Boa tarde. Com muito prazer que estamos novamente aqui para o seminário formativo do PIBID nesse dia 27 de fevereiro de 2026. Espero que todos os PIBIDos e PIBID aqui presente tenham, né, tido excelente carnaval, excelentes dias, né, que a gente não para, não paramos as nossas atividades, né, relacionadas ao PIBID. Continuamos e é sempre um prazer, né, estar aqui nesse momento com vocês em Mais uma sexta à tarde, né, para poder discutirmos questões tão importantes relacionadas a esse processo de formação de professores, né, em relacionado principalmente ao nosso PIBID, tá? Então é com muito prazer,
né, que a gente vai dar início a esse seminário formativo do PIBID de fevereiro de 2026, com o título Educação Digital e Mediática, novas demandas curriculares. E é com muito prazer também, né, que a gente eh convoca aqui nossas professoras que são PIBAN e que foram Pibidianas e que estão também no programa. a professora Ariane Nunes Rodrigues da UPE de Garanhuns, né, do subprojeto de computação de Garanhuns, coordenadora de área. Também temos a professora Anne Caroline Duarte de Almeida da UPE Campus Mata Norte e a mediação da professora Gvaneid Nascimento Silva da UPE também Campus
Mata Norte do subprojeto interdisciplinar de computação e matemática, também coordenadora de área. É um prazer enorme, né, trazer essas três potências femininas aqui para conversar nessa tarde de sexta-feira sobre um tema tão importante e necessário para o nosso programa e para a formação de professores. Então eu vou passar agora a palavra, né, paraa professora Ganeid com a condição dos trabalhos. E é isso. No final eu vou falar, vou fazer uma fala um pouco sobre eh os certificados, tá certo, gente? Porque tem algumas dúvidas relacionadas Aos certificados. E eu vou explicar um pouquinho para vocês como
é que funciona um pouco essa questão, mas nesse momento eu vou passar a palavra para as três professoras aqui presente. É um prazer. >> Olá, boa tarde. Eh, como já fui apresentado, né, eu sou a professora Gilva Neid, sou do Camp Mata Norte, tá? Eu coordeno o subprojeto de interinar de computação e matemática. Hoje eu tô aqui para mediar essa mesa com as nossas professoras Convidadas, tá? Nós temos a temática que já foi eh mencionada pela professora Ana Regina, educação digital e Mediática, novas demandas curriculares. OK? Então, antes de apresentar as professoras, eh, eu gostaria
só de tecer alguns comentários a respeito dessa temática, né? Quanto ela ela tá atual, quanto é importante varos nossos subprojetos, tá? Então essa digital mediática, ela tornou-se um Componente curricular obrigatório e uma competência geral da BNCC, focando no uso ético seguro das tecnologias. Ahora, em 2026, as novas demandas elas incluem eh desenvolvimento do letramento informacional, pensamento computacional, combate à desinformação, preparando para cidadania digital, que é também uma das temáticas da nossa BNCC. Então, eh, basicamente os objetivos pedagógicos, né, dessa temática são três. Então, o primeiro deles é ele visa combater a desinformação, né? E muitas
vezes a gente vê aí eh essa quantidade enorme de informações eh erradas, informações falsas. Então, eh nesse sentido que essa temática eh tem a nos contribuir. Uma segunda seria uso ético e seguro, tá? Porque como é eh uma comunicação de grande abrangência, Então é muito importante a gente ter essa preocupação com a ética e com a segurança, tá? e acrescentando também as eh a integração com as IAIS, que eh no mundo de hoje é bastante atual, a gente não pode fugir, né, dos todas as viagens que temos aí, chattos outros, e só vem a nos
ajudar nos nossos trabalhos acadêmicos desenvolvidos na na nossa profissão, tá OK? Então, falando um pouquinho, né, da Importância dessa temática, eh nós temos hoje duas professoras convidadas para abordar esse tema. Eh, a primeira delas, professora Anne Caroline, ela é professora eh do curso de licatura em computação do campus Mata Norte, ao qual eu faço lotada lá também. Então, a professora Anne, ela é professora adjunta lá conosco no curso de licenciatura da computação. Ela atuou como formadora no curso de licenciatura da computação, Modalidade à distância, tá? Eh, anteriormente ela foi professora adjunta nos cursos de bacharelato
de tecnologia da informação e engenharia de software no departamento de engenharia e tecnologia federal do semiário, pesa. Foi também professora do bacharelado de ciências da computação da Universidade Estadual da Paraíba. atualmente eh, atuando no nosso campus, certo? Eh, ela tem mestrado Pela Universidade Federal de Pernambuco, graduada em Ciências da Comentação pela Universidade Federalía, o seu interesse eh em estudos sobre fatores humanos e ciência da computação, tá? com ênfase em engenharia de software e processos de negócios de engenharia. Professora Anne, ela tá conosco eh desde 2000 2023, não é isso, Ani? Que faz parte do nosso
p docente. >> Temos lá contando com a colaboração Dessa excelente profissional. E também temos a professora Ariane, certo? Ariane Nes Rodrigues, que é a professora lotada no campus caranhos. Ela é doutora em ciências pela Universidade Federal de Pernambuco, possui mestrado eh na área de engenharia de software pela Universidade de Pernambuco, graduação em sistema de informação pela Universidade de Pernambuco. Também atualmente ela tá como professora Adjunta lá no curso de garanhões, né, que é licenciatura em computação e engenharia de sorte. Curso de lá. Eh, a professora Ariane, ela faz parte da da nossa instituição desde 2013,
já um pouco mais antiga que a gente, ela atua na área de ensino, pesquisa como também a professora Anne. Então, eh, eu vou passar a palavra agora pra professora Anne Caroline e ela vai dar a Sua exposição. Vamos eh aproveitar bastante tudo que ela tem para nos trazer, que com certeza será muito interessante. >> OK, Anne. >> OK. Gil, você me escuta? Vocês me escutam bem? >> Sim, eu tô te escutando. >> Pronto, tem um delay. Eh, pronto. Só fazendo uma correção, eh, eu sou eu tenho mestrado e doutorado eh em ciência da computação, eh,
com ênfase em Engenharia de software e eu e Ariana até somos contemporâneas assim na época da pós-graduação lá no Sim, né, Arian? E é agrade e eu agradeço bastante o convite, fico muito feliz que a gente possa estar aqui debatendo essas coisas num projeto tão importante, especial como é o PIBID, né? Eu fui estudante do PIBID, eu fui PIBIDana, como vocês chamam, né? Eu fui bolsista do PIBID na minha graduação e eu tenho muito apreço pelo projeto. Eu acho que é um dos Projetos mais relevantes que a gente tem dentro, né, da educação e das
e para as licenciaturas. Esse é o diferencial que nós temos do PIBID. Eh, então eu fico muito feliz de estar aqui eh com colegas que eu gosto tanto, né, compartilhando esses momentos de troca de conhecimentos e, enfim, agradeço também as pessoas que estão assistindo, né, aos nossos pibilianos, aos nossos professores, aos nossos colegas de trabalho, a coordenação. Então, eu agradeço em meu Nome, em nome de Arian também, eh, essa colaboração de todos vocês. É, Ariane quer compartilhar? >> Já tá compartilhado aqui. Acho que tem. >> Já tá >> só projetar agora. >> Ah, tá. Então,
eh, a o tema, né, como já foi dito por Gil, a gente escolheu educação digital mediática, novas demandas curriculares. Então, como roteiro, eh, a gente vai seguir eh Pode passar. Eh, a gente vai seguir uma linha de raciocínio que nos nos ajude eh a compreender eh e ter uma visão geral. Obviamente a gente não consegue cobrir todas, né, as arestas, mas a gente vai ter uma discussão bem ampla assim em torno eh da política, né? Então, nós temos uma política que alicça o nosso trabalho e aí ela é composta por alguns documentos legais. A gente
relaciona isso com as novas demandas da educação digital e mediática. Eh, e a vai fazer Algumas pontuações que são bem importantes sobre isso, eh, porque nos leva a refletir, né, a sobre temas que são tão importantes e tão atuais, que a gente vê pipocando todos os dias aí nas mídias. A gente vai falar um pouco sobre as nossas experiências, sobre as nossas experiências práticas no próprio PIBID e é um pouco dos dess desafios que na verdade quando a gente fala de tudo isso, a gente já meio que tá falando dos desafios que isso envolve, porque
vocês Também como trabalham na educação, vocês já devem imaginar e ter contato com a própria o próprio chão de escola, né? E nós sabemos tudo que envolve a complexidade que envolve eh trabalhar com a educação e com a educação básica. Eh, pode passar, Ariana. Então, a gente começa falando um pouco sobre o PND, PNED, né, que é o Plano Nacional de Educação Nacional Digital. Então, existe o existe o PNE, que é o Plano Nacional da Educação, mas em 2023 o atual governo Ssanou a lei, né, que regulamenta também o PNED, que a gente chama de
PEND para encurtar. Então isso eh faz parte eh de uma compreensão, né, de que essas bases legais elas impactam diretamente, né, nos nossos planos futuros, nossos projetos pedagógicos e nossos currículos escolares, não somente no futuro distante, mas no futuro próximo. É, é importante ressaltar que essas legislações elas não são, não tm efeito imediato. Então elas são legislações que Orientam, né, e compreensivelmente elas demandam agora eh novos desafios que tenha que a ver tem a ver com o uso das tecnologias no ambiente escolar ou pelo menos a formação, né, das nossas crianças, os nossos jovens em
relação ao uso dessas tecnologias. E aí dentro desse cenário a gente tem uma complexidade de coisas que ocorrem, né? Então, por exemplo, Pened, eh, a gente tem uma métrica que é mais até 2030, a gente tem a a as instituições começando A se organizar de forma mais efetiva, colocando na sua prática eh as ações que são a que são em atendimento à legislação, certo? Então essa lei ela é estruturada, ela foi estruturada em articulação com diferentes programas e setores produtivos e relacionados à educação. Então, por exemplo, a a própria Sociedade Brasileira de Computação, ele esteve
envolvida na criação, né, dessa regulamentação. Eh, e aí ela é uma lei que tá disponível, pode Ser vista, né, na internet para quem tiver a curiosidade. E eu acho que esse interesse é de todos, porque todos vão trabalhar com a educação. quem tá se formando agora ou mais na frente em algum nível de educação, uma vez que nós estamos falando de cursos de licenciatura, né, então é o nosso foco primordial, seja ela a vertente diária qual seja, eh a gente vai haver uma demanda para que todos nós, né, trabalhemos em algum nível com as Tecnologias
digitais, né? Então ela cita eh expressamente, né, que essa incrementação da da legislação, ela precisa ser feita através de parcerias, né, com projetos e programas que são do governo municipal, estadual e federal, certo? Então, paraa implementação do PENED, eh, são necessários alguns convênios e acordos de cooperação, né, que são descentralizados, ou seja, lá na legislação eles tocam muito no ponto da Descentralização e da questão regional. Então, cada região, né, eu diria até que cada subregião tem suas necessidades, suas limitações, suas estruturas, estruturas próprias. Mas é importante que a gente conheça um pouco dessa legislação. Obviamente
aqui eu não consigo trazer para vocês toda a legislação porque ficaria muito interiante e etc, mas eu vou pontuar algumas coisas que são importantes, alguns pontos que são relevantes. Eh, Essa essa legislação ela tende a ao que a gente já imagina que acontece, né? porque acontece em todos os setores da sociedade que tem a ver com o impacto das mídias digitais no campo do trabalho e da educação. Então ela ela segue uma linha de outros países inclusive desenvolvidos para que a gente comece a se movimentar nesse nesse sentido. E aí eh para isso a gente
tem um a política precisa ser estruturada, né? como é que a gente estrutura uma política a partir, Né, de documentos legais que deem esse encaminhamento, que é o que faz o PEN, certo? E ela não é isolada, ela tem articulação com outra legislação, por exemplo, com a BNCC Computação, como Gil falou anteriormente. Eu vou pontuar um pouco mais à frente. Pode passar. Então, eh, a o Pened, né, como eu falei, ela é uma legislação recente, né, e aí ela vai começar a precisar ser atendida pelas escolas. E por que isso é importante? porque a gente
sabe que tem Força de lei. Então, com o passar do tempo, isso começa a ser cobrado para, né, para as instituições de ensino. E a gente sabe que quando essas instituições elas não colocam essas legislações, não atendem, por exemplo, o ABNCC, né, o PNE, o Plano Nacional da Educação, eh ele não eh o isso aqui é um complemento, né, um documento à parte do PNE, né, ele cria um novo mecanismo, uma base legal. E aí, eh, isso é importante porque com o tempo, as escolas sendo cobradas sobre Isso, isso impacta até mesmo nas na estrutura
da escola, porque impacta na verba inclusive que essas escolas recebem pelo cumprimento da legislação ou não, né? Então, ela tem, né, alguns objetivos mais claros que é garantir o acesso à educação digital, né, eh, desenvolver competências digitais e pensamento computacional. Ela foi criada também no sentido de reduzir desigualdades eh no acesso ao uso das tecnologias. A gente percebe que existe Uma disparidade muito grande, né, quando a gente pensa no ensino público e o ensino privado. Então, PNED, assim como a BNCC Computação, ela vem para reforçar a necessidade de iniciativas que olhem para o ensino público,
que sejam efetivadas no ensino público, porque a gente não tem mais tempo de esperar. E aí uma coisa que ela coloca muito claro na legislação é a questão, duas questões importantes, é a questão da acessibilidade, então a produção de Materiais que sejam acessíveis para públicos diferentes, né? Eh, e também a questão da inovação. Então, ela ela tende a criar uma rede de inovação para estimular o acesso e a produção de tecnologia. Então, a promoção uso a promover o uso crítico ético e responsável da tecnologia e estimular a inovação, como eu já falei, além do desenvolvimento
técnico científico, ou seja, estimular dos nossos jovens essa capacidade de pesquisa, de criação e de Aplicação, né? Então, ela ob tem esses objetivos primordiais, pode passar. Eh, e aí ela ela tem alguns pontos relevantes diferenciais que inclusive que eu já citei aqui anteriormente, né? Ela precisa de articulação, ela cria, ela deixa expressa na legislação que a as instituições precisam fazer um autodiagnóstico do seu status, né, em relação à competência no uso das mídias, a infraestrutura tecnológica que é possível de se ter, que se tem e de que Se precisa para se implementar eh novas oportunidades
de ensino, eh o incentivo à pesquisa e à inovação e a proteção de tudo isso. Então são pontos que quando a gente lê legislação, a gente percebe que são diferenciais em relação, por exemplo, ao PNE, ao PNE e a outras legislações que regem a educação brasileira na atualidade. Eh, pode passar. Eh, então ela tem quatro eixos que são Estruturantes, né? Ela tem o eixo de inclusão digital, educação digital, capacitação e especialização, pesquisa e desenvolvimento. Então, é importante a gente mencionar que, por exemplo, o eixo de inclusão digital, ele parte do entendimento de que a educação
digital eh, ela precisa de uma infraestrutura, né, e de um acesso. Então isso é dito, né? E aí a gente espera que a gente crie novas oportunidades e receba novas oportunidades com bases legais, né, de Projetos, de leis, de incentivo para que a gente consiga fazer essas melhorias. Então, ela diz respeito à ampliação do acesso à internet, eh, disponibilização de recursos, redução das das desigualdades regionais e socioeconômicas e assim vai. E a questão de acessibilidade também incluída aqui, certo? Quando a gente olha paraa educação digital escolar, é importante a gente mencionar também que ela não
se restringe ao ensino de ferramentas Tecnológicas, mas a formar o estudante de uma maneira que ele possa compreender, criar e transformar tecnologias também de forma crítica e responsável. Então veja, todo o discurso ele tem a ver com essas fundamentos morais, éticos que a gente tem visto hoje no debate na sociedade tão forte que a Ariane também vai pontuar mais à frente. E é compreensão também de funcionamento do mundo digital em relação ao a dados, algoritmos, Hardware, né, software e assim vai. eh a capacitação e especialização digital, que aí é um ponto crítico, né, porque a
gente sabe que a gente precisa pensar com cuidado na formação de professores e de novos profissionais, né, que façam articulação entre as tecnologias digitais e a educação que a gente já tem fixada hoje. Eh, então a gente sabe que a gente atende hoje um público de nativos digitais e eles sabem usar os recursos tecnológicos às vezes melhores Do que nós, né, melhor do que nós. e eles usam as inteligências artificiais. Então, como nós podemos nos preparar para que a gente consiga conduzir, né, para que a gente consiga orientá-los no uso dessas tecnologias? Então, tem a
ver com essa formação e sobre essa formação, eu toco num ponto importante mais à frente dessa apresentação, que também foi criado para comportar de certo modo eh essa formação. Então, a especialização, Né, e as formações continuadas, elas ganham um caráter muito importante nesse cenário, se elas já eram importantes. Então assim, a gente precisa de formações continuadas que tenham a ver com TICs, que ten a ver com tecnologias digitais, com ferramentas que o professor pode de alguma forma adaptar, eh, que a escola gestão consiga de alguma forma adaptar para ser usado eh dentro do contexto da
escola, certo? Eh, e aí o objetivo, né, a garantir que Esses educadores estejam preparados, né, para esse novo público. E aí a gente também tem a vertente de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação. Então, produção científica, produção de inovação. Eh, e aí é importante a gente pontuar que esse eixo ele ele é diferenciador porque ele não se limita ao uso das tecnologias existentes. também incentiva que a gente cria novas crie novas Oportunidades de criação de soluções tecnológicas para esse país, né? E aí, gente, eh, como eu falei anteriormente, pode passar, eh, como
eu falei anteriormente, essa a PENED, ela não é isolada. Então, dentro da PENED, por exemplo, é citado, né, a BNCC, né, e a gente tem a BNCC computação. Então, a BNCC computação, ela data mais ou menos da mesma época do PNED, tá ali no mesmo período de criação e aí um é citado na outra, porque na Verdade elas fazem uma complementação, certo? Então, a BNCC Computação hoje ela é uma realidade. Quem tiver interesse de acessar pode colocar no Google BNCC complemento para computação e aí vai acessar essa BNCC. ela não eh tem nenhum impacto na
BNCC tradicional que a gente já conhece, mas ela é um complemento, por isso que a gente chama ela assim, ela é um complemento para computação também no sentido da gente criar novas eh novos marcos e novas documentações Que possam nos ajudar, né, na construção de novas estratégias de ensino. por exemplo, os nossos PIBIDes, né, tanto aqui em Mata Norte quanto lá em Garanhões, eles estão ancorados nessas legislações, né, para o seu funcionamento. Então, não se trata que eh a proposta não é ensinar tecnologia, mas desenvolver competências que são estruturantes e essenciais para os cidadãos do
século XX, certo? Então, ela dialoga diretamente com a Competência geral 5 na BNCC. cultura digital e também lá na BCC tá muito relacionada com a matemática, né? Então, ela possui três eixos eh estruturantes. Eu diria que são três eixos que são diferentes, porém eles são eixos que se complementam. Então, a gente tem o eixo do pensamento computacional, onde a gente tem a questão da composição, decomposição de problemas, reconhecimento de padrões, a capacidade de abstração de algoritmos. Então, Quando a gente fala eh em BNCC computação, uma coisa que vale pontuar é que a gente acha que
ah, isso vai ser trabalhado de maneira isolada, não, né? A própria BNCC Computação, eh, e aí os documentos que a gente tem em torno disso, quem procurar eh, saber sobre isso, vai ver várias coisas que são citadas lá. por exemplo, o uso do que a gente chama de computação desplugada, né, que a gente pode ensinar computação ou conceitos simples de computação de Forma transversal ou com brincadeiras a partir de materiais que são encontrados eh na escola que são de baixo custo. A gente fala mais sobre isso mais à frente também, certo? E aí quando a
gente fala: "Ah, decomposição de problemas, a senhora tá falando de um problema matemático". Não veja, toda vez que a gente pega um problema grande no dia a dia e decompõe ele, divide eles, resolve ele por partes, a gente tá fazendo uma decomposição de problema. Então isso é o Pensamento computacional faz parte do raciocínio humano, a capacidade de abstração. Professora, veja, toda vez que eu encontro um cenário e dentro desse cenário eu preciso resolver um problema, seja um problema matemático, um cenário da história ou um cenário mesmo de uma questão de língua portuguesa, ali existe um
enunciado onde eu preciso dentro daquele cenário total de texto, por exemplo, eh coletar o que é mais importante. Então, o que que é Mais importante? O que é que é crucial para que eu resolva esse problema, para que eu resolva esse enunciado? essa capacidade de divisão, né, do que é mais importante, né, do que a gente precisa selecionar para resolver um problema, também faz parte da capacidade de abstração. E aí a gente envolve também um outro eixo do mundo digital, que tem a ver com o funcionamento dos computadores, a divisão entre entre hardware e software,
né, a questão da Representação da informação, o a compreensão básica do uso das redes e da internet. Eu tô falando de redes no sentido de conexão, né, e de segurança da informação. Quando a gente olha paraa cultura digital, tem muito a ver com tudo que tá sendo debatido. Inclusive, eh, muitos dos estados e municípios estão falando da benissência computação, alinhando elas à cultura digital, né, dando esse enfoque mais específico à cultura digital, mas é preciso a gente Ter cuidado com isso, tá? A BNCC Computação, ela é mais completa que isso, mas também envolve as questões
de cultura digital que estão relacionados à ética e a cidadania, eh o uso crítico das tecnologias, a questão da desinformação. Então, veja, eh, são coisas muito latentes na sociedade atual, né? Então, a gente precisa debater isso com os nossos estudantes de uma maneira clara, né? E aí, eh, atendendo e respeitando os níveis de Ensino, né, para que a gente consiga ter efetivamente uma implantação do que diz as legislações dentro das nossas escolas, né, dentro de seja através de projetos, sejam através das nossas modificações eh dos planos políticos pedagógicos que já insiram de alguma forma o
uso, né, dessa legislação, dessas eh desse pensamento, né, de atualização em relação a essas dinâmicas, certo? E aí, eh, a a BNCC Computação, se você Quiser passar, pode passar, Ariana. Eh, como eu já falei anteriormente, eh, toda essa legislação, né, ela segue uma tendência mundial. Então, assim, eh, não é uma coisa isolada. todos os países, principalmente os mais desenvolvidos, eles vêm numa tendência de se re de se reorganizar, né, para que a gente consiga formar cidadãs que tenham mais eh que tenham capacidade, né, para adquirir melhor melhores postos de trabalho no futuro. Então aqui, por
Exemplo, eh é dado um panorama, né, em que a gente pode ver, deixa eu só eh, a gente pode ver aqui uma marcação. Isso aqui é fornecido pelo site computacional.com, que a gente usa como referência também para essa apresentação. E lá tem bastante informação sobre isso, certo? Então, quem tiver a curiosidade de escolher de de escolher, não, de de visualizar, certo? Eh, pode ir lá. Então, aqui esse mapa é bem interessante porque é um mapa Mundo, né, como vocês estão vendo, e ele mostra como é que a computação tá sendo trabalhada nos diferentes pontos do
globo, né? Então, onde tá aqui em todo em azul marinho, azul escuro, eh é onde a computação ela é obrigatória, né, em todo o ensino, né, em todo o ensino básico ela é obrigatória. Aí onde tá em azulzinho claro, a computação é é obrigatória, ou no ensino fundamental ou no ensino médio, onde tá em verde, a computação ela é eh elencada como Componente eletivo, ou seja, ela ainda tá sendo trabalhada a critério de escolha, né? E aí é importante que a gente tem lá no último quadro também o que tá listradinho, que alguns países também
vem trabalhando no sentido da interdisciplinaridade que é muito potente. Então a gente tem a interdisciplinaridade muito forte eh nesse nesse caminho, né? Por quê? Porque a gente pode sim trabalhar conceitos de computação Alicerçado a conceitos, conceitos que são transversais e não menos importantes das demais áreas de conhecimento. Eh, a gente trabalha, por exemplo, na perspectiva de criar oficinas eh eh mostras de robótica, né? E essas amras envolvem eh a questão ambiental. Então, hoje a gente tem um grupo de trabalho no nosso PIBID que trabalha com essa transversalidade e isso é possível de ser feito, isso
é incentivado de ser feito, né? Até para que a gente possa Incluir eh docentes, né, interessados nas mais diversas áreas do conhecimento. E aí pode passar, Ariana. E aí quando a gente procura BNCC Computação, no próprio site da computacional.com, eh, pronto, a gente tem a tabela, né, a tabela de referência. Então, essa BNCC, ela tá estruturada, não é como uma regulamentação que tem lá milhões de coisas escritas e que a gente fica perdido, né? Uma legislação que vem de Cima para baixo e a gente não sabe como fazer. Tudo é um processo de experimentação, sim,
mas a própria BNCC Computação, ela tem ela é ela é organizada em tabelas e ela começa no primeiro ano do ensino fundamental e vai até o ensino médio. E lá dentro ela dá exemplos de como exemplos práticos de como a gente pode estar trabalhando esses temas. Então lá na tabela tem o eixo, ou seja, é pensamento computacional, é cultura digital, é Mundo digital, quais são os objetivos de conhecimento, quais são as habilidades a serem trabalhadas. Além disso, ela explica a habilidade a ser trabalhada e dá um exemplo prático de como que o professor, né, como
que a escola pode planejar uma atividade que envolva aquele conteúdo que tem a ver, por exemplo, aqui no primeiro quadro, a gente tem com modelagem de dados. E é importante ressaltar que isso tudo é feito eh Respeitando a idade, né, e a cognição dos estudantes. Então, é óbvio que a gente vai ter uma introdução que vai passando do simples, né, que vai ali ao longo dos anos ela vai ficando mais incrementada e alguns conteúdos são abordados e depois lá na frente eles são abordados novamente, só que de uma forma mais complexa, né? Porque a gente
pode abordar, por exemplo, um tema no terceiro ano, no quarto ano, no 5into ano do ensino fundamental e lá no ensino Médio retomar aquele tema, só que de uma forma mais aprofundada, certo? Então essa é a iniciativa e a inspiração que a BNCC Computação traz pra gente. Além disso, quando a gente procura lá na internet, a gente consegue achar hoje materiais que nos ajudam, né, publicações que nos ajudam a entender como atividades assim podem ser realizadas. a gente tem um livro, eu falei anteriormente, de computação desplugada, né? Ou seja, a gente Computação plugada, que é
essa que a gente tá fazendo aqui, né? a gente precisa dos recursos tecnológicos, digitais, para poder fazer com que a gente aprenda, que que ela aconteça. E a desplugada é o contrário. Então, a gente não necessariamente precisa de algum recurso tecnológico. Então, existe um incentivo claro a isso. Então, a criação de dinâmicas, né, que façam o uso de recursos que são encontrados nos ambientes escolares de baixo custo. que Existe um livro que ajuda muito, que existe o site também que você, se você tá no Google, computação desplugada, livro de computação desplugada, site de computação desplugada,
isso vai aparecer, então você consegue se basear, inclusive vídeos eh explicativos sobre essas atividades também já podem ser encontradas. Então, o por que isso é interessante? Porque e a BNCC computação e a PENED ela não é isolada, ela não é ele não ela não é uma legislação, um Tipo de material que é para ser visto somente por quem trabalha com computação. Não, ela é uma legislação que ela visa atender as instituições como um todo e a gente criar uma rede de conexões, de ajuda, né, de parcerias que a gente consiga com o passar do tempo
criar novas experiências para que os alunos, os estudantes de escola pública também vivenciem novos aprendizados, também tem acesso a novos aprendizados que muitas vezes a gente só encontra no Ensino privado, né, oportunidade de acesso a componentes de robótica educacional, né? A gente tem uma realidade hoje que muitas das escolas públicas não possuem laboratório de informática, acesso à rede, né? E essas legislações elas vêm levantar um alerta sobre tudo isso. Então isso faz parte de um debate progressivo, né, da Sociedade Brasileira de Computação em parceria com o MEC, etc. E a gente considera esses marcos Legais
muito importantes e interessantes para nós, eh, educadores de uma forma geral, né? Então, isso não é uma coisa que a gente tá fazendo do dia paraa noite, né? Então, existe uma regulamentação, vejam, existe regulamentação desde 2022, 2023, repem para 2024, eh eh Arian vai mostrar uma de 2026. Então assim, são pontos que são importantes e extremamente relevantes, dado o público que a gente recebe tanto na universidade quanto no ensino básico. E aí em torno dessa temática, a Ariane vai mostrar agora alguns dados, né, eh algumas reflexões que conversam com as coisas que eu falei anteriormente,
mas que são super eh, na verdade são latentes, né, dentro de casa e no ambiente escolar. E aí, eu acho que a Ariane agora toma a palavra, tio, se você quiser. Boa tarde. Vocês estão me ouvindo? >> Sim, >> só para ter a certeza aqui. Então, boa Tarde, gente. Eh, um prazer estar aqui com vocês, né, falando sobre educação midiática, educação digital junto com essas professoras, né? Inclusive é uma temática que eu já venho trabalhando, né, no subprojeto de computação lá em Garanhunes, né, não só nessa edição, mas nas edições passadas também. a gente já
vem trabalhando sobre esse assunto porque eh não há assunto que surgiu de agora, né? Uma coisa que já vem acontecendo e que a gente realmente Aqui. Então é um prazer estar aqui com vocês. Eh a gente deixa deixar um tempinho no final para que vocês tiver alguma dúvida, algum comentário, a gente vai estar acompanhando, tá? Mas vamos lá. Deixa eu passar aqui. Então, como a gente já vem falando, eh o meu foco de fala hoje é mais paraa educação midiática de fato, né? E a gente entende que hoje, né, recentemente foi instituída como componente curricular
obrigatório na educação básica Brasileira, né? E isso faz com que a gente, né, enquanto formadores de docentes, né, a gente precisa também discutir sobre essas temáticas e fazer com que as escolas possam entender a importância dessa educação midiática para os dias atuais, paraa formação desses estudantes, adolescentes, crianças que vivenciam, né, eh, situações de riscos e perigos que estão adecos na à situação do contexto digital. E aí, eh, cabe a gente discutir Mesmo, falar das oportunidades, dos riscos, das situações. E isso é importante pra formação de vocês, não só para quem é de computação, né, mas
como a gente vê nos documentos, a educação digital e mediática é uma área interdisciplinar, ou seja, eu consigo abordar sobre essas temáticas com diferentes áreas do conhecimento, né, matemática, português, né, na edição passada do PIBID, eu trabalhava com a galera de de letras, né, então era Computação e letras. E aí a gente conseguiu trabalhar muita coisa legal, né, e fazendo com que esses alunos realmente entendam que a computação ela não pode ser vista apenas como algo instrumental, né? Algo, como o Anne falou aí, o processo de resolver problemas com o pensamento computacional. E por que
que surgiu essa discussão em cima da educação digital e mediática? muito pelas a situação, né, as preocupações do governo em relação ao Uso acessível das telas, né, pelas crianças e os adolescentes, né, e os riscos associados a a esse comportamento, né, de estar conectado, uso excessivo, né, e as primeiras ações que foram instituídas justamente foi a lei que proibiu o uso dos celulares nas escolas, né, que a gente vê vários memes na internet de como as crianças estavam, né, se adaptando a esse contexto sem celular. E aí ele faz esse essa proibição justamente, né, para
fazer com Que os alunos se preocupem mais com o processo de aprendizagem, mas não se limita o uso dos recursos do celular, por exemplo, né, nas escolas, desde que seja um uso pedagógico e um decreto também que traz a regulamentação dos dispositivos nas escolas, né? Então eu trouxe essa pesquisa que reflete muito essa situação que a gente tem, né, da conectividade do uso das redes, dos dispositivos por essas jovens e crianças, né? Essa pesquisa indica, por exemplo, que 93% da população de crianças e jovens, né, no intervalo de 9 a 17, é usuária na internet,
né, que representa aí mais de 24 milhões de crianças. E desse dessa população, a gente tem 23%, né, que já reportaram ter acesso à internet pela primeira vez aos 6 anos de idade, né? E no próprio guia que a gente eu coloquei aqui como referência, é um guia que também traz orientações, né? Quanto tempo a criança tem que estar conectada? Em que momento eu tenho que dar um presente como um celular para uma criança? Quais são as preocupações que os pais e os responsáveis têm em relação ao monitoramento, né, a privacidade, a segurança, né, o
acesso seguro. Então, tudo isso vem sendo discutido nesses documentos, né? E a gente tem ainda um dado também que revela que 98% aí, que o celular ainda é o dispositivo que é mais usado para acessar a internet por crianças e adolescentes, né? Então, a Preocupação é justamente a gente entender que esse processo da educação digital e mediática, ele vai além do processo de alfabetização digital instrumental, ou seja, usar um instrumento, usar o recurso, é sempre uma conscientização de como eu posso desenvolvidades e competências para usar de forma responsável, ética, né, cuidadosa, consciente. E eu trouxe
para vocês na nos próximos slides alguns motivos que justificam a necessidade da Gente garantir essa educação midiática nas escolas, né? Então, tem uma definição eh que eu acho que é bem interessante que é apresentada pelo Educa Míia, um programa do Instituto Palavra Aberta, onde ele explica o que é a educação midiática, um conjunto de práticas que possibilitam o desenvolvimento de habilidades, acessar e analisar criticamente, né, essas informações da mídia que da internet, outros formatos, produzir conteúdos com Responsabilidade e participar de maneira mais consciente e equilibrada, né? O próprio documento da Educaídia, que eu vou mostrar
lá na frente, ele traz esses pilares e habilidades que são totalmente relacionadas à BNCC, que faz com que a gente se preocupe, né, sobre esses vieses, essas perspectivas, né? Então, no Brasil a gente tem pelo menos mais de 200 iniciativas, assim mostra esse mapa interativo, né, que é apresentado nesse site. Depois quem que tiver mais Curiosidade de acessar, né, você vai lá por estados e vê quais são as ações que a gente já tem, né, que pode usar até como fonte de inspiração mesmo, eh, de universidades envolvidas, né, trazendo oficinas, formações de professores, pesquisas, né,
e até a questão de discussão sobre novas metodologias de ensino com o uso da da tecnologia, como também sem, né, a professora Anne falou das metodologias, a metodologia desplugada, né, do método desplugado. E A gente também tem a questão das abordagens, as temáticas que são mais discutidas. A professora Gil também teve falado da da checagem das informações, a desinformação, fake news, né? E aí é um, eu acho que um mapa bem interessante para quem quer se reinterar em relação ao que que o Brasil, como tá vendo isso, né? Em relação à educação midiátrica. E aí
o próprio Educamida, ele traz, eu gosto muito dessa referência porque ele traz eh bem bem claro da gente entender Quais são os pilares que a gente pode considerar para desenvolver nessas crianças e adolescentes, né? E os pilares são ler e escrever e participar. Na possibilidade de ler, é eu também trazer experiências para que esses estudantes consigam analisar de forma crítica, né, esses conteúdos midiáticos. A gente tá na internet, a gente tem várias mídias e é bombardeado de informações. A gente tem que sa e analisar de forma consciente, né? Qual a Intencionalidade daquela informação? Será que
ela é uma fonte verdadeira? É confiável, né? a gente tem que ter essa preocupação em relação ao pilar escrever, a gente já associa outras habilidades de produção mesmo, produção de conteúdos mediáticos de forma ética, consciente e responsável, usando a criatividade, usando afluência digital, que é quando a gente tem esses recursos e passa a utilizar os recursos tecnológicos eh para resolver um Problema, né, ou para melhorar alguma situação, enfim. e a questão da participação, né, atuar de forma consciente, ética, responsável, que é um dos assuntos que a gente mais discute hoje, né, inclusive com as inteligências
artificiais que a gente tem situações assim, né, inapropriadas pro contexto da educação. O simples copiar e colar. Aí fui no chat, copiei, colei e respondi, né? Então assim, a gente fala muito de atrofia cognitiva, né? Então são Assuntos, não tem como a gente abordar tudo aqui porque é muito, é pouco tempo, né? muito formação, mas assim é importante a gente entender esses pilares e a relação desses pilares com as habilidades, né? Eu gosto muito desse material porque a leitura é muito tranquila, né? E inclusive a gente usa no projeto de computação lá em Garanhum e
os meus alunos já conhecem, né, dessa mandala. Aí a gente vem aqui no centro os pilares da educação midiática, né? Ler, escrever, participar, que eu falei anteriormente, mas também a gente vê, né, as habilidades vinculadas à BNCC que fazem, né, eh, com que a gente possa refinar aí as nossas práticas para, de fato atingir essas habilidades, né? O letramento da informação, análise crítica, autoexpressão, né? eu poder realmente eh escrever, participar, mas eu eu consegui eh reportar minha opinião numa numa rede social, por exemplo, com respeito, né, com empatia, que hoje a Gente tem discurso de
ódio, a gente tem várias situações que acabam eh inflamando aí e entendendo que é importante realmente essa necessidade de educação midiática. E aí, o que que o a gente como professor a gente incentiva para vocês, né? estimula. Vocês fazem parte de uma formação, vocês futuramente podem seguir a carreira de professor, mas a gente entende que enquanto professor a gente tem que criar essas experiências engajadores, a gente tem Que proporcionar, né, práticas para que os estudantes possam desenvolver essas habilidades, né, e o fato da gente explorar novas metodologias, né, então lá em computação de garanhões do
PIBID, a gente utiliza abordagens eh tanto com desplugada quanto com plugada, tanto com a sala dela invertida, já usou também estação com rotação, ou seja, práticas inovadoras que difer do do do comum da sala de aula, né, que os alunos estão lá eh acostumados a ouvir só o professor Falar. Então a gente coloca esse estudante como centro do processo de aprendizagem, ele que vai atuar, ele que vai resolver problema, ele que vai criar, ele que vai te tá, né, tá ali sempre discutindo, né, e se expondo também a nível de conhecimento sobre aquilo, a temática
que a gente tá falando. Então é sempre muito importante e eu sempre bato na tecla, ó, pessoal, vamos pensar fora da caixa, vamos fazer práticas diferentes, vamos engajar esses Estudantes, vamos trazer sempre, né, situações em que eles percebam a relevância daquilo, né? Então, quando a gente traz relevância a uma prática, a uma dinâmica que a gente planejou, a gente vê que o estudante ele começa: "Eita, pera aí, isso aqui é interessante, quero participar, vamos fazer, né?" né? E aí, eh, eu elenquei aqui alguns motivos, alguns poucos motivos, mas existem vários motivos que justificam realmente a
ideia da educação Mediática, né? A primeira delas é a gente conseguir prevenir essas violências tanto no ambiente digital quanto fora dele nas salas de aulas, né? O cyber bullying, o bullying tem sido discutido ainda uma temática muito discutida nas escolas, né? Inclusive que fazem parte hoje do Código Penal. Existe uma lei que determina, né, as consequências de quem pratica esse crime, né? Para quem não sabe, para quem não sabe, o cyber bullying é uma Modalidade virtual do bullying, né, que acontece nas redes sociais, que é a vítima eh é insultada, é humilhada, né, e acaba
gerando algumas situações de pressões psicológicas, enfim. Então, a gente precisa também discutir sobre isso e faz parte, né, da cultura digital e mediática, trazer essa temática e discutir sobre essas consequências, né? E aqui eu acho que acredito que vocês já devem ter visto também eh os desafios perigosos, né? O que que as crianças têm Consumido hoje na internet? Então é bem preocupante essa pergunta, porque o Instituto de Meuida fez esse mapeamento, como vocês podem ver aqui, várias caveirinhas, né, amarelo e vermelho. E aí ele representa justamente eh dentre esse intervalo de 2014 2025, 56 crianças
e adolescentes perderam a vida ou ficaram gravemente feridos no Brasil por causa desses desafios. Esses desafios eles são apresentados, na verdade, com brincadeiras, né, com o intuito de fazer Com que a criança eh eh vivencie uma situação de exaltação, relaxamento, né? E tem alguns jogos que eles chamam de jogos de não oxigenação, que é quando eles eh impede que o o ar chegue ao cérebro, por exemplo, podendo causar uma parada cardiorrespiratória, né? Existem jogos associados a eh produtos higiene, né? Jogos também associados a coisas perigosas como fogo, né? Então, eu não sei se vocês lembram,
mas recentemente eu acho que foi a gente Tá em 2026, né? Acho que 2024, final de 2024 teve um caso aqui em Pernambuco, não sei se foi Olinda ou foi Recife, mas que uma criança de 11 anos faleceu por ter inalado desodorante, né? Então ela participou de um desafio perigoso desse e ela chegou a opto, né? Então são assuntos que realmente a gente vivencia na nossa realidade, como o Anne falou, né? A mídia tá falando constantemente de situações como essa e a gente não pode deixar batido. A gente realmente tem que Levar isso paraas escolas,
tem que fazer uma conscientização, a gente tem que discutir sobre esses riscos, esses perigos com essas crianças e os adolescentes. Falando de exposição, a gente também tem alguns comportamentos online, né? Não sei se vocês já ouviram falar, mas existe uma expressão para definir a sexualidade na adolescência, que é o sextil, né? Que é quando o adolescente começa, né, a usar as redes sociais, os aplicativos e os Dispositivos móveis. seus próprios celular para fazer esse compartilhamento de imagem de nudez, conotação sexual e a própria comunicação desse jovem. A comunicação digital também está associada ao uso de
emojis com essa conotação sexual, né? Eu coloquei, entre aspas aqui, porque também eh os próprios pedófilos utilizam utilizam esses emojis, né, com a conotação como uma codificação para o outro pedófil identificar um material que foi Compartilhado em relação a um vídeo de pornografia infantil, né? E com o surgimento das inteligências artificiais, a gente aumentou os casos de deffe sexuais dentro das escolas, né, que é uma situação assim bem eh perigosa, né? Então, para quem não sabe, defakes sexuais é quando a gente consegue usar as inteligências artificiais generativas para criar imagens sintéticas, que são imagens do
zero, né, através de um prompt lá, eu Vou dando a instrução e a IA vai gerando a imagem. Então, a gente tem 17 casos, né, nas escolas com mais de 60 160 vítimas desde 2023. Aqui em Recife também a gente teve, eu acho que foi 2025. Eu não, eu sou péssima de data assim, mas eu acho que foi um ano passado numa escola aqui privada, bem conhecida, a escola São Luís, né? Uma escola bem conhecida aqui em Recife. Teve um caso de deep fake como esse, eh, um conjunto de alunos de 13 anos de Média,
né? Eles geraram imagens de nudez das próprias colegas da turma, né? né? Então, houve uma repercussão aqui em relação a isso e a gente entende o quão importante a gente trazer a eh essa necessidade do uso consciente, uso responsável, né? Quais são os impactos e as consequências de quem participa de uma situação como essa e quem é a vítima também, né? Então, eu lembro que na época os alunos eles foram convidados a a se retirar da escola, né? Mas assim Justificado, né? pela situação. E a gente vê que o dado da Sefernet mostra justamente os
jovens com menos de 18 anos e quase todos os crimes são acontecidos em instituições privadas, né? O Cfernet é um material, é um site assim muito interessante para que vocês possam ver mais informações em relação a esses crimes da internet para discutir sobre como se proteger, né? Então, assim, ele traz muito material didático também e algumas formações para que a Gente possa discutir e entender melhor sobre essas temáticas. Eh, outra situação também que ressalta essa questão da privacidade, das informações, né, exposição excessiva de adolescentes e crianças, foi um vídeo que foi viralizado pelo por esse
influenciador Felta. eu particularmente não conhecia, mas depois do vídeo dele, da denúncia que ele fez, né, de um influenciador que monetizava os vídeos através da exposição de adolescentes, né, através De conteúdos inapropriados, a adolescentes vivenciando em festa, consumindo bebidas alcoólicas ou até mesmo fazendo eh contextos, vivenciando contextos que não são para crianças nem adolescentes. E isso tudo compartilhado nas redes sociais, né? Então, o próprio Cfernet também trouxe uma nota técnica indicando que a partir de 2025 as denúncias que eles receberam, né, 64%, quase sete em cada 10 envolvia conteúdos digitais de abuso, exploração sexual de
Crianças e adolescentes. Então, assim, são uma taxa muito grande. E na época a gente discutiu muito a questão do funcionamento dos algoritmos das redes sociais, que muita gente não entende como funciona esse algoritmo, né? nem sabe nem o que é o algoritmo, por exemplo. Ai, ai, o meu algoritmo entende isso, né? Mas a partir do momento que você tá curtindo, você tá comentando, que você tá passando um tempo assistindo o vídeo, ele tá entendendo que aquilo aí É algo atrativo para você. Então, ele vai criar uma bolha informacional e a partir daí ele vai criar
algumas redes de compartilhamentos que vão estar específicas para aquilo do seu interesse, né? Então, nesse nesse vídeo a gente discutiu muito sobre isso, né? a ideia até de como os abusadores eles recebem esses compartilhamentos, né? Muitos conteúdos eles são recomendados através dessa de desse vídeo que é impulsionado, né? E essa alta Visibilidade também transformada em uma exposição em forma de lucro, né? olhar para uma criança eh com uma conotação diferente. E aí a gente depois de toda essa contextualizão contextualização, isso aqui é uma parte do que a gente tem das situações que a gente vivencia
e a gente vê, mas eh tem muit outras coisas, né? Tem muita coisa que a gente precisa realmente entender, né? Para que a gente possa desenvolver práticas associadas à Educação digital e mediática. Então a minha primeira sugestão para vocês é ten uma boa curadoria. uma boa curadoria no sentido de eu reunir um conjunto de materiais que vai me ajudar a se apropriar daquele conteúdo, né? Então eu separei alguns deles aqui. Anne falou do site do pensamento computacional, né? Que além do de notícias, publicações, a gente também encontra muitas muitas atividades e e desplugadas, né? Onde
a gente consegue aí trabalhar o pensamento Computacional. Lá a gente tem um link também de acesso à IA na escola que fala sobre currículo, eh, como a IA pode ser implementada, né? E aqui eu destaco esses materiais que eu acho muito interessante. Eu utilizo no subprojeto de computação do PIBID lá em de Garanhuns, né? O guia da educação midiática, também da educaídia, né? A gente tem esse esse guia, né? Que são diretrizes e orientações para que a gente possa eh concluir eh a Implementação de uma educação midiática nos anos finais. eh, do ensino fundamental e
médio. E aqui a gente também tem um baralho, né? Ah, professora, nunca criei atividade de mediática, não sei nem por onde começa. Usa um baralho, usa um material que vai te orientar, definir objetivo, pensar nas cartas, quais são as mídias, como é que eu vou fazer isso, de que forma. Então, é um material bem rico, sugiro que vocês depois possam acessar. Aqui a Gente tem o guia do MEC, né, que algumas referências também coloquei. E nós temos esse projeto, né, chamado disciplina cidadania digital, que na verdade é um projeto de sefernet em parceria de governo
do Reino Unido, onde eles trazem o caderno de aulas, né? Então eles separam várias temáticas sobre cidadania, saúde mental, empatia, segurança e privacidade de de dados, né, várias coisas, discurso de ódio que são o cesting, né, que são discutidas neste Caderno e são apresentadas como um plano de aula mesmo para que as pessoas já e já ajustem de acordo com suas necessidades na sua escola, né? e é um material que tá totalmente atrelado aí às competências da educação digital e mediática e também da BNCC Computação. E aí, só para fechar a minha fala, na verdade
eu vou mostrar para vocês o que que o o PIBID de computação tem feito, né? Então, a gente tem essa imagem aqui que foi tirada no ano passado, né? Essa Semana universitária. Eh, essa imagem não é a atual, né? Porque tem alguns alunos que já se formaram e eu coloquei aqui os alunos novatos, né, que entraram recentemente, mas que já tão vivenciando aí a discussão sobre a educação midiática, o uso ético eh das IAIS, né, e a parte do desenvolvimento do pensamento computacional. Não tem como a gente falar de tudo, porque a gente realmente conduziu
muitas práticas. Eh, basicamente a gente tem a condução das Atividades no IF, né, sendo supervisionado pelo professor Rafael, que tá aqui atrás, né, na escola técnica, o professor Cléverton, eh, Arian Suçuna, e a Herend Donate com o professor Valdemir Lins, né? Então, é, é uma equipe assim maravilhosa, a gente tem muitas práticas interessantes, eles são muito criativos e eles realmente pensam em situações que possam envolver os estudantes nesse processo, deixando ele como um agente ativo, né? Não é só a Gente expor situações, conteúdos nessa formação, mas a gente também pensar e como o estudante ele
pode se divertir aprendendo sobre isso. E aí eu tenho algumas algumas iniciativas que a gente conduziu, né? Eh, desde o início os meus alunos, os PIBIDAN, né, os bolsistas, eles trabalham também sobre o a questão da da cultura digital, né? Então, todas as equipes alimentam, né, uma rede social, que vocês quiserem podem acessar depois, né, mais informações, mas lá Vocês encontram os os conteúdos que eles produzem e as experiências que são vivenciadas também no programa, né? né? Então, ah, conteúdo que fala sobre inteligência artificial, que fala sobre a cultura maker, né? Fala várias coisas, eles
fazem a produção desses conteúdos também desenvolvendo habilidades eh midiáticas nos próprios bolsistas, né? Trazendo essa formação também para eles. E aí a gente tem aqui o contexto de uma turma, né, do ensino médio do IFPE, né, Algumas práticas direcionadas pro pensamento computacional. E mais recentemente a gente veio trabalhando muito a questão da inteligência artificial para facilitar aí o aprendizado da programação Java, né, e uma disciplina de programação orientada a objetos. Como vocês podem ver aqui os alunos utilizando, né, eh, não só a tecnologia, mas o papel. Então eles escreviam primeiro no papel, né, a o
algoritmo, né, os códigos e depois Passava por conversando com as inteligências artificiais também entendendo como eu posso fazer perguntas claras, né, o que a gente chama de bons prontes, como eu posso fazer perguntas claras e objetivas e mais adequadas para eu ter uma resposta e o aluno desenvolver essa consciência de que eu posso usar essa tecnologia para me auxiliar no meu conhecimento, né? E aí a partir daí eles entenderem que essa análise crítica, Esse uso criterioso, né, vai fazer com que eles também tenham uma apropriação sobre o conteúdo e uma consciência responsável, né? A própria
equipe também trouxe algum um jogo aqui de tabuleiro, né, que eu achei bem interessante, porque traz muito essa questão das relações entre as pessoas, o uso das cartinhas, né? E é um jogo que foi produzido eh com desafios de programação. Então assim, são práticas que realmente trazem muito engajamento Para as turmas, né, e tornam o processo de aprendizagem de computação menos abstrato, vamos dizer assim. A gente tem aqui a equipe também, né? A equipe trabalhou eh trabalhou muito essa questão dos pilares do escrever e ler da educação midiática. A gente tem algumas relações aqui de
produção, né, de cartazes, trazendo essa relação do uso das redes sociais com a autoimagem, né? Hoje a gente tem muita discussão sobre as comparações de corpos, corpos ideais, Né? e que causam, né, autoestima, né, que causam algumas situações nos adolescentes que podem, né, trazer eh outros agravamentos, né, psicológicos principalmente. É, e aí traz também reflexões sobre uso de filtros, comparações, né, e o papel das influências digitais, né? Hoje a gente tem vários influenciadores que manipulam informações, né, que divulgam, por exemplo, jogos de apostas, as famosas bets, né? Então, trazer eh esses Assuntos cotidianos para o
contexto escolar é super importante. E a gente vê aqui os alunos produzindo os cartazes, né? E assim, sempre rende uma produtividade muito legal, né? Com muita criatividade, uma colagem. a gente vê que é basicamente recursos, né, que a gente tem na escola. Outra parte também de situação é onde os alunos eles eh passaram a entender melhor sobre bolhas informacionais. Como eu já tinha falado anteriormente, o Estudante ele precisa entender como funciona o algoritmo para que ele também saiba o funcionamento das redes, né? Então aqui a gente tem um momento em que um pibidiano tá explicando
que são bolhas informacionais e a produção, né, das próprias bolhas informacionais dos estudantes, o que que eles costumam consumir nas redes, né? Trazer essa conscientização. Será que esse esse conteúdo que eu consumo é um conteúdo apropriado para mim, né? Então existe Uma uma série de de reflexões que a gente precisa fazer. E outro momento a gente tem também, a gente sabe que é uma turma, né? Eh eh este público é um público que consume muito meme, né? E aí a gente trouxe também essa ideia de que, por que não, né, fazer com que os estudantes
entendam que o meme não é algo só engraçado. O meme existe uma intencionalidade de comunicação associada à aquele meme, né? Então os alunos levaram também essa essa Temática, né, do uso dos memes para analisar a cidadania digital e eles apresentaram a memodologia. Quem não conhece, é uma metodologia de como criar memução midiátrica. A educação mediática, gente, tem um conjunto de materiais já prontos que você vai lá, o plano de aula, tem as sugestões, tem um material até pronto. Isso aqui é a própria apresentação, né? Então você pode usar como inspiração. E para finalizar aqui, eh,
a gente tem a Equipe ET, né? E na equipe ET a gente também trabalhou a educação mediática sobre a perspectiva do ler e participar, né? Então, tivemos o que foi o que eu percebi de diferente nessa equipe é que eles sempre pensavam em práticas que eh para ocupar outros espaços escolares, né, como práticas fora da sala de aula. Aqui a gente tem o pátio, né, aqui é a quadra, não é verdade? A quadra e aí criar circuitos, criar dinâmicas que possam fazer com que os alunos saiam Desse ambiente natural que é sala de aula, né?
mas que também associ a escola e outros espaços como momento de aprendizagem. E aí a gente promove raciocínio, movimento, trabalho em equipe. Eh, em outra situação, a gente também trouxe como participar de objetivo, né, eh, do pilar participar, compreender os conceitos desde fakes, como eu já tinha falado nas situações, né, dos relatos de do que acontece na realidade, né, e conseguir identificar o Que é uma imagem sintética criada por IA e o que que é uma imagem real e como é que isso pode impactar na questão da desinformação, né? Nós temos aqui do outro lado
outros estudantes apresentando conceitos sobre fake news, desinformação, como checar informações, né, e a participação dos estudantes em eh em um uso de um software, né, através de narrativas. Eles começaram a identificar quais seriam as consequências das situações em que eles Escolhiam nessa narrativa. Então, a gente sempre trazendo atividades muito práticas, muito discursivas, para que esses alunos possam entender o quão importante essa temática é atualmente, né? Então é isso. Eh, eu espero que vocês usem como fontes de inspiração, né? Também salvem aí os perfis dos dos grupos, né? Que vocês possam acessar. A gente não consegue
falar de tudo, tem muita coisa. E eu passo a palavra pra professora Anne novamente. Tá mudo para mim aqui. Agora agora voltou. Voltou, >> voltou. Tá. Então a gente lá na na Mata Norte, aí eu vou fazer uma pincelada geral aqui sobre o nosso trabalho. Eh, a Ariana, ela tem mais experiência mais tempo no COVID, né? Ela já tá na casa mais tempo. Eh, nós estamos mais recentemente. E aí nós tivemos a grata felicidade de termos a aprovação do dos PIBID interdisciplinares, né? Então, nós Temos o funcionamento do dos pedidos interdisciplinares com computação. Então, eu
vou falar um pouco Gil Finaliza também, porque ela conduz eh também em parceria eh com outro professor de computação eh o PIBID, outro PIBID interdisciplinar. Então, a gente tem o PIBID interciplinar computação e pedagogia, que é um desafio, né, a gente unir áreas, né, que às vezes tem informações que são distantes. Então, a gente vê pouquíssima Intervenção, né, de de formação tecnológica ainda na graduação para os pedagogos. Eh, do outro lado, eles são muito importantes porque eles têm a formação, né, aquela formação da base, né? Então, eh, essa parceria é traçada porque a Delide ela
é a coordenadora de área do projeto e eu colaboro com ela por ser de computação. Então, a gente faz essa parceria e aí na imagem também não está todo mundo, né? Tem bastante gente faltando, como Ariane falou, a Gente tava no prêmio de transição, a gente teve mais de 10 pessoas que saíram do projeto, a maioria a 90 99% foi porque tava se formando realmente e aí saíram do projeto e entraram outras pessoas recentemente. E aí nós trabalhamos na perspectiva do fundamental um, né? Por quê? Porque nós abrangemos a pedagogia, né? Então nós trabalhamos com
crianças e as crianças pequenas. Então, a gente tem que ter todo esse cuidado, né, na abordagem do Conteúdo, na condição das atividades. E a pedagogia colabora nesse sentido na construção dessas atividades. Nós tivemos um período de estudo, né, um período de construção que a Ariane, como ela ela mostrou aí, né, parece simples, mas não é. A gente tem um toda eh um planejamento para poder fazer algo na escola, né? não é uma coisa assim aleatória, precisa realmente de muita lucidez, eh porque a gente precisa planejar com a escola, a supervisora, Né, o que é que
é relevante, o que é que é adequado paraa faixa etária. Então, pode passar, Ariane. Eh, e aí a gente tem trabalhado diversos tipos de atividades, vou tentar não me repetir aqui em relação ao que a Ariane falou, eh, diversos tipos de atividades que elas envolvem esses temas que a gente discutiu anteriormente, né? A gente tem escola, a escola Reunidos, que é é a escola que é de Buenos Aires, então não uma cidade nem da cidade que a Gente tem o Campus, uma cidade vizinha, parceira. E a gente tem outras duas escolas que são de Nazaré
da Mata. Então nós trabalhamos com escolas às vezes que que precisa eh nesse sentido de uma melhor infraestrutura e a gente tenta trabalhar com tudo que a gente tem. Então assim, eh a gente une os recursos possíveis para que a gente faça acontecer, né? Porque se a gente for esperar os melhores cenários, né, para as coisas acontecerem, a gente vai Passar assim, a gente nunca vai agir. Então que nós somos a diferença, então nós temos que fazer essa diferença acontecer, né? Eh, então a gente tem atividades bem parecidas assim em relação às temáticas de segurança
da internet. A gente fez palestras sobre cyber bullying, sobre o uso excessivo das telas e dos jogos, né? Eh, ainda para crianças do quarto do 5into ano, né? A gente teve eh experimentações com IA, então para que eles entendam Minimamente aquele funcionamento, eh, atividade que reforça os pilares do pensamento computacional. Eh, na imagem dá até para ver que como são crianças, a gente apela muito paraa dinâmica física, né, para que elas se levantem, para que elas se movimentem. Eh, e a gente cria também jogos de tabuleiro, como tá mostrado aí na imagem, a gente cria
esse material com recurso que a gente tiver disponível. Eh, e outras outras atividades que também são todas Relacionadas ao que a gente criou, que a gente falou, comentou anteriormente. Pode passar. Eh, a gente tem também eh a outra escola que é também uma escola municipal, né, que é a escola Dom Moto. Essa escola já tem uma infraestrutura física maior. E aí a gente colocou aí no slide alguns exemplos de atividades que são bem de computação desplugada mesmo, né? Então, números binários. Então, como é que a gente introduz paraa criança a questão Do funcionamento do computador,
né, para processamento da informação. Eh, então a gente tem essa atividade no livro de computação desplugada para quem tiver interesse de ver. Tem a atividade pixel que tá aí na imagem também. Então, a partir de uma série de comandos, eh, que são dados às às crianças, elas vão desenvolvendo, né, vão pintando os pixels de modo que aquilo reflita depois numa imagem completa, né? Então, a gente consegue passar para elas alguns Conceitos computacionais através de atividades lúdicas, que esse é o objetivo, né, principalmente quando a gente trabalha com criança. E também em tradução a robótica educacional.
Então, a gente tá construindo algumas estratégias para como a gente pode usar, que aqui no nosso campus a gente tem kits de robóticas educacionais, mas na nas escolas não tem. Então, a gente tá tentando criar estratégias para que a gente apresente pros isso, pros Estudantes, esses recursos e trabalhem de forma eh transversal, interdisciplinar ou para o para eh a incorporação, para que a gente trabalhe de fato o pensamento computacional, eh a lógica algoritma. Claro que tudo adequado paraa idade, né? E tudo eh pensado para que não seja eh um esforço tão grande cognitivo para os
estudantes, mas sim um aprendizado, uma vivência diferenciada, né? Uma vez que a BDC computação ela reforça isso. Eh, pode Passar. E a gente tem também a essa escola Tancredo Neves, né, que essa escola ela a gente também fez bastante bastante atividades nela e aí a gente consegue ver que algumas dessas escolas elas não têm ainda infraestrutura, né, de quadra, né, de área de lazer, a escola às vezes é pequena. Então, mesmo assim a gente colabora com essa escola, tem parceria com essa escola para que a gente consiga também, isso é uma forma, né, digamos Assim,
de democratizar as coisas, né? Não, não é porque a escola é pequena, que a escola não tem quadra, não estão infraestrutura física grande, que a gente não consegue trabalhar com ela. Então, nesse caso, a gente não tem espaço para trabalhar. Então, a gente trabalha dentro da sala de aula, então afasta as cadeiras e faz algum tipo de atividade. Então, a gente reflete sobre as questões de IA, né? A, nessa escola a gente conseguiu juntar turmas diferentes Como quarto, quinto ano para fazer uma exposição tecnológica para que eles entendam, né, qual é a evolução histórica dos
computadores, porque esse público que a gente atende hoje na educação básica, eles já são eles são nativos digitais e eles nasceram na era dos celulares. Então, eh, eles, na casa deles, eles não têm aquela visão de que, eh, os computadores começaram muito grandes, eram diferentes e com o passar do tempo, a evolução, eh, fez com que os Equipamentos, os recursos ficassem cada vez menores, né, mais portáteis. Então, todas essas noções da história do computador, eh, aliado a isso, a gente traz atividades também de números binários, linguagem de computadores, a gente tenta criar eh, a gente
tá na expectativa agora reforçando trabalhos que sejam transversais, né? E a gente tentar trabalhar a questão da computação com a educação ambiental, que é tão latente, né, tão importante. A gente tá Vivenciando um tempo cada vez mais quente, cada ano fica pior, aí os efeitos climáticos são devastadores, então a gente precisa conscientizar. E aí a interlocução com a geografia, né, e com outras áreas, com as ciências, conscientizar essas crianças, porque quando elas absorvem esses conhecimentos, elas levam paraa casa delas. né? E aí elas propagam aquilo que elas aprenderam, questão da reciclagem, da do do desmatamento,
da seca, da Queimada. Tudo isso a gente tá tentando trabalhar, né? E aí são, é desafiador, não é simples, não é fácil, mas a gente tá usando aquilo que a gente pode e o PIBID abre essa oportunidade para que a gente crie, né, que isso é muito positivo, né, que a gente crie novas oportunidades de aprendizado. Eu acho que isso acontece com todos os PIBID e é uma tentativa, é uma questão de de experimentação, tentativa e erro, né? Algumas coisas dão mais certo, outras Dão mais errado, a gente aprende e melhora pra próxima. Muitas vezes
a aplicação do mesmo, a gente tá aqui eh código binário, por exemplo, a gente aplicou em mais de uma escola. Então fez uma escola, quais são as lições dessa escola, vamos aplicar em outra escola para garantir que todos eles tenham mais ou menos a mesma formação. Então a gente, eu vou finalizar aqui eh a interlocução de pedagogia e computação e a gente tem um outro PIBID, se você Quiser passar, pode passar. é um outro PIBID que é também interdisciplinar entre computação e matemática. E aí, Gil e conduz também parceria com o professor de computação esse
PIBID. Se você quiser eh se você quis se sentir à vontade para comentar eh rapidamente sobre o pide de vocês e a gente dá dá continuidade. >> Oi. Ah, vocês me escutam? >> Sim. >> Sim. Então, eh, como o Anne bem colocou, né, Nós temos dois subprojetos interdisciplinar que incluem o curso de licenciatura, ciência da computação. O que tá participando, né, como colaboradora, é o o projeto proposto pela professora Delaide, né, que é da pedagogia. Eh, tem o outro projeto que é o que eu coordeno Eh de matemática e computação e tenho eh a colaboração
do professor Leandro, professor de computação e realmente eh tem ajudado bastante. eh pequeninos interagem muito e realmente eu vou confessar que tecnologia eu deixo bastante a desejar. Então eh foi para mim de grande valia essa parceria que eu tenho desenvolvido com o professor Leandro. Então eu falar rapidamente, né, sobre algumas ações no desse no projeto de matemática educação, a gente eh trabalha em grupo, tá? Nós temos oito alunos por escola. Então, como a proposta é interdisciplinar, nós temos quatro alunos da matemática e quatro alunos da mutação, de maneira que toda e qualquer Atividade que venha
a ser programada, desenvolvida, sempre eh estão juntos. não tem o grupo de matemática, nem o grupo de computação. As atividades são desenvolvidas em conjunto, né, uma envolvendo a outra. Então, eh, a gente abordou alguns desses conhecimentos ao longo desse primeiro ano do projeto, né, pensamento computacional, algumas noções de programação, linguagem de programação, Números binários. Aí tivemos aí as pontos de matemática, trigonometria, operações aritmétricas, potenciação, algo de geometria também. Então, eh o que que a gente faz? Eh, a gente sempre procura atender a demanda das escolas. Nós trabalhamos com três escolas de ensino médio e realmente
eh os professores eles eh deixam que as dificuldades são muito grandes que os meninos trazem de anos anteriores. Então, eh, a gente costuma sempre conversar com os professores e ver, olha, de que maneira a gente pode, pensar em alguma atividade para poder eh ajudar nessas deficiências que eles têm. Então, os professores eles trazem a dificuldade e a partir daí eh entra os meninos de matemática com conhecimento específico e os alunos da computação com os conhecimentos de tecnológico, né, ferramentas, Eh o próprio pensamento computacional que se assimila demais com o que a gente costuma trabalhar, que
seriam as sequências didáticas, tá? Tá? Então eles vão eh de maneira usando as tecnologias procurar abordar aqueles assuntos que os alunos têm dificuldade, né? Eh, nós tivemos participação eh nos eventos da semana de matemática. Os alunos apresentaram trabalho, eles apresentaram trabalho também na semana universitária E também num evento que houve agora em novembro, foi o quarto congresso internacional de políticas práticas e gestão da educação. Eh, nós submetemos a esse evento nove artigos científicos que foram aprovados. Então, eh, de maneira brilhante os meninos puderam e apresentar esses trabalhos, né, durante o evento que foram, acho que
foi de 5 a 7 de novembro. E essa apresentação garantiu eh Publicação na revista, eu acredito, eu tava pesquisando aqui, é revista oito, eh, super oito, que é uma revista que trata justamente desses dessas temáticas, né, de eh gestão, práticas pedagógicas, as políticas Então, eh, isso foi bastante interessante porque, eh, a gente vê que Começa também a trabalhar com os meninos essa parte da produção acadêmica, que eh outros alunos da graduação que não têm oportunidade de participar desses programas eh não tem essa essa mesma oportunidade. Então, desde cedo, os alunos que tão eh atrelado ao
PIVID, eles já já t destaque. As escolas elas elogiam demais a colaboração que o subprojeto tem dado, tá? Nós temos uma escola em Tracunhaem, que é o Erem Valfrio, Pessoa de Melo. Temos uma escola em Carpina, que é o Herem Jim Olavo, todas duas escolas de referência e temos eh a Escola Técnica Estadual Eduarda Ramos Barros. Essa é a única eh das escolas em que eh os meninos eles trabalham com, digamos, uma formação profissionalizante. Então lá eles têm curso de estrutura de redes, algo mais ligado paraa computação, mas mesmo assim eh conversando com os professores,
eles Sentem falta dessa, digamos assim, uma base matemática um pouco eh mais sólida para que eles possam usar para desenvolver esses estudos dessa dessa formação deles. Tem sido muito proveitoso e muito gratificante esse primeiro ano. Espero que a gente continue nessa linha. É isso aí, gente. Obrigada. Pronto. >> OK. >> OK. Essas escolas que você comentou Tavam aí na nos slides a seguir com as fotos e etc. >> Isso. É, exatamente. É >> isso. E pronto, Gil. É isso mesmo. Os projetos, eh, os projetos interdisciplinares eles funcionam dessa forma. Então eles têm que ter os
estudantes dos dois cursos, né? >> É. >> Eh, pedagogia, computação e computação matemática. Eles eles têm, >> exatamente. Eh, esse vocês trabalham com os anos iniciais e já >> isso >> o de matemática, computação, a gente tá com as séries finais da educação básica, justamente o ensino médio. >> Isso, exatamente. São outros desafios, né, Gil? Exato. >> Eh, para final para finalizar, gente, eu vou falar um pouco do que eu citei logo no começo e aí eu falei: "Ó, gente, a gente tem uma preocupação com uma Formação, né? E aí, de que maneira a CAPS,
né, tá se movimentando? Eh, o o projeto PIBID, ele o programa ele passa a ter uma relevância muito maior se tornar uma política pública, né? Então, a gente tem cobranças adicionais, mas a gente também tem retornos adicionais. Então, nessa perspectiva de que olha, a gente precisa de uma legislação que regulamente, que oriente as instituições sobre como trabalhar eh de forma inicial, de forma simplificada, a Conceitos computacionais eh com crianças e adolescentes. A gente, por outro lado, precisa olhar pros professores, pros docentes, né, para quem tá no chão da escola, né, para os gestores. Então, como
é que a gente ampara, né, eh, nesse sentido. Então, a CAPS criou recentemente, é muito recentemente mesmo, o Prof. Comp. Eu acho que vocês das licenciaturas já ouviram falar do prof Letras, né? É bem comum, é bem conhecido, Prof. História, Prof matemática. E aí eles funcionam como um mestrado, né, e também como uma formação continuada, digamos assim, né? E essa rede é bem abrangente. Então, o Prof comp é uma novidade, ele chega para se somar os pra família dos profs, né? E aí o intuútil dele, ele ele é voltado para servidores que estão em exercício
na educação, na rede pública básica, então professores da educação básica da rede pública e servidores. Ele foi criado em parceria com a Sociedade Brasileira de Computação, né, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, né, e foi estabelecido esse ano. Então, a primeira turma do Prof, ela começa esse ano, mas aí para os PIBIDos, para os professores, né, que estão se formando, eh, é interessante pro futuro, né? Então você pode fazer uma formação que ela seja mais transversal, né? Que ela comporte mais as tecnologias, eh as disciplinas são em torno da computação, das tecnologias
e aí dá uma formação Mais específica. Mas o que é interessante, pode passar, Arian. O que é importante a gente mencionar também, e para finalizar é que esse esse modelo de de mestrado, ele é ele tem um formato híbrido, né? Eh, ele é ele hoje ele tá como é que é híbrido, professora? Ah, os os que entram no mestrado, aqueles que são aprovados no mestrado, eles têm poucas aulas presenciais e aulas à distância, certo? Para facilitar, porque são todos profissionais de educação, né? E aí, eh, como é que isso tá sendo implementado? Através das redes
públicas. Então, nesse momento, eh, a nossa, o nosso estado de Pernambuco, eles, ele conduzido na UFRPE, mas a perspectiva é que a gente amplie isso para ter novos polos em outras universidades. Então, a primeira turma é essa turma experimental e depois a gente quer ampliar essa rede do Profcon, certo? E aí o objetivo é que a gente eh tenha esses professores com Uma formação adicional em relação às tecnologias e que eles apliquem seus projetos de mestrado na própria escola, né? Então criar uma dessas atividades que a gente citou anteriormente, né? aplicar na própria escola e
aí fazer o relato daquilo, fazer coleta de dados em cima daquilo. Então, usa o chão da escola, né, como local desenvolver, para ampliar, né, o conhecimento em relação eh às tecnologias. Eh, pode passar. Eh, e aí tem o que eu comentei anteriormente. Eh, nesse último slide a gente sabe desses desafios. Então, eh, a infraestrutura entre as regiões é muito desigual, entre as escolas é muito desigual. A gente pega uma escola que ela tem verba federal, é diferente de uma escola municipal, né? A conectividade das escolas, eh, em relação à garantia da implementação efetiva da BNCC.
Então, são todos Desafios, né? Então, estamos todos no mesmo barco. Eh, mas a gente precisa trabalhar, né? a gente precisa criar ações que ten um impacto para que a gente mostre também que é possível de ser feito. Então, quando a gente fala em como a gente consegue superar algumas dessas atividades, algumas dessas dificuldades com atividades, é o que a gente mostrou anteriormente. Então, veja como o projeto PIBID ele é valioso, né? Ele cria essas oportunidades de mostrar Pra comunidade escolar como um todo, né, e pra universidade como essa parceria é importante na formação dos fibidianos.
e para a escola, né, essa mão de obra tá aí, né, para ser utilizada no futuro, né, dentro da escola. Então, é desafiador, é um cenário novo, desafiador para todos nós. A gente, como a citou, a gente faz as coisas eh se alencando a regulamentação, aí tenta criar experimentações e aí a gente vai aprendendo e vai evoluindo, certo? Eu Acho que esse é o último. Eh, pronto. Então, a gente finaliza por aqui eh as nossas pontuações em relação ao tema de pronto. Então agora, né, eh, nós temos, tivemos vários comentários, né, parabenizando, tivemos comentários aqui
do professor Augustinho, da professora Lidiane, da própria professora Adelaide, comentários assim muito pertinentes e tivemos alguns Questionamentos. Eh, deixa eu ver aqui. Eu tinha separado para paraa menina colocar uma das primeiras perguntas. Mas vamos lá. Eh, enquanto eu não encontro uma das primeiras, a professora Vânia Duarte, né, coordenadora do subprojeto de matemática do campus Mata Norte, ela posiciona da seguinte maneira: diante da discussão sobre IA, como a IA pode Personalizar o ensino numa vertente interdisciplinar? Eh, professora Vânia, fica à vontade para responder. >> Quando a gente fala da IA na educação, né, ainda é um
campo que tá sendo muito discutido, né? A gente ainda não tem eh a gente tem boas recomendações, orientações, a gente não tem especificamente como a gente pode fazer, né? como a gente pode fazer, até porque são muitas discussões acerca disso. A Maioria das pesquisas que eu tenho visto é justamente a gente levar esse conceito das inteligências artificiais para um uso ético consciente e responsável, né? E sempre vincular práticas com que os alunos possam entender e possam usar essas inteligências artificiais. É como eu falei, né? Se o aluno ele usa sabendo que ele vai aprender, então
ele pode usar em várias situações da vida dele, né? Só que ele tem que ter esse conhecimento, né, consciente e Responsável. Eu vou usar com uma intencionalidade, um objetivo, né? E nesse objetivo eu vou apropriar daquela daquele recurso de fato para que eu consiga aí eh promover, né, um aprendizado independentemente de área, né? Eu acho também, se a gente começar a usar as plataformas, né, baseadas em inteligências artificiais, a gente consegue personalizar mais a questão do aprendizado, né, aos estilos de aprendizagem de cada estudante, né, e Claro, a gente tem outros recursos também, tutores inteligentes,
porque, por exemplo, a gente numa sala de aula com 40 alunos, 50 alunos, a gente não tem um feedback tão direcionado para cada um, né? Então, com esses ambientes com apoiados com tecnologia, a gente também tem um suporte aí na nossa prática docente. Temos também eh aqui uma outra pergunta de da professora Lidiane, Lidiane, evangelista. Será que estamos eh Preparando os estudantes apenas para construir informações ou para analisá-las? >> É assim, vai bem no sentido do que a gente discutiu, né? Eh, hoje a gente tem a aquela compreensão às vezes de que, ah, esses estudantes,
né, nossos jovens, eles têm muita informação e realmente é o bem, eu digo sempre aos meus alunos que o bem mais valioso do século é a informação, né? Eh, mas informação é diferente de formação, né? Você pode ter Muita informação e se você não tiver uma formação, você não vai ter segurança para construir nada. né? E eu sempre falo assim pros meus estudantes que estão vendo aqui, eu sempre falo assim: "É, você pode até a a Ia e esses outros recursos nos ajudam no dia a dia." E a tecnologia de forma geral, ela serve para
isso, né? Ela é desenvolvida para ajudar os seres humanos no seu cotidiano, né? Toda ela, seja digital ou não. Eh, mas aí lá na Frente, quando você vai pro mercado de trabalho, quando você é exigido, quando você tem que fazer um concurso, né? Você não vai levar IA com você, né? Então ela te ela te ela te ajuda, essas ferramentas te ajuda a organizar o seu pensamento hoje em dia, até a construir slides, a construir texto, a construir tudo, né? Mas mas essa quantidade de informação, se ela não for bem usada, ela não vai servir
para nada, né? E aí essa triagem em relação às informações Do mundo, né? Como Ariane falou, a gente tem feito ações que são assim parecidas em relação a a palestras, né, a orientações, porque muitas vezes na correria os pais não têm esse tempo de fazer uma orientação mais específica. Então também nós podemos fazer, né, na escola de dizer, olha, o usar o celular, usar o computador tanto tempo não é importante, não é interessante para você, pro seu desenvolvimento cognitivo. O cyber bullying machuca igual o Bullying, né? Eh, e não é porque você não tá vendo
a pessoa que aquilo não vai machucar a pessoa. E aí esses alertas, né? Então assim, eh, é um é um lar, mas é uma coisa que a gente vai se conscientizando enquanto docentes e isso acontece também para os docentes da ponta da educação básica, né? E a a gente tem essa regulamentação para isso, para cada vez mais separar esse entendimento de que mesmo que nossos nossas turmas tenham essa quantidade de Informação, a gente precisa encaminhar, a gente precisa nortear, mostrar o caminho e a partir disso a gente tem um retorno, né? Pelo menos é o
meu modo de ver. Eh, temos aqui a participação, eu acredito que deve ser uma aluna de educação física, eh, Aixa, como o currículo da educação física pode articular educação midiática e formação para a cidadania digital, considerando as desigualdades de acesso E letramento tecnológico? >> Eh, >> oi, aa, né? Você acha, né? Eu eu posso iniciar e tu pode complementar. Eu acho assim, >> sim, sim. >> Eh, quando a gente fala de educação midiática, né, eu já tinha eh iniciado minha fala sobre essa transversalidade, né, essa interdisciplinaridade e educação física, a gente também consegue, né, conduzir
essas práticas, Independentemente de um acesso ao aletramento tecnológico, desigualdades, né? Anne falou da computação desplugada, a gente usa recursos que a gente tem na escola, né? Então, até dinâmicas de circuitos dentro da escola, a gente consegue conduzir aí essas temáticas, seja como perguntas e respostas, seja como debate, né? Eh, fazendo parte dessa conscientização em um momento fora. Que eu entendo que a educação física tem Muito essa questão de movimento, né? mas que também a gente não deve desconsiderar os momentos discussivos, reflexivos, né, dentro da sala de aula, até pensar em projetos sociais, né? Eu acho
que é bem interessante essa essa proposta. Agora, depende muito do que qual objetivo você quer alcançar, né? Se a gente for falar de cidadania digital, existe uma infinidade de de temáticas, né, associadas a essa temática, né? Então, depende muito do que exatamente Você quer atingir. A, >> é, é para complementar o que Ariane falou, assim, a gente tem a abertura da interdisciplinaridade para todas as áreas, então não existe receita de bolo, né? Eu falo isso sempre pros nossos pidiantes, não não vem como uma receita de bolo. Então, a gente tem que pensar em como desenvolver.
Então, assim, muito rapidamente pensando numa formação de parceria entre matemática e Nós, né? Então assim, matemática não, entre educação física, né? Então nessas atividades, muitas vezes a gente precisa de espaço de movimento corporal. Então a o movimento corporal ele tá muito lincado à educação física, né? As noções do corpo, do movimento, dessa necessidade. Então dentro de uma atividade desplugada, por exemplo, a gente pode fazer o reforço, né? Eh, sobre o movimento corporal. Então, o aluno ele tem que correr, ele tem que se Movimentar, ele tem que ir para lá e para cá. a gente pode
desenhar, a gente desenha muitas vezes cenário no chão, então ele tem que pular, ele tem que andar. Então, aliado a isso, a gente pode botar uma sequência de passos. É, a gente já colocou o pensamento computacional para alcançar determinado objetivo, resolver um problema e aí esse problema pode ser decomposto. Então, eh uma uma parte do problema é é resolvida nesse grupo, outra parte é resolvida Naquele grupo. Os grupos podem se movimentar. Então veja, se a gente tem espaço, por exemplo, como eu citei anteriormente, como espaço é importante, quando a gente tem um espaço de uma
quadra, de um lugar, a gente pode pensar em diversos tipos de atividades, né? E aí é uma atividade de pesquisa, então a gente pesquisa, vai pra internet, tem uma ideia, com debate a ideia, isso é uma possibilidade de trabalhar, por exemplo, articulação entre computação e Entre educação física. Então, essas experimentações elas são bem-vindas, n é o que a gente precisa, porque a documentação ela tá lá, eh, para cada ano eles dão um exemplo, né, para iniciar o start. O resto é com a gente, então com todos nós. Então, a gente tem que criar, pensar, pesquisar,
ir atrás, né? Sempre que eu falo isso para os meus estudantes, que eles já estão cansados de ouvir, né, para que a gente faça alguma coisa. né? Então não dá para Esperar que a gente receba um protocolo pronto, receba um passo a passo pronto para que a gente vá pra escola aplicar. Não, a gente cria verê o que tem na escola, ver o que que a gente tem, quem são os nossos estudantes, que que a gente pode agregar e por aí vai. Então, eh, eu vejo esse caminho da interdisciplinaridade como muito positivo, porque se a
gente não pensar assim, a gente isola. Então, quer dizer que o professor de geografia, que é Formado em licenciatura em geografia, em história, em letras, quer dizer que ele nunca vai trabalhar bem nessa computação porque aquele conhecimento tá isolado. Não, traz ele para junto, porque ele tem coisas que a gente não sabe, a gente tem coisas que ele não sabe e a gente juntos cria as atividades, né? Cria cria o significado para alguma coisa. OK? E agora para finalizar, né, temos mais uma perguntinha aqui eh de Heráclio Firmino de Melo Júnior. Eh, deixa eu ver
a pergunta. Opa, tá aqui. É possível utilizar em sala de aula mídias da cultura pop, como animes, jogos ou até redes sociais, vídeos virais, sem que desvie do assunto da aula. Tem alguma dica? Com certeza. Eu acho que essa é o é o tipo de prática que mais interessa dos alunos, né? Quando a gente usa contextos e situações, né? E mídias, como você Situa cultura pop, filmes, anime, jogos, é o que a gente vem muito usando lá no piv de computação, né? Inclusive eu lembrei de uma prática de que os um grupo específico criou uma
rede social, né? eh simulou uma rede social para discutir sobre como ela funciona, né, como é o algoritmo, o que que tá por trás, né, o que que eu posso fazer enquanto cidadão, né, em relação também à disposição da minha autoexpressão, né? Então eu posso falar qualquer coisa nas Redes, não, né? Tem a hoje a gente fala sobre discurso de ódio, a gente fala sobre empatia, a gente fala sobre várias situações que partem, né, dessas situações que a gente vive e os próprios alunos vivem também. Então assim, é como o An falou, a gente vai
testando muita coisa. Então itens de curadoria, eu vou pegando aqui, vou pegando ali, ó, vou apresentando, ó, vamos testar, vamos ver se funciona, o que que é mais adequado pra turma, né? Que tipo de necessidade Aquela turma precisa, né? Temática. Então assim, fazer um mapeamento da turma em si, eu acho que é uma prática legal sobre as questões que podem ser discutidas com mais evidência, né? E depois, se quiser mesclar com outras áreas do conhecimento, né? né, a própria computação, quando a gente usa Qcodes para fazer leitura de um material, teve uma outra situação em
que os alunos fizeram caça, um caça ao tesouro na escola, né? Então assim, foi uma Atividade que eles amaram porque além dos alunos não estarem na sala de aula, né, eles utilizavam o celular, que é o dispositivo que eles querem, a contatos direto, né, e fazia a leitura desses QCode. Junto ao QRCode tinha uma dinâmica para eles resolverem, seja um um probleminha, seja uma alguma coisa de uma temática para ser discutido, para ter uma resposta, né, até que eles cheguem até o final do jogo, né, é uma gamificação, de fato. E aí é o que
eu Falei, né, a gente sempre pensar em estratégias inovadoras, metodologias e abordagens que fazem com que a gente traga uma relevância para aquilo que eles estão aprendendo naquele momento, usando outros espaços escolares, usando os recursos, testando esses recursos, né? Tem a questão do car muita gente gosta de usar também para trazer essa gamificação de perguntas e respostas, quem vai ficar em primeiro, quem não vai, né? Até o engajamento maior da Turma. e filme, anime, top, é, é top assim, né, para usar como referência, tá? >> É, é isso mesmo, gente. Eh, eu concordo totalmente com
a gente mesmo no projeto de Gil usou Roblox, né, e outras ferramentas. Eh, no nosso a gente, eh, teve o uso de uma ferramenta de IA, né? E aí eles usam naquele momento os celulares dos que estão disponíveis, os computadores se tiverem disponíveis, porque eles não podem usar, não levam os Celulares paraas escolas mesmo quem tem. E por aí vai. Então a gente pode sim, inclusive quando a gente fala de bullying, a gente fez uma palestra que usou um videozinho que tá disponível no YouTube e aí catou esse vídeo e depois do vídeo a gente
pede a reflexão. O que é que vocês entenderam sobre isso? E aí deixa que eles falem para depois a gente falar. Então é incorporar, é tentar ver o que a gente consegue incorporar diante da realidade, né? Porque cada escola é Uma realidade. Eh, só completando a fala de Anne aí, eh, teve uma oficina que foi feito até nesse na escola de Tracunhaí, os meninos levaram eh os kits Arduíno que tem aí, né? A no campus. e perceberam que lá nessa escola também tinha alguns kits, porém e eles não trabalhavam porque não tinham a mínima noção
de como manipular. Então, os meninos montaram a oficina, foi assim maravilhoso, eles participaram, foi Enriquecedor pros alunos. Muito bom mesmo. Bom, eh, tivemos aqui vários comentários parabenizando vocês. Foi tudo maravilhoso. Eu gostaria de chamar >> gostaria de chamar agora a professora Ana Regina eh, para finalizar nosso evento, que foi assim, achei altamente produtivo, uma tarde maravilhosa. >> Certo, obrigada, Gil, né? Eu também concordo. Eu acho que foi uma tarde maravilhosa, extremamente produtiva, com um assunto tão importante, né? É necessário aí que a gente lida no nosso dia a dia, né? A gente lida do nosso
cotidiano, a gente lida na nossa vida cotidiana e a gente tem que aprender a lidar na vida. Imagina em sala de aula, né? Imagina eh com os estudantes, com os alunos e principalmente nesse ser professor, né? Então assim, são assuntos Extremamente complexos, né? Eu acho que não são fáceis, são assuntos que a gente tá lidando, né? E vocês da computação, né? a Ariane, a Anne tem uma uma um olhar diferenciado para isso. E que bom que vocês trouxeram esse olhar tão importante para que a gente consiga também ter olhar para essas questões de uma forma
mais que que ela seja mais educacional, né? A gente pense elas de forma que através do ensino aprendizagem, né? aprender, Ensinar como, né, com essas questões. Então, parabenizar aí, né, parabenizar as nossas coordenadoras do PIBID, né, eu acho que a Ariane, Gil coordenam os projetos aí lindamente. A, a Anne, que foi também pibidiana, né, eu acho que é um orgulho isso, né, quando você tem uma exppibidiana falando no seminário formativo do PIBID, então isso é muito bom e é professora atualmente da universidade, né? Então, eh, acho que é só, só gratidão mesmo aí Por vocês
terem, né, participado aí dessa tarde tão maravilhosa e tão proveitosa conosco, tá certo? E fica aí o convite para mais, né? Eu acho que isso é um assunto que a gente precisa conversar um pouco mais, dialogar mais, porque ele com certeza não se encerra aqui. Mas que bom que vocês começaram e cada um dentro dos seus subprojetos, né, também começam a trabalhar esse olhar diferenciado aí dessas mídias e dessas tecnologias. Eh, falar rapidamente sobre a questão dos certificados, que eu sei que é um problema que tá, né, tão as pessoas estão ficando meio normalmente quer
participar, quer o certificado, né? Eu falei eh em alguma formação anteriormente que vocês precisam assinar, né, a ata de participação. Então assinem as atas de participação, se inscrevam. Lembrando também que é para retirar o certificado do Even, porém a gente viu, né, nesse último mês Que tem uma certa dificuldade com os certificados desse ano, 2026. Os certificados 2025 eles estão sendo revistos também caso haja alguma alguma alguma mudança que tem algum problema relacionado a 2025, mas os problemas maiores foram relacionados a 2026, mas nós estamos revendo isso. uma informação importante que nós dissemos eh nós
falamos em reunião com os coordenadores de vocês essa semana e eu vou aproveitar aqui, né, esse momento que eu tô Conversando com todos para falar também para todo mundo, todos os pibidianos, pibidianas aqui presentes, que não é apenas assinar a ata, tá gente? Então assim, se você assinou depois a ata que passou a live, né, o o ao vivo, você não vai receber o certificado. Isso é muito importante. Então, se você não participou, assinou a ata, mas não participou, não fique no pé do seu coordenador, porque você não vai receber o certificado, tá certo? A
gente Consegue verificar quem participa, tanto pelo YouTube quanto pelo evening, tá? Então assim, a gente tava com um problema relacionado a essa participação dos dois, mas isso já está sendo revisto. Então a gente estamos olhando, né, quem participa pelo even, quem participa pelo YouTube para conferir com aqueles que acessam, que assinam a lista de frequência, tá bom? Então isso foi um dos problemas que ocorreram, mas tudo vai ser resolvido, não se preocupem. Nós Estamos com muito afinco nisso, eu e a professora Rosário, né, a coordenadora institucional, inclusive ela tá aqui presente, né, nos bastidores, ela
não saiu daqui e ela tá bem feliz também com a com essa mesa de hoje. Parabenizou também, né, a Ariane, a Anne, a Gil. E é isso, nós estamos trabalhando com relação a certificados, mas fica aí o alerta para que vocês que apenas assinaram e não participaram do ao vivo, certo? Não irão receber o certificado, Tá bom? O certificado para quem tá presente na nossa no nosso ao vivo, seja pelo YouTube ou seja pelo tá certo? Então, falando isso, eu venho aqui, eu não sei se as meninas ainda, as meninas porque só tem mulher aqui,
é tão bonito isso, né? Mas assim, eu não sei se as meninas ainda querem falar mais alguma questão, querem agradecer, querem fazer um encerramento, eu acho importante, né, para para eh podermos encerrar aí essa Tarde tão proveitosa e tão maravilhosa. >> Eu quero eu quero só agradecer, né, esse momento. Acho que é muito importante realmente a gente trazer essas discussões eh em um programa tão importante, né, que eu gosto muito de de fazer parte dele, né? Então, tô sempre disponível se tiver uma nova edição e eu e Anne, aí a gente, né, eh, podendo contribuir
cada vez mais. Então, é isso. Obrigada para quem participou, quem mandou perguntas, né? né? Então, Infelizmente, a gente tem muita coisa para falar, não tem tanto tempo assim para responder todos, mas quem quiser entrar em contato, né, Anne deixou até meu e-mail, e-mail dela no final do da apresentação, ariane.rrodrigues@upe. Pode mandar mensagem e a gente vai se comunicando. Obrigada. Eh, eu também só gostaria de agradecer, né, mais uma vez ao convite. É sempre importante a gente tá discutindo. A gente tem eh eu sou formada em Licenciatura licita da computação, então eu tenho um olhar muito
afetuoso paraa educação, apesar de ter formação em computação também. Então, eu tô sempre no meio do caminho. Eh, a gente tem que ter essa sensibilidade, né, na condução das coisas, porque a gente tá lidando com seres humanos, né? E eu sempre digo que a gente faz tecnologia para seres humanos, né? Então, eh, eu fico muito feliz que a gente tenha tido a oportunidade dessa tarde. Gosto muito Da banca que tá aqui, né? Da, eu vou chamar de banca, mas das pessoas que estão aqui. Eh, inclusive quando falaram do convite, falaram eh falaram até de Leandro.
Leandro, fala alguma coisa. O Leandro falou: "Não, deixa que as mulheres falem". E eu achei isso bem importante, né? Porque a gente tá numa área que tem esse estigma também, né? de que computação é masculina e a gente precisa começar a quebrar essas barreiras, porque isso, na verdade, eh, É um estigma, não? A gente precisa superar isso e avançar nesses pontos. É mais um ponto de discussão pro futuro, certo? Eh, a gente tem uma turma, por exemplo, de computação que é só masculina, né? Só tem menino na turma. Então, assim, são pontos relevantes. Eh, agradecer
mais uma vez, sou muito grata ao PIBID. Eu acho que o PIBID foi muito importante na minha formação de licenciada e é impactante sim, muitas vezes o estudante precisa dessa Remuneração para se manter no curso e aí ele exerce essa função social e democrática tão importante. Então, eh, para finalizar, vou dizer o que eu digo aos meus alunos, defendam o PIBID, valorizem o PIBID, porque é uma política pública super importante para nós, né? Então, obrigada a todos. Boa tarde. >> Bom, e eu só tenho agradecer, né? Eu tô no PIBID já há algum tempo, na
maioria das vezes trabalhando com matemática e como eu até comentei aqui, tecnologia Sempre me assustou muito, mas nesse nesse último ano para mim tem sido uma um aprendizado maravilhoso. Professor Leandro, uma pessoa sempre disposta, paciente, nossa interação e nossa parceria funciona muito bem e assim tenho agradecer por essa esse papo tão tranquilo que foi hoje, né? Bem descontraído, muito legal, de muito aprendizado. Obrigada, meninas, e vamos para lá, né? levar o pido pra frente. Adiante. Tchau. Tchau. >> Tchau, gente. Boa tarde. >> Obrigada.