O Olá eu sou a professora Andréia só pega a coca que ficou pegar a roupa arte terapeuta e mestre em psicologia Educacional e estarei aqui com você hoje nessa aula sobre linguagem oral escrita e a arte de contar histórias vamos lá E aí E aí o concurso né de pós-graduação em educação Infantil E aí é se esse tema de hoje é um tema muito importante né Assim como todos os outros mas contar histórias é uma arte e esse processo da criança na Educação Infantil uma processo extremamente e é importante desenvolvimento na aprendizagem e precisa ser
gol de cor precisa ser prazeroso e a sobre isso que a gente vai falar bastante hoje a linguagem oral escrita e arte de Contar histórias na educação infantil já tem um livro e abertos nesta imagem eu gosto muito das imagens eu acho que elas dizem muito né para gente só que diferentes aspectos e aqui a gente pode observar esse livro aberto né com tanto brilho é porque as histórias delas trazem esse vídeo mas né Elas possibilitam que sujeito trabalha em seus aspectos internos e os aspectos externos também né ela nos possibilita enxergar aquilo que está
implícito E o corpo dezoito em 4 of uma história né ouvir uma história é algo extremamente prazeroso E aí mais do que a gente hoje poder é compreender um pouquinho sobre como deve ser esse processo do contar histórias né como a gente precisa criar esse ambiente como a gente pode trazer o Rudi para partir das histórias é importante que você viva esse processo Então a gente vai começar nossa aula hoje também é Ouvindo uma história né então eu começo hoje com Você apresentando promovendo esse momento de escuta de uma história uma história que eu gosto
muito e E aí você vai poder identificar se é uma história que cabe ou não para as crianças em algum momento é uma história da Literatura Infantil as crianças um pouquinho mais velhas na educação infantil né já terminando esse estágio antes do fundo de um mas é além de poder trazer algumas dicas sobre Histórias para as crianças hoje eu pretendo que você viva esse momento da contação de histórias você vive esse momento da escuta para a gente poder começar a conversar sobre elas né E sobre todo o desenvolvimento da linguagem oral e escrita na educação
infantil Então vamos lá eu vou parar aqui no slide para poder mostrar para você então é a nossa história e aí a história de hoje eu trouxe para a Gente começar essa conversa é a velhinha que dava nome às coisas não sei se você já conhece mas o que eu gosto muito de ver aqui mesmo quando a gente conhece uma história às vezes ouvi-la novamente faz a diferença né faz com que a gente se sinta afetado por algo em outro momento a gente não sentiu porque as histórias conversam muito com a gente e principalmente o
aquele momento em que a gente está vivendo né então hoje pensando na importância Desse espaço da contação de histórias na educação infantil pensando no significado que ela pode trazer para as crianças e na conversa as conversas que ela pode estabelecer do educador com usar 11 educandos ou das próprias crianças fazem perguntas e parando para pensar e em algo que a história trouxe né então é por isso que eu vou trazer esse momento agora para gente iniciar E aí quando a gente vai contar uma história a gente precisa Preparar o ambiente e se preparar para receber
o assim como quando a gente vai receber uma visita não é quando a gente vai receber alguém na nossa casa para jantar para um almoço para um café a gente não prepara mesa a gente não faz não tem todo um ritual de preparação para poder receber alguém então eu digo para as crianças quando eu conto as histórias nas rodas né em sala de aula é e é muito importante que a gente se prepare a gente prepara o nosso espaço Para a história possa chegar né para poder receber a história Então é isso Que Nós faremos
a cobra e para preparar esse nosso espaço entre eu e meu amigo Fininho que eu costumo levar também para esses momentos porque para poder marcar o tempo do início e do final da história então quando a história começa e quando a história termina e entre esses início e término vai haver escuta que é isso que eu te comprei as crianças né a gente vai receber a história ela Vai chegar quando eu bater no Sininho É porque ela já está aqui connosco E aí nós escutaremos a história não pode entender não não é o momento de
fazer perguntas a gente vai escutar e quando eu bater o Sininho no término da história e ela foi embora aí sim a gente pode conversar aí sim vocês podem fazer perguntas não é ela marca o tempo e acima de tudo Ela traz a presença de um momento importante né a gente chama de ritual mas que tu Aula nesse sentido de ter uma sequência de ações que permeiam uma determinada atividade e que trazem para é um sentido maior então poder viver essa experiência com inteira né então eu vou pedir que você agora procure umas um lugar
aí uma posição né é que você se sinta confortável gosto de começar com exercício de respiração faço isso com as crianças também então coloca a mão na barriga inspira bem profundamente Puxa todo esse ar e vai soltando devagarzinho vamos fazer isso umas quatro vezes então vamos lá em espira E aí o sol tá bem devagarinho e de novo e vai sentir o seu corpo vai se sentindo presente parte desse lugar agora E aí o seu tempo você faz isso mais umas três vezes Oi e aí sim É a nossa história vai começar E aí e
a velhinha que dava nome às coisas quem escreveu foi a Cintia highlands da brinque-book um eu era uma vez uma Belinha Que adorava da minhas coisas ela perdoo seu velho carro de Beto a velha poltrona onde ela costumava se sentar ela apelidou de Frida Chamava a velha cama onde dormia todas as noites de Belinha e a sua velha casa deu o nome de Glória Olá tudo amanhã ela se levantava de Belinha tomava uma xícara de café sentado em frita trancava glória e dirige aberto até o rei e Ela sonhava em receber uma carta de alguém
mas tudo o que recebia eram contas para pagar E a velhinha nunca recebi a nenhuma carta porque todos os seus amigos e parentes já haviam morrido e só preocupava ela não gostava da ideia de estar sozinha sem nenhum amigo sem ninguém a quem ela pudesse chamar pelo nome bom então ela começou a dar nome às coisas mas só dava nome às coisas que sabiam que durariam mais tempo do que ela seu carro Beto era mais forte e ágil do Que qualquer outro sua poltrona Frida continuava a perfeita e nunca ouvira nem um Ranger ou extraído
de sua velha cama Belinha e sua casa glória estava de pé mais de 100 anos e não parecia ter mais do que vi a velhinha Sabia que não sobreviveria a Nenhuma destas coisas e essa ideia a deixava muito tranquila Oi bom dia quando ela estava lavando a lama de Beto dizendo like Glória não gostaria de ser vista com um carro sujo a sua Frente um cachorrinho marrom apareceu no portão do jardim e a velhinha não deram no meu portão sabe por quê Porque as dobradiças avião enferrujado e ela sabia que o portão não duraria mais
tempo que é o cachorrinho então abanou o rabo quando viu a velhinha parecia estar com fome de pé ao lado de Beto a velhinha ficou olhando olhando para o cachorrinho muito pensativa ela murmurou ele E aí bom então ela foi até a glória pegou um pedaço de presunto na geladeira e saiu novamente ela deu o presunto para o cachorrinho é sonhado e mandou que ele fosse para casa ela me disse que Beto sempre fazia os cachorrinhos passarem mal que Frida nunca permitia que cachorro sentar sem nela e que Belinha não comportava um adulto e um
cachorrinho aí é isso Glória não tolerava pelo de cachorro e o Cachorrinho foi embora E aí É mas no dia seguinte lá estava ele de novo a velhinha estava sentado em Frida lendo um livro sobre sempre vivas quando viu o cachorrinho pela janela lá para casa ela gritou o cachorrinho abanou o rabo quando a vi lá para casa ela gritou mais uma vez mas o cachorrinho continuou abanando o rabo a Belinha botou que ele ainda Parecia ter fome então foi até a geladeira Ela me deu um pedaço de queijo e dois biscoitos e o mandou
embora novamente e ele foi E aí E aí e naquela noite enquanto por favor travesseiro de Belinha Ela pensou no cachorrinho aí ele é tão bonitinho é muito bonitinho É mas ele não podia ficar se ficasse ela teria de dar um nome a ele e ele nunca Duraria tanto tempo quanto Glória Frida Beto Belinha talvez ela durasse mais do que ele e não queria arriscar ela não queria viver mais do que qualquer outro amigo era melhor continuar mandando o cachorrinho embora a todos os dias o cachorrinho marrom vim até o portão da velhinha todos os
dias Elo alimentar vai uma tava embora ele sempre ia mas sempre voltava no dia seguinte e foi assim durante Meses o cachorrinho cresceu cresceu até que não tinha cresceu cresceu até que não era mais filhote era um cachorro adulto e continuava sem um cachorro sem nome durante os meses que se passaram a velhinha havia comprado uma cômoda nova que apelidaram de Berta um carrinho de mão que apelidaram de Fred e um pouco de cimento para seu jardim porco de cimento para seu jardim e apelidada de carro mas o cachorro que ela ali a todos os
dias No portão da sua casa ela ainda não tinha nome como não tinha nome a velhinha não se preocupava em sobreviver a ele e por isso que achava muito esperta é um dia o cachorro marrom não apareceu no portão da casa da velhinha sentada e Frida ela ficou de olho no portão dia inteiro mas o cachorro não veio a velhinha ficou triste no dia seguinte novamente o cachorro não apareceu a Belinha dirigir coberta pela cidade procurando o cachorro mas não encontrou ela ficou mais triste ainda no dia seguinte do dia seguinte quando o cachorro ainda
não havia Aparecido a velhinha entendeu que tinha de fazer alguma coisa então ela pegou o telefone e ligou e da prefeitura Vocês pegaram um cachorro marrom Ela perguntou ao encarregado do Canil temos um canil cheio de cachorros marrons Madame disse o encarregado o seu estava usando coleira com o nome não respondeu tristemente a velhinha e desligou o telefone e a Barrinha sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não tinha coleira ou nome onde quer que ele estivesse ninguém saberia que ele tinha de vir todos os dias até a casa dela para que ela o
alimentasse e depois o mandasse embora novamente porque as coisas foram sempre Assim e precisavam continuar assim o cachorro marrom não tinha coleira não tinha nome e ninguém poderia saber sobre sua história e a Belinha tomou uma decisão trancou Glória entrou em Beto e foi até o caninho da prefeitura Ela falou para o encarregar e sim procurar o meu cachorro ele perguntou de Que cor era o cachorro é marrom Ela respondeu Ele perguntou Quantos anos tinha o cachorro cerca de um ano ela disse então ele perguntou qual era o nome do cachorro a velhinha ficou pensando
um pouco lembrou-se dos nomes de todos os amigos queridos aos quais ela havia sobrevivido ver os seus rostos sorridentes lembrou-se de seus nomes e pensou em como tiveram a sorte de ter conhecido todos esses amigos sou uma velha sortuda Ela pensou o nome do meu cachorro é sortudo disse ela ao Encarregado E aí oi oi carregado do Canil a levou até um grande quintal cheio de cachorros brancos pretos e marrons a velhinha olha ao redor até que avistou cachorro marrom um cachorro marrom sentado em frente ao portão ele estava olhando para aberto estacionado lá fora
a velhinha gritou aqui sortudo vem aqui e ao som da sua Voz o cachorro marrom veio corre e daquele dia em diante sortudo morou com a velhinha e sempre obedecer ia quando ela chamava pelo nome parece que der tu não fazia mal a todos os cachorros e que Frida não se incomodava desde tentar nela glória também não ligou para os pelos do cachorro E aí em todas as noites Belinha fazia questão De certificar bem para que nela coubesse um cachorro marrom sortudo e a velhinha que lhe dera o nome é E aí Oi e aí
ó se você já conhecia essa história a e agora então eu vou novamente dos slides ir lá eu vou trazer em algumas reflexões para você acerca do que essa história pode trazer para gente enquanto aprendizado enquanto reflexão né Mas Pensa em um pouquinho Qual parte da história de aphetto mar e que parte você mais gostou as conversas você pode estabelecer com você mesmo a partir dessa narrativa e foi pensando um pouquinho banda uma colocando uma cidade novamente E aí E aí E aí E aí E aí é uma velhinha que dava na minhas coisas eu
deixo aqui para você essa referência né essa história tão bonita O que começa com essa primeira pergunta né que é nomear O que significa dar nome o porquê que os objetos Têm uns que que a cidades dos Estados os países têm nomes Porque que as pessoas têm nomes E nem na história e em algum momento a velhinha diz né E quem não tem nome não tem história então quando ela fica ali pensando meu cachorrinho cachorrinho que vem aqui todos os dias eu não dei um homem para ele como que alguém vai poder diferenciar os outros
cachorrinhos e saber que ele com este nome é aquele cachorrinho que vem no meu portão todos os dias eu alimento Ou seja como alguém vai saber da história desse cachorro nem e nessa não tem de palavras a gente vê vários nomes os nomes que podem ser mais frequentes né dependendo até dos aspectos culturais de uma determinada cultura de um determinado lugar de um determinado tempo né porque muitas vezes nos nomes eles vão surgindo a partir das experiências que esses pais vão tendo né o daquilo que eles vão afetando de Alguém que eles vão conhecendo que
gostam que querem homenagear enfim na escolha do nome aí para beber e o que é escolheu o nome para o filho e da filha né O que representa a mãe ainda quando o bebê tá lá na barriga né dela tá na gestação nesse momento ainda na gestação o que significa a sua mãe colocar a mão na barriga e o pai também e brincar e chamar a criança já fez um homem mesmo ali e Então qual é a importância qual é o significado do nome dos nomes né E por Que que as pessoas têm nomes Porque
que as pessoas têm sobrenomes e ela vários nomes aí que fazem baixo Claro que tem muitos outros além destes é esses são alguns eu coloquei mas Vai pensando aí porque não me ar e o que é múmia né O que é poder nomear O que é nomear algo que eu aprendo de novo para mim que eu não meio e quando eu no meio eu me apropriei disso como refletindo sobre isso já que a Gente está falando de linguagem né e como o nome é o que é economizamos que coisas nove anos eu já disse ainda
que os objetos eu disse dos Galhos né Hum será que existem pessoas que não tem nome o que não tem uma identidade ali registrada a gente sabe que sim né o que acontece algo para elas tem como alguém saber quem ela era bom então quando a velhinha transa e na História essa relação né de nome uma história isso é muito forte isso é muito importante Oi e aí a gente pode pensar o contrário Qual é a história do Pedrinho o Pedrinho que é meu é meu lado Domiciano O que é um menino e os olhinhos
brilham quando eu falo os olhinhos brilham quando eu conto uma história quando a gente brinca no parque Qual é a história Do pênis e o Pedrinho já sabe o que que ele traz de experiências e aprendizados e nem antes da minha relação com Pedrinho quem era o período porque as pessoas têm nomes e sobrenomes Oi e aí e eu gosto muito das imagens eu gosto muito das histórias e também dos poemas é porque as histórias as imagens e os poemas eles vêm carregados de metáforas Eles veem e carregados de subjetividade eles nos levam a pensar
em e muitas coisas que não estão ali lícitas né mas eles nos forçam a olhar e refletir identificar aquilo que não está visível E aí quando eu procurei por algo para trazer para você de uma maneira aí mais subjetivo né Para a gente poder Abrir conversa sobre a sua importância do nomear o que quer dar nomes né Eu quero linguagem enfim eu encontrei esse que eu gostei bastante eu Vou ler para você bom então sol é palavra que brilha solidão é a palavra Ilha a música é palavra que canta o segredo é palavra que não
conta stripulia é palavra que pula a imaginação é palavra que faculdade é como se tivesse olhos boca ouvidos e nariz cada palavra dá um rosto a tudo que se diz é lindo né Se a gente ficar pensando não é verdade eu não falo de bola quando uma criança aprende a palavra bolo que sentido tem esse objeto para ela brinquedo boneco Oi mamãe Oi papai o futebol o leite é um muitas outras abraço bom Então olha essa sem parar para pensar né Significado nesse sentido das coisas das palavras daquilo que não me amo é muito mais
do que um simples nome de um objeto ou de uma ação ou de uma pessoa no centro vivo por exemplo né dos animais é mas é é algo que vem carregado também de diferenças significativas né e coisas que estão ao nosso redor que fazem parte do nosso mundo do nosso viver e de polícia são tão importantes para gente e para diferenciá-las a gente não meia e Aí quando a gente fala de linguagem a gente fala muito mais do que aprender a ler e aprender a escrever e quando a gente fala de rolagem a gente fala
dessas palavras que vão nos constituídos e constituindo o meio social cultural e que a gente vive e que vão ao se constituir né à medida que vão constituir desse e-mail esse nosso contexto social cultural eles elas também vão nos constituição então o sujeito ele se constitui na e Pela linguagem e nem a palavra essas palavras que têm nomes elas podem ser escritas e elas podem ser faladas então o que que é linguagem a imagem é muito mais do que lei do que escrever o sonhar comunica ela tá sentimentos oi e ela é muito mais que
ler e escrever porque muitas vezes ela não é verbal E muitas vezes os nossos olhos a nossa expressão facial nosso corpo eles dizem mais do que qualquer palavra então é preciso cuidar também das palavras não é e é preciso cuidar da linguagem as palavras Elas têm muita força e aquilo que eu no meio também tem uma força enorme então a gente pode aqui ficar pensando em muitas relações A partir dessa compreensão do que a gente precisa ter Do que a linguagem Então se a gente voltar ali no poema de que a palavra estripulia palavra que
pula é um pouco estudar implícito que faz parte dessa palavra estripulia partir de que experiência que ela surge né Oi e aí quando a gente dá nome a gente traz é e ela disse que representa aquilo que a gente sente na verdade aquilo que a gente enxerga como a gente ver Oi e ela pode ter uma força tanto positiva quanto negativa na nossa vida bom então quando a gente aí a gente pode ficar até nas crenças né aquela criança é muito agitada o quê que é a vida é isso essa criança incorpora esse agitada e
o que é que isso traz acarreta na identidade dela ou será que ela vai ter que um dia desconstruir essa e sentido do agitada Para um outro sentido para poder agir de uma outra maneira bom então linguagem é quando nós nos constituímos na e pela linguagem é por aquilo que o outro também diz sobre nós com outros olhos do outro dizem sobre nós bom né É muito mais complexo né a gente poder pensar em linguagem dessa maneira hum lá e de como ela permeia toda toda essa relação histórico-cultural também né é esse Convívio desse constituir-se
Sujeito da aprendizagem gosto muito dessa imagem e a Edith Rubens tenha que fala em um dos seus capítulos de um livro que ela organizou é que se chama olhando através do Sul e enxergando nas entrelinhas e ela fala de linguagem ela fala que o sujeito se constitui na e pela linguagem e É nesse sentido amplo que eu estou dizendo para você né O que que significa A linguagem e não é só a linguagem verbal e a oral EA escrita mas é também a não-verbal e é e essa complexidade de poder pensar na força que as
palavras têm a força que elas exercem na construção da nossa identidade nessa construção do ser si mesmo e o bebê ele vai se constituindo na e pela linguagem deixe a gestação da mãe e ele nasce e ainda não se reconhece Sujeito ele se vê como parte da mãe e ele vai criando vai descer né é construindo a sua própria identidade A partir dessa relação e da relação com as outras pessoas que vivem com ele nesse contexto familiar e ele vai aprendendo o nome das coisas a partir das necessidades que ele vai tem então desde a
necessidade de se alimentar ou depois mais tarde quando ele deseja um determinado brinquedo ou Algum objeto que ele queira E aí ele Vai ouvindo e relacionando aquele objeto o nome pelo qual ele a chamado e e ele vai aprendendo a chamar cada objeto pelo nome é chamar cada pessoa pelo nome ele vai descobrindo quem é a mãe de quem sou eu né A minha mãe e eu e ele vai o que o Pedrinho tá mariasinha é ele bom então quanto da linguagem a gente pode identificar e no nosso contexto e como ela é importante e
na verdade Nós aprendemos porque nos constituímos na e pela linguagem ela é Nesse vai e vamos aprender a ser para o resto da vida nesse nessa experiência como diz o Paulo Freire que é inacabada nem então eu não queria começar falando de linguagem oral e linguagem escrita sem trazer a importância da linguagem e o que é a linguagem olhando Nesse contexto maior bom então a linguagem com pedir a doutora Universal Se for para imagem e você vê aí nessa imagem Não existe uma legenda aí é mas existe linguagem e o que que a gente pode
identificar como algo que está sendo essa menina está expressando ele tá sendo dito né o que essa imagem nos diz o que está explícito e o que está implícito nesta imagem os cães têm uma menina em casa de faz de conta e o que é fase de conta E aí o que ela faz um e não é a representação que ela tra e e e a importância dessa representação para ela poder compreender assimilar se apropriar da realidade né do contexto do qual ela faz parte então que a mãe faça o fininho como que a mãe
alimenta o seu filho sua filha ou uma outra pessoa como é esse momento do comer um Bom então é como faz de conta trás e esse momento do faz-de-conta traz para o adulto a identificação né daquela criança de como ela representa a realidade como ela se vê Nesse contexto também então quanto que a gente pode observar nas brincadeiras que o quanto a gente pode saber sobre a criança a partir das brincadeiras mesmo que ela não fale nada e é toda essa relação dela no brincar Que é muito importante que o educador possa observar porque aí
está o desenvolvimento da linguagem ela comunica muito nessas brincadeiras e não necessariamente comunica verbal mente então a linguagem como mediador Universal nessa construção de significados na manifestação da singularidade porque cada criança vai expressar vai brincar de um jeito né E mesmo que a situação a brincadeira seja Mesma algo ali aquela criança especificamente singularmente vai ser diferente porque ela é diferente porque ela é singular porque o contexto onde ela vive tem as suas características singulares Tumblr né construção do pensamento porque enquanto ela vai elaborando essa sequência de ações na brincadeira ela o desenvolvendo habilidades cognitivas fundamentais
para aprendizagem e ela vai se constituindo sujeito Nessa relação que ela tem com publicar né e o efeito das narrativas e descrições aqui nesse sentido de efeito das narrativas as descrições Eu já falei um pouco para você que são aquelas tranças né que a gente tem acerca da gente mesmo porque nós somos nomeados por alguém ou por várias pessoas e aquela palavra tem uma força grande pode ter uma força positiva ou negativa sobre nós então muitas vezes a gente vai precisar Re-significar uma crença que a gente tem sobre a gente mesmo construída a partir das
relações com outros E durante o nosso desenvolvimento em a mediação do desenvolvimento da linguagem nos Espaços educativos tão somos constituídos na e pela linguagem as experiências geram diferentes narrativas que desencadeiam deslocamentos então de novo e se é a forma como eu sou um Oi Ni faz é sentir capaf e eu vou me desenvolver de uma maneira se ao contrário e eu e eu identifico é nessa palavra que me nomeiam que eu não sou tão bom assim eu não consigo aprender uma determinado conceito por exemplo pode ser que eu não tenho uma mudança significativa não apresente
uma mudança significativa no meu desenvolvimento Então essas experiências geram Diferentes narrativas e desenho cadeião deslocamentos né então para que esses deslocamentos essas mudanças sejam positivas em para que a criança vá se desenvolvendo de uma maneira saudável é muito importante que nessas relações ela seja reconhecida como sujeito capaz ela seja acolhida nas suas dificuldades então aprender sempre de um outro significativo que aquilo que se aprende tem um sentido Bom e que um prazer principalmente né para as crianças que o prazer permeie todas as atividades que elas possam ser sempre recheadas de ludicidade tempo todo né respeitar
diferentes ritmos considerar a singularidade então no desenvolvimento da linguagem e a gente pode tentar da linguagem com todo né lá na educação infantil desse corpo que se comunica desse corpo que se relaciona desse corpo que brinca e todo desenvolvimento Psicomotor da criança e isso tudo é linguagem e depois mais para frente então isso já é uma preparação né Essa são desenvolver um desenvolvimento primordial fundamental para que ela venha futuramente a ler EA escrever e a codificar e decodificar não é então para tudo isso ela precisa de um sujeito significa ti ela precisa de um outro
para poder se relacionar e para poder trocar aí para poder aprender de um adulto significativo Mediando essa relação da criança com o objeto do conhecimento das Crianças entre si respeitando os diferentes ritmos track considerando a singularidade de que Todas têm a sua singularidade né O que está nas Entrelinhas de um texto de uma narrativa de uma descrição quando alguém me fala dessa criança quando a mãe vem conversar comigo Oi e me fala do Paulinho O que que está explícito na descrição do Paulinho pela Mãe e o que está implícito eu como a linguagem ela não
é transparente a gente precisa ficar atento ao que as pessoas dizem as palavras a como elas no meio e a gente volta lá de novo na importância do nomear um é o lúdico nos processos de desenvolvimento e aprendizagem como seres humanos Estamos envolvidos em gerar sentido para nossas vidas e fazemos isso interpretando a nós mesmos E ao mundo a nossa volta dentro de um sistema de linguagem e dos campos de sentido em que vivem Então nós vamos nos constituído permeadas pela linguagem né EA necessidade nos move a nomear acho que a gente pode voltar lá
na história da velhinha né quando que ela Sentiu necessidade de dar um nome para seu cachorrinho bom então sentir essa necessidade para poder Nomear para que as coisas que a gente vai aumentando seja um tempo para gente né tenho um significado no sentido a diferença em na nossa vida de certa maneira e que faça parte da nossa história também então a gente vai sempre dando sentido Às nossas vidas interpretando a nós mesmos e ao mundo a nossa foto nem dão se constituindo a partir das relações como objeto conosco mesmos e como o outro né nesse
contexto social e cultural em que Diferentes e aí eu já falei então a linguagem quando a gente pensa em linguagem a gente vai pensar eu proponho a gente pensa nessa [Música] a Ampla e complexa né que é muito mais do que aprender a ler EA escrever não que aprender a ler e escrever nossas importante porque é extremamente importante mas o que está por trás Desses letramentos isso é muito importante a gente entender para que em etapas do desenvolvimento não seja palavras não sejam esquecidas porque senão lá na frente elas vão fazer falta nem E aí
eu trago de novo as imagens então o que que é linguagem não-verbal e como a linguagem não-verbal aparece aí nesse espaço da Educação Infantil i e pensa um pouquinho Fala aí com você Mesmo e olhando peças imagens e as experiências as crianças precisam viver na educação infantil é perto o desenvolvimento da linguagem de fato corra de uma maneira saudável a Dori espaço duhem cá então esse corpo que se movimenta é que fala e a arte é um desenho a pintura A modelagem o faz de conta e não faz de conta ele vai poder ter ali
Os dois momentos né os dois tipos de linguagem a linguagem verbal e não-verbal também mas nesse momento da expressão artística propriamente dita que tem um momento dessa expressão que ela não é verbal e como importante que a criança viva esse momento em sua inteireza e viva com inteira experiência e mais do que isso como é importante que o educador possa Aproveitar esses momentos Para conhecer a sua né os seus é estudante seu os seus alunos podem ver como é que eu posso conhecer as crianças né questão comigo naquele espaço cotidiano de ensinar e de aprender
por meio dessas atividades expressivas o que não trazem né a linguagem verbal mas que ao momento da criança com ela mesma fazendo algo expressando e se expressando reconhecendo a realidade esse Reconhecendo-o como sujeito aprendente e eu linguagem verbal Então antes né é necessário e não que a linguagem não-verbal ela não vai aparecer depois que ela tava estar presente na nossa vida para sempre né senta na a linguagem verbal e a linguagem verbal estão presentes e devem estar presente mas como quando que acontece essa linguagem verbal pra gente vai pensar lá quando a criança começa a
falar panela começa não me ai aí eu já Disse aquilo que é significativo a partir da Necessidade que ela tem que a gente pode pensar será que a criança que tem tudo na mão vai construir a necessidade de pedir algo que ela deseja bom então como é que esta sala vai se desenvolvem da sua oralidade vai se desenvolvendo a partir da Necessidade E aí então importância do adulto significativo que não vai dar tudo na mão mas que vai mediar a partir da Necessidade Nesse diálogo sim aí nesse momento verbal também o que você quer mas
diga como é mesmo nem explica para mamãe que você quer e aí a gente vá o copo e a gente vai na Miranda e a criança vai se apropriando como é que é o copo Não toda essa linguagem verbal que tem né Essa presença marcante a ideias as primeiras relações com a mãe quando não também na gestação muitas mais contam histórias e com nelas mas não conversando com bebê quando eles estão Na barriga então ele já tem a presença dessa linguagem verbal e verbal E você também pode ser a partir de um carinho né e
dessa mãe na própria barriga e que já tem uma comunicação a partir daí também a mãe mais agitada menos agitada naquele dia e quando o bebê chuta e o que a mãe diz a partir daquele chute né e o matam que não é verbal que o verbal é como tu levar o aparece enfim mas aqui nessa Linguagem verbal eu trago na imagem as crianças lendo né mas olha o rosto né a expressão no rosto dessas crianças lendo não tem como a gente pode despertar esse brilho nos olhos para leitura pro letramento é uma boa Constituição
do sujeito está em consonância com a ligação com a tradição isso é o Saber transmitido pelos adultos significativos Então vamos pensar nas Histórias agora e o olho em cana história então quando a gente conta uma história para criança Quando a mãe conta histórias lá para o seu filho ainda pequenininho mesmo quando o bebê que tem os livrinhos de banho né que a gente tem tantos recursos hoje também então como é que a mãe transmitir para criança e como é que ela desencadeia nessa criança o desejo pela história pelo ouvir uma história e Esse desejo que
vai aparecendo depois no decorrer da Infância em relação ao ler né é o aprender a ler é o brilho nos olhos e aí o brilho nos olhos está daquele naquele que conta história bom então é o brilho dos olhos da mamãe enquanto ela conta uma história que eu quero para mim e já que quando ela Conta essa história é rolinho dela brilha tanto porque ela tem percebo que ela gosta tanto ela Sente tanto prazer é esse prazer que eu quero para mim E aí esse desejo ele vai né permeando essa relação com a história EA
história vai contendo Neva se constituindo esse construindo o muito sentido então é algo que eu quero para mim sempre E aí quando eu vejo livros de história quando eu vejo novo livro de história eu quero ouvir aquela história Então esse prazer como é que a gente vai desencadear o Desejo como a gente vai fazer nesse momento momento prazer porque se não for prazeroso não tem desejo então é essa trás é né Oi e esse desejo esse para ser transmitido pelo adulto significativo então a inteligência e a capacidade para beneficiar-se do letramento exigem a participação de
um saber que não é e nosso saber racional não é só a informação Olha isso é um livro vou contar uma histórico É mas existe algo que está implícito nessa relação nesse ato de contar a história e que é subjetividade O que é o afeto EA partir de Baby e que essa necessidade do ler e do escrever vai se constituir em a partir da função que a gente vai identificando que a leitura e escrita tem na nossa vida ela é significativa é funcional ela é prazerosa e eu quero aprender como é que a gente vai
desencadear esses momentos E prazerosos e como a gente vai desencadear esse sentimento essa necessidade de ler e de escrever então para interpretar que ativamente um texto a necessidade da presença de um sujeito de suas marcas tem isso não a reconstrução e nem autonomia e aí a gente Rubens tem também ela disse né que a ler e escrever é um rito de passagem né e assim como como é um rito de passagem Por um processo de transição da infância para a adolescência da adolescência para a idade adulta e ela é um rito de passagem porque ela
traz uma marca muito importante na vida do sujeito e aí eu faço uma pergunta aprender a ler eu vou ler para aprender o que a gente precisa trazer Castelo aprendendo a ler para quê é porque a partir do momento que eu aprendendo a ler E eu vou lendo muitas coisas muitos textos diferentes eu vou aprender então aprender a ler e ler para aprender porque aí algo que vai se perpetuar para a vida tudo né um canteiro escrever falar e escutar como desencadear o desejo EA gente pode pensar em monte de atividades que você pode fazer
a educação infantil né O que você como orientadora de repente ou coordenadora pedagógica na educação infantil vai poder Oi tá e propor né enquanto projeto encontro proposta Nesse contexto nesse espaço que é a gente também não vi para a sala dos livros que ela escreve sobre linguagem né ela também fica quente Gold né que fala do ler e escrever do falar e escutar que são quatro habilidades fundamentais nem então aí entra então também as histórias a gente fez Ai como eu tenho que aprender a ouvir é um momento em que o osso na história o
Momento em que eu conto na história é o momento em que eu leio uma história o momento em que eu escrevo na história então ler e escrever ou falar isso tá né são as quatro habilidades aí fundamentais nesse processo de letramento que começa e lá no bebê quando ele vai se constituindo sujeito na e pela linguagem né e a linguagem simbólica dos pontos Histórias no desenvolvimento da linguagem então aqui é a gente vai poder pensar bem e em algumas histórias e no que que elas trazem enquanto símbolos é que linguagem que é simbólica o ecg
vai nos permitindo conhecer as crianças depois quando a gente vai conversar sobre essa história quando ela vai fazer um desenho sobre a história e o que que a gente pode olhar em Cada história e aí eu gosto muito em especial assim é uma das que eu gosto bastante é essa da Ruth Rocha o menino que aprendeu a ver bom então é nessa história o menino que aprendeu a ver é é um menininho que ele não sabe ainda lê e e e ele já começa a ter muita curiosidade sobre aqueles símbolos todos que ele vê nas
placas né nas placas dos ônibus nas placas nas ruas e que ele quer aprender a interpretar nem ele quer Compreender porque é que é representado dessa maneira E aí ele vai para escola e ele vai compreendendo todos esses símbolos e ele vai quando ele sair da escola ele percebe que o olhar dele para as coisas vai se modificando porque ele está aprendendo a ler e aí ele disse que aprender a ler e aprender a ver então a gente pode pensar e ver o mundo de um jeito diferente e aí tem um texto que eu deixei
para você na nas referências na verdade ele é um texto de Março e Terapeuta mas ela conta o processo de uma criança que tinha dificuldade a lei para escrever e que chega para ela né e na clínica e ela a articulação aí entre a psicopedagogia e arteterapia trabalhando com algumas oficinas de arte né e nessas oficinas de arte ela dá dois recursos é um atrás as histórias da Literatura Infantil e a expressão artística EA partir das histórias e das atividades expressivas que na verdade as atividades Expressivas então com uma linguagem não-verbal esse menininho aí ele
vai né que tem dificuldade para ler e escrever ele vai começando a se comunicar com A Terapeuta né e e e vai aprendendo a ler e escrever a partir dessa mediação utilizando esses recursos né E principalmente a partir do vínculo que ele constrói E aí em uma das atividades que ele faz em a partir de uma história também da literatura ele ele representa com argila algumas Árvores umas flores e ele faz duas flores uma flor ele faz tem olhos e sem boca né E a outra ele faz completa e aí A Terapeuta pergunta Por que
então ele diz porque tinha uma rosa que nasceu sem dinheiro ela não tinha olhos e pouca mas conseguia pensar porque o dele chega lá para o atendimento eles se nomeia como o burro e o que que é burro eu sou burro tô aprendendo a ler e escrever então eu Já tinha uma crença de que ele não aprenderia ler e escrever como o irmão como com os colegas têm fim nem então era uma rosa que nasceu sem ver ela não tinha Olhos e Boca mais conseguia pensar e ela escreveu numa folhinha e dava para a pessoa
que não entende o que estava escrito aí ela escreveu no papel e deu para alguém diferente que conseguiu entender a outra flor que estava nascendo Começando a crescer tinha sol e do ano e ela começou a ter olhos então esse esse momento em que ele traz nessa narrativa que foi mais narrativa oral EA terapeuta registrou certo mas ele traz o processo be daquele que se identificavam como o burro que não conseguia ler e escrever e a partir dessa relação acolhedora afetiva de aprendizagem autoconhecimento que ele teve nesse espaço terapêutico e ele pode ser também no
espaço educativo não é ele começou a Se ver de um outro momento de uma outra maneira e a ver o mundo de uma outra maneira também E aí quando ele fala sobre isso ela Sugere ela traz para ele né em um dos encontros esse livro do menino que aprendeu a ver eu não queria aprender a ler e escrever e ele aprendeu a ver o mundo de um jeito diferente então aí para gente poder amarrar muitas coisas que a gente falou hoje né quando eu trouxe a história da velhinha que dava nome às coisas a Importância
do nome ar o que tudo isso significa E então entra nesse exemplo de que foi um atendimento terapêutico e que algumas crianças podem precisar de isso sim mas que a gente também pode possibilitar esses momentos bem dentro do cotidiano escolar quando a gente olha para si e da Criança e quando a gente identifica que é o que a gente tem que cuidar das palavras de como a gente no meia algumas ações e como a gente traz é em palavras Algumas características que podem ter um peso positivo ou negativo no desenvolvimento da linguagem no desenvolvimento como
um todo daquela criança né gente pode pensar no desenvolvimento afetivo cognitivo social a Então esse aqui para o menino que aprender aprender o haverá uma indicação o pote vazio é outra indicação Inclusive eu tô deixando disponível aqui na internet também para você conhecer então Você pode clicar se você não conhece né clicar nesse link para conhecer esse livro do pote vazio que é também um livro que traz uma linguagem simbólica e para muitas conversas esse outro da lata de sentimentos também da Mônica guttmann que fala sobre o sentimento sobre a importância da gente expressar os
nossos sentimentos então percebam que nessas sugestões dos livros da literatura também tem aí uma indicação da gente poder olhar para Esses dois aspectos da linguagem que a linguagem verbal e a linguagem não-verbal então o momento de sensibilização com uma história e o momento de representação de expressão a partir da arte então como eu posso brincar a história arte e na educação infantil isso pode ser muito rir né pode trazer é uma interdisciplinaridade Então como que esse essa história da literatura pode comer sangue numa contação de histórias e se transformar Em um grande projeto que envolvam
várias ar o nascimento e que leve um tempo maior do que só aquele da contação propriamente de em o homem que amava caixas' então quanto os brinquedos podem ser construídos com caixas Como que o Manifesto meu amor será que eu sou manifesta dizendo eu te amo ou as minhas ações é eu posso representar esse meu sentimento de uma outra maneira de uma linha a partir de uma linguagem que não é verbal né E aí para o Dia dos Pais e Seguir para sugerir então é muito bonito ao nível curtindo dá para as crianças pequenas eu
acho que talvez você até já conheça mas que dá para gente pensar no projeto né de construção de brinquedos enfim Oi e o João e o Pé de Feijão e aqui eu trago o João e o Pé de Feijão Mas a gente pode pensar em muitos contos de fada porque na educação infantil é muito importante que as crianças tenham essa essas experiências com os contos de fada E isso vai perpetuar né que é muito importante que nós adultos também possamos retornar os pontos de fada é na nossa vida né e o que eles e que
linguagem simbólica que eles trazem enfiar inserir uma outra discussão Mas como é importante a gente poder trazer esse tipo de leitura dessas histórias essas narrativas em que tem que apresenta o problema e que a solução desse problema vai acontecendo no decorrer da história né Tem um começo um meio e um fim tem um cenário tem os personagens e esses personagens a pressão diferente sentimentos e como a criança vai lidar com esses sentimentos né como ela se vê nessa história qual personagem ela gosta mais enfim também eu acho que abre espaço aí para muitos projetos na
educação infantil E aí Alessandra Giordano é é uma contadora de histórias é tem vários textos e livros ela tem um livro que chama histórias que curam que É muito bom e E aí eu vou aí deixar indicado para você lá nas referências também o texto dela ela fala da importância dos contos de tradição oral Essa vai ser uma leitura obrigatória porque ela é bem importante já que a gente tá falando da arte de contar histórias e para Giordano os pontos possibilitam que o indivíduo amplia sua capacidade criativa ao construir imagens referentes aos cenários e as
próprias tramas da História eles mostram os e também trazem soluções elaboradas pelas pessoas por meio da Imaginação então aqui eu retirei na verdade da minha dissertação de Mestrado esse trecho por isso que eu coloco esse apud né porque eu trabalhei com as histórias da Literatura Infantil como educadores em oficinas para educadores como tema e da minha pesquisa de mestrado e aí eu Trago essa importância então dos contos e a partir da ação da Voz aí da da Giordano e diz sobre essa capacidade criativa né que quer um criada a partir dessa experiência do ouvir histórias
Então como a gente amplia nossa imaginação EA Nossa criatividade quando a gente ouvir uma história e a gente de fato está aqui conectado com ela e ver E aí beleza e aí a gente pode pensar que as histórias podem ser contadas como eu fiz hoje mostrando as imagens e simplesmente contadas para que As próprias crianças possam construir as suas próprias imagens daquela história a gente pode ter os dois as duas maneiras de contar e aí com diferentes recursos que eu já vou já já também trazer para você aqui apresenta tá bom a integrar diferentes linguagens
então é aspecto fundamental vejam que a gente foi falando da linguagem verbal da linguagem não-verbal e ao mesmo tempo a gente foi integrando anda né porque elas estão presentes na nossa vida o tempo Todo a fase conta né É nada atividades artísticas expressivas na contação de histórias na aprendizagem de uma maneira geral e aí como o corpo comunica né então como é importante também as diferentes modalidades de arte aí presentes na educação infantil além do corpo e comunica como aprender se manifesta no corpo então tem muitas vezes a gente as crianças não precisam dizer que
elas Sentem basta a gente olhar para ela né olhar mais sensivelmente a gente vai identificar o prazer ou desprazer o conforto desconforto a dúvida o medo né se expressado sair pelo cor em pelo olhar pelo gestos e o corpo é a caixa de ressonância dos afetos ou seja ao mesmo tempo que produz uma coordenação psicomotora reproduz também uma ressonância afetiva de prazer e de desprazer de medo Associada a coordenação e que irá ser reproduzida conjuntamente que eu trabalho a Sara país porque a senhora para ir quando ela fala de da aprendizagem ela disse que são
importantes na aprendizagem que a gente leva em consideração quatro estruturas o organismo corpo o desejo que a subjetividade EA inteligência e aí quando ela fala de corpo ela disse que o corpo é muito mais que o organismo o corpo envia representado ele atravessado Pela subjetividade ele traz a história de vida do sujeito né então corpo ali no corpo re soa a pessoa o nosso senhor os nossos sentimentos né aquilo que a gente sente a gente expressa pelo corpo nem tô aí é uma caixa de ressonância afetiva E aí como a gente interpreta como a gente
faz essa leitura do corpo do nosso corpo e do outro né nessa relação de ensino-aprendizagem nos contextos educativos E aí eu já trago uma outra indicação para você que vale Muito a pena que se chama Pata de Elefante que é da Luciene Regina Paulino tognetta ela é uma pesquisadora né e psicóloga e faz um trabalho não Neve e também na única e que é que a gente Ana e trazem em seus trabalhos todos os conceitos né da do desenvolvimento moral e Tupia é bem e e ela tem vários livros escritos né na Literatura Infantil que
trata e tanto dos valores né dessa construção aí de Valores ou na construção da moral também um dos valores da Moral e que strass nessa época e pós anemia e as livros eles foram escritos durante a anemia também alguns deles sobre essa necessidade da gente poder expressar os nossos sentimentos e eu faço aqui um gancho passar a pai e que a Sara diz que o nosso corpo é uma caixa de ressonância de ofertas quando a gente está com medo nem medo que é maior do que a gente pode Suportar será que a gente vai conseguir
aprender será que a gente vai conseguir se concentrar nem tão como é que eu posso levar a minha as Crianças A expressarem aquilo que ela sente então muitas vezes elas não vão conseguir e com palavras o que elas têm mais uma história mas a ouvir uma história e depois fazer um desenho sobre aquela história elas podem nos contar muito sobre aquilo que sentem como interpretam a realidade em nas suas angústias os Seus conflitos e aí é esse Pata de Elefante eu Super indico que é de um ratinho e tinha uma dor no peito que ele
não sabia nomear então era um ratinho que sentia um incômodo ali no peito que que era muito forte ele não conseguia entender por que que ele sente aquilo então ele vai para vários médicos e os médicos fazem vários exames e identificam ele não tem nada não mas você não tem nada mas então por que que eu ainda sinto essa dor e aí ele vai Para coruja Sabiá e ela disse a unha rato você tem a síndrome da Pata de Elefante Pata de Elefante como é eles Imagina aí né debaixo dessa PA me explica que a
síndrome da Pata de Elefante e quando a gente tem um sentimento dentro da gente que é um sentimento muito forte e para curar esse sentimento a gente precisa compartilhar Então ela traz a necessidade de Poder com outro compartilhar né aquilo que a gente sente a fim de Louis esse Sentimento de ressignificar esse sentimento mas é numa linguagem super apropriada muito infantil né com os animais por personagens que podem abrir conversas e sem na educação infantil já também né com as crianças que a gente pode abrir conversas daquelas falas dos seus medos né daquilo que elas
sentem que elas não gostam de sentir e como é que elas podem expressar e aquelas crianças que têm muita dificuldade para dizer pode aparecer aquilo que elas Gostariam de dizer mas não consegue a partir de seus desenhos né da cintura se a gente precisa a Atento a isso também é esse olhar sensível para poder identificar nas Produções das Crianças daquilo que não está explícito muito e no coração e na bolsa também é um outro livro que eu Super indico vai trazer aí o que que é essa separação da mãe bebê Então vamos pensar agora de
novo nessa época pós paz temia que as crianças pequenas né ficaram em casa Muito tempo com os pais e com a mãe principalmente ali né nessa relação mais forte Será que que elas estão ainda muito grudadas nessa mãe e esse precisa acontecer esse rompimento dela se perceberem sujeitos a gente construírem a sua própria identidade saber quem são elas e quem são os pais né E poder fazer essa essa diferenciação Então essa história é da brinque-book também ela Traz essa construção da identidade da quem sou eu Quem é a minha mãe que sou eu quem é
o outro e para as crianças na educação e também é super indicar né então fica aqui também aqui tá no coração e na bolsa para você Gildo também E aí o jiu dois vocês vão ver que tem várias histórias sobre ele e aí ele vai elas histórias vão trazendo como é que o Gildo vai descobrir o mundo né a partir das palavras que ele vai conhecendo a partir das experiências que ele vai vivendo então tem aí várias Histórias com esse personagem também é da brinque-book para as crianças pequenas como forma de ampliar repertório vocabular e
poder conversar sobre todas as relações é que o sujeito tem como o mundo com aprender né com os objetos e com os nomes dos objetos e nas relações com as pessoas também são histórias bem é divertidas bem lúdicas e que trazem muito essa construção aí Death E aí né das ações e relações da criança com o mundo e com ela mesma Também como o corpo se apresenta se manifesta a partir das diferentes linguagens então que a gente possa ampliar o nosso aprimorar o nosso olhar sensível para poder enxergar além do que está explícito nas brincadeiras
nas representações das crianças e em suas Produções nas diferentes experiências então o que que o olhinho dela pode nos dizer enquanto a gente conta a história o que que que perguntas ou que o que que Ela diz sobre aquela história depois quando a gente abre para as conversas né O que que está implícito e explícito narrativa ver narrativa dela naquele que ela nos contou realmente depois falando da história O que que está implícito nas falas dela enquanto ela brinca de casinha como é que o co e ela se manifesta enquanto ela escreve enquanto ela ouvir
histórias enfim quanto ela pinta né então como a gente pode ampliar o nosso olhar para olhar para essas Diferentes linguagens nos diferentes momentos do cotidiano escolar Oi e aí eu já falei da Sara para aí mas vou repetir aqui aqui porque é um conceito que eu acredito né que eu trago aí para o meu cotidiano de sala de aula também o ato de aprender envolve quatro estruturas fundamentais então não dá para a gente olhar para o jeito nos processos de aprendizagem só no viés de um aspecto né a gente precisa considerar os quatro aspectos e
é o Sujeito como um todo então essa integração do organismo que são os nossos olhos né E se algo não está bem eu não vou conseguir aprender é o corpo que é manifesto que é toda que atravessado pela subjetividade que a história de vida do sujeito né que carrega toda a sua subjetividade então que é atravessada por todas as suas experiências né Por todas a as e ele tem a cultura com as outras pessoas e com ele mesmo na sua história com a família Enfim é esse corpo atravessado né pela subjetividade é a estrutura simbólica
que é o desejo EA inteligência que são as habilidades cognitivas então organismo corpo estrutura simbólica inteligência precisam estar em equilíbrio para que a aprendizagem de fato aconteça né e as diferentes linguagens então a gente já falou de várias né mas vamos retornar aqui quais são essas diferentes Linguagens na educação infantil E aí essas diferentes linguagem que permeiam uma espaço que precisa ser lúdico que precisa ser um espaço para criar a imaginação EA criatividade é disso que as crianças precisam quando a gente fala que a gente precisa encontrar nossa criança interna que a gente está buscando
a gente está buscando esse lúdico na nossa vida né então e aí eu trago algo que a Ana Angélica Albano diz sobre os Quintais esse esse quintal Simbólico né que é o brincar então que acho que muitas muitas de nós teve na infância né que é poder brincar os Quintais o que que era quando a gente brincava nos Quintais das nossas casas e como esses Quintais simbólicos podem estar presentes no cotidiano o espaço da escola né os espaços públicos E como eles podem estar presentes no próprio apartamento das crianças quando elas estão mais em casa
e mais restritas ao espaço Mas como que essa criatividade Essa imaginação podem estar presente nesses contextos também então que são esses Quintais e que eles representam na nossa vida eu no quintal ou na intimidade de seus quartos as crianças vivem Suas Fantasias criam suas histórias seus heróis fadas e bruxas e os seus cavalos até falam inglês guardam seus segredos ou partilham confidências com os amigos as a escola de educação infantil que passou a se ocupar do tem o antes destinado aos ideais Será que Preservou o espaço para a fantasia que ganhava a vida naqueles espaços
crianças nos grandes centros urbanos têm agenda de de quem da escola bom para judô ballet em inglês natação e ficou me perguntando qual é o momento Sagrado do segredo Qual é o espaço para a imaginação Quando é o tempo da intimidade para podermos estar com outro interagir com o outro é preciso saber quem somos o que temos para dizer então aqui Ela traz muitas reflexões né ela Fala da contemporaneidade ela fala dessa cultura da contemporaneidade que é ocupar o tempo das crianças né muitas vezes porque a mãe trabalha os pais trabalham fora e as crianças
precisam ficam em casa com outras pessoas que cuidam delas e precisam ter várias atividades para preencher essa rotina mas a gente precisa lembrar que a criança precisa desse espaços que é o vazio que o ócio que o ócio criativo né Para que é uma apostas é usar sua Criatividade a sua imaginação para criar brincadeiras e aí a refletir também sobre a questão da tecnologia em da mídia que às vezes ocupam esses Passos dos Quintais né que esse espaço do quintal que ela espaço da intimidade dela com ela mesma e para poder desenvolver a imaginação EA
criatividade brincando livremente na brincadeira espontânea precisa ser retomada e se isso não é ainda possível em alguns contextos Familiares a escola precisa garantir esse espaço de intimidade esse espaço de ludicidade criatividade e imaginação E aí a gente possa pensar que algumas escolas ainda pensam muito adiantam a questão do letramento da leitura e da escrita pulando etapas nesse nessas etapas de desenvolvimento que eu já falei hoje que são ruim importantes e que antecedem o letramento nem antecedem o ler e escrever propriamente dita e que a não ser vivenciada é Um olhar da criança sobre o mundo
é um olhar de intimidade de curiosidade de descoberta a primeira tarefa da educação e ensinar a ver a gente lembra de novo do livro da Ruth Rocha do menino que aprendeu a ver né é através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza eo Fascínio do mundo os olhos tem que ser educados para que nossa alegria aumente os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente dizia o Rubem Alves né a educação se divide em duas partes a educação das habilidades EA educação das sensibilidades sem a educação das sensibilidades todas as
habilidades são tolas e sem sentido os conhecimentos nos dão meios para viver a sabedoria nos dá razões para viver Quero ensinar as crianças elas ainda tem olhos Encantados Seus olhos são é daquela qualidade que para os gregos era o início do pensamento a capacidade de se assombrar Diante do banal então aqui é o bem Alves ele fala desses momentos íntimos da criança com o mundo que quando ela olha para o mundo e curiosa ela quer descobrir tudo sobre ele e ela descobre a partir das dessa exploração dos diferentes sentidos e esse é o papel da
educação infantil né é possibilitar que ela viva o endereço a todas as suas experiências de corpo todo né podendo explorar o mundo ao seu redor E é isso que vai garantir Para ela o desenvolvimento da linguagem que é muito mais que ler e escrever e quem não tempo certo ela vai estar preparada para essa leitura e para essa escrita porque ela viveu as outras experiências é tão importantes antes né então antes de codificar e decodificar as letras e os números ela decodifica os símbolos presentes no mundo de diferentes maneiras nem utilize compreendendo interpretando ao redor
a partir das brincadeiras do Faz-de-conta Então faz de contas brincadeiras são a representação da realidade os desenhos as pinturas são a representação da realidade né e que não necessariamente bem pela oralidade mas lei ou por outros meios que que é a linguagem não verbal a linha eu trampo só pra gente retornar né De acordo com a dele bncc quais são os seis direitos da criança eles falam seis direitos da criança seis direitos de aprendizagem né então que são Conviver brincar participar explorar Expressar e conhecer se não para gente levar em consideração se sente esses direitos
né é o contar uma história como eu tô considerando esses direitos né qual é o direito o que que está em evidência nesse momento quando Eu ofereço uma atividade artística quando eu proponho uma brincadeira de faz-de-conta quando eu deixo as crianças livres para brincar nem mas o mediador Sou eu educador eu o tempo todo eu estou ali né mediando as brincadeiras é outro dia lendo o texto sobre o brincar eu eu gostei mais A autora coloca né e o o educador Ele está aqui observando as crianças na brinquedoteca As crianças estão brincando e aí ele
identifica uma criança que está brincando de lavar a louça na pia vim ali miniatura e ela não tem um paninho para aceitar Então ela Começa a ficar com a própria roupa nem para própria camiseta EA professora identificando essa necessidade vai pega um paninho a mãe de volta brincadeira e pergunta pegar um paninho não a professora vai pega um paninho e coloca ali do lado a criança ao meu paninho ela começa a explorar muito mais os recursos daquela brincadeira e a se mostrar muito mais inteira naquela brincadeira e eu achei muito Interessante porque a esse olhar
Que observação do educador Que olhando para necessidade de cada criança e para olhando para aquilo que não está tão explícito mas na cabeça implícito nos processos aí de aprendizagem nas próprias representações ele vai mediando essa aprendizagem com recursos que ele também tem disponíveis a partir da necessidade da criança isso é muito rico né e isso é linguagem não precisou a criança pedindo aí o professor perguntar Mas bastou um olhar atento para identificar o que que ela precisava para poder aprimorar o seu brincar nem achei bastante interessante acho que cabe muito quando a gente fala que
de linguagem e arte de contar e foi falando Dessa arte de contar histórias durante toda a nossa alma né mas é que eu vou retomar as nativas como recurso no desenvolvimento então da linguagem é a contação de histórias é um erro de comunicação afetiva entre os sujeitos é Arte criativa e desperta curiosidade para aprendizagens seres humanos contam suas histórias de diversas formas no percurso da humanidade dos desenhos com pressa espécies ao advento da escrita grupos perfecton saberes e educam as gerações mais jovens meio dos pontos causas o folclore rima dentre outros então a gente sabe
quanto que a gente tem nada né Preta presente na nossa cultura sobre as histórias e como elas são cortadas e narradas das mais Diferentes maneiras é um através dos desenhos que foram desenhados o que que aquela tem pouca comunicou né O que que a gente sabe deles a partir dos registros que eles deixaram Então são as histórias contadas também né então como a gente tem uma infinidade de formas aí de as próprias histórias né de meios de comunicação de linguagem são esses seres humanos que foram contando muito das suas descobertas das suas experiências a partir
desses Desenhos né e nos contos que a gente tem da literatura dos caos EA própria história narrada de pai para filho das próprias experiências de vida né então quando os nossos pais nossos avós nos contam as histórias da de vida deles como isso marca e e fica na nossa memória registrar então é como é importante esse tipo de experiência também né a rimas das Poesias as músicas as parlendas quantas quantos outros recursos a gente pode trazer aqui em Questão muito presente na educação infantil né e a Fanny abramovich ela afirma que brincar com o ato
de ler sempre significou abertura de todas as portas e um portas para entendimento do mundo por meio dos olhos dos autores e da vivência dos personagens ler é uma são maravilhosa de gostosuras necessidade primeira básica e Fundamental de vida humana essa leitura diz respeito as possibilidades advindas da contação de Histórias em que os alunos são levados a vivenciarem experiências de leitura que estão além do texto verbal trata-se de leitura do ambiente mediado por brincadeiras e interações Então as histórias elas vão ser contadas pelos Livros mas é é nas sutilezas da da contação é na entonação
do computador nas brincadeiras que ele pode inventar A partir dessa contação né É o fundo que ele pode colocar então nas duas diferentes recursos que ele pode Utilizar para poder criar esse espaço mesmo de criatividade de imaginação e por isso a arte de contar histórias né que ela é muito diversa que a gente pode adaptar muitos recursos e a gente poder fazer tornar esse espaço mais nudes né E aí para isso é importante que a gente conheça as histórias antes de contá-las e que a gente conta aquelas pelas quais os tocados né e isso é
muito gostoso é poder viver experiências de ouvir Histórias para poder contar aquelas compartilhar com outro aquelas que de alguma maneira nos tocou mais então é você poder viver esse momento de escuta Por isso que eu trouxe uma história no início hoje que não era uma história que talvez você não conte as crianças ali menores mas é algo que pode te mover uma reflexão é que você depois possa escolher as histórias que devem ser contadas para sua turma e histórias e o seu grupo precisa o que alguém daquele Grupo precisa que você vai compartilhar e abrir
a todos né dá para contar uma história seja qual for é bom saber como se faz Afinal nela se descobrem palavras novas se entre em contato com a música e com a sonoridade das frases dos nomes se capta o ritmo a Cadência do conto fluindo como uma canção ou se brinca com a melodia dos versos com acerto das rimas com o jogo das palavras contar histórias por isso é uma arte e tão linda ela que equilibra O Que é ouvido com que é sentido e por isso não é nem remotamente declaração ou teatro ela usa
simples e harmônico da voz ela é afeto é a gente poder estar conectado com água além do livro da história contada mas é esse laço afetivo que entra elasa a todos naquele momento Nem a ouvir histórias desencadeia um olhar interno e ensina por vezes um pensar Generoso que entrando em nosso site nós pelo sentimento é o olhar identidade de Entrar de um jeito e sair de outro jeito todo tempo repaginado pelas tramas do conto nossos entendimentos e Emoções não repaginando aí pelas tramas o que a gente sente né E como a gente representa isso olha
nessa imagem que lindo né como que se representa o que você está representada e o sentimento Prazer por algo que está sendo contado né compartilhado todo esse momento a embaixo do cobertor como se fosse uma Cabaninha esse Ritual e esse momento de inteireza de ludicidade poder compartilhar com outro a escuta né Oi e aí ouvir e contar histórias podem ser sempre uma brincadeira divertida então na educação infantil as fantasias do contador de histórias o cenário do lugar onde a história vai ser contada é todo o clima que pode ser inventado a partir disso e eu
deixo aqui como dica é a Mariana Bastos Mariana Bastos ela ela tem no YouTube um canal Ela é da brinque-book atrás das histórias da brinque-book e ela conta de um jeito Fantástico que as Crianças gostam muito e que você tão resposta conhecer algumas histórias a partir né da desse canal da Maria da Marina Bastos para poder identificar até uma história que você levaria ou não para as crianças em sala de aula então fica essa dica para quem não conhece Oi e aí essa história também podem ser narradas e pontadas para as crianças Pequenas a partir
dos bonecos das dramatizações eles adoram né dos teatrinho se é dos fantoches que podem também ser confeccionados pelas crianças com sucata de diversas maneiras e a gente vai poder pensar o que que cada personagem tem meu né então por isso os fantoches e as histórias de vida porque assim como no faz-de-conta na brincadeira de casinha quando a criança tem o boneco na mão o boneco é em muitos dela né então é Ela representava naquele boneco então quê que aquele boné conta e conta daquela criança também da história dela é um quando uma criança brinca com
fantoches procura fazer com que estes também né tenham as características que observa o seu redor brinca como seus personagens fossem meninas bichos e a criança brinca com se as cenas fossem reais né então é uma brincadeira de faz-de-conta e quais são as histórias contadas e quais são as minhas histórias Né implícitas a partir das histórias daquele personagem que que tem meu que está nesse personagem e na história dele narrada a inteireza certeza a densidade do momento de criação estão presentes no adulto que cria na criança que brinca é visível a concentração corpo inteiro presente no
ato de brincar de uma criança é a sensação de estar inteiro no que está realizando o que o único Artista a criança a criança brinca porque não poderia viver de outra forma por isso desenha por isso cria foi subir então é essa ludicidade permeando todo o desenvolvimento da linguagem e deve estar presente na educação infantil né e bom então é isso que eu tinha para dizer né que eu hoje para você ir e trazer para gente poder conversar um pouco deixa os textos né dois que eu deixo como leitura obrigatória e as outras referências todas
que foram Utilizadas nesse slide para a gente poder refletir sobre a importância da linguagem oral e escrita né e a importância da linguagem nesse nesse Essa maneira mais transa Pára de olhar para ela né da linguagem que nos constituem né E nós nos constituímos na e pela linguagem e sempre durante a vida toda né E tem uma altura aquela se chama Helena entrou comer que eu gosto muito e ela tem um livro que se chama linguagem do Residente então Por Enquanto estamos Vivos somos constituídos na e pela linguagem aprendemos a partir da linguagem né então
o letramento é uma porta e na o vídeo para da porta e da Comporta né do lê aqui abre portas e compostas a leitura abre portas e compostas por que a gente aprende a ver o mundo e de novo lá o menino que aprendeu a ver Ruth Rocha então e ler para aprender né o aprender a ler então a gente aprende a ler para poder ler o mundo de Um ambiente diferente aprendendo sempre né porque nunca paramos de aprender nós nascemos para aprender a Elenita começar tem um livro que ela chama nascemos para aprender né
esse processo de aprendente aqui é eterno que ainda acabar e aí como você é como nós né Você só não Nossa eu também preciso ou nós precisamos muito das histórias Mas precisamos muito desses momentos lúdicos onde a gente possa estar Inteiro né conectados conosco mesmos e para você aqui uma história tá ela é uma história com em contada pela com uma companhia de contadores que se chama os Rouxinóis e se chama o homem que roubava a horas eu tenho certeza que você vai gostar essa é uma história mais para adultos né não pode esquecer contada
às crianças mais velhas para adolescentes Talvez Mas é ela especialmente para você para que a gente possa refletir sobre o tempo que Que é o tempo Qual é o tempo e nós dedicamos na nossa vida para que nos dedicamos mas tempo para que que nós dedicamos menos tempo né o que nós não víamos E por que não me ama a gente vai retomando tudo que a gente conversou hoje né O que o meu corpo comunica bom e o que eu preciso ler nas Entrelinhas daquilo que meu corpo comunica e que o corpo do outro comunica
para que a gente possa viver uma experiência Inteireza significativa que deixem Marcas para sempre na nossa memória né então que marcas que eu quero deixar para as crianças e com as quais Eu trabalho na educação infantil que marcas eu quero deixar partir da contação de histórias nesse desenvolvimento da linguagem oral e escrita nos Espaços educativos da Educação Infantil Então fica para você esse acesso no YouTube dessa história como presente final da nossa aula de hoje e deixa também para Você as referências a esse esse texto da Giordano arte de contar histórias e o ponto de
trás as práticas educativas eu vou deixar como leitura obrigatória e essa daqui esse artigo do Lima a arte de contar histórias na educação infantil reflexões para a construção de saberes diversos também deixo para você deixa o várias indicações tem esse texto da Angélica Albano pode ficar como complementar agora eu era o herói imaginação EA expressão artística na Primeira infância eu retirei aqueles trechos aquela situações sobre os Quintais né sobre a importância dos desse quintal que é simbólico né Essa palavra quintal atrás como uma algo simbólico para gente refletir sobre os espaços e brincadeiras livres e
espontâneas onde a criança tem a sua relação de intimidade com ela mesma que a gente sente que estão escassos né nas vivências das crianças e da escola é um momento onde a gente pode resgatar isso E e o texto também tem um outro texto da Alessandra Giordano que eu vou deixar como complementar na revista das terapia da apesp a contar histórias uma voz simples simples que descem emoções é muito bom esse texto também para quem quiser aprofundar um pouco mais e deixo também como complementar esse da nicoletta lembra que eu coloco junto com o livro
da Ruth Rocha o menino que aprendeu a ver aquele fragmento de um Caso que ela tem né no espaço terapêutico de uma criança com dificuldades na leitura e na escrita e ela vai trabalhando a partir dos Contos da Literatura Infantil das atividades expressivas é um artigo bem bacana para quem quiser entender como é que essas essa articulação essa integração entre a arte de contar histórias e a arte propriamente dita né de poder expressar de poder a partir das Tintas Um dos desenhos da gengiva É aquilo que que Sente né permeado ali pelo simbólico também das
histórias então fica a dica para quem quiser certo então eu e eu encerro aqui a nossa aula desejo que você tenha um lindo percurso seu primeiramente com as histórias compartilhando muitas e muitas histórias e com as crianças nos Espaços educativos dá um abraço Bons estudos e até a próxima tchau tchau