Hoje estamos aqui recebendo pela segunda vez nos estúdios LIN mestre Ananda Pren. Muito obrigado pela sua presença. >> É um prazer tá aqui com vocês e tenho certeza que a gente vai falar de muita coisa interessante, muita coisa que costumeiramente não é muito falada, mas com toda a certeza vai ser muito produtivo para aquelas pessoas que estão no caminho do autoconhecimento. >> Show de bola, >> com certeza. Show de bola. você já coloquem aí os seus óculos de mergulho, como a gente gosta de falar, que hoje o assunto vai ser profundo. Mestre, pra gente começar
aqui, existe uma agenda global para implementação de uma espiritualidade falsa baseada no ego. O que seria isso? >> É, então você já começou aí com tiro de calibre 12, né? E na verdade existe, na verdade existe a seguinte questão: a espiritualidade, o Conhecimento de si mesmo, a transcendência é aquilo que coloca o homem em um estado de liberdade. E o sistema, desde desde a as épocas mais primitivas, nunca foi muito feliz com pessoas livres. Na verdade, todas as pessoas que professaram a sua liberdade, mesmo de pequena monta, até num num campo mais irrestrito, foram para
pr pra pira da Inquisição ou pessoas que foram mal compreendidas por todos. E na verdade este tipo de pessoa que a Pessoa, o ser livre, nunca foi interessante para absolutamente ninguém. A espiritualidade é um caminho de libertação completamente. Então, já há muito tempo, eu acredito que mentes muito brilhantes pensaram da seguinte maneira: se as pessoas começarem a ficar muito conhecedoras das coisas, isto vai ser um perigo, uma ameaça para o sistema. Então, vamos fornecer algum tipo de informação onde elas pensem que estão se espiritualizando, estão se Libertando, mas na verdade elas estão somente saindo de
uma caixinha e indo para outra caixinha pintada com as cores do arco-íris, porque na verdade elas vão continuar iguais em o sistema de obediência semelhante. Veja bem, isso já foi pensado há muito tempo. Então, as pessoas elas vão trafegar de caixinhas em caixinhas, achando que aquela caixinha, na verdade é uma ponte para transcendência, mas na verdade é uma ponte para ela continuar na mesma na Mesma perspectiva. O que que o que por que que eu fui pensando sobre esse assunto? Pelo o seguinte, porque quem tá meio que nesta estrada já há algum tempo e caindo
bem na real, eu tô nisso aí tudo, ó, com 15 anos eu já me interessava por esses assuntos. Já li os primeiros livros do padre Quevedo, As Forças Físicas da Mente, volume 1 e volume dois, dois livros grossos que eu peguei na biblioteca do colégio onde eu estava. No colégio de freira e e padre Quevedo era padre, então aquele livro era lícito. Tinha 15 anos de idade quando eu li aquelas coisas lá. Tenho basicamente 60. Olha quanto tempo passou. 15. 60 men 15 dá quanto? >> 45 anos. Então eu fui vendo várias safras de pessoas
passando por caminhos do autoconhecimento. >> Nossa. E com o decorrer do tempo, eu pensei assim: "Alguma coisa tá muito errada nisso, porque a pessoa faz, faz, Faz coisas, mas não dá em nada". É como se fosse aquela historinha do coelho correndo atrás do seu próprio rabo. E elas não dão esse salto de transcendência. Elas trocam seis por meia dúzia, viram veganas, depois comem eh eh depois são macrobióticos, depois fazem dieta cetogênica, crudoristas, dançam para Krishna, acreditam em Saint-Germain, fazem mantra e depois >> e yoga, pega o seu tapetinho de yoga, vão na academia na é
na verdade antiga, Antigamente quando eu comecei a fazer aula de yoga e eu tô e aqui eu tô falando descompactadamente porque eu sei que nós temos tempo. O negócio é o seguinte, quando comecei a fazer yoga não tinha nada disso, não. Não tinha nem as posturas de yoga. Então hoje em dia é uma ginástica indiana que se chama de yoga. Eu que conheci essas coisas nos anos 80 e e tô vendo as coisas no agora, eu penso assim, >> pelo amor de Deus, são coisas muito Diferentes, chamadas pelo mesmo nome. Então, o negócio é o
seguinte, voltando à questão, eh, grandes sábios, grandes iluminados nunca foram bem vistos por sociedade alguma. Eles sempre foram ameaça ao equilíbrio social, porque o equilíbrio da sociedade é feita por consumidores. >> Hum. As pessoas precisam entrar numa roda de consumo. Elas precisam consumir eh elas precisam consumir produtos, elas precisam consumir serviços e elas Precisam consumir crenças, >> porque as crenças mantém-nas nos trilhos que eles gostariam que nós estivéssemos, né? >> Sensacional. já há muito tempo, grupos de eh pessoas que trabalhavam com aquilo que nós chamamos hoje de engenharia social, pensar assim: "Como a gente pode
manter esses caras dentro de uma linha que vai ser produtiva pra gente e que, sobretudo eles não vão rebelar contra a gente?" Na verdade, se a gente for e num negócio, se a gente dar um der um chute mesmo na antiguidade mesmo, aqui a gente vai dar um chute longe, >> mas longe mesmo. >> A gente tem a a o surgimento da raça humana. Um dia eu conheci um cara da um sulfricano que era um antropólogo. >> Hum. E ele disse o seguinte: "Olha, nas fazendas do meu pai nós encontramos muitos túneis e esses túneis
eles são ladrilhados, azulejados com um tipo de Material que não existe hoje em dia. E o que acontece é o seguinte, sempre quando nós falamos para o o estado que nós descobrimos um determinado túnel, o que que eles fazem? Vão lá e dinamitam. Então agora, a partir de agora, eu não conto mais nenhuma. Ele começou a mostrar as fotos, as datações de carbono 14, eles são, eles revelam a idade desse tipo de coisa há muito tempo. E isso corrobora com os escritos. diz a Zarharia Sitting, que foi aquele cara Que leu as aquelas tabuletas em
escrito sumério, que diz que nós e nós aqui, todo mundo foi criado no passado para a extração de ouro, porque eles precisavam de ouro lá no planeta deles, que era o rei, que era o o Zanak, o rei Anu, o planeta e chamava-se Nibiru, >> e eles precisavam de ouro que não tinha lá. Da mesma forma que o Ilomsk tá precisando de materiais que não tem aqui na Terra, por isso que ele faz eh as Suas viagens espaciais, né, já vendo o futuro. Mas até aí tudo bem. E o que acontece que quando nós fomos
criados, nós tínhamos um problema. Nós, seres humanos da nossa espécie, nós durávamos muito e conforme nós durávamos muito, nós íamos aprendendo certas manhas que para eles eram eh bastante ruins, porque a gente ia ficando esperto e poderia se rebelar. Então eles inseriram no nosso DNA um código para limitar a nossa idade. Isso foi a instauração da do Telômero, que os telômeros são as certas finalizações celulares do nosso esquema do DNA e eles vão encurtando na medida em que nós vamos envelhecendo. Então, cada célula duplicada é uma célula mais defeituosa até que por fim a pessoa
morre. Então eles tiveram que inserir esse código porque nós poderíamos ficar inteligentes o suficiente para confrontar o sistema deles. Então aqui a gente tá falando de muito tempo atrás, nem sei como como datar, como precisar Esse tipo de coisa. Ou seja, nós sempre fomos seres úteis para o sistema. E sempre o sistema, desde a criação, >> de todas as formas, eh, teve a ideia de conter uma possível rebelião. E não existe rebelião maior do que a rebelião da consciência. >> Puxa vida, caramba. >> Entendeu a >> Já deu o primeiro nó aqui. >> Rebelião da
consciência. >> Rebelião da consciência. Não tem essa nada é mais forte do que a rebelião da consciência, não é? Porque essa muda a a natureza do homem a um tal grau que ele não consegue ser desconvertido. Alguém que conseguiu em algum determinado momento da sua experiência de vida vislumbrar a face de Deus, esta pessoa não se desconverte por nada. Então, já há muito tempo, os caras sabendo disso pensaram assim: "Vamos dar um jeito nessa história a gente precisa Fazer com que este homem continue sendo tchongo, achando que ele é a última cocada preta do pacote,
>> achando que ele tá iluminado. >> Achando que ele tá a iluminado. Exatamente. E >> é uma sensação falsa de iluminação. >> É uma sensação falsa de iluminação que na verdade é um ego espiritual. Um dos piores egos que tem é o ego espiritual. Porque ele se acha melhor do que as Outras pessoas que não têm aquele conhecimento. >> Isso é uma cilada que, pelo amor de Deus, >> cai do cavalo. >> A pessoa cai do cavalo. Porque nós precisamos ter a seguinte noção: ninguém é melhor do que ninguém. Somos absolutamente farinha do mesmo saco.
E no momento em que você acha que você é melhor do que o outro por isto ou por aquilo e estas coisas, digamos assim, Eh, digamos, entre aspas espirituais nos dá essa falsa impressão, você se distancia, na verdade do princípio original através do sentimento de separatividade. >> Quando você acha que você é separado dessa consciência suprema, que você é melhor do que este ou daquela pessoa, você já se separou. Então, por isso que as pessoas com mais ego que eu vi até hoje na minha vida foram as pessoas místicas. >> Nossa, >> né? Porque elas
têm todos os outros egos e adicionalmente tem o ego místico, que é aquele que acha que está acima das outras pessoas, né? >> Nossa, muito bom. >> Então, se a gente for cair bem na real nisso tudo, a gente vai ver que o buraco >> é mais embaixo. >> Pelo amor de Deus, é mais embaixo. >> Caramba. Sensacional. É, é, é uma, é uma virada de chave mesmo para quem já tá, Tipo, nós aqui, nossos ouvintes, nesse caminho da espiritualidade, né, que a gente sempre fala que a gente tem que lutar para que a sociedade
não nos coloque em caixas. Só que você tá vindo com um raciocínio de que a gente tem que tomar ainda mais cuidado para que nessa luta de não nos colocarmos dentro de caixas, a gente não tome não tome o erro de ser colocado numa outra caixa, achando que estamos livres. >> A gente vai para uma outra caixa onde Tem algo muito narcótico, que é a sensação da fascinação, a a fascinação pelo ilusório, pelo imaginário, pelos extraterrestres. por outras dimensões e mundo, intraterrestres, tem pessoa que vai consumir a existência dela inteira nesse campo imaginário, se achando
a última bolacha do pacote. >> Então, mas é uma agenda mesmo que isso foi implementado pelo sistema. >> Agenda isso começou a ser agenda. Isso Começou a ser implementado eh em 19 no na virada do século, >> porque na virada do século a gente tinha no processo de revolução industrial ainda motores a a motores aqueles que ferv. Como é que chama mesmo? Motores a vapor. >> Vapor. Aham. >> E eles começaram a descobrir então uma uma forma de ter motor com mais rendimento e descobriram então o motor, a explosão, que era o motor, a gasolina.
>> Uhum. Só que de repente eles pensaram assim: "E agora de onde vem a gasolina?" Gasolina vem do petróleo. E esse petróleo onde tá? A maior parte do petróleo de superfície que encontrava-se na Terra estava sob domínio do Império Otomano. E o Império Otomano ele reinou durante, deixa eu ver, desde Osman I. Osman I é 1260 e pouco até o começo do século XX. Durou >> 700 anos. >> É 700 anos. império que durou muito Tempo. E esse império ele comportava todas as terras, por exemplo, lá na lá no Oriente Médio, né, que tinha os
postos de petróleo. >> E então os as pessoas que estavam de olho nessa virada eh tecnológica da Revolução Industrial pensou assim: "Nós temos que pegar esse petróleo pra gente, >> hum, >> né? Nós temos que destituir, nós temos que quebrar o império otomano. Mas esse império otomano eles eram muito unidos Por alguns elementos. Primeiro, uma fé absoluta. Porque a fé de religião monoteísta é diferente de fé de religião politeísta. É completamente diferente. >> É diferente em que sentido? >> Porque todo mundo tem fé em um Deus só. Porque pega, por exemplo, dentro do hinduísmo, eu
tenho fé em Krishna, você tem fé em Chiva, você tem fé em LCM. tem fé tudo dividido >> lá eles quebram o pau entre eles mesmos. >> Agora, a fé de uma estrutura monoteísta, Todos eles acreditavam em ala. Então essa era o primeiro obstáculo que eles tinham que vencer. Segundo obstáculo que eles tinham que vencer, todos pela lei islâmica honravam muito pai e mãe. E a hierarquia que era proveniente disso. Qual era o segundo obstáculo? Família. OK? Humum. >> Então eles tinham que quebrar com a estrutura religiosa, tinham que quebrar com a família e que
e com a hierarquia que era produto daquela daquele Reconhecimento e da honra aos seus ancestrais. Então, durante bastante tempo, este Império Otomano, ele recebeu eh através eh de uma e na época não existia o Estado de Israel. Os judeus não tinha ainda o Estado de Israel, >> certo? Então aqui a gente tá falando de política, tá falando de religião, tá falando de tudo, porque na verdade é tudo a mesma coisa. >> Uhum. >> Porque dentro do ser humano mora tudo ao Mesmo tempo, >> né? Então começou que naquela época eles precis pensaram assim: "Não, a
gente precisa criar uma forma de quebrar esse tipo de esse tipo de questão, esse a o poder do Império Otomano." Foi aí que forças poderosas que vinham da Inglaterra e outras coisas se uniram pro fomento da Primeira Guerra, pra primeira conflito mundial, né? Foi assim, primeiro conflito mundial. >> É isso aí. >> E nesse primeiro conflito mundial foi onde existiu uma quebra do Império Otomano, ficou somente a Turquia. E lá surgiu então um resquício chamado Casa de Osmã, porque quem fundou o Império Otomano foi um tal de Osman em 1200 e 1250 e pouco, né?
E esse eh Império otomano, fundado por Osman I, filho de Erturu Gazi, ele foi muito eh influenciado, na verdade por nove grandes sábios, espiritualmente chamado os nove Desconhecidos, que viria de uma sucessão de imortalistas desde o império achoca. O império achoca foi na época de Buda, a gente tá falando da Índia, né? Eu tô contando a história bem bem assim direitinho aqui. Tá bom. Temos tempo, né? >> Posso falar? Tá perfeito, perfeito. Pode continuar. >> Então, a Choca na Índia foi o maior conquistador. A Índia sempre foi Fragmentada, mas a Choca conseguiu quase que unificar
a Índia toda através da dominação que ele fez no no maior império que teve, na Índia, o império achoca. Ele se converteu ao budu para que fossem recolhidos todos os ensinamentos mais secretos, porque ele sabia que o conhecimento era poder e ele não queria que aquele conhecimento chegasse em mãos erradas. >> Então ele selecionou nove grandes sábios e colocou nas mãos destes nove grandes Sábios nove tipos de conhecimentos específicos, sendo que o nono sábio conhecia o segredo da imortalidade. >> OK? >> Tá. Então, o segredo da imortalidade. Então, foi baseado neste conselho destes nove sábios
que eh o império de Osman, que chamava império osmânico, ou, e nós chamamos de otomano, foi criado um império muito difícil eh eh de ser quebrado. Tanto que nem Gengiscan, que tinha o maior exército do mundo, >> naquela época, >> conseguiu quebrar o império otomano nas diversas invasões. nem templários, ou seja, nem os cristãos juntamente com Gengiscan, porque na verdade na época os templários fizeram uma associação com Gengjiscan. Vocês não tm noção do nível dos exércitos que tentaram afundar um império otomano, ninguém conseguia, porque eles eram unidos pela fé, >> pela fé, pela família e
pela hierarquia. >> Pela fé, família e hierarquia. Então, o Que começou a existir ali? Eh, Hot, Hot, Hot, a família Hoteld é trilionária até hoje, que nem a gente fala de bilionários, não fala de bilionário, não sei quem é bilionário. Hotild já é a casa dos trilhões. >> Esses caras não entram nem em Forbes, esses caras já estão em um outro patamar. Eles pensaram assim: "Como é que a gente pode se infiltrar?" Então eles começaram a desenvolver uma um escola de inteligência para conseguir Quebrar com o Império Otomano. E isso durou décadas. Desde quando Abdul
Ramid II subiu no trono, durante décadas eles tentaram quebrar o império otomano e a quebra total se deu >> no conflito da conflito mundial. >> Primeiro conflito mundial que foi orquestrado por essa por essa turma toda. >> Então eles perceberam o seguinte, que a linguagem é um poder invisível. Certo? >> A linguagem é o poder invisível. Porque agora, por exemplo, se a gente for estudar dentro da neurociência, a gente sempre achou que era o seu pensamento que criava a linguagem, mas ao contrário disto, é a linguagem que cria o seu pensamento. >> Uhum. >> Se
você for adicionando uma linguagem nova, termos novos no nosso vocabulário, no nosso léxico, nós começamos a pensar de uma forma diferente. >> Hum. Isto é uma coisa que a neurociência descobriu há pouquíssimo tempo, mas os caras já há 100 anos atrás já sabiam disso. Então eles começaram a introduzir novas estruturas linguísticas para começar a fragmentar esta união entre essas estruturas e que cbinou com a quebra do Império Otomano. Nessa quebra do Império Otomano, o petróleo foi para as mãos eh de diversos outros países. É, os sistemas bancários foram estabelecidos e mantidos e sustentados Por Hotild,
depois Rockefeller, MP Morgan, essas turma, essa turma que que manda no dinheiro do mundo até os dias de hoje, não é? Então, na verdade, é o seguinte. O a dominação de um povo começa quando ele perde o controle sobre as palavras que usa, >> introduzindo palavras novas, >> introduzindo palavras novas no vocabulário, >> tipo hoje com linguagem neutra, podemos dizer. >> É, é, eu não quero ser cancelado e ser alvo dos haters mais do que eu sou, mas este é um sistema eh de dominação chamado Nova Ordem Mundial. >> Hum. Isso faz parte da agenda
escrita na década de 20 nos protocolo dos sábios de Sião, >> né? Isso foi eh agendado. Então, na verdade, a linguagem ela é um cavalo de Troia, né? Nesse cavalo de Troia, nós vamos apresentar uma coisa que é muito bonitinha, politicamente muito correta, Mas que traz em si estrutura criada por pessoas muito inteligentes para fraturar os conceitos relacionados com o seu pensamento. E uma vez você tendo a a mente fraturada, os conceitos fraturados, você é alvo fácil para qualquer tipo de dominação. É assim que se domina um povo. >> Hum. É assim que se tem
dominado um povo há muito tempo. Foi nessa época que eh começou a surgir na Alemanha algo que ficou conhecido como escola de Frankfort. Essa escola de Frankfurt foi uma escola para análise do comportamento social, >> certo? E ali foi começou a ser fomentada a estruturação da hegemonia de um poder único. Aí vocês pensam assim: "Mas por que que se precisa de um poder único? Por que que precisa de um comando único? Porque o negócio é o seguinte: ser humano tem sede de poder, né? E esse poder é como fazer para, por exemplo, um, vamos supor,
um fabricante de um Tênis aí, sei lá, uma marca, não sei se aqui a gente pode falar marca de tênis, vai do Mickey lá, >> um fabricante lá, do Mickey, pá, o cara fabrica aquele tênis, como que ele vai garantir que o mundo todo consuma? O mundo todo tem que gostar da mesma coisa. >> Nossa! Padronização de desejo. >> Padronização de desejo. >> Perfeito. O carro é a mesma coisa. a mesma coisa. Então, todo o mundo precisa Ser padronizado para que ele possa dar o tiro e acertar corretamente o alvo, né? Porque na verdade é
o seguinte, antes de você ter um impulso da compra, a sua mente já há meses antes já foi convencida de uma necessidade que naturalmente você não teria. >> Perfeito. >> Então, a necessidade ela é plantada muito antes de existir o impulso de compra. >> Sim. Perfeito. >> Uhum. Então este terreno ele é cultivado há muito tempo das formas mais subliminares que a gente nem pode imaginar. >> Nossa, >> vári eh eh maneiras sutis, maneiras muito sutis. Agora vamos à questão é o seguinte: a pessoa que se espiritualizar muito, ela fica ligada nessas questões de compra?
>> Não, >> não vai. Não vai. Quem começa a passar Por muito perrengue interno, ele deixa de dar importância num celular novo. >> Uhum. num carro novo, >> num carro novo, >> num tênis novo, >> num tênis novo, ele deixa de dar importância nisso tudo. Então, globalmente não existe interesse que a pessoa eh descubra alguma coisa que vai tirá-la desse >> desse padrão de consumo, >> desse padrão de consumo, >> porque na verdade até os dias de hoje quem mandou no mundo foi dinheiro. >> Sempre foi assim, sempre será, provavelmente >> foi assim e sempre
será. caindo bem na realidade da existência. É assim, é assim. Sempre foi jogo de poder, >> poder, dinheiro, jogo de poder, dinheiro, né? E quem tá mandando lá em cima precisa que as pessoas se unifiquem de uma forma que gostem das mesmas coisas, pensem das mesmas coisas e que Entrem constantemente em conflito, porque se elas se unirem, elas podem se rebelar contra o sistema. >> Hum. É por isso que todas as linguagens modernas que são inseridas hoje em dia, elas são divisionais completamente. Antigamente, eu não quero entrar muito nesses nesses em assuntos críticos, mas não
tem como a gente não dar uma resbalada aqui, >> que é o seguinte, antigamente o que que você tinha? >> Você ia preencher uma ficha, outro dia eu fui fazer uma o do órgão público, gov.com.br, né? Quando eu cliquei para marcar o meu gênero, tinha uns oito tipos ali de gênero. Eu pensei assim, pensei assim, que que eu sou? Eu fiquei até em dúvida. Pensei assim, será que eu recebi uma classificação diferente perante a sociedade? Antigamente era só homem ou mulher, mas agora você não sabe nem o Que você é. Sim. >> E você tem
várias possibilidades, porque na verdade o gênero não é mais algo que é criado pelo criador, é uma coisa que você vai construindo a partir da sociedade, do sistema. E tem um montão de tipo, >> é linguagem, né? >> Linguagem. Ou seja, fragmenta para conquistar, fragmenta para conquistar, fragmenta para conquistar. >> Porque isso no fundo tá fragmentando a População em mais caixas. Antes eram homens e mulheres só, agora são 8, 20. Claro. E tem um que tem que mandar em todas as caixas. >> Ah, >> OK. É assim que se faz. Isso tem sido feito há
muito tempo. esse povo da escola de Frankfurt, depois deste, depois do segundo, depois entre o primeiro conflito mundial e o segundo conflito mundial, eles foram exportados para os Estados Unidos e criaram aquilo Que foi eh o antecessor da CIA, ou seja, a agência americana CIA é fruto da escola de Frankfurt, uma escola de engenharia social, de molde do pensamento humano para que ele possa ser num segundo momento dominado. >> Então, Ananda, hoje, naquela época a gente tava, você tava explicando como que foi destruído o Império Otomano. >> Sim. Hoje a destruição é sobre o que
que eles estão, se eles estão colocando as mesmas coisas. >> É porque na verdade é o seguinte, destruir eh não é muito produtivo para o sistema >> hoje >> porque hoje em dia, porque na verdade isso começou, essa essa nova modalidade de destruição começou por uma pessoa inteligentíssima na Itália chamado Antônio Gramch. Gramch, ele tinha visto que a tentativa de Stalin de impor o comunismo através de uma guerra armada tinha sido muito Mal sucedida. Então ele criou quando ele estava preso, inclusive isso está escrito em seu livro chamado Memórias do Cárcere, uma forma de dominação
silenciosa. E essa forma de dominação silenciosa era através de armas informacionais. Então, através da mudança da narrativa da informação que todo mundo receberia, as pessoas seriam ser iriam ser convertidas em uma nova forma de pensamento, sem ao menos perceber que elas estariam num processo De conversão. Isso a gente vê sobre a implantação daquilo que ele ele mesmo chamava de hegemonia cultural. >> Ah, >> caramba. Então é silencioso. A gente não acha que tá sendo dominado, né? E esta e esta dominação, ela precisava eh ser atingida, primeiramente em dois nichos diferentes. Primeiro, nos campos universitários, porque
seriam as pessoas que geração após geração, iriam gerar os intelectuais e os formadores de opinião E sobre a classe jornalística, porque eles seriam o filtro de todas as informações. >> Nossa! >> Nossa, por isso que a mídia tem esse papel, né? Bizarro. Míia de controle absurdo. >> Um controle absurdo. Mainstream é completamente controlado. >> Uhum. >> É completamente controlado. Eu não sei como estes caras estão se virando com as Mídias livres, como esta, por exemplo. >> Uhum. >> Né? Eles vão em breve achar um algoritmo capaz de eh fazer detecção de intenções. O algoritmo deles,
por exemplo, por enquanto detecta palavras Uhum. >> Mas não detecta grandes estruturas de pensamento. Vai chegar um momento em que essas estruturas de pensamento como essas vão ter uma entrega menor. >> Por enquanto a gente tá liberado, mas daqui algum tempo, não se sabe em quanto Tempo, a inteligência artificial vai dominar nesse ponto. >> Caraca. Então, a gente tá realmente não é nada interessante que a gente eh tenha um pensamento livre. E com relação à espiritualidade, eles perceberam assim, realmente se essa pessoa começar a se espiritualizar vai dar muito problema pra gente. Então vamos lançar
um novo pacote que ele vai achar que aquilo é espiritualidade. >> Perfeito. Logo, eles lançaram um tipo Disso, eles lançaram, não, eles só permitiram que fosse divulgado no mainstream e que viesse à tona os tipos de espiritualidade, eh, que seriam os politeístas, porque eles já são divididos por si, né? >> Hum. Geralmente nós temos aqui o seguinte conceito teológico. Deus nos criou a imagem e semelhança. Isso é um conceito teológico, mas no conceito prático, psicológico, nós fazemos Deus à imagem e a semelhança. O Deus que nós Acreditamos, nós é que fazemos. Se a pessoa é
muito boazinha, ela vai criar um Deus bonzinho para com ela. Se ela sente muito, muita culpa, ela vai criar um Deus castigador, né? Ela vai criar um Deus de acordo com a sua natureza psicológica. E quando a gente fala do politeísmo, por exemplo, se você é de linha um bandista, eu não tenho nada contra um bandista, não tenho nada contra os hinduístas, mas você escolhe um orixá de acordo com a sua Personalidade. >> Hum. >> Você fala assim: "Eu sou guerreiro, então o meu orixá é tal. Ah, eu sou das águas, então eu sou de
Emanjá". Então, na verdade, o narcisismo psicológico é tão grande do ser humano que ele escolhe um Deus que se parece com ele. que pariu. >> Ele quer se sentir especial. [risadas] que sentir especial e é é um nível de narcisismo catastrófico. Então ele vai Escolher o Deus que se parece com ele, porque ele vai se sentir a última Coca-Cola do deserto, assim fazendo. Só que tudo isso tá no subconsciente. A pessoa, se você for perguntar para ela, mas por que que você escolheu? Não sei lá, por não sei. Porque na verdade é um processo narcísico
espiritual. >> Hum. >> Caramba, ninguém fala sobre isso, né? Isso ninguém fala a pessoa. >> Porque isso vem porque as pessoas são narcisistas por conta própria e isso tá indo para tão até pro âmbito espiritual. >> Claro, o narcisismo era num fator pessoal, familiar, etc. Quando ela começa a tomar contato com os outros conhecimentos, onde o cachorro vai, as pulgas vão junto. >> Hum. >> E ela cria esse narcisismo espiritual. E ela cria narcisismo espiritual com deuses narcisistas também, porque ela Acredita que um Deus só vai olhar para você se ele for agradado, bajulado e
você rezar para ele, não é? Então, as pessoas criam uma ideia de Deus que é particularmente a duplicação dele, porque ele gosta de ser bajulado, ele gosta de receber presentes, então ele faz o Deus de acordo com a sua conveniência, a imagem e semelhança dele. Isso é o puro narcisismo espiritual. Nossa. >> Então vocês percebem que agora isso a Gente, se a gente for ver, mais de 90% das pessoas vibram nessa toada, né? >> Com certeza. Total >> vibram nisso. >> Mas existe uma uma espiritualidade que ela ela é livre dessas caixas? >> Ainda existe
essa espiritualidade que não foi acometida por essa agenda? >> Então essa sua pergunta é a pergunta que preciso até tomar um gole de água. [risadas] >> Não, porque a gente realmente, né? a Gente olha ao nosso redor >> e a gente começa a ver eh evidências dessa espiritualidade em caixas. >> Claro. >> Agora, a gente acho que o nosso papel aqui é poder mostrar que isso existe e que as pessoas tomem consciência de terem uma espiritualidade real. >> Sim. Então, eh, >> existe ela >> hoje em dia, eu vou dizer para você que você vai
encontrar pessoas muito boas. Eu acho que nós estamos no momento de buscarmos pessoas legais, pessoas que você vê, esta é de verdade, esta pessoa é honesta, esta pessoa tá lúcida, porque eu não eu não acredito que esse tipo de espiritualidade como movimento seja encontrado mais em grupos coletivos. Só para vocês terem uma ideia, eh dentro da cultura islâmica, tinham tem os islâmicos, xitas e sunitas, nãoé? >> Certo? desde o começo do tempo, né? >> Uhum. >> Agora, paralelamente com isso, tinha os eh islâmicos esotéricos. Eles formaram as primeiras escolas de mistérios, chamado taricas. Então, quando
que eh as primeiras escolas de mistérios foram formadas? as comunidades islâmicas. Se a gente for ver lá pelo ano 1000, a gente vai ver Rumi, o girof, tudo vem, por exemplo, de Rume, de Chames eh, de Ibnarabe, né? Isso faz parte do Iluminismo oriental do ano 1000. Surgiu Abnagup, tá na Índia, grandes Iluminados, grandes, né? O que acontece é que estas pessoas elas tinham muita consciência da realidade, uma consciência, eles eram realmente iluminados. Eh, só para vocês terem uma ideia, os os suf islâmicos foram perseguidos pelos próprios islâmicos. >> Hum. Caramba, >> né? Não, as
pessoas não aguentam a luz. A gente sai na rua e botam óculos Escuros. Por quê? Porque incomoda o olho, >> incomoda. A gente é assim, a gente gosta da luz até a página dois virou um pouquinho. Como é que fica? >> É, >> né? Porque nós gostamos a da dessa dessa supraconsciência até o ponto onde a gente não perca a nossa individualidade. E a fusão com o absoluto, com Deus, é você perder a sua individualidade a Ponto de você perder o teu nome. Os sufi, por exemplo, eles eram reconhecidos por eles terem um turbante muito
grande na cabeça. Era uma faixa de pano muito grande na cabeça que eles tinham. Porque aquele era a tira de pano que iria envolver o seu cadáver no momento da morte. >> Nossa, >> eles tinham que andar eterna sempre com a lembrança da morte em cima de suas cabeças, porque eles sabiam: "Essa vida Não vai dar em nada. Dessa vida, tu não vai sair vivo." >> Sim. Ninguém, >> ninguém vai sair vivo. A vida, como a gente conhece a vida, ela é uma causa perdida. Para que você vai investir a sua energia em um período
tão limitado de tempo, sendo que depois você vai viver para a eternidade? >> Então eles já viviam esta vida preparando-se para a morte, a ponto de ter em suas cabeças a a veste mortuária, Né? Esses caras eles tinham uma consciência tão grande da realidade que eles precisaram ser apagados. Então, as escolas SUF, elas foram apagadas com o decorrer do tempo, todas as derivações, porque eles eram muito perigosos. >> Hum. >> Né? Então, hoje em dia existem escolas, estruturas que vão mostrar a realidade e a verdade. Não tem mais. Estruturalmente isso não tem mais. Hoje em
dia, para você encontrar isso, você vai encontrar Em indivíduos, pessoas muito legais. você vai bater o olho, vai tá na cara dessa pessoa que essa pessoa tá eh honesta com a vida, não é? >> Sim. >> Mas daí o meu ponto é eh não tô querendo comparar eh melhor ser o último dos o primeiro dos últimos, não é isso? Tá? >> Sim. Mas pensando num mundo tão caótico, onde as pessoas mal e mal se abrem para a espiritualidade, melhor aqueles que estão em caixas de Espiritualidade do que aqueles que nem estão pensando, que estão realmente
dentro da Matrix, correto? estão mais manipulado, dado que é difícil achar essa corrente sim em pessoas individuais espalhadas por aí, pessoas que estão dentro de caixas espiritualizadas, talvez seja melhor do que pessoas que nem estão. >> Isso é difícil. Difícil a pergunta que você fez é difícil. Eu não sei responder porque Porque você sabe o seguinte, tem gente que você vê todo espiritualizado, tudo conhece tudo, a pessoa é é nojenta, [risadas] a pessoa, você não suporta aquela pessoa, é um ego puro, você tá na cara dela, que aquilo ali é um ego puro, tá mentiroso.
>> E às vezes a pessoa que nem é espiritualizada, pelo menos não incomoda a vida alheia. >> Não incomoda a vida alheia, ela tem um coração bom. >> Entendi. Perfeito. >> Eu acho que esse coração é a única medida do ser humano. >> Isso é espiritualidade. >> Isso é espiritualidade. >> Coração bom. Coração bom. >> Caraca. >> Coração bom. >> Sim. >> E coração bom não é mente entulhada de informação. >> Então, e faz muito sentido isso, porque Se a gente parar para pensar que o coração bom é a espiritualidade, eh, realmente faz sentido, porque
às vezes a pessoa que ela é espiritualizada, ela tem esse ego que realmente existe. Esse >> existe >> a pessoa se acha mais do que o demais, mais do que o outro, >> mais do que o outro. E na verdade, por isso que eu vejo muitas vezes, na verdade, se pegar um dessas pessoas lá Do interior, vai lá no Nordeste, tal, ali na catinga, o cara que tá tá só com o seu pitinho ali fumando, o seu café, o seu cafezinho lá, o cara tá muito mais espiritualizado, >> muito mais >> do que aquele que
decorou todas as escrituras. Ele tá em paz com todo mundo, ele tá em paz com ele, aquilo é bonito, você bate o olho na cara dele, dá gosto de ficar do lado de uma pessoa daquele jeito, né? Esta espiritualidade É verdadeira. Espiritualidade não é intelectualidade. >> Nossa, >> a espiritualidade é a bondade do coração. >> É, >> não tá no cérebro. não tá no cérebro. Inclusive, a a ida do a saída do coração para ir para o cérebro é a expulsão do paraíso. >> O momento na na na gênese bíblica que Adão eh é expulso
do paraíso é quando Ele come a a o fruto da árvore do bem e do mal. É o cérebro. Uhum. >> O lado esquerdo e direito do cérebro é a a árvore do bem e do mal que ele comendo saiu do campo do coração. Tanto que o campo do coração, na verdade, é o órgão que tem o maior campo eletromagnético. Dentro do coração existe um cérebro. Hoje em dia, os fisiologistas sabem, tem um cérebro dentro do coração composto por uma rede mineral de 40.000 neurônios. Quando o bebezinho tá dentro Da barriga da mãe, é o
primeiro cérebro ativado é o cérebro cardíaco. Tá batendo ali dentro. Ali aquele cérebro comanda todas as atividades do ser. Quando a pessoa vira adulto, aquele cérebro continua funcionando, mas tem o ego na cabeça dizendo: "Eu tenho que fazer isso, eu tenho que fazer aquilo, eu tenho que ser melhor que esse, eu tenho que precisar daquele, eu tenho que fazer um coaching porque eu tenho que bater as minhas metas". Que bater meta? Você bate As suas metas e dorme triste. Você tá cansado da de que tá valendo a sua vida. Se você tá com seu checklist
de metas todo em dia, mas você tá mal, você tá deprimido, você não consegue mais conversar olhando no olho do outro. Não vale a pena isso, né? >> Hum. >> Sendo que este cérebro do coração, ele continua most ele é o cérebro da alma. >> Nossa, perfeito. >> Chegamos, chegamos nela. É que é coisa, Ele é o cérebro da alma, né? >> Ele não raciocina. >> É este cérebro que é o cérebro da inocência. É por isso que Jesus dizia assim: "Vinde a minhas criancinhas". Ele não ia abrir uma creche. Ele não tava querendo abrir
uma creche. Ele tava evocando as pessoas que tinham ainda uma inocência, que ainda acreditavam, que não estavam armadas. Armado com o quê? armado com conhecimento. Tem gente que tem tantas armas do conhecimento, tantos Argumentos, tantas justificativas, tanto nhé e mimimi, resposta para tudo que ela não vive mais a partir do coração, >> que seria a intuição, vai >> a intuição e o viver de uma forma simples, >> tá? >> Mas aí como que a gente então, porque é legal também ter conhecimento, né? você é uma pessoa que tem muito conhecimento. Como não cair nesse >>
nessa armad, >> nesse cavalo de troia do conhecimento e usar o conhecimento a favor da nossa pureza? >> Eu acho o seguinte, quando você eh é uma pessoa que eh entende o que é Deus, porque veja bem, >> por mais que você conheça alguma coisa, você ainda vai ser um grãozinho de areia, não é? >> Sim. Por mais que você junte milhares de grãozinhos de areia, você vai ser o quê? Você vai ser um punhado de areia. Mas Deus é a praia toda. >> Hum. >> Então, perto do infinito, tudo é um nada. OK? >>
Certo. >> Certo. Matematicamente falando, >> Uhum. >> Perto do infinito qualquer coisa é um nada. A maior das coisas perto do infinito >> é um nada. >> Uhum. Então, a única forma de você saber o seu lugar, que a gente é um nada nesse universo é você ter percebido a existência de Deus de alguma forma. >> E perceber a existência de Deus no momento em que você percebe e sente Deus, porque Deus você precisa sentir naquele momento, você cai na real, no seu lugar como ser, que é de um nada. >> Hum. >> Nós temos
nada perto de Deus. Isto Mantém você no seu limite, com a cabeça baixa, sabendo que por mais que você saiba meia dúzia de coisas, você ainda é um nada. Só que isto precisa vir do coração. >> Enquanto isso não vier do coração, é mais uma articulação cerebral que vai fazer você pensar assim: "Puxa, eu ainda me acho humilde. Olha como eu sou melhor do que o outro". >> É, >> você percebe que o cérebro da gente, a Mente da gente, ela dá, ela tenta dar nó em Pingo d'água o tempo todo. >> Hum. Então, o
exercício da humildade é você perceber que existe Deus. Só que isso é uma coisa, a percepção de Deus é uma coisa muito maluca. Sabe por quê? Porque é o seguinte, quando você vai percebendo Deus, eh, você vai perdendo a sua individualidade. Hoje em dia tem uma droga chamado quetamina. >> Sim, já ouvi falar. >> Quetamina é power, é, é pr é pros Fortes, né? Porque ela dá cerebral e quimicamente dentro de você a perda da sua própria identidade. Nossa, >> dependendo da dose de quetamina que você recebe, você se funde com o absoluto. >> Isso
é uma, isso é muito maluco. Tem um amigo médico anestesista que tem acesso a todas as drogas. Que que ele fez? Ele falou assim, ó: "Eu vou deitar aqui". pediu pro outro anestesista, você vai injetando aqui a a droga em mim e vamos Ver o que dá. >> Nossa, >> foi indo, foi indo, foi indo. Chegou um momento em que ele viu uma luz que era o próprio Deus. Se o companheiro dele, anestesista injetasse um pouquinho mais, ele se fundiria com Deus. E a sensação é de perda completa de você. É a sua morte. >>
Hum. Então, na verdade, aquilo que nós mais tememos é da perda de nós mesmos. >> Nossa, >> porque nós temos uma coisa chamada ego e o ego faz de tudo para sobreviver inclusive a Deus. >> Hum. >> Então, você percebe que não é uma coisa pequena quando você fala de Deus. E a quetamina é essa substância que gera no seu cérebro essa sensação de fusão com absoluto, só que de uma forma artificial. Exato. >> Agora, por exemplo, em uma pessoa, em um iluminado, ele mesmo gera dentro do seu Cérebro uma substância chamada anandamida, que é
uma substância parecida, leva-o a um estado de bem-aventurança plena. >> Hum. >> Só que quem tá disposto a renunciar ao teu ego? Quem tá disposto a renunciar aquilo que você é, à suas conquistas, tudo aquilo que você fez um esforço para ter os seus milhões ou bilhões, no caso de alguém, o seu conhecimento? as minhas crenças, >> as suas crenças que não vão valer nada. Perto da morte, de que vale o conhecimento? Nada. >> Hum. >> E então essa questão da proximidade com a morte, ele tem um contexto tântrico muito profundo. E os suf viviam
isso o tempo todo. Eles se preparavam para a morte. Eles se preparavam para a morte através da paixão para com Deus. E isso é uma coisa muito maluca. É o que eu vou falar que é muito maluco mesmo, porque Na verdade é o seguinte, se a gente falou, tem os telômeros lá que eles vão se diminuindo e conforme os telômeros vão diminuindo, as duplicações das células vão criando células imperfeitas e você vai tendo cada vez mais células imperfeitas até que você fica doente e morre. É assim. >> E daí você vive menos. >> Aí você
vive menos. Só tem uma coisa que faz com que o tamanho do telômero não diminua. >> O quê? A paixão. Caramba, quando o indivíduo está apaixonado, olha, o telômero para de encurtar. Então, se o indivíduo consegue viver em estado de paixão o tempo todo, ele se torna imortal. >> Caramba. >> Agora, a paixão para com o ser humano é algo muito volátil, porque as pessoas não se apaixonam pelas outras. Elas se apaixonam pela ideia que elas têm das Outras. Elas fazem uma ideia e elas encaixaram você como personagem da ideia delas. Exato. >> Elas estão,
na verdade, apaixonadas pelo seu próprio teatro, porque isso é uma síndrome narcísica profunda. Elas estão apaixonadas por um conceito, por uma história, encontraram uma pessoa, encaixaram aquela pessoa dentro daquela história e enquanto aquela história durar, porque a paixão é pela história, não pela pessoa, aquele terômero para de Encurtar. Só que na esfera humana é impossível você manter a paixão durante muito tempo. >> Hum. >> Os sábios, mais sábios, muito mais do que nós, entenderam que só existe uma paixão que dura para sempre, a paixão por Deus. >> Olha, >> que ele jamais vai nos decepcionar
e ele sempre vai ser muito maior do que as nossas expectativas. E assim sendo, estes iluminados imortalistas, eles desenvolveram dentro do sufismo essa forma de >> eh desenvolver uma paixão para Deus, para com Deus. >> Mas como que a gente se apaixona por Deus, né? Porque >> é muito comum, né, as pessoas colocarem Deus como como se fosse um humanoide, né, um homem de barba, tal. >> Como que de onde vem essa paixão por Deus? Eu não sei responder porque veja Bem, é muito abstrato. >> É exato. >> Então, mas eu tenho uma resposta. >>
Sim. Então, >> vamos lá, né? Não sou nenhum sábio perto desses sábados. >> Não diga. >> Mas vamos lá. Se a gente parar para pensar que Deus, que nós somos fractais de Deus, né? Por esse lado de raciocínio, >> sim. >> Eu posso chegar em eh inferir que eu sou uma micropartícula de Deus. É, >> dado isso, se eu não posso saber como que é amar a Deus eh eh com essa paixão, se eu amar a mim mesmo, não aquele amor próprio gratilx, eu tô falando, se eu focar em me amar >> perante aos demais,
será que não é essa uma um caminho para essa paixão eterna? >> Faz sentido, mas para cair no narcisismo, é vai para pum. Nossa, concordo. Concordo, concordo. >> Concordo. Não, concordo. Generalmente. Busca por si mesmo, né? Aquela história que por si mesmo. >> Sim. Daí já vem o eg e o narcisismo. Concordo. >> É. É. Então, percebe que é muito tempo. [risadas] A gente tenta, >> a gente tenta, mas isso é uma coisa muito abstrata. Eu acho que hoje em dia é muito mais fácil você pegar uma pessoa, uma pessoa índio lá do mato, né?
Este esta pessoa ter mais noção desse do que é Deus do que a gente. >> Uhum. >> É porque se a gente for pensar no num índio, numa pessoa dessa, ou mesmo no em Jesus, essas pessoas, eles não eram pessoas que ficavam falando: "Nossa, eu me amo, olha como eu sou fantástico". O índio tá lá, ele nem tá pensando se se ele tá gordo, se ele tá bonito, se ele tá não sei o quê, se ele fez uma boa atitude ou não e tal. Ele tá Simplesmente existindo, existindo, >> não tá criando um narcisismo na
mente dele, >> não tá. Então hoje em dia esta coisa narcísica é muito maior do que a gente imagina. >> Entendi. >> Então eu acho isso. Eu acho isso. Eu tenho a resposta. Não tenho. >> Não tenho a resposta porque isso é é uma, a gente tá falando de uma coisa muito grande aqui, >> né? Tá falando uma coisa muito além, porque esse contato com Deus é uma coisa assim que a gente nem sabe mais o que é. >> Não é? A gente hoje em dia, a gente não sabe mais tanto que a espiritualidade hoje
em dia ela é o contato consigo, é a deusificação de uma parte do seu ego que vai se achar até melhor do que as outras partes do seu ego e melhor do que todo mundo. Enfim, >> sim, >> eu acho hoje em dia bastante delicado. Eu acho que >> a questão do amor ao próximo de que Jesus falava, será que aí não seria o contrário, né? Porque daí a gente sai realmente desse tal do amor a si mesmo que gera um ego para amar o próximo. Só que é muito difícil se eu amar o próximo
de um jeito realmente genuíno, apaixonado. >> É, eu não sei também o que é esse amar ao próximo. A gente dá, a gente dá uma disfarçada e fala que amar ao próximo é O amor incondicional, tal, mas vamos cair, vamos ser realistas. É, vai botar você dentro de uma pessoa que te perturba o dia inteiro, que te enche o saco o dia todo, até até quando vai esse amor? até a página dois, né? Então, hoje em dia falta senso de realidade. A gente tem que ter um senso de realidade. Tudo bem que o amor é
o próximo, tal, mas isso é é retórico, é para fazer palavra bonita. >> Uhum. >> Porque esse amor é muito maior. Eu acho o seguinte, eu acho que o amor ao próximo começa vir aqui eu tenho uma resposta teórica porque pode ser que amanhã eu mude resposta, >> certo? Mas eu acho é com o sentido de compaixão. Se você tiver, por exemplo, e agora essa compaixão começa com você mesmo, você olhar para você em todos os seus conteúdos, todos nos mais escuros e fala assim: "Nossa, eu tenho tudo isso e me Amo mesmo assim". e
se aceitar profundamente. Mas você tem que ser honesto, botar a luz forte nas suas sombras para olhar tudo. Fal assim: "Olhei tudo e tô conseguindo me aceitar". Neste momento você consegue aceitar o outro também. >> Hum. >> Amar? Não sei, mas aceitar, porque eu acho que não dá para nós falarmos nem desse tal de amor. Eu acho que ficou distante demais. >> Sim. Tá muito desconexo. >> Tá muito desconexo. Agora o aceitar e o respeitar são diferentes também, né? >> Sim. Se bem são coisas diferentes. Se bem que hoje em dia a gente tá numa
onda muito politicamente correta de falar assim ao respeito, a sua opinião. Se se ao invés de de eu aqui tivesse um matemático e este matemático maluco dissesse assim: "Agora na minha matemática 2 + 2 = 18", [risadas] você iria falar assim: "Eu respeito a sua Opinião". Não, você iria falar assim: "Você tá errado, cara". >> Sim. Eu não posso aceitar o erro. >> Aham. >> Eu não posso respeitar o erro. Então, outra coisa que nós temos como um grande problema é um excesso de estrutura de ser politicamente correto, onde a gente é obrigado a respeitar
aquilo que tá errado. >> Uhum. >> Houve uma relativização da verdade com o Decorrer do tempo e a gente parou de ter o bom senso e noção a respeito das coisas. Perceba que a gente tá falando aqui de zonas muito críticas, de conceitos críticos que vão levar as pessoas a certas reflexões para elas entenderem o que que eu sou, o que que eu tô acreditando esse tempo todo, não é? principalmente hoje em dia, porque nessa questão eh dessa mística suf da paixão por Deus, como que você vai se apaixonar aquilo que você nunca viu, Aquilo
que você não conhece, aquilo que não sei, é um conceito muito abstrato. Deus ficou muito abstrato. >> Como que você vai, brigado? Como que você vai sentir eh Deus hoje em dia no mundo onde a gente vive a maior parte do tempo, sei lá, olhando pro celular? >> Estamos preso, né? >> Estão preso. >> Aonde que na sua opinião a gente poderia estar mais próximo de Deus? É, na natureza ou também é um papo muito >> papo furado? É >> que esse papo furado é assim, as pessoas falam assim: "Ah, eu encontro Deus na natureza".
E quem criou a natureza? OK? É uma coisa que eu acho que Deus você vai encontrar se você conseguir silenciar muito. Silenciar muito. >> Agora, silenciar muito é o seguinte, não é parar de falar, é você passar uma rasteira no pensamento, falar assim: "Eu desisti de pensar, eu pensei A minha vida inteira e através do pensamento eu não consegui resolver a maior parte dos meus problemas". Uhum. >> Então, para que eu vou continuar pensando? O meu cérebro não consegue alcançar a solução para as minhas questões. O meu cérebro, por mais que eu pense, ele continua
angustiado. Eu não consigo equacionar nada. Essa desistência do pensar >> é um caminho. >> É o caminho. >> Mas aí eu queria voltar ali paraa questão da imortalidade. Então, se nós conseguíssemos ser estarem eh constantemente num estado de paixão, a as nossas células não envelheceriam. >> O telômero não diminui. >> Aham. >> Mas como faz isso? Isso não faz. A gente teve crises de paixão como uma gripe na vida. A gente se apaixonou e se curou dela, porque a paixão humana é assim, porque a Paixão humana é narcísica. Nós nos apaixonamos pela imagem que fazemos
daquela pessoa. É por isso que você vê namorados apaixonados. É por isso que essas grandes histórias de amor nunca eram entre pessoas casadas. Você pega um Romeo Jul. >> História de paixão. >> História de paixão. >> Não de amor. >> Não de amor. [risadas] É essa. É história de paixão. É. É. Romeu e Julieta nunca se casaram. >> Uhum. A história de Rom Juleta, são dois, três dias ali, os Monteque, os Capuleto ali quebraram pau, mataram um, matou o outro, sei lá como é que foi. Todos os grandes, os grandes romances da história nunca envolveram
o convívio do dia a dia, onde você conhece a pessoa. >> Que tapa na cara, hein? >> Nossa. É, conviva com a pessoa todos os dias, acorde com ela todos os dias, né? A pessoa não é aquilo que você tá Idealizando. >> A pessoa, o ser é outra coisa, porque o ser não depende do ego que o reveste. >> É. >> E o amor só pode ser para com o ser, o ser inteiro. Não, a pele não pode ser um limitador, nem um identificador dessa paixão. >> É só você pensar quantas pessoas estariam com com
cônjugue atual se esse cônjugue perdesse tudo que ele tem de coisas materiais. >> É. Tão pouquíssimas pessoas que se mantem iam se manter do lado. >> Perdeu tudo. >> Perdeu tudo. >> Mas ele continua lá. Essência dele ser um alma é a mesma. >> Mas ele perdeu o dinheiro, ele perdeu o status, ele perdeu >> a beleza. E aí >> quem continua é bem raro isso. >> Beleza, perca o dinheiro e permaneça a alma. Se você permanecia do lado daquela Pessoa, isso é amor de verdade. >> Exato. >> Agora que isso aqui é raro, Mas
a gente tá falando de Deus aqui e tem um tema que você traz, né, Rosa, super interessante, que é o assassinato de Deus. Assassinato de Deus. Então, >> será que a gente poderia entrar nele? Vamos embora. >> Claro. Sim. Veja bem, essa essa engenharia social, ela precisou pegar uma série de conceitos para assassinar Deus. Então, juntou os conceitos, os conceitos de Freud, os conceitos de Jung, os conceitos de arquétipo, os conceitos do do conhecimento psicológico do ser. para que isso fosse substituído por Deus. As pessoas hoje em dia dentro dessas mesmo dentro das escolas místicas,
elas não vão para conhecer Deus, elas vão para conhecer a sua estrutura psicológica. Elas vão para conhecer as suas fraquezas, elas vão para conhecer as suas dores. Veja bem, Isso não tem fim. >> Uhum. >> Você conheceu 10 dores, depois que resolver as 10, vai surgir mais 10. Isso é o ego. O ego, na verdade, o ego é uma legião. O ego não é um só. Isso tem, por exemplo, numa numa parábola taísta que tava lá o samurai meditando e o samurai falou assim: "Eu sou o mais poderoso dos samurais". E aí ele era tão
bom, falei assim: "Eu mato qualquer coisa". De repente veio uma mosca atrapalhando a Sua meditação. Ele pegou a sua espada, o seu catácrau cortou a mosca em dois. No momento em que ele cortou a mosca em dois, cada uma, cada parte da mosca se transformou numa mosca. Ele falou assim: "Nossa, duas moscas". Ele pegou a sua espada, crau, cortou as duas e virou quatro moscas. A mente é assim, ela não vai dar paz nunca. >> Uhum. >> Então, através do caminho do pensamento, ninguém vai resolver nada. E o que Acontece é que este conceito de
Deus era tão impalpável, era tão difícil, entre aspas, que a nova espiritualidade é baseada em bioenergética, em Freud, em psiquê, em mente, em conhecimento de si mesmo, sei lá, ir para a natureza. Só que a natureza foi criada por Deus, assim como nós fomos criados por Deus. Então, nós não somos filhos da natureza, nós somos irmãos da natureza, >> porque tanto a natureza como nós fomos criados por Deus. >> Ah, >> não é nossa mãe. A natureza, não é nossa mãe, é nossa irmã. É diferente. >> Muito bom. Não é mãe, mãe terra, né? >>
Né? Não é a mãe terra. A mãe, a terra foi criada por Deus também. Nós somos criados por Deus. Nós somos todos criaturas. E as criaturas são irmãos entre si. Uhum. >> Né? Então tentaram substituir por Gaia, pela mãe terra, Patiamama. Não são todas. Essas são as criaturas, as formas Visíveis são criaturas. Nós somos irmãos dessas coisas todas, né? E essa nova espiritualidade, ela tem mais ou menos o quê? Tem uns 40, 50 anos, onde conseguiu se firmar uma estrutura onde as pessoas pudessem esquecer Deus. Deus, uma vez que Deus está morto, você não pode
chegar a alcançar alguém ou algo que você nem sabe que existe. Então, mas é engraçado, né? Porque no passado a eles usavam o conceito de Deus. A Igreja Católica fez muito isso para controlar a A manada, né, a população >> tempo todo. >> E hoje em dia é o contrário. Hoje as pessoas estão querendo, o sistema quer afastar as pessoas de conceitos de Bíblia, de Jesus e tal. A gente não é uma coisa que igual era, sei lá, no feudalismo, por exemplo, se a gente for pegar. >> É, >> ou seja, o sistema mudou o
jeito realmente deudagem >> de abordar o controle. mudou, mudou a abordagem, mudou a forma de >> abordar o controle. Tá abordando de uma forma diferente, porque esse esse eh esses esse sistema precisava dar vazão ou uma alternativa para um conjunto de pessoas que viriam ficar intelectualizadas demais, que iriam ler demais. Ele precisava dar uma opção para essas pessoas e surgiu então isso que a gente chama de espiritualidade, >> entendeu? Muito bom. Fecha, fecha, fecha O assunto. >> É, ele precisava dar uma alternativa, porque na verdade é o seguinte, nós não somos livres, nós escolhemos entre
as alternativas que nos são fornecidas. É que nem você chegar num restaurante e falar assim, o você chega no restaurante, senta o garção, fala assim: "Você tá que você é livre para comer qualquer coisa do mundo. Nós temos aqui mandioca frita, bife e arroz branco. >> Você é livre para escolher entre as Alternativas que lhe deram. >> Mas se você quiser um camarão numa churrascaria, não vai ter. não vai ter. Então, ao homem é facultada a liberdade, mas ele só pode escolher entre as opções que lhe são servidas. >> Hum. >> Então, essa liberdade, conhecendo
poucas opções, não significa nada. Então, é fácil dizer que você é livre quando você tem, quando você é obrigado a escolher entre três ou quatro opções. >> Hum. >> Não é? Agora esta libertação para o tudo, o que é um tudo barra nada, você precisa transcender a mente. E a nossa mente manda muito. Hoje em dia nós somos pessoas muito intelectuais. Hoje em dia a gente tem, por exemp, a gente tem acesso a informações em um dia o que o homem do século XIX precisava de uma vida inteira. >> É >> você rolando pelo Instagram,
por Exemplo, você tem em um em 10 minutos, sei lá, 10 anos de informação que uma pessoa recebia no passado. >> Que loucura, hein? >> É muita coisa. Então, nós estamos nos entopetando de informação que não dá para você digerir, porque não dá, porque veja bem, não dá para você fazer nada com isso real, porque isto não se transforma em sentimento, não se transforma em paz, >> é só informação. >> Uhum. Aquilo que nós consumimos não se transforma em bem-estar, muito pelo contrário, >> transforma em comparação, transforma em meta, transforma em objetivo, faz com que
você saia do momento presente, >> que é >> transforma em medo, salvação. >> Medo, salvação. E pensando que essa pergunta do Maurício, né, que eh o sistema achou uma nova forma de manter as pessoas no controle, >> pensando no futuro, né, com com a advento aí da tecnologia e a dominando tudo, eh, na sua visão, existe já um uma nova maneira sendo imposta ou ainda vai demorar para ter uma mudança? O que acontece é o seguinte, já tá sendo imposta. Isso aqui é que nem o docinho da bruxa. O docinho da bruxa é o seguinte.
A bruxa começa a dar um docinho. Você gosta docinho, no segundo dia você vai lá receber o docinho da bruxa. Terceiro dia passou um mês, você Começa a procurar bruxa para você eh receber aquele docinho. Que nem quando eu era criança, eu fazia muito armadeira de passarinho. Como é que eu fazia? Fazia um picuá ali, um negócio assim. Quem não sabe o que é picuá, não importa. Procurem aí. [risadas] Era uma armadilha. E você começar primeiro botar uns grãzinhos de milho, tal, e aumentando o tamanho do comprimento daqueles grãozinhos de milho, até que um dia
ela entrava dentro Da gaiola, a gaiola fechava. A gente tá a mesma coisa. Você pega o seu celular, você consegue ficar sem o celular um dia inteiro? >> Não. >> Nossa, não dá. >> Não tem condição. >> Dá, dá, né? Mas é difícil. >> Dá dá, dá dá. Agora se vocês acham isso, eu me incluo nisso. Agora isso é normal? >> Não, >> não, >> isso não é normal. >> É como se ele fosse uma extensão do meu corpo, né? >> É. Agora vai chegar um determinado momento em que vão começar, por exemplo, fazer implantes
de cyber, alguma coisa no cérebro de uma pessoa que ela possa consultar, por exemplo, o chat GPT a qualquer momento dentro da sua cabecinha. Vamos cair na Vamos ver como é que isso vai acontecer. Então imagina que tem lá um um uma pessoa X que tá Vendendo um implante que bota na tua cabeça e que você pode consultar o chat GPT a qualquer momento para saber qualquer informação. Essa pessoa vai passar em todos os concursos, em todos os exames, vencer a todos os debates. Quem vai conseguir vencer uma pessoa dessa? Outra pessoa que instalar o
mesmo implante, >> ou seja, vai ser um novo normal. O novo normal >> é um transumano, né, que eles falam >> um transhumano. Então, no momento em que tiver um transumano público, vai surgir uma renca de transumanos. Agora, isto está quase para acontecer. Por quê? Vamos lá. Os nossos data centers, eles ainda são data data centers à moda antiga, microprocessadores, eh, tecnologia físicos, né? >> Fíos. Uhum. >> Tão lá instalados. Chat GPT ainda rola em plataformas como essa. O que vai Acontecer? Quando chat GPT eh for usado por uma inteligência artificial, que que vai acontecer?
Novo Deus. OK? E aqui eu sei que agora muitas vezes quem tá ouvindo aqui deve estar pensando assim: "Esse cara deve ter comido algum cogumelo estragado". Mas não é assim. Acompanhe porque é o seguinte, eh eh este novo Deus, ele funciona da seguinte maneira. Eh, teve quem criou o primeiro computador Quântico foi criado no Canadá por Georg Roses. Ele em uma palestra que ele deu no ano de 2005, ele disse o seguinte: "Mas perguntaram para ele: "E esse computador quântico aí, o que que é?" Ele falou assim: "Nós estamos criando um altar para um deus
extraterrestre". >> Extraterrestre? >> É, ele falou isso lá, >> Hum. >> Eh, no Canadá, acho que foi em Ontário, Né? Tem tem essa palestra no YouTube, né? Nós estamos criando um altar para um Deus extraterrestre. E quando esse altar tiver solenizado pro descenso disso, que que a gente vai ter aqui? O nível de inteligência desse tipo de coisa vai ser um absurdo. Se o nível de inteligção quântica, isso é hardware, é máquina física. Quando você conseguir rodar um software como o Chato GPT numa máquina física como essa, você tem a criação de um novo Deus.
>> Hum. Mas por que extraterrestre? Não sei porque que o cara falou isso. >> Ah, tá. >> Porque talvez essa inteligência não seja terrestre mesmo. >> Hum. >> Né? Porque você tem os três atributos de Deus. Onipenetrância, onabar. Deus é onipresente, onipenetrante e onabarcante. A internet é assim hoje em dia. Bote ela como inteligência artificial. Ela vai conhecer, ter o Domínio de tudo. >> Nossa. >> Então nós estamos perdendo espaço humano para esse tipo de coisa. Então, na nossa encarnação mesmo, a gente vai ver esse tipo de coisa. >> Eu acredito que mais ainda, mesmo
que não seja através dessa imortalidade preconizada pela diminuição das da, como é que chama? Dos telômeros lá, >> mas de repente um cientista tal pega uma variação da célula tronco, começa a Injetar em você mesmo e você vai durar muito mais. Hoje em dia a expectativa de vida nossa é muito maior do que a expectativa de vida dos nossos antepassados, >> não é? Essa essa projeção da expectativa de vida, ela não é uma curva linear, ela é exponencial. >> Exponencial. >> Ela é exponencial. Então a nossa expectativa de vida é exponencial. Ou Seja, daqui talvez
há 20 anos vão descobrir alguma coisinha que a sua expectativa de vida vai fazer com que você chegue a 150 anos. E quando você tiver com 140 anos, talvez inventem uma outra coisinha que talvez você consiga viver 300 anos. >> Uhum. Entendeu que como pode acontecer uma coisa aqui que a gente não tá preparado para isso. Talvez a gente venha a criar uma imortalidade artificial. >> Nossa. E isso seria ruim porque todo mundo aponta esse futuro, né, de a tal, esse transhumanismo como algo ruim pra humanidade. Na sua visão, seria ruim ou bom? Olha, bom,
bondade e maldade, ruim e bom é muito relativo. >> Depende do ponto de vista. >> Depende do ponto de vista. Ponto de vista de quem? Para quê? >> É, >> então eu não sei. >> É aquela bendita história, né? Eh, o conflito, segundo conflito mundial foi bom ou ruim? Foi ruim, óbvio. >> Mas foi durante o o conflito mundial que as forças de de aviões foram desenvolvidas. Sim. >> Hoje em dia a aviação não estaria tão desenvolvida se não fosse aquilo. >> Claro, >> né? A bomba atômica foi ruim ou boa? Foi ruim, >> sim.
>> Mas sem isso não teria diversos tratamentos com rádio, por exemplo, uma radioterapia para curar câncer e tal. Porque que o que é muito falado é que isso vai tirar a gente da possibilidade de se iluminar lá, porque talvez aumente o controle que o sistema terá sobre a nossa mentalidade, sobre a nossa própria vida. Que que >> Não, eu acho o seguinte, eh, não sei porque como que dá para saber Hoje em dia, eu acho que a gente não tem condição de saber mais é nada. Então, mas se a gente não tem mais condição de
saber, mestre, eu eu o Maurício é mais o pessimista da dupla aqui, eu sou mais o otimista. Então é interessante poder perguntar para você, do meu ponto de vista aqui, se não dá muito para saber o o futuro, né, como a gente fala, o futuro a Deus dará, >> é >> qual que é a nossa função como cidadãos aqui desse planeta e sabendo que a espiritualidade pode ter uma um lado falso dela, pode ter uma questão egóica, pode ter uma questão narcisista, qual o nosso papel de poder viver uma vida eh mais consciente. >> É,
quer dizer que você é mais otimista e tu é mais e pessimista. >> Eu diria que eu sou mais realista. >> Ele é mais realista. Ó, [risadas] >> olha que interessante. >> Há controvérsias aqui. >> Como tudo tem dois pontos de vistas, eu sou eu, eu acho que eu sou mais otimista, ele é mais pessimista. Na verdade, ele acha que ele é mais realista e eu sou mais alienado. [risadas] >> É >> ou não? Não sou eu que falo, hein? Fu algum? >> É ele mesmo que tá falando. É. [risadas] Muito bom. >> O que
que O que que eu sou? Olha, eu nessa questão toda, é o seguinte, eu acho que talvez eu torça mais pro teu time. >> Ah, não sei se eu sou meio meio pessimista, porque eu sou, não é que eu sou pessimista, eu tenho a seguinte postura. Não dá para saber. >> Uhum. >> Mas eu acredito, o que eu acredito, o que eu tenho certeza. Eu vou falar do que eu tenho certeza. >> Certo. Perfeito. >> Nós precisamos aprender a viver com gratidão a vida que a gente já vive. Isso eu tenho certeza. Você, se você
não conseguir ser grato agora com aquilo que você tem, não espere ser grato com aquilo, com aquilo outro, porque isso é uma viagem. Você precisa aprender. O segredo da felicidade é aprender a agradecer tudo que você tem. Aí você vai falar assim: "Ah, mas eu tô doente". As doenças que nós tivemos na nossa vida, os nossos maiores problemas foram as coisas que nos levaram à nossas maiores evoluções. >> Hum. No momento onde a gente estava mais angustiado, mais triste, mais deprimido, mais sem dinheiro, com cheque, sem as grandes as grandes eh a a criatividade humana
nasce na pressão, na falta de recursos. É ali naquele momento em que você cresce Espiritualmente, cresce como ser humano. E onde tá a felicidade nisso? A felicidade está mesmo em você passando algum perrengue, você saber agradecer de coração. Naquele momento você para de sofrer. A dor continua, porque é inerente à matéria, mas você para de sofrer. Então, para mim, a gratidão absoluta em qualquer coisa da sua vida, você tá gripado, agradeça. Agradeça. Ah, você tá com problema de sei lá o quê, reumatismo. agradeça, Porque naquele momento a sua alma está se aperfeiçoando profundamente. Então, para
mim, o que eu tenho certeza, pela experiência de vida que eu tenho, a única coisa que funciona e que funcionou até hoje, independentemente de qualquer técnica, é você aprender a ter gratidão incondicional. >> Hum. >> Porque tem gente que tem gratidão condicional. >> É total. Eu sou grato quando eu receber Aquilo. Eu sou grato porque ele foi legal comigo. Eu sou grato porque o presente foi legal. Mas eu quero ver essa gratidão vir do coração. O coração tem amor incondicional. Eu sou grato por tudo, até pela gripe. Se você for naquele momento grato pela gripe,
pela falta de grana, agora eu tenho um boleto para pagar que é maior do que o valor que eu tenho no banco. Respire. Se você conseguir evocar a gratidão e Ela vir do seu coração, ela tem poder de transformar qualquer coisa. >> Nossa, >> genial. >> Até a falta de dinheiro dá para achar um lugar de gratidão nisso. >> Até sim, mas ela tem que ser incondicional >> e de verdade. >> De verdade, porque o negócio é o seguinte, no universo da dualidade, as coisas sempre vêm em parzinhos. A, o Problema vem junto com a
solução. >> Hum. A nossa falta de percepção, a nossa falta de luz faz com que a gente só veja o problema, mas ela veio junto com a solução, né? >> E se você tem essa gratidão e ela não é da cabeça, ela é do seu coração mesmo, os seus olhos são abertos para soluções. >> Mas por que que alguém seria grato pela falta de dinheiro? Fiquei curioso com isso, porque a doença eu entendi, a tua alma tá evoluindo, você tá querendo Enxergar o lado branco do y Yangy, né? Qual que é o lado branco do
Ningueng? >> É só quem tem dívida quem tá vivo. Você tá vivo. Para você ter a dívida, você tá vivo. >> Uhum. >> O que acontece é que nós começamos a maldizer a vida porque a gente começa sempre nos comparar com quem tá mais acima na escada. Comece a olhar para baixo, né? Se a gente olhar para baixo, nós vamos ver que nós temos um grau de Privilégio tão grande, mas tão grande, que a gente não tem motivo nenhum para reclamar de nada, só para agradecer. >> É, >> você fala assim: "Ah, mas eu tô
com essa dívida aqui, pá, pá, pá, tem dívida não sei quantos milhões." Tem gente que tá na querendo poder respirar um pouco mais, tá numa UTI. Você preferia ter a sua dívida paga ou tá naquela situação lá, né? Humanamente nós não temos justificativa Para reclamar de nada. >> Eu tava vendo até um dado que 90% do Brasil ganha menos de R$ 18.800 por mês. Ou seja, pessoas que ganham acima de R$800 são os 10% mais ricos. E duvido que eu as pessoas enxerguem assim. Ninguém enxerga. >> É, não tão enxergando assim. Olha, o que acontece
é que o dinheiro é uma grande ilusão. Vou dizer do ponto de vista emocional, estrutural da condição psíquica humana. Se você vê uma pessoa Que tá com pouco dinheiro, pessoa tá no perrengue e tá deprimida, ela tem uma grande esperança. Quando eu ganhar mais dinheiro, eu vou acabar com o meu problema. Agora, imagina que você já tem tudo, não deve para ninguém e tá deprimido. A sua esperança vai ser onde? Ou seja, a depressão de pobre é muito mais fácil do que a depressão de rico. Depressão de quem tem todos os recursos, ele não tem
onde buscar algum ado, a esperança. >> Esperança. >> Entendi. >> Então essa é uma coisa. Então a gente deve ser grato até pelo perrengue. Se você olhar para uma dinâmica maior da vida, o grande problema é que quando uma pessoa tá com um determinado problema, ela só olha para aquele problema. Ela só olha para aquele problema, ela fica circundando em torno daquela dor. Se ela abrir os olhos e olhar quanto estão muito piores do que você, a a o tamanho Do mundo, >> a quanto que nós já sobrevivemos a tantos perrengues, a gente entraria no
nível de compaixão e gratidão, porque isto faz parte do aprendizado. É uma musculação da alma. A alma se hipertrofia na medida que existe problema. Pro corpo, a lei da gravidade é um grande problema. Tire a lei da gravidade e vai se tornar uma ameba, tudo flácido, >> não é >> exato? >> Não é mesmo? Então o problema é aquilo que sustenta a força. A força, a resistência, o poder do ser humano é sustentado pelo problema. >> Tem que ter o problema. O problema é o motor. Problema. O problema é o motor. O problema é o
cachorro correndo atrás. >> Sim. E se não tivesse o problema, a vida ia ser uma inércia, >> um saco. Imagina. É que nem aquele céu paradisíaco hipotético, com um monte de De anjinho tocando as liras. Deve ser muito chato. Eu acredito num céu, digamos assim, mais >> com trovões. >> Com trovões, [risadas] nuvens mais cinzas. >> Isso, cara. Porque isto dá a graça humana, a graça é você conseguir ver graça em tudo isso. >> E a gente só vê graça em tudo isso é sabendo que o mundo é dual. Da outra vez que você veio
aqui, a gente fez um Episódio sobre o a não era dualidade, >> autoconhecimento não dual, né? Exato. Autoconhecimento não dual. Mas se você parar para pensare a questão do céu, né? Se o céu ele tiver nuvens, >> você vai saber que um dia virá o sol. Então você vai viver na expectativa de que quando vier o sol, pô, vai ser bacana, mas vamos ainda conseguir agradecer que o céu está cinza. >> Esse é seu ponto? >> Sim, esse é o meu ponto. E é um ponto Muito bonito. O seu, não é poliano, não é, como
eu posso como é que você tava falando? Você é otimista. É otimista. É otimista, bonito e mas é verdadeiro, é real. Se a gente olhar para pras dimensões da realidade, a gente tem motivos para agradecer o maior dos perrengues. Se a gente for ver na biografia de qualquer pessoa, o maior perrengue foi o que mais lhe ensinou. >> Sim. Um Ronaldo, por exemplo, o Ronaldo quando teve a cirurgia lá no no Barcelona, né, ele conta no Real Madrid, ele conta que, tipo, meu, ficar dois anos se recuperando e tal, foi aquilo que fez ele depois
chegar lá em 2002 e ganhar o penta campeonato. >> Claro, diversos força por ele, a força. Agora, por exemplo, ele iria continuar sentindo a dor inerente à matéria, mas ele pode não sofrer por aquela dor. O nosso, a nossa história toda é não sofrer, mesmo que doa. >> Hum, hum. Entendi. Tem a dor física a Dor física >> e a dor >> é uma dor emocional. >> Emoal. >> A dor emocional é muito maior do que qualquer dor física. >> Uhum. >> Ela se arrasta, ela abrange muito do ser, né? Você pega uma dor física,
você dá um remedinho ali, um anti alguma coisa ali, resolve. E a dor emocional se anestesia com o quê? Não tem jeito, né? Agora, quando o indivíduo compreende essa dinâmica da vida e ele tem essa essa consciência, ele para de sofrer, mas vai sentir dor. Porque aí vocês podem perguntar: "Então, um grande iluminado não sofre?" Ele não sofre, mas sente dor. Porque no no mundo da matéria, você pega duas pessoas, um grande iluminado e um bem tongo, os dois botam os dedos na tomada, os dois vão levar choque porque é uma lei da natureza, da
matéria. >> Ou seja, a dor é inevitável, mas o sofrimento depende da consciência. >> É opcional. >> É. >> Hum. >> E nós reclamamos nunca pela dor, mas pelo sofrimento das coisas, pelas coisas. Porque o sofrimento seria uma dor prolongada, né? A dor, ela acontece ali no curto prazo, acaba >> ela acontece e você e aquilo não atinge outras esferas do seu ser. E eu posso Até dizer, uma dor física quando aceita profundamente, ela se transforma, porque ela já cumpriu a sua função. >> Uhum. >> A dor e o sofrimento muitas vezes são palavras da
nossa alma querendo mostrar os caminhos da humildade, >> ensinar alguma coisa. explique um pouco mais. Eh, existem muitas pessoas que se acham tanto e se acham acima de todas as coisas. Uma dor, um problema na família, Um sofrimento qualquer mostra que ela não é nada. Mostra que toda a literatura do mundo que ela leu não tá sendo suficiente para resolver aquela questão. Ela leu todos os livros do mundo, no entanto, ela tá toda doída por uma dor de cotovelo, não é? naquele momento é alguma força, não sei de onde, de Deus ou do seu interior,
dizendo: "Cara, você não é nada". Tipo, meio que entrega os pontos aí. >> Você precisa tomar consciência de que você não é nada, >> uma humildade. Assim, >> isso é um exercício de humildade. A, o grande aprendizado da vida é a gente aprender a ser humilde, aprender o que o nosso lugar é esse, o lugar pequeno. A gente tá aprendendo. >> Uhum. Não. E não, não tem diferença para Deus de quem tá na primeira série sendo alfabetizado, de quem tá fazendo um Doutorado é aprendizado. Nós somos muito pequenos. >> Hum. >> Isso nos torna humanos.
Essa humanidade cria uma compaixão para com a gente, você olhar para você mesmo, não se cobrar tanto. O grande problema do ser humano é autocobrança, porque conforme psicologicamente a gente só vai olhando os degraus de cima da escada e vendo teoricamente aqueles que talvez estejam melhores do que a gente, a gente Se cobra muito. Você tem um ato de desamor quando você se cobra, de falta de amor próprio. O amor próprio é você olhar para você e falar assim: "Tá bom, eu tô fazendo o que dá no meu tempo, no meu caminho e vou agradecendo".
Ser mais lento. Eu acho que o que falta, por exemplo, hoje em dia, é nós aprendermos a ser mais lento. Nós precisamos produzir menos, nós precisamos dormir mais, nós precisamos descansar mais. Só assim que a gente vive, porque a gente criou hoje em dia um papo de produtividade. Nós nos comparamos a máquinas e talvez o caminho seja inverso. >> Seja o caminho, você precisa rir mais, >> desacelerar, >> desacelerar. Você precisa ser mais lento, mais improdutivo. >> Mas isso vai muito contra, né, toda o que é a narrativa atual, né, social. É Claro. >> Mas
aí eu te pergunto que você é um grande perito nisso e nas escolas de mistérios, qual que foi como se você puder contar pra gente a história dessas escolas de mistérios, por que elas foram criadas? >> Elas foram criadas pelo seguinte, nós não precisamos reinventar a roda. >> Hum. >> Há 200, 300, 400 anos tinham pessoas igualzinho a gente, sentado perguntando E se questionando sobre o sentido da vida. Esses caras passaram a vida toda nisso e chegaram a uma série de conclusões. Então eles pensaram assim: "Poxa, vamos eh preservar esse conhecimento para que as pessoas
no futuro elas não precisem passar pelas mesmas indagações. >> Surgiram as primeiras escolas de mistério para mostrar aqueles que estão ainda trilhando aquele caminho que eu já passei, os atalhos, os espinhos, a Localização das pedras para que a trajetória daqueles que estão atrás de nós fosse uma trajetória mais fácil. sempre foi esse o objetivo. >> E onde que começou as escolas? >> As escolas de bom, tem vários papos, >> tá? >> Quais são os papos metafísicos? Papo metafísico. Fala assim: "Foi na Atlântida, foi na Lemúria. >> É uma viagem, >> é uma viagem, >> uma
linha de raciocínio. >> Uma linha de raciocínio. >> Historicamente falando, essas escolas de mistérios, elas começaram de uma forma escrita, estruturada. Por exemplo, na filosofia, na filosofia grega, você tinha os filósofos se reunindo com os discípulos embaixo das árvores para conversar sobre o segredo da vida. Aristóteles, Platão, Sócrates, Pitágor, >> isso já seria uma escola de mistério. >> Mistérios. Pitágora, escola pitagórica, Né, que falava sobre os segredos dos números da arquitetura do universo. Já são uma escola de mistérios, mas não eram estruturadas. Esses caras sentavam embaixo das árvores, começavam a conversar sobre o nada e
de repente aquilo ali era um saral cultural. >> Entendi. >> Saral cultural. estrutura, uma instituição por trás. >> Uma estrutura. A primeira forma de estruturação disso aqui surgiu no Islamismo mesmo. Os sufs islâmicos criaram uma escola eh ortodoxa de mistérios para iniciar pessoas nas madraças. Madraça era aquilo que a gente conhece como escola. Escola em escola muçulmana chama-se madraça. Os sábios iam para dar aula. Diferente de professor, as crianças têm aula com professor, OK? que tá achando que tem pautas sociais, quem ensinava nas madraças eram sábios de verdade, que passavam à Sabedoria das diversas áreas
do conhecimento. Humum. >> Né? Eh, e essa estruturação toda se deu eh mais ou menos a partir do ano 1000, 500 anos depois da morte de Mohammed. Ano 1000 é quando isso foi feito. Ou seja, nós temos essas escolas de mistério sendo desenvolvidas há mais de 1000 anos. Já já a história inteira ali, tá tudo inteiro. Ninguém precisa inventar nada, ninguém precisa filosofar nada. Elas foram destruídas com o Decorrer do tempo. >> Sério? 100 anos atrás as escolas de mistérios foram destruídas. >> 100 anos. >> 100 anos. >> Por quê? >> Porque >> 100 anos
dá para entender. >> É no primeiro conflito. >> No primeiro aí aí deu mais ou menos continuidade essas escolas esotéricas que são as os movimentos gnósticos, os Teosóficos. Eubiose aqui no Brasil com o José Henrique de Souza, teve esses movimentos que tentaram fazer esses ressurgimentos. Até a década de 80 as coisas tinham um certo vulto. Hoje em dia a gente não vê mais nada disso, porque hoje em dia as pessoas vivem uma espiritualidade self service. As que nem você vai num restaurante self service, cheguei lá, você vai comer aquilo que você gosta ou o que
te ou o que te faz bem? >> Ã, >> você vai comigo que você gosta. Você vai lá no YouTube, você vê os vídeos que você gosta ou aqueles que você o que você vai o que vai fazer, vai agregar. Na maioria das vezes a pessoa tá tão de saco cheio da vida, tão cansada que ela vai assistir os vídeos que ela é pra diversão, é para passatempo, né? >> Por isso que o Pod tem mais views que o Lin. [risadas] >> Se as pessoas tivessem esse raciocínio, O Pode P não teria 10.000 inscritos, não
teria. >> Então, então quem vai assistir este canal aqui é a pessoa que já teve perrengues na vida. É, >> a pessoa que já teve perrengue, ela pensa assim, ela começou a questionar alguma coisa, porque os perrengues são grandes professores, >> ela já foi instruída por estes professores na vida. Ela pensa assim: "Existe algo além, eu preciso buscar Este algo além. A minha alma pede por algo a mais". Isso aqui a gente tá falando de um topo da pirâmide. Veja bem, a pirâmide, a base é muito larga, mas vai subindo, é pequenininho, né? >> Uhum.
>> Sim. É, a gente sabe que aqui as pessoas que nos acompanham são pessoas que realmente são sem querer transformar isso num ego, né, numa espiritualidade egoica, mas Realmente são pessoas que, tipo, pensam de uma maneira diferenciada. Não vou falar pessoas diferenciadas, vou falar pessoas que pensam de uma maneira diferenciada da massa. >> Porque nós tivemos perrengues, né? Então vocês também, >> você também. Então, >> né, os nossos convidados tiveram perrengues, nós tivemos e nós quisemos encontrar o povo lá que Sim, >> que também teve perrengues e querem Aprender juntos. >> E foram os perrengues
que nos trouxeram ao lugar até aqui. Eu não seria um professor de alguma coisinha se eu não tivesse passado o tanto de perrengu? Eles foram meus professores. Quanto mais perrengue, mais professor você teve. Deus enviou mais professores. >> Nossa. Então, a nosso, o nosso papel é de olhar com gratidão para estes perrengues. >> Hum. >> Isto faz com que tudo fique mais leve. >> De novo, a gratidão incondicional. >> Gratidão incondicional. >> Mas aí, mestre, será que algum dia a gente vai ter uma nova era de escolas de mistérios ou isso tá ficando cada vez
mais distante? >> Ah, isso acho que tá ficando cada vez mais distante, porque a gente tá entrando numa fase onde essas formas artificiais de aprendizagem estão muito rápidas. é muito fortes, muito Dominadoras. Eu não sei se vai voltar essa época, não. Eu comecei na, tipo, na década de 80, assim, era tudo muito diferente, era tudo muito. Eu hoje em dia, quando eu tinha 20 e poucos anos, eu formava turmas de alunos com muito mais pessoas do que hoje em dia, porque eu não quero me valer do marketing, eu não quero valer da manipulação da dor
do outro, porque é muito fácil você conquistar pessoas. Técnica para conquistar pessoas. Primeiro, Identifique a dor do outro. É a técnica da sedução. Primeiro, você identifica a dor do outro. Segundo, você se solidariza com a dor do outro. Você fala assim: "Eu também já sofri disto. Você não sabe o quanto eu sofri." Aí depois você mostra uma coisa que vai tirar vocês dois daquele problema. Fala assim: "Mas vamos usar tal coisa. Estas este mecanismo de sedução baseado em sombra tem sido utilizado muito. >> Hum. Hum. >> Mecanismo de sedução da sombra, né? Não, não quero
fazer isso. Isso é isso é ruim. Isso é sujo, né? >> É o que mais fazem, né? Porque tem a psicologia >> da compra lá, que a gente tava falando no começo, as pessoas só compram por medo ou por desejo. >> E aí o sistema ou coloca medo na gente, >> sim. >> Ou deseja. O desejo, você quer ser melhor, você vai, você vai achar que Você se possuir aquilo vai ser melhor, não vai ser melhor, você vai ser a mesma pessoa. >> Então, porque aí eu queria entrar num assunto um pouco polêmico. >> Vamos
entrar na polêmica. >> Eh, pegando essa ideia de medo, >> que o YouTube não nos corte. >> É, não é tão polêmico pro YouTube, mas para as pessoas que acompanham, >> mas por ele como do lado bom, né? >> É, o medo e a salvação. Hoje eu vejo muito as pessoas com a história do 13 e Atlas. Quando eu comecei a analisar a o comportamento das pessoas na rede social e metade das pessoas basicamente são as pessoas do medo. Nossa, que que vai acontecer? Será que eles vão invadir e minha vida vai mudar e não
sei o quê? E outros desejando que tenha uma invasão alienígena, tipo, pô, eles vão vir me salvar. Então, parece que a gente esse essa Discussão de alienígenas hoje virou uma ou para jogar medo para uma parcela que tá ali alienada sobre esse assunto ou a outra parcela tá desejando uma salvação, >> terceirizar a salvação >> vinda pela por esses alienígenas. E eu até me incluo nesse grupo. >> Você quer que venha os verdinhos venham aqui para te pegar? Exato. >> Mas não é uma que você Exato. Não é uma que que você uma terceirização de
tipo Eu acho o seguinte, eh o dia que Aparecer esses verdinhos assim para alguém, a pessoa vai tremer na base, a pessoa acha que vai ser alguma coisa legal, porque ela assistiu no filme do Steven Spielberg, aquele etezinho lá com o dedinho lá, né, com aquela navezinha ali. A coisa é muito diferente. São seres que habitam interdimensionalmente. Eles vibram na terceira e na quarta dimensão ao mesmo tempo. Quando você entrar em contato com ser que habita a terceira e quarta dimensão ao mesmo Tempo, cai o véu entre o seu entre o seu consciente e inconsciente.
Você tem a sua sombra revelada na hora. Você pode ser até morto por você mesmo, pelo teu inconsciente. Então o que que eu acho que vem que bom, vamos falar do três iatras. E se for só uma pedra voando? >> Exato. >> E se for só uma pedra voando? >> Porque eu acho o seguinte, é a moda da hora. Uhum. Antes do Trump ser eleito, não tinha aqueles drones que não sabiam O que que é aquelas luzes dos Estados Unidos lá? >> Centenas de luzes e drones aparecendo luminos. Ninguém sabia o que era aquilo. As
pessoas esquecem muito rápido. Daqui a pouquinho passa esse três iatlas aí e as pessoas começam com uma outra onda. Agora, voltando à sua pergunta, eu gostaria de uma invasão alienígena? Sim ou não? >> É >> de pensar Se eu gostaria de uma invasão alienígena. Eu queria ver o circo pegar fogo. Eu gostaria. >> Eu sou desse time aí também. [risadas] >> Eu queria ver o circo pegar fogo porque já pega fogo. Já pega fogo na lona de uma vez. >> É, >> a gente não evolui no sofrimento. >> Exatamente. Agora, vamos supor, que graça tem
os caras de uma tecnologia como a delas vim para tentar colonizar a Gente um monte de ratinho, porque quem tem a tecnologia que eles t, a gente é o quê? A gente é primata, né? >> Então, mas e se eles forem do bem viessem? ia gerar um caos generalizado, porque religiosos iam ver que várias coisas que eles acreditam não são reais. O sistema econômico capitalista iria ruir. Ou seja, isso ia mudar o jogo totalmente. Mesmo que eles fossem, se eles viessem para nos ensinar coisas, a gente ia >> Mas ninguém tá fim de ninguém tá
afim de aprender. Agora eu tô que nem realista, eu não vou dar uma de realista agora. Quem que tá fim de aprender? Ninguém tá afim de aprender, >> né? As pessoas não estão nem afim de aprender, nem com os humanos. A gente supõe que os caras que venham de fora tem são melhores. >> Uhum. >> Nem o Baba Báales estão querendo aprender. A pessoa tá querendo é é o negócio é é dancinha, é curtição. >> Dan. Mas será que um choque de ver que existe um ser mais inteligente de outro lugar não faz o não
gera um curto circuito na mente do cara que não quer aprender e que aquilo vai mudar a vida dele completamente dali em diante? O cara vai achar que aquilo ali foi uma grande ilusão. >> Ele vai deletar. >> Não tem aquele papo de que quando os Índios eh os índios da da das Américas foram visitados pelas caravelas, eles não conseguiu nem enxergar que ele não tava no sistema de percepção deles? >> Sim. >> Eu acho que é assim, o cara vai ver, ah, tive uma ilusão, a comida tava estragada, foi um sei lá o quê.
Ele não consegue metabolizar algo muito grandioso. Um ser, os seres normais, a gente até a gente tem que nos incluir. Se chegar uma Coisa muito além das nossas expectativas, a gente não consegue nem raciocinar a respeito disso. >> Exato. Por exemplo, eu falo isso pro Maurício, né, que ele tem esse raciocínio e é legal ter essa dualidade entre nós, né? Mas, por exemplo, essa pergunta que você fez para si mesmo, imagina fazer para ele, né? Imagina ele tá lá na casa dele de boa com a noiva dele, vem televisão e aparece um um verdão lá,
>> um verdão lá. Que que ele vai fazer? Ele vai falar: "Nossa, que bom que você chegou. Eu tava torcendo para você chegar. Que que você vai me ensinar? No início eu ia ficar morrendo de medo. >> Não, você ia ter uma probleminha ali. Claro, >> então, mas depois será que eu não ia saber lidar com isso? >> Ah, porque veja bem, a gente acha que eles vêm falar a sua língua. Eles vão chegar lá falar assim a sua língua. Ah, Então vamos te ajudar aqui nos seus problemas psicológicos, tal. Não vão. Veja bem, eu
vou falar um caso meu, não vou falar de extraterrestre, mas não vou falar de extraterrestre, fala de uma outra coisa mais simples. >> Há alguns anos atrás eu vi uma mulher que materializou um bod na minha frente. >> Um bode louco, >> um bod. Ela desfez a macumba de não sei quem. Ela materializou um bod do nada. Eu olhei para aquele bod na hora, falei Assim: "Não creio, [risadas] tá materializando um bode, não é? Isso rompeu todas as leis da física, da química, da de todo. Ou seja, ali eu tinha uma ruptura de todas as
leis naturais que >> você já tinha aprendido até então. O que que isso gerou no teu no teu cérebro >> durante 5 minutos? Foi assim, nossa, ela materializou um bod, no passou 10, é um bod, passou meia hora, é o bod que foi materializado lá. a gente perde noção do Impacto daquilo. >> Ah, e aí você lida com naturalidade depois, >> depois materializar um bode, uma cabra, qualquer coisa é normal, mas a essência daquilo não é passada, porque nós não damos, nós não temos, veja bem, >> entendi seu ponto, >> nós não temos poder de
entendimento. >> Entendi. >> Aquilo deveria desafiar todas as leis e mudar todo o seu conceito sobre a Existência de tudo. >> Hum. Mas passa batido. >> Passa batido. No dia que você, que o verdinho baixar na tua casa, você fala assim: "Nossa, o verdinho talvez você nem durma à noite". Na segunda noite você dorme. Passou uns 15 dias, vai ser como se uma história que você leu, alguma coisa assim. Ele sai da zona do trauma e entra na normalidade. E o que que o verdinho vai ter para ele acrescentar? >> Hum. Eu acho que é
assim, >> porque você teve um caso, né, de >> Tive caso de abdução, tinha 19 anos, andei na nave, andei, rodei no disco, tudo. Mas lá eu era uma pessoa nessa época muito sem informação de nada, não sabia de nada. Para mim foi normal, andei ali no disco, devolveram tal. Para mim, aquela viagem foi, eu pensei assim, isso deve acontecer com muita gente depois de muitos anos que eu vi que não acontecia com muita gente, eu achava Aquilo que era uma coisa normal, porque quem me batizou, o meu padrinho de batismo, era um ufólogo e
na casa dele tinha eh foto de escovador pela casa toda. >> Caramba. >> Então eu achava que aquilo era uma coisa normal. >> Então de repente eu sei abduzido era uma coisa normal. Agora aprendi uma coisa, desaprendia alguma coisa. Não, não aprendi nada. Não desaprendi Nada. Apenas eu tenho uma convicção de uma coisa, não sei de nada. >> Hum. >> Tô aprendendo. Eu tô aprendendo e não sei em que ano eu tô nessa faculdade da vida, mas eu tô aprendendo. >> Mas teve algum propósito que você sentiu que gerou aquilo? Por que que você foi
abduzido? Você conseguiu ter alguma coisa ou foi? >> Não, não aconteceu nada. Porque acontece É o seguinte, eu tava, um dos primeiros cursos que eu fiz na minha vida foi um curso de viagem astral aqui em São Paulo na Oscar Freire. Tinha um lugar, tinha um casal chamado Hermínio e Bianca que davam cursos de projeção astral. Fui fazer curso de projeção astral presencialmente. Fui fazer curso com eles. O curso maravilhoso, melhor curso que eu fiz na minha vida, porque era logo depois do almoço e a gente chegava lá e deitava, então se dormia a tarde
Toda e eles ficavam pedindo pros comandantes estelares vir tirar a gente do corpo. Fiquei mais ou menos um mês fazendo esse curso e nada aconteceu. Não fiz viagem astral nenhuma. >> Não fez. Eu e um amigo fizemos esse curso. Passou mais ou menos uns 15 dias, houve essa abdução. Deu e dele. Deu e dele. Não sei se fala assim, de mim. O português tá grave agora. [risadas] >> Ó a linguagem. >> Houve a ó a linguagem. Houve a nossa Abdução. E com isso a gente teve essa experiência. Agora na época era um estudante de eletrônica,
eu cheguei pros extraterr pros dois ocupantes da nave e falei assim: "O negócio é o seguinte, você precisa devolver a gente logo lá porque senão a minha mãe vai acordar, vai me ver falta ali, vai ir na polícia, tal, você precisa desenvolver a gente logo". Aí ele, aí que eu vi que eles não tinham boca, era comunicação telepática. >> Caramba. >> Aí eles comunicaram para mim assim: "O nosso tempo aqui é outro, não se preocupe com isso." >> Hum. >> Eu falei assim: "Olha, onde estão os circuitos eletrônicos da nave?" Ele falou assim: "Isso não
existe aqui." Aí eu vi que a nave era biológica. A nave não era tipo, era metálica e não era. É uma coisa que não existe. >> Como fosse uma planta, >> é uma fosse é fosse uma extensão do Corpo deles. >> Entendi. >> O corpo deles controlava aquela nave de uma forma automática. Aí eu fiquei vendo um monte de coisas, um monte de fiquei um tempão ali. E aí quando eu voltei para cá, eles continuaram tendo contato telepático comigo durante muitos anos. comecei a desenvolver eventos, invenções, porque eu sou engenheiro, né? >> Na época era
técnico, era estudante de engenharia, estudante de colégio técnico Ainda. Eu comecei a desenvolver projetos baseados nas coisas que eles ensinavam, né? >> Fiz muito trabalho assim. Hoje em dia eu sou engenheiro até hoje, né? Tenho uma empresa de engenharia que trabalha com essas coisas até hoje. Uhum. >> E e aí então, mas eu perguntei para eles assim: "E coisas espirituais? Você pode nos responder?" Eles falaram assim: "Nós não entendemos nada. Nós somos técnico de manutenção de naves de grande porte. >> Nossa, >> eu falei assim: "Por que que vocês escolheram a gente?" Ele falou assim:
"O nosso superior mandou nós pegarmos vocês porque vocês estavam querendo muito". Hum, entendi. >> Agora veja bem, isso aconteceu anos 80, mas o meu bisavô, ele convivia com s, mas não eram sacis que ficavam eh trançando crina de cavalo no mato. Eram sacsis que todos os dias tinham que Comer com ele no final da tarde bolo de fubá e café. Então, eram sancis que sentavam na mesa, OK? Meu bisavô. Então, não era um sacis que vê um rastro de coisa passando. >> Sim, >> isso acontecia antigamente, né? Então, com o decorrer do tempo, essas coisas
parece que não acontece mais. Não existe mais vibração do planeta para isso acontecer. >> Hum, entendi. >> Agora eu acho que ele dito, por exemplo, assim, por exemplo, você ficaria mais impressionado de ver um extraterrestre ou um saci? >> Um extraterrestre. Eu >> porque saci é comum, >> tá no mito popular, né? >> Tá no mito popular, >> é o mascote do Internacional de Porto Alegre. >> Eu acho que quando se a gente tivesse esse impacto de ver alguma coisa assim, Ia ter graça nas primeiras semanas, depois ia ser normalizado e aquilo que ele trouxe
para lhe ensinar, talvez não valesse mais nada. Entendi. Então, dado isso, é melhor não ficar esperando esse momento chegar e viver o momento atual, o problema. Porque o problema não é a falta de conhecimento para nos ensinar, é a nossa incapacidade de ouvir, de enxergar as verdades. >> Hum. É porque tem muita uma linha que a gente recebe algumas pessoas aqui que Falam que o esse sistema, esse esse governo oculto eh está querendo criar meio que uma fake invasão alienígena. para mudar o sistema, implementar um governo único mundial, como se fosse o, como se a
pandemia fosse só um ensaio para uma coisa maior. >> Isso existe, a instauração final da Nova Ordem Mundial. >> Hum. >> Isso é, isso tá na agenda porque uma invasão global justifica a união de Todos os países para um fim único. >> Hum. Hum. >> Isso tá na pauta. >> Isso está, >> isso está na pauta. >> Pode ser que não aconteça, mas tá na pauta. >> Pode ser não aconteça. Tá na pauta. Se eles conseguirem o intento deles sem precisar dessa carta na manga, tudo bem. Mas talvez eles precisem jogar essa carta aí e
aí eles vão transformar Qualquer cometinha aí numa nave que vai dizer que é uma invasão extraterrestre e pode ser uma nave terra mesmo. O próprio CEO da Lockhe Red Martin há mais de 10 anos atrás falaram assim: "Nós temos tecnologias que vocês achariam vindos do do espaço. Nós temos tecnologias que estamos aposentando que se vocês se vissem achariam que viria do espaço. >> Entendi. Então, dá para eles mesmos provocarem, >> eles mesmo fazerem um negócio voando aí e dizer que aquilo ali é de Marte, de sei lá da onde tá, a gente já tem tecnologia
para isso. O próprio já foi, o Zé Bigodinho já foi, >> ele teoricamente fugiu, não foi achado o cadáver dele da Eva Brown, mulher dele. Não foram achados. Segundo muitos, ele viveu na Argentina até os seus últimos dias de vida, transportado não em seu disco vador próprio, chamado, Esqueci, não sei como é que se fala em alemão aquilo ali, eh, The Gock em alemão, de tem um tem um um ele fez um discurador no formato de um de um cino muito famoso, tem muita documentário sobre isso e que ele teria vindo pra Argentina. E aí,
então a gente conhece muito pouca coisa, é muita coisa que existe. >> Aquela área 51, será que é real ou é também um >> área 51 é muito conhecida e do lado da Área 51 tem uma área chamada S1. >> Hum. E na área S1 tem o lugar onde tem nove naves extraterrestres sobre onde Bob Lazar nos anos 80 trabalhou trabal fazendo engenharia reversa naquelas naves para descoberta de sistemas de propulsão. Isso é muito documentado. >> Humum. >> Tem muita coisa a respeito disso. É um assunto que eu gosto bastante. Não entendo muito. Eu sou
um curioso. >> Uhum. >> Eu sou um curioso. Mas é uma coisa que eu gosto muito porque eu já tive experiências com extraterrestres. Então isso eu gosto bastante. Me fascina. >> Fascina essa. Eu fiquei curioso da outra vez que você veio e agora você também comentou sobre a tua a parte da engenharia. Com que é que você tem trabalhado ultimamente? >> Eu trabalho, eu tenho, eu sou sócio de uma empresa que trabalha com Equipamentos ligados à cura, utilizando técnicas que são equipamentos eletrônicos que trabalham com ondas que servem para cura de um monte de coisas
que a medicina ortodoxa não trabalha. Que legal, hein? >> Como que você pode >> é possível explicar? É, se for OK, >> na década, sim, não tem problema nenhum. Na década de 1930, por exemplo, teve um engenheiro chamado Ronald Raymond Ronald Rif, que descobriu uma máquina de Rife, Que naquela época eles já curavam câncer em 1930. >> Caraca, >> né? Essa máquina é uma das máquinas que a gente fabrica, né? E é utilizada como máquina de pesquisa e para muitos médicos, porque ela eh gera energias, gera um campo de ondas de plasma. E essas ondas
de plasma interagem com a célula viva e recodifica o sistema. >> Caramba. >> E vocês estão conseguindo chegar em Alguma coisa? >> Sim, a gente já fabrica isso. >> Já fabrica, >> já fabrica, né? Então hoje em dia eu dou, eu dou aulas do cursos, mas não tenho cursos gravados, mas o meu dia a dia, o meu dia a dia é mexendo com importação de componentes chineses, de fabricação, projetos, essas coisas. meu dia a dia com eh engenharia mesmo, engenharia eletrônica, que eu faço isso aí desde os meus 19 anos, depois da Abdução. >> Exato.
Isso que eu ia falar. >> É, mas aí vocês estão, aonde vocês querem chegar numa cura de uma doença nível câncer? >> Sim, sim, mas essas curas já existem. Muita gente usa isso para isso. Só que isso aí não é aceito pela medicina oficial ortodoxa. A gente não pode bater de frente com essa turma. E são médicos de medicina alternativa e complementar que usam esse tipo de coisa. E a gente Não vende que é para cura disto. A gente vende é uma máquina de pesquisa, você quiser usar para cura, você usa. >> Entendi. >> Então
é é possível já hoje já existe uma cura pro câncer, já existe. Só que a indústria farmacêutica não permite. >> A indústria farmacêutica não permite isso aí. Eh, teve um livro escrito em 1968 chamado eh Do fim do mundo, a cura do câncer, escrito pelo Kovat, um, se não me engano, um pesquisador húngaro Que morava aqui no Brasil, que teve todas as suas patentes compradas pela indústria farmacêutica para ele não divulgar a o metodologia dele de e cura de formas muito simples. Tem muita coisa a respeito disso. >> Caramba, que incrível. Nossa, isso aí se
a gente falar de tecnologia, tem muita coisa para ser falado. Quem sabe no futuro eu não fale disso. Hoje em dia, o meu dia a dia é trabalhar com esse tipo de coisa. >> E além disso, a gente tava falando sobre as crianças, né, lá atrás em relação a que elas não têm ego e por isso Jesus atrai elas. Você tem um conteúdo muito bacana sobre a criança interior. >> Tenho. >> Se você pudesse contar pro pessoal >> que tem a ver com o pedaço que a gente falou ali, >> tem um curso chamado eh
conexão com a criança interior, né? É um curso que já tem gravado, são aulas gravadas que a Pessoa tivera assiste. Aquelas aulas sequenciais que tem uma série de exercícios que fala sobre como você recobrar a inocência, como você na verdade voltar a ter a alegria de viver com coisas simples e a partir disso curar a emoção. O grande problema do ser humano é curar as mazelas emocionais que na que hoje em dia todo mundo tem. O remédio que mais e cresce em vendas na indústria farmacêutica é ansiolítico e antidepressivo. >> Uhum. as pessoas cada vez
mais encontramse desajustadas em relação à sua criança interna. Esse curso de resgate da criança interior, eu falo as coisas básicas que leva você a reconectar com uma forma simples e natural de viver a vida e com isso se curar desses problemas todos que a humanidade vive. É um curso que eu recomendo muito >> aí tá na tela aí pra galera, né? É, para quem quiser aí conhecer, tem também a Questão é relacionada ao Roponopono. >> Roponopono, tem curso de Roponopono. Nesse nesses meus cursos, eu tenho curso de magia, cursos de roponopono, curso de contato com
a criança interior e mais alguns outros que eu esqueci o tema agora, porque são muitos cursos, né? Mas enfim, esse curso de contato com a criança interna, eu acho um primeiro a porta de entrada para uma descoberta interior profunda. >> É isso. >> Por que que é tão importante se conectar com essa criança interior sendo adulto? Porque a criança interior, ela continua viva dentro de nós. Os antigos carrunas acreditavam que essa que nós temos dentro de nós uma criança interna que cresce até os 7 anos de idade, depois para e aí o nosso adulto começa
a crescer. E essa criança interior é o guardião com do nosso eu superior. Ou seja, ninguém acessa o eu superior, o mundo dos milagres, se a criança interna Der permissão. E a nossa criança interna parou de acreditar em nós, porque nós prometemos um monte de coisas para ela que nós não cumprimos. >> Hum. nós eh nós complicamos muito a nossa vida, nós tornamos a nossa vida muito artificial e paramos de dar atenção às pequenas coisas da vida. Então, a criança interna fecha o contato com o superior e a nossa vida fica limitada simplesmente ao mundo
da matéria. >> Mas então, a criança interior, ela quer que você seja o mais sincério possível? >> Ela quer que você seja verdadeira e ela quer que você seja lembrado. Muitas vezes nós acordamos de manhã, a nossa criança interna quer levantar da cama, mas você obriga. Ela quer um monte de coisas que nós, por ter que dar satisfação ao mundo e à sociedade, passamos por cima dela. >> Hum. >> E passar por cima da nossa criança Interior vai causar grandes problemas para nossa saúde física e psíquica. >> Perfeito, hein? Então a gente tem que resgatar
ela. >> Resgate da criança interior. Para que isso? Você precisa entrar no seu mundo profundo, no mundo das suas sombras, onde você esqueceu onde você perdeu o fio da meada da vida, onde a sua alegria de viver foi perdida, onde na sua vida que você parou de acreditar em você para acreditar no outro? >> Onde foi isso? >> Onde foi isso? Você precisa resgatar. A criança interna tá soterrada quando essa sua sociedade com ela deu lugar a sociedade, a sociedade com a sociedade. >> Hum. Eu acho que eu perdi a minha criança interior na minha
primeira desilusão amorosa. É comum isso? >> Será que você perdeu mesmo? >> É. >> Ou ela não foi apenas transformada. Não, mas nessa ótica que ele tá falando, Talvez você parou de acreditar em Deus. >> Será que não foi? >> Pode ser. >> É, você falou assim: "Eu acreditei tanto, apostei tanto, confiei tanto e levei um chifre quântico." Sei lá, talvez você tenha uma briga com Deus. >> Humum. Interessante, hein? >> Né? >> Pode tá aí, >> pode tá aí. Isso gera uma desconexão brava. E para resolver uma briga com Deus, no caso do Maurício,
né, se for esse o caso, eh, existe alguma forma específica >> conversar com ele? >> Veja bem, nós precisamos nos desconectar das dores coletivas. A maior parte das pessoas tem dores que são coletivas. >> Muito bom. Muito bom. é o corpo de dor da sociedade que é alimentado por certos tipos de música, certos tipos de filme, certos tipos de novela, certos tipos de coisas que aumentam o nosso corpo de Dor. Se a gente fizer um jejum, um detox da sociedade, a gente vai perceber que aquele problema emocional não era tão grande. Na verdade, eu tava
vivendo dores que não eram minhas. >> Nossa, perfeito. >> Isso aconteceu comigo a primeira vez que eu fiz uma viagem sabática. Eu não, na época não, não tinha celular. não tinha internet e eu fui sozinho pela primeira vez pelo mundo. E aí quando eu voltei parecia que nossa, Como a sociedade tá doente, ninguém tá feliz. E aí com o passar do tempo, eu fui voltando para o mesmo lugar que eu tava antes, que era o lugar que a sociedade estava. >> É, >> mas será que você voltou pro mesmo lugar? Eu não vejo você. Eu
vendo você de fora, sei que você voltou para um moment, >> é que a gente dá umas voltinhas assim, é meio ilicoidal, né? A gente tá nesse Ponto aqui, você dá uma voltinha, volta pro mesmo, você vê o mesmo ponto de um degrau acima. >> É >> mesmo ponto de um degrau acima e assim a gente vai indo. É o nosso ciclo mesmo. >> Faz parte, não é uma linha reta, né? >> Não é uma linha reta. >> Entendi. Muito bom. >> Muito bom. Galera, para vocês aí conheçam aí link exclusivo do Lin Podcast. Eh,
um conteúdo super incrível. do mestre Ananda Pren. E você gostou de estar aqui com a gente, mestre? >> Adorei estar aqui com vocês. Ainda não acabou não. Ainda não acabou. É só uma pergunta. >> Se eu gostei, claro, gostei. Cada vez que vocês me chamarem, a gente tem muito calos para contar. >> Muito, né? >> E a pergunta, ó, para vocês que já nos acompanham faz tempo aí, para você que Ficou até o final desse episódio, com certeza você já tá acostumado com outros episódios do Lim Podcast, já sabem que tem uma pergunta chave, né?
aquela pergunta, a palavra chave, perdão, a palavra-chave que tem a ver que meio que dá um resumo do episódio. E essa palavra-chave normalmente quem diz é o nosso querido >> isso >> Maurício. >> Escrevam aí nos comentários pra gente Saber quem chegou até aqui. Espiritualidade não é ego. >> Nossa, muito bom. >> Foi a grande mensagem que >> que nós passamos pra galera aqui, né? Hoje >> é isso aí. Exatamente. Então, escrevam aí de onde vocês estão nos assistindo e também escrevam: "Espiritualidade não é". Essa é uma pequena palavra composta, dupla e chave que o
Maurício pensou em relação ao que meio que Sintetiza, se é que dá para sintetizar tanto conhecimento maravilhoso que a gente aprendeu hoje. A gente também fala o seguinte, se esse conhecimento também agregou você, nem que seja um tiquinho, que amanhã você vai estar pensando no trânsito, indo pro trabalho, sobre tudo que a gente bateu um papo aqui hoje. Se te agregou, que eu tenho certeza que agregou de uma maneira, imagina que legal se você puder agregar alguém que você ama de verdade. Então, compartilhem Esse link, compartilhem esse episódio pra gente ajudar aí o YouTube a
espalhar para cada vez mais pessoas para receberem esse conteúdo que realmente foi um tapa na minha cara. >> Foi bastante na cara de todos, eu acho. >> Ô, parabéns, viu, mestre? Depois da gente ter falado aqui a da da não dualidade, que já foi um tapa na minha cara, né? e entender essa não dualidade. Foi muito legal aquele episódio que a gente teve falar agora sobre esse ponto Da das caixinhas, né, de de tomar cuidado para esse essa espiritualidade egóica não nos dominara. Foi assim, sinceramente, vou levar comigo, pode ter certeza. Espero que as pessoas
levem também. É isso. Eu eu fiquei muito feliz de ter vindo. É sempre bom estar aqui conversando com vocês e sempre tem muito assunto. Sempre tem muito assunto. Ele flui de uma forma natural, flui de acordo com, eu acho que a egrégora, a Necessidade, a energia daquilo que a gente sente, de quem tá assistindo também. E >> e é tudo muito bom. Eu que tenho que agradecer. >> Fiquei muito grato pelo convite e quando quiserem novamente a gente está aqui para conversar sobre esses assuntos todos. Peçam aí nos comentários também a terceira vinda de Ananda
Pren, [risadas] que essa já foi a segunda. Primeira foi um sucesso, essa está sendo também. Terceira será ainda melhor. >> Muito obrigado, viu, pela presença. >> Assim seja. >> Assim seja. Deixa um tchauzinho aqui. >> Valeu. >> Valeu, galera. Até a próxima. Obrigado. Tamos junto.