que eu saiba ninguém. Nós estamos sabendo agora quantos chamães sabem. Faça essa pergunta chamães.
Ninguém vai saber. Nem eles sabem e são usados para isso há muito tempo. É essa ressignificação que a gente precisa ir introduzindo nessa prática milenar honesta.
Só que a maioria das pessoas do maio ASC para ter experiências complexas, porque é isso que nós humanos tem muito, tem muito mais significado. Então assim, pessoal, feita essa introdução, tá certo? A gente vai fazer essa palestra chamaismo e sua ressignificação universal e depois eu vou mostrar para vocês diversas questões, diversas pinturas.
Por quê? Porque o chamanismo, como hoje a gente entre aspasa, ela foi uma atitude humana ancorada numa expressão cultural que começou há cerca de 47. 000 anos atrás no paleolítico superior, quando o quê?
Diversos seres humanos começaram a tomar o chá e fazer pinturas. As famosas pinturas rupestos, as famosas pinturas diversas em diversas cavernas. Só na África a gente vai ver os bosquim são tem no deserto do Calahar mais de 20.
000 sítios. onde aparece coisas estranhas, mas aí a turma classifica de um jeito, tem que ir junto diz, não, tá aqui esses essas 20 áreas, mas se você for contar uma das áreas, milhares de pinturas na Europa, na Ásia, ou seja, nos últimos 47. 000 anos houve algo que fez com que homens e mulheres começassem a tomar essas raízes.
Alguém ensinou, tomava essas aqueles chás, viam-se como a comunicação era rudimentar, como nessa época o GN Fox P2 estava começando a ser trabalhado. E aqui a gente tá falando não mais de 5. 000 seres humanos que existiam por aí nessa época.
Aí eles começaram a pintar. Só que para você pintar, você tem que desenvolver as cores, você tem que produzir as cores, você tem que desenvolver habilidades, artes. E pintar em caverna significava pintar no escuro.
Não, mas caverna é escuro e o fogo prometeu. Então assim, quem ensinou, vamos fazer aqui uma primeira revelação, quem ensinou os seres humanos lá no paleolito superior na época de 40, 47. 000 anos, a fazer isso, Pandora.
Pandora era mestra em saber que existia realidade para ela, que ela vend e agora ela tava como mulher aqui junto com Prometeu junto com ela foi entre aspas enquanto pôde uma das protagonistas e com base nisso diversas que já vinham trabalhando nisso há muito tempo. Na verdade, Pandora deu uma por quê? Porque não é qualquer raiz que serve para você tomar um chá.
E se você, se a gente pegar qualquer raiz aqui, a gente vai ver o DNA de cada espécie de planta, tá lá. Mas a Iboca, a canapis, a Ioca e mais duas ou três. Essas raízes são formadas por dezenas, cerca de mais de cinco centenas, algumas delas, de moléculas que ninguém sabe explicar como é que diabos surgiram naquelas árvores e não nas.
O que implica dizer que alguém foi mexendo, mexendo, mexendo, juntando, fazendo experiência, até que essas plantas surgiram mais recentemente que as outras, com características que a gente não tem. a questão alucinógena, a questão de abrir centros mais complexos do mecanismo cerebral do ser humano. Isso tudo foi delicada e sofisticadamente trabalhada por mentes que sabem muito no campo da inteligência, mas que não compreende budúfas, mas sabem muito no campo da inteligência, que é exatamente as primeiras locas que começaram a trabalhar, a necessidade de estabelecer uma ponte de comunicação com os seres aqui.
aqui. Por quê? Porque mesmo nessa altura dos fatos, muitas locas estarem já com suas seus portais disponíveis em relação a esse universo abertos.
Foi nesse tempo que os portais começaram a apresentar sinais estranhos e eles, mas o que é isso? Todo dia eu saio para passear na terra. Hoje eu saí, quando eu voltei, fiquei com febre.
Ah, eu sempre passei 20 dias lá no nesse na terra. E agora que voltei para minha, porque nessa época esses seres antimateriais, eles tinham a artifícios que eles faziam e conseguiam vir de lá para cá sem problemas. Alguns artifícios eram er no campo da da vestimenta, da investidura de certo tipo de não sei se a expressão que eu usei exata, para fazer com que esses seres aguentassem vir do ambiente o material pro material, porque em tese, quando uma molécula material se encontra com outra animaterial, as duas se autodestrói.
Esses seres aprenderam a fazer isso e eles queriam desenvolver um tipo de bebida que os permitisse ficar acima, entre aspas, da matéria e da antimatéria. Ou seja, eles diriam, eram diversas situações, eram, não, ainda são diversas situações que estão sendo desenvolvidas. Porque esses seres começaram a perceber que algo muito estranho tava acontecendo e eles não sabiam que era.
E tinha a lenda de que um dia não existia portal. Aí surgiram os portais, se abriram, permitiu a comunicação os dois universos, mas tinha uma maldita profecia de um deles, dizendo que um dia aquilo iria se fechar. E essa profecia tinha a ver com Moros.
que diz: "Quando ele sumiu, ele lá atrás ele um dia vai ser permitido, mas vai também ser impedido e ninguém entendia o que diabos era aquilo. que esses seres começaram a perceber que aí foi quando Zeus teve noção de que os humanos, que eram só animais de estimação, na lógica deles, quem era dono daqui era eles, não os macacos, os bichos que viviam aqui. humanos eram só os bichos que viviam aqui, os bichos mais inteligentes.
Nessa época, repito, 45, 40. 000 1 anos atrás, esses seres olhavam para cá, como a gente olha para as nossas roças, as nossas fazendas, as nossas casas, o nosso apartamento, o nosso carro, o nosso cavalo, a nossa vaca, o nosso cachorro, eles sempre olharam assim. Imagine você ser expulso da sua casa para ir no seu cachorro um dia.
Basicamente é o que terminou acontecer essas figuras acostumadas a viverem lá e aqui tiveram que se fornar lá de novo e nós aqui hoje somos os e o pior evoluímos. Mas nessa época eles vos olhavam assim e Zeus dizia: "Não, mas eu quis punir Pandora e agora ela é a rainha do outro lado. Eu quis castigar Pandora, eu quis fazer e tal, vamos tentar captar a Pandora.
nunca conseguia. Aí, Apolo, não, vamos criar um projeto. Se é verdade que está se fechando, que a gente não vai mais conviver com os humanos, mas vamos condicioná-los a que mesmo com o portal fechado, eles dependam da gente.
E por isso que surgiram os oráculos que viciou os gregos em não fazer nada na vida sem perguntar aos deuses se poderiam ou não. Isso já são estratégias que surgiram desses seres para tentar continuar a dominar a humanidade, mesmo que os portáis se fechasse. O chamanismo foi a foi o primeiro processo ancestral dessa questão.
Esses seres de lá começaram dizer: "Nós temos que treinar humanos". Não, mas como é que a gente vai controlar? Não vamos desenvolver essas plantas humanos tomarem, ficarem meio que passivos para que eles então tomassem conta da consciência do chamão humano.
Então, iniciando a nossa palestra, eh, deixa André voltar. Quais são os pressupostos básicos que a gente tem que entender sobre a questão chamânica para poder compreender a sua antiga significação e ter ideia da ressignificação que ele precisa ter? Então, o primeiro pressuposto básico é a questão do ovo cósmico, que gerou dois universos.
Isso sempre foi sabido na antiguidade. Isso aqui durou 30. 000 anos de fofoca sobre o ovo cosmo.
Até que surgiu a religião impositiva adivinda de do criador caído. Quando surgiu o judaísmo, o bramanhismo, o cristianismo, o islã, essas religiões taxaram as mitologias de absurdas. E agora o criador caído é o Deus único que todos os humanos deveriam seguir.
Então nós aqui somos ignorantes de pai e mãe em relação à notícia do ovo cómo, que era a grande manchete que existia antes. André pode ligar, tá? Não pode ligar o primeiro slide.
E então a notícia de que existiam dois universos casados, que era a criação do tal Deus, sumiu. Apareceu Javé como sendo criador dos céus e da terra. Ponto.
Mas a notícia de que tinha o Ian, o Bramaloca e o Buloca, isso tudo sumiu. Então, o primeiro pressuposto básico a gente tem que ter aí, >> desculpe só. >> Isso foi feito tomar as ali fora.
Foi quantas o primeiro pressuposto básico para comprarção ancestral é a coexistência desses dois universos. Nós temos que compreender que isso é a coisa mais real que existe na vida da gente, ainda que a gente não perceba e ainda que a gente não saiba. Mas entendam, essa foi a notícia mais antiga que existiu na Terra e foi a que mais perdurou.
Só que as religiões ferraram com essa percepção. Então esse pressuposto básico é importante. Qual outro pressuposto básico?
Você apontou para mim? Tô fazendo alguma coisa errada. >> Não, você não quer >> não, porque eu vou ler um por um.
Essa aqui é é a nova técnica. Você >> é não, pessoal, porque eu dei uma broca no meu computador e mesmo enchendo o saco de crise mundo, eu não consegui resolver, então t que montar a palestra nessa vez. É o modo trôptego da existência dela.
Por que isso é importante? Eu vou tentar explicar para vocês. Quando esse esse universo vizinho surgiu, o primeiro ser que lá surgiu foi um microbão, um microbio bem grande, ou seja, um super microbio chamado ou chamado Brama.
Mas como é que esse ser? Ele era um micróbio tentando juntar-se aos outros micróbios para formar um corpo mais. Ah, e ele pensava o quê?
Nada. Não, mas ele tinha um eu. Tinha.
E esse eu se movimentava como? Do jeito que uma ameba se movimenta, do jeito que um germe se movimenta, levado por suas necessidades. Pode existir um germe aqui, um verbe no meu organismo, no de vocês, uma um bichinho formado por 40 células.
Já vão ser completos, porque é mais de um. É uma certa meva que fica perto do meu certo verme que fica perto do meu pâncreas e o eu dele existe. Ele tá vivo.
O eu dele só se preocupa em movimentar a consciência dele em torno de duas variáveis. Uma a temperatura do do lugar onde ele tá para ele fazer com que o corpo de verme dele se adeque à aquela temperatura. E segundo, o que é que ali ele pode comer para sobreviver e excretar do que comer?
Então, como nessa parte aqui só tem ácidos, esse verme para sobreviver, ele aprende se alimentar de ácidos e come o ácido e excreta. E esse vé já vé era isso. Do outro lado, uma coisa que existia querendo o quê?
Se organizar, se adequar, sobreviver. Para isso tinha que se alimentar. Então, cadê alimento?
Ih, não tem nada. foi se autoagelando energeticamente falando, sabe o mito da serpente mordendo a própria cauda para se enquanto vai já quando os clones foram se organizando e já veio esse foi percebendo que ele tava ali, mas ali também tinha outra junta. amento de moléculas ali também, ali também.
Ele se mexia aqui, mexia tudo lá, mexia para direita. Ele começou a notar que o eu dele influenciava aquelas outras coisas. Ele passou a se achar que era um ser muito grandioso, múlto.
E aqui surgiram os clones. O que é que os clones de Jahvam? Nada.
O eu deles existiu durante bilhões de anos, feito o eu de uma ameba, de um microbi, de um vírus, sempre se movimentando no sentido de sobreviver a qualquer custo. E para sobreviver a qualquer custo, ele tinha que praticar mutações nele mesmo. E assim foi.
Quando não tinha o que comer, comia parte dele mesmo, falando metaforicamente e não tanto metaforicamente. Até que um desses bichos, bufo agrediu. Aí ele, uessa confusão aqui, ele reuniu força para devolver a gração.
Pra surpresa dele, surgiu um ser que não era igual ao resto, mas que vivia também ali e ele não conseguia pegar esse ser. Hoje a gente chama de Shiba, primeiro demo. Aí pra surpresa dele, esse ser começou a fazer o que ele já tinha feito, ou seja, criar diversos clones.
Esse ser começou a clonar diversos demos a partir dele mesmo. E esse universo se inundou da criação de China. Aí Brama queria criar mais e mais e mais para ficar com a mesma quantidade de e nunca conseguia.
E aí surgiu um terceiro serio. Até aqui que tipo de conversa existia não tinha conversa, eles não pensavam. Era tudo se movimentando nessa estratégia de seres irracionais.
Como é que um leão briga com rinocerte? Sendo leão. E como é que o rinocerante briga com o leão?
Sendo acho que errei. Como é que o leão briga com o rinocerante sendo leão? Como é que o rinocerante briga com o leão sendo rinocerte?
Mas o que é ser rinoceronte? É ser um rinoceronte. Não tem muitação.
[risadas] O que é ser uma merba? É ser essa merda que tá, esse verme que tá aqui no meu crescimento desses seres irracionais, eles se movimentam, têm noção de coletividade, disso e daquilo, mas não conversam. Vão existindo e o pior, aqui no mundo biológico se mata.
Nessa época, entre esses seres, ninguém matava ninguém, porque era tudo energia condensada antimaterial e nada morria e tudo era agressivamente disputado. Quando surge a figura chamada Vígno, e Vígno cria um avatar que sua energia fez com que todos, em vez de querer brigar, sentiss primeira vez vontade de ficar um pouco aqui junto, do jeito que os animais irracionais vivem também bandos para se proteger dos outros bandos. Essa sensação aqui foi quando a trimurte surgiu e começou sim a existir uma racionalidade, desculpem falar assim, a partir da racionalidade que Moros desenvolveu no cantinho dele sozão.
Aí a turma importou de Moros. Moros era um agente de virgem com um agente de Eros. usando o livaj grego.
E assim foi surgindo uma, entre aspas, racialidade demo nesses seres. E foi quando os preceitos de Moros tentando explicar para eles que todos estavam doentes, todos eram podres, todo tinham, todos tinham conta de podridão, todos tinham destino triste a cumprir. Todos estavam naquele universo e tinha uma coisa vizinha que era um outro universo, mas que lá não existia vida, só tinha vida onde eles estavam.
Isso aqui foi se desenvolvendo aos poucos. Essa turma conversava não, não no modo como a gente pensa. Eles tinham contatos porque aí a diversidade de tipos de espécie da vida demo já era grande, mas o modo deles existirem é um modo trôpego e é até hoje.
É uma coisa sem sem graça. comparado com o tipo de vida que a gente leva. Uma adora a vida que ela leva.
Entendam, qualquer ser acha ótimo tipo de vida. Eles não têm autoconsciência. Eles têm, entre aspas, uma sensação de existência, mas não tem consciência.
Qual é o grande barato de West Road? Porque os androides foram criados e vão tentando descobrir no labirinto da consciência deles o que a sede da autoconsciência, ou seja, eles compreenderem o que eles eram e definirem a partir disso que eles queriam ser popos. Se ser eles nunca tiveram nada disso.
E assim foi. Foram surgindo seres mais complexos. Quando surge o avor de Odim, quando os fenvães começam a ser criado já no âmbito do projeto tal para entender que merda de vida, o modo trôpego de vida daqueles seres lá.
Então, entendam, esses seres quando se reuniram para estudar a situação deles, aí morrem s ou fães ou protonos. É o mesmo nome disso. Ó, tem o universo vizinho que é nosso, não tem ninguém lá.
Surgiu junto com esse. Então faz parte da criação do é da Trimurte de Brama que era o criador. Vamos jogar a vida para lá.
Lá vai ter um tipo de vida diferente e daqui a gente domina. Mas assim, entendam, há 5, 6 bilhões de anos que essa coisa de jogar a vida de lá para cá começou e eles se sentem os donos disso, tá entendendo? Esse universo que hoje a gente existe, sempre foi pensado como sendo o quintal ou ou a área de lazer desse outro universo.
Por mais trôpago que seja o modo de pensar desses seres, eles acham isso até hoje. Eles não têm uma outra coisa para achar ou pensar. Eles sempre [risadas] pensaram assim.
E pensam, por isso que eles não queriam ninguém como os humanos. Eles só querem aqui a turma que obedece, porque a intenção dele sempre foi de criar figuras aqui e de lá eles, tipo matrix, eles fora dessa matrix que seria, de lá, eles controlariam o jeito. Só que eles começaram a fazer testes e primeiro surgiram seres irracionais.
Olha, na verdade surgiram os micrótos, bactérias irracionais, aí depois seres pluricelulares irracionais. Aí começou a surgir um tipo de ser com uma certa racionalidade, com uma certa sensação. Mas ninguém com criticidade, nós surgimos dois.
Nós somos a última fase, a fase mais atual desse Brama. Quando a gente surgiu com essa sagacidade, ele disseram: "Estamos ferrados por a gente não vai conseguir mais dominar os humanos e aquilo é nosso. " Então vamos condicionar os humanos para que eles continuem nos servindo, porque eles são nossos.
Essa mentalidade funciona, existe do jeitinho que eu tô dizendo a vocês atual hoje. Não mudou não. Eles querem invadir, alguns deles querem nos destruir para retomar o controle sobre esse universo.
Eles não estão preocupados com as mais de 100. 000 raças insetoides que tem aí com as não sei quantas não, eles estão preocupados com os humanos porque o tipo de ser nem os anonques eles se preocupam. Agora os humanos com esse estranho modo de pensar, de ser independentes, se eles pudessem pegar ISB, voltar no tempo e tê-lo matado lá na época, porque sem querer começou estudo.
Então, mesmo essa essa turma tendo um modo de ser absolutamente trôpego, horrível, eles pensam desse jeito até hoje, mas entendam, eles foram evoluindo aos poucos. Quando você olha para cavalos correndo, você vê cavalos correndo. Mas quando você olha para vários cavalos e homens montados e mulheres montados nos cavalos, você olha e fazer uma corrida de cavalos.
Os demos não têm essa diferença conceitual, não. Eles olham, vem cavalos correndo e cavalos correram. Aí eles olham e vê jocas em cima de cavalos.
na cabeça deles um surge. Ah, isso são J. Eles não têm essa evolução.
Eles são dementes, eles são pobres. Ele só consegue isso aqui se chegar pegar o DNA de Cilda, jogar neles. Aí um demo vai dizer: "Ah, mas a diferença entre isso aqui e isso aqui é porque isso aqui é uma corrida de cavalo.
Aqui é um bando cavalo correndo. o sentido oculto, o mais complexo das coisas que tão facilmente no DNA humano a gente, cada família demo, cada loca demo tem que fazer um ajuste no seu genoma para perceber ou compreender qual coisa. Então essa turma foi evoluindo assim, ó.
Ah! Ah! Chivra!
Ah! Vi guerra, guerra, desordem, causo, confusão, sobrevivência, guerra. Pá, ali tem 10, vi aqui tem cinco.
E solução consegue mais cinco ou não está? Destrói cinco de lá. Á!
E os algoritmos foram produzindo nesses seres? Isso até que quando Virglo e suas expressões começaram a requintar, aí foram surgindo, ah, um grupo de demos reunidos. É um grupo de demos reunidos.
Um grupo de clones reunidos é diferente. É um grupo de clones reunidos. Ah, os clones obedecem cegamente a Brama.
Ah, nós os demos não obedecemos cegamente a Chiva ou a Virgem. A gente pode até desobedecer os clones, não. Ah, isso quer dizer, isso quer dizer que os clones brilham de uma forma mais eh esse tipo de entendimento dos fatos relativos ao modo trôpego de vida que eles têm foi muito lento e é lento até hoje, entendam?
Então a gente se pergunta, mas como é que esses seres não conseguem compreender? A gente aplica a nossa lógica nas perguntas que a gente faz ou aplica a nossa lógica nas nossas angústias. Mas como é que esse seres não compreendem tal coisa?
Entendam, eles não compreendem mesmo. Compreende se a gente explicar direito, compreende-se você conviver com eles, entender o tipo de grau de demência, de retardo que eles têm, tiveram a habilidade de desenvolver símbolos conceituais que sejam muito bem usados para compensar essa falta que eles têm e usar a metáfora, uma comunicação que faça com que eles entendam. É a mesma coisa que falar com a criança.
É a mesma coisa que você falar com alguém que tem algum tipo de retardo na lógica mental humana. E o chamanismo vai ser o único modo de contactar esses seres [risadas] e compreender e medir esse tipo de processo em algum momento da história. O chamanismo tem também que servir para esse tipo de compreensão, de estabelecer uma relação de troca de informação, de ponto de apoio.
Mas qual é o aspecto dramático? é o modo estúpido como nós agimos conosco. Se eles têm um modo trôpego de existir, nós temos um modo ridículo de existir.
Por quê? Porque a gente não precisa de nada e pensa que precisa de tudo. Aí nós somos pedintes profissionais.
Aí a gente quer praticar o chamanismo para receber ajuda. Ajuda para quê? Eu eu preciso curar o câncer.
Não, eu preciso paraar não sei o quê. Nós não precisamos de nada. Ele su Por quê?
Porque em tese nós temos como superar as nossas dificuldades ou sozinhos ou ajudando uns aos outros. ou com a nossa imaginação e a nossa capacidade livre de poder evoluir, de evoluir. Eles não, eles não, não, eles não têm como.
Você vai exigir de um cachorro que ele toque piada. É mais ou menos isso que em tese quando a gente essa turma não entende, a gente faz quando tem uma postura mental dessa. E eu tô falando aqui é dizer, eu tô falando de figuras que foram tidas como deuses.
Para continuar assistindo a essa palestra completa, acesse o nosso portal de conhecimento. Conheça o Orbom, a plataforma de streaming da revelação cósmica. Dezenas de horas de conteúdo para expandir a consciência com aplicativo próprio disponível para Android e iOS.
Tudo em um só lugar. Todos os estudos e palestras em torno da revelação cósmica, unidos em um único ponto de encontro e mais, uma comunidade exclusiva, onde buscadores se reúnem para compartilhar conhecimento, insightes e despertar juntos. Orbum, a plataforma de streaming da revelação cósmica.
Yeah.