[Música] olá galera esse é o strad cast o podcast da TDS Company e de strategia pd digital que homenageia a Fender stratocaster a maior guitarra de todos os tempos tocada por quase todo mundo que abalou as estruturas da música global e nós estamos aqui sempre para falar de estratégia de organizações de ciclo de vida de informação nos negócios de transformação estratégica de transformação digital de dados de Quase tudo que interessa pros negócios Hoje em dia e o tema do podcast de agora é por é tão difícil você fazer estratégia de fato nos negócios Por que
que essa conversa é assim certas horas deixada de lado Por que que quando ela entra na agenda das organizações Por que que é tão difícil você desenhar uma estratégia fazer com que a estratégia aconteça medir o resultado da Estratégia seguir a estratégia durante meses às vezes durante anos porque há grandes estratégias que têm grandes impactos mas que são de longo prazo para começar a falar sobre isso Rui Por que que é difícil mesmo eu acho que principalmente por causa eh dessa necessidade de conseguir disseminar a estratégia em todas as pessoas da organização né normalmente a
estratégia é feita numa estrutura hierárquica no topo da organização e para ela conseguir ser disseminada na organização existe um movimento de cima para baixo que ele é difícil e que sofre uma resistência mesmo as organizações têm uma dificuldade em encontrar um espaço mais horizontal de colaboração onde ela essa estratégia ela possa est sendo criada por todos que T algum tipo de de interferência sobre ela que na prática é praticamente todo mundo e eu acho que se eu pudesse dizer assim um dos grandes fatores né que as organizações levam a não conseguir colocar essas estratégias em
prática seria a dificuldade de estabelecer processo de colaboração como em quase todo o show acontece a gente esquece de apresentar as pessoas no começo Esse é Rui Belfo um dos cientistas da TDS outro dos cientistas da TDS André Neves que tá ali na ponta vai explicar pra gente como é que a gente consegue construir estratégia de forma colaborativa com milhares de pessoas da organização participando e num processo mais ou menos determinístico em tempo real e em pouco tempo para definir questões estratégicas críticas das organizações boa essa pergunta é boa vamos ver se eu consigo explicar
ela aqui de partida acho que a gente precisa entender todo mundo né que estratégia não é um plano que muita gente acha que é um plano é esse plano que vem como R disse é um plano feito na no topo que é espalhado para baixo não é assim que a estratégia funciona né A Estratégia ela acontece no embaixo acontece todo dia o dia inte o dia todo tá todo a tomando decisão estratégica Então o que a gente propõe é que as pessoas aprendam a falar de igual para igual com as decisões que tomam e aprendam
a entender que cada decisão é estratégia a estratégia é a soma das decisões tomadas e não um conjunto de planos para alguém tomar decisão a partir daquilo ela é o contrário ela é o resultado das decisões que as pessoas tomam não tem jeito muita gente acha que é o inverso você faz um um plano estratégico entrega lá e aquilo vai AC ser feito mác não vai vai nem chegar nas pessoas de baixo a estratégia de verdade que aqui leva a organização de um lugar para outro é que acontece embaixo nas tomadas de decisão do dia
a dia então o que a gente faz na verdade a gente criou uma plataforma para fazer isso para permitir que as pessoas rapidamente discutam decidam e apareçam decisão rápida e toma decisão e executa então Isso facilita muito e muda completamente o jogo André Falando nisso tem um texto nosso por acaso que que desafia aquela frase que é erradamente atribuída ao Peter drer que nunca disse isso de que cultura como a estratégia no café da manhã e nós defendemos nesse texto que tá na MIT slan Management review Brasil que estratégia a aliás que que cultura é
estratégia em execução elabora um pouco sobre isso e elabora um pouco sobre como é que o desenho colaborativo criativo da Estratégia é quem na verdade cria a cultura da organização como execução dessa estratégia Exatamente esse esse texto é ótimo porque a gente inverte essa esse pensamento né que a cultura como estratégia não a cultura é a própria estratégia até porque é ela quem executa ela quem acontece na verdade veja tem uma frase acho que é sua Que negócios são pessoas na verdade são um grupo de pessoas são um grupo de pessoas juntas negócio são no
fundo pessoas e as pessoas decidem então a estratégia é fruto daquela das decisão das pessoas o que a gente tá dizendo é não adianta achar acreditar que a cultura vai com a cultura não pode comer estratégia porque a cultura é a própria estratégia né O que a gente disse foi muda invt aqui entende assim ó a estratégia ela ela acontece a partir das ações das pessoas ponto entendendo isso aqui a gente começa a entender que o plano quase que ele emerge do que as pessoas no dia Qual é o nosso desafio enquanto plataforma agora aqui
voltando pra história de estratti né o nosso desafio é como é que a gente deixa isso transparente como é que a gente não tem um plano a priori mas a gente constrói ele durante o processo e ele aparece o tempo todo e ele tá sempre vivo veja o plano estratégico é um negócio vivo dinâmico ele é modificado em tempo real em tempo de uso tá fazendo Tá modificando como é que a gente deixa isso transparente para entender os caminho não se perder porque senão ficar no caos então o nosso Desafio Foi esse esse ppg antigo
né a gente lançou Eli acho que um pouquinho depois da plataforma mas a plataforma que evoluiu muito o nosso desafio atual é como é que a gente consegue botando milhares de pessoas de uma organização para debater o dia inteiro tomarão inteiro ainda assim tem um plano explícito que emerge desse negócio Isso é uma inversão completa do processo Ô Vinício se quando a gente olha para esse cenário Vinícius Garcia cientista da TDS Nossa pessoa que lidera Engenharia e dados quando a gente olha pra estratégia e a gente pensa em teologia onde é que essas coisas se
encontram Qual é a estratégia de tecnologia das organizações e e como é que a gente se perdeu na maioria das vezes nesse caminho Porque você saiu com a estratégia da organização na frente e ela ficou demandando uma execução de tecnologia que na maioria das vezes não tem estratégia e como e onde é que dados ficaram no meio do caminho e por que que por que que diz aí você que é baiano essa pergunta é muito boa é extremamente complexa a gente vamos quebrar Tem uma fala de Rui aqui no comecinho que foi bem interessante quanto
ele estava falando sobre a eh você olhar pra estratégia e saber que ela não advem por e simplesmente um plano né Ela não é uma coisa estática Ela não é uma fotografia as estratégias assim como André também colocou para elas entrarem execução se manterem a execução você precisa ter um conjunto de ferramentas sejam ela culturais as pessoas que vão Executar a estratégia quag de mais ferramentas que vão possibilitar a resiliência dessa estratégia resiliência que é uns atributos clássico para qualquer tecnologia e plataforma hoje em dia ela tem que possibilitar que a estratégia também seja resiliente
porque uma das poucas certezas que a gente tem na execução de estratégia é que ela vai ter que mudar uhum porque tudo ao redor dela muda quando eu como uma empresa eh planejo e executo brilhantemente uma estratégia eu vou eh provocar Meus concorrentes a melhorar as estratégias dele e eles conseguindo isso eles vão me forçar a mudar a minha também então eu tenho que saber a priori que a primeira certeza que eu tenho com minha estratégia que ela vai mudar seja porque alguma decisão foi equivocadamente tomada por isso eu preciso de dados o tempo todo
para est olhando o que se o que eu planejei aconteceu ou seja se o futuro que eu esperava ao passar pelo presente virar passado estava de acordo com com o que eu queria que acontecesse ou quando não acontecer que é o que acontece na maioria das vezes né porque tudo a r Mud o tempo todo eh aquele papel de prever o futuro é complicado eh o que eu tenho que mudar para que eu me aproxime daquele daquele alvo que eu planejei e O Grande Desafio Nesse contexto todo é porque os dados ficam pelo caminho normalmente
a gente não não se constrói uma estratégia para acompanhar os dados pra tecnologia a gente até vê alguma coisa acontecendo mas erroneamente a gente atribui as decisões estratégias tecnológicas as mesmas que a gente faz para estratégia de negócio que eu acho que é uma receita de bolo e e que é uma única execução e vai resolver pra tecnologia eu acho que basta eu contratar uma solução daquela Big Company e eu vou resolver meu problema não não é assim na verdade que a gente vê que a maioria das grandes soluções estratégicas de tecnologia a gente vê
pelas Grand os grandes Plays hoje em dia eles são quas que feitos em house né É quase que uma alfaiataria de tecnologia onde eventualmente eu uso aquela solução de banco de dados daquela conhecida ou uma solução assim assado de de de escritório daquela outra conhecida mas eu tenho que orquestrar e essa orquestração para dar essa resiliência pra estratégia ela ADV house né tem que ser feito por alfaiataria para aquela organização considerando no contexto dela porque não tem receita de bolo ô Silvio aproveitando o ensejo da conversa era bom comentar sobre a história da recompensa do
reconhecimento e da remuneração que são coisas que podem ajudar a gente a orquestrar colaboração nas organizações né E que determinam também cultura Isso é o que a gente tava falando ali quando ah falava do aparente conflito entre cultura e estratégia e na realidade isso vem de uma frase meio radical minha onde eu digo que as organizações nenhuma organização tem Cultura a cultura é às vezes a cultura do setor porque a cultura de um setor é feita das conexões né como é que as pessoas se conhecem basicamente como é que eu sei quem é quem onde
quando e por como é que essas pessoas se relacionam na na realidade os agentes em rede se relacionam porque uma parte delas desses agentes são Organizações e como é que todo mundo interage né então você pode achar assim por exemplo existe uma cultura porto digital mas talvez não exista uma cultura explícita de uma certa empresa no porto digital mas dito isso tem uma definição básica de cultura que diz que cultura é transmissão situada de informação e o problema aqui é esse situado a transmissão de informação todo mundo sabe o que que é uh eu falo
aqui você ouve aí e já que a gente entende Português mais ou menos a gente tá entendendo o que que um tá dizendo E eu se bem que eu não sei o que é que você tá ouvindo né E muito menos o que que todo mundo lá fora tá entendendo mas o situada quer dizer em contexto Tá certo como é que a gente cria esse contexto na vasta maioria das organizações com três efeitos que começam pela letra R primeiro com reconhecimento né quem fez o quê e aprendeu-se o quê levando em conta que as organizações
contemporâneas todas que TM uma mínima probabilidade de sucesso sustentável são organizações de aprendizado veja elas não são de conhecimento que é diferente conhecimento é o seguinte eu sei um bocado de coisa tá aí e parou aí não tem que ser de aprendizado eu continuo aprendendo um bocado de coisa então tem que ter uma dinâmica de curiosidade estruturada não é então primeiro recompensa para para você tentar errar e aprender né Desculpa reconhecimento para você tentar errar e aprender principalmente pro tentar e errar Tá certo quando a gente falha em reconhecer que a tentativa e erro não
o erro maldoso direcionado mas o erro resultante da tentativa e Deus só ter uma capacidade imperfeita de executar o desconhecido que é sempre verdade quando a gente tá tentando evoluir em organização eh quando isso leva a aprendizado eu tenho que reconhecer isso nas pessoas reconhecer eu tenho que saber que elas estão contribuindo pra evolução do conhecimento na organização que é o processo de aprendizado coletivo aí você tem uma estrutura de Recompensas como é que você recompensa as pessoas por exemplo se eu faço isso sistematicamente eu posso passar a ser um líder se eu consigo convencer
as pessoas a fazerem isso melhor eu vou passar a ser um líder e aí como é que a gente faz com que as pessoas sejam carregadas por essa história de que olha eu posso tentar e errar você é reconhecido por isso se eu aprender E aí eu vou ser eventualmente recompensado com a carreira nessa organização isso é fundamental para as pessoas em muitos contextos até mais fundamental do que o terceiro R que é remuneração né como é que a gente remunera as pessoas pelo que elas fazem eu já vi em muitos casos as pessoas ficarem
com remunerações menos interessantes do ponto de vista financeiro puro porque elas são reconhecidas e recompensadas dentro das organizações é claro que você não pode simplesmente dizer Ok eu vou te pagar menos porque eu tô te reconhecendo muito não é assim tem um equilíbrio nisso tudo mas muito mais fundamental do que a gente olhar para uma espécie de uma pseudocultura que existe nas organizações aqui todo mundo pensa assim o que em muitos casos é ruim né todo mundo pensar assim igual é uma coisa que a gente não quer em organização nenhuma colaboração é muito menos na
TDS né na TDS a gente quer que todo mundo pense que a gente tem um propósito um conjunto de propósitos para para resolver certos problemas no mundo das empresas dos negócios das organizações inclusive organizações de estado gente a gente não quer que todo mundo pense do mesmo jeito né literalmente não queremos isso mas é fundamental que a gente consiga orientar as pessoas ao redor de um certo pequeno conjunto de princípios de valores de propósitos de objetivos e metas dados os limites e os recursos e eu tô falando das palavras chaves do que são as culturas
organizacionais né como é que elas são construídas Nesse contexto que tem propósitos objetivos metas princípios e valores limites e recursos que criam aquela certa caixa organizacional a caixa da organização é definida por essas palavras que eu acabei eh de mencionar aqui e por essas outras três que a gente já tava falando antes como é que dentro dessa caixa a gente reconhece a gente recompensa e a gente remunera as pessoas e esse foi o fim de mais um strat cast até o pró prosimo [Música] [Aplausos] [Música]