No episódio de hoje, você vai descobrir o que é outreat e como você pode usar essa estratégia para aumentar a geração de demanda, para prospectar mais, principalmente no B2B, quando você vende produtos e serviços soluções para outras empresas. O episódio tá incrível, fica até o final para você ter o playbook completo de como executar essa estratégia. Roda vinheta. Vamos começar. Olá, super vendedores, tudo bem? Estamos Começando mais um episódio do Papo de Vendedor. O meu, o seu, o nosso podcast de vendas. Um podcast feito de vendedores para vendedores. Você já me conhece, eu sou Leandro
Buz e aqui comigo está ele, Daniel Mestre. Fala aí, pessoal. Como é que tá essa força? Daniel Mestre, hoje vamos gravar sobre estratégia outreach em vendas B2B, meu amigo. É isso aí. E a gente trouxe um convidado de peso, um dos maiores especialistas no assunto da América Latina, né? Eu tava conversando com ele, Thiago Avelino. Ele é marido da Suelen, papai da Luía e tem como lema de vida, segura essa: Trabalhe duro, seja forte e não enche o saco. Aí, ó. Top, hein? É um bom. Ele é co-founder, né? c-fundador e CRO, responsável por receita
na TR, uma empresa focada na geração de demanda B2B e atualmente a TR é a principal referência no tema no Brasil. Ele é sócio do Thiago Lisboa, né? Então a gente vai chamar ele de Avelino e tem o Lisboa e eles são conhecidos como os xarás da prospecção. Exatamente. Gerando conteúdo no LinkedIn igual doido. Todo dia eu entro no LinkedIn. Um dos um dos primeiros posts ou é dele ou é do Sócio. E é sempre bonito, né? sempre uma estética legal caramba. Seu hou é musculação na hora do almoço e estudar a fisiologia do exercício
para melhorar o seu treino. E durante o treino ele escuta audiolivros, um excelente jeito de treinar, diga-se de passagem, e Estuda desenvolvimento pessoal. Avelino, seja muito bem-vindo ao Papo Primendedor, cara. Pô, cara, que apresentação é essa? Fiquei aqui, cara, constrangido no bom sentido, envergonhado, intimidado. Mas, cara, obrigado aí pelo convite, mestre Lê. Cara, um prazer estar aqui com vocês. Um prazer estar com vocês aí, super vendedores, nesse papo aqui que é massa. Minha esposa já vai ficar feliz, né? Porque aqui o o marido da Suelen, né? O Papai da Luía. E cara, uma curiosidade, né?
Vocês estavam falando ali da TR. A TRA, cara, ela a gente passou por um rebranding hoje, hoje hoje a gente veio trabalhando um pouquinho nesse, nesse novo posicionamento. A TRR era The Rav Architects pela nossa jornada em arquitetura de receita, como executivo de receita, etc. Agora ela é technology for revenue acquisition, porque agora o nosso foco é desenvolver soluções, tecnologia, serviços para aquisição de Receita, cara. Então, consegiu aproveitar o acrônimo, né? É, conseguiu, teve que mudar o nome da empresa, pô. Esse foi o trabalho que a gente fez. A gente tinha muita coisa, um posicionamento
bem legal com TR, a gente só mudou o foco. Nota 10. Nota 10. Pra gente começar, né, Lê? Uhum. Acho que a pergunta que o pessoal deve est se perguntando é: "Que [ __ ] é outrich, mano? O que que é outreich? Cara, ninguém ninguém sabe. É por isso que a Gente tem de fato explorado ainda mais o tema. Mas assim, para quem tá ouvindo a gente, a gente não tá reinventando a roda, tá? Eu acho que o que a gente tem feito eh é algo bem convencional até no nosso mercado brasileiro, que é ver
o que tá dando certo lá fora, o que de fato tem de inovação, o que de fato tem funcionado especificamente pra geração de demanda B2B, que esse é o nosso foco, tanto eu como meu sócio Thiago Lisboa. Um abraço aí, Lisboa. Deve estar Assistindo aí a gente agora. Eh, o nosso foco foi escolher uma única coisa para resolver no mercado. Depois de tantos anos olhando paraa arquitetura de receita, passando pelos mais diversos cargos e em startups, empresas de tecnologia, empresa serviço, consultoria, olhando para marketing, vendas e CS, a gente falou: "Cara, existe uma dor no
mercado". Por quê? Previsibilidade acabou, galera. Acabou. O lead ele já não se comporta da mesma Forma. Hoje a concorrência é absurda. Eu até tava vendo um cara falando esses dias que ele pagava em 2013 6 centavos pelo lead no Facebook. 6 centavos pelo lead. Hoje um lead, cara, B2B, você pode chegar a 1000, R$ 2.000 se você de fato não fizer um bom trabalho prévio de conução de autoridade. E o Altrate, basicamente, ele entra nessa jornada. Eh, assim, a palavra ela já data de bastante tempo como uma estratégia de geração de demanda, mas ela chegou
com Força em 2023 e a gente basicamente se apropriou disso e focou muito nesse nicho, sendo as maiores referências hoje no Brasil. Tanto que nós somos a única agência eh especialista em implementação de de da máquina de altruit propriamente dito. Somos a única agência na América Latina eh que somos eh ã indicadas tanto por LANL como lá Grove Machine e Tluence agora, que são as ferramentas top hoje a nível mundo. E olha que curioso, La Grove Machine Llist são francesas, cara. Então assim, você vê que o ecossistema, o foco desse desse modelo de geração de
demanda B2B, ele, cara, ele não tá nos Estados Unidos hoje. Ele tá Europa, cara. Ele tá Europa. Olha que curioso. Mas o Ala, ele é uma técnica, ele é uma estratégia. Como é que se traduz o o outreata, de uma aplicação e por que ele funciona no B2B e não no B2C? Boa, legal. Essa é uma ótima pergunta. Eh, quando a gente tá falando de outreat, trazendo o conceito literal, né, a Tradução, ele tá falando muito mais sobre como alcançar. Ou seja, outreat é divulgação e reach out seria alcançar, alcançar o teu lead, alcançar o
teu público em específico. E o outreat, basicamente, ele é uma evolução daquilo que a gente via como apenas inbound ou apenas outbound. Então, empresas faziam só outbound, às vezes faziam inbound, às vezes construíam funil y e aonde acontecia o inbound, blog. site, conteúdos, não necess anúncios fora da Rede social, anúncios. O anúncio era dentro, mas basicamente se popularizou lá em 2015 com RD Station, cara, faça blog, blog, blog, SEO, rock content, etc. Eh, já no modelo de Altreit, a gente tá falando de uma máquina baseada em bound LED bound com foco em geração e captura
de sinais de intenção de compra, aonde especificamente LinkedIn e quando a gente tá falando de multicanalidade, aí entre uma parte de call, mas ela tem uma Uma peculiaridade que é trabalhar uma visão warm. Você não faz prospecções frias, tá? você alcança um lead de forma fria, gera valor para ele no que a gente chama através de microofas. Tô desenhando o playbook aqui, tá pessoal? Então você entrega um uma microoferta para ele, que é uma resolução de um problema específico, num curtíssimo prazo, ao que ele pode resolver com 5 minutos, você constrói a autoridade e você
consegue trazer ele pra mesa de uma Forma diferente. Então assim, a gente tava até comentando aqui nos bastidores sobre a nossa produção ostensiva de LinkedIn. Nosso conteúdo hoje alcança em média por dia com um único post, cada um de nós umas 10.000 pessoas. A gente tem um ótimo engajamento e lá eu tenho fundadores, cofundadores, empresários que engajam conosco. Que que ele está nos dando? Um sinal de intenção de compra. Eu consumo teu conteúdo porque isso ressoa para mim. E aí eu trago ele Para dentro das minhas campanhas de altruet trabalhando multicanalidade, seja DMs pro LinkedIn,
seja e-mail. E aí, cara, de uma forma bem específica e peculiar, de uma forma como se fosse uma evolução do outbound e do inbound. O, deixa eu ver se eu entendi, né, que a a eu tenho o papel aqui dentro do do papo de vendedor, né, eu e o Dani, a gente precisa muitas vezes traduzir, porque a gente tá levando, né, inclusive o nome do episódio é como usar a estratégia Outreat, porque é uma coisa eh que que é nova, né, e a gente não vai ser familiar para todo mundo, não vai ser familiar, eu
diria que para assim conhecer na nossa audiência para 95% da nossa audiência aqui no Papo Emedor. E e eu queria e eh sintetizar, traduzir, né? Então, por exemplo, o outreat ele ele opera dentro do LinkedIn principalmente ou não? Ele tem ou você pode trabalhar uma estratégia de outreat fora do LinkedIn, mesmo, por exemplo, Instagram Sendo uma rede mais B2C, dá também ou não? Ele é mais focado no LinkedIn. Então, vamos lá, pra gente traduzir isso de uma forma que todos possam entender. E isso é bacana, essa provocação, porque é aquilo, né? Pô, cara, qual a
tua proposta de valor? teu filho de 4 anos precisa entender aquilo que você faz. Uhum. Então, basicamente, a gente produz conteúdos no LinkedIn. Esse é o braço de inbound. Sinais de intenção de compra são emitidos através de dos mais Diversos tipos de engajamento, tipo um comentário, por exemplo. Tipo um comentário, uma curtida, um DM. E a gente faz uma ação que a gente chama de scraping de leads, ou seja, eu faço a raspagem desses dados dessas pessoas, eu trago elas para uma lista e como elas têm um contexto muito grande por um engajamento prévio e
a própria autoridade do influenciador, ela tá pronta para ser abordada por outros canais, como por exemplo o e-mail e a Continuidade pelo LinkedIn. Essa lista que você fala seria, por exemplo, dentro de uma fer dentro de um CRM marketing, por exemplo. Exato. Vou dar um exemplo bem uma newsletter. uma newsletter funcionaria, o site funcionaria, que a gente tá falando especificamente do LinkedIn como canal de produção de conteúdo, mas newsletter funcionaria também. Você vê o engajamento, por exemplo, do News, aquele cara tá dizendo: "Cara, esse conteúdo ressoa Para mim, provavelmente eu tenho a dor, então eu
tô pronto para ser abordado. Não significa que ele está pronto para comprar, tá? Ele tá topo para meio de funil, vai." Exato. Exato. Então, ele quer consumir o conteúdo, né? É isso. Só que quando a gente tá falando dessa estruturação de máquina entre a tecnologia, a automação e a e uma máquina que performa hoje pelas nossas experimentações, óbvio, depende do apetite do cliente, o quanto que a gente Consegue investir hoje dentro da TR, a gente faz uma média de 120 reuniões qualificadas sem SDR, mas a gente tem um investimento aproximado de 4.000 em ferramentas hoje.
Mas assim, eu tenho uma substituição de um baita time, um batalhão de pessoas que eu teria gestão, ineficiência. E qual que é a nossa principal proposta? Escalar geração de demanda B2B sem investir em time ou ads, tá? Então é essa substituição. Mas então vamos lá. Eh, eu faço uma série de Publicações dentro do LinkedIn para ativar eh com assuntos relacionados ao meu perfil de cliente ideal. Perfeito, né? pego, por exemplo, uma dor específica, vamos colocar aqui, sei lá, uma eh como melhorar a negociação eh entre e como melhorar a negociação no B2B, por exemplo, eu
crio um post relacionado e aí eu eu monitoro quem comenta, exatamente. E aí quem comenta, por exemplo, eu adiciono a pessoa e mando Uma mensagem. Então é é mais ou menos esse o caminho. É mais ou menos esse fluxo, porque qual que é a ideia? que você estabeleça um relacionamento. A gente até tem um lema na TR que é mais social, menos selling. Então hoje, cara, isso é muito difícil você vender para um cliente, principalmente para contratos seis dígitos, que é o que a gente tá acostumado a vender na TR e pros nossos clientes também,
que você consiga fazer uma venda desse tipo por Impacto. Então essa visão de alcançar, quando a gente pega aí, por exemplo, uma um framework de Piramide Chat Homes, onde você tem lá a escala que dos 100% dos leads que você aborda só 3% no momento de compra, no outreach, eu consigo trabalhar toda essa escala, porque você vai aquecendo, aí vem o vai aquecendo. Exato. Exato. Então aqui a gente tá trazendo esse aquecimento, networking, relacionamento. Eh, a gente começa também a ter essa Visão do do e do dark funnel, né, que o pessoal fala, né, que
é o o o funil que você não tá vendo, aquela galera que tá te consumindo, que tá vindo. Essa semana mesmo a gente teve um caso, semana passada, eh, um cliente que vinha consumindo os meus conteúdos especificamente ao longo de três meses e ele ficava, cara, uma hora eu tenho que falar com aino, uma hora eu tenho que falar com aí fiz um post e ele ressoou muito com o cara que o cara tomou ação, Falou assim: "Cara, podemos conversar?" E a gente conversou na reunião, descobri que ele me consumia em silêncio. Ele não engajava,
mas ele salvava meus posts, que é um indicador que o LinkedIn ainda não mostra, infelizmente. Táum? Então ele salvava meus conteúdos, estudava aquilo, me colocava como uma autoridade no negócio dele, na cabeça dele, nas estratégias dele, mas de forma invisível, né? Invisível. Então ele ele passava por esse dark funnel ali. Eu não Conseguia enxergar ele até ele dar essa levantada de mão. Em nenhum momento eu consegui colocar ele para na campanha. Mas daí ele não veio warm, ele veio hot. Ele já veio hot. Então essa é a estratégia. Então aqueles que dão sinais de intenção,
eu converso. Aqueles que estão em silêncio, eu tô produzindo um inbound que lidera o outbound. Por isso que é o inbound led outbound. Inbound liderando outbound. Eu não faço abordagens sem uma construção de Autoridade prévia, tá? Mas no caso você fala outbound. Por quê? Porque essa, o outreit seria uma técnica de outbound, mas quando você faz o aquecimento da galera que te acompanha no LinkedIn, isso é a base do inbound. É, é por isso que conteúdo ali, né? Exato. Você aquece com conteúdo, uma construção de autoridade prévia e depois o Outbound entra na abordagem. Mas
daí você faz a a prospecção ativa, vamos dizer. É, tem um cara muito fera, né, que é o Adam Robinson, que ele fundou uma solução que chama B2B. Ele é um um um founder serial, assim, e ele fala muito da estratégia de inbound lá out bound. Então, quem tiver assistindo a gente segue lá o Adam Robinson. Espero que ele me veja lá dos Estados Unidos. Mas essa solução, por exemplo, que ele construiu do RB2B, é o que que ele faz? Ele captura sinais de intenção de compra no site. É como se você conseguisse rastrear o
Cook e conseguisse coletar Dados de visita no site. Eu falar: "Cara, você tá visitando o meu site agora. eh, posso te ajudar e eu não deixo perder esse sinal. Então, óbvio, tem outras ferramentas que fazem isso também. Então, por isso que eu tô falando, o outre, ele não é uma e reinvenção de roda, tá? Talvez tenha um nome diferente para uma nova estratégia que aglutina algumas das quais a gente já conhecia. Uhum. Mas, por exemplo, hoje um cliente meu que me procura, ele Não precisa nem ter blog. Eu opero tudo isso dentro do LinkedIn dele,
inclusive produzindo conteúdo para ele também. Entendi. Agora você me explicando, vem muito a escola de inbound, né, na minha cabeça, porque eu venho dessa escola, né? Eu comecei a empreender em 2012. Ah, em 2014 eu entro pro programa de de parceiros da da RD. Eu tinha uma agência de marketing digital e aí eu começo a desenvolver projetos de embal depois vira a performance, enfim, até eu chegar Onde onde os supervendedores praticamente nasceu, que é a parte de treinamento. Gerava muito líd, os clientes não conseguiam vender. Eu comecei a falar mais de vendas do que de
marketing. Aí, né, foi uma transição quase que natural. Mas eu venho dessa escola do tipo criar, na época a gente chamava de isca digital, né? Eu vou criar um uma isca digital, daí eu vou promover essa isca, daí a pessoa converte numa landing page, ela entra no Meu funil de marketing lead leite qualificado ou oportunidade. Quer dizer, trazia todo esse contexto grande para no final você trazer um um lead aquecido ali, né? E eh já com mais consciência tanto do problema quanto da resolução e e e já construindo uma autoridade sobre você para resolver o
problema que ele descobriu, né? O alt seria uma releitura dessa dessa escola de 2012, 2014, na sua visão, cara. Perfeito. Perfeito. Por quê? Porque o que a gente chamava isca Digital, a gente chama de microferta, só que ela vem num contexto diferente. Lá em 2015, a RD nos ensinou o quê, cara? Faz o ebook bonitão, capa, aquela coisa. Hoje a microferta, cara, você vê a garotada, inclusive eu fiz um post falando sobre isso ontem, né, que a geração Z domina muito mais estratégia de geração de demanda hoje do que a geração Millenium ou geração X,
que já passou dos 30 anos. Por quê? Porque eles dominam o IA, uma produção rápida, por Exemplo, de uma microferta, cara, esse IA, esse daqui é meu cliente, perfil de cliente ideal. Me liste 15 dores que ele tem agora. me me liste aqui quatro possibilidades aqui de uma microoferta que vão resolver essas dores aqui em 5 minutos para ele com um playbook bem estruturado. Cara, ele traz isso para dentro do LinkedIn dentro de um post altamente persuasivo que a gente chama de lead magnets. Cara, ele oferece isso dentro do postad magnets. L que é o
post Que a pessoa vai se conectar com você, vai curtir, vai vaiar, vai pedir, cara, comente aqui playbook que eu vou te mandar no teu DM, tá? Então esse esse é o fator que que proporciona um um processo de viralização dentro do LinkedIn. Eu eu vou dar um exemplo para você. Vamos lá. E quando a gente começou a TRA, cara, em maio eh do ano passado, nesse produto, especificamente, a gente já trabalhava com consulte e a gente pivotou o modelo para olhar só paraa Geração de demanda. A gente pegava projetos de mais de 300.000 para
grandes empresas. A gente falou com algumas empresas de economia real, agro, aquela coisa, só que era muito complexo. Eh, eh, assim, era um nicho que a gente não queria atuar. A gente queria olhar um uma um compartimento da máquina de vendas, que era a máquina de aquisição, tá? Eu fiz um conteúdo que era eh eu não uso, eu não uso seos Navigator e recomendo que você não use. Explico o Porquê. Sim, interessante. Us seus Navigator. É, não use os seus navigator. Te explico o porquê. E eu desenhei todo o playbook do porque eu não usava
o Seos Navigator, que isso era uma metodologia antiga e o Seos Navigator custava mais caro do que ferramentas muito mais otimizadas para inteligência, enriquecimento, automação, captura de sinais de intenção de compra. E e eu falei assim: "Se você quiser saber como eu gero eh 20, naquela Época eram 20 reuniões mês que a gente tava gerando ainda no começo pra consultoria, hoje a gente gera mais de 100". Eh, eu falei assim: "Se você quer saber como eu gero, digite aqui, eu quero e eu vou te mandar um playbook". Cara, esse post, esse post nos gerou 90.000
em novos contratos em 15 dias e 15.000 de MRR de largada pro produto. De largada. Um único conteúdo. Um único conteúdo desse conteúdo. Vamos lá. Você fez um Conteúdo, aí a pessoa escrevia eu quero aí você entrava na DM e mandava manualmente para para essa pessoa o playbook. Perfeito. Esse playbook tava dentro de uma landing page que o cara colocava os dados, não, dentro do Notion. Dentro do Notion. Então ele clicava e já acessava. Ele não tinha, ele não tinha nenhum tipo de, ele não dava nenhuma informação para acessar. Zero. Pô, já, já, você já
matou a escola em bound, né? Porque os caras fal tem Que pegar o e-mail, você já entregou direto pro cara, você já tira uma barreira do tipo, ah, tá vendo, é uma estratégia de Israia meu contato. Tá aqui, ó, tá na sua cara, você entrega para ele. E aí, como é que isso vira uma reunião? Porque eu imagino que, putz, cara, vem um monte de gente querendo, mas você tem que dar uma peneirada para você chegar ali e falar assim: "Cara, não dá. Sei lá, às vezes tem 100 comentários e eu quero. Pô, se eu
for Falar com 100 pessoas dentro de uma call, uma discovery call, né, uma uma reunião de levantamento de necessidades, sei lá, de uma hora, fodeu, né? Eu não faço mais nada no mês. Só eu tenho que atender essa galera. Como é que você faz para peneirar dessa dessa desse exemplo dessa estratégia? Cara, por isso que o Inbound, liderando Outboundo NinkedIn funciona tão bem. Eu já tenho cargo, eu consigo entrar dentro da company page, ver quantos funcionários esse cara tem, Tá? A gente tem uma métrica que chama FTE, né, full time equivalent, que é tipo qual
que é o custo de um funcionário full time? E a gente é uma métrica no Brasil entre 5 e 10. Então, um cara que tem 10 colaboradores, eu falo: "Cara, esse cara já passou do 100K de faturamento, provavelmente ele tá entre 50 e 100K. Dá para eu conversar com ele aqui para eu implantar essa máquina". Então, o cara é CEO, co-founder, empresário, proprietário, tá Para mim para um produto de B2B, se ele tiver dentro do perfil, tá? Então você você qualifica esse lead que pediu o ebook em dois pontos. Primeiro, o cargo, segundo, quantidade de
profissionais da Company Page. Perfeito. Perfeito. Cargo de decisão, número de colaboradores que me dá o dado de faturamento aproximado, isso já valida para mim se esse cara tem um potencial de compra do meu produto ou serviço. Tá bom? Só que essa primeira estratégia, ela validou pra gente Algumas vezes algumas coisas. A gente tinha um produto de educação que se chama LinkedIn para vendas e evoluiu pra nossa comunidade Allers. E a gente tinha esse produto que a gente chama carinhosamente de LPV. Então, se o cara era um vendedor e me pedia, eu mandava e falava: "Cara,
que que você achou?" "Cara, achei fera. Pô, eu tenho um produto de educação que te ensina a resolver isso aqui". e mandava lá LP do produto e o cara comprava o Produto, se ele quisesse. O produto é a comunidade, que é aquilo que você me mostrou que era um produto digital antes, não era uma comunidade, mas enfim, evoluiu pra comunidade. Esse cara comprava ou não, mas eu tava construindo também um funil B2C. Se o cara no fundador, eu explorava DM com ele, como cara, o que que você achou? Aí vinha o social selling com mais
social, menos selling. Cara, que você achou? Pô, cara, legal, pô. Mas cara, é complexo executar Isso aqui, pô cara, vamos bater um papo, talvez consiga te ajudar e virava a reunião. Isso no inbox. Isso no inbox. No entregou o link do da ferramenta ali, aí entra o outbound, você penerou, né? Você enxergou que aquela pessoa ali tem o cargo e a quantidade de profissionais que o teu perfil de cliente ideal eh normalmente tem. E aí você escolhe e intencionalmente continuar a conversa com aquela pessoa. Exato. Né? E aí o resto você simplesmente indicava uma Página,
é B2C, vai comprar meu produto digital, é meu perfil de cliente ideal pro produto de auto ticket, vou continuar a conversa, vou continuar o social selling, tá? Mas só que desse conteúdo, outros tantos nem mandou eu quero, foi no meu inbox, falou assim: "Cara, como funciona o serviço?" Aí é é aí o Carot no momento de compra, capturei os 3% e conversei com o restante da base e nutri. Isso nos trouxe num único post início desse Produto, 90.000 de receita, 15.000 de MRR e mais ou menos 450.000 de pipeline, tá? De largada num único conteúdo.
Então assim, a ideia é que isso era normal no teu negócio ou não? Foi uma coisa que foi tipo assim, na hora que você olhou 450.000 de oportunidade, R$ 90.000 de de venda de projeto e R$ 15.000 R$ 1000 que os clientes vão te pagar recorrentemente a como mensalidade. Isso era normal no teu no teu modelo de negócio naquele momento ou Você falou assim: "Cara, pô, tô diante de algo que é um é um diferencial que eu posso explorar?" Cara, assim, eu vendo no LinkedIn desde 2012, inclusive na minha carreira executiva, eu fui contratado algumas
vezes pela minha pelo meu posicionamento e dominar essa essa construção de canal de vendas pelo LinkedIn, tá? Então isso para mim já era uma coisa que eu sabia que ia dar bom. Inclusive um ano antes, eh, eu e o Lisboa e mais um sócio, nós Fizemos um lançamento de um produto de desenvolvimento eh para executivos que queriam fazer transição de carreira. Eles eram executivos e queriam virar executivos como serviço ou fractional executive. E esse produto em 15 dias num building public que a gente fez dentro do LinkedIn, a gente lançou esse produto, a gente fez
R$ 300.000 em 15 dias, tá? Tá com jogando a galera para um grupo de WhatsApp. Então assim, tem várias jornadas que você pode falar Dentro do LinkedIn. A gente tá falando da estratégia de outreat, mas ele não funcionaria de forma tão efetiva sem o LinkedIn respondendo a tua pergunta: "Ah, mas dá para fazer isso pelo blog?" Lógico que dá, mas como é que você captura o sinal de intenção para abordagem? Ah, o cara precisa deixar o lead, ele precisa converter na landing page, ele precisa deixar o dado. E dentro do LinkedIn isso é mais fluido.
Sim. E sim, porque eu acho que tem o o Componente de você conseguir mandar uma mensagem para mim, né? de você ver a minha curtida, o meu like e você consegue clicar e você consegue ver todo mundo que deu like, você consegue abordar aquela pessoa. Tá fazendo mais sentido para mim? Eu acredito que o amigo ouvinte também esteja entendendo mais. Isso abre duas abriram duas dois pensamentos aqui que eu quero compartilhar com vocês, né? Primeiro deles, eu entendi que esse Exemplo que a gente tá usando para ficar mais didático pra gente entender, ele não é
em si a única estratégia de outreach, ele é a estratégia que funcionou para você naquele momento. Eu posso ter outras estratégias. Você acabou de falar uma. Ah, vou levar a pessoa para um grupo de WhatsApp, de repente vou conectar esse grupo de WhatsApp com uma masterclass. Quer dizer, cada um vai ter a sua estratégia. Não é uma receita de bolo Que eu vou fazer, vai sair o bolo sabor chocolate e o Daniel vai fazer, vai sair o mesmo bolo sabor chocolate. No meu pode ser chocolate, o dele pode ser, sei lá, banana. Mas assim, você
tá mostrando como fazer o bolo. É isso. Assim, para ser ainda mais objetivo, Lê, eh, quando eu falo do grupo do WhatsApp, a gente tá falando especificamente de vender um produto B2C, tá? Então aqui a gente, nesse caso, eu tô falando um formato de lançamento, né? Eu tô assim, eu tô Falando do potencial do LinkedIn como canal de aquisição de leads orgânico, tá? Vamos falar assim, quando a gente tá falando do outreat, não, a gente tá falando de vendas complexas, então ele exige uma cadência, ele exige multicanalidade. Para você só fazer a aquisição de lead,
você pode fazer um post, né? Você pode usar uma estratégia de lead magnets, por exemplo, que não é uma coisa reinventada. Se você digitar no Google Lead Magnet, você vai ver a Rock Content falando sobre isso em 2014. Sim. Perfeito. Escola deuncion. Exato. Como que funciona a multicanalidade se você não capta telefone e e-mail desse cara dentro do LinkedIn? Aí é que tá o lance dessa visão do technology for revenue acquisition. Por quê? Porque eu trago tecnologia que plugada ao LinkedIn e estruturando essa visão de multicanalidade, eu faço o quê? ações de Geração de sinal
de tensão de compra, scraping de leads para dentro de uma plataforma, enriquecimento dessa baseando N8N, make, usando múltiplas plataformas de big data. É, aí eu tô abrindo o capô para vocês. Por isso que você falou dos 2K de dólar mês. Exato. Exato. E aí a gente tá falando do quê hoje? Um um ponto bem interessante aqui pra audiência é 99% das empresas B2B prospectam errado por e-mail. Por quê? Porque elas estão comprando uma ferramenta de prospecção Outbound, um Apolo da vida ou alguma coisa do gênero, que são ótimas ferramentas. Existem várias, só que qual é
a modalidade delas, cara? Entra aqui, pluga o teu Gmail e já começa a prospectar. Que que ele tá dizendo para você, cara? entre aqui e acabe com a tua reputação do teu domínio. Por quê? Uhum. Porque eu vou lá, plugo o meu Gmail e começo a fazer prospecção em massa usando o meu e-mail De trabalho, o meu o meu domínio, os famosos codils, os codils em massa que viram o quê? Spam. E aí você vira o quê? Um baita de um spammer. Então o que que a gente faz dentro dessa máquina de outreit? Uma construção
de infraestrutura que envolve o quê? Eu compro, não uso o domínio do meu cliente, compro alguns domínios, estruturo algumas caixas, a gente chama de múltiplas caixas de e-mail, eu faço um negócio chama Aquecimento de e-mail, warm mail, eu tenho ferramentas para isso. Depois que eu aqueci essas caixas, elas têm uma ótima escoragem, é certeza uma SLA de 99% que esse e-mail caia na caixa de entrada do meu cliente. Aí, qual é o ajuste que eu tenho que fazer? Copy. Tá? Tô respondendo a tua pergunta, Dani, eu capturo esse lead dentro do LinkedIn, faço um scraping
dele, trago para dentro de uma base, faço o enriquecimento e aí eu posso colocar ele dentro das Campanhas usando multicanalidade. E a multicanalidade de forma muito simples, cara. Mando mensagem dentro do DM, o cara não respondeu, mand. Cara, você viu lá o meu LinkedIn? Pô, tá aqui a oferta que eu te prometi lá, pô. Você quer descobrir como é que eu que eu que eu gerei 17 reuniões qualificadas esse mês? Pô, se liga nesse Playbook aqui, cara. Não peço e-mail. Eu já tenho o e-mail, na verdade não peço nada para ele. Ele clica no notion
e fala: "Cara, que Notion incrível, cara. Que playbook top que esse cara tá me dando de graça. Quero entender mais o que você faz. Me conta, tá? É porque muitas vezes é porque muitas vezes ele ele percebe que ele tem o playbook, mas ele não sabe aplicar o playbook. Ele precisa da ajuda de alguém que construiu e usa o playbook no dia a dia, né? Não tem como. A gente playbook, livro de receita, filho. Tá. É bem é o prato em cima da mesa. É que eu quero ver. Exato. Eu posso pegar o Playbook do
Gordon Ramsei o Bif Wellington aqui que vai ser o difícil. É isso aí. Não, olha só o corte, né? O corte é assim, cara. 99% do ouro a gente tá dando aqui. É. É. Agora precisa pagar para organizar. Exatamente. Então assim, eu tô abrindo o ouro aqui de tudo que a gente faz, só que o provavelmente agora a nossa audiência tá, cara, tá anotando, pô, deixa eu entuxo não tá fechando, pô. Mas onde que tá essa ferramenta? Mas cara, como é que eu faço isso? Mas como É que eu faço essa integração? Cara, então assim,
quer ganhar tempo, precisa pagar para fazer. Aham. Ou aprende a fazer, né? Com a gente você vai levar mais tempo. Então é essa é a única diferença entre o B2B e o B2C para nós, tá? Na escada de valor. É o B2B é: "Cara, eu tenho dinheiro, mas não tenho tempo. Eu pago para você e você faz para mim". O Bitc é: "Cara, eu não tenho dinheiro, mas tô com tempo. Como é que eu aprendo com você?" Tá? E aí agora a Gente tá criando uma nova, não só trazendo esse novo conceito nicho, mas também
criando novas posições no mercado, porque a gente contratou a primeira GTM engineer do mercado brasileiro. Então, na TR, como que funciona esse modelo? Esse modelo é baseado em squad. Eu não preciso de um monte de SDR, um monte de ads, eu preciso de automação e a e um GTM Engineer tocando toda essa infraestrutura. Que que é o GTM Engineer? é o especialista da engenharia de go to market dessa máquina. Então é o cara que vai orquestrar toda essa máquina funcionando. Basicamente isso. Não é um social selling, não é o social selling. O social seller ele
pode entrar dessa operação porque ele é uma das ações. A gente já fornece isso pro nosso cliente. Mas esse GTM, para vocês terem uma ideia, tem uma startup alemã que chama Tield, talvez vocês tenham ouvido falar, Que é aquela de transcrição de call, etc. É, eles procuraram a gente por nós éramos a única, as únicas figuras falando sobre outre no mundo em língua portuguesa. E aí o red de marketing deles que é português, nos procurou e falou assim: "Cara, eu preciso de um GTM engineer porque eu já ouvi esse termo lá fora. Vocês conseguem criar
essa pessoa para mim? Eh, treinar essa pessoa para mim?" Então, olha só a expansão de algo novo acontecendo, porque antes você Tinha, pô, o coordenador de pré-vendas, ele treina o SDR, ele coloca SDR, ele coloca as stacks e a coisa flui através de prospecção. O GTM não, cara. Basicamente ele é um operador de máquinas trazendo inteligência, automação e a esse cara domina tudo isso. Ele precisa dominar isso. Então, é o nosso, a nossa GTM engineer, que é uma mulher, ela domina N8N, make, automação, IA. Copy e daqui a pouco entra também a máquina de tráfego
que eu posso explicar Para vocês como que ela funciona dentro disso também. Mas antes da gente continuar o nosso bate-papo aqui, eu quero reforçar que a turma nova do programa de aceleração de supervendedores, a nossa mentoria está com as inscrições abertas. Eu quero convidar você que é ouvinte do Papo Emendedor a fazer uma reunião estratégica com o meu time ou se der sorte comigo pessoalmente. Para você conhecer todos os detalhes do Programa De Aeleração, é só você clicar no link que acompanha este podcast, colocar os seus dados e o nosso time vai entrar em contato
com você, tanto pelo telefone quanto pelo WhatsApp. Agora, se você quer organizar as oportunidades de negócio do seu funil de vendas e fazer uma gestão de carteira de clientes que te ajude a bater meta de vendas com consistência, quero convidar você para conhecer o Plumes CRM, o nosso patrocinador aqui desta temporada. Inclusive, é a ferramenta que nós usamos na nossa operação comercial. Os dois links estão na descrição deste conteúdo. Agora sim, vamos pro bloco dois. Agora, uma coisa que eu tô imaginando até em cima das nossas conversas anteriores é um um termo que tá ganhando
bastante espaço, que é o founder lead growth. Boa. Eu tô entendendo então que essa essa essa estratégia de outre, ela é utilizada pelo fundador da empresa para ele aumentar a audiência e pegar e Captar uma parte dessa audiência para fazer uma abordagem estratégica. Seria isso assim, eh, são out treat é uma estratégia, o founderl Grow também é uma estratégia, mas eu vejo que o founderl Grow ele tá mais associado a uma condição. Exemplo na TR nós somos founder LED growth, founder founder LED sales. Vocês também, vocês lideram as iniciativas de venda, vocês estão no front
de vendas. Se eu marcar uma reunião com os supervendedores ou quiser Uma consultoria de vocês, provavelmente eu vou fazer uma reunião com o mestre, né, ou com você, né, lá na TR também assim, tá? Então, quando a gente tá falando que é um vend um o fundador, ele ainda está no fronte liderando vendas, é um negócio que tá no estágio de founderl growth, ele ainda não tá no estágio de scale. é quase como se fosse ali, né, o um ele tá no estágio ali de product market fit, problem solution fit, quase indo para um go
to market aí, enfim, Pessoal, só para traduzir, é a zona de mapeamento da do do problema no mercado, mapeamento de fit paraa solução do mercado, aderência daquele produto ao mercado e depois você leva ele a mercado de forma mais estruturada. Aí até trazendo um pouco de Aaron Ross aqui, né? Você cruza o Vale da Morte, né? O Chasm ali. Então esse cara que tá no Founder Led Grove, ele tá nessa etapa, ele ainda não chegou no Go to Mart. E a estratégia ela casa muito bem. Por quê? Porque hoje, pessoal, vocês provavelmente consomem Primo Rico,
João Adibe, Flávio Augusto. Cara, o que que os caras fazem hoje? Eles só produzem conteúdo. Eles só produzem conteúdo. Eles não estão no front de vendas, mas eles são o principal canal de aquisição da empresa ainda. É, eles são uma fonte geradora de leades absurda. O Thales Gomes pro G4, cara, tira o Thalis Gomes lá mesmo depois do cancelamento dele, cara. O cara voltou com uma Alfredo, né? Nardon. Então, cara, eles são múltiplos canais de aquisição. Então, eles são fundadores liderando vendas, mas como canal de aquisição. E aonde que a gente pluga essa estratégia? Ela
é muito aderente para negócios early stage, tá? Uhum. Que ainda precisam tatear esse canal de aquisição, ter um nível de previsibilidade maior. Então hoje o nosso ICP ele tá para empresas que faturam mais de 100.000 1000 por mês, até por potencial de pagamento e e o Ciclo da própria máquina de começar a entregar esse resultado. Então eles faturam 1.2 milhões por ano e eu tenho um fundador que quer se posicionar como autoridade, quer se posicionar como canal de aquisição usando o LinkedIn. Então aí é que as duas estratégias se fundem, porque se eu não tiver
pelo menos um influenciador, e o ideal é que seja o CEO, por quê? porque ele é a palavra do negócio, ele ele é o relações públicas, digamos assim. Então, e é a raiz da empresa, né? Se você usa uma outra pessoa, a pessoa sai, tem uma série de de riscos envolvidos, né? A gente exato. A gente tem alguns projetos hoje que não é o CEO e a gente tem algumas problemáticas dentro disso. Exemplo, cara, liberdade de criação, liberdade para tocar em alguns temas mais polêmicos. Então, isso precisa passar por um crio de compliance. Cara, ó,
posso postar isso? Aí o senhor, cara, não fala isso não, Que vai pegar mal. Então, tipo, não tem essa liberdade de criação para ele ser de fato uma autoridade. Mas é um quase sócio ali, não é o CEO, mas é uma pessoa. Exato. É um cara que tem equity, um cara que tem participação. Então assim, pode ser o CEO, quando a gente tá falando de LinkedIn, pode ser, a gente tem operações que a gente tem o CEO, o head de vendas, o CRO e o SDR plugado dentro de uma máquina. Ou seja, eu tenho quatro
canais de aquisição olhando para Out, produzindo conteúdo e gerando múltiplos e múltiplos sinais de intenção de compra. Por dia, na TR a gente gera em médias de 100 a 150 sinais de intenção e a gente traz isso para dentro da campanha. Ou seja, eu chego a falar com mais de de 2.000 pessoas por mês para gerar 100, 150 reuniões. O nosso pico foi 150, cara. A gente quase não fez outra coisa não ser vender, mas foi o melhor mês da TR em novembro. Ah, é top. Achei achei interessante. E você Citou alguns exemplos de de
fundadores que acabam, né, sendo peça chave dentro da estratégia de marketing vendas no que concerne a gerar lead, a gerar demanda, mas são caras muito grandes, né? São caras que estão na mídia, são caras que eh tem uma uma máquina de mídia de de anúncio alta, forte, né? Pô, o cara investe muito pesado em em anúncio e e boa parte do que eles fazem é para produzir conteúdo que nem você falou. Como é que eu trago isso para um para um Como é que eu trago isso pro amigo ouvinte? Vamos supor, ele trabalha com vendas
eh B2B, ele trabalha dentro de uma distribuição de, sei lá, eh pneu ou ele é um representante de vendas e ele atende o interior de São Paulo vendendo eh caneca de cerâmica. Ou, por exemplo, tudo B2B, tá? ou por exemplo, ele ele trabalha com máquina de corte a laser, né, no estado de São Paulo. Então, do B2B, como é que eu trago isso para alguém que não vai ter eh $000 mês para Para operar uma eh para ter várias ferramentas? Eu imagino que você deva se dedicar bastante tempo estando com o LinkedIn aberto. Talvez ele
seja, ferramenta de trabalho, então, talvez seja a principal ferramenta de trabalho. Então, quando você posta, você fica monitorando o post. Ah, ter uma curtida, você vai entra em contato com a pessoa, quer dizer, você opera de fato como um social seller, sem mais social, menos seller, mas você opera aquela Ferramenta. Talvez isso não não não seja ainda a realidade, sei lá, de de o do vendedor da economia real, né? né? Talvez o cara, ele faz um post, mas ele já tem que ligar, ele tem que agendar uma visita, ele tem que responder três, quatro WhatsApp,
quer dizer, ele tá correndo. Então, a minha primeira pergunta é: esse colega de de profissão, ele pode esboçar uma estratégia de outreat e testar dentro do do LinkedIn dele que Não vai atingir 10.000 contas, cara, vai atingir, sei lá, 200 pessoas e, sei lá, três curtidas. Como é que ele Como é que ele sai do do zero e vai pro meio? Não tenho f um velho. Como é que ele, como é que ele dá um passinho para, sabe? Pôr o pezinho na água? Como é que ele faz isso? Boa, cara. Ótima pergunta. E assim, uma
coisa que a gente precisa deixar claro que não vai ser para todo mundo, obviamente. E qual que é a premissa que a gente tem quando a gente Tá falando dessa estruturação de máquina? A minha pergunta principal de qualificação depois de faturamento e cargo de decisão é: o teu perfil de cliente ideal está no LinkedIn? Hum. Essa é uma premissa. Não adianta tentar falar no lugar que o cara não está. Exato. Então, se o cara falar não está, não é qualificado para que a gente implemente essa estratégia para ele. Eh, se ele falar está, essa máquina
ela roda, digamos assim, 95% no automático. Porque qual que é a métrica principal dessa estratégia? Geração de conversas significativas. Ah, mas Avelino, não é para gerar reunião, é, mas é mais social do que sell. Então eu não vendo reuniões, eu estabeleço relacionamentos, construo networking, gero valor e trago pra mesa quase de forma natural. É uma coisa mais puxada do que empurrada, tá? O empurrada é: "Cara, você tem 5 minutos para ouvir meu pit?" Não, cara, eu tô ocupado. O que é o puxado, cara? Quer Entender aqui como é que eu fiz 17 reuniões qualificadas esse
mês? Cara, tem um playbook aqui, posso te mandar? Pô, manda para mim, deixa eu dar uma olhada. Isso é o empurrado. O o o puxado não é o empurrado. Uhum. Tá. Então, se o lead do cara tá dentro do LinkedIn é uma premissa. Como que essa máquina ela pode rodar no automático? Basicamente usando toda essa jornada que a gente tá falando. Porém, a produção de conteúdo, como que ela precisa funcionar? Cara, Ela pode ser produzida de forma automatizada, cara. Sim, mas hoje tudo que a gente faz na TR de forma autoral. A gente hoje tem
um núcleo de conteúdo dentro da TR, mas a gente começou sempre produzindo o nosso conteúdo, nós mesmos, mas a gente tem hoje um uma red de conteúdo lá que toca isso para nós. Eh, nós participamos de todas as pautas, validamos tom, tudo, absolutamente tudo, principalmente com o nosso conteúdo dos nossos clientes. Somos extremamente Críticos a isso. o conteúdo sendo escalado, eu gero sinal de intenção de compra e basicamente eu tenho máquinas que fazem isso para mim. Então, captura sinal de intenção de compra, engaja com conteúdo. Ah, beleza. Tá falando que você nem entra no Inquedin.
Não, cara, 99% hoje eu sou extremamente crítico, mas dá para colocar isso no automático e dá pro cara sentar no final do dia e ver, cara, quais são os sinais, quem foi que me Respondeu aqui o DM, deixa eu ver como estabelece esse social e levo da DM para call. Essa é uma ação. Então, hoje, ah, você marca calls dentro do DM, 99.9% das minhas calls são eh agendadas no WhatsApp. Olha que curioso. Você tira do LinkedIn leva. Eu tiro do LinkedIn e levo pro WhatsApp, tá? E qual o momento que você, por exemplo, pluga
isso no CRM? Porque eu imagino que uma pessoa que tá operando essa estratégia, ela tá Com múltiplas conversas abertas ali, né? E se ela tá num num processo de inside se salos, né? né? Então ela tá vendendo internamente, ela tem ali o o escritório. Eu acho que fica mais fácil de você manter o LinkedIn aberto e você ir respirando. Qual é o momento que você transporta isso para dentro de um de um CRM e você coloca a pessoa na jornada eh ou de Sens engagement ou de ou a próprio o próprio processo de vendas? Boa,
Lê, você levantou a bola, eu vou cortar. A Gente tá resolvendo isso com tecnologia. É, a gente tá neste momento validando o nosso MVP que se chama Cherry, que a gente vai levar para mercado em breve, provavelmente quando esse podcast sair, né, já vai tá, mas a gente tá resolvendo isso com tecnologia. Hoje esse problema não é resolvido facilmente. Por quê? Hoje você trata as conversas dentro do LinkedIn e precisa levar para dentro de um CRM manualmente. Criar um card ou por integração também mais complexa, mas Você não leva histórico de conversa. É exato. Você
não consegue levar histórico de conversa, você não consegue fazer a gestão unificada dessa inbox. Esse é um job to bid que a gente vai fazer. A gente vai substituir a necessidade de você entrar no LinkedIn. Cara, olha que top. Mas assim, dentro da API do LinkedIn sem dentro da API do LinkedIn. É que eu já vi ferramentas, mas cara, eu sempre fiquei com muito medo de ter a conta bloqueada e tudo mais. É isso. É Legal, cara. É, mas hoje como que a gente faz esse cara quando ele tá eh de fato quando ele vira
um lead quente, porque ele é um lead qualificado, então a gente vai aquecendo ele através de uma conversa. A partir do momento que esse cara fala: "Cara, tô interessado, quero conhecer mais". A gente tá pronto para trazer ele para uma etapa do funil, tá? Óbvio que se ele é uma oportunidade, se a gente tá conversando com ele, ele já pode entrar numa etapa de qualificação. É. Tá. Mas é muito mais um ter que subir todo mundo. Normalmente você espera ele chegar numa numa etapa ali de cara esse cara aqui foi para call e entra aí.
Entendi. Então é a tua entrada no CRM é a call, é a call agendada. Exato. Ah, mas a Velência, você não tem métricas e tal? Tenho porque eu tenho as ferramentas de altruet que mapeiam inclusive a minha inbox. Então assim, eu sei taxa de resposta, sei taxa de engajamento, sei quantas vezes ele me Respondeu. Então eu acabo tendo que ter um cockpit diferente. Por ali por ali você já sabe quem tá mais quente e quem não tá. Consigo, consigo. Inclusive, a gente tem integrações com o IA, que além de fazer Ice Breaker, ele lê mensagens
e diz: "Cara, esse cara tá interessado, esse cara não tá interessado". Exemplo, ele consegue ler um: "Pô, cara, legal, obrigado pelo ebook, pelo pelo playbook, mas não é o momento de eu conversar. A Mia consegue ler isso e falar: "Cara, Esse cara não tá interessado". Entendi. Aí, basicamente eu só mando, cara, beleza, obrigado, falamos mais paraa frente e segue o jogo. Ele consegue mapear dentro do meu inbox. aonde que tá o dinheiro. Então isso facilita muito para mim porque o volume acaba sendo realmente maior, mas o nosso foco tá em vendas, né, cara? Então assim,
não tem como ser diferente. Ó, interessante. Interessante. E e eu e eu entendo que isso ele vai funcionar mais realmente Pro B2B. E por isso que o LinkedIn ele é a, pelo que eu tô entendendo, a principal ferramenta dentro desse dessa estratégia de outreat, né, cara? Ele é nós só atendemos B2B. Tá? Se chegar a uma empresa que é B2C, normalmente a gente não faz. Por quê? Porque é muito difícil você mapear perfil de compra, persona especificamente e comportamento dentro do LinkedIn. Então esse cara tem que ir para outro canal, Instagram que você vai ter
lá, por Exemplo, Luca Like por perfil de interesse, tá? No LinkedIn é um é o melhor canal de geração de demanda B2B orgânico inclusive. E o nosso cliente ideal, ele vende tickets acima de R$ 3.000 recorrente. Então, ah, qual que é o seu serviço? Cara, eu vendo um SAS e esse SAS custa R$ 3.000 por mês. Então, o cliente vai comprar, ele vai ficar comigo um ano. Então, eu trago aqui de largada uma recorrência de 36 de 36.000 no ARR, né, na na no recorrência anual. Então, esse cara é o ideal. Por quê? Porque o
custo de aquisição ele é relativamente alto, tá? Você precisa investir em ferramenta, você tem que ter alguém na ponta atendendo esse social selling, pode ser a gente também, ou você mesmo precisa ter um cara ali na ponta, um vendedor, um executivo vendendo. O ciclo de vendas é um pouco mais longo, embora a gente tem tido algumas experiências. A venda mais rápido que a gente teve foi na semana Passada, o cara converteu na terça, fechou na quinta, assinou na quinta um contrato de 105.000 com a gente. Então assim, foi a conversão mais rápida que a gente
teve até hoje pelo LinkedIn, tá? que é esse caso do cara que ficou que ficou consumindo a gente, senão ele já teria comprado antes porque você teria feito movimento no Eu teria, cara, vamos conversar, né? Mas ele ele esperou pegar fogo para poder aparecer. Daí ele já Tava no momento de compra. Interessante. Eu tenho uma última pergunta para você, Avelino, mas antes temos uma competição do bem e precisamos de você que está aí do outro lado para nos ajudar a vencer. E quem ganha o prêmio? você, porque a vergonha leia que você vai sentir de
mim e do Daniel, né, é uma premiação, não é? É o seguinte, temos a meta de 2025, chegarmos a 20.000 inscritos no nosso canal do YouTube do Papo de Vendedor. Se a gente do papo de vendedor de Supervendedores já tá com quase 100.000, quase 100.000. É isso aí. Batendo essa meta, batendo a meta de 10.000 seguidores. Daniel Mess anos porque ele vai cortar essa barba que ele tá deixando crescer. E batendo 20.000 inscritos, eu vou raspar o meu cabelo, vou ficar careca, né, Dani? Exatamente. Vou ficar parecendo Gru do Minions, talvez o primo. Primo Chico.
Chico, éad. Primo Chico. Tio Chico. Caraca, tá errado na pauta. O tio Chico. Vou ficar aparecendo o tio Chico. Mas o que que a gente não faz pela nossa audiência? Não é, Daniel? Exatamente. É isso aí. Agora, se a gente chegar a 30.000 seguidores até o final de 2025, o que que acontece? Daniel Mestre? Não lembro ler. Ah, lembra sim. Nós vamos cortar a barba e o cabelo juntos no barbeiro. Vamos sair de lá quase que reconhecíveis. Então, ajude. Hã, lisos. Lisos. Boa. Boa. Então, ajude a gente aumentar a base de seguidores do canal Do
YouTube do Papo de Vendedor. Tamamos junto. Falo isso porque tem muita gente que escuta a gente no Spotify, né? Já estamos quase 100.000 seguidores lá e a gente precisa transbordar. Então entra lá, procura youtube.com, coloca lá na busca papo vendedor, você vai achar, já segue a gente e tamo junto. Avelinô, queria fazer uma última pergunta, queria eh eh eu sei que a gente tá a gente tá traduzindo bastante, a gente tá mexendo Bastante naquilo que você faz no seu dia a dia e tudo mais. E eu queria eh eu queria que você trouxesse, cara, três
três formas do amigo ouvinte pegar tudo isso que a gente que a gente conversou aqui. Três, se quiser dar mais problema, três passos, três técnicas, três dicas para usar a estratégia de outat, tipo, nos próximos c dias, por exemplo, o cara tá ouvindo agora, tal, e ele falou: "Cara, gostei, que gerar uns dois, três Lead no no LinkedIn." É, quero quero duas reuniões, uma reunião que seja o que que ele tem que fazer que você fala assim: "Cara, se ele fizer esses três passos, esses cinco passos, ele vai conseguir experimentar uma estratégia que depois ele
mergulha e, pô, e e aí ele aprofunda junto com você, inclusive." Boa, boa, cara. Essa tá muito fácil. Antes de tudo, tem que me seguir lá no LinkedIn porque tem muito playbook pronto lá. Já tá lá. Exato. Tá Lá, tá mastigadinho. Hoje inclusive postei um playbook de construção de microoftas. Olha só aí, Daniel. Olha aí, Daniel. Construção de microfertas, cara. Um um é um é um carrossel, cara, incrível. Um carrossel que eu fiz hoje. Inclusive, tô aqui, tava até ali antes de entrar, ele tinha acabado de ser postado, tava olhando como é que tava o
engajamento e, cara, você fica viciado, né, em em mapear sinais de intenção de compra. Nesse Momento, 49 pessoas curtiram e 14 comentários. Já tirou na full time. Ol e eu não consegui comentar lá ainda, né? Então assim, já tem já tem um um dinheiro aí na mesa. Então, eh, trazendo esse passo a passo, Talê, eh, primeiro, eh, precisa produzir conteúdo, cara. Esse é um primeiro passo importante. Antes disso, obviamente, você precisa ter uma clareza do teu perfil de cliente ideal, quais são as dores dele, o que que você poderia Resolver, conhecer minimamente aí, conhecer minimamente,
cara, aquele playbook básico, então essa visão de como o seu ICP se comporta, produzir conteúdo que vão ressoar com essas dores, eh depois disso, estruturar uma jornada de expansão de networking. Que que isso significa? quem é o meu perfil de cliente ideal, qual que é o cargo dele e começar a conectar de forma ostensiva, obviamente dentro do que a Gente chama de thrasho, né, do LinkedIn, aquilo que é seguro. Se eu não me engano, são 180 conexões liberadas por por semana. Eu sou da época que você podia conectar o quanto você quisesse, não, né? Você
só tinha um teto de 30.000, mas você não tinha esse limite diário nem nada. eh, expansão de network com o teu perfil de cliente ideal e mapear os sinais de intenção e de engajamento dentro do teu conteúdo e começar um social selling. Então, assim, a gente sempre fala, inclusive dentro da nossa comunidade, a gente ensina o babá de como se fazer manual. Muita gente fala: "Cara, eu quero a automação que vocês fazem, cara, você não tá nesse momento, você não tá nem gerando, cara. Calma, aprende a engatinhar, começa a andar segurando nas coisas, depois você
começa a correr." Exatamente, né? aquele baby steps. Então, é isso que a gente tá falando, inclusive reforçando aqui pro pessoal eh Eh até desculpa pelo excesso de termos em inglês, às vezes não não é convencional para todo mundo, mas assim, a gente tá trazendo inovação, inclusive a maioria, né? É, a gente tá trazendo inovação, não tem muito como a gente fugir daquilo que se fala, vem muito da escola americana, né? O próprio próprio out, se você fosse traduzir pro pro português tupiniquim, seria o quê, cara? Divulgação. Divulgação. Não é sexi. Não é sexi. Não vende
é carro da pamonha. Para mim é carro da pamonha. Ele faz out, você fala assim, vamos divulgar, tá beleza. Prim panfletof. Agora outre é sexy, é da hora. Então assim, eu te entendo assim, a gente tem a gente tem uma uma audiência que reclama, [ __ ] é tudo em inglês e tal, cara. Mas é eh quando você quer tá na vanguarda, né, Lê? Pô, não tem como, cara. Precisa sair da bolha. Verdade. É, É. Autorat é muito melhor que divulgação. Exato, cara. Sem. Vai lá, continua. Te atrapalhei, cara. Não, mas é isso, cara. Então,
esses são são os passos. O que a gente fala sempre para um cliente que não evolui até na negociação com a gente é: "Cara, tudo bem, você pode até não seguir com a gente, mas se tem uma coisa que você deveria sair dessa callando e produzindo conteúdo." Hum. Porque é empilhamento de audiência, construção de autoridade e um Ativo, cara, que não cessa. Então, todos os dias chegam mais ou menos, cara, 60, 70 seguidores por dia no meu perfil, por dia. E não são seguidores que, pô, cara, eu tô falando a nível de Instagram que eu
vou vender um low ticket de R$ 47. Não, cara, ou eu vou vender uma comunidade de 2K mais ou eu vou vender um contrato de mais seis dígitos se for um lead qualificado. Então não, de fato, cara, você não precisa de muitos leads, você precisa de leads bons, qualificados Que estão estão prontos para comprar. E aí, quanto mais nichado o conteúdo, melhor o pessoal que vai começar a te seguir. Melhor. Exato. E aí o pessoal fala: "Ah, tá bom, cara. Que a gente mais escuta, pô, o que vocês vendem é sex?" O que vocês vendem
é sexy, Avelino, Lisboa. Quero vender aço. Cara, a gente tem um cliente hoje que vende inspeção, inspeção de placas fotovoltaicas para usinas solares. [ __ ] ultra segmentado. Ultra Segmentado, cara. Ultra segmentado. E quem é o perfil de cliente ideal deles, cara? Gerutenção de usinas. É, cara, tem 5.000 dentro, LinkedIn. Você tem 5.000 só, cara. Para que? Eu preciso de mais do que isso para chegar num faturamento de de 5 milhões anos. Não preciso, cara. Não preciso. E essa é a meta que a gente tem com os nossos clientes, cara. De fato, segmentar, nichar, encontrar
a pessoa certa e estabelecer relacionamento. O mercado de Todo mundo é finito. Então não fica, ai, eu tenho só 2000, 2000 do meu nicho tem do LinkedIn. Cara, é o suficiente. É coisas que você tem que fazer. Fora do LinkedIn. Você tá falando com quantos desses 2000? É exato, cara. É aquilo que a gente fala, nicha, o cara, mas meu, eu tenho 10 milhões de potenciais clientes, tá? E se você nichar, cara, eu tenho 10.000. E de quantos você tem desses 10.000? Hã, Dois. Pô, cara, pelo amor de Deus, você tem bastante cara, o pessoal
o pessoal enxerga a barreira, né, cara? Tão antes de chegar. Loucura, cara. Loucura. Depois que você falar com esses 2000, você procura canal, bicho. [ __ ] Exato. Não, até trazendo aqui pessoal, né, sem estender muito, mas é o playbook lá da Y Combinator, né, da maior aceleradora de startups do mundo, o Paul Grah, ele fala: "Cara, não faça coisas que escalem". O que que ele tá querendo Dizer? É, faça coisas que não escalem. Faça coisas que não escalem. Que que significa? Ah, onde que eu ponho automação? Cara, já tá fazendo manual, você já entendeu
como fazer isso? Então, cara, depois que você entender, você pensa em escala, porque senão você faz merda em escala. Tem uma Exato. Exato. Você escala merda, né? Então tem até uma analogia que eu gosto, né? Eh, eu vi recentemente uma analogia que era assim: "Cara, se você assar uma pizza a 180º, 45 minutos, você vai ter uma pizza assada. Se você assar uma pizza a 700º em 3 minutos, você torrou ela. Você tem um disco de carvão. E o Paul GR ele fala assim: "Cara, hiper foco, um ICP, um canal de aquisição, um modal de
vendas, um modelo de de negócio, de precificação ou de produto." Mas não, a galera, a gente tem até isso no nosso PIT, a galera não cresce geração de demanda porque eles operam na complexidade. Como? Ah, não tá dando certo, mas um Canal de aquisição, não tá dando certo esse CP, cria outro. Ah, não tá dando certo esse produto, cria outro. E aí, cara, você não não consegue crescer nessa jornada, você acaba olhando pro lado errado para resolver o problema, né? Pois é, cara. Porque o Hermose fala também, né? O Hermos é fera, cara. O Hermos
é É isso aí, meu amigo Avelino, o amigo ouvinte, né? Quem tá nos escutando aqui, que quer se conectar com você. Lembrando que eu vou deixar o link aqui. Face chama no Instagram. Chega, me chama no Face nossa época. O workcut. Não, pior, pior. Me chama no TikTok. E aí vocês não vão me achar mesmo. Nossa, como é que como é que o amigo ouvinte pode se conectar com você? Legal, cara. Já falamos aqui o monte, né? O meu principal canal de aquisição, ferramenta de trabalho que você vai me encontrar lá, sem dúvida nenhuma, menos
agora que eu estou gravando, né? É o LinkedIn. Então é só procurar lá Thagoavelino. Eh, se for linkedin.com/tighagoavelino que vai achar mais fácil ainda, mas eu sou o único Thiago Avelino com uma foto com fundo rosa, que é a nosso, é a nossa cor lá na TR, né? Você não nem mandar DM para ele, você curte um post dele que ele manda mensagem. Já era, já era. Tá fácil, não precisa nem conectar, né? Eh, então a gente tá montando o exército rosa no LinkedIn. Então, LinkedIn é o Meu principal canal de aquisição. Se quiser também
me seguir no Instagram, de vez em quando, quando eu tô com sem nada para fazer, mas tem que est muito sem nada para fazer, eu lanço uma caixinha de pergunta lá e dou uma consultoria gratuita. normalmente de quarta ou de sexta entre 2 da manhã e o cara trabalha 16 horas por dia. Ô louco, tipo isso. Não, mas assim, pessoal, é o foco no canal de aquisição. Nosso principal canal de aquisição é LinkedIn. Então é Lá que vocês vão me encontrar. Boa, boa, boa. Muito bom. Temos um excelente episódio no ar, Daniel Mestre. Exatamente. E
para você que ficou até o final aqui, manda para nós críticas, sugestões, xingamentos, sugestão de convidados, sugestão de pauta. Contribui pra gente criar um conteúdo bacana para você aqui no Papo de Vendedor. E para você que gostou desse episódio e quer continuar ouvindo ou assistindo o Papo Vendedor, tô deixando dois vídeos aqui Na lateral para você aprofundar o conhecimento em cima de vendas B2B. Tamos junto. Forte abraço, boas vendas e sucesso. [Música]