oi bom dia meus alunos queridos tudo bem com vocês aqui ó novamente professor humberto hoje nós vamos conversar um pouco sobre epidemiologia das doenças periodontais tá então seguindo o nosso cronograma a nossa sequência de aulas né que foram é pré-estipulados para vocês no começo do ano a aula dessa semana é aula de epidemiologia novamente nós queríamos estar falando sobre isso com vocês em sala de aula mas infelizmente por conta de toda a situação que a gente tem vivido nós ainda estamos aqui nesse modelo remoto tá espero que tão logo isso passa a gente possa estar
juntos novamente tá então sem mais demora as pessoal vamos entender antes de mais nada do que que a aula bom dia né então o que que nós vamos estudar hoje tá então quando a gente pensa em epidemiologia na origem dessa palavra nada mais é do que a fusão dessas três palavras que vocês estão vendo aí que consiste basicamente no estudo entre povos né então quando a gente pensa em epidemiologia da doença periodontal em si o que que a gente entende a gente entende como o estudo da distribuição de doença ou de uma condição fisiológica na
população humana tá no caso da doença periodontal obviamente a gente vai estudar essa distribuição da doença periodontal em uma determinada população e mais ainda nós vamos avaliar os fatores que vão influenciar essa distribuição tá a importância né porque que a epidemiologia se mostra importante que tipo de funções o que nos permite através desses estudos epidemiológicos obter então através da epidemiologia a gente consegue informações como prevalência e severidade e distribuição de uma doença né e isso é importante porque porque através dessas informações a gente consegue traçar estratégias individuais e comunitárias de prevenção tratamento e controle da
doença então a partir do momento que a gente tem essas importantes informações a gente consegue traçar estratégias individuais e comunitárias de prevenção tratamento e controle bom então pensando nisso tudo é fundamental que a gente saiba antes de mais nada diferenciar alguns conceitos importantes dentro de epidemiologia então para que vocês consigam compreender diferentes estudos e diferentes distribuições é fundamental que vocês entendam diferença da palavra prevalência é de incidência e ainda saber diferencial que a fator de risco de indicador de risco tá então quanta gente pensa em prevalência a gente está se referindo a que a número
de casos de uma doença em uma determinada população por um determinado período de tempo bom então prevalência o número de casos de uma doença em uma população e um determinado espaço de tempo enquanto que incidência pessoal nada mais é do que o número de novos casos de uma doença em uma determinada população em um determinado período de tempo então novamente quando a gente fala prevalência a gente fala em número de casos de uma doença enquanto que incidência número de novos casos então para que vocês consigam compreender eu quero mostrar um exemplo para vocês imagine que
uma população de dez pessoas um único individu ah tá bom essa mesma patologia então pensando nisso qual é a prevalência e qual é a incidência então se eu sei que prevalência o número total de casos eu sei que a prevalência que são de cinco em 10 ou 50 por cento enquanto que a incidência como é o número de novos casos seria de quatro em dez ou de 40 porcento tá se eu sei que o indivíduo já estava com essa patologia e depois do período de tempo mais cinco então a incidência que são o número de
novos casos seria de 4 e 10 ou quarenta por cento tá então sabendo diferenciar esses conceitos de prevalência e incidência fundamental que vocês saibam diferenciar ainda o que é a fator de risco de indicador de risco então oi gente pensa em fator de risco a gente pensa naquele fator que é confirmado que quando presente aumenta a probabilidade da ocorrência da doença né e se a gente remover esse fator vai reduzir essa probabilidade então um fator de risco um fator que é comprovado né e quando a gente diz que é um fator comprovado isso quer dizer
que é um fator que tenha presente em estudos longitudinais enquanto que indicador de risco são aqueles possíveis fatores de risco que não são confirmados em estudos longitudinais né então científicamente falando nós não temos uma comprovação estudos longitudinais que esses fatores ou não sei se possíveis fatores de risco aumentem a chance dessa já aconteceu e quando a gente pensa tanto em fatores de risco ou indicador de risco a gente pode dividir os em dois grandes grupos aqueles que são fatores ou indicadores não modificáveis e aqueles que são fatores ou indicadores modificáveis então quando a gente pensa
em fatores não-modificáveis obviamente são aqueles que não é possível o indivíduo modificar como o próprio nome diz então por exemplo a idade gênero etnia polimorfismos genéticos são fatores ou indicadores que não são modificáveis então meu indivíduo não pode deixar de ser idoso por exemplo eu não pode deixar de ser é portador da síndrome de down por exemplo né entretanto quando a gente pensa em estudos epidemiológicos nós temos aqueles fatores ou indicado o risco que são modificáveis ou ainda adquiridos né então aqui é o cinto para vocês por exemplo a obesidade o cigarro né osteoporose diabetes
estresse então todos esses são fatores ou indicadores de risco que são modificáveis aí vocês podem perguntar assim mas professor um paciente diabético ele não pode deixar de ser diabético e vocês estão corretos entretanto o paciente diabético ele pode controlar ele pode é ter um controle glicêmico satisfatório então por essa razão que diabetes e osteopenia como são passíveis de controles por medicamentos são consideráveis fatores modificáveis tá então visto tudo isso pessoal a gente pode entrar de fato na epidemiologia das doenças a vantagem né então entrar de fato nas características nos estudos epidemiológicos dentro das doenças periodontais
e obviamente pessoal vocês devem imaginar que dentro os estudos dentro de todos os trabalhos que foram feitos é necessário uma padronização né então como é possível por exemplo determinar a prevalência de gengivite como é possível determinar a prevalência de periodontite ou seja qualquer tipo de alteração periodontal sendo que eu não tenho uma padronização né então quando eu penso nesses índices padronizados a gente pensa em índices periodontais então são aqueles índices que tem eh por finalidade sugeria a evolução da doença né então os e eles devem ser simples deve ser de fácil acesso deve ser de
baixo custo de fácil compreensão e reprodutibilidade e deve ser passível de tratamento estatístico né então que tipo de índices periodontais nós temos então vamos imaginar se eu sei né que as doenças periodontais são aquelas doenças que afetam de certa forma os tecidos ao redor dos dentes seja os tecidos de suporte os tecidos de proteção não é esse eu sei que essas doenças periodontais elas são causadas por acúmulo de placa bacteriana acúmulo de biofilme e que esse acúmulo de biofilme pode desencadear além da inflamação dos tecidos de proteção podem acometer ainda perda óssea e os rins
a montagem deve abranger todos esses fatores né então dessa forma nós temos índices periodontais que vão avaliar a inflamação gengival nós temos índices periodontais que vão avaliar o acúmulo de placa a quantidade de placa acumulada nós temos aqueles índices que vão avaliar a necessidade de tratamento e ainda nós temos índices que vão avaliar a quantidade de perda óssea tá aqui pessoal o que que é importante vocês entenderem nós temos n maneiras de avaliar inflamação gengival nós temos ele e maneira de avaliar o acúmulo de placa então para ficar mais didática eu vou mostrar dois de
cada um que foi talvez o primeiro mais difundido para avaliar a inflamação gengival e aí a maneira que nós na faculdade vamos fazer a vale a inflamação gengival aí eu vou mostrar o primeiro índice mais difundido que avaliou o acúmulo de placa e aí o que nós vamos utilizar durante a faculdade para avaliar o acúmulo de placa e da mesma maneira a perda óssea tudo bem então pensando nos índices que vão avaliar a inflamação gengival o primeiro mais difundido que foi utilizado foi o índice que foi proposto por lê em 1967 né então o que
que o lê propunha ele propõe a mensuração da inflamação gengival através de uma sonda periodontal na margem gengival então com uma sonda milimetrada uma sonda periodontal ele fazia a mensuração nas quatro faces dos dentes né então vestibular lingual mesial e distal e entretanto o que que é interessante nesse lindo ele fazia a mensuração em uma profundidade de meio milímetro isso quer dizer o que isso quer dizer que a sonda percorrer é somente a margem ele não ia até o fim né então não mensurável a profundidade de bolsa total e aí ele dava esse índice com
o 01 aquele paciente que apresentava a gengivite leve aquele esse de 1,1 a dois apresentava a gente evite moderada e de 2,1 a 3 o paciente que apresentava a gengivite se vera né entretanto como grande desvantagem como a gente já conversou esse tipo de índice avalia apenas a condição da margem da gengiva né então quando percorre a sonda somente e uma profundidade de 6 mm como vocês podem ver na imagem isso eu podia mascarar o resultado né porque eu fazia avaliação somente da margem da gengiva tá visto isso pessoal no ano de 1971 foi proposto
o novo índice o índice de sangramento gengival então que era muito parecido com o índice de ler fazendo a mensuração das quatro faces entretanto esse índice apresentava a grande diferença que a sonda percorrer até o fim da profundidade de sondagem até o fundo da bolsa né então como grande diferença do ensino proposto por lê esse a sonda percorrer até o fundo né então com isso a gente conseguia avaliar inflamação até o fundo da bolsa tá esse é um índice de co tomiko quando a gente marca somente presença ou tem sangramento ou não tem sangramento então
se você some e até o fim o fundo profundidade de bolso e aquela face sangrou aquela face vai ser um valor positivo se ela não sangrou vai ter um valor negativo né então idealmente a gente considera o índice é menor do que 10 por cento isso quer dizer o quê que de todas as faces dos nossos pacientes menos de 10 porcento deve sangrar né entretanto na clínica muitas vezes a gente aceita até 25 porcento ou seja até um quarto das faces então essa maneira de avaliação de sangramento né gengival é a que a gente vai
utilizar na clínica novamente com a sonda milimetrada som das quatro faces bom então a gente já sabe avaliar o índice de inflamação agora é importante que a gente saiba avaliar o índice de placa né então como que era avaliado o índice de placa então inicialmente era feito de uma seguinte maneira com uma sonda milimetrada né uma sonda era percorrida né a margem seja com uma sonda exploradora ou com a sonda milimetrada percorriam a sonda ao redor da margem gengival e era avaliada a presença dessa biofilme a olho nu tá então com a sonda você percorri
a sonda na margem do dente se não tinha biofilme você dava um índice zero né se você só enxergava uma fina camada de biofilme com a sonda você dá ps1 se você enxergava uma quantidade moderada olho nu sem precisar da sonda você dava um índice dois enquanto que quando tinha é uma quantidade é abundante de biofilme recebia um valor três tá entretanto isso apresentava é algumas desvantagens né então ignorava a extensão coronária do biofilme e poderia não corresponder o que era observado nos demais sem contar que isso muitas vezes era subjetivo né então talvez o
que a gente considera né como um filme abundante outras pessoas talvez não consideraria visto isso foi proposto por o larry uma outra maneira de avaliar o índice de placa maneira é essa que é que você such a clínica tá então o level o que que ele proposto ele propôs a utilização de corante né então com através da utilização de corante fazia a marcação das quatro faces do dente e aí fazia análise de co tomica né então a presença ou ausência de placa de biofilme e aí aqui novamente nós temos uma condição do que que a
gente considera ideal dentro da nossa clínica né então por exemplo se eu sei que o meu paciente apresenta periodontite agressiva meu paciente tem histórico de periodontite agressiva obviamente eu posso imaginar que pouco a placa para esse paciente pode significar uma grande destruição e então eu tenho que ser mais criterioso para esse paciente e por essa razão para paciente com histórico de pergunte agressiva o índice aceitável de placa deve ser menor do que quinze por cento né agora quando eu penso em um paciente que tem histórico de pernas umtiti crônica o índice de placa aceitável para
esse paciente de biofilme deve ser menor do que trinta por cento enquanto que um paciente com gengivite um paciente com baixo risco a doença periodontal eu posso ser mais tolerante e aceitar um incidir até 40 porcento tá então nós já sabemos como avaliar inflamação gengival e nós já sabemos como avaliar um índice de placa né além desses dois índices nós temos um índice que avalia necessidade de tratamento e não é um índice que é muito usado em trabalhos é amplos comunitários cavalli uma grande quantidade da população né então é assim se que avalia a necessidade
de tratamento ele vai avaliar sextantes né então utiliza uma outra sonda né essa que vocês estão vendo na imagem as ondas e ptn que é proposta pelo me o ms tá para avaliar necessidade de tratamento então através da condição periodontal ele recebia um índice de necessidade de tratamento isso a gente pode considerar como o índice é simplificado né a simplificação de um isso que não é tão preciso e isso obviamente leva as algumas desvantagens apesar de nós conseguirmos avaliar uma quantidade maior de pacientes e tu pode gerar uma avaliação incorreta da extensão e deixa-se de
avaliar dentes isso pode subestimar a prevalência real da doença tá então a gente javali ou de placa a gente já valia ou índice de inflamação da gengiva e a título de curiosidade o mostrar para vocês um índice de necessidade de tratamento e aí agora nós temos por fim o maneira que a gente avalia a quantidade de destruição tecidual a quantidade de perda óssea né então para a gente falar disso é basicamente importante é vocês compreenderem o conceito de bolsa a sondagem e nível de inserção clínica então profundidade de sondagem em nível de inserção clínica então
quando a gente pensa em profundidade a sondagem nada mais é do que a distância da margem g e até o ponto em que a extremidade da sonda encontra inserida na bolsa obviamente isso com força moderada enquanto que o nível de inserção clínica consiste na distância da junção cemento-esmalte até o ponto em que a sonda encontra resistência então essa imagem é lei luz um ponto importante para que vocês consigam compreender a diferença né então se eu tenho um dente que apresenta a recessão como essa imagem aqui essa distância deve ser acrescida deve ser somada à profundidade
de sondagem para que a gente consiga obter o nível clínico de inserção tá então uma vez que a gente consegue compreender todos esses índices se a gente consegue a partir daí realizar trabalhos entender prevalência de doenças e esse tipo de coisa né é compreendido os índices eu vou mostrar alguns dados né alguns dados sobre doenças periodontais tá então quando a gente pensa em gengivite né a gente compreende o que diferentes trabalhos mostram diferentes prevalências né mas de maneira geral os trabalhos mostram que grande parte da população apresenta ao menos um sítio são grande então se
nós avaliar mos uma população como um toda grande maioria da população vai ter pelo menos um sítio com inflamação gengival tá e isso se torna mais prevalente durante a adolescência tá e tende a ter uma leve diminuição na fase adulta quando a gente pega a gente divide com os trabalhos realizados aqui no brasil a gente encontra uma certa semelhança nós temos e quase que sim por cento da população apresenta ao menos um sítio sangrantes segundo os estudos e tanto aqui quanto os trabalhos mostrados ao redor do mundo a prevalência maior em adolescentes né e trabalhos
no brasil mostram a índia que homens têm uma maior probabilidade de ter gengivite do que mulheres e isso é atribuído ao fato de que mulheres muitas vezes tem o controle do biofilme mais eficiente tá agora analisando outra doença era eu não te crônica né uma outra situação aonde nesse caso nós temos uma destruição dos tecidos de suporte não mais somente dos tecidos de proteção até eu não tite crônica os trabalhos mostram que ao redor do mundo é prevalente em torno de 45 porcento da população e dessa porcentagem 31,7 apresenta o moderado então sendo mais prevalente
segundo trabalhos em homens adultos sem ensino médio e com piores condições econômicas e ainda fumantes quando a gente pensa na pele odontite crônica no brasil a gente mostra uma prevalência que varia de 28/83 por cento e da mesma maneira que ocorre ao redor do mundo ela se torna mais frequente em adultos com mais de 30 anos e dessa porcentagem a grande maioria apresenta trinta e dois por cento bolsas generalizadas e 34 por cento bolsas localizadas e é 65 por cento dessas bolsas são maiores do que 5 mm em torno de um quarto são maiores do
que sete milímetros tá então isso mostra um a importância da doença periodontal aqui no nosso país né pra gente compreende situações com essa né onde o paciente apresenta algumas regiões com perdas ósseas como vocês estão vendo aqui né situações clínicas como essa né aonde o paciente apresenta muito cálculo muito acúmulo bacteriano e consequentemente uma maior perda óssea felizmente pessoal nós temos um uma segunda doença como vocês bem sabem que a gente chama de periodontite agressiva né que ela é caracterizada por uma perda acentuada vocês vão ver com a professora lívia na nova classificação das doenças
periodontais que os termos que eu estou utilizando aqui como periodontites crônica o periodont agressiva eles não serão mais utilizados tá bom então nós vamos o a partir de agora utilizar nova classificação das doenças obviamente nós não temos ainda é trabalho dizer epidemiológicos extensus como esse já utilizando a nova classificação e por essa razão que utiliza aqui durante a aula o termo periodontite crônica e periodontite agressiva mas a questão o que que é que a pele odontite agressiva desencadeia uma perda óssea muito mais rápida e consequentemente gera a perda precoce do dente mas felizmente o que
que os trabalhos mostram que a prevalência é muito menor do que a periodontite crônica né então quando a gente pensa lá na pele odontite crônica uma prevalência de quarenta por cento por exemplo aqui a periodontite agressiva ao redor do mundo na europa de 0 a 0 dois por cento na américa do sul variados de 03 a 5 e meio por cento e é isso obviamente é muito bom né uma vez que a gente sabe que a periodontite agressiva é um quadro muito mais sério né de pensando em perda dentária então aqui algumas imagens como vocês
podem ver que luz são basicamente o quadro clínico de um paciente com pedra durante agressiva né olha a perdas ósseas generalizadas muito acentuadas né então essas imagens ó radiograficamente aos dentes com bastante perda de suporte 1 é mas a gente já viu as doenças a gente já viu os índices e agora é importante vocês compreenderem mesmo que de maneira simplificada os fatores que estão associados ao aumento da chance da doença acontecer então quais são os fatores de risco associados à doença periodontal né então a literatura mostra para nós basicamente três fatores comprovados o tabagismo a
diabetes ea microbiota específica então nós vamos ver rapidamente cada um deles então sem dúvida alguma desses três fatores de risco né o principal é o cigarro é o tabagismo né então quais características o tabagismo traz para nós e o que que acontece o quê que é faz com que a pessoa que fume apresenta o maior risco de aparecimento a doença periodontal que tá é o primeiro ponto o cigarro ele é dose-dependente né isso quer dizer o que quer dizer que uma pessoa que fuma 20 cigarros por dia tende a ter uma resposta pior do que
uma pessoa que fuma 10 ou seja uma pessoa que fuma 40 por exemplo vai dar uma resposta pior que esses dois quanto mais a pessoa fuma pior tende a ser a resposta né e basicamente os trabalhos mostram que os pessoas que fumam têm de 2 a 7 vezes mais chance de desenvolver a doença periodontal e além disso o tratamento nessas pessoas tendem a ser menos efetivo isso acontece porque isso acontece bom então um enfraquecimento da resposta imune tá então basicamente o cigarro tende a gerar uma diminuição da atividade de anticorpos igg favorecendo o que infecção
subgengival além disso diminui a atividade de células t e aumenta a atividade de colagenase tá então toda essa soma de cadeias gera o que um aumento da severidade e um aumento no prejuízo no reparo tecidual tá então pessoal o cigarro gera alguns efeitos muito importantes pensando na severidade da doença e no reparo tecidual mas o que que a gente considera o que que a literatura sugere como sendo fumante leve um fumante moderado ou um fumante pesar tanto de maneira e a gente considera um fumante leve aquele que fuma menos de 10 cigarros por dia ou
fumante moderado aquele que fuma de 10 a 20 enquanto que o fumante pesado aquele que fuma de mais de 20 cigarros por dia obviamente a gente espera na grande maioria das vezes que o fumante pesado apresente uma resposta ainda pior do que um fumante leve obviamente pensando nas mesmas condições do organismo né um outro dado interessante o que que é é que a suspensão dos hábitos né suspensão do cigarro tem de apresentar uma melhora da saúde periodontal entretanto os resultados são muito lentos quando a gente pensa em um ex-fumante ao não-fumante então alguns trabalhos sugerem
que leva ao menos um ano a pessoa que parou de fumar apresentar resultados semelhantes a não-fumantes entretanto a grande maioria desses trabalhos mostram um tempo ainda maior tá então além do cigarro pessoal outras fatores de risco são a diabetes por exemplo obviamente quando a gente pensa em diabetes a gente pensa em diabetes descompensado né aquele paciente que apresenta o meio hiperglicêmico então o que que acontece que características da diabetes apresenta que a se torna um fator de risco para doença periodontal tava diabetes já função reduzida dos polimorfos nucleares além disso aumenta a degradação da colagenase
né e além de tudo isso o meio hiperglicêmico né novamente esse meio hipergli cemia que ele vai reduzir o crescimento da prova e são ea síntese de fibroblastos né então isso faz com que retarda o processo de cicatrização além disso a inflamação gengival se torna aumentada e consequentemente a doença periodontal mais grave e por fim como o terceiro fator de risco comprovado nós temos a microbiota específica pimentão a gente já conversou que a doença periodontal ela é causada por é microbiota específica né então nós temos diferentes bactérias que desencadeiam respostas processos patogênicos diferentes algumas são
mais fator gênicas do que outra e o que que os trabalhos mostram que quando a presença de a e tannerella forsythia aquelas duas principais associadas a pele odontite nós temos de 83 e sete porcento dos indivíduos com pedra não tite apresentam essas bactérias isso quer dizer o quê que se nós tivermos a presença dessas duas bactérias nós temos grandes chances de se são indivíduos que têm risco de desenvolver periodontite tá e quais são as possíveis indicadores de risco né então aqueles fatores de risco que não são comprovados em estudos longitudinais os trabalhos mostram vários entre
eles aqui estresse má nutrição hiv assistiu porosa obesidade condição socioeconômica então todos esses são indicadores de risco que ainda não foram comprovados em estudos longitudinais tudo bem esse é o o gostaria de passar para vocês na nossa aula espero que tenha ficado claro tá deixa aqui o meu e-mail se alguém tiver alguma dúvida só me o meu entro em contato tá bom um abraço pessoal bom dia a todos eu nunca vi e aí