Olá pessoal mais uma vez gravando vídeo aqui no canal e hoje eu venho L apresentar um livro do autor francês Pierre Rad O que é a filosofia antiga tá da editora Loiola bom mas antes de falar um pouco sobre esse livreto aqui eu gostaria de pedir se inscrevam no canal ative as notificações tá compartilha esse vídeo bom eu deixarei também na descrição deste vídeo o link para quem tiver interesse em adquirir a obra deixarei também o link dos meus cursos ã relacionados à literatura de dostoyevski e a filosofia platônica bom então vamos lá ah Pierre
rador ele tem uma vasta obra ã relacionada à filosofia e esse livreto especificamente digamos assim que ele é um resumão acerca da história da filosofia ah diferente de outros autores por exemplo como cesson né que tem toda uma coleção de volumes sobre a história da filosofia ou o professor Giovan re né que tem a sua a sua obra sobre história da filosofia interpretação né da da obra de Platão a luz das doutrinas não escritas enfim o Pierre Rad ele digamos assim que ele é um resumão tá mais mais condensado né como todo resumo acerca da
filosofia antiga e Ah ele traz um aspecto que eu julgo muito interessante que é o seguinte ah atualmente é comum as pessoas aver digamos assim professores de filosofia que não necessariamente vivem de modo filosófico ou de acordo com uma determinada filosofia Ou seja eu posso eh a no sentido de que a filosofia se torna uma profissão acadêmica ela acaba de algum modo perdendo eh o sentido que tinha a filosofia na antiguidade Isso é isso é muito bem mostrado numa obra do professor Olavo de Carvalho que se chama a filosofia e seu inverso que também é
um livro de uma coleção de artigos mas que ele vai falar justamente sobre isso que a partir do momento em que a filosofia na Idade Média ela se torna uma profissão acadêmica Universitária ela meio que se torna quase o seu inverso porque uma pessoa pode discordar da filosofia de determinado autor e ensiná-la sob Ah o seu ponto de vista enfim e discordar completamente ele não existe uma ligação quero dizer o seguinte não existe necessariamente uma ligação entre o que um professor de filosofia ensina e o viver filosófico então é algo que o Pierre rador vai
enfatizar muito bem desde o início quando ele vai falar da filosofia antiga que ele começa no capítulo um ele vai falar da filosofia antes da filosofia né e Ah ele mostra que na Grécia antiga não existia esse essa questão de eu sou filósofo ensino Filosofia mas o meu modo de viver não é filosófico viver modo de vida filosófico e filosofia eles estavam Entrelaçados né e a filosofia uma das finalidades dela digamos assim precipuamente a atividade de Sócrates era a de Educar as pessoas né ã inclusive existe um livro do Julius Steel que tem aqui no
canal uma resenha também que se chama Platão o educador Enfim então o o o professor Pierre Rad ele vai enfatizar isso logo de início né então ele vai falar os a história dos primeiros pensadores que seriam Então os os filósofos pré-socráticos a paideia nós temos um livro né do Verner e Ager de 1000 mais quase 1500 páginas só sobre a paideia o sofistas do século V surgimento né da noção de filosofar Lembrando que a a a tradição indica que que quem cunhou essa palavra filosofia ela só veio ganhar essa forma com Pitágoras né a figura
de Sócrates o não saber socrático a definição aí ele começa a trabalhar alguns aspectos específicos da filosofia de Platão que é o banquete de Platão né a definição do filósofo segundo banquete Eros Sócrates e o filósofo isócrates que era um crítico de Platão né Platão e academia Aristóteles e sua escola as escolas helenísticas que nós temos que lembrar ali do período de helenização inclusive Aristóteles foi professor de Alexandre o grande então existe ali já essa helenização as escolas filosóficas no na na era Imperial porque a Grécia região da Grécia que na verdade não era Grécia
no sentido do país que nós conhecemos hoje mas que foi ah ã helenizado ali pelos Romanos né a filosofia vai e o discurso filosófico vai tratar de plotino Porfírio que Jaí aí já estamos falando né de um período bem posterior sinismo o epicurismo ã E aí no capítulo 10 né que na terceira parte ele vai falar sobre o cristianismo como filosofia ah revelada bom ah a filosofia ah desde o início né digamos assim da história do cristianismo nós podemos falar assim após ah a vinda né e e a crucificação de Jesus Cristo ele surgem duas
tendências né dentro da da igreja então existe uma tendência que vai enfatizar mais na questão Mística espiritual e existem aqueles primeiros cristãos que vão focalizar na na no cristianismo do absorvendo a filosofia grega né então ah Inclusive a palavra teologia ela é cunhada por Platão né e a filosofia os cristãos eles absorvem em especial naquele momento a filosofia de Platão como nós podemos ver ali o com Santo Agostinho que absolve o neoplatonismo e que indiretamente tá absolvendo Platão inclusive Santo Agostinho tem um livro que se chama do Liv arbítrio que ele vai escrever na modalidade
de diálogo platônico é uma conversa entre eh Santo Agostinho né que é Agostinho e evódio que é ah o seu amigo né que ele vai tratar sobre o livre arbítrio que é uma coisa que Platão não trata na sua obra né porque nós temos os paradoxos socráticos na obra e de Platão Lembrando que Sócrates não deixou nada escrito porque para Sócrates o erro ele adivinha da da falta de conhecimento de uma ignorância então o vício tava ligado à ignorância então atão não considera eh a questão do livre arbítrio E aí já é alguma já é
algo que é trabalhado na filosofia cristã então o cristianismo principalmente dos primeiros séculos ele vai absorver a filosofia grega né então no seu Capítulo 11 eh ele vai falar do desaparecimento e reaparecimento da Concepção antiga da filosofia ainda uma vez cristianismo e filosofia a filosofia como serva da teologia o os artistas da razão aí no último capítulo ele vai falar das questões de perspectiva referências à textos citad em epígrafes citações de textos antigos abreviações e cronologia então ah digamos assim ele não chega ah a o momento que ele trata aqui né como ele diz sobre
a filosofia antiga ele vai tratar até esse ponto ele não chega a entrar na Idade Média enfim na Escolástica que é na Idade Média ali com Santo Agostinho Santo Alberto Mag e vários outros filósofos cristãos que é o ápice ali da Escolástica eh eh a maior influência deles na verdade passa a ser Aristóteles é claro que para absorver Aristóteles você tem que conhecer Platão né Afinal Aristóteles foi aluno de Platão durante 20 anos na sua academia e inclusive essa semana eu vi ã um comentário né do do do Carlos Alberto Nunes que faz a tradução
né que tá lá em cima das das obras de Platão né pro a a a mais respeitada né tradução das obras de Platão para o português ele vai falar que a a a a interpretação do próprio Aristóteles sobre a obra de Platão não leva em conta toda a a a terceira fase seria a fase da velice então que gera inclusive algumas incorreções de Aristóteles sobre a interpretação de Platão mas Aristóteles então é levado ao Ápice na Escolástica mas aqui ele vai tratar então desses primeiros séculos digamos assim aonde a filosofia antiga ainda é absorvida né
Vamos falar assim pós a queda do império romano ali por volta do final do século 45 n ele não chega a adentrar no período da idade média Então como o próprio título diz ele se atém a essa questão da filosofia antiga então o livro é extremamente didático tá é interessante para Como eu disse para quem não não não ainda está julga-se que não está apto a pegar uma obra e ler um um enorme volume só sobre filosofia antiga de 600 páginas ou mais depois os demais períodos esse aqui é um excelente livro introdutório de forma
bem simples e didática do Pierre rador O que é a filosofia antiga tá espero que vocês tenham gostado um abraço e até a próxima