>> Rodrigo Simas: Ainda não começou não, né? >> Marketing Conteúdo CENAT: Ainda não. Olá pessoal, boa noite, sejam todos muito bem-vindos a nossa aula, vamos iniciar Mais uma aula aqui no SENAT que é o Centro Educacional novas abordagens terapêuticas em Saúde Mental, eu sou Naty, vou estar com vocês conduzindo essa aula vou fazer minha auto-de descrição, eu sou branca tenho o cabelo preto e longo estou utilizando óculos de grau na cor marrom, estou com uma camisa de manga na cor bege.
Essa é a nossa aula 35 e nós vamos falar sobre supervisão Clínica institucional aqui, será que se destina e vocês podem enviar as suas dúvidas sobre o tema aqui no chat e no final o professor vai responder e antes de iniciar a aula tem alguns recadinhos as nossas lives agora tem um novo horário. Ela corre Toda quinta-feira às 19 e essas aulas elas não têm certificação. Mas vocês podem entrar no nosso grupo do WhatsApp para receber os materiais extras e os lembretes nós também estamos com as inscrições abertas para nova Turma da pós-graduação online psicologia hospitalar com 15% de desconto.
E também temos cursos livres com 60% de desconto e por Tempo limitado então se você tem algum interesse procura os links que estão aqui na descrição da aula e aproveite esse desconto. Agora sim, nós vamos começar nossa aula para pessoa seja muito bem-vindo, eu passo a palavra para para você e boa aula. >> Rodrigo Simas: Oi Nati, boa noite.
Obrigado pela recepção. Gostaria de saudar a todos e todas nem todos que estão presentes, né com a gente essa noite. Queria também saudar os serviços que me possibilitaram né?
Trabalhar com supervisor clínicos institucional, meu nome é Rodrigo Simas, eu sou psicólogo sanitarista. E desde 2020 na verdade em 2017 eu tive minha primeira experiência enquanto perdeu tempo profissional e desde 2020, eu comecei a ter algumas experiências na verdade até hoje foram. e aí vou tentar trazer um pouco de alguns aspectos que eu fui pensando ao longo do tempo.
Eu não pretendo responder todas as questões assim, né? Mas a ideia que eu possa abrir questões para que a gente possa pensar construir junto esse campo quer nessa função dispositivo. que me parece estratégico aí para a saúde mental.
Então questões dúvidas, né divergências, por favor coloquem no chat a gente vai ter um momento para a gente poder discutir isso. E ano passado, eu tinha feito uma live sobre esse tema e hoje eu vou tomar um caminho diferente. vou usar uma apresentação para Vou colocar aqui E aí o tema né?
Que que a gente pensou supervisão que institucional aqui será que China na verdade também a quem será que esse destino que é a discussão que eu vou procurar empreender hoje? E aí para facilitar nosso percurso, eu pensei em iniciar por um documento que para mim foi muito importante. Que é uma portaria breve do Ministério da Saúde a portaria 1174 de 2005 que apesar de ser relativamente breve não acho que não ultrapassa duas páginas ela ajuda a gente a entender assim a clarear um pouco é sobre essa função então a supervisão é um conjunto de ações de apoio, né objetivo de qualificar instrumentalizar os profissionais de serviços para superar os os desafios na oferta do cuidado no cotidiano, né escrito lá na portaria em 2005.
É um dispositivo reconhecido e aplicado no serviços públicos de saúde mental. É uma estratégia, né? Então é uma função estratégica não só para os caps, mas para redes de atenção social e aí ela tá ocupada.
em qualificar e difundir né? Valores próprios ao campo da reforma psiquiátrica fundamentalmente baseado nos direitos humanos, então cada vez mais. a importância de pensarmos num cuidado que seja orientado pelos direitos humanos Pela desindustrialização pelo cuidado liberdade e que vá levar em consideração as necessidades da população em geral e aí eu já posso me referir especificamente ao território, né?
Quais são as Reais necessidades daquele território e como a supervisão. Ela precisa é acompanhar essas demandas essas características próprias aquele território. É Então apesar.
da nossa lei da reforma psiquiátrica posteriormente da rede sistematização de uma rede de atenção psicossocial, a gente tem muitos desafios, né? Então vou marcar aqui as dificuldades que tivemos especialmente no período de 16 a 19 e 19, né? Com a dita nova política internacional de saúde mental que de Nova não tinha nada.
E aí não retorno incentivo, né? historicamente o financiamento as comunidades terapêuticas e como esse período ele ainda reverbera, né? Penso eu Uma opinião pessoal assim que o pior Passou.
mas a gente precisa ficar sempre atento e forte para o que para o que está por vir, né? E por mais que né voltamos a direcionar o modelo para aquilo que a gente sabe que é efetivo que tá alinhado com os direitos humanos a todo tempo. A gente tem que ficar né?
ocupado com riscos do retorno da segregação, né de práticas coercitivas violentas, né do azelamento, né? Como como esse é um ponto que a gente não pode esquecer. E aí a supervisão ela também se propõe isso né?
Como é que a gente vai sustentar essas práticas no cotidiano. Porque por mais que né muitas vezes a gente passa a defesa dessas ideias do ponto de vista prático muitas vezes essas práticas não são alinhadas com aquilo que a gente pensa a gente defende e sabe que é o melhor cuidado em Saúde Mental. Então os impasses né que a gente tem atualmente, né, então Muitas vezes os processos de cuidado, eles são os articulados da legislação dos princípios e das diretrizes que a gente tem então a gente tem todo um rol de normativas documentos que orientam o nosso trabalho.
Mas que né? Isso Ju muitas vezes eu vejo e ouço, né de práticas que são divergentes para não dizer contrárias aquilo que a gente acredita então o serviços que por exemplo. se negam acolher determinados usuários ou mesmo que acabam optando por práticas.
Que que vão excluir que vão segregar. Então como é ter uma teoria robusta bem embasada, não é sinônimo de ter práticas alinhadas com que a gente tem disponível. Um outro ponto é que muitas vezes as equipes têm dificuldade de entender o funcionamento do serviços, né?
E aí eu alargaria não só de saúde mental mas da rede entra intercetorial, né e articular esse serviço e pensar formas de trabalho que sejam efetivamente compartilhadas pelos serviços e Principalmente orientadas pelo usuário. então é importante, né? A gente apesar da gente ter todo um desenho da rede de atenção social no cotidiano, né na vida real o que a gente muitas vezes observa é uma dificuldade muito grande.
É de colocar essas portarias normativas em práticas então, né? Um exemplo muito comum é que muitas vezes eu ouço ainda hoje é perguntas do tipo mais atenção primária, ela atende os pacientes de saúde mental. Então por mais que esteja claramente descrito, por exemplo na portaria 388 isso muitas vezes ainda é questão para os trabalhadores não somente da Saúde Mental mas da rede de saúde é como um todo.
Então, a gente precisa é cada vez mais qualificar as equipes tanto né? Os trabalhadores que estão ali, né? No dia a dia no cotidiano com usuários quanto à gestão né local a gestão Central É nos municípios.
E aí pensar num país que tem uma marca muito dolorida, né de estar entre os países mais desiguais do mundo, como é que a gente pensa é um cuidado que seja é também dirigido especialmente dirigido às populações. vulneráveis então né que vão olhar né para essas questões que estão cada vez mais evidentes, né? Como por exemplo as questões de gênero as questões relacionadas a todas as formas de violência que existem aos efeitos do profissionalismo na nossa sociedade.
Um serviços né? Tem em acolher e e trabalhar junto com os usuários e Então eu acho que são pontos centrais que a gente tem hoje e que é um campo de trabalho que a gente precisa investir sobre o preço, né de não fazendo de colocar em risco nosso serviço e tudo aquilo que a gente acredita. É então em 2005 a pesquisa avaliar Caps na verdade em 2004, ela vai falar de inexistência da supervisão nos cabos do país.
Acho eu não tenho esse dado atualizado, mas acho que ainda é uma lacuna importante que a gente tem. nos serviços de Saúde Mental é na minha experiência observo que nas capitais nem algumas capitais a gente tem supervisão, mas muitas vezes quando acontece elas são pontuais, elas não acontecem de maneira perene e municípios, né de médio porte de pequeno porte encontram Muitas dificuldades. Para ter né um profissional que possa.
Na última Live que eu fiz no ano passado teve um efeito que me chamou muita atenção é muitas pessoas me procuraram né pelo Instagram e aí eu coloco sua disposição, né? Eu coloquei lá no início @ Rodrigo simaspcia é falando que trabalhavam em caps 1 e que queriam saber como poderiam ter né esse profissional nas suas equipes. E aí me chamou atenção que é a maior parte das pessoas que entrou em contato eram profissionais de caps então municípios de pequeno de médio porte é que ficam muitas vezes isolados, né pensando ali o cuidado das pessoas em sofrimento e que tem muita dificuldade de ter um profissional que possa apoiá-los, né servir ali com mais um para qualificar né?
Avançar. No trabalho empreendido então. é no campo da Saúde Mental a supervisão ela é entendida como Clínico institucional o que já marca uma diferença, né com a tradição privada, por exemplo no campo da Psicologia, né?
No qual eu formei onde a supervisão ela é entendida como clínica então o que que seria essa passagem, né de uma supervisão clínica. de televisão clínicos institucional que articula esses dois Campos cotidianamente onde a clínica de alguma forma ela ela dá visibilidade à instituição e a instituição é como né? Algo que produz ali atravessamentos no cuidado também.
Então na supervisão Clínica é supervisor é aquele que vai servir com mais um é aquele que vai estar junto com as equipes na oferta da assistência em saúde e mais do que isso. é ajudando apoiando essa equipe na sustentação das diretrizes da atenção psicossocial, o que não é um trabalho fácil. no cotidiano do serviço numa cultura proibicionista numa cultura ainda muitas vezes.
É o trabalho, né desses profissionais. de sustentar algum algumas posições direções que muitas vezes ainda são contra hegemônicas no nosso cotidiano, né então. Para quem trabalha por exemplo.
para usuários de drogas sabe que maior parte das pessoas que chegam ao serviço, né que eu gosto de dizer que o serviço chega elas. Porque não basta a pessoa chegar ao Caps, né? Assim os casos mais graves muito dificilmente chegam.
Então como escape também consegue. Deslocar pelo território essas pessoas. na maior parte das vezes elas demandam internação isolamento e medicação, né medicalização, né seu sofrimento então é como é no dia a dia sustentar um cuidado que não seja orientado pelas demandas que na maior parte são feitas ao serviços.
então a supervisão ela ela pode deve servir como uma possibilidade de instituir também outros espaços então cada vez mais a gente discutir isso cenas especialmente tem interesse um investimento especial indiscutir esse estratégias de recovery. Então como é que a gente é nessa função? Pode ajudar a fomentar né?
Esse tipo de prática é pensar no contexto da atenção, primária. Então como é que a gente pode? fazer com que a atenção primária?
Faça aquilo que ela deveria fazer né de poder acompanhar todos os casos, né Especialmente nos casos mais vulneráveis, então como a supervisão ela precisa apoiar esse processo não é uma tarefa simples importante dizer isso, né? A gente tá dizendo. alguma coisa que vai exigir ainda esse profissional uma série de aspectos que a gente vai falar a seguir, né então.
por exemplo a capacidade de escutar é de conhecer a realidade daquele território a capacidade de poder apoiar os trabalhadores, né? Porque é importante dizer isso assim é uma coisa que o supervisor não é um gestor, né? Ele não tá ali do Alto do seu saber disponível para ensinar fazer o serviço funcionar da maneira correta não nesse lugar, né do mestre daquele que vai ensinar que vai né?
É trazer suas verdades para que o outro né? Aprenda é mas é como é a gente consegue. Ajudar a equipe os profissionais da rede, né os familiares os usuários.
a valorizar o próprio saber e fazer com que? saber seja seja importante seja acolhido. Então um âmbito Clínico a supervisão ela ela pode ser entendida como um espaço, né um tempo na organização de serviço de cada discussão estudos sobre os projetos terapêuticos similares e os processos de trabalho dedicados aos usuários do serviço.
Isso é muito curioso assim porque hoje eu tava pensando, né? Acho que a maior parte das pessoas. Que trabalham no serviço de saúde mental sabem da existência dos projetos terapêuticos singulares, mas cotidianamente no serviços assim eu vejo como essa ferramenta que é meu ver é fundamental, né que vai articular ali sujeito serviço território, rede é como muitas vezes esses projetos eles sequer existem.
Então é como o supervisor ele pode fomentar que a equipe se Organize a partir desses projetos que vão ser orientados pelos usuários porque muitas vezes quando existem é muito natural que as equipes o façam sem sequer, né? É conversar com o sujeito em questão então a todo tempo esse lugar é de dentro fora da supervisão. Ele é um lugar, que torna é possível que a gente observa esse ponto né?
Não estando cotid. Ianamente no serviço por anos naquele serviço a gente consegue estranhar e apontar para a equipe determinados pontos às vezes ela conhece mas que se perdem no dia a dia, né? Costumo dizer que o serviços eles acabam criando regras próprias, muitas vezes eu ouço algumas coisas assim e é estranho, né assim não, mas a gente faz aqui assim dessa forma, mas por que que faz dessa forma porque?
Precisa é quando ela tá mal e ela chega ela precisa ser atendida por um médico. e aquela precisa ser atendido por um médico então para quem não tá ali, né Colado naquele naquela naquele serviço é falas conduções da citação elas acabam. Como estranhas?
E aí é desse lugar que a gente consegue é colocar a equipe a trabalho, né? Então como é que a equipe pode rever a sua prática é que é um ponto importante, né? Assim é boa parte do adoecimento dos profissionais é meu ver é tá relacionado com uma sensação de impotência diante do cotidiano do seu serviço, então, quantas pessoas falam assim, mas olha que sempre foi assim, a gente nunca vai conseguir mudar a gente não tem apoio do gestor.
Olha o serviço é lotado conta então é como é valorizar o saber desse trabalhador. Porque o saber tá do lado do Trabalhador ele que tá ali cotidiano na mente do serviço. E também fazer com que ele possa transformar a realidade do seu serviço.
então esses conflitos eles vão acontecer por n motivos, né? Então eles conflitos eles podem ser de natureza política natureza Econômica, né? A precarização do trabalho cada vez mais presentes no nosso cotidiano por questões administrativas.
níveis de Formação então serviços que se supõe horizontalizados muitas vezes, né? Escancaram uma hierarquia, né? Então o profissional do nível superior ele que vai decidir aí o profissional de nível médio, ele vai executar em alguma medida, então às vezes eu vejo muito coisas do tipo os profissionais de nível médios técnicos de enfermagem e eles vão ficar na permanência dia vão ficar na convivência os profissionais de nível superior.
Eles ficam nas suas salas ou então coisas do tipo é dentro do serviço, a gente tem o setor da terapia ocupacional o setor do psicólogo setor do assistente social. Então por mais que a gente pense saiba da necessidade de práticas caminhos. como a gente ainda trabalha.
com lógicas de cuidado que eram próprias do ambulatório e que a gente sabe que são extremamente limitantes do ponto de vista do cuidado. em Saúde Mental é construir uma prática interdisciplinar multiprofissional é Um Desafio muito grande, então é poder. Se oferecer como alguém de fora, né?
Que Facilite que potencialize esse tipo de reflexão crítica de discussão? de espaço de educação permanente é fundamental estratégico. Como eu disse no início?
E o cenário atual, né? A gente precisa qualificar a gestão, né? E o cuidado nos serviços de saúde mental não só de saúde mental.
Mas com toda a rede de saúde é o grande desafio da Saúde Mental como essas pessoas conseguem existirem outros espaços e não é Um Desafio fácil, então eu ouço o cotidianamente no serviço coisas do tipo, mas a gente não consegue com que ele esteja em outros espaços. Então como a supervisão ela pode inventar. formas de apoiar né os trabalhadores os usuários familiares nessa construção.
de liberdade Da Lógica da atenção social e que não fique restrita aos muros do CAPS tal tal acontecia no interior dos hospitais psiquiátricos. Criar serviços. novos não significa que a gente tenha práticas igualmente novas, então a gente precisa de quadros para supervisores, né?
Ajudarem nesse processo. É supervisores, né que vão estar. endereçados aí que vão se dirigir a cultura no compartilhamento na criação na invenção de soluções para as questões clínicas institucionais, não é fácil suportar a crise, né?
Então é muito importante muitas vezes ter alguém que se coloque ali, né junto ao lado para poder bancar muitas vezes é direções que produzem angústia. em quem tá cuidando. E aí a supervisão eu penso que é também uma possibilidade de fazer isso, né?
Eventualmente, né? Como é também que as pessoas é cada vez mais conseguem ocupar essa função, né? Abrir espaço para que novos trabalhadores, né que vem aí com uma trajetória possam ocupar essa função nas redes do Brasil e aí os pontos né Assim o que que é fundamental para mim assim para pensar na supervisão Clínica institucional, é?
Primeiro a gente não pode esquecer da nossa história, né? Eu acho que temos uma questão também é de transição, se a gente for pensar Né desde o surgimento da reforma psiquiátrica brasileira. né?
Já já datam mais de 30 anos é muitos profissionais referências para todos nós, né, muitas vezes já não estão na prática. E aí cada vez mais como a gente vai formando quadros que possam sustentar toda essa linda construção que a reforma psiquiátrica a reforma sanitária fez então, ele não dá para pensar em ocupar essa função sem poder conhecer a nossa história nossa, trajetória e sustentar esse elemento político que é caro no nosso campo, né? E aí algumas letrinhas coloca né?
Então o compromisso com a capacidade jurídica com respeito esse sujeito então é um sujeito ali, né? Por mais difícil que seja. A sua situação por mais trágica, que seja sua história a gente precisa é apostar que ali existe um sujeito a gente precisa apostar num cuidado que hipótese alguma né?
Vai cometer práticas coercitivas, né? Então isso não é possível, né? São se negociáveis, como dizer é esse cuidado, ele precisa ser na comunidade colaborativo no território que inclua a família.
A gente precisa cada vez mais que os usuários eles estejam à frente do próximo de cuidado, né? Que eles ensinem e orientem a gente em relação ao cuidado. E aí a gente tem um conjunto das estratégias recovery a gente precisa de uma saúde mental, né?
É que vai ser vetorizada pelos direitos humanos. Então são princípios que eu digo inegociáveis quando eu disse no lugar da supervisão que não é aquele né do mestre aí me disseram há pouco tempo até assim, mas aí eu não posso dizer se eu vejo algo né focado evidentemente que a gente vai se colocar nessa função, mas mais do que dizer para o outro aquilo que ele deve fazer como é que a gente pode fazer com que os trabalhadores profissionais e gestores os usuários eles possam refletir sobre a condição que vivem para que eles também possam transformar. Essa realidade Então nesse sentido.
Que eu acho que a supervisão entra assim, mas efetivamente. Tem coisas que eu penso que a gente não negocia a gente não negocia o cuidado de liberdade e é isso não é um privilégio exclusivo das coisas institucional, mas de todo trabalhador e gestor da Saúde. E aí num contexto entre um aumento do serviços, né de uma pluralidade de serviços substitutivos é como a gente pensa é numa prática que também é Clínico territorial que também é articulada com a rede que vai pensar.
as situações os casos junto compartilhadamente com os outros serviços na comunidade e em rede. é como eu disse assim são coisas que parecem para muitos imagino, né de vocês, né, trabalhadores gestores muito óbvias, mas que no cotidiano de serviços elas facilmente se perdem então. a amizade básica de saúde é péssima e ela não cuida de ninguém, eu também não vou falar com ele e eu prefiro fazer outros bastante, né?
Mas eu prefiro cuidar dele aqui no Caps porque aí eu sei que a gente está fazendo melhor. Por ele, né então mas Assistência Social ela não funciona e eles né que era internar então a gente mantém aqui a gente tá fazendo as coisas por aqui porque aqui a gente tem carinho tá? Muitos anos e eu não duvido disso, né?
Mas até que ponto esse carinho ele não pode ser né? Uma prisão né uma prisão sem muros é para esse sujeito, né? Então pensar no viés do constitucional pensar no viés.
da potencialização do apoio matricial do trabalho em equipe interprofissional e colaborativo então é como essa função ela precisa marcar esses pontos, né? Como eu já disse assim cada vez mais a gente precisa olhar para os marcadores sociais da diferença. entendendo que o sofrimento ele é social ele passa né?
Por todas essas camadas e que se a gente não puder olhar para isso não conseguiu olhar para isso a gente vai. avançar muito pouco então e alguns serviços, né, muitas vezes assim eles produzem. prestação de contas a contabilidade eu sempre insisto que incluam questões do tipo, quantas pessoas estão estudando?
Quantas pessoas tem documento é quantas pessoas tem moradia? E aí quando eu olho por exemplo os dados de relacionados à educação assim a vê que Um monte de gente mínimo de pessoas consegue estudar então iniciar uma carreira, né? nos serviços de Saúde Mental é muitas vezes é limitante no trabalho é limitante namoradia é limitante, né na educação.
Então como a gente consegue colocar esses aspectos eu trabalho entendendo que o compartilhamento do cuidado é uma ferramenta também para diminuição da sobrecarga do trabalho. a medida em que o serviço se coloca como único a cuidar a fazer né algum cuidado ali com sujeito a gente precisa também vender que a gente acaba também se sobrecarregando e não vai dar evidentemente conta é das questões das necessidades que ele apresenta é para gente né É? como também na supervisão a gente aposta no coletivo o tempo inteiro então a gente aposta no coletivo dos trabalhadores a gente aposta no coletivo como estratégia de cuidado a gente aposta no coletivo dos usuários, né?
Então é como a gente pode fomentar essa associações os espaços dos usuários. Então vejam assim, né pela quantidade de coisas que já renomerei é como esse trabalho. E aí eu acho que o maior desafio né?
Porque não é alguma coisa programada protocolar que eu posso fazer aqui a colar da mesma forma pelo contrário a depender. Da equipe é da dependência de trajetória daquele território. Trabalho ele vai ser completamente diferente, né?
Então essa equipe esse trabalhadores esses usuários, eles precisam formar uma certa demanda que vai ser muito particular e aí a partir disso como a gente inventa junto a eles, né meios de deslocar aquilo que muitas vezes fica cristalizado no serviço. Então aquela queixa. Aquela pessoa que nunca melhora aquela queixa de um serviço que não funciona aquela queixa, né da rede que não dá conta de trabalhar junto e isso.
como eu disse anteriormente acaba sendo uma das principais fontes a meu ver de adoecimento. Por parte dos profissionais nesse sentido da supervisão Clínica institucional também é uma estratégia de cuidado com os trabalhadores com serviço. é com os usuários com os familiares na medida em que possibilita muitas vezes um certo deslocamento dessa queixa e Colabora né?
Potencializa. Para que ela se transforma em questão de alguma coisa, né? Que não é possível de fazer para algo que é possível ser inventado.
E aí talvez uma desafia, mas ao mesmo tempo a maior beleza desse desse processo, né? É então os projetos terapêuticos. Que sejam atualizados dinâmicos compartilhados pelos usuários a ideia né?
do que pode do que podemos fazer né do que é possível no dia a dia é fazer para transformar a nossa realidade. entender que em cada instituição, né? Tem um clima tem uma cultura, então eu chego muitas vezes ao serviços onde as pessoas não tem ideia de Aquele serviço não conhece os trabalhadores usuários não conhece a história daquele serviço e isso muitas vezes é determinante para o funcionamento daquele espaço quando a gente consegue fazer uma escuta a miúde da instituição.
é elementos particulares vem à tona que muitas vezes, né são benéficos, mas muitas vezes também são deletérios. E aí como é que a gente consegue também transformar isso no dia a dia e aí não menos importante pelo contrário fundamental é? Sustentar uma atenção psicossocial territorial porque é um outro Grande Desafio dos serviços especializados em Saúde Mental então muitas vezes cidades pequenos médio porte uma extensão gigante é um Caps vai dar conta, né em tese de cobrir as pessoas em sofrimento grave em apoiar né?
Os serviços como a gente inventa formas para que efetivamente a gente possa estar no território então como eu disse assim não se trata de responder especialmente hoje, mas é de é conseguir inventar junto aos trabalhadores. É algo que tem uma direção Clara sustentada e possível, né? Eu não tô dizendo que a gente Essa função vai caminhar para perfeição longe disso, né?
Porque não existe mas que a gente possa fazer algo com aquilo que nos acossa no cotidianamente nos serviços. É então. um eixos que eu pude tentei um pouco categorizar assim, eu acho que é uma prioridade em que os usuários e familiares do serviço é dirijam o tratamento cuidado.
é não somente muito importante cada vez mais no contexto de precarização dos serviços do SUS de super financiamento é como a educação Permanente em saúde é fundamental do ponto de vista do apoio aos do apoio ao gestores e também. como e isso fica muito muito claro para mim hoje em dia que a supervisão ela não pode se aprisionar no interior do Cabos, né? Repetir a lógica, né do isolamento.
Então como a supervisão se oferece né para estar junto com os outros componentes da rede. Muito sempre. com trabalhadores, né?
Então supervisores. Não nunca vai ser alguém que vai fazer algo sozinho, então sempre é mais um né? Então ele Depende de pelo menos um trabalhador ou um gestor para que ele possa se articular e coisas muito interessantes que eu observo então por exemplo é habitando unidades básicas de saúde encontro do apoio matricial fomentando encontros setoriais.
Começam a surgir demandas do tipo. Nossa que interessante assim, né? Eu queria que a super tivesse supervisão, por exemplo para e multi ou gostaria.
Nossa que legal assim a discussão. Que bacana. Esse trabalho é eu, gostaria que tivesse minha supervisão Clínica institucional aqui para o créias aqui para o Cras.
É a supervisão também é como aquele que vai junto com a rede com os trabalhadores usuários também. Bancar em espaços políticos, né? Então já foi inúmeras vezes audiências públicas a reunião com legislativo, tem como a gente precisa também fazer esse movimento como um movimento necessário para ampliar e consolidar o modelo do nosso modelo de atenção.
E aí em diferentes contextos, né? Então a gente precisa pensar numa supervisão Clínica profissional que trabalhe com o campo da Infância e adolescência, então eu particularmente apesar de já ter trabalhado em serviço, né? Enquanto da infância da adolescência é eu não me autorizo enquanto supervisor Clínico institucional nesse Campo.
Acho que tem uma trajetória importante então meus colegas de 10 20 anos no campo e que conhecem né? De cabo a raba política, né? Todos os atravessamentos próprios ao campo da infância adolescência, então tem uma particularidade o que não significa que né a gente enquanto penso eu não vá se a ver com questões da infância adolescência, mas num serviço especializado capsia.
Acho que tem pessoas muito mais competentes do que eu para poderem é atuar então especificidade também no campo de algo que Outras Drgas né questão do anti-cionismo os efeitosionismo na nossa sociedade. Vessamentos toda luta política né? É uma supervisão é que Ocupe a atenção primária.
a atenção hospitalar a rede intercessorial é que vai potencializar e cotidianamente, né? Insistir. na prioridade do trabalho e rede então muitas vezes eu trabalho em outros locais em que eu fico dia então não.
Eu fico mais com a serviço no Caps no Caps ad na reunião, né entendendo? Que isso é uma condição para supervisão que a gente tem espaços coletivos e se não tiver a gente precisa instituir esses espaços não só dentro dos serviços, mas na rede então a gente pode fomentar a criação de fóruns espaços de discussão intersetorial ao trabalho compartilhado é uma prática também comum é a participação dos usuários e familiares em todos esses espaços que possam orientar a gente né na produção do cuidado é uma supervisão que vai olhar. Como já disse para as populações vulneráveis.
E aí uma curiosidade Há dois anos atrás, eu tive a oportunidade de trabalhar é por um período relativamente curto em um Capes na região norte e ele práticas me chamaram atenção, né? Então é tendas lava pés banho de rio as demandas, né? Próprias daquele território então é como isso se dá porque naturalmente não é algo.
homogêneo, né? Como eu disse. Depende de coisa do território.
Mas também como a gente pode fazer para que isso se ofereça a todos os serviços de Saúde Mental é no Brasil e o contexto atual então é um eu ouvi outro dia algo que né eu costumo ouvir assim os casos estão mais difíceis. Eh, muitas vezes a passagem é um ato ela ela tá muito mais presente no serviço. E aí a gente tem toda essa discussão agora mas contemporânea sobre a questão é dos jogos, né?
A regulação dos jogos e os efeitos que tem trazido para as pessoas é complexidade dos casos aostermínio essa discussão sobre o autismo é sobre né a medicalização da vida sobre a utilização das redes sociais. Então como a supervisão Clínica institucional. Ela precisa é estar alinhada às demandas contemporâneas não para oferecer respostas prontas, mas para incluir essa discussão e possibilidade que os trabalhadores.
possam produzir invenções para lidar com esses fenômenos. É fundamental que para essa função o sujeito ele tem uma experiência no serviço de pessoas. Acho que é uma condição para exercer esse trabalho agora outros aspectos que podem ajudar que talvez não seja é necessário, mas que podem ajudar sim é uma trajetória acadêmica no sentido de estar.
tem uma posição que está sempre articulando ali. prática isso pode facilitar na sustentação desse trabalho é a experiência na gestão no SUS, ela pode ser importante, né? Então é mais um elemento que pode servir ali como um diferencial, mas é importante mais uma vez frisar isso, né?
Não é porque fui gestor no SUS que eu vou chegar em um serviço e vou dizer para o serviço que ele tem que fazer pelo contrário, né? Para aqueles que estão há muitos anos trabalhando como gestores isso também pode ser um desafio então que é um outro elemento também que eu acho que é muito importante assim. da dificuldade para não dizer da impossibilidade de trabalhar nessa função sendo um trabalhador ou gestor da rede local tive experiências na minha vida assim poucas, né?
Infelizmente não foram muito interessantes, né? Os supervisores que Trabalhavam no serviços onde eu atuavam Trabalhador em que viu? da função, né?
Trabalhavam no serviço ou na rede ou foram gestores e que eventualmente acabavam respondendo desse lugar. numa função que é justamente o contrário, né que vai se convocar os pares o tempo inteiro para produção dessas invenções necessárias, então não acho que seja. Muito provavelmente seria muito ruim, né o fato do supervisor ser alguma pessoa que trabalha há muitos anos naquele serviço.
Então essa condição de se alguém que tá dentro, mas também tá fora que não tá ali tão colado um cotidiano com funcionamento, né das cidades é eu, acho que é muito importante, né? É essa função, ela não é possível é se esse sujeito ele não tiver ali o entendimento, né a prática da militância na luta. antimano Colonial, então não dá para pensar a previsão do tempo profissional.
sem sustentar radicalmente cuidado em liberdade os direitos humanos a defesa que toda vida vale a pena e a condição do Diálogo da produção coletiva. É isso. é vamos ver se tem algumas questões.
Gostaria de agradecer. Vamos aí para o nosso. bate-papo >> Marketing Conteúdo CENAT: Professor obrigada eu vou passar para as perguntas.
Nós temos duas. É a primeira da Teresa Santos. Ela perguntou como está a experiência de vocês no trabalho com saúde mental e a pessoa idosa.
>> Rodrigo Simas: Teresa então não faço não sei se eu vou conseguir contemplar sua questão, mas não faço muitas distinção sobre. Eu acho que o serviços especializados em Saúde Mental, eles atendem as pessoas em sofrimento. Acho que não sei talvez a provocação do caminho um pouco por aí, né?
A gente tem uma sociedade que tá envelhecendo. E aí talvez a gente talvez não a gente não tem políticas dirigidas a essa população muito embora. Isso vai ser uma questão cada vez maior daqui para frente.
Mas assim do ponto de vista do trabalho no serviço, entendo que essas pessoas precisam ser atendidas a Qualquer Custo e que precisam ser inclusive priorizadas no atendimento, mas eu acho que você tá fazendo uma pergunta muito importante provocativa assim, né? Que seria inclusive. Trabalho de um supervisor Clínico institucional é isso, né?
Como a gente consegue lembrar de alguns aspectos que muitas vezes no cotidiano trabalham acabam sendo esquecidos. >> Marketing Conteúdo CENAT: A próxima pergunta é na prática dos serviços, qual é a função central da supervisão Clínica institucional e como ela se diferencia de outras formas de Apoio às equipes? >> Rodrigo Simas: Eu penso que a oferta de escuta.
Os respeito né ao saber do trabalhador da Comunidade. A fabricação né de saídas possíveis coletivamente. é Talvez seja característica mais marcante da supervisão Clínica institucional.
Então como a gente consegue produzir coisas a partir do coletivo. E aí os pensou como que vai? fortalecer ou mesmo instituir espaços coletivos para poder lidar ali com essas questões.
O território Então como supervisão ela da minha experiência ela pode? Fomentar potencializar se dirigir ao território e aí a todo tempo lembrar isso assim tem uma fala que às vezes eu digo, né? Então ali no cotidiano.
O usuário muito difícil numa situação muito delicada e aí eu costumo dizer assim, olha, vamos olhar para a rede para o território. Então por mais que a gente saiba disso. no teste no momento da crise, né diante das cobranças e dificuldades é como Às vezes a gente precisa de alguém que possa lembrar uma outra coisa que também é muito particular, tá?
Como é que é o nome dela, né? >> Marketing Conteúdo CENAT: É Luciana. >> Rodrigo Simas: Mas que eu acredito muito é que a gente é muito cobrado.
A gente é muito exigido, né então. eu acredito que as Pezão ela também precisa ser um lugar que vai apontar aquilo que funciona. Eu não acho que as pessoas seja aquele que tá ali para apontar os furos da equipe, eventualmente a gente precisa contar.
Mas que também é aquele que vai apontar é aquilo que dá certo aquilo que funciona então o privilégio de estar dentro e fora é também olhar isso e poder dizer olha é isso mesmo. Olha a gente tá colhendo essa pessoa é uma situação grave, mas a gente está indo a casa dela, a gente está em contato com as pessoas próximas a gente está conversando com ela. Ela tá orientando o cuidado dela, né?
Então é como a gente também pode tranquilizar os trabalhadores daquilo que a gente faz porque a gente faz coisas incríveis, né? E eu acho que poucas pessoas dizem isso para gente então eu acho que Eventualmente apontar ali pontuar alguns impasses mas também a todo tempo procurar valorizar sabendo do Trabalhador aquilo que funciona aquilo que dá certo de serviço. Acho que isso dá uma segurança para o serviço.
Faz com que as pessoas se sintam à vontade acreditam que estão fazendo tem uma confiança. Porque aquilo dá certo? uma situação uma crise é muito pontual às vezes coloca a gente né?
Um teatro em dúvida sobre o que tá acontecendo e quando alguém né que tá um pouco mais afastado disso, né? diz olha é isso, você tá fazendo exatamente aquilo que a gente acredita que a gente defende. Eu acho que isso possibilita muitas vezes que os trabalhadores sustentem.
Não é privilégio exclusivo da previsão do tempo profissional, mas não trabalho tão difícil. Eu acho que é uma função muito importante que muitas pessoas fazem poucas pessoas fazem. >> Marketing Conteúdo CENAT: Perfeito professor, o senhor vai querer falar um pouquinho da pós eu posso abrir aqui.
>> Rodrigo Simas: Eu não vou falar. é a um ano e meio mais ou menos o Senac ele recomendava, né pedia que a gente pensasse em alguma coisa relacionada à supervisão crime constitucional. E aí já diante desafio?
Em algum momento né o governo federal, ele tentou fomentar a escola de supervisores pelo Brasil alguns estados conseguiram ir adiante, mas Até onde eu sei foram projetos que não continuaram. E aí diante dessa aposta e desafio, né? Assim demorei a pensar mas esse ano Lembrando que esse ano o Ministério da Saúde fez um financiamento, né em Junho do ano passado no edital para né profissional no Brasil inteiro.
Então pode ser importante a quantos anos a gente não tinha esse tipo de apoio. A gente teve localmente em Minas no Rio de Janeiro, mas assim do ponto de vista eh Federal tem muitos anos que a gente não tinha esse tipo de incentivo e E aí eu realmente acho que a gente precisa pensar e aí Dizendo da minha trajetória, né meu interesse e necessidade. de conhecer mais sobre o campo de discutir com outras pessoas que né atuam nessa função aqui em Minas Gerais, a gente tem um grupo despertadores clínicos profissionais que é super potente, né que traz ali uma discussão política e aí a partir desses pontos todos eu as na mara e Tiago a gente né?
Começou a desenhar uma proposta de pós-graduação e Apesar de conhecer muitas pessoas muito competentes que teriam toda. potencial para participar desse proposta a gente fez a escolha de Trazer assim aquele aquelas pessoas que foram referências para a gente nessa trajetória, então a gente convidou pessoas que são muito significativas Especialmente na minha trajetória pessoal é para estar discutindo pontos que a gente considera que são fundamentais nessa para formação, né para qualificação para esse tipo de trabalho. E aí a gente pensou também na possibilidade de articular, teoria e prática então pensar no espaço onde?
linguagem demanda por parte dos Municípios os cursistas dessa pós-graduação possam possam oferecer um espaço de escuta para o serviços se candidatem e que a gente trabalhasse junto aos cursistas, né? Esse trabalho essa trajetória. E aí é uma experiência um laboratório assim com muito investimento com muito cuidado, mas a ideia é que a gente possa ter um espaço, né de formação para né?
Se sentirem. Mais à vontade preparados para atuar nessa função assim como no meu caso, né pessoas que já tem alguma experiência. nesse dispositivo possam né encontrar um espaço para troca entre pares.
Então essa essa ideia de que na arte vai poder apresentar mais clareza agora. >> Marketing Conteúdo CENAT: compartilhar a tela Pronto pessoal. Essa é a página a nossa pós-graduação de supervisão Clínica institucional, eu vou estar colocando link aqui no chat para vocês para vocês conhecerem ver a nossa proposta.
E aí pessoal para quem quiser tá participando dessa turma aqui abaixo que no finalzinho tem o nosso campo de pré-aplicação, vocês vão colocar nome e-mail telefone é preencher e enviar essa pré-aplicação significa que vocês têm interesse e a nossa equipe vai estar entrando em contato com vocês para uma reunião para uma conversa e aí vocês podem dar continuidade Na inscrição de vocês para estar garantindo a vaga na turma e nós estamos com desconto esse. Mês de fevereiro nós estamos com uma campanha de volta às aulas. Então quem tiver aproveitando vai tá ganhando 15% de desconto no valor da pós.
Professor o senhor tem algum recadinho para o final? >> Rodrigo Simas: Não só olhei aqui eu tiveram mais duas perguntas assim, acho que vale a pena a gente como a gente ainda tem algum tempo na arte a gente explorava. >> Marketing Conteúdo CENAT: Claro, deixa eu abrir aqui atualizar minha página.
Tem aqui da Leiliane. a pergunta é conhecer o território e juntos discutirem demandas mais pertinentes e assertivas Seria uma ótima estratégia. >> Rodrigo Simas: A sua pergunta na verdade é uma resposta, né, Liliane?
Assim acho que é. um é muito importante. Poder olhar para isso, né desencapular o caps.
Então acho que é uma. É algo muito importante. Acho que é isso, né?
>> Marketing Conteúdo CENAT: Sim professor, muito obrigada perfeita aula é pessoal nós queremos agradecer a todos vocês que tiveram conosco aqui e antes de finalizar, né? Eu queria estar enfatizando que nós estamos com essa campanha clima de festa fevereiro, então se vocês quiserem aproveitar a campanha de volta às aulas, clica no link que tá aqui na descrição e aproveita o desconto, esse desconto tá válido para todo mês de fevereiro, então não perca essa oportunidade. E não deixe de se inscrever aqui no canal e mais uma vez obrigada por estar conosco aqui nessa aula e até a próxima um abraço.
>> Rodrigo Simas: Obrigado gente, boa noite, né a parceria companhia me coloca à disposição, e espero encontrá-los encontrá-las em breve grande abraço.