E gravar. Muito bom. Legal. Chat tá. Ah, deixa eu liberar o som de vocês. Pera aí. Aí, se alguém puder testar o som só para ver se tá liberado o chat. >> 1 do TR testando. >> Gratidão. Gratidão, profundo. Então, vamos que vamos, pessoal. Vamos ver se tem recadinhos hoje. Deixa eu projetar aqui que eu marco aqui, senão eu esqueço. Pera aí. Temos, temos recar, deixa eu só ver vocês aqui. Então, aqui, OK, agora sim. Aí, agora eu consigo ver vocês. Muito bom. Então, vamos com tudo. Vou projetar aqui. Projetou para vocês aí? Projetou. Então,
vamos que vamos ver o recadinho que tem hoje. Legal. Eu vou voltar, pessoal, com com o evento. Eu tô um tempinho sem fazer ele, tá bom? consegui organizar a agenda aqui que algumas pessoas estavam pedindo. Então, olha lá, esse evento, o workshop praticando HQ é para quem já fez o curso básico ou o curso nível um, que é a mesma coisa, tá? O curso nível um é o antigo curso básico, tá bom? Então, olha lá, workshop praticando HQI, sete passos. Então, vai iniciar dia 6/10. Como é que funciona? Ó, são quatro dias de aula, OK?
Eu aqui vocês aí em tempo real. Carga horária de 12 horas, pré-requisito, curso nível 1 de HQI autoaplicação, que é o antigo curso Básico. Ah, Carlos, eu fiz o curso básico, é mesmo curso. Então, Carlos, mas eu já fiz o avançado. Pode participar, deve participar, não tem problema. Tá? Então, é requisito mínimo aí ter feito o curso básico ou o curso nível um de HQ. OK? Então, como é que vai ser? Vão ser 4 dias de aula. E nesse workshop nós vamos passar pelos sete passos. Então, a gente vai revisar os sete passos da HQI
e eu vou praticar junto com vocês, combinado? Então, passo Por passo a gente vai revisando e praticando junto, revisando e praticando junto, OK? Então, quatro dias inicia dia 6, tá? As vagas são limitadas porque como eu vou praticar, eu preciso ter uma uma quantidade máxima ali, senão eu não vou conseguir dar atenção para todo mundo. A gente vai praticar junto, montar os comandos juntos, emitir os comandos juntos. Combinado. Então, para quem quiser participar, só mandar um WhatsApp pra gente e o pessoal passa Todas as informações aí, combinado? Então, pode falar, Soland, só liberar o som.
>> São quantas horas por dia? De manhã, de tarde, de noite? >> Ah, desculpa, verdade. Marquem aí das 19:30 às 22:30. Deixa eu ver se consigo escrever rapidinho aqui, que daí vocês fotografam. Pera aí. Acho que vai dar certo. Pera aí. E, Ó, as 09:30 a 22:30. Aí, gratidão profundo, tá? Então, sempre das 7:30 às 19:30. Dia 6 é uma segunda-feira, vai ser sempre de segunda esse evento, tá? Então, quatro segundas-feiras, uma seguidas, uma seguida da outra, combinado? Talvez a gente tenha que mudar a data de uma aula, porque a gente tá esperando a Serena
chegar e a gente não sabe o dia Que ela vai chegar. Talvez ela chegue nesse período aí. Então, pode ser que a gente precise mudar, pode ser que não. Combinado? Tranquilo? Então, quem quiser participar, só mandar o WhatsApp e já garantir a inscrição, combinado? Então, nós vamos praticar juntos. O objetivo desse evento é vocês reciclarem, mas a gente praticar junto, combinado? Então, tá. Então vamos comudo. Então hoje nosso tema vai ser a alegria. Vamos lá, Carlos. Aula passada a gente Falou de perda do sentido da vida, isso. Hoje a gente tá no outro extremo. Vamos
falar de alegria, tá? É um tema que era para ser simples, mas a gente complica um pouquinho esse tema, ok? O nome às vezes a gente vai confundindo a gente um pouquinho, tá? Carlos, não gosto do termo alegria. Posso usar felicidade? Posso. Posso usar paz? Posso. OK. trouxe esse término porque esse aqui incomoda um pouquinho mais vocês. Então a gente vai dar aquela cutucada para vocês irem Buscando as informações, combinado? E qualquer dúvida vamos trocar ideia, vamos perguntando, OK? Então vamos que vamos, ó. Vamos ver primeiro uns conceitos aqui que alguns algumas pessoas importantes fala
sobre a alegria, sobre a felicidade. OK? Então, olha lá. Aristóteles falava assim, ó: "A felicidade depende de nós mesmos". Então, Aristóteles falava isso. Felicidade depende de nós mesmos. OK. Uma outra pessoa muito legal, não sei se Vocês conhecem aqui, eu não sei falar o nome dele, tá? Victor, acho que é Flancry, não sei. Quem souber corrige aí, tá? Também é um personagem muito importante aí. OK? Ele falava assim, ó, ele é um pesquisador, um psiquiatra austríaco, passou ali pelo holocausto também. Ela é muito importante aí no ramo da psiquiatria. A felicidade não pode ser perseguida,
deve ocorrer, tá? A felicidade não pode ser Perseguida, deve ocorrer. Que mais? Dalilama. A felicidade não é algo pronto, ela vem das suas próprias ações. OK? Então, três pessoas diferentes, né? localidades diferentes e de podemos dizer aí que de duas épocas aí um pouquinho diferentes. Olha, desde quando a gente vem, o ser humano vem observando um pouquinho a felicidade, a alegria. Então aqui três conceitos que se a gente perceber um pouquinho, a felicidade, felicidade Depende de nós mesmos. A felicidade não pode ser perseguida, deve ocorrer. A felicidade não é algo pronto, ela vem das suas
próprias ações. Percebe que esses três pensamentos leva pro mesmo lugar, não é isso? Ó, três pessoas diferentes falando a mesma coisa, levando para onde, ó? Sempre para dentro, não é isso? sempre para nós, sempre para dentro de nós. Então vamos começar a observar um pouquinho isso até aqui, pessoal. Tranquilo? Então esse é o nosso caminho hoje. Então vamos com tudo aqui, ó. Alegria não é euforia nem apatia, é equilíbrio. Então alegria, felicidade, pessoal, a gente não pode confundir com a ansiedade, com a euforia. Alegria, felicidade, não é a gente soltar rojão todo dia. Eu sempre
falo isso, né? Tem pessoas que falam assim: "Carlos, a felicidade são momentos da vida ou alegria são momentos da vida. Alguns momentos a gente vai ser alegre, outros não, a maioria deles não. Alguns vamos ser alegres, mas aqui, pessoal, é a nossa missão de trazer isso pra nossa existência, né? Por que que eu vou ser alegre alguns momentos alegre? né? Aí a gente confunde alegria com prazer. Prazer é uma coisa, alegria é outra coisa. Alguns momentos vou ter prazer e a gente já viu que se eu apego nesse prazer, vou Ficar dependente dele. Então alegria
não é ter prazer. A euforia é excesso, a apatia é ausência. Às vezes algumas pessoas observam assim, Carlos, então alegria que você fala e a gente não desequilibrar, então isso é ter apatia. Não, a neutralidade não é apatia. Então aqui a gente tem os dois extremos, ó. Euforia é o excesso, a apatia é a ausência, é a falta, onde a gente quer Chegar aí no meio disso no ponto de equilíbrio. Alegria é presença. Nada de fora tem o poder de apagar o que pulsa dentro. Vocês que falaram isso na última aula, não sei se vocês
vão lembrar, não lembro quem falou. Alegria é presença. Nada de fora tem o poder de apagar o que pulsa. Então a gente vai buscar essa alegria aonde? dentro de nós. Quando eu confundo alegria com prazer, é A hora que eu vou buscar alegria para fora. Aí é muito pouco para essa alegria já tá dentro de nós. E se a gente lembrar das outras aulas que a gente falou que eu o todo da o todo da informação, eu tô no todo, o todo tá em mim. Então eu já tenho aqui, algo foi ocorrendo, a gente vai
observar um pouquinho hoje. Algo foi ocorrendo que eu fui tampando essa alegria, mas ela tá lá. O problema é que a gente Vai buscar para fora. E aí que a gente confunde tudo, porque a gente vai atrás muitas das vezes do bendito do prazer, que ele não é ruim, mas se eu me apego, ele passa a ser ruim. Mas a alegria, pessoal, já é algo que tá dentro de nós. OK? É um exemplo bem simples, ó. Alguém aqui já viu um cachorro com três pernas andando na rua ou nunca viram? Já viram cachorro com três
pernas? >> Já. >> Já vi. Ele deu um jeito de andar com três pernas, cara. Eu já vi com duas. Ele deu um jeito, não deu? Manquitolano, esse cachorro andando com três pernas. Não sei se vocês vão se se recordar. Tentem lembrar. Esse cachorro que vocês viram andando com três pernas, ele tava triste? Ele tava triste na rua >> porque ele tinha três pernas. >> Não, >> ele tava feliz. Já viram algum algum gato, cachorro, algum animal com câncer? Já viram? Câncer grave. Ele sente dor, não sente? Sente dor. A dor existe, mas a expressãozinha,
o rostinho dele era triste. Não. Aí vocês podem falar: "Ah, Carlos, é Porque ele não raciocina, ele não sabe que vai morrer". Isso eu não posso dar certeza. Agora, será que aquele cachorro com câncer, aquele gato com câncer, com três pernas, o cachorro da rua que tá passando fome? Eu nunca vi um cachorro na rua passando passando fome porque a gente olha, ele é magro, então a gente supõe que ele tá passando fome, mas isso é uma observação nossa. Ele magro ali, raquítico na rua, Ele tá triste, o rostinho dele tá triste. Se você chama,
ele não vem feliz. Mas ele tá com câncer, Carlos. Mas ele tá com fome. Ele tá, mas ele não tá triste. E a gente pode observar um pouquinho assim. Como é que ele não tá triste, Carlos, se ele só tá andando com três pernas? Primeiro que ninguém chegou do lado do lado dele e falou que ele precisa de quatro pernas para ser feliz. Ninguém chegou do lado dele e tirou sa ninguém chegou do lado dele e falou que ele era inferior. Ele tá vivendo com as três pernas. Ele tá vivendo com o câncer. Qual que
é a diferença, pessoal? Ele tá vivendo o hoje. Ele não tá preocupado com a fome, não tá preocupado com o câncer, não tá preocupado com a perna que tá faltando, porque ele tá vivendo no hoje. Ele tá vivendo aquele momento, aquelee. E talvez é isso que a gente não consegue fazer. Eu tenho dificuldade para fazer de ver o hoje, não é isso? E aí a gente joga a nossa alegria pra frente. Isso a gente vai falar muito hoje. Por que que muitas vezes a gente não consegue ser alegre, ser equilibrado, ser feliz, ter paz, porque
a gente não Tá no agora, a gente não tá no hoje. Carlos, a situação do Brasil, ela vai piorar, né? Eu escuto falar muito isso. Ano que vem vai acabar tudo. Ano que vem desiste, ano que vem acabou, tá? Se eu começar a observar isso, eu aumento a probabilidade. Então isso para mim, vamos ter que eliminar essa câmera. Só que se minha mente já for pro ano que vem, vou começar a ficar preocupado. Não Vou dar preocupação, vou alimentando a preocupação, vai virar um medo, vou alimentando o medo, vai virar um desespero, vou alimentando o
desespero, vai virar um pânico. A partir do momento que eu fiquei preocupado ou fiquei com medo do ano que vem, eu perco hoje. Aí hoje vai passando. Aí eu fico triste hoje porque eu tô preocupado com o ano que vem e eu nem sei se eu chego no ano que vem. Percebem isso? A gente não sabe se nós Vamos chegar no se todo mundo aqui vai chegar no ano que vem. Eu não sei se eu vou chegar. Esse controle, esse domínio não tem. Só que se eu ficar preocupando com on que vem. Percebe, Carlos? Mas
aí você tá falando da apatia de dano ano que vem. Não, eu posso cuidar do ano que vem, mas eu não preciso me preocupar com o ano que vem. Porque se eu me preocupo com o ano que Vem, eu não tô confiando na vida. E se eu não confio na vida, eu não consigo ser feliz, eu não consigo ser alegre, porque eu não controlo. Vamos voltar uns anos atrás, pandemia, Covid-19, alguém controlou? Pandemia não veio nivelando por baixo todo mundo, o médico, engenheiro, o terapeuta, todo mundo por baixo, todo mundo em casa. Não foi assim.
O rico, o pobre, classe média, classe alta, todo mundo com Covid e virou por baixo. Então, quer dizer, a gente não controla. Se eu não controlo, eu tenho que confiar. Porque se eu não controlo e não confio na vida, eu não consigo ser feliz. e dois sentimentos. Se vocês refletirem um pouquinho, se não tem escrito em lugar algum, para vocês refletirem, dois sentimentos que vai destruindo a minha alegria é a culpa e o medo. Porque a culpa me leva pro passado, o medo me leva pro futuro. Os dois Sentimentos que me tira do hoje. Não
é a culpa. Eu vou me culpar por algo que já aconteceu. E o medo, eu tenho medo por algo que vai acontecer. Caros, eu tenho medo de ser assaltado. É, mas não tem assaltante na sua casa agora não. Então, por que que você tá com medo? Porque pode entrar. Então, você já foi pro futuro. A culpa e o medo te tiram do hoje e aí você não consegue ser feliz. Então são dois sentimentos que vai minando a nossa Felicidade. Por que que vai minando? Porque ela, eles nos eles, esses dois nos tiram do hoje. E
aí eu não consigo viver o hoje e aí eu não consigo ser feliz. Percebe? Vamos ver aqui, ó. Deixa eu ver no chat se tem alguma coisa aqui. Tranquilo. Ok. Ok. Muito interessante essa explicação do pensamento que alegria excessiva é algo bom e na verdade é um Desequilíbrio. Isso. Alegria excessiva vai pra euforia. Alegria excessiva vai paraa euforia. Então não posso deixar nem ir paraa euforia, nem ir paraa apatia. Tem que tá no >> Carlos, >> pode falar Solange. Desculpa, Robi. Agora >> eu tenho uma dúvida. >> Pode falar. e ficou assim meio mexido na
minha cabeça. Então, quer dizer que a Gente não deve fazer planejamento? Eu posso cuidar do futuro, mas não me apegar nesse planejamento, porque eu não controlo esse esse planejamento, eu posso mudar ele a qualquer momento. Eu posso planejar, mas eu não posso inessar no que eu planejei, porque pode ser que tudo mude. Aí a hora que a gente vai abrir a mão do controle. Planejar é uma coisa, querer que seja do meu jeito é outra. Caros, eu planejei Um exemplo bem tosco, ó. Planejei chegar na África velejando em 30 dias. Pode ser que eu chegue
em 20, pode ser que eu chegue em 50. Vai depender de muitos fatores, mas que eu vou chegar, eu vou. Ou que eu vou fazer de tudo para chegar, eu vou. Mas pode ser que eu tenha que mudar a rota no meio do caminho. Pode ser que eu tenha que parar num porto e esperar o tempo melhorar. Agora, se eu bater o pé que eu quero chegar em 30 dias na na África Verejando, eu vou fazer, desculpa o termo cagada, porque eu vou querer navegar a hora que não é para navegar e aí não vai
dar certo, porque eu tô tentando controlar, porque eu quero chegar em 30 dias. Você planejou, mas pode ser que você chegue em 32, em 40, em 50 dias. Porque se você bater o pé e querer chegar nos 30 dias, porque você quer, você vai ficar no meio do caminho, porque você vai velejar na condição errada, Igual a gente faz. Carlos, eu planejei isso e eu gosto do controle. Eu vou chegar aqui. Aconteça o que aconteça, eu vou chegar aqui. Vai ter momentos de caos que você vai querer chegar na sua meta no caos. Não vai
dar certo, porque você não tá tendo a sabedoria de rever seu planejamento. Vê se ficou claro. >> Ficou >> planejar, mas não se apegar no que planejou, porque tudo pode mudar. >> Então é como se a gente tivesse que fazer o planejamento e soltar. >> Isso. Perfeito. Faço planejamento e solto, porque se eu solto, eu tô confiando na vida, >> tá? Não é que ele solta e vou dormir, o que acontecer acontecer. Não, eu vou ajustando. Eu vou ajustando. Eu uso sempre esse exemplo porque eles nos ajudam muito. Ó, tô velejando, Entrou a tempestade, tá
tudo bem. Se eu entro em pânico, eu afundo o veleiro, porque eu não vou saber o que fazer. Eu vou ajustar as velas e ajusto aqui, ajusto ali, vou navegando naquela tempestade, OK? Vou navegando. Piorou, ajusto as velas, vou navegando. Pode ser que tenha um momento que eu vou buscar abrigo. Agora é hora de eu buscar abrigo. A hora que melhorar, eu volto a melhorar. É a hora que a gente muda o Plano. Ó, fui aqui, ajustei a vela, tá velejando, mas agora tá cansando. Não tá legal essa velejada. Eu não vou esperar chegar o
caos, é a hora que o botão tá bom, vou mudar os planos, eu vou buscar abrigo e eu vou navegar da melhor forma possível até chegar no meu abrigo. Chegou, chegou no meu abrigo, eu revejo o plano, volto paraa minha rota. Mas se eu for tentar navegar em caos, Quando o capitão do veleiro tá em caos, ele vai afundar esse veleiro. Ele vai afundar esse é a hora que a gente se afunda na tristeza. E a gente, Carlos, não dá para ser feliz todo dia, pessoal. Dá se a gente entender o que é felicidade. Não
dá para soltar rojão dia. Mas dá pra gente ser feliz todo dia? Você entender o que é felicidade? E se eu perseguir ela? Perseguir ela. >> E se eu for ajustando as minhas velas o Tempo inteiro, se eu for tirando o que incomoda da frente o tempo inteiro. Combinar, >> tá? Seria mais ou menos colocar nas mãos de Deus? >> Mais ou menos. Porque se eu coloco na mão na mão de Deus, eu tiro a minha responsabilidade. >> Não, não. Eu faço minha parte. eh medidas prudenciais, mas pode vir os movimentos exógenos. >> Sim, eu
vou fazer. >> Então tá na mão de Deus. >> Não depende de mim se dá um tsunami, se dá um terremoto. >> Quer dizer, são coisas que estão fora do meu controle. Perfeito. Mas o que você falou, vou fazer minha parte da melhor maneira posso. >> Perfeito. Exatamente. Tem hora que eu olho, converso com a vida assim, vida, eu tô fazendo minha parte. Você não tá fazendo a sua E ela responde, eu tô. Fala, então não, não, não estou entendendo. Minha parte, eu tô fazendo, tá faltando a sua brigo com Deus. Então, me mostra porque
que eu não tô fazendo a minha parte. que me mostra onde eu tô errando, que eu não tô percebendo, mas que eu tô fazendo a minha parte, eu tô. É a hora que a gente para para ajustar as velas. Ó, tem algo errado aqui. Tô fazendo o meu melhor. Tô Fazendo o meu melhor. Não é perfeito. Tô aqui no meu melhor. As coisas não estão acontecendo. É hora de parar e ajustar a vela. Não tá acontecendo por quê? Agora vou conversar comigo mesmo, vou olhar pro meu porão, vou olhar paraa minha consciência, vou ver o
que que tá atrapalhando ali, mas eu não posso perder alegria. Porque se a gente entender, já ouviram falar no consciente coletivo, todas as consciências juntas criando a Realidade consciente coletivo. Qual que é a minha missão perante o consciente coletivo? Vibrar na alegria, vibrar no equilíbrio, vibrar no amor. Essa é a minha missão. Porque se eu vibro na alegria, eu já tô ajudando o todo. Caros, mas é muito pouco só você vibrar. Mas é o que eu consigo. Eu não consigo fazer minha esposa vibrar na alegria se ela não quiser. Eu não posso desanimar por isso.
Eu vou Cuidar de mim. Se eu tô vibrando nessa frequência da alegria, do amor, da felicidade, da paz, do equilíbrio, seja o termo que vocês querem. usar, eu tô fazendo minha parte e já tá ajudando muito o todo. Agora, se eu bobei, vibro na alegria da culpa, na alegria do na desculpa, vibro na na frequência da alegria, do medo, do medo, da tristeza, da culpa, eu tô prejudicando o consciente coletivo. >> Eu tenho que olhar para mim, pode falar. Eu acho que eu não sei pelo eu tô no HQ tem muito pouco tempo, entendeu? Uma
coisa que você fala que eu tenho sentido que faz assim uma total diferença nesse nesse no ânimo, no ânimo, é aquela aquela história de de você escrever os momentos ruins e você ter consciência do que você está, vamos dizer, plantando. Perfeito. Eu acho que aí é eh eh talvez a eu não sei se é alegria, se é Felicidade, que a gente busca todo dia, que a gente quer ser feliz, mas acho que a gente mesmo vai botando eh uma uma nuvem ali em cima pelos nossos próprios comportamentos diários ou nossos próprios, pelo menos para mim,
tá? Pelo condução. É exatamente isso. >> É exatamente isso. A alegria tá lá já. O problema é que a gente vai pôr nessa nuvem. a gente vai bloqueando ela. Então, quando a gente lembra de um momento ruim e faz as eliminações, por Que que a gente melhora? Porque a gente tirou as nuvens, porque a gente tirou o que tava pesando. OK? Por que que a gente lembra de uma história ruim depois que a gente faz os comandos e não sente mais nada? Porque aquela história não tem mais peso, porque a história não tem mais as
informações que estava prejudicando a lei. >> Vem, >> não é que prejudica, que tava >> vem, vamos embora >> pondo nuvens ali naquela alegria. >> Ele vai descer, Daniel. Ele quer descer. >> Por isso que essa melhora imediata, porque o equilíbrio a gente já tem. Nós nos desequilibramos e tudo bem. Nós nos nos desequilibramos desde a união espermatozoide, óvulo, papai e mamãe. OK? Eu tenho que olhar para papai e mamãe, pessoal, porque desculpa os pais, desculpem as mães, eu também sou pai. Papai e mamãe gera trauma no filho. Não tem o que falar, gera. Eu
já falei várias vezes para vocês isso. Meu filho mais velho se ferrou porque eu pus um monte de trauma nele. Lógico que eu não queria, mas eu coloquei o mais novo. Talvez eu tô colocando o mesmo, mas com certeza eu já tô colocando porque a gente erra. Então tenho que olhar, papai, a minha história com papai e mamãe gerou informações e essas informações, as Negativas já começou a tampar minha alegria desde pitoquinho. Eu tenho que olhar isso. OK. Muito bom. Que mais aqui? OK. Não cria, não crie expectativas. Saber fluir com a vida. Isso. Então,
olha lá. Se eu não tenho controle, eu preciso confiar na vida, senão não vou conseguir achar essa alegria. Eu vou ter que aprender a soltar. E o soltar é o confiar. Mas o confiar de confiar, pessoal, não é o de confiar da boca para fora. Não é igual o perdoar de boca para fora. É perdoar de coração. É confiar de coração. Tá tudo bem, vai dar tudo certo. Combinado? planejarse ciente da implementação que sempre tem que ser feito. A vida é dinâmica. Isso. Então eu posso planejar o futuro, posso, devo planejar, mas eu tenho que
entender que eu vou ter que Fazer ajustes. Eu vou ter que fazer ajustes. OK. Muito bom. Pergunta para vocês, ó. O que em mim ainda balança quando algo quando algo fora? Não sai como eu espero. O que que ainda em mim incomoda quando algo fora de mim acontece? Ainda tá me incomodando. Se vocês perceberem, pessoal, vai continuar incomodando. Eu sei que vocês não gostam de ouvir. Vai continuar Incomodando até você olhar para dentro, até você mexer no seu porão. Enquanto você não mexer, vai incomodar. Essa é a vida te dando um presente que você pode
entender como um fardo ou como um presente. Carlos, mas a bronquite tá aqui ainda. Eu sei. Ela vai continuar aí até você olhar pra sua consciência e eliminar suas informações. Enquanto você não fizer isso, a bronquite tá aí te dando bom dia todo dia e pode ficar bravo, Pode ficar revoltado, pode ficar nervoso que ela tá aí. A hora que você olhar para dentro e for desconstruindo ela, acabou o bronquinhos. OK? Então, preciso de alegria. Alegria é o nosso combustível. Vamos dar um passinho a mais. Alegria não depende do que acontece fora. Ela nasce do
que acontece dentro. Eu não preciso que nada aconteça fora para Mim ser para mim ser equilibrado, para mim ser feliz, para mim ter paz. É a frequência natural da consciência limpa. Quando você libera o peso, a vida flui e o coração permanece firme mesmo em meio às tempestades. Aquele capitão que tá no veleiro no meio da tempestade, pessoal, o pau tá tourando, ele tá lá. concentrado, feliz, porque ele gosta de tá lá e ele tá levando o veleirinho Dele, porque ele confia no veleiro dele, ele confia no conhecimento dele, ele sabe que é só ele
ajustar as velas que vai dar tudo certo. Se ele entra em desespero, se ele não confiar no veleiro, se ele não confiar nele, ele vai entrar em desespero rapidamente e aí ele vai afundar esse veleiro. E quem tiver junto com ele, afunda junto com ele. Mas ele confia nele, confia na Embarcação dele. É só ele manter a tranquilidade, é só ele manter a alegria, porque ele gosta do que ele faz. Tá tudo bem. Eu não lembro se foi aqui que eu falei ou do curso básico. Colocaram uma pedra na minha frente. Carlos, sobe na pedra.
Carlos colocaram uma pedra, um problema. Apareceu um problema na minha vida. Apareceu uma pedra. Se você tiver alegria, sobe na pedra. você vai ver até Mais longo, você vai conseguir descer dessa pedra muito mais fácil. Agora, se você ficar olhando para ela e não fizer nada, esse problema vai estagnar sua vida. Essa pedra não vai deixar você andar. Sobe nela, você consegue ver mais longe. Agora você só vai conseguir subir se você tiver equilíbrio, alegria, felicidade, vontade de que a vontade de viver que vai me fazer Subir na pé. E aí depois eu transpasso ela,
combinado? Tranquilo até aqui, pessoal. Pergunta para vocês. Onde eu ainda busco alegria fora quando ela só poderia nascer tempo? Se eu tô buscando alegria para fora, eu tô buscando prazer. E prazer não é alegria. Prazer passa. E se não passa é porque você tá Segurando. E se você segura, você vai ficar dependente. O que vocês que nós buscamos para fora é o prazer, não é alegria. Caros, eu fico alegre quando eu vou no rodiz e como muita carne. É uma alegria. Não é alegria, é prazer. Isso não é alegria, isso é prazer. Caros, eu fico
alegre quando eu compro um sapato maravilhoso. Isso não alegria, isso é prazer. E muitas vezes eu compro sem poder Comprar um prazer que vai te quebrar depois. Porque você não tá buscando alegria no sapato. Sapato não te traz alegria. Sapato te traz prazer. OK? Tá dentro, pessoal, o que vocês estão buscando fora tá dentro. Tá muito mais perto do que a gente imagina. Só que a gente complica. OK, tranquilo até aqui. Então vamos dar um paraitar mais. >> Carros referente a plantas >> é para fora também ou é por dentro? >> Fala outra vez. Desculpa.
>> Plantas. >> Plantas. >> Eu gosto de plantar. Eu tenho prazer em plantar. >> Ok. >> Isso é ir para fora ou ir para dentro? Se eu planto por prazer, tô indo para fora. Tô buscando alegria no plantar, tô indo para fora. >> Que OK, não tem problema, mas eu tenho que entender. A minha alegria não vai estar em plantar. Plantar eu tô buscando prazer. >> Não é implantar, é ver nascer. >> OK, tudo bem. Mas eu tenho. Usa essa observação sua. Eu vou procurar esse nascer dentro de mim. É aqui que eu tenho que
achar esse nascer. Na verdade, não é nascer. Eu vou ver ele reverberar, porque a alegria já Tá lá. Nossa energia vital tá lá, é só ela reverberar. Às vezes não tem, não tô falando que é ruim plantar, óbvio que não. Maravilhoso plantar, mas eu tenho que, eu tenho que entender. Plantar, Carlos, eu tenho prazer em plantar. Eu tenho prazer em ver nascer, em ver crescer. É para fora. É para fora. Sim. É para fora. Tem que olhar. >> Deixei que natureza fosse para dentro. >> Não, porque a planta é outra Consciência, não é a minha
consciência. Planta é outra consciência, outro ser que está muito conectado com nós, tá? Se você pegar uma planta e xingar ela todo dia, ela vai perecer. Tem muitos, tem muitas experiências, né? Se vocês pegarem duas plantas, pessoal, igual regar ela é igual, xinga uma e elogia a outra, espera uns 15 dias para ver uma vai perecer. OK? Ou se simplesmente, Mas aí você tem que achar uma palavra, um um sentimento, um termo. Se vocês quiserem fazer essa experiência, podem fazer, pode fazer com arroz, pode fazer com planta, o que vocês quiserem. Melhor fazer com arroz
para não para não para não prejudicar a planta. Se vocês pegarem arroz cozido, colocar dentro de dois vidrinhos, um vidro, escreve uma palavra nele, pode ser palavra, mas que te lembre em momentos ruins. E no outro vidro, uma palavra que te lembre em Momentos bons. Não precisa ser um sentimento. Cuidado que todo mundo vai colocando amor, mas se o amor te lembrar, traição, divórcio, pensão atrasada, vocês vão inverter essa pesquisa, tá? Tá? Tem que ser uma palavra que te lembre bons num vidro, uma palavra que te lembre bons no outro. Prega o papelzinho lá e
espera a palavra negativa, a palavra que te lembra momentos ruins, vai fazer o arroz apodrecer. E a palavra que te lembra Momentos bons, o arroz vai ficar branquinho por muito e muito tempo. Podem testar. Isso é informação. Isso é assim que a gente testa informação. As plantas mesma coisa. vocês xingarem uma planta todo dia, ela vai perecer. Vocês conversarem com amor com aquela planta, ela vai crescer muito mais bonito, combinado? OK. E essa experiência um cliente nosso fez, ele planta, se não me Engano, café e na fazenda dele a estrada, a estrada é quarta no
meio. E ele fez a experiência, falou: "Carlos, eu do de um lado da estrada eu peguei o trator. Toda semana eu ia passando com o trator no meio da plantação, ia ia conversando de uma maneira positiva. Do outro lado eu não fiz isso. Se não me engano, 30% a mais de produção do lado que ele passou conversando toda semana com aqueles pés de café, conversando de uma maneira amorosa. Carlos, eu adubei igual, eu reguei igual, a Terra é a mesma, sempre produziu igual. Esse ano, esse lado produziu 30%. Olha o que que é a informação,
pessoal. Ô, Carlos, sim. Quando a pessoa tá plantando, eh, como ela falou, e traz o prazer, lógico, mas se a gente fizer eh um pensamento diferente na hora que tá fazendo com tudo que tá aprendendo, né, e trazer a alegria de tá conectado com a Natureza, nós nós somos a natureza, a natureza tá está em nós, né? Somos todos uma coisa só. a gente pode ir transformando aquilo que a gente tava sentindo para uma coisa mais eh eh plana, plena. Não sei. >> Podemos podemos podemos, porque se eu for trazendo o que eu tô sentindo
quando eu tô fazendo aquela plantação, eu já eu tô acessando o que eu preciso acessar. >> Isso. >> Eu tô acessando que é uma maneira da gente acessar. Agora, se eu acessei alguma coisa ruim, eu vou lá e elimino isso. >> Isso. >> Eu vou lá e elimino isso. >> OK, >> professor. >> Sim. >> Eh, vou pôr uma situação que eu não tinha passado por ela. Eu me separei, né? Tô indo aí para um período ainda, um Ano oficialmente em outubro. >> OK. O marido escolheu por ele, porque eu não encontro motivo. Eu busco
de não falar comigo. Eles não fala comigo. Todo o período de tratativas foram com advogados. Todas as coisas que tem que falar com ele com relação à nossa filha é através dela. É ela que mandou WhatsApp, ela que faz o contato. E eu sempre trouxe para mim assim, bom, a escolha dele, eu vou respeitar, mas eu sei que mexeu e me incomodou, Porque eh eu não consigo achar o motivo para ele não querer falar comigo. Não não ficou. quando foi esse final de semana. Eh, e aí tá bom, beleza, não conversamos, ele só fala com
Maria Luía. Quando foi esse final de semana que passou, ele fez contato com, eu mandei ela fazer contato com ele, que tinha uma pessoa interessada em ver a nossa casa que está à venda. E Aí Maria Luía, minha filha, conversou com ele no vídeo chamando Viva Voz. >> Ah, >> gente, vou falar para vocês, hein? Mas chorei quando eu ouvi a voz do meu ex-marido, porque eu tinha esquecido como era a voz dele. >> Entendi. >> Lembrava um casamento de 25 anos mais 8 anos de namoro. Porque assim, Carlos, eu Perdi meu pai há 4
anos. Eu lembro claramente como é a voz do meu pai, da minha mãe, dos meus irmãos, da minha filha. Mas veja, estive casado e namorou num relacionamento com uma pessoa por mais de 30 anos. E eu chorei quando eu ouvi a voz dele pela primeira vez depois de quase dois anos aí de separação, quando eu ouvi a voz e eu falei pra minha filha porque eu fiquei emotiva porque eu não lembrava da voz dele, >> entende? Então assim, como ser humano, Olha como nós somos, gente. Por isso que a dá para fazer planejamento ou pensar
ou sei lá o que for, porque um é um momento. >> Isso mostra o quê? Que a voz dele acessa negativo na sua consciência. E o esquecer a voz dele não adianta esquecer, porque já tá registrado. Não tô falando esquecer a voz. >> Não adianta eu tentar esquecer o que eu vivenciei com ele. >> Sim. Agora eu tenho que eliminar o que gerou nos momentos ruins dessa vivência. >> Muitos, infelizmente. >> Porque se eu vou eliminando em mim, eu vou reverberando diferente no outro. >> É, >> eu não vou fazer por amor ao outro, eu
vou fazer por amor a mim. Mas se eu vou eliminando em mim, eu vou reverberando diferente nele. Por tabela eu também tô ajudando. >> Não é que nem eu já falei justamente Como eu não me conformo com o fato dele não querer falar comigo, é evidente que existe essa tristeza dentro de mim. Perfeito. >> Não é isso? Perfeito. Isso dentro de mim por ele não querer falar comigo. Com certeza me tá me afetando. >> Perfeito. >> Exatamente. Agora olhar para dentro e começar a fazer essas eliminações ponto antes. >> Sim. >> Ok. Gratidão. >> Gratidão,
professor. Gratidão. >> Gratidão. >> Deixa eu ver no chat aqui, pessoal. Vamos lá. Hoje de manhã eu senti uma alegria. Fiquei buscando fora de onde vim essa alegria e pensei que algo bom aconteceria no futuro. Mas a verdade eu não tinha reconhecido que essa alegria veio genuinamente de dentro praticando a HQ. Maravilhoso, né? Então, e é diferente, pessoal. Você vai, esse termo Que ela usou aqui, maravilhoso, ó, veio genuinamente de dentro. Vocês vão perceber quando a alegria vem ainda. Não tem condição, ela só vem. >> Ô Carlos, >> condicionada. Pode falar. Eh, voltando ao assunto
das plantas um pouquinho, eh, a gente não pode entender que o ato de plantar seja a alegria que está reverberando. A alegria que eu sinto dentro está reverberando, por isso eu fui plantar. >> Posso, mas eu tenho que tomar cuidado porque eu posso plantar com alegria, porque eu tenho prazer em plantar. Mas eu posso estar triste. >> Hum. >> Entende? >> Uhum. >> Posso plantar com amor? Não é porque eu vou plantar com amor que eu vou plantar triste e que essa planta não vai. Eu só Se eu tô plantando com amor, eu não tô
mandando a tristeza pra planta. Eu tô mandando amor. Então tá tá tudo bem. Mas eu tenho que observar aqui dentro. É o prazer que tá me trazendo essa alegria de plantar ou não. Ok. Uhum. >> Gente, se eu não tô legal, não mexo na planta. >> Perfeito. Agora aqui cada um é um Carlos, eu tô plantando porque eu gosto De ver coisas bonitas. Opa, você gosta de ver coisas bonitas porque aí dentro é feio? Aí é reflexões que a gente vai ter que começar a fazer. Por que que eu gosto de ver coisas bonitas? >>
Uhum. >> Porque será que é porque aqui dentro é feio? Então eu quero deixar minha casa linda para tentar compensar. Não vai conseguir nunca compensar. Agora você acha bonito o matinho Crescendo no meio do seu gramado? Matinho também é natureza. Ou o matinho é invasor, matinho já não é bonito. O matinho também é natureza. Não, Carlos, o que eu gosto de ver as rosas linda, florida. Por que que você só gosta de ver? Gosto das flores. >> Como >> eu não gosto das flores, eu gosto de plantar coisa verde. >> Ok. Por que que você
não gosta das Flores? >> Não, até eu acho bonitas. >> Que mas por que? >> Mas para mim não tem sentido. >> Tudo é reflexão. Olha para dentro, se questiona por que que não tem sentido? Porque ela é feliz, isso me incomoda? ou porque ela morre, eu não gosto da morte, porque ela tem um ciclo curto na sua visão. Aqui eu tô dando hipóteses. >> Ah, entendi. A gente pode começar a repetir. Por que que eu não gosto das frutas? >> Desde criança não. Eu gosto de plantar pé de fruta. >> Ok. Olha lá, posso
estar carregando dentro de mim, desde criança, algo que as flores estão tentando me mostrar, que eu vou ter que refletir, vou ter que olhar para dentro, entender e me questionar e levantar hipóteses e reflito de novo, porque ela pode estar Me mostrando algo, porque talvez porque a minha infância não foi bonita e a florela, não sei, e a flor me lembrava da escuridão que eu vivia naquela infância. Hipóteses, tô chutando hipóteses, mas tem são hipóteses, OK? Porque muitas vezes a alegria do outro incomoda a gente. >> Não, >> não tá. Reflexão. >> A alegria do
outro deixa alegre. >> Perfeito. Então tá. Tudo, pessoal, tudo a gente pode refletir, porque as respostas que a gente busca vai estar nessas reflexões, não só nos livros. Porque quando a gente tá em reflexão, a gente tá olhando para dentro. Eu tô buscando a resposta em mim. Não adianta eu entrar no Google e colocar por que eu acho a flor feia. Não, você tem que perguntar para você. Essa resposta vai >> feia. É que não me interessa >> isso. Mas tô falando, se questiona. Por que que não me interessa? A resposta tá ali. E às
vezes essa resposta é legal para você caminhar em algum lugarzinho do seu porão, da sua consciência que você não tá observando de maneira fácil. Tudo dá pra gente refletir, >> não é a versão também não. Eu >> meu pai mão para plantas ótima e eu fazia questão de cuidar da mandava buscar muda no Brasil inteiro. Eu cuidava para ele, cuidava com prazer. >> Perfeito. Perfeito. >> Mas para mim não é o que me interessa. >> OK. Mas só reflita de vez em quando. Olha para isso só para ver o que vem. Se não vier nada
é OK, mas pode vir algo muito importante. Reflete. >> Que coisa mais bonita que o pé de chat de caba, cara. >> OK, tranquilo, pessoal. Reflita. >> Carlos, >> sim, pode falar. >> Oi. Eh, eu me chamo Alessandra, é a primeira vez assistindo a aula. Muito obrigada por me aceitar. Eh, no meu caso que eh como minha filha me alertou esses dias, né? Disse que o bichinho tem dependência emocional do doutor, >> tá? >> Mas a minha filha me falou algo essa semana, não, essa semana não, alguns dias atrás que me alertou. Ela falou assim:
"Você tem mais dependência Emocional delas do que elas de você. Eu também, >> eu não consigo, eu não consigo deixar sozinha. Eu me assim, eu já abri mão de várias coisas por causa delas, né? >> Eu já voltei da Itália por causa delas. >> Entendi. Entendi. >> Então assim, como como que eu posso lidar com isso? >> Primeiro tem que começar a cortar essa dependência que você tem delas. >> Dependência ou apego? Prazer, desejo, apego e a >> Não, eu eu sinto necessidade de est perto, de cuidar. >> Parece que se eu tô longe elas
vão sofrer. Eu não consigo imaginar elas. Quando eu tô fora, é muito raro elas ficarem sozinhas em casa, né? Eu levo elas, eu saio para trabalhar, eu levo para ficar na casa de uma amiga, porque eu moro em apartamento, meu apartamento é pequeno. >> OK? Então, quando raramente eu preciso deixá-la sozinha, tipo, amanhã é um dia que ela não vai poder ir lá paraa casa da minha amiga, elas, né? >> Eu já tô sofrendo, >> entend? >> Porque eu tô imaginando como que vai ser meu dia. Eu já tô me programando para sair do trabalho
que é longe para vir poder vir ver como elas estão, se elas estão bem. Percebe aqui, ó, várias informações para Trabalhar. Aqui temos que eliminar o prazer, o desejo, o apego e a dependência delas. Eliminar >> de falar: "Eu tô chorando de saber que elas vão ficar sozinhas amanhã". >> Ó, eliminar a crença que elas sofrem quando estão sozinho, que isso é uma uma é uma crença. Carlos. Mas quando eu chego elas são ficam super felizes. É, mas não é porque Elas ficaram felizes, elas pulam a band rabinho que elas estavam tristes. Eliminar a crença.
Mesmo de longe, eu posso ser fonte de amor, de acolhimento, de proteção, do que for para ela. Eu posso, eu não preciso estar fisicamente junto para estar emaranhado com a consciência dos dos animaizinhos que eu amo. Por que que você tem mais dependência dela do que delas de você? Porque o nosso amor com os animais, querendo ou não, a gente envolve uma tal De troca que eles não, eles só amam. Se você der comida para eles ou não der, eles vão dar amar do mesmo jeito. Eles não condicionam o amor. E a gente condiciona. A
gente põe o amor numa troca. >> É, >> a gente põe o amor numa troca. Ele só ama. Se você não der comida para ele, ele vai passar fome, mas ele vai te amar do mesmo jeito. E quando você vai abandar o rabinho, ele vai ficar feliz, Mas ele vai te amar do mesmo jeito. >> Mas às vezes é isso que eu penso. Parece que eu tô sendo falha, porque assim, quando eu tenho dinheiro, elas me amam. Quando eu não tenho dinheiro, elas me amam. Quando eu tô bem, elas me amam. Quando eu não tô
bem, elas me amam. Aí eu eu parece que eu estou falhando com elas quando eu tô ausente. >> Não, porque quando você tá perto elas te amam e quando você tá longe elas também te amam. Quereira não condiciona. Não condiciona. Vocês podem pegar, acho que no Google, no YouTube tem ainda um de um gorila que ele nasceu, acho que os caçadores mataram lá o os pais deles e a pessoa pegou o gorila e criou. E quando o gorila ficou adulto, ele soltou na natureza, né? E aí ficaram monitorando, monitorando. E o gorila era muito selvagem,
ele ficou selvagem, ninguém chegava perto. E aí depois de 5 anos, quem criou ele foi aonde ele tava. >> Eu vi esse vídeo. >> A hora que o gorila viu ele, >> o gorila olhou, olhou, olhou, foi lá e abraçou ele. 5 anos depois, um bicho 100% selvagem. Então ele não esquece que as consciências estão conectadas. Ele só amou. E aí trouxe a o gorila trouxe lá, acho que a esposa dele, >> a família, >> isso, a família dele, porque confia naquela pessoa, ele ama aquela pessoa, Apresentou toda a família. No outro dia de manhã,
o gorila foi lá, meio que se despediu dele e entrou na m >> só que os animais amam incondicionalmente. É algo que a gente tem dificuldade para fazer, que a gente condiciona. Amar o filho quando ele tá tirando 10 é fácil. Agora, amar o filho quando ele tá tirando zero, quando ele tá fazendo coisas que eu não acho certo. Aí é o amor incondicional. Amar a mãe quando ela faz tudo que eu quero faço. Agora, amar a mãe quando ela não faz o que eu quero é diferente, porque a gente condiciona e aí a gente
atrapalha tudo. E se eu condiciono o amor, eu condiciono a minha alegria. Percebe? Se eu condiciono o amor, que é o sentimento mais puro, eu condiciono alegria, com certeza. E esse é o caminhar nosso, né? tirar essas essas informações que vão bloqueando isso. Sim. >> Gratidão. >> Fazer esse trabalho informacional, eliminando prazer, desejo, apego as crenças. Isso é uma crença que ele sofre quando eu tô longe. É uma crença. Por que que ele sofre quando você tá longe? vocês estão conectado. Se você sofre de tá longe dele, ele tá conectado com você, ele vai receber
esse sofrimento. >> É, pensando bem, a galinha é mais evoluída que ser humano. Ela coloca um Ovo e pronto, fica chocando. >> Perfeito. OK. Não é muito bom. Vamos dar um passinho a mais. Crescemos acreditando que primeiro. Opa, desculpa que pode, pode falar, Ana. Desculpa só. É só vir agora a mão aqui. Ana aqui caiu a conexão dela. >> Oi. Oi. Tá me ouvindo? >> Agora tô. Agora tô. Pode falar. >> Eh, eu não tava vendo a pessoa que tava Falando, mas eu também sugeriria para eliminar a tristeza de abandono, né? o abandono, porque se
ela sente, se ela sente essa, esse abandono, ela e essa coisa com os cachorrinhos dela, é cachorrinho, né? Como um abandono, como se ela tivesse abandonando, ela tem essa sensação, ela tem essa informação. Talvez ela tenha se sentido assim em algum momento na infância. >> Pode ser, pode ser, pode ser que é >> para ela olhar para isso. >> Isso, pode ser que ela tenha sempre um refletir. Por que que eu tô me sentindo assim? Pode ser a crença, pode ser alguma história que eu que eu carrego de rejeição, de abandono. Pode. É a ref.
>> É uma vida me sentindo sozinha. >> Como >> é? Uma vida me sentindo sozinha para tudo. >> Isso. Olha aí. >> E aí, como é uma coisa muito forte para você, você projeta achando que eles sentem essa dor, que na verdade essa dor ela tá em você. >> Essa sensação tá em você. Perfeito. >> Mas tem uma outra teoria que quando o apego, o apego não, o amor é entre o animal, principalmente cachorro e o ser humano, muito grande, é que na verdade ele é o nosso fractal. Nós viemos da mesma môna daí. >>
Entendi. >> Tá em ressonância, né? >> Sim. OK. Mas tudo isso, pessoal, reflexão, se perguntando, esse é o amor próprio? Por que que tá me incomodando deixar o cachorro? Pode ser um pensamento, pode ser uma crença, pode ser histórias iguais que eu já vivenciei, tem desequilíbrio, tem e tá tudo bem. Todos nós temos. Agora é vim buscando essas informações, trabalhando essas informações e tá tudo bem, combinado? OK. Muito bom. Deixa eu ver aqui no chat. Já vou pra tela já. Pera aí. Tem mais aqui, ó. Eu ia dizer que a minha maior alegria era ser
granfina, ter empregada e cozinhar. Ter empregada e cozinhar todo dia. Mas afinal isso é só prazer. Não me traria alegria perfeita. Isso é o prazer. Isso é o prazer. Exatamente. Ó, pegar o jeito. É exatamente isso, ó. O que o que aconteceu em Freind? Acho que é. Meditaram com as plantas e começaram a nascer vegetais gigantes. OK. Vamos dar um passinho aqui. Crescemos acreditando que primeiro vem o resultado, depois a alegria. Isso a gente vai aprendendo desde pequenininho, não é isso? >> Infelizmente. >> Quando eu tiver, >> infelizmente, quando eu tiver, quando eu conquistar, quando
eu vencer, aí sim serei feliz. Mas esse aí sim nunca chega. É hora que a gente condiciona a nossa alegria, a nossa felicidade. Carlos, eu vou ser feliz a hora que eu arrumar meu financeiro, eu vou ser feliz. A hora que arrumar um relacionamento, eu vou ser feliz. A hora que eu autocurar o câncer, eu vou ser feliz quando isso, quando aquilo, quando Aquilo, onde na verdade, pessoal, tudo que você tá esperando acontecer é consequência da sua alegria. Se você for alegre, se você for feliz, você consegue arrumar o financeiro. Se você for alegre, se
você for feliz, se arruma o relacionamento. Esse é um grande erro que a gente faz de condicionar a nossa alegria. A gente condicionar. >> Eu sou feliz porque estou em paz >> mesmo no meio do caos. >> Isso. Perfeito. Exatamente isso. Esse é o caminho. Porque se eu sou feliz eu conquisto o que é o que desejo. Esse é um erro que a gente faz. Crescemos acreditando que primeiro vem o resultado e depois alegria. Pelo menos eu aprendi isso desde pequenininho. Não é isso? Vai, eu quero a bicicleta, passa de ano que eu te dou
a bicicleta. Condicionou. E eu posso começar a crescer observando Isso. Eu tenho que fazer >> esse negócio. Esperar muito dos outros também não é uma coisa legal, né? >> Não. >> Vai a luta, conquista. >> Sim. Se eu espero do outro, eu vou. A probabilidade de eu me frustrar e >> você tá cedendo o seu poder. >> Isso. Perfeito. Tá. Então, olha lá. Quando eu tiver, quando eu conquistar, quando eu vencer, aí sim serei feliz. Quem já não quem já não fez isso, pessoal? E aí? Mas esse aí sim nunca chega. Então, se nunca chega,
por que que ninguém nunca chega? Porque você troca, né, Carlos? Quando eu tiver o emprego tal, vocêou feliz. Aí você consegue o emprego tal e não é feliz. Carlos >> aí você põe outro em si, aí você consegue, aí você não é feliz, aí você põe outro em si e aí você cansa E aí você para. Eu acho que alguém ia falar algo e eu me interrompi. Desculpa, >> Carlos, aí como que é que que nós podemos condicionar a mente para focar no no processo? trazer minha mente pro aqui e pro agora, pro hoje e
e eliminando o negativo da minha consciência, eliminando o negativo do meu porão. E se eu já condicionei, Carlos, mas eu já condicionei a minha felicidade, a Minha alegria a algo, essa crença, esse pensamento, esse condicionamento de observar que precisa acontecer tal coisa para você ser feliz. Crença, aí usa os comandos quânticos, né? Elimina a crença que preciso mudar de emprego para ser feliz. Elimina o pensamento, elimina o condicionamento de pensar que eu preciso mudar de emprego para ser feliz. E decreto: "Eu sou feliz no hoje, eu tô no agora, eu vivo agora, eu confio na
vida, eu pego a vida em Minhas mãos". Vê se ficou claro, Néo. >> Ficou sim. uma pessoa total, >> eu sou uma pessoa totalmente leiga, como eu vou saber que a minha crença é negativa? >> Quando você percebe que ela te bloqueia, que ela te impede de algo, quando ela te limitar, ela é negativa. OK. Li, pode falar, Li. >> Desculpa, tive que desligar o negócio de Foco. Imagina >> a sociedade a gente tem uma falsa impressão do que é uma felicidade. >> Muitas vezes as pessoas acham que a felicidade é ficar pulando igual uma
pipoca. E na verdade a felicidade é o estado de paz. Isso, exatamente isso. >> Então, deduzir que eu tô em paz, quer dizer, eu tô quase mais para 60% de felicidade. >> Legal, maravilhoso. >> É porque a gente traz um conceito que a tor parece que tem que tá ah, como fala, realizada, tem que tá como fala? Eh, e exatamente assim, sonhar, querer, fazer. Felicidade está de paz que você não pensa nada. O ficar pulando igual pipoca é a euforia. >> É, exatamente. Mas e a sociedade entende que uma essa felicidade é estado de É
isso, né? A paz, né? >> O ser feliz não é aceitar tudo, é estar bem independente do que tá acontecendo ao meu redor. >> Sim. >> OK. E aí é o estado de passo. Perfeito. Exatamente. Combinado? Para vocês refletirem, pessoal. O que na minha vida eu tenho adiado, acreditando que só depois poderei viver a alegria? Fotografem aí. O que na minha vida eu tenho adiado, acreditando que só depois poderei viver a Pode falar, só liberar o som. Angela, pode falar. Só clicar no seu aí. Aí eu não consegui achar a mãozinha aqui. >> Eu tava
pensando aqui na moça que falou do cachorrinho. Daí se as coisas na vida que aparece pra gente, situações ou pessoas, se é pra gente alguma coisa que incomoda, se é pra gente olhar para Dentro e tá buscando eh que que eu que que eu posso tá eh melhor eh consertando na minha vida, né? no caso de de dependência, aquela pessoa que faz eu me sentir dependente. Então, às vezes, o os cachorrinhos são para mostrar para ela algo que que ela tem que curar dentro dela. >> Sim, exatamente isso. O que a gente aprende no primeiro
dia do curso, tudo é comigo. O outro nunca é o problema. O outro nunca é o problema, pessoal. O vizinho chato, o problema não tá nele, o problema tá em você. Eu sei que você vai relutar, eu sei que você vai querer falar que não, mas tá em você. Se você olhar para dentro, resolver esse problema com você, ele deixa de ser chato. E pode fazer um teste. Carlos. Eu vou mudar. Olha que isso é real. Uma cliente nossa, ela se incomoda muito porque o vizinho faz barulho, né? Tudo bem, ele anda de ele anda
de muleta, ele Faz barulho, mas tudo bem, isso incomoda ela. Aí um dia ela tava muito estressada, ela pegou a mãe dela e falou assim: "Eu vamos, sei lá, pra Serra Negra". E já esperta, né? Ela reservou o quarto dela no último andar do hotel. Eu esse final de semana não vou escutar barulho nenhum. Vou lá pra Serra Negra, no último andar do hotel, não vai ter ninguém em cima. Adivinhe o que era em cima do quarto dela? O salão de café da manhã Que as que o pessoal do hotel começa a arrumar o café
da manhã 4 da manhã. Percebe? Ela foi pra Serra Negra, outra cidade, já se preocupou em pegar o último andar para não ter ninguém em cima. Chegou lá, só o salão do café da manhã em cima. Percebe? Não adianta fugir do problema. Enquanto ela não resolver dentro dela o que o barulho incomoda ela, que pode ser as invasões que ela sofreu, essa muleta vai fazer barulho. Carlos, Mas ele não põe a borrachinha na muleta. Ele não vai pôr até você resolver esse problema dentro de você. Hora que você resolver, ele põe a borrachinha na muleta,
ele muda de prédio, ele troca o piso do apartamento dele. Enquanto você não resolver, ele vai fazendo. O que a Ângela trouxe sempre é dentro de nós, pessoal. Enquanto eu colocar culpa no outro, eu Só tô perdendo tempo. Igual quando eu ponho a culpa da aia no abacaxi, coitado do abacaxi não tem não tem nada de errado, pô. Tem não, Carlos. Mas eu como abacaxi da gastrite, da azia, dá não sei o quê, dá refluxo. Coitado do abacaxi, não tem nada. O problema tá no seu sistema imunológico que tá completamente em desequilíbrio e que não
consegue te defender nem do abacaxi. Esse é o problema. E você vai ter que olhar para dentro para achar esse problema. OK? Imagina, você tem um sistema imunológico tão fraco que não te defende nem da acidez do abacaxi. Lógico que vai, se ele tiver em ordem, ele vai defender, ele mata vírus. Teve gente que não pegou COVID e não porque não teve contato, óbvio que teve, mas o corpo foi lá e destruiu. E do outro não. Pode falar, Rosan. Não, eu eu só levantei que eu não peguei, mas eu fiz o tempo todo os comandos
e todo mundo que eu passei os comandos e e e fizeram não pegaram o convite. >> Pegaram perfeito. E os comandos eram o quê? limpando invasões, que é o que desequilibra o nosso sistema imunológico. Pessoal, a gente tem um sistema imunológico maravilhoso, não tem erro, ele é perfeito. Se ele não Tá perfeito, é porque a gente deu um jeito de deixar ele imperfeito. É só a gente regular isso de novo. >> Vou aumentar a vibração, né? Eu fui trabalhar com o pessoal de lua, não peguei nada. >> Sim. Perfeito. Tá tranquilo. OK. Eu sempre brinco
com vocês porque isso é real, pessoal. Meu filho arranca a bolacha da boca do cachorro e come. Ele entra numa briga com o cachorro, ele tira a bolacha e come. E quando a gente Viu já foi. Ele por ele tem o sistema imunológico. Ele tem ele tem ele tem 2 anos e meio. A cachorra pesa 60 kg. Ele entra numa luta feroz a cachorra arranca a bolacha da cachorra e corre. E quando a gente viu já foi. E não tem nada. Acho que ele teve um dia de febre em 2 anos e meio. Por que
o sistema imune dele? Aí quando ele crescer, sei lá, intolerância, lactose, não toma leite mais. Como assim? E agora o problema é o leite. Não, o Problema não é o leite. O problema é o seu sistema, o seu corpo. Combinado? Muito bom. Passinho a mais aqui. Não é o resultado que gera alegria, é a alegria que cria o resultado. Que a gente já falou escrito de uma maneira diferente. Não é o resultado que gera alegria, é a alegria que cria o resultado. A alegria não é o prêmio, é o motor. Não inverte as coisas na
sua vida. Alegria é o motor que vai fazer você Chegar onde você quer. É o motor que vai fazer você subir nas pedras. é o motor que vai fazer você arrumar seu financeiro, sua saúde, seu relacionamento, o que for que te incomoda. Ela não é o final, ela é o começo. Quando você vive na frequência da alegria, a vida responde, relacionamentos florescem, a saúde se fortalece, os caminhos se abrem, porque você tá acreditando na vida, Você está vivendo com amor. Se eu inverter, se, e se eu invertesse a ordem, viver alegria primeiro para depois ver
os resultados. Testem, pessoal, só testem. Muita gente inverteu isso a vida inteira e não tá dando certo. Muda, testa por um tempo. Vai atrás dessa alegria que tá aí dentro de você. Não para fora aqui dentro. Reflete, pensa. OK? Não conseguiu. Pede ajuda. Tranquilo até aqui. Bom. Alegria não se fabrica, ela se revela. Traumas, culpas, dores são pedras no rio. O rio não deixou de existir. Você pode pôr um monte de pedra no rio. O rio tá lá. Mas a água não flui como poderia. Removendo o peso, o fluxo suporta. Uma analogia só. As dores,
as culpas, os medos, você tá Pondo pedra no seu rio. A água tá fluindo do jeito que ela tá conseguindo. Se você tira essas pedras, o recuo que tá na sua consciência, no seu porão, se você tira a culpa, se você tira tristeza, se você tira angústia, a alegria vem. Por que que ela vem? Porque ela já tá lá. Ela só tá esperando você deixar ela reverberar. Ela só tá >> Quer dizer que na hora que você limpa Seu porão, a alegria floresce. >> Floresce. Perfeito. Ela vibra, ela ela passa, ela consegue reverberar. Eu vou
tirando as nuvens. Ela já tá lá, pessoal. Esse é o problema. A gente vai buscar fora. Ela já tá lá. Mas a culpa que você pôs para dentro, o medo, a tristeza, a frustração, ansiedade, o desespero, o pânico, seja o que for, vai mascarando. Ela tá lá esperando. Ela tá lá, a vida tá lá de esperança. A vida não desiste de você, você desiste dela. Ela não desiste de você. >> Ô, Carlos, eu tenho tenho uma dúvida. >> Pode falar. Quando a gente eh busca as histórias, certo, e utiliza os códigos, >> eh a gente
utiliza só o código alma ou ou pode usar também o código espírito para para tratar esses casos específicos, histórias. >> Se for história, só o alma, porque as histórias geram emoções. Agora, se a história gerou padrão mental, aí eu Preciso usar o espírito. >> Entendi. Se gerou alguma crença, né? Gerou, se gerou crença. Ah, tá beleza, entendi. >> Tá, mas a raiva, a culpa, eu vou usar apenas o alo, >> tá? >> Perfeito. >> Combinar? OK. Eu acho que alguém tinha levantado a mão. Vera, dúvida? Pode falar. >> Tu pode voltar a tela anterior um
Pouquinho. >> Posso, posso sim. Pera aí. Essa aqui só, só confirmar. >> Aham. >> Essa aqui >> só. >> Então, tá. >> Aham. Aham. Deixa só tirar foto dela. >> Tranquilo, tranquilo. Enquanto isso, eu vou no chat. Imagina, imagin. >> Deixa eu ver que mais aqui, ó. Na criança seria o sistema imunológico Perfeito ou a criança ainda não observa a doença, não desenvolveu medos, receios. A criança, ela já pode vir com sistema defeituoso, um sistema imunológico enfraquecido, desequilibrado, porque ela vai receber informações lá no período inconsciente, lá na barriguinha da mãe, ela já recebeu informações
no espermatozoide óvulo. Ali já pode vir informações que já começa a desequilibrar o sistema imune dela, ok? E conforme a gente vai vivenciando, vai crescendo, vai vivendo, a gente vai pondo cada vez mais coisas pro nosso porão, paraa nossa consciência, tanto positivas como negativa. Infelizmente nós geramos mais negativo do que positivo. Pelo menos é que eu observo nos meus nos meus atendimentos. São pessoas que geram mais negativo do que positivo. E quanto mais novo o a pessoa é, menos informações tem nesse porão. Quanto mais Idade tem, mais informações nesse porão. O meu porão tem 47
anos. O meu filho mais novo tem 2 anos e 5 meses. Então vou ter mais informações do que ele e mais traumas e mais sentimentos e mais crenças. Quanto mais cedo ele praticando, mais cedo ele vem se equilibrando. OK? Muito bom. Então vamos vou voltar aqui. Alegria não se fabrica, ela se revela. Traumas, culpas e dores são pedras no Rio. O rio não deixou de existir, mas a água não flui como poderia. Removendo o peso, o fluxo volta. Tirando o negativo do porão da sua consciência, o fluxo volta, ele já tá lá. Ele só tá
esperando você tirar a pedrinha para ele passar. Ele só tá esperando você tirar aquela raiva, aquela culpa, o que for de negativo para ele aparecer. E não tem outro jeito, pessoal. Pelo menos que eu conheça, pelo menos de Maneira consciente, né? OK. Bom, quais pedras ainda bloqueiam o fluxo da minha alegria? Que que se passou na sua vida que estragou essa alegria? Essas são as pedras. Mas lembrando, Carlos, eu nunca fui alegre. Então, você tá desde o período inconsciente com o negativo. Bora arregaçar a manga e trabalhar isso aí. Não, Carlos, até os 10 anos
eu fui alegre depois não. Então lá nos 10 anos tem coisa que tirou a sua alegria. Bora olhar para isso e eliminar isso daí. Tudo tem solução, tudo tem jeito. OK, tranquilo até aqui. Passinho a mais. Vamos lá, >> Carlos. >> Pode falar, Solange. >> Mas a gente foi educado justamente para engolir, né, ou pra gente não não viver alegria, né? Quer dizer, se você tá Triste, ah, engole essa tristeza. Eh, eh, dá um jeito de ficar bem de qualquer jeito, né? Então eu acho que tem um uma cultura, não sei se é cultura, tá
falando, pode ser até educação, não sei, mas a gente foi criado para olhar para fora, né? >> Sim. Foi, a gente foi educado para engolir o choro, que choro é fraqueza, né? Quantas vezes eu já vi no shopping ou em no mercado uma criança pequenininha fazendo birra, já viram no Chão, esperneando, gritando. E aí o pai fazendo de tudo para ela parar de fazer a birra? Deixa ela fazer a birra. Quando o pai tá fazendo de tudo pra criança parar de fazer a birra, é porque ele tá preocupado com o que os outros vão pensar.
E aí me preocupando com o outro, comecei a ferrar meu filho ali, porque ali eu tô ensinando ele que ele não pode expressar. Ele tem dois anos, pessoal. Ele não entende o que é frustração. Ele tá entendendo agora. Deixa, abraça, acolhe, mas não tenta cortar aquela birra dele. É o momento dele. Ele não tá entendendo. É só isso. Só que se eu corto aquele instante dele, eu tô ali em conscientimento. Eu tô ensinando ele ele fazer o quê? engolir a emoção. Eu posso estar mandando uma informação para ele que eu tô com vergonha. A consciência
dele pode começar a entender Que ele me envergonha, que ele não pode ser ele, porque se ele for ele, ele me envergonha. Aí começou a as complicações que a gente faz na nossa vida. Mas é o que a gente vai aprendendo. Sim. E agora a gente vai, não é que a gente vai desaprender, a gente vai eliminar o que esse aprendizado gerou de negativo. OK. Pode falar, Vera. >> A minha filha fez isso uma vez e aí o meu irmão, ele sempre dizia que à tu reclamar, tu tu brigar, tu fazer isso aí é é
atenção. É eh é positivo negativo, tu tá dando o que ela quer, né? E aí eu virei as costas e fui embora. Deixei ela fazendo o show dela, aí ela levantou, nunca mais ela fez. >> Mas ali ela pode ter entendido que tá tudo bem ela fazer b >> não trouxe resultado, mas ok. Ela aprendeu consegiu aquela aquele aquele método não é eficaz, entendeu? Ela não Conseguiu o que ela queria. Eu não fiz, eu não, não, não, não, não tentei levantar nada, simplesmente continuei. Nunca mais. Ela fez, >> quantos? >> Ah, devia ter uns dois
ou três. Era pequenininha. Não necessariamente ela tava querendo algo. Ela só tava conhecendo uma emoção que para ela é nova. Eu acho que eu não me lembro mais porque Agora ela já tem 23, mas eu me ficou a a que ela nunca mais fez, mas era alguma coisa que ela queria assim, algum doce, alguma coisa. Eu disse que não. E ela fez o show normal de criança. >> Entendi. >> Nunca mais. Mas será que ela aqui a gente nunca vai saber aqui estamos só refletindo. Será que ela fez o show porque ela queria o doce
ou ela fez o show porque ela conheceu a frustração e não sabia o que Era isso? E aquilo deu um tilte nela. É um sentimento novo. Um dia ela vai ter que conhecer a frustração. Ela queria o doce, recebeu o não, frustrou e aí ela não entendeu o que era aquilo. E ali ela entendeu. >> É, pode ser. Mas não é essa não é a maneira certa de lidar com a frustração. >> Mas eu tenho que conhecê-la, não tenho? >> Sim. >> Como eu vou conhecer a tristeza? Como eu Vou conhecer a raiva? E aí
vai do como que me ensinaram lidar com a raiva. Me deram bronca quando tinha raiva. Me colocaram de castigo porque eu tava com raiva. Me chamaram atenção porque eu dei um tapa na cara do pai. Eu tava com raiva e deu um tapa. Era o que eu sabia fazer. Eu não queria agredir o pai, eu só tô conhecendo a raiva. Fiquei com raiva. Eu não conheço a raiva. Eu não tenho raciocínio para entender o que é a Raiva. Eu só dei o tapa. >> Deu tapa para humilhar, para machucar. >> Agora me deixaram entender a
raiva. >> Como? >> No caso dela, eu sempre deixei ela fazer o show dela e não dei bola. Depois a gente sentava e conversava, né, e explicava o o porquim, o porqu não. E até a minha mãe comentou uma vez que o meu pai dizia que ele achava um absurdo eu ficar conversando e explicando as coisas para ela como elas eram, porque Pra criança a gente só manda e elas têm obrigação de de obedecer. E aí eu disse pra minha mãe, eu disse assim, isso funcionava lá na década de 70, hoje, >> mas também funcionava
e traumatizava. >> Exato, né? Mas a gente não tinha essa consciência do traumatizar. Essa consciência é de agora, né? >> O pai, o pai lá não fez, não fez por mal. É o que ele aprendeu, é o que ele achava que certo, não. Era o que ele Tinha capacidade de fazer naquela época. >> Sim. Perfeito. Perfeito. E agora vou eu vou olhar o que isso gerou em mim, elimino e tá tudo bem. Mas percebe, é tudo isso. Porque a criança é pequenininha, ela tem que conhecer a raiva. Agora, se ela expressa a raiva, eu castigo
ela. Então, é errado sentir raiva. Aí como é errado, é que ela começa a recar. Então, senta que ela não entendeu. A criança chorou e eu escutei engole o choro. Choro não é coisa de homem. Choro é fraqueza. A criança, po, a criança observa, não posso ficar triste ou não posso demonstrar que tô triste. E aí começa perguntava: "Tu quer um abraço? >> E >> tu quer um abraço?" E ela respondia: "Quero." Aí parava, passava. >> Isso. Entende? Aí eu vou aprendendo Lidar. Foi o que a Solange trouxe. A gente vai sendo adestrado da maneira
que eles acharam que era o certo e agora o que não foi legal para mim, eu vou eliminando e tá tudo bem. >> Mas >> não necessariamente ele fez errado, ele fez o que ele ele replicou o que ele achou que era necessário. >> Sim. É que na consciência dele aquilo era certo. >> Perfeito. Tá tudo bem. Gerou. Agora é Comigo eliminar esse negativo. Carlos. Meu pai era controlador. Tá bom. Você ficou triste, você ficou com raiva porque ele era o controlador? Fiquei. Então agora você elimina essa raiva que ele pode ter sido do jeito
que ele achou que era o certo. Se eu tenho um pai mais medroso, ele vai querer controlar, porque quem tem medo controla. Se eu tenho um pai com menos medo, ele controla menos. Quem tem medo controla. Se meu pai é mais medroso, ele vai controlar. Por amor a mim, para me defender, para me resguardar. vai ter 1000 coisas na consciência dele falando porque ele tem que controlar e tá tudo bem. Agora, se esse controle me gerou raiva, me gerou tristeza, me gerou rejeição, eu vou eliminando. Sim. Agora eu tenho esse poder. >> Mas, professor, quando
>> fala justamente, eu tenho mais de 50 anos. Claro que o meu porão, né, tá até o teto. A minha filha tá com 17, mas eu tenho o mesmo testemunho que a colega aí. Minha filha fez birra uma única, uma única, estou dizendo uma única vez no Carrefur por causa de algo que também queria. Eu simplesmente chamei o meu ex-marido, encostei na parede e deixei. Ela fez assim o ó. E eu fiquei com ele Observando. Ela se levantou, olhou de um lado pro outro, se limpou, foi pra direção do carro e no e no carro
não tocamos no assunto e nunca mais. >> OK. Então, depois disso, e eu tenho hoje uma adolescente já aí, né, para 17 anos, que eu vou dizer para você e para vocês, ela, minha filha, é de uma maturidade e tudo que é o não e mesmo que explicado ou quando conversado tem uma capacidade de argumentar e de dialogar sobre o assunto assim que eu vou dizer, eu nunca Vi igual, entendeu? Mas eu a filha reprimindo ela e não criei ela reprimindo em nada, já começando a ir desde a questão. Mas veja, o porão dela não
tinha essas informações. É uma não tinha nem tr anos para al beleza, uma emoção, um sentimento, como o professor colocou mais, mas ela não tinha esse porão poluído, cheio de E de repente isso para ela fluiu e fluiu naturalmente, que hoje ela tá isso tornando, claro, uma adulta, tá em Transição evidente ainda que eu vejo assim extremamente positiva. >> Perfeito, entendi. Lá. Aí nós podemos >> observar assim, Carlos, como eu não fiz o que ela queria, ela entendeu que não ia dar certo essa essa artimanha para conseguir o que quer. É um jeito de observar.
Eu observo um pouquinho diferente. Como eu não recriminei, como eu esperei o tempo dela, simplesmente ela entendeu o que era frustração, ela conheceu um novo uma nova emoção e viu Que passou e tá tudo bem. >> E quando se ela precisar se frustrar de novo, tá tudo bem. Ela se frustrar daqui a pouco, tá? Ir nem eu tenho tive um outro momento com ela que aí já não tem a ver com isso, mas por exemplo, eh, nós estávamos, minha mãe tava até na minha casa na época, estávamos na sala e eu dei a coloquei um
cesto e eu dei a bola para ela brincar, jogar dentro do cesto. De repente a bola bateu num objeto de Decoração e quebrou. E ela veio apavorada chorando e eu consolei e falei: "Não, filha, você não para de ter quebrado". >> Tranquila, deixei. Aí minha mãe falou: "Mas assim, por como que você, por que que você falou isso?" Eu falei: "Ué, mas quem colocou o cesto e quem deu a bola na mão dela, que é uma criança para brincar dentro de casa?" Fui eu. >> Então, quem que descontrolou a a situação e gerou a situação?
Fui eu, não Foi ela. Percebe? Não é assim. É isso. Acho que isso não é, eu gerei a situação porque eu era >> aí eu vou lá e a criança porque ela quebrou o vaso de uma bola que eu dei na mão dela para brincar dentro de casa. >> Entendi. Perfeito. Porque se eu se eu recrimino, ela já pode estar nascendo as injustiças aí >> já era. >> Aí perfeito. Maravilhoso. >> Gratidão. Obrigado. >> Imagina. >> Vamos no chat aqui, pessoal. >> Sim. Pode falar, Marta. >> Oi. Eu eu era tida pela minha mãe como
boba alegre. >> É, >> as pessoas falavam: "Essa criança é muito feliz". Minha mãe falava: "Ela é boba alegre". >> Ah, >> e ela é tão ruim que ela não pega Doença. A rua inteira pega catapora, rubéula, ela não pega, >> tá? >> Eu não peguei nem COVID, nenhuma gripe nunca. Eu tenho 55 anos, nunca tive dor de cabeça. Isso pode ter sido influência da minha mãe falando que eu era boba alegre e que eu não pegaria doença. >> Pode ou pode hipótese, pode. E ou a sua alegria te imuniza. >> Ai que a graça
de Deus. Se a sua, se a Sua consciência não entendeu que era feio ser alegre, que era errado é ser alegre, perfeito. Você tá vivendo o que você tem aí dentro e tá tudo bem. >> Deu a dúvida agora mãe que me influelhou. Não, você mesmo hipótese, a sua consciência pode ter observado porque você nunca i adoecer porque a mãe falou e pegado isso como verdade. Sim, mas a maior probabilidade é que a sua alegria tá mantendo o seu sistema imunológico Perfeito. OK. >> Ótimo. >> Bom, gratidão. Vamos ver no chat aqui, ó. Gostaria de
de gostaria de compartilhar com todos. estive nos últimos dias com algumas situações diversas em meu trabalho. Já conheço a HQ há cerca de 10 anos e coloco sempre os comandos em prática no meu dia a dia. Realmente excelente. Mas os últimos dias Parece que meu programa tinha travado. Passei mensagem para o Carlos e foi expelido como e foi expelindo como como tudo se resolveu e alinhou com uma grande graça de Deus. Perfeito. Ela veio pro atendimento. Mesmo ela trabalhando há muito tempo, chegou numa camadinha que ela não conseguia, pediu ajuda. Só isso. Eliminamos, equilibrou. E
tá tudo bem. O importante é buscando sempre esse equilíbrio, Gratidão profunda, graças a Deus e e pelo trabalho sério, íntegro e e científico do professor Sérgio. Maravilhoso. Perfeito. Gratidão profunda. Vamos ver lá, pessoal. Passinho a mais aqui, ó. Alegria é raiz, sustenta a vida mesmo no vento forte. Ela não nega a dor. A alegria não nega a dor, mas dá firmeza para atravessar. É força vital, equilíbrio que protege o corpo Mental. Ser alegre não é negador. Ser equilibrado, ser feliz, ter paz não é negador. A dor, OK, eu vou trabalhar essa dor, eu vou eliminar
essa dor. Às vezes a gente confunde, né? Aí a gente vai paraa apatia, não é o equilíbrio. Então a alegria não nega a dor, mas dá firmeza para atravessá-la. É força vital, o equilíbrio que protege o corpo, mente e alma. Onde a vida ficou mais pesada porque Deixei de me sustentar na alegria? Qual o pior período da sua vida, pessoal? Se vocês refletirem ali, vocês vão perceber que um pouquinho antes desse pior período você deixou alegria se esconder. >> E aí, ô Carlos? >> Sim, pode falar de >> tudo bem? >> Tudo joia. O áudio
aí, >> Deixa eu só desativar aqui. Eh, liga o Som outra vez, Denilson. Pode clicar aí. >> Oi. >> Pode falar. >> Tá bom. Eh, eu vou só contextualizar um negócio rapidinho, só pra gente poder chegar no no posicionamento. Eh, o que eu vou falar aqui não não é questão de querer mostrar nada, não. É só para contextualizar mesmo. >> OK. >> Eu fui milionário duas vezes e perdi tudo. >> Aham. >> Por que que isso aconteceu? Porque eu sempre coloquei que eu precisaria ter algo para ser feliz, que eu precisaria de ser feliz. E
todas as vezes a vida me mostrou que eu tava errada. Quando eu tive tudo que eu precisava para ser feliz, eu perdi Tudo. E aí eu voltei de novo a ter um estado de vamos começar. E nesse estado do vamos começar de novo, claro que eu sempre recomecei, mas sempre teve o vitimismo de que as pessoas não gostam de mim, que elas só gostam de mim pelo pelo que eu tenho, pelo que eu posso oferecer, por isso, por isso e por aquilo. Depois que eu tive o meu diagnóstico de câncer, o que eu agradeço imensamente,
Porque foi só nesse momento que eu parei para pensar sobre a vida. E quando eu parei para pensar sobre a vida, eu percebi que Deus tinha me dado uma grande e enorme chance de eu me recompor e de me reconstruir novamente para que eu pudesse ter a plenitude que eu precisava. Nesse momento eu descobri que, na verdade, eu tava olhando tudo pelo prisma errado. E foi quando eu comecei a me tornar uma Pessoa feliz, independente do que eu tivesse. >> Perfeito. E o meu relacionamento também era uma porcaria, tanto que eu me separei e eu
só fui encontrar uma pessoa que realmente era a pessoa que eu procurava quando eu estive pleno e estive feliz. Então, não adianta nós querermos procurar muletas para se tornar feliz, porque só quando você tiver pleno e feliz é que você vai poder encontrar tudo aquilo que você precisa Encontrar. >> Perfeito. O que a gente falou, felicidade não é o resultado, é o combustível. >> Exatamente. >> Maravilhoso. Gratidão. Gratidão profunda. Muito bom. Vamos lá, então, pessoal. Ela não nega a dor, mas dá firmeza para atravessá-la. É força vital, equilíbrio que protege o corpo mente alma. Onde
a vida, onde a vida ficou mais pesada, porque deixei de me Sustentar na alegria. Reflexões para vocês fazerem. Essas reflexões vão te levar a momentos. Esses momentos vão te levar a histórias. Essas histórias vão te levar a sentimentos. E vocês vão usar os comandos para eliminar. Carlos, mas eu não sei os comandos. Venha pros cursos aprender a fazer. Combinado. Passito a mais. Estamos quase no finalzinho. A alegria abre espaço para a vida se multiplicar. Ela desperta a Criatividade, a coragem e movimento. Quando escolhemos a alegria, o mundo não muda, mas os nossos olhos mudam e
novos caminhos aparecem. O mundo não vai mudar se você é alegre ou triste, mas a seu olho, a sua visão, sua reflexão, seu entendimento, suas conexões vão mudar. E aí você vai começar a criar o que você realmente quer. Onde a vida já me mostrou possibilidades quando escolhi viver em alegria. O momento que sua vida tava dando mais certo, ali tinha alegria. O momento que sua vida tava dando mais errado, ali não tinha alegria. Sejam cientistas de vocês, procurem esses momentos das suas vidas. OK? Ela desperta a criatividade, a coragem e movimento. Quando escolhemos a
alegria, o mundo não muda, mas nossos olhos mudam e novos caminhos aparentes. Combinado? A prática não cria alegria. Praticar HQI não cria alegria. Ou praticar meditação, o que for, isso não cria alegria. A prática não cria alegria. Ela remove o que a escondia. Isso vocês têm que entender. Cada emoção liberada é um peso a menos e no espaço deixado pelo peso, alegria reaparece natural, sem esforço. Eu não vou praticar HQI para ser alegre. Eu vou praticar HQI para eliminar as informações que estão atrapalhando a Minha alegria, meu equilíbrio, meu bem-estar, meu minha paz, minha felicidade.
É que às vezes as pessoas entendem errado. O que dentro de mim já pede para ser liberado, que que já deu, que sentimento que já deu, que história que já deu, que história que tá vira e mexe ela vem, Carlos, vira e mexe, eu lembro. Você lembra porque ela quer sair. É essa que você tem que olhar. Carlos. Mas vira e mexe eu lembro que aconteceu outra coisa. É porque a vida tá te trazendo isso e você não tá trabalhando isso. Você tá lembrando e guardando, lembrando e guardando, lembrando e guardando. OK? Então, a prática
não cria a realidade. Por que que ela não cria? Porque aí, desculpa, a prática não cria alegria. Por que que a prática não cria? Porque Alegria tá lá, não tem que ser criada. A prática remove o que a escondia, combinado? Reencontrar alegria é reencontrar a si mesmo, porque a alegria não está fora em coisas ou pessoas. Era o reflexo da sua essência, sempre presente, mesmo abafado. O que dentro de mim eu preciso resgatar para reencontrar essa alegria? Nada. Fotografem aí, não dá para citar mais. Quando a alegria guia, a vida floresce. Você não precisa esperar
resultados para viver. O autoamor é justamente isso, escolher a alegria como um caminho e permitir que a vida responda com plenitude. Como que eu vou encontrar alegria, Carlos, que eu não tô encontrando dentro de mim? Se amando, olhando para dentro. Esse é o caminho do nosso movimento, olhar para dentro. Cada aula tá fazendo vocês olharem para dentro. Quem pratica tá olhando, eliminando. Quem não pratica tá só olhando. Vamos começar a praticar. Vamos começar a eliminar essas informações, mudar essa realidade. Quanto antes começar a praticar, mais rápido muda essa realidade. Mais, ok? Você não precisa esperar
os resultados para viver. O alto amor é justamente isso, de escolher a alegria como caminho, a felicidade, a paz, o equilíbrio. Que a gente pode dar números Novos e permitir que a vida responda com plenitude. Estou disposto a deixar alegria Estou disposto deixar que a alegria seja minha bússola daqui paraa frente? Pergunta para vocês responder. Minha bússola vai ser a tristeza? Vai ser o medo? Vai ser a culpa ou vai ser a alegria? Caros, vai ser alegria. Então eu vou eliminar as culpas que me leva pro Passado, eliminar os medos que me leva pro futuro
e viver o hoje. Eu não controlo, então não preciso ter medo. Combinado? Hoje você viu que a verdadeira alegria não é a euforia, nem a apatia, é o equilíbrio. Que ela não nasce dos resultados, os resultados nascem dela. Que as culpas e dores abafam a sua luz, mas podem ser liberadas. Que alegria é raiz que sustenta a energia que espanta. E que reencontrar alegria é reencontrar a si mesmo a chave esquecida do autoamor. A alegria é a chave do seu autoamor. Você vai encontrar ela olhando para dentro de você. Combinado, pessoal? Tranquilo. Muito bom. Então,
a jornada continua. Quarta-feira que vem temos outra aula do caminho do autó. OK. Marquem na agenda aí. Quarta-feira Que vem, dia 24, se eu não errei a data aqui. Deixa eu conferir. Deu dúvida aqui agora, mas acho que é dia 24. Quarta-feira que vem, 24, estaremos de novo aqui com mais um tempo. Bem, então tá. Só vou parar o compartilhamento para mim ver todo mundo, tá? Vocês estão muito bom. Valeu a pena, pessoal, hoje, hoje um tema mais leve, mas também muito profundo. >> Muito, muito bom. Perfeito. >> Gratidão profunda pela companhia. >> Obrigada, Carlos.
>> Gratidão. >> Gratidãoo vai terão. >> Gratidão, Carlos. >> Gratidão, pessoal. >> Boa noite a todos. Prof. >> Boa noite. >> Boa noite. Pode falar, Vera. >> Tem data de quando vai ter curso de Novo? >> O curso para quem não fez. >> É >> isso. Finalzinho de outubro, comecinho de novembro. Só não sei o dia certo ainda, mas eu aviso vocês. Mas vai ser final de outubro ou começo de ou começo de novembro, tá? OK. Então, tá. >> Tá bom. Obrigado. Gratidão. >> Gratidão, pessoal. >> Gratidão. >> Gratidão pela companhia. >> Obrigado. A todos.
profunda. >> Tchau. Tchau. Ciao