Flow. >> Salve salve família, bem-vindos a mais um flow. Eu sou o Igor. Hoje eu vou conversar com Flávio Augusto. E aí Flávio? Obrigado por vir aí de novo. >> Um prazer Igor. >> Longe para [ __ ] de novo. Você toda vez por você cara a gente faz essas [risadas] coisas. >> Tem o Breno Maic também. Obrigado por vir aí de novo, cara. Joia também. >> Vamos falar. Bom, dois dois empreendedores [ __ ] com uma porrada de experiência, vivendo momentos parecidos, porém de certa forma distintos. escalas completamente diferentes, né? Então, >> não sei,
vamos descobrir hoje, né? Imagina, ele é modesto. [risadas] >> Bom, antes da gente começar, deixa falar para vocês, parceiros que estão comigo aqui hoje, começando por quem faz essa camisa aqui que eu estou usando, que vocês já conhecem, que é da Insider, uma Porrada de de coisas tecnológicas sobre ela, aquilo que você que eu já falei que é ela cai bem no corpo, ela desamassa, ela tem um conforto térmico diferenciado. Mas o importante aqui é falar para você que a Insider tá com uma promoção sensacional nesse mês de novembro aí, que é a Black November
da Insider. E você encontra o site inteiro com descontos. Então eu se me ouv falando bastante da camisa, mas lá tem moleton cueca, tem meia, tem roupa para Homem, para mulher, tem o que você precisar em sideridstore.com.br br com muito desconto que se você usar o cupom flow pode chegar até 50% de desconto na tua compra somando o cupon flow com o desconto que tem no site. Cara, é uma das melhores oportunidades para você garantir o a para experimentar a Insider ou para você completar o teu armário, caso você já conheça. Então, lembrando também que
compras a partir de R$ 399 você ainda ganha um brinde, tá? E vai Acabar, hein? Se eu fosse você, eu corria, porque vai acabar e quando acabar o estoque, aí você vai ficar, putz, eu devia ter garantido a minha e vacilei. Então tem o QR code aqui, tem o link na descrição, tu não vai perder tempo agora, né? Vai lá, garante a tua insider numa das melhores oportunidades do ano para conseguir a tua, tá bom? E vou te falar, hein, vai só até o dia 21, tá chegando. E se acabar o estoque antes, tu vai
ficar na saudade. Se eu Fosse, tu ia lá e encontrar inclusive os descontos que estão acontecendo no site da Insider, insiderstore.com. br. Ó, uma outra mensagem para vocês, cara, é do meu amigo, o o Thiago Negro, famoso primo rico, né? Eh, já tá rolando a primeira temporada lá do Plano Perfeito, cara, que é um programa que o que o Primo tá fazendo junto com o Bruno Perini, o Érico Rocha e o Leandro Ladeira. E eles vão, eles ficam, eles avaliam negócios de criadores de vários Tamanhos, inclusive. Eh, e já tá valendo a primeira temporada. Por
que que é plano perfeito? Porque a ideia é pegar o que já está sendo feito e bolar um plano perfeito para aquilo ali funcionar numa escala maior e fazer dinheiro de verdade. Então, ó, quem já passou por lá nessa primeira temporada, o Tecar, o Netão Bombif e o Sérgio Sacani já passaram lá pelo plano perfeito e já tá disponível. vai lá assistir, não perde essa oportunidade também, porque você Vai aprender, ó, após você tá aqui no Flow hoje para ouvir esse papo aqui, porque você quer melhorar, você quer aprender mais sobre negócio e como ser
um executivo melhor, talvez e lá no plano perfeito vai te ajudar com certeza. Tem o QR code aí, tem o link na descrição também. E se você quiser escalar, vender mais, dominar a internet, você precisa assistir, tá bom? Então entra lá, o link tá aqui, tem o QR code também. E vai lá, se quiser mandar Mensagem pra gente, fica à vontade. Jão vai escolher aí os cinco eh live pics mais legais que chegarem aí. Vai que fica faltando falar de alguma coisa aqui. Eu se tenho uma dúvida específica. O Qcode tá aí, manda uma mensagem
lá que a gente vai ouvir aqui no final do programa. Bom, e aí a gente tava falando aqui que vocês, eu tava falando aqui, na verdade, que vocês estão mais ou menos, são empresários, são empreendedores, sucesso, com uma história longa e tudo Mais, histórias distintas, mas já vem de muito tempo, estão eh agora em um patamar invejável, dá para dizer. Eh, mas eu aposto que ainda enfrentam desafios dentro das coisas que vocês estão fazendo, >> né? Eh, nesse sentido, qual é o desafio que empresas e pessoas, personalidades de certa forma já consolidadas que já tão,
se a gente for falar assim bem claramente, Se parar hoje, dá para vocês ficarem em casa tranquilão, coçando saco. >> Mas o problema, o problema de parar hoje eu parei, né? Eu aposentei, fiquei oito meses parado. >> Cara, é o propósito. É, eu acho que eu tenho mais do que um tesão, eh, eu preciso resolver o problema, preciso fazer algo, entendeu? E eu até gravei um vídeo esses dias falando que foram os piores oito meses da minha vida. Foi bom que eu arrumei minha saúde, emagreci Para caramba nesses oito meses, entrei em foma, consegui ficar.
>> Quantos anos você perdeu? >> Tava com 100 e quase 40. >> Tu conheceu, quando tu conheceu o Bran, ele era rolicinho careca. Não, ele não. A gente tem uma amizade virtual dia. >> É, não é que você não vai lembrar, mas a gente se encontrou lá no prédio do Abril também. >> É mesmo >> muito. Mas eu era rolíço e careca. [risadas] Muitos anos. Não, eu era muito diferente. >> É que eu compro skins a cada 10 anos assim, entendeu? Eu vou trocando, eu vou fazendo DLC, sabe? Não, era muito zoado, muito zoado, porque
naquela época eu atendia muito abril >> com fazia aplicativo para ele e tal. Entendi. >> Na época que Manuel Lemos também tava lá ainda e a gente se encontrou na época da logo quando abriu a educação, tava indo Pro prédio. >> Interessante. Muita lá no lá no jantar lá no almoço, lá no 23º andar lá era 23º, não era? Lá em cima. >> Lá em cima, >> lá em cimão, lá no prédio, tal, deixou um restaurante. >> Faz tem 12 anos já. Isso, >> [ __ ] >> É 12 anos. >> Então, e o o
Breno Mazi nessa época aí ele era outra pessoa. Por exemplo, hoje >> hoje o mamilo do Breno é aqui, pô. [risadas] >> É na barriga. Que isso? Não, eu fiz Ah, daí é fodando. Tá modificado, né? >> Não, total, total. Não, assim, ó, cara, foi DLC de cabelo. Daí eu emagreci para caramba. Eu fiz uma bariátrica há muito tempo atrás e tinha engordei de novo. Pô, a minha história é maluca. Basicamente é o que depois quando sai meu livro, né, a vida não tem atalho, daí eu vou contar tudo isso. Porque, Cara, eu só me
ferrei. Eu era, eu cheguei a pesar 140 e poucos kilos quando era moleque. >> É. Não, e era moleque, 21 anos, 21 para 22. Daí eu fiz a minha bariátrica com 23, emagreci super. Daí nesse momento que eu emagreci foi legal que eu comecei a fazer minhas empresas dar certo, funcionar, crescer, porque autoestima, muda tudo. >> Aham. >> Trabalhei para caramba, daí comecei a Engordar de novo, cheguei a pesar 126 kg e daí há dois anos atrás, quase três, vai. Daí eu decidi falei: "Pô, eu tenho três filhas, né? É, quero casar elas também, quero,
né?" quer importante, tá? Tá vivo. Daí deu estalo, falei: "Não, pô, vou agora, vou fechar a boca mesmo. Cuidei, emagreci super, agora tô mega ativo da vezes e assist todo dia." >> Já tá correndo 5 km em 30 minutos que qualquer [risadas] idiota faz isso. Segundo um filósofo, né? >> Segundo um filósofo. >> Segundo um filósofo Igor, né, cara? >> Mas detalhe, a quanto que você fez mesmo? >> Como assim? >> Os 30 só foi 5 km. Você conseguiu fazer em 30? >> 32 minutos e 53 segundos, que na margem de erro é meia hora.
Er, tá certo? É, mas que bom que que bom que não qualquer idiota que consegue, [risadas] né? >> É, não, os caras no chat tá enchendo Saco lá. Não fez em meia hora, não tem que blá blá blá. Mas para mim tá feito. E vamos ver o que acontece daqui pra frente com a próxima doideira que eu vou inventar aí. Mas [ __ ] você desviou completamente. Quais são os principais desafios que pessoas de sucesso com empresas já estabelecidas, com um perfil grande que já são reconhecidos pelo que fazem o [ __ ] enfrentam hoje
em dia? Porque a princípio vocês têm todas as, o Flávio Augusto e o Breno Masi, só o nome Já abre uma mão de porta. É que nem todo nem todo negócio, o sucesso de um negócio, ele depende do teu nome, não é? Na realidade o ideal é que não dependa do seu nome, não é? >> Ah, ajuda, claro que ajuda, né? Depois que você já conquistou eh uma uma uma local de referência, você vai ter pessoas querendo trabalhar com você. Antes era mais difícil contratar, não é? É mais fácil é ter crédito, é mais fácil
as pessoas acreditarem naquilo que você Fala. Você pode est falando uma bobagem, o cara vai pelo menos prestar atenção na bobagem que você tá falando, >> não é? Claro, isso ajuda, mas isso não determina, entendeu, Igor? Porque o dia a dia de uma empresa não depende só eh dessa credibilidade ou dessa do dessa fama, digamos assim, na hora do vamos ver, na hora do jogo, o jogador pode ter nome, mas se ele não jogar bola, não fizer gol, não adianta. Então o mundo dos negócios não tem nada garantido, Sabe? É o campo de batalha diferente.
Uma coisa assim é o histórico, o passado e futuro. >> Exato. E e o que eu mais gosto é o desafio constante. Igual você falou que a gente tá no mesmo mercado, eu inventei de montar um negócio de educação esse ano, abri um, falei: "Pô, vou montar, cara, completamente diferente do que eu já tinha feito. Já tinha feito play kids, educação, kids, completamente diferente. Na hora que eu falei assim: "Ah, vou tentar fazer algo para executivo, cara, muda o jogo. desce no chão de novo, vai apertar a porca, vai entender, faz a parte detalhada. Fiz
o meu evento lá, era minuto a minuto que eu queria controlar. O game é diferente. Óbvio que abre portas, tem uns contatos igual o evento. Peguei, te convidei. Se não fosse o Breno, certamente não conseguiria. Você tem umas facilidades, mas o desafio começa do zero. O que a gente tem de vantagem, sem dúvida Nenhuma, é, cara, a gente já fez. >> Aham. Experiência para [ __ ] O Flávio da última vez me contou aqui como ele mudou o negócio do cara num almoço que ele falou pro cara, cara, vai revelar tua contabilidade >> Exato. >>
Entendeu? E muda a vida. >> É o que você tava falando também. Eh, que trabalha, não é? >> Tá. Eh, mas não precisa trabalhar. O que que é precisar trabalhar? É o quê? Precisar ganhar algum dinheiro para pagar as contas. Então, nesse conceito, eu não preciso trabalhar e nem minhas próximas 10 gerações precisam trabalhar. >> Agora, no conceito você se sentir útil, no conceito você ter uma uma clareza sobre o significado da sua vida, aí eu preciso também. >> Uhum. >> Porque tá cheio de gente que tem dinheiro na conta, rico para caramba, mas tá
vivendo a base de antidepressivo, Porque o cara perdeu o senso de significado na vida dele. >> E outra coisa, ah, não vai viajar. Ah, tá bom, viajei uma semana. E na outra não viaja mais, tá bom? Viajei mais uma semana, tá bom? Viaja um mês, tá bom? Viajei um mês, cara. Uma hora enche o saco. >> Exato. >> Você tem que produzir, né? O homem gosta de produzir, o homem, a mulher produtiva, ele quer realizar, ele quer Produzir. E produzir não é só ganhar dinheiro. Produzir é você se sentir útil, >> não é? Eu entendo,
Breno. Breno disse que ficou 9 meses aposentado. >> Não é? Eu eu consegui ficar dois meses [risadas] quando eu vendi a WSAP em 2013 por 500 milhões de dólares. Falei: "Cara, agora vou dar um tempo, vou fazer um sabático". Dois meses depois eu comprei o Orlando City, >> comprei o clube futebol, >> entendeu? Problema pequeno, >> você entendeu? >> Não, com plano de fazer estádio ainda, né? Ah, vou vou fazer estádio, >> contratar as estrelas ainda, né? É, contratamos o Kaká. Exatamente. Enfim. Porque o que nos realiza é realizar. >> O que realmente nos dá
um sentimento gostoso de viver, >> de é estar junto com as pessoas que a gente ama e realizar coisas que são úteis pra humanidade. >> É muito legal. >> Mas ó, tem um fal não que ia falar é é o geral impacto igual. Quando eu cheguei aqui, a gente trocou ideia, você falou: "Pôra, cara, ó, tá dando certo, não sei o quê". Cara, para mim é isso, entendeu? Hoje em dia, quando eu tava em casa, eu olhava, falava: "Cara, tanta tanta coisa que eu fiz, capacidade, eu podia ajudar, podia conversar tudo, pô, para que eu
vou ficar trancado na piscina tomando vinho e cara, não faz sentido ainda, né? Até fica uma semana. >> Exato. É, não sei descansa duas, mas depois e no segundo mês >> é eu fic, sério, Flávio, eu fiquei desesperado. Eu acho que foi por isso que eu fiz tanto esporte. Daí eu comecei a correr no condomínio, pedalar, nadar, era tanta coisa e falava assim: "Cara, não é possível, eu preciso fazer alguma coisa, eu preciso fazer alguma coisa". Aí inventei 10 empresas ao mesmo tempo até voltar pro iFood. Mas, cara, Inventei 10 empresas, comecei a fazer, daí
algumas ficaram pelo no meio do caminho, outras deram super certo. Mas é isso. Eu acho que quem é empreendedor, que é tipo uma chama, cara, não apaga assim, você vai arrumar coisa para fazer, >> você vai arrumar. O, ô, Flávio, tu falou uma parada aí que é interessante, que tem a ver com eh que a empresa deveria, o ideal é que ela deveria funcionar independente do rosto, do teu rosto, por Exemplo, né? >> Mas existe um movimento agora que que tem a ver com internet especificamente, que é as empresas colocando nelas mesmas um rosto, né?
E esse rosto, eh, geralmente eu uso o exemplo aqui da Carla lá da Cimed, né, que ela acaba se tornando o rosto da Simed, que é um uma um ponto de ancoragem para pr pra pr audiência, não, mas pro pro público mesmo, pro consumidor se identificar com aquela marca por meio daquele rosto ali, Né? Eh, esse é um movimento, assim, vocês já estão fazendo isso há muito tempo. Esse movimento é já existia antes, a gente tá só recal chutando ele. >> Olha só, engraçado, o mercado financeiro, ele vem mudando de ideias sobre esse assunto. >>
Ah, ali na década de 80, 90, até 80 anos 2000, >> Uhum. Existia um uma um pensamento no mercado financeiro que seria negativo Um líder com uma marca muito forte, porque poderia criar uma dependência entre a empresa e a figura daquele cara. Então existia uma resistência quase preconceituosa sobre isso. A gente tinha algumas exceções no mundo. Uma delas foi o Steve Jobs e o Bill Gates naquela naquele período da >> da história. >> E muito maneira essa rivalidade, né? >> Sim. Exato. Exato. E o Bill Gate e o e o Steve Jobs chegou a ser
demitido no Negócio dele. >> Aham. >> Mas depois eles tiveram que recuar e dar o braço a torcer e trazer ele de volta. E aí ficava sempre a dúvida, caramba, a Apple depende do Steve Jobs? sempre ficava aquela a real é que todo negócio, sem exceção, depende do seu fundador até um momento. E essa dependência ela não é negativa, é o contrário. Ela é condição >> para que aquele negócio passe por uma Zona de arrebentação, digamos assim, onde é aquela zona mais crítica que a empresa pode desaparecer a qualquer momento. Então, um líder é o
que faz a diferença. Todo líder fez a diferença no seu negócio até um ponto. O que é negativo é quando depois de um determinado tempo essa dependência ela se perpetuei. Porque daí o que acontece? Esse cara morrer, esse negócio tá tá prejudicado. Então é é é um é um primeiro sucesso Para um líder fazer esse negócio acontecer. >> Uhum. Depois um segundo sucesso é ele fazer esse negócio acontecer sem a dependência dele. E a Apple conseguiu cruzar essa arrebentação. Tanto é que hoje a Apple é uma empresa trilionária em dólar, >> multitrilionária em dólar, sem
a presença do Steve Jobs, mas fica a memória do cara que foi o que o que revolucionou. Agora a gente vive um Momento diferente, porque Steve Jobs e Bill Gates é quase como se eles tivessem uma licença poética para para serem esses líderes e as outras empresas não. Agora nessa creators economy, ou seja, na economia criativa da internet, a a já é admissível que líderes com presença forte do ponto de vista público Uhum. sejam aceitos pelo mercado financeiro e que isso não seja visto como um ponto negativo. O próprio Assimed que você acabou de citar
Agora, acabou de receber um aporte do fundo soberano Singapura, quando a gente sabe que o ADB e o e a e a Carla são presenças fortes e que movimentam a a Simed. Então hoje você vê Zuckerberg, você vê o Jeff Bezos, você vê e dentre muitos outros dessa nova geração tecrou que um líder, a personificação da empresa na figura de um líder ajuda a vender. Isso não é negativo e não existe, digamos assim, mais este preconceito. Eh, agora obviamente Continua sendo importante o líder também criar esse esse esse momento onde ele institucionaliza, ele dispersonaliza o
negócio e institucionaliza o mesmo negócio. >> É que daí isso hoje em dia que faz é o papo que a gente fala assim tanto de cultura, sabe? É, o líder pega, o fundador pega, daí consegue construir uma cultura sólida dentro da empresa, onde todo mundo acaba tendo um pouco dele, refletindo aquele ele no meu nas Tomadas de decisão, tudo. Te fazer uma pergunta, Flávio, eu tenho uma teoria sobre isso. Uhum. >> Né? Não sei se faz sentido ou não posso est falando uma grande asneira aqui, mas por isso que é legal o batepo. Mas a
década de 90, né? 80, quase ninguém, 80 e 90, eh, muito dessa, desse posicionamento até dos fundos, eu lembro muito porque antiga, eu sempre fui um um moleque da internet, né? E daí quando eu comecei a montar as minhas empresas Aconteceu isso, o fundo chegou pra gente fazer a venda e falou: "Puta, Breno, você tem que sumir, não sei o quê, você não pode". Tanto é que eu fiquei no iato, no começo do Twitter, era um dos caras que mais tinha seguidor no Twitter. Eu meio que fiquei no iato depois do que eu desbloquei o
iPhone, porque era isso, eu precisava criar o nome da minha empresa, né? A Fingertips não podia depender 100% do Breno, a outra empresa não podia depender 100% do Breno. >> Não tem mais a ver com o canal antigamente, que antigamente o que que acontecia? A partir do momento que a gente ficasse famoso e a gente tivesse muito espaço na Globo, no SBT, na Veja, na Exame, ainda as empresas não iam ficar fazendo tão pay media mídia. Hoje não. Hoje é como a gente tem tantos canais abertos, criou comunicação direta. Então é importante hoje você ter
aquela voz, aquele rosto, a Identificação. Hoje mudou completamente a relação. Então era muito mais uma forma deles se protegerem. É que é que pulverizou. que quando você tava só e você falou década de 80 pra galera que que é mais jovem não vai lembrar como é, mas praticamente uma matéria no Fantástico ou uma capa na Veja elegia um presidente ou derrubava um presidente, entendeu? Hoje em dia já não é assim, porque hoje em dia a internet ela pulverizou, todo mundo tem a sua Emissora, né, de televisão na sua próprio, na sua própria mão. E essa
pulverização também torna o risco da dependência de uma figura menor. >> Menor. Exato. Então hoje não fazer, não ter essa figura é tipo assim, cara, você tá deixando dinheiro na mesa, >> você tá louco, não, bora fazer, tem que pegar, cria sua identidade, se conecta com o público e daí você pega até as grandes empresas brasileiras começaram a Fazer essa virada, >> fazendo. OP faz Andr Esteves do BTG, a Cristina Junqueira do do Bank. Todo mundo tá se posicionando na internet, porque todo mundo já entendeu que isso é uma uma um ativo, >> não é
mais um passivo. >> Exato. >> É um ativo. >> É um ativo e que não só humaniza, como você consegue ter o canal direto. Você tem a fidelização, você tem a frequência E você consegue muitas vezes passar a mensagem que eu aposto com Flávio também já aconteceu. Várias vezes a gente sentava, dava uma entrevista, alguma coisa, a Red Line não tinha nada a ver com o que a gente tinha falado. >> Isso é muito comum. E daí você vai olhar falar assim, cara, não, calma aí, vem, volta aqui. >> Como será que tá thumbnail do
episódio de hoje? [risadas] Mais ou menos isso. >> A tamb do último eu pedi para trocar. >> Ah, é? >> Como que tava? >> Eu não sei como é que tá, mas os cara faz, eles vão fazer de um jeito que vai chamar muita atenção. >> Muita atenção. Eles são bons. Eles são bons. É por isso. >> Mas aí agora vamos para aquela parte da consultoria pública que é a seguinte, ó. >> O meu negócio ele é isso aqui que a gente tá fazendo agora, né? E é claro Que tem outras coisas e tal, mas
o meu principal negócios sou eu. >> Eu sou o meu principal produto, >> né? >> Eh, no meu caso, isso tudo que a gente tá que a gente falou até agora é mais acentuado. Por quê? No caso da Simed, eles vão vender produto farmacêutico. No caso de, sei lá, do do da Apple, do Chip Jobs, ele vai vender aparelho, iPhone, isso aqui no meu sou eu falando com os outros, >> né? Então aqui eu tenho um eh o máximo de bom de um lado e e nada do outro, que é eh a galera me me
conhece, a galera respeita eh os caras vem até a zona leste fazer uns episódios aqui comigo que é longée. >> E mas eu sinto também que eu vou ter muita dificuldade em ficar velho. Vamos dizer que eu fique velho fazendo isso aqui, tá bom? Se a gente for pensar naquela, naquilo que você falou, uma empresa é feita para ser Herdada, blá blá, vamos dizer que eu escolho ser herdado, >> que que, né? Eh, eu, eu suponho que eu terei muita dificuldade para ficar para treinar um outro cara para fazer que nem eu, manja? >> É
que esse não é o teu produto, cara. >> Exato. >> Ah, então, então tá bom. É só comprar produto. Então, >> produto. Você talvez não tenha um produto. >> Exato. Uhum. >> Entendeu? Isso é apenas um canal de aquisição. Você é um canal de aquisição. Você é um canal de mídia, >> não é? Então tô tô olhando errado >> isso. Se você tá olhando que você é o produto, você está olhando errado. >> Olhando errado. Lembra quando eu falo de ecossistema, tem que criar o ecosistema, tudo. Eh, teve ideia hoje é fácil falar, né, e
criticar, como a gente tem várias conversas fatas fechadas, né, no flow. Mas existem duas coisas que alguns empresários cometem, que é muitos deles querem fazer escala qualquer custo e de vez em quando eles fazem escala, que eu chamo por leque, eles começam a abrir várias frentes e param de dar atenção no cor, no produto, né? A teoria principal, que é o que um pouquinho o que aconteceu com o Flow. Aqui você tem que entender que você tem um negócio gigantesco que é entrada pro seu ecossistema. O que que você vai amarrar embaixo? aonde vai te
Dar monetização, frequência, assinatura, onde você vai ter um club exclusivo, onde você vai ter experiência. Dá para você montar um conjunto todo e usar esse canal de aquisição como o que é o melhor coisa hoje em dia que custo de usuário cque, né? E e tá cada vez mais caro. Hoje você tem uma, parando para pensar, qualquer empresário adoraria. Imagina você começar uma empresa com 2.4 milhões hoje de clientes, você tem 2.4 milhões de assinantes ali. Você tem hoje Qualquer a nossa live deve ter agora o quê? Umas 10, 12, 14, 20.000 pessoas assistindo. Então
assim, você tem cliente, você tem atenção. O que você tem que agora pensar é estruturar produtos em volta que criem esse ecossistema onde você consiga ter maior frequência, maior monetização, melhorar que não dependam necessariamente de você. Ainda assim, ainda assim, eh, mesmo que eu construa tudo isso daí, a partir do momento na minha cabeça, tá, a Partir do momento, vamos dizer que eu fique doente e eu pare de fazer o flow um tempão. >> Uhum. >> Fodeu. De qualquer jeito, qualquer produto desse que eu crie embaixo de mim, eu ia precisar mesmo de alguém para
fazer o flow no meu lugar. Não ia? Depende. Depende. Minha visão é que não necessariamente. A gente acha que é isso hoje. Por quê? Porque você está nessa Cadeira aqui sentado tudo. Se acontece alguma fatalidade, acho que não. Não acabava o flow. Minha opinião, porque você tem uma cultura hoje aqui dentro forte. O Jeanzão ia poder sentar na mesa, ele não ia fazer igual, ia dar um bac, o pessoal ia falar, tem um ecossistema em volta. Você já tem várias pessoas. >> Acho que o Janzão ia arrebentar, cara. >> Eu também acho. >> Porque ele
já sabe, ele já sabe que eu Que eu que eu quero estar muito afinado com o editor aqui. A [risadas] >> tá tá deixando ele mais bonito ali, ó. Vê o Te. Legal aí, Jan. Mas assim, de verdade, cara, é óbvio que a gente tem que ter essa preocupação daí de novo. Por isso vai ter que montar outras coisas para sustentar. Mas, cara, não se prende a isso. Você prende em como você consegue montar uma estrutura que dependa cada vez. É a mesma coisa igual eu tive a a época da Fingertips, eu >> 80% do
faturamento da minha empresa que não era pequeno, era de uma um cliente só. Um [ __ ] no risco também. É a mesma coisa. >> Um [ __ ] risco. >> E daí que a gente fazia nos planejamentos estratégicos? a gente pegava, mapeava e falava: "Ó, olha, a gente tem que diminuir a dependência desse cliente pelo menos em 30, 40%. Ah, em 3 anos esse cliente precisa ter pelo menos uma participação de no máximo 35% Dentro do faturamento da companhia e não é diminuindo ainda, muito >> que ainda é muito, só que não diminui, crescendo
a comunidade, a gente fazia um monte de estratégia. Então é isso, entendeu? Hoje sim, Flow tem uma alta dependência deste canal. Você tinha outros canais e tá fazendo, né? Agora você tá compondo de novo, flow, tudo, você tá tentando quebrar essa essas hiperdependência. O que falta um pouco é criar produto, na minha opinião, um Produtinho de base que a gente já conversou bastante, é como essas esse ecossistema funciona independente da da figura do Igor. Aquisição vai continuar sendo você há um tempo. >> É, eu não pretend aquela aquela comparação que a gente conversou da última
vez, né, da Globo e o SBT, né, a Globo vive só da publicidade >> e o SBT ele produzia, ele tem os seus suas próprias marcas e produtos embaixo e usava o canal de aquisição, a mídia Como canal de aquisição. >> Aham. É bom, as conversas com vocês produziram em nós aqui o efeito que é temos um produtinho quase pronto. Daqui a pouco depois a gente conversa sobre ele, porque eu precisava, inclusive encherei o saco de vocês. Eu já avisei inclusive que eu encher o teu saco e o teu saco para ouvir de vocês sugestões
do que que dá para mexer nessa parada aí. Mas a gente vai falar disso, >> ó. Vou te dar um exemplo só para você Aguardar. >> Você achou que o SBT ia acabar com o Silvio Santos quando ele faleceu? Tem alguma marca mais próxima do seu fundador do que do SBT? É, mas >> que a figura do Silvio Santos, o maior comunicador do Brasil, a SBT acabou, >> não? >> Ou tá se reinventando? >> Tá precisando se reinventar. Tá se reinventando. >> Tá se reinventando agora. Copa do Mundo Trazendo um monte de gente legal de
esporte. Os programas estão tentando, tá se arrebentando. É isso. >> Ele já tinha, o Silvio já tinha meio que passado o bastão de certa forma um tempo antes, né? >> Tempo. É que daí o fundador é difícil, né? Passar o bastão 100% ainda, ele achando que tava sem nenhum. Mas é isso, né, cara? Dá adapta. adores em geral eles são meio neurótico com o próprio produto, né, cara? Vocês foram assim, tu Foi, a Wise Up foi teu filhinho querido por um bom tempo. >> Wap, >> tá? >> É a WAP, >> desculpa. >> Então, ela
ela é uma filha, casou e eu fiquei ficando vendi. Pô, você vendeu tua filha? Não, ela casou. Você imagina o pai, o pai leva a filha no altar, é duro, né? Ela casou, foi embora e tal. Três anos depois eu encontrei Ela, tava com olho roxo, dente quebrado. Aí eu vem cá, volta para casa, levou, já tá linda de novo. Mas eu nunca fui o cara obsecado no produto, >> né? >> Não, nunca fui o cara obsecado no produto propriamente dito. Eu gosto do, eu gosto mais do modelo de negócio, né? O produto é parte
do modelo de negócio. >> Eu acho que é nisso que a gente é muito diferente. Eu realmente acho que assim, eu não é muito, eu eu queria e é Importante conversar com vocês porque eu queria muito est mais perto dessa visão aí, sabe? Porque a minha visão ela é muito >> artística de certa forma, manja? Tipo, isso daqui para mim é importante porque tem uma função social, man. >> Mas você pode ter essa visão artística e manter essa visão artística. Você só não pode ser mono, monofásico, entendeu? Você precisa ter várias facetas, várias camadas. O
empreendedor, ele não pode Ser só artista ou só financeiro >> ou só vendedor. Ele precisa ser generalista. Então você precisa se abrir para para desenvolver outras camadas do teu negócio. Então a parte artística, cara, que bom que você tem esse olhar. >> Exato. E ela >> eu não tinha esse olhar curada. É, eu não tinha esse olhar no meu negócio. Agora eu tinha um diretor acadêmico que era o cara que era o paizão assass, Entendia, entendeu? Dava, dava espaço para ele, empoderava. Ó, tá tá alinhado aqui, me conta mais, deixa eu ver. Conseguia criar mais
modelo de negócio em cima disso. Que é nosso papo lá, aquela vez que eu te falei de dambidestria, lembra que eu falei: "Cara, >> você não pode ser 100% artista, >> você tem que ser intencional". Você lembra aquele papo? Você tem que colocar a pessoa sal desse jeito. Você tem essa Ambidestria, né? Funciona bem. Igual o Flávio falou de generalista, eu sou um cara que eu sou um pouco diferente do Flávio. Eu sou um pouco mais tecnologia e produto. Sim, um tesão absurdo em ver meus produtos crescendo, funcionando, colhendo feedback, fazendo tudo. Só que a
maturidade me fez entender que o produto pode ser incrível. Se ele não tiver um bom modelo de negócio, ele vai morrer em 2 minutos. >> Então eu muitas vezes sim, abrir a mão e Daí isso no começo foi muito muito dolorido para mim. Imagina, eu tinha feito produto lindo, tava no kynote da Apple, tal, e eu olhava assim: "Putz, não, tem que sacrificar porque isso não tá vendendo. Se eu colocar aqui essa autonomia máxima pra criança, o pai não vai sentir. Eu não vou". Ó, chegava no posto e falava assim: "P, eu preciso deixar a
criança chorar um pouquinho, senão o pai não vai pagar assinatura, preciso fazer com que funcione." Então, Modelo de negócio muitas vezes é mais importante do que o produto, porque é com ele que você vai entender escala, você vai entender aonde a tua empresa pode chegar e daí o produto você vai contornar. >> Produt. O produto até faz parte do modelo de negócios, mas o modelo é o guarda-chuva que tá em cima. Porque se o cara só dirigido para o produto, ele pode criar uma coisa linda e maravilhosa aos olhos dele, mas que não tem uma
Inteligência do modelo. Então, eu costumo dar um exemplo legal eh para modelo de negócio, para as pessoas entenderem, porque o empresário brasileiro, ele é muito fazedor. Ele é muito fazedor. Ele e ele se orgulha de ser fazedor. Ele se orgulha de ser fazedor. É óbvio que o empresário precisa ser fazedor, mas não tem nada mais perigoso do que um idiota com iniciativa. >> É verdade. >> Então não adianta só o cara ser fazedor, esforçado. Ele precisa estar na direção certa. Perce percebe? Hã, >> então, nesse caso, tem uma coisa que antecede a execução, é o
projeto, projeto arquitetônico. O engenheiro cuida da execução, mas um um arquiteto precisa fazer o o arquitetura do do projeto. E a arquitetura é o modelo de negócio. Eu costumo falar que dando um exemplo do Agronegócio, >> tá, >> que o modelo de negócio é o solo. É o solo. a nossa competência, nossa qualidade técnica, a nossa, nosso esforço, nossa dedicação, nossa inteligência emocional, nosso pensamento positivo. Tem a galera que gosta do pensamento positivo, não é? Tudo isso é a semente. Tudo isso compõe a semente. Então, pensa o seguinte, se eu for pegar uma baita de
uma semente de Café e tentar plantála aqui nesse carpete, ela vai pegar? >> Não. >> Mas e se eu for dedicado, ela vai pegar? >> Não. Não. >> Mas e se eu se eu tiver pensamento positivo? Também não. >> Também não. Se eu ficar mentalizando assim também não. Também não. Cara, se eu for muito dedicado, nada vai fazer essa semente, porque o solo é ruim. Então, um modelo de negócio ruim, o cara Pode ser um fera, >> pode ser um cara >> trabalha igual um camelo, cara dedicado, o cara com a mentalidade boa, o cara
não vai dar certo. Agora, se o modelo for bom, pode ser um nota seis. E eu sei que é difícil isso pro cara perfeccionista. Isso pode ser um nota seis, esse cara vai avançar. Agora, se o cara for bom, tecnicamente, se o cara for bom em todas essas essas outras qualidades e Ao mesmo tempo o modelo for bom, aí ele voa. >> Aí ele voa. >> Então um nota se no modelo bom vai mais longe do que um cara fera no modelo ruim. Você já deve ter visto o cara nota se indo longe. >> Sim.
um monte. E o que mais tem nesse mercado? Eu já posso que já sentou alguém aqui que você olhou, fala assim: "Cara, como que ele conseguiu?" >> É, >> é isso, entendeu? >> Ou então t se pergunta, se começasse de novo, não conseguia de novo. >> Exato. Também tem essa, também tem essa. Também tem essa que é que é aquele momento que acontece. >> Deu sorte naquele momento lá. É, agora não duvido. >> Por falar em momentos, eh, a gente tava falando aqui sobre empresas que o Breno tava falando aí sobre o lance de, eh,
tá perto do COR ou o qual que é com o cara Que se que faz em leque, como é que ele >> isso é que ele vai tentando fazer expansão, um momento de expandir errado, tal. Pois é, esse esse como é que o cara calcula o momento certo de expandir, cara? Isso daí é uma coisa mais técnica, tem a ver com com caixa. Tem a ver com o quê? >> Assim, na no meu no meu ponto de vista é planejamento. Planejamento estratégico, que é o que, cara, eu vendo, eu faço hoje em dia e fiz
muito nas empresas. Quando eu aprendi basicamente que para mim é da empresa crescer, eu sempre fui aquele moleque que falava assim: "Não, eu odeio rotina, eu gosto de freestyle, eu quero um problema cada dia, nossa, eu adoro quando as coisas não funcionam, pô, o servidor caiu, que delícia, tal". Passa, né? Eu acho que é era em maturidade o dia que eu peguei. >> Tu tá com quantos anos agora? >> Eu quatro, três. >> É, pois é. Tu pensava isso aí quando tu Tinha garotaço. >> 10 anos a mais. [risadas] >> Quando tu tinha, >> então
ó, então eu tenho chance de chegar lá, ó, 10 anos a mais, 10 vezes mais dinheiro, tal. Então, tô no caminho certo. Tô no caminho certo. Mas o dia que eu comecei a entender que o planejamento era tão importante quanto execução, o mais importante muitas vezes do que execução do meu time, cara, mudou completamente a minha vida e a minha Empresa. Porque eu falava assim, antigamente eu batia no peito, tinha orgulho, meu time resolve qualquer coisa, a gente entrega qualquer coisa. E de fato era isso, cara. Vinha com papel de pão, a gente resolvia. O
dia que eu sentei e falei assim: "Cara, esquece, eu vou planejar exatamente quais são as metas, o que eu quero entregar, porquê disso, intenção, fazia análise swart, olhava quais eram as oportunidades no mercado, olhava quem que eu queria Atacar no mercado, pô, minha empresa nunca mais parou de crescer. E isso eu faço constantemente, duas vezes por ano." Então, para mim hoje é muito mais que eh saber para onde eu aponto o barco, né? onde eu coloco ali a minha energia, energia de todos os meus colaboradores, do que só sair fazendo. A maior parte, como o
Fláio falou, que do nosso maior erro, é o brasileiro é muito bom, a gente é muito freestyle de verdade, a gente sai fazendo antes de Pensar. Hoje o planejamento me ajuda a alcançar assim resultados que, cara, lá atrás era muito difícil. expansão Play Kids. Play Kids desde o começo ficou muito claro. Eu precisava atuar no mercado americano porque era o mercado americano que ia me trazer o refresh, o dinheiro e a atenção para eu poder continuar crescendo o meu produto. Então ele já nasceu no mercado americano e depois a gente fez Brasil. A expansão dos
outros foi um processo que a gente Demorou quase do anos de estudo, entendendo, vendo similaridade, olhando bem qual parte de do conteúdo que era similar que eu podia aproveitar, quais contratos eu conseguia alavancar. custo de aquisição naqueles países, se tinha uma oportunidade pra gente entrar ou não. Assim que eu tive um, eu lembro do do planejamento estratégico que a gente chamou de Go Global, que foi o ano que a gente decidiu, nosso jogo já tá ganhando no Brasil, a gente já tá indo muito bem Nos Estados Unidos, tá na hora da gente fazer uma consolidação
global, indo através de Enei, porque é mais fácil você conquistar territórios muitas vezes por EENM, ou fazendo sozinho. Cara, a gente fez era rollout, um país por mês, bonitinho, tudo planejado. >> Entendi. >> Você perguntou de time, né? >> Aham. >> Acho que depende muito do negócio. Por exemplo, no no nosso negócio, meu Primeiro negócio lá atrás, em 95, a gente abriu a WSAP. Então, eu abri uma escola. Essa escola ficava no Rio de Janeiro. Então, uma escola era uma, é um imóvel de 437 400. A primeira tinha 437 m², então em média tem isso
entre 400 e 500 m² uma escola, cerca de 40 funcionários na época, o modelo era esse. Então, como é que eu media a minha, o meu crescimento? Era abrir uma segunda escola. >> Aham. >> Uma terceira, uma quarta, uma 10ª, uma 20ª, uma 30ª. Eu tinha um plano de expansão inicial de abrir 30 escolas. Então, esse era o meu plano, era o horizonte que eu enxergava. Logo assim, eh, depois que a gente começou a trabalhar, a gente começou a crescer, eu ampliei isso para 100 escolas. Eu quero ter 100 escolas próprias. Então, cada escola ficava
numa capital do Brasil, as primeiras eh 24 eram eram em 15 Capitais. Então, expansão para nós era abrir a escola. Aí vinha sempre essa pergunta que você fez, qual é o momento? Será que eu eu Porque se você abrir mais rápido do que deveria, tu pode quebrar. >> Uhum. >> Se você também abrir mais lento, porque você tá com medo, você tá deixando dinheiro na mesa. Então, qual é o momento? Então, nós criamos um indicador, >> tá? >> E eu onde eu teria segurança para abrir, se eu atingisse aquele indicador, abriria segunda, terceira, quarta. E
assim a gente foi expandindo. Eu abri 24 escolas em 3 anos, 24 escolas próprias nos três primeiros anos. Então, entre 95 e 98 eram 24 escolas. Então, eu abri com 23. Ah, com 26 a gente tinha 1000 funcionários, 24 escolas abertas. Mas qual foi esse ponto que me deu o timing? Eu identifiquei que abrir uma escola para mim não era simplesmente alugar uma Casa bonita, fazer uma fachada bonita e e montar a escola e agora vamos contratar as pessoas. >> Isso não é abrir uma escola. Antes de abrir uma escola, eu precisava ter a equipe
que ia trabalhar nessa escola. Então, uma escola, >> que tu sacou isso? Quando tu fez merda? >> É porque eu já tinha dirigido quatro escolas. Eu trabalhei 4 anos num curso antes de abrir a WAP. Então eu já tinha Já sacado isso, entendeu? >> Tá. Tá. Então tu não não precisou fazer a merda? >> Não, eu não precisei fazer merda ali. Que que aconteceu? Então, eu tinha a escola tinha quatro departamentos, departamento comercial, operacional, ensino e administração barrafinanceiro. Quatro departamentos. Então, esses quatro departamentos, a parte o departamento comercial tinha o trabalho De trazer novos alunos.
Departamento operacional, fazia o onboarding e fazia o acompanhamento. Era o CX da do negócio. Departamento de ensino era ensinar inglês. Você foi professor de inglês, não é? E o departamento administrativo financeiro que fazia a gestão financeira e de RH da da unidade. Pronto. >> Cada escola funcionava como separada. >> Exatamente. Então, o que que eu precisava ter? Eu precisava de um Gerente comercial, um gerente operacional, um gerente acadêmico e um gerente administrativo. Então, se eu tivesse esse time formado, meu irmão, eu posso abrir a escola em qualquer lugar do Brasil que ela vai dar certo.
Então, o que que eu entendi? Antes de eu ser um curso de inglês, eu preciso ser uma escola de formação de gerente. Isso é muito interessante. >> Eu preciso ser uma escola de formação. Então, eu tinha um modelo em que os vendedores tinham uma uma todo um plano de carreira já pré-definido. Se ele batesse metas, ele ia crescendo, ele ia sendo promovido. O primeiro cargo dele era, ele era um vendedor júnior, depois vendedor eh pleno, depois um vendedor snior, depois ele era um supervisor, depois ele era um gerente júnior, depois ela um gerente pleno, depois
ele era um gerente snior, depois ele era um diretor. >> Aham. >> Então ele tinha esse plano de carreira. Então você imagina que o cara foi contratado como vendedor e aí apresentava um plano de carreira para ele. Meu irmão, se tu bater as metas, você vai crescer, aí o salário aumenta, aí tu vai ganhar dinheiro, aí, ou seja, o cara pensava assim, cara, >> isso tá, minha vida tá resolvida aqui nesse negócio aí ele ralava para caramba para bater as metas, ia vendendo. Agora Tu contratava, a cada 200 vendedores que você contratava, um conseguia chegar
gerente. Então eu fazia esse funil para formar gerente. Então eu tinha que formar gerente. Aí tinha essa mesmo funil em todos esses departamentos. Na hora que eu tivesse quatro gerentes, cada um desse departamento disponível para mim, pronto, agora eu vou lá e abro uma filial. >> Entendi. >> E aí depois que eu abri a segunda filial, esse processo era aplicado nas duas. Eu tinha duas escolas formando, replicando. Quando eu tinha 10, eu tinha 10 escolas replicando. Aí daqui a pouco eu tinha >> 10 gerentes comerciais disponíveis, 10 gerentes financeiros disponíveis, 10 gerentes acadêmicos, 10 gerentes
operacionais disponíveis. E aí eu ia abrir uma uma filial nova. Quem é que Qual era a equipe que ia assumir? Os melhores. Aí eles competiam entre eles para que os melhores de cada setor abrissem a próxima escola. Em outras palavras, cada vez que eu abri uma nova escola, eu tinha gente disputando para viajar, para mudar de cidade, para eu abrir e expandir o Brasil. Então, no final das contas, a gente criou um exército de moleque, era tudo garotada, de 22, 23, 24 anos, com energia, querendo crescer, querendo ganhar Dinheiro e querendo assumir a sua própria
escola. >> Aham. que ele ia ter um variável, >> ia ter um variável, os caras ganhavam bem, ganhavam tipo o salário de hoje, 20 pau, 30 pau, 40, ou seja, a gente pagava super bem e aí a gente ia expandindo. Então, o que que vem antes da expansão? Acho que cada negócio precisa identificar qual é o fato gerador de receita. O meu fato gerador de receita era ter um Bom gerente comercial, porque esse gerente comercial, ele tinha nossa cultura, ele ia treinar vendedor e esses vendedores iam trazer os alunos. Então, ou seja, o meu risco
era muito pequeno. Cada cada unidade nova que eu abria, o risco era muito pequeno, porque tinha um cara testado e aprovado, uma equipe testada e aprovada antes de chegar ali, entendeu? Esse foi o indicador que eu usei. Agora eu penso que cada negócio precisa identificar Qual é o seu fato gerador >> e e criar esse indicador. Sabe quando a gente fala de playbook? É quase assim, é qual que é o meu playbook, entendeu? O meu que era 100% digital era baseado em métricas, assim, eu precisava ver CAC, eu precisava ver minha retenção D mais 3
para daí calcular o meu OLTV e entender qual que era o tamanho populacional e quantas crianças tinham. E daí de novo aderência ao meu conteúdo e daí eu conseguia fazer 100% digital no Play. >> Agora olha que interessante, isso era centralizado. >> Nesse nosso modelo era oposto, era descentralizado. Então eu tinha que formar gente e esse cara ia lá, ia me representar lá, entendeu? Não. E daí a parte de gestão, imagina daí tá falando da década de 90 de pessoas é muito, >> é ainda ainda mais nesse processo, na década de 90, aonde que vai
escolher qual que é a próxima cidade? Daí tem que Ver a aderência, né? A população, como que tá crescendo, não. E lembra que antigamente para ter os dados era muito mais difícil do que hoje em dia, né? Quanto, quanto que tu chegou a tu tá me falando dessa equipe aí? Entendi. Eh, eu também entendi. >> 30 anos atrás isso que eu tô te falando. >> Então, entendi que é que tu formou e esses caras, mas tu chegara comigo até hoje, cara. >> É, isso é legal. É igual igual tem um Funcionário comigo, cara. Entrou meu
estagiário e hoje é diretor do iFood. >> [ __ ] Isso é [ __ ] >> Tem uma galera aqui que a gente não tem o tempo de de estrada que vocês têm, né? Mas tem uma galera que >> Não, mas é a mesma coisa. Tem aquela galera que é leal, que entende a meritocracia, que tá na cultura da empresa, que cresce junto, você vai dando espaço, vai ganhando responsabilidade, vai crescendo, Ampliando. Isso para mim o que eu mais tenho orgulho e daí tem a ver com não ficar parado também é hoje eu ver que
uma molecada que trabalhou comigo lá na Finger Tips, os que não estão comigo ou os caras estão trabalhando na Meta, na Apple, no Google, cara, todo mundo se deu bem. >> É uma escola. o pessoal conseguiu entender de fato ali o que tinha que fazer de entrega, conquistar as coisas. Isso é muito gostoso, de verdade. >> Na vida de vocês e talvez, não sei, vamos lá. Eh, você tava me falando aí que as métricas que tu usava para expandir era quando você tinha o time, né? >> Tu chegou a contratar alguém de fora para alguma
posição dessa, eh, e funcionou ou não funcionou? Sim, esses car, essa equipe que vai para nunca contratei ninguém de fora. A gente só, eu só contrato dois hoje, até hoje nas minhas equipes, eu só contrato dois Tipos de profissionais de fora. >> Hã, >> quando eu digo profissionais mais seniors, né, que é o CFO, que é um cara muito técnico, >> e um CTO, que é um cara muito técnico. O resto é >> o CTO é de tecnologia, um diretor de tecnologia, um CFO, um diretor financeiro muito técnico, >> então eu prefiro pegar alguém de
fora muito técnico e que aporta os outros, o Pessoal de vendas, de operações, de produto, de pós-venda, enfim, tudo isso é formado dentro de casa. Então assim, a gente sempre entendeu que antes de sermos uma empresa de educação para fora, a gente é uma empresa de educação para dentro, porque a na área de prestação de serviços, o ativo principal é gente, pessoas. Então, ou seja, eu eu eu ser um formador de gente, a a boa metáfora é o seguinte: eu tenho que ser uma escolinha de futebol que revela Messis, que revela Ronaldinhos gaúchos, que revela
Cristianos Ronaldos. Ou seja, se eu se eu tiver uma boa divisão de base, eu vou revelar muitos talentos. E cara, não tem nada mais lucrativo no futebol do que você revelar talento. >> Então, um talento de vendas é um cara que gera receita pra empresa. Nesse modelo nosso, B2C, né, business to consumer, ou seja, a gente vende para pessoa física. >> Tô dando um exemplo aqui da escola, né? Ah, então esse esse fator faz muita diferença. >> Então a gente ser uma uma empresa de educação para dentro que revela talentos, a gente lucra muito com
isso. É muito lucrativo descobrir talentos. >> Aham. >> No nosso caso aqui, a gente formou >> 85, se bobear mais por da galera que trabalha aqui, >> mas é um mercado que quando a gente veio fazer isso aqui, não existia esse Mercado, né? Então a gente formou gente porque simplesmente não tinha gente aí para para fazer o que a gente precisava. Esse jeito que eu falei não é a única forma de fazer, tá? Você tem como contratar pessoas do mercado. A gente opta em fazer isso porque é uma preferência nossa, né? >> Porque tem a
ver com como que o cara ele vai fazer aquilo lá longe de você, respeitando a cultura, porque ele foi formado na cultura. >> Nasceu na cultura. Me dá menos trabalho, me dá mais trabalho no primeiro momento, mas menos trabalho no médio prazo. No médio e longo prazo. >> Eu entendo. Funciona para tu igual. Tu já teve algum caô de contratar a gente de fora? >> Putz, >> cara, não cabe nas mãos. [risadas] >> Mas qual qual que era em geral? É muito tech, né, cara? Os negócios que você fez. >> Assim, todos os meus negócios
100% são tec. A primeira é hoje a agora na base negócios é o formar programador em casa. >> Não, a gente até formou muito na época da Finger Tips porque não existia, tava começando lá o que a gente chama uma linguagem de programação, objetivo de ser, então não existia, a gente tinha que treinar em casa. Então eu montei escolinha mesmo. Era assim, cara, eu contratei 25, 30 moleques, botava no escritório, tinha aula de programação Dentro. Era lá na época o Paulinho, eu, a gente dava aula, o Paulinho bem melhor do que eu, dando aula de
tecnologia, daí veio depois o Alfredo, a gente preparou muita gente, mas depois escalar tecnologia é mais difícil. Então vamos lá, o que que a gente faz? Primeiro faço o alinhamento cultural forte antes da etapa técnica para entender se ele tá com aderência e depois a gente faz alinhamento técnico e vai contratando muita gente. Mas falando de se level, Sim, a gente cometeu uns erros grandes, assim, até gravei com meu sócio Eduardo Henrique esses dias lá pro meu canal do YouTube e eonde a gente conta que, cara, a móvel a gente cometeu uma gran um grande
erro de contratação de um CEO ali em determinado momento que custou assim, >> é errar nesse livro é muito caro. É exato. É do >> é frustrante também porque você perde tempo, você tem que, né, >> a palavra assim, é menos dinheiro é mais assim, [ __ ] não é possível que acabou desse jeito, sabe? É um sentimento, mas também a gente vai aprendendo. Ao mesmo tempo, a gente ganhou muita escala, >> né, com se fazendo boas contratações. Vamos pegar assim o caso mesmo do Play Kids. Play Kids a gente começou com cinco pessoas, no
primeiro ano a gente acabou com 27 e no segundo eu tava com 300. Então assim, era impossível formar na velocidade que eu precisava para Crescer. Mesma coisa do iFood. Hoje você pega o iFood, >> eh, da pandemia para cá, a gente saiu de 1000 funcionários para hoje mais de 8.500 funcionários. >> Mas como é que são [risadas] seus gerentes? Eh, é porque assim, o nosso foco era em formar gerente, né? A turma de baixo, a gente contratava tudo do mercado e aí desse dessa turma que a gente contratava, a gente fazia o funil para formar
gerente. Hoje dos seus Principais gerentes ou dos gerentes que estão na operação hoje, são caras que vieram do mercado ou foram formados em casa? >> Tem, é um mix, >> mas mi qual percentual mais >> hoje hoje pela velocidade como a gente cresceu e a gente abriu muitas como se fosse novas frentes de negócio, né? Hoje tem mais gente do mercado do que gente de casa. Isso. Só que a gente faz um negócio muito legal que é >> hoje a tolerância é muito baixa. Então se a gente traz uma pessoa de alta, né, alta liderança,
primeiro a gente tem um bar raising super difícil para entrar é difícil, a gente demora muito para contratar, tal. Você entrou na operação e não funcionou também, a gente não tem muito do que melindre para tirar. Então hoje você pega assim a maior parte dos nossos grandes executivos é um mix. Deve estar 60 a 40, 60 de mercado, 40 até mesmo que a gente não conseguia criar. É, 40 é bastante ainda. >> E hoje a gente tá com a a posição no do Fabrício, né, que o Fabrício foi foi pro exterior também, tá levando, a
gente tá espatriando muita gente também, mais ou menos modelinho do no G3, tal. Então, a gente tá levando uma galera com a nossa cultura para fora também numa velocidade maior. >> É impressionante como esse papo da cultura ele tem surgido direto, conversando com executivos, com Empresários, não sei quê. É impressionante como isso realmente é um ponto para eu percebo que pelo menos no meu, no que eu tô fazendo é o ponto número um de atenção, sabe? Eh, aqui tem uma tem uma algumas características de canal de YouTube, algumas características de startup, né? E no no
quesito cultura, cara, aqui dá para dizer, tem uma galera que tá aqui porque gosta muito do flow e acredita muito na missão. E isso para mim tem muito mais, Eu aprendi a dar muito mais valor para isso do que o cara que entende tecnicamente de tudo, porque eh entendecamente não quer dizer que ele sabe fazer um canal de YouTube funcionar. Entendi. >> Exato. É a parte técnica que eu falo muito pras minhas empresas. Aí a gente desenvolve, é o nosso papel desenvolver aderência à cultura e dependendo da empresa, cara, é muito difícil você conseguir desenvolver
a a pessoa Culturalmente. Se ela não tá alinhada, ela vai te dar mais ruído, vai te dar mais trabalho e é bem provável que não funcione do que o cara técnico. o cara técnico, você pega lá, faz assim, ah, vamos fazer um plano de desenvolvimento pessoal para você, vai acompanhando, faz os rituais, one a one, cara, acompanhamento semanal, dependendo do cargo ali, você consegue desenvolver, você consegue colocar no lá, a gente tem sistema, né, para controlar tudo na Minha empresa agora também a gente pega e fala: "Olha, toma esse livro, olha aqui, vê esse vídeo
ah, tamb faz desse jeito hoje em dia, pega aqui o histórico." Então, um técnico você consegue. Se ele não tem aderência aos valores, cara, é, é tiro no pé. Eu falo muito que >> é, ele vai fazer uma tamb que >> que é para ele, entendeu? >> Para ele ou esse é um excelente ou com uma pegada que você não faria. >> Exato. Ou porque ele é muito artista dele fala: "Não, não, não é que ninguém se enxergando o que eu tô enxergando". Entendeu? Mas ele vai fazer, ele vai fazer clickbait que você não faria,
>> você acha desonesto, entendeu? Uhum. Entendi. É uma excelente, é um excelente exemplo is >> coisa boba, pequena, mas >> não, mas faz todo sentido assim, por exemplo, se a gente for traduzir aqui, porque a gente faz mesmo, que é uma Parada que acontece na realidade, é eh as coisas eh a gente por muito tempo fez a tamb mais bonita que a gente conseguia e aí a gente entendeu que a gente precisa fazer a tamb que mais funciona, funciona. >> Exato. Que gere a a atenção e o clique e tudo. Então, cultura, para explicar, para
para ficar mais fácil, basicamente cultura é igual criar filho. Você vai criando seu filho e você quer que ele tenha o mesmo comportamento Quando você está perto ou não. E quando você tem um irmãozinho, você já viu que um dedo ao outro de vez em quando porque não não cumpriu a cultura. É mais ou menos isso que acontece com os funcionários. Quando você tem uma cultura muito forte, muito forte, tá ali batendo todo dia, a galera entende, compra. Quando você que é o dono que não tá perto e alguém que tem uma cultura forte vê
que o outro não tá executando daquela forma, cara, ele pega e chama Atenção, ele cobra, ele fala: "Não, não é assim que a gente faz aqui na empresa, a gente tem que fazer desse jeito". Então é mais fácil de escalar. Você consegue criar realmente empresas que são escaláveis e estruturadas 100% baseadas em cultura. Eu pelo menos não conheço nenhum. Daí você pode entrar num num x, né? Pô, a cultura de tal empresa eu não gosto. Eu acho que essa cultura é muito agressiva, aquela ali é muito soft e tal, mas eu não conheço nenhum case
de Grandes empresas que não tenham uma cultura muito forte. Assim, o que o Flávio falou, ó, a gente treina as pessoas, as pessoas elas têm clareza de meritocracia, tá aqui o caminho. Uma [ __ ] cultura forte baseada, cara, em meritocracia resultado. >> Porque, né, Brando, naquela época era a única coisa que nos sustentaria de pé, porque a gente não tinha grana. Então, se você for voltar na década de 90, ou tu tinha grana para um orçamento de Marketing para fazer globo, rádio, outdoy, você tem que gastar 100 milhões por mês, por ano, desculpa, num
orçamento desse. A gente não tinha essa grana. Então, como é que uma empresa pequena que não tem grana de de marketing, um orçamento grande de marketing, vai alavancar o seu crescimento? A gente era um um varejo de educação, era um BC. >> Aham. A única coisa que nos sustentaria naquele momento eram era essa cultura Forte e com uma estratégia de vendas forte. Quer ver como é que a gente gerava lead na década de 90? Você pega assim, hoje, cara, você faz uma campanha no Google, faz uma campanha na nas redes sociais, você gera lead, aí
esse lead você pega, qualifica esse lead, joga no CRM, vai distribuir isso pro teu time de inside sales, a galera tá treinada, tem um script, tem ali tudo bonitinho, um followup que você acompanha no CRM para você poder vender, não é? >> Anos 90, mandar a mala direto pelo correio. Não, iso, isso era isso era muito, é isso, isso era muito caro também. É, >> você tinha que fazer impressão, >> imprimir, distribuir, mandar pelo corrente. Não tinha dinheiro, cara. >> Como é que a gente gerava lead? >> Listinha telefônica. >> Tinha tinha uma uma um
passo antes. A gente identificava o nosso ICP, nosso público alvo, eram, eram profissionais De tecnologia, profissionais eh que trabalham em multinacionais. Então, a gente identificava onde essas empresas no centro do Rio de Janeiro, que a escola era no centro, elas estavam mais localizadas. E a gente planejava que na hora do almoço esses profissionais todos iriam descer para almoçar, >> [ __ ] >> Nessa hora a gente botava um time de umas 10, uns 20 pessoas fazendo pesquisa Igual, fazendo pesquisa igual IBGE, sabe? Pesquisa, pranchetinha é pesquisa, cara. >> Pô, pesquisa, pô. Se o cara falava
inglês, se não falava, porque não falava, se o que que ele fazia, que não fazia, fazia 20 perguntas. Em 5 minutos parava o cara, 5 minutos ele falava e respondia e pegava o telefone do cara. Era um lead, cara. Aí cada vendedor, cada vendedor fazia 100 pesquisas dessa. 10 vendedores eram 1000 Pesquisas, eram 1000 leads. Desses 1000 leads, tu jogava fora uns 30% que não prestava, que não nem completou de preencher. 700. Os 700 você tirava uns 250 que não queria nada com o inglês. Aí sobrava 450. Dos 450 você tirava uns 100 que não
tinha perfil financeiro, sobrava 350. São 350 leads quentes e qualificados. Eu te pergunto, qual foi o custo de por lead? Qual foi o CPL dessa operação? Zero. >> Zero. >> Porque você já pagou o salário, cal já tava o salário já tava já tava na na despesa aqui e é CAC e vai entrar no na vai entrar no CAC depois. E aí no final das contas, desses 350, a cada 100 a gente vendia quatro ou cinco matrículas. Cara, eu f >> E aí de cada qu de cada matrícula que a gente vendia, cada um indicava
20 pessoas. A gente tinha um tinha um programa de indicação, de recomendação. Então, 99% dos alunos matriculados indicavam 20 pessoas. Eu te pergunto, se não fosse assim, como seria? >> Uhum. >> Sem dinheiro. >> Tá [ __ ] >> Sem dinheiro e sem tecnologia. É que esquece tecnologia tudo num papel >> no papel. O cara tinha que ligar pro telefone fixo para falar uma ficha telefônica >> porque ia pr ia pro telefone público os Vendedores >> telefone público. >> Quanto custava uma linha telefônica? >> Quanto custava uma linha telefônica antes da privatização? >> 200 300
conto >> era era 3.500 uma linha telefônica você acha que uma empresa pequena como a minha podia comprar 10 linhas telefônicas, gastar 35.000 fora ficar ligando o curso da ligação, Curso do curso lá na época, cara. É, >> ligação, era ficha telefônica em telefone público. A gente botou os 1000 primeiros alunos da nossa da nossa escola em 8 meses dessa forma. Olha que loucura. No máximo tinha um pager no >> máximo. Mas nem isso tinha, cara. Nem isso tinha. Nem isso. >> Hoje Hoje a gente tem e muitos canais de distribuição para para você comunicar
o que você quiser hoje em dia. >> Sim, mas tem uma ameaça. >> Hã? A ameaça atual é o aumento constante do CAC. >> Uhum. >> Você percebeu que aqueles aqueles produtinho que existiam a Cine aqui, ó, por R$ 19,90 a Cine acessa limitado, tá desaparecendo esses produtos todos, porque esses todos esses produtos low ticket de assinatura tão estão sumindo do mapa e os que não sumiram ainda vão sumir todos do mapa. Por quê? Porque a conta não vai fechar. >> O KAC hoje está pelo menos entre 400 e 500% maior do que 5 anos
atrás. E a tendência é que suba ainda mais inteligência artificial também. Mais motivos dessa subida. Vamos embora. Vamosora. Vamosora aproveitar aqui exercitar isso aí. Branão. Você você já falou um entrada da inteligência artificial vai entrar mais demanda de conteúdo por inteligência artificial. Aí isso faz o CAC subir. Outro ponto, a gente tá vivendo um ciclo de baixa do Dólar. Pô, o dólar tava a R$ 6, agora tá a R,30 e o CAC tá alto e quando voltar para seis, o CAC vai subir mais. >> É, você entendeu? É igual o petróleo gasolina, entendeu? Quando o
petróleo sobe e a gasolina sobe. Quando ele cai, ela não cai. >> Você entendeu? Então o que que acontece? Isso aí vai acontecer o o quando o ciclo de dólar voltar paraa alta, o CAC vai subir mais ainda. Outra coisa, mais Empresas grandes >> estão gradativamente migrando pro online, >> lutando todo mundo pelo mesmo usuário. >> Todo mundo tá brigando pelo mesmo usuário, que é o quê? Escasso. A oferta de espaço é de exposição internet é escasso. E aí com isso o quê? o CAC vai subir. Então a tendência é que nos próximos 5 anos
suba mais uns 400, 500%. Aí eu te pergunto, desculpa, Brando, só para concluir, eu te pergunto, se subir O CAC mais 400 e 500%, quantos negócios vão deixar de existir por causa disso? >> Você entendeu? Aí o ponto é o que fazer. O que fazer? Podcast aí, garoto. Podcast é uma boa, é uma novo canal de de fora das plataformas. Conteúdo orgânico. O cara que faz conteúdo orgânico, ele ele tem uma uma fábrica de leads num num tempo, não é? >> É o que a gente chama aqui no nosso no meu mercado de UGC. >>
Isso. >> Uhum. É isso aí. >> User generated content. >> É exatamente isso, tá? Isso aí vai ter muito valor. Quem tem canal de distribuição, muito seguidor na internet, podcast de novo, vai vir pra alta. O CAC nesse nessas mídias tende a ser menor. Tende ser menor >> porque o pessoal já te segue, você já tem investigação, já tem lá >> tá quente, já confia em você, >> você tá com uma frequência conversando com ele, >> você tem comunidade, >> comunidade, comuning, >> tudo isso é redutor de de CAC, você entendeu? E nesse cenário, cara,
quem tem venda ativa tem uma defesa. Por exemplo, eu tinha essa essa minha forma de capital, de fazer venda, cara. Se não fosse isso, eu não tinha acontecido. >> Aham. >> Então vai voltar isso, porque a pergunta Que fica é: qual o limite do aumento do CAC? Qual é o limite? Aí eu faço uma reflexão rápida para passar pro Brando. Desculpa, Brando, só para concluir. Não, >> aula aula. Pelo amor de Deus. É, olha só o limite da subida. Vamos, vamos pegar uma referência. 30 segundos no Jornal Nacional hoje custa R 1 milhãoais. Uma cota
de patrocínio do Big Brother Brother Brasil custa R milhões deais. Milhões. >> Uma cota de patrocínio no Campeonato Brasileiro na TV Globo, >> R$ 260 milhões deais. >> Esse é o limite. O que eu quero dizer é o seguinte. Por que que custa tudo isso lá no Plimp Plim na Globo? Porque, cara, tu tem aí 200, vai, tô botando 200 grandes empresas que têm uma verba de 300, 400 milhões por ano. Essas empresas precisam expor os seus produtos e o espaço é limitado. Então, então elas brigam, elas brigam entre si, o leilão joga para cima.
O que acontece quando os Diretores de marketing dessas bambambãs, grandes empresas começam a se aposentar e entra a nova geração online? a galera vai desviar parte, reorientar parte desse investimento publicitário pro pra internet. Esse processo ainda está em andamento. >> Sim. >> Ele não não acabou não. Está em pleno andamento esse processo. >> Não, ele tá ele tá amadurecendo ainda. >> Exatamente. E o que acontece quando essa Essa cultura muda e vem mais verba publicitária para o online? Cara, é disputando os mesmos espaços. O leilão joga tudo para cima. Então você tem o dólar, o
ciclo de alta. Daqui a pouco você tem o a mudança cultural que joga para cima e tem cara ainda a essa questão do Ai meu pai me fugiu aqui agora, mas é aí perdi o ritmo aqui. >> Tá, mas ó, >> deixa eu lembrar aqui. Mas mas continua aí que eu vou lembrar >> isso enquanto vai fala. Não, que eu ia falar que tem a parte do da IA e a mudança de comportamento e consumo de conteúdo que antigamente >> não fala porque antigamente teoricamente o CC a gente sabia onde eram os canais, qual era
a mídia, era o display adha lá, era quase uma receitinha de bolo e de 3 anos para cá mudou completamente, né? a quantidade de oferta hoje que a gente tem de direto. Você tem o TikTok Shop, YouTube, olha o tanto de novas Ferramentas que é todo mundo tentando buscar novos canais porque mudou a forma de consumir conteúdo, mudou a forma da atenção dos usuários. E quando você coloca essa nova camada de AI, que tá todo mundo falando assim: "Qual que vai ser o próximo passo?" Daí o Apple Vision Pro, será que a gente vai ter
app? A gente vai ter interação com a tela? Como que vai ser o impacto de voz? Muda-se tudo. Então esse espaço, igual o Flávio falou, ele é ele e vai ficar cada vez Mais escasso. >> Agora, olha que interessante, outro que eu me lembrei aqui, o ponto que eu me fugiu naquela hora, eu lembrei, que é nós estamos hoje num ciclo de juros altos. >> Aham. >> Estamos com 15% de Selic. >> Cara, a tendência é baixar. O que que acontece quando essa SELIC cai para nove? o capital fica mais barato, as empresas Vão crescer
mais, as empresas vão investir mais e parte desse investimento >> vem para pro mercado publicitário e aí aumenta a concorrência, o leilão joga tudo para cima também. Então, irmão, a real é o seguinte, o CAC vai decolar nos próximos anos, não vai parar, não vai parar de >> Mas a boa notícia é se você tem daí produto, modelo de negócio e produto de boa qualidade, cara, vai comportar, vai ter ajuste, vai ter ajuste mais Comporta. Pô, o que vai acontecer é uma peneira, né? Igual o Flávio falou, muita empresa, sem dúvida nenhuma, vai quebrar. Muita
coisa que não está preparada ou não tem um modelo de negocio, quem vai ser pulverizado assim, não é que aí nossa vai errar, a gente vai conseguir, não. >> É os produtinhos de R$,90, todo mundo já, já, a maioria já foi pro saco. E esse se adaptar, cada um vai ter que descobrir a sua própria forma, eu Imagino né, exato. É, vamos lá. Não sei se é a própria forma, o seu próprio caminho, >> isso. >> Porque a própria forma não tem muito o que inventar. A própria forma é ou investe, ah, mas não tenho
grana, ok? Então é conteúdo orgânico, venda ativa, >> relacionamento mais próximo com o cliente para aumentar el TV, >> canal próprio. >> Canal próprio. >> Isso. Canal próprio. >> Canal próprio de aquisição. >> A indicação que o Flávio falou que >> trabalhar com indicação de cliente >> que assim é meio que padrão e é muito louco como as pessoas esquecem. Assim eu coloco, cara, no Play Kids eu colocava assim, ah, a pessoa entrava no trial s dias, quer ganhar mais sete, me indica 20 clientes. Tava lá pr fazer a maquininha. Vamos PK XZ que eu
cheguei a 65 milhões de usuários, foi só assim, pegava e colocava lá pra criançada. Quer esse item específico? Você tem que pegar e me dar 10 amiguinhos e não sei o quê. E daí a comunidade fortalecendo. Então quando Eu eu falo muito isso na paraa minha galera comunidade, >> o cara pode fazer isso numa padaria, Breno, numa padaria, num restaurante, numa escola, em qualquer negócio, o cara, ele precisa ter essa mente comercial, tem que pensar assim, Entendeu? Um modelo que ele enxerga as coisas assim, mas o poder da comunidade vai ficar cada vez mais forte.
Comunidade e o tamanho a comunidade que você tem aqui no FL, como é, como é forte >> e você sabe que os caras são engajados, é como usar essa comunidade seu favor. Pode estar aí seu produto que você >> a maioria tem o seu produto e não tem comunidade. Agora tem alguns que t comunidade, >> não tem produto, >> só não tem o produto. >> Que que é mais fácil? >> Ter comunidade produto >> ou ter produto? Mais fácil ter produto. >> É, tem mais fácil é ter produto. >> Eu sei, eu sei a minha
guerra que tá. E >> o cara que tem comunidade e não tem produto, ele burro da orelha fazer [risadas] o quê? >> Não, burro ele não é porque >> ele precisa andar junto com o Flávio Augusto máscara. >> Burro, ele não é ele, aliás, ele é muito inteligente, muito, senão ele não teria comunidade, mas às vezes falta só a iniciativa de ter um produto. >> É, preciso de uns amigo, né? [risadas] Essa que é verdade. Mas tá bom. É, tô entendendo. Mas esse esse lance do CCK ele é muito interessante porque ele me, no meu
caso, ele tem um ligação direta com o que eu faço, né? A gente tava aqui falando como eu tenho a comunidade, eu Consigo chegar na galera, trocar ideia, não sei o quê. Eh, a alta desse C pode ser bom, pelo jeito que você tava falando aí de como se dá as coisas assim por pelo leilão e tudo mais, eh, me parece que o cara que tem a mídia, no caso da do exemplo, a TV Globo, ela só se dá bem com o Kak aumentando, isso é real ou uma hora quebra e fica ruim para todo
mundo? >> Não, cara, pior que não, para eles não fica ruim porque eles têm audiência. Quem detém a audiência detém o comprador. Quem tem um comprador manda. Quem tem um canal de distribuição manda. >> Mas >> não é quem tem um conteúdo necessariamente, nem quem tem um produto, mas é quem tem um canal de distribuição. Ele que dá as cartas, >> tá? Mas aí nesse desse jeito, eh, >> competência deles, né? Teria essa audiência tod. >> Com certeza. Com certeza. O o ponto aqui É o seguinte, é o cara colocar um comercial, vamos dizer que
o PKXD não é um bom exemplo, mas sei lá, >> pega o Flow, >> tá? Não, eu qu eu queria queria um uma cerveja, vai >> um produto, é o Insider. Aí tá >> insider, pronto, a Insider 30 segundos e no intervalo do Jornal Nacional, eh vai atingir gente para [ __ ] provavelmente uma galera vai comprar ali E tudo mais, não sei quê. Eh, mas tem como também tu errar. Tu é o cara que vai anunciar e tu vai e tu errou o jeito de você colocar. Tu investiu uma grana na TV. Isso acontece
toda hora. >> Tu colocou na TV, >> fez a campanha errada, errou na errou a mão. >> O cara não tava ali. O cara, na verdade, o cara o cara que compra a tua marca, ele compra por uma razão específica que que não é exatamente, >> no programa errado, o filme foi errado, a linguagem não foi apropriada pro pro público, pro target. Aí você tem que considerar o seguinte, a a o plano de mídia ideal que não adianta o carro é R 1 milhãoais 30 segundos no Jornal Nacional, mas um um comercial não adianta nada.
>> Exato. Exatamente. >> Você tem que ter a frequência. >> Você tem que ter frequência, você tem que ter impacto que é audiência e Frequência que é cobertura, >> não é? E ao longo do tempo para você marcar e marcar presença no teu pessoal. Então esse é um ponto. Agora você tem que ter esse impacto e frequência com a comunicação correta, com a estratégia correta. se vai usar promoção ou não no momento correto e da forma correta. Um erro, cara, você muda a percepção da marca. >> Sim. E é facinho errar, né? >> Pô, a
gente despejava A eh ali na numa época que a gente fazia ali na Globo, a gente despejava por ano uns uns bons 20 milhões de dólares por ano, >> tá? >> Eu falo dólar porque como são coisas de 15 anos atrás, a gente dólar dólar é dólar, né? Aí você faz a conta hoje porque eu lembro da época, né? Então 20 milhões de dólares, cara. Você imagina você errar é 20 milhões de dólar no lixo, cara. >> Então a gente tinha duas, >> você tinha duas campanhas do ano, cara. >> O Rodrigo Santório era o
nosso garoto propaganda. A gente tinha dois filmes no ano, >> cara. Simplesmente contratou o Rodrigo Santoro, meu irmão. >> [ __ ] >> Então, dois, duas campanhas no ano e a gente, cara, não podia errar, tinha que dar tudo certo. >> Se errasse, você perdia, jogou, queimou Dinheiro. >> Duvido que essa deu errada. Essa daí deu certo para [ __ ] >> Não, a gente a gente fez sempre certinho. É, >> deu tudo certinho. >> Eu lembro dessa propaganda até hoje, [ __ ] >> Tu lembra do Rodrigo, né? [risadas] Lembro. >> Você tava dando
aula no concorrente, né? Uma tava uma vibe e Aqui é [ __ ] entendeu? Aqui é você que é executivo, não é o Não, o Não vou nem [risadas] falar, >> é o outro nível, >> não é o não é o moleque da escola, né? Outra parada >> que tá saindo do futebol suado e vai estudar em inglês. >> A nossa referência era banco. As nossas referências de comunicação era banco. >> Entendi. Agora >> banco. Não vou falar o nome do banco Aqui. Tem um banco específico que a gente modelava para caramba, cara. Pá, era
esse banco, entendeu? E e aí tu já, nossa, é que tu fala do lance, você acabou de falar que esses produtinhos low ticket aí eles encaram uma >> É porque o C subiu muito aí para conquistar um cliente ficou mais caro que o valor do produto. >> Exato. >> Mas você já tava lidando com high ticket desde quando tu começou a WSAP, né? >> A gente não era um high ticket, mas a gente mas era o curso mais caro. >> Pro Brasil era, né? É, é, a gente, a gente, nossa técnica de precificação era assim,
a gente chegava na cidade nova e pedia para pesquisar quanto custam os cursos de inglês aqui nessa cidade, qual é o mais caro. A mais caro é tal, beleza? Então, 30% mais é WSAP, a gente já chegava assim 30% mais, a gente precificava mais, >> mas não é assim, é um produto de R$ 15.000 ano, não é? Não chega a ser um high ticket, mas >> tudo bem, mas era uma outra era um outro público, né? Era um >> era um público mais qualificado. Exatamente. >> Por que que tu escolheu essa galera? Ah, dois motivos,
né? Primeiro, o a gente definiu que o nosso público era o cara entre 25 e 45 anos de idade, que tava no mercado de trabalho trabalhando e precisava aprender inglês para Crescer. >> Isso eu entendi. Mas por que que tu foi nesse cara? >> Porque esse cara nos dá mais margem, não é? Ia ganhar mais dinheiro. Exatamente. Dar mais margem. Era um público que tinha uma necessidade maior, >> mas é também um público menor, muito mais seleto. Por exemplo, o Breno, ele tá fazendo aplicativo para criança. Criança, a gente tá falando de milhões de usuários
o tempo inteiro. >> É que o que a gente posic porque tudo é uma questão de posicionamento, né? Eu prefiro ter menos clientes pagando mais. Uhum. >> E com uma maior recorrência de ter uma retenção melhor, entendeu? Você tem uma tranquil mais margem. No final do dia vai ser mais margem, né? Tanto é que a Wap ela ela ela tinha uma margem final na última linha de 56%. Caramba, >> isso é um número muito >> muito lindo, >> muito bonito, muito poética, é poético, né? [risadas] >> É bem poético. Então a gente >> a gente
gostava dessa poesia, entendeu? >> Entendi. >> Porque que que acontece? E a margem é a recompensa do empresário. >> É sem dúvida. Porque você trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar e olhar lá na última linha, não deu resultado, você fala: "Porra, exato, você trabalha, você bota teu Dinheiro, você arrisca, >> você tem risco para caramba, você contrata muita gente, entendeu? Eh, dá trabalho, então você tem que ter uma boa margem. E o que que acontece? É legal você planejar isso antes, porque é quem decide a tua margem é você. Não é o mercado que decide a
tua margem, não é o cliente que decide a tua margem, não é o concorrente que decide a sua margem. No final das contas, o modelo de negócio que você definiu é que vai definir a sua Margem. Só que aí entra naquele ponto do empresário ser muito executor, muito fazedor e às vezes ele não para para fazer o projeto antes, o planejamento antes. Verdade. >> Porque depois você tem essa visão completa, daí você busca o seu cliente ideal. Daí você vai achar as pessoas que são dispostas a pagar por aquilo, entendeu? >> E você pega assim
hoje mesmo, né? os novos, o evento que você tava lá, cara, Eu coloquei lá >> 250 pessoas que tinham um alto poder de compra do meu produto high ticket, não era um um valor baixo, mas que estavam dispostas como esse pezinho lá, claro, empresários que faturam entre 2 e 10 milhões deais pro pra primeira etapa do produto, que tem no mínimo cinco funcionários, querem planejar. É isso. E daí quem define, igual o Flávio falou, é podia vender mais barato. Óbvio que podia. Dava pr para vender, que ali é Técnica minha hora. Por que que eu
vou vender mais barato? >> Ele tá decidindo a margem que ele quer, >> entendeu? Por que que eu vou vender mais barato? >> Ele tá decidindo. É uma decisão isso, entendeu? Não é um acidente. >> P Exato. Daí eu pego e coloco assim, eu sei exatamente quanto que eu vou de ter de margem. Eu sei que essa galera que tá pagando isso, ela vai ficar mais engajada porque ela fez um um valor Maior de pagamento. Isso comito, né? >> Exato. Daí é um uma cadeia, não é assim chutar, né? Pegar falar assim: "Ah, vou colocar
ali R$ 50.000". Não, não é isso. Tem a técnica por trás. Você coloca tudo na planilha, vai vendo, você vai fazendo a escala, entende quantas pessoas você vai querer escalar, se aquele seu produto é um produto que cabe muito escala ou não, você vai querer fazer alguma coisa mais exclusiva e daí você vai precificando as coisas. Então, mas Essa da planilha que interessante, >> a planilha, você faz uma planilha de simulação do seu negócio. É uma planilha que simula cada coisa do seu negócio. Ah, mas se eu aumentar esse preço aqui, se eu contratar uma
pessoa a mais aqui, se eu se eu gastar um pouquinho mais de mídia aqui, aí o já tem já o resultado na última linha lá, o resultado é esse. A margem é essa. >> Entendi. Entendi. >> Aí, aí você vai decidir, cara. Não, Cara, eu não quero essa margem, eu quero outro público. Eu quero. Aí você, ou seja, é uma é um você arquitetou aquilo ali, depois você vai executar. Problema é que empresário parte pra execução >> e daí depois ele tenta acertar. >> Depois ele tenta acertar. >> É, esse é o maior. E daí
a maior parte que eu pego é muito isso. E a galera que tentou e agora tá assim, cara, como que eu acerto? E a gente fala: "Calma, espera, coloca tudo, planeja, vamos Fazer o planejamento estratégico direitinho, vamos colocar na planilha, vamos olhar o que que acontece". E de fato, a partir do momento que você tem esse controle que eu chamo que é basicamente um plano de voo, Flávio gosta de viajar, voar bastante, é cara, você não vai entrar num avião >> sem saber onde você tá indo, >> né? Sem saber onde você tá indo ou
vira falar assim: "Pô, ó, eu tenho aqui, ó, tantos litros de gasolina, >> vou, Será que dá?" Ou então melhor ainda. Não é melhor ainda. Vou falar assim, >> então, mas esse será que dá? Eu embarquei agora que eu tô eu tô na fase de entender. >> É o cara, é o capital de Jerus, né? Exato. Ó, e a outra analogia que é que é legal que a gente falou lá no evento, é isso. Imagina, você tem lá um combustível para ir, cara, daqui até os Estados Unidos. Daí você fala assim: "Não, não, mas eu
acho que eu vou mais rápido col colocando quatro aviões ao mesmo tempo". Você pega e divide o dinheirinho lá, você divide sua gasolina para quatro aviões. Os 4K. Então assim, >> o lance todo da planilha, do controle, do planejamento, é você ter o plano de voo. Para quê? Primeira coisa, é bem provável que o seu plano A não dê certo. É o mais provável. Só que você já tem tudo mapeado para tomar as decisões corretas, que é A, B e C. >> R, ó, por isso que ele riu quando eu falei do pensamento positivo, ó.
Não tem nada, ó, não tem nada mais eh assim, essas bobagens, essas bulchitagens, sabe, do que alguém falar, vai dar tudo certo, não vai dar tudo certo, >> vai. >> Isso não é pensar positivo, entendeu? >> Que é impossível, [risadas] >> sempre vai dar errado, sempre vai dar alguma coisa errada. E e quando a gente fala, quando eu até quando eu tô muito Positivo com o meu time, eu até falo assim, muitas vezes pode dar errado pro bem que você não tava mapeando ali o negócio, pô, acertou na veia, tá dando super certo. Mas você
precisa ter plano A, B, C e D. Por isso, quando a gente faz o planejamento lá, é meta 70, meta 100, 120, 150 e vamos esticar, entendeu? E tem que executar. E se ação, né, que daí tem lá na nossa metodologia não tá dando um resultado, ó, uma coisa que a galera se assusta toda vez que eu falo, Cara, eu não fico olhando KPI e, né, área que tá verde, que tá indo bem. Eu coloco minha energia 100% aonde tá amarela e vermelho, 100%. Pra gente botar de novo pro eixo. O resto ali, pô, dou
parabéns. Valeu, cara. Continua aí. Qualquer coisa eu tô aqui, eu coloco 100% da minha energia amarela e vermelho. Sempre. Entendi. E vocês que já estão nesse mundo de empreender faz um tempão, eh, empreender em 2025, começar uma parada hoje é mais Complicado ou menos complicado que vai 2002. Por quê? Porque hoje a gente tem a gente tem muitas facilidades ou a gente tem a gente tem muitas tecnologias e muitas portas de entrada para basicamente qualquer negócio, qualquer padaria deveria ter uma uma rede social, ter uma presença digital, qualquer que seja. Ou seja, tem uma comunicação
ali que ela pode ser muito mais eficiente, mais barata, etc. Mas por outro lado tá muito Mais populado, tem muito mais coisa aparecendo o tempo inteiro até para até do até na criação de conteúdo. Isso daí é uma realidade. Porque teve uma época que eu sabia quem eram os cinco caras que tinham 1 milhão de inscritos no Brasil. Hoje tem uns caras de 30 milhões que eu nunca ouvi falar, né? Então hoje a gente tem um um cenário que é mais possível para todo mundo, porém me parece que a barra tá mais alta. Vocês têm
a mesma percepção, tipo, o mar era Mais tranquilo 2002. Vamos lá. Você quer responder? Então vamos lá. Tenho, tenho duas visões sobre isso. >> Se eu for comparar com 1995, 2002 que você tá falando, que eu sou um empreendedor, viajante do tempo, né? Eu eu fiz 30 anos que eu sou empresário no Brasil e a minha empresa tem 30, a minha primeira empresa tem 30 anos, né? Eu tenho vários outros negócios que eu fiz e que eu tenho, mas até hoje eu tô, >> mas a filha mais velha, >> a filha mais velha já tem
30 anos, né? Então eu sou um viajante do tempo. Então eu empreendi em todos esses anos e empreendi também negócios novos, porque assim, eu comecei a WAP 30 anos atrás, mas eu comecei a Mentron League Society, que é uma empresa que já é maior do que a Wiser Educação, há 1 ano e 8 meses. >> Como assim? Já é maior que a Wiz. já é bem maior. Isso, ela já é bem maior que a a W. E a Wesa de 650 milhões de receita, 250 milhões de Bidá. E essa empresa já é bem maior. E
ela e ela é uma empresa de 1 ano e 8 meses. Mas o que o que eu quero dizer com isso é, eu comecei um negócio 30 anos atrás e comecei um outro negócio um ano e 8 meses atrás. Em outras palavras, eu sou um viajante do tempo. >> Então eu posso, eu consigo te responder comparando, >> porque eu empreendi nos dois tempos, entendeu? Comecei a empreender nos dois momentos. Hoje é muito mais fácil. É muito mais, não é pouco mais fácil, não. É muito mais fácil. >> Naquela época tinha que ser heróico. O que
a gente fez foi assim, esse negócio da pesquisa são eram poucas, né? Só olhar quantas empresas, >> quantas empresas dessas >> persistem há 30 anos. >> Exato. É, exatamente. Tinha que ser heróico o negócio, tá? Hoje não precisa ser heróico. Hoje você tem muitas alternativas. Hoje um moleque abre um TikTok, faz um post no TikTok e tem 5 milhões de views no primeiro post dele se o negócio entrar no flow da audiência. E TikTok não precisa de seguidor, né? >> Total. >> Então, e aí, cara, daqueles 5 milhões ele ganhou, sei lá, 10.000 seguidores. 10.000
seguidores já começou e a e a coisa começa. Hoje você tem essa alternativa. >> Sim. Hoje você pode postar um vídeo no YouTube, um vídeo por semana e você ir crescendo dentro do algoritmo. Você pode ter um um Instagram, cada rede social tem um jeito diferente. Então você tem essa alternativa. Qualquer moleque da sua garagem tem essa alternativa. Naquela época não existia, tá? Então hoje é mais fácil. Agora, de 10 anos para cá, olha que louco, eu já não sei se hoje é mais fácil do que 10 anos atrás, que é isso que você tá
falando. >> Uhum. É isso que eu tô falando, >> tá? Olha que louco. É muito mais fácil do que 30 anos atrás, mas eu não sei se hoje está mais fácil que 10 anos atrás, porque 10 anos atrás o mato tava alto. Eu eu abri minha rede social 15 anos atrás. Eu sou o tiozão da internet, cara. Comecei era mato alto. Eu fiz o >> argeração de valor, né? geração de valor. Eu fiz 1 milhão de seguidores em 2014, entendeu? 2013, sabe? Eram poucos caras que tinham 1 milhão de seguidor no Brasil. Hoje, cara, tem
cara de 10 milhões que eu não conheço. É verdade. >> Entendeu? Então, o que que acontece hoje em relação a 10 anos atrás? Você quem quem chegou a 1 milhão de inscritos no YouTube, 1 milhão de seguidores, o cara tava voando. Um acetinha incrível. >> Hoje ele tem muito mais concorrência do que ele tinha lá. Examente. Isso. >> O cara que se acomodou, ele tá chorando, tá choramingando, entendeu? Agora o cara que tá buscando nova alternativa, ele tá Vendo moleque novo crescendo mais do que ele e ele tem que correr atrás do prejuízo. Esse desafio
existe hoje em relação a 10 anos atrás, principalmente que é da internet. >> Então isso não significa necessariamente que tá ruim. >> Tá verdade. >> Não tá ruim, mas significa sim que o desafio tá um pouco maior do que 10 anos atrás. Isso não é necessariamente ruim, tá? >> E o mercado amadureceu também. O mercado amadureceu. E também tem um outro movimento que não existia antigamente, quando a gente começou há muito tempo atrás, eram os moleques na internet, né? A gente meio que desbravou esse negócio, foi vem. >> Daí os tubarões começaram a olhar, falaram:
"Cara, esse negócio dá caldo, cara. Tem algo ali que a gente vai ver." E hoje tá muito mais profissional. Hoje você tem um Flávio e Augusto fazendo um Produto 100% entre aspas, né, digital e com uma escala global ali que antigamente não existia. Hoje você tem uma briga por audiência ferrenha, tanto de pessoas extremamente capacitadas e pessoas que aproveitaram e criaram lá sua audiência lá no fundo, mas que podem começar a derreter. Então, a minha visão é que os próximos 5 a 10 anos, cara, vai ter um shift absurdo. Esse negócio vai ficar muito profissional.
Isso daqui são os as novas empresas que a galera chama, Gosta de chamar de unicórnio, as novas empresas bilionárias estão nesse mercado. >> E vocês diriam que a inteligência >> tem tempo para começar, tá? Tem essa. Desculpa só para concluir esse quem tá começando agora, cara. Tá, não perdeu o time, não perdeu o bonde, não. >> Até mesmo igual o Flávio falou, >> tem tempo em 18 meses ele pegou e fez um negócio milionário. Já eu peguei, lancei a minha empresa de educação digital Também, cara, em seis meses eu já atingi faturamento de dois dígitos
de milhão, muito rápido, assim, coisa que uma empresa tradicional >> levaria muitos anos, >> cara, levaria vários anos. projeção pro ano que vem é dígito de milhão tranquilamente e estruturando e crescendo com qualidade, achando pessoas legais, fazendo impacto, gerando impacto, olhando lá a galera que tá participando dos programas, todo mundo Super feliz, NPS super alto. Isso que é o gostoso, entendeu? >> Usando uma uma técnica, vai ou para para adquirir esse cliente que que não vai nessa linha do CAC alto, vai, >> não tem problema aí, porque o produto dele é high ticket. Esse é
o ponto. O CAC alto é um problema pro low ticket, é um problema para aquele preço baratinho, assinaturazinho, assinaturazinha, sabe? Agora um programa, qual o valor do teu programa Por ano? >> O mais barato 60.000. >> 60.000. Então você com R$ 60.000, você pode pagar R$ 2.000 para um cliente. Ele duvido que ele pague isso, mas você pode. Pode. >> Você entendeu >> assim? >> Mas você não pode pagar R$ 2.000 por um cliente por uma assinatura de R 19,90 por mês. Não pode, >> né? Ó. E olha como é maluco hoje, como a Gente
muda até a a forma de olhar. A gente tava falando agora do do ticket, o produto que eu vou fazer pro ano que vem o mais barato vai começar em R$ 10.000, que são workshops de dois dias, aonde eu vou fazer uma redução do meu conteúdo para entregar duas dois dias de inversão forte, tal, para eu ter um maior aumento funil. Então, porque tem pessoas mais expostas, né, mais pessoas a pagar 10.000, me entender, tem um gosto, pô, eu acho que o Breno vai me ajudar mais Na empresa, eu vou dar o próximo passo. E
daí de lá a gente faz a escadinha, né, o funil de produto normal, que é pro programa de aceleração de 60 ou então pro meu club de 250 e daí você faz a escada. E isso me permite dar um excelente produto de qualidade pra galera ter sim um CAC um pouco maior, porque não é fácil, né, entre aspas concorrer ali, porque no final das contas a gente tem ali uma sobreposição de alguns empresários, mas tem espaço, Cara, o negócio é gigante, gigante, gigante. Tem muito empresário precisando de ajuda. Isso aí tem espaço, né? >> Nosso
produto mais caro é 3 milhões por ano. >> Então tem cliente de 3 milhões por ano, de 1 milhão, tem cliente de 500.000, de 400, de 300, de 200 até 60. E tem, e eu acho que tem assim, >> tem uma, com certeza tem espaço, porque tem algo, tem oportunidades que talvez o, o cara que tá ouvindo a gente aqui, Ele não tá eh identificando dentro do próprio negócio. Quer ver um exemplo? Um exemplo tem a ver comigo, ó. Eu tava conversando com um cara esse fim de semana, o Rafael Sicar. Salve, Rafa. O Rafa
é legal, ele assiste quase todos os flow. Certeza que ele tá vendo esse. >> Eh, a gente tava trocando uma ideia e ele tava me falando, ele era o CEO da Anima. que é uma empresa de educação também. E ele tava me contando que, [ __ ] ele tava começando a a sentir que Ele precisava. Por que que tem uma galera assistindo vídeo de internet aí, assistindo Flow, por exemplo, engajado, comentando eh tá ali curtindo e tudo mais e não tem os caras assistindo com o mesmo tesão a a aula da faculdade que o cara
inclusive pagou para assistir, né? >> Que ele deveria estar ali prestando atenção plena. Depende. Se o se o se o público é empresário, a questão não é qual é a aula, é quem tá dando aula. Então >> esse é o ponto, né? Com todo o respeito, todo o respeito que o professor merece, >> eu acho que tem que ser valorizado e ter respeito. Mas se um professor de vendas, ele nunca vendeu na vida, mas ele é um professor porque leu, porque estudou, tem seu valor isso, mas o valor é menor. >> Uhum. É tipo, você
vai fazer uma cirurgia com seu filho e o médico nunca fez aquela cirurgia. É a primeira vez, ó, desculpa qualquer coisa. [risadas] Agora o cara já fez 2.000 cirurgias com Sucesso. Quem qual é o médico que que vale mais? É o médico que tem experiência. Então, eh, de novo, não quero jamais desvalorizar um professor, mas um empresário que dá que é um professor de vendas, que é um cara bala de vendas, >> um cara que é um empresário que vai se dar aula sobre gestão de pessoas, que ele tem 3.000 funcionários, tem muito mais valor
do que um professor que vai falar, dar uma aula de gestão de Pessoas que nunca contratou uma pessoa na vida. Mas não é importante também que esse professor porque que eu tô falando >> que essa é a diferença da da da do engajamento da aula da faculdade >> para um quando um cara, por exemplo, ele tem um empresário ajudando e mentorando, ele é completamente diferente. >> Eu entendo. >> Não é não é não é o tema, é quem é que tá falando o assunto. >> Eu acho que ajudaria também se o Professor ele ele e
aqui eu não tô dizendo os professor, né? >> Eu então eu sou professor até hoje, né? Então, eh, o ponto é se o se o cara ele ele pode ser bom professor, ele pode manjar para [ __ ] ele pode dominar uma sala de aula, mas a comunicação digital ela é diferente, ela precisa de ela precisa de uma liga diferente, né? E aí, [ __ ] uma parada que poderia ser, por exemplo, era: "Cara, por que que a Gente não capacita os professores a para falar de forma de na internet?" >> Mas aqui não não
tem a ver com capacitação, tem a ver com background, entendeu? Então assim, o cara ele pode ser capacitado a falar sobre um assunto, mas ele não ter autoridade para falar sobre aquele assunto. >> Isso faz toda a diferença. >> Isso faz muita diferença. Aliás, isso você vai ver isso na internet, um monte de gente que nunca realizou nada na vida Querendo dar aula de negócio na internet, porque qualquer um chega na internet, >> aluga uma Camaro amarelo, entendeu? Que na época era Camaro amarelo, mas o cara aluga uma Ferrari, vai em Dubai, bota um turbante,
aluga uma Ferrari. Eu sempre brinco, né, cara? Foi a Dubai, meteu um turbante, alugou uma Ferrari, fim de carreira, né? [risadas] Mas >> bom, ainda não fiz isso. >> Qualquer cara que faz isso e e e vai na Internet, porque ele atrai atenção e vai vender uma mentoria de sei lá o quê, qualquer um pode fazer isso. O que acontece é que o mercado tá amadurecendo. Breno mencionou isso aqui. As pessoas já sacaram >> que tem muita gente que quer ficar milionário vendendo um livro com o seguinte título: Como ganhar o seu primeiro milhão. Você
entendeu? >> E o cara quer ganhar o primeiro milhão aí. Ele quer ganhar o primeiro milhão Dele, vendendo o livro, ensinando como ganhar o primeiro milhão. Cara, tá tudo bem, tem espaço para esse cara também. Eu não acho que esse cara é charlatão, como muitos dizem. Eu não acho. Eu acho que, cara, é democrático o cara. Ele pode falar o que ele quiser, ele pode vender o que ele quiser. Isso é livre mercado. O que precisa melhorar é a visão crítica do mercado, que na minha opinião está amadurecendo. Ele consegue, as pessoas já estão conseguindo
Diferenciar esse cara de um alguém que realizou alguma coisa de fato. >> É verdade. >> Então, a minha dica é: "Ah, o cara é mentor, beleza. O que que esse cara realizou? Que que ele fez? Qual é o track record? Track record é uma palavra em inglês que significa seu histórico de resultados. >> Que que ele realmente realizou? É igual o cara que, pô, o cara se divorciou 18 Vezes, mas tá ensinando, dando aula para casais. >> É isso. É, isso é maluco. >> Tem um monte de coisa assim, cara. Não pode não. Mas eu
tenho muita experiência. Não, cara. Enfim, né? >> Em como acabar casamentos, mas tudo bem. É, exatamente. Então assim, ah, esse é o ponto. Esse é o ponto. O cliente tem a responsabilidade de avaliar esse médico é bom, esse cara é bom, ele tem resultado ou ele é só um falastrão de Internet. Tá tudo bem, os falastrões, tá tudo certo, porque aí começa o cara a falar coisa errada. Você quer ver uma coisa errada de cara que nunca realizou alguma coisa de fato relevante e começaram a falar na internet que, na minha opinião é perigoso, >>
hã, >> saia do operacional. Isso é um perigo, cara. Porque você imagina empresário ralando, com dificuldade, cansado, Quando ele fala, ouve um guru da internet falando, saia do operacional, ele ele pensa assim, oh. Cara, é Deus me falando aqui, cara. É uma mensagem divina para mim. Não, meu irmão, o empresário tem que sair de alguma coisa operacional, tipo ir banco, trocar a lâmpada, mas tem um monte de trabalho operacional que ele nunca tem que sair. Ele tem que fazer. Tu tá aqui fazendo essa entrevista. Esse é um trabalho operacional. >> Com certeza. A própria formação
da agenda. >> Formação da agenda. >> Eu dou aula, eu falo fazer de conteúdo novo por aí. >> Isso existe operas pessoas falando aquilo que elas querem ouvir no momento de dificuldade. Como o empresário passa muito momento de dificuldade, >> maior parte dele, né? >> Maior parte deles, aí cai nessa conversa Assim, entendeu? Então é um exemplo que que o cara o cara maduro, o consumidor maduro, o empresário maduro, ele sabe diferenciar o marqueteiro de internet de alguém que de fato tem resultado. >> É aí o que eu falei assim, é amadurecimento do mercado. Antigamente
que que acontecia também nesse mercado muito digital é >> não tinham tantas pessoas preparadas, então a galera entrou e aproveitou o mercado como um todo. Hoje ele tá cada Vez mais amadurecendo, tem cada vez mais histórico, tem espaço para todo mundo, mas a crítica, o olhar, ele vai ficar cada vez mais claro. E daí eu fico muito feliz que é é um mercado que muitas vezes, né, cara, agora, ó, aí tá falando 2025, >> pô, eu deixei minha posição executiva, fui montar no meu, né, meu produto de educação, ainda fui criticado, falei: "Putz, não acredito,
vai virar coach". Ah, vai virar coach. abrindo pô Continuava fazendo que você tava fazendo, vai virar coach ainda. É meio marginalizado, né? É assim, é parece que é meio demérito. Eu olho para ele e falo assim: "Puta, é sério, o cara sentado lá coaches foderam o mercado inteiro, né?" Mas cara, mas a gente não tem que se preocupar com essas coisas não, porque olha, é muito interessante isso, muito interessante. É igual o cara falando assim: "Não, o cara é vendedor de curso." Falei: "Pera aí, eu fiquei Bilionário vendendo curso, >> vendendo curso, [risadas] >> [
__ ] eu vendi curso de inglês. Vendi curso de inglês, cara. Eu vendi um curso de inglês por 500 milhões de dólares. Hoje seria 2.5 bit real. Pô, eu era dono de 100% dessa bagaça. Vendendo o curso, >> começando na ficha telefônica. >> Começando na ficha telefônica. Então, como assim? E você vai comprar lá uma casa bacana que você tá, o vendedor, escuta, você ganhou esse dinheiro como? Foi vendendo curso. Não [risadas] vendo casa para quem ganhou dinheiro vendendo curso. Entendeu? Não, cara, você vai comprar um relógio lá, ó. que eu vi que o Breno
gost de relógio, se >> só gosto de relógio para caramba. Não gosto de se que eu sei. >> Gosta de se que eu sei. >> Mas ele tá com Lice Nardan aqui, bonitaço, maravilhoso. >> 10 de82. É isso. >> Você foi lá comprar na loja, escuta, você ganha seu dinheiro vendendo curso? Não, nós não vendemos relógio para qu Então assim, não é, você era empresário, então tudo bem, agora você vende curso, não mais, né? >> Não, cara. Então assim, no fundo, né? No fundo, no fundo acho que é muito legal a gente saber que houve
essa banalização, mas é normal do mercado. O mercado mesmo regula por na pandemia tava todo mundo em casa, Ninguém tinha o que fazer. Então eles vão fazer o quê? Comprar curso. Só que agora não é mais assim, cara. Mudou o mercado. >> A conta não fecha. os vendedor que vende só curso de forma daquele jeito qualquer, ele não sobrevive mais com esse CAC alto e vai aumentar o CAC ainda. Então o mercado ele sempre vai se ajustando e quem é de verdade se perpetua. >> Exato. E o mercado se, entendeu? E o Mercado se educou
antigamente tinha aquelas coisas que era tanta oferta que cara quanta gente não comprou o produto, nunca abriu, nunca abriu, entendeu? Nunca usou tal. Hoje não. Eh, de novo, eu tenho falar aqui desde quando eu comecei, cara, a minha taxa de adesão nas minhas aulas, cada 15 dias ali online com a minha turma, com os meus mentorados, cara, sempre tá cheia. Eu não tive que cancelar uma aula igual. E era muito louco. O pessoal falava assim: "Não, fica tranquilo, cara, você vai ver. É dinheiro fácil, você vende, faz e é o pessoal fala assim: "Não, daí
cara, daqui a pouco pede adesão". vírgula, cara, é o contrário. Pelo menos o meu modelo de negócio hoje é super gostoso. Você vê a galera evoluindo, crescendo, de fato, dando um baita valor, olhando lá, virando para mim, falando: "Pô, Breno, o seu insite, aquilo que você falou, aquele ajuste que a gente fez na empresa, tá dando tanto de resultado Aqui. Eu já aumentei, melhorei minha capacidade de venda, aqui a minha gestão, a parte de cultura que eu sou mais, né? valor para valer. >> Super. E daí tem coisas que lá a minha metodologia mais forte
na parte de inovação e gestão de pessoas e criação de cultura, meu, dá resultado. A galera gosta muito. Isso não tem preço. >> Isso não tem preço. Ah, não. Não é assim, mas você vê executar. Ah, cara, você tava lá no meu evento, você viu que Que gostou foi meu a galera toda ali curtindo, indicando, trazendo. Daí tem edicação, né? Então, a galera levando outras pessoas para est lá. E cara, a galera aplicando. Então, eh, o mercado vai amadurecer, sempre vai ter gente nova no mercado. Isso que bom, né? Se não tivesse isso, eu não
estaria sentado hoje aqui nessa cadeira falando sobre isso, >> mas vai ficar cada vez mais a barra tá mais alta, o sarrafo tá mais alto. >> Entendo. Faz sentido. E que bom, no fim das contas, né? >> É igual o podcast, >> com certezais >> igual qualquer mercado que se estabiliza, né? >> Exato. Igual é foi apps lá atrás para mim a quantidade de aplicativos que teve. Tudo >> o S foi foi um dos dos primeiros. Hoje existem vários. >> É. É, >> faz parte, é assim que funciona. >> É. E hoje, ó, quantos podcasts
novos não devem abrir todos os dias? >> Sim. Sim. E também é muito interessante que ao longo desses 7 anos e eu vi muitos surgirem e desaparecerem também, >> né? Exatamente. >> Porque é assim mesmo, o mercado, no meu caso aqui, tá se estabilizando. Eu tô vivendo, eu eu tenho, eu, eu tenho uma, para mim, eu fico olhando tudo que a, Que os outros que empresários fazem, converso com vários executivos, não sei quê, e eu fico o tempo inteiro tentando adaptar isso pro meu mundo, porque eh eu me sinto vanguarda, sabe? Tipo, desbravando um mercado
que não existe de certa forma, sabe? assim, isso aqui que a gente tá fazendo, tá sentado nessa mesa aqui trocando ideia, 8 anos atrás não existia, >> não. Esquece, >> né? Então assim, tem uma tem um monte de Caminho, um monte de coisa para olhar e ninguém testou e provou qual é o melhor porque não tem que é a gente que tá fazendo. Exato. >> Tem caminho. >> Isso é gostoso também, é assustador. Por isso que eu tô grriisalho aqui, ó. Todo [ __ ] mano. Parecendo teu pai. Olha isso, cara. O cara mais velho
que eu. >> Isso, cara. Que isso? Você tá, você tá com quanto? 40. >> 40. Tá, tá junadinho. Não tá, tá, não Dá, dá para dar uma melhorada. Igor, não posso falar. Você fala de mim, >> pega seus primeiros episódios. >> Não, tô ligado. Coisa horrorosa. É, >> cara, a primeira vez que eu sentei nessa mesa. Pega eu e você. >> Eu era o Shrek, >> cara. Olha a transformação, cara. Era um negócio monstro, cara. Por isso que a gente tem que dar muito valor pras nossas esposas, entendeu? É igual os três, né? >> Eu
perdi 40 kg também. >> Então, isso aí, ó. Inclusive, o pessoal fala que quando você era gordinho parecia comigo gordinho. >> Olha aí, cara. Vou te mandar. Eu parecia com você. É, é. Era bem, mas cara, as nossas esposas são campeãs, cara. Pelo amor de Deus. >> Elas compraram na planta. [risadas] >> Não, todo mundo fala que a minha quer perguntar sobre visão de futuro, conversa com a Ana, cara. A Ana é Fantástica. [risadas] Eu tô com a minha esposa tem 25 anos, né? Desde, desde o molequinho. >> Um dos poucos que me ganha. Eu
tô a 21. >> Ah, não. O Flávio tá com a 33. 33. >> 33. >> Então somos que será que isso? Não vou entrar nessa. >> Do quê? Não vou entrar nisso. >> O que que você perguntou? >> Será que isso realmente quer dizer alguma coisa, tipo relacionamentos muito Longos na minha opinião. >> Quer dizer, primeiro, vamos lá. Claro que não dá para generalizar, >> claro, >> mas é um indicador de que você é um cara de relações de longo prazo, >> que você é um cara que você convencer uma pessoa um dia é uma
coisa, você convencer essa mesma pessoa um um mês já não é tão fácil. Você convencer essa pessoa 30 anos, cara, >> é, >> você tem que ser bom. Verdade, né? Tem que ser bom. [risadas] >> É verdade. >> Entendeu? >> Vou chegar nos 30. >> Pois é. Então é é por aí. Então tem a ver com e e gestão de pessoas tem a ver com isso também, né? Eu tenho, cara, eu tenho, eu tenho um cara que trabalha comigo há 31 anos. Tá trabalhando comigo há 31 anos. É o CEO hoje lá da Wasap. Nesse
cara eu Aposto que ele é o que ele você confia nele para [ __ ] >> Confia nele. Confio nele. >> O cara tá contigo há 30 anos. >> 30 anos, cara. Tem cara de 20, deve ter uns 20, 30 lá, cara de 20 anos. >> Então, pessoas de relações de longo prazo são pessoas interessantes, são pessoas que você que conseguem eh gerenciar conflitos, resolver conflitos, porque tem conflito, né, cara? >> Poxa, nossa, >> tem conflito, mas você vai lá e resolve. >> Você não desiste. Então, bom sinal, cara. Eu gosto de eh é que
é raro eu encontrar gente com relacionamentos tão longos assim, >> ó. Você para você ver aqui, ó, as fotos de 40 kg mais deixa ver >> as fotos de gordo aqui, cara. Tem umas fotos foto antiga minha aqui, cara. Você vê, você começa a ver as fotos de gordo, né? Meu parce emagrecida também mais tem uns dois, tr Anos >> faz uns é dos últimos três anos. >> Tr anos. É. >> Nossa, esse não parece você. Que doideira. Esse essa foto era 5 anos, se anos mais novo que que hoje aqui nessa foto. >> Não,
eu também >> sou mais agora. >> É, então tô achando melhor agora também. >> Olha isso, cara. Aparecia comigo mesmo, cara. >> Não, calma. [risadas] Tem tem outras pior. Ontem o no sábado o Walter me mostrou uma, eu falei assim, ó, você tem que, cara, você tem que pegar e mostrar depois pro Flávio. Cara, eu tenho umas não, essa não parece. Eu vou depois. >> Essa parece menos, mas mas lembra aqui assim, gordinho. Gordinho simpático, né? Gordinho simpático aqui, >> cara. Eu era muito gordo. Era muito gordo. Tava fazendo o qu por que que tava
de terna e gravata aí? Porque essa Época eu, cara, prestava serviço pra Federação das Santas Casas do Estado de São Paulo. Eu era quebradaço, cara. Era muito quebrado de grana. >> Entendi. >> Assim, ônibus todo dia, cara. Fazia três jornadas para poder fazer as coisas. >> Esse esse gorducho aqui já era bilionário já. >> Então, olha [risadas] aí. >> Olha aí, cara. Você vê que não é dinheiro só não, meu amigo. >> É verdade. >> É gordo sem vergonha mesmo. Então, cara. >> É. Vou te mostrar uma aqui que foi antes de eu dar uma.
>> Tô falando de mim, né, cara? >> Ah, daí pode. >> Então, eu posso, né? Então, se tem algum gordo ofendido, não se ofenda que eu falei de mim. >> Nossa, boa, boa, boa. >> [ __ ] eu eu fui muito gordinho, cara. >> Muito gordinho. >> E careca. >> É, careca também. >> Nós, né? >> É nós. Nóá. É, eu ainda não fui careca ainda não. Hoje eu >> não vai chegar mais não. Tu não chega mais não. F. >> Acho que não, né, cara? 53, né? Ah, não, não cai mais não. Cai mais
não. Eu espero que o meu, o meu não caia de novo. Agora tem que cuidar do que ficou, né? >> Tem mensagem pr gente, >> dizem que hoje em dia se é uma pastinha que você passa que nasce aí, >> tem um monte de coisa, tem um monte de, tem um monte de, tem, tem uns troços que hoje em dia você toma uns, umas cápsula, tem umas paradinhas que você faz aí. Eu, eu que sou um vacilão e não cuido muito não, né? Mas eu devia cuidar inclusive. Bom, tem mensagem pra gente aí. Então, então
antes da gente pr as mensagens, deixa eu falar para vocês aqui de um Último parceiro de hoje que é o Airbnb. E assim, eu não sei vocês que se vocês vão viajar no carnaval e tal, mas você que tá assistindo a gente aí, tiver pensando em viajar no carnaval, tanto para ir pro meio da folia quanto para fugir da folia, você devia considerar o Airbnb, porque toda a pegada, assim, a a atmosfera é diferente quando você tá num quando você tá numa casa com com seus amigos e curtindo aquela coisa ali, todo mundo no mesmo
ambiente do numa dinâmica Diferente inclusive da dinâmica de um hotel. Então, eh, pô, dá para você que nem que nem no meu caso lá, dá para você ir ficar numa casa com uns amigos, enquanto uns vão curtir a folia, o outro tá dormindo, o outro tá fazendo almoço, o outro tá fazendo não sei o quê, todo mundo curtindo ali aquele lugar numa vibe, numa atmosfera bastante diferente do que seria ficar, por exemplo, num hotel. Então, se você eh tiver pensando em viajar, considera aí o Airbnb, cara, E dá uma olhada no nos preferidos dos hóspedes,
que esses são os mais bem avaliados pela galera que fica no Eirnb. E dá para você pagar com pixel, então até seis vezes no cartão de crédito. Então dá para você planejar a tua viagem aí com uma certa tranquilidade. Só que se eu fosse tu, eu faria isso logo, porque bom, a gente tá em novembro, eu tô falando para você de carnaval. Sabe o que que isso quer dizer, né? Que vai chegar lá e você vai ficar sem porque tu Vacilou e não garantiu a tua logo. Então já sabe, né? Vai lá, considera. Se for
viajar, considera o Airbnb que é uma experiência bem mais, não sei se é melhor, mas com certeza ela é diferente e gostosa, tá? Eu já tive as duas experiências e eu curto muito o Airbnb em geral, que eu prefiro. Vaiá lá conhecer se você ainda nunca experimentou. Tem uma mensagem pra gente aí. Seu >> Flávio Gordinho aí, ó. >> É, >> cadê? Cadê? Aqui. É, >> ele nessa época ele tava gordinho. >> Menos, já tava uns 10 menos. Agora ele tá é cego, tu viu ele olhando. >> Ah, mas daí a idade vai chegando um
pouquinho. [risadas] Eu não ia brincar, né? Porque eu respeito, mas >> esqueci meu óculos. Vai para ler. Eu fico só assim, ó. >> Bom, agora a gente vai pr as mensagens, então d aí Jean. Víctor mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, Flávio. Estou motoboy, cresci e tenho mais clientes que posso atender. Não tenho certeza que se eu contratar motoboys CLT, mais estrutura e impostos a conta fecha. Para onde devo olhar? >> Olha, vamos lá. O cara tá tá levando a sério o projeto de motoboy. Eu acho que dentro, acho que até o Breno era
um cara bom para responder isso, porque com a experiência de iFood, né, tem mais no aí Embarcado. Mas com certeza >> eh deve existir aí, tem que consultar um advogado, um modelo que não necessariamente seja CLT, né? Um modelo que seja que tem um quinaio específico para motoboy, ou seja, o cara pode ser um MEI. E aí talvez o melhor modelo para não incorrer em custos trabalhistas e nem em riscos trabalhistas seja um modelo de locação de de moto. Muito melhor ele ele fazer um modelo de Locação de motos para quem quer empreender sendo motoboy.
Já que você é um motoboy de sucesso, já que você foi um cara que foi bem sucedido, tem vários clientes mais que você pode atender, você pode fazer uma mentoria com os caras que querem ser um motoboy de sucesso como você é. E aí você treina esse cara e ainda aluga uma moto para ele. Então acho que esse é um formato, um modelo de negócio que seja mais favorável do que você entrar na na no Modelo CLT, onde você vai ter muitos encargos e o cara, inclusive, vai ganhar pouco dinheiro, porque no final das contas
o modelo CLT prejudica o o contratado, a cadeia inteira. Cadê >> é? E se você quiser fazer validação disso, por incrível que pareça, é mais simples do que parece. Bota na ponta do lápis ali, coloca numa planilhazinha, anota ah, quantos pedidos em média eu tô fazendo? Se eu fosse contratar ele na com CLT, coloca mais 120% de custo e daí Quanto que eu vou fazer de distribuição? Ah, para eu pagar ele, então eu vou ter que fazer, vai ter emissão de nota ou não? Se ele modelar ali 15, 20 minutos, ele vai ver que vai
ser bem difícil ele conseguir manter esse formato de trabalho. Isso daí, como o Flávio falou, é pegar uma pessoa de confiança, vai lá fala com o computador, tudo e estuda possibilidades nesse modelo de negócio dele. Daí quando ele o Flávio fala: "Ó, locação de moto, cara, pode ser um Excelente caminho." Daí ele vai falar: "Putz, mas aí tem o capex, como que eu vou comprar as motos?" Porque tem linha de financiamento, tem um monte de coisas, cara, tem um monte de coisa que ele dá fazer, >> cara. O Ling, ele ainda pode jogar isso contra
imposto, né? Porque o leer entra na despesa, tem ficar uma contabilidade um pouquinho mais sofisticada, ele consegue fazer dinheiro disso. Mas o o principal ali que eu acho que a dica que O Flávio deu que se ele pegar bem eu acho que >> sim, >> cara, daria pregar >> de ouro aqui hoje. sacanagem >> que assim, ó, imagina ele conseguindo falar pra galera, ensinando aonde ele, o motoboy tem que ficar melhor posicionado pro iFood aptar mais, qual são os horários de pico, ele literalmente mentorar, que é o conhecimento dele, dado que ele conseguiu sucesso, pegar
Ali uma turminha e falar: "Ó, vai na minha, eu encosto aqui, tá o horário aqui apita mais por causa disso, tem aqui esses clientes porque causa desse restaurante geralmente não gorgeta, só dele fazer isso já tem seu baita valor, entendeu? E dá para ele escalar bem. >> Interessante, né? Dá para escalar qual? Quase qualquer coisa, né? >> Desde que você gere valor. >> Desde que gere valor. Valor. >> Maneiro demais. Dá ali na próxima. Aí Vai. Nessa de alugar moto. >> Melissa Ingrid mandou uma mensagem pelo Pix. O Flávio não sabe, mas ele e a
Cris Junqueira são meus amigos próximos e mudam a minha vida diariamente. E aqui fica a minha pergunta pra mesa. Quanto o nosso ambiente nos influencia? >> Nossa. Eu eu tenho um pouco de cuidado quando se fala de ambiente >> e eu vou responder essa pergunta de forma mais ampla, tá? Primeiro respondendo ela de forma específica, Depois eu amplio um pouquinho. De forma mais específica, sim, o ambiente influencia. Se eu tô com pessoas pessimistas, eu vou ficar pessimista. Se eu sou se eu estou com pessoas que são mais corajosas, eu tendo a ser um cara mais
corajoso. Se eu se eu estou com pessoas mais empreendedoras, eu tendo a me encorajar a empreender também, porque eu vou ver pessoas ganhando dinheiro e aquilo vai me incentivar. Então, o ambiente sim influencia, mas eu tenho um Cuidado muito grande para falar sobre isso, porque algumas pessoas elas ultrapassam o conceito de influenciar para um determinismo. Ou seja, um ambiente ele não determina. Tem filho de pai pilantra que é honesto e tem filho de pai honesto que é pilantra. Em outras palavras, se o ambiente ele determinasse, não existiriam, não existiria essa discrepância, não existiria essa contradição.
Então, é preciso tomar Muito cuidado, porque o determinismo leva ao vitimismo. Ou seja, se o ambiente determina, logo eu sou vítima deste ambiente. Se eu nasci no meio do tráfego, eu vou virar traficante. >> Isso não é verdade. A maioria das pessoas da favela não são traficantes. A maioria das pessoas que moram na favela, eu já morei na boca de uma favela, ninguém me contou isso, >> tá? Já frequentei favela. Então, eh, a maioria das pessoas da favela são Trabalhadoras e sérias, elas não são eh traficantes. Então, eh, dizer que um traficante ele foi vítima
daquele ambiente é a dar a ele a prerrogativa do vitimismo por conta de uma de uma de uma primícia de uma premissa de determinista. Uma premissa determinista, entendeu? Ou seja, a gente não pode ser determinista. Sim, o ambiente influencia, mas ele não determina. Agora, já que ele influencia, cara, se cerca de gente legal, >> seja intencional. E hoje você pode se cercar de gente legal na internet, mesmo sem conhecer a pessoa. Fico feliz que a menina, eh, não me lembro o nome dela, mas eu fico feliz que ela disse que de alguma maneira eu tenho
ajudado, eu e a Cris, que é minha amiga querida, a gente tem ajudado. Legal. >> É, o, cara, basicamente é só olhar a gente, assim, o ambiente ele não te limita. Não faça boas escolhas. É. É, pô, eu vim de um ambiente que era Extremamente escasso. Eu não tinha mesmo possibilidades, podia ficar ali deixar me limitar aquilo. E eu sempre sonhei mais alto, sempre coloquei na minha cabeça que, cara, eu não queria aquela realidade para mim e pra minha família, pra família que eu iria montar ainda. Então, o que eu falo para todo mundo é:
sim, o ambiente muda, >> só não deixa ele te limitar e faça sempre boas escolhas. E de novo, a vida não tem atalho. Toda vez que você Acredita muito assim, ter aqueles atalhos mágicos milagrosos, cara, geralmente você vai bater com a cara na parede mais rápido do que imagina. >> É, vai pra próxima aí, Jan. >> Os caras ainda tem que dirigir lá para outro lado da cidade. Ainda >> Walter Neto mandou uma mensagem pelo Pix. Flávio, estive na formação de mentores semana passada. Tenho no howow para ajudar empresários, mas ainda não tenho mentoria. Como
descobrir onde Posso mais dar Ri? O foco deve ser vendas. >> É, quem ensina vendas é um é um é roy na veia, né? Porque o que que é ro? return on investment, retorno sobre investimento. Ou seja, eh se um cara não vende e eu ensino ele a vender, ele vai aprender a vender e vai trazer mais receita pro negócio dele. Então o ROY sobre o investimento que ele fez para aprender a vender é muito mais rápido do que se você ensinar pro cara logística. Logística vai dar um ROY, vai dar ROY também, mas vai
dar ROY menos, vai levar mais tempo. Então, Roy na veia é quando você ensina o cara a gerar receita. Então, vendas, marketing, eh, tudo que é que atua na geração de receita vai ter uma tendência a gerar mais ROY eh para esse cara. Então, eh, agora sobre especificamente o que você pode ensinar para um empresário, você tem que buscar, >> eh, entender, eh, o que você tem de conhecimento efetivo, eh, para, porque Não adianta você, ah, vou ensinar venda que marroy, mas você não sabe nada de vendas, aí não adianta, você tem que pegar tua
expertise, aquilo que você tem, autoridade realmente, e aí você vai procurar ensinar. Boa. Tem mais aí, então dá. Grande Flávio Breno. Sou apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Sou muito fã de ambos. Gostaria de um conselho. >> Ih, cortou. >> Ele gostaria de um conselho. >> E deve tá falando alguma coisa proibida e o Pix picotando. >> É, >> é. Pera aí. >> Ih, dá para ler a mensagem dele? >> Quando é assim áudio que o cara mandou dele pular pra próxima. Daí a gente volta. >> Tá bom. Tá bom. Vai. >> [ __ ] R
Torres mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, senhores. Olhando para Iá, quais setores vocês não vão colocar energia que valeria a pena dar uma olhada, seja na execução ou na educação de IA para esse setor? >> Não sei se eu entendi, >> né? Talvez ele ele o que ele tentou perguntar é olhando o IA, o que que é um setor que a gente acredita que não tenha tanto impacto de A assim ou que não vai não vai fazer tanta diferença que a gente não olharia? Cara, para mim assim, I não não tem como, ele vai
mudar tudo >> completamente. >> Exato. Não, não tem como. Assim, qualquer coisa hoje você consegue aplicar IA e ela vai te dar resultados e a forma que você vai aplicar tira ali, né, o seu melhor resultado ou não. Mas em qualquer coisa. Eu tava discutindo esse final de semana com um amigo sobre até limite de precificação dinâmica que alguns países estão já adotando nas tags, >> no mercado para você fazer promoção. Então assim, baseado um ea, o mercado ele vai começar a tomar decisões de precificação de um produto, de uma lata de milho, real, tipo,
faz numa passagem aérea, né, >> igual faz numa passagem aérea através de para fazer assim, ah, vacância, tem momento, menos demanda ali. Então, AI vai controlar o trânsito, como já controla hoje em grande parte das cidades, vai controlar a sua empresa. É assim, então não tem hoje uma área que Você fale assim: "Ah, não, não olha IA aí porque é bobeira, otimização de entrega, agrupamento para qualquer coisa". Se você trouxer exemplo, tem a envolvida e tem como você alavancar, otimizar, melhorar processos. Então, não tem como ficar longe assim. E e cara, eu ainda fico maluco
porque tem pessoas que até mexem com tecnologia, ainda falam assim: "Puta, AI é hype", né? Daí eu falo: "Não, meu Deus, é". >> Então, isso é uma parada interessante Porque assim, provavelmente, bom, eu ten uma galera, >> um hype de trilhões de dólares. >> Exato. É, >> tem uma É, tem uma galera apostando eh que a revolução que a que a inteligência artificial vai promover é semelhante ou maior que a revolução que a internet promoveu. >> Eu acho que vai ser por aí, sim, né? Então, se tu não tá olhando para essa [ __ ]
tomar cabeça. >> Olha, eu tenho eu tenho setores, tem um setor lá na empresa, não vou nem dizer qual, mas a gente tinha começou o ano com 280 funcionários, reduziu 90%. Pode >> Aham. >> Então assim, e a vai reduzir mão de obra, vai, pode ser que compense algum momento lá na frente, talvez pode ser que compense >> gente mais técnica, mais qualificada, mas cara, vai ter impacto. O impacto e o impacto não é pequeno. >> Uhum. Não é, >> são muitas aplicações, né? >> É muito doid fazer uma porrada de um monte de coisa,
Dá para fazer coisa com ia que tu não sabe que dá para fazer com ia. >> Essa que é a parada. >> Ex. Ah, a última vez que eu tive aqui, que a gente bateu papo, é que eu falei, é, a Iá conseguiu nivelar muitas pessoas. Então assim, hoje em dia você parte, né, do mesmo local. Outra coisa Que é tem que entender são os preguiçosos de IA que a IA vai fazer tudo para mim. Ou tem aqueles caras mais inteligentes que fala assim: "Pô, a Iá me dá super poderes, agora eu sou mais completo
com IA." E fora dos outros processos. >> Aquele garotão novo começando a escrever um blog, escrever texto, artigo, os artigos do cara saíam uma bala. Exato. >> Não é que ele botou para escrever, mas ela ajudou a corrigir, deu uma um estilo Literário diferente, o tom de voz, o cara que aprendeu a fazer isso na na produção de conteúdo, eu não tô falando o cara que vai botar Iá para fazer texto para ele, não. >> O cara que vai aprimorar, >> isso usa como uma ferramenta para melhorar, >> melhorar, faz teste. Ab, >> até porque
o outro o outro a outra abordagem, ela vai te entregar um resultado medíocre. >> Medíocre, né? que daí também tem a outra coisa que a IA também tá fazendo com muita gente, não estão checando o que tá compartilhando. Então assim, a qualidade também tá caindo. Então >> quanto maisório tiver o cara, >> exato, melhor ele vai voar. Tem tem um um copy lá, um menino de copy que faz, cara, exatamente isso. Ele pega e escreve o texto e eu acho um animal que ele pega aí a não só a primória, mas ele faz teste igual
a gente brincar a B Z, Entendeu? Claro, a gente pega o mesmo tipo de o mesmo cop e vai testando várias vezes para ver o que fica mais assertivo. E cara, tem algumas coisas assim que o resultado é três a quatro vezes maior e antigamente era impossível, você fazia hoje na você faz ali o processinho, vai super automático. Então não deixe de olhar para qualquer setor, setor médico que tá tendo de evolução que tô ajudando assim, cara, é absurdo. Análise clínica, segurança, Segurança pública. Você tava lá com Leone, você viu a gente batendo papo falando
sobre soberania, o que que dá para fazer, cara. É um caminho sem volta, assim, quem quem tá se negando isso ainda é tipo terra planista. >> É um pouco mesmo, né? É >> assim, é difícil. >> Eh, e aí resolveu aí >> e essa é a última. >> É, >> então dáhe. >> Grande Flávio Breno. Sou apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Sou muito fã de ambos. Gostaria de um conselho de vocês. Tem uma corretora de seguro junto com o meu pai. Vendemos seguro de vida, viagem residencial e o nosso core é carro. Como aliar a
estratégia do negócio junto com o meu velho, visto que ele tem quase 80 anos e a versão a tecnologia. Sou muito fã de vocês dois. Um grande abraço do Rio de Janeiro. >> Duvido que vocês vão resolver esse Problema aí. Quem tem >> não tem uma sugestão para dar para ele. O carioca, >> como diz lá, carioca sangue bom, né? Eh, pega uma área, como é que é o nome dele? Vocês lembram? Não esqueci o nome dele. >> Mas geralmente eles colocam os nicknames. Nickname maluco. >> Anderson, olha só, cara. >> Teu pai tem o
jeitão dele, deixa ele fazer. Ele toca a empresa no jeito dele. Eu te sugiro, pega uma área nova que ele não dá tanta atenção, que de repente não seja prioridade para ele, que não seja a menina dos olhos dele. Ou seja, deixa ele tocar a empresa dele que ele construiu, que ele fez. Com certeza com 80 anos de estrada ele sabe tocar esse negócio. Beleza? Mesmo sem gostar de tecnologia, sem problema. Deixa ele tocar aquele negócio as is. Ou seja, do jeito que ele é. Tu pega essa outra área, negocia com Ele, que nessa área
você vai fazer do seu jeito e você vai pedir para ele um prazo de um ano, um ano e meio no máximo para ele deixar você fazer do jeito que você acredita que deve que deva ser. E aí, obviamente, você não vai pegar dinheiro do velho para ficar lá aportando dinheiro para você. Você até pode combinar os três primeiros meses à porta para poder viabilizar a área e depois o resto é comigo. E aí tu vai mostrar na prática De forma competente o teu resultado. E aí, meu irmão? >> Aí não tem como >> resultado.
>> Todo mundo se curva resultado, cara. daqui a um ano esse negócio pode estar faturando mais do que o outro negócio. Aí, cara, teu pai vai ficar orgulhosaço, >> orgulhosozaço, sei lá como é que fala isso, de você >> vai ficar feliz da vida e vai pedir para você implantar muitas coisas naquelas Outras áreas dele. Ele vai pensar assim, ó: "Finalmente eu tô tranquilo, >> tô tranquilo agora que o negócio vai pra frente, meu filho agora vai ser o grande cara que vai me suceder". Não tenho nenhuma dúvida disso. Você precisa mostrar com resultado. Beleza?
>> E um dia ele vem aqui me contar essa história falando que ouviu o Flávio Augusto dando a dica e [ __ ] doideira. Já pensou? >> Isso é infalível, cara. Isso é infalível. Isso infalível. O cara mete lá. Deixa anotado, deixa anotado. >> Boa. >> Conta aqui pro pro Igor depois a resposta. >> Isso. Depois chega aqui para trocar essa ideia aí. Gente, muito obrigado pela participação de vocês. Obrigado por vir aí, Flávio. Obrigado por vir aí, Breno. >> Ob. Prazer sempre. >> É para mim é é muito rico e eu aposto Que quem
tava prestando atenção aqui conseguiu capturar muito ouro do que foi produzido aqui hoje. Obrigado pela moral mais uma vez. Ô, Flávio, se tu quiser falar alguma coisa, que ela ali a tua câmera. >> Valeu, galera. Um abraço para você. Se você tá assistindo isso aqui, não empreende ainda, tem vontade de empreender, cara, empreender é um caminho bacana. Empreender, você não depende eh do patrão, você não depende Do sistema, né? Você está no sistema, mas você não pertence a ele. Você você cria eh eh você cria o seu próprio caminho. Então, se encoraja a isso, busca
o conhecimento, aprenda com quem realizou. Tá aqui o Breno, aqui é um cara que já realizou bastante coisa. Aprenda com Breno, aprenda com quem de fato realizou e use como inspiração para você construir seu projeto. Então, tudo começa pequeno. Então, pense assim, não pense pequeno, mas comece pequeno e Pense grande. Comece pequeno e pense grande. É isso aí. >> Bom, e tu, Breno, essa aqui é tua. >> Cara, para mim é empreendedorismo, o que eu acredito é que a gente só pode mudar o Brasil de fato com os empreendedores, com o que a gente vem
fazendo e que a gente tá transformando. Então, o nosso país em si, né? né? E por isso que eu acredito piamente no que a gente tá fazendo. Só vai mudar através do empreendedor. Não vai mudar por causa de Política não, cara. Esquece tudo isso. Tem gente liderando isso, gerando emprego, criando empresas legais, fazendo as coisas de uma forma correta, a gente tem um potencial de mudar o país de verdade. Então fico super feliz com o que o Flávio falou. E cara, eu só tô sentado nessa mesa falando com você. Por quê? Porque eu sou empreendedor,
que eu tive coragem, não foi fácil, bati cabeça, mas tem caminho. >> E também daí, cara, desbloquei o iPhone, Foi o meu primeiro empreendedorismo, entende assim, foi a minha primeira sacada ali que eu dei a a primeira a primeira passo, mas também podia ter ficado sentado naquilo, né? Ai, [ __ ] o que que será? Qual que vai ser o meu próximo iPhone? Não, eu fui para uma carreira mesmo, empreender, ser executivo, então tem espaço para todo mundo, é assim, então quem quiser tem muito conteúdo hoje em dia, tem os programas, tem mentoria. Cara, tem
Workshop, tem coisa para caramba e depende mais de você virar a chave e entender. E o que o Flávio falou tem total razão, é não ache que existe atalho. Eu já tive dois funcionários. O Flávio contou aqui, cara, ia lá na fichinha para fazer ligação. Todo mundo começa pequeno um dia. A galera gosta lá do case e do iFood. O iFood já fez dois pedidos num dia. Hoje a gente faz mais 160 milhões, mas já teve um momento que ele fez dois pedidos. É não desistir, Fazer um bom plano, sequência, frequência e não desistir. Então,
quem quiser dica, ó, vai ser a primeira vez que eu vou falar minhas redes sociais aqui, você acredita, cara? Então, e é ruim para caramba, né? Mac, então [risadas] >> vou deixar um link na descrição porque é muito ruim, mas que é nerd, né, cara? Nerd para [ __ ] não consigo tirar isso de mim. É [ __ ] cara. [risadas] >> Mas obrigado de novo pelo espaço, pelo Pelo papo, cara. >> Valeu, cara. A gente vai deixar aqui na no comentário fixado as redes sociais, tanto do Brendo quanto do Flávio, para você chegar com
um clique só facinho, tá bom? É, aproveita dar o like nesse vídeo aqui, compartilha lá no grupo da empresa, manda no grupo da igreja também e se bobear no grupo da faculdade, beleza? Eh, não esquece de de dar o, como eu disse, like, compartilhar e se tiver no celular, aperta o botãozinho do Hype aí, comenta que é, [ __ ] comenta o quê? Empreender é [ __ ] Encomenda aí. Empreender é [ __ ] no sentido bom da coisa. Empreender é [ __ ] Comenta aí para eu saber se você chegou até aqui. E muito
obrigado, gente, mais uma vez. A gente se vê depois, tá bom? Beijo. Tchau.