Fala pessoal, me chamo 15, eu sou diretor audiovisual. Eu sei que eu não costumo aparecer muito por aqui, mas eu quero fazer um pouco mais disso a partir desse momento para falar sobre alguns trabalhos que eu acho interessante, que eu acho massa compartilhar como que foi o workflow de cada um. Um desses trabalhos é esse que eu quero mostrar para vocês aqui hoje, que é um aftermov que eu peguei do Charlito, um amigo meu, que me passou essa edição de um evento que aconteceu em São Paulo.
E eu vou tentar organizar aqui as ideias para passar para vocês como que foi o meu workflow [música] para esse material. B [aplausos] [aplausos] Bom, como vocês podem Podem ver aqui, existe uma raiz de pastas bem básicas, que foi basicamente o que eu usei aqui, né? O material bruto, o export e o áudio.
No material bruto, eu venho aqui e separo as câmeras, no caso aqui, câmera A, câmera B e o FPV. Foram as três câmeras que rodaram esse material. o export, que obviamente é quando o filme ele já tá pronto, eu já exportei ele, e o áudio para organizar as trilhas sonoras que eu vou usar nesse filme.
Partindo pro da Vin, que é o programa de edição que eu uso, eu tento meio que dar uma espelhada nessas partes do log que eu organizei lá no Finder aqui no no Media Pool do da Vince. Vocês podem ver que aqui a gente tem o master, eu divido [música] por áudio, trilhas, sound effects. Você pode ver que esses sound effects eles não estão naquela minha pasta lá do finder, né?
Eu vou falar um pouco disso mais pra frente. Material bruto FPV, câmerara A, câmara B. E aqui as sequências, que é uma parte que não existe no nosso Finder porque é uma pasta mais organizacional do da Vince.
A minha divisão de timelines, ela não é algo padrão e ela vai variar ali de acordo com a minha necessidade. Por exemplo, aqui eu fiz uma montagem um, que foi basicamente pegar as três trilhas que eu teria que usar nesse filme e montá-las. Para mim é imprescindível que a trilha ela tem um começo, um meio e um fim.
Ainda que eu vá usar três trilhas, eu tento meio que, tipo, sempre salvar o ápice delas ali e tentar fazer com que elas conversem, como de fato se fosse um remix, né, entre as três. Nessa montagem um, eu monto as trilhas. Na montagem dois, eu vou para de fato pra montagem do material.
Na decupagem um, o que é que eu faço? Eu gosto de pegar, no caso aqui nós temos três câmeras, que foi a câmera A, a câmera B e o FPV. Então, eu curto jogar as três na timeline.
Tem gente que decupa pelo Media Pool, né? Eu curto decupar mais direto aqui na timeline. No caso, eu jogo elas aqui na timeline e saio subindo, o que eu acho que é interessante.
Eu faço isso com as três câmeras e aí depois eu venho aqui e copio e colo. E nesse espaço aqui eu tenho só o que é aproveitável, o que eu achei interessante ali naquela decupagem, né? E aí eu ainda faço uma segunda organização dentro dessa primeira decupagem.
Geralmente eu separo o que é cada take desse. Nesse caso aqui eu separei FPV, o que que era um possível take ali para nossa intro, os patrocínios que tinha que entrar nesse nesse filme, diversos patrocínios, então já deixei eles aqui separadinhos. O que era público, o que era slow shutter, que já já eu vou explicar o por que eu gosto tanto de usar esses slow shutters também nesses after movies.
Abertão, papel picado, nome da festa. E aqui nesses eu parto para os artistas que apareceram nesse evento, no caso Orochi, Tuto, Joãozinho, Paiva, enfim, que acontece além de colocar esses marcadores, eu também curto pintar esses takes de diferentes cores para eu poder identificar mais facilmente ali o que que é cada coisa, do que que se trata cada coisa. Por causa que eu coloquei azul, roxo, amarelo, rosa, enfim.
Um ponto muito interessante é que eu curto sempre duplicar as minhas timelines para eu não perder nada do que eu já tenha feito. Nesse caso aqui, eu já tinha uma decupagem, então eu dupliquei a timeline e fui pra decupagem dois para eu poder deixar tudo salvo, bonitinho, o que que eu tinha achado interessante nessa minha primeira passada de olho aí em todo o material, né? Nessa decupagem dois é onde eu vou de fato tirar os takes para colar na minha timeline.
Você pode ver que já existem muitos buracos aqui nessa minha decupagem, né? Porque foi de onde justamente eu puxei os takes pr montar o meu filme. Eu curto também pegar uma uma timeline para ser uma timeline meio que tipo de rascunho, sabe?
E eu chamo ela de, enfim, pega take. Às vezes eu quero pegar esse take aqui, um exemplo, e aí eu copio ele. E aí, se eu for colar na minha timeline, eu vou dar um exemplo aqui, grosso modo, eu colo ele aqui.
Você pode ver que ele às vezes cola por cima de de uma montagem que já existe, de um take que eu já joguei lá na frente, que eu achei interessante ele naquele momento que eu ainda não cheguei, né, da montagem. Então, o que é que eu faço? Eu jogo ele aqui no meu pegate.
E aí depois disso que eu jogo ele pra minha montagem. De fato, partindo aqui pra minha montagem, eu já pego da decupagem o que eu acho que faz sentido ali na montagem. Um exemplo, eu venho aqui na intro e tipo, não, beleza, eu vou abrir com esse take.
Esse take aqui vai ser o segundo take, esse vai ser o terceiro e esse aqui vai ser o quarto. E assim por diante. E aí eu já venho aqui montando uma tripa de um take atrás do outro, do que eu acho que faz sentido ali naquela narrativa, né?
Partindo desse princípio, eu vou pegando os takes ali que eu coloquei em ordem do que eu acho que faria sentido entrar e aí vou colocando eles de fato aqui no time da minha trilha sonora. Feito isso, eu parto pro meu sound design, que é a aplicação do sound effects, né? Então eu saio passeando aqui, eu mutei aqui as trilhas para poder ficar mais fácil a visualização, né?
Escutar melhor os sound effects. Então eu vou assistindo os takes e vou, enfim, imaginando o que é que faz sentido entrar ali de efeito sonoro naquilo. Eu vou dar vou dar um exemplo aqui prático, take a take, né?
Eu curto muito iniciar com esses takes de passagem, slow shut. Então você pode ver que aqui eu usei o us, então eu parto pro meu segundo take, parto pra minha intro de fato ali você pode ver que tá roxinha aqui. Foi como eu colori ali os takes que eu possivelmente usar na intro.
Venho com o nome da festa, apresentando e abrindo. Parto para aquela entradinha clássica que sempre rola nos eventos, né? Pra gente poder já apresentar ali a primeira cara do público.
Para fazer essa divisão entre a entrada do público e a primeira atração de fato, eu curto fazer uma uma brincadeirinha quando eu tenho esses takes, obviamente, né? Então aqui eu fiz uma brincadeirinha com esses portres que eu tinha disponível. [música] Então eu peguei aqui três pessoas e brinquei com esses três portrés aqui.
Você pode ver que aqui já entraram vários takes, mas a gente ainda tá com 4 segundos de filme, né? Então eu acreditava que já era a hora da gente mostrar a dimensão da festa e nada melhor que um FPV pra gente apresentar essa dimensão, né, que foi a festa. Então eu abro aqui com FPV e venho para outro take aberto apresentando o nosso palco, que eu achei muito interessante também, esse palco cheio de LEDs.
É um palco muito bem montado, então achei interessante trazer ele logo no início do filme para mostrar pro pessoal do que que se tratava que a gente tá montando aqui, né? E aí sim eu parto pra minha primeira atração nos 5 segundos de filme. Eu curto muito blocar as coisas.
Não sei se vocês vão perceber aqui quando eu for dando play, eu não curto, sei lá, botar um artista, vi pro público e depois voltar pro artista de novo. Eu acho que isso tem que fazer muito sentido, tem que estar muito bem amarrado para que isso funcione. Você pode ver que aqui eu abri com o primeiro artista, então eu coloquei um bloco de quatro, cinco takes aqui dele.
Eu vou dar uma uma entrada aqui nesse take para eu explicar melhor o porquê dele. Assim, esse take ele tava subposto, mas eu achei que era um take de divisão e para mostrar que o artista veio com um balé ali na sua apresentação, né? Mas como ele tava subposto e era o único take que eu tinha do balé, eu não queria simplesmente não usar ele pelo fato dele estar subposto.
Então o que é que eu fiz? Eu estraguei de propósito a imagem colocando esse efeito VHS que tá muito em alta e que por sinal é um efeito nativo aqui do Davin que você tem a possibilidade de usar diretamente aqui do Davin sem precisar baixar plugin ou qualquer coisa do tipo. Para meio que identificar que encerrou aquele bloco desse desse primeiro artista, eu venho com esse slow shutter aqui de entrada, meio que esse zoin aqui, né?
Venho com um dos takes mais interessantes que eu achei de público, que é esse daqui com os fogos estourando, a menina e enfim, existe uma composição ali, né? Os dois caras de óculos, a menina no meio, os fogos estourando no fundo, esse backlight vindo do palco, dos les do palco. Então, achei muito legal esse take aqui pra gente meio que voltar a apresentar esse público e dividir esse bloco, né?
A gente tinha que também que apresentar, como eu falei no início do vídeo, apresentar vários patrocinadores. Então eu tive que tomar muito cuidado para não deixar todos os patrocinadores juntos ou enfim deixar eles muito pro final. A proposta é que eles fossem de fato divididos assim e não ficassem tão pesado assim, tipo, sei lá, eles ficassem todos juntos no meio do filme e o meio do filme ficasse pesado.
Justamente por isso, que a gente sabe que o patrocinador ele é uma parte comercial ali do filme e não tanto uma parte artística, mas a gente tenta fazer com que ele se costure ali com a narrativa que a gente tá criando. Então beleza, eu já apresentei aqui o primeiro artista, apresentei um público ali, apresentei a dimensão do evento com FPV, apresentei o palco do evento que também tá muito bonito, então acho que já é hora dos 9 segundos de partir pro nosso primeiro patrocinador, tendo em visto que a gente ainda tem muito patrocinador para mostrar no decorrer do filme. Então aqui eu brinco, né, com essa apresentação do stand, venho com a fechadinha da marking slow shutter e aqui a apresentação de fato do produto, né, e com mais uma ativação da marca que é o copo com a marca aplicada.
Aqui eu volto para um take muito legal de público também que tá muito bem composto com o palco de fundo mais uma vez. E aqui eu começo a apresentação da segunda atração. Eu achei muito legal esse steak porque tem os papéis picados voando, tem o efeito do CO2 explodindo, né?
O artista tá só a silhueta com o nome dele lá no telão de fundo. Então, achei muito interessante. Esse take aqui acontece a mesma coisa daquele take lá do balé da primeira atração que eu citei, que era um take que ele tava subposto, ele não tava tão legal assim.
Eu tentei puxar uma cozinha nele, tentei puxar um contraste, mas ainda assim ele ficou aquele take meio feio, meio esmaecido, sabe? Então a solução que eu achei foi mais uma vez puxar pra estética do VHS. Isso daqui, por mais que não seja a estética do VHS aplicada, é basicamente um take do telão.
Então eu achei de bom tom colar nesse take da estética VHS. E aqui a gente vem com um take mais respirado, com roning, né, um take mais estabilizado, mas que ainda assim eu tomo cuidado para que o nome da festa apareça e que não seja só um take qualquer sem sentido, né? Pode ver que eu procuro o exato momento que o nome da festa aparece, porque a gente tem outros momentos aqui no take que o nome da festa tá atrás da árvore, por exemplo, ou então que ele tem um glitchzinho e desaparece.
Você tem que prestar muita atenção no que é que o o take ele tá te falando, né? Esse take aqui, por exemplo, a gente tá no no movimento perfeito, movimento fluido. É, o nome da festa, ele tá ativado ali no take.
Então, eu achei que é um take muito legal para entrar nesse momento. Aqui eu venho com mais um bloquinho de divisão. Você pode ver que eu vim com artista, público, artista.
E aqui eu venho com um bloquinho de público novamente para fazer essa divisão. Então beleza, joguei um bloquinho aqui de público de três takes para dividir o bloco de de público para outro bloco de artista. Eu nem cheguei aqui na frente para saber que isso aqui é um bloco de artista para você ver a importância de ter uma uma decupagem e uma timeline organizada, né?
Você visualmente já consegue identificar aqui o que é cada coisa. Então, para dividir esse bloco de público com o próximo artista, eu usei esse slow shutter de passagem e venho pro próximo artista. Você pode ver que eu sempre tento usar um take que tenha alguma coisa, né?
Tipo aqui tem o CO2 mais uma vez explodindo, a gente parte pro balé dele e aí a gente tenta contar essa narrativa aqui tem que ser fechado do balé, outro take fechado da bota aqui, mostrando um pouco mais do look que o balé dele tava apresentando. E aí uma coisa que eu acho que conversa muito com o audiovisual é a luz que tá feita ali naquele evento. Eu acho que ela vai fazer total diferença pro material que tá sendo captado.
Então, sempre que eu tenho a oportunidade de mostrar algo que tá ali interessante, que tá salvando a vida da gente, eu sempre mostro e já serve também mais uma vez como um take de divisão de blocos. Aqui eu vim com, enfim, com essa luz escenográfica, né, com esse papel picado em slow shut aí, mais um take de passagem, partindo não para mais um artista, mas pro mesmo artista que a gente estava trabalhando aqui nesse último bloco. Por que que eu quis fazer essa divisão?
Porque se você perceber, existe uma quebra de continuidade aqui. O artista ele entra no primeiro momento com um look e a partir de algum momento do show ele tira e fica só de camisa, né? Então para não ter essa quebra, para não existir essa quebra de continuidade, eu achei muito interessante a gente blocar aqui e fazer essa divisão de momentos, né?
Uma coisa que eu tenho muito cuidado na decupagem também é separação e esse cuidado com a com a continuidade da coisa, né? Ou seja, já que eu entrei aqui com ele sem a Puffer, eu não posso mais voltar com ele novamente com a Puffer, porque isso aí quebra totalmente a continuidade da gente. Se ele tirou, tirou, segui o show e vamos pra frente.
Então aqui eu venho com um fechadinho dele que eu achei muito interessante. Essa luz aqui cortando. A gente vem com aberto mostrando mais uma vez que o evento teve muito efeito, teve muita coisa visual ali interessante.
E aí mais um take que eu tive muita dificuldade em colorir porque ele tava um take muito subsposto. decidi assumir essa estética aqui do preto e branco, silhuetazona, a luz estava muito legal, então não queria deixar isso ter que passar. Então foi essa forma aí que eu arrumei para que ele não saísse da nossa montagem.
Então já que a gente terminou o bloco desse artista aqui, que era um dos headlines do evento, então você pode ver aqui que a gente deu uma explorada bem aqui no stakes dele, mais do que os outros, a gente parte para mais um patrocínio. Acho que já é a hora da gente partir para mais um. Então a gente vem com esse patrocínio aqui.
E aí, como só tinha entrado o FPV lá no início, a gente tem muitos FPVs legais aqui desse desse material, então a gente tinha que explorar bastante esse aspecto wide assim do do FPV, né? Então eu venho com esse FPV aqui que ele mostra mais uma vez a ativação do CO2 aqui no palco e mostrando também, se vocês puderem ver, a divisão dos lounges, digamos assim, né? Então eu acho que é uma coisa muito importante, comercialmente falando para mostrar mostrar que o evento existe ali uma uma divisão de ambientes, existe um lounge, existe uma coisa ali mais dividida e organizada de fato.
E aí já é um take também de divisão para o nosso próximo artista que a gente vem aqui com um blocão de takes para não ficar uma coisa muito repetitiva, então eu já vou passar aqui pro próximo. Achei esse FPV aqui caindo muito interessante pra gente usar nesse momento. Mais dois takes naquela mesma pegada lá de, enfim, evento ele é muito relativo, né?
A luz às vezes tá batendo de uma forma, às vezes ela bate de outra, às vezes apaga tudo do nada. Então, tipo, não tem como você, às vezes você tá apontado ali a e a as luzes se acendem e o take termina estourando. Então, quando eu acho um take muito interessante, que ele tá subposto, super exposto, enfim, eu arrumo alguma forma.
de colocar ele ali na montagem para que eu não possa perder. E a forma que eu encontrei nesse aftermove aqui foi trazendo essa estética de VHS de fato pro rolê, né? Aqui eu venho com mais takes de público, mais um patrocínio.
Eh, enfim, público, patrocínio, novamente, slow shutter, mais uma vez o nome da festa ativado para marcar bem para quem tá assistindo do que que se trata esse filme que a gente tá mostrando. Você pode ver que eu faço questão de mostrar aqui os efeitos presentes na festa, né? Porque eu sei que o o contratante ele dá muito valor a isso, a mostrar o que teve de fato ali no evento no geral, né?
E aí eu parto para mais um atração. Patrocínio. Patrocínio público.
Mais um patrocínio. Venho para público. Mais uma vez o nome da festa ativado aqui.
Esse take aqui eu achei muito interessante pra gente localizar assim onde que aconteceu todo o evento, né? É, a gente sabe que o rap, o trap, o funk, ele tem uma temática muito suburbana. Então eu achei muito interessante esse metrô, trem, não sei exatamente do que se trata, passando aí do lado do local do evento.
Eu achei que foi muito interessante e sem contar que o take ele tá muito bem composto, né? Existe aqui o o mostrando o público, é o trem passando, uma torre aqui de energia de fundo, esse céu assim do amanhecer do dia é meio crepúsculo, né? Além de tudo isso, além dessa de ambientar, onde é que tá acontecendo esse evento, ele também já é um take de divisão da noite pro dia, né?
Então eu preciso mostrar pra pessoa que tá assistindo ali que esse evento ele só terminou pelo dia e que o dia já tá amanhecendo. Então, mais uma vez, eu não posso voltar pra noite a partir desse momento que eu revelo que o dia tá amanhecendo. Você pode ver que aqui eu já parto de fato pro dia e pra nossa última atração, né?
E aqui eu finalizo com esse take de FPV que eu achei muito interessante. Eu acho que uma das coisas que o contratante preza é manter o seu público ali até o final, até a última atração de fato. E esse take aqui ele mostra perfeitamente isso.
Ele mostra que o evento ele foi um sucesso tão grande de início ao fim que o pessoal ficou e lotou ali o local até a última atração. Então dou uma passeada bem com FPV para fechar. Tratando de sound design aqui, você pode ver o tanto de sound que eu trabalho, né?
Eu tento meio que tipo assistir take a take ali e me pergunto o que é que cabe aqui nesse take de efeito sonoro? O que é que ele tá me passando aqui? O que é que eu escutaria nesse take?
Então eu venho trabalhando aqui toda essa essa esse sound design, né? Você pode ver que eu coloco alguns elementos que eles fogem um pouquinho da realidade do do filme. De fato, por exemplo, eu jogo muito CS, então é uma característica já minha aplicar nesse sound design.
alguns efeitos sonoros do CS ali do game, né? Então, só algumas pessoas que fazem parte ali do jogo, vai se identificar, mas que tem total a ver ali com a temática do evento, né? É aquela coisa, a gente tem que saber se realmente cabe ali aquilo que a gente tá querendo aplicar na montagem.
Então aqui você pode ver isso que eu acabei de citar. E aí eu venho aqui, você pode ver que essa bombinha ela vem até o final numa espécie de riser, né? Ela vem até o final aqui meio que tipo aumentando ali a sua cadência, aumentando até que ela chega no final aqui e acaba explodindo.
Bom, saindo dessa montagem aqui, desse sound design, eu parto pra cor e legenda. Então você pode ver aqui que eu adotei um formatozinho 4x3, que é um formato que tá muito em alta e eu tenho adotado pra maioria dos meus filmes. Obviamente que em vários momentos pede essa legenda branca, mas eu não curto tanto e geralmente eu uso, sei lá, uma laranjinha puxada para amarelo.
E nesse eu quis testar esse rosinha para sair um pouco do óbvio, né? E eu acabei achando que ficou muito interessante também. E aqui um ponto interessante aqui, voltando pra montagem, é o uso desse filme Burn.
Eu vejo hoje em dia a galera usando e abusando muito assim de filme burn, mas na minha opinião eu acho que tudo tem que ter um sentido. Como eu expliquei aqui a minha montagem, não existe nenhum take que, ah, ele tá lá só porque ele tá, não, ele tem que ter um sentido de tá ali. Mesma coisa é os filme bs que eu uso.
Então, por exemplo, esse filme burn aqui, vou deixar invisível aqui ele, só para você perceber. Esse take, esses dois takes aqui, eles são basicamente dois takes iguais um ao outro, né? Questão de perspectiva, questão do que que ele tá me mostrando, o local é o mesmo, enfim.
Então, para fazer essa divisão, eu uso o filme Burn aqui, meio que para dividir ele, né? E aí, outra intervenção que eu curto usar em cima da minha montagem é esse flash aqui, que é meio que como se fosse uma assinatura minha que eu sempre coloco no final dos filmes para meio que tipo marcar ali que, ó, acabou. que esse flash aqui.
Bom, com o material horizontal montado, eu parto pro meu material vertical, que basicamente é a minha timeline de montagem horizontal duplicada. E aí eu nas configurações eu mudo aqui para o vertical. E aí eu saio basicamente readequando, reenquadrando ali os takes.
Uma coisa que eu acho muito interessante do da Vince é esse AI Smart Reframe. Você pode ver que eu uso aqui ele nesse take, né? É quando basicamente, sei lá, um rosto aqui, uma pessoa, ele tá num num dos textos de filme e aí eu ele parte para outro texto e esse reframe ele meio que blocando ali o assunto pro centro do filme.
E aí eu exporto com legenda, sem legenda, uma versão em baixa, um em alta, um em média, já subo um link no drive também e aí eu fecho o material e entrego, fico aguardando aí algumas alterações ou não, né? Então é basicamente isso. Espero que vocês tenham curtido esse esse vídeo.
É o primeiro de uma série que eu pretendo fazer de secando aqui as minhas montagens e os materiais que eu pegar [música] e que achar que seja interessante compartilhar com vocês. Se vocês puderem se inscrever no canal, seguir minhas redes sociais, [música] isso vai ajudar muito, principalmente nesse início. E é isso.