[Música] Olá, sejam todos muito bem-vindos ao nosso quinto COPED. Eu sou a professora Sueli Juliote. Eu sou mestre em educação.
Vou falar um pouquinho aqui de mim, tá? Sou mestre em educação. Eh, eu tenho neuro neurociências aplicada a educação, né?
Tenho já 30 anos de prática da educação, desde a educação infantil até o ensino médio. Fui monitora também e professora no na graduação, tá? fiz cursos, né, de pós-graduação, tudo voltado paraa área da educação.
Então, hoje eu vim aqui trazer uma palestra para vocês. Muitos de vocês já me conhecem de diversos cursos do CES que tenho trazido para vocês de diversas áreas, né? E eu queria dizer para vocês que eu estou muito grata por vocês estarem, né, participando aí deste congresso, OK?
Então, o meu tema dessa palestra hoje é BNCC da computação, né? E quem é da área de computação, né, muitas escolas têm um um profissional para isso, para as aulas de computação, mas outras não tem, porém todos os professores podem estar trabalhando com isso. Trabalhei muitos anos na prefeitura de São Paulo como poedica.
a gente fala que é um professor direcionado para educação digital e lá eu trabalhava com robótica, inclusive com esses alunos, muitos anos trabalhando. É um prazer trabalhar com robótica e você mal sabe que você pode trabalhar desde os pequenininhos, né? Que a inclusive eu tenho uma cunhada que trabalha na área de educação infantil e ela fala: "Nós temos bebês, crianças pequenas e crianças", né?
Então, a educação infantil tá ali em três fases, né? Ela foi dividida em três fases. Então, eh, a BNCC ela vem contemplar, né, a educação infantil também, que nunca foi colocada em pauta para ela, né?
Então vamos lá, vamos iniciar aqui e aí eu trago para vocês o seguinte, né, um pouquinho aí da lei, né, da base nacional comum curricular, que é isso que quer dizer a sigla, né, BNCC. E ela define o quê? Então ela traz para nós, né, da educação os direitos de aprendizagem dos estudantes.
Dentro da lei está escrito aluno, né? Só que eu, Suel Eli, professora Sueli, eu gosto de me referir como estudantes. Por quê?
Para mim há uma diferença eh grande, porque alunos para mim são aqueles passivos que sento e fica esperando ali o aprendizado, né, os conteúdos, né, que a gente dizia antigamente que era tal da educação bancária, apesar que a educação bancária se define mais para o professor do que para os estudantes. Mas vamos lá, né? E estudantes para mim é aquele que vai estudar realmente, vai atrás de de pesquisas, vai buscar outras, né?
Ah, aquilo que o professor tá falando, será que realmente, né, é aquilo mesmo? Então vai atrás para saber se aquela informação, se aquele conteúdo que o professor tá trazendo realmente está de acordo com as ideias. Então é o estudante, ele busca pelo conhecimento, né?
e ele só não fica ali esperando passivamente. Então, eu defino aluno e estudante assim. Então, por isso que eh eu gosto de usar a palavra estudante.
Porém, nas algumas leis ainda se usam a palavra aluno, apesar que isso vem caindo, porque para alguns autores aluno, né, significa sem luz. Então, por isso que tá saindo um pouco aí da lei, das leis, né, brasileira, a palavra aluno, né? E engraçado, inclusive ver agora na minha memória que eu eu escrevi antigamente, né, faz uns 7, oito anos, escrevi um capítulo de um livro onde eu definia, né, quando a criança sai da educação infantil, onde ela é chamada de criança, e aí lá no primeiro ano ela é chamada de aluno, né, deixa de ser uma criança, né, e não é bem assim.
Então, há várias definições dentro da educação que a gente deveria tá revendo, né, e incorporando na nossa prática, né, criança, adolescente, jovem, adulto. Então, a gente tem precisa tá incorporando isso na nossa prática. Mas voltando aqui à nossa eh palestra, ao nosso tema, né?
Então, a BNCC define aí os direitos da educação para todos os estudantes do Brasil. Então essa é a base, né, comum, curricular no Brasil, mas ainda ela ela tem assim muitas dúvidas, né? Eh, pode isso, não pode aquilo, eu posso aplicar isso, né?
Mas ela é uma política, né? Uma política pública. Então, por isso que tem essas dúvidas e tem diversas pessoas, né, trabalhando afim para sempre tá melhorando isso e trazendo termos novos, né?
Então hoje nós vamos aprender alguns termos novos mesmo, tá? Então ela determina o quê? Os conhecimentos, as habilidades essenciais, né?
Que todos os estudantes têm aí o direito de aprender. OK? Então na prática, o que que isso significa para nós, né?
Que independente da região do Brasil, né? Raça, classe econômica, independente de tudo isso, todos os estudantes eles devem aprender, né? e ter essas habilidades e competência aí ao longo da sua vida escolar desenvolvidas.
Então, na verdade é isso. Independente de onde ele esteja em região, em regiões, né, brasileira, ele tem esse direito, OK? Então, essa base curricular, né, a BNCC, ela foi lançada lá em 2018, né, foi refeita que tem 2003.
Aí em 2018 ela vem, né, e traz aí todo um uma transformação do que era em 2003 e em 2018. OK? Só que nós tivemos um grande evento aí em todo o planeta, né, que foi a COVID.
E aí nós entramos em pandemia, pronto, né? Entramos em pandemia, aí veio aquela loucura de ficar em casa. Aí ensino online, ensino, né?
ou em casa e o professor tinha que elaborar aula e aquela loucura toda, né? Então, por isso que em 2022 BNCC lançado um complemento, né, para a computação. Então, a BNCC, essa lei foi o quê?
voltou seus olhos, né, pra área digital, pra área da computação e lança então esse complemento a de 2018. Então essa base nacional da computação, ela foi lançada, né, foi eh publicada, foi divulgada em 2022, OK? Então ela estabelece o quê?
O que que ela estabelece? o as diretrizes pro ensino da computação para toda a educação básica. Qual é a educação básica?
Educação infantil, ensino fundamental um, ensino fundamental dois e o ensino médio. Isso para nós é a educação básica, tá? Então, até o ensino médio, final, o terceiro ano, se caracteriza como educação básica.
Então ela vem e define diretrizes para as escolas, né, pro ensino da computação. Então ela vem e reconhece a sua importância, né, depois daquele evento todo que nós passamos, ela reconhece essa importância, né, na área de desenvolvimento das habilidades essenciais nesse nosso mundo aí contemporâneo, OK? e ela vem define as competências, as habilidades, né, específicas para ser desenvolvidas em cada área, né, em cada etapa aí de vida de dos nossos estudantes, OK?
Então, o que que ela aborda? Ela aborda a tecnologia como uma competência transversal, ou seja, que ela deve ser integrada a todas as áreas do conhecimento. Então, qual são as áreas de conhecimento?
desde a educação infantil até o ensino médio. Então, ciências, matemática, eh educação física e todas as áreas, língua portuguesa, todas as áreas de conhecimento, a informática, a computação, a tecnologia, elas vão passar por elas e pode ser utilizada como um meio também de aprendizado aos aos nossos estudantes, tá? Então ela visa o quê?
Visa preparar os estudantes pro mundo cada vez, né, mais digital, tá? Capacitandoos, compreendendo, utilizando aí as diversas tecnologias, né? E aí de uma forma crítica, significativa, reflexível e ética.
Não podemos esquecer, né, da ética que já tá bem, né, caidinha aí no nosso mundinho, né? Então vamos pôr ela sim em prática, OK? Só que eu vou trazer aqui para vocês um foco maior, não é que eu não vou falar das outras, mas o meu foco maior vai da palestra, né, dessa nossa palestra, ela vai tá voltada, então pro complemento aí de computação da BNCC, voltado pra educação infantil.
O que que é isso ali? Eu vou dar uma ênfase maior na educação infantil, pois há muitas divergências, né, de aceitação, se trabalha, se não trabalha. Ah, mas minha escola não tem computador.
Ah, minha escola não tem tablet. Minha escola não tem celular. Como que eu vou trabalhar com 30, 35 alunos dentro de uma sala de aula?
Ai, como que eu vou fazer isso com crianças pequenas? Por enquanto tô com um aqui, o outro já tá subindo as paredes. Então, eh, é importante a gente trazer aqui, né, e falar um pouco aí da premissas da BNCC, tá?
Então, ela é, a computação, né, permite explorar e vivenciar experiências sempre movidas para quê? paraa ludicidade. Na educação infantil a gente não trabalha com, né, é uma ênfase maior com a ludicidade, então ela pode ser trabalhada dentro da lutricidade, né, através de jogos, eh, desplugada, plugada, esse termo eu vou explicar um pouquinho melhor para vocês.
Então, a gente pode estar envolvendo todas as crianças dessa fase da educação infantil. Então, o que que a gente precisa considerar dentro da educação infantil? para ter, né, essa esse ensino ali na escola com as crianças, né?
Então, as premissas são primeiro, ela vai desenvolver e o reconhecimento e identificação de padrões. O que são padrões, né? A gente já tem isso incorporado e a gente nem imagina o que seja, tá?
São os padrões, então são as rotinas. Ah, então ao dormir, o que que você faz? Eu vou lá, tomo um banho, né?
Vou colocar o meu pijaminha, depois vou eh escovar meus dentinhos. Aí a mamãe vai contar uma historinha para mim e eu vou deitar e vou dormir. Então é um padrão, né?
Uma rotina. E isso é um padrão. Isso que tem que ensinar a criança, né?
no dia a dia dela já acontece isso, só que ela nem sabe que isso é uma parte essencial do pensamento computacional. Então isso é importante, tá? Então voltando aqui uma à primeira premissa, ela vai construindo aí conjuntos de objetivos paraa base de diferentes critérios, OK?
Como o quê? quantidade, forma, tamanho, cor, comportamento, como eu disse agora a pouco, um comportamento na hora de dormir, qual é sua rotina, tá? E aí a segunda premícia é o vivenciar.
Então, vou vivenciar, vou identificar diferentes formas de interação, né, mediadas por quê? por artefatos computacionais, então o celular, o o tablet, o computador, né, e outras diversas eletrônicos aí que pode táar entrando aqui, tá? O a terceira premsacia é criar e testar algoritmos brincando, né?
Então, com objetos no meio da da criança, né? e os seus movimentos do corpo que entra aquelas músicas de repetições entra aí também, tá? Então ela pode ser trabalhada individualmente, então com cada criança ou até formar grupos, OK?
E a quarta premícia é o quê? Eu vou pensar em soluções, então vou solucionar problemas e decompô-los, né? E aí por partes menores, ah, eu tenho macro, que é aquele problema que tá ali, que eu preciso resolver, então vou destrinchar em micros, né, para resolver chegar lá no final, falar: "Ah, então eu posso usar este caminho para tá resolvendo o problema maior".
OK? Então é isso daí as quatro premissas dentro da educação infantil e ela destaca uma coisa muito maior, né, de importância, que é explorar e brincar com diferentes materiais, tá? ferramentas, incluindo inclusive a tecnologia para estimular o desenvolvimento cognitivo, o motor, o social, o emocional de todas as nossas crianças, dos nossos estudantes.
Então agora eu vou trazer aqui para vocês o seguinte. Na BNCC, esse complemento de computação, né, na educação infantil, ela está dividida em três eixos: pensamento computacional, o mundo digital e a cultura digital. são os três eixos que eu vou estar trabalhando ali, né, na educação infantil com os nossos pequenos, tá?
E aí dentro do eixo pensamento computacional, ele trabalha ali seis objetivos de aprendizagem. Na educação infantil, a gente fala objetivos de aprendizagem. lá na no ensino fundamental um e dois e no ensino médio, a gente fala que é eh habilidades, tá?
Então, a diferença entre a educação infantil dentro da base, tá, da BNCC, a diferença da educação infantil para os demais é que aqui a gente fala objetivo de aprendizagem e lá a gente vai falar habilidades, tá? E lá tem o objeto de aprendizagem e as habilidades. Então, dentro do documento, BNCC vem assim.
OK? Então, quais são, né, os objetivos dentro da educação infantil que traz o pensamento computacional? Aí vem aquela sigla, né, que tem na base, né, que é e i, que é de educação infantil, né, 03, que é o estágio que a criança está, né, que como eu disse que é bebê, crianças, pequenas e crianças.
Então, é o estágio três. Então, é a partir do estágio três que a gente começa a trabalhar com a computação, OK? com a criança.
Então aí vem E1, educação infantil 03 etapa e CO de computação 01. Tá? Então essa sigla que está em toda a BNCC é definida assim aqui é da computação.
Então a primeira, né, o primeiro objetivo é reconhecer o padrão de repetição em sequência de sons, movimentos e desenhos. É simples, né? A gente lendo assim, eu vou, ah, tá, então eu vou reconhecer um padrão de repetição.
É, é um padrão de repetição, né? Como tem várias músicas eh que eles mesmos cantam, né, de repetição, ou então eu coloco lá as cores, né? Eu coloco cor vermelha, verde, amarelo, azul.
E aí eu peço pra criança repetir três vezes essa, né, essas cores. Então, ah, eu falei vermelho, vermelho qual a próxima cor que vem, né? Então, é padrão de repetição.
Ou até as fórmulas e formas geométricas, né? Eu posso pôr um triângulo, um círculo, um quadrado, um retângulo. E aí a criança vai formando essa repetição, né?
é o padrão de repetição ou sons, né, que tem aí nas musiquinhas. Então, que ela bate palma, então ela tira do próprio corpo, né? Bate a mão na cabeça.
Então, aí vai, tá? O dois é o quê? Expressar as etapas para a realização de uma tarefa ou forma clara e ordenada.
Então são as etapas, por exemplo, ah, você precisa pegar esse copinho que está aqui nesta mesa e levar até a o a sua mesa, né? Então, qual é as etapas que eu preciso tirar daqui para levar até lá, né? Quantos passos eu preciso dar até lá?
Então, são um padrão aí, uma rotina, né, de tarefas que você precisa deixar claro pra criança entender, tá? O três é experienciar, né, execução de algoritmos que são brincadeiras com objetos desplugados. Então vamos lá, vamos explicar aqui o que que é o desplugado e o que é o plugado.
Plugado. Eu já tô usando o quê? Um tablet, tô usando um computador, tô usando os eletrônicos.
Ele tá plugado para ele executar uma tarefa. Então, ah, Soli, então se ele tiver lá jogando, né, num tablet, usando um app mesmo de, né, português, matemática, ele tá usando, ele está plugado, é uma atividade plugada, tá? E o desplugado que aqui esse terceiro objetivo traz, que ele fala desplugado, quer dizer o quê?
Eu vou utilizar brincadeiras, papel, eh outras ferramentas, caneta, lápis, né, para tá desenvolvendo nele esse pensamento computacional. OK? E isso a gente usou muito também eh na escola, né?
Eu usei demais quando eu não tinha, por exemplo, ai a internet, né? Que é nossa, é difícil, né? Não tenho, né?
lá no fim do mundo, não tenho isso. Como você vai trabalhar computação? Com atividades desplugadas para ele desenvolver esse pensamento computacional, né, esse mundo digital, essa cultura digital.
Então ele precisa trabalhar desplugado para entender tudo isso aí, OK? E muitas das brincadeiras que eles já fazem, você já está desenvolvendo isso e nem imagina, tá? Então, quatro, criar e representar algoritmos para resolver problemas.
Então, o que que eu vou criar? Os padrões para ele tá eh resolvendo aquilo, né? E isso é interessante porque a partir isso com eles, muito das discussões, né, das briguinhas que as crianças produzem entre elas, você começa a colocar padrões que eles mesmos resolva.
Então você professor muitas vezes nem precisa interferir porque eles vão se chegar a um acordo e resolver a partir de que você trabalhe dessa forma com eles, né? E isso é legal. Então comparar, esse é o cinco, comparar soluções algorítimas para resolver o mesmo problemas.
Então vou fazer uma comparação. Ah, olha, nesse evento aconteceu dessa forma. Ah, e nesse aqui já usaram essas ferramentas.
Então, usaram esses objetos, né, esses materiais. Então, eu vou fazer um comparativo. Ah, olha, esse grupo resolveu assim.
Olha, esse grupo resolveu dessa maneira, né? Maneiras diferentes para resolver um o mesmo problema, tá? Então, isso a gente leva para as crianças perceberem as diferenças que eu não tenho um único caminho para resolver isso, né?
Eu tenho diversos caminhos para poder resolver isso. Então, a seis é compreender decisões em dois estados. O que que é?
Quando é verdadeiro e quando é falso. Então, ela precisa compreender isso. Ah, isso é verdadeiro, isso foi verdade, isso acontece.
Não, isso foi inventado, isso não acontece, né? E isso aqui é interessante por hoje em dia nós temos muita coisa sendo criada pela IA. Então como que eu posso perceber se aquilo foi verdade mesmo ou aquilo tá sendo criado, né, pela inteligência artificial?
E há então desde os pequenininhos a gente já tem que tá ensinando e mostrando para eles. Nem tudo que você vê é verdadeiro, né? tem o verdadeiro e tem o falso.
Não, isso foi criado por alguém, não acontece dessa forma. Então isso é legal, porque às vezes a criança pequena, né, elas trazem muito medo das coisas e um medo da coisa falsa, que aquilo não acontece. Então a gente precisa trabalhar isso, né?
Quem já viu outros cursos aí da professora Sueli, né? Eu eh sabe que eu gosto muito de falar isso, né? que a gente precisa dar uma atenção muito grande para essa primeira infância, porque a partir daí que vem uma grande evolução na vida escolar da criança.
Por quê? Porque quando a criança desde pequena é estimulada, ela vai ler mais fácil, ela vai ser alfabetizada mais fácil, né? E isso já diz lá na neurociência, né?
Aos 3 anos ela tem uma poda muito grande, né? que a gente fala que é a poda neural. Então, os 3 anos é a primeira poda grande que ela tem.
O que que é poda neural? ali tudo aquilo que o seu cérebro, né, seu sistema nervoso tá usando, ela faz a a poda neural, ela corta, joga fora, falar, ele não precisa disso, ele não tá usando. Então a gente precisa sempre tá estimulando nas crianças, né, antes dos 3 anos tudo, a fala, como anda, como corre, o equilíbrio, por que eu preciso tá trabalhando isso nela para quando acontecer a poda ela ser pequena, né?
E por isso que tem muitas crianças que a mãe fala assim: "Ai, mas ele tava andando tão bem, agora ele cai toda hora. Ah, ele não sei o quê, por não foi dada uma tensão maior para ele, né, para para ela criança nessa fase. Então é importante, tá?
Voltando aqui, nós temos então já o mundo digital, que são, né, três objetivos de aprendizagem. O primeiro é reconhecer dispositivos eletrônicos e não eletrônicos, né? Nós identificamos aí quando ele tá ligado e desligado.
A criança precisa saber isso. Ah, quando eh eu ligo e desligo um computador, um tablet, ele precisa tá, né, sabendo, senão você vai fazendo as coisas e perde a noção, né? Não sabe quando isso eh acontece.
compreender o conceito das interfaces na comunicação do objeto desplugado, tá? É importante e identificar dispositivos computacionais e diferentes formas de interação, tá? Que é a cultura, né, digital aí já tem dois objetivos só.
Então, o mundo digital tem três e a cultura digital só tem dois, que é utilizar a tecnologia, né, digital de maneira segura e consciente, respeitosa. É importante frisar isso com as crianças desde pequeno. E o último, que eu acho muito importante também, que é adotar os hábitos, né, saudáveis desses usos, né, da tecnologia, dos artefatos, eh, seguindo recomendações dos órgãos de saúde competentes.
O que quer dizer isso? Quer dizer o seguinte, tem um tempo, ah, sua mãe deixa você brincar ali com o joguinho só por 30 minutinhos, então você vai respeitar isso. Por quê?
Porque se você passar disso, vai prejudicar sua visão, vai prejudicar o seu sistema nervoso, porque você tá focado muito aí em luzes, estímulos, né? Então tudo tem o tempo, tudo tá certinho. Então você precisa mostrar paraa criança isso.
E de que forma? Então a BNCC fala aqui, tá? Então nós trabalhamos de duas maneiras que eu falei já, né?
Que é a plugada e desplugada. Tô conectada numa numa internet, né? num computador, não tá no celular, não, não tô usando esse equipamento desplugada, tá?
Então, vou falar aqui alguns exemplos para vocês. Então, dentro do pensamento computacional, a primeira, né, o primeiro objetivo da aprendizagem, ele fala que eu tenho que reconhecer padrão de repetição, tá? Então, uma sequência aí do som, do movimento do corpo, tá?
Então, na computação plugada vocês podem criar os padrões, né, de repetições em sequência de formas, de cores diferentes. Eu posso usar um editor de desenho, que o mais famoso é o pint, né? Então, eu posso usar ele, fazer padrões de repetições com as crianças.
Eu tô plugada, eu tô usando isso, tá? Ah, não precisa da inter, não preciso da internet, tô usando já esse app que tá nos tabs, tá no no computador, né? Ah, e tem também, né, online, o pattern shapes também, tá?
Depois aí se vocês fizerem as pesquisas, tem diversos apps que são ferramentas para isso. E a computação desplugada deste objetivo de aprendizagem que eu trouxe aí, qual que é? ela vai perceber por tarefas, né, diárias uma rotina, uma repetição.
Por exemplo, o que você faz quando você vai comer, né, eh, um sanduíche, por exemplo, né? Então, qual é os movimentos? Ah, primeiro eu vou abrir a boca, morder o sanduíche, depois vai engolir?
Não, primeiro eu vou mastigar, depois eu engulo. Então isso é um padrão, é uma repetição. Toda hora ele vai fazer isso.
Morder, mastigar, engolir, morder, mastigar, engolir. Morder, mastigar, engolir. Eu tô repetindo.
São padrões de repetições. Ah, então isso é a computação. Sim, é um uma parte do pensamento computacional.
Eu falei para vocês, a gente faz muita coisa que faz parte desse pensamento. É só colocar em prática e tá mostrando pra criança, olha, isso é uma atividade desplugada. Professora, o que que é desplugada?
Aí você vai falar: "A gente não tá usando equipamentos eletrônicos, não estamos usando o computador, mas olha só o que acontece, né? " Então você precisa mostrar, por exemplo, o esse ato de nós respirarmos e expirarmos, né? Tem até as brincadeirinhas lá, né, de cheirar a florzinha e apagar a velinha.
É uma brincadeira. E você tá usando um padrão de repetição, tá? tá usando o próprio corpo, som, movimento.
Então você já tá usando, você nossa, eu pensando que computação tinha que ser só no computador ou um tablet e que eu tinha que ensinar que se descabelando, porque são 30, 35 crianças, né, com medo, porque muitos professores têm medo também, né, da máquina. Aí se eu quebrar, ah, não sei o quê, eu tenho que ser responsável. Então, tem diversas maneiras de você trabalhar, OK?
Então, e o dois, né, dessa mesmo, desse plugado aí, reconhecer padrão, meios do corpo, os sons. Então, você vai perguntar pra criança lá se ela sabe o que é um padrão. A lógico, ela vai falar, vai dar as, alguns vão falar que sim, outros vão falar que não.
Vão até falar, né, o que que eles acham na cabecinha deles, o que que é um padrão. E aí você vai escolher uma música, você vai produzir, que tem diversas por aí, né? Cabeça, ombro, eh, cabeça, ombro.
joelho e pé tem essa essa musiquinha. Então coloca para eles, né? Depois o que que você vai fazer aí?
Você vai ouvir fazer o questionamento. Tem alguma coisa que repete nessa música? O quê?
Qual o padrão que você conseguiu observar? O que você reproduziu diversas vezes na fala? Então você tá mostrando pra criança o que que é um padrão, o que que é um padrão de repetição, tá?
Essa é uma atividade. Ah, eu trouxe aqui mais uma do pensamento computacional, a segunda, né? Eh, objetivo de aprendizagem, o segundo que é o quê?
Expressar as etapas para a realização, né, de uma tarefa, de uma forma ordenada. Então, primeiro eu vou observar qual que é, por exemplo, aquela lá das formas geométricas que eu falei, né? Vou pôr um triângulo, um quadrado, um círculo, né?
E então eu observo e depois eu vou repetir esse padrão, tá? De etapas. E aí tem a plugada, né, que, por exemplo, tem um um joguinho que você pode estar baixando, que é seguro, tá?
Que tá dentro da BNCC. Esses exemplos eu tirei da BNCC, OK? Que é o Cook Monster Food Truck.
Então ele vai repetir, né, para fazer o alimento dele e é um app, OK? Então, uma eh desplugada, né, usando aí esse de etapas, né, essa segunda, esse segundo objetivo de aprendizagem, é expressar as etapas por meio de desenhos, né, ou oralmente. Ela vai falar para você: "Ah, primeiro eu faço isso, ah, depois segundo eu faço isso.
Terceiro eu faço isso". Então ela vai est falando oralmente para você e aí ela vai ordenar aí, né, o dois, ordenar uma sequência, por exemplo, de imagens, né, ela tá representando etapa que ela tem que seguir diariamente. Então, um exemplo, como eu disse já lá atrás, a hora de dormir, o que que você faz na hora quando você vai dormir?
Ah, professora, primeiro eu tomo banho, tá? Então, um, você toma banho. Dois, coloca o pijama.
Três, escova os dentes. Quatro, minha mãe contou uma história. Cinco, vou dormir.
Fecha os olhos, né? Então, é uma repetição de tarefa que ele faz diariamente, tá bom? Esse que eu trouxe para você é o pensamento educacional.
Então, olha aí diversas coisas que você pode estar fazendo para tá desenvolvendo. Agora, mundo digital. Então eu trouxe uma aqui que eu trouxe a sete, que é o quê?
Ele vai reconhecer os dispositivos eletrônicos e não eletrônicos. Ele vai identificar quando está ligado e desligado. Então ele precisa saber isso.
Então na computação desplugada você pode propor, né, para ele visualizar só, tá? Então vou explorar lá os equipamentos que eu tenho, né? Você pode levar uma lanterna para ele, né?
Ah, então empurrei o botãozinho, liguei, puxei o botãozinho para baixo, desliguei. OK. Isso aí é para ele observar.
Ah, como liga, como não liga, né? Então você vai possibilitar a criança de ela tá mexendo, ligando e desligando, OK? Então, reconhecer quando está ligado e quando tá desligado, tá?
Ele vai diferenciar um dispositivo quando é eletrônico e quando não é eletrônico. Dois, você vai pôr eles para participar lá de brincadeiras, né, que demonstrem eh os dois estados, ligado e desligado. Tem uma que a gente conhece bastante, né, que a gente brinca muito com eles, que é vai o morto vivo.
Então, eu vou mudar a palavra, né? Vou pôr, aliás, vivo, morto. Então, vou pôr ligado, desligado.
Então, tô de pé, ligado. Baixei, desligado. Então, brincando assim, você também tá ali desenvolvendo para ele, né?
Tem da estátua também, né? Parou, desligou, andou, né? Tá ligado.
E aí, mais uma do mundo digital para vocês, que é o oito, né? Que é o quê? compreender conceitos e interfaces, né, da comunicação com objetos desplugados.
Então, na computação plugada, eu posso trabalhar isso? Pode. De que forma?
Você vai reconhecer aí os diferentes interfaces do aparelho. Que que são interfaces dentro aí, né? Por exemplo, vai do microondas, do computador, né?
que que são isso aí e suas partes diferenciando a forma de comunicar as ações. Então, por exemplo, para que o meu microondas funcione, eu preciso pegar a tomada e conectar, né, na rede elétrica, né, para ele receber energia. Então, na hora que eu faço isso daqui, eu tô mostrando uma interface dele, né, de que ele está sendo eh ligado.
Então, na hora que eu coloco, ele vai dar um apitinho, vai acender uma luz. Então isso significa o quê? É uma comunicar as ações.
Ah, então você conectou, você tá comunicando? Sim, ele, a rede elétrica entrou e acendeu a luzinha, fez o barulhinho, né? Então isso é mostrar pra criança o que que são interfaces, né?
Para que funcione o computador, eu preciso conectar na na energia, uma luz, né? preciso acender o interruptor. Então isso são as formas de comunicação, tá?
E desse plugado você pode brincar de telefone sem fio, né? Telefone sem fio, que é brincadeira popular, né? As crianças conhecem bastante, tá?
Vamos criar um desenho representando as formas, né? O que que eh eu preciso para conectar o computador na impressora? Ah, professor, eu não sei.
Então você vai mostrar para ele. Vem cá, vamos ver. Tem um cabo.
Eu tenho que conectar o computador na impressora. Ah, tá. Quando eu vou mandar do celular, tem Wi-Fi, né?
A internet. Eu tô conectando um dispositivo ao outro. São interfaces, OK?
e você vai tá mostrando para ele. E agora o último, né, dentro da educação infantil, é a cultura digital, que eu trouxe aqui o 11, que é o adotar hábitos, né, saudáveis pro uso desses artefatos computacionais, seguindo a as recomendações dos órgãos de saúde, tá? Então, a plugada, vamos compreender a importância aí do tempo de exposição de uma tela, né?
Eh, por meio de um óculos. Então, o que que você vai fazer? Você vai pegar um óculos 100 grau, né?
Você vai fazer como se fosse um tampão para ele, né? Então você cobre aquela que é 100º, você vai cobrir uma parte do óculos, né? Então ele vai ter só um pouco de visão e aí conforme vai passando, você vai mudando, né?
vai diminuindo, diminuindo, diminuindo até ficar uma coisinha assim que ele nem enxerga mais. O que que é isso? É o tempo de exposição a computador, celular, tablet, né?
Então, o tempo que você tá usando, a sua visão para as mídias, né? para a tecnologia que vai vir do cansaço. O tampão é como se fosse o cansaço da visão.
E mostrando isso pra criança, ela vai compreender. Ah, então por isso que minha mamãe fala que eu só vou ficar meia hora ali. Sim, porque com o tempo você tá prejudicando o quê?
sua visão, sem contar com os estímulos, né, do sistema nervoso. Quanto mais claridade, né, que infiltra e mais barulho, mais, né, cores piscando, você tá estimulando também áreas do seu cérebro. Então, você precisa também ter um tempo determinado para isso.
E é isso que você vai mostrar paraa criança. Isso tá dentro da cultura digital, né? E é muito legal você desenvolver esse do óculos com as crianças para eles eh entenderem, porque imagine se a gente conversa com um adulto falando: "Ah, isso acontece assim, assim, ficou na fala, né?
Não teve o concreto, é um abstrato, ele não tá, né? entrou aqui e saiu aqui. A partir do momento que você mostra o concreto como esse do óculos que vai diminuindo, ele vai tendo noção, ele fala: "Ai, então é isso que acontece.
Ah, tá, agora eu entendi, né? Então é importante você trazer o concreto pra criança, tá bom? Eh, e o dois, né, que eu trouxe mais uma aqui, né, que são os potenciais de efeitos prolongados dos jogos digitais, que eu já comentei com vocês, que a exposição, né, aos estímulos de claridade, de cores que traz.
Então, tem que ter um tempo aí determinado, né? E isso é importante trazer pra criança. Olha, sabe esse joguinho que você gosta?
Acontece isso, isso, isso, né? Então é importante, então você vai conscientizar a criança a partir do concreto, mostrar, né, deixando passar. Bom, aqui a gente encerrou essa parte, né, da educação infantil.
Agora eu vou falar mais de uma forma geral, né, generalizada, não tão específico da educação fundamental um e dois e ensino médio, OK? Então, no ensino fundamental, a BNCC prevê um desenvolvimento do pensamento computacional. Aí entra já na educação eh do ensino fundamental a programação.
Então eles vão programar, né, objetos. Ah, isso ali, mas isso aí só é o computador, não. Tem formas também desplugada que a gente trabalha, OK?
Eh, com os estudantes e eles vão poder resolver problemas, né? de formas lógica criativa, utilizando essas ferramentas tecnológicas ou não, através aí, por isso que tem muita gente que trabalha robótica, por exemplo, uma robótica com sucata é o desplugado, né? Eu vou usar bateria, vou usar pilha, vou usar outros fios, né?
Sem tá ligado à internet, ao computador, né? A parte de programar dentro, tá? Então ele tem lá sete competências também que a partir das quais essas habilidades vão destrinchando isso que eu falei para vocês do raciocínio lógico, das estruturas, né?
E tem os eixos de conhecimento e as habilidades também ali dentro do documento, tá? Ensino médio, ensino médio, a mesma coisa. A BNCC busca aí preparar esses estudantes para o mercado de trabalho, tá?
Então o ensino médio já é voltado pro trabalho, pro mercado de trabalho, né, e pra vida adulta. Eu dei muitos anos aula pro ensino fundamental dois, nem no médio foi, um fundamental dois de robótica e eles amavam. Tanto que isso determinou o quê?
Eles acabavam escolhendo na hora de ir pro ensino médio as escolas técnicas voltadas para computação ou robótica mesmo, né, mecatrônica. Então isso é muito legal porque você acaba desenvolvendo até o gosto, né, do lá no fundamental dois paraa escolha do ensino médio. E é muito legal isso.
Voltando aqui então no ensino médio, né, é uma coisa mais eh forma, você vai usar a tecnologia de forma crítica, né? Crítica responsável com ética, tá? Então você vai mostrar para esses alunos de ensino médico o quê?
que para tudo você tem que ter a coerência de uso, né, no usar, não fazer fake, né, essas coisas ou prejudicar pessoas usando redes, né, as mídias sociais da pessoa. Então você vai trazer uma coisa mais crítica mesmo e reflexiva para esses alunos do ensino médio, tá? Então, do ensino médio, assim como lá no fundamental, eles também têm sete competências dentro do documento, tá, da BNCC.
Mas como algumas habilidades tratam também, né, mais de um eixo do que do outro, né, como na educação infantil, que lá tem seis no pensamento do eh computacional, três no mundo digital e duas na cultura eh na cultura digital, tá? Então eles vão trazer, lógico, mais eixos, né, mais habilidades, mais objetos de aprendizagem do quê? Dos pequenos, OK?
É uma lógica, né? Mas não é para todo mundo que tem essa lógica. Então, competências e habilidades, né?
A BNCCU traz aí diversas competências e habilidades para ser desenvolvida desde os pequenininhos até o ensino médio final. Então isso é muito importante, tá? você saber utilizar as ferramentas, tá utilizando e informando o seu aluno.
Então, a BNCC também ela destaca a importância da cultura digital, que inclui o quê? O conhecimento das linguagens e das práticas dentro da internet, tá? A ética e o uso das tecnologias.
Isso é muito importante. Ela vai ressaltar essa importância de promoção, inclusive da inclusão, tá? Ah, é.
dentro da inclusão também eu posso estar trabalhando, né, com equidade e garantindo que todos os estudantes tenham o esse acesso a esse direito dele, né, do uso das tecnologias para ele aprender e se desenvolver muito melhor. OK? Então eu trago aqui outro tópico importante, o quê?
Principais aspectos da BNCC, quais são? Então são os desenvolvimentos, né, da competências digitais que ela busca aí no, né, que o cidadão ele se transforme num cidadão digital, não tenha medo do da máquina, use, né, com responsabilidade, tá? Então ele vai criar de uma forma crítica, reflexiva, né, com ética.
Então ele vai ter outro aspecto, pensamento computacional, que eu acho que é muito importante. Tá trabalhando desde os pequenininhos até, né, o o ensino médio, que são os padrões, né, de repetições, tal, abordagem integrada. O que que é abordagem integrada, Suli?
Ela trabalha em outras áreas, como eu disse, né? Ciências, matemática, né? Biologia, português, né?
e assim por diante. Filosofia, sociologia, tudo, né, integrado uma na outra também trabalha com a tecnologia. A BNCC traz isso.
Então, ela traz também o quê? Uma adaptação por etapa de ensino infantil, ensino fundamental, um, dois e médio, né? Então, as etapas.
E traz, né, o termo que muita gente não conhecia, que é o computação desplugada, né? Então ela traz para você, ela aborda isso, né? E quando você lê, você começa a entender melhor.
Ah, tá. Então eu não preciso, né? É levar o tablet porque ah, não tem internet.
Ah, não tem isso, não tem, não tem internet hoje. Vou trabalhar o quê? Desplugado.
Traz o conceito desplugado do que você ia trabalhar ali com a tecnologia, né? e, né, a cultura digital, a BNCC também reconhece essa cultura, né, e tem as competências gerais para isso, né, aborda as questões de segurança online, né, da ética, do uso dos dados, enfim, né? E outro tópico que eu trago, então, é os benefícios que tem dentro da sala de aula.
Então, primeiro, ele estimula a interação. Então, eu vou est lá em, né, envolvida com outras crianças, né, outros estudantes para o quê? Resolver aquele problema.
Ah, isso a gente faz assim, ah, então eu vou ter a interação ali. E o que que é mais? Ele melhora resolução de problemas.
Engraçado, né? Acho que não, mas eh muitos dos alunos que faziam o projeto comigo de robótica, os professores de matemática vinha fala: "Nossa, esse aluno melhorou 1000%. " Porque ele começa a entender alguns fundamentos da matemática relacionada com essa parte.
Então isso melhora demais para ele resolver diversos problemas, inclusive da sua vida pessoal também melhora muito, né? Ele promove o quê? uma inovação.
Muitos dos nossos estudantes, porque nós estamos fazendo falando do quê? Estudantes do Brasil inteiro, gente, não tem, tem locais do Brasil que não tem internet, computador, gente, áreas muito afastada, né, interior, acesso à internet ainda no Brasil é raro, né? Então ele promove aí uma inovação paraas áreas, né, e também paraas práticas pedagógicas.
Muitas pessoas ainda numa cidade grande como São Paulo, vai, né, que eu trabalhei muitos anos na cidade de São Paulo, tem medo de usar uma máquina, né? Então ele traz para você a facilidade da tecnologia, né? E por fim, então, para realizar essa integração com o currículo escolar, a gente requer aí uma abordagem, né, uma interdisciplinidade prática e isso pode ser feito por meio dessa incorporação, tá?
Então, a gente vai incorporar o quê? Nos projetos, né? Vou conectar a computação em outras áreas.
Isso para as escolas que não t um responsável para isso, porque na cidade de São Paulo tem lá o Poed, né? Mas tem muitas outros lugares que não tem quem é o professor e o professor é ele mesmo. Ele mesmo vai trazer essas inovações e promover, né, o uso da computação, né, do mundo digital para essas crianças.
Mas para isso, a gente também precisa o quê? Capacitar, né, os professores, garantir um acesso a esses recursos, porque muitos não têm também, né? E também, né, é é um dos passos assim essenciais.
Se eu quero, né, eu governo que o as minhas escolas tenha isso, eu tenho que dar um acesso, eu tenho que trazer tecnologia também pros meus professores e curso, formação para ele. OK? Então, tem ainda os entraves para BNCC de computador, tem, tem muitos, né?
Não tem alguns, não tem muitos. Mas se o professor, porque eu digo que a chave principal aí é o professor, assim como em casa é a mãe, é o pai, né? Se trazer, se se empenhar para educar a criança, o estudante, né, você vai ter aí, né, mais facilidade.
Mais paraa frente ele vai até falar: "Mãe, pai, é assim que faz, ó, eu resolvo assim". Entendeu? Então, porque ele foi estimulado, né?
Ele foi trouxe para ele aí, tá? E já encerrando aqui para vocês, o que eu queria falar aqui que é importante, né, que independente dessa área de conhecimento, né, para se apropriar dessa BNCC, né, dessa eh nova lei aí, né, não tão nova, 2022 já foi, né, eh levar a temática paraa sala de aula, né, discutir mais. Os professores, eu acho que eles têm que ter um perfil de mão na massa.
Que que é isso, Eli? Ah, o meu colega tem medo, não quer, mas eu gosto, então eu vou pôr a mão na massa, porque aí o outro quando vê você fazendo, ele vai falar: "Nossa, ela faz uma facilidade, né? vou chegar junto, vamos fazer um projeto junto, porque eu também vou adquirindo esse conhecimento, vou, né, lendo mais esse documento, vou adquirindo, né, eh, vocabulário da área de computação, né, interface, padrão, não sei o quê.
Então, vou com conhecendo mais e produzindo mais, tá? Então assim vai ser possível, né? Porque mão na massa, vou lá vou fazer, né?
Vai ser possível, né? Você trabalhar, sanar suas dificuldades, trazer novas práticas docentes para você, né? Então aí você vai conseguir sim.
Eu tenho fé porque eu, por exemplo, né, gente, eu trabalhei 30 anos aí trabalhando em sala de aula e usando equipamento, né? Eu já usava eh no estado quando eu dei aula lá, né? Eu usava eh a sala de informática que ficava fechada, empoeirada.
Eu levava minha sala, vamos, gente, ah, eu não sei, vamos fazer assim, ah, não tá conectando, calma, vai devagar, não sei o quê. Eu usava sem medo, é mão na massa, em frente, entendeu? Sei que eh pesa muito, né, a falta de reconhecimento, né, do nosso governo por parte dessa, né, prática dos professores.
Sei também das dificuldades, né, referente o uso disso, desses recursos dentro da escola, mas sei também que são limitações até pessoais, tá, de cada indivíduo, mas eu acho que ainda continua valendo e sendo assim eh apesar das críticas, né, falar do professor, que o professor não faz isso, professor é incompetente, professor não sei o quê, mas eu ainda acredito muito no professor, tá? Eu acredito muito ainda que o nosso Brasil aí precisa assim, sabe, reconhecer ali que ele é a quem leva a escola e todo o conhecimento, né? Então, vale ainda ser professor, OK?
Apesar das críticas, né, da nossa sociedade maluca, mas ainda vale, tá? E por que vale? Porque você faz tudo isso para um cidadão que tá crescendo, tá se desenvolvendo, né, nossas crianças, nossos estudantes.
é para um bem maior, porque o que eu quero lá na frente é que um filho meu, minhas netinhas, os meus alunos, eles tem um acesso, né, a essa cultura digital, esse mundo digital e que eles transformem o futuro deles, que eles possam crescer, crescer profissionalmente, crescer como ser humano, crescer como estudante, né? Então eu acredito nisso, né, que o professor é realmente a chave, a ferramenta essencial para isso. Quando ele quer, ele põe a mão na massa e tudo que ele põe a mão acontece.
Então eu digo assim: "Não desista, tá? Superea uma carreira indesejável para você". Tá?
Então essa eh encerrando a nossa palestra, né? A minha referência bibliográfica aí é a BNCC de 2022, tá? É em cima dela que eu trouxe todo esse essa palestra para vocês.
Foi assim meio porque um assunto, né, que rende, né, a gente deveria formar aí um curso e não uma palestra, né, porque rende muito, né, computação, robótica, seria muito interessante a gente trazer um curso para isso, né? Então, para vocês, eu deixo, ó, gratidão, tá? Espero que vocês tenham gostado.
Tem dúvida, entra lá no Instagram Pedagogia por vocação, mande perguntas, tá? Entra em acesso com o pessoal aí do CES. É uma família maravilhosa, tá?
Sou muito prativo e gratidão por vocês. Tenham aí um bom congresso, OK? Até mais.
M.