Estrutura Básica Do Compliance Olá, Estudante! Tudo bem com você? Chegamos ao final do curso, e nele pudemos conhecer os principais riscos financeiros, os mecanismos de gestão e mitigação, e os processos internos.
Neste vídeo elaboramos um balanço de todos os temas abordados sobre gestão de riscos, controles internos e compliance, abrangendo a evolução do arcabouço regulatório sobre o sistema financeiro nacional brasileiro, como também, os significativos avanços no cenário internacional. Você está pronto? Então, vamos lá.
GESTÃO INTEGRADA DE RISCOS, CONTROLES E COMPLIANCE Ao longo do nosso estudo, aprendemos sobre Gestão de Risco (crédito, contraparte, mercado, operacional, liquidez, taxa de juros, reputação, socioambiental, estratégia e compliance. Pudemos entender quais são os Elementos do valor de risco e as Aplicações de sistemas de gestão de risco. Os sistemas e métodos de cálculos para risco de crédito (Cadastro Positivo), por exemplo, são ferramentas de extrema relevância para a classificação do perfil de risco de pessoas físicas e jurídicas, uma vez que representa um conjunto de bancos de dados que contém informações relativas a obrigações, vinculadas ou não a operações de crédito, adimplidas pelo cliente (pagamento já foi realizado) ou em andamento (que ainda não venceram).
A nota de cadastro positivo e as informações do histórico de crédito farão parte da avaliação da situação econômico-financeira do cadastrado e o custo do crédito será mais bem definido, uma vez que o risco do cliente poderá ser mais bem calculado. Quando falamos em governança corporativa, precisamos relacionar os programas de compliance e sua estrutura. Ilustramos alguns estudos de caso, nos quais evidencia-se, em função da ausência de processos e procedimentos de controles internos e compliance, a ocorrência de fraudes e crimes financeiros (como o de lavagem de dinheiro).
Boas Práticas de Governança Corporativa Outro ponto importante é o conhecimento das boas práticas de Governança Corporativa (GC) que devem ser implementadas pelas organizações, agentes e sociedades, buscando atender aos três elementos essenciais para a adoção da GC: transparência, prestação de contas e igualdade. Assim, é preciso considerar como objetivos específicos: identificar os tipos, grau e níveis dos riscos; apresentar as fontes de risco e mensurar seu valor; calcular e avaliar os métodos de cálculo do valor de risco; identificar e aplicar os sistemas de gestão de risco; apresentar as fundamentações da Governança Corporativa; conhecer os fundamentos de compliance e sua importância; avaliar a estrutura necessária para implantação do compliance e, por fim, identificar as principais ferramentas e normas para a aplicabilidade do compliance. Considerações finais No cômputo geral, conhecemos o processo das transformações observadas pelos princípios regulatórios implementados e recomendados pelo sistema financeiro internacional, desde a década de 1980 até o momento atual, avaliando, por um lado, a sua recepção pelo sistema financeiro brasileiro e, por outro, os possíveis impactos e desafios frente aos avanços do mercado financeiro sobre as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Fica o desafio em observar a evolução das regulamentações sobre gestão de risco, controles internos e compliance e sua adequação à estrutura atual em função da maior sofisticação dos produtos financeiros. Esperamos que você tenha tido um bom proveito em seus estudos e desejamos boa sorte em sua jornada da gestão de risco e compliance!