Olá meu nome é Cristina né sobre de três bênçãos né três abençoados Dois filhos já adultos e uma a minha filha 13 anos pbh já me e a minha história não deve ser a história de várias pessoas aí né eu vim de uma de uma família né da criação dos anos 70 anos 80 aí né aquela criação que o pai fala uma duas a terceira vez o povo já comi né tanto eu quanto meu esposo nessa criação de que o filho se vira o pelo tem que tomar sua iniciativa resolver as coisas coisas e eu
passei essa criação dos meus dois primeiros filhos né que foi sem nenhuma intercorrência né eu creio eu acreditava né que eu estava fazendo normal porque com eles dava tudo certo né eu nunca tive problema nenhum com essas com os dois primeiros em questão escolar Eu acho que eu não me lembro de sentar com eles para fazer um de o presente que ele dar um ponto sozinho obrigação de casa eu não precisava falar precisava falar nada entendeu então cresceram já são adultos e aí quando ele já estavam aí com seus nove dez anos me veio a
Jamile né hoje com 13 anos de idade tem como eu tinha dado certo com os dois primeiros relativamente é com os dois primeiros né A minha forma que eu fui criada é a forma que eu criei ele eu achei que daria certo também qual a próxima né final depois eu já tinha experiência de dois adolescentes é dois duas crianças adultos e adolescentes E aí nós começamos eu comecei a ver com assim que a Jamile nasceu já nos primeiros anos e já comecei a notar que ela era diferente que alguns estímulos que eu dava que eu
fiz com os dois primeiros eu não conseguia com ela eu já percebi uma diferença me entendeu mas a gente ficava naquela senhora filhos não são iguais E aí cada um tem o seu jeito eu sou criação e tal e aí eu fui tentando adequar perguntando todos é tudo que eu sabia dentro do que me foi passado pelos meus pais pedir né Eu e meu esposo né O que a gente aprendeu e o que a gente já tinha experimentado com os outros dois filhos Eles estão Cristina só um adendo aqui então quer dizer que a gente
vai experimentando a gente vai repetindo padrões né Eu não eu não eu sei muito bem com relação a isso porque eu não tá eu não tenho filhos ainda né pretendo ser até o ano que vem mas a questão é eu sei que minha mãe no começo eu tive também a hora que eu fazer mais tarefas de casa que ele pensava demais que eu passar a tarde inteira para fazer uma linha do dever sofria todos os dias e não adiantava as coisas que a mãe aprendeu do meu avô do pai dela que era bem liso bem
Anos 30 não estavam dando certo porque mas enfim e aí a gente vai o padrão mesmo né todo falta um pouco dessa carinha aí consciência e aí você faça mesmo quando até porque já tinha né você a fusão dos dois entendeu sabe aquela coisa assim eu lembro que que eu falava eu trabalhava em seu trabalho fora no serviço público e o meu serviço era quase que em frente ao meu trabalho lembra para deixar os dois 178 anos em casa e fala para ele assim quando vocês terminarem todas as obrigações vocês podem ligar a televisão a
5 horas da tarde religiosamente a 5 horas da tarde estava tudo pronto estavam sentado esperando para ligar a televisão ó tá tudo certo aí é assim que o senhor eu estou acertando Então vamos fazer de novo repetiu padrão É Isso Aí tá certo entendeu E aí veio Jamile né E aí ela me disse começou a me ensinar que algumas coisas não Estavam certos e aí veio aquele choque o choque né Espera aí foi errada tem alguma coisa errada não o que eu tô fazendo e Como os Nossos Pais faziam né Eu li com a maioria
das Mães fazem se não tá dando certo vamos operar um pouquinho mais para o enérgico e para violência né uma terceira você coloca no corpo que não fez é desobediente essa educação é preguiçoso entender os outros falam disso também né não é só a mãe pensa isso mas os outros falam e dá aquela sensação de culpa né Tem muitas mães de ter DH ela se sente culpada por achar acreditar que estão sendo mais ruins mesma família vendo a família então assim vem muito julgamento de cima para baixo pessoas que não vivem Essa realidade não enfrenta
o que você enfrenta não tá na pele principalmente do filho ou da Síria ou seja uma pessoa que não vindo a sua realidade mas na hora já comprou dele é isso aqui que está acontecendo tá faltando xipuara tá faltando de besta é e eu dos próprios filhos falavam você não faz com ela que a gente faz fazia com a gente né E isso isso já marcou para grande já é uma coisa muito grande e você começa a entrar em desespero né porque a sociedade tá te cobrando a criação seu filho e você não sabe o
que tá acontecendo todos os recursos que você tenta você não consegue E aí eu fui entrar em desespero fui tentando todos os recursos que eu tentava e nesse tentando esse recurso você começa a surtar né é que você imaginar eu tentei com ela tudo de radical que você tenta imaginar dentro do que eu achava que eu sabia eu tentei com ela e eu não vou mentir para você aqui eu sou eu falo assim meus meninos nojento meu faleceu eu sou uma mãe controladora eu era mamãe controlador tá aí tudo como tem que ser do meu
jeito na minha hora né Foi assim que eu aprendi foi assim que eu viver a vida inteira eu achava que era estudante eu não tenho mudar ela tinha que dançar na minha música não eu que tinha que entender ela filho filho obedece pai é isso pronto foi isso que eu prendi né E aí já me livrei E aí nesse nesse caminhar aí o negócio foi virando uma bola de neve que virar uma bola de neve com a situação da Jamily dela não é não obedecer a comandos de obrigações dentro de casa dela da lentidão dela
né eu já tinha eu tinha eu tenho um menino e uma menina Então eu tinha o padrão dos dois né e todo mundo espera assim a menina quietinha e o menino é ajudar né E ela era assim ela padrão é que as pessoas têm tudo encaixar em padrão e a gente simplesmente começar a aceitar que não existe padrão vocês vão entender esse na história da Jamile aí aliás por uma das coisas que eu aprendi no programa o que mudou muito minha vida não existe padrão né então eu tenho comecei a pele tentando tentando encaixar tentando
colocar e eu tentava as questões em casa as obrigações em cada as coisas que eu pedi para ela fazer sempre era muito mais lento pode ser cartão dela aí era tudo mais lento era tudo mais devagar tão que não adiantava bater que não mudava não adiantava por de castigo porque ele não aprende ou o castigo uma criança normal sempre dependendo caixa de ser dela outro dia muito esperto não vai acontecer de novo com ela não ela fazia de novo gravando aqui para ela me levar entendeu ela podia apanhar tanto que fosse ela podia ficar sem
o coisa o tanto que fosse eu podia falar tá ele perder a voz aí as quando eu entrei para o programa eu estava perdendo a voz estava rouca é inscrito algumas coisas Realmente isso é isso é porque eu queria te perguntar a Cris já que você entrou nessa parte da de como você se sentia né como é que você sentia na época que você entrou no programa eu lembro de uma coisa que você comentou inclusive nas nossas reuniões semana aqui além de rouca além de muito estressada a relação com a sua filha estava desgastado e
a relação até com seu marido tava deslavada por conta dessas brigas diárias de não entendi mesmo então é com ela a gente chegou no ponto quando eu cheguei no programa lá o TDH dela foi diagnosticado aos 10 anos de idade 10 11 anos de idade e foi um momento assim todo tumultuado entendeu porque eu não eu ainda não entendi a sabia que era o TDH mas eu não entendi não sabia do que se tratava não sabia como funciona como agir com ela muito menos o meu esposo que não aceita transtorno até hoje não aceita esse
transtorno é Oi e aí eu tentava é fazer alguma coisa EA gente começava Além de eu estar cansada e desgastada doente eu vivi eu tenho problema de coluna eu já a primeiro meu primeiro atendimento com você e você sempre vou colocar uma cheiro aqui um colete para coluna ficar pelada sem saber pra cima cabelo pensando entendeu eu tava desse jeito né meu tem esse vídeo Todo dia você meu Deus se fosse Nossa mas como mudou as coisas aqui você tava pouca você não lembro problema minha pretinha tá descabelada né E aí não foi nenhuma nem
duas vezes que eu gritava com ela que era a última coisa que eu tinha para fazer meu esposo falava eu vou embora de casa e eu não aguento mais eu vou embora eu não aguento mais escutar você gritar com ela eu não aguento mais você tentar e ela usar E aí eu gritava com ele e eu eu falei isso nas vai seu chefe que é bom porque eu falei assim eu não separar de mim é a pior parte eu jogava isso na cara de Janeiro falar com ela assim o seu pai vai separar de mim
a culpa chupeta é sua