Fala, turma. Beleza? Seguimos aqui com a nossa nossa imersão diária nesse assunto que é o tema doenças do espírito.
Beleza? Então, a gente hoje vai falar sobre um assunto que é o assunto da procrastinação, que é o assunto sobre a minha sobre meu aspecto assim, sobre o que eu penso, né? Sobre segundo o que eu acho, né?
minha visão, ele é um assunto absolutamente supervalorizado, tá? Eu vejo vocês aí se matando, né, e e nervosos que assunto da procrastinação. E o que a gente tem para conversar aqui hoje são duas coisas.
O primeiro é como é que a procrastinação ela se forma e se ela se forma mesmo, se ela é isso ou não. E depois como resolver o que tem que ser resolvido. Então, o primeiro ponto que vale a pena a gente eh avaliar ou investigar é o seguinte: a procrastinação ela ganha uma forma de ela ganha uma forma no nosso meio hoje de uma um tipo de vedete, né?
Uma das coisas mais importantes, só se fala em procrastinação, tá? t preocupado com procrastinação, né? Deixar para depois alguma coisa que tem que ser feita.
Primeiro lugar, como é que você define a procrastinação? Eu não vou definir procrastinação. Procrastinação, no contas, ela tem uma raiz etimológica muito simples, que é deixar as coisas para amanhã, né?
Eh, deixar a coisa para amanhã. Olha, o primeiro ponto é o seguinte: se Deus inventou amanhã, ele inventou amanhã para que a gente faça amanhã o que não precisa ser feito hoje. Ponto.
A primeira coisa que você tem que entender na tua vida é o seguinte, né? Eh, Deusou amanhã para que você não precise fazer hoje o que pode ser feito amanhã. Mete-se na tua cabeça.
Nem tudo é para fazer hoje. Eu sei que você ouviu tua voz sempre falando também. As pessoas sempre falando o seguinte: "Não deixa para mim o que você pode fazer hoje.
" Depende. Tem um monte de coisa que eu posso fazer hoje, mas eu não devo fazer hoje, né? Então, de não deixe para amã o que você pode fazer hoje.
Tá bom? Por um lado você pensa isso. Por outro lado, você tem que pensar o seguinte: não faça hoje o que você pode deixar para fazer amanhã.
Isso é uma das coisas mais fundamentais da vida. Não faça hoje o que você pode fazer amanhã. Porque nesse assunto de ficar antecipando coisa, antecipando coisa, acaba que você não faz hoje o que você tem que fazer hoje.
Esse é o ponto fundamental aqui da nossa conversa. A procrastinação, ela é super valorizada em primeiro lugar porque hoje, né, um monte de gente tem que fazer um monte de coisa, monte de coisa, um monte de cangalha. Tem que fazer um monte de cangalha.
Olha, primeiro lugar, é o seguinte, que você tem que pensar, você tem que parar para com esse negócio, falar, será que a procrastinação ela é ruim para começar? Essa é a primeira coisa que tem que pensar. Será que ela é ruim?
Ou será que ela é uma capacidade mínima que eu tenho de não me entulhar de coisas que vão matar o meu espírito hoje? Deixa eu falar para vocês uma coisa aqui. Olha, se o sujeito ele não tem vida espiritual no sentido de que se ele não não cumpre meia dúzia de coisa na vida dele, vai.
Todo esse assunto da procrastinação para mim é irrelevante. Para mim é irrelevante. Todo esse assunto ele acaba se tornando irrelevante.
Por quê? Porque se você não tem a hierarquia do que você tem que fazer, se a hierarquia ela não tá clara na tua cabeça do que é mais importante, do que é menos importante, meio que tanto faz se você faz hoje ou amanhã, entendeu? Qual que é a diferença de fazer hoje ou fazer amanhã?
Uma coisa que você não que é irrelevante para ser feito, né? Então, o que eu vejo e vi isso no consultório, pessoas morrendo de de ansiedade ou procrastinação, morrendo de ansiedade ou angústia porque procrastinam. Ah, eu sou um procrastinador.
Falou: "Olha, meu filho, a gente fazer uma merda hoje, fazer uma merda amanhã, para mim dá igual. Melhor se fazer amanhã mesmo, né? Quanto menos merda você fizer hoje, melhor para você, né?
Se quanto menos tempo você gastar com coisas que você acha que são importantes para falar das contas, elas são só coisas periféricas que não vão servir para nada na construção da tua personalidade, na construição da tua afiliação divina. Fal, olha, francamente, faz hoje ou faz amanhã para mim dá igual, né? E acho para vocês também.
Então essa é a primeira coisa. Fal, o sujeito que não não tem uma vida interior, não cultiva uma vida interior, espiritual, intelectual, o assunto da procrastinação, ele nem se aplica. Porque mais uma vez, procrastinar é empurrar para amanhã.
falou: "Olha, se você empurra para amanhã o que você não deve fazer hoje, muito bem. Agora, se você tá angustiado em não ter feito hoje ou não ter feito agora uma coisa que talvez você nem tenha que fazer, né, você tá com os os pontos da tua vida todos invertidos. Então, po lá, primeira coisa que você tem que pensar é: o que que eu tenho que fazer hoje?
Qual o que que eu tenho que fazer hoje? Que se eu morresse, né? Se eu fosse chamado, se fosse, se eu tivesse um ataque, né, um, se eu tivesse um ataque cardíaco e batesse as botas, o que que eu vou ter me arrependido se eu não tiver feito?
Esse esse é esse é o que dá assim o tom, o tonzinho da nossa conversa para saber se assunto da procrastinação ele se aplica mesmo ou se você tá só supervalorizando um negócio que fica todo mundo gravando no vídeo do YouTube para falar, né, para falar, para porque, né, falar sobre procrastinação. Procrastinação, de repente virou a coisa mais importante da vida. Não pode procrastinar.
Falei, sei lá, se eu não posso procrastinar ou calma lá, né? Tem coisa que vou deixar pra mãe, pronto, né? Agora, se eu não sei, mais uma vez, se eu não sei o que que é importante mesmo, presta atenção aqui.
Se eu não sei o que é importante ser feito hoje para que eu possa ter uma vida que seja uma vida decente ou digna, se eu morresse hoje, todo o assunto da procrastinação, ele é irrelevante pra gente. Irrelevante pra gente. Então, vamos lá.
Diante da morte hoje, diante do ataque cardíaco que você vai ter hoje, 1:06 da tarde, hora que eu estou gravando esse vídeo, o que que eu deveria mesmo ter feito? Flor que você deveria mesmo ter feito são aquelas coisas que garantem uma dimensão de eternidade pra tua existência. que você deveria mesmo ter feito hoje são aquelas coisas que garantem que você conversou com quem te ouve e com a única pessoa que tá se importando de importando de verdade por você em todo o mundo.
Em todo o mundo, provavelmente. Só quem se importa mesmo com você desde o ponto de vista mais profundo, desde ponto de vista existencial, desde ponto de vista da totalidade da tua alma, é só Deus mesmo, né? Dito de outro modo, se hoje, desde a hora que você acordou até 1:07 da tarde, né, 1 da tarde, 1:07 da tarde, você não agiu diante dele, fal: "Então, meu filho, você tá todo o assunto da da procrastinação, ele é irrelevante, né?
Que que pesa mais? 1 kg de 1 kg de chumba, 1 kg de algodão? É a mesma coisa, sei lá, qual que é a diferença, né?
Mesma coisa agora. E aí, por outro lado, se você, por outro lado, você se comprometeu em dar a dimensão real paraa tua existência, ou seja, em falar, em agir diante do observador onisciente, por outro lado, aí você vai ver que o assunto da procrastinação, ele ganha uma proporção tão ínfima na tua existência, né? Tão ínfima na tua existência, meio que você vai estar buscando outras coisas, tá buscando outras coisas.
A, em geral, quando eu vejo as pessoas falarem sobre procrastinação, a maior maioria delas, elas como se elas tivessem numa competição, né, uma competição vulgar de um programa de televisão brasileiro de sábado à tarde, onde elas entram no supermercado e têm que pegar o maior número de produtos possíveis em 2 minutos. Bobeira, sem fim, né? Em geral, esse é o tom das pessoas falaram de procrastinação.
A procrastinação, ela vai, em geral, ela tá associada no nosso tempo com a conversa sobre produtividade. Isso mata o espírito. Isso mata o espírito e vira uma doença real do espírito.
Vira uma obsessão que não tem como escapar. Vocês me viram pouco falar sobre procrastinação. Eu falo sobre procrastinação mais porque é um assunto que vocês tá sempre na ponta da língua de vocês.
Vocês estão sempre falando esse negócio de procrastinação. Sempre falando de procrastinação. Então a gente tem que botar as coisas no eixo.
Tem que botar as coisas no eixo. Então vamos lá. Vamos voltar porque eu falei aqui no início da nossa conversa.
Não faça hoje o que você pode deixar para amanhã. Não faça hoje que você pode deixar para ser feito amanhã. Depois, se você não tem uma dimensão verdadeira da eternidade da tua vida, né?
Uma dimensão verdadeira da tua vida, que ela tem uma característica da eternidade, portanto, as coisas que você faz ou deixa de fazer, elas têm que ser feitas ou deixar de ser feitas diante do observador onisciente, que é o único pro qual você deve prestar contas, pô. Você não tem que prestar conta nem pra tua mulher, nem pra tua sogra, nem pro teu vizinho, nem para teus filhos, nem paraa alta imagem que você criou acerca de si. o único jeito pro qual você presta contas é aquele mesmo que que te sustenta na existência, que é quem te observa e sabe tudo o tempo todo e que se preocupa com você o tempo todo.
Então essa essa é a coisa mais fundamental. quando o próprio quando o próprio Platão ele escreve pra gente lá no diálogo, né, no Protágoras, são os primeiros diálogos, né, eh, ele bota lá Sócrates discutindo com Protágoras, Protágoras, né, tava na bom, coloca aí o o Ariel, só para ilustrar, quando Protágoras, quando Sócrates entra lá na casa de Callias e tá aí, tava, não, o livro quando eu falei Platão diálogo, quando protágoras ele entra Entra quando o Platão entra lá, o Sócrates entra lá na casa do do Callias e tá lá o protágas, ele começa a falar, né? Era um sofista muito importante, né?
O Protágas, tá nos primeiros diálogos, né? Eh, ele ele tá discutindo com o sujeito, né? Acerca acerca de uma coisa que é fundamental.
O ser humano, ele pode ser educado ou ele não pode ser educado, né? ele deve ser educado ou não deve ser educado. Eu posso, eu consigo ou não ensinar a ordem das prioridades para as pessoas, né?
Eu consigo, é possível ou não para um educador, né? No caso o Protágoras era o sofista, vamos chamar assim, né? Cujo ofício era eh cujo ofício era desenvolver certas competências retóricas nos seus alunos.
E aí entra essa discussão. A discussão é: é possível ou não ensinar as coisas? É possível ou não ensinar a hierarquia, a ordem do melhor, do do melhor a ser feito, né?
É possível ou não fazer isso? E aí entra aqui a nossa a conversa do do do Sócrates, né? Claro, Platão relata isso pra gente, né?
nesse diálogo do Sócrates com o Protágoras, que tava na casa do Callias, com uma grande, né, com uma grande plateia, né, ali os observando. E eles começam a discutir, né, e chegam a apelar durante a sua discussão para aquele mito que vocês já conhecem, que é o mito do Prometeu e do Epimeteu. Não sei se vocês lembram desse mito, né, desse mito grego do Prometeu e o Epimeteu.
Então, cara, a história, a história é o seguinte, né? Vamos criar as coisas aqui no mundo sublunar, os titães falando, né? Vamos criar as coisas aqui no mundo sublunar.
Vamos, vamos criar aqui as criaturas. Então, Pimeteu começa a criar, né? Ele tem uma quantidade limitada, ele tem uma quantidade limitada de de potências a ser distribuídas, né?
Então, ele vai criar um bicho que é leve, mas ele põe asa para ele poder fugir, né? Para poder voar. Então, ele vai criar um bicho que tá colado na terra, mas ele põe garras, né?
Para que ele tenha força. Beleza? Então, ele tá criando um bicho, né?
que é como, mas ele rasteja com velocidade. Depois um bicho que tem que é que é muito forte, um bicho que é muito pronto, né? Que é muito leve, mas voa e tal, tal, tal.
Então quando ele termina de quando ele tá criando o homem, ele tá fazendo o homem, ele percebe que acabaram ele a as potências, vamos chamar assim, né? As potências de luta, de fuga, né? De agilidade, de de velocidade, voo, etc.
, né? Elas acabaram. Elas acabaram.
Então o Epimeteu vai falar com seu irmão, que é o Prometeu, vai falar para ele: "Olha, aconteceu isso, né? a gente precisa eh resolver, porque se esse sujeito, né, o ser humano, o homem que for entregue, né, no mundo sublunar com essas outras feras, com essa com essa estrutura aí que é mole, que não é veloz, que não é muito grande, mas também não é muito pequena para se esconder, eh não tem asa para fugir, ele não tem nadadeiras para ganhar velocidade sobre debaixo da água, ele não tem guelras para poder se manter muito tempo debaixo d' água, ele não tem escamas para proteger de golpes das garras. O ser humano é um bicho limitadíssimo, né, desde esse ponto de vista.
Então, o que que a gente vai fazer? A gente não pode entregar essa criatura assim que não vai sobreviver um único segundo. Promet o seguinte: "Calma, eu vou lá no no carro de fogo, no carro do sol e vai vou trazer eh o fogo para ele, né?
Vou trazer o fogo para ele e vou dar o fogo, o fogo como fogo mesmo, como elemento fogo, né? que permite depois a metalurgia, que permite a construção, que permite, né, eh, curtir o couro, que permite ser usado como arma, que permite, pronto, né, e fogo também como símbolo da inteligência e como símbolo da da educação, como símbolo da iluminação acerca das exposições cívicas, né? Então, esse é o mito.
Foi distribuído pro homem, foi distribuído numa certa quantidade pro ser humano também. Eh, duas virtudes cívicas, né? eh aidos, né?
E e de quê? Então, as capacidades cívicas e a justiça foi distribuído pro homem. E a discussão do Sócrates do Platão é: é possível, é possível um professor ensinar, é possível aprender, né?
Eh, portanto, é, a pergunta é, é possível ensinar pros seres humanos ã a ordem da importância dos bens ou não? E aí se desenvolve o diálogo platônico aqui, né? Eh, não tá no Protágoras dessa, tá de modo mais claro, isso tá no Protágoras.
Depois um dia a gente pode conversar sobre o Protágoras, né, com mais eh com com mais profundidade, né, com maior profundidade, mas é lá que tá essa história. E a história ilustra muito pra gente de modo profundo e muito localizado esse assunto, que é o assunto que vocês chamam de procrastinação o tempo todo, sem nem saber o que vocês estão falando, né? Eh, procrastinária, procrastinação, né?
Tem um tem um assunto, tem um tem um tem um termo que aparece aí no diálogo, no protagono, que é o texto chamado acrasia, né? Arasia é uma, então tá lá no protagon tem uma discussão que é o seguinte, que é meio que vocês ficam falando o tempo todo, né? E é onde a gente tá, que a gente tá discutindo aqui sobre a procrastinação, que é o seguinte sentido.
Falou: "Olha, eh, ele falou: "Olha, mas é que às vezes a pessoa sabe o que é o melhor, mas ela não faz o que ela melhor porque ela tem paixões desordenadas, né? Isso, isso seria o movimento da acrasia. A pessoa até sabe o que é o melhor a fazer, mas ela não faz por porque ela é preguiçosa, né?
Porque ela tem uma fraqueza. tem uma fraqueza. E aqui eu queria fazer pra gente a nossa distinção.
Pode tirar, por gentileza o livrinho. Olha, obrigado. Eu queria tirar e botar para vocês num triângulo para vocês entenderem isso bem, tá?
Para vocês entenderem isso melhor. Então aqui você tem um problema que é o problema da ignorância, né? Tem um problema que é o problema eh da tem um problema que é o problema da ignorância, né?
tem um problema que é o problema da fraqueza, vamos chamar acrasia. E tem o problema real, né, que é o problema da má vontade. É isso que a gente tem que lutar com eh com toda a nossa alma, com todo o nosso espírito, né?
É contra isso, é contra a má vontade que a gente tem que lutar contra todo, com toda a alma, com todo o nosso espírito. É contra esse problema da má vontade ou que a gente chama de malícia. É isso aqui que não pode ter.
Ah a a Olha só, atenção, a a procrastinação, meu filho, sei lá, né? Isso é um outro problema. Isso a gente conserta de outro modo, né?
Agora, o problema moral real é esse aqui, ó. É esse essa ponta do tripé que é uma vontade ou malícia. Porque o passo que é ignorância.
AGN o seguinte, você não faz alguma coisa, você não sabia que você tinha que fazer, você não sabia que aquele era o melhor, né? Então não fui na reunião porque eu não sabia que tinha reunião. Falou: "Atenção, isso não é procrastinar, concorda?
Isso não é procrastinar". Não fui na reunião porque eu não sabia que tinha reunião. Como é que Não, então não fui.
Então não tô procrastinando. Então esse aqui é o primeiro ponto. Seria o primeiro problema, que é o problema da ignorância.
Falar: "Convém a gente não ser ignorante, né? Convém a gente sempre estar informado, né? Para quê?
Pra gente poder percrutar o que que é o melhor, o que que é o bem naquela ocasião. Concorda comigo ou não? Pronto.
Depois eu posso deixar de fazer alguma coisa porque eu sou fraco, né? Eu não me planejei. Eu deix fiquei fazendo outras coisas, fiquei vindo outras coisas, então não me planejei, né?
Não priorizei. E aí, merda, não fui na reunião, né? Atrasei pra reunião, né?
Não, não me planejei não. Pronto, deu deu deu problema ali, né? Pronto.
Então, isso é a fraqueza. A gente pode chamar isso da própria propriamente da acrasia. Ou seja, eh, eu até sabia o que que era o melhor para ser feito, mas porque eu, né, tenho certas fraquezas ainda.
Eh, exatamente. Me faltam recursos interiores e a gente vai precisar desenvolver esses recursos interiores porque realmente os erros por fraqueza, eles têm que ser de algum modo resolvidos no arco de uma vida. A gente tem um arco de uma vida para resolver isso aí, né?
Um depois do outro, um depois do outro, um depois do outro, né? Eh, agora o que tem que resolver hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, que isso não pode, eh, isso não pode ser resolvido amanhã ou depois, esse é o problema. Esse é o problema.
Isso afeta o espírito. É a má vontade, meu filho. A má vontade ou a malícia, né?
Então, a malícia ela tem, a malícia aqui, ó, ela tem 3 graus. Ela tem três graus. Tem três tipos de malícia, melhor dizendo, né?
Você tem um tipo de malícia, né, que é propriamente aquilo que a gente chama de malevolência, que é uma hostilidade. Isso é coisa de filho da Isso é coisa de canalha. É o jeito que sabe o que que é o bem.
E não é que ele não alcança o bem porque ele é fraco ou porque ele é impontual, que ele tem recur Não, não. Ele não alcança o bem porque ele é um filho da Ele não quer esse bem para ele nem para ninguém. Isso é o demônio, né?
A malevolência ou a hostilidade, elas são movimentos, elas são movimentos de fato que são doenças espirituais muito profundas. Ao passo que a procrastinação não é doença espiritual. A procrastinação, ela é uma bostinha aí que só revela o teu tamanho.
A gente tem paixão, a gente é feito disso e a gente tem uma vida inteira para tentar se ordenar, né? Aí você tanto mais vai conseguir não procrastinar ou não não ou, né? Conforme mais competência, mais aretê, né?
Mais virtude você tiver. Isso a gente tem uma vida inteira para conquistar e tem coisa que a gente não vai conquistar. Atenção, agora agora a má vontade ou a malícia aí é uma dança espiritual profunda, né?
Então veja, nós temos aqui um um tripé, ignorância, né? Fraque acrasia, fraqueza ou má vontade. A ignorância, meu filho, é isso.
Ignorou, não tem culpa. Agora, a fraqueza é assim, ó. tem culpa no sentido de que você é fraco.
Então você tem que tentar ser menos fraco a cada dia. Beleza? Agora a vontade é a malícia.
Não, você tua tu espírito está corrompido, teus você sabe o que que é o melhor, você sabe o que que é o bem, você joga contra. Você joga contra. Então a malevolência e hostilidade é jogar contra o outro, né?
É prejudicar, impedir, sabotar, né? Isso não é procrastinação. Você tá entendendo que é mais ou menos a mesma coisa.
Você estamos privando a nós mesmos ou a outros de bens por ignorança, por fraqueza, que seria onde tá a procrastinação aí, ou por malíssima vontade. Você sabe qual que é o melhor pro outro, mas por malícia, por hostilidade, você sabota, você prejudica, você impede, você, né? Isso não pode ter.
Isso é uma alma contaminada. Você tem que investigar a quantidade malícia que você tem na sua alma, né? Em geral, a gente dá o nome disso aqui de inveja, né?
Ou seja, a inveja é o motor da malícia contra o outro, a da malevolência. A inveja é o motor da hostilidade contra o outro, né? E há exercícios também para que a gente possa resolver essa corrupção profunda do espírito.
Pessoas invejosas são de fato a maior miséria da humanidade, porque já não basta, né? Já não basta a nossa própria estrutura, a nossa própria estrutura eh material que vai fazer com que a gente morra. Já não basta as interpéries do ambiente, já não basta as situações socioeconômicas, já não basta uma, ainda tem gente do sangue, né, que tem a mesma carne que eu jogando contra.
Ah, que pariu, é só o que faltava, né? Então assim, e você que não seja um deles, é melhor padecer do que fazer os outros padecerem, né, por malevolência, né, ou por inveja. Então isso é terrível mesmo.
Depois tem uma outra que é que é ex essa é são é omissão mesmo, né, assim, isso aqui é a malevolência. eh, ativo, né, uma força ativa. Depois tem a outra, né, que é a má vontade.
A gente chama de má vontade, tecnicamente, né, má vontade recusante. Isso é aí é coisa do sujeito que sabe qual é o bem, mas por omissão. São os omissos, né?
Por omissão, não é? Não é por uma fraqueza, não. Não.
O seito sabe, ele sabe que aquilo é o melhor, mas ele é, ele é ativa, ele é ele é omisso mesmo. Ele quer ser omisso, ele quer tirar o corpo fora, né? Ele quer tirar o corpo fora, né?
Tira o corpo fora e deixa de cooperar com o que é devido. Ele deixa de cumprir o dever, o pacto, a promessa, né? Deixa de cumprir, ou seja, aquela aquilo que a gente falava lá em cima, né?
Que é a de que foi um dos bens, né? transmitidos paraa humanidade pelo Prometeu, quando ele vai lá no carro de fogo pegar a tocha e pegar uma quantidade de bens cívicos para distribuir. Então é um mito grego contando pra gente, né?
Mas que ilustra muito. Então, a vontade recusante, ela é uma corrupção do espírito grave. Ela faz com que você se torne uma pessoa de fato e as corrompida, tipo demônio, se você quiser botar, né?
Demônio. Não, a procrastinação não é um desânimo geral. A procrastinação é um sujeito desorganizado, sujeito enrolão, sujeito que isso é a procrastinação, né, diferente.
A procrastinação é um sujeito que é enrolado, ele é desorganizado, ele ele prefere ficar vendo coisa no WhatsApp, no Rios, do que ler um livro, do que lavar louça, né, do que entregar o trabalho. É um sujeito fraco, pô. Você entende que é ruim você ser um sujeito fraco?
É ruim conver com gente fraca, é ruim, mas a gente aguenta, né? A gente aguenta e tenta ajudar. É isso.
Aqui na empresa, por exemplo, tem ignorante, tem gente fraca, tem gente boa vontade, tem gente má vontade, tem gente boa. Os ignorantes você tenta instruir. Pronto, o ignorante problema é meu, que não instruir.
O fraco, o problema é dele. Mas a gente tenta, né, ajudar, tenta deixar as coisas mais claras, tenta, né, fazer os jeitos melhorarem, tenta, mas isso aí tem que conver vontade tem que dar um pé, tirar um chute no cu e mandar embora no dia seguinte, porque esse jeito de má vontade não dá. Gente que age com malevolência, com uma vontade recusante, né, que deixa de fazer uma coisa porque quer que se Esse dia tem que ir embora no mesmo dia.
Isso em empresa a gente consegue, em família a gente não consegue fazer isso. Família a gente tem que conviver inclusive com esse filho da que tem mais vontade. Agora você convive a distância, não é isso?
Você convive a distância, vai ficar botando para dentro de casa famíliar que é invejoso, familiar que tem uma vontade recusante. Eles vão te, eles vão tua vida dos outros, da tua do teu filho e tudo mais, né? Tua má vontade recusante, ela é grave, porque assim, é uma omissão, é uma omissão dolosa.
O cara quis ser omisso. Isso é uma vontade recusante, hein? Tá ou não?
Beleza, né? Tá. Não, ô tio Ronan, não é fácil, a gente sofre principalmente quando há um diagnóstico.
Mas eu não tô falando pra gente que tem doença. Ô, ô, ô, ô, Ronan, se fosse doença no meu consultório que você tem que vir, tem que ir lá na clínica, a gente vai te medicar, vai te dar remédio. Aqui eu tô falando paraas pessoas que não tem uma disfunção orgânica, mas parece óbvio, hein?
Ag, toda vez que eu tiver que entrar aqui, eu tiver que botar um disclema em caso de em caso de bebedeira, não dirija. Fala, eu tô ferrado, né? Cada cada duas frases que eu tiver que falar, ó, isso aqui serve pra pessoa que não tem um diagnóstico psicótico, não tem um diagnóstico um transtorno deixum da psiquiatria.
Eu tô liquidado, né? Eu tô falando isso aqui para pessoas que não tem uma doença psiquiátrica. Hã, agora se tem uma doença psiquiátrica, meu filho, o teu caso é outro.
Teu caso é remédio, velho. Tem de acompanhamento médico. Foi, foi que eu fiz 10 anos na vida.
10 anos na vida. Todos os dias na vida tava atendendo gente com diagnóstico psiquiátrico. Agora aqui eu tô no YouTube, eu não estou no meu consultório.
Não é tão difícil entender, p pessoal, pelo amor de Deus, hein? Né? E tem ainda a má vontade, que é uma vontade terrível também.
Eh, a gente chama de a gente pode chamar isso aqui em português de de uma vontade autodefensiva, né? né? É um autoengano moral, beleza?
Um autoengano moral, né? Um autoengano moral. Quer dizer, gente produz desculpas para fugir do dever.
Talvez seja que você, se você tiver o diagnóstico, Ronan, tudo bem. Mas tem gente que se esconde atrás de diagnósticos muito, né? Não, não foi, sabe?
Não é o teu caso, mas tem gente, isso eu já vi, né? Uma coisa é isso. Eu se de fato ou de fato eu tenho uma doença.
Outras não, veja bem, né? Veja bem. Então, né?
Eu tô produz desculpa que dispensa do dever. Essas desculpas elas podem ser de vários tipos. Vários tipos, né?
Ah, mas é aqui, mas é aqui. Tem uma coisa que eu ensino, sempre ensinei isso. Aprendi, tento fazer, ensino para quem tá mais próximo, ensino para meus filhos e vou ensinar para vocês agora.
Existe uma expressão chamada Mas é que tã. Mas é aqui, cara. Começou com mais aqui.
Eu eu eu já ligo assim o eu já ligo assim o para-rasa porque vai vir merda. Mas é aqui também, né? Mas é aqui também.
Mas é aqui também. Olha da onde vi. Mas é aqui também olha.
Olha a minha cara. Mas aqui também olha a minha cor. Mas aqui também olha onde eu estudei.
Mas aqui também olha os meus pais que eu tiveram. Mas aqui tá me a meu amigo, isso é isso é uma vontade autodefensiva, meu caro. Vamos partir do princípio assim, você é o você é o herdeiro do príncipe, você é o herdeiro do trono de Winsor, né?
Você é o príncipe é da Inglaterra, do mundo. Não, então a gente sempre pode brincar de de tá mais que o outro, né? Sempre pode brincar, tá mais que o outro.
Tá, mas é que também eu sou um brasileiro que nasci em Vila Isabel. F, se eu começar por aí, meu amigo, né? começa complicado.
Tem você cara que tem um Brasil que nós sempre Isabel. Agora vamos embora, né? Vamos chegar onde dá.
Vamos fazer o que dá para fazer. Entende o que eu tô querendo dizer ou não? Muita, muita o vitimismo do nosso tempo, sobretudo esses vitimismo de minoria, a maioria deles, com raras exceções, são uma vontade autodefensiva.
Isso é corrupção do espírito grave, grave, né? É muito grave. Então esse sujeito assim, ó, de fato, eles têm uma corrupção do espírito demoníaca, porque claro que a gente pode eh a gente pode reclamar ou a gente pode ser afastado bem por ignorância, como eu já falei, é o primeiro caso, você não tem nem o que fazer.
Eh, por fraqueza tem o que fazer, mas vai demorar. Ou por má vontade. A má vontade ela tem três caras.
Ou é uma má vontade, né? é uma malícia, é uma uma vontade de hostilidade, ou seja, uma coisa que você você subtrai ativamente o bem de uma outra pessoa, ou é uma vontade eh recusante, é um você ativamente você não faz algo para o outro se dar mal, ou é uma vontade autodefensiva, né? Você inventa desculpas, são desculpas, né?
É um autoengano moral, né? Aí já não tem a ver com fraqueza. É ativamente você está corrompendo a ordem do real.
para preservar a própria imagem, né, eh, ou o próprio conforto às custas do real, as custas da realidade, né? Então, tem uma meia dúzia de critérios morais que você vai ter que ter para você, que são muito importantes. Olha, meu filho, né?
Eh, por exemplo, essa excelente, Marcelo, mas a uma vontade é consciente, ser é outra coisa. Essa coisa do consciente e inconsciente, isso é um baita do autoengano. Você não sabe o que é consciente ou inconsciente, meu filho.
Você nem sabe se essa existe. Isso é uma isso é uma uma teoria. O inconsciente é uma teoria.
Ah, mas é que eu tenho movimentos inconscientes. Você não sabe. Para com isso.
Ah, mas é que as coisas aconteceram nos meus antepassados e eu tenho isso. Porque meus antepassados Calma lá, você não sabe, você não sabe se essas coisas são transmissíveis. Você está inventando isso.
Você quer acreditar numa coisa que é só uma teoria. Você quer acreditar numa coisa que é só uma teoria para você poder justificar os teus desvios de moralidade. Essa é a realidade da história.
Você não sabe como, como você não sabe como que essas coisas atraços dos meus pais são passados para mim, né? Calma lá. Isso isso aí só é bom.
Isso só é bom se for para te fazer bem. Se for para te ajudar a melhorar. Se for para você poder se esconder atrás uma imagem que você tá criando acerca de si com a origem que ela tiver, ela pode ser uma uma auto imagem que você criou acerca de si porque ela foi herdada de antepassados, porque ela foi herdada da circunstância socioambiental, porque ela foi herdada por f, né?
Tá? Então é preciso ter uma quantidade de, é preciso ter uma quantidade de valentia, né? É preciso ter uma quantidade de de disposição pro bem, né?
que, né, eh, para vencer isso aí tudo, senão você não vai conseguir. Pô, dá para entender o que eu tô querendo dizer ou não, né? Dá para entender o que eu quero dizer ou senão?
E é claro que para cada uma dessa eh para cada uma dessas desses aspectos, ó, a ignorância, é claro que ela vai te trazer prejuízo e aí tem exercício para você deixar de ser ignorante, né? A fraqueza ou acrasia, ela tem que ser vencida e tem exercícios muito concretos para você deixar de ser acrásico, para deixar de ser fraco, né? A má vontade ela precisa ser vencida.
Você tem que querer vencer a má vontade. E a má vontade tem três aspectos. Inveja, há exercícios de tô falando tudo isso aqui de autoterapia.
Estudo você consegue fazer se você for guiado. Eu vou ensinar para vocês a fazer isso tudo a partir dia 13 de janeiro. Maior movimento de alterapia do Brasil, do mundo.
Comecei isso lá atrás, 2018 no GW. Qual era, qual que era o assunto do GW? Trabalha e si você já for ench saco.
Não era matar o vitimismo, né? Ninguém te deve nada. Não era isso?
Já era a base da autoterapia em massa, né? Aterapia em massa. 200.
000 1 pessoas ali vão retomar isso tudo com muita energia a partir de 13 de janeiro, 2026 é esse ano, né? Então aqui aqui o que eu tô descrevendo para vocês hoje que tem o grande tema de procrastinação na cabeça da massa, não é? A procrastinação, ela é um aspecto, ela é um aspecto desta paralisia diante do bem, desta tentativa de subtração do bem dos outros.
Dá para entender isso aí ou não? Tá? Dá para entender?
Então, quando a gente fala de procrastinação, fala procrastinação é um g de guarda-chuva que hoje em dia significa nada, como eu já falei lá no início aqui da nossa conversa. Só que eles tem três aspectos mesmo, que é você não fazer o bem por ignorança, ou por fraqueza ou por má vontade. A má vontade também tem três caras.
A má vontade, ela pode ser de fato malevolência, hostilidade, não é isso? Pode ser uma má vontade eh recusante, só aquela aquela omissão dolosa. E pode ser a má vontade autodefensiva.
Essa é grave até a medula. A má vontade autodefensiva é grave até a medula. Isso aqui eu vou precisar arrancar feito um furúnculo.
Vou ter que ir lá no carnegão, né, com uma pinça em brasa, achar o nervo desta merda, achar o núcleo desta merda e arrancar. E você vai precisar se deixar eh vai precisar se deixar curar, né? Vai precisar se deixar curar.
É o que eu mais desejaria, que eu eu queria ir embora desse meu tempo aqui nesse nesse mundo, tendo feito alguma coisa. Essa é uma das coisas que eu gostaria de fazer. Fal ajudar você essa merda que esse autoengano, essa coisa que vai se criando acerca de mas é por, mas é por, mas é porque mas é aqui, mas é aqui, né?
E eu consigo te ajudar, Falei, eu trabalho com isso. Aliás, esse é o meu trabalho, né? E consigo fazer isso em massa e à distância, né?
Agora você vai precisar se submeter, tem jeito, vai precisar querer. Primeiro lugar, né? Tô abrindo uma porta para vocês que é uma porta, fácil de entrar para caceta, né?
Se lá no 13 de janeiro, a gente vai começar o o Doenças do Espírito para resolver essas porras tod resolver isso tudo de modo prático, né? De modo prático aqui eu tô ilustrando, tô indicando, tô educando, né? Tá bom, né?
E aí você entra lá 13 de janeiro, pronto, se inscreve aí, bota o QR code na tela, por favor, produção, e depois o o link também no chat, se tiver, né? E aí a gente a gente continua, aprofunda essa conversa, concretiza essa conversa. Eh, não dá para viver assim.
Isso aí é o inferno, né? É uma vida que podia ter sido e não foi, né? Uma vida que podia ter sido, não foi.
Isso seria terrível, né? Seria, seria terrível, né? Tá, então vamos embora, galera.
Se decidam, né? Esse essa é a única luta que vale a pena se alistar para lutar, né? É uma luta de conseguir responder à altura diante daquele que te criou para você ser para você ter uma vida de glória, né?
Na eternidade. Fora disso, tudo é merda. Tudo é merda.
Mas tá muito confuso o mundo mesmo. Muito confuso. Coisas que são para ser muito fáceis, muito óbvios, muito práticas.
E é a confusão, né? na confusão. Vamos embora, Vamos embora.
Vamos embora, né? Estamos aqui de novo, mais uma vez dispostos, disponíveis, né? Com com energia, com com desejo de resolver essa Vamos lá, né?
Vamos lá. Faz tua parte também. Tá aqui uma parte já estão fazendo uma parte delas já estão fazendo.
Eh, estão aqui assistindo essa todo dia. Ótimo. Agora leva isso para de cima, né?
Leva isso para diante, aprofunda. E para quem quer continuar, para quem quer aprofundar, para quem quer mais exercícios, né? Para quem quer de fato concretizar, dia 13 de janeiro a gente começa, beleza?
Se inscrevam hoje. Hoje, hoje tá aí o Qcode, tá o link aí e nos vemos amanhã. Beijo, pessoal.
Ciao. Ciao.