muito bem Como que se forma uma pena Isso aqui vou passar bem resumido pra gente entender uma outra questão para que a gente possa compreender a origem a a a importância a origem evolutiva da pena na verdade vamos dar uma passadinha rapidinho de como uma pena se forma em termos ontogenéticos aí ao longo do desenvolvimento embrionário bem rapidinho para facilitar essa e compreensão que vai se seguir e no Corpinho de uma ave em desenvolvimento lá no embrião no tecido que vai formar aqui o tegumento que vai formar a epiderme e tal começa a ver uma
condensação de célula num pontinho que é onde vai ser a futura pitera e começa a ver uma condensação de célula aquele pontinho começa a ficar espesso é quase como se formasse uma verruga começa a ha várias formações de verruga né que é uma condensação de células epidêmicas ali então começa a formar uma placa de células endmicas adensadas e esse adensamento não para forma verruga como se fosse uma verruga e continua a crescer só que olha só eu não tem um suporte esquelético é pena desculpa é célula epidêmica não tem um suporte esquelético Então se continuar
a crescer muito para fora vai cair porque não tem nada sustentando Então a partir de um determinado crescimento eh dessa desse pamento né ele começa ao invés de crescer para só para cima ele começa a crescer para baixo então ele evagina esse placóides evaginação do crescimento eh das células desse ponto como também de uma invaginação né então a gente tem eh nesse ponto esse resultado aqui é o denominado germe de pena E aí essas eh estruturas recebem um uma vascularização que é específica desse ponto e dentro dessa estrutura começa a se formar pena se forma
rque se forma as barbas se for o caso se forma as bárbulas e os ganchinhos num processo super complexo aí de organização estrutural da queratina então quando a pena tá pronta o que a gente tem é basicamente essa estrutura aqui né a que a gente tem a Rac já formada as barbas aqui formadas e a depender né se vai ter bárbulas se essas bárbulas vão ter Ganchos isso vai eh determinar quanto mais essa pena vai crescer se ela tá pronta para estourar o canhão e e aflorar na superfície da pele ou se tem mais aí
processos que vão acontecer na base dessa estrutura proporcionando o crescimento e formação de outros eh eh de outros pontos aí né Se for pena de contorna aí ela vai ter que ainda formar bárbula e essa essas bárbulas vão ter que formar os Ganchos quem já criou ave seja galinha peru pato passarinho canário enfim já anotou né no quando as peninhas estão crescendo e elas estouram o canhão ela elas ficam com um aspecto parece uma caspa né que é Então essa e essa estrutura que protege a pena em desenvolvimento quando a pena termina de crescer tudo
que ela tem que crescer eh essa base da pena Aqui começa a atrofiar essa vascularização vai atrofiando atrofiando atrofiando desaparece e a pena passa a ser uma estrutura exclusivamente córnea igual o cabelo né o cabelo não dói a pena na na sua na sua na sua porção externa também não dói o que dói é se for arrancada igual cabelo arrancar cabelo vai doer porque o folículo a base do folículo continua a receber inervação né mas aí ela diferente do cabelo a pena para de crescer porque ela deixa de receber a vascularização então é uma estrutura
100% córnea que não recebe nenhuma nutrição para conseguir o seu crescimento ela tem o crescimento eh determinado ela para realmente crescer e Em algum momento ela vai cair em algum momento ela vai ser trocada né que é a nossa discussão já já sobre o processo de muda das penas então baseado nisso em como a pena se forma ontogenetic eh no processo embrionário de uma ave e juntando esses tipos de pena né semipa desculpa plúmula semip plúmula e as coberteiras até chegar as penas de voo e notem aqui ó a pena de voo mais especializada que
existe que é a pena de vexilo assimétrico encontrada nas aves e na formando então conjunto de riges primárias né Na parte da mão é da da Asa na parte mais externa da asa baseado juntam todas essas informações né De um modo bem aprofundado em estudos bem profundo um pesquisador se eu não me engano em inglês denominado de Richard prun eh montou essa proposta evolutiva das penas desde as observações da formação das penas eh de modo da ontogenia das penas até o que é encontrado nos primeiros fósseis que indicam os primeiros dinossauros com penas até a
aumento de complexidade dessas estruturas de semip plumas a remiges primárias e Ele montou uma proposta evolutiva Então essa proposta evolutiva de origem das penas como é que elas se estabelecem como é que elas se especializam é algo muito bem compreendido e cada vez mais corroborado eh a partir desse estudo do Richard prum então a evolução das penas é um dos pontos melhor elucidados melhor mais claros e compreendidos na história em como a gente compreende a história evolutiva das aves pouca coisa na história evolutiva das aves é tão compreendida como eh a a origem e evolução
das penas e isso é muito importante porque as penas não estão presentes só nas aves Então essa eh eh análise do prum trouxe uma compreensão de como as penas se formam e se estabelecem em dinossauros muito anteriores centenas de milhões de anos anteriores às aves e então Eh vem a compreensão de como como que as penas surgem E por que que elas surgem né aquilo que eu falo bastante toda estrutura a partir do momento que ela se origina no processo evolutivo ela só vai ficar se oferecer vantagem Então a partir do momento que os primeiros
animais começaram a ter penas as penas foram selecionadas porque ofereceram vantagem e qual é essa vantagem que a gente chama de função evolutiva primária então o dos primeiros dinossauros conhecidos com o corpo emplumado é esse carinha aí eh ele não tinha obviamente penas com eh bárbulas eh bárbulas com gancho né eram aqueles GES de pena iniciais detectados aí eh eh no estudo do Richard prum e esses essas estruturas cobriam somente o dorso do corpo principalmente na região eh do da cabeça e das vísceras aqui né pulmão coração e tal mas só o dorso com base
em muito estudo e muita análise chegaram aente conclusão bom esses dinossauros eram animais ectotérmicos Isso significa que para eles esquentarem o corpo eles precisavam tomar banho de sol E aí para tomar banho de sol eles eriçam essa estrutura aí essas esses essas penas iniciais né para facilitar a entrada do calor do sol tomavam esquentavam o corpo e aí abaixavam essas Penas que formavam um cobertor dificultando a perda de calor então quanto mais tempo eh essa esse calor obtido no banho de sol fosse mantido no corpo mais tempo esse dinossauro tinha para fazer o quê para
comer para defender território para cuidar de filhote para reproduzir para se deslocar menos tempo ele gastava com banho de sol né então quanto mais tempo ele economizava no banho de sol mais tempo ele tinha para viver fazer outras coisas da vida e entre essas coisas da vida mais tempo ele tinha para comer quanto mais tempo ele tinha para comer mais energia ele tinha ele gerava mais energia ele produzia quanto mais energia ele produzia mais calor ele produzia também quanto mais calor ele produzia menos banho de sol ele precisaria então a a eh esse Inicial esse
início de isolamento térmico no corpo desses dinossauros começou a proporcionar a endotermia Ou seja a alta produção de calor metabólico e junto com isso A Conservação desse calor metabólico vai chegar um momento que essas estruturas vão ser fundamentais na formação de organismos endotérmicos aqueles que não dependem tanto da do sol para manter o corpo aquecido porque o corpo produz bastante calor e conserva esse calor produzido Então a primeira função das penas não tem nada a ver com o voo a a primeira função das penas em termos evolutivos é o isolamento térmico E aí que vai
ser fundamental na conquista da endotermia desses organismos aí então Eh nas aves atuais né a gente entende esse processo bem nas aves atuais existe uma fase eh de muda dessas estruturas a gente acabou de ver que depois que a pena termina de crescer ela deixa de receber vascularização e ela não é mais nutrida né então em algum momento ela vai então ela começa a sofrer desgaste ela não cresce mais começa a desgastar desgastar vai precisar mudar então o processo de muda é um processo biológico eh que quando a gente estuda nas diferentes espécies nos fornece
muita informação biológica daquela espécie muita informação quando a gente estuda a muda das diferentes espécies então então tem aqui né para iniciar aqui filhotinho de coruja que é só ela mesmo para achar bonito porque acho que é o bicho mais feio que existe o filhote coruja né só mesmo para achar bonito e proteger e tal eh e aí então aqui mostrando as primeiras penas né que cobrem o corpo de um filhote recém-nascido são as seml ão dando Esse aspecto de pomponzinho né Esse aspecto plumário é o mais importante porque é inclusive o primeiro tipo de
pena que cobre o corpo de uma ave recém-nascida então esses filhotes aí ilustrados pela coruja mas é Bacural é galinha é são vários outros organismos aí tetel né que nasce já com essa plumagem vai passar por vários processos aí de crescimento e adensamento dessa plumagem até que se desenvolvam as coberteiras e as penas de voo aqui na sua forma eh adulta e dentro desse processo de muda existem algums mas que fazem uma muda parcial então tem aqui por exemplo a garça vaqueira quando ela não tá no período reprodutivo ela tem essa plumagem conforme o corpo
vai recebendo estímulo né para reproduzir E isso acontece pelo menos uma vez por ano os machos aqui e os adultos aqui eh renovam parte da pena do corpo então é uma outra pena que nasce aqui né a as penas anteriores e nascem penas com essa coloração alaranjada em algumas partes do corpo sinalizando que esse é um indivíduo eh sexualmente Maduro e pronto para reproduzir por isso que eu falo assim a gente compreender os processos de muda de uma ave de uma determinada espécie é compreender a Biologia dela então existem espécies que fazem essa muda parcial
é para e sinalizar que ah eu estou pronto e para reproduzir nesse período quando passa o período reprodutivo a plumagem volta a essa anterior mas ela não é que ela desbota essas penas coloridas vão cair vão ser trocadas e vão ser substituídas por penas completamente brancas como é o caso aí da Garça Vaqueiro eh existem aí eh algumas espécies Então isso é bem característico em passeriforme né que os filhotes nascem completamente peladinhos então o primeiro corpo é coberto por sem por plúmula depois vem semip plumas E aí o filhote já vem com a plumagem Idêntica
dos adultos e aí quando eles começam a voar aprender a voar eles são idênticos aos adultos porque filhote de ave tem tamanho de adulto O que diferencia filhote e adulto de das aves quando elas já estão voando não é o tamanho nem a plumagem então quando os filotes conquistam e começam a arriscar a voar eles são adultos em termos de plumar né O que sinaliza é filhote de passeriforme nessas condições é essa manchinha amarela aqui no bico porque a última coisa que oci fica que ainda tem base cartilaginosa é o bico então eles ficam com
essa manchinha amarela então outros bvis vão bater o olho nesses aí e vão falar nossa são filhotes e como é que eles vão saber eles têm tamanho de adulto eles têm plumagem de adulto Mas eles têm essa comissura labial aqui amarelada né se sinalizando que eles são filhotes então isso acontece em algumas espécies mas em outras o processo também é bem diferente né como tem aí essa espécie de outro passeriforme debaixo dimorfismo sexual aqui temos o macho é uma passeriforme Florestal e aqui a fêmea da mesma espécie eh mesmo nas espécies que o dimorfismo sexual
é discreto como é nesse caso os filhotes nascem peladinhos né vem nascem as as plúmula depois as semiplena o primeiro grupo de coberteiras que vai cobrir o corpo desses filhotes é plumagem de fêmea então quando a gente vê o filhotinho recém saído do ninho Mas que que Como assim só nasce filhote fêmea né Eh então na nas espécies de morfismo sexual a primeira plumagem é igualzinho da fêmea e ao ao longo do dos meses Eles já aprendendo a voar já pulando para lá e para cá os parentais cuidando né alimentando eles aprendendo a forragear sozinhos
Eles vão mudando essa plumagem de fêmea entre aspas né porque é a mesma plumagem de filhote eh ou para macho ou vai ou é fêmea mesmo né ou vai manter Mas se for macho ele vai passar por mais um processo de muda nas espécies de dimorfismo sexual acentuado isso é muito mais marcante Então temos aí o Tangará dançador que é bem comum aqui na nossa região né em qualquer área de Matinha relativamente bem não precisa ser super conservada não mas também não pode estar betonada mas é muito comum na nossa Zona da Mata gente muito
comum que é o Tangará dançador kir chif e luteola ele eh tem essa diferença aí de marcho e fêmea é muito marcante né as fêmeas são todas verdinhas enquanto os machos tem essa combinação de azul preto e vermelho nessa espécie só a fêmea fica dentro do ninho os machos não ajudam no Cuidado do ninho que é bom né porque imagina e um um macho todo colorido desse jeito vermelho cintilante vermelho preto e azul como ele chamaria a atenção de um Predador né então é só a fêmea que fica no ninho consequentemente os filhotes quando eclodirem
qual vai ser a primeira plumagem de coberteiras que eles vão ter Idêntica das fêmeas para se terem mimete camuflados dentro do ninho também E aí o filhote sai do ninho fica sendo alimentado pra fêmea aprendendo a voar aprendendo a forragear e ao longo dos meses se ele for macho ele vai substituindo essa plumagem aos poucos então é muito interessante que a gente encontra juvenis de Tangará dançador é juvenis machos de Tangará dançador com a plumagem híbrida às vezes com o peito azul só o peito azul que raiv que que é isso espécie louca é essa
aí às vezes aí vem peito Azul garganta preta e o resto Verde ão gente que espécie doid são machos eh juvenis de Tangará dançador no processo transicional da sua m da do da sua plumagem de filhote que é igual a da fêmea muito importante para camuflagem no processo transicional da sua plumagem de filhote para adulto mas seja como for quando a espécie já tá adulta eh já tem a sua plumagem definitiva vamos falar assim essa Pena ao longo do ano né vai desgastar vai ficar velha vai quebrar vai perder coloração vai desbotar então pelo menos
uma vez por ano a ave adulta vai trocar completamente todas as penas do seu corpo formando então a muda propriamente dita aí não é muda parcial né é o processo de muda propriamente dito e esse processo também não é aleatório pense num num numa ave pode ser um beijo flor pensar numa ave que precisa muito do voo que tem o voo muito eh muito forte aí muito acelerado imagina trocar as penas da asa essa troca não pode ser de uma vez senão ela fica sem voar e também não pode cair mais as riges de um
lado do que do outro que daí ela vai ficar desequilibrada o voo vai ficar desequilibrado Então as penas e eh de voo aí vale tanto para cmg quanto para czes é trocado de modo balanceado de modo sincronizado notem aqui ó essas herg vão fazer só com as primárias Mas acontece com as HG secundárias e também acontece com as retrizes aqui tem um número determinado de penas cada espécie de ave tem um número determinado de riges primários de 9 a 11 depende da espécie se cair a remig primária três Então você conta 1 2 3 se
cair essa Rig primária desse bracinho dessa mão esquerda vai cair a Rig primária 3 juntinho com ela do lado direito a muda é absurdamente sincronizada Então vai cair a RG Prim esquerda número TR vai cair a remig primária direita número 3 e aí então o voo continua equilibrado a mesma coisa vai acontecer com as com as setres que também são divididas em lado direito esquerdo e número par então nas penas de voo essa queda e substituição essa muda é muito sincronizada e é sobre isso que eu falei quando eu disse que compreender os processos de
muda de uma espécie é compreender muito do aspecto biológico dela então quando a gente vai em campo captura a ave tá com ela na mão a gente olha tudo inclusive o que que ela tem de padrão de muda agora eu fui lá e capturei uma ave e vi tô ali analisando e vi que tá faltando uma remis de primária esquerda eu corro olhar tá faltando ou tá crescendo né Eu corro olhar do outro lado se no outro lado não tiver a mesma coisa então é porque não é uma muda é porque aconteceu algum acidente ela
perdeu aquela rige e ela tá crescendo Em substituição então a gente não chama de muda a gente chama de troca ou substituição né mas a muda mesmo ela é sincronizada porque acidentes acontecem a pena pode quebrar Pode danificar e ela tem que ser substituída fora do processo de muda porque a muda de penas de voo é absurdamente sincronizada né e e compreender isso analisar isso Vai somando né gotinhas que vão enchendo aí o copo e o balde E aí proporcionando pra gente uma visão da compreensão aí de todos os processos biológicos de uma determinada espécie
de ave numa determinada região de estudo bom Claro que tem as exceções Claro que tem um bichinho que vem e fala assim ó olha só não sou não eu sou diferente que é esse grupo dos patinhos pato eh eh a as diferentes espécies de Pato são na sua maioria esmagadora espécie esses nômades estão sempre em movimento né eles vão em grupos estão sempre se movimentando em busca de de modificações de território territórios melhores e tal então são espécies bem nômades no caso dos Patos eh esse hábito nômade tudo indica selecionou uma outra estratégia de muda
eh quando chega na época de realizar muda esses patinhos chegam num determinado lugar bem rico em alimento come come come come come come come E aí eh porque a muda traz um desgaste de energia né E aí quando né o corpo tá bem de energia com bastante armazenamento de energia caem todas as penas da asa caem todas as rêmiges a gente chama de muda por bloco caem todas as hes todas primárias e secundárias ou seja eles vão passar um tempo sem voar mas lembra que pato Também nada pato também tem outras estratégias de locomoção além
de voo E aí então vão nascer todas as CG de uma vez na varia um pouco aí depois que eles estão AB BS a voar de novo eles se deslocam de novo ou ficam ali mesmo come come come come come ficam bem abastecidos de energia caem todas as atrizes de uma vez aí fica sem voar também até que as retrizes sejam completamente substituídas então é uma estratégia muito especializada desse grupo nômade né que vai formar aí uma exceção a essa questão da muda eh sincronizada e um outro padrão Aí um que a gente encontra que
é se relaciona as estratégias de defesa muito parecida com a autotomia que as lagartixas fazem né de soltar a calda é para distrair O Predador algumas espécies de áveis fazem isso com com acetres em caso de perigo eminente um susto eh um medo né diante a aproximação do Predador elas soltam todas as setres num processo muito semelhante a autotomia de Lagartixa E aí O Predador se se distrai né com as penas Voando para um lado e a ave pode se deslocar fugir pelo outro é um tanto arriscado mas tá dando certo tá selecionado né Porque
durante agora o voo dessa ave só vai ser plenamente recuperado quando as atrizes crescerem aí de volta né então Eh esse padrão de muda que vai acontecer na na nas formas adultas eh uma vez por por ano acontece no final do do período reprodutivo então a gente sabe que a espécie parou de reproduzir encerrou o seu período reprodutivo quando ela inicia o seu processo de muda né Isso é praticamente uma regra notem que é né essa regra não é tão determinada mas e especialmente para as espécies de aves florestais isso é bem compreendido né Elas
as aves reproduzem tem períodos de reprodução específicos no ano e o que maró esse período reprodutivo acabou é porque o corpo da ave inicia o processo de muda aí e aí um período então que ela se resguardam porque o gasto energético é muito alto param de cantar né você não vê as aves se movimentando muito dentro das matas né Eh elas estão nesse processo de muda que essa substituição da plumagem prj aí então por isso compreender o processo de muda das aves é compreender muito muito dos seus aspectos biológicos aí então de pena tem bastante
informação aí já já vai seguir Mais uma aula gravada para mais um até a próxima pessoal