E aí Olá pessoal Bom dia é tudo bem com vocês meu nome é Jenny eu sou biomédica formada pela Universidade Estadual de Londrina e tem um mestrado doutorado em Psiquiatria na Universidade Federal de São Paulo Então esse curso a gente vai conversar um pouquinho sobre farmacologia e a ideia de que cursa que a gente consiga ver os conceitos informações mais iniciais para que a gente consiga entender a farmacologia sistema uma orgia mais aplicar Então esse curso é um curso mais introdutório a forma colou Gia mas os conceitos que nos veremos aqui são de extrema importância
para que se consiga entender é as etapas seguintes do estudo da forma com logia Então essa primeira aula Nós faremos uma introdução relacionada com conceitos com algumas informações que vocês certamente e não ao longo da da do estudo da farmacologia certo bom então primeiro a gente precisa conceituar algumas coisas então arma que um forma o fármaco é uma substância química de estúdio estrutura conhecida e quando administrada a um organismo vivo produz efeito biológico por forma ele pode ser sintético ele pode ser obtido de plantas e animais o produto de Engenharia Genética nós precisamos distinguir o
medicamento do Farma porque o medicamento ele é uma preparação química que pode conter mais um fármaco é administrado com o objetivo de produzir um efeito terapêutico o medicamento ele não é composto apenas de forma mas ele contém outras substâncias como excipientes solventes conservantes crianças substâncias fazem com que esse medicamento possa ser armazenado possa ser utilizado o prazo e também facilita a ingestão do medicamento certo será que eu trouxe um exemplo para vocês observarem o quanto o que a gente eu como é que a gente difere um medicamento do Farm tá então Dorflex é uma dica
muito bem conhecido farmácia e Dog Flex nós temos três diferentes fármacos na sua composição então nós temos a dipirona o citrato de orfenadrina e a cafeína e são essas substâncias que vão causar os efeitos biológicos Oi e o medicamento Dorflex terá como efeito terapêutico combate à dor e um relaxante muscular Então é assim que a gente difere um medicamento dos fármacos que os compõem certo então vamos agora falar propriamente dito de forma colou Gia então farmacologia é a ciência que estuda os efeitos dos fármacos no funcionamento dos sistemas vivos então a farmacologia busca estudar a
interação de um fórmico e o sistema biológico e bom então a gente vai falar um pouquinho sobre a história da farmacologia que é uma história relativamente recente é uma ciência um pouco mais recente então a história da farmacologia se inicia com uma era mais natural que era baseada no conhecimento mais rico e baseado em plantas em que a gente pode ver bem antigamente lá na Mesopotâmia já existia alguns registros relacionados à plantas medicinais então toda essa era natural ela é baseada em observações e registros de tratamentos realizados com plantas Então as pessoas faziam Preparações de
plantas administravam para o paciente sou pessoas doentes e observavam os efeitos e eles relatavam esses efeitos nesses escritos e isso foi sempre passado adiante e outras pessoas E essas plantas conforme descritos nesses manuais por isso que a gente fala que essa parte da farmacologia Ela implica é baseada exclusivamente na observação do que era observar na observação dos efeitos dessas plantas medicinais e Ah pois bem a partir do século 18 já conseguiu já entramos na era sintética Então a partir desse instante a farmacologia já passou a ser vista como uma ciência e isso se deu muito
através de cientistas pesquisadores que começaram a isolar substâncias Então a gente tem isolamento da morfina da estricnina o time no que é usado no tratamento da malária e aí eles extraíram esses compostos sem saber qual era o efeito deles ou é observamos efeitos mas não sabiam como é que eles agiam para gerar esse efeito então em 1847 foi fundado o primeiro Instituto de farmacologia partida então a farmacologia e a ciência e as pessoas começaram a estudar Como é que os fármacos geravam os efeitos observados e como falei para vocês é uma coisa relativamente recente certo
o fim nós chegamos na era biotecnológico aqui já alguém mais recente e talvez os demais moderno a gente consegue observar na farmacologia então começaram a ser produzidos medicamentos e fármacos que eram baseadas em tecnologia em terapia gênica e dali a recombinant certinho e e a gente continua os avanços na farmacologia diariamente porque a cada dia mais os medicamentos são estudados são descobertos são colocados no mercado buscando sempre a melhor hora no tratamento de pacientes Então por que que a forma corrigir existiu E por quê que foi avançando ao longo do tem porque existe uma necessidade
de melhorar os resultados das das intervenções terapêuticas utilizadas pelo clínico Então as pessoas precisavam o jogo servação do tipo aquele extrato de planta cura determinada situação e avançar para nós utilizamos um medicamento que funciona e quais situações por conta desse da temporada o mecanismo então a gente viu que aquela farmacologia foi adoção e graças a estes avanços hoje nós conseguimos pelo menos pensar na produção de uma vacina uns seis meses de uma pandemia Então hoje já se sabe é os mecanismos envolvidos no controle de coronavírus os mecanismos patogênicos e as vacinas são criadas buscando Esse
é através desse conhecimento nesses mecanismos farmacológicos certo bom então se a gente pensar hoje a farmacologia ela ela é dividida em inúmeros subtipos inúmeras especificações especialidades então nós partimos de um momento em que ela era totalmente observacional através de extrato de planos e hoje a gente consegue subdividir a farmacologia Então ela já se tornou uma ciência extremamente detalhista e uma ciência aprofundada para que ela tenha o melhor efeito possível certo bom então para a gente entender um pouco da farmacologia a gente tem que pensar como é que os fármacos agem tá então desde o princípio
dos estudos científicos da farmacologia o ar já disse no forma não agirá a menos que esteja ligado e sempre que a gente fala da ligação de forma que o receptor a gente compara com a questão da chave e uma fechadura que nascemos o fármaco se ligando ao seu receptor para gerar um efeito que exatamente o que acontece na chave na fechadura da nós temos uma chave e se encaixa perfeitamente na sua fechadura para abrir a porta até o efeito que o esperado quando um forma com se liga ao receptor e essa ligação ela se dá
através de interações químicas os seus tecidos através de alguns alvos específicos sendo que esses alguns pode ser receptores em cima moléculas transportadoras e canais de ônibus então isso aqui é o que a gente chama de algo farmacológico que é o local onde o fármaco vai se ligar para gerar o efeito esperado só que a ligação do fármaco com o receptor pode resultar ou não na ativação desse Executor dar no caso da ativação então receptor vai ser afetado pelo fármaco eles vai alterar o seu comportamento e desencadear uma resposta tecidual é mas porque é que nem
sempre essa ligação fármaco-receptor então Vai resultar nessa ativação porque dois fatores muito importantes contribuem para essa ativação ou não que é afinidade que é a possibilidade do fármaco Então se ligar ao receptor atores possível como a gente viu lá na questão da chave e da fechadura eles precisam ter um encaixe adequado Então esse encaixe do do Carmo o receptor a gente chama de afinidade a vez que eu falo se ligou ao receptor olha apresentou uma afinidade para mim setor ele pode então gerar um efeito isso vai depender da eficácia então é o quanto essa ligação
é eficaz o suficiente para ativar um receptor tá então um fármaco que tenha uma boa afinidade e uma eficácia ele vai então se ligar ao receptor e gerar muito efeito esperado e e existe também uma forma de compararmos diferentes fármacos que a gente chama de potência de uma potência serve para que possamos comparar dois fármacos diferentes então que a gente observa aqui e o fármaco a ele vai gerar uma resposta com uma potência maior do que o fármaco b certo então esse gráfico é isso que ele mostra para gente que na comparação entre os dois
fármacos os dois vão se ligar os dois vão gerar respostas mas a potência ou seja rapidez com que esse Farma Rua Geral a resposta é maior do que a do forma comer só Então é isso que esse gráfico mostra pra gente a potência serve para comparar dois fármacos ambos os fármacos eles têm eles conseguem te ligar e elas têm atividade e ambos os fármacos tem eficácia mas o que diferem o outro é a potência Ou seja é o tempo que ele vai demorar para gerar a resposta esperada Oi e aí a gente começa a classificar
os fármacos de acordo com a resposta que eles geram então esses temos que a gente vai ver agora vocês certamente Vão ouvir falar e entrar em contato com todo o estudo da farmacologia então simples Ezequiel são retomados e são utilizados e vai extrema importante que vocês consigam entender o que quero dizer para gente e quando a gente diz que um forma ele é agonista de um receptor quer dizer que se liga e causa uma resposta a gente entra de novo na comparação na chave com a fechadura nós temos nosso setor quer comparado com fechadura nós
temos o nosso agonista o nosso fármaco agonista e se compara com a chave e a gente observa que quando este agonista se liga no receptor nós temos uma resposta biológica então é como se a chave se ligasse Na fechadura e conseguisse abrir a porta então quando a gente tem um forma se liga que gera a resposta nós temos agonista O que é diferente esse agonista ele pode ser ainda classificado de formas distintas dependendo do tipo de resposta que Ele oferece e nós não nos temos o agonista total ou seja ele vai gerar uma resposta máxima
e essa resposta máxima ela vai ser atingida mesmo que o fármaco não se ligue a 100 porcento dos receptores presentes e o agonista ele também pode ser parcial ou seja ele vai apresentar uma resposta subir máxima ainda que me ocupe 100 porcento dos receptores Então se o agonista total vai gerar uma resposta nesse nível o agonista parcial vai dar nesse nível mais embaixo então a gente disse que o agonista parcial ele tem eficácia intermediária ele não vai chegar mais ficar é máximo e agonista total por exemplo e nós temos ainda o agonista inverso o agonista
inverso ele se liga ele gera uma resposta mas essa resposta ela é oposta à do agonista total a gente disse que esse agonista inverso ele apresenta uma eficácia negativa bom então aqui a gente consegue ver bem uma exemplificação da questão dos agonistas através de representação de luz então Aqui nós temos a eficácia o agonista total que apresenta uma eficácia de 100 porcento então é como se a nossa luz estivesse ligada não máxima iluminando todo o ambiente nós temos também o agonista parcial e como a gente já observou tem uma eficácia menor e sem por cento
então nós teremos um ambiente mas essa russa é um pouco menos potente do que a observada nesse primeiro essa primeira situação A então é uma meia luz e Aqui nós temos a luz apagada Ok então elas elas vai ficar sem de 0 a luz não Ligar Lucas do agonista Inverso a resposta dele é negativa como a gente já observou Então seria como se a gente ligasse uma luz Escura então ao invés de iluminar Ela deixa o ambiente ainda mais escuro dificulta ainda mais a nossa visão Então essa é uma forma mais didática da gente mostrar
como é que a eficácia nos diferentes tipos de alunos e e por outro lado nós temos formam os que são antagonistas e o que são esses antagonistas eles se ligam eles vão se ligar ao receptor eles não geram a resposta E além disso ele impede a ligação no agonista é vocês devem pensar aqui o antagonista é alguma coisa que vai atrapalhar então conceito de fato o antagonista é algo que atrapalha mas quando a gente pensa na terapêutica o antagonista é algo de extrema importância porque a gente tem que pensar que algumas situações nós teremos um
funcionamento Acima da média e quando a gente tem um funcionamento exacerbado do antagonista precisa entrar e entende a continuação desse processo acima do normal então o antagonista e é de extrema importância certo então aqui a gente representa de novo com a nossa chave fechadura então antagonista a gente considera ele como saída uma chave falsa então ele tem essa capacidade de se desligar Na fechadura é Mas além de não abrir a porta ele vai impedir que a nossa chave verdadeira se ligue tá então aqui usando para nosso desenho do receptor o acontecer ele vai se ligar
nós não temos uma resposta biológica e ainda impede que o agonista se livre receptor certo Esse é um antagonista e agonista eles então eles competem pelo mesmo sítio o que a gente viu que ambos vão se ligar naquela fechadura ou seja naquele mesmo receptor e essa competição pode então é gerar uma situação Irreversível que é quando mesmo que eu aumente muita dose do meu agonista ou antagonista ele não vai se desligar sensor então aqui a gente tem que se chama de antagonismo e reversível Então nesse caso a gente não tem uma respostas não vai haver
efeito porém existem também alguns antagonistas que eles são reversíveis então no primeiro momento ele vai se ligar ao receptor e vai impedir a ligação do organismo porém seu aumentar a ação do agonista naquele lugar Esse é bonita vai deslocar um antagonista e vai conseguir se ligar então a gente tem não é feio por quê que isso acontece porque a gente tem que entender que tanto antagonista como o agonista eles ficam se ligando e desligando o receptor todo tem mais essa ligação e é esse processo de ligar e desligar ele pode ser mais constante que é
o que acontece aqui no caso dos antagonistas reversíveis ou ele pode ser mais forte e demorar mais tempo para sociais e pode ser uma ligação que liga e desliga muito lentamente Então nesse caso nós temos este antagonismo Irreversível a bom então aqui a gente tem outro representação disse que eu acabei de dizer então a gente já sabe que quando o antagonista se liga no nosso receptor nós não temos atividade atividade zero quando esse antagonista é não competitivo ainda que o aumente muito a dose do antagonista nessa do local ele não vai deslocar Esse é o
antagonista e se ligar ao nós continuamos sem atividade sem efeito biológico Porém quando o antagonista ele é competitivo a partir do momento que o aumento da dose do agonista ele desloca o antagonista se liga e nós teremos uma atividade sendo que essa atividade pode ser menor ou igual a 100 porcento isso vai depender das características do fargo da concentração de agonista que a gente vai colocar e da rapidez com o antagonista Se desligue só pode ter uma resposta variada nessa situação e esse gráfico vai mostrar para gente como é a resposta em todas as situações
que nós observamos então vamos lá nós temos o antagonista e se liga e não gera nenhuma resposta o organismo parcial que vai se ligar mas ele não vai obter uma resposta de sempre sempre o agonista total e se liga nosso receptor e promove uma resposta de 100 porcento e o antagonista inverso que ele seguida de erva resposta e essa resposta é negativa um tipo importante a gente ressaltar aqui antagonista e agonista inverso são duas coisas bem diferentes a gente lembrou que o antagonista se liga não gera a resposta impede a liberação no organismo o antagonista
universo ele vai se ligar e ele vai gerar uma resposta ainda que essa resposta seja negativa mas ela resposta bem fármaco ele vai se ligar preferencialmente indeterminado o receptor e assim como receptores específicos eles reconhecem apenas uma classe de forma e por isso que cada forma é utilizado como a finalidade por quê Porque ele vai se ligar ao receptor específico para gerar uma resposta específica e ter um efeito terapêutico determinado porque porque existe essa especificidade de ligação O porém nenhum forma conhecido até hoje ele é completamente specific e de forma aqui aumentar a dose de
um farmaco ele vai favorecer a ligação inespecífica e a gente tem o que a gente conhece como efeitos colaterais é então que eu trouxe um exemplo de um farmaco e medicamento para vocês que ao haloperidol qual é o peridol ele é um antipsicótico ele é extremamente utilizado na clínica para assar esquizofrenia e opções mentais também o haloperidol ele é um antagonista nos receptores de dopamina então ele bloqueia receptores dopaminérgicos do tipo de dois e esse bloqueio vai gerar o efeito terapêutico esperado que é o tratamento dos sintomas positivos da esquizofrenia E apesar disso O haloperidol
ele também bloqueia alguns outros receptores só que vocês podem observar que o bloqueio do de dois ele é maior do que esses receptores que estão é desenhados menores para mostrar realmente que são que fez menores só que se o paciente deixa de responder é uma dose mais baixa de haloperidol e você precisa aumentar a dose do tratamento a partir de então o haloperidol também bloquear a esses receptores resultando em efeitos colaterais como boca seca ganho de peso hipotensão postural dentre outras coisas e então esse medicamento que era bem aceito e que era bem tolerado com
essa ter efeitos colaterais que muitas vezes nos EA bile e eu uso então isso depende muito da dose e da resposta de cada paciente por conta desse fato de aqui embora os fármacos eles tenham seu algo eles também se ligam a outros receptores que geram os efeitos colaterais que são a parte indesejada de um tratamento certo ah e também quanto menor potência um fármaco tiver mais efeitos colaterais ele vai gerar Então são Farma ele menor potência a gente precisa aumentar a dose para gerar a resposta e aumentando a dose em Joice liga em outros locais
menos específicos que geram efeitos colaterais que a gente não desejo então bons Farma eles precisam ser o mais específico possível mas a gente sabe que na prática isso não acontece com tanta frequência então praticamente todos os formandos terão um efeito colateral Nem todas as pessoas vão experimentar os efeitos colaterais da mesma forma porque depende da resposta dela do organismo dela e da nossa que ela vai utilizar mas todos os falam e apresentam esse laterais também é o mesmo fármaco ele pode ser agonista total em tecido e agonista parcial o antagonista em outro tecido é isso
também tem a ver com diferentes mecanismos de ação diferentes respostas que os forma que geram e essa esse tipo de resposta acontece porque o número de receptores varia entre os tecidos a natureza de acoplamento e o tipo de resposta tão aqui nós temos um exemplo por exemplo aonde os ensina e se liga no seu receptor de angiotensina 1 e vai causar vaso constrição nos nossos nossos vasos e artérias e retenção de água e de sódio no cinema só esses são os efeitos da angiotensina mas em outros órgãos que embora também sejam musculatura do tipo o
Anjo te ensina não vai gerar efeito por quê Porque a a proporção de receptores que nós temos nesse tipos de nesses exemplos de um latura Lisa é maior do que nesses outros órgãos e é por isso que ajudem na terra papel de extrema importância nesses órgãos enquanto que ela não tem efeito agenda na musculatura Lisa do estômago e intestino então algo muito bom porque senão todos os fármacos se ligariam em todos os locais da mesma forma e possivelmente Eles teriam mais efeitos colaterais do que benefícios essa resposta distinta em diferentes órgãos e sistemas era extrema
importância para a utilização do Carmo e também é nós existe algumas forma da gente modular da gente não do nosso organismo modular a resposta é do diferentes formas uma dessas maneiras é a modulação alostérica são o quê que é a modulação alostérica nós temos aqui um receptor do tipo da amaerj então o neurotransmissão gabaérgica ela é a principal neurotransmissão inibitória do nosso sistema nervoso central e o receptor gabaérgico eles têm locais sítios para a ligação do gaba saudável mesmo transmissor que ele vai se ligar nesse receptor e gerar a resposta porém o receptor gabaérgico ele
também tem sítios alostéricos ou seja são locais e que são apropriados para ligação de outras substâncias que não são propriamente o neurotransmissor E no caso o receptor de gaba especificamente ele tem diversos sítios alostéricos do benzodiazepínico do etanol dos neuroesteroides e barbitúricos é a modulação alostérica ela aumenta ou diminui depende do efeito depende da ligação e da resposta a afinidade do agonista pelo receptor Então como consequência ela altera eficácia e que gera também uma resposta diferente então voltando aqui para o nosso receptor de brava bom então a gente sabe que quando o gaba se liga
ao receptor aumenta o influxo de cloreto a gente tem uma hiperpolarização da nossa célula e não tem transmissão de impulso então por isso que receptor gabaérgico ele é inibitório porque ele vai diminuir a transmissão sináptica Então vai e tem um efeito mais sedativo o jeito mais calmante e quando o benzodiazepínico o que é o caso do Rivotril preço do material utilizado como é um ansiolítico ou com arma corretor de sono e quando o Rivotril que é um beijo de azeite em seguida no céu sítio alostérico você pode d'água ele aumenta a afinidade do gaba pelo
receptor então a gente já viu que o galo é inibitório e quando a gente utiliza um prédio diazepínico essa essa ligação gabaa receptor vai ser ainda mais forte dá uma exibição vai ser maior Tá certo e acontece a mesma coisa com a utilização de algo de barbitúricos e neuroesteroide Então essa modulação alostérica é uma forma de modular a resposta que já existiu nosso corpo então neste caso a modulação com a lotérica com Rivotril aumenta a inibição que é gerada pelos receptores gabaérgicos e existem também a modulação de resposta baseada no antagonismo químico tá Então nesse
caso a gente não tá falando de antagonismo de receptor é o que a gente viu um pouquinho adiante tá então nós estamos falando de fármacos que se ligam e inibem resposta mas não não é um antagonismo da ligação do fármaco receptor então antagonismo químico é a combinação de duas substâncias que resulta na perda da atividade do fórum e isso é uma coisa ruim não nesse caso que eu vou exemplo para vocês como por exemplo o caso dos quelantes e desse fármaco infliximab que é onde inflamatória então que como é que esses antagonismos time cusagem a
não ser temos aqui uma um indivíduo que ingeriu metal pesado então o metal pesado ele seria tóxico para o indivíduo certo o que acontece esses indivíduos eles são tratados com que lente então o quelante levar agir com o antagonismo um antagonista químico desse metal pesado ele vai se ligar ele vai fazer complementar o pesado perca a sua função tóxica tá então o metal pesado Deixa de ser tóxico E aí animada do organismo então Aqui nós temos um antagonismo que faz com que o metal pesado perca a sua atividade tá então ele deixa de ser tóxico
e é eliminado do organismo é a mesma coisa acontece com esse medicamento infliximab infliximab como aquele age no nosso organismo Ele vai se ligar ao tnf-alfa que é uma citocina pró-inflamatória e ao se ligar ao cms alvará e impede a ligação do tnf-alfa um receptor Então se essa molécula se ligação receptor nós teremos uma resposta inflamatória como objetivo desse tratamento é diminuir a inflamação é que geraram a resposta anti-inflamatória o infliximabe se liga a internet água e impede a sua ligação ao seu receptor pela que nós temos nós agonismo time uma substância impede a atuação
da outra como era o normal nesse acontecer como se era o esperar tá e nós temos também quanto é antagonismo farmacocinético então o que acontece neste antagonismo nós temos a redução da concentração de um fármaco no seu local de ação porque a gente viu que o Farma com ele precisa para disponível naquele local numa concentração adequada para se ligar ao seu receptor e gerar a resposta bom Então nesse caso era esse segundo medicamento ele vai ele pode aumentar a velocidade de metabolismo ele pode causar redução na velocidade de absorção gastrintestinal ou aumentar a velocidade de
eliminação renal e qualquer um desses efeitos vai diminuir então ação num forma como esperar então por exemplo quando o indivíduo ele faz uso de uma de Aço juntamente o antibiótico ele tem a diminuição do efeito do antibiótico porque esse antiácido ele vai alterar os mecanismos metabolismo de absorção de inscrição de forma que o antibiótico ele não vai estar disponível na concentração esperada ou necessária para gerar para se ligar gerar o efeito antibiótico como isso acontece também com o caso de anticoncepcionais e antibióticos Possivelmente você já ouviram falar que quando está fazendo um tratamento com antibiótico
o anticoncepcional ele pode perder efeito resultante em gravidez e isso acontece pelos mesmas razões o antibiótico ele vai induzir as enzimas metabólicas de forma que o anticoncepcional ele vai ser metabolizado mais rápido vai ficar menos tempo disponível então tem uma de Caçu reduzida E isso acontece com diversos fármacos então que a gente chama de interação medicamentosa não essas interações medicamentosas acontecem devido esse antagonismo farmacocinético o que nós temos também podemos ser também o bloqueio da resposta então o que que acontece nesse bloqueio de respostas Então nesse caso é vai ter um bloqueio da cadeia de
evento após a ativação do receptor que geraria a resposta pelo antagonismo Então nesse caso nós temos de fato a ligação do agonista do receptor isso geraria uma resposta que nesse caso é o influxo de íons porém um determinado composto ele vai bloquear fisicamente essa passagem de ir então nós não vamos ter a resposta que o que acontece com aqui tua vida a ketamina é um anestésico oi e ela acha nos receptores do tipo glutamatérgico então Aqui nós temos receber perguntar uma terço o quão o sítio de ligação para o glutamato ou ainda erra então alguns
a mata ele se liga nesse receptor ele abre o canal e óleo que permite a passagem dos rios mas quando faz uso da ketamina que é um anestésico então A ideia é que realmente não aconteça transmissão oscilar eu tô aqui os impulsos relacionados a dor não serão transmitidos esse influxo de desviam ele é parado então nós não temos de fato a transmissão então não tem nenhuma influência com a ligação do agonista como receptor mas sim com os mecanismos que levam a produção de efeito a resposta esperar lá o e temos também a situações de antagonismo
fisiológico que quando o indivíduo faz uso de dois fármacos que tem ações Opostas no organismo então o que que vai acontecer vai ter anulação multa uma você fez nenhum Primeiro vai agir nem um segundo vai agir porque porque eles senta agonizam resposta dele são distintas que elas tomadas se anulam tá então isso acontece quando por exemplo indivíduo faz uso de histamina e Omeprazol porque a histamina lá nos Nossa a mucosa gástrica ela promove a liberação de hidrogênio que é o que promove a acidez estomacal e O porém o homem parasol como a gente já sabe
ele é um fármaco antigastrico né que é contra a linha contra a dor de estômago o que acontece o o a histamina tá aqui ela tá se ligando ao receptor e da promovendo s aumento da liberação dos íons de hidrogênio para acidificar o estômago o Omeprazol ele vai se ligar uma determinada bomba que faz transporte decidiam o estômago e impede essa liberação dos íons hidrogênio Então embora ele esteja sendo produzido ser uma ligação desta mina ele não vai ser transportada bom Então nesse caso nós não teremos o aumento da liberação do nitrogênio ou melhor ele
vai ser produzido e vai ser liberado mais uma forma reduzida Então se o indivíduo tava fazendo uso de um medicamento com a intenção de aumentar essa essa acidificação estomacal ou se ele estava fazendo uso de Omeprazol evitando uma úlcera evitando dores de estômago nenhum dos dois vai ter efeito porque nem vai aumentar esses Íons de hidrogênio de forma adequada e nem vão trozol vai conseguir bloquear Esse é feito de forma que não exista essa acidificação tá então os dois defeitos Vão Se somar esse anula a e existem também respostas de sensibilização e tolerância e essas
respostas elas são geradas de uma forma bem [Música] isso acontece sempre nossos nosso organismo gerarem essas respostas decente de sensibilização e tolerância o quê que é a resposta é quando têm redução gradual do efeito de um fármaco que ele é administrado continuamente a gente consegue observar nesse gráfico aqui o que acontece a resposta inicial de um agonista essa daqui tá esse primeiro gráfico em azulzinho Então ela é uma resposta adequada a resposta próxima do máximo como a utilização de si mesmo medicamento por longos períodos e a resposta ela vai ser reduzida embora você esteja utilizando
a mesma dose o mesmo regime de administração mas a resposta ela é reduzida então a gente diz que é houve uma de sensibilização do organismo em relação àquele tratamento está o termo de sensibilização ele é utilizado quando essa resposta reduzida ela acontece de forma rápida ou seja um tratamento de cinco dias no quinto dia ele já não gera a resposta liberar então nós temos uma de sensibilização e pode acontecer também a resposta de tolerância que essa resposta é mais lenta de um indivíduo que está há seis meses sendo tratado com o medicamento No sexto mês
ele apresenta essa queda na resposta parece casa de tolerância que uma resposta mais 30 existe também a refratariedade a refratariedade é quando é existe perda da eficácia terapêutica certo então é um medicamento que vinha sendo utilizada há algum tempo ele deixa de causar uma resposta naquele paciente difícil paciente refratário a tal medicamento e também a resistência a resistência é utilizada principalmente com tratamentos antimicrobianos e antineoplásico sai a gente sempre ouvi falar que determinada bactéria é recente a a hora resistente ela terminar o antibiótico ou seja em algum momento aquele medicamento combate a esse tipo de
bactéria e depois de um tempo ele deixou de combater esse tipo de infecção a gente chama de resistência todos esses termos são utilizados para a mesma da mesma ocorrência que é deixar de fazer efeito como fazer a perna dizer num determinado tratamento é o e existe também uma perda de resposta ou uma modulação de resposta por alteração de receptores e essa alteração ela pode ser conformacional pode ser devido à força organização de proteínas ou então a internalização de receptores então aqui nesse primeiro desenho a gente consegue ver uma alteração de conformacional da nós temos esse
receptor com uma conformação no qual o forma com se ligava a ele e a gente tinha uma resposta É nesse segundo momento houve uma alteração na conformação Ou seja a molécula mudou o seu jeito mudou a sua estrutura EA partir de então o fármaco não pode mais ligar a ela então isso faz com que eu falo que não se ligue é a gente não consiga mais observar o efeito que antes acontecia existe também a situação em que um determinado o receptor ele passa a ser Afonso folhado ou seja ele ganha uma molécula de forçar a
uma essa molécula de fosfato se ligar nessa receptor pode alterar a transcrição gênica pode alterar a conformação que forma que ele também deixa de responder aquele forma com que até então ele responder a e por último nós temos aqui a internalização de receptor então determinado momento lá na nossa fenda lá no nosso tecido nós temos seis setores disponíveis e esse seja ser todos eles ligavam ao fármaco geraram uma resposta O porém por determinadas razões distintas que nós veremos adiante em outras aulas esse ser todos eles são internalizados ou seja eles deixam de estar presentes aqui
na membrana e forma que agora a gente só tem 3 receptores então a resposta ela vai ser diminuir certo porque nós não temos mais todos aqueles receptores e se ligam ao fármaco para gerar respostas então isso também são formas de modulação da resposta nós temos por Possivelmente respostas esperadas diminuídos nesses três carros e também existem situações em que a depressão de mediadores ou seja alguma substância que era essencial para transmissão para resposta ela é representada ou seja ela é destruí e não vai estar mais disponível para que a resposta isso acontece no caso da vitamina
A gente sabe que é a cetamina ela aumenta a transmissão de dopamina aumenta tanto pela maior liberação de dopamina como por impedir a recaptação da dopamina mas a anfetamina ela não vai ter um efeito eterno porque não tem algum momento esses toques de dopamina no nosso neurônios eles vão acabar porque a gente tem uma produção a produção finitas de dopamina então junta produzindo possível 200 novamente então mesmo que a gente utilizando cetamina Em algum momento esse estoque de dopamina ele vai ser replicado ele vai acabar e aí nós não teremos mas esse aumento da transmissão
dopaminérgica ou então essa transmissão ela não vai ser todo tempo tão Intensa como no início porque esses top eu vou diminuindo e neurônio ele não tem capacidade de tão rápida de produzir tanta dopamina quanto à utilização de anfetamina libera essa também é uma forma da gente modular a resposta nesse caso a gente pensar isso é uma uma situação benéfica certo que se a gente não é capaz tanto tanto tanto da transmissão da Copa América a gente poderia ter a morte do indivíduo por exemplo por excesso de dopamina Então esse tipo de controle e ele é
benéfico para que a transmissão ela não aconteça de uma forma infinita esse exatas exatas serve tão acima do normal e e também nós podemos observar alteração no metabolismo daquele terminado forma então a administração repetida de uma mesma dose ela leva a redução progressiva da concentração plasmática por quê Porque a gente vai estimular o metabolismo daquele forma Então se a gente tem a excesso de farmaco a gente induz o nosso organismo metabolizar mais larga o excesso só que isso contente vai fazer com que o carma também perde o seu efeito não é que a gente consegue
ver que numa concentração baixa de determinar a forma como nós temos uma enzima metabolizando esse forma só que nós temos uma quantidade de metabólico normal por enquanto a gente vai aumentando a quantidade de se forma o nosso organismo as enzimas metabolizadoras elas também são aumentadas e e isso vai fazer com que o passar do tempo a gente tenha muito forma com metabolizado e pouco fármaco disponível para gerar aquela resposta então isso também faz com que a resposta seja diminuída ao longo do tem um e existe também a adaptação fisiológica que daí é um processo mais
lento e nós temos alteração de expressão gênica que leva a relação do efeito do fármaco então nós temos mudança de gêmeas de proteínas que são moléculas reguladoras então se nós temos moléculas reguladoras menos disponíveis nós teremos uma resposta reduzida então isso acontece o caso dos diuréticos são as tiazidas elas agem em determinadas moléculas reguladoras que como passar do tempo vai havendo alteração da expressão gênica essas moléculas vão sendo alteradas entre elas podem ser deixar de ser produzida só elas podem ser produzidos Em menor número elas podem ser menos responsivos e com o passar do tempo
isso é um processo mais lento assim que a gente fala de expressão gênica a gente está falando de É sim mais lento mas possa mais lenta mas ao longo tempo mas essas essas alterações gênicas então elas alteram os as moléculas E com o tempo a resposta observada ela também é alterado porque o organismo se adaptou aquela situação e reduzir a resposta Oi e a gente também sabe que os fármacos eles são responsáveis por uma resposta mais imediata e outra mais duradoura bom então essa resposta imediata é quando o fármaco desligar o seu receptor e gerar
a resposta imediata são os efeitos terapêuticos que é por exemplo um medicamento que é vai tratar a dor de cabeça sabe como ligar receptor gera a resposta no caso analgesia EA dor de cabeça é tratada isso é a resposta imediata porém existe uma resposta que adoradora que ela é causada por efeitos secundários e mais lenço que é basicamente o que a gente falou agora da perda de resposta então esse efeito secundário e mais lento ele vai gerar alteração da função celular alteração de receptores e Na expressão gênica bom então quando a gente pensa o medicamento
a gente não pode pensar só na resposta imediata que ele já era mas também nessa resposta duradoura e isso pode ser benéfico Em algumas situações em alguns tratamentos espera-se que de fato essa resposta seja duradoura e esses efeitos são esperados eles são importantes da resposta ao medicamento mas também isso pode ser algo negativo certo que eu não faço de respostas duradouras que fazem com que determinados medicamentos perdão a sua eficácia e aqui a gente tem uma eu trouxe para vocês uma um assunto que tem sido bem tratado ultimamente que é uso da ketamina como eu
gostei para vocês que ela é um milhão farmacor é analgésico não fármaco enfim aqui tá mina que ela é utilizada como anestésico perdão sim aqui tá Minion no médico ela tem sido utilizada para o tratamento da depressão e isso tratamento da depressão não se deve ao bloqueio do dos canais iônicos que a gente viu mais adiante aqui Léo é o mecanismo normal daqui tamina e esse efeito antidepressivo se deve a uma resposta um muito mais lenta daqui também porque a ketamina AGE em outras vias que não aquela que a gente já comentou que ao longo
do tempo vai alterar a expressão gênica vai promover a proliferação celular e essa proliferação celular tem um efeito antidepressivo então isso não era uma resposta imediata e anestésico como a vitamina é normalmente utilizada uma resposta muito mais duradoura Nesse caso a gente espera essa resposta dobraduras resposta duradoura é benéfica E se a gente pensar em antidepressivo eles de Fato compartilham muito dessa resposta dessa resposta duradoura então um aumento Inicial o antidepressivo ele aumenta assim a transmissão de ser o Tom e ainda mais ao longo do prazo o antidepressivo ele tem esse efeito de plasticidade ser
feito de proliferação celular e esse efeito antidepressivo é por isso que esses tratamentos eles são sempre feitos um períodos longos de administração e o indivíduo não deve parar esse tratamento ao longo do caminho porque essa resposta duradoura ela é esperada ela é essencial para o sucesso no tratamento Oi e aí eu trouxe para vocês para a gente terminar essa primeira aula uma 1 m Que tal muito rodando na internet uma frequência bem alta nesses últimos tempos eu achei legal a gente falar sobre isso então a gente sabe já deve você já deve ter visto diversas
piadinhas nas redes sociais sobre como é que os medicamentos funcionam ou seja como é que os analgésicos sabem onde está doendo Como que o Dorflex sabe onde que dói para ele ir lá usar esse assunto ele também foi trazido por algumas por alguns sites de ciência mesmo de informações corretas não só de brincadeiras por conta dessa repercussão nas redes sociais que nós temos duas páginas do Instagram de divulgador científico sabe então são de informações de extrema confiança em até UOL que é uma página de informação que é Oi gente acessada por todos sobre essa questão
de como é que o remédio sabe qual parte do corpo ele precisa G E aí alguém fez uma resposta bem-humorada né sobre como é que esses forma com a gente ela já Dipirona já entra gritando e é por isso que ela vai agir no lugar certo e a gente sabe que essa não é resposta adequada então a gente sabe que não fármaco ele sabe onde tem que agir porque eu no local e necessita ação dos fármacos que os receptores estão disponíveis então é a ligação do fármaco receptor que vai gerar a resposta então no caso
do analgésico por exemplo em sabe que a dor provavelmente a resultado de uma lesão de uma inflamação essa lesão inflamação alteram os receptores no local de ação local da lesão local quem são esses receptores alterados eles vão ser no caso a resposta receptor aonde os fármacos vai te ligar Ira a resposta é uma polícia que os forma os amizade em um lugar específico é por isso que quando a gente toma um remédio para dor de cabeça ele vai tratar a dor de cabeça e os receptores relacionados a dor eles estão localizados no local da inflamação
local da lesão E o medicamento vai agir nesse local então aqui é exatamente aquela questão do ligação receptor Farma ou seja chave-fechadura abrindo e gerando um efeito bom pessoal é isso eu espero que vocês tenham gostado essa nossa primeira aula espero ver vocês na nossa próxima aula tá bom é um abraço e até lá