E aí o Olá alunos sejam bem-vindos a disciplina de imunologia Clínica Eu sou professor Herbert Padilha sua urologista e estarei com vocês durante a disciplina que é tão importante na nossa vida acadêmica então pra imunologia Clínica Nossa esses necessitamos relembrar um pouquinho da imunologia básica alguns conceitos que são tão importantes para nossa aplicabilidade dentro da disciplina para isso nessa semana arruma a gente vai começar um pouquinho né sobre a importância dos antígenos e dos anticorpos então é primeiramente os precisa relembrar o que que é uma resposta imunológica como se já viram a Resposta imune ela
é subdividida em Resposta imune inata e Resposta imune adaptativa A Resposta imune inata Ela é formada por algumas Barreiras químicas e físicas que evitam entrada do microrganismo na pele ou nas mucosas caso ocorra a entrada desse intri o tipo de lesão ou pelas vias respiratórias ou até mesmo pelo sistema digestório essas células que compõem a imunidade inata elas vão entrar em contato com esse micro-organismo e iniciar uma resposta contra ele Então nesse processo a gente inicia com células dendríticas e macrófagos e posteriormente eles fazem a liberação de substâncias que vão atrair outro tipo celular que
aguenta corrente sanguínea que é o neutrófilo o neutrófilo mas ela falou se dica que vai interagir com o microrganismo e tentar eliminar ele por fagocitose principalmente por fagocitose atualmente nós temos o descobrimento de um processo pouquinho mais novo chamado também de necrose essa mitose é um processo em que o neutrófilo ele vai liberar o material genético dele que é o DNA em uma rede né é chamado de neutrófilo extracellular traps ou o Inter libera esse material genético dele lá junto tem enzimas que vão aprender o microrganismo e vão fazer com que esse microrganismo morra por
um processo de digestão tá então essas células elas vão iniciar um processo e posteriormente elas vão ativar outros subtipos celulares que fazem parte da imunidade adaptativa na imunidade adaptativa Nós temos dois principais diferentes tipos o linfócito t linfócito b o linfócito t ele é subdividida em dois grupos o t CD4 help ou auxiliar essa célula ela é produtora me citocinas que são moléculas que vão sinalizar para a Resposta imune né para tentar combater esse micro-organismo e eliminá-lo mais rápido possível Oi Marcela T cd8 que é um outro subtipo é chamada de célula T citotóxica essa
célula ela vai matar as células infectadas por bactérias intracelulares vírus ou até mesmo células tumorais neoplasias Então esse tipo celular né ele libera duas substâncias grãozinho perfume Nina do mesmo jeito que a célula NK na Resposta imune inata matando as células infectadas principalmente e os subtipos do linfócito B é a célula produtora de anticorpos Lembrando que a célula B ela também é uma célula apresentadora de antígeno da mesma forma aqui o macrófago e a célula dendrítica esse linfócito B ele produz anticorpos esses anticorpos são super importantes né dentro da imunologia clínica porque eles trabalham né
a tentando eliminar o microrganismo de diversas formas bom então esses anticorpos né um imunoglobulinas também chamado de imunoglobulinas nós temos cinco classes diferentes deles tem um linfócito B produz Primeiramente um subtipo chamado de higiene geralmente geralmente né Essa higiene é penta América mas podemos encontrar outros subtipos tá é essa higiene era liberada caso o linfócito b entre em contato com o linfócito t já negativo é essa célula t ela vai ativar o linfócito b para mudança de noite grande corpo Então se lembram né a célula B ela foi ativada pelo micro-organismo reconheceu produzir GM secretam
higiene tão que a primeira imunoglobulina ser secretado esse importante da dentro da imunologia clínica é porque sgm é a considerado uma fase aguda geralmente da doença tá então a maioria das doenças nós temos a classificação de uma fase aguda dela com a produção de GM e quando esse linfócito B muda o tipo de anticorpo não é para exigir No caso quando é patógenos intracelulares números aquelas Morais ou até mesmo bactérias essa celulares a esse GG ele é uma molécula que vai a eliminar né de diversas formas o microrganismo depois a gente vai comentar um pouquinho
sobre isso Além disso né Nós temos outros sobre grupos né como é que é uma molécula ammermuller Envolvida com respostas alérgicas ou parasitárias a igb que geralmente ela está presa na superfície do linfócito B servindo como BCR receptor da célula b e nós temos também hoje em dia' queimou a globulina a SG a vocês vêm aqui ó ela é um dinheiro tá ela interligado por uma cadeia j e ela é um anticorpo secretado e é na verdade a maior quantidade de um anticorpo produzido e secretária é o enviar tá ela é secretado nas mucosas Então
esse Gear é um anticorpo principalmente de imunidade contra microrganismos encontrados na mucosa mas dentro de imunologia Clínica a gente vai ficar bastante dentro das imunoglobulinas e me dá a me GM e dentro da imunoglobulina Gama tá que é aí Gegê Hoje liga-se essas hemoglobinas dessa semana problemas elas vão se ligar aos antígenos lembrando o que que é um antígeno antígeno é uma substância que entra em contato com a a Simone tá então entrou em contato com resposta imunológica é chamada de antígeno quando ela ativa a resposta imunológica ela é chamada de imunogeno tá então esse
imunogeno ele vai ativar a resposta imunológica e essa é uma substância que entra em contato com os anticorpos esses antígenos lembrando eles tem várias categorias então tem várias classes de antígenos estação de diversas naturezas e sentindo pode ser proteico lipídico tá ácidos nucleicos como material genético o DNA ou RNA e lipídios tá então assim além disso os carboidratos só nós temos diversas classes desses anticorpos que são super importantes é interagindo com os antígenos são substâncias geralmente dos microrganismos mas nós também temos antes é importante tá nós temos os antígenos próprios ou autólogo está então nós
temos antigos que entre em contato com a Resposta imune mas geralmente nós não ativamos A Resposta imune contra eles então esses antígenos vocês vêm aqui ó na figura Nós temos dois diferente vos o conformacional tá então ele precisa de estar numa estrutura tridimensional para interagir com uma de corpo caso ocorra a desnaturação dele não vai mais ter ligação correta com anticorpo tá então ele perde a capacidade de ligação bom e nós temos os determinantes lineares tá em que se ele estiver tanto na forma tridimensional conta na forma desnaturada' ele vai se ligar da mesma forma
com um anticorpo Tá bom então esse importante também em relação a forma porque a temperatura PH são fatores que influenciam nessa qualidade nessa determinante antigênico então é importante ainda a interação antígeno-anticorpo na e muro Clínica a gente vê bastante essa correlação antígeno e anticorpo Então os anticorpos eles vão interagir com os antígenos por diferentes forsys além da estrutura tridimensional de um lembrando nós temos interações de valer valls interações de hidrogênio hidrofóbicas Então são interações diferentes e vão fazer com que o antígeno e O Conde corpo e fique né interagindo ligado a ele com uma determinada
força uma constante tá então essa importância em relação a interação se vem aqui nas figuras que a gente tem aqui também quando os antígenos estão ligados aos anticorpos a forma tridimensional é um fator bem importante relação a isso tá mais além da forma tridimensional esses outros fatores também são determinantes em relação a essa interação antígeno-anticorpo nossas naturezas distintas são bem importantes para a gente ter essa capacidade de força de interação e de especificidade é uma um fato bem importante em relação a interação antígeno-anticorpo então Imagine quando a gente entra em contato com o microrganismo nós
temos que reconhecê-lo de uma forma bem específica Esse reconhecimento e ele se dar pela imunidade adaptativa também chamada de unidade específica tanto pelos linfócitos B quanto pelos linfócitos B ele Fausto B produzem anticorpos Então os anticorpos se ligam especificamente com estruturas antigênicas e lembrando Ainda que os antígenos eles têm porções Thais tem chama cépticos que são religiões e vão interagir com os anticorpos Então não é como um todo ele é uma interagir como um todo para essa estrutura é anti-higiênico então imagine o antígeno ele é grande o desculpa ele se liga numa porção somente do
antigo é chamado de epítopo ta e qual seria a aplicabilidade dessa Interação em antígenos e anticorpos além da nossa resposta imunológica de eliminar os patógenos nós temos diferentes funções dentro da imunologia clínica para essas interações entre antígenos e anticorpos no caso diagnóstico tá então diagnóstico e serve como diagnóstico diferencial já excluir determinadas patologias tá por exemplo algumas doenças auto-imunes Elas têm a correlação com a produção de os corpos com outras infecções tá tão sério como diagnóstico diferencial para determinações de alergias contra determinados antígenos alergia nós chamamos de alérgenos as substâncias que produzem energia é chamada
de alérgeno e esse alérgeno é pode ser de diferente natureza tá E cada pessoa tem uma probabilidade de desenvolver alergia a diferentes substâncias de modos diferentes Isso depende muito da qualidade de vida porque ela já entrou em contato e do fator genético também e para determinação de diagnóstico de doenças autoimunes isso é super importante também porque nós conseguimos identificar algumas doenças auto-imunes como a gente vai ver em alguns módulos mais para frente para a interação antígeno-anticorpo tá então Doença auto imune a correlação entre você criaram a resposta contra o seu próprio tá E essa resposta
pode ser em relação à produção de anticorpos tá então isso é bem importante também para determinar doenças autoimunes e também para identificarmos a fase da doença tá então a Dependendo de qual anticorpo que está sendo produzido como eu comentei com vocês por exemplo higiene ele tá numa fase mais aguda da doença hoje G ele tá numa fase mais tardia ou crônica da doença E além disso serve para avaliação de imunização e terapêutica por exemplo a se você tomou uma vacina e quer saber se realmente está vacina foi funcional então a gente consegue identificar quantidade de
anticorpos que a gente tem contra esses patógenos contra o antígeno né que a gente entrou em contato vacilar ontem de vacinal assim é se sabemos que a gente vai ser responsável caso entre em contato com o microrganismo terapêuticas doadores de sangue de órgãos também para determinação de antígenos específicos são caso você tenha a interação de anticorpos específicos contra determinados antígenos tanto de doadores de sangue por exemplo sistema ABO quanto a de órgãos a gente consegue identificar e evitar possíveis danos ao a órgão né o ao tecido no caso sanguíneo que recebo as dosagens hormonais que
são bem importante também parei de saber essa correlação de alterações metabólicas no nosso corpo então a gente consegue dosar hormônios por métodos imunoenzimáticos tá luminescence que são metas que a gente vai um pouquinho é só frente são bem importante para a gente saber e determinar de algumas patologias metabólicas em resposta a desenvolver e além disso a pesquisa básica epidemiológica ou de antígenos em tecidos então pesquisa básica a gente utiliza bastante né aí a interação antígenos e anticorpos para descobrir determinadas estruturas verificar funções é Verificar também o relações em doenças endêmicas ou a camisa pandemias Como
já teve e até mesmo identificação de antígenos em determinados tecidos ou imuno-histoquímica para verificação de alguns tipos de neoplasias Então essas são as funções principais que a ver no decorrer da nossa disciplina e que são bem importante dentro da imunologia Clínica Proença apanhado geral é importante pra gente entender a parte funcional da imunologia clínica e Aqui nós temos referências das figuras e vejo vocês no próximo ao até mais um [Música]