oi oi pessoal estou aqui hoje com o objetivo de dar umas pinceladas aqui a respeito de exigir alguns pensamentos relativos a estética do Emanuel Kant né E se encontra na sua terceira grande obra né ao lado de tantas outras mas para falar das três mais conhecidas né A primeira Crítica da Razão Pura a segunda A Crítica da Razão prática e a crítica da faculdade do juízo comum corolário né do sistema é uma obra cuja primeira parte é toda dedicada ao que a gente entende hoje por estética e o próprio Kant já chama isso de estética
também com um detalhe né que da primeira crítica né da Crítica da Razão Pura para a terceira crítica que foram aí bons há quase dez anos né ele passou a adotar A nomenclatura usada por baumgarten não é proposta para o bongar tem a partir da sua obra estética de 1.750 para designar aquela parte da filosofia relativa a teoria do Belo do gosto é certo né É uma vez que é muito difícil falar assim sobre a estética do Cantinho em geral e 40 minutos eu adotei como estratégia fazer uma análise de destacar alguns aspectos aqui da
dos 11 primeiros parágrafos né da crítica da faculdade do juízo né daquela parte é chamada conhecida né da crítica da faculdade do juízo como analítica do Belo existe a analítica do Sublime que subsequente aí O Belo e que é tão importante quanto Mas infelizmente não é por não poder me estender muito eu vou me ater aqui simplesmente a esses 11 primeiro parágrafo sobre base aproximadamente da hoda analítica do dela não é bom então o ponto de partida de Kant é o já no seu parágrafo um ele disse que o juízo de gosto é estético O
quê que significa isso significa que no caso do juízo de gosto ou seja o juízo sobre o belo a representação ela é relacionada o objeto não através do entendimento né mas da Imaginação ele coloca talvez ligada ao entendimento né referida o sentimento de prazer ou desprazer do sujeito é essencialmente de ir e com isso é essencialmente diferente do conhecimento científico né o juízo no sentido né de dizer algo sobre o objeto é de natureza completamente diferente não é disso que o [Música] em Kant chama né dê juízo de gosto né Lembrando que para ele juízos
estéticos em geral São aqueles que provocam em nós um sentimento de prazer ele atualmente de desprazer né e e eles não tem nada a ver com esses juízos lógicos como ele chama que são juízos mediante os quais algo é dito sobre um objeto né então ele faz essa distinção de Juiz de gosto não é juízo de conhecimento nem é lógico É estético e quando ele quer dizer estético ele no primeiro momento ele disse é subjetivo porque porque importa que principalmente aquilo que o sujeito sente né na presença de um determinado objeto é bom na sequência
né Ele disse que eu agrado que determina o juízo de gosto é desinteressados corresponde a eu parágrafo 2 né e ele diz o seguinte que o interesse e já que eu uso o termo desinteressada aí na no título né do parágrafo ele define interesse como agrado relacionado a representação da existência de objeto vão entender seu melhor né quando eu tenho a noção de que um objeto existe a partir da percepção que eu tenho ficamos da sua imagem é eu tenho um interesse quando quando quando essa percepção me agrada e Isso se chama interesse eu cante
associa isso né ah ah o que é normalmente conhecido não é é muito tipo que o dono musculatura do cante mais o dele na filosofia antiga medieval e já se usava esse tempo da faculdade apetitiva né os interesses tem essa relação com a nossa a petição com não são nossos desejos né e então ele disse não é mediante aí esse suposto lado ele disse algo é belo não querer se a saber sobre sua existência mas como como o julgamos na sua mera consideração para entender-se melhor eu vou dar um exemplo né Eu os exemplos visuais
de um modo geral são mais [Música] elucidativos nesse sentido né então se eu vejo uma coisa que me agrada é eu cante ele ele se dirige dirige a sua reflexão muito para o principalmente né para o objeto dela natureza Então vamos pegar por exemplo uma paisagem né ou enfim poderia ser qualquer coisa aí da Bela natureza eventualmente poderia ser uma obra de arte também e eu tenho uma eu o meu sentido de visão é detecta o esse objeto e a função do objeto Eu tenho um prazer não é só que é um prazer que coloca
a minha faculdade de apetição entre parênteses não é tanto como eu não tenho interesse no prazer que eu sinto porque eu não tenho nenhum agrado como ele disse relacionado a noção de que esse objeto existe ou não a a mera percepção do objecto me é prazerosa né então eu não quero levar ele para casa não quero fazer nada com ele eu quero simplesmente é E me manter digamos naquele sentimento de prazer que eu tenho na percepção do objeto né no parágrafo 3 ele faz uma distinção importante que é entre o belo né o juízo sobre
o Belo e o juízo sobre o que é apenas agradável né então ele define o agradável como o que a praça os sentidos na sensação a gente poderia dizer na mera sensação né então e ele disse que quando uma determinação do sentido de prazer ou desprazer é chamada sensação essa expressão significa algo totalmente diferente do que quando eu chamo sensação a representação de uma coisa enquanto uma receptividade pertencente à faculdade de conhecimento é essa ano é essa explicação aqui do cante a importante no sentido de que ele continua insistindo na diferenciação entre o juízo estético
entre o juízo de conhecimento e agora eu estou usando o termo juízo estético englobando né tanto o juízo de gosto né Que Eu mencionei anteriormente que os juízes sobre o belo quanto agora um juízo sobre algo que é simplesmente agradável né Então nesse último lá no caso do conhecimento a representação refere-se o objeto a e no outro né no sentimento no juízo estético né E que eu tenho um sentimento de prazer na presença do objeto é esse sentimento é meu então é o juizo é referente aqui no caso só a o sujeito digamos a mim
como sujeito que percebo aquele objeto que causa em mim um prazer que a gente poderia chamar de estética bom então se você conhece aqui né do que ele disse do agrado do que é agradável né o prazer né ela te bloqueia agradável como ligar do interesse ele disse que no caso do conhecimento a sensação é o termo alemão Cruzeiro e quer dizer enfim do é a sensação ela é parte do conhecimento né mas ela ela ela é parte constituinte do juízo que faz me permite dizer algo sobre o objeto no sentimento de prazer o no
caso né do prazer ou desprazer que nos sentimos o cliente não usa a palavra alemã correspondente a sensação não é mas ele usa a palavra correspondente a sentimento que é difícil né Então ele disse que o agradável não apenas a virada que é fértil mas a praça fica comigo então é sempre ligado essa questão de um sentimento de prazer ocasionado no sujeito né na sequência aqui no parágrafo 4 ele para presente entender melhor o que ele chama de juízo de gosto que é o juízo sobre o belo não é dele no parágrafo 3 ele faz
aí uma comparação com o juízo sobre o agradável não é que não tem um nome específico assim gente o juízo sobre agradável e agora ele compara com outro tipo de juízo que provoca o agrado e nós que é o juízo sobre algo que seja bom né bom então ele diz bom é o que mediante a razão agrada através do mero conceito né então nós estamos falando agora não mais de algo que agrada meramente ao meu sentido não é mas algo é um agrado que eu tenho a percepção de que algo seja bom agrada a minha
agrada a minha racionalidade e irracionalidade se sente contemplada quando eu percebo algo como sendo bom não é E ele disse tanto no Bom como no útil que é um bom mediatizado mediatizados pelo que por um certo uso que eu posso ter de algo né então tanto no Bom como no útil está implícito um agrado na existência do objeto ou da ação então é é isso quando eu percebo algo como sendo bom e tem um prazer mais racional né do que em relação agradável é o interesse está implícito porque não apenas o conceito que eu tenho
daquilo mas a existência de algo que seja bom provoca em mim um agrado né né e na sequência ainda no Parágrafo 4 né ele disse e muitos casos o bom e o agradável parece ser uma e mesma coisa mas o agradável que representa o objeto só em relação aos sentidos deve ser trazido sobre princípios da razão para poder ser chamado e quando o objeto da vontade de bom então aqui é uma distinção importante entre o bom e o agradável porque o agradável é uma coisa que de ser feito simplesmente é o sentidos né e o
bom ele não é aquele exclua totalmente os sentidos Mas ele tem que ter uma mediação racional para que eu possa dizer que algo além de agradável seja também bom o possa ser considerado o bom não é então depois de falar do juízo sobre o belo muito rapidamente não é depois falar do juiz sobre o agradável e agora do e sobre o bom é o no parágrafo 5 ou o cante proponho uma comparação entre os três diversos modos específicos do agrado ou do comprazimento né E para facilitar eu fiz aqui uma tabelinha que vai funcionar como
um joguinho que entra entre nós não é então nas colunas dizem respeito a características três características aí principais relacionadas aos juízos né o interesse o conceito EA universalidade e a linha não é Ou melhor as linhas correspondem né a essas características e as colunas correspondem ao sentimento as três centímetros é [Música] e analisados até então na obra do cante né o bom agradável eo Belo Então vamos começar com o bom o bom ele pressupõe interesse sim porque porque o prazer que eu sinto quando eu percebo algo como um tom é Obrigatoriamente diz respeito à existência
daqui uns aquilo não existe é uma Quimera no enfim não não importa tanto né ainda em relação ao ao bom o bom tem conceito É sim ele tem conceito porque o que diferencia O bom do agradável é o fato dele ter um conceito associado a ele e a gente vai ver que o agradável não tem isso né é o bom Tem universalidade sim porque dentro inclusive do pensamento da filosofia moral de Kant o bom ele não é simplesmente bom para alguém o bom para um grupo ele é bom e. Ele é bom com validade Universal
é claro que isso é passível de muita discussão mas não é o caso de discutir isso agora né Vamos pegar então agora o sentimento do agradável Vamos começar com o interesse é um agradável tem interesse sim porque porque quando algo me agrada e esse agrado que o qual Kant está se referindo é algo empírico né Eu Tô interessado e em que aquilo existe porque aquilo agrada os meus sentidos Eu desejo que continue agradando os meus sentidos né então sim tem interesse o agradável tempo conceito a gente vai concluir que não porque o agradável ele diz
respeito simplesmente não prazer dos Sentidos ao prazer da sensação então não há nenhum conceito quando eu eu desejo algo e quando eu satisfaça o desejo o tempo tanto prazer sensorial né satisfação do desejo Eu dispenso absolutamente qualquer conceito em relação a isso o e consequentemente a gente pode dizer que eu agradável não tem não possui nenhuma universalidade por quê Porque o que é agradável para um pode não ser para outro né tem os gostos são No que diz respeito às a esse a esse sentimento empírico vamos dizer assim do agradável é praticamente existem tantos gostos
quanto pessoas existem né agora vamos falar do Belo que é o enfoque principal aqui não é à toa que essa parte toda aqui da crítica da faculdade do juízo se chama analítica do Belo e o Belo tem interesse é o juízo de gosto né que é o juízo sobre o Belo tem interesse não não tem interesse por quê Porque nós vamos ver depois que a definição de Belo tocante é aquilo que agrada aos sentidos mais desinteressadamente provoca em nós um prazer dizem interessado e quer ocasionado de um modo muito diferente radicalmente diferente do tipo de
prazer sensorial que o agradável proporcionam né e o Belo tem conceito a gente vai ver que não também porque porque o juízo sobre o belo não é um juízo mediante o qual eu na percepção do objecto ou formam um conceito sobre ele eu tenho antes de tudo um agrado na percepção do objeto mas que dispensa a formação de um conceito sobre ele e finalmente o Belo tem universalidade e o cante vai dizer que sim né E isso forma digamos assim o paradoxo do juízo de gosto o juízo sobre o belo não é porque ele dispensa
o interesse quer dizer aquele aspecto mais diretamente sensorial dispensa a existência de conceito né e assim mesmo é ele ele ele possui e universalidade não é é é interessante que no juízo de conhecimento a universalidade do juízo é uma função direta da existência de conceitos né só que no juízo de gosto no juízo sobre o belo ocorre de maneira completamente diferente Essa é essa é uma peculiaridade e digamos do pensamento estético do cante não é que carece também de maiores explicações eu espero que ao longo aqui da minha exposição e se torne mais claro né
Tá bom então é por isso que depois dessa comparação do o Cante é um cruzeiro e o título do parágrafo ele disse Belo é o que sem conceito é representado como objeto de um agrado Universal então gente viu aí pela pela minha tabelinha ali né todos esses elementos que aparecem nessa rua briga né o Uber nós estamos falando algo sobre o belo não é ele ele ele agrada né mas Sem interesse não é e sem conceito e esse agrado ele é a gente poderia dizer ele é universalizável né então ele diz o seguinte aquele que
julga não encontra quaisquer condições particulares enquanto fundamentos do agrado as quais o sujeito poderia ser prender e deve por isso o imputar elas também a qualquer outro né O que é interessante aqui é que essa universalidade do juízo de gosto para Kant ela pode ser entendida e deve ser entendida como uma universalidade postulada né no sentido de que quando alguém faz a experiência do Belo ou seja tem um juízo de gosto forma em si um juízo de gosto é surge nele a expectativa é isso que ele Experience ou poderia acontecer com qualquer outra pessoa né
e então ele disse é como sim o juízo fosse lógico sem selo não é o juiz lógicos para Kant e também são a longa história como é que eu não posso contar aqui por falta de tempo é o juízo de conhecimento para para o cante eles possuem potencialmente a universalidade que está diretamente ligada a existência de conceitos né E especialmente a aquele procedimento que o que o Cante é escreve na Crítica da Razão Pura né de aplicação das categorias ambos conceitos puros do entendimento aos objetos mediante a percepção que nós temos deles né através do
que Kant chama de intuições puras a priori não é o espaço e o tempo e também da própria intuição empírica que eu tenho na presença de um específico né Mas também como eu não dá para entrar nisso aqui ainda no parágrafo cês e ele diz né que essa universalidade não pode né no caso do juízo de gosto do sobre o belo não pode Advir de conceitos pois a partir deles não há qualquer acesso ao sentimento de prazer ou desprazer quer dizer para Kant a como se fossem 2 canais separados um canal é aquele canal de
aplicação de conceitos e objetos para obter conhecimento o outro canal é o prazer ou desprazer que eu tenho na presença de objetos são canais independentes e que não se comunicam né O primeiro é o canal aí dos juízos ilógicos né o objeto da primeira crítica da Crítica da Razão Pura e o último canal que Eu mencionei associado aí o sentimento de prazer ou desprazer na percepção de objetos com determinados o final das características formais Esse é o objeto da terceira crítica da crítica da faculdade do juízo né então o que a gente vai falar aqui
do que poderia ser chamado de uma universalidade subjetiva o que parece ser um oximoro né quer dizer parece ser algo autocontraditório nesse sentido de que é tradicional mente a universalidade é tá diretamente ligada a objetividade né e termos de conhecimento eu digo quanto mais objetivo é um conhecimento mais Universal eu posso considerá-lo né no caso do sentimento estético especialmente do juízo de gosto ou seja o juízo sobre o Belo e a universalidade ela é composta digamos assim pelo fato de quando eu tenho esse juízo quando eu faço esse juízo de gosto hoje eu percebo claramente
que ele é universalizável né porque assim como eu subjetivamente tive esse sentimento de prazer dizem interessado e carente de do elemento conceitual eu posso esperar com razão que todo e qualquer pessoa também tem uma experiência semelhante né e na sequência aqui no parágrafo 7 né o cante retoma comparação do Belo Com o agradável e o Bom a partir desse dessa característica da universalidade que ele mencionou né eu fato de serem seu esse tipo de universalidade poderia ser chamada de universalidade subjetiva né então diz muita coisa pode proporcionar para um sujeito estímulo e agrado e se
algum entretanto dá-se como Belo ele exige dos outros ele aí o sujeito não exija dos outros o mesmo ele né esse sujeito não julga por si só mas por todo mundo e fala de beleza como se fosse uma propriedade das coisas né então ele fala não é que a generalidade estética difere-se Da universalidade Lógica então é interessante porque no caso dos juízos estéticos dos juízos de gosto para Kant i não é não é com exceção talvez da forma do objeto que desencadeia em nossas faculdades cognitivas superiores como diz o cante a nossa imaginação e o
nosso entendimento desencadeiam um processo não é que provoca em nós esse prazer desinteressados né E que pela própria característica né é da proporção de grãozinho entre a as ações dessas faculdades superiores não é um juízo de conhecimento também né e é interessante observar poder nessa linha e debaixo a generalidade estética difere-se Da universalidade Lógica tem a ver com aquilo que ele tinha falado antes né E se tratando da universalidade estético da generalidade estética existe um elemento de subjetividade é e não que existe enquanto tal na universalidade lógica né naquela universalidade é dívida de juízos de
conhecimento né então é uma sequência aqui no parágrafo oitavo fala a universalidade do agradável é representada no juízo de gosto apenas como subjetiva né Essa é a pública e o título do parágrafo né então é a observação aqui não é que através do juízo de gosto ou seja o juízo sobre o belo o agrado sobre um objeto a respeito de um objeto afeta qualquer um sem estar fundamentado em um conceito porque nesse caso se confundiria com o bom né é interessante observar que quer dizer no caso de um juízo de conhecimento não se trata é
de agrado se trata de atingir a objetividade no juízo não é E no caso do juízo sobre algo bom existe um agrado mais um agrado associado a um conceito não é relativo à a bondade de se algo que eu tô ajuizando como sendo bom né bom então é sem essa universalidade do conceito né o juízo sem conceito refere-se refere-se apenas ao agradável né então em termos de agrados sensorial é a gente tem fora o belo né que é o mais específico deles a gente tem dois tipos né O bom que é não deixa de ser
um agrado sensorial mas mediatizado por o conceitos né Por um tipo de racionalidade e o agradável que é um agrado meramente sensorial né então quando eu tenho um juízo sobre o bom mas que carece de conceito Na verdade ele não é um juízo sobre o bom ele é um juízo sobre o agradável né na sequência que ainda não parágrafo 18 ele e na que ele explicando isso não é melhor ele fala tu agradável ele tá ligado a um gosto dos Sentidos e ele é essencialmente particular né então a gente pode explicar isso até com metáfora
não é relativo metáforas relativas ao Paladar né algumas pessoas adoram chocolate outras não gostam Se bem que em relação ao chocolate é mais provável que a maioria goste né chocolate são muito populares em geral né mas sei lá Pimenta por exemplo algumas pessoas adoram outras de festas detesto outras empresas têm alergia né E então É comparável nesse sentido né o belo ele é associado a um gosto da reflexão e o fato da dessa dessa reflexão é que engendra o que a gente poderia chamada a universalidade do Ju é de gosto não é essa reflexão da
se tornar mais clara depois a partir do parágrafo 9 do próximo parágrafo tá é mas antes ainda tem algumas coisas relativas aqui a essa questão da universalidade né e ia comparação do agradável com um belo né É bom então a universalidade que não se relaciona a conceito de objetos não é lógica mas estética ela não contém uma quantidade objetiva mas subjetiva do juízo é uma validade comum a palavra alemã para isso é demais virtude de a marca ser comum que os Descartes validade né então assim quando existe essa postulação de que o agrado que eu
senti pode ser extensível a todo qualquer ser humano e o canto ainda vai além ele diz todo o corpo todo e qualquer ente dotado de sensibilidade entendimento e razão né então é é isso essa é a universalidade aí associado associada e de associável ao juízo de gosto e ainda não parágrafo 8 no que tange à quantidade lógica isso é importante todos os juízos de gosto são particulares O que quer dizer um juízo de Gosto se eu fosse traduzi-lo no juízo Lógico ele soa como um juízo particular É no sentido de que quando eu falo é
e por exemplo é esta paisagem é dela logicamente eu tô me referindo a esta paisagem né então é é um juízo é do ponto de vista Lógico não é um juízo Universal é um juízo particular no entanto não é é existe o que o Kant chama de quantidade estética da universalidade que eles chama também de uma voz geral postulada então bom esta paisagem é dela enquanto o juízo lógico como eu já falei é particular mas é é o sentimento que eu tenho diante dela de prazer dizem interessado e a conceptual e desperta em mim a
noção de que todo e qualquer pessoa poderia fazer a mesma experiência que eu tenho diante dela né bom estamos aqui a gente entra talvez entre os parágrafos 9:11 tão estejam as partes mais complexas não é mais difíceis e mais específicas tendo em vista a própria nomenclatura que eu cante adota não é Mas enfim vamos lá né então ou a questão aqui do parágrafo 9 é uma pergunta mesmo que ele faz né no juízo de Augusto o sentimento de prazer antecede avaliação de objeto ou essa antecede a 15 bom então Antes de eu começar a responder
vocês podem até já e pensando aí né e a o cantinho é taxativo né na resposta que lhe dá ele disse se o prazer é respeito de um objeto dado oamtc desse e só a comunicabilidade geral dele devesse ser reconhecida no juízo de gosto da representação do objeto Então esse procedimento estaria em contradição consigo próprio é aqui quer dizer eu tô acompanhando mais ou menos aqui a e como o próprio Kant diz né não está entre "Mas é bem mesmo com esses temos que ele fala que ele disse estaria em contradição consigo próprio por quê
porque na verdade como é que estivesse em contradição eu acho que é um pouco modo de lhe falar né É que quando eu tenho um prazer em relação um objeto que antecede todo o resto na verdade isso diz respeito ao sentimento do agradável não do Belo de sequência ele disse pois sexta pois esse prazer não seria outro que o Mero agrado na sensação portanto com validade apenas particular não é tão é que isso seja uma autocontradição mas esse tipo de prazer que eu tenho um objeto antes de qualquer outra consideração de em relação a ele
ele é antes de tudo é o prazer e não é em relação muito legal então continuando aqui ele disse então e aqui nós estamos chegando um ponto chave aqui para entender aí a novidade né até curiosidade também da proposta do cante em relação aos juízos sobre o belo então é a capacidade Geral de comunicação do Estado de Espírito na representação dada que enquanto condição subjetiva do juízo de gosto subjaz a ele e deve ter como consequência o prazer a respeito do objeto que que ele quer dizer com isso gente ele quer dizer que antes que
eu sinta esse prazer que é é desinteressado e é universalizável e deve ocorrer em mim e nas minhas faculdades cognitivas superiores como ele diz no arranjo entre a minha sensibilidade é o a minha imaginação melhor dizendo E o meu entendimento algo que anteceda o agrado e redunde numa diferenciação entre o o juízo de gosto um juízo sobre o belo ou a mera sensação do do que é agradável né E aqui é a chave é o cerne né de como Kant explica essa peculiaridade né do juízo de gosto Ele disse que é o livre jogo das
faculdades representativas imaginação e entendimento EA que a gente precisa entender o seguinte que a questão do livre jogo é no fundo O que diferencia o juízo de gosto de um juízo lógico porque no juízo loja é a minha imaginação porque tem um papel mais ou menos de ordenação da percepção ela é Ela é submetida ao meu entendimento né na medida em que existem aplicações das categorias né dos conceitos puros do entendimento não é Algum objeto EA imaginação tem um papel determinante nisso isso é um juízo lógico juízo de conhecimento em relação ao juízo estético especialmente
o juízo de gosto essa forma mais peculiar do juízo estético o juízo sobre o belo não é a imaginação não se submete ao entendimento mas ela entra nisso que o Kant chama de livre jogo não é Então em vez de haver uma submissão de sensibilidade ao entendimento a imaginação digamos como representante aí da sensibilidade ela joga com o o entendimento e isso produz um agrado específico que é de se interessado por que não é um agrado diretamente relacionado com a sensação ou prazer da sensação né e é portanto universalizável não é porque não tem esse
elemento de particularidade que o agrado na sensação necessariamente tem possui né então na sequência né ele ele fala né aqui no conhecimento a imaginação ela compõe o múltiplo da intuição né por isso que eu disse que eu digo o disse né que a imaginação ela ela é uma espécie de representante da sensação é enquanto faculdade cognitiva superior né a mera sensação não é e ela a imaginação faz essa e sintetiza digamos né previamente o material que é percebido por nossos sentidos de modo que o entendimento possa enquadrá-la né enquadrar a referência aquele objeto que é
dada pela imaginação e nesse caso o entendimento ele funciona como unificação do conceito juntado pelas representações e essa juntada das representações tem diretamente a ver com o trabalho da Imaginação né Isso é o conhecimento né no que tange é a a estética né é o juízo estético especialmente ao juízo de gosto é o livre jogo das faculdades cognitivas né numa representação numa apresentação através da qual o objeto é dado deve deixar se comunicar universalmente eles é para Kant existe assim uma continuidade né que ele postula vamos ver assim né da a Universal comunicabilidade desse sentimento
de prazer Dias interessado ocasionado pelo livre jogo da Imaginação e do entendimento né Então nesse caso a gente tá falando aqui de um estímulo de ambas as faculdades para uma atitude indeterminada mas unânime né e isso é a sensação cuja comunicabilidade Universal é postulada pelo juízo de gosto né então é essa é a chave aqui nós estamos no cerne do juízo de Gosto É na sequência aqui ele diz né Agora são algumas citações que eu vou ver aqui literais né eu vou ler e comunicar a Universal comunicabilidade subjetiva da forma de representação no juízo de
gosto não pode ser diferente do Estado de Espírito no livre jogo da Imaginação e do entendimento harmonia das faculdades cognitivas o qual repousa o tanto naquele relacionamento apenas enquanto com a posição subjetiva felicitação então era praticamente uma explicitação né do que tinha sido falado anteriormente né ainda no parágrafo 9 o outro trecho aqui para ilustrar né isso sobre o que eu tava falando dele o cante disse a representação da da fosse um conceito ou algo nisso entendimento imaginação na avaliação do objeto para um conhecimento do mesmo então a consciência dessa relacionamento seria intelectual mas o
juizo então não estaria em relação com prazer e desprazer e não seria portanto um juízo de gosto de licitação Então é isso né quer dizer quando eu tenho juízos o juízo no qual estão envolvidos prazer Oi e o desprazer mas é sem que ocorra aqueles elementos de particularidade do juízo sobre o agradável né ou também de conceitos né como o que apontaria para o juízo sobre o bom então eu tô falando de um juízo de gosto bom então o Ah pô clusão aí do parágrafo 9 é isso Belo é o que sem conceito agrada universalmente
né bom então aqui a gente entra né já caminhando para o final mas não numa outra parte muito complicada que diz respeito à o que a gente poder chamar de conformidade afins sem fim não é Ou finalidade sem fim vocês vão achar esses dois termos como sinônimos aí não é então ele começa definindo sim ele tudo que diz respeito ao ir ao cerne do pensamento maduro do cante ele chama de transcendental por razões pelas coisas não não vou poder me alongar aqui mas ele disse a definição não é difícil seria objeto de um conceito na
medida em que se é considerada a causa daquele o fundamento real de sua Bom dia causalidade de um conceito no tocante ao seu objeto é a conformidade afins com finalidade né aí que a gente coloca entre parentes em forma finalize né e Latina bom então sim é quando um conceito é causa de um objeto ou seja existe uma teleologia é na formação de objeto em relação à a resistência desse conceito afinal não é e esse processo é chamado de finalidade ou conformidade a fixo né e na sequência eu Kant diz onde portanto não apenas o
conhecimento de objeto mas o próprio objeto sua forma o existência é pensado possível como é feito somente como através de um conceito do último pensa-se aqui no fim né então é isso aponta para uma coisa importante que é a a conexão íntima para Kant entre o Finn e o conceito né E ele disse completando aí esse trecho ele diz a faculdade é preditiva na medida em que é determinada por meio de conceitos ou seja agir de acordo com a apresentação de um fim é a vontade de licitação Esse é um conceito de vontade que é
desenvolvida amplamente aí na segunda crítica né na Crítica da Razão prática né E que infelizmente ela não podemos desenvolver aqui também né na sequência E aí ganha a que ganhou o fio pulo do gato realmente ele disse a finalidade pode portanto ser sem fim na medida em que possamos tornar conceituado para nós a declaração sua possibilidade somente derivando a dá vontade e esse é um dos trechos mais complicados aqui não é que eu vou tentar explicar aqui com poucas palavras né com o primeiro finalidade aqui a gente poderia substituir a conformidade afins não é pode
portanto ser sem fim eu tenho quer dizer uma conformidade afins mas não um fim explicitado ele tem a conformidade afins é uma espécie de moldura né para um fim mas o Finn é como se fosse uma moldura que não tivesse o quadro no meio não é o fim seria o quadro né eu tenho moldura mas eu não tenho quatro então na medida em que possamos tornar conceito ável para nossa declaração de sua possibilidade Qual é a possibilidade aí essa potencialidade que a conformidade afins tem de gerar um fim e é mas quando eu disvio essa
potencialidade de gerar um fim da própria vontade Ou seja é da possibilidade né da inclusão de interesses e isso remete lá aquele primeiro momento né e da analítica do Belo Então isso é digamos assim o o fundamento que quase objetivo de damos da do juízo de gosto né então ele fala é uma finalidade uma conformidade assim se quiserem segunda forma sem que Limpo temos um fim é o que acontece né na verdade quer dizer ou existe uma correlação entre o desinteresse que o que um sujeito Experimenta no juízo de gosto e o fato de que
e o objeto que ocasiona do sujeito no juízo com essas características ele sugere uma finalidade sem querer splicit enfim pressa correlata essa finalidade Então dessa desse descompasso digamos né entre a finalidade EA existência do fim é surge né ou esse descompasso está associado né diretamente associado ao que o cante no parágrafo 9 né chamou de o livre jogo das faculdades cognitivas né tá bom ó e na sequência né e para foi uma certeza o juízo de gosto tem como fundamento a forma da finalidade do objeto né é uma finalidade apenas formal né E ele disse
todo fim considerado como fundamento do agrado levem sempre o interesse enquanto determinante do juízo sobre o objeto de prazer Tá mas o que que acontece E no caso do juízo de custo né ele disse e eu vou ler o trecho aqui depois comentar portanto ao juízo de gosto pode não subir jazer qualquer sim subjetivo mas também qualquer representação de um fim objetivo Isto é da possibilidade do próprio objeto segundo princípio princípios da ligação dos fins com que nenhum conceito do bom pode determinar o juízo de gosto que situação e e aqui já caminhando para o
final eu o Diego o seguinte que é o que caracteriza né o juízo de gosto para Kant é esse fato de que a forma do objeto ela sugere é uma finalidade ela sugere uma conformidade afins Mas ela é a mesma forma é ao provocar em mim o jogo da Imaginação e do entendimento e não uma submissão da Imaginação ao entendimento né que ela não determina uma finalidade até porque como a gente já viu sim é diretamente Ou melhor não determina o fim a finalidade é sugerida e o final é determinado Porque como já viu a
gente abre o anteriormente o Finn é diretamente ligado o conceito né definição transcedental né como candid enfim é exatamente né a existência de um conceito como causa da existência de seu objeto né portanto isso pressupõe uma relação íntima né do fim com o conceito não é a inexistência do juízo de gosto no conceito é correlata à inexistência do fim na forma da finalidade e por nacionalidade formal de um objeto né Essa finalidade apenas formal que está relacionada à características se for mais também no outro sentido né do objeto né bom gente então eu espero ter
contribuído aí um pouco para velocidade ação aí dessa dessas páginas tão complexas aí da estética contemporânea da estética moderna né ainda não contemporâneo mas que tem realmente desdobramentos até hoje não esquece contemporânea não é e me despeço aqui né esperando é que a gente se encontra numa outra oportunidade né e deixando aqui aquele abraço