um dia depois de telefonar para o russo Vladimir Putin Donald Trump conversou hoje com o presidente da Ucrânia enquanto os Estados Unidos tentam mediar uma saída diplomática os ataques de ambos os lados continuam a conversa durou cerca de uma hora foi a primeira vez que Donald Trump e Volodomir Zelensk se falaram desde o bateboca no salão Val da Casa Branca no fim de fevereiro desta vez segundo o presidente norte-americano o contato foi muito bom e esteve focado nos detalhes discutidos entre ele e o russo Vladimir Putin no dia anterior nas redes sociais Trump escreveu: "Estamos
muito no caminho certo." Mas o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca admitiu que é um trabalho de diplomacia difícil nós iremos e voltaremos em todos os níveis de governo com os dois lados por um cessar fogo que leve ao fim desta guerra" disse Michael Walts pouco depois a porta-voz da Casa Branca disse que Zelensk concordou com o cessar fogo parcial suspendendo por 30 dias os ataques contra a infraestrutura de energia algo que Putin também disse aceitar aqui no Departamento de Estado o chefe da diplomacia norte-americana Marco Rúbio afirmou que o telefonema entre Donald Trump
e Volodomir Zelenski foi fantástico o presidente ucraniano pediu aos Estados Unidos um sistema de defesa aéreo extra para a proteção dos civis algo que segundo a diplomacia daqui Donald Trump concordou em avaliar o que estaria disponível principalmente na Europa nos próximos dias equipes técnicas vão se reunir na Arábia Saudita para discutir um cessar fogo no Mar Negro "estamos mais perto da paz do que em qualquer outro momento" disse a porta-voz a questão é que na ligação de terça-feira Vladimir Putin pediu a Trump que os Estados Unidos e outros países do Ocidente não enviem mais armas
ou compartilhem informações de inteligência com os ucranianos enquanto Putin e Zelenski fazem pedidos opostos ao presidente americano a guerra segue os russos acusam os ucranianos de atacarem um depósito de petróleo no oeste do país quase ao mesmo tempo 22 pacientes eram retirados deste hospital no leste da Ucrânia depois de um bombardeio