outra questão que é a cobrança ou não pela entrevista não sei se é isso que você tá querendo saber é isso também eu acho que tá no bolo também né da dúvida tá no bolo Ok vamos lá eh a entrevista psicológica entrevista Inicial é um trabalho do psicólogo é um trabalho onde você vai estar colocando Ali os seus conhecimentos tanto que na entrevista você já vai est perguntando sobre o modelo cognitivo do
paciente sobre como ele funciona tá então claramente é um trabalho seu e você precisa ser remunerada por isso Inclusive tem lá na tabela de honorários do Conselho valor de entrevista ah mesmo se a pessoa não quiser continuar tem que cobrar trabalho seu entendi tá até porque vamos lá é uma coisa que eu acho importante exercer a empatia aqui né Você se sente confortável quando você vai a um profissional qualquer profissional um médico dentista fono enfim seja quem for sem saber o quanto ele cobra é não pois é então qual é a chance do seu paciente
também não ficar bem com isso é verdade uma coisa que eu já vi muitas vezes acontecer é assim ah eh vem para uma entrevista Inicial E aí a gente vê e a gente conversa e aí a gente vê o que que F tá se o paciente for pra Entrevista Inicial gostar muito de você e depois não poder bancar o seu valor olha como é que ele vai sair frustrado dali Uhum é já tem que saber né né Eu acho que é o mais justo né o mais certo nesse sentido quem não cria expectativas nem para
um lado e nem pro outro uhum né sim o profissional também se frustra imagina se é um caso Super Interessante tal que você não vai poder atender também também tem esse lado Daniele sim sim com essa possível não Volta sim né Eh então tem tudo isso então sim dentro da TCC a gente sempre faz uma entrevista Inicial né vai ser o Primeiro Momento aonde a gente a gente vai ver agora né o espo os passo a Passos então assim vai ser sempre esse primeiro momento onde a gente vai entender a queix entendeu o histórico da
queix Entendeu Como se essa pessoa já tratou isso de alguma maneira entendeu o histórico familiar dela e explicar para ela também como a terapia vai Funcionar psicoeducar sobre a terapia entendi Obrigada imagina rid Rin fazer seguinte Gente vou dar um intervalinho agora para vocês 20 minutinhos de novo Beleza 3:30 a gente volta é só o tempo de vocês pegarem café fazer xixi e voltar tá e a gente volta e vamos ver as entrevistas beleza Então até daqui a pouquinho gente 20 minutinhos vamos lá agora então vamos ver um pouquinho sobre entrevista agora tá eh para
vocês poderem ir entendendo justamente agora já lembro mais quem foi que me perguntou antes do intervalo mas o passo a passo né Essa estrutura Inicial que a gente vai ter do tratamento tá ai meu deus o gato acordou fica quietinho o gato não não não Não beijo aula certinho Então vamos lá quando a gente inicia a terapia cognitiva comportamental n alguns pontos são essenciais tá primeiro o estabelecimento de confiança e rapor que vão estar ali relacionados a relação terapêutica de vocês né então assim se a gente não tiver uma relação de confiança seja onde o
terape vá confiar no paciente aonde o paciente V confiar no Terapeuta a gente realmente fica perdidas né então isso é a primeira coisa n que essa confiança e essa troca aconteça OK segunda coisa contrato psicológico Quais são as regras desse atendimento tá onde a gente vai falar sobre os Qual o horário que tá destinado para mim qual que não tá como é que a gente vai fazer esse combinado sobre os horários como é que é combinado o pagamento eu pago na sessão eu pago por mês eu pago antes eu Pago depois da sessão eu pago
por cartão eu pago dinheiro pago pi eu pago como né pontualidade o que que acontece se eu atrasar o que que acontece se meu terapeuta atrasar tá assiduidade o que que acontece se eu faltar né as sessões O que acontece se meu terape faltar as sessões por mais gostem ou não dessa palavra né O que a gente oferece é um serviço e toda vez que a gente oferece um serviço tem regras não é verdade se eu for sair Daqui for até o shopping né comprar uma roupa eu tenho regras sobre essa compra n Porque eles
estão me prestando serviço de venda então eu tenho direitos e deveres como consumidor tá do mesmo jeito o nosso paciente então é imprescindível que isso tudo esteja acordado isso pode ser feito verbalmente isso pode ser feito por escrito isso pode ser feito por formulário né formulário do Google muita gente hoje já usa isso a Gosto do freguês tá desde que isso seja feito o combinado não se caro maravilhosa essa frase exatamente o combinado não se caro né Pera lá eu tenho ali né regras sobre isso então quando a gente fala lá até daquela habilidade né
D da relação terapêutica de tolerancia é uma tolerância também respeitando o que já tá combinado né é uma tolerância entendendo ali uma Por exemplo essa semana mesmo aconteceu isso né Eu tive um paciente que faltou a Sessão e no meu contrato É 24 horas antes tá só que o que aconteceu é um paciente que já não fazia isso há muito tempo né Já tá em processo de auta e tal e ele assim uma hora faltando uma hora antes dação Alessandra eu tava passando mal a semana inteira é desde final de semana eh eu fui no
médico disseram que era sinusite e tal mas voltou a febre T indo pro hospital falei cara corretíssimo falei vai pro hospital se nem com Antibiótico a febre tá segurando é isso vai pro hospital Ah mas e a sessão Se que falei cara sessão depois a gente repõe é menor dos problemas mas vai pro hospital né e assim faltando uma hora pra sessão né qual seria o combinado do contrato ele me pagar aquela sessão né mas poxa é um caso excepcional uma coisa que eu mesma combinei com ele eu quis combinar com ele eu falei cara
não se preocupa com isso vai pro hospital depois a gente conversa quando você sair Do hospital a gente vê o que que faz Marca outro dia enfim a gente se organiza tá então essas eh a gente tem uma certa tolerância ali também a gente pode ter uma certa flexibilidade dentro do contrato Tá mas é importante que esse contrato esteja feito que as regras estejam bem estabelecidas estabelecido isso tá a gente faz a entrevista ou seja vamos entender o que que é que tá acontecendo com esse paciente Por que que ele chegou Até aqui né O
que que ele espera que a terapia acrescente na vida dele como é que é a história do desenvolvimento dessa queixa Tá Ok podemos se utilizar também de medidas padronizadas opcional Por que opcional Pode ser que a queixa do paciente não esteja al relacionada a algo que exista uma medida padronizada para isso tá pode ser que o meu estilo terapêutico não seja de sair dando escalas pro gente Preencher assim que ele chega né eu posso fazer isso posteriormente Ou posso decidir não usar essas medidas Apesar de eu estimular muito que vocês utilizem elas tá então isso
tudo pode ser eh visto né eu par particularmente não gosto de usar medidas padronizadas logo no primeiro encontro tá eu deixo isso talvez pro segundo pro terceiro se for o caso por no primeiro encontro eu prefiro ouvir do paciente o que que é que que ele me traz né O que que é que tá Acontecendo e explicar para ele como a terapia vai funcionar Tá depois eu vou entrando mais sobre o que que tá acontecendo com o ele tudo bem então eu gosto dessa desse primeiro encontro ser mais livre Isso é um estilo terapêutico tá
próximo passo próximo passo desenvolver uma lista de metas e objetivos você pode pedir pro paciente desenvolver isso em casa e te trazer na segunda sessão você pode desenvolver isso com ele na sessão Que eu oriento pacientes por exemplo deprimidos desenvolvam isso na sessão porque ele não vai conseguir fazer isso sozinho tá ele não consegue observar nemum objetivos paraa vida dele porque gerar pra terapia Ok próximo ponto socializar ou psicoeducar o paciente sobre a TCC e o seu transtorno pode ser também na segunda sessão Olha o seu não no tempo da primeira o paciente é muito
prolixo etc Não conseguir coletar todas as informações sem problemas a gente faz isso na próxima tá o importante é que esse passo a passo seja feito mesmo que se leve uma duas ou três encontros tá eh então explicar pro paciente como é que é o funcionamento da TCC que que se tem um transtorno o que que é esse transtorno que que acontece com ele tem um nome outras pessoas são acometidas como é que a gente vai trabalhar com isso tá lógico de uma maneira geral Tá e Por último mas não menos importante resumo e feedback
então ao longo dessa sessão o que que foi que a gente viu o que que ficou de importante tá que que é que a gente vai trabalhar na próxima como é que foi a sessão para você que que você achou o que que você tá tá pensando do que a gente tá trabalhando aqui beleza então quando a gente fala das primeiras sessões resumo hoje então a gente viu como a TCC funciona e a gente coletou um pouco das tuas queixas Tá na próxima sessão eu vou entrar um pouquinho mais sobre a tua queixa vou trazer
um material pra gente trabalhar junto tá e vou querer ver com você também os objetivos da terapia pode ser a gente pode combinar assim isso é um resumo ok Então vamos lá modelo de entrevista Muita gente me pergunta Alessandra você tem modelo de entrevista para me dar Cara isso é muito pessoal né Isso é Maneira como vocês se organizam por exemplo o meu modelo de entrevista não tem nada disso é só assim queixa principal histórico da queixa são tópicos né aonde eu vou ali me guiando e eu já sei dali o que que é que
precisa prisa coletar Tá bom então identificação que que se coloca ali nome do paciente data de nascimento escolaridade e-mail por exemplo enfim dados que eu possa precisar desse paciente tá E aí de novo existem diversas Maneiras tem pessoas que preferem fazer isso no papel tem pessoas que preferem fazer isso no Word tem pessoas que já tem um prontuário eletrônico a gosto do freg tá queixa principal o que que é que aqui Qual é teu principal problema tá então histórico do problema quando esse problema começou como é que ele se desenvolveu como é que foi a
manifestação Qual é a história dele qual é a linha de tempo dele teve algum fato Relacionado a esse problema tipo assim esse problema começou depois disso tá como é que ele vem se apresentando esse problema tem melhor ou piora ou não ele é só piora desde então Quais são os pensamentos e reações físicas associadas a esse problema tem mais alguma outra situação associada a esse problema além do que você me relatou tá Quais são as estratégias utilizadas para lidar com o problema muita atenção sobre isso aqui Tá o paciente ele se utilizou de estratégias para
lidar com problema você provavelmente não é a primeira solução que ele tá tentando tá e quando eu falo Solução Não tô falando em tratamento tá eu tô falando soluções mesmo queun Como por exemplo o exemplo que eu dei do cara que pega e vai fumar o cigarro ele tá se usando do cigarro para poder lidar com problema para poder reduzir a ção Dele ok é uma estratégia mesmo que disfuncional tá história patológica pregressa esse paciente tem alguma doença física quais são estão tratadas não estão tá esse paciente teve uma doença mental ao longo da vida
quais foram tá tratado tratou como que que aconteceu tá por exemplo eu tenho uma paciente às vezes eu tenho vontade tão chacalha assim nos meus pacientes eu tenho uma paciente que ela ela teve um durante a gravidez né ela Ela tem depressão né de longa data e desde da ela já tinha aberto em vários momentos e desde a gravidez ela veio né com com uma medicação enfim com tratamento mais estável e durante a gravidez também ela ela apresentou nódulos na tireoide tá quando ela veio para mim pra terapia O moleque dela já tinha três ou
4ro anos só para vocês entenderem eu falei tá mas esse nódulo na tiroide aí que você me falou você depois olhou e tal não não não Ném falou Nada não não não não e a Psiquiatra sabe disso não contei para ela não era importante eu só olhei assim eu falei cara não acredito aí bem sei né comigo mesmo não acredito a é é importante inclusive é importante que você vá no endócrino acompanhar isso né Por qual foi ali meu pensamento é uma pessoa que tem um quadro de depressão recorrente tá que tava mais ou menos
estabilizada quando chegou para mim beleza tava com outras questões né mas eu fiquei assim Putz se essa mulher tem alguma disfunção da tireoide e essa disfunção da tireoide por exemplo se eu entro em Hipotireoidismo eu tenho sintomas muito parecidos com da depressão eu posso est dando na dando na dando para morrer na praia eu e a Psiquiatra dela que a Psiquiatra dela tá tratando medicament osamente essa depressão e tá aí há 4 anos sem ver nada TR 4 anos Sei lá tá então por isso é importante a gente saber o histórico de doenças Físicas tem
doenças físicas que vão se atrelar a condições que a gente V pode tratar E aí se essa doença física não tiver compensada por exemplo eu vou est nadando nadando para morrer na praia é quais tratamentos essa pessoa já fez tratamento médico e psicológico anterior se ouve teve alta não teve saiu abandonou por quê Tá qual é a história pessoal dessa pessoa eh nossa história pessoal dessa pessoa foi ótimo a História de vida dessa pessoa né Eh Quais são os dados mais relevantes da adolescência da infância da vida adulta dela o que o que que é
que foi mais marcante tá claro que isso numa primeira entrevista é difícil mas vão coletando ao longo tá Qual é a história familiar dessa pessoa Quais são as doenças que a família dela tem se tem se não tem tá aqui tem o modelo de avaliação do caso Né de formulação de caso Então vamos lá Identificação do do cliente nome idade data de nascimento estado civil sexo escolaridade ocupação endereço telefone endereço já nem pego mais F assim cara quem é que manda carta hoje paraa pessoa ninguém né acho só meu banco histórias de vida da pessoa
como é que foi esse desenvolvimento como é que foram as experiências infantis Quais são as questões atuais dessa pessoa como é que são as histórias de relacionamento Dessas pessoas como é que são as as histórias familiares dessa pessoa tratamento histórico né médico e psiquiátrico tratamentos anteriores a lista de problemas tá ou lista de metas e objetivos né Eu costumo botar os problemas e o objetivo um do lado do outro né Então quais são os problemas o que que sente o que que pensa em relação a esses problemas Quais são os fatores precipitantes e situações ativadoras
do Problema dessa dessa pessoa tá então assim identificar quais os estressores que ativam e mantém as crenças ou os pensamentos disfuncionais identificar quais situações ativam comportamento emoção ou pensamento disfuncional Alessandra Oi desculpa de interromper eh você acha legal fazer essa essa essa primeira entrevista assim por exemplo enviar mais ou menos esse formulrio paraa pessoa ou fazer junto com ela Durante a primeira primeiro encontro Olha eu acho que tem algumas coisas que que são possíveis você enviar no formulário mas por exemplo Acho muito difícil fatores precipitantes e situações ativadoras a pessoa conseguisse te responder no formulário
né Por exemplo Identificação do cliente queixa principal e tal isso você pode mudar no formulário agora o restante eu acho meio complicado Entendi então assim o mais grosso Eh prático de responder manda por exemplo pode mandar e a pessoa trazer para você já respondido e esses mais é assim delicados a gente já perguntar ali na hora para ir já montando junto sim exatamente até porque a pessoa não vai vai saber te referir às vezes certo Você às vezes vai ter dúvida e vai precisar pelo teu pelo teu próprio pensamento né você vai est olhando essa
esse paciente diante do modelo cognitivo então olhando para esse paciente o que que é que ele Tá me trazendo que eu preciso questionar que ele não me trouxe entendi obrigada você que vai ter esse conhecimento nada ele não é então vamos lá Lembrando que esse aqui é um modelo de formulação do caso tá gente as informações da entrevista vocês vão imputando aqui não quer dizer que tudo isso vocês vão conseguir na entrevista tá as crenças centrais e intermediárias desse paciente que vocês vão ver na Próxima aula Quais foram as origens de desenvolvimento dessas crenças quais
são os recursos de enfrentamento e qualidade do paciente Lembrando que aqui recursos de enfrentamento né foram estratégias que ele utilizou para lidar com a queixa e não necessariamente se as estratégias são funcionais Quais são as qualidades desse paciente é um paciente que é muito persistente é um paciente que é muito dedicado isso pode ser uma qualidade né um fator que ajuda na Terapia medidas padronizadas e complementares por exemplo uma escalab de ansiedade uma escalab de depressão né se for o caso de uso de alguma ou caso não tudo bem também hipóteses diagnósticas e de trabalho
o que que eu tenho de hipótese diagnóstica desse caso e Ou talvez essa pessoa não tem um diagnóstico Mas qual é a minha hipótese de funcionamento dessa pessoa Quais são as metas terapêuticas né Desse paciente Lembrando que as metas Tá gente o paciente traz mas vocês também podem elaborar junto com o paciente tá nem sempre o paciente vai observar que que aquele problema pode ser uma meta por exemplo eu tive um paciente que eu achei muito engraçado Ele veio para mim para trabalhar o TDH eu tinha TDH de vida adulta né de adulto e aí
ele gente pegou fez a lista de metas sei que se aqu lá fez a entrevista todo assim passo a passo lá pra terceira Sessão mais ou menos ó ele vira para mim e fala assim olha não sei se eu te contei Mas eu tenho medo de dirigir isso pode ser trabalhado na terapia eu falei PR Car falei acho que pode aí ela não sabia não Pode você quer aí ele Ah então posso colocar na minha meta terapêutica eu falei pode né então às vezes o paciente não tem ideia do que é que pode o que
que não pode né digamos assim ser trabalhado na terapia ou às vezes ele Não tem ideia de que aquele problema pode ser uma meta né já tive pacientes que vieram me relatando muas dificuldade no ambiente de trabalho queriam saber lidar com o chefe tal e e e e nessa história de lidar com chefe tal percebi que ele tinha uma dificuldade de habilidades assertivas ali de comunicação aí eu coloquei isso que que você acha com metas terapêuticas a gente dividir e a gente trabalhar né as suas Habilidades de comunicação é ser uma comunicação mais assertiva com
as pessoas pelo que você me disse com o seu chefe você Age dessa maneira com com a sua esposa você acha dessa maneira Ah você acha que isso seria funcional você acha que faz sentido puts faz ou não puts não faz né e a gente pode colocar dentro das metas ou não é colaborativo tá e as intervenções ou seja qual é o meu plano de tratamento o que que eu penso em fazer primeiro depois depois e Depois tá claro que isso Ali vai sendo complementado Coisas Vem entram e saem dessas intervenções e tudo bem mas
pelo menos eu tenho um plano tá de ação nesse sentido Ok gente Ok beleza então vamos lá não né a formulação do caso é sempre contínua que foi aquilo que eu falei para vocês antes né a gente fala de um Retrato que a gente tá tirando desse paciente quando ele chega Mas claro que isso vai mudando tanto ao longo das interações que vocês vão ter na terapia e o trabalho terapeutico assim como da interação que ele vai tendo ã com as outras pessoas n comas pessoas ó perdão com com o mundo em si né com
o mundo com a com os gatilhos de queixa E por aí vai tá então o que que é a formulação de um caso é uma teoria sobre o paciente que busca Relacionar as dificuldades que ele apresenta de forma Clara e significativa integrando essas informações tá para que que ela serve para compreender como o indivíduo desenvolveu e mantém essas dificuldades e como ele provavelmente se comportará no futuro diante de determinadas situações caso nada seja feito sobre isso tá por isso que eu falo que é como se fosse um mapa Ok permite então planejar as intervenções que
possibilitem as mudanças necessárias e Desejadas para de acordo com esse paciente aqui é o diagrama de conceituação cognitiva que é como se a gente conseguisse organizar né numa foto num mapa vocês vão ver isso com mais clareza na segunda aula tá e como as sessões isso sim gente a gente viu as sessões iniciais né entrevista explicar pro paciente como é a TCC explicar pro paciente sobre o problema dele elaborar as metas e etc as sessões Iniciais tá agora a gente vai ver dali para frente ou seja depois das sessões iniciais quando eu já coletei a
história do paciente etc o que que é que vem né as sessões passam a ter um formato muito parecido né aonde a gente tem uma breve atualização do que que foi trabalhado do que que aconteceu ao longo da semana e a verificação do humor quando a gente tá trabalhando com um caso onde o humor é muito variável tá Verificar como foi a semana do paciente estabelecer o roteiro Ou agenda da sessão o que que é que a gente vai trabalhar hoje rever a tarefa de casa isso é um ponto muito importante porque os nossos pacientes
em geral não tão habituados a trabalhar com tarefa de casa tá a gente tem uma ideia de tarefa de casa realmente como algo de tarefa escolar né e não algo como eh às vezes eu até evito usar o termo tarefa de casa o termo aprendizagem contínua sei lá qualquer outra coisa pra pessoa não associar isso aqueles deveres de escola De um monte de folhas que você tem que fazer tá eh então se você não não revê essas tarefas né se você mesmo não pergunta pro paciente Ah E aí fez e aí como é que foi
E aí o que que você percebeu E aí qual o resultado que você conseguiu enfim né Ele mesmo vai acabar entendendo que aquilo não tem tanta relevância tá e não vai aderir a isso ok então é importante que dentro da agenda de sessão de vocês esteja lá a revisão de Tarefa de casa discutir os tópicos do roteiro junto às metas e objetivos do paciente tá uso de técnicas cognitivas e comportamentais adequadas às metas e objetivos do paciente ou adequadas ao que tá sendo trazido ali naquela semana estabeleceu Uma Nova tarefa de casa sempre de acordo
com a habilidade que aquele paciente adquiriu na sessão com o que foi trabalhado ali naquela sessão tá e resumo e feedback da sessão Ok então Depois de sessões iniciais todas as sessões vão ter basicamente essa estrutura belezinha sim e naturalmente durante durante a terapia o terapeuta vai saindo de um papel mais ativo para um papel mais passivo e trocando esse Polo né de ativação com o paciente onde o paciente vai dominar mais a sessão porque ele já vai ter estratégias para isso e você menos e lidar com as necessidades dele até que a gente vá
vendo e encaminhando Ele pra alta Ok exceções falei para vocês falei ah outra coisa importante sempre façam a ponte com a sessão anterior então comecem a terapia né comecem essa forma na sessão anterior a gente viu isso isso isso deixe is tarefa de casa isso isso isso tá dentro da terapia cognitivo comportamental as sessões são alinhavadas tá bem a gente tem essa conexão não é uma coisa aqui e outra ali tá e o que que é que faz essa conexão Justamente as metas terapêuticas justamente o motivo pelo qual a gente tá ali ok outra coisa
que a gente pode se utilizar tá lá no livro da JB fiquem à vontade sobre isso de novo é como vocês se organizam tá eh tem um relatório ali pro início da sessão né sobre o que que nós falamos na sessão anterior e que foi importante para você né O que que você aprendeu Houve alguma coisa que te Incomodou na última sessão ou na tarefa de casa como foi a sua semana alguma coisa aconteceu nesta semana que seja importante a gente discutir que problemas ou tópicos você deseja colocar no nosso roteiro ou agenda da sessão
tá isso vai ajudando a gente a encaixar ali a a nossa agenda da sessão Ok tem pessoas até que gostam de disponibilizar isso anteriormente pro paciente então por exemplo Ah no dia anterior eu já peço pro paciente ir Pensando nessas perguntas e respondendo para quando a gente chegar aqui ter uma uma uma agenda já mais rápida né mais elaborada e aqui um exemplo de notas da terapia que posteriormente vocês podem transformar no prontuário de vocês né data ou número da sessão Qual foi a agenda do paciente Qual é a agenda do terapeuta Quais foram os
pontos importantes da sessão Qual foi a tarefa de casa passada e o que que fica para as sessões seguintes ou sessões futuras que Por Vista você por exemplo vocês podem ter identificado como necessidade de ser trabalhado Ok eu costumo fazer essas notas de terapia como se fosse uma um fichamento Zinho né uma ficha né aonde eu vou colocando ali eu já deixo pronta a minha agenda porque eu já tenho ideia do que que é que eu vou querer trabalhar com aquele paciente naquela sessão e vou imputando os outros dados Beleza tchau então vamos lá agora
a gente vai fazer o seguinte tá todo mundo com já conseguiu pegar o pdf lá no grupo todo mundo conseguiu gente pegar o pdf os slides lá no grupo S aqui beleza a gente vai fazer o seguinte se consigo fazer isso aqui habilitada para mim então a gente vai Fazer o seguinte eu vou dividir vocês somos pera aí Somos 15 contando comigo ou somos 15 sem amigo 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 isso somos 14 pessoas tá 15 comigo então vou dividir vocês em duplas tá pensem Num caso
ou se vocês quiserem falar sobre vocês também tudo bem Tá aonde vocês fossem conduzir a entrevista dessa pessoa como se essa pessoa fosse ser o seu paciente tá então vocês estarão em duplas fazendo esse trabalho podem decidir quem vai ser o paciente Quem vai ser o terapeuta Ok dando tempo depois se quiserem a gente inverte para vocês testarem os dois papéis que que é importante dessa entrevista fazer toda aquela parte Inicial coleta do histórico da queixa identificação da queixa ali dentro do modelo cognitivo né ou seja identificação de uma situação relacionada a queixa de um
pensamento Uma emoção comportamento como é que a queixa se desenvolveu né se essa pessoa já teve tratamentos anteriores como é Que foi estratégias que ela usa para lidar com a queixa tá se usa medicação se não usa se tem algum problema familiar se não tem tá E para ali tá ok Não precisa fazer a parte de psicoeducação da TCC e tal não precisa que eu quero é que você entendam a queixa desse paciente como pensando como um terapeuta cognitivo comportamental Ok eu vou dividir vocês nas duplas aceitem vai rolar aí a tela o aceite Para
vocês então aceitem e depois eu vou passando nas duplas para ver se tem dúvida ou não tá daqui a uma hora ou seja quando for 5 horas eu vou voltar com todo mundo pra sala principal pra gente poder discutir alguns pontos que a gente pode ter percebido como como como dificuldades pra entrevista Tá pera aí a partir da entrevista só acompanhar os slides isso isso isso tá deixa eu ver aqui o número do slides direitinho para vocês que eu já te digo ó Isso ali ó O Slide 84 tá onde tem identificação queixa principal histórico
da queixa histórica patológica pregressa essa parte que tá em azulzinho é isso que vocês vão fazer slide 84 e 85 Tá OK mas lembrem-se que dentro do histó da queixa principal né do histórico da queixa de vocês identificarem pensamento sentimentos reações físicas associadas a queixa tá isso vai ser importante Ok Ok combinado tá acompanhem os slides mas usem os slides como um roteiro tá então Assim fiquem à vontade para usar a linguagem de vocês porque assim vocês também vão formando o estilo terapêutico de vocês ok então vou já separar vocês nas salas tá daqui a
pouco galera tchau tchau tchau tchau salas criadas É só vocês aceitarem Camila ah Camila foi não Camila Camila e Helen Oi Fernanda [Música] Fernanda Dani você tá na sala de todo mundo você tava em qual sala com a Fernanda isso tá é porque você tá com outro dispositivo não tá deixa eu fechar deixa eu fechar outro Pera aí pera aí é por conta do microfone que deu ruim pera aí te coloquei na sala um só Aceitar que você vai com os dois para lá aceitou beleza estamos todos de volta aqui na sala principal correto show
então Vamos lá gente sim sim Estamos todos aqui beleza só ver aqui todas as salas fechei todas as salas né fechei fechei tudo certinho então vamos lá eh algumas coisas que eu percebi tá ao Longo do do que eu fui vendo ali da das entrevistas de vocês primeira coisa cuidado com a afobação da entrevista né então cuidado para do tipo assim Ah mas aí talvez tem uma outra forma de pensar talvez a gente tem uma outra forma de ver Cuidado nesse momento a gente tá ali para coletar informações Tá ok então se atenham a isso
Beleza cuidado com a afobação de sair intervindo tá outra coisa importante sei que vocês estão entre vocês colegas e às vezes a Gente vai sair do Papel mas é importante que evitem né colocações pessoais opiniões né colocações Morais sociais enfim é o momento a entrevista é um momento onde vocês estão ã se associando a linguagem do paciente tá ao como ele funciona ao como ele entende as coisas então cuidado quanto a isso tá evitem usar também na entrevistas adjetivos por exemplo teve uma situação em algum dos grupos que já esté Esqueci qual foi mas que
foi alguma coisa assim tipo ah a Relação de vocês é saudável sei saudável para mim é uma coisa pra Fernanda Pode ser outra PR Maria Clara Pode ser outra tá então o que que eu quero saber sobre isso quando eu faço essa pergunta o que eu quero saber como é a relação dessa pessoa não é então a invés de atribuir o adjetivo saudável como é a relação de você com seu irmão hoje tá aberto aberto descritivo Tá ok se o próprio paciente vier usando adjetivos vamos supor você Você perguntou aberto né Tipo ah como é
que é a sua relação com o seu irmão hoje E aí a resposta do que você recebe do paciente foi ah uma relação saudável desfaz esse adjetivo do tipo o que é uma relação saudável como é que você caracterizaria isso tá então se prendam ao descritivo na entrevista beleza isso é importante quanto mais descrito mais fácil vai ser para vocês fazerem a conceituação do paciente Tá beleza hã deixa eu ver aqui acho que não teve nenhuma outra situação assim que eu lembre de de ter pontuado mas tinham grupos com dúvidas que eu pedi para anotarem
as dúvidas pra gente tirar aqui todo mundo junto Porque a dúvida de um pode ser a dúvida do outro então vamos ver aí quem é que tinha dúvidas posso falar Pode eh Alessandra o meu ter uma dúvida assim De cara né que eu até compartilhei com azimar para na entrevista ali que eu até compartilhei com ela que assim normalmente nas entrevistas já vi em outros né em outras clínicas que vem assim identificação sexo né e eu acho que eu acho não né Eu por trabalhar na F Cruz a gente acaba lidando com uma diversidade E
aí mediante as questões atuais né da comunidade lgbtt APN maisis enfim a gente acaba não perguntando mais o se de Fato né Mas como você Setifica uhum né Qual é a sua orientação a gente fica nisso né atualmente a gente pergunta o sexo Ah mas eu não me identifico como sexo que eu nasci assim foi um primeiro ponto que eu anotei assim dessa identificação de fatos Acho que foi o que mais assim me apontou porque lá eu dou um treinamento falando sobre isso né sobre essa questão de lidar com essas pessoas que se sentem vulneráveis
por conta né dessa Orientação sexual sim sim Exatamente isso é uma coisa que eu nem costumo perguntar na entrevista tá não pergunto qual é seu sexo não deixo ali é uma coisa que ah ah vamos supor que eu trabalho com uma ficha padronizada né tem o prontuário eletrônico ou coisa assim tem aquilo lá o Aquele Campo pronto para eu escrever né vamos supor que seja de escri tio se ao longo da sessão né ao longo da entrevista alguma coisa vier relacionada A isso né do tipo ah eu sou casado casado com quem casado como eh
Ah então você se identifica como E aí eu vou entendendo isso né Durante a entrevista é isso que eu ia ficar essa que ficou a minha dúvida né se de fato a gente já deixaria isso como um processo de identificação no início ou se é mais viável deixar discorrer E no momento do é casado mas é casado com quem Qual é o companheiro e a gente consegue entrar nesse processo de identificação de Orientação sexual não deixa descorrer beleza minha dúvida maior foi essa na hora né porque lá eu já tô tão habituada né nesso que
na hora me bateu mas assim não tive muitas dúvidas de fato é isso que você trouxe né No início eu tenho esse hábito de sempre né Mas como você se sente como é para você que você falou né Às vezes a gente traz alguns adjetivos até sem querer vamos dizer assim mas né Ah eu tenho sensação mas que sensação é essa como é para você ter essa sensação de morte né Não sei se queria que fale sobre a entrevista toda porque em alguns pontos da entrevista né Eh ela fala sobre essa sensação de morte então
eu fal eu a minha pergunta era né mas que sensação de morte é essa né E como acontece essa sensação até para que a gente Entenda se é uma sensação da situação né uma situação desconfortável e falar ai não mais uma sensação de Morte com tudo isso que tá acontecendo ou de fato de fato se é um pensamento suicida Sim sim e super importante a gente perguntar isso né só responder aqui no chat rapidinho Daniele poderíamos deixar essa questão aparecer certo sim vocês podem Durante a entrevista Vocês não precisam fazer como se fosse um tópico
tipo nome idade eh profissão Vocês não precisam não é sexo não deixa deixa transcorrer né uma coisa que eu costumo Fazer na entrevista é os dados que ah nome completo Pô vou precisar em nenhum momento da entrevista vou poder parar nome completo né então eu já paro ali e faço nome completo telefone eh telefone e data de nascimento né e profissão enfim depois o restante ao longo a gente vai entendendo e cada vez ali tipo ah profissão funcionário público Ah pô legal você trabalha onde né qual instituição né ah você trabalha com que lá qual
é teu cargo Ah você fez Faculdade então para isso ou foi aquele cargo que não que é técnico né enfim que não não requer né Eh eh graduação enfim e aí você vai construindo isso com o paciente sem problema nenhum tá hum tá tá tá tá tá fechadinho tá aproveitando pegando esse gancho aqui que a Letícia falou eh não sei se vai dar tempo de passar o caso de todo mundo mas pegando aqui alguns Ganchos né que eu fui pegando paciente chegou e falou sobre essa sensação de morte né então Assim perguntar como é que
é essa sensação perfeito né Em que lugar do corpo sensação acontece O que que você sente né qual é a sensação física qual é a sensação emocional né Eh mas é uma sensação que você tem controle que não tem controle né como é que é isso é um desejo isso é um desejo não é né é importante a gente perguntar sobre isso né se em algum momento a gente tem a a ideia a possibilidade de Talvez o paciente ter uma ideação suicida Pergunte né mesmo que você tenha que falar com cuidado né tipo assim desculpa
tá te per perguntando sobre isso né Talvez seja muito difícil para você falar sobre enfim mas eu preciso perguntar e preciso saber né Eu tive um paciente uma vez que morri de rir cara a gente morreu junto a gravidade da pergunta també a gente morreu de rir junto Porque eu morri de rir da reação dele né Eh porque eu fui e perguntei né ele tinha esta depressivo e tal não eu Perguntei alguma vez já passou pela sua cabeça né ah uma ideia de de acabar com a própria vida né de morte tal pô tô na
merda mas não é para tanto né deu assim a cara aí eu ri da reação dele ele riu da minha reação ficou tipo não não disse você tá na merda mas com calma tipo desculpa né É uma pergunta padrão não eu entendo que ela pergunta é padrão mas eu eu não tô merda não tav entendi Tipo ele levou para outro lado Fi não é isso né Eh enfim e aí foi interessante ali o a situação que aconteceu mas eu precisava perguntar eu falei desculpa precisava perguntar né como você tem lá sintomas depressivos e tal precisava
saber né até onde tá a gravidade até onde não está para eu saber como intervir né eu justifiquei para ele não tô dizendo você tá na merda né exemp não tô numa merda cont lá não entendi né tipo assim tá tudo bem né eu entendi então a gente pergunta mesmo né sem medo de ser feliz É melhor a gente lidar com a informação do que lidar com a ausência da informação Ok beleza quem mais teve dúvida gente teve mais gente com dúvida assim que eu lembro eu falei disso em mais de um grupo falei para
notar as dúvidas em mais de um grupo eu e Júlia tivemos uma dúvida mas ela não era especificamente sobre a parte da entrevista aí então não sei se conta Conta Ah desculpa que eu perdi a sua sua imagem eh porque bom um dos eh eh casos que a gente trouxe como paciente era uma pessoa que teve uma crise muito Severa de acne né então a pessoa teve uma questão muito forte de acne que começou a abalar autoestima e essa pessoa acabou ficando num entrando no episódio depressivo aí Durante a entrevista a gente conseguiu identificar né
as questões e cognitivas da situação Os pensamentos comportamentos reações físicas mas aí a gente começou a pensar no pós né como é que a gente trabal trabalharia essa questão se é uma questão que primeiramente não não não tava sob o controle né da da paciente da cliente ela tava fazendo tudo que ela podia para melhorar aquele quadro e também uma questão que envolve muito social né das pessoas verem a pessoa que tem acne como uma pessoa que não tem higiene eh às vezes até uma pessoa feia Porque tem acne e a gente ficou pensando nisso
Caramba como é que a gente trabalharia essa questão né aí foi essa dúvida que a gente teve é pesada para caramba né então vamos lá eh essa situação da da acne principalmente pelo que eu tava pelo pouco que eu peguei do caso de vocês eu entendi que seria uma acne tardia né acne de vida adulta né isso uma acne de vida adulta não foi na adolescência sim então assim eh isso traz alguns estigmas né Não só do tipo Do descuido às vezes de uma higiene né uma tia F mas até mesmo de uma pessoa mais
jovem do que de fato é né então às vezes assim pô aquela pirralha ali né porque tá cheio de acne na cara e acho que você pirralha mas não é né Eh Então traz uma série de estigmas com certeza que infelizmente a gente não consegue trabalhar então nesses casos né O que a gente vai trabalhar é resolução de problemas então entender se tudo que pode ser feito né Eh medicamente falando Está sendo feito um tratamento dermatológico adequado entendido as queixas Às vezes tem uma queixa hormonal aí por trás se isso tá sendo tratado adequadamente então
primeira coisa a gente vai eh atuar sobre a resolução de problemas né E verificar se tudo fazend realmente um Brainstorm tipo tudo o que poderia ser feito em termos de resolução de problemas foi feito ou está sendo feito e ainda assim eh a resposta eh médica medicamentosa enfim não tá sendo Tão boa quanto que seria esperado tá então esse é o primeiro ponto um outro ponto realmente vai ser dessa questão da da aceitação Ah quando a gente fala de resolução de problemas também até resolução de problemas que ela poderia prover né do tipo ah tem
alguma maquiagem Que ela possa usar que talvez se sinta mais confortável alguma algum jeito né que a gente tem é que que se sinta mais confortável né talvez eh isso é um ponto o outro ponto realmente vai Ser o da aceitação da condição né Eh então aí a gente vai ter que trabalhar com uma questão de aceitação radical né do tipo é isso que a gente tem para lidar é com isso que a gente tem para servir Talvez o quanto você Talvez possa ter até um papel dependendo do estado emocional que o paciente esteja de
Educar as pessoas né de explicar o que que é a acne em si né O que que é acne de adulta né Eh o que que acontece com ela enfim se ela tiver né se a pessoa Tiver essa condição e esse interesse Talvez seja até um propósito né de de vida para ela mas é uma questão também da gente trabalhar uma aceitação aí sendo construída Porque infelizmente a gente não consegue trabalhar com o estigma das outras pessoas né a gente não consegue trabalhar com controlar como as outras pessoas vão agir ou lidar diante disso entendi
obrigada beleza nada imagina quem mais Galera [Música] ninguém estou com medo de estar esquecendo de alguém porque Lembo que eu passei em vários grupos e falei gente tira essa dúvida lá no no grupo geral não sei o quê Pode colocar no grupo dos alunos Simone eu não consigo te colocar pede pra Luciana por favor tá que eu não não não t como admim do grupo pede pra Luciana por favor lá No telefone coordenação cesm Tá beleza então vamos lá sem dúvidas mas deu para entender um pouquinho sobre como é a entrevista todo mundo conseguiu pegar
um modelo pelo menos um exemplo do modelo cognitivo com o paciente de vocês todo mundo beleza show então uma coisa que vocês podem fazer é guardem as anotações desse paciente de vocês vocês podem usar na próxima aula que vai ser aula de conceituação cognitiva vocês vão ter que Conceituar um caso e pode então ser esse caso que vocês já fizeram hoje tá que não vai dar tempo de todo mundo falar aqui dos casos Mas o mais importante era que vocês tirassem as dúvidas com sobre sobre a entrevista para poder conduzir estarem seguros para conduzir uma
entrevista beleza bom então lembrem-se disso inclusive se vocês quiserem treinar ao longo do mês né combinem entre vocês o grupo tá lá para isso ah vamos treinar De novo Poxa não deu tempo deu ser o de eu ser o o terapeuta vamos faz Deixa eu fazer o contrário né enfim até vocês irem pegando esse jeito esse estilo realmente de de se comportar de como questionar o paciente Tá bom então isso pode combinar entre vocês à vontade treinem porque diante do treinamento é que as dúvidas aparecem também tá bom pode falar queria queria fazer uma pergunta
eh queria saber se tem diferença Tem uma Parte que pergunta como melhora né A questão da Minha paciente barra amiga era ansiedade e aí uma das perguntas era como melhora e a última era estratégias utilizadas para lidar com o problema no caso como melhora ela tinha colocado como meditação respiração e estratégias também respiração e meditação é OK ou a pergunta entendi eu é OK é OK ali é um guia de perguntas tá Gente vocês não precisam ficar fazendo entrevista tipo pergunta responde Pergunta responde não porque eu imaginei que pudesse se você tivesse querendo uma outra
resposta né como a pergunta é pequenininha de repente poderia ter um outro sentido Não não é isso mesmo é como o paciente mesma coisa Às vezes o paciente Vai ter até dificuldade de responder Como assim como melhora não melhora né Eu tô aqui eu algum momento né em alguma vez ao longo de toda esse essa esse momento que acontece essa queixa Você já Percebeu alguma melhora né Às vezes você ah melhorou enquanto eu tava de férias Ah mas eu não fiz nada eu só saí de férias Ok mas é uma situação que acabou trazendo uma
melhora isso aconteceu ah Putz aconteceu Ok então eu já sei que esse paciente tem uma melhora quando eu quebro a rotina dele entendi isso mesmo el tava super confiante para começar os atendimentos né do estágio obrigatório aí hoje eu já não tô mais tão confiante assim ontem por exemplo na minha terapia Eu falei eu minha psicóloga falei você alugou um triplex na minha cabeça fá Putz desculpa eu falei não é até bom mas tá aqui em cima tá pesando então tem vezes que a gente tá assim tipo tá pá com a estratégia pronta pra resolução
maravilhosa ela começou a me fazer umas perguntas falei deixa para lá Minha estratégia não era tão boa assim não Normal normal gente ISS é normal só para te lembrar quem falou saudável foi Eu você perguntou no começo nem lembrava Oli eu que falei a relação saudável com seu irmão Ah beleza foi eu lembrava de exemplo mas não lembrava mais em qual grupo eu tinha visto falei gente foi no meu já não sei mais assim que o negócio funciona aqui é isso estudar estudar estudar exatamente estudar estudar estudar porque não estudar estudar Estudar é que as
dúvidas vêm e a gente vai tirando Beleza obrigada Alessandra Oi perdão Oi Alexandra Obrigada Ah tá outro eu zimar tá falando então eh só para pontuar aqui uma coisa que eu lembro que a acho que eu aprendi alguma aula que a professora falou que muita das vezes nem sempre a gente vai conseguir fazer essa entrevista na primeira no primeiro atendimento né porque se o paciente com uma demanda né de que precisa de um acolhimento que ele tipo assim um luto né a pessoa o esposo faleceu aí ela vai Lá né na sessão por conta disso
e às vezes ali naele momento a gente vai só acolher mesmo escutar né abraçar aquele paciente exatamente por isso que a gente fala das sessões iniciais né nem sempre vai ser uma sessão Inicial tem vezes tem pacientes que por exemplo tão umaa necessidade emocional maior né tão numa necessidade ali de falar de ser ouvido porque o que aconteceu tá muito recente tem pacientes que tem como estrutura de funcionamento serem mais prolixos então Fica mais difícil de você cortar ali na entrevista e falam com muitos detalhes e tal normal tá não tem problema a Alessandra levei
três sessoes fazendo isso ok vai acontecer isso vai depender muito do paciente e da tua habilidade também de de condução ali sim assim eu gostei muito da sua didática eu tava até falando com a com a com a minha amiguinha que fez comigo a Letícia eh você assim é muito eu falei para ela vou até usar uma Palavra que a minha amiga fala fluida porque porque você conta muitas suas vivências né do consultório da sua experiência então isso ajuda bastante não é assim uma coisa muito A ideia é isso mesmo ao longo das aulas vocês
vão vendo que os professores vão falando sobre as experiências deles nos casos né até porque os professores aqui da formação eh por exemp CL vocês vão ter aula de transtorno depressivo né a pessoa que vai dar aula de transtorno Depressivo costuma atender muito transtorno depressivo então além do conhecimento teórico né é o conhecimento prático é aquele conhecimento eh de variação né dos pacientes Então é isso mesmo que a gente costuma ir fazendo ao longo do curso mesmo para vocês irem tendo cada vez mais contato com experiência Clínica tá essa é a ideia gostei bastante beleza
ai que bom gente fico feliz tá Ah obrigada gente obrigada obrigada bom gente então basicamente é isso treinem estudem na próxima aula Vocês já vão aprender sobre conceituação cognitiva né Então até usem guardem em dupla enfim coloquem no no arquivo digital como vocês qu quiserem o caso que vocês fizeram hoje porque isso vai ajudar vocês também a treinar a conceituação cognitiva na próxima aula beleza Eh tendo dúvida ao longo ah Alessandra li isso estudei isso fiquei com dúvida podem mandar lá no grupo eu e a Juliana Estamos por lá eh Então quem visualizar primeiro quem
tiver com mais tempo vai responder né e basicamente por aí tá bom foi um prazer est com vocês nessa nesse início de jornada nesse sábado tá Qualquer coisa gritem por lá tá bom obrigada alau