Apresentados neste canal são objeto das opiniões individuais de seus convidados, adivindas de suas crenças e valores pessoais, cabendo aos seguidores e ouvintes uma profunda reflexão através de suas mentes e corações. Sobre cada tema aqui divulgado antes de tomarlo como verdade absoluta. Amos pelo ecletismo dos pontos de vista, acatamos e respeitamos a todos eles, não havendo por Parte parte dos administradores o interesse em constituir seitas ou o de contestar ou denegrir qualquer religião existente. O Centro de Estudos Fênix é uma associação sem fins lucrativos e independente. Não estamos vinculados a nenhuma outra instituição nacional ou internacional.
Nosso propósito é o de propagar o amor de forma incondicional, porque cremos que todos somos provenientes da mesma fonte universal. Todos somos um. >> Muito boa noite para mais uma transmissão ao vivo aqui no canal do Centro de Estudos Fênix. Eu me chamo Aci José, voluntariando hoje aqui. E para receber esse nosso convidado de hoje, com muita alegria, vou chamar a minha querida amiga Shirley. Vê se você pode acessar aqui, Shirley, ou eu tenho que colocar você. Venha pra roda, Shirley. >> Como é que tá? Como é que tá a sua conexão? Coloquei. Você >>
tá me ouvindo? >> Tô. Agora aparece a tua imagem bem. Deixa eu colocar aqui. Pronto. >> Apareceu. Ah, minha internet tá como sempre na hora de live. Está uma beleza, né? Mas vamos que vamos. Vai dar tudo certo. >> Vamos dar boa noite. Não, já, já deu, já deu. Eh, tem que mudar minha realidade aqui. O tema de hoje tem tudo a ver aí com o que o Luís vai trazer, né? Então, já vou criar uma internet melhor aqui Para >> Isso, isso aí. Isso aí. Vamos dar boa noite, então, aqui quem que tá chegando.
Tem várias pessoas aqui conosco. Eh, Aparecida Vieira, tem uma Shirle aqui também. Shirle. Eu também soulemara. Ó que legal >> olha que legal. Alba Mela, tem quem mais aqui? Tem várias pessoas. Vamos ver aqui. Marisa Marisa Silva, Leda, Leda, Leida Veid, Débora Perez. Quem mais? Tem bastante gente. >> Tem a Marisa, já falou a Lei da Débora. Eh, Ema Gonçalves, a Maria Elvira, Gabriele, a Meire, Giovane, Luís, Romero, Rita, Márcia, outra Márcia, Miram, Amarante, Cleid, Castorina, Rádio World, Gospel, eh, de Fátima, André, acho que é André, né? Isso. >> B, Bin Binha de Lima. Gente,
eu tô sem óculos, tá? Não, não repara não. Eh, a Luciana. Ah, o ponto de mais. É isso mesmo. Ponto ponto da mais. Isso aí, Thaís Vieira, o Luís, o Nelson, a Lesle, a Adriele, Lúcia, Emília, a Mari, Né? Bom, acho que agora já tá repetindo. É, que for chegando vai deixando oi aí. Sejam todos muito bem-vindos, né? Que se inscrevam no canal, se não são inscritos, interajam conosco, compartilhem se vocês gostarem, >> coloquem as perguntas de vocês aqui no canal. Tá? São todos muito bem-vindos aqui. E antes da gente chamar o nosso querido Luiz,
vamos colocar a música da da Fênix, a musiquinha. E enquanto isso vai dar tempo do pessoal ir chegando, Né? E quem ainda não deixou um oi aqui no chat, já deixa um oi aqui pra gente no chat. >> Colocar, eu preciso colocar naquela outra tela, né? Isso. >> Ver aqui, tá? Venha ser parte do centro. Fênix é sentimento. Estú voe alto conhecimento ao salto. Venha ser parte do centro. Fênix é o sentimento. Estou voe alto, conhecimento é um salto. Venha ser parte do centro. Fênix é o sentimento. Estou voo e alto. Conhecimento é o salto.
Venha ser parte do centro. Hum. Fênix. É o sentimento. Estou de voar salto. >> Ficou muito bom, Chirley. Rodou melhor. Ficou ótimo. Parab. >> Que bom. Estou aprendendo. Estou aprendendo. Tô no caminho. A vida é assim, né? A gente aprende um pouquinho todo dia. Mas vamos sem demora, chamar Luiz, né? Vamos chamar o Luiz. Muito bem-vindo. Seja muito bem-vindo, Luiz B. >> Boa noite, Alion Chile, toda a galera aí maravilhosa. >> Isso aí, seja bem-vindo. Já faz um bom tempo que o Luiz veio aqui no nosso canal, né? É a segunda vez dele aqui, se
Eu não me engano. E seja muito bem-vinda de volta. Sinta-se à vontade. A nossa casa é a sua casa. E você quer começar fazendo alguma aí, alguma pergunta para ele ou se ou a gente para ele se apresentar? >> Quero, com certeza. Mas é porque eu gosto de humor, né, na coisa, né? O título é manifeste o que quiser em sua vida. E como eu moro aqui no Rio Grande do Sul, o que eu digo é que falta querência para as pessoas. Só que aqui Querência é é o pago, é o lar, é a casa
do gaúcho, né? Só que quer também é uma vontade forte. A fé é a vontade verdadeira, sem a dúvida. >> Exatamente. Exatamente. É, mas eh a gente quer que você se apresente, né, do modo que você sentir, né, eh, quem é o quem é você, né? Quem está você ou quem é você? Fica à vontade para se apresentar porque faz temp, então fica à vontade. >> Sim, faz mais de dois anos. Eu mais ou menos acho que eu vim aqui, né, a primeira vez que eu acho que falei de um assunto um pouco mais avançado,
mas a questão eh, em primeiro lugar, adorei a musiquinha no começo, viu? Quem fez aí tá de parabéns a apresentação, a animação. Deu até uma vou transmitir para ela. Adorei >> essa menina aqui. >> Bom, pessoal, para quem é eh quem não me Conhece, né, meu nome é Luiz Borges, eu estou Luiz, né, como a gente já vem entendendo aí. Então, esse canal aqui já teve várias pessoas maravilhosas passando. Quem consome esse conteúdo já não é qualquer pessoa da massa. Então, a pessoa já tem um nível de consciência, já despertou, já acessou outras informações além.
Então, sabemos que essa expressão aqui humana é só uma fração do que de fato quem somos, né? Então, hoje estou Luiz Bores, aqui nessa Encarnação. Já passei dos meus 40 aninhos e sou pai de quatro filhos. tem toda uma vida aqui estruturada. Antes de falar desses assuntos profundos, de montar meus canais, eu trabalhava como engenheiro, fiz todas as formações mais técnicas aí. Então, eu gosto eh dessa parte de engenharia, tecnologia, né? formado engenheiro de tecnologia, mas eu passei por um processo muito grande de despertar, que eu entrei num colapso mental interior, né, onde eu não
via Mais sentido no que eu tava fazendo, por mais que já tinha buscado algumas coisas da matéria aqui. E aí, a partir dessa busca interior minha, eu comecei a acessar muitas informações, muitos assuntos, fiz terapia, treinamentos, fiz fiz um monte de coisa. Até o momento que eu comecei a a descobrir algumas coisas que eu falei assim: "Meu, as pessoas precisam saber disso". E aí eu acabei pedindo a conta do meu trabalho em 2020, né, para Em primeiro lugar entender de fato o que tava acontecendo comigo, porque eu tava num momento muito novo assim do despertar.
E a partir daí eu senti um chamado forte de passar esse conhecimento paraa frente. Então eu montei meus canais, fiz várias formações de terapia, me pós-graduei em neurociência para entender a mente humana. Meu despertar foi nessa busca do entendimento da mente humana, né? E eu vou até falar um pouquinho a relação da Manifestação com a mente humana. E hoje já tô atuando nesse trabalho aí de despertar, de autoconhecimento, de passar desde as coisas mais avançadas até o o beaba paraas pessoas, né, paraa pessoa aplicar. E eu gosto de falar que o meu trabalho ele é
prático, que de teoria as pessoas já estão cansadas, tá cheio de canal na internet, cheio de livros, só que a dificuldade que eu percebo é que as pessoas não conseguem aplicar na vida, no dia a dia, Principalmente aqui na matéria, que então esse vai ser um dos assuntos aí. Mas eu faço esse trabalho há mais de 6 anos, já tenho mais de 6.000 alunos aí, né? Já validei meus processos, tudo que eu faço hoje, antes de passar para as pessoas, eu aplico na minha vida pessoal. Então hoje eu vivo o que eu falo, né? Senão
eu não colocaria a minha cara a tapa assim para falar dessas coisas. Eu acredito verdadeiramente no que eu falo, né? Lógico que a gente vai Passando pelos processos também. Estou humano aqui ainda, passando pelos meus processos, tem minhas sombras ainda, tem meu ego ainda, né? Não sou mestre, não sou guru muito longe disso. Sou como qualquer um de vocês aqui, mas já entendi quem eu sou e quem eu estou. Quando você começa a entender isso, você começa a trazer um pedaço maior do seu eu para ter uma experiência mais proveitosa aqui na matéria. Basicamente é
isso. >> Maravilha. O querer, ele é muito mal compreendido e sabotado. Então, a gente pode começar por aí. Eu fiz essa brincadeira, né, com a que e que eu gosto de colocar humor porque as pessoas que escutam e muitas que me escutam, disse, eu lembrei porque tu falou uma coisa um pouco diferente, que não é o o convencional, né? Eh, então falta potência de querer potência de vontade, porque quando se escuta, eh, manifeste o Que você quiser na sua vida. Não é bem assim. Como é que é essa história, Luiz? conta para nós aí. >>
Eh, esse tema eu acredito que é um uma dor muito latente das pessoas, principalmente depois do despertar. E muitas pessoas quando começa a despertar, às vezes nem sabe o que é o despertar e vem nessa busca de buscar mudar a realidade dela, né? Atrair coisas melhores, melhorar o financeiro, o relacionamento, as coisas aqui. E a Partir daí é um canal para ela começar a acessar coisas além. Só quando a gente fala de manifestação, de cocriação, as pessoas elas ficam presam nesses pensamentos mágicos. Meu, eu vou pensar positivo, eu vou fazer um mantra, sei lá do
quê, eu vou dar três pulinhos e repetir sei lá quantas vezes por dia, né? Eu vou assoprar a canela todo o começo do mês lá, porque aí eu vou atrair dinheiro pra minha vida. E ela Esquece que a vida material aqui dela é simplesmente o efeito do que acontece no invisível. E quando você fala do querer, as pessoas querem somente com pensamento consciente, lógico e racional. ela esquece que tem um sentimento que tem todo um movimento, uma engrenagem muito mais profunda. Então, quando você vai estudar um pouco da mente humana, tudo que a gente toma
consciência, tudo que a gente pensa de forma eh mais lógica, cartesiana, é basicamente 5% Dos 100 que move a nossa vida. Então, 95% as pessoas nem sabem o que tá rodando dentro dela. Então, ela quer da boca para fora, só que às vezes ela não tem essa potência verdadeira, porque essa potência tá ligada ao sentir, né? ao sentimento. E se ela não tá alinhado o pensamento dela com o sentimento dela, ela quer a abundância, ela quer uma vida melhor, uma vida mais próspera, ela quer um relacionamento, ela quer isso, ela quer Aquilo, ela quer uma
vida mais saudável. Só que o sentimento dela às vezes tá num sentimento de não merecimento, de ingratidão, de escassez. E isso tá ligado com todo um código, um programa mental que roda de forma escondida, roda de forma sabotadora. Então, existe um alinhamento, existe um processo mais profundo de autoconhecimento para você ajustar a potência desse querer, né? Senão fica só aquele pensamento mágico, as coisas não acontecem, ela se Frustra, a frustração gera um sentimento contrário ao que ela quer e aquilo retroalimenta o campo morfogenético dela, né? A o campo energético e acaba atraindo coisas contrárias a
de fato o que ela acha que quer, né? que ela só quer conscientemente, mas o sentimento é o que de fato sustenta essa cocriação, sustenta essa manifestação. Então, dá paraa gente começar a entender por aí, né? >> Maravilha. Eu eu já quero trazer uma uma Provocação no bom sentido, de que eh você fez formação em neurociência. Eu escutei uma expert que eu vou não trazer não vou trazer o nome dela aqui, neurociência, neuropsicologia e tem várias logias. E eu compreendi melhor aquilo que eu exploro como terapeuta e um pesquisador da consciência, a dualidade. Eu, o
que eu percebo e e eu trabalho isso em mim, por isso que eu vejo na prática e procuro traduzir em Textos, né, em abordagens, >> como compreender >> eh os paradoxos, a a dualidade. E aí essa neurocientista trouxe uma correspondência entre a palavra homeostase e autorregulação por comando de voz. Veja que forte esse esse trem, esse negócio aí, né? E aí eu comecei a destrinchar um pouco melhor, dando toques de simplicidade para terminologias que são utilizadas na neurociência, algumas bastante Complexas, né? Eu sei que também tem uma área no cérebro que processa a semântica. Que
que loucura, que complexidade que é esse aparato cerebral humano, né? Eh, Luiz, se você quiser apresentar algum slide, algo, você fica bem à vontade. Ou prefere interagir assim, você vai fazer, >> como é que você prefere? >> Eu trouxe um slide só para poder ficar mais visual, né? Eu gosto dessa pegada um pouco mais de professor, de mostrar Algo para encaixar ao que eu falo, >> mas vamos desenrolando aqui. Mas o slide é só alguns desenhos simples para poder encaixar esse entendimento de uma forma visual, né? Mas o que você falou, ô Alone, >> essa
parte do cérebro, né? Eu comecei a a buscar o entendimento de como eu funcionava, né? Eu, como engenheiro de formação aqui na na matéria, eu sempre gostei de entender o funcionamento das coisas. E durante muitos anos eu entendi Sempre funcionamento de máquinas, de computadores. E depois eu fui buscar essa parte mais do desenvolvimento pessoal do ser humano, da mente, do cérebro, né? Unificar, entender que a mente não é o cérebro. Uma coisa é complementar a outra, porém diferente. Mas o que que eu percebi? depois de anos de estudo de prática na minha vida e depois
de validação, né? Além da formação em neurociência, eu tenho Aquelas formações de todas as formações de PNL, de hipnose, várias formações terapêuticas, enfim, né? Eu fui, eu, eu gosto de estudar, de entender. Então, eu tenho até essa facilidade de explicar de uma maneira simples >> algo complexo, que é essa é a tradução pra gente poder aplicar aqui. E aí você trouxe essa parte de semântica, essa parte de autorregulação cerebral de hormônios, de toda uma parte de neurotransmissores, que é real porque o Nosso cérebro ele é um equipamento quântico, ele é um processador multidimensional. Quando você
começa a entender que o cérebro ele é somente um efeito, na verdade ele é um um hardware, né, um equipamento físico que controla o corpo, mas a gente sabe aí na nas no mundo das terapias holísticas que temos várias camadas de corpos, né, os corpos sutis, chakras, tal. Então o cérebro ele faz Essa comunicação entre os corpos sutis, trazendo essa parte biológica para cá, que tem total ligação com a voz, com o sentimento, porque no fundo, no fundo, a voz, o comando mental, o sentimento, é uma frequência que você emana, né? O que que é
a voz? É um reverberar de uma frequência. Então, quando a pessoa fala: "Ah, a voz, o comando, na verdade é só uma expressão de algo muito mais profundo, né? Então, deixa eu apresentar aqui um uma coisa rápida até depois Disso, né, a gente traz aí um entendimento. >> Perfeito. >> Primeiro lugar, pessoal, todo mundo que tá assistindo aqui, tá? Hoje eu trouxe algo de uma maneira simples, né? até um conteúdo que eu trago aí pros alunos, tá, nos conteúdos mais fechados, mas eu tentei simplificar até mais do que eh eu trago assim num entendimento mais
longo. A primeira coisa que a gente precisa entender sobre manifestação é a Manifestação acontece em vários níveis. Quando a gente fala de manifestação e a maioria das pessoas falam, ela fala do nível material porque ela quer ver o efeito aqui na matéria, né? Ah, eu quero melhorar meu trabalho, quero um relacionamento bacana, eu quero a minha saúde, o meu corpo assim, assim, assado. Então, muitas pessoas já manifestam em outras realidades, no invisível, só que ela não tem a percepção aqui na matéria. Então, muitas vezes, ela Já fez um monte de mudança, ela traiu muita coisa
pra vida dela, só que ela só não manifestou na matéria. É uma pegadinha que eu entendi durante um tempo e eu trago dessa forma. Atrair não é manifestar. Atrair não é manifestar. A lei da atração, ela é real, ela funciona. Só que a lei da atração, você atrai as oportunidades em forma de energia, né, pro seu campo. E se a pessoa não está percebendo as Oportunidades e não faz o movimento aqui na matéria para manifestar aqui na terceira dimensão, que que adianta, né? Aí só fica no mundo das ideias. Então, o que eu quero é
unificar e desmistificar essa lei da atração, né, de uma maneira que a pessoa possa entender e aplicar no dia no dia a dia dela aqui. Então, a primeira coisa pra gente poder fazer isso, né, é o quê? É mudar a referência do eu. Até o o Alion na hora de me perguntar aqui, ah, se Apresenta aí, Luiz, quem é você ou quem você está, né? Então, Ace já pegou, ele já entendeu a diferença do estar e do ser. Essa é a primeira pegada que eu acredito que todo mundo que quer manifestar de uma forma consciente
tem que entender. Você está numa condição humana, tem o nome, um CPF, um RG. Então, a condição que você está agora, não importa se você tá com dificuldade no financeiro, seu trabalho, sua idade, os perrengues da Sua vida, os desafios, os problemas, não é o seu eu. Você está quando você reforça, ah, eu sou assim porque eu não consigo, porque eu sou burra, porque eu sou velho, porque eu já tentei e não dá. Você está comandando que aquele estado permaneça na sua vida. Então, muito cuidado quando você vai falar ou mentalizar o eu sou. Use
o Eu sou para coisas definitivas que você quer na sua vida, por mais que você não esteja naquela condição aí. Então, aprendam a Separar e mudar a referência do eu. Ou, nem aqui, ó, o eu é a consciência, a alma, o espírito, nome que você quiser dar para isso. Não se apegue a nomes. Mas nós somos consciências. A consciência é pura energia, não tem forma infinita e mortal, né? E vocês já compreenderam, mas nós estamos temporariamente o personagem. Personagem, leia-se ego, leia-se persona, leia a personalidade que a pessoa tem, né? é o conjunto de Elementos
que está expressando aqui na matéria, que tem um time, tem um um período de vivência e acabou aqui. Você continua como consciência, mas não dentro daquele personagem temporário que a gente já vestiu, várias roupagens. Então, o corpo é somente um avatar, um uma expressão, né, na matéria onde a consciência projeta através se projeta através desse avatarzinho para ter uma expressão aqui. O problema é o que tem no meio do Caminho. Tem uma lacuna entre a consciência e o personagem. E essa lacuna depende do aprofundamento que a gente quer chegar. São várias dimensões, né? Porque a
consciência ela se desdobra em várias partes, em fractais, em mônas, em supramônas, em alma, em nome que cada um vai estudar um pouquinho aí, né? Então, se eu quero manifestar aqui na matéria o que eu quiser, lembrando dentro das possibilidades E das condições da terceira dimensão. Então, por exemplo, se eu quiser voar aqui, se eu quiser me teletransportar aqui, então tem uma limitação biológica, fisiológica do seu ser. Então, se você obedecer as leis da terceira dimensão dentro das leis das condições, a única limitação que tem para você manifestar aqui é o que tá aqui no
meio. E o que que tá aqui no meio? A informação E a energia. Alguns lê só como energia, só que eu gosto de trazer de uma maneira um pouquinho mais explicada e vocês vão entender o porquê dessa informação. Por quê? A consciência gerencia a informação. A informação ela tem uma ordem. De acordo com essa ordem, com essa sequência de informação, como se fosse um grande código, Ele gera a energia, gera a vibração, gera a frequência. Então, se eu trocar a informação raiz que troca energia, a energia é a consequência da informação que está se ajustando
ali, né, ou ajustada. E a energia sustentada por um tempo, ela molda a matéria, ela decai na matéria, ela traz pra matéria tudo que foi criado no invisível. Então, se a gente fosse dividir de uma maneira bem simples, eu Dividiria aí, né, desde o eu até o personagem com essas camadas. Então, eu tenho entre a minha consciência e o personagem, ou seja, o ego e a terceira dimensão, né, a consciência aí dimensões superiores, eu tenho a informação e energia. Mas o que é essa informação e o que é essa energia? Onde está isso? Como que
eu troco isso? Aonde que eu acesso essa informação? Aonde que eu acesso? Onde que eu moldo essa energia? Aí que entra O entendimento da mente. A mente é a interface que gerencia a experiência entre a consciência e o personagem. E a mente, ela é um campo de energia. Ela não é o cérebro. A mente são campos de energia que tem várias camadas, né? Quando a gente fala lá do inconsciente, subconsciente, é numa maneira genérica ainda, mas são várias camadas multidimensionais que tá ligado com os corpos sutis, tá ligado com as o As fragmentações, enfim, tem
toda uma uma complexidade. Mas eu quero simplificar para vocês isso. Então, se eu quero manifestar na matéria, a primeira coisa que eu tenho que entender é: eu estou limitada se eu não estou conseguindo manifestar o que eu quero, o que eu desejo. E o que eu desejo muitas vezes é o efeito. E as pessoas elas focam muito no efeito. Ah, eu quero ganhar mais dinheiro. Ah, Eu quero comprar uma casa, eu quero melhorar meu relacionamento. Eu vou trocar meu marido. Vou trocar minha esposa, eu vou trocar meu namorado, eu vou trocar as coisas do mundo,
achando que só resolvendo a ponta vai resolver o meio. Só que quando você entende que a matéria, as coisas da terceira dimensão é o efeito, se eu gastar energia em resolver a causa raiz que tá gerando aquele efeito, automaticamente o efeito se reajusta à Causa. Então, as pessoas gastam muito tempo focando no efeito. E eu entendi que se eu alterar a causa que é a informação e a energia que gera aqui a matéria, pronto, naturalmente a sua vida se reajusta àquela nova informação, aquela nova energia que foi plasmada no seu campo, ou seja, no invisível.
Então o que a gente tá vendo aqui através dos cinco sentidos da da das interações é o efeito, a matéria o efeito, o visível. Então, a atração, A causa acontece no invisível. Eu tenho que mudar um invisível para refletir aqui no visível. Como eu faço isso? Aqui que entra uma formulinha que eu trago, né, que tem até ligação com o que você falou, senor, é lá do crer, né? Eu trago essas três siglas aí, que é o quê? PSC. Se você tá com seu PSC desalinhado e nem tem consciência do que é isso e nem
como funciona na sua vida, a possibilidade de você manifestar consciente é mínima. Por Quê? P significa pensamento, Sentimento e C comportamento. Então, se eu penso uma coisa, sinto outra, me comporto de uma maneira ainda diferente, esquece. Então eu posso pensar positivo que eu quero ser rico, que eu quero ganhar dinheiro, que eu quero um relacionamento, que eu quero curar alguma coisa na minha saúde, que eu quero conectar com os meus mentores, eu quero conectar com sei lá quem, mas eu sinto que é muito difícil, que eu não Sei se eu mereço, que eu sinto escasso
ou qualquer sentimento que às vezes a pessoa nem sabe, ela já se desalinhou. Então o comportamento dela vai ser a consequência do pensamento do sentimento. Só que muitas vezes a pessoa até pensa, ela sente, mas na hora de agir aqui na matéria, ela não se movimenta, ela não faz a ação. Então se eu quero resultados da matéria, eu tenho que fazer movimentos e doar energia da matéria. Por exemplo, para você fazer Essa live aqui, você não teve que programar, divulgar para as pessoas, entrar no aplicativo, aí entrar na sessão, me convidar, eu entrar aqui do
meu lado. Então teve ações na matéria pra manifestação acontecer. >> Isso. Tem pessoas, >> exatamente, aí vem a atitude. Eh, me permite só um toque aí, sigla. Eu adoro siglas também. Adoro siglas. >> É comportamento. >> E você trouxe logo no início lá em cima A palavra consciência. E e de fato a a minha percepção, eu não sei se você concorda, a mente para quem se autopesquisa, estuda e trabalha essas questões de desenvolvimento humano e de aprendizagem, a mente ela é análoga à consciência. Então, tem uma lógica, tem toda uma lógica paraa questão do comportamento,
como é que você porta a sua mente? Se você vai desenvolvendo aprendizagem, vai procurando eh recursos para estar Mais em estado de presença, né, percebendo, se autoobservando para conseguir exercer mais ação do que a mera reação, que é o piloto automático, né? Então, essa questão da consciência e do comportamento é é muito interessante fazer. Eu sei que é simples, não é uma coisa complexa, não é a mesma coisa. Consciência e mente são palavras distintas, mas >> comportamento é como você porta toda a tua estrutura de programação, de crença, de Isso é complexo, a gente sabe
disso, né? Mas tá maravilhosa a tua abordagem aí. Segue aí e a gente vai. É, >> deixa eu tentar explicar então pra gente conectar consciência com os pensamentos, sentimentos, comportamento e a manifestação de fato aqui, né? Então vamos tentar linkcar isso que nem eu tô para vocês lá. Consciência, informação, Energia e o personagem. Quando a gente começa a entender essa estrutura, tá? Isso aqui é uma estrutura que eu trago de maneira simplificada, mas existe uma tradução. Presta atenção aqui, ó. Quem tiver até na internet aí, se quiser até tirar um print e guardar isso aqui,
se você entender e virar essa chave, meu, muita coisa vai mudar na sua vida, tá? Ó, olha lá as palavras que muda aqui, ó. Consciência muda paraa possibilidade, informação, probabilidade, energia, oportunidade e personagem. Resultado. Onde as pessoas estão focando? Só no resultado do personagem. Só que nem eu falei, toda essa estrutura tá conectada e interligada. O personagem, o resultado que a pessoa quer na terceira dimensão, a manifestação, cocriação, é o efeito. A causa está acima. Então, se eu fosse desmistificar a lei da atração, né, pra pessoa não ficar naquele pensamento mágico, achando que ela só
pensou, criou e vai aparecer lá, como diz o professor CTO, né? Acredito que grande parte das pessoas conhecem lá, casa, carro, apartamento e ela quer manifestar e se ela não vê o carro na garagem lá, enfim, toda aquela um monte de coisa que o Grande professor falou. Aí a questão é, a atração acontece no invisível, do verdinho para cima acontece no invisível. O visível é o vermelhinho, é o resultado. Então você atrai no invisível, na energia, a consciência. Quando a gente fala assim, existe infinitas possibilidades, sim, paraa consciência existe infinitas possibilidades. A consciência é infinita,
é imortal, né? É um pedaço do Todo, um fragmento de Deus, o nome que cada um quiser dar aí. Mas existe infinitas possibilidades no universo como um todo. Aí a questão é quando eu quero manifestar alguma coisa, eu preciso conectar com alguma dessas possibilidades. Ou seja, uma possibilidade só. Cara, eu quero mudar de emprego, eu quero ganhar mais dinheiro, eu quero um relacionamento, eu quero ter mais saúde, eu quero sei lá o quê. Então Eu das infinitas possibilidades, eu quero manifestar uma possibilidade. Quando eu penso, eu trago uma possibilidade e conecto com ela. Essa possibilidade,
quanto mais eu sustento, eu fico pensando, meu, legal, né? vem uma ideia aí, aquela ideia você fala assim, interessante. Aí você fica pensando de novo naquela ideia, você fica pensando de novo naquela ideia, aí você fica meio que vivendo aquela ideia Na sua mente e aí ela deixa de ser uma possibilidade solta e começa a se tornar uma probabilidade, ou seja, uma probabilidade é maior do que uma possibilidade solta. Então, uma probabilidade aumenta, é mais provável que aquela possibilidade se manifesta na minha vida. Só que quanto mais eu sustento essa probabilidade, e aí eu vou
explicar o PSC daqui a pouquinho, eu Crio uma oportunidade. E a oportunidade nem sempre vem do jeito que a gente gostaria, que pode ser uma ideia para você mudar uma ação, uma atitude, pode ser uma pessoa na sua vida, pode ser uma sincronicidade, pode ser alguma coisa na internet que você vai ver, enfim, infinitas possibilidades. Das infinitas ela decai para uma probabilidade e das probabilidades se torna as oportunidades. Só que eu tenho que Abraçar, pegar aquela oportunidade, transformar ela aqui em resultado. Então, a manifestação acontece quando você pega a oportunidade que apareceu para você e
transforme em resultado. É aí que as pessoas travam. Faz sentido, >> a base comportamental para tal. E aí eu eu não quero perder essa oportunidade, quer dizer, eu tô aproveitando essa oportunidade, né, Porque o pesquiso também, eu trabalho bastante sobre isso. A base comportamental para tal é foco e gestão do estado de atenção, que é o que mais as telinhas e as distrações roubam. E tem hoje o TDAH, tem vários diagnóos e as e até quem não eh, vamos dizer assim, não é diagnosticado, acaba sendo contaminado por uma psicosfera coletiva de distração. Só só esse
esse toque aí segue, >> não? Maravilhoso. Então, vamos conectar Até com o que você falou agora, né? Então, aqui já quebra um pouquinho do paradigma das pessoas que eu gosto de trazer. Atrair não é manifestar. Muitas vezes você já atraiu um monte de coisa paraa sua vida, eu não tenho dúvida nenhuma. Então vocês já fizeram, é como você tivesse eh atraído. Imagina que todo mundo tem uma conta bancária invisível. Imagina que a sua conta bancária tá cheia de dinheiro, só que você esqueceu a senha dessa conta Bancária para sacar. Adianta você ter um monte de
número na tela lá nas conta bancária, só que você não saca para você usar aqui? É só número na tela. Então eu não tenho dúvida nenhuma que grande parte de vocês, para não falar todo mundo, já traiu um monte de coisa, só que ainda não conseguiu traduzir, converter em resultado. E aí que eu vou explicar aonde tá essa falha, onde tá esse bloqueio, né? Primeira coisa pra gente entender e eu fazer o Link lá do PSC, tudo tudo sem tirar nem pôr, né? Pelo menos eu não consegui ver isso de uma outra forma. Tudo que
você quer manifestar na sua vida começa na sua mente. Tudo parte de uma ideia. Se a gente olhar aqui, né, um fonezinho de ouvido, um mouse, um computador, um celular, um carro, uma casa, tudo que o ser humano criou aqui na no planeta Terra veio de uma ideia. Alguém pensou, né, por mais impossível que achava e aí Aos pouquinhos, foi ajustando até montar do jeito que queria. Então, tudo parte do pensamento. Se a sua mente não viu aquilo, não veio uma ideia, tá nas infinitas possibilidades. Quando você pensa, ou seja, você tem uma ideia, você
pega uma daquelas possibilidades dentro do seu paradigma e aquilo é uma ideia. Então aquele pensamento é só uma possibilidade. Só que conforme você pensa mais de uma vez e vai pensando e pensando e pensando, você começa a criar Uma outra sensação que entra o sentimento. Cara, por que não, né? Quero fazer uma viagem lá pro Rio Grande do Sul para conhecer a Oion. Ah, só uma ideia. Aí de repente eu penso assim, fal assim: "Meu, mas Rio Grande do Sul é legal, tem um monte de coisa bacana lá, né? posso conhecer isso, aquilo. Aí eu
fico pensando um monte de coisa, eu falo assim: "Nossa, interessante". Aí começa a vir um sentimento, eu começo a pesquisar mais coisas sobre Rio Grande Do Sul, o que eu posso fazer lá. Aí eu tenho uns parentes lá também que dá para visitar. Enfim, eu crio um sentimento, eu começo a viver aquilo na minha mente, só que eu já trago um sentimento. Então aquilo lá é uma probabilidade, não é mais uma possibilidade. Eu aumento a probabilidade daquilo acontecer. Então eu posso pensar e e sentir que eu quero lá no Rio Grande do Sul visitar o
ION. Eu conheço ele e falou assim: "Ô, Sion, eu tô querendo aí dar um pulinho aí, Como que eu faço para chegar, né?" Aí o Sion fala assim: "Não, ô Luiz, cara, o dia que você quiser aqui, vem aqui na minha casa, né? Vem aqui, eu sou seu guia aqui, a gente dá uma volta, tal, a gente se conhece pessoalmente, toma um café, almoça, né? E aí o Aciion me traz oportunidades. Nossa, Luiz, ó, dá para você fazer isso, vê aí a melhor data, tal, a gente combina. Então o Aione, conforme eu pensei, eu senti,
se tornou uma Oportunidade para eu poder conhecer o Rio Grande do Sul, né? E pode vir de outras formas também. Só que a questão é, se eu não agir, se eu não comprar minha passagem, se eu não planejar minha viagem, se eu não combinar uma data, se eu não levantar a bunda da cadeira e fazer alguma coisa, só vai ficar no meu pensamento, só vai ficar na oportunidade. Então tem ação. Ação é o movimento aqui na matéria para eu ter a Experiência daquela manifestação. Então, na verdade, o personagem ele tem a experiência da manifestação que
você quer. O manifestar é viver a experiência. Então, quando você alinha o seu PSC, que é o pensamento, o sentimento e o comportamento, você passa por essas etapas. Então, você atrai basicamente com pensamento e sentimento, que é o crer, que nem o falou, é a fé, acreditar sem a dúvida. Então você tá traindo, só Que o comportamento é o que você traduz aqui na matéria da causa do movimento que você acessou. Então o por que as pessoas não conseguem muitas vezes aonde tá o bloqueio da manifestação? Aí que entra a mente. Manda bala oceano. >>
Vou aproveitar uma outra oportunidade que eu uso uma outra palavrinha. Eu gosto muito de etimologia e eu utilizo aí a atitude é crucial E a mudança do padrão mental, porque a atitude ela precede o ato, ela precede a ação. Se a pessoa treinar a autoobservação, ela consegue virar essa chave e aí vai desbloqueando. Mas isso é treinamento, né? Meu cérebro precisa de repetição. >> Sim. >> Eh, para a atitude é exatamente a mudança interna que precisa acontecer, porém consciente, intencional, que vai Qualificar um novo ato. E aí vem o Eureca e ah, parece é simples,
só que teoricamente é assim. Então, eu gosto de o em ordem, né? O que vem antes da ação. >> E então primeiro, segundo, terceiro, atitude, né? Eu eu eu coloco isso então explicitando um pouquinho mais as pessoas que que compreendem essa palavra faz total diferença. Total. Segue aí no excelente legal. Então, ó, vamos entender. Lembra que eu falei que a mente tá entre a consciência e a Matéria, o personagem? A mente também está entre as infinitas possibilidades e o resultado que você quer. O que que pode bloquear se está na mente? Se a mente é
o o a interface, o meio aí uma palavrinha chave, crenças. crenças, crenças limitantes. A crença é a programação que você recebeu de você falar: "Ah, não, não tenho tempo. Ah, mas para eu ir lá, ah, vai ficar caro, eu não sei como fazer isso." Então, as crenças É o que compõe grande parte da informação que roda no invisível. Aonde tá a informação? É a crença. É o que você acredita. O que você acredita? você é, se eu acredito que eu não sou capaz, que eu não consigo, que é caro, que é difícil, que vai ser
complicado, que eu tô velho demais para isso, que eu não sou merecedor, tá aí. E aí as crenças, aí a gente pode abrir um leque profundamente para falar disso. E aí tem Toda a programação da Matrix, toda a programação, sabemos aí dos controladores desde a sua infância, você o que você ouviu do seu pai, da sua mãe, né, aprendeu na escola, na religião, na nas estruturas, aí, enfim, aí é um outro mundo. >> É. E para simplificar, a crença nada mais é do que um condicionamento psíquico arraigado. >> Essa é a maravilha. Pode ser investigado.
Então é entender que as Suas crenças não determina quem você é. A sua condição atual não determina quem você é. Não importa a crença que você tem, não importa como foi sua infância, não importa seu pai, sua mãe, não importa a sua situação atual. Se você entender que você pode mudar tudo o que você quiser, começando pelas suas crenças e a referência de eu, você tá mudando a causa que naturalmente vai refletir nos seus comportamentos, nos seus sentimentos, nos seus Pensamentos. E a partir daí uma manifestação começa e aí entra todo o trabalho que faz
de terapeutas, psicólogos, várias pessoas, de entender a mente humana, entender o cérebro. Então eu trouxe essa imagem até aqui, Alôia, para entender que a mente é como se tivesse várias gavetinhas, só que cada gavetinha tem um conjunto de informações, tem um filminho, tem o que alguém falou para você, tem um viruzinhos ali, né? Tem um medo, tem uma Sombra, tem um alguma coisa. Só que são muitas gavetas que muitas vezes a gente nem sabe que existe. E cada gaveta dessa tem uma informação, às vezes tem níveis de gaveta, que isso aí é o nosso inconsciente.
E aí tem várias técnicas onde você acessa essas gavetas, abre e aí você vai trocando as informações que tem dentro. E isso reflete diretamente no seu dia a dia, nos seus comportamentos, no seu Sentimento, no seu pensamento. Então, quando você começa a a tomar consciência e entende que a consciência como um todo, né, tem a capacidade de trocar, de mudar essas informações, e você é a própria consciência experimentando aqui, você através de técnicas de repetição, a técnicas de autohipnose, técnicas terapêuticas de energia, enfim, diversas técnicas, né? Cada profissional aí tem técnica diferente, mas quando você
entende que nós temos a capacidade de Mudar essas informações, nem uma informação é fixa, aí tudo muda. Aí você começa a entender que, opa, se o meu resultado não está do jeito que eu gostaria, por mais esforço que eu faço, mais livros que eu leio, conhecimento que eu tenho, nada muda, pode ter certeza que ainda tem crenças te sabotando de forma inconsciente. Isso reverbera de forma de energia, pode ter sim e interações com com inconsciente coletiva ou com a massa das pessoas, Tal, mas só vai eh ter efeito sobre você, por mais que você tá
num inconsciente coletivo, quando tem ressonância. Por quê? Você pode est no meio do inconsciente coletivo, só que se você não tiver uma informação que tem ressonância com aquilo, não muda nada na sua vida. Você tem autoconsciência de si próprio, né? E aí que eu gosto de trazer isso aqui, ô Alone, então imagina o seguinte, dentro da nossa mente tem bilhões, trilhões de informações. Tudo que a gente viveu desde da nossa infância até vidas passadas, né? Aí uma outra complexidade também mais profunda, mas enfim, a mente ela tem várias camadas dimensionais, só que o que que
tem na nossa mente? tem informações, memórias. Memórias são conjunto de informações. E cada memória que a gente criou na nossa mente ou que foi sugerida na nossa mente, a gente acatou, ele é um campo de energia. Imagina uma bolinha de energia e essa Bolinha de energia, ela tem um sentimento amarrado com aquilo. Então, se lá na infância eu tive uma experiência negativa com o meu pai, com a minha mãe, com a escola, sei lá do quê, aquilo criou uma memória e tem uma emoção vinculada à aquela memória que ao eu lembrar daquela memória ou aquilo
ser ativado mesmo de forma inconsciente, aquela emoção vem à tona, porque na nossa a nossa mente é atemporal, não distingue o presente, passado e futuro. Pode ter acontecido há 50 anos atrás, mas a memória são campos de energia vivo dentro de nós mesmos, né? No nossos campos de energia aí mais su >> informação, Luí é preciosa. Quero que as pessoas escutem e se se interessam em se autoinvestigar e fazer esse processo de autotransformação. A mente é atemporal. Essa informação é preciosa. >> Exato. >> Continua aí. >> Então, sendo a nossa mente atemporal, as nossas memórias
também são atemporal, ou seja, todas as memórias são vivas. às vezes pode estar escondidinha lá, mas quando ela é acionada, ela vibra e vem pra superfície, às vezes de forma inconsciente. Então tem uma regrinha, né, que eu gosto de explicar para as pessoas se autoobservar e entender, porque é simples você começar a se observar. É só você pegar o seu dia, por exemplo, que nem hoje é Domingo, né? Se você antes de dormir, depois dessa live aqui, fechar o olho alguns minutinhos e fazer uma retrospectiva desde o começo do seu dia. Acordei, tomei café, interagi
com o fulano, com o ciclano, fui lá, fiz isso, fiz aquilo, mas faz uma retrospectiva de uma maneira mais lenta. E você vai vendo que ao lembrar daquele episódio da sua vida, da só de hoje, tá, você vai ver que em alguns momentos algum sentimento vem à tona. Amarrado com aquela vivência, aquela experiência, aquela aquele ato que você fez. Então, o que que você tá fazendo? Você tá acessando a sua mente de forma temporal, consciente. Então, a nossa mente, a nossa memória, ela é viva, ela tá lá. Só que acontece muitos estímulos diários, tanto interno
quanto externo. Então, quando você tá rolando a tela lá no Instagram, no YouTube, vendo isso, vendo aquilo, você tá acionando um monte de Estímulo e aquilo entra em ressonância com coisas que você carrega, seja que você mesmo proporcionou, ou também pode vir do inconsciente coletiva, do que uma pessoa fala, do que da música que você ouve, do da série que você tá chindo no Netflix, sei lá, tudo vai dar um match ou não com uma memória. Então, todo estímulo, consciente ou inconsciente, interno ou externo, não importa, aciona uma memória, independente se você saiba dela ou
não, mas aciona uma memória. É Um conjunto de informações. Essa memória, ela traz quando acionada a emoção vinculada a ela. Se aquilo é positivo, se aquilo é negativo, se aquilo é neutro. Então, se eu acordei de boa hoje, minha vida, minha manhã foi tranquila, cara, beleza, nada vai acionar. Mas se eu tive algum imprevisto, algum problema lá que foi complicado, cara, ao lembrar daquilo, aquilo já vai dar um troço, né? Já vou reviver aquela emoção. E aí, ao reviver A emoção, você gera reações no seu corpo, no seu comportamento e na sua biologia. Aí tem
toda uma parte da neurociência que você, ao acessar uma memória, você está movimentando todo um um uma elétrica no seu cérebro, entre os caminhos neurais dos seus neurônios. E aquilo gera reações hormonais, gera neurotransmissores. E aí você tem um apeito no peito, uma raiva, um uma falta de ar, uma dor de cabeça, um estress ou Uma alegria, um sentimento de acordo com o que é acionado. Só que o que que as pessoas fazem? Elas fazem isso de forma inconsciente todos os dias. Se ela só ganhasse consciência dos acionamentos e percebesse, se autoobservasse, onde todo aquele
estímulo que traz algo negativo para ela, opa, aí tem alguma coisa que eu preciso ajustar. e ela fosse se autoajustando, naturalmente ela ia mudando a realidade dela. Então, se Vocês entenderem essa sequência e começar a passar, a fazer um exercício simples de toda a noite, começar a observar quais emoções vocês estão carregando para dormir, ao observar, tomar consciência, você pode mudar. E você ao mudar, você tá literalmente acessando a sua mente, trocando aquela informação e você pode fazer isso rápido e fácil. E aí, ao fazer isso aqui, você está fazendo o quê? Opa. Eh, vocês
esse treinamento, olha só que interessante, vem surgem eh assim percepções que que para mim são práticas do cotidiano nesse autreinamento. E eu acho que é um ingrediente a mais para as pessoas se darem conta para eh para essa orientação que você tá trazendo, que é simples, >> no momento de dessa prática, né, para essa disciplina, para esse autotreinamento. presta atenção ao corpo e aprofunda Conscientemente um pouco mais a respiração. Eu eu chamo esse processo de um de um yoga. É é uma conexão >> com o corpo e com a respiração consciente um pouco mais profunda.
Se ela tiver curta é um pouco mais difícil. Então facilita esse processo, esse treinamento que o Luiz está trazendo agora. Se você passar a adquirir o maior domínio sobre o teu processo respiratório, que ele é muito curto na Maioria das pessoas e no piloto automático, isso faz uma diferença assim tremenda, só que isso dá esse toque aí, fica à vontade. >> É interessante que a respiração é é algo que você consegue autogerenciar, né? E quando você entra na respiração, você entra na presença ali e aí você começa a observar >> o que a sua mente
tagarela ali, né? o que tá acontecendo aí de uma forma dissociada daquela reação. Eh, realmente Exatamente. >> E aí, ao começar a fazer isso, o que que você vai começar a fazer, né? Que nem a Oce comentou, a reação é essa parte biológica. Então, ao você respirar, prestar atenção nas sensações do seu corpo, na respiração, no ar entrando, no ar saindo, nos pensamentos que vêm, nos sentimentos que surgem em você, nas memórias, nas telas mentais, você está automaticamente ajustando o seu PSC. você vai mudando, você para de reagir de Uma forma aleatória, automatizada, você observa,
você movimenta e você começa a ajustar o seu comportamento. Você para de viver no piloto automático para assumir o protagonismo. Isso é treino. É treino. É treino. É treino. É treino. E aí, conforme você vai alinhando o seu pensamento, seu sentimento, seu comportamento, isso se retroalimenta e ajusta a sua Energia e ajusta a sua informação. E aí naturalmente você vai começar a ver mais as oportunidades que você mesmo atraiu pra sua vida e aí começar a mudar seus comportamentos e ver se aquele movimento na matéria para você manifestar, você tá a fim de pagar o
preço, porque tem um preço aqui e o preço é energia, é o desgaste, é o movimento que você vai fazer. Você vai ter que conversar com pessoa, você vai ter que criar alguma coisa nova, você vai ter que fazer Movimentos. Se eu quero ter experiências na matéria, eu tenho que colocar energia da matéria. Simples assim, né? Então, quando você começa a ganhar consciência disso, você começa a entender o quê? que a sua vida atual, ou seja, a vida de todo mundo aqui que tá nessa live assistindo, não importa se é hoje, se é amanhã, se
é depois, é o resultado da somatória das programações que você recebeu. E se você continuar vivendo só nessas programações sem alterar aquela Informação raiz, a causa, você vai apenas repetir o mesmo ciclo. Então, se você observa a sua vida e por mais que você despertou, conheceu um monte de coisa, leu livros, fez curso, tal, mas em alguma área dela ainda tem repetições de ciclos, repetições de padrões, de comportamentos, opa, ainda tem algum programinha, algum tem algum vírus mental, né? Alguma crença, algum reajuste a ser feito. Não adianta você falar que não é, porque a matéria
é o Efeito do invisível. visível é efeito da causa que é no invisível. Então, quando você começa a entender isso, qual é a primeira coisa que você tem que fazer? É entender como você funciona. É entender quem é você, é entender as programações que estão rodando ainda, as memórias, os gatilhos. Quais gatilhos? Então você vai começar a observar padrões e aí tomando consciência disso, é o primeiro passo para você começar a mudar todo um Processo mais profundo, né, do que acontece na causa. Aí você vai na causa raiz. Então, eh, >> eu costumo dizer, Luís,
que o autoconhecimento é um processo ininterrupto e ele não tem fim, ele não tem um término. Nós estamos como consciências reduzidos nessa estrutura biopsicofísica, aonde não é um corpo apenas, existe um Holossoma, que são vários veículos de manifestação da consciência e as pessoas estão reduzidas, prestando atenção e ainda muito confusas >> só na na fisicalidade mais tensa, >> pelos cinco sentidos, né? limitado. >> Exatamente. Então, não é uma coisa fácil. necessita-se de querência, de vontade forte, né, para manifestar, de um querer forte e intenso. E para esse autoconhecimento, A das primeiras etapas é compreender o
personagem, porque a partir do personagem, tendo uma noção de quem se é consciência, né, é possível se autoconvencer desse auto poder que tem total relação com com o que muito exploram sobre o autoamor, o autorrespeito, a autodeterminação. Então, tem várias vários várias facetas Aí nesse processo que quem se interessar de fato vai conseguindo fazer esse essa esse esse trabalho, né? Eh, você quer continuar com os slides? >> Não, não. Era, é isso aí mesmo. O o slide acabou. Era só para trazer de uma forma visual esse entendimento, né? mais lógico, cartesiano, porque a mente humana
ela precisa dessa, ela foi treinada ser lógica, né? >> Mas é exatamente isso, é o o crer. Só Que o crer, na minha visão, né? Aí você vê se sua visão faz sentido também, tá ligado à sua fé. A fé é o que você acredita. Não a fé externa a uma entidade, a um ser ou alguém que vai fazer por você, mas a fé em você, no seu Deus interior, né? na sua consciência, na sua capacidade. Então, quando você tem essa fé inabalável em você, que é possível, o fato de você crer que é possível,
já começa todas as movimentações, as engrenagens invisíveis Aí para ajustar e converter aquelas possibilidades em probabilidades, em oportunidades e a partir daí resultado. Então é o autoconhecimento, por mais clichê que possa ser, né, Alciion, o autoconhecimento é chave. Não, não é, é, é simples, não é fácil, é simples, >> né? >> E pode tornar esse processo excitante. Eu eu gosto disso. >> Sim, você pode divertir nessa jornada, né? Exato. Colocar >> eh, exatamente isso. Mas eu tava te escutando sobre essa questão da do invisível e para manifestação. Eh, são camadas, né? E como eh nós
somos eh bombardeados com, eu nem vou chamar de informação, vou chamar de narrativas, porque informação eu olho para essa palavra com muito mais cuidado, com muito mais atenção. Porque quando eu comecei a a refletir a respeito do que que cria tempo e tempo, eu quero trazer Uma percepção ampliada agora que é duração, não é necessariamente o tempo no sentido lato senso que as pessoas tornam escasso e e é complica, né? O que cria tempo é informação. Mas aí não precisa acreditar no que eu tô dizendo nesse processo investigativo. >> Humum. >> Né, para quem trabalha
engenharia, processamento e compreende muito >> porque o o tempo, na minha visão, é é o É onde você tá com foco de atenção ali, né? É só o para você definir um tempo, você tem que ter um uma maneira de contabilizar aquilo dentro de uma linha temporal, do antes e depois, né? Então é um intervalo onde você percebe, percepciona ali, né, um um intervalo de ações e você determina se aquilo é é maior, é menor, é mais tempo ou menos, porque é o tempo é totalmente relativo. É, é seria é bem profundo isso esse tema
Mesmo, né? Porque >> Sim, mas eh >> quando você tá fazendo uma coisa que você gosta, muitas vezes você não vê o passar, >> é fant, >> né? Porque você se entrelaça com aquilo e você nem percebe. Agora quando você tá fazendo um negócio ali que é amassante, que é chato, você fala assim: "Caramba, o tempo não vai, o tempo não passa". Então, >> o que que é o tempo? Essa elasticidade aí é a intensidade dessa troca, né? dessa interação, desse foco que você tá imerso ali. E então isso muda completamente a percepção de realidade,
porque a nossa percepção aqui humana é muito limitada perante quem nós somos como um todo. E >> quando você começa a esconder essa lógica. >> Ex. Eu eu quero trazer também novamente porque você e e e eu não te falei, mas Eu eh ressoa completamente o que você trouxe sobre fé. Eu olho para essa perspectiva de uma fé discernida, que é muito diferente, >> não aquela fé romantizada ou dogmatizada ou >> direcionada para mal, para fora, né? >> É. Aí você para comprovar essa fé começa a perceber os sentimentos internos, se vergonha ou culpa. E
aí Essa fé ela tá sabotada, porque a fé envolve >> na perspectiva, né, que eu pesquiso e estudo e eu trago para reflexão, valores, né, como honestidade, aquilo que eu não quero para mim, eu não faço pro outro. Eu procuro eh sem medo de punição por um por uma auto escolha, ter um comportamento que me é aprasível, que eu gostaria que tivesse comigo. Isso tem essa relação com a fé, uma fé que vai trazendo ah credibilidade. Primeiro é uma autocredibilidade e isso >> ressoa pras pessoas quando não é aquela coisa hipnótica de de manipulação midiática,
né? Porque tem nós vivemos em um mundo de dualidade. Há que se ter também fazer bom uso da verdadeira intuição, porque existe a falsa e a verdadeira. >> Sem dúvida, >> muitas vezes ajuda. Opa, pera aí que tem Alguém aqui querendo entrar. Luiz, eu eu vou quero te deixar à vontade para trazer mais comentários que eu que eu tem uma pessoa querendo entrar aqui. Pera aí, >> fica à vontade aqui, >> tá? Então, pessoal, sobre manifestação, a primeira coisa que vocês eh precisam entender é a manifestação dentro do que a gente traz aí de cocriação,
de Atração, de lei da atração. Na minha visão, a manifestação aqui na matéria, ela é o efeito da atração. Muitos de vocês já atraíram muitas coisas boas no invisível ainda, né? É o lance que eu tava comentando aí de você ter uma conta invisível cheio de dinheiro, só que você não tem mais a senha para sacar ou você não tem um cartão ali. Então não adianta nada ali. Você tem ali aquela sensação, mas você não realiza aqui na matéria. E Para realizar, a primeira coisa é você tomar essa consciência, entender aí as camadas, que a
manifestação aqui na matéria é o efeito visível experimentado aqui pelo personagem. que vem do invisível, né? Então tem toda essa sequência aí e você só manifesta o que você acredita que é possível. Se você tem uma dúvida ou uma crença contrária, que aí você perde a potência da sua fé, a potência do crer, Já tá desequilibrado lá o PSC que eu falei. Pois é, >> faz sentido aí, pessoal? >> Total, né? Eu peço que o pessoal do chat comente. Eu quero dar as boas-vindas aqui paraa querida Marisa. Se você quiser abrir o microfone, dá um
boa noite. Boa >> noite, Marisa. >> Eh, >> oi, Luís. Boa noite. Estão me ouvindo? >> Sim, te ouvindo ouvindo bem. >> Então, eu entrei agora que eu tava ali nos bastidores, mas essa aí não é uma, vamos dizer, não é uma live, né? É uma aula. >> É uma aula. >> É uma aula. Porque como a gente corre atrás quando a gente tá no despertar, porque vive aparecendo milhões de caminhos, né? >> E a gente às vezes não sabe qual é o caminho com tudo envolvido a a Iá, eh as Pessoas que tentam vender
e eh programas isso é. E e essa live de hoje, você vê, né, as as pessoas que consegue entrar para poder assistir, é uma aula, não é uma live. Parabéns, entende? Eu vivo na busca faz tempo disso tudo, Luís. >> Tô chamando de Luí, tudo bem? >> Claro, claro. Meu nome, né? >> E não, mas o como vocês como você falou, né? Você está Luís, né? Luís Borges. Eh, então, eh, olha, parabéns. E eu vivo Falando porque isso que você fala, eu vivo prestando atenção em muitas coisas, porque crer não é manifestar. E as pessoas
vivem na crença que é onde é limitada para tudo, né? Um >> pensamento mágico e cheio de programas sabotadores ainda, né? que não não traz aquela potência verdadeira ali. >> É, eu vou parar aqui que eu acho que já tem perguntas ali para você, aí é melhor você responder. >> É, querida. >> Obrigado, Mar. Obrigada aí por tudo. Tá com problema de conexão, mas ela tá participando aqui, ó. >> Então, vamos trazer a pergunta da Shirley aqui. Quais são as três siladas, Luiz, que impedem a cocriação consciente? se você puder responder. >> Eu acho que
a primeira lá da armadilha, >> pode elencar, né? Pode elencar como você quiser. >> É, a primeira armadilha tá ligado a essa percepção limitada que a gente tem de Nós mesmos, onde eu sempre falo da parte da das crenças. Então, quando você não tem conhecimento das suas crenças interiores, não observa aonde tá o momento que aquilo não consegue ir além daquela limitação, daquele ciclo repetitivo, é a principal aí, na minha visão, né? é a visão limitada do que você acredita que você pode, que tá ligado a essa fé, essa crença. Outras Ciladas é a própria
Matrix aí criando diversas distrações, porque quando você não está presente no momento aqui agora, sua mente tá aleatória. Como a gente falou aqui, a mente não define real, imaginário, é o que é sonho, o que é realidade, o que é presente, passado e futuro, é atemporal. Então, onde está o nosso foco de atenção, está a nossa realidade. E o foco de atenção é disputado hoje em dia, Principalmente nessa realidade que a gente vive aqui, por celular, por mídia, por um monte de coisa, além, né, das frequências e ondas inconscientes do inconsciente coletivo, dessa loucura aí
que vem. Então você não estar eh presente é uma outra cilada de você ficar somente reagindo aos estímulos aí, né? E vamos colocar aí a terceira silada é a cilada de nós mesmos, é a autossabotagem que a gente faz. Então, muitas vezes a gente Sabota nós mesmos porque você quer alguma coisa, né, lá longe, mas no fundo, no fundo você não tá a fim de pagar o preço. Então você fica gastando energia ali em algo mirabolante de cocriação, daquilo, só que você não faz a sua parte, você não age condizente, mesmo tomando consciência daquilo. E
aí que a gente entra, né, voltando de novo, a gente sempre vai voltar nesse nesse tema do autoconhecimento. Enquanto vocês não se conhecerem, entender como a sua mente foi programada, as crenças que você carrega, as memórias que você carrega, perceber aí os os eh acionamentos diários que acontece durante a sua vida, você fica refém, você somente reage, você é somente um protagonista, ou melhor, você somente um coadivante do filme de alguém. Quando você começa a se observar, entende que a chave abre pelo lado de dentro, né, de você se Autoobservar, >> você começa a ser
o protagonista da sua própria vida, o criador da sua própria realidade. >> E aí você está atuando na causa, né? E aí esses sabotadores, essas armadilhas aí fica pequeno perante quem você é, não quem você está. reforçando o que você disse, autoconhecimento, sem pressa e sem pausa. Isso, isso é importante. E o cérebro, ele é o grande vilão, mas ele pode ser o Maior amigo se ele for bem treinado. a questão da repetição e essa querência, né, essa potência de vontade, se ela vai aumentando, o próprio cérebro, ele ele vai se não seria se autorreprogramando,
mas eu trouxe até essa no início que é eh produzir uma autor regulação por alto comando de Aí para mim deu uma caída aqui. >> É, deu uma travada aí na sua voz. >> Travou um pouco e voltou no final. >> Deu uma travada, tá? Eh, eu estava trazendo a questão novamente que a gente abordou bem no início da autorregulação e que eu trouxe a expressão por por autocomando de voz. >> E deixando bem claro, não é meramente uma fala, uma palavra autocomando de voz. precisa essa ordem, né, PSC. E entre uma palavrinha e outra
tem estágios também. Mas aqui tá uma bela, uma bela dica, uma estrutura, né? pensamento, sentimento e comportamento. Aí o cérebro que pode ser >> treinado, reajustado, realinhado, um grande amigo, ele vai >> é o Luiza, você >> tá caindo aqui, então vou vou deixar contigo, Luía, aí se a Marisa quiser fazer alguma pergunta também. >> Entendi, é legal você trazer essa reflexão do cérebro, né? Eu, como venho, né, desse mundo também de engenharia, trabalhei muito tempo na área de tecnologia com computador, com servidor e empresa do mundo corporativo. >> Uhum. >> Qual a analogia que
eu faço? Eu eu acredito muito que até essa carreira minha teve um propósito com esse trabalho que eu faço agora, né, nessa encarnação aqui. O cérebro, na verdade, Ele é só um equipamento, ele é neutro. O cérebro é como se fosse o hardware do computador. Imagina o computador com o celular. Vamos pegar o celular, né? O celular ele tem a parte física do celular. Então aqui eu tenho o celular. Isso aqui tem um processador que processa as informações para sair imagem, para sair som, para sair música, para fazer o que for. Então a questão é,
o cérebro ele vai processar os programas que existe rodando aqui Dentro. Então eu posso ter uma máquina, só que se eu tiver programas ruins, eh, se eu tiver vírus, se eu tiver sobrecarregado, o cérebro só vai processar aquela informação que tá rodando. Então, o cérebro ele é neutro total. A questão é como eu uso o meu processador da melhor forma. E aí, para eu usar o processador da melhor forma, eu preciso mudar os programas que estão por trás e rodam a máquina. E Esse programa tá ligado à informação, às crenças e todo o conjunto de
paradigmas que a gente carrega. E isso é treinável, isso é reprogramável, isso é trocável. O cérebro não muda. O cérebro ele só reage, né, que ele foi treinado. Só que como ele tem uma neuroplasticidade, né, que não é só trocar o programa, ele tem que eh converter aquela nova informação em neurônios, em conexões neurais, em neurotransmissores. Aí tem todo um timing, né, de eh de reverberação aí, Vamos dizer assim. Então isso aqui, ó, isso aqui, o corpo ele é uma tecnologia multidimensional maravilhosa. O problema é que a gente não sabe usar, não tem manual de
instruções, né? E aí que a gente vai galgando esse entendimento do funcionamento. E a melhor forma é, já que a gente não tem o manual, começa a observar. Ele tem padrões, né? Se você observar, pela observação, você consegue fazer a engenharia reversa do seu funcionamento, da biologia, né? Isso é Ciência. Ciência nasce da observação. >> E por não ter o manual, você pode você pode elaborar o próprio manual, porque não há nenhuma pessoa igual à outra. Talvez essa seja a oportunidade e o maior desafio pro humano com toda essa restrição, sendo consciência nesse restringimento e
ainda com uma série de estímulos eh sociais, ambientais e culturais Sabotadores. Eu quero agradecer aqui a presença da da Mari Ferreira, querida Mari, ela realiza um trabalho com zeno, com bastão de plasmas e ela tá fazendo uma pergunta: autocríticas, julgamentos são sabotadores? Sem dúvida. Mas Luiz, você quer comentar? >> Oi, Mari, gratidão pela sua pergunta aí, né? Com certeza, Mari. Eh, e o pior disso é que muitas vezes as pessoas fazem isso de forma inconsciente. Ela não se percebe se autocriticando. Quando ela tenta fazer alguma coisa e não consegue, ela fica se punindo. É como
se ela tivesse um chicotinho e começasse a cicotear quando ela não se sente capaz. Isso tá ligado ao merecimento que ela tem, a falta de amor próprio. Então, totalmente. Eu diria que são um dos maiores sabotadores que as pessoas carregam e nem sabem. E às vezes essa essa essa autocrítica nem veio dela, ela veio de herança familiar, veio De todo um processo que ela criou aquilo e pegou para ela. Então, se ela não toma consciência disso, se ela não muda essa visão, se ela não muda essa autoimagem que ela tem sobre ela, né, de se
amar mais e sentir mais bonito, bonita, mais merecedor, mais capaz, esse sabotador aí sempre vai rodar e vai desequilibrar lá o PSC, que o PSC para você manifestar é você alinhar o PSC, que é você tá com o pensamento alinhado com o sentimento e alinhado com comportamento. Se eu tenho Esses sabotadores, eu mudo, eu desalinho, desequilíbrio o PSC. E aí eu quero um negócio, por mais que eu sinta ali, mas não tem aquela potência, ou eu vou até tal a a tal andar da carruagem e daqui a pouco eu volto. É como se tivesse um
elástico preso em mim. Então, total, isso baixa sua frequência, gera medo, gera autossabotagem. É bem por aí. >> Maravilha. Eh, uma aula preciosíssima, né? Peço que as pessoas compartilhem Depois. E muito, muito bom, Luiz. Ah, tem mais uma pergunta aqui, Giovan Moura, por pessoas más, através da minha ótica ele coloca, manifestam mais rápido do que >> pessoas que estudam e se dedicam? Tem a ver com merecimento. É uma pergunta bem interessante. Fica à vontade. >> Interessante, Giovânia, um abração, Geovânia. das antigas aí comigo também, grande parceiro de jornada e já considera um amigão já. Mas
é é muito Legal você trazer isso, Giovan. Por quê? A questão não é se a pessoa é mal ou não. A questão é quando a pessoa ela tem um nível de consciência mais baixo, ela tem uma visão de mundo às vezes até menos limitado. Então, dentro do que ela acredita ali, se ela acredita que, meu, é só eu passar a perna no outro aqui e tal, que eu vou me dar bem e ela acredita naquilo e ela começa a Ter resultado, aquele resultado dela fortalece a crença dela e fala assim: "Meu, para que que você
é uma pessoa boazinha? Se eu for boazinha e respeitar tudo, eu não consigo nada, então deixa fazer as coisas aqui do meu jeito". Então, dentro dessa realidade, a gente olhando de fora, tem aquela percepção de que ela consegue manifestar mais rápido, mas a manifestação de novo não tá ligado se a pessoa é boa ou se é ruim, tá ligado à crença que ela carrega. Então, muitas vezes as pessoas ela não tem a crença limitante ou ela não sabe da consequência além dessa matéria. Ela acredita que a vida é só aqui. Ela nasceu, morreu e, cara,
eu vou fazer o que for aqui porque eu quero aproveitar e lá no final tô nem aí. E se a pessoa às vezes ela tem na cabeça dela que ela já vai ser julgada, já vai pro inferno, fala: "Cara, já que eu tô ferrado mesmo, eu vou pintar e bordar nessa nessa realidade." E aí que as pessoas fazem Muito de atrocidade, não sabendo da consequência, vamos chamar espiritual. Então, a gente tem essa percepção, sim, tá, Giovan? Eu falo porque eu mesmo já tive essa essa autossabotagem interna da maldição do conhecimento, né? vamos chamar assim, de
uma maneira metafórica, porque quanto mais conhecimento a gente vai agregando, estudando, parece que mais a gente bloqueia a nossa vida, porque vai ficando mais complexo o nosso entendimento aqui. E essa Autocomplexidade gera toda uma sabotagem interior. Então, não é só um merecimento, é toda uma complexidade maior que a gente gera e às vezes poderia ser mais simples. Então, não tá ligado as pessoas más ou não. Uma percepção, né? Só, só um toque importante é a síntese, só que de novo é importante aprofundar o que que esta palavra pode permitir em profundidade a síntese Do autoconhecimento
com o estudo e a autoinvestigação, ela por sabedoria, que é uma outra é uma outra questão. É, quando eu vou falar alguma coisa, tá travando aqui. Eu acho que não é para trazer >> não. Não deve ser internet, né? que tá dando para entender. Eh, a eh para quem gosta de processamento de banco de dados, mas não de dados frios, aonde tenha também sentimento, A síntese na medida de uma maturidade interpretativa e sensorial sensitiva, vai se tendo uma maior habilidade de processamento e de síntese. E aqui, Luiz, tem uma pergunta da Shirley que tem relação
com essa anterior que veio agora. Aí ela coloca é polêmico porque a gente adentra no conceito do que é alguém espiritualizado. Acho que você pode trazer algo muito bom aí sobre isso. Eu Recebo muito essa questão e até essa dor real das pessoas, né, falando assim: "Luí, depois que eu despertei, que eu entendi a espiritualidade, que eu me espiritualizei, parece que minha vida piorou aqui na matéria, até no financeiro, na prosperidade material aqui, do que as pessoas que não não tm essa espiritualidade. Aí que entra uma crença e uma visão limitada sobre a espiritualidade. Qual
é a crença maior sobre Espiritualidade? Meu, eu vou buscar o reino dos céus. O tesouro verdadeiro está depois dessa realidade, está no espiritual e eu abro mão das coisas materiais. Então tem uma crença profunda ainda enraizada, onde a espiritualidade está desconectada da parte material e uma coisa está totalmente conectada com outra e não tem nada a ver dentro dessa espiritualidade limitada. Então, a questão é o que a pessoa entende sobre espiritual, Espiritualidade. Quando a pessoa entende que, na verdade, tudo aqui é espiritual, né, é só uma visão que criaram também para separar isso e justamente
criar essa eh essa sabotagem de forma intencional. Quando você começa a entender que grande parte dessas pessoas que acha que espiritualizou eh ou que conectou com essa parte mais invisível, consciencial do despertar e tem dificuldade aqui na matéria, Ela está vivendo ainda uma espiritualidade limitada, porque ela acredita que eh de acordo com os valores, a ética, moral que ela carrega, o que ela enxerga sobre espiritualidade entra em conflito as coisas materiais. Então, tem crença do que ela pode, de de quanto dinheiro ela pode ganhar, que dela achar que ainda ah, pessoas com muito dinheiro, eh,
não tem o lugar no céu, ainda é uma crença inconsciente, por mais avançada que a pessoa seja Ainda, tá? ou muitas vezes do esforço que ela acha que tem que gerar aqui. Então essa parte não tem como escapar de uma crença enraizada e uma visão limitada sobre espiritualidade, tá ligado? sobre a percepção e a visão de espiritualidade, onde ainda de forma inconsciente a pessoa acha que vai ser julgada ou que alguém lá do outro lado vai puxar um relatório dela e vai olhar o que ela fez aqui para para conquistar essas coisas materiais, né? Mas
é uma Crença, tá? Eu já ajudei várias pessoas a quebrar essa crença aí de mudar a visão do que é a espiritualidade, o que é a matéria. E aí ela ampliando essa essa percepção, essa esse reajuste aí volta. >> Muito bom. Muito bom. Eu eu tô tentando aqui a o sinal ele de vez em quando dá uma oscilada vendo se tem mais perguntas, mas tem aqui, deixa eu ver uma observação aqui da Tati. Percebo que entendo o conceito Racionalmente, porém tenho dificuldade em sentir essa verdade. Como mudar isso? Diga aí, Luiz, para. >> Então, isso
aí é interessante, ô Tati, por muitas vezes o entender racional, meu, eu entendi isso aí. Só que o sentir é muito mais profundo. O sentir não é racional, não é lógico. O sentimento, ele tá ligado a a uma interação de campos de energia, né, que acontece aí em várias camadas dimensionais. Então, em primeiro lugar, tem coisas que a sua mente racional não vai entender. É aceitar isso e aí entender que o sentimento verdadeiro ele transcende o entendimento racional, como a gente foi treinado desde pequeno, >> cara. E aí entra a fé. Aí entra a fé.
Essa potência de fato. >> É, >> aí entra total. E aí que entra a fé total, porque a fé é aquela certeza no Sentimento, é aquela certeza intuitiva. O problema é querer encaixar um oceano dentro de uma caixinha. E aí que entra uma autossabotagem. Então, o conceito racional lógico que a gente entende é uma coisa, o sentimento é outra, complementar. O problema é, a gente quer encaixar o sentimento que é muito mais amplo dentro do racional que é mais limitado. Essa é a sabotagem. Você não vai encaixar. Aí entra todo esse essa percepção de que,
cara, sente, sente a sua intuição, sente seu superior, sente seus mentores, sente uma presença maior e confia, tenha fé. Então, as oportunidades muitas vezes vêm através do sentir, dessa percepção invisível. É um insight que deu na hora de tomar banho. É, é uma pessoa que apareceu, é uma mensagem, é uma palavra, é uma sincronicidade. Aí Você fala assim: "Não, mas não tem lógica, não faz sentido." Por quê? Aí você vai querer encaixar algo muito mais profundo dentro do dos seus paradigmas. É querer encaixar uma biblioteca inteira dentro de um livro, não vai? Então aí sim
a fé é essa conexão mais profunda. Como mudar isso? Confiar mais no sentir, confiar mais. É importante, é, é importante mais essa palavrinha pra gente explorar um um pouquinho. Paradigma. >> Paradigma >> eh, é complexo porque envolve a e tá oscilando aqui de novo. Acho que eu não vou conseguir interagir muito. Eu não sei o que que rola, né? se é alguma coisa do que se fala que o sinal abaixo ou não. Eu tenho as minhas dúvidas, mas não vou dizer que é isso. Não vou dizer que é isso. >> A questão paradigmática, ela envolve,
Ela envolve, é complexo isso porque envolve o sistema social e cultural, todo um modo de estruturação e de manipulação do comportamento humano. Inclusive, o sistema de ensino vigente tem uma grande participação nesse processo de doutrinação no sentido dogmático. Então, paradigma, eh, quando a pessoa diz, "Vamos mudar os próprios paradigmas", ele é quase que sinônimo de crenças, só que é complexo. Por quê? No teu processo de autoconhecimento, de autoinvestigação, você pode assumir a responsabilidade que te cabe. Por extensão, vai ressoar pro coletivo, mas mas é um processo muito de cuidar aquilo aquilo que não caiu de
moda. O o o orai e vigiai tem essa relação. oscilou de novo aqui o o o a velha frase orai e vigiai tem essa relação direta, né, direta eh com Essa autorresponsabilidade que é o que vai trazer a liberdade de maturidade. Eu tenho para mim que que é algo que pode ser bem mais simples quando compreendido, né? volto para você, Luís, aí ver o que que você vou ver se pegando essa essa parte do paradigma, ô Moci, paradigma, na minha visão, é o conjunto de referências humanas que você criou. Então, imagina um livrinho, a gente
vem aqui como se fosse um livrinho em branco, né? A gente Nasceu, a gente é um livrinho em branco dentro de uma mente, da de uma experiência humana. E aí você vai eh escrevendo nesse livro, só que muitas vezes não é só você que escreve, seu pai, sua mãe, né, a sociedade, a a cultura, a religião, os dogmas, a política, enfim, tudo. Só que a sua mente humana, toda vez que ela recebe uma informação, ela vai consultar aqui, opa, isso aqui veio da onde? Isso aqui existe, é possível, não é possível? Tem Lógica, não tem
lógica. Só que o conjunto das referências, ou seja, os paradigmas, é só as páginas do seu livro pequeno. Só que muitas vezes você tá acessando uma informação que não está no seu livro e aí você refuta a mente como ela foi treinada para só acreditar na parte lógica, ela vai consultar que não tem eu, não existe. Aí entra nesse conflito entre o sentir e o pensar. Então imagina que a gente já viveu e escreveu Dezenas, centenas, milhares de livros. Temos bibliotecas cheias, a consciência já viveu várias bibliotecas e às vezes a consciência passa um sinal
de um outro livro, de um outro instante para você direcionando através de um sentimento, de uma intuição, de uma outra informação que a sua mente lógica cartesiana não tem o tradutor daquilo. E aí você consulta, meu, mas não faz sentido. E aí automaticamente sua mente descarta e ela entra num conflito porque não tem uma Referência. para ela é como se fosse um pendrive, né? Imagina o seguinte, >> vamos pegar mais tecnológico aí para as pessoas. Todo mundo acho que conhece um pen drive, né? Que você tem lá um pen drivezinho que você salva suas coisas
digitais lá num pen drive. Imagina que toda vez, toda encarnação a gente ganha um pen drive vazio. A gente vai enchendo esse pen drive de vídeos, de músicas, de vivências, de experiência. Só que esse Pen drive as pessoas acham que só pode eh consultar as informações do pen drive. Só que ele esquece que o pen drive tá conectado num computador que tem um disco, um banco de dados imenso e muitas vezes a informação é não não é nem a consciência ainda, >> ainda não é >> não, ainda não é, é só um computador além, né?
Aí esse computador ele tem muito mais informação que não cabe no pen drive. E às vezes vem essa Informação pro pen drive e ele fala assim: "Tá, mas ou melhor vem a informação pra pessoa e não tá no pen drive, ela entra nesse conflito." Só que esse pen drive ainda, eu diria que ou melhor esse computador ele tá ligado na internet e na nuvem de informações e todos os computadores estão ligados na internet. Então, muitas vezes nós acessamos sentimentos, informações no invisível que vem de Algum lugar que a gente não sabe, mas não está no
nosso pendrivezinho e aí entra nesse conflito racional, mental limitado da gente não acreditar naquela informação porque não temos uma referência, ou seja, o paradigma daquilo. E aí entra o entendimento, estudar, mudar essas informações e abrir esse canal direto com essa esse banco de dados maior que eu gosto de chamar de mente cósmica. >> Sim, sim. Ah, a gente pode elaborar de Várias maneiras, né? servidor. Então, tem várias palavras, mas a questão assim, a grande sacada é o ajuste de pensamento. Eu não li o livro de Urânia, mas tem lá uma uma referência de ajustador do
pensamento. >> Ajustador do pensamento. Tem tem >> e essa coisa de ordem, sabe, que que eu investigo questão do que é primeiro, segundo, terceiro, o que que é o ponto zero. Ah, o que que o que que é primeiro o pensamento ou a emoção? É interessante isso. Me ocorre que é o pensamento, é muito rápido, mas na medida em que se consegue fazer um ajuste do pensamento, pode se calibrar uma emoção e um sentimento. Então a chave para autoalgoritização está no ajuste de pensamento. Mas é só uma ideia aqui. >> Não, mas é, faz sentido.
Faz sentido. >> A Shirley aqui, ó, de novo. eh Participando, ela não poôde estar presente aqui, ela estaria aqui, né, eh dialogando junto, mas ela tá aqui participando com perguntas. pode falar um pouco sobre o que é o efeito elástico no contexto das crenças limitantes, Luiz, o efeito elástico é ainda um emaranhado com aquela informação referente à aquela crença. Então você não eliminou, você não trocou aquela informação como um todo. Então imagina que seu elástico ele Tem uma uma rigidez. Para você romper esse elástico, você tem que literalmente eliminar, reprogramar ou trocar aquela informação que
sustenta aquela crença. Então, se você sente ainda que você vai, vai, vai, vai, vai, vai, a hora que chega em algum nível, você volta, né? aquele efeito sanfona, aquele literalmente elástico, parece tem um elástico amarrado na sua barriga. Aí você tenta correr, o elástico te puxa, quando você vai além, Aí entra essa barreirinha que tá ligado a alguma crença de medo, que starta o medo, que starta uma limitação do desconhecido. Toda vez que você tenta chegar numa barreira, perceba na vida de todo mundo, a uma grande maioria, né, até romper essa barreira aí. Toda vez
que você vai romper uma barreira do novo, do seu conhecido, gera essa sensação do efeito elástico. Por quê? A mente ela foi treinada a ter Medo do desconhecido. Então, toda vez que você começou a ganhar mais do que o padrão que você tava conhecendo, começou a destacar mais, começou a e a desbravar num lugar que é novo para o ego, para o personagem, geralmente tem uma crença que te puxa para trás, por tem uma crença matriz que o novo é perigoso e o desconhecido é perigoso. sei lá o que vai acontecer, se vai ter um
bicho, se eu vou morrer, se vou falhar, se vão rir de mim, né? Então É entender aonde tá essa barreira invisível do medo, que é geralmente aonde o aonde você consegue mudar, eliminar, que você consegue criar uma manifestação nova na sua vida. Por quê? Dentro do conhecido, você já sabe o que você é capaz, do que você já conseguiu, do que você já tem. A maioria das manifestações novas estão no desconhecido. Então, quando você cria Uma nova crença que o desconhecido é bom, o desconhecido é gostoso, o desconhecido é onde eu vou ter, onde tá
meu tesouro, né? Tem até uma frase que eu levo para mim, Sion, que de um livro que eu li lá no no início do meu despertar, que é um livro do Joseph Campbell, né, que já escreveu um monte de livro até de mitologias, que ele trouxe uma frase que ficou muito na minha memória, até uso isso com os alunos lá, ele trouxe essa frase assim, Ó, dentro da caverna que você mais teme entrar, esconde o tesouro que você tanto procura. E aí quando você começa a entrar na sua caverna e se depara com os medos,
quer dizer que aquele medo é um caminho para o seu tesouro, que o seu tesouro está além do seu medo. Então, toda vez que você sentir um medo na sua vida de alguma coisa nova, pode sentir ali que a grande chance de que quando aquele medo For rompido ou que aquele caminho do medo é o caminho certo para você desbravar algo novo, que é onde vai estar um tesouro aí que você vai conseguir. Pelo menos na minha vida foi assim, né? E eu toda vez que eu sinto medo de alguma coisa nova, é o pelo
menos a minha anteninha, o padrão que eu criei aqui. Opa, tô no caminho certo. Então deixa eu romper esse medo aqui que eu vou encontrar um tesouro interessante. Muito bom. Muito bom. Aqui nós temos mais uma questão aqui. Eh, Alessandra Araújo Nascimento. Eu acredito que o despertar tem fases e cada um está em fases diferentes, porque temos o livre arbítrio, é uma outra polêmica também interessante, né, pra gente falar sobre livre arbítrio, em lugares diferentes, educação diferentes, diferente, vivências diferentes e assim vai. A perspectiva que eu exploro é a Da complemente. Deu mais uma travadinha,
mas eu estava falando exatamente na numa numa numa inversão eh numa numa numa engenharia reversa. Uhum. de olhar para as diferenças como a complementaridade que a gente passa a ir rompendo exatamente com o dividir para governar. Isso é um, parece que é uma coisa assim tão repetida, mas tão pouco prestada a Atenção, porque isso tem essa relação com o medo direto, direto. O medo e comparação. Comparação total, >> né? É, o o medo é uma das principais armas da própria Matrix aqui, justamente pra gente se limitar, né? O medo é o que trava a nossa
vida aqui. Muitas das coisas que a gente gostaria de experimentar, de manifestar, de viver, existe uma uma sementinha em algum nível de medo. Essa medo, esse medo tá ligado aos paradigmas, a um conjunto de Informações que a gente carrega, né? E cada um vai ter o seu que trava a nossa vida. Então o que a Lê tá falando aí até legal, né? É o despertar. Por quê? O despertar são várias fases, é um fato, mas o legal é que cada um tem uma visão do que é despertar, né? Nossa, um monte de gente fala de
despertar, só que cada um dentro de uma visão. Na minha visão, até fica uma referência nova para vocês terem, até veio uma intuição esses dias aí que eu tava até conversando com a Minha esposa aqui, veio assim para mim, ó. O despertar é o grito da alma querendo expressar pelo ego. Então, quando a sua alma grita, a sua consciência grita através do ego, é o início do seu despertar. E a potência que você dá sua pra sua voz, do seu eu, da sua alma >> se expressar aqui, é um nível de despertar que você vai
acordar, né? Pelo menos é veio intuitivamente essa frase Para mim. O despertar é o grito da alma querendo expressar através do ego. Cara, você tem uma potência dentro de você querendo sair e aí começa um monte de coisa de conflito que é o início do despertar maior, que é um processo de reconexão, né, com as nossas partes superiores. Eh, eu gosto de olhar para essa perspectiva também de posse, apoar-se de si mesmo, apoar-se da sua corporeidade, dos seus pensamentos, da sua alma, ter Alma própria e espírito próprio. Isso tem essa relação com a maturidade e
com o recordar de quem se é verdadeiramente, >> eh, laboratoriando esse personagem. escrevendo a própria história, né, os os roteiros e para isso e o auto conhecimento, >> sendo >> é mais uma travadinha. Eu acho que isso tá sinalizando pra gente encaminhar pro Final. É, mas é só vou te dar um >> Isso é um sinal para que a gente >> e eu eu só gostaria de comparar um pouco do Luiz isso aí do de tá gritando. Eu desde pequena, desde adolescência eu vivo procurando alguma coisa e a sensação é essa, alguma coisa gritando aqui
dentro de mim que que quer sair, não consegue, sabe? Eu ficava quieta olhando pro espaço, sentindo uma saudade de alguma coisa que não sabia. É uma Sensação assim que é uma confusão, né, na na sua mente. E olha, eu vim procurando bastante caminhos de religiões, né? Vamos te falar de que é o caminho que a gente acha. O que eu encontrei próximo, que deu um pouquinho a visão, foi o espiritismo, que eu, né, espírita. Mas daí quando eu encontrei a Fênix, aí ela me abriu mais ainda. Aí aí não teve por onde escapar, >> né?
>> A Fênix me ajudou bastante disso aí Também. E aí onde você e olha para você despertar aí existe uma briga, né, entre a sua mente, o seu consciente, porque no espiritismo, aquilo que você já falou um pouco antes da crença, espiritismo tem aqui, olha, se você não fizer as coisas certas, você vai ter que reencarnar para poder pagar. Você magoa alguém, você vai, >> tem esse peso do karma, né, que aí vira uma punição, vira uma autossabotagem grande >> que a pessoa não pode sair daquela linha dentro do que foi pregada para ela, que
senão ela vai ter que voltar para pagar. E também justifica toda a vida ruim que a pessoa tá tendo. Ah, não, isso aqui é karma. Ah, não, isso aqui é porque você fez tal coisa na vida passada. Então, na minha visão, também é uma manipulação, né, que foi infiltrado, infelizmente, aí para limitar a nossa capacidade expressiva aqui, né? Porque aí você fica com medo Do além e aí você não faz. Então, depois quando você começa a entender que a própria reencarnação também é uma sabotagem, né, pra gente ficar preso nessa limitação, >> é, é bem
por aí mesmo, né? E aí é uma coisa interna, né? Eu penso que eu acho que é cada um tem que se encontrar, né? Ninguém vem com uma varinha e dá um e você não é as pessoas quer que você faça o o que, né? E elas não entendem que é você mesmo é que pode Fazer, tem condições de fazer, não é ninguém que vai te melhorar, né? Por isso que eu até trago uma questão, ô Marisa, de você ser o seu próprio mestre, né? Então você não precisa de intermediários. Você acessando as suas camadas
interiores, relembrando, né, da sua potencialidade, do seu eu maior, você determina, você cria, você escreve o seu destino. Então, você não deixa ninguém direcionar ou escrever algo, uma história para você. você é o Protagonista da sua história, você escreve seu destino. Então eu sempre trago, né, nos meus trabalhos aqui da pessoa ser o seu próprio mestre, você não depender de guru, de mestres externos, e você se autolapidar, você entender da sua capacidade expressiva aqui e entender que a sua realidade é somente uma percepção das verdades, das referências que você carrega. E aí, se você olhar
para você, paraas suas verdades, porque você acredita? Fala Assim: "Faz sentido para mim ou não? Se fizer sentido para você, tá te levando para um caminho de harmonia, de paz, de alegria, continua. Não, não faz sentido, Luiz. Tá trazendo dor, tá trazendo remorço, tá trazendo então pera aí, reveja. Por que você tá carregando essa verdade até hoje?" E aí cada um vai carregar sua verdade, ter sua própria experiência única e cada experiência única aqui entra numa somatória coletiva que é a expressão do todo, né? Mas é profundo. >> Perfeito. Eh, exatamente. Arbítrio é essa habilidade
de >> é >> essa habilidade de autogestão em relação com a palavra arbítrio, essa maturidade eh volitiva, inclusive, né, perante o que o que se quer de fato com potência de vontade. Eu vou aproveitar que que que a conexão tá um pouquinho estável pra gente ir encaminhando pro final. E a Dulce, querida, ela pediu para que você Dê uma dica final de como conseguimos manifestar algo em nossas vidas. E depois a gente já vai fazendo as considerações, né, finais. Eu eu peço paraa Marisa também fazer as considerações finais e a gente marca em breve, se
for possível, um retorno teu aqui. Demorou aí você demorou, mas >> com certeza não. Vamos marcar sim. Sempre bom estar aqui falando com pessoas condizentes numa frequência mais elevada Aqui e poder transbordar junto. >> Eh, respondendo da Dúcia aí, ó, Luiz, me dê uma dica final de como conseguimos manifestar algo em nossa vida. Em primeiro lugar, entendendo, né, Dulce, que a manifestação ela, a manifestação aqui na matéria, que é o que as pessoas buscam, é o efeito. É o efeito. Então, se você não está manifestando de uma forma consciente o que você deseja, existe uma
causa para ser tratada. E a dica principal é: Conheça suas crenças, observe suas crenças. Observe se o seu PSC tá alinhado. Então, se eu penso uma coisa que eu quero aquilo, se eu desejo aquilo, se é uma meta do meu ano de 2026 ter uma vida assim, assim assado, né? Não importa a área que você queira, mas se eu sinto algo contrário, se eu não estou agindo condizente aquele pensamento, eu sei que eu preciso fazer alguma coisa, mas eu não faço por medo, por qualquer desculpa Que eu crio na minha cabeça, pode ter certeza que
tem uma crença. Então, se você não se autoobservar e conhecer as suas crenças limitantes, não adianta. você não vai manifestar o que você quer porque tem alguma coisa, ou seja, a informação, o conjunto de paradigmas, os seus programas sabotadores que não estão eh alinhados com o que você quer aqui. Então, a o que que tá entre lá a consciência e o personagem aqui? A informação, a as crenças, a Energia. Então, mude suas crenças. Para mudar as suas crenças, tome consciência delas, porque você não consegue mudar algo que você não conhece. >> Perfeito. Eh, passou muito
rápido e conseguimos eh ir vencendo, né, a instabilidade aqui da do sinal. >> Eu quero reforçar as boas-vindas aqui para Marisa. A Marisa é um exemplo de pessoas que fazem os cursos da Fênix e Depois se propõe a voluntariar. Então, seja muito bem-vinda, María. Continue firme aqui e vou pedir que você faça as considerações eh finais. Eh, Marisa se dispa, e se quiser fazer mais alguma pergunta e depois eu passo pro pro Luiz para fazer as considerações finais e a gente encerra, né, hoje. >> É, eu que agradeço, né, a oportunidade que quando eu conheci
o grupo Fênix, estudos fênix, né, que foi por acaso, fala que é por acaso, mas não é nada por Acaso, né? Não existe acaso >> não. E aquilo que eu te falei que eu sempre tive uma coisa que grita dentro que que eu tava na procura e eu assistindo uma live dessa uma aí, sabe? Quando você, eu tava querendo saber sobre um assunto e eu procurando no YouTube caí no grupo Fênix e eles ainda me colocavam, né? E daí começou a passar para lá, eu vou tentar nesse grupo porque, né, nossa e ali foi o
caminho de tudo. Então eu agradeço a oportunidade. Boa noite a todos. E não se esqueçam, gente, quem tem oportunidade, dá uma chegadinha lá, manda o e-mail pro acolhimento do da Fênix que tá passou várias vezes aí no rodapé. Dá uma chegadinha lá, não custa tentar, né? vai que aí é o começo de tudo, como foi para mim, né, o início de tudo que eu fiz o curso completo e hoje, né, estou aqui começando nessa nesse desafio porque como eu comecei, é difícil, né? Eu não sou muito de falar, eu sou muito da área de exata,
então você tem um certa uma certa dificuldade para isso, mas vamos no desafio, vamos lá, né? E aí hoje entrei aqui, falar, vamos, vamos, vamos ver se vai dar certo também. E a gente tem que pensar aquilo, vai dar certo, né? Sem dúvida, >> se eu já vier com aquele pensamento, vamos ver, eu já falei errado. Me desculpe aí as pessoas que estão ouvindo, nunca fale isso, vai dar certo, Né? Pela aula que nós tivemos do Luiz hoje. Muito agradecida. Gratidão, Luiz, que você seja várias vezes você esteja conosco aqui, porque é uma aula, não
é uma live que a gente, é uma aula que você deu para nós. Gratidão. >> Obrigado, Marisa. Gratidão para você também. Tudo de bom. tamo junto >> de fato. Passo para você então agradecendo, reforçando aí eh gratidão pela tua presença, pela disponibilidade, por todo Esse trabalho. >> Maravilha. >> Bom, primeiro lugar, eh, só agradecer o convite aí. >> Opa. >> E as tuas considerações finais que aí a gente encerra, tá? Eh, em primeiro lugar é agradecer, né, a oportunidade aqui de troca com vocês, de eu poder falar um pouquinho e trazer o meu ponto de
vista sobre as coisas. E Até pegando um gancho no que a Marisa falou aí, é legal até no final ela falou da palavra, da maneira que você fala, né? E isso tá ligado com uma referência que você tem de você mesmo. E uma consideração, uma dica, principalmente agora nesses momentos que a gente tá vivendo aqui no mundo, porque são momentos de desafios. grandes. A gente vai passar por muitos desafios ainda. Basta a gente olhar aí o mundo como que tá, de cabeça para baixo, tudo maluco e Doido. E pra gente não entrar nessa loucura do
inconsciente coletivo do mundo, é olhar para dentro e entender principalmente sobre manifestação, que foi o tema desse dessa live aqui, é que mentiram pra gente no sentido de que eu tenho que ter as coisas para ser alguém. Se você inverter essa ordem de, em primeiro lugar, se autoconhecer e acreditar que você já é, o ter é Consequência do ser, que é o que a Marisa falou. Então, entenda e transforme primeiro o seu mundo interior, que o exterior vai se adaptar, vai ser o efeito, vai se reajustar. Então, a gente volta para aquela velha frase, o
autoconhecimento é a chave. O autoconhecimento é o mergulho interior de se autoobservar, de se entender, de sentir, de acreditar em si mesmo, mudando o seu interior. O seu exterior é Simplesmente a consequência. E para quem quiser também aí, fica à vontade que tem muito conteúdo aberto, gratuito, né? lives também no meu canal lá que vocês podem consumir. E somando aqui com os conhecimentos aí da Fênix, tem muita coisa para as pessoas buscarem. É só fazer o trabalho de ir atrás, né? Não ficar com preguiça aí e agir. E é isso. Gratidão ao Sion, gratidão Marisa,
gratidão Chiley, Dulce, né? E todo mundo da equipe Phoenix aí. >> Maravilha. e e entre oscilações e deu tudo certo. Gratidão, irmão, então, pela tua presença aqui. Em breve quero você lá no meu canal Seress Essência União Educação, a gente combina certinho. >> Excelente. E um bom final de domingo a todos vocês. Um grande beijo no coração. Compartilhem essa nossa live e se não são inscritos, se inscrevam aqui no canal e um grande abraço a todos. Um beijo no coração e até uma outra ocasião. Vou tirar vocês da tela e Deixar um uma vinhetinha final
aqui. Boa noite, pessoal. >> Tchau. Tchau. Boa noite. >> Que tem algo além do que te ensinaram? Já percebeu que a expansão da consciência não é religião, é responsabilidade? E se existisse um caminho estruturado para esse despertar? Começamos pelo que é essencial. Você. No primeiro módulo, estudamos sobre o ego, Universais, energia, missão de alma. Fazemos o básico bem feito. Agora que você já sabe por onde começar, vamos mais um pouco além. Desconstruir. Depois desconstruímos tudo que você acreditava saber. Esse é o módulo dois. E então você aprende a cocriar sua realidade. Nesse nível o assunto
fica sério. O módulo três é o de ascensão e cocriação. Se interessou, envia um e-mail para
[email protected].