quando você traz pro contexto da Clínica as questões que são questões eh de estrutura ética moral moralidade religião companhia e você entra nesse lugar de assumir Faz esse papel de uma figura parental aí a gente pode falando que a gente tá realmente se aproximando da prática de umaa psicanálise selvagem porque realmente é muito tentador e é muito fácil ocupar esse lugar em lugar de entender realmente os motivos aos quais levaram ou levam esse sujeito por exemplo a essas escolhas objetais né que é a bebida se não uma escolha digital para esse sujeito tá bem interessante
isso porque quando você trouxe esse percurso que você fez aqui na nessa escuta que eu tô que eu vem fazendo aqui ao longo da tua exposição o que que eu senti uma coisa que você Você tocou muito importante como como garantir de alguma forma que esse nosso caminho no mínimo seja um caminho é que seja possível a gente se distanciar o máximo possível dessa prática P análise selvagem e através da análise pessoal a gente tem que ter esse processo de encorajamento de submeter realmente à nossa própria análise a gente tem que realmente ter possibilidade de
ter uma boa né formação teórica com reflexões e formação teórica a gente não é ler ler ler mas a gente poder ter caminhos e direções para que a gente possa continuar estudando aprofundando toada vez que a gente escuta sobre um tema como esse então a gente deveria Em contrapartida porrer para poder dar mais uma escudada aprender um pouco mais ver que outros teóricos falam sobre isso que que os poos pranos falam e a supervisão seja como é que eu puido das minhas inseguranças de que forma que eu eu encontro respaldo para que eu eu trabalhe
essa essa insegurança que você relatou tem muito a ver com isso né submetendo todo processo os casos clínicos que eu tô acompanhando para supervisor que é no momento em que nessa troca de experiências né essa troca de perspectivas Ou seja a gente vai falar de diferentes percepções diagnósticas a gente pode se ajudar muito Então olha que interessante né esse nosso percurso em psicanálise é possível que mesmo hoje n os anos de prática de clínica de tudo isso eu ainda me Sina Ness nesse lugar nessa necessidade de manter minha análise pessoal de diversos momentos buscar um
suporte uma supervisão para alguns casos clínicos de discutir esses casos com colegas e até me lembrou um exercício que a gente tem feito com bastante frequência nos grupos de estudo os grupos de estudo acabam sendo quas um grande grupo de supervisão também qualqu momentoem que a gente discute casos clínicos a gente fala de questões eh pertinentes Às vezes a singularidade de cada um de nós e ali a gente tem possibilidade muitas vezes de entender as nossas angústias tudo isso então essa coisa de dar conselhos é tudo que nós em psicanálise nos propomos a fazer não
estar no lugar de conselheiros Nós não somos conselheiros é por que a gente quer manter essa relação de dependência com o paciente sendo que o busca em psicanálise a desalienação do sujeito e claro que vai vai ter um momento que aí talvez até na Perspectiva um pouco incana esse paciente ele vai ter uma certa relação de dependência com o analista porque ele precisa desse analista para se desenvolver ele precisa do analista para que ele possa virar algumas atualizações para que ele possa elaborar algumas questões Mas e o ideal é que dentro desse processo que ele
possa ir de alguma forma avançando se desenvolvendo que ele possa ir e conseguindo uma relativa Independência assim como a criança vai se independizo dessas figuras parentais é possível que eu sempre ten a necessidade de Em momento outro estar com meu analista Mas independente de tudo e eu vou caminhar com muito mais segurança com muito mais independência com muito mais Liberdade muito mais consciente dos meus desejos e aí até eh a gente tem vários relatos vários casos clínicos mas às vezes o paciente chegou ali em análise bebeu você vai falar para paciente mas bebeu antes da
análise tipo assim né é uma é uma sessão de moralidade Ok é é um sermão assim talvez acho que seja isso que a gente tem que começar a se perguntar e talvez esse paciente aqui bebe antes da análise Talvez ele tá esteja te dizendo algo fazer algo e e tá tudo bem né a gente tem que R muito esse lugar