Olá, pessoal. Eh, mais uma vez a gente tá aqui, né, para trazer para vocês mais uma aula de avaliação do movimento, né, dessa vez o MMC, o MMC 2, né, eu sou o professor Dr Carl Santos. E vamos falar um pouquinho dessa dessa ferramenta, né, desse desse teste que temos utilizado hoje em dia, né, principalmente em em crianças com com TEIA.
Então, esse aí a gente vê, ele é da Pearson, ele é comercializado pela Pearson, né? E assim o layout dele, eh, a gente vê o, ele tem vários cadernos, né, de para que sejam acompanhados, tá tudo dentro do manual, tá? Ele é uma ferramenta paga, né?
Então, assim, para usar ele de forma completa, a gente tem que adquirir. Nó não temos ainda uma licença, não tá ainda disponível gratuitamente, né? Mas vale muito a pena o o investimento.
E aí a gente, antes da gente começar diretamente a gente pergunta por que avaliar as habilidades motoras. Então assim, eh alguns pontos importantes eh primeiro pra gente estabelecer uma linha de base, né, focada no em especial no da onde a gente vai partir, né, e a partir dessa dessa linha de base a gente organizar o nosso planejamento de intervenção. Por quê?
Porque se eu não sei, né, da onde eu saio, eu para qualquer lugar que eu vá, tá bom? Então eu tenho que pensar, né, eh, em planejar minha intervenção a partir de uma linha de base. Eh, é importante também porque ele ajuda a determinar eh esse esse instrumento em forma especial, os déficits de habilidades motoras estão impactando ou não o desempenho funcional.
Eh, eu falo sempre que a a avaliação ela serve também para ver se a minha intervenção está sendo eficaz. Então, por isso que muito importante a gente avaliar e reavaliar, OK? E alguns eh potenciais desafios na avaliação das habilidades motoras, né?
O o Paulo, ele ele até criou uma uma planilha, né, com essas aval com essas barreiras. Enfim, eh a gente vai ver isso um pouquinho mais no final, mas aqui a gente eu vou destacar alguns desafios, né? o tempo necessário para completar essa avaliação, que ele é um pouquinho longo que a gente vai ver, né, dependendo também do nível de suporte da criança.
O espaço, eh, atrasos cognitivos e de comunicação sempre são, eh, barreiras, né, na na avaliação das atividades, das habilidades motoras, uma tensão limitada ou alguns comportamentos desafiadores. Então assim, eh, é importante essa questão de do manejo de comportamento. Lógico, todos esses critérios aí, todos esses pontos que a gente encontra como desafios, eles têm que ser relatados na na lista lá de barreiras que a gente que o modelo exerciência eh construiu de uma forma, né, bem bem interessante.
E um déficit de motor severo. Então, um défic motor severo, às vezes ele também é limitante para poder fazer o teste, OK? E e às vezes um um desempenho de uma avaliação motora padronizada, ela pode não capturar com precisão a competência motora ou algum déficit em atividades funcionais.
Então, não basta somente eu fazer um ou outro teste, né? eh, padronizado, validado, mas eu tenho que fazer uma avaliação, né, um pouco mais completa e às vezes uma avaliação qualitativa daquele daquele movimento dos meus alunos também. Em especial, né, falando do MBC MBC2, eh, pegando um pouquinho de histórico, né, ele surgiu em 1992, em sua primeira edição, né, desenvolvido por Sheila Anderson.
E o o David Sugivo sempre foi o quê? Avaliar as dificuldades motoras em crianças. Isso não vai mudar paraa segunda edição.
O que que um ponto muito interessante que muda são as faixas etárias. No no um eram quatro eh faixas etárias de 4 a 6, de 7 a 8, 9 a 10 e 11 a 12 anos. No dois o que que a gente já tem?
A gente tem uma revisão, né? eh, pelos mesmos autores, só incluindo a a Ana Barnet, que que veio a a somar com os outros três autores, foi publicado em 2007. A faixa etária, ela foi expandida, então era de 4 a 12, agora é de 3 a 16 anos e 11 meses.
E em vez de quatro faixa etárias, eles reduziram para três. Então a gente vem de 3 anos a 6 anos e 11 meses, de 7 a 10 anos e 11 meses e de 11 a 16 anos e 11 meses. Algumas tarefas foram revisadas, algumas foram adicionadas também e melhoradas em questões das instruções e e dos procedimentos.
Então, eh, de uma forma geral, o MBC2 é uma ferramenta de avaliação, né, que ela foi desenvolvida para quê? para identificar dificuldades motoras em crianças de 3 a 16 anos e 11 meses, né, quase ali 17 anos. Ela é amplamente utilizada hoje por profissionais tanto da saúde quanto da educação, profissionais de educação física, eh terapeutas ocupacionais, enfim.
Tá? E qual quais são os principais objetivos dessa dessa avaliação? avar, avaliar as habilidades motoras finas e grossas, identificar, né, se há a presença de transtorno desenvolvimento da coordenação motora e, como a gente falou lá na frente, auxiliar na elaboração de planos de intervenção e tratamento.
Então, ele serve como uma base, né, para um um norte pro meu paraa minha intervenção. A estrutura eh desse teste, ele é dividido em três grandes partes. Primeiro, manual, né?
Então, manual, ele vai ter todas as as instruções detalhadas sobre a administração dos testes, né? Eh, parâmetros, pontuação, eh, score, tudo isso, o kit, né? Os materiais necessários para a realização, bolas, pinos, blocos, eh os saquinhos de de feijão, né, que eles chamam de areia, enfim.
e todos os protocolos de registro para você tá ali organizando, registrando o desempenho dos seus dos seus aprendizes. Alguns procedimentos que que são necessários para que a gente tenha uma uma boa administração. Primeiro, a preparação.
tem que garantir um ambiente calmo, né, até por conta eh da maioria das nossas crianças eh terem algum tipo de transtorno desenvolvimento. Então, um ambiente organizado, ele ajuda muito na na realização do teste e explicar claramente as tarefas para as crianças. Na na execução, eu tenho que demonstrar a tarefa antes da criança tentar e permitir que ela possa realizar eh algumas tentativas práticas.
Ah, dar lá uma ou duas, pode ser a critério, né, do avaliador. Tudo bem? Nada que eu faça a 10, 15, porque aí ela acaba treinando para realizar o teste.
Não, mas faço uma, duas, até que ela entenda, né, aquele aquele mecanismo, não tem problema. A duração do teste, eh, a gente vê em média de 20 a 30 minutos, mas a gente vê casos durando 40 minutos. E aí vai depender muito de cada criança, como cada criança responde a tarefa.
as fagas etárias, como eu falei anteriormente, né? Eh, a gente tem três fases visitárias de três a 6, de 7 a 10 e de 11 a 16 anos e e 11 meses. E as tarefas elas são as áreas, né, de de avaliação, elas são diferentes, elas são as mesmas, só que as tarefas são diferentes em cada faixa etária.
A gente vai ver isso um pouquinho mais à frente. Então ele eles vão esse teste vai avaliar três principais áreas: habilidade manual, né, ou destreza manual, enfim. Eh, na tradução cada um traduz de uma forma, por isso que eu até botei o português e o inglês.
Essa primeira ela vai avaliar a destreza fina e a coordenação manual. A segunda acaba sendo habilidade com bola, né? Ou eh na tradução também livar mirar e receber.
Enfim, elas vão avaliar a coordenação motora, a coordenação visomotora e habilidade de arremessar e pegar. E por último, o equilíbrio. Então, no equilíbrio avaliar o controle postural, o equilíbrio tanto de forma estática quanto o equilíbrio dinâmico.
Então, ó, eh, isso é um padrão, tá? Em todas as faixa etárias, a gente vai ter três provas de habilidades manuais, duas provas de de habilidades com bola e três provas de de equilíbrio. Então, só pra gente ver aqui o o layout do manual, né?
Então ele vem com a descrição do dos testes, tudo que tem que fazer e com uma figura eh de apoio, né, com suporte também pro próprio aplicador conseguir eh visualizar. Nessa parte do teste, que que eu eu trouxe aqui pra gente? Eu eu trouxe eh o que está no manual, né?
todas as tarefas divididas pelo por pelas áreas, tá? E eu tentei buscar alguns vídeos paraa gente entender, pra gente visualizar um pouquinho como é realizado a a aplicação desse desse teste. Então aqui aqui eu tenho as mudanças, tá?
O que que mudou do do um pro dois? Então, a gente vai ter uma mudança na na atividade de destreza manual número três, né, que é o desenho. Então, antigamente era um desenho de bicicleta, hoje em dia não.
É um é um outro tipo de desenho na na habilidade com bola, né? Eh, antigamente era rolar a bola pro gol, agora não. Agora você tem que receber, né?
Uma, uma você joga e a outra você recebe uma almofadinha lá. E no equilíbrio, eh, agora a gente vai ter o salto, né, com com os dois pés, que a gente vai ver aí detalhadamente essas essas atividades, OK? Então, ó, a primeira a primeira parte são as atividades de destrezas eh manuais, né?
Então, a primeira atividade é você colocar eh moedas dentro de uma de uma caixinha, né? Você vai você vai eh marcar o tempo que que a criança faz isso com a mão direita e depois com a mão esquerda. Então, tem diferença de 3 a 4 anos até mesmo dentro da faixa etária, que é de três a seis.
Então, de 3 a 4 anos, são utilizadas seis fichas, né? E de 5 a 6 anos são utilizada utilizadas 12 fichas. Então são máximo de duas tentativas e a gente computa o melhor tempo de cada de cada mão.
A outra é um como se fosse um a linhavar, né? você passar uns bloquinhos dentro da uma linha, uma agulha, né? Uma um cordão, né?
Um pouquinho mais grosso. E mesma coisa para as crianças mais novas são seis e para as crianças mais velhas são 12. E a última atividade é a atividade do desenho.
Então você tem que seguir o caminho, né, da bicicleta até a casa. Aí tem tipo um um túnelzinho ali também que você tem que passar, a criança tem que passar ali no meio. Eu trouxe um só pra gente poder visualizar 12 monedas alite.
Então, a gente faz uma mão e depois faz eh a outra mão, mão direita, mão esquerda, né? É importante a gente anotar no teste qual é a mão dominante também da criança. Então, esse é o primeiro teste.
>> Esse lado >> agora a parte de receber que arremessar, né? De manipular a bola, manipular a a bimbag que eles chamam, né? que é a saquinho de feijão.
Então, ó, a criança fica em cima do alvo a a 1,8 m de distância de quem está jogando e ela tem que receber a bola ou a o saquinho de de feijão, né? Enfim, aqui e aqui na nossa cultura não é muito, a gente não utiliza muito esses saquinhos de de areia, de feijão e tudo lá, lá nos Estados Unidos utilizam bastante. E na outra é um é um uma atividade de de precisão, né, que você tem que jogar e acertar no alvo ali também a 1.
8 eh met de de distância. E aqui é o outro vídeo. una intentar central.
Então, dessa forma, acredito que a gente consiga, não só, né, eh, tá falando, mas a gente consegue visualizar como como é realizado esse esses testes. O, a terceira área, né, é é a área de de equilíbrio. Então, nessa nessa faixa etária mais nova, eh, é andar sobre uma linha, só que é andar na ponta dos pés, né?
Então, assim, a criança tem que dar ali máximo ali 15 passos na ponta dos pés. O outro é ficar num pé só, né? E aí, eh, máximo 30 segundos, mas caso a criança coloque o pé no chão antes, a gente para esse tempo, tá?
Então, eh, para realizar também. E no último é salto com os dois pés eh em cada em cada tapetinho desse daí. Só baixar o som aqui, ó.
Na conta do pé. premio un solo estudiante equilibrio mayor por Sim. >> Então, um detalhe importante assim, não tem que ficar nessa posição que a menina está, ah, do avião, não, né?
Porque aí acaba sendo mais difícil, é só ficar em um pé só, tá? Na verdade, ela tomou essa postura por, né, questões, eh, pessoais. Eita, eu botei o vídeo errado.
Desculpa, era para eu colocar o vídeo do salto, né? Entrou o vídeo do do arremesso novamente, tá? Mas sem problemas.
de salto era que a criança tava saltando nesses nesses quadrados coloridos, saltando um de cada vez nesse nesses quadrados coloridos, OK? Eh, na segunda faixa etária, né, de 7 a 10 anos, nós temos a mesma configuração. São três, 2 e 3, tá?
Então, algumas coisas mudaram em relação a ao primeiro. Por quê? até porque eh no primeiro a essa faixa etária de 7 a 2 anos, de 10 anos, ela acaba ela tinha uma outra subdivisão.
Então, eh isso foi agrupado no na segunda versão do teste. Então, vamos aqui dar uma dar uma olhada. Nesse não tem não tem vídeo, até porque se eu colocasse vídeo em todos os as atividades acabaria ficando muito extenso também e a gente já conseguiu entender, né, como como se dá a aplicação.
Então, a primeira é a o alinhavo, né? Depois do alinhavo é colocar os chamam de de preguinho, né? Tipo aquele brinquedinho do do resta um ali, os no no nos furos.
Então tem a questão de toda uma uma coordenação um pouco mais elaborada, um movimento de pinça, enfim, conforme a idade vai aumentando, as tarefas elas vão ficando mais mais complexas. E o desenho também é você ter que, né, realizar um caminho um pouquinho mais complexo quando comparado com com a dinâmica anterior. na segunda, né, quando a gente fala de de arremessar e receber, a gente vai ter também uma divisão entre 7, 8 e 9, 10 anos assim.
Então você tem que na quando você joga a bolinha, né, de tênis, quando de 7 a 8 anos, você pode jogar bola bater na parede, dar um kick e você pegar de 9 a 10 anos, não, você já tem que jogar a bola, rebater na parede e voltar diretamente na sua mão. Então são alguns eh são algumas questões que a gente tem que se atentar na hora de aplicar. o teste, tá?
Então, a bolinha, a, o arremisso é praticamente e eh igual, né, da Só que a gente não pode mais jogar com as duas mãos, tem que ser com uma das mãos em relação à outra. Nessa nessa do equilíbrio tem uma tem uma mudança bem bem substancial quando a gente compara com a com a faixa etária anterior. Então a gente vai ter ali uma o passe em cima da linha não é mais na ponta do pé.
a gente vai ter que botar eh encaixar, né, em um em encostar a ponta do pé no calcanhar. Então, a gente vai ter que andar dessa forma, acaba sendo um pouco mais eh difícil, tá? No equilíbrio, né?
Eh, vai ter que tem um tem um equipamento que é esse esse boardzinho aí, né? Um balance board. Então ele gera um se fosse uma plataforma instável e aí a criança tem que ficar um pé só se equilibrando em cima desse desse acessório, no máximo também 30 segundos.
E no no salto, a criança tem que saltar com um pé só e ela tem que saltar pelo menos cinco saltos, dar cinco saltos consecutivos com uma única perna, OK? E as duas pernas elas são testadas. Lembrando que a gente sempre vai anotar o resultado desses testes, né, para depois a gente jogar lá na na nossa tabela, na nossa na nossa lista que a gente vai ver um pouquinho mais à frente para depois fazer o score e chegar a toda uma classificação em relação a ao desenvolvimento das habilidades motoras dessas dessas as crianças.
A última faixa etária, né? A gente também tem algumas mudanças em relação a ao a primeira edição. Então, a gente vê aqui quando tem um um assento flexo, né, que é é uma nova habilidade, mudou totalmente, tá?
Então aqui a gente vai ter eh mais pinos para serem colocados na primeira na primeira tarefa. Na segunda tarefa é uma tarefa um pouquinho mais complicada. Por quê?
Porque você tem que formar um triângulo, né? E ali a gente tem parafusos e porcas. Então a gente vai ter, né, quando eu falei aqui, ó, isso daqui são parafusos e porcas.
Então a gente tem que a partir desse desse material encaixar, né, e formar esse esse triângulo aqui. Então eu eu esse teste ele acaba trazendo uma uma dificuldade substancialmente maior, né, da coordenação ali, principalmente da associação de de associação de dedos e tudo. Então, eh, é bem bem difícil.
E o desenho, mesma coisa, tá? fazer se a gente vê que vai aumentando muito a a complexidade, né, desse dessas atividades. Na atividade de jogar e receber, eu vou ter que fazer, a criança só vai ter que fazer o adolescente, né, no caso, isso com uma das mãos a 2 m da da parede e tem que jogar com a uma mão e receber com a mesma mão, tá?
E depois faz com com o outro lado. E o o da da o outro teste você vai ter que jogar a 2,5 m da parede, vai ter que acertar. o o alvo, então também vai completar as tentativas eh corretas que forem forem realizados.
Então, e por último, a gente tem o o equilíbrio. Então, assim, é importante porque essa complexidade não só aqui trabalha a questão do equilíbrio, como ele falou, não só do equilíbrio estático, mas a questão do equilíbrio eh dinâmico, né? E o o a questão da força também.
Então assim, por exemplo, quando você salta num pé só em em diagonal, lógico, você tem que ter um equilíbrio recuperado bem grande, um equilíbrio dinâmico bem grande, mas se você não tiver uma um mínimo de força, você não consegue saltar na diagonal, né? Porque acaba sendo uma um pouco mais distante. Então é um teste que ele é um teste bem bem completo, né?
é bem é bem interessante. Ele traz diversas nuances eh relacionadas ao ao desenvolvimento motor. No teste aqui, ó, nesse teste de equilíbrio inicial, a gente tem o quê?
A gente tem dois eh board balance, né? Então tem que ficar ali nesses e não pode encostar a a borda, né? a base do do bord de balance no chão, senão perde no máximo 30 segundos.
Então são são elementos, como eu falei, que a gente vai evoluindo ao longo, né, das faixas etárias, que é o normal a ser esperado, né? E o que que o que que necessita o que que a gente necessita para realizar esse teste? né?
Quais são as qualificações do do exanador? Eh, esse slide aqui, ele é um slide que eu utilizo praticamente em todas as as os testes que eu que eu que eu ministro, que eu que eu faço treinamento. Por quê?
Porque ele ele é muito importante, porque eh se eu não tiver, né, se eu não tiver enquanto avaliador um treinamento em e uma interpretação dos resultados em cada teste que eu tô administrando, a tendência é que eu erre muito, né? Então eu tenho que ter uma prática anterior bem robusta. Eu tenho que pegar o manual do examinador, revisar de forma exaustiva, re, reler.
Eh, lógico, não vai ser perfeito, eu vou aplicar, eu vou cometer erros, vai, mas, eh, a prática, né, e o estudo, eles fazem com que a gente minimizem eh o erro, tá? Não dá para eu querer avaliar desenvolvimento motor, usar teste de avaliação de desenvolvimento motor sem conhecer sobre desenvolvimento motor. Então eu tenho que conhecer, eu tenho que estudar sobre desenvolvimento motor esperado, né?
E se eu tô trabalhando com populações atípicas, a populações com algum tipo de transtorno, eu tenho que conhecer sobre aquele transtorno em si. Se eu trabalho com crianças com autismo, eu tenho, né, qual comportamento eu eu posso esperar daquelas crianças? Se eu tô ali com o meu aprendiz, eu tenho que saber identificar qual comportamento eles têm, né, naquela situação.
O que que eu posso eh o que que eu posso não fazer, né, ou fazer para que minha criança não desorganize. Então são são questões eh muito importantes tanto quanto você conhecer o teste, você, né, saber sobre a aplicação, saber como eh o teste é realizado, saber o que pode e o que não pode dentro de cada de cada avaliação. E aí, eh, eu trouxe aqui só pra gente dar uma uma olhada como é apresentado o os score, né?
Porque essa essa aula de de preenchimento de de qualificação, de quantificação das das atividades, a gente vai fazer em um outro momento, né, só para poder fazer assim, a questões qualitativas, o que que eu observo. Então aqui a gente aqui ele traz uma ideia, mas como que eu que eu marco no score, né, no manual para para eu chegar lá, né, num num coeficiente? Então isso aí vai ser realizado numa outra aula, tá?
Aqui é só pra gente ter uma uma ideia de como é esse esse manual, né? Então, eh, uma coisa interessante também, eh, se a criança, eh, falhar, se a criança se recusar a fazer ou tiver comportamentos inadequados, isso também tem que ser anotado, tá? Então, eh, por exemplo, ah, ela falhou, ela não conseguiu fazer, aí eu vou lá e coloco um F.
Ah, ela se recusou a fazer, né? Eu vou e coloco um R. ou ela teve comportamentos inadequados que acabaram por não eh permitir que ela realizasse aquela tarefa.
Eu vou lá e coloco com I. Então são informações que já estão eh presentes e previstas no manual, tá? Isso de acordo com cada com cada avaliação, com cada tarefa.
Aí nós temos, né, depois um como os score eles são convertidos, né, com standar score, um componente de cada score, a gente vai ter componente da da avaliação da destreza manual, o componente só de eh receber e lançar e o componente do equilíbrio. E de acordo com a tabela lá que a gente vai ter a tabela de referência, a gente vai chegar ao stand score total e a um percentil, né, um rank. Então, de acordo com o percentil, a criança pode ter eh isso é isso é colocado em cores, tá?
laranja, vermelho e verde. Se eu não me engano, eu nem trouxe aqui porque ele vai ficar para pra nossa próxima aula, mas de acordo com o percentil, ela vai demonstrar se ela está em risco, né, em em se ela tem muito atraso motor, se ela não tem. E aí a gente vai poder analisar, né, de forma mais assertiva essa esse desenvolvimento motor dessa dessa criança.
Isso daqui, pessoal, eh em relação também ao quê? Aos comportamentos que que a criança tem. né, durante o o teste.
E Darlan, uma pergunta assim: "Ah, eu posso eu posso fazer adaptação no teste, nesse teste aqui? " Algumas adaptações mínimas, sim, podem fazer, né? Só que aí a gente vai utilizar, como o Paulo já trabalhou com vocês, a gente vai utilizar o quê?
A tabela de barreiras. Então, o que você fizer, você tem que colocar aqui, se foi um ajuste, né, se foi uma adaptação ou se foi alguma coisa impeditiva, tá? Então, é muito importante que a gente eh utilize essa tabela de de barreiras em isso em todas as avaliações motoras que a gente for eh realizar, OK?
Por quê? Porque se de repente ele ele teve um ajuste, uma adaptação num teste inicial, aí num outro teste você não precisou fazer, isso já demonstra que ele teve uma evolução, né? A gente já a gente já eliminou uma barreira que existia e agora não não existe mais.
OK? Então é bem importante essa essa essa tabela. E aí, um pouquinho mais eh destrinchada aí pra gente o que o que são quais são as barreiras e o que o que impediu, o que que você teve que ajustar, né, ou alguma adaptação que foi realizada.
Lógico, você vai adaptar essa tabela ao teste que você está realizando. Então, vamos supor, ah, eu tô realizando lá o arremessar no alvo, né, o saco de feijão no alvo. Então, se eu fiz algum ajuste, eu vou ter que descrever aqui, né, qual foi a atividade que eu que eu que eu realizei e qual foi o ajuste realizado.
Beleza, pessoal? E é isso. Em relação a ao MBC 2, era isso que a gente tinha para para apresentar para vocês, né?
E agora a gente vai para nossa conversa. Espero que eu tenha ajudado um pouquinho aí, né, a compreender sobre essa essa ferramenta aí tão tão valiosa que é esse instrumento de de avaliar a o desenvolvimento do motor de uma forma geral.