Teste rápido. Abre o seu portfólio em 30 segundos. Alguém consegue entender qual problema você resolveu?
Como você resolveu esses problemas, qual foi o resultado e o impacto de resolver esses problemas. Não. Então seu portfólio tá errado.
Eu revisei 200 ou mais portfólios ano passado. Ajudei a montar um time de 139 design e hoje lhe deram um time de um dos maiores jornais do mundo. Todos que contratei tinham uma coisa em comum.
Clareza. Hoje vou te mostrar a estrutura básica que funciona sem frescura, sem design over complicado. Só o que eu procuro quando vou contratar alguém.
Pode ser que te ajude a tomar a melhor decisão do que não saber o que fazer. Bora lá. Antes de tudo, a verdade, portfólio bonito não garante contratação.
Sim, ajuda e muito, porque captura a atenção. Mas não é tudo que analisamos quando vamos contratar alguém. Portfólio complexo não impressiona.
Na verdade, pode atrapalhar por não funcionar no celular, pode inclusive não funcionar em um navegador que não tá atualizado. Você nunca sabe quem tá acessando o seu portfólio. O portfólio cheio de texto também não ajuda, porque ninguém vai ler.
Esse aqui é controverso, mas o portfólio faz um papel de show and tell. É a entrevista, no caso, que você precisa ser conciso, interessante, apresentação, mas o portfólio precisa ser show e a entrevista precisa ser thé. O que que é o show?
O show é mostrar e o té é falar. OK? O que que garante uma entrevista?
De novo, minha opinião. Clareza. clareza sobre qual é o problema, o que você fez.
Vamos lembrar que o que o time fez não é o que você fez. O que você fez, qual foi o seu impacto? É isso.
Simples assim. 90% dos portfólios que eu vejo hoje são bonitos, porém vazios. Vazio em informação, vazio em descrição, vazio até na clareza.
Muitas vezes você vê aquele maravilhoso, tudo mexe, cheio de motion, mas não necessariamente você entende o que que foi feito. Por que que eu tô lendo isso daqui? São basicamente checklists de técnicas.
Esse também é um problema. Quando você faz aquele checklist de técnica, fiz user research, fe survey, fiz testabilidade, mas fez por quê? Qual que foi a intenção?
Como que isso resolveu o problema? De que forma isso te informou ou te ajudou a tomar uma decisão? Muitas vezes não faz nem sentido vocês colocarem todas essas técnicas, porque no mundo real não são todas as técnicas que serão praticadas todas as vezes.
Um portfólio cheio de informação mais confuso. É aquele que tem um texto gigantesco que você lê, lê, lê, lê e não entende nada. Ou pior, só imagem, aquele tanto de mocap lindo, os mocap que vocês pegam de 2002, até parece que a gente tá de volta nos anos 80, ninguém usa mocap mais, mas vocês colocam mocap para tudo quanto é lado, era drible, mocap 3D, mocap assim, mocap assim, sombrinha e gradiente.
E aí quem tá lendo aqui, quem tá precisando te contratar, tá olhando aquilo e pensando, tá? E aí, Mocap é legal? Comprou o mocap, pagou $5, achou no freeck.
Mas e aí, cadê o problema? Resolveu o problema com Mocap? Ah, pô, aí não me ajuda.
E olha, não precisa ter o melhor UI do mundo no seu portfólio. De novo, você precisa ser claro. A leitura precisa ser fácil, precisa ser imediata, precisa ser rápida e eu preciso entender em poucos segundos quem é que eu estou contratando e o que traz para o meu time.
Ponto. Vou te passar uma estrutura básica de um case que funciona pro seu portfólio. Isso aqui é tudo que você precisa.
Mais do que isso, talvez você tá adicionando linguiça sem necessário. Título do projeto, te dar um exemplo. Ajudando milhões de jovens a salvarem R$ 200 por mês.
Contexto é tudo. O título não precisa falar a marca, porque muitos de vocês fazem isso no bank. E daí?
O título precisa trazer contexto, ele precisa ter o que que é que você resolveu. Muitas vezes pode ser uma pergunta ou às vezes pode ser um statement. Pode ser uma frase como ponto final, mas que me traga um entendimento imediato o que é que eu vou ler aqui, o que que eu vou encontrar nesse case.
Parte dois, contexto, dois ou três parágrafos curtos sobre o que é o projeto, qual o problema, para quem, por e como. Você está criando algo novo ou tá melhorando algo que já existe? Eu preciso entender muito rápido se o que você tá fazendo gerou impacto não gerou impacto, é novo, é velho, é uma atualização, é um redesign, é uma funcionalidade nova.
Da onde que veio esse requisito de funcionalidade? Você entregou um projeto? Você explorou uma funcionalidade ou você entregou uma funcionalidade?
O que que aconteceu? É importante que você coloque isso e aí um prazo. Você pode colocar ali 8 semanas MVP, 12 semanas, projeto pronto, projeto live.
Aí põe o linkzinho. Essa entrada de contexto extremamente importante, porque é o que a gente lê normalmente. E aí vem problema, apresentação de problema.
Um exemplo, usuários não sabem para onde o dinheiro vai e desistem de aplicativos de finanças porque são complicados demais. Tô mantendo aqui no negócio do finanças, tá? Só para você entender, para ficar um pouco legal de você entender aqui a analogia.
Nessa parte da apresentação do problema, você pode utilizar hypoteses, statement ou pontos de dor, tanto do usuário como do negócio. Mas é importante apresentar os dois lados, usuário, negócio, OK? Então, você pode apresentar o ponto de dor ou os objetivos ou os requerimentos de ambos os lados.
Por que que isso é importante? Porque isso apresenta de forma verdadeira o que é o problema. de ambos os lados.
O que acontece hoje em dia é que muitos de vocês focam tanto no usuário, focam tanto na ideia da empatia, que vocês não entendem que somente o usuário o projeto morre, não existe investimento. Isso significa que o projeto na realidade nem existe, porque precisa existir um negócio, precisa existir uma exigência do negócio. Então, ambas as apresentações de problema são importantes.
E aí vem a solução. Criamos uma interface simplificada com apenas cinco categorias de gastos. cadastro rápido, onboarding rápida, você consegue escanear o seu rosto e uma visualização clara dos seus gastos mensais.
Pronto. Linguagem simples, coloquial, sem jargões financeiros. A parte da solução é muito importante que você é é inclusive é a sua chance, né, de mostrar rapidamente num highlight quais as telas você fez, como elas resolvem os problemas.
E por favor, menos mocap, eu vou falar isso durante o vídeo inteiro. Menos mocap. Vocês estão pegando cada mocap terrível, que nem são os últimos celulares que foram lançados.
Terrível. De preferência só pela apresentação da tela. Se quiser fazer mocap, utiliza um negócio que chama clay mocap, cay mocap, que são mocaps unbranded.
Eles não tm core, eles não tm um celular definido, eles são simplesmente mocaps em 3D, bem assim. limpos. E aí o que importa é a tela, porque o mocap não importa.
Se possível, faça blocos separados de texto explicando quais foram as funcionalidades que foram entregues, como elas resolvem os objetivos do negócio ou do usuário. Então, seria tipo um título rápido com iconezinho. Olha só, fizemos um dashboard analítico de gastos mensais.
Os usuários agora se sentem mais confortáveis em analisar os seus gastos mensais. Olha só, conseguimos entregar um onboard rápido, reduzindo a taxa de turn, aumentando o volume de cadastros, ou seja, usuário e negócio. Tô te dando exemplo aqui para você começar a entender a analogia, que um case não é tão difícil igual vocês fazem parecer, é porque vocês escrevem demais coisas que não são necessárias pra leitura.
Vale lembrar que no processo de recrutamento eu tenho que ler em torno de 100 a 1000 portfólios para tentar encontrar um filtro de quem é que vai pra entrevista. Agora imagina eu lendo 1000 portfólios e o seu texto que vai me levar 25 minutos para ler. Não vai acontecer.
Próxima parte do portfólio. Processo mostrar o trabalho. Você fez o quê?
Você fez pesquisa? Quantas pesquisas? Com quais usuários?
Por que que você fez a pesquisa? Quais foram os insightes da pesquisa? Não precisa ser descritivo, tirar print.
Não, não. Bullet point, coisa simples, ó. Fiz a pesquisa, 12 usuários, encontrei essas três coisas aqui que me ajudaram a tomar decisões X, YZ.
Lindo. Wi Frame. Você fez?
Não fez, você desenhou no papel, rabiscou no papel ou não? Foi direto pro design porque tu é malucão. É interessante mostrar uma forma de pensamento.
Aí você vai falar: "Pô, J, mas não é todo mundo que faz isso. Bem, não é todo mundo que é ruim, né? Eu sempre faço, que eu mais faço é o wireframe.
Tempo inteiro. Eu tenho quatro, cinco livros de anotação dentro na minha mesa. Tempo inteiro eu faço.
Por que que você não vai fazer? Porque você é bom demais. Olha aqui.
Ol aqui. Por você sabe demais. É por isso que você não quer fazer widefame, porque o teu mentor aí genial falou que o widefame é desnecessário.
Desnecessário para quem? É a forma mais simples de pensar. É rápido, é barato, rabiscou, não deu certo, rabisca de novo.
E é importante porque tu mostra processo de pensamento, tu mostra como que você toma decisão, tu mostra algumas anotações, vale a pena, entendeu? Ajuda, ajuda na comunicação, ajuda no lore da apresentação toda. Fez teste habilidade, quantas rodadas de teste de habilidade?
Que que o teste de habilidade te informou? Te ajudou ou não te ajudou a tomar a decisão? E aí o UI final, uma imagem zona central grande, explodida, entendeu?
Com alguns detalhes nas laterais. É importante tu mostrar a atenção a detalhe, como que você desenha, por que você desenha, qual que é a importância do pixel para você. Perfeito.
Isso aqui é o erro de todos vocês. Vocês fazem grande parte do portfólio de vocês é como se fosse uma checklist, né? E aí parece que você foi, você foi fazendo um case, você pegou um problema e você faz assim: "Fiz survey, fiz porque tá no double diamond, fiz teste de habilidade, fiz cheque, fiz.
Falei com o usuário, não, mas eu falei com a minha mãe, tá bom, cheque é erro, porque quando a gente começar a ler de verdade, eu começo a perceber os furos. Aí você aí do outro lado pode achar, pode, ninguém vai ver, vê. É porque você acha que você é esperto demais.
Quem tá te contratando tá nisso tem 20 anos, 30 anos. A gente já tem cabeça velha disso. Três palavras que eu leio no seu portfólio, eu sei se foi você que escreveu ou não.
Eu sei se foi você que fez ou não. Agora imagina tu chegar numa entrevista, eu saber que não foi você que fez, que você não fez adequadamente, tu vai passar na entrevista ou não? Não, tu vai tomar porrada do lado e torto na entrevista, porque eu vou fazer pergunta que você não vai conseguir responder.
Técnicas de tem que existir um porquê. Se não existe um porquê, se você não tem clareza do que você tá fazendo, não faça, porque toda técnica ela tem um resultado esperado e a gente sabe qual é o resultado esperado. Então você precisa, antes de estudar ex, você precisa definir como vai ser os seus estudos, como esses estudos vão impactar nas suas práticas e que práticas são essas que você tá fazendo.
Se você decide só fazer prática sem saber ox, eu posso te garantir, você não vai conseguir enganar ninguém, a não ser você. E aí tu finaliza o case com resultados. Resultados esses que não necessariamente precisam ser números.
Podem ser números ou podem ser aprendizados. Tem métrica. Perfeito.
Apresenta 40% dos usuários completaram board versus 15% do app anterior. Tempo médio de cadastro caiu para 30 segundos e era 2 minutos. Não tem métrica.
Beleza? Apresenta como se fosse um projeto acadêmico, a descrição de aprendizado. Por exemplo, aprendizados.
Descobrir que simplicidade é melhor do que adicionar features no aplicativo. A gente entendeu, eu entendi que se fosse fazer de novo, eu testaria um pouco mais cedo as funcionalidades e as ideias que eu tive. Perfeito.
Eu vou ler, vou entender que foi feito, vou entender que existiu uma prática, vou entender que existiu fricção, vou entender qual foi a a sua prática verdadeira, né? Qual que foi os seus aprendizados em relação a esse case? É importante e você pode finalizar de uma outra forma também.
Traz o resultado. Aí, suponhamos que o resultado não tem número. Você traz um negócio que chama meu papel, que é assim, quem que fui eu em relação a esse projeto?
Aí vou te dar um exemplo, eu fui responsável pelo research, wide frame e design test. Porque assim, eu sei que trabalhar em time você não vai conseguir fazer tudo. Nem sempre você vai fazer o projeto inteiro.
Mas o que que é que você fez? Você trabalhou numa equipe? Beleza, me fala.
Olha, trabalhei com um PM, dois desenvolvedores, o meu papel foi UX e Y. Dessa forma você vai me orientar se você consegue fazer cross collaboration, se você consegue fazer um projeto end to end, se você tem conhecimento em pesquisa ou não. Você define muito claro quem você é em relação ao produto.
Isso é o que você precisa. Se for em deck, vou fazer um slide PowerPoint, beleza? Aí tem que ser bem mais limpo, tem que ser pensando como se fosse num showcase, tipo uma apresentação de palco.
Se for num website próprio, eu recomendo ter um pouquinho mais de leitura, entendeu? Até porque o website próprio é mais escaneável, é mais fácil de ler. Bullet point, espaço em branco, OK?
Espaço em branco. Faz o teste de 5 segundos, entendeu? Ó, fecha o olho aqui, abre teu website.
Abre o olho. 1 2 3 4 5. Quem é você?
O que você faz? Quais são os projetos que você entrega e o que que você significa pra vaga que eu tô em aberto aqui? É easy, easy.
Vocês têm que fazer esse tipo de teste constantemente, OK? Por quê? Porque isso vai te ajudar a entender clareza versus complexidade.
OK, AJ? Até aqui tudo bem, mas onde eu vejo portfólios bons para mim poder me inspirar ou sites que você recomenda pra gente dar uma olhada? Bestfolios.
com é uma curadoria de portfólio de design incrível, inclusive clica em todos, pô. Próximo, cofolhos. com.
São portfólio de designers contratados, ou seja, muito mais real por empresas grandes. Muito útil você dar uma olhada nisso daí, porque aí você vai ver o que funciona verdadeiramente. O próximo, adplist.
org. Aí você vai falar: "Pô, a DPL é uma plataforma de mentoria? " Sim.
Porém, no perfil dos mentores, geralmente você tem o portfólio deles linkado lá. Então é bom porque você consegue fazer um filtro de senior, consegue dar uma olhada nosiors, vai clicando nos portfólios e você vai ter exemplo de portfólios que estão no ar. E olha, dica, não dica, regra, não copia.
Vou repetir porque às vezes vocês tm um problema aqui no ouvido aqui, ó. Não copia, aprende a estrutura, se inspira. Mas não copia.
E aí tem algumas perguntas que você pode se fazer aqui todas as vezes que você vê um portfólio. Número um, eu entendi o problema em 10 segundos. Eu sei o que que significa esse case.
Dois, eu entendi a solução ou a solução não faz nem sentido com a descrição do problema. Três, eu entendi o resultado. Esse resultado tem alguma correlação com o problema ou o resultado não tem nenhuma descrição como problema?
O problema era onboarding e o resultado é venda. Uai, como assim? Número quatro.
Eu entendi o papel dessa pessoa e desse profissional em relação ao projeto. Se as quatro respostas forem sim, o portfólio funciona. Se forem não, bem, você tem que refazer o seu portfólio.
Mas a J, eu não tenho experiência profissional ainda. O que que eu vou colocar no meu portfólio? Ótima pergunta.
Projeto acadêmico. Se foi bem feito, vale a pena, pô. É só deixar claro.
É um projeto acadêmico. A universidade X YZ. Você consegue fazer redesign, mas aí aqui vem uma vírgula.
Redesign com pesquisa real. Você pega um app que já existe, você redesenhou, OK? Você fez o research de verdade, você entrevistou os usuários ou você achou o problema do chapéu?
Você identificou que existem problemas? Porque muitas vezes eu vejo vocês pegando no bank, perfeito. Você entrevistou os usuários para saber se existe problema?
Você encontrou similaridade no nos problemas que os usuários te falam ou você simplesmente definiu que é um problema? Bem, se você definiu que é um problema, não é um problema. Beleza?
Testou suas soluções. Porque assim, fazer um redesign por fazer um redesign, pô, isso aí é teste de isso aí é brincadeira de neném. Eu tô te falando de verdade.
Você fez um redesign baseado em solução ou você fez um redesign baseado em tela bonita? Porque se for em tela bonita, bem, de novo, refaz seu portfólio, OK? Se você inventa, nós que estamos recrutando percebemos que você inventa.
Não vale a pena. Só você acha que você tá conseguindo enganar a boba aqui. Não tá.
Projetos pro Bono, organização a não governamental, tem muito projeto pro bono, a negócio familiar, projeto social. De novo, se foi trabalho real com cliente real, com usuário real, vale a pena. O que que não vale e que não vale a pena?
Redesign sem pesquisa, com usuário, daily wi sem contexto nenhum, é só tela. Cópia de tutorial, faz o menor sentido vocês fazerem isso. Projeto copiado do coleguinha.
Bem, esse aqui não precisava nem estar na lista. Projeto em grupo de bootcamp. Aí eu vou colocar uma vírgula aqui porque agora a galera vai ficar brava.
Como assim projeto em grupo de bootcamp? É porque o problema é que vocês fazem um bootcamp de fim de semana que é impossível você aprender e o X e Y num fim de semana. É literalmente impossível.
E eu desafio qualquer pessoa de qualquer bootcampa, numa entrevista comigo ao vivo e eu vou provar em duas perguntas que tu não consegue aprender, nem o X, nem o Y. No fim de semana é impossível. Deixa aberto o desafio aí.
Tu não aprende o XY no fim de semana, nem se tu for um gênio. Não tem como. Então você vai no fim de semana, tu já tá aprendendo uma coisa complexa que é o XY.
E aí tu consegue fazer um case em 4 horas. não me ajuda, né, gente? Pô, vocês estão querendo, vocês estão querendo enganar quem trabalha com isso há muito tempo.
É besteira. Você vai aplicar aí, sabe o que vai acontecer? Você vai aplicar em 100 vaga, tu vai receber 100 negativa, tu vai lá pro LinkedIn chorar, mas é porque você tá se expondo do jeito errado.
Você não tá seguindo os passos que deveria. Então vamos falar agora de quantidade, porque que o esculacho vocês não escuta mesmo porque não adianta, eu tô aqui tem 10 anos na internet falando a mesma coisa. Qual a quantidade de case?
Três a cem feito. Três a c meia boca uns oito. Uns 8 para 15.
Agora é melhor 8 ou 15 meia boca ou três bem feitos. Sempre três. Tr três bem feito.
Eu não vou olhar 15 cas de qualquer maneira. De novo, vamos repetir. Eu tenho 1000 aplicação.
Só só com você eu vou perder 20 minutos. Impossível. Isso não vai acontecer.
Três bem feito é muito melhor do que 15 meia boca. Ah, J, mas eu tenho um monte de case que eu fiz na faculdade, esquece. três bem feito.
E eu tô falando bem feito com todas as regras que eu te passei nesse vídeo. Se tiver bem feito, três bem feitos. Quais as plataformas a J para criar o meu portfólio?
Eu vou ser talvez o mais direto que eu já fui em relação a essa pergunta e o mais simples possível. Framer e um PDF. Pronto.
Framer como cartão de visita aberto, entendeu? É fácil de acessar, cheio de template legal, é online, acessa no celular, funciona, tu manda o link, funciona. Não precisa de bate-papo, não precisa de dificuldade.
Mas aí eu vou usar o Wix, não. Framer funciona, tem um monte de template legal. Por que PDF?
A J PDF é show Entel, é um deck, um slide mais detalhado, com mais sensação de apresentação pra entrevista. A J, quando eu for mandar a minha aplicação, manda os dois. Manda os dois, pô.
Coisa linda. Vou adorar clicar no teu website, ver o PDF, ó, pô, ele fez isso aqui. Ah, aqui tem mais detalhe, entendeu?
Ponto final. A J, mas e o Notion? A J, o drible, o Birhanrance?
Olha de novo, vou ser direto aqui. É contigo, tá? Eu tô te apontando e te explicando o que funciona.
Tu quer se arriscar, é um problema teu. Tu quer jogar na loteria, joga na loteria. Tu quer colocar a tua carreira num bingo?
Joga no bingo, pô. O que eu tô te falando é o que funciona. Um website simples, direto, rápido, fácil acesso, que funciona no celular.
Um PDF que tem mais detalhes que eu sei que no dia da entrevista você vai trazer esse PDF, você vai me explicar o que tá acontecendo. Maravilha. Ponto.
Qualquer outra coisa fora disso, vocês estão jogando a loteria. Aí já não é um problema meu. De novo, eu tô tentando te ajudar.
O meu papel é te ajudar, porque se eu quisesse te dificultar, o vídeo não existia. Resumindo, portfólio precisa ter clareza? Sim, cheque.
Estrutura básica é melhor do que a complexa? Cheque. Qual que é a estrutura básica?
Contexto, problema, solução, processo de trabalho, resultado. Bíngua. Seu currículo simples, o mais simples possível, o mais escaneável possível, se possível, Google Docs ou Word.
Esquece fazer no Figma. Esquece fazer esses PDF, filha da que vocês fazem. Ah, J, mas tu já falou de Figma?
Sim. E eu errei aqui, tá? O 2026 para você.
O próprio time do Figma, sim, eu participo aí deuns grupos aí do Figma. O próprio time do Figma já explicou que o PDF gerado do Figma, ele não segue a estrutura linear. Então, quando o ATS for ler, que é um sistema que lê o seu currículo, ele vai ler uma palavra aqui, um aqui, um aqui, um aqui, um aqui, um aqui, um aqui, e ele não vai entender quem você é.
CV tem que ser exportado do Word ou do Google Docs, porque o a TS vai ler em linha. Pronto, não vou entrar em detalhes disso aqui. Só faz do jeito que eu tô falando.
velho. 20 anos essa merda e eu tenho que ficar falando, faz do jeito que eu tô falando. E aí a galera assiste e fala: "Mas será?
Faz no Figma, então, pô. Faz no Figma". Outro ponto, evita tocar imagem para Texto demais.
Se não tiver um processo, se não tiver um pensamento por trás, se não tiver um porquê, toda imagem tem que ter um porquê, todo texto tem que ter um porquê. Próximo passo, se não tem experiência, projeto acadêmico probono bem documentado, com usuário real, pesquisa real, problema real. Teste do 30 segundos.
Pede para alguém abrir o seu portfólio. Cronômetro na mão. Uba uba ubae uba, uba uba em 30 segundos.
O que que é que essa pessoa entendeu? O que você faz e como você faz. Não entendeu?
Reescreve seu portfólio. Esquece. Nem tenta convencer a pessoa.
E não, mas é porque você não viu aqui. Tu tá errado. Deixa o like.
E se esse vídeo te ajudou, comenta aqui embaixo, se inscreve para receber mais conteúdo direto, sem enrolação. Os próximos conteúdos serão tão técnicos quanto esse ou mais técnicos. E comenta qual a sua maior dúvida de portfólio.
Se eu não respondi nesse vídeo, eu posso te responder nos comentários. Fui, até a próxima.